Introdução ao evangelho segundo Mateus

O evangelho segundo Mateus foi escrito com os Judeus em mente. Este sermão é uma introdução a este evangelho.

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... Bom dia, boa tarde, queridos irmãos. Aqui é Joscamos. Cada um dos escritores dos Evangelhos apresentou o Evangelho com a sua própria perspectiva, a sua própria maneira de pensar e de organizar e representou ou explicou o caráter Jesus Cristo da perspectiva ou da maneira que esse escritor viu. E isso, está claro, foi o que Deus quis, o que Ele inspirou, e assim, cada escritor dos Evangelhos põe uma ênfase diferente acerca dos ensinamentos, das ações e do propósito de Vinda de Cristo. Por isso, quando nós tiramos cada um destes perspectivas do ensinamento, quando juntas temos, então, uma gravura mais completa do Evangelho, da boa nova da Vinda de Cristo, da mensagem que Ele deu e do propósito da vida de Cristo. Ora, hoje vamos ver um dos Evangelhos e vamos dar, digamos assim, uma introdução a uma série de estudos bíblicos e vamos começar hoje com o Evangelho de acordo com Mateus. Mateus era um publicano, digamos assim, um cobrador de impostos e trabalhava no que chamam, ver escrito na Bíblia como a coletoria, digamos assim, o local aonde pagavam os impostos. Ele era um cobrador de impostos, trabalhando para o governo romano. Vejam, então, comigo se faz chavôr em Mateus 9, versículo 9. Mateus 9, versículo 9. Ver um pouco a seca de quem era Mateus. Mateus 9, versículo 9. Mas aqui assim, partindo Jesus dali, viu um homem chamado Mateus, sentado na coletoria, e disse-lhe, segue-me. E ele se levantou e o seguiu. Isto é Jesus Cristo se aproximou de Mateus e chamou para uma obra do Evangelho. Jesus Cristo o chamou. Não foi Mateus que decidiu por sua própria descrição que ia ser um apóstolo, não foi Jesus Cristo que o chamou. Vejam esta descrição em um um bocadinho diferente, ou com um ângulo um bocadinho diferente, da maneira que Lucas descreveu. Em Lucas, capítulo 5. Lucas, capítulo 5. Versículo 27. Lucas, 5. Versículo 27. Diz assim, passadas estas coisas seguindo, viu um publicano, este é um cobrador de impostos que era o Mateus, chamado Levi, assentado na coletoria e disse-lhe, segue-me. Aqui vemos que Mateus era Mateus Levi e ele se levantou e deixando tudo o seguiu. Vê-se aqui que nós precisamos de ser como o Mateus Levi, quando somos chamados, precisamos de deixar tudo e seguir o caminho, seguir a chamada de Cristo e, por isso, as ações, perdão, de Mateus Levi, demonstraram a sua fé. E é a mesma atitude que nós precisamos de ter.

Vejam, por exemplo, continuando a ler aqui, no versículo 29. Então, ele ofereceu Levi um grande baquete em sua casa. Ora, Levi era um homem, cobrador de impostos, significando aqui que tinha um bom emprego, tinha um bom salário, recebia um bom salário e, por isso, tinha uma casa com bastantes capacidades de convidar amigos. E, por isso, quando ele foi chamado e, digamos assim, mudou a sua atividade, decidiu de sair da companhia para a qual estava a trabalhar. Então, convidou esses colegas com que ele estava a trabalhar, digamos assim, a dizer adeus dessa profissão que ele tinha, e dizendo que agora ia seguir no caminho, seguindo o Cristo. E diz assim, numerosos publicanos e outros estavam com ele, eles à mesa. Ora, os Fazerizeus e os seus escribas murmuraram, murmuravam contra os discípulos de Jesus, perguntando por que comês e bebês com os publicanos e pecadores. Sim, porque, ao fim de contas os publicanos, os coletores de impostos, eram vistos como pessoas que não gostavam deles na sociedade. Eram como se fossem leprosos, uma pessoa pecadora, um apostato, uma pessoa que não poderia ser salva. Eram um grande pecador. A maneira que eles viam essas pessoas. Então, no versículo 31, responde-lhes Jesus, os sãos não precisam de médico, e sim os doentes. Não vim chamar justos e sim pecadores ao arrependimento. Vemos aqui que, perdão Jesus Cristo, demonstrou que não estava a vir a chamar pessoas que se achavam justas, mas estava a chamar aqueles que eram pecadores e as conduzir ao arrependimento. Por outro lado, o Mateus levi não teve vergonha de demonstrar que ia agora seguir a Cristo. Não teve vergonha dessa chamada.

Isto é uma atitude que nós precisamos ter também. Vejam, por exemplo, em Lucas capítulo 14, versículo 26 a 27.

Diz assim, se alguém vem a mim e não aborrece seu pai e mãe e mulher e filhos e filhas e irmãs, e ainda a sua própria vida, não pode ser meu discípulo. Isto é, não devemos ter vergonha, não devemos estar envergonhados, devemos depor a nossa primeira prioridade, é Deus. E depois, as outras coisas. Como ele diz, aborrece seu pai, não quer dizer que ele ou de aí, mas é que tem um maior amor para Deus primeiro. Deus é primeiro, e por isso precisa de ter fé e de andar sem vergonha a seguir Jesus Cristo, tal como Mateus Levi fez. E qualquer que não tomar a sua cruz e vier após mim, não pode ser meu discípulo. Nós somos chamados para sermos discípulos de Jesus Cristo. Jesus Cristo, discípulos, essa é a nossa chamada. E nós temos que ser como Mateus Levi e deixar tudo e seguir essa chamada. Voltando, então, a Mateus 9, onde vimos há pouco, Mateus capítulo 9, e lemos há pouco o versículo 9. Agora, quero ler também o versículo 11 a 13.

A Mateus 9, versículo 11 a 13. Ora, vendo estes fariseus, perguntaram aos discípulos, porque como os vosso mestres, com os publicanos e pecadores, como lemos isso também, foi a mesma coisa que foi descrito em Lucas, capítulo 4, que acabamos de ler, mas Jesus ouvindo disse, do alerdo de Mateus 9, versículo 12, os sons não precisam de médico e sim os doentes. I de porém aprendeu o que significa, mas ricórdia quero e não o locoestos, ou não sacrifícios, como certas versões escrevem. Quero, mas ricórdia e não sacrifício. Aqui está uma lição importante para todos nós. Uma lição espiritual para nós, que Deus está a busca de mas ricórdia e não dessas cerimónias que estavam a fazer sacrifícios, pois continuou, pois não vim chamar justos e sim pecadores ao arrependimento, ao arrependimento. O que Deus quer de nós é que sejam-nos mas ricordiosos, sejam-nos boas pessoas, que temos respeito e cuidado para os outros, tenhamos amor para os outros, em mas ricórdia e não uma atitude crítica ou legalística, como os fariseus estavam a dizer aqui, porque, como o vosso mestre com os publicanos e pecadores, tenham esta atitude legalística e crítica. Queria dizer, irmãos, nós somos mas ricordiosos ou somos pessoas críticas? Nós somos críticas, sempre a ver uma coisa... Esta pessoa tem uma coisa má aqui ou tem aquilo má ou algo... Se nós estamos sempre a ver uma coisa crítica em outras pessoas, isto é, estamos sempre a ser pessoas que estamos a julgar as outras pessoas, estamos sempre a condenar aos outros, ou somos mas ricordiosos. Uma lição aqui. E, por isso, precisamos de mudar, precisamos de arrepender. Por isso é que diz chamar pecadores ao arrependimento.

Precisamos de arreprender. É um exemplo que descreve aqui de que temos que tirar o pão, o pano velho e por um... uma veste nova na nossa vida. Como diz no versículo 16, de Mateus 9, diz assim...

Ninguém põe remendo de pano novo em veste velha, porque o remendo tira parte da veste e fica maior a rotura. Temos que mudar para uma veste nova. Temos que mudar completamente. Tem que haver uma mudança. Vejam, por exemplo, também em Mateus 19. Mateus 19, versículo 16 a 17. Mateus 19, versículo 16 a 17. E é isso que alguém aproximando-se, lhe perguntou o mestre, o bom mestre, que farei eu do bom para alcançar a vida eterna.

O que é que eu preciso fazer, Jesus Cristo, para eu alcançar a vida eterna? Aqui está uma oportunidade enorme para Jesus Cristo dizer, olha, tudo o que precisa é acreditar em mim. Não preciso de guardar os mandamentos, tudo o que precisa é acreditar em mim. Mas foi isso que Jesus Cristo disse, quando lhe perguntaram, que farei eu do bom para alcançar a vida eterna. E respondeu-lhes-os, porque me chamas bom. Bom, só existe um. Se queres, porém, entrar na vida, entrar para dentro da vida eterna. Sim, que estava a viver, mas não estavam dentro da vida eterna. Tínhamos simplesmente uma vida temporária. Mas se queremos entrar dentro, para dentro, isto é, na vida, para dentro do grego eis, eis, eis, eis, eis, do grego eis, para dentro da vida. Guarda os mandamentos. Guarda os mandamentos. Precisamos de guardar os mandamentos da lei de Deus, para entrar na vida eterna.

Não é uma questão de dizer, olha, tudo o que precisas é acreditar em Cristo. Não foi o Cristo isso? Não foi o Cristo isso? Continuando a ler no versículo 21, disse-lhe Jesus, se quer ser perfeito, se quer ser completo, vá, vende os teus bens, dá aos pobres e traz um tesouro no céu. Depois vem e segue-me. Jesus Cristo teve um descerenimento, que esta pessoa tinha uma falha no caráter dela, que tinha um tesouro físico, e precisava de aprender a dar desse tesouro físico, e para se agarrar ao tesouro espiritual.

Versículo 22. Tendo porém o homem ouvido esta palavra, retirou-se de triste. Por quê? Porque não aceitou a necessidade de se arrepender, de ter este tesouro físico, por ser dono de muitas propriedades.

Este tesouro físico tornou-se uma idolatria, tornou-se algo em que era mais importante que o amor da Deus, em que aprendemos há pouco, quando lemos, que temos que aborrecer as outras coisas todas, e por Deus, em primeiro lugar, esta pessoa estava a pôr materialismo, coisas matriais, propriedades à frente de Deus.

Queres irmãos, quando você é chamado por Deus para seguir a Cristo, como é que você reage? Como é que você responde a essa chamada?

E por isso vimos aqui que o exemplo de Mateus Leví foi um que respondeu à chamada, sendo o Judeu, sendo ele um cobrador de impostos. Quando os Cristo disse a ele, segue-me. Ele o seguiu em completa fé. Uma lição para nós. Ora, vimos assim, por exemplo, aqui, esta atitude de Mateus, pois Deus primeiro na vida dele. Ora, Mateus sendo um Judeu cobrador de impostos, na verdade, um Levita, Mateus Leví, ele descreveu Jesus Cristo como um rei para o Judeus. Ora, estou a falar de um judeus de uma maneira genérica, porque os judeus eram conhecidos, eles são judeus, mas está claro, não eram só de tribo de Judah, porque aquelas eram basicamente de tribo de Judah, de tribo de Leví e de tribo de Benjamin, embora houvessem outros tribos, alguns de outros tribos, mas principalmente eram dessas três tribos de Judah, e Leví e Benjamin. E estou a falar por isso um termo assim, genérico. Mas continuando, Mateus descreveu a história ou a vida de Jesus Cristo como um rei. Como um rei. Quando é que Mateus escreveu esta Epístola? Escreveu cerca dos anos de 60 da Era Corrente, isto é, depois de Cristo. O que na realidade foi cerca de 30 anos depois de Cristo ter falecido. Então ele escreveu, introduzindo digamos assim uma liação entre o antigo Testamento com o novo Testamento, e por isso Mateus, digamos assim, é a primeira Epístola imediatamente após o antigo Testamento. E em Mateus capítulo 1, Mateus capítulo 1 versículo 21, vemos aqui como Mateus introduz o Cristo como o rei que vem para salvar o povo. Vemos aqui em versículo 21, diz, a falar da Maria porque nela foi gerado do Espírito Santo Jesus Cristo, através do poder do Espírito Santo, foi dado pelo Pai e diz assim, ela dará à Luz um filho e lhe por as o nome de Jesus, porque ele salvará o seu povo dos pecados dele. Está aqui a falar de um rei, mas imediatamente está a dar um entendimento acerca deste rei que veio nesta primeira vinda para salvar o povo dos pecados. Os judeus estavam à espera de um rei, de um messias, para governar. Jesus Cristo na primeira vinda não veio para governar, e se ele fará na segunda vinda, mas na primeira vinda ele veio para salvar o povo dos pecados, está claro inicialmente o povo judaica e, por implicação, também o povo israelita, e através de Israel o mundo inteiro, o mundo inteiro. E por isso, para demonstrar que Jesus Cristo era este rei, era desta linhagem deste rei, vê-se aqui a genealogia de Jesus Cristo no capítulo 1, diz assim no versículo 1, livro da genealogia de Jesus Cristo, Filho de David. Isto é Filho do rei, Filho descendente de David e descendente da Abraão, porque foi a Abraão que foram andados as promessas inicialmente. E por isso, refer-se ao profetizado rei, Filho de David, e refer-se à profetizada promessa que, através da semente da Abraão, viria esta linha real e viria, por isso, o messias. E, por isso, aponta Jesus Cristo, que é desta genealogia, desta linhagem de família de David e de Abraão.

E, se formos, por exemplo, ver, por exemplo, nos salmos, vejam nos salmos 89, está a falar de David, mas está a falar também da sua descendência, o significado duplo aqui. Vejam, por exemplo, em salmos 89, começar a ler, do versículo 20. Diz assim, encontrei David e meu servo, como o meu santo óleo, com o meu santo óleo, o ungi.

A minha mão será firme com ele, o meu braço fortalecerá. O inimigo jamais o surpreenderá nem ao lugar, nem ao há de afligir o filho da preversidade. E esmagarei, diante dele, os seus adversários, e ferirei os que odeiam. A minha fidelidade e a minha bondade o há de acompanhar e, em meu nome, crescerá o seu poder, o poder do rei David.

Ele me invocará dizendo, tu és meu pai, meu Deus e a rocha da minha salvação. Aqui, então, comece a saber este significado duplo, apontando também a Cristo, que é a rocha, que é a nossa rocha da salvação. Verciclo 27. Faluei, por isso, o meu primogênito. O meu primogênito. O primogênito, o primeiro que nasceu desta semente David, que veio a ser umesias, foi Jesus Cristo. Primogênito. O unigênito do pai, que foi assim, gerado.

O mais elevado entre os reis da terra. Aqui, ve-se, que David não foi no seu reino físico o mais elevado dos reis dos reis da terra, mas entre os reis daquela região sim foi, mas está a apontar também para o mais elevado dos reis da terra, no futuro, que David vai ser, mas acima de David, vai ser Jesus Cristo. Está já a apontar ao messias. Concervar-lhe para sempre a minha graça e firme com ele a minha aliança, com David, mas também a aliança será, digamos assim, feita através da nova aliança, através de Jesus Cristo.

Farei durar para sempre a sua descendência, a descendência de David, quem esta descendência de David que vai durar para sempre? É Jesus Cristo. E o seu trono, como os dias do céu. Vê-se aqui já esta profecia dupla que dá certas inicações de que Cristo virá. Está claro, os judeus não entendem este significado, a não ser que sejam guiados pelo Espírito Santo para entender este significado. Mas vemos aqui que Mateus começou a trazer, introduzi-o ao começo do livro de Mateus, Jesus Cristo como rei, como esta semente descendente de David e de Abrão. E então, como rei começou a dar, a demonstrar através de Epístola de Mateus, como Jesus Cristo deu o sermão do monte, ou digamos assim, falando como, se diria, por exemplo, se uma pessoa tivesse a dar uma palestra, a dar a palestra de um rei, foi o sermão do monte, foi uma instrução de rei real.

E esse vê-se, por exemplo, a Mateus 5 a 7, como um rei a falar. E depois, vê-se, mais adiante, por exemplo, em Mateus 13, como Jesus Cristo descreveu, como o rei do reino dos céus, descreveu várias parábolas para dar a Ele o entendimento do que é o reino de Deus, o reino dos céus, o reino que vem dos céus, do Pai, para governar na Terra. E vejam, por exemplo, em Mateus 13, Mateus 13, um, três, treze. Vejam, por exemplo, aqui a palavra do semeador, inicialmente, em versículo 1 a 9, que depois eles perguntam, explica-nos o que é esta parábola. Então, esta parábola é explicada, o seu significado é explicado, por exemplo, nos versículos 36 a 42 e 43.

Explica o que é esta semente e esta plantação, que está a falar acerca do reino e depois conclui essa secção, dizendo no versículo 43. Então, justos os planos serão como o sol no reino do seu Pai, quem tem ouvido para ouvir. Que oiça! Quem não está surdo, quem não esteja cego para poder entender estas parábolas, que, então, toma conhecimento delas e as pratica. Porque se você entende estas parábolas do reino, isto é que Deus os está a chamar. E se Deus está a chamar a você, você está a entender isto.

Você oiça e toma atenção e pratique, porque Deus o está a chamar. E você tem que reagir da maneira correta, porque Deus abriu os seus ouvidos para ouvir. E ele, por isso, está aqui, em Mateus 13, várias palavras parábolas. E, por isso, até no versículo 10, de Mateus 13, dizem, porque ele fala as em parábolas. Por isso, assim, para nós, outros é dá-lo de conhecer os mistérios do reino. Está a falar do reino, é o rei a falar do reino.

Mas aqueles que não lhes é isso concedido. Para vocês, vocês entendem os mistérios do reino de Deus. Mas para os outros não é. E, por isso, ele estava a falar em parábolas para as pessoas não entenderem. Ora, se você está a entenderem, você, então, precisa de ouvir e praticar, como lemos no versículo 43, disse assim, quem tem ouvido para ouvir, que oiça, que pratique, que faça o que deve fazer, o que estas parábolas estão a ensinar.

Por isso, diz no versículo 13, Mateus 13, 13. Por isso, lhes falo em parábolas, porque vendo não vem e ouvindo não houve, nem entendem, porque estão cegos. Mesmo que, na misericórdia de Deus, o mundo hoje em dia está cego. Mas, como diz no versículo 16, bem-venturados porém os vossos olhos, porque veem os vossos ouvidos, porque ouvem, porque são abençoados, são abençoados porque são abertos, não estão cegos. Ora, se são abençoados, se conseguem entender, então, oiçam, então, pratiquem. E por isso é que eu estava a falar, aqui, acerca do reino. Por exemplo, no versículo 19, todos que ouvem a palavra do reino, não entendem, veem uma língua de rebato ao que lhes foi semiado. Depois, digamos por exemplo, um calinho mais adiante, outra parábola, 24, lhes propôs dizendo, o reino dos céus é o semilhante, o reino do homem que semiou.

Está a falar do reino. Veja, por exemplo, também, no versículo... Acabei de ler 24, agora, por exemplo, no versículo 31. Dizem, outra parábola, os propôs dizendo, o reino dos céus é semilhante ao grande mostarda. Está a falar do reino. Vejam, por exemplo, o versículo 33. Dizem, os outros para lá, a parábola, o reino dos céus é semilhante.

Vejam, por exemplo, no versículo 43. Então, os justos replantecerão como sol no reino. Vejam, no versículo 44, o reino dos céus é semilhante ao desouro. O versículo 45, o reino dos céus é também semilhante ao... a um que negocia, procura boas pérolas. Vejam, no versículo 47, o reino dos céus é ainda semilhante a uma rede que lançada ao mar recolhe peixes de toda a espécie.

Vejam, por exemplo, no versículo 52. Então, os disse por isso, todo o Escriba versado no reino dos céus é semilhante a um pai de família que tira do seu depósito coisas novas e coisas boas. Cristo estava a ensinar como um rei. Mateus posesta ênfase da maneira que ele descreveu a epístola, segundo o Mateus, demonstrando que Jesus Cristo era o rei.

Ora, conforme estudamos o livro de Mateus, vemos, digamos assim, dois espossos principais. Um esposso, digamos assim, que é biográfico da biografia, como um filho de David, que foi uma profecia cumprida. E nessa biografia, vê-se, digamos assim, a biografia de Jesus Cristo em três secções no livro de Mateus. A primeira secção, digamos assim, desta biografia, entre Mateus 1 até Mateus 4, versículo 16, que é a profecia já cerca do nascimento e da preparação do Messias. Por isso, essa secção é completada, por exemplo, no versículo 17 de Mateus 4.

Isso, vejam comigo, se faz favor a Mateus 4, versículo 17, que diz assim, Mateus 4, versículo 17, daí, por adiante, passou Jesus a pregar e dizer, mudou o assunto. Por isso, o assunto, até, a versículo 16 de Mateus 4, foi à cerca do nascimento e da preparação do Messias. Mas, daí, adiante, quer dizer, a segunda parte desta biografia, à cerca da vida de Cristo, é à cerca do ensinamento de Jesus Cristo, à cerca do arrependimento.

Por isso diz assim, versículo 17, por ir, daí, por adiante, passou Jesus a pregar e dizer, arrependei-vos, porque está próximo o reino dos céus. Aqui foi o ensinamento de Jesus Cristo, que precisamos de nos arrepender. E esse ensinamento é, digamos assim, a parte central desta epístola, de acordo com Mateus, falando à cerca deste rei, que nos está a dizer que precisamos de nos arrepender. E diz isso até Mateus 16, versículo 20. E depois, no versículo 21, diz assim, desde esse tempo, por aí, adiante, digamos assim, desde esse tempo, então começou Jesus a mostrar a seus discípulos, que ele era necessário seguir para Jerusalém e sofrer muitas coisas das mãos dos principais sacerdotes e dos cribas, ser morto e o suscitado no terceiro dia.

Esta terceira fase ou a parte da terceira parte da epístola de Mateus, até ao fim desta epístola, é a cerca do sofrimento do Messias.

Por isso começa, nesta história biográfica, em Mateus, com as profecias do nascimento e da preparação do Messias. Depois, o ensinamento de Messias, no meio de 417 a 1620. O ensinamento de Jesus Cristo, a cerca do orpendimento. E depois, a partir de 1621 até ao fim, é que o Messias precisava de sofrer. O que os Jesus não entendiam, porque pensavam que o Messias vinha para reinar como um rei.

Estavam a pensar da segunda vinda e não da primeira vinda de Cristo. Então, ele começou a explicar que o Messias precisava de sofrer. Esse é um dos espossos do livro da Epístola, segundo Mateus, que é um esposso, digamos assim, biográfico. O outro esboço, ou resumo assim, do Epístola, segundo Mateus, é acerca de certos temas. E há cinco grupos de materiais, ou cinco discursos de Jesus Cristo, que têm certos tópicos, certos temas.

Esses discursos começam em Mateus 5, versículo 1, que é o sermão Numonte, e que acaba em 728. Mateus 728, que diz assim, quando Jesus acabou de preferir estas palavras, acabou de dar este discurso. Por isso, há os boços em temas. Há cinco discursos no livro de Mateus. O primeiro é o sermão Numonte, de Mateus 5 a Mateus 7, até ao versículo 28.

No segundo esboço é de Mateus 8, até 11, versículo 1, de 8 a 10, e depois, que é 8, 9 e 10, esses três capítulos. E depois, no capítulo 11, versículo 1, diz assim, ora tendo acabado Jesus de dar estas instruções. Vê-se aqui o seu segundo discurso e, então, Mateus descreve tendo Jesus acabado de dar estas instruções, acabado este discurso.

Por isso, o segundo grupo de material, digamos assim, o segundo discurso de Jesus Cristo, entre Mateus 8 a 10, inclusive. Depois de Mateus 11, até Mateus 13, Mateus 11 a Mateus 13, vejam comigo, por exemplo, Mateus 13, 53, diz assim, tendo Jesus proferir estas parábolas, retirou-se de ali. De Mateus 11, até ao fim, praticamente, de Mateus 13, houve parábolas e outros ensinamentos acerca do reino que Jesus Cristo deu. Esse foi, digamos assim, o terceiro discurso de Jesus Cristo.

O quarto discurso, então, começa em Mateus 13, 53, ou a secção de temas, até Mateus 19, versículo 1. Por isso é 14, 15, 16, 17, 18. Porque em 19, versículo 1, diz assim, e aconteceu que concluindo Jesus estas palavras, concluindo este discurso, que foi o quarto discurso de Mateus 13, 53, a 19, 1. E o quinto discurso é de 19, 1, até 26, versículo 1.

Vejam aqui, 26, versículo 1. Tendo Jesus acabado de todos estes ensinamentos, foi este quinto discurso, este quinto grupo de temas que Jesus Cristo, ou discursos, ou de ensinamentos que Ele deu. E por isso temos estes dois esboços, digamos assim, a manéras de ver o livro, ou epístola, segundo Mateus. Um é biográfico, o nascimento e a profecia da preparação de Macias, depois os ensinamentos dele e depois o que Ele tinha que sofrer.

O outro é mais a cerca dos cinco discursos que Ele deu, mas através destes esboços, vê-se uma linha que corre através do livro de Mateus, do início até o fim. E essa linha é importante como vivemos. É importante como vivemos. Um sermão do monte, por exemplo, é como vivemos. Parábolas acerca de como vivemos. O discurso de Ele em Mateus 23 contra os fariseus, a dizer que não estavam a viver da maneira correta. Pareciam viver da maneira correta, mas não estavam vivendo da maneira correta.

Noutras palavras, o ensinamento de Jesus que é sublinhado pela epístola de Mateus, é que precisamos de ser o mesmo por fora do que somos por dentro. Ou isto é, precisamos de ser por dentro, o mesmo que representamos por fora. Temos que ser como Jesus Cristo, que o que nós dizemos e o que nós ensinamos, tem que ser o mesmo do que nós pensamos e vivemos. Mateus ensinou estes princípios que precisamos de ser, digamos assim, pão pão, queijo, queijo. Precisamos de ser verdadeiros, não devemos ser hipócritas.

E ele, então, através disso, ensinou e falou com autoridade. Jesus Cristo falou acerca disto com autoridade. Vejam, por exemplo, e Mateus 3, versículo 16. Mateus 3, versículo 16. Diz assim, em primeiro lugar, vê-se aqui que Jesus Cristo foi batizado e recebeu o Espírito Santo. Isto é este autoridade, o poder do Pai, dos céus, com autoridade, dos céus, dão-ne essa vém autoridade. Dão-ne essa vém autoridade. E, então, ele ensinou e ensinou as pessoas o caminho da justiça, de serem justos.

Vejam, por exemplo, em Mateus 3, versículo 15, diz assim, ele disse aos João Batista que tinha que ser batizado, disse, porque assim, nos convém a cumprir toda a justiça. Cumprir a justiça. A missão de Jesus Cristo como rei foi de cumprir a justiça. Não foi um hipócrita, ele diz às pessoas que precisamos de obter as leis de Deus, ele obteceu as leis de Deus.

O que ele ensinou e disse foi a mesma coisa que ele tinha no coração, do que ele era, do que ele viveu, justiça. E vejo, por exemplo, vários pontos dentro do ensinamento dela, dizer que precisamos de seguir o caminho da justiça. Por exemplo, Mateus 5, versículo 6, esbeaventurados têm fome e sedo de justiça. Por exemplo, no versículo 5, versículo 10, esbeaventurados perseguidos por causa da justiça. Por exemplo, no versículo 20, diz assim, porque vos digo que se a vossa justiça não exceder em muito, a doscribas e fariseus jamais entrarás no reino dos céus.

E, por exemplo, no Mateus 6, versículo 33, diz assim, buscar, pois em primeiro lugar, o seu reino e a sua justiça. Jesus Cristo falou com a alteridade, uma alteridade que vem de Deus, acerca de que precisamos de ser justos. Precisamos de viver de uma maneira que é justa. E falou isto com a alteridade. Faleu isto com grande alteridade. Por exemplo, vejam a Mateus 9, versículo 13. Mateus 9, versículo 13. Diz assim, e de porém aprendei o que significa misericórdia, caro e na holocaustes, pois não vim chamar-os justos.

E sim, pecador, já o arrependimento para terem justiça na vida, viverem uma vida justa. Parecermos justos para seguir o caminho da justiça. Ele veio para chamar os pecadores para seguirem o caminho da justiça. Ele pregou a seca da justiça. A justiça que é baseada no arrependimento. Isto é um resultado eterno, que é um arrependimento eterno.

Não está a falar de uma justiça que é simplesmente a externa, a qual não é aceitável. Uma justiça que é simplesmente que uma pessoa diz, olha, a minha própria justiça sou muito bom. E diz e fala a séria da justiça, mas por dentro não é. Isso ele criticou. Não é essa a justiça de Deus. E por isso é que ele disse. As pessoas que ouvem as parábolas precisam de as praticar. Precisam de as praticar. E por isso é que ele criticou as fariseus.

Vejam, por exemplo, em Mateus 23. Mateus 23. Mateus 23. Versículo 23. 23, 23. Ai, do vos, cribas e fariseus, hipócritas! E isto é, não sois o mesmo dentro, como estão a demonstrar por fora. Vocês são hipócritas. Porque dais o dízimo da hortelém, do entro e do cominho, isto é das coisas que se vêem e deviam ter feito isso.

Mas os preceitos mais importantes da lei, a justiça. Ser justos. E a masricórdia. E a fé, andar em fé, ser justos. E sermos ricordiosos, através de um arrependimento correto, e andando em fé com Deus. Humildemente, em fé com Deus. Guia cegos, que coais o mosquito e engoliza o camelo. Ele foi um grande crítico destes fariseus. Vejam no versículo 28 assim. Sim, também voz exteriormente.

Parsei justos aos homens. Mas por dentro está cheios de hipocrisia e de iniquidade. O ensinamento dos Cristo, com autoridade, foi um que precisamos nos arrepender e ser o mesmo por dentro que por fora. Por fora tem de ser certo, mas por dentro também tem de ser certo.

Vejam, por exemplo, no versículo 34 a 36. Diz assim, por isso, éis que vos enviou profetas, sábios e escribas. Há uns matareis e crucificareis, ou outros, a sua itareis, vossas sinagogas e perseguireis de cidade em cidade. Por quê? Porque vocês são hipócritas, dizem que são boas pessoas, mas estão a perseguir os justos que Deus nos envia. Para que sobre vós recaia todo o sangue justo de ramado sobre a terra, desde o sangue do justo Abel até o sangue de Acrias, filho de Barakias.

A quem mataste entre o santuário e o altar? Em verdade, vos digo, que todas estas coisas vão devir sua presente geração, porque também mataram Cristo, o próprio filho de Deus. Júrus além, que matas os profetas e a pedrejas, os que te foram enviados. Quantas vezes quis eu reunir os teus filhos? Cris irmãos, Jesus Cristo ensinou com a autoridade que precisamos de ser o mesmo por dentro do que somos por fora.

Vejam, por exemplo, a Mateus capítulo 7. Mateus capítulo 7. Versículo 29. Isto é ao fim do sermão do monte. Porque ele preferiu estas palavras do sermão do monte, estavam os multidões maravilhadas na sua doutrina do seu ensinamento, ele as ensinava como quem tem autoridade, e não como describas.

Ele falava com autoridade, e não só falava com autoridade, é porque ele era o rei, o rei do reino. Mateus descreveu aqui que, de acordo com estes boces, recebe o biográfico que ele era o rei profetizado, o filho de David e o filho descendente da Abraham, aquele assimento prometido. E ele falou com autoridade. Jesus Cristo, quando falou, não esteve a citar historiadores, ou coisa assim, não. Não citou ninguém, exceto o Pai. Ele simplesmente disse, este é o caminho, falou com autoridade. E a sua autoridade veio da sua perfeita justiça. Ele só mencionou, como disse uma autoridade, o Pai. Ele, Jesus Cristo, é perfeita figura, digamos assim, de autoridade, porque ele é perfeita justiça, tem caráter perfeito.

E através disso, dessa autoridade, essa autoridade foi revelada pelos milagres que ele fez, que ele tem essa autoridade. E por isso fez milagres enormes. E por isso é que ele, a fim do versículo 29, capítulo 7, depois diz assim, ora descende-o do monte, grandes multidões o seguiram. E então ele demonstrou essa autoridade pelas suas ações. Falou com a autoridade e fez ações, ou milagres, ou atuou com essa autoridade.

Primeiro, o exemplo aqui foi que ele curou um luproso, um luproso que as pessoas, os deuses nem criam ele perto, quanto menos do carnel, ele tocou neles, como diz assim, tocou no luproso. Capítulo 8, versículo 3. E dizendo assim, quero, fiquem limpo. E essa luproso imediatamente ficou limpo, demonstrando a autoridade de Jesus Cristo. Falou com a autoridade e atuou com a autoridade. Depois, imediatamente, curou o criado de um centurião, de um gentil. E o centurião disse, olha, não precisas vir à minha casa, porque eu sou uma pessoa com a autoridade, eu mando uma instrução e diz, e aí se faz, não precisas de vir.

Pois foi que lhes aqui, em Mateus 8, versículo 9, pois também eu sou homem sujeito à autoridade, tendo soldados à minha ordem, e diz-me, este vai, ele vai, e eu outro vem, ele vem. E o meu cérebro faz isto, e eu o faz. E tu, Jesus Cristo, disse o centurião, basta simplesmente dizer-se, não precisas de vir à minha casa, e será feito, porque tens autoridade. Ele aceitou autoridades do Cristo. E vê-se aqui, que o criado deste centurião foi curado, demonstrando autoridades, o Cristo pregou com autoridade, e atuou de acordo com essa autoridade. E depois vê-se a cura da sogra de Pedro, que ele também curou. A sogra Pedro curou, por isso, um leproso, curou um gentil, e curou uma pessoa judaica, demonstrando a autoridade.

Ele atuou, nessa, de acordo com essa autoridade. E, por isso, ao fim dessa secção, então, Mateus, Mateus levi, disse, chegar a tarde, tronçelham-nos muitos endominados, no versículo 16. Mateus 8, versículo 16, chegar a tarde, tronçelam-nos muitos endomininhados, e ele meramente, com a palavra, explodiu os espíritos, e curou todos, os que estavam doentes. Deve-se aqui a autoridade dele, para que se comprisse o que for adído por o intermédio de profetas aias. Ele mesmo tomou as nossas enfermandades, e carregou as nossas doenças.

Aqui, Mateus, Mateus levi, demonstrou o comprimento da primeira vinda de Cristo, que era para nos perdoar das nossas enfermidades espirituais, e carregar as nossas doenças espirituais. E o exemplo físico representa espiritual, porque, ao fim de contas, o importante desta vinda de Cristo, é de nos curar desta doença espiritual que temos, que é esta corruta natureza humana. Que é uma doença que nós temos, digamos assim. E ele usou nada mais, nada menos, que Isaías 53. Ele citou o profeta Isaías dizendo, ele mesmo tomou as nossas enfermidades, carregou com as nossas doenças. Mateus levi, demonstrou que Isaías 53 representa Jesus Cristo. É um comprimento da vinda de Cristo, como macias, mas não como macias para reinar nesta primeira vinda, mas macias para nos perdoar através do seu sacrifício. Vejam, então, Isaías 53. Isaías 53. Vejam aqui, Isaías 53, versículo 1, quem creu a nossa pregação e a quem foi revelado o braço do Senhor, porque foi subindo como renovo para ele e como raiz de uma terra seca. Não tinha aparência nem formosura. Jesus Cristo não tinha aparência nem formosura. Olhámo-nos, mas nenhuma beleza havia que nos agradasse. Os judeus não reconheceram, não viram como grande beleza. Versículo 3. Era desprezado e o mais agitado entre os homens. Desprezaram Jesus Cristo, até o mataram. Homem de dores e sabe o que é para dizer. Isto é sofrer. E como um de quem os homens esconde o rosto. Pessoas atuam como se sejam envergonhados. Era desprezado e de ele não fizemos caso. Não fizeram caso onde Jesus Cristo. Quem era? Um messias não é um messias. É um falso porque um messias vinha a reinar e ele não reinou. Mas está aqui esta profecia que os judeus não entenderam, que é aplicável à primeira vinda Jesus Cristo. Certamente ele tomou sobre si as nossas infrimidades e as nossas dores. Isto é o que foi citado em Mateus 8, versículo 17, que acabei de ler há pouco. Levou sobre si e nós reputávamos por aflito, ferido de Deus e oprimido. Nós dissemos, o povo disse, olha, olha, Deus oferiu. Mas ele foi traspassado. Isto é furado de lado a lado e o sangue saiu. Pelas nossas transversões, moído pelas nossas iniquidades, o que estiga que nos traz a paz estava sobre ele e pelas suas pisaduras, pelas suas ferilas, pelas suas chagas, somos sarados. Físicamente, mas mais importantemente, espiritualmente. Queridos irmãos, Mateus, Mateus Levine, escreveu a epístola de Mateus para o judeus. Com o judeus em mente, demonstrando que Jesus Cristo era o rei, demonstrando que ele era o messias profetizado, mas demonstrando também que ele tinha que sofrer. Queridos irmãos, outros estudos, no futuro, abordarei estes discursos que são descritos no livro, na epístola de Jesus Cristo, segundo Mateus, falando acerca destes cinco discursos, como serei então com o sermão no monte e os outros, até ao próximo estudo bíblico.

Mateus descreve Jesus Cristo como um Rei, filho de David, filho de Abrão - o Messias profetizado!

Também descreve os ensinos de Jesus acerca do arrependimento e que não podemos ser hipócritas.

Mas também demonstra que era necessáário que o Messias seguisse para Jerusalém e sofresse muitas coisas dos anciãos, dos principais sacerdotes e dos escribas, ser morto e ressuscitado no terceiro dia. Isso os judeus não entenderam.

Este estudo Bíblico introduz o envangelho com uma perspectiva judaica.

 

 

Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).