Ensinamentos de Jesus Cristo_2_Pobre de espírito

Este sermão começa uma série de sermões acerca dos ensinamentos de Jesus Cristo. Este sermão descreve a primeira bela atitude cristã que Jesus Cristo menciona no sermão do monte, a atitude de sermos 'pobres de espírito'.

Transcrição

This transcript was generated by AI and may contain errors. It is provided to assist those who may not be able to listen to the message.

Bom dia ou boa tarde, queridos irmãos, aqui é George Cams falando-vos da Sin Sinetti.

Algumas vezes já estiveram ao pé de uma criança que, por exemplo, está à mesa e pede qualquer coisa dos pais de uma maneira tão bonita, tão agradável, que está claro os pais só querem, quando vêem esta atitude da criança, só querem, está claro, fazer o que a criança está a pedir, não quer dizer que façam, porque depende do que seja e qual é a possibilidade, mas quando uma criança pede tão lindamente, numa maneira tão bonita, até dá um prazer de fazer o que essa criança pede.

Hoje, queridos irmãos, eu quero falar acerca de uma atitude que é muito básica, uma atitude que é a atitude de ser pobre de espírito. Talvez seja, digamos assim, a primeira atitude cristã que devemos ter para estarmos no... ou para virmos a estar no reino de Deus.

E, na verdade, foi a primeira atitude que Jesus Cristo descreveu no sermão do monte. Jesus Cristo, como sabemos, vem nos dar umas instruções que, como lém em Atos 13-15, temos que ouvir. Vigemos, então, brevemente o que diz aí em Atos 3-15, começando em Atos 3-15. Atos 3-15.

Atos 3-15.

Está azer de sorte, mataste o autor da vida a quem Deus recitou, dentre os mortos, do que nós somos testemunhas. E depois diz assim, versículos anóvars, rependei-vos pois e convortei-vos para serem cancelados os vosso pecados. E, depois, continuando a ler no versículo 20, a fim de que a presença do Senhor venha, venham tempos de refrigério e que enviam-lo Cristo, e que, já, vos foi designado Jesus, a qual é necessário que o céu receba até os tempos da restalação de todas as coisas, de que Deus falou, por boca, dos seus santos profetas, desde a Antiquidade.

Disse, por exemplo, na verdade, Moisés, o Senhor Deus vos susciterá dentro vossos irmãos um profeta semelhante a mim, isto é semelhante a Moisés. Ele ouvirá-lo em tudo quanto vos disser e aconte-se que toda a alma que não ouvir a este profeta, a este profeta, que é Jesus Cristo, será exterminada do meio do povo. Será exterminada do meio do povo. Então, é que vence, que precisamos de ouvir, com muito cuidado, ao que Jesus Cristo nos ensinou.

Está claro? Precisamos de ouvir a lei às profetas e está claro, um dos profetas foi Jesus Cristo, como disse aqui, preencheu, digamos assim, a função de um profeta, Jesus Cristo. E ele nos deu uma série de instruções que devemos de seguir. Aliás, como devemos saber, ele disse, eu não vim destruir a lei, nem os profetas, mas eu vim cumprir. Como podem ler isso em Mateus 5, 17 e 18, vence aí que ele veio cumprir.

Cumprir isto é, está claro, obteceu, mas também encheu o significado da lei com ensinamentos adicionais. Por exemplo, ele disse que devemos amar não só o irmão, como nós amamos a nós próprios, mas diz, devemos amar os irmãos, como ele nos ama ou nos amou. E por isso aumentou, digamos assim, preencheu, cumpriu a lei completamente, de uma maneira ainda maior, porque fez a lei ainda melhor. Não só obtecer a letra da lei, mas também obtecer ao significado espiritual.

Por exemplo, a lei diz, não matarás, mas o significado espiritual, quer dizer que não tens ódio, não tens írus com outras pessoas, e como ele explica isso também, no sermão do monte. Mas voltando então ao sermão do monte, que é a instrução que Jesus nos deu, no sermão do monte, vê-se então o que é que ele disse aqui. Capítulo 5, versículo 1 a 2, adiante, digamos, vamos ler até o versículo 12, e depois vamos estudar cuidadosamente cada um destes versículos. Diz assim, vendo Jesus dos multidões, subiu ao monte.

E como se se sentasse, aproximaram-se os seus discípulos? Vê-se aqui que ele estava a falar, a instruir aos seus discípulos. E ele passou a ensiná-los. E por isso aqui se vê o ensinamento de Jesus Cristo. Como lemos há pouco, em atos 3, 23, temos que ouvir os ensinamentos deles, Dê-l-se não, vamos ser exterminados. É necessário ouvir os ensinamentos de Jesus Cristo. E aqui, como se ele disse, os ensinamentos dele diz assim, bem-aventurados, os humildes de espírito, ou, como dizem em certas tradições, os pobres de espírito, porque delas é o reino dos céus.

Bem-aventurados, os que choram, porque são conselados. Bem-aventurados, os mansos, porque alteram a terra. Bem-aventurados, que têm fome e sede de justiça, porque serão fartos. Bem-aventurados, misericordiosos, porque alcançaram misericórdia. Bem-aventurados, limpos de coração, porque verão a Deus. Bem-aventurados, pacificadores, porque serão filhos de Deus. Bem-aventurados, perseguidos, por causa da justiça, porque delas é o reino. Bem-aventurados, pois quando por minha casa, vos injuriarem e vos perseguirem e mentindo de serem tudo mal, todo mal contra vós.

Regujiza-vos e exaltar, porque é grande o vós-segularo nos céus, pois assim perseguiram os profetas que vieram antes de vós. E aqui, ve-se, então, oito exclamações de serem bem-aventuradas, da qual sete são atitudes e oitava é um resultado dessas atitudes. E então, vejemos, então, a primeira química diz assim, bem-aventurados os humildes do Espírito, porque delas é o reino dos céus. Mateus, que era um escritor, digamos assim, judaico, falou geralmente quando os outros escritores dos evangelhos referiam-se ao reino de Deus, Mateus geralmente referia-se ao reino dos céus.

E há uma, duas vezes, até mesmo, no livro de Mateus, que ele refere-se ao reino dos céus como o reino de Deus e usa os dois termos ao mesmo tempo. Mas o importante aqui é que vemos uma atitude, que eu quero falar acerca dessa atitude dois, bem-aventurados os pobres do Espírito. E por isso queremos cobrir um bocado mais o tema, o que é ser um pobre do Espírito, e porque que é tão importante de sermos pobres do Espírito.

Primeiro lugar, pobre do Espírito, como em certas tradições da Bíblia se refere, na revista Almeida Revista e Actualizada, refere-se como um mil de Espírito, que pobre do Espírito é o que é? É um mil de Espírito, é uma pessoa que tem uma atitude, digamos assim, de pobreza. Não é que uma pessoa seja fisicamente pobre? Sim, muitas vezes as pessoas que são pobres servem Deus mais fielmente, de uma maneira geral, das pessoas que são ricas, mas não está aqui a falar de uma situação física, está aqui a falar de uma situação diferente.

Vejam comigo, brevemente, se faz favor e mantenham uma marcação no Mateus, mas vamos ver, então, por exemplo, em Salmos 34. Salmos 34. Salmos 34, versículo 4. 34, 4. Busquei o Senhor e Ele me acolheu, liberou-me de todos os meus temores, salvou-me, liberto-me de todas as coisas que eu tinha medo, contemplei, contemplai-o e serei iluminados, e o vosso rosto jamais sofrerá, vexame, isto é vergonha, e, no meio da corrigida e fiel, diz-me, que acolheu este pabre.

Estamos a falar aqui de uma pessoa pobre, de espírito, aqui traduz, que acolheu este pabre. O Senhor o ouviu, e o livrou e o salvou. De todas as suas tribulações, ou angústias. O anjo do Senhor acampa-se ao redor dos que o temem e os livrem. Aqui está uma pessoa que tem um temor de Deus, e por causa deste temor de Deus, é uma pessoa pobre, de espírito, é uma pessoa humilde, que tem esta atitude, que parece ser uma atitude, digamos assim, aflita, mas é uma atitude de respeito, uma atitude pobre, de espírito, humilde.

Provai e ve de que o Senhor é bom, bem-aventurado, o homem que nele se refugia. E aqui, por isso, temos aqui o homem, que é pobre, que clamou este pobre, ou este aflito, no versículo 6, e que vê do que o Senhor é bom, bem-aventurado, este homem, que nele se refugia, que tem confiança em Deus.

Também o Senhor, vos e os santos, pois nada falta aos que o temem. E aqui vemos, portanto, que é um homem pobre, mas é abençoado, é bem-aventurado, e que confia no Senhor, e refugia-se no Senhor. Por isso, vemos aqui, um homem que tem certas dificuldades, sabe e conhece os seus pecados, mas que tem um temor de Deus. E o mil de mente está a olhar para Deus, o mil de mente está esperando a libertação de Deus, e está tendo confiança em Deus, através dessa aflição. Por isso, veja aqui uma boa descrição do homem que é pobre do Espírito. Vemos também em Isaías 66. Isaías 66. E a primeira característica que eu estou aqui a referir-me a um homem que é pobre do Espírito, é uma pessoa que, na verdade, depende em Deus.

Então, vejemos em Isaías 66. Isaías 66.

Versículos 1 a 3. Assim diz o Senhor, o céu é o meu trono, e a terra, e a terra, os trados de meus pés. Que casa-me edificareis vós? E qual é o lugar do meu repouso? Porque a minha mão fez todas estas coisas, e todas vieram a existir, diz o Senhor.

Mas o homem para quem olherei a este? O aflito e abatido do Espírito, e que treme da minha palavra. É uma pessoa pobre do Espírito, que se vê, assim própria, como uma pessoa pequena, uma pessoa pequena perante Deus, uma pessoa fraca, e que tem certas necessidades. Por ver-se que é o aflito e abatido do Espírito, e que treme da minha palavra. É o pobre do Espírito, aflito e abatido do Espírito. Por isso, vê-se este homem que respeita e depende em Deus.

E por isso, uma primeira característica desta atitude, de ser pobre do Espírito, é uma pessoa que é pobre do Espírito, e por isso reconhece que precisa a riqueza de Deus. Ele depende em Deus, e ele sabe que não se pode depender em si próprio. Ele não é uma pessoa que tem medo de outras pessoas, mas tem um tumor de Deus. Para ele, o tumor de Deus é importante. Treme da minha palavra, tem um tumor de Deus. Ele se preocupa com o que Deus pensa DEL-E. Não está preocupado com que os outros pessoas pensam DEL-E. E quando ele tem dificuldades e quando ele tem problemas, ele vai chamar a Deus, vai olhar para Deus, esperando de Deus a libertação.

E por isso, não é uma pessoa que se confia em si própria, não tem uma confiança nele próprio, mas tem uma confiança em Deus. Ele depende de Deus. Vejam aqui uma descrição em Lucas 18. Lucas 18. 9 a 12. Lucas 18. 9 a 12. Propos também esta parábola, isto é, Jesus, a dar aqui uma parábola, isto é, um ensinamento, propos também esta parábola a alguns que confiavam em si mesmos. Tínham confiança em eles próprios, a vez terem confiança ou de dependerem em Deus. Por se considerarem justos. Creia-se, irmãos, um homem que é pobre de espírito, não se confia em si mesmos, porque não se considera justo.

Mas estes homens confiavam-se em si mesmos, se consideravam justos e desprezavam os outros. Então, dá-lhe a parábola aqui por causa desta situação e diz a parábola é a seguinte. Dois homens subiram ao templo com o propósito de orar. Um, fariseu, e o outro, um publicano. Isto é um cobrador de impostos, que era uma pessoa que eles não olhavam lá com muito respeito. O fariseu, posto em pé, olhava, orava de si para si mesmos.

Isto é interessante, orava de si para si mesmos, porque aqui está a dizer que estava... orar de si para si mesmos isto é, que Deus não estava a ouvir, estava a orar para Ele, para si mesmos, não estava a orar para Deus ouvir. E ele se dizia desta forma, o Deus, graças te dou, porque não sou como os demais homens, não sou roubador, não sou injusto, não sou adulto. Querias irmãos, temos a ver aqui uma pessoa que, pelas condições que viamos, é uma pessoa que não roubava, não era injusto, uma pessoa muito justa, que tratava de pessoas com muita justiça, e não era adulto, não, ela era muito real, há os princípios de Deus, mas por isso, vê-se que não era uma pessoa assim, tal má, a ver se que era uma pessoa na sociedade, uma pessoa, digamos assim, boa.

Nem ainda como é estubblicano, a que vê-se a comparação delas era, eu sou melhor que o outro, a ver se a atitude dele é uma atitude que não era pobre do Espírito. Juju, duas vezes por semana, e doldiz-me de tudo quanto tenham. Queres irmãos, nós devemos joar frequentemente, mas ele joava duas vezes por semana, frequentemente, e dava um dízimo de tudo quanto tinha. Eu estava tentando obter às leis de Deus, mas tinha um problema aqui. E qual era o problema? O problema é que não era pobre do Espírito. O publicano estando em pé. Longe. Não asava nem ainda levantar os olhos ao céu, mas batia no peito dizendo, oh Deus, ser propício de mim, o pecador.

Vê-se aqui um homem que reconhecia, a seus dificuldades, os seus problemas, que reconhecia que tinha uma necessidade de Deus, e que tinha outro amor de Deus. Diga-vos, tinha este de seu justificado para sua casa, e não aquele, todo que se exalta será amilhado, mas o que se amilha será exaltado. E aqui, isto é uma profecia. Vê-se que este homem que se aproximou, a Deus, confesseu os seus pecados, reconheceu os seus pecados, e humilhou-se, e por isso vence esta profecia, todo aquele que se exalta será amilhado, mas o que se humilha será exaltado. Vamos pensar isto, por exemplo, num termo cristão. Num termo cristão. Qual desses dois homens, com estes tipos de atitude, é que diria, eu sou cristão filadélfico.

Eu sou cristão filadélfico. E qual desses é que diria, que o outro é um cristão laudaciano? Vejamos então a profecia de Cristo acerca da Igreja em Apocalipse 3. Apocalipse 3. Versículos começando no versículo 14. Apocalipse 3. Versículo 14. Apocalipse 3. Versículo 14.

Ao anjo da Igreja, em Laudacia, escreve, estas coisas diz o amém. Estimunha-feal e verdadeiro o princípio da criação de Deus. Conheço as tuas obras, que nem é esfriu, nem quente. Quem dera fosse esfriu ou quente? Sim, porque uma pessoa, quando é fria, digamos assim, completamente desobediente a Deus, é fácil de ver. E uma pessoa que é quente, quente parante os caminhos de Deus, também é fácil de ver.

E é fácil de separar entre os frios e o quentes. Mas o que é morno, já é a mais difícil dele, de facto, quente ou frio? Diz assim, mas assim, versículo 16, porque é esmorno e nem é esquente nem frio, estou a ponto de vomitar-te da minha boca, estou a ponto de te rejeitar, não te quero como cristão, porque é esmorno, é um bocadinho quente, mas é um bocadinho frio.

Não estás assim bem entusiasmado, na verdade, a Deus, mas estás assim morno. Pois diz, pois diz, versículo 17, estou rico e abastado e não preciso de coisa alguma. Agora, pensem da parábola que acabei de ler, em Lucas 18, em que o fariseu estava orar e estava a dizer do graças a Deus que não sou como um publicano, que eu faço isto, faço aquilo, faço aquilo outro.

E eu fiz a pergunta, qual destas pessoas é que pensa que ele é um cristão filadélfio, ou que ele é um cristão laudiceiano? E vence aqui, este fariseu, via-se como ele, como uma pessoa quente, que eu dizem, digamos assim, como um cristão filadélfico. E então via o outro, como uma pessoa fria. Mas os Cristos estão a dizer, no versículo 17, da Pócalipe 3, diz-se que estou rica e abastado, e não preciso de coisa alguma. Tu diz que estás quente. Tu diz que obedece estas leis, faz-se-se um frequentemente, pagas o dízimo, não é adulto, não roubas como a parábola que acabamos de ler, em Lucas 18.

Tu dizes, estou rica e abastado, e não preciso de coisa alguma. E nem sabes, que tu és infeliz, sim, miserável, pobre, cego e nu. Ver esta pessoa, então, achava-se que era superior a outra, que tinha confiança em ele próprio, mas que não via, que não era pobre do Espírito. Não via, que não era pobre do Espírito. Para ele, o Espírito dele era muito rico.

O Espírito dele era um que se via como rico, abastado, não precisando de coisa a nenhuma. Nós, queridos irmãos, não devemos ser ricos de Espírito, mas devemos ser pobres de Espírito. Versículo 18. Aconselho-te, que de mim compras, ouro refinado pelo fogo, para te enriquecer. Então, Jesus Cristo está a dizer, Aconselho-te, que venhas a ter problemas, dificuldades, aflições, ou, em outras palavras, Aconselho-te, que vás pela grande tribulação.

Para refinar-te e para saber-se de factos a quente, ou é esfriu? Para que te enriqueces para pôres vestidores brancas, a fim de que não seja manifesta a vergonha de tu nudez, e colírio para ungir os olhos a fim de que vejas. Eu repreendo o disciplino a quanto os amo, ser pois aloso e arrepêndate. As dificuldades, testes, aflições existem aí para nos ajudarem. Mas vemos aqui que uma das características de sermos pobre do Espírito é que não temos confiança em nós próprios, mas temos confiança, ou dependemos, em Deus. Dependemos em Deus. E quando dependemos em Deus, então vemos que...

vemos que... é uma pessoa que não vais pensar que está sempre certa. Porque é uma pessoa que pensa, eu posso estar errado. Quem é uma pessoa que não vai estar sempre a lutar com outras pessoas? Sim, pode desacordar, mas evitará entrar numa disputa ou numa luta, e por isso terá cuidado com o que diz, ou que escreve, quando não concorda. Pensa, essa pessoa pensa pouco, de si própria, próprio, ou de si próprio, porque é pobre do Espírito. Como lemos em Lucas 18, 14, essa pessoa é humilde, e os humildes é quem Deus exaltará. Vejam comigo, se faz favor, em Pro Verbios 29, Versículo 23.

E este é o segundo ponto, que é uma pessoa que é pobre do Espírito, é uma pessoa que não pensa, que sabe tudo, que se anda a acabar-se, que sabe tudo. Não, não é uma pessoa desse género. Pro Verbios 29, Versículo 23. Pro Verbios 29, Versículo 23. Diz assim, Vejam também, em Primeiro Pedro, Primeiro Pedro, Capítulo 5. Primeiro Pedro, Capítulo 5, Versículo 5 e 6. Primeiro Pedro, Capítulo 5. Rogo igualmente aos jovens, sede, submissos.

Isto é, sejam pobres do Espírito, aos que são mais velhos. Outro, sim, no Trato de uns com os outros, singivos todos, do humildade. Sim, quando se tratam uns aos outros, todos vós, se vistam com humildade, porque Deus resiste aos subérbios, com tudo aos humildes, concede a Sua Graça. O milhavos, portanto, souba a poderosa mão de Deus, para que Ele, em tempo ao virtu...

ao virtu, no vus exalte. Cris irmãos, a pessoa que é humilde do Espírito, que é pobre do Espírito, primeiro depende, em Deus, tem completa confiança em Deus, e, em segundo lugar, não pensa que é uma pessoa importante, não pensa que sabe tudo, não está a andar aí a gabar-se, porque sabe que Ele é praticamente nada.

Vejam, por exemplo, 1 Coríntios capítulo 1, 1 Coríntios capítulo 1, versículo 26 a 29. Irmãos, reparar depois, na vossa vocação, visto que não foram chamados muitos sábios, segundo a carne, nem muitos poderosos, nem muitos de nobre nascimento, pelo contrário, Deus escolheu as pessoas loucas do mundo para envergonhar os sábios, e os escolheu as coisas fracas do mundo para envergonhar as fortes.

E Deus escolheu as coisas humildes do mundo, e as desprezadas, e aqueles que não são para reduzir a nada as que são, a fim de que ninguém se vangloria na presença de Deus. Não temos nada a dar glória a nós mesmos.

A pessoa que não pensa que ele ou ela própria é importante, porque é pobre do Espírito. Mas, então, essa pessoa que tem essas atitudes de ser pobre do Espírito, vai ser uma pessoa que vai estar a crescer na verdade e no conhecimento de Deus. Vai ser uma pessoa porque é pobre nos seus próprios olhos, que vai estar disposta a ouvir os ensinamentos de Jesus Cristo.

Vejam, por exemplo, aqui em João capítulo 9, um exemplo em que as pessoas estão a crescer na verdade e no conhecimento de Deus. Por exemplo, em que as pessoas não estavam prontas a ouvir ou a serem ensinadas por outras pessoas. E, queridos irmãos, nós podemos aprender coisas de todas as pessoas. Nós aprendemos de todas as pessoas. E, por isso, João 9, versículo 26 a 34. Perguntaram depois, como te abrir os olhos? Aqui é um homem que era um cego, o qual foi curado por Jesus. E, então, perguntaram, estavam a perguntar a ele, no versículo 26, que te fez ele, como te abrir os olhos?

E ele respondeu, já vos disse e vocês não estão a ouvir. Por que querem ouvir outra vez? Proventura, queres vós também tornar-vos seus discípulos? Então, vocês querem ficar discípulos dele? É por isso que estão a perguntar? Então, injuriaram e lhe disseram, Disciple dele é-se tu, nós, mas nós somos discípulos de Moisés. Nós não somos discípulos, Jesus Cristo somos discípulos de Moisés. Queres irmãos, aqui vence um atitude que não é humilde destes homens, e continuando, sabemos que Deus falou a Moisés, mas este nem sabemos de onde é. Responde-lhes o homem, nisto é te estranhar, que vos não se abeis de onde ele é, e contudo ele me abrir os olhos.

Sabemos que Deus não atende a pecadores, mas, pelo contrário, se alguém tema Deus e pratica a sua vontade, a este entende. Desde que há mundo, jamais se ouviu que alguém tenha aberto os olhos a um cego de nascença. Isso nunca aconteceu. Se este homem não fosse de Deus, não poderia ter feito. E então eles o trocaram. Tu és nascido todo o empecado, e nos ensinas as nós? Quem é que pensas que tu és para nos estaras a ensinar e os expulsar? Cris irmãos, nós podemos aprender de todas as pessoas, e eles não tinham uma atitude para aprender, e quando não temos uma atitude para aprender, não vamos crescer.

Não vamos crescer. Vejam também, em Pro Verbio capítulo 11, a versículo 2. Envindo a soberba sobrevém a desonra. Quando uma pessoa tem soberba, que não é pobre de espírito, não é humilde, sobrevém a desonra. Mas com os humildes está a sabedoria. Por que? Porque estão a crescer. Há crescimento, e por isso um dos resultados de quando somos pobres de espírito, é que vai haver sabedoria espiritual, crescimento espiritual. E por isso, aqueles que são, na verdade, pobres de espírito, veem como estão longe do que Deus é, e veem que precisam de ser como Deus é. Estão completamente dependentes em Deus, confiam em Deus, e não pensam que são importantes, mas quando têm essa atitude de verem como Deus é, estão prontos a mudar e, por isso, a crescer. Vejam também em Jó 42.

Aqui vê-se, ao fim da história de Jó, quando ele teve os problemas todos. Então, no versículo 5, diz assim, eu te conhecia só de ouvir, mas agora os meus olhos te veem. Jó depois de ter uns certos problemas e umas certas dificuldades, conseguiu ver como ele estava tão longe do que Deus é. Isto é nós somos tão pequenos, tão pobres, tão fracos, mas Deus é tão grande, tão forte, e nós somos fracos.

Por isso, Jó disse, eu te conhecia só de ouvir, mas agora os meus olhos te veem. Por isso me abomino e me arrependo no pó e na cinza. Por isso ele se arrependeu, e este arrependimento dele deu oportunidade a um crescimento espiritual. Por isso, quando somos pobres do Espírito, podemos crescer. Vejam também o exemplo de Paulo. Paulo, quando era salo em Atos 9. Vejam comigo se faz favor, Atos 9. Diz assim, salo, respirando em inamiaças e morte contra os discípulos do Senhor, dirigiu-se ao sumo sacerdote e lhe pediu cartas para as sinagogas de Damasco, a fim de que, caso achasse, alguns que eram do caminho cristão.

Assim, homens como mulheres os levassem presos para Jerusalém. Ele, o salo, estava tão cheio de si próprio, digamos assim, estava, se via-se, como muito melhor, muito sabedor, com, via-se como grande conhecimento e não humilde. E, por isso, disse, se virmos algumas pessoas desse caminho, do caminho cristão, quer uma carta para poder-os trazer como presos para Jerusalém. E, seguindo-o, ele, destrada fora, ao próximo ásse Damasco, subitamente o meluço do céu brilhou ao seu rodor, e, caindo por terra, ouviu uma voz que lhe dizia, salo, salo, porque me persegueis.

E ele perguntou, quem és tu, Senhor? E a resposta foi, eu sou Jesus, a quem te persegueis. Duro é para ti recalcitrar contra os aguilhões. Como está escrito, na Almeida revista e corrigida, é uma frase que falta na tradução, a Almeida atualizada. Duro é para ti recalcitrar contra os aguilhões. Sim, é duro para ti estar a dar pontapéja à pedra, digamos assim. É duro para ti estar a dar com a cabeça, contra a rocha, porque a rocha não se vai mover. A rocha não se vai mover. Jesus Cristo não se vai mover.

Ele é a rocha. E, por isso, quando Paulo estava a pertentar para seguir Jesus Cristo, então Jesus Cristo aproximou a ele com esta luz, com esta voz. E ele então perguntou, quem é isto? Jesus Cristo disse, eu sou Jesus, a quem tu persegueis. Duro é para ti recalcitrar contra os aguilhões. Mas levante-te e entre na cidade, onde dirão-me o que convém fazer.

E assim, ele se levantou, versículo 8, e abrindo os olhos, nada podia ver. Estava seco. E, ando pela mão, levaram-no para Damasco. Esteve três dias sem ver, durante os quais nada comeu, nem pepeu. A saulo, que veio depois a ser conhecido como Paulo, nesse momento compreendeu o que ele estava a fazer. Foi-lhe como um choque, que ele estava a lutar, a perseguir os verdadeiros cristãos.

E esse choque foi tão grande, que ele então se humilhou e tornou-se pobre em espírito. E, por isso, quando se tornou pobre em espírito, ele então podia, agora, entrar no caminho para um crescimento espiritual. Por isso, quando somos pobres no espírito, o terceiro ponto, que temos aqui acerca de ser pobre de espírito, é que, então, o resultado é que vamos crescer espiritualmente.

E, então, quando crescemos espiritualmente, vamos estar perto de Deus, vamos estar com Deus. Salmos 51, faça agora, Salmos 51. Salmos 51, versículo 17. Sacrifices agradáveis a Deus são o espírito quebrantado, coração compungido e contrito, não o desprezarás ao Deus. O que Deus quer de nós são sacrificios agradáveis. E o que é agradável para Deus é quando o nosso espírito é pobre, diz-se um pobre espírito, um coração compungido e contrito. Isto é que nós somos verdadeiramente humildes para ante Deus. Então, isso é agradável a Deus.

Então vejam, então, em Isaías 57, Isaías 57, versículo 15. Porque assim diz o alto, o sublime, que habita a eternidade, o qual tem o nome de santo, habito no alto e santo lugar, mas habito também com o contrito e abatido de espírito. Deus habita com a pessoa que é contrita e abatida de espírito, para edificar os espíritos abatidos e edificar o coração dos contritos. Ele habita com o contrito e abatido de espírito.

Queridos irmãos, queridos irmãos, este é um sacrifício, que é agradável a Deus. Vijamos, então, agora, Salmos 34, Salmos 34, Salmos 34, versículo 18. Perto está o Senhor dos que têm o coração quebrantado e salva os de espírito oprimido. Queridos irmãos, Deus estará conosco se nós temos esta atitude.

Precisamos ter esta atitude, queridos irmãos, de ser pobres de espírito. O dia virá, queridos irmãos, que todos que são soberbos serão corrigidos. E, então, só estarão, ou sobrevirão, os que são pobres de espírito. Vejam comigo, se faz favor, em Isaías 2, versículo 12. Porque o dia do Senhor dos exércitos será contra todo o subérbio e ao tivo, e contra aquele que se exalta para que seja abatido. O dia do Senhor dos exércitos será contra todo o subérbio e ao tivo, contra todo aquele que se exalta para que seja abatido. Isto é, os unos que sobrevirão serão os que são abatidos.

Serão os que são pobres de espírito. Queridos irmãos, vejemos, então, é Mateus 5, onde começamos. Mateus 5, que foi onde começamos.

Mateus 5, no sermão do monte. Jesus disse, Mateus 5, Mateus 5.

Versículo 3, bem-aventurados, os humildes de espírito, os pobres de espírito, porque delas é o reino dos céus. Como vimos, queridos irmãos, Aquele que é pobre de espírito confia completamente em Deus, Depende completamente em Deus. Aquele que é pobre de espírito, Não pense que, além importante, Não se gaba, não está a dizer que tenha todas as soluções, Mas o que conhece, que é fraco. E por isso, aquele que é pobre de espírito, é aquele que está a crescer, Que está no caminho da sabedoria, Está no caminho do crescimento cristal. E aquele que é pobre de espírito, Vai estar com Deus, como vimos, Os sacrificios que são agradáveis a Deus, São aqueles de um espírito que está a crescer, São aqueles de um espírito humilde e contrito. É com esses quem Deus vive. É o que é humilde e que tem um espírito e coração contrito. A verdadeira cristalidade, por isso, começa, queridos irmãos, Com aqueles que são pobre de espírito. Esta primeira beatitude, Esta primeira bem-aventurada atitude cristã, É o começo das atitudes cristais. Depois, Dessa atitude, podemos construir, Desenvolver as outras atitudes cristais. Cris Irmãos, é muito importante. Quando Jesus Cristo veio, Ele não começou os seus ensinamentos, Como vemos aqui nos sermãos dos montes, Os seus discípulos, Não começou os seus ensinamentos a dizer, Não roubes, Não cometas adultério, Não começou os seus ensinamentos a dizer, Que deve-se de pagar o dízimo. Porque essas partes da lei já sabiam. Agora, Ele está a dizer atitudes importantes cristãs. Que precisamos de ser pobres da Espírito. Vejam, por exemplo, Em Lucas 4, versículo 16. Para pôr isto no contexto próprio, Foi, como podem ler, Depois do batismo de Jesus, E depois de Ele ser tentado, Por Satanás, E então, Começou-o a pregar. E, vejamos, então, no versículo 16. Indo para Nazaré, onde for criado, Entrou-o num sábado na sinagóaga, segundo seu costume, E levantou-se para ler. Então, lhe deram o livro dos profetas, E abriam o livro, achou o lugar onde estava escrito. O Espírito Senhor está sobre mim, Pelo que me ungiu para evangelizar. Isto é para dar a boa nova. Aos pobres, Aos pobres em espírito, Aos humildes.

Para curar os crebrantados de coração, Enviou-me para aproclamar Libertação aos cativos, etc. Veste a primeira parte do ensinamento de ele. Foi para dar a boa nova aos pobres, Do Espírito. E depois, para curar os crebrantados de coração, Como está escrito nas versões revista e corrigida, E ao meio da corrigida e fiel. Por isso, a primeira parte, Como é o Jesus Cristo como sou, ensinar, É que as pessoas precisam ser pobres de Espírito. Aqueles que são arrogantes e soberbos, Não começaram a ver a eles próprios, E por isso, não começaram a compreender O verdadeiro Deus vivo. E por isso, não podem entender a boa nova.

A atitude sermos pobres de Espírito. É a primeira atitude abençoada por Deus. Por isso, é que diz bem-aventurados os que são pobres de Espírito. E por isso, é como uma criança que se aproxima do pai, à mesa, E pede uma coisa, uma maneira muito bonita. Uma atitude pobre de Espírito. E por isso, queres irmãos, Esta atitude é uma de uma pessoa que, de facto, dependem de Deus. Que não pensa que ele sabe tudo. Que não está a aglorear-se a si próprio. Mas é uma pessoa que está pronta por isso, A crescer, a crescer espiritualmente, E que vai estar com Deus. Aquel que é pobre em Espírito, Está humildemente a olhar para Deus, Esperando de Deus pela sua liberação. É a primeira atitude cristã que devemos ter, Para podermos vir a estar no reino de Deus.

Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).