O que você fez com o que Jesus Cristo lhe deu?

O que nós fazemos e temos feito com o que Jesus nos deu? A que é que Jesus Cristo se está a referir? Está a referir-se às nossas habilidades e talentos? Está a referir-se ao nosso uso de dinheiro? Este sermão aborda cuidadosamente e detalhadamente a parábola dos talentos.

Transcrição

This transcript was generated by AI and may contain errors. It is provided to assist those who may not be able to listen to the message.

artsesLANO.com.br Bom dias 오랜만es, hermanos de crise aqui e em날hados aos campos. O que é que você fez e faz com o que Jesus Cristo tem dado a você? Eu geralmente olho para trás para o que eu fiz na minha vida, por exemplo, financeiramente, e realizo e vejo que fiz alguns erros. Devia ter feito, talvez, melhores decisões em várias coisas acerca da minha vida. A pergunta que eu tenho é a seguinte. É esta a mensagem da parábola dos talentos? É a parábola dos talentos uma mensagem acerca do que nós fizemos ou não fizemos com os nossos vários talentos e habilidades ou com o nosso dinheiro? Creio que o irmão hoje quer falar acerca da parábola dos talentos e quero ver da Bíblia, da sua própria Bíblia, qual é a específica mensagem que Jesus Cristo nos está a dar com esta parábola. Então, vejemos, vamos ler esta parábola que está em Mateus, capítulo 25, começando do versículo 14 até ao versículo 30. Mateus 25 diz assim, começando no versículo 14, pois será como um homem que aos entandos do país, somou seus servos e lhe confia os seus bens. Um deu cinco talentos, o outro dois e o outro um, a cada um segundo sua própria capacidade. E então partiu. O que recebeu assim que os talentos saiu imediatamente a negociar com eles e ganhou outros cinco. Do mesmo modo, o que recebeu dois ganhou outros dois. Mas o que recebeu um, saindo, abriu uma cova, escondeu o dinheiro do seu Senhor. Depois de muito tempo voltou o Senhor daqueles servos e ajustou contra eles.

Então, aproximando-se do que recebeu cinco talentos, entregou todos os cinco. Dizendo, perdão, entregou outros cinco, dizendo, Senhor, confiaste-me cinco talentos, seja que outros cinco mais talentos que ganhei. Disse-lhe, Senhor, muito bem. Serve bom e fiel. Forste fiel no pouco, sobre o muito que lucrei, entre no gozo do teu Senhor. E aproximando-se também o que recebeu dois talentos, disse, Senhor, dois talentos me confiaste-me. Aqui tens outros dois que ganhei. Disse, Senhor, muito bem. Serve bom e fiel. Forste fiel no pouco, sobre o muito que lucrei, entre no gozo do teu Senhor. Chegando por fim, o que receberam um talento, disse, Senhor, sabendo que as armas se veram, que seifas onde não se measte e as juntas onde não espalhaste-se. Rousseus, escondi na terra o teu talento, aqui tens o que é teu.

Respondeu-lhe porém o Senhor, serve mal e negligente. Sabias que seifo onde não semeei e ajunto onde não espalhei, cumpria, portanto, que entregasse-se o meu dinheiro aos banqueiros, e eu, ao voltar, receberia com juros o que é meu. Tiralhe pois o talento e dá-lhe o que tem, o que tem, dez. Porque para tudo o que tem se lhe dará e terá em abundância, mas ao que não tem, até o que tem será tirado. E o serve inútil, lançaio para fora nas trevas, aí haverá choro e arranje de dentes.

Vamos aqui a uma parábola que várias pessoas interpretam de várias maneiras, e é o que vamos hoje estudar esta parábola.

É semelhante à parábola de Luccas, capítulo 19, a parábola das minas. Vigemos, então, a parábola de Luccas 19. Luccas 19, a parábola das minas. Vê-se umas diferenças pequenas, aqui... Vê-se, começa no versículo 12, então diz certo homem, nobre, partiu para uma terra distante, com o fim de tomar posse de um reino e voltar. Semelhante início, chamou os dez servos, os dez servos seus, confiou-lhes dez minas e disse negociar até que eu volte. Mas os seus concidensão os odiaram, não queremos que ele reine sobre nós, e depois compreceu, veja-me, querido, mais adiante, no versículo 16, compreceu o primeiro e disse, senhora, a tua mina rendeu dez. E depois a outra, a outra tinha outra mina, rendeu cinco. E assim, vem uma história semelhante. A diferença, aqui, é que na parábola dos talentos, todos recebem quantidades diferentes, enquanto que na palavra de Lucas das minas, todos recebem a mesma quantidade de minas. Mas, no fim, os resultados são semelhantes. Há uma recompensa e há um castigo. Vê-se que, na parábola das minas, que uns produzem mais que outros, e por isso são recompensados, de uma maneira maior que os outros. Mas, precisamos entender o significado, do que é que esta parábola, e vamos, por isso, estudar a parábola de Mateus 25, que é a parábola dos talentos, para ver o que é estes talentos que são dados. Entendendo isso, entenderemos, então, automaticamente, a parábola também de Lucas XIX. Mas, é importante entendermos a palavra, a parábola, perdão, de Mateus 25, a parábola dos talentos. E, por isso, hoje, vou focalizar na parábola dos talentos, de Mateus 25, e vemos que as pessoas foram desdadas quantias diferentes. Talvez uma pergunta seja quanta é que é um talento. Um talento era uma medida de peso, podia ser de prata ou de ouro, e, por isso, pode ser valores diferentes, for prata ou ouro, mas, se for baseado no ouro, hoje em dia o valor disso seria em excesso de um milhão de dólares. Isto é em excesso de dois milhões de reais, quase cerca de 750 mil euros. Ou, ainda mais que isso. Se for baseado em cálculos que as pessoas recebiam de ordenados e coisas assim, um talento seria o ordem de cerca de acima de 300 mil dólares.

Qualquer maneira, sejam um milhão de dólares ou 300 mil dólares, queridos irmãos, é uma grande quantidade de dinheiro. É uma grande quantidade de dinheiro. Ora, entendendo que o significado, o que é um talento, vigemos que as pessoas pensam o que as parábolas dizem. Bem, algumas pessoas refletam no significado da parábola dos talentos e dizem que é uma questão de trabalhar. Precisamos trabalhar e, por isso, precisamos ter sucesso na nossa obra. E está claro, isso é um bom princípio, mas a pergunta é, é isso que de facto Jesus Cristo está a referir. Outras pessoas pensam bem, são, estes talentos são talentos, são habilitações, são capacidades que pessoas têm e o que fazem com essas habilitações, com esses talentos? Por isso dizem que devemos usar os talentos ou os dons que nós recebemos. E por isso a pergunta é, o que é que fizemos com o que recebemos, com os dons que temos, com os talentos que temos? Algumas pessoas têm talentos maiores que outros e, por isso, precisam de usar. E está claro, isso é um bom princípio, igualmente é um bom princípio. Mas a pergunta é mesma, é isso que Cristo está especificamente a referir-se na parábola dos talentos?

Porque lembrem-se aqui, em Mateus 25, versículo 15, Mateus 25, versículo 15, dizem, um deu cinco talentos, o outro dois, o outro um, cada um segundo a sua própria capacidade. Por isso não pode ser, receberem talentos conforme as suas habilitações. Quer dizer, os talentos não são habilitações, não são capacidades, porque recebem talentos de acordo com as suas capacidades. Por isso os talentos não podem ser, no significado de hoje em dia, de talentos, ou de habilitações, porque são dados, estes talentos, esta quantia de dinheiro, digamos assim, este peso de ouro, são dados dependendo das suas capacidades, das suas habilitações, das suas capacidades que têm. Por isso não pode estar a parábola dos talentos, não pode ser a cerca das capacidades. Você tem mais capacidades, por isso as usem, porque recebem mais dinheiro conforme as capacidades que têm. Por isso não é esse o significado. Alguns pensam que a parábola dos talentos é a cerca de usarmos dinheiro, porque, ao fim de conta, está a dar uma palavra usando o significado de dinheiro, de talentos, que é um peso, um quantidade ouro, uma quantidade de dinheiro, e ter um certo lucro desse dinheiro. Está claro, o significado da palavra talentos era, na verdade, dinheiro, mas, e está claro, usar o nosso dinheiro de uma boa maneira, de uma boa maneira correta, como mencionei na introdução deste sermão, é um bom princípio. Mas, depois, a pergunta está aqui, é que se uma pessoa investir o dinheiro incorretamente e perder o dinheiro todo, qual é a situação dessa pessoa? Porque a parábola não explica essa situação, e, por isso, isso é uma outra boa pergunta, porque Cristo não fala acerca dessa situação, e, por isso, a pergunta continua. O que é que Cristo está a referir-se nesta parábola? Porque, sim, usa dinheiro de uma forma de ananologia para a parábola, mas o que é que ele está a referir-se? Alguns outros dizem, olha, um ponto importante aqui, é que não há competição entre estes, digamos assim, os serventes, estes homens que este servos, que ele deu os talentos, não há competição entre eles, não estão a trabalhar para o seu próprio crescimento, não é para eles próprios, e a recompensa é o gozo, é uma alegria, é uma satisfação, e, por isso, estão a dizer que o significado desta parábola é que, quando trabalhamos para fazer coisas para o bem de outras pessoas, a recompensa é felicidade, é o gozo. Sim, também é um bom princípio, trabalharmos para o bem de outras pessoas. Mas a mesma pergunta que eu tenho, é isso que Cristo, de facto, está a referir nesta parábola. Sim, facemos esta pergunta. O que é que você tem feito com o que Deus lhe deu? E mais especificamente, com o que Jesus Cristo lhe deu? O que é que Jesus Cristo está a referir-se aqui especificamente? Nós temos que usar isso que ele nos deu, e temos que fazer isso crescer e multiplicar, mas o que é que está a referir aqui que Jesus Cristo nos deu? O que a Bíblia diz? Há várias regras de obter o significado correto das escrituras bíblicas. Isso é o que se chama, em termo técnico, uma hermanêutica. E há algumas regras. Uma delas é que a Bíblia se interpreta assim mesmo. Temos que fazer uma busca do que que o autor tinha intenção quando disse isso. Neste caso, o autor foi Jesus Cristo, o autor da parábola, e qual foi a intenção de Jesus Cristo quando ele deu esta parábola? Essa processo de extrair o significado do que o autor entendia, chama uma esgesis. Temos também outra regra de obter o significado. Do que a Bíblia diz aqui, nesta parábola, é ler dentro do contexto.

E depois temos que usar outra regra, que a Bíblia sempre está de acordo com ela própria. Quer dizer, não diz aqui em um sítio, uma coisa que é contradiz no outro sítio. Está sempre de acordo. Para entendermos isto completamente, o entendimento desta parábola tem que se ajustar bem dentro das outras verdades todas da Bíblia.

Por isso, vemos que a Bíblia se interpreta assim própria. Vamos então fazer essa interpretação na Bíblia. Temos que fazer uma busca do que é o autor, de facto. Querias dizer que é que Jesus Cristo queria dizer, que temos que ver dentro do contexto. E, por isso, vejemos um bocadinho dessa investigação do significado desta parábola. Um ponto importante a bate parábolas, que é importante lembrarmos ao mesmo tempo, é que as parábolas, quando Jesus Cristo deu parábolas, vejam, por exemplo, Mateus 13, Mateus 13, versículo 10.

Mateus 13, versículo 10. Liz assim, então eles aproximaram os discípulos e lhe perguntaram por que lhes falas em parábolas, ou por parábolas, ao que Jesus Cristo respondeu, versículo 11, porque a voz outros é dada, o conhecer os mistérios do rei dos céus, mas aqueles não lhes é consistido. E por isso as parábolas, às vezes, escondem o significado para alguns. E por isso, pessoas pensam que o se vericado a parábola dos talentos é como usar os talentos, ou é usar mais dinheiro, ou é trabalhar, ou não é trabalhar em competição com outras pessoas, mas é servir a outros.

Estão à volta, mais ou menos, de pontos bons, bons princípios, mas, como eu disse, é isso o significado que Jesus Cristo tinha intenção de trazer na parábola para aqueles que lhes concedeu a entender o significado da parábola. E isso é o que vamos ver hoje.

Porque a história está aqui, num tempo muito específico, dada por Jesus Cristo, numa altura muito específica, para dar uma grande verdade, que tem um impacto muito forte, ou que deve ter um impacto muito forte a todos nós, quando entendemos o verdadeiro significado desta parábola, e que há uma coisa muito imescindida, coisas que temos que fazer que afetam a nossa vida. E, por isso, vamos ver o que a Bíblia diz, interpretando da Bíblia e buscando pôndo a parábola dentro de toda a verdade do resto de escrituras.

E, por isso, a pergunta é, o que é que nós temos que usar e crescer o qual é o que Jesus Cristo nos deu? O que é que nós temos que usar e fazer crescer? E isto é uma coisa que Jesus Cristo nos deu. O que temos que fazer crescer? É dinheiro? É talentos? É o que é? Isto é o que é a questão. E, por isso, vamos começar a ler no contexto. O contexto em Mateus, como essa, digamos assim, o contexto no capítulo 24, o Mateus 24, que vê-se aí que é o período em que Jesus tinha saído do templo e, isso retirando, quando se aproximaram dele seus discípulos para mostrar as construções do templo, e porém eles dizem, se não vê-te isto em verdade, vos dizem, que não ficará aqui, pedra sobre pedra, que não seja derribada.

Não ficará aqui no templo pedra sobre pedra. Quer dizer, irmãos, esta profecia foi feita. Não há pedra sobre pedra. É possível que as pessoas estejam à procura do templo, no sítio errado, porque hoje onde vem há muitas pedras por ali. Mas ali diz, não haverá pedra sobre pedra, que não seja derribada. Mas isso é outro assunto. Mas continua no contexto. Vê-se aqui, então, ele continua com uma descrição dos acontecimentos que canserão ao tempo do fim, chegando até à tribulação e vários acontecimentos que veem até à vinda de Cristo. Está aqui uma descrição do tempo do fim. Depois, no mesmo capítulo, versículo 32, Mateus 24, versículo 32. Então, introduz uma parábola. Depois de dar essa explicação do que vai acontecer no tempo dos fins, é a parábola da Figueira.

E vocês sabem a parábola da Figueira, que, basicamente, está a dizer que vocês precisam estar ao vigiar, ao olhar para a estação. Porque diz que quando vocês começarem a ver as folhas, a brutar nas árvores, o verão está perto. E assim, quando viser essas coisas, sabréis que a vinda de Cristo está perto. Que, os irmãos, é só basta olhar a nossa volta, no que se passa a volta no mundo. A vinda de Cristo está muito perto. Muito perto. Mas ele diz também, no versículo 36, diz assim, ninguém sabe, nem os anjos do céu, nem o filho, senão o pai, é exata data.

Ninguém sabe, neste momento. E, por isso, diz um bocadinho mais adiante, no versículo 42, portanto, vigia aí, porque não sabéis em que dia vem o vosso Senhor. Por isso, está a falar aqui no contexto do tempo do fim, do tempo em que Jesus Cristo voltará. E está a dizer, não sabemos quando é, mas temos que estar a vigiar e olhar, por exemplo, para a estação. Vendo que, sabendo pela estação, que o tempo está perto.

Por isso, diz também no versículo 44, diz assim, por isso, fica também vosa percebidos. Porque, ao hora em que não cuidéis, o filho do homem virá. Vai ser uma coisa, quando vocês não vão estar, não vão dar a espera.

E depois, dá outra parábola, no versículo 45, até ao fim do capítulo 24, que é a parábola do bom servo e do mal.

E aí, está a dizer que, aquele servo, não pode parar de continuar a fazer o que deve fazer. Não pode parar, não pode desistir, não pode desistir. Tem que continuar a andar para a frente, não para.

E depois, no capítulo 25, no capítulo 25, dá a parábola das 10 virgens. E aí, basicamente, há a dizer que todas a drumeceram, mas todas acordaram-se, e depois umas ficaram mais fortes e começaram a preparar, e outras não, ficaram assim e continuaram a ficar meio drumecidas.

E depois, quando os Escristo veio, aquelas que continuaram a ficar meio sonambulentas, digamos assim, não estavam prontas. E, por isso, depois conclui essa secção, no versículo 12-13, diz assim, mas ele respondeu, em verdade, vos digo, que não vos conheço. Vigiai pois, porque não sabéis o dia nem a hora, aquelas que não estavam prontas, e ele disse, não vos conheço. E depois, continua a dizer, vigiai, estejam alertos, porque não sabem o dia e a hora. Por isso, o que vemos aqui no contexto é o seguinte, o tempo do fim, a vinda da Cristo, e a dizer, vai acontecer quando vocês não sabem quando é, e estejam prontos. Continuem a fazer a obra, continuem a fazer o que devem de fazer, mas não desistam e não adormeçam. Mantenham-se a trabalhar, até o fim. Depois, dá para a abla dos talentos. Estão a ver dentro do contexto, o contexto que está aqui a falar, está a falar da para a abla dos talentos. Mas depois da para a abla dos talentos, vejam, no capítulo 25, a começar do versículo 31, a 30, a diante, está a falar do julgamento. Está a falar que, então, vai haver um julgamento. E depois diz, quando vier o filho do homem na sua majestade, e todos os anjos com ele, então se assentará no trono da sua glória, e todas as nações serão reunidas em sua presença, ele separará uns dos outros, como o pastor separa os cabritos às alveias, e por as alveias à sua direita, os cabritos à sua esquerda, e depois que vai abençoar-os às alveias. E vejam que interessante é que amos as alveias e os cabritos são animais limpos, em ponto importante aqui. Mas o contexto aqui, acerca da parábola de Mateus 25 dos talentos, o contexto é que está a falar do tempo de Cristo, está a falar que não sabemos quando aquilo virá, mas temos que continuar a fazer a obra, não a dormeçam, porque depois quando ele vier, faz ser o julgamento. Começa o julgamento. Mas no meio disto, antes de falar do julgamento, dá a parábola de talentos.

A parábola de talentos. Então qual é a mensagem que o autor, Jesus Cristo, está a tentar dar a nós com esta parábola dos talentos? Ele não está a falar acerca das nossas habilidades, porque os talentos são dado de acordo com as nossas habilidades, com as nossas capacidades. Ele não está a falar acerca de como usar dinheiro, embora o uso de dinheiro como uma manologia, ele não está a falar que fizemos trabalhar forte, embora devemos estar claro de trabalhar forte, porque trabalhar forte não é o que ele nos dá de acordo com as nossas habilidades. Bem, é um bom princípio, não estarmos a competir um com os outros e de recebermos alegria ou gozo, quando a obra que estamos a fazer é para servir a outros, mas é isso o que Jesus Cristo está a dizer nesta parábola. Por isso, uma vez mais, qual é a mensagem que o autor, que é Jesus Cristo, está a tentar dar a nós nesta parábola? Vamos fazer esta exagesis para ver o significado do que ele está a dizer para nós. Vimos o contexto. O contexto é o tempo do fim, em que está a falar a certa divinda de Cristo, e a parábola começa no versículo 14, de Mateus 25 diz assim, pois será como um homem que, ao entanto do seu país, chamou os seus servos e nos confiou os seus bens? Está a falar aqui de um homem que saiu, que vai de viagem, e depois, vejam no versículo 19, depois de muito tempo, voltou o Senhor daqueles servos e fez contas, ajustou as contas com eles. Que os irmãos aqui vencem que é o Mestre a sair e demorar muito tempo, e depois voltar. É exatamente o significado de que Jesus Cristo saiu dentro dos apóstolos e os discípulos dessa era, no ano de cerca 30, 31, e foi por muito tempo. Já passam quase dois mil anos, que Ele se foi e ainda não voltou. Isto é semelhante à situação do que Ele disse depois da páscoa. Lembrem-nos o que Ele disse depois de celebrar a páscoa antes de morrer. Na noite em que foi traído. Vejam o que Ele disse. Mantenham um dedo aí, uma marcação em Mateus 25, porque vamos voltar a Mateus 25, mas vejam brevemente João capítulo 13. João 13. Vigemos aí em João 13, versículo 33. Diz assim, filhinhos, ainda para um pouco estou convosco. Buscar-me eis, e o que eu disse aos judeus, também agora vos diga vós mesmos. Para onde eu vou, vocês não podem ir. Depois Ele disse, tome um outro mandamento. E depois, no versículo 36, perguntou-lhe de cima a um Pedro, Sr. para onde vais? Respondeu-lhe a Jesus, para onde eu vou, não pode seguir agora. Mais tarde, porém me seguirás. Replicou, Pedro, Sr., porque não pode seguir-te agora. Por ti, darei a própria vida. Então, versículo 38, respondeu Jesus à seca do ponto de dar a vida, mas não respondeu à primeira parte da pergunta, que diz, por não posso seguir-te agora. Para onde vais? Vamos aqui que Jesus Cristo foi para o céu, como sabemos, e estava para estar ausente por muito tempo, pelo menos quase 2.000 anos. E eles não entenderam que seriam assim, portanto, tempo. E, por isso, a parábola que Jesus Cristo está a dar aqui, é Mateus 25, 14 e 15, é a seca de Jesus Cristo, e ir para o céu, por um grande tempo. E quando Ele saiu, Ele confiou os Seus bens aos Seus discípulos, e aqueles que Fizeram discípulos, geração a geração, até nós hoje em dia.

Ele confiou nós com algo. Alguns confiou mais que outros, de acordo com as nossas habilidades ou capacidades. Diz a um deu cinco talentos, a outro dois, a outro um, cada um, segundo a sua própria capacidade. E então partiu, e depois despediu. Vemos aqui que Ele nos deu algo, nos deu certos bens. E estes bens nós temos que fazer crescer. Quais foram os bens que Jesus Cristo deu aos apóstolos quando saiu deles?

O que é que Ele deu a eles que confiou a eles? O que é que foi?

E depois vem que certos usaram esses talentos e multiplicaram e outros o outro não.

E afeta o que não multiplicou esses talentos do que Jesus Cristo deu aos discípulos, o que não multiplicou esse talento. Acabou por ir para a segunda-morte final, para o fogo de Guiana.

E por isso é importante para nós podermos estar no reino de Deus, entendermos o significado desta parábola. E por isso a pergunta de novo. Você sabe o que é que Jesus Cristo deu a você e o que é que você tem que fazer com isso?

O que é que Jesus Cristo nos dá?

Vegemos, então, em João capítulo 17.

Vegemos no versículo 8. Isso é a oração final de Jesus Cristo, a frente dos discípulos, e diz assim, na oração. Porque eu lhes tenho transmitido as palavras que me destes. Eu dei aos meus discípulos as palavras que me destes. O que é que Jesus Cristo deu aos discípulos? As palavras do Pai. Jesus Cristo, Deus Disciples e os discípulos estão a nós.

As palavras, a mensagem, as palavras que ajudam a nós entendermos um conceito, um futuro, uma verdade, que nos faz mudar. Nos faz fazermos ou ficarmos melhores pessoas.

E por isso também diz aí, e verdadeiramente conhecerão que saí de ti e crerão que tu me enviaste. Isso é um outro assunto que não estou a falar neste sermão. Mas o ponto é que Jesus Cristo nos deu as palavras que vieram do Pai.

Nós temos que ouvir as palavras, os ensinamentos de Cristo que vieram do Pai. Vejam, por exemplo, em Lucas capítulo 6. Lucas capítulo 6. Lucas capítulo 6, versículo 46.

Diz assim, por que me chamais Senhor, Senhor, e não fazéis o que eu mando, as minhas palavras que eu estou a falar? Todo aquele que vem a mim e houve as minhas palavras, ele deu palavras e nós devemos desobter essas palavras. E as pratica.

Eu vos mostrei a quem é semelhante. É semelhante a um homem que, de ficando em uma casa, que voa abriu o Perfundo Valle, lançou o Alicércio sobre a rocha e vindo a enchente, arrojou-se do rio contra aquela casa e não pôde abalar por ter sido bem construída. Cristo, irmãos, Jesus Cristo nos deu as suas palavras, a sua mensagem. E as suas palavras são as que nós temos que praticar, temos que obtecer. Por isso é que diz, porque vocês dizem, chamam o Senhor, Senhor, e não fazem o que eu vos mando fazer, as palavras dele, que vieram do Pai. E depois vejam, em Atos capítulo 5. Em Atos capítulo 5, versículo 32, que diz assim. Ora, nós somos sessumunhas destes fatos, que bem assim o Espírito Santo, que Deus o trugou aos que lhe obtecem. Quando nós obtecemos Jesus Cristo e fazemos as suas palavras, após o arrependimento e o batismo e a imposição das mãos, e o compromisso que fazemos a obtecer a Deus e a viver da maneira que Ele nos diz para viver, que é o compromisso da nova aliança. Quando nós mudamos dessa maneira e praticamos e vivemos e fazemos essas partes do contrato, do pacto, da nova aliança, então nós recebemos o Espírito Santo de Deus. Então o que é que Jesus Cristo nos dá? Dá as suas palavras para nós obtecermos e conforme os obtecemos, após o batismo e o compromisso e isso tudo, recebemos o Espírito Santo de Deus. Depois, usando esse Espírito, devemos de produzir muito fruto. Vejam, por exemplo, em João 15. João 15. João capítulo 15, versículo 4 e 5, diz assim, Eu sou a videira, vos os juramos. Quem permanece em mim e eu nele, esse está muito fruto, porque sem mim nada pudés fazer.

Se alguém não permanecer em mim, se permanecer nas palavras de Cristo, se ele é lançado para fora, a semelhança do Rami se cará, e o apenham, lançam no fogo e o queimam, porque não está a praticar, está a cavar por o talento num buraco, não está a usar. Mas se permaneceres em mim e nas minhas palavras. O que que Jesus Cristo nos deu? As suas palavras, os seus ensinamentos, os ensinamentos de Cristo, os quais nós temos que seguir, e nós temos que fazer com que eles cresçam e multiplicam em nós. Para depois chegarmos a ele e diz-se, olhe, déssemos tantos talentos e atingui tantos mais. Multiplicamos com a tua palavra. Vamos estar a falar nesta parábola de usar dinheiro. Não está a falar nesta palavra que precisamos trabalhar, forte. Não está a dizer nesta parábola que precisamos de usar as nossas habilidades. Sim, todos esses pontos são válidos, mas o ponto importante que Cristo está aqui a sublinhar, está a dar a nós nesta parábola dos talentos, é que devemos de usar a palavra que Ele nos deu, e não só a palavra que quando usamos e praticamos a palavra, nós sabemos o Espírito Santo, os precisamos de usar o Espírito Santo e não o esconder. Mas deixar o Espírito Santo brilhar como uma luz e usar, e por em prática, na nossa vida.

Se permaneceres em mim, nas minhas palavras, permaneceram em vós. Temos que permanecer nessas palavras, permanecer. Lutar até o fim, como as outras palavras, parábolas, antes de Mateus 25, que é, por exemplo, a palavra a parábola da Figueira e a parábola do Bom e Mal-Servo, e a parábola das 10 virgens, temos que perseverar até o fim, para dormir, mas estar a usar isso. E depois disse, na parábola dos talentos, vocês então, no fórmula de Sebão, o que eu vos dou, que é a minha palavra e que é o Espírito Santo, vocês usem isso para ter mais fruto. Não os escondam.

Nisso é glorificado, meu pai, em que deis muito fruto, e assim vos tornareis meus discípulos.

Vê-se aqui, então, significado disto, para sermos discípulos dele.

Então, qual é o mensagem que o autor, que é Jesus Cristo, nos está a dar na parábola dos talentos?

A mensagem que ele está a dar na parábola dos talentos é que nós temos que usar o que ele nos deu. E o que ele nos deu é a palavra dele, e temos que, com essa palavra, e praticando, recebendo o Espírito Santo dele, praticando dar fruto e multiplicar. Não é chegar ao fim e dizer, olha, tudo este do teu Espírito está aqui, a mesma coisa, não multipliquei, não usei.

Vejam, então, no versículo 16, de João 15.

Não fostes vós que me escolheste a mim, pelo contrário, eu vos escolhi, Jesus Cristo nos escolheu. Somos chamados pelo pai, Jesus Cristo nos escolheu. Eu vos escolhi a vós outros, e vos designei para que vadas ideias fruto. Eu vos escolhi e dei a vosses, as minhas palavras, o meu entendimento, o Espírito Deus, e vocês agora têm que ir e produzir fruto. E o vosso fruto promeneça, até ao fim, perseverar, até ao fim. A fim de que tudo, quando pedires ao pai meu nome, ele volou para você, e você vai, e você vai, e você vai. Quando pedires ao pai meu nome, ele vou-lo conceda. Queres irmãos, isto é o que Jesus Cristo nos dá. Vejam também em Isaías 55. Isaías 55 está aqui uma profecia muito importante, interessante. Vejam no V. 6. Busca o Senhor enquanto se pode achar, invoquei-o enquanto está perto. Sim, nós chegamos ao ponto em que as coisas vão se tardar não mais, que vai ser tarde demais. Deixe-o perverso o seu caminho, o Inique, o Inique com seus pensamentos, converta-se ao Senhor, que se compadecerá dele, e volte-se para o nosso Deus, porque arrequem por doar. Arrependem-se, agora enquanto há tempo, porque os meus pensamentos não são os vossos pensamentos, não é os vossos caminhos, os meus caminhos, diz o Senhor. Vocês não se limitem uma vez que vocês estejam convertidos. A maneira que vocês pensam não é da maneira que Deus pensa, mas além disso, não nos devemos limitar quando estamos a seguir a Deus, porque assim como os céus são mais altos do que a Terra, assim são os meus caminhos mais altos do que os vossos caminhos, os meus pensamentos mais altos que vossos pensamentos, porque assim como deixem a chuva e a neve dos céus, e para lá não tornam, sem que primeiros reguem a Terra e a fecundem e a façam brutar para dar semento ao semiador e para o que come, assim será a palavra que sair da minha boca.

Não voltará para mim vazia. A palavra de Jesus Cristo, que veio do Pai, por Jesus Cristo a nós. Nós recebemos esse dom do conhecimento, do entendimento da palavra, e temos que produzir fruto com essa palavra, porque nos arrependemos, porque mudamos, porque somos pessoas diferentes.

E disse assim, a palavra não voltará para mim vazia, mas fará alguma praxe e prosperará naquilo para que a designem. Saireis com alegria e em paz, no gozo e na paz.

Pensei a mesma coisa, a recompensa. Entra no meu gozo, alegria e paz.

E disse, irmãos, vemos aqui a intenção da parábolo de talentos, que Jesus Cristo deu, é que devemos de usar a palavra, os ensinamentos, Jesus Cristo que ele nos dá, e os pôr em prática. E isto, então, é a descrição de uma pessoa que tem a mente de Deus, porque diz assim, versículo 12, sereis com alegria e em paz, sereis guiados, os montes e auteiros romperão enkânticos diante de vós, todas as auras do campo baterão palmas. Não se limitem, no que podem fazer, mas ponham em prática. Por isso, na parábola dos talentos, Jesus Cristo nos deu a sua verdade. Ele viveu um exemplo para nós nessa verdade. Ele deu-nos o Espírito Santo, que é o poder de Deus, para nós vencermos e termos sucesso na vida cristã. Nós temos que o usar e não enterrar. Alguns receberam mais talento, um melhor entendimento, talvez da palavra, talvez um melhor capacidade de usar o Espírito Santo deus, dependendo da habilidade deles, dependendo de onde estão ou não estão. Mas todos tiveram a mesma oportunidade, até aquele que só recebeu um. Recebeu a mesma recompensa e que ele recebeu cinco. Nenhum está em desvantagem. Jesus Cristo disse que ele iria ficar à sua igreja. Nós estamos agora na era da igreja. Até quando ele voltara. Como membros da igreja, temos uma grande atividade, uma grande responsabilidade a fazer para suportar a igreja. Temos uma obra a fazer. Qual é a nossa atividade? Como membros da igreja, qual é a nossa responsabilidade? Jesus Cristo disse qual é a nossa responsabilidade? É Mateus 28. Mateus 28. Mateus 28. Mateus 28. Mateus 28. Jesus aproximando-se, falhou-lhes, disse, Toda a autoridade me foi dada noção e na terra. Não se limitem porque Jesus Cristo tem toda a autoridade. Não se limitem a fazer a obra de Deus, porque Jesus Cristo tem toda a autoridade. E, de portanto, e fizei discípulos de todas as nações. Isso é a nossa responsabilidade, fazer discípulos de todas as nações. Como podemos fazer individualmente? Não podemos fazer. Temos que trabalhar em equipe, num grupo, como uma entidade, submetendo-nos uns aos outros em humildade. Fazendo assim, batizando-os para dentro do nome do Pai, que é o que é a palavra aqui, no, quer dizer, quer dizer, para dentro da família de Deus, que é a família de Deus, que é o nome do Pai, que é Deus, que é no nome do Filho, que é Jesus Cristo, que é Filho de Deus, e pelo poder do Espírito Santo, é que podemos entrar nessa família, que é o Espírito Santo de Deus. Não tem nada a ver com a trindade, é simplesmente batizando-os para dentro deste corpo, que é o corpo de Cristo, que é feito pela autoridade do Pai, através do poder do Espírito Santo. E ensinando-os a guardar todas as coisas que vos têm ordenado. Por isso, nós temos uma obra a fazer, ensinando aos outros que são chamados, que são escolhidos, que vêm para a igreja, a guardar todas as coisas, mas, entretanto, temos que pregar ao mundo inteiro, e conforme Deus chama pessoas e que venham para a igreja, temos que os ensinar a guardar o caminho, as coisas que Jesus Cristo nos ensinou, as palavras de Jesus Cristo. E Ele diz que estou convosco até todos os dias, até à consumação desta era. Está conosco, está sempre conosco.

Cristo está a dizer aqui, nesta palavra, dos talentos, um ponto muito importante, que temos que fazer o que devemos de fazer com o Espírito Santo e com a palavra que Ele nos deu, para pregar o evangelho e fazer mais discípulos.

O que é que você, você e eu temos feito para ajudar esta obra? Estamos a suportar esta obra em orações, em dizimos ou duasções ou coisas assim. Estamos a suportar a obra, estamos a orar, estamos a fazer parte desta equipe, ou estamos aí para outros equipes que estão a fazer outras coisas, talvez não com o mesmo compromisso. Jesus Cristo é o juiz, Ele é o que fará a decisão final. Vejam aqui brevemente o que devemos de fazer em Efezius 4. Efezius 4. Em Efezius 4, vamos começar a ler no versículo 1, e fezes 4 versículo 1. Rogo-vos, pois eu, presinero o Senhor, que andeis da modo digno, da vocação a que foste chamado. Estou a orar, a pedir, a rugar, por favor, andem, não é só. Não é só ter um conhecimento intelectual, mas é para andarem. Numa maneira, do modo digno, faz-nos lembrar, que, desirmãos, do que Paulo disse em 1º, 40 e 11, a Sérgio da Páscoa, para quando vamos orar nos apagados, a tomarmos o pão e o vinho, de uma maneira digna, do corpo de Cristo, que é a Igreja de Deus. Faz-nos lembrar disso. Da vocação que fôsmos chamados, qual é a vocação para sermos parte do corpo de Cristo, para ser parte da Igreja de Deus, para fazermos uma obra que seja honrada, que seja para a glória de Deus, para que não dê a malnoma à Igreja de Deus, como tantas pessoas têm dado uma malnoma à Igreja de Deus, que é o que Satanás quer, mas que temos um bom nome à Igreja de Deus.

E diz assim, com toda a humildade e mansidão, quantas pessoas vêm para a Igreja e depois não são humildes? Dizem, oh, eu sou o chifão, oh, eu vou fazer uma Igreja nova, porque não concordo com outras pessoas fazer não, e causam divisões na Igreja.

Com toda a humildade e mansidão, isso tem humildade a dizer, se meter são um aos outros, e mansidão é ser gentis, e mansos, e ensináveis, com longa namidade, isto é, perseverando. Não é a primeira coisa que acontece, eu vou sair, vou fazer o que quer fazer, perseverando, perseverando, suportando-os uns aos outros, com amor, esforçando-os de inteligentes por perseverar a unidade, a união, manter a Igreja unida, tanto quanto perceba, é o que a vossa responsabilidade que vocês têm, fazer manter a união do Espírito no vínculo de paz, pois, acalmente, um corpo, acalmente um corpo de Cristo, que é a Igreja de Deus, e há só um Espírito pelo qual estamos para este corpo, somos batizados para dentro deste corpo, como também fostes chamados numa só esperança nesta vocação, nesta profissão de serem membros da Igreja de Deus para produzir fruto, como os Cristo explicou na parábolo dos talentos, ou explica na parábolo dos talentos. Ação ao Senhor, que é Jesus Cristo, uma só fé, um só batismo, um só Deus e Pai de todos nós, o qual é sobre todos, há-as por meio de todos e está em todos.

Acho que é muito claro, é uma vergonha para nós porque nós, às vezes, não entendemos este significado, do que devemos fazer desta humildade e mansidão de suportar uns aos outros em amor esforçando-nos diligentemente para perseverar a união, a unidade da Igreja.

Alguns de nós, infelizmente, não temos produzido bom fruto.

O que é que você e eu temos feito?

Com o que Jesus Cristo nos dá, com as suas palavras, com o ensinamento dele, com o Espírito Santo dele que nos deu.

V.7 E a graça, isto é os bons dons, as boas, os bons presentes. Isto é a graça. Foi concedida a cada um de nós a segunda proporção do Dom de Cristo. Segundo nós temos próprias cabalidades, alguns temos um talento, outros temos cinco, outros têm dois. Esta é a graça. Foi concedida a nós. Esta é a graça.

Foi dado a nós, por Jesus Cristo. Segunda proporção do Dom de Cristo. Por isso diz, quando Ele subiu às alturas, levou cativo cativeiro. Quando Jesus Cristo subiu, afé-lo. Levou cativo cativeiro e concedeu dons aos homens. Nós não somos limitados. Temos agora o Espírito Santo Deus e dá-nos dons. Aqueles que Ele, que Deus se chamou e que Jesus Cristo escolheu. Ele dá dons. É o don que Jesus Cristo nos dá. Que nós temos que usar. E por isso veja um bocadinho mais adiante. No versículo 11, diz assim, E Ele mesmo concedeu uns para apostos, outros para profetas, outros para evangelistas, outros para pastor e mestres. Com vistas ao perfeitamento dos santos para o desempeimento do seu serviço para a edificação do corpo de Cristo, que é a Igreja de Deus. Para edificar, para construir a Igreja de Deus, para a unidade, para a Igreja de Deus ser unida. Até que todos chegamos à unidade da fé, do pleno conhecimento do Filho de Deus. Há perfeita verunidade à medida da estatura da plenitude de Cristo. Para que não sejam como meninos, para chegarmos à estatura de Cristo, para não sermos meninos a andar aí de um sítio para um outro, como todo o vento de doutrina, para sermos partimanhas dos homens pela astúcia dos que induzem ao erro, mas seguindo a verdade em amor. Falando e seguindo a verdade em amor. Crescemos em tudo naquele que é a cabeça Cristo. Isto é que a palavra, a parábolo dos talentos está nos adar aqui, precisamos de crescer e de dar fruto. Naquele que é a cabeça Cristo, de quem todo o corpo isto é a igreja, o corpo Cristo, bem ajustado e consolidado pelo auxílio de toda a junta, segundo a justa cooperação de cada parte, e fetua seu próprio aumento para a adificação de si mesmo em amor. Crescer irmãos, como irmãos temos que nos juntar unidos um aos outros como diz assim, suportando-nos um aos outros com humildade imensidão, em conlão na amidade, suportando-nos, esforçando de ilegentemente para preservar a união para a edificar o corpo de Cristo. Quando não estamos a fazer isto, não estamos a edificar a igreja de Deus. Também, a causa das divisões, podemos ensinar a verdade, mas é isso que Cristo quer ou não? Acho que o Cristo quer é que nós estejamos aqui a perseverar a unidade do Espírito no vínculo da paz. Queridos irmãos, voltando então à parábola, diz assim, parábola capítulo Mateus 25, versículo 31, diz assim, diz assim, diz assim, diz assim, Mateus 25, versículo 31, diz assim, quando vier, o filho do homem na sua majestade e todos os ages com ele, então se acentará no trono da sua glória e todas as nações surarão de Vínias nos presença, e ele separará uns aos outros como pastor para os cabritos, eu vejo. Quando os Cristo vier, que é o fim desta parábola, vai fazer o julgamento e vai dizer, como diz no versículo 14, perdão, no versículo 40, diz assim, o rei respondendo-nos dirá, em verdade vos afirmo que sempre o que fizeste um desses meus pequeninos irmãos a mim o fizeste. Se vocês fizeram aos irmãos na igreja mesmo que fizeram uma coisa pequena, fizeram a mim. Lembrem-se que, como diz no versículo 19, ele veio para ajustar contas. Veio para ajustar contas.

Não é a sério de quanta dinheiro é que você investiu ou não investiu, mas é o que a palavra de Deus produziu através de você.

Isso é mágico, simplesmente só palavras. É frutos, é ações.

Aqueles que obteceram e produziram os talentos, multiplicaram os talentos, aí eles serão dado uma recompensa. Ao que não fez isso, diz assim, chegando ao fim, no versículo 24, o que receberam talento, diz o Senhor, sabendo que as homens severam, que seifam, onde não semeaste, juntas, onde não espalhaste. Não era que o Senhor é isso, mas é que Ele pensou. E por isso é que Jesus Cristo disse, olha, se pensais que eu fosse assim, então devias ter feito algo com isso. Mas disse, tu és servo mal e negligente, isto é, preguiçoso. E então por causa disso, tirei-se talento desse homem e dao que tem mais. Não é uma questão de ser injusto, mas é uma questão de que, se a palavra de Deus, se o dom de Deus não está a ser usado para uma pessoa, então dae-se dom a uma pessoa que o usa para o meu multiplicar e na mais. E então depois diz, não só, tira dele, mas depois diz também, no versículo 30, diz assim, o serve inútil, lançaio para fora nas trevas, ali haverá choro e renger de dentes. Queridos irmãos, não era que este homem estava, digamos assim, a cabrar a lei de Deus, não é que este homem estava a desobtecer de Deus, não é que estava a fazer coisas mais, simplesmente, não usou o talento que lhe foi dado. Queridos irmãos, não era que este homem estava a fazer o que ele estava fazendo, queridos irmãos. Vemos agora o significado da parábola dos talentos. Temos que usar os dons que Deus nos dá pelo seu espírito, pelo seu Palavra, que os cristos nos dão. Estes dons é o que ele nos dá, temos que usar, tem que produzir fruto. Mesmo se você só tenha um talento, não está desavantajado, não tem desvantagens. Mesmo se só tenha um talento, use, multiplique isso.

A minha pergunta é, o que é que foi dado a você?

Que talento é que foi dado a você? E o que você fez com esse talento de Jesus Cristo, que deu?

Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).