Estudo Bíblico de Mateus 1

1 até 5:4

O nascimento e preparação de Jesus e o começo dos Seus ensinos no sermão do monte.

Transcrição

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Bom, deobotar-te, queridos irmãos, aqui é Jorge Câmbres. No mês passado eu iniciei um estudo bíblico dos evangelhos do Novo Testamento, começando com uma introdução ao livro, a Epístola, o Evangelho, digamos mais correctamente, de acordo com Mateus. E o meu sermão nesse mês foi uma introdução a este evangelho de acordo com Mateus. Mateus Levi, que era um publicano, ou digamos assim, uma pessoa que recebia impostos das pessoas e por isso tinha uma boa qualidade de marcar as coisas corretamente e foi inspirado, ele foi inspirado a escrever este evangelho particularmente para uma audiência judaica e foi escrito no ano de, cerca do ano de 60, 60 e pouco, era corrente, isto é, depois de Cristo.

Como mencinei, o livro de Mateus tem dois esposos, digamos assim, um biográfico e demonstrei que havia três secções nesse exposto biográfico, de Mateus 1 até Mateus 416, que era a século das profecias do nascimento e da preparação de Macias, depois havia uma segunda parte biográfica, de Mateus 417 até Mateus 1620, que falava acerca dos ensinamentos de Jesus Cristo, particularmente acerca da importância do arrependimento e depois daí até o fim do livro, que representa o sofrimento do Macias. Por outro lado, um outro esboço, um outro grande maneira de ver o livro de Mateus, é em grupos de materiais que representam o que Jesus Cristo ensinou.

Este é os ensinamentos de Jesus Cristo que estão divididos em cinco grupos e eu vou, neste sério de estudos, vou particularmente por, ou dedicar mais tempo, ou por uma ênfase maior, a parte dos ensinos de Jesus Cristo. Isto é o que ele ensinou. Estes dois esboços, digamos assim, essas duas visões como o livro de Mateus foi escrito, seguem o princípio, o ensinamento de como é que devemos viver e que a nossa maneira de viver tem que ser a mesma da maneira de como falamos.

Isto é, não podemos ser hipócritas. Nós temos que ser como Jesus Cristo e temos que dizer e fazer a mesma coisa que ensinamos. Temos que ser a mesma pessoa da maneira que pensamos e da maneira que vivemos. E por isso, como eu disse, como eu quero concentrar, particularmente nos ensinos de Jesus Cristo, eu vou rever, ou vou cobrir os capítulos 1 a 4 muito brevemente, porque são acerca das profecias do nascimento e da preparação de macias, mas o que quero, por um foco maior, é nos ensinamentos de Jesus Cristo.

E por isso, começando em Mateus 1, e olhando para ver aqui como começa no primeiro capítulo, de Mateus 1, é basicamente a linhagem de Jesus Cristo através do seu pai, do seu pai, digamos assim, legal, porque sabemos que o seu pai verdadeiro, real, o verdadeiro pai era Deus através do Espírito Santo.

Vejam aqui por isso a genealogia, diz assim, capítulo 1, versículo 1, livro da genealogia de Jesus Cristo, filho de David, filho da Brão, e aqui está o foco a dar esta genealogia, desde o versículo 1 até ao versículo 16, demonstrando que esta linhagem, através do pai físico, ou digamos legal, foi através da linhagem que vem de David, e por isso Jesus Cristo tem a linhagem como o filho do rei David. No outro livro que vamos ver, o outro evangelho, descreve a linhagem através da sua mãe, da mãe dele, mas neste aqui está a descrever a linhagem de Jesus Cristo, através do pai, e como vemos aqui, por exemplo, no versículo 16, e Jacob gerou a José, marido de Maria, da qual?

Nesseu Jesus, que se chama o Cristo. Também vemos aqui no versículo 20, que descreve muito bem, que diz assim, quando José viu que o seu esposo, ou que estava para se casar com ela, viu que ela já estava grávida, então ele ficou assim, sem saber como fazer isto. E então, vê-se aqui no versículo 20, quando poderava, nestas coisas, eis que apareceu em sonho, um anjo do Senhor, dizendo, José, filho de David, não temas a receber Maria na tua mulher, porque o que nela foi gerado, é do Espírito Santo.

Como lemos ao fim do versículo 18, achou-se grávida pelo Espírito Santo. O que significa aqui, é que o pai é Deus, é o pai, e foi gerado através desta semente, deste poder do Espírito Santo. E depois, vê-se também no versículo 25, no versículo 25, contudo, ao fim deste capítulo 1, contudo José não aconteceu, enquanto ela não deu à luz um filho a quem pôs o nome de Jesus. E por isso ela deu de nascer ao bebê, que era o menino, que era Jesus, sendo virgem, porque nunca veio a conhecer uma pessoa, um homem, e por isso foi gerada por este poder milagroso através do poder do Espírito Santo de Deus.

Depois, no capítulo 2, no Mateus 2, vê-se aqui que diz assim, atendo Jesus nascido em Belém, da Judea, em Dias do Rei Erodes, a Esquivieram uns magos do oriente a Jerusalém, e perguntavam onde está o recém-nascido o Rei do Judeus. Para o Judeus, para uma audiência judaica, era importante sublinhar este ponto, que ele é o Rei dos Judeus.

Omecias da linhagem do Rei David, porque vimos a sua estrela no oriente e viemos para o Dural. Para o Dural, quer dizer, viram que estavam na área, digamos assim, da área onde hoje em dia, o Iraque e o Irão dessa área, e então vieram dessa área para Jerusalém, quando ele nasceu, e vence um bocadinho depois, no versículo 1 e 2, disse assim, vieram uns magos, não diz quantos, é importante tomar desantensão a esse ponto.

Muitas pessoas pensam, olha, foram três magos, mas não dizem o que foram três, vieram uns magos, não dizem quantos.

E depois, ver se também aqui outro ponto importante, é no versículo 11 e 12, porque eles vieram, dizemos assim, do Irão e do Iraque dessa área, e demoraram tempo a vir dessa área através de caminhar, e primeiro, viram que o sinal de Jesus tinha nascido, e depois arranjaram presentes para trazer, e então vieram através dessa região e podiam, primeiro, terem demorado a organizar a viagem, e segundo, podiam ter demorado também a chegarem lá. Mas, ver se aqui, no versículo 11, entrando na casa, viram o menino. Por isso, ver se que já não estava onde ele tinha nascido, mas estava na casa, viram o menino, como era sua mãe, prostrando-se, o adoraram, e abrindo seus desoros, entregalham suas ofertas. Do ouro, incenso e mira, se os presentes, as ofertas, eram de três variedades, digamos assim, mas não está a dizer que os magos eram três pessoas. Sendo, por divina, advertência, prevenidos em sonho para não voltarem à presença de Herodes, regressaram, por outro caminho, a sua terra. E aqui, vê-se que, então, seguiram por outro caminho. Um bocadinho mais adiante. Vê-se que, no versículo 16, do capítulo 2, diz assim, Vendo-se iludido pelos magos, enfurceu-se Herodes, grandemente, e mandou matar todos os meninos de Belém e de todos os seus arredores, de dois anos para baixo, conforme o tempo do qual, com precisão, com cuidado, acuradamente, se informaram dos magos.

Dois anos para baixo.

Ora, se Jesus Cristo só tivesse, por exemplo, três meses de idade, por que matar aqueles com dois anos para baixo?

Então se cumpriu o que for adito por o intermédio do profete de Hermias. Houve-se um clamor em Ramá, Pranto e Grande Lamento, era Raquel chorando por seus e inconsulável, porque não mais existem. Vê-se uma profecia aqui comprida, mas, ver se que este menino, já quando foi visitado pelos magos, em primeiro lugar, não estava onde nasceu, em segundo lugar, já foi um bom tempo, poderia até ter sido dois anos depois, porque, ou um ano e meio, ou não sabemos quanto tempo, mas já era um menino e não era um bebê recém-nocido.

Depois disso, vês aqui no versículo 19, tendo irodes morrido, acho que um anjo do Senhor apareceu em Sonho a José no Egito e disse-lhe, desponte, toma menino e a sua mãe e vai para a terra de Israel, porque já morreram os que atentavam contra a vida do menino. E por isso ele voltou para a terra de Israel e vence no versículo 23, e foi habitar numa cidade chamada Nazaré. Para que se comprisse o que for dito por intermédio dos profetas, ele será chamado Nazaré. Isto é, que nasceu na vila ou na cidade, ou, como diz aqui, na cidade, que nasceu na cidade chamada de Nazaré e por isso era um Nazareno.

E depois de alguns anos passaram, e estes detalhes desses anos, entretanto, são descritos no livro de Lucas e por isso a Mateus, agora, continuamos a ler aqui no livro de Mateus, no capítulo 3, no versículo 1, e, então, digamos assim, salta no tempo para o período em que João Batista apareceu, pregando no deserto da Judeia e dizendo, arrependei-vos por estar próximo o reino dos céus. Isto, então, vemos que chegamos agora, então, ao período do tempo de João Batista, digamos assim, quase 30 anos depois, ou talvez 28, ou seja, quantos anos que tenha sido, exatamente, depois dos magos terem parecido para antes Jesus. Provalmente, à volta do período das festas dos paisagmos, foi quando João Batista começou a pregar, porque, então, seria quando ele tinha cerca de 30 anos de idade. Pode-se estudar em que período do ano é que o João Batista nasceu, porque há descrições noutras evangelhos que descrevem quando o pai do João Batista veio a ter conhecimento, que ia ter um bebê e, então, ele não acreditou nisso e ficou mudo. Como vocês sabem, essa parte da história é que não quero cobrir hoje. Continuando, então, a ler no capítulo 3, no versículo 5, vê-se aqui que o João Batista começou a pregar e, então, saíram a ter com ele, com ele em Jerusalém, toda a judeia e toda a circunvisinhança do Jordão e eram, por ele, batizados no Rio Jordão, confessando os seus pecados. Vê-se aqui que muitas pessoas iam lá, vendendo-o porém, que muitos fariseus e santo-seus vinham a batismo, disse-lhe, raça de víbrus, quem vos induziu a fugir da ira vindora. Produzi, pois, frutos dignos de arrependimento. E, por isso, veste aqui que muitas pessoas iam lá, grande multidão, pedissem assim toda a circunvisinhança do Jordão, que, certamente, seriam muitas pessoas. Um bocadinho mais adiante, veste-se no versículo 13 do capítulo 3 de Mateus, versículo 13, por esse tempo dirigiu-se a Jesus da Galileia para o Jordão, a fim de que João o batizasse. Mas Jesus-les lhe respondeu, não, versículo 14, porém, ele porém o disse o dia dizendo, eu é que preciso se batizar porque ti tu vens a mim, mas Jesus-les respondeu, disse, deixem-me, por enquanto, porque assim nos convém cumprir toda a justiça. Então, ele o admitiu, e batizado Jesus, saiu logo da água, e éis que se lhe abriram os céus, e viu o Espírito Deus descendo como pomba vindo sobre ele, e éis uma voz dos céus, que dizia, este é o meu filho amado, e em quem me compraço. Houve uma voz que veio do céu, representando o sentimento, ou clamando o sentimento do Pai, dizendo, este é o meu filho amado, em quem me compraço.

Quando pessoas hoje em dia têm milagres assim, desse gênero, por exemplo, vejam o caso da história da... em Portugal, que houve, ou que dizem que foi ouvido, em Fátima, pelos três jovens pastores, uma visão, todo mundo veio a acontecer, e todo mundo faz uma grande coisa acerca deste suposto milagre da Virgem Maria, em Fátima. Todo mundo conhece, todo mundo veio a conhecer. Ora, aqui temos um caso de que muitas pessoas iam, ou João Batista, muitas pessoas estavam ali presentas. Jesus Cristo foi batizado entre essas pessoas, e houve esta voz do céu, ou dos céus, que dizia, este é um filho amado, em que é me compraso. As pessoas ouviram este testemunho do Pai, e rejeitaram este testemunho, porque ninguém falou disso. Por exemplo, que comentou, a dar uma comparação, que quando há esta suposta milagre em Fátima, todo mundo fala disso. Agora, houve, para aqui, a falar de uma milagre, desta voz vindo do céu, que todas as pessoas estavam presentes. Ou viram, ninguém fala disso. O mundo judaico rejeitou Jesus Cristo. Rejeitaram Jesus Cristo. Nação ouviu, e rejeitaram o Filho de Deus. Rejeitaram o testemunho do Pai. Depois, no capítulo 4 de Mateus, vê-se a tentação de Jesus. A seguir, foi Jesus levado pelo Espírito ao deserto, para ser tentado pelo diabo. E, então, aí se vê como Jesus venceu, essa tentação. E depois, vê-se, querido mais adiante, no versículo 12 e 13, ouvindo porém Jesus que João for apreso, retirou-se para a Galileia e, deixando-o na Zare, foi morarem Cafranaum, deixando a Beiramar, situado a Beiramar, nos confins de Zebio e Long e na Ftali. Isto é na aré da Galileia, na região da Galileia, e especificamente a Beiramar, nesta cidade de Cafranaum. Vejam aqui uma profecia de Jesus. Mantenham uma marca aqui em Mateus 4, mas vejam comigo se faz favor em Isaías 9. Em Isaías 9. Vamos ler a versículo 6 e 7. E Isaías 9, versículo 6 e 7. Por que o menino nos nasceu? Um filho se nos deu. O governo está sobre seus ombros. O seu nome será maravilhoso e conselheiro. Deus forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz. Para que se aumenta o seu governo e venha a paz, sem fim, sobre o Trono de David e sobre o seu reino, para o estabelecer e firmar-me, em mediante o juízo e a justiça, desde agora e para sempre. O Zelo do Senhor dos Exércitos fará isto. Vê-se aqui que há uma profecia que o menino nos nasceu. O filho se nos deu. Foi Jesus Cristo. Vê-se aqui esta profecia. Mas vejam, um bocadinho antes, desta profecia, em Asaias 9, leiam também versículo 1 e 2. Diz assim, mas para a terra que estava, aflita. Não continuará a obscuridade. Deus, nos primeiros tempos, tornou-te expressível a terra de Zé-Bilô e a terra de Naftali. Mas nos últimos dias, tornará, curioso, o caminho do mar, além do Jordão, Galileia dos Gentios. O povo que andava em trevas viu grande luz e acho que viviam na região da sombra da morte, os planseulhos a luz. Isto é uma profecia que Jesus Cristo, como vimos há pouco, acabamos de ler em Mateus 4, foi para a área da Galileia e aí começou a pregar o evangelho. É esta profecia aqui, diz aí as 9, versículo 1 e 2, que está a ser cumprida quando Jesus Cristo foi pregar, com sua pregar, na Galileia. E por isso é que diz no versículo 6, porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu, o governo está sobre seus hombros e o seu nome será maravilhoso conselheiro. Deus forte, filho da eternidade, príncipe da paz. Aqui está uma profecia acerca de Jesus Cristo. Então, voltando, como disse, estávamos em Mateus 4, vamos ler versículo 14.

Acabamos de ler há um bocadinho antes, que Jesus Cristo retirou-se para a Galileia. E versículo 13, deixando-se nas arefas, foi morarem em Cafranaum, situá-lo a Béramar, nos confins de Zebilão e Naftali, para que se cumprisse o que fora dito por intramédio do profeta Eizeias, o que acabei de ler, em Eizeias Nova, que diz, versículo 15, terra de Zebilão, terra de Naftali, caminho do mar, além de Jordão, Galileia dos Gentios. O povo que jazia em trevas viu grande luz, e aos que viviam na região e sombra da morte, resplenceu-lhes a luz.

Isto é uma citação direta, dizia as nove, versículo um e dois.

Que acabei de ler. Daí por adiante, a pessoa Jesus apregar e a dizer, arrepender-vos, porque está próximo o reino dos céus. Precisamos-nos arrepender, porque o reino de Deus está próximo de nós. E, na verdade, Jesus Cristo como o rei do reino de Deus, que vai governar na terra, Ele estava próximo deles.

Por isso vemos que Jesus começou a apregar e começou a apregar por três anos e meio.

Vejam, vocês podem ler a profecia da Dinhe-al-Novo, que diz que ele iria apregar nesse período, e que iria apregar por um período de três anos e meio.

E, isto, então, ele começou a apregar em cerca do ano 27, da Era Corrente, à volta de período, mais ou menos, das Trombetas, e pregou por três anos e meio. Três anos e meio, isto significa, começando no ano 27, completou esses três anos e meio durante a Páscoa do ano 31.

Vejam aqui também outra profecia importante, que é em Atos capítulo 3. Atos capítulo 3. Está claro, mantenham a marca em Mateus 4. Atos capítulo 3. Começamos a ler o versículo 14.

Vos porém negaste-os o santo e o justo e pediste que vos concedessem uma omicida. Vocês sabem que Jesus Cristo pregou por três anos e meio, e, ao fim desses três anos e meio, rejeitaram Jesus Cristo, negaram a Cristo e preferiram antes um omicida, o barabar. De sorte, a versículo 15, mataste o autor da vida a quem Deus os suscitou dentro dos mortos, do que nós somos testemunhas.

Continuando a ler, então, no versículo 19, 23. Arrependei-vos pois e convertei-os para serem cancelados os vossos pecados, a fim de que a presença do Senhor venham tempos de refrigerério e que envia-lhe o Cristo que já vos foi designado Jesus. A qual é necessário que o céu receba até os tempos da restauração de todas as coisas? De que Deus falou por boca dos seus santos profetas desde a Antiquidade. Diz-se, na verdade, Moisés, o Senhor Deus vos suscitará dentro dos vossos irmãos um profeta semelhante a mim. E ele ouvirá-lhe em tudo quanto vos disser. Isto é, um profeta semelhante a Moisés, já porque o Moisés nos deu a lei e Jesus Cristo amplificou a lei.

E, disse, versículo 23, encontre-se-se-se-se-se-se-se-se-se-se-se-se-se-se-se-se-se-se-se-se-se-se-se-se-se-se-se-se-se-se-se-se-se-se-se-se-se-se-se-se-se-se tours. Todas as pessoas que não ouvirem o que é este profeta, que sabemos que é Jesus Cristo, será exterminada, toda a pessoa será exterminada do meio do povo. Toda a pessoa que não ouvir Jesus Cristo. Ele disse, vemos aqui, vocês mataram Jesus Cristo, precisam de se arrepender, mas vocês têm que ouvir o que Jesus Cristo diz. Temos que ouvir os ensinamentos de Jesus Cristo.

E por isso é que eu quero focar nos ensinamentos de Jesus Cristo. Continuando, então, a ler em Mateus 4, versículo 18. Diz assim, caminhando junto ao mar da Galileia, viu dois irmãos, Jesus Cristo começou a pregar e então começou a selecionar os apóstolos. E depois, vê-se, no versículo 25, diz assim, e da Galileia de Cápulis, Jesus de Judea e da Léndia de Jordão, numerosas multidões o seguiam.

Jesus Cristo começou a pregar a boa nova do Evangelho do rei Deus, dizendo às pessoas para se arrepender e muitas pessoas o seguiam. E, por isso, começamos agora esta secção, a partir do capítulo 5, do início do capítulo 5, que descreva este primeiro discurso que é o sermão do Monte, que é o primeiro discurso de Jesus Cristo com os seus ensinamentos. Na verdade, este três capítulos, de Mateus 5 a 7, têm um somário muito preciso e muito feito, muito bem produzido, acerca dos ensinamentos de Jesus Cristo.

Então, começando a ler no capítulo 5, porque, como disse, vamos por ou sublinhar os ensinamentos de Jesus Cristo, diz assim, vendo Jesus dos multidões, subiu ao Monte. E como se assentasse, aproximaram-se os seus discípulos? Este foi uma mensagem para os discípulos, porque diz assim no versículo 2, e ele passou a ensiná-los, dizendo. Começou a ensinar aos seus discípulos, aos seus seguidores. E lendo do versículo 3, ao versículo 12, o que ele ensinou aqui, que é esta secção das bem-aventuranças, diz assim, bem-aventurados os humildes, ou pobres, de espírito, porque deles é o rei dos céus, bem-aventurados os que choram, porque serão conselados, bem-aventurados os mansos, porque as darão à terra, bem-aventurados os que tenham fome e seda de justiça, porque serão fartos, bem-aventurados os misericordiosos, porque alcançaram misericórdia, bem-aventurados os limpos de coração, porque verão a Deus, bem-aventurados os pacificadores, porque serão chamados filhos de Deus, bem-aventurados os perseguidos, perdão, por causa da justiça, porque deles é o reino dos céus, bem-aventurados os, quando por minha casa vos injuriarem e vos perseguirem, imentindo, disserem todo o mal contra vocês.

Regisai-vos e exaltai, porque é grande o vosso galardão nos céus, pois assim perseguiram os profetas que viveram antes de vós. Aqui está um ensino destas bem-aventuranças, como se chama destas pensões, um ensino que é simples, que é profundo, que é cheio de sabedoria e que nos dá grandes esperanças conforme aprendemos mais e mais acerca do significado destas instruções. Há muito a aprender destas instruções.

Aqui estão oito bem-aventuranças, bem-aventuranças daqueles que são verdadeiros discípulos de Jesus Cristo. Dessas oito bem-aventuranças, vemos aqui que há sete, digamos assim, atitudes e uma resultante, bem-aventurança dessas atitudes. E, por isso, nós precisamos demonstrar essas sete atitudes cristãs, porque representam o que nós precisamos de vir a ser. E, então, repetindo e lendo de novo, no versículo 3 diz assim, bem-aventurados os humildes ou pobres do Espírito, porque deles é o reino dos céus.

Queria-se irmãos, a palavra aqui bem-aventurados, que é uma palavra macarius, macarius, que representa felizes, mas não representa necessariamente que você se vai, como é que você se vai sentir feliz, mas representa quem é que é abençoado. É por isso que diz bem-aventurado, bem-aventurado, bem-aventuado. Em primeiro lugar, diz aqui, são os pobres, ou, como diz na Almeida Revista e Corrigida, os pobres do Espírito, ou digamos assim, os humildes do Espírito.

Aqui, são pessoas que são pobres do Espírito, não é necessariamente que sejam pobres fisicamente, mas é que são pessoas de Espírito, que são humildes, são humildes. Vejamos, por exemplo, em Salmos 34, versículo 2 a 6. Diz assim, gloriaço, gloriaço, arciano, Senhor, a minha alma, os humildes o ouvirão e se alegrarão. Engratecei o Senhor comigo e todos a uma lhes altemos o nome. Busquei o Senhor e Ele me acolheu, livre-me de todos os meus tumores. Contemplaio e sereis iluminados, e o vosso rosto jamais sofrerá, vexame ou vergonha. Clamou este aflito, este pobre, e o Senhor o oviu e o livrou de todas as suas tribulações, de todas as suas angustias. Deus nos salvou de todas as nossas dificuldades. Aqui ve-se um homem que é pobre, aflito, digamos assim, aflite aflitado por dificuldades, por angustias, por tribulações, como diz. E, por isso, é uma pessoa que reconhece as suas fraquezas, reconhece que precisa ter temor de Deus, e, humildemente, olha para Deus, para Deus lhe dar, como diz aqui, a liberação, para o livrar, para o libertar desta dificuldade. Isto é uma pessoa que tem confiança em Deus, porque é pobre do Espírito. E, por isso, esta atitude de humildade, de pobre do Espírito, também é ligada, digamos assim, a ter confiança em Deus. Isto é ter fé em Deus. É uma atitude de fé. Pobre do Espírito, não é confiar em nós próprios, não é ter confiança em nós próprios, mas é uma confiança em Deus. É fé. Vijemos também em Isaías 66. Assim, diz o Senhor, versículo um, O céu é o meu trono e a terra o estrado dos meus pés. Que casa me edificareis, vós? E qual é o lugar do meu repouso? Porque a minha mão fez todas estas coisas e todas vieram a existir, diz o Senhor. Mas o homem para quem olherei é este. O aflito e abetido do Espírito e que treme da minha palavra. É uma pessoa humilde e uma pessoa que tem confiança, que acredita na palavra de Deus. Tem fé em Deus. Isto é uma pessoa que é pobre do Espírito. E por isso uma pessoa que é pobre do Espírito, uma pessoa que é humilde, é uma pessoa que depende em Deus. É uma pessoa que não depende em si próprio.

Essa pessoa esforça-se para estar a pensar no que Deus quer. No que Deus quer que nós façamos. É uma pessoa que se esforça a entender o que Deus quer que nós façamos. E então esforça-se para viver dessa maneira.

Não está preocupada a sério que as outras pessoas pensam dele ou dela. Não está com medo de outras pessoas. E quando essa pessoa está em dificuldades, vai chamar ou vai pedir a Deus para o livrar.

E vai ter confiança que Deus o vai livrar. Por que? Como é que sabemos que Deus nos vai livrar quando nós aproximamos dele e pedimos a ele para nos ajudar a nos livrar dos nossos problemas? Veja em 1 João capítulo 3, versículo 22. 1 João capítulo 3, versículo 22.

1 João capítulo 3, versículo 22. E aquilo que pedimos dele receberemos. Por que? Por que? Porque guardamos os seus mandamentos e fazemos diante dele o que lhe é agradável.

Você faz o que é agradável a Deus?

Ou você racicina. Não, o que Deus quer é que eu faça isto desta maneira. Ou você busca na Bíblia o que é que Deus quer que você faça e você faz o que Deus quer mesmo que seja difícil para você.

Vejam, por exemplo, para a abola deste Friseu aqui, em Lucas capítulo 18. Lucas capítulo 18.

Vamos começar a ler, de versículo 9. Lucas 18, versículo 9.

Aqui está a parábola do Friseu e do publicano, desta pessoa que recebia os impostos. Proposto também esta parábola a alguns que confiavam em si mesmos.

Que os irmãos precisamos de confiar em Deus, precisamos de pôr a nossa esperança em Deus, precisamos ter fé em Deus e não em nós próprios, mas estas pessoas confiavam nels próprios. Porque se consideravam justos e desprezavam os outros. Nós somos justos pela fé, pela confiança em Deus, não porque confiamos em nós próprios.

Continuando a ler, a ver-se a história deste Friseu. Diz-se, olha, eu sou melhor, e eu não sou como aquele publicano ali.

E depois o publicano disse, está-me em pé, longe, no versículo 13, não usava nem ainda, levantaram os olhos ao céu, mas batia no peito dizendo ao Deus, ser propício a mim, pecador. Diga-vos que este de Seu justificado da sua casa, e não aquele, porque todo que se exalta será humilhado, mas o que se humilha será exaltado.

Esta pessoa aqui recondeceu os Seus pecados. Esta pessoa aqui confiou a Deus. E aqui se vê uma profecia, que precisamos de ser humildes em espírito, precisamos de ser humilhados, para podermos ser exaltados.

Qual destes dois é que você acha que seria, digamos assim, um cristão filadelfiano?

Aquele que diz, oh, eu sou rico, tenho tudo, estou muito bem.

Ou aquele que diz, eu sou pecador. Querias irmãos, precisamos ter cuidado. Precisamos ter cuidado de não sermos pessoas que temos confiança em nós próprios. Não devemos ser pessoas que pensamos que somos ricos e cheias de coisas, como se lê em Apocalipse 3, versículos 14 a 17. Vejamos aí Apocalipse 3, versículos 14 a 17.

Ao anjo da igreja em Laudiceia, escreve, essas coisas diz o amém, a testimonha, fiel e verdadeira, o princípio da criação de Deus. Conheças tuas obras que nem as frio nem as quente. Quem me dera que fosse frio ou quente? Assim porque as morno e nem as quente nem frio. Estou pronto de vomitar-te na minha boca, porque dizes, estou rico e abastado. Isto é, tenho confiança em mim mesmo, estou rico, estou abastado e não preciso de coisa de alguma nenhuma. Mas não sabes que tu és infiel, sim miserável, pobre, cego e nu. Não veas as tuas, os teus próprios pecados. Era como este fariseu, que se achava rico e abastado.

Querias mais fazer-me ter cuidado, porque muitas pessoas que dizem, olha eu sou um cristão filadalciano.

Então às vezes, a dizer que tenho confiança neles próprios. Estão a dizer que são como este fariseu, que tinha confiança em si mesmo.

Então a dizer, não me ensinas, não me venhas a ensinar, porque eu sei tudo.

Querias irmãos, precisamos ter cuidado destas atitudes. Por exemplo, vejam a história de Sol, de Tarsus, que pensava que era uma pessoa importante, que sabia tudo e perseguiu os cristãos. Até que Jesus Cristo o fez cego, por três dias o humilhou, o fez bem humilde. E depois Jesus Cristo fez com que ele reconhecesse, que estava a bater a cabeça, digamos assim, numa parede. Estava a lutar contra Cristo. Tava a bater a cabeça contra uma rocha. E, querias irmãos, precisamos ter cuidado para não sermos arrogantes. Aqueles que não são pobres no Espírito, não vão estar no reino de Deus. Por isso é que diz em Mateus capítulo 5, versículo 3. Diz assim, bem-venterados os pobres do Espírito, porque deles é o reino dos céus, o rei de Deus. Mas os que não são humildes, pobres do Espírito, os que não têm esta atitude humilde, em vez de confiar em eles, confiam em Deus, têm fé em Deus. Mas se você não é um desses, você pensa que sabe tudo. Você pensa que eu sou um cristão filadelfiano e que sou rico e têm estas coisas todas. Cuidado, cuidado! Porque é capaz de estar a demonstrar uma atitude em que não tem humildade do Espírito. Cuidado com isso! Jesus Cristo pregou a boa nova do rei de Deus. E a primeira atitude que ele começou no seu ensino foi a atitude que é uma benção de ter para sermos abençoados, de sermos pobres do Espírito.

A segunda atitude que depois Cristo mencionou, em 9º século 4, diz assim, é a venturada dos que choram, porque serão conselados. O que quer dizer chorar?

A palavra aqui, em grego é pentiu, quer dizer um tipo de luto, um tipo de tristeza, um tipo de lamento, tão de luto, tão triste, estão a lamentar, estão a chorar. E este luto, esta verdadeira tristeza, é um arrependimento segundo Deus.

Mas não é só isso. É um desejo para nós e para outros. Não fazermos coisas erradas, para nos arrependermos. É um desejo para que estamos a chorar, estamos a lamentar, o que fazemos, o que somos e o que outras pessoas fazem e são. E por causa disso, há problemas no mundo. Por causa disso, há tristezas. E por isso, este luto, digamos assim, esta tristeza, este choro, de que Jesus Cristo diz aqui, se temos esta atitude de lamentar, de chorar, de tristeza, somos bem-avendurados e que vamos ser consolados. Esta atitude não é um sentimento de sentir triste por outras pessoas e chorar, mas é uma atitude pela qual vamos ser abençoados e vamos ser confortados. E por isso, esta atitude é uma atitude que deve conduzir, se for coisas que nós estamos a fazer ao nosso arrependimento.

E por isso, quer dizer, é uma atitude de termos um momento sóbria, um momento moderado e prudente e ter cuidado com o que fazemos para não estarmos a andar no caminho errado. Por exemplo, vejam em Tito capítulo 2. Tito capítulo 2.

Tito capítulo 2.

Versículo 6. Quanto aos moços? Os moços, de igual modo, e os ortaios para que, em todas as coisas, sejam criteriosos. Isto é sóbrios. Sóbrios. Como diz no versículo 12, diz assim, precisamos ser sobres, precisamos ser satos, precisamos ser justos, piadosos. Precisamos ter esta atitude de sobriedade. Vejam primeiro Pedro capítulo 4. Primeiro Pedro capítulo 4.

Primeiro Pedro capítulo 4, versículo 7. Ora, o fim de todas as coisas está próximo. Ser, portanto, criteriosos. Sóbrios. Tenha uma mente sã. E sóbrios. A bem. Isto é calmos, em bem-controle, espírito. E a bem. E sóbrios a bem nas vossas orações. Querias irmãos, precisamos ter esta atitude sobria, calma, bem-controllada.

Vendo os pecados do mundo ou os nossos e arrependê-nos. Arrependê-nos. Vendo o arrependimento. Churar. Churar.

pelos pecados do mundo. Vejam em Ezekiel capítulo 9. Ezekiel capítulo 9.

Vejo 4 a 9. Ele disse, passa por meio da cidade, por meio de Jerusalém, e marca com sinal a testa dos homens que suspiram e gemem. Que suspiram e gemem. Que choram. Que estão tristes. Por causa de todas as abominações que se cometem no meio dela. Cris irmãos, nós suspiramos e gememos por causa destas tristes coisas que acontecem à nossa volta, no nosso país, e que vemos que isto vai causar grandes dificuldades e problemas no futuro.

Cris irmãos, precisamos de ter esta atitude, de chorar e gemer. Começa a estar claro em nós, para vermos os nossos pecados e nos arrependermos, para vermos os problemas na igreja e ter tristeza que há pessoas na igreja que não estão a se comportar bem, que estão a ter atitudes incorretas, que têm que se arrepender e não estão a arrepender, e estão a ficar mais e mais fortes com estas atitudes incorretas. Pensando, não, Deus não quer isto, quer isto, quer a sim da minha maneira. Precisamos ter cuidado, irmãos, e nós, quando vemos isso, ficamos tristes. Ficamos tristes.

Muito tristes. Choramos e gememos, suspiramos e gememos por estes pecados. Mas não é só na igreja, é na nossa terra, na nossa cidade, no nosso país, neste mundo inteiro. Vejam, por exemplo, em 1 Coríntios capítulo 5. 1 Coríntios capítulo 5.

Versículo 1 e 2. Já mencionou-me que é entre voz e moralidade, e moralidade tal, isto é, moralidade sexual, porneia, tal como nem mesmo entre os gentios.

E depois diz-se, no versículo 2, que, com tudo, andais-vos em superpecidos. Isto não é? Não estão humildas, não estão pobres dos espíritos, não estão tristes por causa do que está a passar, não estão asmerias, chorar por isto que está a acontecer. E não chegar-se a lamentar, para que fosse tirado do vosso meio quem também um ultraje praticou.

Cariz, irmãos, temos que ser humildes, pobres de espírito, em vez de ser insuperpecidos, em vez de ser arrogantes, e devemos desmer, lamentar.

Vê-se que estas duas bem-aventuranças ser pobres do espírito, que de uma maneira é parecida a precisamos ter fé em Deus e ter confiança em Deus, em vez de confiança em nós próprios, e de desmer, chorar. Chorar? Por que? Por que? Porque amamos as outras pessoas, temos amor e não queremos que estas coisas venham a acontecer a eles, coisas que vão ser terríveis, porque eles não se arrependem.

Fé e amor.

Cariz, irmãos, nós precisamos de ter este alimento, este choro, segundo Deus. Precisamos de ser sobrios e tristes, numa maneira que é segundo Deus.

E por isso, se nós não demos isso, primeiro precisamos de pedir a Deus para nos dar essa atitude. Por exemplo, podem lerem o Romano 7, em como ele viu, não só que havia pecados, mas que disse, eu faço o que não quero fazer.

Paus, a partir do capítulo 7, a partir do versículo 15, até o fim deste capítulo, está a lamentar pelo que ele é, ou era. Não é pelo que ele fez, mas para o que ele era.

E por isso, ele viu a necessidade de obtecer e andar de acordo com o que ele fez. E, por isso, ele viu a necessidade de obtecer e andar de acordo com o seu espírito. Nós precisamos do Espírito Santo de Deus para nos ajudar a andar no caminho correto. E, por isso, se nos analisamos e vemos que estamos a fazer coisas que não deviam ser feitas, precisamos de mudar e de nos arrepender e de esforçar a vir a ser perfeitos, a vir a ser como Jesus Cristo. Precisamos de esforçar, de mudar a nós próprios através da ajuda do Espírito Santo de Deus.

Cris irmãos, e até Cristo, quando ele estava no caminho da cruz, ele chorou e jumeu por aquelas pessoas que diziam olha, coitado, eu estou triste com você, e ele disse não, chorem para mim e chorem para vocês, porque vocês vão ser castigados, porque estão a fazer ao Filho de Deus. E, por isso, ele sabia o que eles estavam a fazer e sabia o sofrimento que haveria de ver. E, por causa disso, ele teve compaixão, teve amor para com os outros e jumeu pelos outros, lamentou pelos outros. Como lemos em Hebreus 5, Cristo teve compaixão, Cristo sofreu.

E nós temos que sofrer como Ele sofreu. Vejam Colossenses 1, 24.

Colossenses 1, 24.

Paulo diz aqui, Agora me regurgizo nos meus sofrimentos por vós, e preencho que resta das aflições de Cristo, na minha carne, a favor do seu corpo, que é a igreja.

Entendemos o Paulo diz aqui, regurgizo nos meus sofrimentos por vós, e preencho o que resta das aflições de Cristo. Nós somos parte do corpo de Cristo. O corpo de Cristo sofreu durante a sua morte, mas está a sofrer hoje nós como membros da igreja de Deus, que somos membros da igreja, membros do corpo, também sofremos.

Isto é, quando as pessoas fazem coisas erradas.

O que é que vamos fazer? Amar os nossos inimigos. Temos que vencer o errado com bom. Amar os inimigos. E então, Deus nos dará conforto depois.

Deus nos dará conforto. Comforto. Que, meus irmãos, precisamos de amar os outros, ter compaixão. Esta atitude amor é representada por esta atitude de gemer e lamentar, porque vemos os pecados das pessoas e gememos e choramos pelo povo, pela igreja. Por irmãos que estão a fazer coisas erradas e nós ficamos tristes e lamentamos.

E por isso, estas duas atitudes que Cristo menciona aqui é Mateus 5. Mateus 5. Vijamos do novo Mateus 5. Primeira, bem-aventurados os humildes do Espírito. Porque Deus é o rei de Deus. Porque os humildes do Espírito não são arrogantes, mas são humildes e têm fé em Deus, em vez de terem confiança em eles próprios. E bem-aventurados os que choram, porque têm amor para com os outros, o que jémem e lamentam e tão tristes pelos pecados dos outros que deviam saber melhor, é que continuam a fazer, a andar no caminho errado. Por isso, choramos e jamemos por eles, com compaixão, com amor, esperando e orando que Deus lhes abra a mente para entenderem que estão no caminho errado. Porque ao fim de conta, as deuses têm paciente para ajudar espaço e tempo para se arrepender. E por isso nós oramos por eles. Isto é, amamos os nossos inimigos e oramos para eles que eles se arrependam. Em vez de exibir e fazer ou ser vingativos, oramos por eles. Crescindos, isto é parte da grande meta de Deus. Qual é a grande meta de Deus? A grande meta de Deus, Crescindos, é para estarmos no reino de Deus. A grande meta de Deus, Crescindos, é para sermos parte da família de Deus, governando família de Deus, de filhos e filhas de Deus, governar com Ele no reino de Deus, na família de Ele, sendo semelhantes a Ele. Tendo uma atitude semelhantes a de Deus, baseada em fé, pobre de espírito, confiando em Deus, e baseada em amor, gemendo e chorando pelas atitudes deste mundo. E, por isso, quando somos humildes, sabemos que o reino de Deus será nosso, e quando somos pessoas que temos compaixão e choramos por outros, sabemos que vamos ser filhos e filhos de Deus, no reino de Deus. E, ao fim de isto tudo, seremos confortados por Deus.

O livro de Mateus tem dois esboços principais.

Um é biográfico de Mat 1 até Mat 4:16 e fala das profecias do nascimento e preparação do Messias. Depois continua acerca dos ensinos de Jesus particularmente em relação ao nosso arrependimento.

A parte final do livro, a partir de Mat 16:21 é acerca do sofrimento do Messias.

Este estudo cobre brevemente a primeira parte biográfica. Mas a intenção desta série de estudos é concentrar nos ensinos de Jesus.

Os ensinos de Jesus começam no sermão do monte e as duas primeiras bem-aventuranças são estudadas neste sermão. 

Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).