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O tema do sermão do monte, em Mateus 5 a 7, é o tema do sermão do monte. Do sermão do monte, em Mateus 5 a 7, é a cerca da justiça de Deus. Vamos então dar assim, brevemente, uma visão geral desse tema. Começa com uma introdução e acaba com uma conclusão, a introdução entre Mateus 5, versículo 1 a 16, a cerca da justiça de Deus e aí fala a cerca das bem-aventuranças. E, por exemplo, em Mateus 5, vejamos então Mateus 5, versículo 10, menciona bem-aventurados perseguidos por causa da justiça, está claro, da justiça de Deus, porque de eles é o reino dos céus.
Depois dessa seção introduitória, o núcleo deste sermão do monte tem três seções. Primeiro, depois da introdução, é do capítulo 5, versículo 17, até ao fim desse capítulo, 48, em que fala a cerca da justiça de Deus, como é aplicada de pessoas com pessoas. Isto é um tema de moralidade. Aí se vê, em Mateus 5, por exemplo, versículo 17, a dizer que a lei não foi, como lê-se aqui, revogada, diz assim, não pensei que vim revogar a lei, ou os profetas, não veio cancelar ou anular a lei.
Depois, vejemos que dí mais adiante, no versículo 20, diz assim, de Mateus 5, por que vos digo que se a vossa justiça não acceder é muito a dos fariseus e dos cribas, jamais entraréis no rei dos céus. Precisamos de pôr em prática, é na vida, nossa vida, a justiça de Deus, e a qual tem que aceder em muito esta chamada, digamos assim, justiça dos cribas e fariseus. Os cribas e fariseus, como mencionámos aí, os sermãos prévios nesta secção, estavam a diminuir o valor da lei.
Depois, na parte central, destas três, digamos assim, mensagens ou pontos importantes acerca da justiça de Deus no sermão de Monte, o primeiro, como disse, foi acerca da moralidade, ou a aplicação das justiças de Deus do homem com o homem, com pessoa com pessoa.
A segunda secção é a justiça de Deus quando olhamos ou vemos pelo ponto de religião. Isto é o que é a verdadeira religião, o que é a justiça de Deus agora perante o homem. Porque o primeiro foi de homem com homem, mas agora é de homem para com Deus, perante o homem para com Deus. E em ti fala-se acerca das certas atividades religiosas, por exemplo, de ser dar as molas, ou dar bondade para com os outros, querido para com os outros, oração e o jejum.
E por isso aí está a dar um contraste, um contraste entre, digamos assim, a duração em público, comparando ou contrastando isso com uma duração privativa. E por isso está a expor, a mostrar a hipócracia do caminho dos escribas e fariseus. E que é, digamos assim, muitas pessoas têm uma certa hipócrisia, na maneira que demonstram a sua religião, que é uma religião de exibição, comparando isso ou contrastando isso com o caminho verdadeiro de a duração em privativo.
E a terceira seção deste sermão de Monte é Mateus 6, versículo 19 até 7, versículo 12, onde descreve a justiça de Deus como um princípio importante de ser uma pessoa verdadeiramente espiritual. Por exemplo, como nós, os chamados filhos de Deus, precisamos ter um relacionamento com outros. Qual é que deve ser o nosso relacionamento com o mundão ou com o mundo? E depois conclui, a partir de Mateus 7, versículo 13, até ao fim deste capítulo 27, até ao fim dos seus filhos de Deus, que acabam no versículo 27, embora o capítulo acaba no versículo 29, mas o fim do sermão é no versículo 27, daí, de Mateus 7, 13 até 27, são, digamos assim, os comentários que os filhos de Deus nos chamam de sermão, são, digamos assim, os comentários de conclusão que Jesus Cristo deu à seca do caminho, do caminho da justiça de Deus.
Então, como cobrimos já certos pontos em sermão os prévios, no último sermão que dei, ou que destiva de escrever esta secção de Mateus 5 a 7 do sermão do monte, completei a secção quando Jesus Cristo estava a descrever a oração modular, de modelo, e por isso completamos até Mateus 6, versículo 13.
Agora, vamos continuar. Mateus 6, versículo 14 e 15, que dá aqui um exemplo de uma retribuição justa, de uma compensação que é justa. Usando o princípio do olho para um olho, mão para um mão, é uma compensação que é justa. Não é uma coisa, seja mais ou menos, do que é justo. Vamos ler então, versículo 14, porque se perdoaras aos homens as suas ofensas, isto é, se perdoamos.
Também o vosso pai, Celeste, vos perdoará. Tal como plantas, também vamos colher. Se porém, não perdoaras aos homens as suas ofensas, tão pouco vosso pai vos perdoará as vossas ofensas. Isto é exatamente o que Jesus Cristo disse, ou está referido pelo Paulo, em Fésios 4 e em muitas outras secções, mas vejemos simplesmente Fésios 4, versículo 32, que diz assim, Paulo a escrever aos Efezes, diz assim, antes, sede uns para com os outros, penigos, compassivos, perdoando-vos uns aos outros, como também Deus, em Cristo, vos perdoou.
Nós temos que fazer o mesmo, temos que perdoar para podermos ser perdoados. Deus recompensa de acordo com o que nós fazemos. Isto é, colhemos o que plantamos. Se nós não perdoamos, Deus nos perdoará. Ora, perdoar não é um ato, uma situação de atuar como se nada tivesse acontecido. Não. Perdoar não quer dizer que não há consequências. Sim, há perdão, mas as consequências acontecem.
Vejamos, por exemplo, em segundo Samuel 12. Esta é a secção, aqui em segundo Samuel 12, em que demonstra o afim de David ter cometido um grande pecado. Como sabemos, ele tinha matado o Uriahs, tinha se casado com a Bate Ceba. E então o profeta Natão, seu próximo a dele, descreve uma situação com um homem que era muito rico e outro que era muito pobre. Então, o homem rico tirou o único que o pobre tinha. Então, David ficou muito, muito irado. E então, Natão, o profeta disse, David, tu és esse homem. E depois diz assim, o David então se arrependeu e pediu perdão.
Então, a vez aqui no versículo 13, segundo Samuel 12, versículo 13, então disse, David é Natã. Pequei contra o Senhor, reconheceu que o pecado Dele foi contra Deus. E disse, Natã, David, também o Senhor te perdoou. O teu pecado e por isso não morrerás. Está claro implicando a segunda morte. Perdão, desse perdoado. Continuar no versículo 14, mas posto que com isto, desse motivo a que pelas famiassem os inimigos do Senhor, também o Filho que te nasceu morrerá.
Há consequências. E ele entendeu que havia consequências, mas não foi só isso. Havia mais consequências. Por exemplo, alem no versículo 10 e 11, diz assim, agora pois, não se apertará a espada jamais de tua casa. Essas foram consequências, perdão, que embora David tenha sido perdoado, aconteceram na família Deu. Por quanto me desprezaste e tomaste a mulher de Urias, o e Teu, para ser tua mulher. Vejo no versículo 11. Assim, diz o Senhor, mais consequências, eis que a tua própria casa, perdão, eis que da tua própria casa suscitarei o mal sobre Ti. Sim, veio do seu próprio Filho Absalão. E tumarei Tuas mulheres à tua própria vista. Podem ler isso em segundo Samuel 16, 22, como Absalão 16, 22. Deixa cá a lerca para ler corretamente, o que diz aí. Diz assim, armaram-me pois para Absalão uma tenda no herado, e ali, à vista de todo Israel, Ele cobitou com as concubinas de seu Pai. À vista do mundo todo. E diz assim, tumarei Tuas mulheres à tua própria vista, e as darei até o próximo, o qual se deitará com elas em plena luz deste Sol. Consequências aconteceram. Quando pecamos, quando fazemos coisas erradas, sim Deus perdou-a. Mas isso não quer dizer que as consequências físicas não sejam aplicadas. As consequências acontecerão. E por isso, David aceitou essas consequências e reconheceu que haveria de colher o que tinha plantado.
Querias irmãos, as consequências não podem ser verridas para debaixo do tatapete. As consequências vão ter que acontecer. E temos que aceitar essas consequências. Agora continuando, então, em Mateus, capítulo 6, lemos versículos 14 e 15, precisamos de perdoar, parecemos perdoados. E depois, continuando, versículo 16 a 18, diz assim, quando desjoares, não vos mostreis contristados como os hipócritas, porque desfiguram o rosto com o fim de parecer aos homens que desjoam. Em verdade, vos diga que eles já receberam sobre-compensa. E também quando desjoares, uns a cabeça e lava o rosto, com o fim de não parecer aos homens que desjoam, e sim ao teu pai em secreto. E teu pai, que vê em secreto, te recompensará. Querido irmão, está aqui a falar destas devoções religiosas de boas ações, bondade, de orar e agora desjoar. E não está a dizer se desjoares. No versículo 16 diz quando desjoares. Precisamos desjoar. Pelo menos uma vez por ano, quando é ordenado por Deus para desjoarmos nesse dia. Mas devemos joar mais que uma vez por ano. Ou não. Quando desjoares? Por que desjoamos? Para nos humilharmos, para nos se bonitermos, para pedirmos a Deus, para nos mostrar onde estamos irrados, para mudarmos, para nos arrependermos, para que Deus nos guie. Veja que em p. 27, p. 27, versículo 7-10.
Ove, Senhor, a minha voz, eu clamo. Compadeste a mim e responde-me. Está a razão para joarmos, para pedirmos a Deus, para ouvir a nossa voz. Ao meu coração, o meu corre, busquei a minha presença. Busquei e pôs-me, Senhor, a Se Tu a presença. Não me escondas, Senhor, a Tu a face. Não rejeiteis com ir ao Teu servo. Tu és o meu auxílio. Não me recusas. Nem me amparas, o Deus da minha salvação. Porque se meu Pai e minha Mãe me desampararem, o Senhor me acolherá.
Feliz irmãos, por que que se joamos? Para estarmos perto de Deus. Para pedirmos de Deus, para estar perto de nós, para nos amostrar, ou precisamos de mudar, de arrepender.
E isto é uma coisa privativa. Uma coisa privativa entre nós e Deus. Continuando, então, em Mateus 6, no versículo 16, diz assim...
Não vos contristeis como os hipócritas. Jesus aqui está a expor a hipócracia da religião, de muitas pessoas, a hipócracia.
Havia a expor esta hipócracia, em atos de bondade, de uns para os outros, em orações e em jejum. E estava a contrastar, como disse, a duração pública de demonstração, de exibição, de hipócracia, o caminho hipócrita, com a duração privativa, em particular, o caminho correto, a maneira correta de adorar a Deus. E, pois, por isso diz aqui no versículo 16, ao fim do versículo 16, diz assim, em verdade, vos diz que eles já receberam a recompensa, já receberam a recompensa. E se diz no versículo 16, ao fim desta secção, ou nesta secção de jejum, também diz no versículo 5, diz assim, ao fim do versículo 5, em verdade vos diz que eles já receberam a recompensa, quanto a orar de uma maneira hipócrita.
E também diz isso, quando estão a dar ações de graça, de carinho, de caridade, digamos assim, esmolas. Não estou a dizer que seja simplesmente só esmolas, mas é ações de bondade para com os outros. Vê-se aí no versículo 2, de Mateus 6, versículo 2, ao fim do versículo 2, quando eras esmola isto é, obras de caridade. Em verdade vos digo que eles já receberam a recompensa. Estão a fazer isto para serem glorificados pelos homens, para ser uma exibição, já receberam a recompensa. A religião verdadeira é privativa entre nós e Deus. Quando ajudamos outras pessoas, não precisamos estar a tocar uma trombeta e dizer ao mundo que ajudamos outra pessoa.
Quando oramos, oramos privadamente, em particular. Quando joamos, fazemos isto também privadamente, em particular. Ora, não estou a dizer que não há situações em que oramos em público, por exemplo, uma oração ao início do culto, ao fim do culto, ou uma oração antes de uma refeição na família.
Não estou a dizer que não fazemos isto à frente de outros. Sim, fazemos estas orações à frente de outros, mas as orações principais, o tempo que passamos à horária, é em privativa, particular. E, por isso, Jesus Cristo está aqui a dar ensino nestas secções da verdadeira religião. Depois, a partir do versículo 19, até versículo 19 de capítulo 6 da Mateus do Ser Mão do Mundo, até ao capítulo 7, versículo 12, está a falar da justiça de Deus, de um ponto de vista de ser uma pessoa verdadeiramente espiritual. E, então, aí, está a dar uma situação como nós, os verdadeiros, chamados filhos e filhas de Deus, e que tipo de relacionamento devemos ter com outras pessoas no mundo.
E, então, dá aí vários contrastes. Por exemplo, do versículo 19 até versículo 34, dá vários contrastes da justiça de Deus, demonstrando dois tipos de relacionamento com a riqueza e com as coisas que temos. Está a demonstrar dois locais, digamos assim, para pôr as nossas riquezas, pôr o nosso tesouro no céu ou na terra. Está a comparar ou contrastar duas maneiras de ver as coisas entre a luz e as trevas. Está a contrastar de dois mestres, se é Deus ou se é o mamão, o dinheiro. Está a demonstrar duas preocupações.
Estamos preocupados com as coisas de agora, de hoje, com os nossos corpos, nossas coisas à nossa volta da vida física, ou se estamos mais preocupados, digamos assim, ou mais ansiosos, com as coisas do mundo da manhã, do reino de Deus. Então, vamos tratar dessa secção, vamos analisar essa secção, da versículo 9 a 34, e vamos ver três grupos, ou três áreas de contrastes.
Um é acerca do tesouro, outra é acerca dos nossos olhos, isto é, do nosso coração, das nossas motivações, e a terceira é acerca de dois mestres. E depois conclui dizendo, por isso, vimos estas três pontos de tesouro, dos olhos da motivação, da intenção do coração, e dos dois mestres, por isso, pois está um certo ensinamento. Por isso, vamos ver esta secção, começando no versículo 19 a 21, que é acerca deste tesouro. Mateus 6, 19 a 21. Diz assim, não como leis para vos outros tesouros, sobre a terra. On a traça e a ferrugem corroem, e on ladrões escavam, e roubam.
Porquê onde está o teu tesouro? Aí estará também o teu coração. Aonde está o seu tesouro? Aonde está, digamos assim, a verdadeira justiça de Deus? Aonde está o teu tesouro? Aonde está o teu tesouro? Aonde está o seu tesouro? Aonde está, digamos assim, a verdadeira justiça de Deus? Aqui não está a falar. Aqui não está a falar que não precisamos de planejar para o futuro. Não, não é esse, não é o ponto. Vijemos, por exemplo, em provérbios capítulo 6. Provérbios capítulo 6, versículo 6 a 8. Provérbios capítulo 6, versículo 6 a 8. Vai ter com a formiga. Oh, preguiçoso! Se você não está a planear para o futuro, uma das causas pode ser preguiça.
Consideram os seus caminhos, isso é sábio. Não tendo ela chefe. Isto é a formiga, não é oficial, nem comandante. Nos tio prepara o seu pão, não segue à junta o seu mandimento. Oh, preguiçoso! Até quando ficarás deitado? Quando te levantarás do teu sono? Um pouco para dormir, um pouco para te esquinhar, outro esquinjar, um pouco para encruzar os braços em repouso.
Assim sobrevivirá a tua pobreza. Como um ladrão e a tua necessidade, como um homem armado. Queres irmãos? Quando está a falar, Jesus, aqui a século de onde está o teu coração, não está a dizer que não precisamos de planejar para o futuro.
Claro que temos que planejar para o futuro. Claro que temos que poupar, como a formiga, poupou, ou poupa, coisas para o futuro. Vejam também o capítulo 13, pro verbos capítulo 13, versículo 22.
O homem de bem deixa herança para os filhos seus filhos. O homem de bem deixa herança aos seus netos. Mas a riqueza do pecador é depositada para o justo.
Está claro, muitos de nós não temos possibilidades financeiras para fazer isto, mas podemos deixar uma riqueza, uma herança, que é o valor espiritual do caminho que vivemos do princípio e educamos, e estamos a dar aos nossos filhos, aos nossos netos uma educação no caminho certo. Uma herança é excelente.
Vejam também no capítulo 21, do pro verbos.
Desouros, a javel e a zeita há na casa do sábio, mas o homem insensato os desperdiça. Queria dizer, irmãos, estamos a ter cuidado com as coisas que temos, ou estamos a desperdiçá-las?
Ou perguntamos. Por isso, o sábio guarda certas coisas para um dia de chuva, digamos assim. Um dia que as coisas não tejam corretas também. E por isso, em Mateus 6, não está a falar que você não deve ter umas poupanças, ou guardar umas coisas. Não está a falar disso. Mas está a perguntar, aonde está o seu tesouro?
Aonde está a você as coisas que são de valor verdadeiro? Onde, como diz em Mateus 6, versículo 19, diz assim, onde a ferruja não corrói? Queis irmãos, todos nós viemos sem nada e sem nada iremos. Físicamente falando, não podemos levar nada conosco. Mas vejam aqui, em Lucas, capítulo 10, versículo 17 a 20.
Então, regressaram os 70, possuídos da alegria, dizendo, Senhor, os próprios demônios se me submeteram pelo teu nome. Mas eles dizem, eu vi Satanás que aí entrou o céu como o relâmpago. Eis, aí, vos dê autoridade para pisar, serpentes e escorpiões, e sobre todo o poder do inimigo e nada absurdamente nos causará dano. Não obstante, alegrai-vos, não porque os espíritos se submetem a vocês, mas sim porque o vosso nome está arrolado nos céus. Esse é o Tesouro nos Céus, que o que estamos a fazer, Deus está contente e escreve isto nos céus. Escreve o nosso nome no livro da vida. Esse é o Tesouro verdadeiro.
O versículo 21 continua a ler no versículo 21. Naquela hora exaltou-os-us nos espíritos e exclamou, Graças te dou ao Pai, Senhor do céu e da terra, porque ocultaste essas coisas aos sabes e instruídos e as revelaste aos pequeninos. Sim, ao Pai? Porque assim foi do teu agrado. Todo-me foi entregue por meu Pai. Ninguém sabe quem é o Filho, se não o Pai. E também ninguém sabe quem é o Pai, se não o Filho. E aquela a quem o Filho o quiser revelar.
Jesus Cristo revela a nós o Pai. E voltando-se para os seus discípulos, disse-lhes particularmente, Bem-aventrado os olhos que vêem as coisas que vocês vêm. Pois eu vos afirmo que muitos profetas e reis quiseram ver o que vedes e não viram. E ouvir o que ouvís e não ouviram.
Isto, Cris Irmãos, este conhecimento, esta chamada de Deus. E a nossa resposta, esta chamada, isso é melhor que dinheiro. Isso é ter o Tesouro no céu.
Vejam também, Hebreus capítulo 12. Hebreus capítulo 12, versículo 22 a 29. Hebreus 12, versículo 22, em diante, disse-lhe, pois já não suportavam o que lhes era ordenado, até o animal, se tocar o monte, será apedrajado. Na verdade, tal modo, era horrível o espetáculo como os heres disse, cítono, aterrado e trêmulo. Quando temos chegado ao monte Siam e à cidade de Deus vivo, as Jerusalem é insistiá-la em incontáveis roches de anjos e a assembleia, a universal assembleia, e a igreja dos primogêndios, rolados nos céus e a Deus, os juízes de todos e aos espíritos dos justos e prevençoados, e a juízo mediador, na nova aliança e o sangue da expressão que fala, coisas superiores, ao que fala o próprio Abel. Tendas cuidado. Não recuseis ao que fala. Pois, se não escaparam aqueles que recusaram a vir, quem divida-me, nos advertia sobre a terra, muito menos nós o que desviámos daqueles que nos céus nos adverte. Aquele cuja voz abulou. Então a terra, porém, ele promete dizendo, ainda uma vez por todas, farei a balar, não só a terra, mas também o céu. Ora esta palavra ainda uma vez por todas significa a remoção destas coisas abaladas, a remoção destas coisas abaladas, como tinham sido feitas, para que as coisas que não são abaladas permaneçam. Por isso, recebendo nós um reino inabalável, retenhamos a graça pela qual se levamos a Deus do modo agradável, com reverência e santo temor, porque nosso Deus é fogo consumidor. O que está a dizer, que os irmãos, no contexto que estou a falar, é que tudo que é físico, vai ser destruído. E por isso, não tenham tesouros na terra, porque isso não tem valor nenhum. Não tem valor nenhum. Vejam também em Romanos capítulo 8. Romanos capítulo 8. 16 a 21.
O próprio Espírito testifica com o nosso Espírito, que somos filhos da Deus. Ora, se somos filhos, somos também herdeiros. Herdeiros da Deus. E com herdeiros com Cristo. Se! Com ele sofremos. Também com ele, seremos glorificados. Grande glória, grande recompensa, grande beleza que será. Por para mim, tenho por certo que os sofrimentos do tempo presente não podem ser comparados com a glória a ser revelada em nós. Há ardente, expectativa da criação a guarda a revelação dos filhos de Deus. Têm um significado extraordinário que nem começamos a entender.
Pois a criação está sujeita à vaidade. A criação está sujeita à corrupção. Não voluntariamente, mas por causa daquilo que a sujeitou. Na esperança de que a própria criação será redimida do que ativeiro da corrupção para a liberdade da glória dos filhos de Deus. E esse será os novos céus e na nova terra. Queridos irmãos, é que as coisas físicas hoje em dia vão ser destruídas.
As nossas energias, os nossos interesses têm que ser focados no que tem valor. Vejam, então, a Mateus 6. Mateus 6, onde completa esta secção, no versículo 21, que diz assim, porquanto está o teu tesouro, aí estará também o teu coração. Queridos irmãos, o nosso coração, os nossos pensamentos, a nossa visão, o nosso golo, têm que ser nas coisas eternas. E por isso, ele continua, então, no versículo 22 e 23. São os olhos, a lâmpada do corpo. Os olhos são a lâmpada do corpo. Se os teus olhos foram bons, todo o teu corpo será luminoso. Se porém os teus olhos forem maus, todo o teu corpo estará em trevas.
Por que caso a luz em ti e a sejam trevas, que grandes trevas serão? Porque os olhos é a lâmpada. E aqui que está a falar, quando completou o versículo anterior, no versículo 21, diz assim, aí estará também o teu coração.
Os olhos são a lâmpada. Os olhos, quando nós olhamos para um ponto, é o que acabamos por ir nessa direção. Por exemplo, eu lembro, quando aprendi a guiar, aprendi a guiar há muitos anos atrás, algumas das coisas que meus pais disseram, que eu estava ensinar a me guiar há, olha para a estrada, não olha para o outro carro que vem para contra ti, porque se eu estava a olhar para o outro carro que vinha para contra mim, acabava de virar, apontar o carro nessa direção. Não olha para a árvore, olha para a estrada, e automaticamente, dias para estar na estrada, não para onde está o outro carro, ou a árvore, ou coisa assim.
Olha para a estrada, e então, mantém, focado nisso, que é para essa séria direção. Os olhos, é o ponto de visão, mas falando espiritualmente, está aqui a comparar com o coração, porque os olhos guiam o corpo como o coração, e guia o corpo mental e digamos assim, as nossas intenções, aonde vamos? As nossas motivações, que vem no coração. E então o corpo acha o caminho, as nossas motivações, quando estão corretas, quando o coração está certo.
Por isso é que diz, no versículo 21, está o teu desor, e isto estará o teu coração. E depois diz-se, os olhos são os olhos alemato do corpo. Os olhos são como uma janela para o coração, para a tua atitude, para as tuas intenções, para as tuas motivações. E, queres irmãos, quando não vemos as coisas claramente, como diz aqui, que os olhos são maus, o teu coração formal, não estás a ver as coisas, mas que grande escuridão isso é.
E, por isso, quando estamos a olhar e não estamos a seguir o caminho certo, porque os olhos não estão a seguir o caminho certo, o simbolismo espiritual é que, no coração, não estamos a ter uma conversão, uma mudança, uma transformação correta. Nós não somos verdadeiramente convertidos, quer dizer, o nosso coração e a nossa mente não se vê uma conversão correta.
Por isso, os olhos são o ponto que nos dá esta visão, esta missão, a nossa meta. E a nossa meta, a nossa visão, o nosso coração deve ser no conhecimento da justiça do reino de Deus. E essa, digamos assim, é a luz para a vida eterna. E então nos dá nos relacionamentos segundo Deus, que são para a eternidade. Isso é o que lemos, o que podemos dar ao extrair aqui, do versículo 22 e 23.
E depois seguimos para o versículo 24, que continua a dar estes contrastes. Díamos assim de ser um verdadeiro ser espiritual. Falámos acerca dos desoros, do coração. E agora, os dois senhores. Dá a dar aqui um contraste, que é uma escolha de quem é que é o teu Senhor. E o Senhor aqui está a falar de nós sermos escravos. Desta opção não é ter dois patrões, ou ter dois empregos, ou coisa assim, não está a falar disso.
Está a falar do princípio de escravidão. Como um escravo, não pode ter dois mestres. Ou é escravo de um, ou é escravo do outro. Não pode ter dois mestres. Não está a falar de ter dois empregos, que para você tem dificuldades com dinheiro, e talvez trabalha aqui a uma certa hora de uma companhia, trabalha a outras horas de outra empresa, não está a falar disso. Está a falar é ter dois mestres, dois senhores, do princípio de escravidão.
Você não pode ser um escravo de dois mestres, de dois senhores. Ninguém pode servir de dois senhores, porque o ala por ser-se de um e amar o outro, ou se devutará a um e desprezará o outro. Não pode servir a Deus e as requezas a uma mão. Não pode servir a duas coisas. Não pode.
Queridos irmãos, temos que fazer uma escolha. Temos que fazer uma escolha. Aqui está o ponto de fazer uma escolha. Ou é este, ou é aquele. Uma escolha. É como as duas árvores. A árvore da vida, ou a árvore do conhecimento bem e normal, que é a árvore da morte.
Temos dois desouros. Desouro na terra, ou desouro no céu. Temos duas visões. Uma visão, um coração com luz, ou uma visão, um coração com as trevas. Temos que fazer uma decisão.
O pecado.
É um Senhor, digamos assim, que nos faz escravo. Ou, digamos assim, o diabo, através do pecado, nos faz escravo. Ou as nossas paixões, através do pecado, nos faz escravos. Vejam, por exemplo, em Romanos capítulo 6. Romanos capítulo 6.
Versículos 16 a 18.
Romanos 6, versículos 16 e 18. Não sabês que daquilo é quem vos ofereceis como servos para a obdiência.
Desse mesmo a quem obdiçais, sou os servos, sou os escravos.
Seja do pecado para a morte, ou da obdiência para a justiça de Deus.
Mas graças a Deus, por que outra hora, escravos do pecado, com tudo, vier-se a obdizer de coração a forma de doutrina que fostes entregues.
E, uma vez libertados do pecado, fostes feitos servos da justiça, da justiça de Deus. O pecado nos põe numa escravidão.
E, por isso, temos que fazer uma escolha. Temos que fazer uma escolha de ter-te amor de Deus, de ter convivência com os irmãos e com outros que acreditam nas mesmas coisas que nós acreditamos, e meditar a cerca dos princípios bíblicos para ter isto na mente, para nos ajudar, através do poder do Espírito Santo, a vencer as fraquezas da carne. Vejam, em Malacias 3, versículo 16 a 18.
Então os que temiam ao Senhor, falavam uns com os outros, conviviam uns com os outros. O Senhor atentava e ouvia, havia um memorial escrito diante dele, o Livro da Vida, para que os que temem ao Senhor e para os que se lembram no seu nome. Eles serão para mim particular tesouro. Naquele dia que preparei, diz o Senhor dos exércitos, poupá-los aí como um homem poupoupa a seu filho que o serve. Então vereis outra vez a diferença entre o justo e o perverso, entre o que serve Deus e o que não o serve.
Querias irmãos? Temos que fazer uma escolha. Temos que fazer uma escolha. E assim, depois dos oscrits, falar acerca destes princípios de ser verdadeiramente espiritual, ele então, isto é, os tesouros e a atitude do coração e ter dois mestres, então continua no versículo 26 a 34 de Zeno. Por isso vos digo, por isso, por causa disso, vos digo, não andéis ansiosos pela vossa vida quanto ao que a vês de comer ou beber, nem pelo vosso corpo quanto ao que a vês de vestir. Não é a vida mais do que o alimento e o corpo mais do que os vestes. Observar as aves do céu não semeiam, não colhem, nem ajuntam a enceleiros, contudo, o vosso pai celeste sustenta. Proventura não valeis, vos muito mais do que as aves. Qual a voz por ansioso que esteja, pode acrescentar um covado ao curso da sua vida? E por que andéis ansiosos quanto ao vestuário? Considera-se como crescem os lírios do campo. Eles não trabalham, nem fiam. Eu contudo-vos, afirmo, que nem salumao em toda a sua glória esse vestiu com qualquer Deus. Ora-se Deus, veste assim a erva do campo, que os existe e amanhã é lançada no forno. Quanto mais a voz, outros homens de pequena fé, vocês verdadeiros cristãos, porque não vos inquietéis, não se estejam preocupados, dizendo que comeremos, que bobaremos, ou como é que nos vestiremos, porque gentios é que se preocupam com essas coisas todas, pois o vosso Pai Celeste sabe que necessitei-te de todas elas. Buscai, pois, em primeiro lugar, o seu reino, este é o reino de Deus, e a sua justiça. Isto é a justiça de Deus, e todas essas coisas vos serão acrescentadas. Portanto, não vos inquietéis com o dia na manhã, pois o amanhã trará os seus cuidados, basta ao dia o seu próprio mal. Caras irmãos, aqui vemos que o Pai toma cuidado a nós. Nós temos um Pai que toma conta dos seus filhos, e por isso está a dizer, no versículo 25, por isso vos digo, por isso o quê? Manteirem a mente o que acabou de dizer, o tesouro, os olhos, dois mestres. Esquercer-se a nossa orientação e a nossa motivação está correta. Por que é que se preocupam com a vida diária? Porque temos um Pai que cuida de nós. E por isso diz, não te preocupes. Não estejas ansioso, diz-se no versículo 25, diz-se no versículo 28, porque andais ansiosas. Diz-se no versículo 31, porque não vos inquietéis.
Jesus Cristo nos está a instruir para não estarmos preocupados. Está claro, isso não é fácil. Mas ele sabe o que nós precisamos. Sim, o Pai Jesus Cristo sabe o que nós precisamos.
Nós temos um Pai que toma cuidado de nós. E isso não quer dizer que não devemos trabalhar. Vejam, por exemplo, em 2º de Salunir Ciência, capítulo 3. V. 10.
2º de Salunir Ciência, capítulo 3. V. 10.
Diz-se assim, porque quando ainda convosco-vos ordenámos isto, se alguém não quer trabalhar, também não coma.
Sim, o Pai nos dá. Mas precisamos trabalhar. Precisamos trabalhar. Como é que Deus alimenta os passarinhos, os pássaros, que vamos ler, que aqui diz-te a falar que as aves dos céus não se manham nem colhem, nem ajuntam em celeres, quando tudo o Pai celeste se sustenta? Como é que o Pai sustenta os passarinhos?
E o que tem que se alimentar é os próprios. Tem que ir buscar a comida. Tem que trabalhar, por isso. No entanto, Deus faz com que haja sempre alguma coisa para eles comerem. Mas eles têm que ir buscar e fazer a parte deles. Vejam, por exemplo, no versículo 31, Mateus 6 versículo 31, porquanto novos inqueteis dizem que comeremos, que beberemos, ou como que nos vestiremos. Vamos dizer, e se há uma desculpa para... Então não precisamos ajudar as outras pessoas. Não, não é. Não é. Vejam em Tiago, capítulo 2. Tiago, capítulo 2.
Sim, porque as pessoas precisam... Não se devem preocupar, e se as pessoas devem trabalhar, mas isso não quer dizer que não ajudamos os pobres.
Tiago, capítulo 2, versículo 15-16. Se um irmão ou uma irmã estiverem crescidos de roupa, e necessitados de alimento cotidiano, e qualquer dentro-voz disser-lhes, e de empaz, e de empaz, é que a ceibos e a infertaivos, sem contudo-lhes dar necessário para o corpo, qual é o proveito disso?
Assim também é fé, se não tiver obras, por si só está morta.
Fé é o que está dentro de nós. Temos fé, está na mente, temos esta confiança, temos fé. Mas obras é o que vemos e fazemos por causa do que está cá dentro.
Por outro lado, porque diz para não estarmos ansiosas. E quer isso dizer que não temos problemas ou dificuldades?
Uma vez mais diz que os passarinhos são alimentados.
O Pai Celeste o sustenta.
Preventura, nova lei, voz muito mais do que as aves.
Sim, Deus sustenta as aves. Mas ainda vemos, de vez em quando, algumas aves que caem. Tenham suas dificuldades e problemas. Deus sabe o que você necessita. O Pai Celeste sabe o que necessitais deitados estas coisas, versículo 32. Deus sabe o que você necessita. Mas isso não é nenhuma garantia que você não vai ter dificuldades. Por exemplo, Jesus Cristo sabia que um dia ia ser oscrecificado. Mas continuou a fazer a obra que ele tinha que fazer.
E por isso diz assim, no versículo 33 e 34, buscar em primeiro lugar o seu reino. No reino de Deus e se o justiça. E todas estas coisas foram acrescentadas. Portanto, não vos inquieteis com o dia da manhã. Pois o amanhã trará os seus cuidados, basta o dia, o seu próprio imal.
Precisamos de focar. Precisamos de pôr o nosso foco, a nossa atenção, o nosso golo, a nossa meta. No reino de Deus.
No propósito, por que que nascemos? Parecemos filhos e filhas de Deus.
Passemos treinados nesse caminho. E temos que focar na sua justiça, na justiça de Deus. Isto é como, o caminho, de como andar, que esta parte do sermão do Monte de Jesus Cristo está a nos explicar. Vários princípios acerca da justiça de Deus.
Este é o tema deste sermão. Do sermão do Monte. Porque, se não estamos a focar, como porém prática, a justiça de Deus, então buscar o rei de Deus seria simplesmente uma coisa egoísta para mim próprio. Mas não, temos que servir as outras, carinho para com os outros. Estes princípios de ter o tesouro no céu e de ter a religião correta, que não é hipócrita, precisamos de ter estes princípios bem orientados, como Jesus Cristo nos ensina, aqui, no sermão do Monte, para a busca do rei de Deus não ser uma coisa só egoísta para mim mesmo. Mas é para servir a outros também.
A nossa justiça tem que acceder em muito a justiça dos fariseus. Os jesucristes sejam perfeitos, como o Pai é perfeito. Mateus 548. Cristo e irmãos, com a ajuda do Espírito Santo de Deus, nós gradualmente passo a passo, dia a dia. Nos transformamos para sermos melhores pessoas, segundo a imagem de Cristo, para refletir a glória do Senhor Jesus Cristo e a nossa vida. E assim não devemos estar desencorajados. Vejam comigo se faz favor em 2 Coríntios 3, versículos, começando no versículo 17. 2 Coríntios 3, começando no versículo 17, até versículo 1 do 4. 2 Coríntios 3, versículos 17. Ora, o Senhor é o Espírito.
Jesus Cristo é o Espírito. É um ser espiritual. E Ele nos dá o Seu Espírito, a Sua mentalidade, a Sua maneira de pensar, o Seu poder. E onde está o Espírito, o Senhor? Isto é o poder de Deus, a mentalidade, a maneira de pensar como Ele pensa, a maneira de fazer como Ele faz as coisas. Quando nós estamos a imitar Cristo, aí há liberdade.
E todos nós, com o rosto desvendado, contemplando, ou, como diz, na almeida corrigida e fiel, ou na almeida revista e corrigida, refletimos, refletimos, como por espelho.
Nós estamos a refletir, como um espelho, a glória do Senhor. Se quando nós temos Cristo a viver em nós, quando Cristo vive em nós, através do poder do Espírito Santo, nós estamos a refletir aquelas características do Senhor, a glória do Senhor. Somos transformados, somos transformados de dia a dia, gradualmente, dia a dia, de que estamos a ficar melhores pessoas a andar, a esforçarmos, a aprender a vida de Cristo. Para quê? Para mudarmos, para sermos melhores pessoas. Transformados de glória em glória, na sua própria imagem, na imagem de Jesus Cristo, como pelo Espírito do Senhor, através do poder do Espírito Deus. Como dizem, na alma da Corurgia de Fial, na alma da Revista de Corurgida, Cristo, irmãos, Jesus Cristo, realizará, completará o seu propósito em nós, para nos fazer filhos e filhas de Deus e para nos trazer à glória que Ele tem planejado para você e para mim. Não esteja ansioso. Por isso diz, no capítulo 4, versículo 1, pelo que tendo este Ministério, segundo a misericória que nos foi feita, não desfelecemos, não estejam desencorajados. Jesus Cristo, realizará o plano de Deus para você e para mim. A única coisa que pode falhar é se eu e você desistirmos, mas se você continuar a ser fiel e a esforçar-se, Deus fará a sua parte. Então seremos filhos e filhas de Deus, no rei de Deus. Nunca desistem, irmão. Mantenham-se fortes na luta. Vencem até ao fim.
Este estudo Bíblico do sermão no monte abrange os versículos 14 a 34 de Mateus 6.
Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).