Jesus nos ensina muitos princípios para desenvolvermos a plena estatura dEle. Entre esses pontos é a graça de Deus.
Bom, deobo, a tarde, queridos irmãos. Aqui é Jorge Campos.
Jesus Cristo, através de Sua vida, nos ensina muito a acerca de como virmos a ser. Uma pessoa de acordo com Sua estatura, para podermos crescer no conhecimento Dele. Sim, Jesus Cristo nos ensina muito a seca Dele, para crescermos no conhecimento Dele, e assim crescermos na graça que Ele é e que precisamos de vir a ser.
Sim, Ele nos ensinou sendo, digamos assim, um padrão, um exemplo, um modelo para nós o imitarmos, porque Ele é a imagem do Pai, e para nós sermos como o Pai é.
Sim, haviam muitos que se oponham e só puseram a Cristo, e não faziam o que eles diziam que faziam. Diziam uma coisa, mas faziam outra. Mas nós, irmãos, para virmos a ser como Cristo é, temos que pôr o nosso foco em Cristo e para virmos a ser como Ele é.
Então, a minha pergunta hoje, irmãos, é a seguinte. O que é que Jesus nos ensina?
Sim, o que é que Ele deixou para nós aprendermos, para virmos a ser como Ele é, para nós vivermos como Ele viveu?
Ora sim, está claro, Ele nos ensinou muitas coisas. Uma delas nos ensinou a como orar. Vejam, por exemplo, em Mateus 6, começando no versículo 5. E diz assim, e quando orares, não se já sejas como os hipócritas. Isto é que dizem que é uma coisa, mas fazem outra. Pois se comprássem a orar em pé, nas sinagogas e às esquinas, nas ruas, para serem vistos pelos homens. Quantas pessoas querem orar para serem vistas por homens?
Sim, eu não vou jogar a intenção de pessoas, mas de uma maneira geral, o que Jesus Cristo está aqui a dizer, é que devemos orar em particular. Sim, às vezes, algumas orações públicas, por exemplo, ao início de um culto, para pedir a benção do culto. Mas às vezes, algumas pessoas, quando oram ao início do culto, ao fim do culto, é como se tivessem a dar um sermão. Irmãos, quando oramos em público, por exemplo, ao início do culto, é para pedir a Deus para abençoar o culto. Não é para começar um discurso dando, assim, um exemplo de como eu sei, sou tão bom, orador.
E, serem irmãos, devemos fazer, em particular, em privado. E, por isso, ele disse assim, continuando a ler no versículo 5 de Mateus 6, em verdade, vos digo que já receberam seu galerdão. Sim, se estão a orar em público, para ser, digamos assim, uma demonstração, como sabem, orar, já receberam a sua compensa. Mas, tu, quando orar, entre no teu aposento e, fechando a tua porta, ora a teu Pai, que está em secreto.
Oramos, em particular, em privativo. E o teu Pai, que vê em secreto, te recompensará publicamente. E, por isso, irmãos, é importante nós pensarmos isso. Uma vez mais, Jesus Cristo aqui não está a dizer que, antes de, por exemplo, de um culto, ao fim de um culto, ou início de uma reunião, pedimos a Deus para abençoar essa reunião.
Sim, tudo bem. Mas não é uma exibição de uma grande, longo oração e de mostrando como nós somos grandes oradores. Não, é simplesmente para pedir a Deus para abençoar esta reunião, esta assembleia, este culto, ou ao mesmo abençoar os palestradores que eles sejam inspirados a falar, e para que nós, como os que estamos a ouvir a palavra, que Deus abra a nossa mente, para nós entendermos o que o palestrador, o ministro ou o pastor esteja a nos ensinar, para aprendermos a palavra de Deus e para sermos melhores pessoas.
Igualmente, ao fim do culto, agradecer a Deus por abençoar e por inspirar a palavra e pedir a Deus para nós, nos ajudar a praticar e viver este caminho. É ao longo desse modelo, mais ou menos, que sim, oramos em público, mas em particular, então, oramos mais profundamente acerca de outros assuntos particulares e com Deus. E, por isso, também diz aqui, no versículo 7, não useis de vãs repetições, como os gentios, que, por muito falarem, serão ouvidos.
Falam e estão a repetir, repetir, repetir. Olha, diz o Pai Nosso vinte vezes e diz isto aqui, nos cinquantas vezes e tal, e estão a repetir sempre as mesmas orações. Não, irmãos, o Pai Nosso é um modelo, é, digamos assim, um modelo, uma ideia do que devemos estar a orar, dos assuntos que devemos orar, não é para nós repetirmos isso continuamente, continuando, então, por exemplo, no versículo 9, diz, portanto, vos joreis, assim, para o nosso que estáis no céu, santificados seja o teu nome, está a dar um modelo, uma maneira de comemorar, abordem este tema, abordem aquele tema, abordem o outro tema.
Dá aqui, então, este exemplo. Versículo 10, venham ao teu reino, está a dizer, prestemos, dourar, para que o reino de Deus, a vontade de Deus, seja feita na terra. Não é repetir as mesmas palavras, mas usar este princípio de orarmos para que o reino de Deus venha para a terra. O versículo 11 diz que o pão nosso de cada dia nos dá hoje. Irmãos, temos que ver que há pão físico, para nós, por exemplo, podemos continuar a trabalhar, para abençoar-nos no trabalho e, às vezes, podemos começar a falar, assim, olha, tem tido este problema com o meu patrão, ou no meu serviço, ou tive um problema com o colega, ajuda-me a resolver o assunto para poder trabalhar, podemos trabalhar efetivamente e, por isso, eu não perdoe o emprego por causa de começar num argumento no trabalho.
É um exemplo. Dá-nos esse pão físico de cada dia, mas também há pão espiritual. E o pão espiritual, que é o Espírito de Santo Deus, pedir a Deus que nos dê o Seu Espírito para nos ajudar a viver esse caminho. E depois diz, perdoe-nos as nossas dívidas. Sim, perdoe-nos. Mas estamos a perdoar aos outros? Temos que analisar e, por isso, os Cristo nos ensinou como orar. E, por isso, devemos falar acerca deste tema, mas apordar em mais detalhe quando oramos, em particular, com Deus.
O versículo 11, e não nos conduza às atentação, mas livre-nos do mal. Isto é, ajude-nos a sair desta atentação que o mundo e a nossa carne e Satanás está apoiando nós. Ajude-nos, conduz-nos na oposição orada e diferente. Ajude-nos a mudar na posição, para não cairmos na atentação. Ajude-nos a evitar a tentação e livre-nos do mal, porque teu é o reino e o poder e a glória, para exemplo.
Então, estamos glória a Deus. Como iniciamos a oração que diz que Pai Nosso que estáis no céu, santificasse o teu nome? Iniciamos a oração dando glória a Deus e concluímos a oração uma vez mais dando glória a Deus. Veja também em Marcos capítulo 6. Marcos capítulo 6, versículo 46. Marcos 6, versículo 46. E logo, depois de ele subir ao barco, ele foi ao monte, depois de se separar dos irmãos e foi orar. Jesus Cristo foi orar, em privado, em particular. Também em Lucas capítulo 5, Lucas capítulo 5, versículo 16.
5, o versículo 16. Lembemos, ele porém retirava-se para os desertos e ali orava. Então, Jesus Cristo nos ensinou que a grande parte da nossa oração é em particular, é em privado. É por isso que ele diz que precisamos nos separar e deu um modelo, um padrão, de orarmos mais ou menos ao longo deste padrão, desta linha.
Ora, você tem que sempre orar seguindo esse padrão, não, porque pode estar a viver, a passar por uma grande aflição e a sua oração vai ser mais focada dos problemas que encontram. E por isso, vê-se aqui que há uma maneira de orar em particular e ele nos deu um modelo. Mas nem sempre, Jesus Cristo orou em particular, também orou em grupo. Sim, vemos, por exemplo, em João capítulo 17, em João capítulo 17, na noite em que ele foi traído, antes de ser traído, em João 17.
Vê-se aqui a oração de Jesus, que ele deu à frente dos discípulos. Diz assim no versículo 1, e Jesus falou assim e levantou seus olhos ao céu e disse, perdão, pai, é chegar à hora. Isto é a oração de Jesus à frente dos discípulos. Este capítulo todo, capítulo 17, é esta oração. A oração final à frente dos seus discípulos. Sim, ele foi orar depois, quando vemos que ele foi para o monte, orou por três vezes e pediu aos discípulos para esperarem por ele, como vocês sabem.
Mas ensinou assim a como orar. Outro exemplo também está em Lucas capítulo 11 versículo 1. Lucas capítulo 11 versículo 1. Lucas 11 versículo 1. Diz assim, é conselho que, estando-o a orar num certo lugar, quando acabou-lhe, disse um dos seus discípulos, senhor, ensina-nos a orar, como também João ensinou aos seus discípulos.
Então, ele deu este exemplo, porque disse, ensina-nos, e ele ensinou. E depois vemos um mecaninho mais adiante no versículo 9 de Ibreu a predão Lucas capítulo 11 versículo 9. Eu vos digo a vos, pedi e dar-se-vos-á, buscai e achareis, batei e abri-se-vos-á, porque aquele que pede recebe, e quem busca acha, e quem bate, abri-se-á. E aqui, e qual o pai, dê-ne-vos-que, se o filho pedir pão, não lhe dará uma pedra? Ou também se lhe pedir peixe? Lhe dará por o peixe uma serpente? Ou também se lhe pedir um ovo, lhe dará um escorpião?
Pois se vos sermos maus, se a beis dar boas dávidas aos vossos filhos, quanto mais dará o pai celestial o Espírito Santo? Aqueles que lhe pedirem. E, por isso, vemos aqui uma parábola à noite, um exemplo que ele está a dar de ser de perseverar, porque vemos aqui, no versículo 5, estar a dar esta parábola e dar este exemplo de perseguir, ver-se aqui o amigo, e ele vai à meia-noite, e se lhe disser amigo, empréstimo 3 pães, e ele diz, ah, não, não, não, não, uma borreças, mas porque ele continua a bater, continua a bater, continua a pedir, então, dele o pão. E, por isso, diz, bata a porta, não desistes.
E aqui está o exemplo do pão, que é o Espírito Santo. Não desistes, persiste, pede, procura, bate, pede o Espírito Santo. Por que que o Espírito Santo é tão importante, irmãos? Porque o Espírito Santo é o poder de Deus, que nos ajuda a vencer as nossas fraquezas da carne. E, por isso, o Cristo ensinou aos irmãos a orar. E outro ponto que Jesus Cristo também ensinou, ensinou aos irmãos a ter fé. Sim, ele foi um exemplo de fé, ele veio para nós, e morreu para nós com fé do Pai, que o Pai o resistiria, e com fé, da que este ato que ele fazia que é enorme, com fé, da que o que ele fez conduzisse muitas pessoas como você e eu ao arrependimento.
Porque se ele pensasse que isso não tinha valor nenhum e não ia fazer nada, então, por que fazer isto? Ele teve confiança de ter fé, primeiro no Pai, que o Pai o resistiria, e em segundo, ele teve fé que esta obra, este sacrifício que ele fez de vir para a Terra e morrer por nós, o verbo se tornar um ser humano, Jesus Cristo, e morrer por nós, realmente como uma pessoa diferente do Pai, ele realmente morreu, esteve morto, era uma pessoa diferente. Esta pessoa diferente morreu, por isso é que diz Jesus Cristo veio na carne, aquele que diz que Cristo não veio na carne, é o anticristo, porque Cristo veio na carne, não é uma trindade, não é uma bindade, é que Jesus Cristo, uma pessoa completamente diferente, veio na carne e morreu, esteve morto.
Sabemos que a morte é como dormir, mas esteve morto como nós morremos, uma pessoa diferente, uma pessoa separada, não há pensamento quando estão mortos, e o Pai então reciclou sendo uma pessoa diferente, uma pessoa diferente. E isso demonstra a fé de Cristo, a fé no Pai, e a fé de que esta obra de sacrifício resultasse em milhões de pessoas se arrependerem no futuro, hoje, poucos, mas no futuro, muito mais se arrependerão. E por isso, Jesus Cristo deu um exemplo, ou acerca da fé. Vejam, por exemplo, em Mateus capítulo 17. Mateus capítulo 17.
Aqui vemos uma situação em que ele corrigiu os discípulos acerca da fé. Vejam no versículo 14. E quando chegaram a multidão, aproximou-se de um homem, pôde-se de joelhos diante dele, dizendo, Senhor, temos recordes de meu filho, que é lunático e sofre muito, por muitas vezes cai no fogo e muitas vezes na água, e trouxe aos seus discípulos e não puderam curá-lo.
Jesus respondendo, disse, Há geração incrédula e perversa, sem fé. Até quando estarei eu convosco e até quando vos sofrerei, trazem-mo aqui. E repreendeu Jesus, o demônio que saiu dele, e desde aquela hora o menino me sarou. Então os discípulos aproximando Jesus, em particular, disseram, porque nós não podemos expulsá-lo. Jesus disse, por causa da vossa incredulidade, da vossa falta de fé. Porque, em verdade, vos diz que, se tivesse fé como um grão de mostarda, direis a este monte, passa daqui para acolá e há de passar, e nada vos será impossível.
Quando encontramos desafios e dificuldades muito grandes, esse desafio, essa dificuldade muito grande, é um monte, é um monte espiritual. E temos que pedir a Deus para nos ajudar a vencer esse monte.
Mas, esta casta, este tipo de demônio, não se expulsa, senão, por oração e jejum. Irmãos, ele nos ensinou a orar, ele nos ensinou a ter fé, ele nos ensinou a necessidade de juar, de vez em quando. Precisamos estar perto de Deus.
Então, vejam também, em Mateus 16, versículo 8. Vemos aqui 16, versículo 8, diz assim. E Jesus, percebendo isso, disse, porque arrasuais entre vós, homens de pequena fé, sobre o que não teres trazido pão. Não compreendês ainda, nem vos lembrais dos cinco pães para cinco mil homens e de quantos sextos levantasteis, nem dos sete pães para quatro mil e quantos sextos levantasteis, como não compreendeste que não vos falei acerca do pão, mas que vos guardasseis do fermento, dos fariseus e santo-seus. E, por isso, vemos que Jesus Cristo aqui estava a ensinar a eles, para termos cuidado com as doutrinas falsas e para acreditarmos em Deus e termos fé nele.
Irmãos, vemos aqui que Jesus Cristo ensinou várias coisas, muitas coisas, mas talvez o ponto principal, a coisa principal que Jesus Cristo nos ensinou, e por isso é que leemos em segundo Pedro capítulo 3, ao fim, desta Epísola, que precisamos de crescer na Graça e no conhecimento de Jesus Cristo.
Talvez o ponto mais importante, o ensino mais importante que Jesus Cristo nos deu, é o ensino de crescermos na Graça dele e de pôrmos isso em prática na nossa vida.
Em Lucas 6, em Lucas 6, versículo 27 a 31, então vamos ver o que é Graça, porque Graça consiste de várias coisas. Por exemplo, consiste do amor e carinho para com o outro, consiste da capacidade da capacidade de perdoar o próximo, o irmão, e consiste da capacidade de dar e sermos ricordioso. A Graça consiste da capacidade do desejo de dar sem receber, porque ao fim de contas, perdoar é dar, que pode ser sem receber. E por isso isso é a Graça de Deus. Vigeemos, então, em Lucas capítulo 6, versículo 27 a 31. Lucas 6, versículo 27 a 31.
Mas a voz que isto ouvi, isto digo a mais vossos inimigos, fazem bem aos que vos odeiam. Irmãos, isto é a Graça de Deus. Amar os inimigos. Bem-disei-vos que os mal dizem, e orai pelos que vos caluniam. Ao que de ferir numa face, oferece-l também ao outro, e ao que de houver tirado a capa, nem a túnica recusas. E dá qualquer que te pedir, e ao que de amar o que é teu, não lhe tornes a pedir. Isto é quando tomar o que é teu, não queres, o que compensa. E com vos creias que os homens vos façam, da mesma maneira lhes fazei vós também. Irmãos, sim, há certas coisas que às vezes não temos capacidade de fazer resolver. Por exemplo, há tantos problemas no mundo, tantas pessoas já sofreram de fome, que eu não tenho capacidade de ar-de-comer a todo mundo. Não tenho, não tenho. A única esperança é a vinda do rei de Deus. E por isso, embora todos nós façamos um bocadinho de ajuda aqui, ou que lá há certas pessoas, conforme podemos, mas a maior ajuda que podemos fazer é ajudar que esta boa nova do rei de Deus seja pregada ao mundo. Porque a única esperança que a humanidade inteira tem, é que Jesus Cristo venha, a boa nova do rei de Deus vir para a Terra. E por isso, é importante nós dedicarmos, darmos os dísimos a Deus para Deus poder fazer esta obra.
Sim, muitas pessoas dão dísimos, ou dão ofertas a outras organizações para ajudar, e isso é a missão desses, e que beleza, graças a Deus, estão a fazer isso e ajudar um pouco. Mas praticamente, muito poucas pessoas no mundo estão a ajudar para o verdadeiro evangelho do rei de Deus ser pregado.
Infelizmente, muitas organizações abusam isso e usam o dinheiro que recebem para pôr isso no seu próprio bolso. Sim, até governos que dizem, olha, dêem o dinheiro ao governo e nós vamos cuidar das pessoas.
Uma ideia, digamos assim, social, vamos ter cuidado das pessoas. Infelizmente, muito desse dinheiro é abusado e posto nos bolses de outras pessoas, porque há muita corrupção no governo. E, por isso, irmãos, a única esperança que temos é a vinda do rei de Deus em que os reis de baixo de Cristo não serão corrutos. Isto é os governantes a governarem com Cristo, no mundo da manhã não serão corrutos e vão usar e vão fazer o que é melhor para o mundo. Que esse dia venha, irmãos. E, por isso é importante nós pregarmos a boa nova desse reino para as pessoas deverem ter uma esperança. Porque, infelizmente, muitos poucos estão a pregar esta esperança. Nós, na Igreja de Deus Unidas, forçamos para fazer isto. Ora, se nós usásemos esse dinheiro para dar a pessoas que precisam e que têm fome, e sim, damos um pouco àqueles que podemos, mas temos que fazer a missão que Deus nos deu, de pregar a boa nova do rei de Deus como destemunho ao mundo. Mateus 24, 14. Essa é a nossa responsabilidade. E se nós não fazemos, quem aqui o fará? E se nós não fizermos? E se nós não estivermos a virar o coração dos pais para os filhos e corações dos filhos para os pais? Deus, então, como lemos, ao fim de Malacias, trará uma maldição ao mundo inteiro. Nesse último versículo da Malacias, o último versículo do antigo distamento na sua Bíblia. E, por isso, irmãos, nós temos uma responsabilidade importante de amar até os nossos inimigos. E, por isso, diz no versículo 32 de Lucas 6. E se amar os aos que vos amam, que recompensa tens, também os pecadores amam os que os amam.
E, por isso, irmãos, amar os inimigos é quando pessoas fazem mal a nós, que são nós inimigos, somos capazes de orar e pedir a Deus para perdoar essas pessoas. E está claro, Deus perdoa se essas pessoas se arrependerem, mas não é a minha responsabilidade se arrependerem a mim, é pedir a Deus para ajudar essas pessoas a se arrepender para poderem ser perdoadas.
E, por isso, Jesus Cristo ensinou este grande mandamento. Vigemos este grande mandamento em João 15, versículo 9. João 15, versículo 9. João 15, versículo 9. Que diz assim, como o Pai a minha amor, também eu vos amei, permanecei no meu amor. Como é que Jesus Cristo nos amou? Deu a sua vida por nós enquanto nós éramos pecadores, ainda não nos tínhamos arrependido.
E, por isso, este é um grande mandamento. O versículo 13, de João 15, diz, Ninguém tem maior amor do que este de dar alguém a sua vida pelos seus amigos.
Irmãos, Jesus Cristo não só deu a sua vida física, mas deixou a sua vida eterna de ser um ser espiritual, deixou isso, abriu a mão, veio para ser um ser humano e morreu por nós.
Irmãos, isto é um grande ato de amor por nós.
E isto é o exemplo que ele nos deu. Veja em Romanos 5, Romanos 5, versículo 6.
Porque Cristo, estando nós ainda fracos, morreu a seu tempo pelos ímpios, pelos pecadores. Porque apenas alguém morrerá por um justo, pois poderá ser que pelo bom alguém ouze morrer. Mas Deus prova o seu amor para conosco, em que Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores. Não é que Deus só disse palavras, mas Deus, o nosso Criador, aquele ser que era da forma de Deus, do rei de Deus, que era Deus, não era o Deus, só temos um Deus, o Deus, que é o Pai, mas Ele era Deus, do género Deus. Ele deu a sua vida, Ele nos criou debaixo do comando e da instrução do Pai. Ele obedeceu a tudo que o Pai disse a Ele para fazer. E Ele, então, Jesus Cristo debaixo do comando e da instrução do Pai, criou os Seus humanos, Ele veio para a Terra como um ser humano, deu a sua vida por nós e o mostrou esse amor. Não com palavras, mas vivendo, pondo em prática esse próprio amor até ao fim, até morrer na cruz.
E por isso, Jesus Cristo sabia o que nós precisamos. Nós precisamos de um redentor, de alguém que paga pelos nossos pecados, pelos nossos fraquezas.
E Ele fez isso sem esperar nada em retorno, sim, o que eu quero é que nós nos arrependamos também. Ele não queria que nós pagassemos a Ele alguma coisa, não. Ele simplesmente quis que nós nos arrependessemos para o nosso bem, para o nosso bem.
E por isso, este é o novo mandamento que Ele nos deu. Esse mandamento está descrito em João capítulo 13, versículo 34. Que diz, o novo mandamento vos dou, que a mais uns aos outros como eu vos amei, que também vos uns aos outros vos amei.
Esse é o mandamento novo, porque o mandamento velho era a maio, próximo como a amazatim mesmo. Mas Jesus Cristo levantou este mandamento, esta instrução de mandamento a um padrão mais alto. Isto é como eu vos amei. Eu dei a minha vida, a minha vida interna. Não é só a minha vida física, mas no que isso, a minha eternidade. Por vocês. Está claro, ele nunca pecou. Ele teve fé que o Pai os suscitaria, porque nunca pecaria. Mas Deus, Seu amilhou, deixou a vida eterna para vir a ser um ser físico e para morrer por nós. Isto é um grande acto de amor. E há um ano. Por que? Para nos perdoar. Vejam, em Mateus capítulo 6, versículo 14. Estávamos aqui, nesta secção, um carinho mais cedo. Nesta secção, vamos então ver de novo. Mateus 6, versículo 14 e 15. Mateus 6, versículo 14 e 15.
E diz assim, porque se perdoares aos homens as Suas ofensas, também o Vosso Pai celestial vos perdurá a Vós.
Se porém não perdoares aos homens as Suas ofensas, também o Vosso Pai não perdurá as Vossas ofensas.
Não perdoará as Vossas ofensas.
Irmãos, perdoar é dar. É dar perdão para os outros.
E por isso, irmãos, não é fácil. Não é fácil perdoar, embora às vezes as pessoas não se arrependem, mas temos que perdoar.
Porque perdoar é limpar, é tirar esta coisa do nosso coração. Deixar passar. Deixar passar. Sim, a pessoa vai ter que se arrepender para com Deus. Mas isso é Deus. Entre essa pessoa e Deus. Mas entre eu e aquela pessoa, temos que perdoar. Deixar isso passar. Não guardar um ressentimento contra essa pessoa. Temos que deixar, largar.
Vejam primeiro Coríntios capítulo 2. Primeiro Coríntios capítulo 2, versículo 8. Primeiro Coríntios capítulo 2, versículo 8. A qual nenhum dos príncipes deste mundo conheceu, porque se o conhecessem nunca crucificariam ao Senhor da glória.
Vê-se que Jesus Cristo veio completamente humilde, sem dizer, olha, eu sou o filho de Deus. Eu sou, ou era o verbo, antes de me tornar carne. Eu sou a pessoa de baixo do comando do Pai, o Deus. Eu sou a pessoa que criou os anjos e isso. Não, lhes, não diam que eu sou o filho de Deus. Matenham isso, cuida-me. É em segredo. Por quê? Porque se soubessem quem Ele era, não o teriam matado. E se não o tivessem matado, ou do modo lhe dizíamos, se nós não o tivessem matado, por todos nós somos culpados disso, mas se não o tivessem matado, não tínhamos salvador, não tínhamos redentor. E por isso Ele veio, o filho de Deus, sem as pessoas saberem. Até os discípulos, quando viram, e eles sabiam que os Cristo tinha dito aos discípulos, eles vão matar, vão matar. E quando os romanos e ele foi traído e quiserem matar e fizeram este tribunal, caso tribunal ilegal para o matarem, os discípulos fugiram. Até Pedro disse, eu nunca vou deixar, mas deixou.
Todos nós pecamos e todos nós, digamos assim, de uma maneira abandonamos Deus, mas Deus nunca nos abandona. Por isso muitas vezes, as pessoas dizem, olha, eu te perdou. Mas fizemos-me ter um perdão verdadeiro. Veja aqui, em Lucas capítulo 17, versículo 3. Lucas capítulo 17, versículo 3.
Lucas 17, versículo 3.
Diz assim, olhe por vós mesmos e se teu irmão pecar contra ti, repreendo, e se ele se arrepender, perdoa.
Perdoa. Se ele se arrepende, perdoa. Mas se ele não se arrepender, também perdoa. Mas ainda mais.
Se ele se arrepender, temos que perdoar. Sim, às vezes, se ele me diz, olha, a pessoa não se arrependeu. Nós arrependeu. Fui, sim, sempre, sempre vendo uma coisa artificial.
Mas temos que arrepender, temos que perdoar, irmãos.
Temos que perdoar. Deus requer que nós perdoamos. A sua decisão e a minha decisão é de perdoar. A sua responsabilidade, a minha responsabilidade é de perdoar. Jesus Cristo diz, perdoa.
E, por isso, precisamos de mostrar-nos recorde para com os outros. Em Lucas capítulo 6, versículo 36. Lucas 6, versículo 36, lemos a Mai, pois vossos inimigos fazem bem, em prestar, sem nada, esperares. E será grande o vosso galardão e será esfíris do Altíssimo, porque ele é benigno até para com os ingratos e maus. Sede por causa disso, pois, mas ricordiosos, como também vosso Pai é mas ricordioso. Jesus Cristo nos demonstrou que precisamos ser mas ricordiosos como Deus do monstro mas ricórria para conosco.
Precisamos de perdoar e ser mas ricordiosos. Irmãos, isso é uma chave para nos reconciliar com outras pessoas.
Se nós não demonstramos mas ricórria, não é só perdoar, mas é demonstrar mas ricórria para com o outro.
Não há reconciliação.
Não há reconciliação. Lucas 6, versículo 34. E sempre estares aqueles de quem esperais tornar a receber que recompensa três. Também os pecadores emprestam aos pecadores para que torem a receber outro tanto. Amar depois a vossos inimigos e fazer bem, emprestar sem nada esperares. E será grande o vassalardão e sereis filhos do Altíssimo, porque ele é benigno até para com os ingratos e maus.
Dá sem esperar algo em retorno.
Mas nós infelizmente fazemos distinções. Olha, não vou dar, não vou perdoar porque essa pessoa não se arrependeu. Irmãos, irmãs, não é a nossa responsabilidade decidir o que aquela outra pessoa tem no coração.
Irmãos, quando damos e quando damos perdão, damos de boa fé. Damos de boa fé.
Atos 20, versículo 35.
Temos mostrado em tudo que, trabalhando assim, é necessário auxiliar os enfermos e recordar as palavras dos Senhor Jesus, que disse mais abeventurados coisas, é dar do que receber. Mais bem-aventurado é dar do que receber.
Irmãos, queremos receber o que queremos dar. Simplesmente dar, sem esperar algo de volta.
Dar livremente, não há pré-condições.
Recebesse livremente, livremente dá-se. O que é que você fez? O que é que eu fiz para receber a salvação?
Nada. A justificação é gratuita. Somos justificados pela fé. Pela fé Jesus Cristo, pela fé do que Ele fez e Ele, então, deu o Seu sangue a Sua vida para nós. É a fé Dele. Não é a minha. Se fosse a minha, seria por minhas obras. Perdão, mas não é por obras.
Então, por isso, o outro pessoa perguntou a Jesus Cristo, então, o que é o meu irmão?
O meu irmão é aquele que não pode dar de volta a você.
É aquele que não pode dar de volta a você.
O que Jesus Cristo ensinou a você? O que Jesus Cristo ensina a mim? Muitas coisas. Muitas coisas. Nos ensina a orar.
Nos ensina a ter fé. Nos ensina a ter graça. A graça que Ele nos dá de perdoar, de ter misericórdia, de dar a noja a vida eterna sem merecermos. Irmãos, nós temos que continuar a crescer. Por isso é que diz que crescei orai e crescei na graça e no conhecimento do nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. Irmãos, ainda não chegámos a esse padrão, mas precisamos continuar nesta luta, neste desafio, de crescer na graça e no conhecimento do nosso Senhor Jesus Cristo. Nos ensinos que Ele nos deu, que Ele nos deu. E há muitos ensinos, eu simplesmente me ensinei a alguns, como orar, como ter fé, como perdoar, como demonstrar misericórdia, como dar ao próximo. Irmãos, que Deus vos ajude e que ajude a mim, ajude a nós todos, a crescermos nesta graça com a ajuda do Espírito Santo Deus. Precisamos seguir a guia do poder de Deus, do Espírito Santo Deus, que Deus nos dá. Por favor, irmãos, pensem isto. Conforme nos aproximamos agora, no novo ciclo dos festivais de Deus, do período da Páscoa. Talvez o ponto mais importante que precisamos de pensar, é como é que você, como é que eu, posso crescer na graça, para ser como Cristo é. Como é que eu posso aprender do que Ele nos ensinou, para o entendermos, para crescermos no conhecimento Dele, para pôrmos em prática na nossa vida a mesma graça que Deus nos dá, que Deus do Pás nos dá, através do Seu Filho, Nosso Senhor e Salvador, Jesus Cristo. Que Deus vos ajude e vos abençoe nesta caminhada.
Jorge and his wife Kathy serve the Dallas, Fort Worth (TX) and the Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).