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CREDITOS DE VINCÊNIA Bom, dee-o-boa tarde, queridos irmãos, aqui aos campos. Cada um dos escritores dos quatro evangelhos da vida de Cristo, Mateus, Marcos, Lucas e João, cada um desses escritores, descreveu os acontecimentos à volta da vida de Cristo, de acordo com a sua própria perspectiva, sua própria maneira de ver e pensar, e exibiu qualidades que viram, esses escritores viram, no caráter de Jesus Cristo. Também poseram a sua própria ênfase, em certos aspectos de vida de Jesus Cristo e de seus ensinos. E isso, está claro, foi com o golo em meta desse escritor, desse evangelho, que foi inspirado por Deus. Olhando ao caso de Mateus, que era um Levita, chamava-se Leví, e que era um colector de impostos, isto é um publicano, e os publicanos eram apontados a essa responsabilidade por César, esse apontamento, essa responsabilidade era um apontamento para a vida inteira, e, por isso, Leví era conhecido como uma pessoa com bastantes recursos financeiros, digamos assim, poderia-se dizer, uma pessoa com melhores condições físicas, digamos, talvez mais rico. E, por isso, tinha um nome que não era muito aceitável, não era, digamos assim, um bom nome, uma boa reputação, porque aqui havia um membro do grupo Levítico, Leví, que era um cobrador de impostos. Mas, entretanto, o Evangelho de acordo com Mateus, por causa do pano de fundo, da história, da família que ele era, é endressada, quer dizer, a maneira que foi escrito o Evangelho de acordo com Mateus, foi, por causa de Israelitas, e, particularmente, por judeus, e revelando Jesus Cristo como rei. Vejam aqui, por exemplo, em Mateus capítulo 1, Mateus 1, versículo 1. E podem pôr uma marca aí em Mateus, porque vamos olhar ou ler a seção de Mateus aqui várias vezes. Mas, vejajemos, então, Mateus 1, versículo 1.
Diz assim, livro da genealogia de Jesus Cristo, filho de David, filho da Brão. Então, vejam aqui a genealogia do M. Jesus Cristo, palavra Cristo, que significa M. para os judaicos, que falavam língua ebraica, por isso seria Jesus o M. de David, filho de David, e ver se a genealogia dele, que era filho de David, que era dessa linha de reis, e particularmente filho da Brão, que é filho desse convênio, desse acordo, dessa aliança, de um reino que viria de Abrão. Vejamos também aqui, em Salmo 89. Salmo 89, vamos ver aqui, no versículo 20. 89, versículo 20 diz assim, Encontrei David meu servo, como meu santo óleo, o ungi. Quer dizer que David foi ungido como um rei. E veja um bocadinho mais adiante, no mesmo capítulo, no versículo 29, diz assim, farei durar para sempre a sua descendência e o seu trono, como os dias do céu. Ora, significando que, olhando isto a duas maneiras, uma maneira é que os seus descendentes renariam para sempre, mas a sua descendência, no singular, representando Jesus Cristo. Jesus Cristo, a sua descendência e o seu trono, que duraria para sempre. Duraria para sempre. Por isso, ve-se, aqui, Mateus, a introduzir o evangelho de acordo com Mateus, vamos dizer que Jesus Cristo era messias através da sua genealogia e também através da profecia profético, porque era messias profético. Então, o livro, ou digamos assim, o evangelho de acordo com Mateus, tem, digamos assim, dois esboços, dois pontos de sublinhar e de seguir o livro, assim como dois esboços. Um é biográfico. Isto é que demonstra como o filho de David cumpriu as profecias de ser conhecias.
E o outro esboço era um esboço tópico. Isto é de temas em que ve-se os discursos, cinco discursos, acerca dos ensinos Jesus Cristo.
Ora, como disse, são dois esboços, digamos assim, um é biográfico, que é, digamos assim, iniciado com as palavras daquele período adiante, palavras desse gênero. Vejam, por exemplo, aqui, o primeiro esboço, o primeiro é que são, digamos assim, os seus primeiros anos, de Mateus 1 até Mateus 4, versículo 16. Mas depois veja aqui, em Mateus 4, versículo 17, dizes, daí por adiante, quer dizer, daqui por adiante, daquele período adiante, a seguir, passou Jesus a pregar e a dizer arrependei-vos porque está próximo o reino dos céus. Arrependei-vos porque está próximo o reino dos céus. E, que dizem, irmãos, este é o meu tema hoje. O meu tema hoje é acerca deste princípio de Jesus Cristo aqui, que ele, na sua vida, teve uma fase do seu ministério, no seu ministério físico, em que teve, digamos assim, uma chamada ao arrependimento, porque o reino de Deus estava perto. O que diz aqui? Porque está próximo o reino de Deus, está próximo o reino dos céus. E, então, dessa secção de Mateus 4, 17 até 16, versículo 20, está a essa secção de uma chamada ao arrependimento, uma chamada ao arrependimento. Mas, depois, começando no versículo 21, diz assim, desde esse tempo, daí adiante, depois disso, vence uma outra fase. Diz assim, como sou Jesus Cristo a mostrar a seus discípulos, que era necessário seguir para Jerusalém, e sofrer muitas coisas dos anciões, dos principais sacerdotes e dos escribas, e ser morto e suscitado no terceiro dia. Aqui, vence que estava a aproximar o período de que Jesus Cristo estava a dizer, estava a sublinhar, a ensinar aos discípulos que Ele tinha que sofrer e que tinha que ir a Jerusalém para sofrer. Quer dizer, o período desta parte central do seu Ministério, de chamada ao arrependimento estava basicamente chegando à sua conclusão, e agora estava a dizer que tinha que ir a Jerusalém para sofrerem e morrerem. E, então, isso começa nessa secção de Mateus 16,21, e continua até 26,15. Agora, se verem Mateus 26,15, ou aliás, a...
Desse aqui, no versículo 16, 26,16, e desse tempo em diante, tendo completado esta parte de avisar aos irmãos que tinha que ir a Jerusalém para ser sacrificado a sofrer, desde esse momento adiante, desde esse versículo 26,16, e desse momento em diante, buscava ele uma ocasião para o entregar. Isto é o Judas Scariotes, quer dizer que estavam à busca de uma oportunidade para o matar. Que isto é a parte final, parte final de que ele ia ser matado. E por isso, vence de uma maneira biográfica. Vence esse esboço no livro de Mateus. Primeiros são os seus primeiros anos, depois, uma parte central de Mateus 4 até Mateus 16, que é uma chamada para arrependimento. E depois, ele avisa e começa a ensinar aos irmãos que tinha que ir a Jerusalém para sofrer. E depois, vence que estavam a planear aqui para o matar. Biográficamente, vence este esboço. Além disso, há um esboço tupical, que é de tópicos, ou é de temas, em que há cinco blocos de ensinamento. Isto é cinco discursos de Jesus Cristo. Isto é o que ele ensinou, os seus ensinos. E essas secções são geralmente concluídas com frases deste género, que diz assim, quando Jesus completou dizer estas coisas. Vejam que, por exemplo, em Mateus 7, 28, que é ao fim do sermão do Monte, Mateus 7, 28, diz assim, quando Jesus acabou de aprofuir estas palavras. Isto é ao fim do sermão do Monte. Depois, acabou, digamos assim, esse ensino, esse primeiro discurso dos seus ensinos. E, então, depois continua com esta secção biográfica acerca da sua chamada para o repenimento. Então, esta secção é os capítulos 8 e 9. Percebemos o primeiro discurso, foi o sermão no Monte, e depois do sermão no Monte, vem esta secção de Mateus 8 e 9, que é este, digamos assim, este esboço biográfico, que está a explicar através de milagres que Jesus Cristo era o Messias. Mateus está aqui a explicar através dos milagres que ele fez, através dos grandes milagres que ele fez. Ele era o Messias. Mas, ao fim de contas, está a dizer aqui, como se leia Mateus 9, versículo 13, está a dizer, Deus quer misericórdia e não quer holocausto, não quer sacrifícios, quer misericórdia. Depois dessa secção de Mateus 8 e 9, vê-se, em Mateus 10, um outro discurso, o segundo discurso. Nesse segundo discurso, Jesus Cristo dá direções aos seus apóstolos, de o que têm que fazer, digamos assim, uma sessão de treino e dá certos avisos. Por isso, vê-se aí, a chamada dos apóstolos e a sua missão, vê-se que os apóstolos eram aqueles que foram chamados por Jesus Cristo para serem os testemunhos, para dar o seu testemunho da vida dele e da sua receboração, e por isso, para proclamarem o Evangelho do rei de Deus e Jesus Cristo. Porque Jesus Cristo tinha uma responsabilidade de abrir a porta para esta entrada do reino através do seu sofrimento. E, por isso, vê-se aí, em Mateus 10, três tipos de ensinos. A primeira seção é Mateus 10, versículo 5 a 15, que é as direções e as instruções breves da missão destes apóstolos. Depois de versículo 16, a 23 são avisos das implicações, das dificuldades de quando estão a pregar o Evangelho, que vão ser perseguidos. E depois, do versículo 24, até o fim deste capítulo, 42, dá o que chamamos o encorujamento. Sim, não esconde a verdade, diz-se que sim, vão ser coisas difíceis, vai haver muitas dificuldades, mas vai haver um julgamento, vai haver um julgamento. E, por isso, uma vez mais, dá uma chamada nesta mensagem, uma chamada ao arrependimento. E, por isso, diz-se, não tenham medo, não tenham medo. Porque o Disciple tem que seguir o seu Mestre em tudo. E eu cobrei isso, no último sermão, à seca deste tema de Mateus. Depois, vamos para o capítulo 11. No capítulo 11, então, Jesus Cristo continua, a perdão Mateus continua, com o esboço biográfico de Jesus Cristo, nesta secação, nos capítulos 11 e 12.
Por isso, vimos, este esboço biográfico foi nesta chamada para arrependimento. Houve uma primeira secção, que, ao subsecção, nesta chamada para arrependimento, a demonstrando que havia milagres que aprovavam que Jesus Cristo era o Mestre. Isso foi Mateus 8 e 9, como mencionei. Agora, nos capítulos 11 e 12, temos, digamos, que uma segunda subsecção deste assunto biográfico acerca da chamada ao arrependimento. E, nesta subsecção de capítulos 11 e 12, está a descrever várias profecias e dá avisos para se arrependerem. Profecias que era Jesus Cristo, que Jesus Cristo era o Mestre, e, por isso, que ele estava a cumprir a profecia de que ele, de facto, era o Mestre, e dá avisos para as pessoas a tomarem atenção à sua chamada, à chamada de Cristo, para o arrependimento. E demonstra, por exemplo, que o povo estava teimoso e só estava interessado em um sinal, e diz só, estou em sinal, mas tenho que se arrepender, tenho que se arrepender. E, depois dos capítulos 11 e 12, volta, de novo, a outro tema, a outra secção de tópicos, de tema que há cerca do rei de Deus, e dando sete parábolas à cerca do rei de Deus, em Mateus 11.
Ora, assim sendo, nós já cobrimos até Mateus 10, em sermões prévios, e por isso, hoje, queremos continuar com Mateus 11. E, em Mateus 11, começando no versículo 2, diz assim, quando João ouviu, no cárcero, falar as obras de Cristo, mandou, por seus discípulos, perguntar-lhe. E aqui, vê-se, que estão agora a dar situações, ou provas através de profecias, que Jesus Cristo era um messias. E, em pão de importante entender isto, está a dar provas através de profecias, que Jesus Cristo era um messias. Por isso, Mateus não está a descrever a vida de Cristo, precisamente, exatamente, em, digamos assim, uma perfeita sequência de eventos, um depois do outro. No meu geral, sim, os eventos um saem no outro, mas, especificamente, por exemplo, este evento aqui, a cerca de, quando João ouviu no cálcio, isto aconteceu antes de Jesus Cristo ter escolhido os seus 12 apóstolos. Ora, para terem, digamos assim, uma sequência de eventos ou de acontecimentos, exatamente de acordo com a vida de Cristo, um após o outro, temos que ver isso em Lucas. Vejam brevemente comigo, se faz favor, Lucas capítulo 1. Lucas capítulo 1. Em Lucas capítulo 1, vejam assim, visto que o Lucas 1 versículo 1, visto que muitos houve que empreenderam uma narração coordenada dos fatos que, entre nós, se realizaram, conforme se transmitiram os que, desde o princípio, foram deles testemunhas, oculares e ministros da palavra, igualmente a mim, me pareceu, bem, depois da curada investigação de tudo desde a sua origem, de arte por escrito, esse lentíssimo diófilo, uma exposição em ordem. Está aqui, em Lucas, uma exposição em ordem, numa sequência exata. Por isso, para termos a sequência correta dos acontecimentos, um após outro, temos que comparar com Lucas. Mas o que estou a dizer é que, aqui, em Mateus, Mateus inicialmente, começou a cerca da vida de Cristo, depois está a dar este ensino biográfico, a cerca da chamada para o arrependimento. O primeiro ponto que ele deu é que profecias das curas que Jesus Cristo fez foram provas de que ele era o Macias. Depois, ele descreve os ensinos de Jesus Cristo aos discípulos, para demonstrar que tem uma responsabilidade na missão de chamar o povo arrependimento. Depois, continua a dizer que Jesus Cristo é o Macias e aqui estão profecias cumpridas, ou citações de profecias que provam que Jesus Cristo era o Macias. E depois, em Mateus 13, fala acerca de sete parábolos que exemplificam o rei de Deus. E, por isso, vê-se assim uma sequência mais temática de temas, dando aqui no centro, parte central de Mateus, a dizer que Jesus Cristo é o Macias, e aprovar primeiro por milagres, depois dá mais ensinos de Jesus Cristo, e depois está a aprovar por profecias, que é o que lemos aqui, em Mateus 11 e 11. Então, voltando aqui a Mateus 11, quando João ouviu no cárcere, fará das obras de Cristo, mandou por seus discípulos perguntar. Por isso, quando João ouviu, quando isso aconteceu? Ele perguntou e aqui está a demonstrar através João Batista, profecias que Jesus Cristo é o Macias. E por quê? Porque João Batista tinha a responsabilidade de ser aquele que apontava profeticamente para quem era o Cristo. E por isso profeticamente é lógico que ele tinha que ser aquele que demonstrava profeticamente que Jesus Cristo era o Macias.
Continuando a ler aqui, João Batista disse assim, mandou por seus discípulos perguntar. É-se tu aquele que estava para vir ou vemos disparar outro? Ora, por que que João Batista fez essa pergunta? Bem possivelmente para o bem dos seus discípulos. Mas não é que João Batista duvidasse que Jesus Cristo era o Macias, mas a pergunta estava. Então a profecia era que os presos iam ser libertos, ou libertados, doentes e os securados. Então quando é que João Batista ia ser libertado da prisão? Porque estava na prisão. Versículo 4 Jesus respondendo, disse-lhes, ilha anunciar, João, o que estáis ouvindo e vendo. Os cegos veem, os coxios andam, os luprosos são purificados, os surdos ouvem, os mortos são ressuscitados e os pobres, e aos pobres, está sendo pregado o evangelho. O Jesus Cristo disse aqui, excitou, excitou, Isaías 35, versículo 4 a 6. Vejam aí brevemente, Isaías 35, Isaías 35, versículo 4 a 6. Dizem aos desalentados de Curação, sede fortes não tem mais, eis-voce Deus, a vingança vem, a retribuição de Deus, e Ele vem e vos salvará. Então se abrirão os ógeos cegos e se desempirão os ouvidos surdos, os coxios soltarão, como servos, e a linho dos mudos cantará, pois ácora rebentarão no zerto, ribeiros no ermo. Dessa aqui, Jesus Cristo apontou a esta profecia do rei de Deus. Aí vence que esta obra de Jesus Cristo é fazer estes milagres que já vimos na secção anterior, em Mateus 7, 8 e 9, perdão, vimos esses milagres. Jesus Cristo aponta para esses milagres. A Joaba Tista, aos discípulos, vamos dizer, isso é prova, que eu sou messias. Então, continuando aqui, vence que temos que olhar para as obras. Temos que acreditar baseado em obras. E, por isso, é que ele disse, Jesus Cristo disse no versículo 4, Ídanuncie a João o que estás ouvindo e vendo. Então, a ver estas obras. E vai anunciar a João que estão a ver estas obras. E depois diz assim no versículo 6, Ídanuncie a João o que está ouvindo e vendo. E bem-aventurado é aquele que não achara em mim motivo de tropeço. Por quê? Bem-aventurado é aquele que não achara em mim motivo de tropeço. Por quê?
Porque as coisas não iam acontecer da maneira que as pessoas esperavam. O João Batista não ia ser libertado da prisão e a morrer.
E o João Batista entendeu isso.
E disse, bem-aventurado, se não ficasse ofendido. Por quê? Vejam como se faz que forem. Ezaías 8, versículo 13 a 15. Ezaías 8, versículo 13 a 15. Ezaías 8, versículo 13 a 15. Ezaías 8, versículo 13 a 15. Ao Senhor dos exércitos, a Ele santificar, seja Ele o vosso tumor, seja Ele o vosso espanto, Ele vos será santuário. O Senhor dos exércitos, Jesus Cristo, o que nos vai ser? A nossa esperança, a nossa esperança da salvação. Mas será, digamos assim, também, mas será pedra de tropeço e rocha de ofensa. Ao mesmo tempo, muitos vão estar ofendidos. Vejam assim, as duas casas de Israel, isto é, Israel e Judá, lá se armadilha aos muradores da própria cidade de Jerusalem. Muitos dentro de eles tropeçaram e caerão, serão cobrantados, elançados e presos.
Por isso, Jesus Cristo enviou a Joamá, a ter-se tomado a mensagem importante. Não fique sofendido. Não fique sofendido. Enfim, de contas, Joambatista sabia muito bem que muitos dos profetas tinham morrido. E aqui vence um comprimento de outra profecia. Por isso é que Jesus Cristo disse a Mateus 11, versículo 4, ir denunciar a Joao que estás ouvindo e vendo. Mas bem-aventurado é Joambatista, que se não achares em mim motivo do tropeço.
E depois, então, tendo partido eles, leste no versículo 7 de Mateus 11, passou Jesus a dizer ao povo a respeito de Joambatista, que saíste a ver no deserto. Um caniço agitado pelo vento, uma coisa que anda para a esquerda, para a direita, na sim, para a colar, um profeta que não tinha confiança e dizia, não dizia, não, não. Joambatista não vacilou, não tinha dúvidas. Foi forte. E por isso é que Jesus Cristo disse, que não vamos ver, é um grande profeta, porque não fica ofendido. E o versículo 8 diz assim, e sim que saíste a ver, um homem vestido de roupas finas, um homem e feminado com roupas assim, meio femininas, muito bonitinho, ou os que vêm roupas, vestem roupas finas, assistem nos palácios. São reis com as suas roupas, desse géner, nessa sociedade.
Joambatista era firme na sua virtude. Era firme na sua virtude. Versículo 9. Mas para que saíste? Para ver um profeta? Sim. Eu vos digo, e muito mais que um profeta. Muito mais que um profeta.
Por quê? Porque Joambatista não era só um profeta, mas foi profetizado que viria. Os outros profetas não foram profetizados, mais que um profeta. Um profeta profetizado.
Escolhido para essa responsabilidade, desde o momento que foi gerado pelo pai. Pai dele.
Sim, vos digo, muito mais que um profeta. Versículo 10. Este é de quem está escrito. E aí, eu envio diante da tua face, o mensageiro, que é Joambatista, no qual preparar o teu caminho diante de ti.
Cris irmãos, vocês sabem, provavelmente a sua Bíblia tem uma marcasinha, ele diz, é Malachi 3, versículo 1. Então, vamos ver Malachi 3, versículo 1. Acho que eu envio o meu mensageiro, Malacca, Joambatista, que prepara o povo diante de mim. Eu, envio, eu o Senhor envio, que prepara o caminho diante de mim. De repente virá, ao seu templo, o Senhor. O Senhor.
YHWH, o Iawa, a quem vos buscais, o anjo da aliança, a quem vos desejais, Eis que ele vem, diz o Senhor dos exércitos.
Eu vou enviar o meu mensageiro, que virá antes de mim.
De repente virá, ao seu templo, o Senhor. Que Jesus Cristo. Antes de mim, que Jesus Cristo. Eu vou mandar o mensageiro, que Joambatista, virá antes de mim, que Jesus Cristo. E virá ao seu templo o Senhor. Deus. O Iawa. A quem vos buscais. O anjo da aliança, o malá, o mensageiro da aliança. A quem vos desejais.
Eis que ele vem, diz o Senhor.
Dos exércitos, diz-o-sim. Caminho direito de mim. De repente. Vamos aqui, que Jesus Cristo é divino, que Ele é o Senhor. E que diz assim, que Ele virá ao seu templo, ao seu templo. Ele virá, ao seu templo. O Senhor virá ao seu templo. Na primeira vinda de Cristo, Jesus Cristo, esteve presente, no templo físico. Na segunda vinda de Jesus Cristo, Jesus Cristo virá ao seu templo, que é a igreja de Deus, que somos nós. Primeiro corinte, os capítulos 3. Primeiro corinte, os capítulos 3.
No parálogo 16 e 17. Não sabéis que sou o santuário de Deus? Ele virá ao seu santuário, ao seu templo. E que o Espírito de Deus habita em voz, se alguém destruir o santuário de Deus, Deus o destruirá, porque o santuário de Deus, que sois voz, é sagrado. É sagrado.
O de Reneita, um alheira, em Mateus, capítulo 11.
Em verdade, vos digo, entre os nascidos de mulher, ninguém apareceu maior que João Batista. Ele é um grande profeta. Não há ninguém maior que João Batista, porque foi profetizado e demonstrou o cumprimento, a cumprição das profecias de quem era o messias.
Foi ele que apontou para o próprio messias, um grande profeta. E, por isso, João Batista foi uma prova profética de que Jesus Cristo era o messias.
A versículo 11, segunda parte aqui, mais ou menor no rei de Deus, é maior que ele. Embora ele seja um grande profeta e que foi profetizado para demonstrar o caminho, o verdadeiro messias, a menor pessoa no rei de Deus, na resolução, quando vai estar no rei de Deus, vai ser muito maior em poder e glória no reino do que João Batista. Quando estivermos no rei de Deus, vamos ser então muito maiores que João Batista.
Desde o dia João Batista, versículo 12, até agora, o rei dos céus é tornado, é tomado por esforço.
Desde que João Batista agora anunciou que o rei de Deus está aqui e está aqui o o messias, o rei dos céus é tomado por esforço. Para nós estarmos no rei dos céus, vamos ter perseguições, vamos ter dificuldades. E os que se esforçam, se apoderam nele, temos que vencer até ao fim. Temos que vencer até ao fim. Continuando no versículo 13. Porque todos os profetas e a lei profetizaram até João. A lei apontava para os os cristos, os sacrifícios apontavam para os os cristos. Em género, já no capítulo 3, apontava para os os cristos.
Mas este, disse, que haveria um profeta maior que eu, que vocês têm que ouvir. A lei apontava para os os profetas, apontava para o rei de Deus, para o milênio, para o rei milenial e para o reino, para lá. E para este rei, que era Jesus Cristo. Por isso, todos os profetas e as leis profetizaram até João Batista, incluindo João Batista. E, se o Coréio reconhecer, ele mesmo é a Elias, que está a provir. E se, queres de facto entender isto, porque todo te dizer agora uma coisa que vocês não sabiam, se queres de facto entender isto, queres reconhecer. E se você não sabe, queres de facto entender isto, queres de facto reconhecer. Deixe-me dizer-te, que João Batista é o Elias. Não é só um mencegeiro, apontar para a vinda de Cristo, ele é o Elias. Mas, está claro, não era a pessoa Elias. Não era a pessoa Elias. Não era Elias em pessoa. Era o Elias por vir. Vejam em Lucas capítulo 1 versículo 13. Lucas capítulo 1 versículo 13.
Aqui, quando o pai João Batista foi dito que ia ter um bebê e que o nome dele que ele devia dar a ele o nome de João, vejam aqui em Lucas capítulo 1 versículo 13, diz assim, disse-lhe porém o anjo. Zacarias, não tem mais. Progatoração foi ouvida e Isabela, tua mulher te dará alujo no filho a quem vais dar o nome de João. João Batista. Em ti, haverá prazer e alegria. E muitos se reurgizarão com seu nascimento. Pois ele será grande diante do Senhor. Não me bravinho nem bebida forte e será cheio do Espírito Santo. Já do ventre materno. Já do ventre materno vai ter o Espírito Santo. E ele converterá muitos dos filhos de Israel ao Senhor Seu Deus. Porque vai apontar as pessoas para se converterem a Deus. E irá adiante do Senhor. Vai à frente do Senhor no Espírito e o poder de Ilias.
Jesus Cristo disse. João Batista é o Ilias. Está claro, não é. O Ilias os solicitado, mas era no Espírito, no poder de Ilias. Para converter o coração dos pais aos filhos, converter os obedientes à prudência do Justi, e habilitar para o Senhor um povo preparado. Está a citar Malachias 4. Vejam, então, Malachias 4, versículo 5. Malachias 4, versículo 5. Eis que você envierei o profeta Ilias.
Que foi João Batista. Mas é o profeta por vir ainda. Eu vos irei o profeta Ilias. Está claro, não é o Ilias os solicitado, mas é João Batista que estava no poder e no Espírito de Ilias. Antes que venha o grande e terrível dia do Senhor, ele converterá o pão, o coração, perdão dos pais aos filhos, e o coração dos filhos aos seus pais, para que eu não venha e fira com maldição.
Aqui está um significado duplo. Porque João Batista veio no Espírito de Ilias. Mas Ilias virá antes do grande e terrível dia do Senhor, que é a segunda vinda de Cristo. E, por isso, Cristo tem a primeira vinda, a segunda vinda, e Ilias veio João Batista no Espírito e no poder de Ilias, e virá antes da vinda de Cristo. Aqueles que farão esta obra, semelhante à obra que nós estamos a fazer agora, no Espírito de Ilias. Para quê? Para converter as pessoas, para converter o coração dos pais aos filhos e coração dos filhos aos seus pais. É a obra da Igreja deus unida, no Espírito de Ilias. Para que Jesus Cristo não venha e vira a Terra com maldição. Queres irmãos, por isso nós, precisamos ter cuidado, como nos comportamos? Estamos a viver de maneira correta, ou não?
Então, continuando em Mateus, capítulo 11, versículo 15, acabamos de ler versículo 14. Quem tem ouvido para ouvir, oiça. Toma atenção a isto. Mas a quem é a ir comparar esta geração? É semelhante a meninos que, sentados nas praças, gritam aos companheiros. Quem é que posso comparar as pessoas hoje em dia? As pessoas hoje em dia, que os irmãos, é como crianças. Estamos a tratar aqui do negócio sério e não tomam atenção a isto.
Você está a tomar atenção a isto, ou isto é uma brincadeira? Compa crianças? Ou estão a tomar isto de coisa séria?
Versífios a sete. Nós vos tocamos flata e não de sas. Nem toamos lamentações e não plantear. É como as crianças, olha, vamos brincar nisto. Não, não, vamos brincar naquilo. E estão aqui, de um lado para o outro. Nada os agrada. Eu quero isto. Não, eu quero aqui. Não, faz desta, não. Não, faz da outra.
Mas que geração em que vivemos, queridos irmãos? É uma geração? Esta geração? Quem é quem de comparar esta geração? É uma geração teimosa. Teimosos não querem fazer o que Deus diz para eles fazerem. São teimosos.
Perversos. Isto também é o agendia. Olhem para as pessoas que estão a sarprender. Estamos aqui a pregar o evangelho, quando as pessoas estão a aprender e mudar o caminho. Muito poucas. Muito poucas. Porque são teimosos. Por que? Porque é uma chamada para o arrependimento e não se estão a arrependerem. Verso 18. Pois vejo um que não comia nem bebia e dizem olha, tem um domónio. Pois vejo o filho do homem que come e bebe e dizem olha, é um glutão e bebedor de vinho. Amigo do publicanos e pecadores.
Amigo dos coletores de impostos e pecadores. Que lhes irmãos. São bocão crianças. São teimosos. São tão sempre para arranjar uma coisa para dizer mal. Tão sempre para arranjar uma coisa para dizer mal. Mas a sabedoria é justificada pelos seus obras. O que é? Vamos ver aqui a sabedoria do mundo. A sabedoria do mundo. E este mundo é perverso. E os seus seguidores justificam-se assim próprio. Então se justificar. Por que? Porque não se estão a arrepreender. Vejam o primeiro que o seu seguidor justifica. O que é? O que é? O que é? A arrepreender. Vejam o primeiro coríntios capítulo 1. Primeiro coríntios capítulo 1. Versículo 21. Primeiro coríntios capítulo 1.
Versículo 21 é 24.
Viste como na sabedoria de Deus, o mundo não o conheceu por sua própria sabedoria. A prova de Deus salvar os que creem pela loucura da pregação. Porque quanto os deus pedem sinais como os gregos buscam sabedoria. Mas nós pregamos a Cristo crucificado escândalo para os deus, loucura para os gentios, mas para os que foram chamados tanto deus como gregos, pregamos a Cristo, poder a Deus e sabedoria de Deus. Porque a loucura de Deus é mais sábia que os homens e a fraqueza de Deus. É mais forte que os homens. Esse aqui, o mundo, tem esta sabedoria e tem as suas obras justificando a sua sabedoria, mas a sabedoria do mundo. E por isso Deus nos dá tempo para arrependermos. Porque há uma chamada para arrependimento. E a pergunta é estamos a arrependermos ou não? Temos que nos arrependermos. E por isso, então, Jesus Cristo dá um, digamos assim, um toquezinho vejam aqui em Mateus capítulo 11 versículo 20. Ah, elas assim, um toquezinho, uma tareiazinha. Porque elas não estavam a ouvir a chamada ao arrependimento. É o que se passa hoje em dia. A maioria das pessoas não estão a ouvir a chamada ao arrependimento. Arrependimento. Arrependê-los, porque o reino está próximo. E as pessoas estão a arrependerem? Não. Não. Por isso, ele diz, passou então Jesus em que para as cidades, nas quais ele operava numerosos milagros pelo fato de não se terem arrependido. Ai de ti, curazinho, ai de ti, Batshida. Cidades. Por que ela era? Porque em Tiro e em Sidon, se tivessem operados milagros que em voz fizeram, há muito que elas teriam arrependido com pano de saco e cinza. E não tudo vos diga, Diro e Juízo, haverá menos rigor para Tiro e Sidon do para vós outras. No Diro e Juízo, vocês vão estar com estas outras cidades que vocês hoje em dia vão estar com Tiro e Sidon juntas. E vai haver menos rigor para essas, para o Tiro e para Sidon do que para vocês. Por que? Porque vocês têm que omecias a vos dar uma chamada para arrependimento e eles não tiveram. No versículo 23, você vai levar dias, para ventura até o céu, de saraz até o inferno, ou até o rei des, até a sepultura, porque se é em Sudoma, se tivessem operados milagres que em ti se fizeram. Teria ela permanecido até ao dia 2. Se Sudoma tivesse tido estes milagres, estas pessoas de Sudoma tinham-se arrependido. Digo-me, porém, que menos rigor haverá no dia de juízo para comter a Residoma do que para contigo. O Cristo está a dizer que vai haver um dia que estas nações e estas pessoas vão retornar às condições em que estavam. Isto é, vai haver uma resurreção e vão estar vivos nas condições que estavam. Vejam em Ezekiel capítulo 16. Ezekiel capítulo 16.
Ezekiel capítulo 16. Versículo 53 e 55.
Restaura-rei a sorte delas a de sua doma e de suas filhas a de Samara e de suas filhas e a tua própria sorte entre elas. Vejam no versículo 25. Quanto as suas irmãs, a de sua doma e as suas filhas tornarem ao seu primeiro estado. Vão-se tornar nações físicas de novo. E Samara e as suas filhas tornarem ao seu mesmo estado. Física. Resurreição. Física. Nós chamamos-a-se de resurreição. Também tu e as suas filhas tornareis ao seu avós primeiro estado. Gris irmãos, isto é, que falem na apocalipse capítulo 20. Apocalipse capítulo 20 versículo 5. Apocalipse capítulo 20 versículo 5. O resto dos mortos não reviveram até que se completasse os mil anos.
Ao início dos mil anos, é a primeira resurreição. Depois dos mil anos, os restos dos mortos foram ressurreiados. Será a segunda resurreição. E vão ser ressuscitados em uma vida física. Isso é o que se lê também em apocalipse 20, versículo 11, a 12, 11 e 12, vi o grande trono, aquele que, nela 60, de cuja presença fugiram a Terra e o céu e não se achou lugar para eles, e vi também os mortos, os grandes e pequenos. Isto é pessoas importantes, pessoas não tão importantes.
Postos em pé, estes terros recitados. Diante o trono, ali se abriam os livros, e sim a Bíblia, estes livros. Ainda outro livro, o livro da vida, foi aberto. Os mortos foram julgados. Segundo as suas obras, conforme se encontra escrito nos livros. Isto também se lê, por exemplo, em Romanos 11. Em Romanos 11. Vejam aqui um Paulo diz, em Romanos 11. Vejam no versículo 1. Romanos 11. Este capítulo é um capítulo mais grande, mais grande, mais grande, mais grande.
Mas diz assim, no versículo 1. Poi, terá a Deus porventura rejeitado o seu povo. Porque os estão cegos. Porque os não estão a ver. Não há nenhum. Porque eu também sou Israelita, de Sinense e da Bronda, tribo de Benjamin. Deus não rejeitou o seu povo, a quem dando-me mal o conheceu. Então, o que Paulo está aqui a dizer? Está azer, vejam, por exemplo, no versículo 25 e 26, do mesmo capítulo, do Romanos 11, diz assim, por não quer irmãos que inureis este mistério.
Para que não sejas presumidos em vós mesmos, que vem endurcemente em parte a Israel, até que haja entrado a primitudo dos antigos. E assim, todo Israel será salvo. Todo Israel será salvo, como está escrito. Virá-te-se a um libertador, e ele apertará-te a có, as impiedades. Estas pessoas vão ser ressuscitadas, e vão haver-me recorde a eles, a eles, dada a eles.
Isso se lê, por exemplo, em Zikil 37, onde se vê o Val dos Osso. Vê-se que são ressuscitados a uma vida física, e são dadas à oportunidade que nunca tiveram para se arrepender. E por isso é que dizem que é Mateus 11, versículo 21, dizem assim, o tiro e Sidon, e versículo 23, e o Sodoma vão estar com vocês no dia de juízo, ao mesmo tempo, a ser ressuscitados no mesmo período de tempo.
E por isso a mensagem de Jesus Cristo foi uma mensagem, foi uma chamada ao arrependimento. Em um aviso, as pessoas se não se arrependessem, haveria um julgamento. Por isso é que ele diz, no versículo 25, para que o templo esclamou Mateus 11, versículo 25, para aquele tempo esclamou Jesus graças de Dó, ao Pai, Senhor do céu e da terra, porque ocultaste estas coisas aos sabes, instruídos e às revelastes, aos pequeninos.
Esta sabedoria o mundo não tem. O mundo não tem. Por isso é que diz-me, a sabedoria é justificada por suas obras. O mundo não entende isso. Sim, ó Pai, versículo 26, porque sim, foi o teu agrado. Tudo-mõe foi entregue por meu Pai. Ninguém conhece o Filho, senão o Pai. E ninguém conhece o Pai, senão o Filho e aquela quem o Filho o quiser revelar. Aqui está um grande entendimento acerca do poder de Deus.
E por isso diz, vim da mim, vocês que estão cansados e sobrecarregados. E eu alivirei de mais sobrevós o meu jugo e aprendei da mim. Porque eu sou manso, sou humilde, sou gentil e humilde de coração e acherei descanso para a vossa alma, para a vossa vida. Vão ter descanso, porque o meu jugo é suave e o meu fardo é fefa. A única paz mental que nós podemos ter é vivermos o caminho de Deus.
E por isso, a caixamada de Deus para nós é mesmo hoje que era então. Arependá-vos por correndo de Deus. Está próximo!
O evangelho de Mateus revela Jesus Cristo como Rei.
Mateus segue um esboço biográfico para provar que Jesus Cristo é o Messias e ao mesmo tem 5 discursos de Jesus com os Seus ensinos.
Este sermão cobre uma secção dos eventos da vida de Cristo quando Ele descreve profecias que demonstram que Ele é o Messias.
Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).