Pentecostes

A Obra do Espírito Santo de Deus

Este sermão descreve o plano de Deus para a humanidade, desde a criação até à salvação. Ele explica que a humanidade recebeu livre-arbítrio moral, mas Adão e Eva rejeitaram o caminho de Deus, conduzindo a humanidade a 6.000 anos de autogoverno, sofrimento e separação do Espírito de Deus. Por meio de Jesus Cristo e do Espírito Santo, Deus chama as pessoas ao arrependimento, ao crescimento e à obediência. A mensagem enfatiza o Dia de Pentecostes como o tempo desta "era da igreja", durante a qual precisamos crescer na graça e no conhecimento de Jesus Cristo, para que, no retorno de Cristo, os mortos fieis sejam ressuscitados — e os que estiverem vivos, transformados — em seres espirituais como filhos e filhas de Deus na Família de Deus.

Transcrição

Bom, deu-me a tarde que dizem-mãos, aqui é Jorge Campos. Antes do início, dois seres internos, como lemos em João 1, versículo 1, decidiram criar outros seres que seriam como eles, na imagem de Deus, como lemos em Genesis 1. Eles criam compartilhar os momentos de alegria e felicidade com muitos outros seres que seriam da família de Deus. E por isso, eles planejaram este plano para virem a ter muitos filhos, filhos de Deus, no rei de Deus. E para isso, Deus teve que, o Pai e o Filho, tiveram que fazer nós, seres humanos, como seres com habítrio livre, para aprendermos a escolher o correto.

E assim, eles deram ao homem e à mulher a oportunidade de fazer estas escolhas que é simbolizado no Antigustamento, em Genesis, como estas duas árvores, que sim, eram duas árvores, mas que tenham ou tinham um simbolismo espiritual, um significado muito importante.

Uma delas era a Arv da Vida, que simbolizava espiritualmente o Dom do Espírito Santo e a guia dela, do Espírito, do Espírito de Deus, e também que significava a nossa confiança, a nossa fé nos ensinos de Deus, que ele nos diz o que é certo e o que é errado para fazer. Por outro lado, o Edão e Eva também tinham outra escolha, que era a Arv do Conhecimento do Bem e do Mal, que simbolizava a capacidade deles decidirem por eles próprios e desenvolverem, eles próprios, suas próprias ideias do que era bom e que era mal.

E como sabemos isso, através desse raciocínio humano, isso seria uma arve ou um fruto que conduziria a morte, e assim sendo, podemos chamar isso a Arve da Morte. Sabemos que a Eva escolheu não confiar no que Deus tinha dito e foi iludida pelo que Satanás disse a ela. Por outro lado, o Edão simplesmente seguiu a Eva sem desconcordar com isso. E por isso, vemos aqui que o Edão e a Eva, neste caso, digamos assim, o Edão, representando a humanidade, que se separou dos caminhos de Deus, que se separou de seguir as instruções e a guia de Deus.

Decidiram, digamos assim, dos seus filhos da humanidade, de nós, de fazerem as suas próprias decisões, e assim é o que todos nós, seres humanos, temos feito, daí em diante. Eles decidiram rejeitar as instruções de Deus, o que na realidade as pessoas humanas fazem a mesma coisa.

Decidiram rejeitar o poder de Deus, o Espírito de Santa Deus, como um dom gratuito. E, em vez disso, decidiram buscar um caminho do egoísmo, da sua própria ideia, ideias, da competição, de luta, de fazer o que eu quero, entre aspas. Mas Deus assim permitiu ou decidiu que, no entanto, continuaria a trabalhar com alguns servos que estivessem prontos a responder, quando Deus chamava essas pessoas. E vemos isso no antigustamento, que houve algumas pessoas, não muitas, no antigustamento, que são descritas como servos e profetas, e pessoas que foram fiéis aos caminhos de Deus.

Mas, de uma maneira geral, vemos, se olharmos para a história da humanidade, que Deus nos tem dado, basicamente, 6 mil anos em que a humanidade, falando a humanidade de uma maneira geral, a humanidade toda, de uma maneira geral, tem estado separada do caminho de Deus. Não estão a seguir o caminho de Deus. Exato, alguns que Deus tem chamado, para um serviço especial, de preparação para governarem, como reis e senhores, debaixo do rei dos reis e debaixo do Senhor dos senhores, no reino de Deus, a partir do milenio adiante.

E, por isso, vemos então que a humanidade, a humanidade de uma maneira geral, decidiu produzir a sua própria sabedoria, o seu próprio conhecimento, decidiu decidir por si próprio, decidiu decidir o que era certo e errado, desenvolveu o seu próprio sistema de educação, o seu próprio sistema de negócios, de baseado num princípio de competição, desenvolveu o seu próprio sistema financeiro e, digamos assim, desenvolveu a sua própria sociedade, que hoje em dia temos esta sociedade em que todos nós, infelizmente, temos que viver debaixo das regras desta sociedade.

E, por isso, Deus deu a humanidade a oportunidade de se direm por si próprios e de fazerem as suas próprias decisões, do que é certo e errado, e assim está a dar aos homens tempo suficiente, para que não venham a dizer, olha, se me tivesse dado um cadinho mais tempo, eu teria inventado ou construído um sistema que certamente seria completamente perfeito. Na realidade, temos tido tanto tempo através dos milênios passados, que para desenvolver um sistema que fosse certo, mas está claro, sabemos que o único sistema que é certo é o sistema de Deus, é o que Ele nos revelou e nos revela pela Sua palavra que é a Bíblia.

E assim, o homem tem seguido durante estes seis mil anos, ou quase seis mil anos, um sistema de egocentrismo, de vaidade, de luxúria, de ganância, ciúme, inveja, competição, contendas, violência, guerras, rebelião, e vemos, é o sistema do homem hoje em dia.

Deus deu a nós, como disse, um livre abitrio.

E nós temos escrito uma história humana que demonstra que o nosso sistema de egoísmo e vaidade e de que eu estou certo, este sistema nosso em que muitas pessoas são acusativas e acusam e dizem que é culpa dos outros, provamos que pelos milhares de anos que vemos e que passamos, que só trazemos miséria ao mundo, só trazemos infelicidade e só trazemos um caminho de morte. E, irmãos, conforme olhamos ao mundo hoje em dia, só está a ficar pior, só está a ficar pior. E, por isso, vemos um sistema baseado no que Tiago diz em capítulo 3, que é um sistema que, como dizem em Tiago capítulo 3, versículo 14, um sistema de amarga inveja, sentimento contencioso e de alta glorificação, que as pessoas têm isto. E essa diz assim, no versículo 15 de Tiago capítulo 3, é a sabedoria que vem do alto. É uma sabedoria terreno, isto é, mundana deste mundo. É uma sabedoria completamente animal, egoísta e diabólica. E, por isso, diz no versículo 16, em Tiago capítulo 3, onde há inveja e este espírito de contendas, é a minha ideia, é a minha ideia, tem que ser. E tu estás errado, aí há toda a maneira de vermos que só traz resultados frutos maus. E isso não é sabedoria de Deus, não é sabedoria lá do alto, não é sabedoria de Deus, que, como lemos no versículo 17 de Tiago 3, que é uma sabedoria pura, pacífica, moderada, tratável, cheia de misericórdia, bons frutos, sem parcialidade e sem hipocrisia. Por isso, a sabedoria deste mundo tem sido um desastre para todos. Mas vemos que Deus, através deste tudo, tem sido e será muito gracioso e misericorioso, porque Ele vai intervir brevemente, Ele vai intervir brevemente. E nesse período de intervenção, Ele vai ressuscitar aqueles poucos que Ele chamou, que foram selecionados porque responderam e obteceram a chamada de Deus, e aqueles que, além disso, se mantiveram fiéis até ao fim. Até ao fim, isto é, até ao fim da vida deles, ou, se for aqueles que estarão a viver durante o período da vinda de Cristo, aqueles que se manterão fiéis ou que se estão a manter fiéis até quando Cristo retornara. E, então, isso representa este período da segunda vinda de Cristo, que é simbolisado ou representado pelos festivais do fim do ano, os quatro festivais do sétimo mês do calendário ebraico, grombetas, expiação, festa de tabernáculos e oitavo dia, ou Último Grandia. E esse período, a vinda de Cristo, que é simbolisado pela ressurreição e todas estas trombetas do tempo do fim, e a vinda de Cristo e o estabelecimento do rei de Deus na Terra, esse vai ser um momento crucial na história humana, porque, a partir daí, o rei deste mundo deixa de ser Satanás, o Deus do mundo, e o rei e o governante deste mundo vai começar a ser Jesus Cristo. Isto é, ele vai estabelecer o seu reino na Terra governando na Terra. Isto é o Governo de Deus a governar na Terra. E diz que ele vai restaurar todas as coisas. Então, as pessoas vão ter uma oportunidade de admitir os seus erros e os seus pecados, vão ter uma oportunidade de receber o dom gratuito, que, como eu me ensinei, é simbolizado pelo fruto daquela árvore da vida, e também as pessoas vão demonstrar confiança. Isto é fé no que Deus nos diz. Fé de que o caminho de Deus é o caminho correto, é o caminho que devemos seguir, que é a verdadeira sabedoria, lá do alto, o verdadeiro conhecimento do que é bom e do que é mal. E por isso vemos assim que Deus, cheio de graça, cheio de bondade e misericórdia, não se separou do homem, mas vai intervir no futuro. Mas, para parte desse plano, Ele enviou o Seu Filho, aquele ser que estava com Ele, e que se tornou carne, como lemos em João 1, versículo 14, e Ele morreu para nós. E, através deste período, depois da Vinda de Cristo, Deus tenta chamar mais e mais pessoas, ou digamos assim, muitos são chamados, na esperança que essas pessoas respondam à chamada.

Isto é, respondem ao convite desta chamada.

Isto é que eles respondam a esta chamada de Sua livre vontade, para seguir em Deus.

Sim, muitos são chamados, mas poucos são escolhidos.

Aqueles que são chamados podem decidir de acordo com Seu próprio livre habítrio, de responder a esta chamada de Deus, esta graciosa, misericuliosa, amorosa chamada de Deus, que é oferecida a nós hoje em dia.

Muitos são chamados, mas não responderam a esta chamada hoje. Não estão a atuar de livre vontade. A esta chamada não estão a responder.

Ora, aqueles que são chamados e que respondem, além disso, irmãos, precisam também de ser fiéis até ao fim. E aqueles que são chamados e respondem às chamadas de si, isto é, são selecionados ou escolhidos e que são fiéis até ao fim, esses serão entre aqueles que serão os primeiros, as primícias, a ressuscitar a segunda vinda de Cristo. E assim vemos que este plano de Deus é, aposto, digamos assim, num memorial, é aposto de uma maneira para ser celebrada e lembrada através dos seus festivais anuais, das suas solunidades anuais. E assim temos o primeiro passo neste plano de salvação, nestas solunidades de Deus, que é a páscoa. Através do sangue, do verdadeiro cordeiro pascal, que é Jesus Cristo, os israelitas foram salvos do Egito. Nós, espiritualmente, olhando este simbolismo a uma maneira espiritual, nós, através do sangue de Jesus Cristo, somos salvos da pena da morte, do pecado, da pena do pecado, que é a morte. Vemos em Levítico 23, Levítico 23, por ciclo 5 a 9, Levítico 23, por ciclo 5 a 9, por ciclo 5 a 9, diz-no primeiro mês, aos 14 de um mês, pela tarde, é a páscoa do Senhor. Então, vemos assim que a páscoa do Senhor simboliza não só os israelitas aporem o sangue nas ombreiras da porta, e assim o Senhor passar por cima deles, mas também representa nós, espiritualmente, termos o sangue de Cristo a volta de nós e nós sermos perdoados dos pecados do passado.

E depois vemos que havia também, durante esse período, vemos um cadinho mais adiante, que depois seguia o período dos pães asmos, que representa nós decidirmos que vamos obtecer a Deus, vamos tirar o fermento espiritual, que é o pecado da nossa vida. Então, embora nós não conseguimos completamente, neste dia, tirar isso completamente, mas essa é a nossa intenção durante os dias dos pães asmos, essa intenção espiritual. E depois, um pouco mais adiante, vemos que temos aí o molho das primícias da vossa sega ao sacerdote, e esse molho das primícias, que era representado por Jesus Cristo, o simbolismo de Ele ser, como diz aí, que é movido esse molho perante o Senhor, no versículo 11, de Levítemus 23, para que sejais aceitos no dia seguinte ao sábado o sacerdote moverá, ou moverá, e este é no domingo, durante os dias dos pães asmos. E, por isso, vê-se assim que esse simbolismo representa Jesus Cristo depois de ser o citado, porque se formos estudar isto cuidadosamente, vemos que Jesus Cristo o citou no sábado à tarde, e isso temos vários estudos bíblicos a provar esse ponto, se vocês buscarem no nosso site, vai encontrar vários sermões e estudos bíblicos provando esse ponto. Mas, continuando isso, eu estou a ver, provando da Bíblia, é muito bem provado, porque havia um sábado anual e sábados semanais, e o sábado anual foi o dia 15, que era o primeiro dia de sábados asmos, e assim Cristo foi crucificado no dia 14, no dia 15 era um sábado anual, que naquele ano era uma quinta-feira, e ele então teve na sublutura, na quinta, ao fim, desde a partir do pôr do sol da quarta, mas da quinta, da sexta, e durante o sábado até pouco antes do pôr do sol, e por isso explica-se esses três dias e três noites, como lemos em Mateus 12, versículo 40. Mas, aqui então vemos que Jesus Cristo foi aceite, como diz aqui, para nós sermos aceitos, diz aqui, ele moverá ao molho, perante ao Senhor, para que nós sejamos aceitos. Ora, isto é um paralelo, irmãos, é um paralelo a Ibreus capítulo 10. Seu vigemos brevemente, então, se faz favor, e mantenham o dedo aí em Levítico 23, porque vamos voltar a Levítico 23 daqui a pouco, mas vejam também um paralelo em Ibreus capítulo 10, versículo 19 e 20. Ibreus 10, versículo 19 e 20.

E aí vemos, diz, tendo, pois, irmãos, osa dia para entrar no santuário. Isto é, no santuário que representa o próprio trono de Deus no céu, pelo sangue de Jesus. Nós temos osa dia para entrar no santuário pelo sangue de Jesus, como pelo novo e vivo caminho que Ele nos concegrou pelo véu, isto é, pela Sua carne. Então, nós temos a possibilidade, hoje em dia, quando oramos, arrependidos, de horários nossas orações estarem perante o próprio trono de Deus, através do sangue de Cristo, que Ele concegrou este caminho para nós através da Sua carne, do Seu sofrimento, da Sua morte. E assim, Ele nos perdoa através do Seu sangue e abriu este caminho através da Sua morte. E este é o novo e vivo caminho que nós temos. Porque lembrem-se que no antigo estamento, só o sumo sacerdotec podia ir ao santuário uma vez por ano, no dia de expiação. Mas nós agora podemos ir entrar no santuário através do sangue de Cristo, através deste novo e vivo caminho. E então, continuando aqui em Levíticos 23, versículo 11, este é o significado em que nós possamos ser aceitos. Isto é nós, embora pessoas com pecado, os nossos orações, quando nós pedimos perdão, os nossos pedidos são aceitos pelo Pai através do sangue de Jesus Cristo, por este novo e vivo caminho que é através do sacrifício de Jesus Cristo, do corpo Dele. Ora, assim vencem, então, que este é uma maravilhosa, paralelo, entendimento paralelo aqui deste simbolismo de Levítico 23, coisa física, a qual Jesus Cristo veio para cumprir, quando Ele vai para a Terra cumpriu, digamos assim, esta parte da lei, a lei foi cumprida por Ele. Por isso Ele não só obteceu à lei, mas Ele cumpriu estes pontes proféticos da própria lei. E depois lemos um cadinho mais adiante, no versículo 15 e 16 de Levítico 23, que eram para contar desde o dia seguinte ao sábado, desde o dia que trouxessem o molho da oferta movida, isto é, desde aquele dia depois do sábado, que é o domingo, durante os dias de pensásmos, eram para contar sete semanas inteiras, até o dia seguinte ao sétimo sábado. Isto é sete semanas inteiras, isto era passava por sete sábados, o dia seguinte, sete vezes sete, sábado é 99, sete dias, sete semanas, 49 dias, até o dia seguinte, que seria o outro domingo, contra os 50 dias. Então, isto é, é contagem de 50, ou se chama pentecostes, pente 50 costes contar, contar 50. E então, é para oferecer uma nova oferta.

E, por isso, pentecostes é um domingo que começa uma contagem, a partir do domingo, durante os dias de pensásmos. Isto é, o dia depois do sábado, como lemos, há pouco. Ora, vimos que os israelitas, quando saíram do Egito, a tradição judáca é que eles chegaram ao Sinai, ao Monte Sinai, para receber uns dez mandamentos e receberam os dez mandamentos no dia de pentecostes.

E assim, nós vemos este simbolismo, que receber os mandamentos, receber a lei de Deus, que nós, como vemos em Atos capítulo 2, o Espírito de Santo Deus foi dado à igreja. Ora, isto simboliza que o Espírito de Santo Deus é o poder, através do Espírito que escreva as leis de Deus nas nossas mentes e nos nossos corações. E, por isso, vemos esta beleza deste significado espiritual, deste dia.

O homem, a humanidade, de uma maneira geral, não pode entender as verdades de Deus, não pode entender a justiça de Deus. Mas, vemos aqui, então, a bondade de Deus, em que vejam primeiro, começando, em Romanos capítulo 2, Romanos capítulo 2, em Romanos capítulo 2, versículo 4, Romanos 2, versículo 4, Romanos 2, versículo 4, ou das presas, tuas riquezas da sua brignidade e paciência e longanimidade. Isto é esta graça de Deus, ignorando que a brignidade de Deus te leva ao arrependimento.

Deus demonstra graça a nós, é bondoso, é paciente, é longaniminoso, isto é, espera, por muito tempo, embora nós sejam os pecadores. A intenção de Deus fazer isto é para nós chegarmos ao arrependimento, irmãos.

Esta bondade de Deus é estendida a nós, para nós nos arrependermos. E, por isso, é que nós temos que responder a esta chamada. Quando Deus, através do seu espírito, começa a tocar na nossa mente, começa a abrir a nossa mente, para nós começarmos a entender isto, porque é o Espírito de Deus que nos ajuda a entender as coisas de Deus. Nós temos que responder a esta chamada, temos que atuar, nós temos que viver de uma maneira diferente. Por que diz aqui, no versículo 13, porque os que ouvem a lei não são justos diante de Deus, mas os que praticam a lei são de ser justificados. Nós temos que praticar. Não, está claro, está claro, irmãos. Nós somos justificados de graça, pela misericórdia de Deus. Mas, uma vez que Deus nos perdoa, nós temos de mostrar esse respeito a Ele, obedecendo e fazendo o que agradava a Ele. E, por isso, então, uma vez que Ele nos perdoa, Ele que nos justifica, para nós nos mantermos neste estado de justificação, temos que agora não só ouvir a lei, mas temos que praticar. É o que lemos em Romanos 2, versículo 13. E depois, um bocadinho mais adiante, em Romanos 5, versículo 8, lemos assim, Deus prova o Seu amor para conosco, em que Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores.

Isto demonstra a graça e o amor de Deus para conosco, irmãos. Enquanto nós ainda éramos pecadores, Jesus Cristo morreu por nós, Deus enviou o Seu filho para morrer por nós.

E esse é o simbolismo que eu mencinei da Páscoa. E então, nós agora temos a oportunidade de ter o Espírito Santo a estar conosco e depois do Batismo de estar dentro de nós. Vejam, por exemplo, em João, capítulo 14, versículo 17. João 14, versículo 17. E o Espírito, a verdade, que o mundo não pode receber, porque não vê nem o conhece, mas vos o conheceis porque habita com vosco e estará em vos. Por isso, quando Deus nos começa a chamar, começa com o Seu Espírito a tocar na nossa mente, começa a abrir o nosso mente para o entendimento. Nós então precisamos começar a responder. E conforme responder, Ele nos vai abrir o entendimento ainda mais, mas isto é o Espírito que está conosco. Ainda não está em nós, como vou mostrar mais daqui a pouco. Então, o que vemos aqui é que Jesus Cristo estava a dizer isto aos apóstolos, e um bocadinho mais adiante. Vemos assim em Atos capítulo 1, versículo 4. Em Atos capítulo 1, versículo 4 diz assim, e estando com elas determinou-lhes que não se asentassem na Jerusalém, isto foi depois de Cristo reciclar, mas que esperassem a promessa do Pai. Diz-Ele, que da mim eu vi isto. A promessa do Pai é recebermos o Espírito Santo, e então os discípulos foram informados por Jesus Cristo. Para não se asentarem na Jerusalém, para se manterem em Jerusalém, por mais um período, não sabiam quanto tempo nessa altura, por mais um período, e diz assim um bocadinho mais adiante, no versículo 7 e 8, diz, e disse, não vos pertencem a saber os tempos e as estações que o Pai estabeleceu para o seu próprio poder, mas receboreis o poder do Espírito Santo, receboreis esta promessa do Pai, que há de vir sobre vós e sermieste de estomunha, tendo tanto em Jerusalém como em toda a Judeia e Samária, até os confins da Terra.

Isto é, eles então tinham o Espírito Santo com eles, mas a partir do dia de Pentecostes, o Espírito Santo estava dentro deles. Dentro deles. Este Espírito é o poder, o poder do Pai, o poder do Espírito Santo, esta é a promessa do Pai, que nos faz realmente filhos e filhas de Deus.

Esta força, este poder, é representado pelo significado do dia de Pentecostes, porque este dia representa ou como mora, quando este poder foi dado, como leemos em Atos capítulo 2. Ora, uma vez que temos o Espírito Santo, o que que o Espírito Santo nos ajuda? Porque estamos a falar hoje acerca da obra do Espírito Santo de Deus. Este é o meu tema hoje. Então, vigemos como é que o Espírito Santo trabalha com nós? Qual é a obra do Espírito Santo? Então, vigemos primeiro em 1 Coríntios capítulo 2, 1 Coríntios capítulo 2, versículo 9, começando no versículo 9.

Mas, como está escrito, as coisas que o Olho não ouviu e o ouvido não ouviu e não subiram ao conhecimento o homem, são as que Deus preparou para os que amam. Quer dizer, nós nem conseguimos entender as maravilhas que Deus tem preparadas para nós. Mas Deus não las revelou pelo seu Espírito. O Espírito de Deus é que nos faz entender este grande plano de Deus para nós, para virmos a ser filhos e filhas de Deus no Reino de Deus. E diz assim, porque o Espírito penetra todas as coisas, ainda as profundezas de Deus.

E tome agora a atenção, a versículo 11, porque diz, por qual dos homens sabe as coisas do homem, se não o Espírito o homem, que não está? Se vocês sabem as coisas humanas, porque vocês têm um Espírito do homem no homem, têm um Espírito humano que faz vocês compreender as coisas do homem. Nós não temos um Espírito cão, ou de uma vaca, ou de uma girafa, ou de um elefante, não temos o Espírito humano. O Espírito humano faz com que nós entendamos as coisas humanas. Igualmente, assim também. Na segunda parte aqui do versículo 11, diz assim, assim também, ninguém sabe as coisas de Deus, se não o Espírito de Deus. Tal como o Espírito humano faz com que nós possamos compreender as coisas humanas, o Espírito de Deus é que, trabalhando na nossa mente, e se juntando ou trabalhando com a nossa mente, faz com que nós começamos a entender as coisas de Deus.

O versículo 14 diz, Or o homem natural não compreende as coisas do Espírito de Deus, porque parecem loucura e não podem entendê-las, porque elas se discernem espiritualmente. As pessoas, carnais, os seres humanos, não entendem as coisas de Deus, porque não têm. Os Espíritos de Deus estão discernidos, e por isso não conseguem entender. Nós só conseguimos entender, discernir as coisas espirituais, com o Espírito de Deus. E vejam também, no versículo 16, porque quem conheceu a mente do Senhor, para que possa instruí-lo, mas nós temos a mente de Cristo. O Espírito de Deus, que procede do Pai, é o poder de Deus, é a mente de Deus, mas também a mente de Cristo. Por quê? Porque só há um Espírito. É esta essência de Deus, do Pai e do Filho, e esta capacidade, este poder que vem de Deus, do Deus Pai e do Filho de Deus, e por isso é a mente deles. E nós, nós devemos devirá-lo ter esta mente também, tendo este Espírito sendo parte de nós.

E por isso, irmãos, esta é este milagre, que o Espírito Santo trabalha com o nosco, e a obra do Espírito Santo é que faz nós entendermos a verdade. E conforme nós respondemos, isto é, atuamos a este conhecimento, e conforme aprendemos e sabemos, olha, eu preciso fazer isto, preciso fazer aquilo, conforme nós respondemos a esta chamada, Deus, então, nos vai dar um cadinho mais do seu Espírito. Um bocadinho mais de entendimento. Vamos começar a ver as coisas melhor, por isso, é que eu geralmente, da ano a ano, vamos entendendo as coisas de Deus de maneira melhor. Por isso, é que chamamos isto de um ciclo virtuoso. Não é um ciclo vicioso, mas é um ciclo virtuoso.

Em Atos capítulo 2, vemos aí quando o Espírito Santo foi dado, e então Pedro deu um sermão, digamos assim, e ao fim deste sermão, vemos aí, no versículo 37, que estas pessoas começaram a entender que eles tinham crucificado Jesus Cristo, e que tinham crucificado Ele, e Deus, veja aqui que Deus o fez, Senhor e Cristo. Então, vemos aqui, no versículo 37, e ouvindo-lhes estas pessoas, quando ouviram isto pelo sermão de Pedro, compurgiu-se-lhes o coração, e perguntaram a Pedro e aos demais apóstolos, o que faremos, irmãos?

O que faremos? Nós matamos o Senhor, o Filho de Deus. O que vamos fazer agora? E disse-lhes Pedro, no versículo 38, arrependeavos, arrependeavos, primeiro, temos que nos arrepender, e depois diz batizem-se, façam-se esse compromisso, esse veto, essa promessa para Deus, que vão obter a Ele. Porque o batismo não é simplesmente entrar dentro de água e dizer, olha, continua a ser da mesma maneira, significa um compromisso desse arrependimento, de uma mudança, e que estamos, digamos assim, a assinar um contrato, através do batismo, a dizer que vamos viver uma vida nova, como lê isso, por exemplo, em Romano 6, vamos viver uma vida nova.

E assim, conforme nós obedecemos a Deus, Deus nos dá mais do seu espírito, lemos isso em atos 5, versículo 32, conforme obedecemos, mais temos o Espírito Santo. E esse arte do batismo é seguido com a imposição das mãos. Ora, lemos isso em atos 8, começando no versículo 14. Em atos 8, começando no versículo 14, os apóstolos, os apóstolos, pois, que estavam em Jerusalém, ouvindo que Samara era receber a palavra de Deus, enviaram para lá Pedro e João, isto é, estes apóstolos, os quais, tendo descido, Sim, Jerusalém é uma...

região mais alta, e a Samara era mais baixa, e por isso, de seram de Jerusalém a Samara, oraram por eles para que recebessem o Espírito Santo, porque, sobre nenhum deles, tinha ainda descido o que o Espírito Santo, mas somente eram batizados, como? Em nome do Senhor Jesus. Irmãos, ser batizados, em nome do Jesus Cristo, não é suficiente. É preciso, receber a imposição das mãos, que lemos aqui no versículo 17, então, nos impuseram as mãos, e receberam o Espírito Santo a Deus. É necessário, ter a imposição das mãos, após o batismo, em nome do Jesus Cristo, ter a imposição das mãos, pelos verdadeiros ministros de Jesus Cristo. E então, eles receberam o Espírito Santo. Ora, mas receber o Espírito Santo, irmãos, não é o fim da história. Receber o Espírito Santo não é o fim da história. É importante entendermos isto, irmãos. Ser batizados e receber o Espírito Santo, não é o fim. É o começo. É o começo da estrada. O começo do caminho. E, por isso, precisamos de olhar um bocadinho mais detalhadamente a este ponto que é a obra do Espírito Santo Deus. Porque receber o Espírito Santo é só o primeiro passo. Temos que nos arrepender, mudar a maneira de ser, parar de ser desobedientes a Deus, arrepender, ser batizados, fazer o compromisso que vamos obter a Deus, e o verdadeiro Ministro do Senhor Cristo impõe as suas mãos sobre nós e pede a Deus para nós sermos, digamos assim, batizados pelo Espírito Santo através do Senhor Cristo. Porque é o Senhor Cristo que nos batiza pelo Espírito, ou com o Espírito, como lemos quando o João Batista disse isso. Por isso, irmãos, vejemos um bocadinho a maior detalha a obra do Espírito Santo. Isso lê-se em Romanos 8. Romanos 8 é um capítulo muito importante, porque basicamente é conhecido como o capítulo do Espírito, acerca do Espírito. Romanos 8. Então vemos aí, no versículo 6 e 7 do Romanos 8, diz, a inclinação da carne é morte, mas a inclinação do Espírito é vida e paz. Crescer mãos, nós, como seres humanos, de uma maneira geral sem o Espírito Santo Deus, estamos inclinados para fazer as coisas da carne. A nossa mente está inclinada às coisas carnais. Somos um ser carnal, um ser físico de carne. E por isso, temos por natureza esta inclinação para a carne. E por isso precisamos do Espírito Deus a trabalhar com a nossa mente, a nos guiar para nos guiar e nós precisamos responder a essa guia para estarem-nos inclinados ao Espírito. Temos que estar a responder a essa guia. Por isso diz no versículo 7. Portanto, a inclinação da carne é animizada contra Deus, pois não é sujeita à lei de Deus, nem, em verdade, o pode ser.

Por isso, é que vindo as pessoas dizem, olha, a lei de Deus foi abolida. Irmãos, isto é uma inclinação da carne, porque diz aqui claramente que a inclinação da carne é animizada contra Deus, pois não é sujeita à lei de Deus, nem, em verdade, o pode ser.

E depois, lê-se no versículo 14, porque todos os que são guiados pelo Espírito de Deus, estes são filhos de Deus. O Espírito de Deus nos guia, nos aponta para o caminho, nos está a tocar, a chamar a atenção na nossa subconsciência, para fazer o que é de Deus.

E nós temos que seguir, essa guia de livre vontade, porque temos livre habítrio. Temos que seguir essa, então, realmente, somos filhos de Deus, porque o Espírito de Deus está nos a guiar, e nós estamos a seguir essa mente, mente de Deus, mente de Cristo.

Isso é muito importante, irmãos, nós entendermos. Porque, versículo 15, não recebesse o Espírito de escravidade, para outra vez estar-se em temor, mas recebesse o Espírito de adoção ou filiação de filhos, pelo qual clamamos Abba Pai.

E, por isso, nós recebemos o Espírito de Deus, e assim, o Espírito de Deus nos guia, e quando nós respondemos a esta chamada, então, o Deus nos está a escolher, nos está a se assinar. Muitos são chamados, mas poucos são escolhidos, porque poucos realmente seguem esta chamada, seguem esta guia do Espírito.

E, por isso, diz-me, querido mais adiante, no versículo 18 diz, porque para mim tenho, por certo, que as aflições deste tempo presentam, não são para comparar com a glória em que nós há de ser revelada. Irmãos, o início desta caminhada, depois do batismo, depois de recebermos o Espírito Santo, simboliza que nós vamos ouvir e responder à guia do Espírito Santo. Irmãos, quando seguimos a guia do Espírito Santo, vamos ser odiados pelo mundão. E vamos ter problemas, vamos ter aflições neste tempo. Ponto final, vamos ter aflições.

E por isso, aclemos em 1 Pedro 4. 1 Pedro 4. Vejamos então, começando no versículo 12 e 13. 1 Pedro 4.

Versículo 12 e 13. Amados, não estranheis à ardente prova que vem sobre vos para vos tentar. Como se coisa estranha vos acontecesse. Irmãos, não pensem que há algo estranho, que vão ter dificuldades, que vão ter provas ardentes, provas de fogo, mas alegrais no fato de seres participantes das aflições de Cristo, para que também na relação de sua glória vos regurgizeis e alegrais. Tem que haver uma mudança na nossa vida. E isto demora tempo, irmãos. É um processo, demora tempo. Por isso, o batismo e receber o Espírito de Santo é só o primeiro passo. Agora leva tempo durante a nossa vida. É um processo que leva tempo, que é uma renovação de nós, cá dentro, como lemos em segundo Coríndios, capítulo 4, versículo 16, é uma renovação. É a santificação do Espírito, como lemos em primeiro Pedro, capítulo 1, versículo 2. Primeiro Pedro, capítulo 1, versículo 2. E leitos, sim, somos... somos escolhidos, somos eleitos. Por que? Porque fomos chamados. Agora estamos a responder à chamada e por isso, somos selecionados, somos escolhidos, somos eleitos. Segundo a presciência de Deus, segundo a grande sabedoria de Deus, que pôs este plano, assim, deste modo. E como é que somos eleitos? Através da santificação do Espírito. O Espírito de Deus, a mente de Deus trabalha na connosse a mente e nós vamos esforçando a mudar internamente, a sermos mais como Deus é. É a santificação do Espírito, é sermos separados de um mundão, ser santos, separados. Para quê? Para a obediência. Para a obediência. Não é porque a lei de Deus foi abolida, mas é para a obediência. E a expressão do sangue de Jesus Cristo. Sim, porque ainda temos alguns problemazinhos, alguns bocadinhos, digamos assim, e precisamos de mais sangue de Cristo para nos lavar, para nos perdoar. E, por isso, temos uma santificação do Espírito, que é como o Espírito de Deus trabalha conosco. Esta é a obra do Espírito de Santo na nossaொ vida. Temos que continuar, como dizem segundo Pedro, ao fim de segundo Pedro versículo 3, versículo 18, crescer na graça do conhecimento do nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. E, por isso, vemos, irmãos, que Deus nos dá o seu Espírito, que é um Espírito de poder se usamos. Em segundo Timótipo, capítulo 1, versículo 6 e 7, em segundo Timótipo, capítulo 11, versículo 6 e 7, lemos por o que os motivos te lembram que despertes o dom de Deus despertes o dom de Deus o uso de o dom de Deus não dáis estar aí a dromir usa segue a guia do Espírito que existe em ti e pela imposição das minhas mãos porque Deus não nos deu o Espírito de temor mas de força, fortaleza, de amor e muderação. Deus nos dá um Espírito de muderação isto é uma mente equilibrada uma mente sã não é um exagero para a esquerda um exagero para a direita é uma mente equilibrada de amor e como diz aqui de poder, não é de tumor, não é ansiedade, mas é ter confiança em Deus.

E sim, irmãos, na realidade na nossa vida temos vales e picos e a vida anda assim, cima, baixo, mas precisamos continuar a crescer. Tem que haver um movimento crescendo com o tempo crescendo na graça e no conhecimento do Senhor Jesus Cristo. Irmãos, o que é que estou a falar? O que é que estou a dizer? É que a obra do Espírito Santo é basicamente a nossa vida cristã. Depois de recebermos o Espírito Santo, precisamos estar nesta luta de vencer e crescer e crescer e vencer e trabalhar de um espírito, digamos assim, carnal para virmos a ter uma natureza divina. E isto tem continuar até o fim. E quando é o fim? O fim é quando morremos. Ou assim, aqueles que estarão vivos a vinda de Christech. Esse é o fim deles. Mas, o fim é quando morremos. Então, as pessoas, os nossos irmãos, as nossas irmãs, membros da nossa família que estavam na igreja e faleceram. Esses foram o quê? Deus tomou o espírito de Tela, tirou o espírito de Tela, o espírito de Tela, digamos assim, foi levantado da terra, e agora está à espera da resurreição.

E, por isso, o espírito do homem daqueles homens que têm o Espírito Deus também, que morreram, esses estão à espera da resurreição.

Esses, digamos assim, foram colhidos da terra, mas ainda não ressuscitaram.

Tão à espera da segunda vinda de Cristo e os acontecimentos que, digamos assim, são iniciados pela vinda de Cristo. E esses acontecimentos todos estão relacionados ou ligados aos festivais do fim do ano.

Trombetas, expiação, festa e o último grande dia, ou oitavo dia. Por isso, hoje em dia, o que é que nós temos?

O que é que nós somos? Vejam em Romanos, versículo 8, versículo 23. O que nós temos? Nós temos o Espírito de Santo Deus. Somos os primeiros deste mundão enorme que temos o Espírito de Santo Deus. Por isso é que diz em Romanos 8, versículo 23, diz assim, mas nós mesmos que temos as primícias do Espírito. Nós somos entre os primeiros que temos o Espírito de Santo Deus, as primícias do Espírito. E nós esperamos para esta adoção, auxiliação, a saber a redenção do nosso corpo, quando é que isso é na resolução, quando formos transformados em seres espirituais.

E por isso é que leemos, por exemplo, em Hebreus capítulo 11, ou ele, hebreus capítulo 11, digamos assim, é o capítulo da fé, e a vemos aí, em Hebreus capítulo 11, que vemos história em cima de história, em cima de outra história, de irmãos que foram fiéis e que morreram mas que ainda estão a dormir. Foram, digamos assim, colhidos da Terra nesta colheita espiritual, mas estão, digamos assim, neste silo espiritual de Deus, à espera da ressurreição. Estão a dormir agora. E por isso leemos aqui, em Hebreus capítulo 11, versículo 13, que diz, 11 versículo 13, diz, todos estes morreram na fé sem terem recebido as promessas.

Mas vendo-as de longe e creando-as e abraçando-as, confessaram que eram estrangeiros e perigurinhos na Terra. E depois leemos no versículo 39 e 40, ao fim, deste capítulo, diz, e todos estes tendo tido destemunho pela fé, não alcançaram a promessa, provendo Deus alguma coisa melhor a nosso respeito para que eles sem nós não fossem aperfeiçoados. Nós só vamos ser aperfeiçoados à vinda de Cristo, quando nós ressuscitarmos. Isto é aqueles que morreram nós, se estivermos a viver, então seremos transformados.

Por isso, irmãos, os nossos irmãos na fé, pais, parentes que faleceram na fé ainda não ressuscitaram. Então, a espera da vinda de Cristo. Em 1 João 3, em 1 João 3, versículo 1 diz assim, ver que grande amor nos tem concedido o Pai, que fossemos chamados filhos de Deus. Por isso, o mundo não nos conhece, por não o conhece a Ele. Amados, agora somos filhos de Deus e ainda não é manifestado o que a vemos ser. Mas sabemos que quando Ele se manifestar, quando Jesus Cristo vier, seremos semelhantes a Ele, porque assim como é, o veremos. Assim como é, o veremos. E qualquer que, Nel, tenha esta esperança, purifica-se assim mesmo, quanto também Ele é poder. E o mãos isto é parte de que nós temos que nos manter fiéis até ao fim. Então, ao último atrombeta, seremos os suscitados, que é o som que anuncia os eventos e procedem relacionados com a segunda vinda de Cristo. Então, isto não é uma coisa que vos anima, que vos encorajem, que vos dá motivação, porque é Deus a trabalhar em nós, através do Seu poder, da obra do Espírito Santo Deus. E isto é tão maravilhoso, irmãos, e que vem aqui que é lindamente explicado neste simbolismo do antigo estamento em Levíticos 23. Ora, vejamos então Levítico 23, versículo 17, que diz das vossas habitações. Isto é no dia de Pentecostes. Terais dois pães de movimento, de duas dízimas de farinha serão, levidados se cozerão, primícias são ao Senhor. Nós somos estas primícias, mas ainda ainda não estamos transformados.

Estas, ainda nós nos ocitamos. Somos pães de movimento, a ser apresentados por ante o trono de Deus. Como? Como lemos a pouco, em Abril X, pelo este novo e vivo caminho. Sim, ainda temos pecado, mas estamos a crescer. Estamos a crescer na graça e no conhecimento do Senhor e Salvador Jesus Cristo. Sim, temos pecado, mas sim, estamos a crescer na graça e no conhecimento do Senhor e Salvador Jesus Cristo. Somos pães levidados e diz aqui, cozidos. Ou digamos assim, assados. Quer dizer, este pão assado, digamos, e diz aqui, cozido. Este pão que é nós, que representa estas dificuldades, estes testes que nós passamos aflições ardentes do fogo. E por isso nós representamos este pães e por isso, durante este período, durante esta era ao fim, quando nós chegamos ao fim, nós somos colhidos, mas não ressuscitados. Somos colhidos deste mundo, somos separados deste mundo. Somos pessoas que se qualificaram e que estão prontas agora à espera até a Vinda de Cristo, até o período da ressurreição. Estou a dormir, à espera da ressurreição. E por isso, irmãos, é o Espírito de Santo Deus que faz possível esta mudança da natureza carnal para a natureza divina, durante esta vida. Sim, como diz aqui, estamos a ser aceitas como farinha. Sim, somos levados. Estamos a ser cozidos, como diz aqui no versículo 17, da Levítica de 23, isto é, estamos a passar por provações ardentes e estamos à espera, à espera da ressurreição.

É o Espírito de Deus que faz isto possível, irmãos, que faz esta mudança possível da nossa vida, a santificação do Espírito para a obdiência. E isto é completado, este processo realizado à vinda de Cristo, que é simbolizada pela estrombetas e pelos eventos que se seguem durante este período das festas do fim do ano. E por isso, vejamos então, brevemente agora, irmãos, em Romanos, capítulo 8. Vejamos então agora, em Romanos, capítulo 8, versículo 23. Diz assim, nós que temos as primícias do Espírito, jamemos em nós mesmos, como nestas aflições, nestes problemas, nestas dificuldades que temos neste mundo, esperando a filiação, devirmos a ser realmente filhos e filhas de Deus, a saber a redenção deste corpo, como nós, nós, nós, nós, nós, nós, nós, a venção deste corpo. Quando este corpo vai ser mudado a ressoleção à vinda de Cristo, que é simulizado pelo Dio das Trombetas, mas, nesta era da igreja, em que nós viemos agora, esta era representada por este crescimento e desenvolvimento através da obra do Espírito Santo, nesta vida que nós temos agora no mundo. Vejam então, no versículo 14, porque todos os que são, os humanos, os que são guiados pelo Espírito de Deus, estes são filhos de Deus. Por não receber este Espírito de escravidão para outra vez estares em tamor, mas receber este Espírito de filiação de filhos, pelo qual chamamos a abapai. Os próprios Espíritos se tifiquem com o nosso Espírito, com o Espírito humano, que somos filhos de Deus, e, se nós somos filhos, somos logo herdeiros, também, verdadeiramente, herdeiros de Deus, e com herdeiros de Cristo. Se é certo que com Ele patecemos, para que também, com Ele, sejamos glorificados. Mas que benção é este plano que Deus tem para nós, mas que grande oportunidade gloriosa que Deus tem para nós, para virmos a ser glorificados na família de Deus, como filhos de Deus. E queridos irmãos, isto é melhor do que o Jardim do Edan, em que o Adão em Eva estiveram muito melhor. É o mundo da manhã, e, finalmente, será, não só o mundo da manhã, o novo céu e a nova terra.

Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).