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Bom dia ou boa tarde, queridos irmãos, aqui, a Jorge Campos, falando-vos da Sansanetting. Um investigador cristão de bastante experiência, o senhor George Barma, escreveu um livro intitulado, As Sete Tribos da Fé, quem elas são, o que creem e importem isso. Nesse livro, depois de escrever esse livro, houve, digamos assim, uma reportagem na revista dele, intitulado Barna Update, ou, em outras palavras, atualização de Barna, e houve um artigo intitulado, Cristãos Casuais, ou Cristãos da Ocasião, e o Futuro da América. Esse artigo foi escrito no dia 22 de maio 2009, e vamos ler alguns extractos desse artigo, aqui. Diz assim, os estudos Barnas indicam que os Cristãos da Ocasião, ou Casuais, representam 66% da população adulta dos Estados Unidos da América. A porcentagem da população adulta, representado pelas outras meia dúzia de tribos, inclui 16% que são Cristãos Cativos, 2% que são judeus, 2% que são mormons, 2% são panteístas, meio de 1% que são musulmanos, e 11% séticos. Agora está claro, estas são as porcentagens nos Estados Unidos da América, em outros países serão diferentes, mas o interessante é que uma grande porcentagem, uma grande porcentagem, isto é 66% da população são Cristãos de Ocasião, ou Casuais. Depois continua assim. Você descreve a tribo casual cristã como espiritualmente meio destrada. Depois pergunto, o que é que lhes atrai a esse grupo de Cristãos? Diz assim, o cristianismo de Ocasião é uma fé em muderação, que lhes permite sentir-se religiosos sem ter que priorizar a sua fé. O cristianismo é uma proposição de baixo risco para eles, previsível para esta tribo. Foram-se uma perspectiva de fé que não é exigente. O cristão pode ser casual em todas as coisas que estima, isto é, pode ser um bom homem, pode ser uma boa pessoa de família, pode ser religioso, pode ser um cidadão exemplar, pode ser um empregado de confiança e nunca se publicamente defender ou representar posições morais ou sociais que sejam difíceis, ou até mesmo perder o sono com as suas escolhas privadas, desde que tenha boas intenções e geralmente fazer o seu melhor possível. Na perspectiva desse cristianismo casual, a sua marca de prática da fé pode vir a ser, sim, genuína, realista e prática, mas para eles, o cristianismo casual, esta é a ocasião, é melhor de todas as opções, pois os encoraja a ser uma pessoa melhor do que tivessem sido irreligiosos, mas não é uma fé em que eles se sentem compelidos a investir fortemente de si próprios. Depois continua a cerca de que o que é que mexe estas pessoas, o que é que os faz correr, o que é que os faz, qual é a motivação deles? E diz assim, então, o conforto que esta abordagem proporciona é que os oferece várias perspectivas de vida, se optarem a aceitá-las, dales uma comunidade de relacionamentos, se desjarem tais, cumpra a necessidade interna de ter algum tipo de ligação com a divindade e fornece a imagem de ser uma pessoa digna, simpática e piadosa.
Viste que os cristãos casuais, isto é, os cristãos de ocasião, não veem as questões de fé como centrais para a finalidade da vida ou para o sucesso da vida. Este tipo de cristianismo fornece os níveis de multifacetadas de satisfação e garantia de que eles desejam. Os cristãos casuais são motivados por um desejo de uma existência agradável e tranquila.
Queridos irmãos, estas estatísticas, pretencem à América, está claro, mas sabemos que o resto do mundo está a seguir. Esta liderança americana seja em que for e ver essa liderança de tecnologia, de mais e mais coisas, e as pessoas começam a se tornam-se assim um bocado casuais, mais relaxadas porque têm estas, digamos, riquezas físicas. E por isso tornam-se assim mais casuais na vida. Queridos irmãos, isto é o Estado ou a situação da fé, na maioria das pessoas. E eu acredito que seja a situação da fé, na maioria das pessoas, em muitos outros países. Por exemplo, na Europa, sei que são muito seculares. E é uma atitude muito secular ter esta atitude, assim, um certo, digamos assim, um casual, um cristianismo casual. O problema é que eu gosto de perguntar, eu quero perguntar. Esta situação no mundo, à nossa volta, afeta-nos? Eu acho que sim, que nos pode afetar. E, ao fim de contas, Cristo e os apóstolos falaram acerca deste assunto por muitas vezes. Não foi só uma situação de distinguir entre o que é verdade e o que é falso, mas foi uma situação de demonstrar um certo compromisso pela verdade, pela crença e não ser só uma coisa de ocasião. E, por isso, hoje, vamos ver um bocadinho mais acerca desta situação e o que nós podemos fazer acerca disso para que não sejam infetados, digamos assim, ou afetados por esta atitude. E, por isso, vamos ver o que Jesus Cristo profetizou acerca da Igreja e, particularmente, acerca da condição final da Igreja, como está a ser afetada pelo mundo. Para ver a carta que Jesus Cristo enviou, ou as cartas que Jesus Cristo enviou às igrejas, vamos, então, virar para Apocalypse capítulo 1, versículo 20. E podem pôr uma marcação aqui nesta secção da Apocalypse, pois vamos voltar a entrar e sair desta secção da Bíblia algumas vezes durante este sermão. No versículo 20 do primeiro capítulo da Apocalypse diz assim, quanto ao mistério das sete estrelas que vi-ste na minha mão direita e aos sete candeiros do ouro, as sete estrelas são os anjos das sete igrejas e os sete candeiros são as sete igrejas. E depois, então, nos capítulos 2 e 3, descreve as sete igrejas, digamos assim, em várias áreas, começando na igreja em Ephesus e, pois, a igreja em Esmima, a igreja em Pérgamo, a igreja em Teatara, e igreja em Sardas, a igreja em Philadelphia e a igreja em Laudiceia. E estas profecias, estas sete igrejas, podemos considerar quatro abordagens.
Primeiro. Primeiro abordagem é que são analogias tiradas das condições dessas cidades ou áreas nesse período. E, por isso, há muitas lições de ver das condições físicas que aconteciam ou existiam nessas áreas, nesse período, e tirar lições dessas analogias físicas, tirar lições espirituais. Para isso, isso é um dos pontos que é importante, entendermos e vermos já o primeiro ponto. Depois eu disse que há quatro, não é? O segundo é que estas sete cartas, as sete igrejas, têm um outro significado, isto é, que é aplicável a cada um de nós individualmente.
Por isso é que, ao fim de cada uma das cartas, diz sempre assim, quem tem ouvidos oiça o que o Espírito diz às igrejas, quem tem ouvidos oiça o que o Espírito diz às igrejas. E assim, em todas as cartas, acabam o último parágrafo, mais ou menos, com essa frase, quem tem ouvidos oiça o que o Espírito diz às igrejas. E por isso é aplicável a todos os membros da igreja de todas as eras, de todo o período da igreja, entre quando Cristo fundou até Cristo vier pela segunda vez.
Por isso é aplicável a todos os cristãos. E por isso é aplicável a nós. E por isso, cada uma destas cartas precisamos ler e ouvir o que o Espírito diz a nós através desta carta. Tudo é aplicável a nós. Esse é o segundo ponto. Eu disse que era um quatro.
O terceiro é que as sete igrejas representam sete eras, ou sete períodos de tempo desde a igreja primitiva, representando assim a primeira igreja, a primeira carta à igreja em Ephesus, e depois mais tarde a segunda era da igreja em Esmirna, e assim continuando. E a última era da igreja de Deus seria a igreja em Laudiceia, que seria a era imediatamente antes da Vinda de Cristo.
Por isso são sete eras, digamos assim, eras da igreja que existem. No entanto, há uma compreensão neles, que é o quarto ponto. É que estas atitudes podem existir em todas as igrejas, em todas as eras, digamos assim. Por exemplo, hoje em dia pode ver atitudes de pessoas na igreja que tenham uma atitude do primeiro amor, que é descrita na carta à igreja em Éfuso, e há pessoas na igreja hoje em dia que têm este primeiro amor.
Há outras pessoas que tenham outras características das outras igrejas. Por isso, todas elas combinadas existem, digamos assim, ao mesmo tempo. Por isso, estes quatro são aplicáveis. Primeiro, como disse, analogias físicas do período, desse período, dessas igrejas que são aplicáveis a lições espirituales. Segundo, são aplicáveis a todos nós. Terceiro, são eras da igreja durante este período, digamos assim, de dois mil anos. E finalmente, todas elas são aplicáveis em paralelo também. Cada um destes pontos têm as suas valores de aplicação e de aprendizagem para nós todos. E, por exemplo, dando o exemplo a este, vê-se que a igreja em sardas, diz aí no capítulo 3, versículo 3, que viriai como um ledrão, que demonstra que essa igreja ainda estará a existência quando se discriste voltar.
Igualmente, a igreja em Filadélfia, essa também estará a existência quando se discriste voltar. E, em último lugar, a igreja em Laudiceia também estará a existência quando se discriste voltar. Embora as eras tenham sido durante os vários anos que têm andado para a frente, essas atitudes existem ou são prevalentes numa combinação de elas que podem existir em várias pessoas. Outro ponto importante é que quando estou a falar que uma era da igreja não estou a falar de uma organização, não estou a falar de uma organização, estou a falar da igreja.
A igreja que é o corpo espiritual de Cristo. Não é uma organização, por isso é incorreto estar a dizer, ó, esta organização é a igreja em Laudiceia e esta organização é a igreja em Filadélfia, por não estar a falar aqui de organizações, está a falar da entidade espiritual dos membros da igreja conjuntos, como membros formam a igreja.
É possível, está claro, que uma organização tenha mais características deste tipo e outra organização tenha mais características do que aquele tipo, mas não estou a falar aqui de organização, está a falar dos cristãos verdadeiros, isto é, que são pessoas que são parte do corpo espiritual de Cristo. A igreja de Deus é o corpo espiritual de Cristo. E por isso convivemos estes, estas são aplicáveis a todas. Mas a última, que é a Carta à Igreja em Laudiceia, que é na Apocalipse capítulo 3, versículos 14 a 22, é uma que, digamos assim, vai predominar este período antes da vinda de Cristo, este período em que se vê esta atitude de cristãos de ocasião, este cristãos casuais, porque é um paralelo muito interessante, este cristianismo de ocasião com as atitudes da igreja em Laudiceia, que vamos ler agora.
Vejamos, por exemplo, como está a ler, em versículo 14, do capítulo 3 da Apocalipse, diz assim, versículo 14 e 15, vamos primeiro só ler esses dois versículos. Ao anjo da igreja em Laudiceia, escreve, estas coisas diz o Amén, a testemunha fial e verdadeira, o princípio da criação de Deus. Isto é, aquele promé de quem Deus criou tudo, o princípio, o que fez com que tudo fosse iniciado.
Conheça os Tuas obras e nem as frio nem cante. Quem dera fosse frio ou cante. Nem as frio nem cante. Ler, então, esta parte aqui, desta reportagem dos estudos de Barna, diz assim, ele escreve, a tribo cristãos de ocasião, como espiritualmente meio destrada. Meio destrada. Não é isto, nem aquilo, mas é no meio. Ou no meio. Quer dizer, não é cante, nem é frio, mas é morno. É no meio. Meio destrada. E por que é que isto é importante?
Quer dizer, mais importante, porque dois terços da população cristã na América e acho que esta atitude é prevalente em muitos outros países, o que quer dizer a grande maioria da população cristã em vários países tem esta atitude de meiastrada, de cristãos de ocasião. E por isso essa atitude à nossa volta pode nos afetar. Por isso é que diz, ao fim deste capítulo, capítulo 3, a versículo 22 diz assim, quem tem ouvidos oça o que espiritiza às igrejas e por isso oça o que espiritiza à igreja em Laudiceia, porque isto nos afeta.
Isto nos afeta. Então continua a ler no versículo 16 assim, assim porque é esmorno. E nem é asquante, nem frio. Estou a ponto de vomitar-te da minha boca. Queres irmãos, quando temos um tipo de doença em que tenhamos, estejamos assim, tão agoniados, nos apetece vomitar, há uma coisa, um sentimento derrivel. E afeta o corpo todo, quando temos este vontade de vomitar. As senhoras quando estão grávidas nos primeiros meses sabem muito bem o que estou a falar.
Tem este, nem todas as senhoras que reconheço, mas a grande maioria das senhoras quando estão grávidas, durante o primeiro trimestre, algumas senhoras até vão o período inteiro. Mas de uma maneira geral, a maioria das senhoras no primeiro trimestre têm este grande sentido de estar agoniadas, de nausias, de simplesmente de mala exposição, que nem conseguem comer bem, e coisa assim, há um sentimento derrivel.
No corpo. E é o que Jesus Cristo está a dizer, o corpo de Cristo, a Igreja deus. Sente esta indisposição, é como se fosse o começo, uma coisa, e a coisa não está a ser digerida, está aqui, ficou assim, no estômago e ficou parado, ficou parado no estômago e petece vomitar. É este sentimento que Jesus Cristo tem para com estes cristãos, estão na Igreja deus, que são cristãos de ocasião, casuais. Então, isso é uma coisa que não é agradável ao corpo e não é agradável a Jesus Cristo, se nós temos esta atitude.
E depois, vejamos aqui o que é que atrai estas pessoas para serem parte, terem esta atitude. Diz assim, o cristianismo casual ou da casião é a fé e mudação, que lhes permite sentir religiosos sem ter que priorizar a sua fé. Sem terem que priorizar a sua fé. Querias irmãos, vejam comigo aqui, se faz favor, em Lucas capítulo 12. Lucas capítulo 12, se tiverem outra ponto de marcação, ponham também aqui uma marca nesta área da Bíblia, em Lucas 12, porque vamos voltar a volta desta área algumas vezes durante o seu sermão.
Então, Lucas 12, versículo 48, perdão 49, diz assim, eu vim para lançar fogo sobre a terra e quem quiser é que já estivesse a arder. Sim, sabemos que Jesus Cristo virá e ao fim de sua segunda vinda, ao fim deste período, ao fim de um julgamento final, vai haver um período em que toda a terra será queimada, podem ler isso em segundo Pedro capítulo 3, versículo 10.
E por isso diz assim, eu vim para lançar fogo sobre a terra e quem quiser é que já estivesse a arder, porque depois disso há nova terra e os novos céus, que vai ser um período de alegria e que o próprio Deus Paz estará na terra com os homens. Mas continua no versículo 50. Tenho porém um batismo com que hei de ser batizado. Isto é, tenho porém ainda que sofrer e morrer, porque isso é o batismo, quando nós somos batizados estamos a, digamos assim, a refletir a morte de Cristo.
Para nós é na água, para ele vai ser este batismo, que é a sua morte, que deve ser batizado. E disse assim, ele porém, tenho um batismo com que hei de ser batizado. E quanto uma angustia até que mesmo se realize, está claro, ele sabia que isto tinha que morrer e sentia-se como angústia até isto tivesse acontecido. Mas aqui está um ponto que vemos que Jesus Cristo fez isto uma prioridade na vida Dele. E vejam, continuando assim, supones que vim para dar paz à terra?
Não. Eu vou afirmo antes de divisão. Eu vim para fazer divisão na terra. Como é possível? Pessoas pensam não, Cristo veio para dar paz à terra e disse, antes, divisão.
Porque daqui em diante estarão cinco divididos numa casa, três contra dois e dois contra três. Estarão divididos pai contra filho, filho contra pai, mãe contra filha, filha contra mãe, sogra contra Nora e Nora contra a sogra. Por quê? Porque uns acreditam e começam a pôr uma prioridade na fé e a viver da maneira que Cristo disse para viver e outros não.
Outros são, digamos assim, cristãos de conveniência ou cristãos de ocasião ou cristãos casuais. E isso vai causar divisões. Vai causar divisões. É que eu estou a dizer aqui que o ensinamento dele, o ensinamento Cristo vai fazer pessoas assim um bocado aborrecidas umas com as outras. Não é que nós estejamos a querer a causar divisão com outras pessoas, não. Temos que usar sabedoria, temos que nos conduzir de uma maneira correta, mas precisamos entender que Jesus Cristo, a Vinda de Cristo, vai causar certos problemas.
E nós temos que viver uma vida como testemunhas. Temos que pregar o evangelho, digamos assim, e nós como cristãos individualmente, como é que pregamos o evangelho? Pregamos o evangelho pelo nosso exemplo da nossa vida. Porque, para um testemunho ao mundo, como lém Mateus 24-14, porque nós vamos converter o mundo. Só que os que são chamados pelo Pai virão a entender e que Deus abrirá a mente.
O mundo está, digamos assim, não consegue ver a verdade, está cegado, não consegue ver como em Romanos 11 explica muito bem, até que Deus tirar esse véu, porque eles não vêem, até o período em que o gente já houver suficiente número de gentios na Igreja de Deus. Então, ele depois abrirá o véu, a cegueira, para o resto do mundo, principalmente os israelitas e depois o resto do mundo, entender a verdade. Ele está a chamar algumas pessoas individualmente, inicialmente. Podem ler isso mais em Romanos 11, como disse.
Mas, de qualquer maneira, precisamos de pregar o evangelho e ensinar às pessoas a observarem as coisas que Jesus Cristo nos disse para observarem. Mas, a maneira que pregamos, você prega individualmente, é pelo seu exemplo na sua vida. A sua maneira, a sua responsabilidade de pregar é o seu exemplo na sua vida para ser uma luz.
Neste candiário, que a igreja é um candiário, e você tem que ser uma luz neste candiário. Vejam em Mateus 5, Mateus 5, a versículo 14-16. Diz assim, vós souz a luz do mundo. Nós somos a luz do mundo. Não se pode esconder a cidade irificada sobre o mundo. Nem se acende uma cadeia para colocá-la debaixo do alqueiro, mas no volador. E ele alumina a todos que se encontram na casa. Assim brilhe também a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vossa Pai que está nos céus.
Para que vejam as vossas boas obras. Uma luz não faz barulho, não é para estarem a dizer, é para verem, para verem as boas obras, as verdadeiras boas obras. Por exemplo, demonstrar da maneira que vivem que não observam o natal, mas de maneira de ver. Não é estar a fazer brulho, a tentar convencer os outros, se vos puder demonstrar de uma maneira, se está claro, se eles perguntam, perguntam, então com mansidão respondemos à pergunta. Como podem lerem primeiro Pedro 3, versículos 15-16, vocês respondam. Quando pessoa quer saber a razão da sua fé, respondam com mansidão e tumor e em boa consciência respondam com cuidado a razão da vossa fé.
Mas devemos ser uma luz. E uma luz não faz brulho, não faz brulho. Imaginem-se a luz que as lâmpadas tivessem a fazer um brulho. Às vezes temos estas lâmpadas incandicentes, quando estão a falhar e fazem este brulho. São muito incómodos. Por que fazem brulho? Nós devemos ser uma luz sem fazer brulho, por senão tronamos-nos incómodos. E não é o que Deus quer que nós sejam, nós queres que sejam uma luz agradável. Uma luz agradável, como o sal no mundo. É um bocadinho aqui e um bocadinho lá para dar um bom sabor ao prato que é o mundo de Deus, que é este prato.
É por dar um bom sabor agradável para Deus. Dizem-se, então, continuamos. É um sal, é um bocadinho aqui, é um bocadinho colar. É um bocadinho pequenino, um bocadinho aqui e um bocadinho colar. E por isso, queres e irmãos, nós precisamos de prioritizar a nossa fé. Como vemos aqui em Lucas, precisamos de dar uma prioridade a esta fé.
Vijamos aqui mais, continuando a ler o que diz assim. O cristianismo casual diz assim, é, permite sentir religioso sem ter que priorizar a sua fé. O cristianismo não é uma posição de baixo risco para este tribo, este grupo de pessoas, fornecendo uma perspectiva de fé que não é exigente. O cristão pode ser casual, assim, de ocasião, em todas as coisas que estima.
Pode ser um bom homem, uma pessoa de família religiosa, etc. E depois diz assim, da sua perspectiva, a marca de prática de fé é genuína realista e prática. Assim, para eles, o que estão a fazer é muito genuína realística e prática.
Para eles, o cristianismo casual, o cristianismo de ocasião, é o melhor de todas as possibilidades, que os encorajem a ser uma pessoa melhor do que se tivessem sido irreligiosos, mas não é uma fé em que eles se sentem compelidos a investir fortemente de si próprios. Não se sentem uma necessidade de estar a investir deles próprios. Ora, cristianos, está Jesus Cristo investido nesta vida para nós?
Sim, está, porque Ele morreu para nós, fez um investimento completo da Sua vida para nós. E, por isso, Ele não está satisfeito quando nós não estamos preparados para investir. Lembrem-se da história da Pérula de Grande Precio e quando veste a Pérula de Grande Precio, deixe tudo, mas vá para a Pérula de Grande Precio, que eu reino Deus. Vejam que outro exemplo, em Lucas capítulo 12, Lucas capítulo 12, versículo 13, que começa a ler do versículo 13, diz assim, neste ponto o homem que estava no meio da multidão lhe falou, mestre, ordem ao meu irmão que reparta comiguerança.
Mas Jesus lhe respondeu, homem, que é-me constituir o juiz ou partidor entre vós? Não é-me a responsabilidade agora, disse Jesus Cristo, de estar a ser juiz ou repartidor entre vós quando eu voltar para o segundo vez terei essa responsabilidade, mas agora não, não é minha responsabilidade. Então lhes recomendou e disse assim, mas tendo cuidado e guarda-vos de toda e qualquer avareza. Tenha o cuidado da cubiça, porque a vida de um homem não consiste na abundância dos bens que ele possui, a nossa vida e particularmente a nossa vida eterna não consiste dos bens que nós possuímos, não consiste das coisas materiais. E depois ele dá uma parábola a mostrar a um homem que queria construir mais coisas e deitar abaixo o que ele tinha para construir maiores celeiros e coisas assim, mas no versículo 20 diz assim, mas Deus lhe disse louco, esta noite te pedirão a tua alma e o que tens preparado para quem será.
Assim é o que entesora para si mesmo e não é rico para com Deus. Estas pessoas de acordo com esta reportagem da Barna, que são cristãos de ocasiões, dizem assim, não estão compelidos a investir fortemente de si próprios. Isto não põe isto uma prioridade, não estão prontos a investir da vida deles no cristianismo. Mas Jesus Cristo diz assim, assim é o que entesora para si mesmo e não é rico para com Deus. Precisamos ser ricos para com Deus, não para com as nossas coisas físicas.
E pois continua a descrever isto no versículo 22. A seguir dirigiu-se Jesus a Seus discípulos dizendo, por isso eu vos adivinto, não andeis ansiosos pela Vossa vida. Quanto ao que a veis de comer, nem pela Vossa corpo, quanto ao que a veis de vestir, porque a vida, particularmente a vida eterna, é mais do que alimento e o corpo, mais do que os vestes. E depois descreve, como se vai, os corvos, os quais não semeiam, nem se afam.
E depois continua com este exemplo. E depois, no versículo 29 diz assim, não andeis pois ainda agar o que a veis de comer ou beber, e não vos entreguéis as inquietações. Porque os gentios de todo o mundo é que procuram estas coisas, mas o Vosso Pai sabe que necessita as destas. Ou delas, buscai antes de tudo. Isto é uma questão de prioridades. Buscai antes de tudo o Seu Reino. Isto é o Reino de Deus, o Reino do Pai. E estas coisas vos serão acrescentadas. Não te mais, ou pequenino rebanho, porque o Vosso Pai se agradou em dar-lhes o Seu Reino.
Querias irmãos? Se temos uma situação aqui em que temos que escolher, precisamos de buscar, de escolher primeiro o Reino de Deus. É uma questão de prioridades. E estes cristãos da ocasião não olham para estas prioridades. É o que, nessa ocasião, é melhor para eles. Mas não é isso que Deus quer. Porque quando temos essa atitude, somos mornos. Somos, digamos assim, cristãos do tipo de lauda ceia.
Precisamos de ser quentes. Isto é dedicados à prioridade número um, que é buscar o Reino de Deus e a Sua Justiça. Isso é o que precisamos de procurar. Isso é o que é a nossa prioridade. Precisamos de estar investidos. Investidos. Nesta meta. E depois te dizem, qual é a motivação deles? Isto é, o que é que mexe a eles? O que é que os faz correr? O que é que os atrai? E diz assim, o conforto que esta abordagem proporciona é que lhes oferece várias perspectivas de vida. Isto é, de poderem aceitá-las ou não. Dados a uma comunidade de relacionamentos, de jarem tais relacionamentos, cumpre a necessidade interna de terem algum tipo de ligação com a divindade e fornece a imagem de ser uma pessoa digna, simpática e piadosa.
Viste que os cristãos casuais não veem as questões de fé como centrais para a finalidade da vida ou para o sucesso na vida. Este tipo de cristianismo fornece os níveis de multifacetadas de satisfação e garantia do que eles desejam. Os cristãos casuais, ou da ocasião, são motivados por um desejo de uma existência agradável e tranquila.
Vísirmãos, é uma atitude muito perigosa de termos. Como já estão aqui em Lucas capítulo 12, vamos começar a ler aqui do versículo 35, que diz assim, «Singido esteja o vosso corpo, e acesas as vossas candeias. Sede vosso, semelhantes a homens que esperam pelo seu Senhor ao voltar, ele das festas de casamento, para que quando vier a bater a porta, logo lhe abram. Bem-aventurados aqueles servos aqui, é o Senhor quando vier. Os recontrã encontrem vigilantes». Vemos aqui, irmãos, que esta parábola do servo vigilante está a mostrar aqui um servo que está cometido ou comprometido ao seu propósito, à sua responsabilidade de ser um bom servente.
E por isso diz assim, estar singido. Sim, está preparado. Tem roupas singidas ao volta do corpo, está preparado. Está pronto. Depois diz-te, e acesas as vossas candeias, quer dizer, a vossa lâmbada, estão acesas. O que é que isso quer dizer? Está a ser um exemplo. Que luz está a brilhar. Por isso estão prontos, estão perto de Deus, estão quentes, estão a ser um exemplo. Tenham as lâmpadas acesas do candeio, digamos assim, são um exemplo. E são vigilantes. Isto é, sabem o que está a acontecer à volta de Deus, à volta do mundo, e sabem o que está a acontecer na sua própria vida.
Estão vigilantes das suas próprias ações e das ações dos outros, como podem afetar a eles de uma maneira negativa ou positiva. E por isso sabem o que está a acontecer no mundo, estão... E por isso sabem ou veem ou reconhecem a estação de Vinda de Cristo, porque estão prontos, estão vigilantes, estão prontos, e as lâmpadas estão acesas, estão a setar um exemplo.
Então, diz assim, em verdade vos afirmo que ele há de cingir-se, isto é, Jesus Cristo há de cingir-se e dar-lhe a alugar a mesa e aproximando-se os servirá. Jesus Cristo vai servir a estes servos, que são liais, que estão prontos, que são exemplos, estão a dar luz e que estão vigilantes. Jesus Cristo próprio vai polos à mesa e vai servir-los. Queridos irmãos, Jesus Cristo, Jesus Cristo está muito, digamos assim, quente acerca deste assunto. Ele quer isto e pessoas que sejam de meio termo, como aqui neste artigo dizem, meia distrada, meio caminho, um cadinho para este lado, mas um cadinho para aqui, ele dá ocasião.
Isso não satisfaz Jesus Cristo, aliás, Jesus Cristo vai apreciar, vomitar essas pessoas. Por isso, cris irmãos, precisamos ter cuidado. Ora, uma pergunta que vamos então continuar a ler aqui em Apocalipse capítulo 17, a ver a condição aqui, para depois eu perguntar o seguinte. Diz assim, continuando a ler no versículo 16, porque é esmorro e nem as quentes nem frios, estou pronto a vomitar-te a minha boca. Pois dizes versículos a sério, pois dizes estou rico e amastado e não preciso de coisa alguma.
Tu dizes, este cristão casual, cristão da ocasião, está a dizer, eu estou rico, eu tenho tudo que necessito e não preciso de coisa nenhuma. Ora, isto, cris irmãos, podem ser uma atitude física, de coisas físicas, mas pode ser uma atitude espiritual também, pode ser uma atitude espiritual.
Precermos de ver espiritualmente, não temos a dizer, eu sei tudo, sou conhecedor, tudo e não preciso de mais nada. Cris irmãos, temos todos nós muito a aprender, todos nós temos muito a aprender. E por isso não devemos dizer que eu estou rico, não.
Mas a pergunta que eu quero fazer aqui, há algo errado em ter uma certa riqueza? É algo errado em ter alguma certa riqueza? Vejam comigo em Proverbios capítulo 8, versículo 18. Proverbios 8, versículo 18. Proverbios 8, versículo 18.
Proverbios 8, 18. Diz assim.
Riquezas e honras estão comigo. Bem-esduráveis e justiça. Quem é que está a falar aqui comigo? Olha, basta olhar o povo versículo 12, que diz assim, eu, a sabedoria. Habito com prudência e dispone de conhecimentos e de conceitos. O tumor do Senhor, que é o início da sabedoria. O tumor do Senhor. Por isso, riquezas e honras estão comigo. Por isso, Deus quer que nós tenhamos o tumor Dele. E se é o início da sabedoria? A sabedoria produz riquezas e honras. Por isso não há necessariamente algo errado com uma certa riqueza. Vem aqui outro exemplo também, em Deut. Nómeo capítulo 8. Deut. Nómeo capítulo 8. Deut. Nómeo capítulo 8. Diz assim, vamos ler só uns versículos aqui. Primeiro quer ler o versículo 1, que diz assim, Deut. Nómeo 8 versículo 1. Diz assim, cuidareis de cumprir todos os mandamentos. Vais precisas ter cuidado de cumprir todos os mandamentos. Que hoje vos ordeno para que vivais e vos multipliqueis e entreis e possuais a terra. Possui a terra. Ora Deus possui a terra. Todas as riquezas da terra são de Deus. Deus é rico, super rico. Tudo pretensa a Deus. E diz assim, e possuéis a terra, e está claro as riquezas da terra. Por isso não há nada irrado em ter certas riquezas. Mas diz assim, cuidado, recordar-te-ás versículo 2. Foi Deus que te guiou estes dias para te humilhar, para te provar, para saber o que está no teu coração. E pois continua nunca de mais à frente. No versículo 18 diz assim, Antes te lembrarás do Senhor, quando entrarás para a terra, que tiveres persuissão, que tiveres certas riquezas, que tiveres certas coisas, te lembrarás do Senhor, Teu Deus, porque é Ele, é Deus que te dá força para te cair as riquezas.
É Deus que te dá força, energia, saúde, capacidade mental, capacidade física para te cair as riquezas, para confirmar a sua aliança que sob o juramento prometeu a os teus pais, como hoje se vê.
Se te esqueceres do Senhor, Teu Deus, quer dizer, pensar que as riquezas vieram a ti próprio, então essas riquezas tornam-se deuses, tornam-se ídolos. E por isso tenho aqui a dizer que tem cuidado destas riquezas, porque se deixar que estas riquezas se tornem em deuses, e andares após outros deuses, que estas riquezas te dão, e os servios e os adorares, protesto hoje contra vós outros que pareceréis.
Queres irmãos? O ponto acerca de riquezas é que precisamos se você tem algumas coisas físicas. Precisa sempre de reconhecer e dar graças a Deus pelo que tem, porque vem tudo de Deus. Por isso, não há problema em ter certas coisas físicas, ou problema é quando não reconhecemos que essas coisas físicas vieram de Deus. Então, aqui, no versículo 17, do capítulo 3 da Apocalipse, apocalipse 3, 17, dizem, pois dizes, estou rico e abastado, não preciso de coisa alguma. O que se passa aqui é que esta pessoa não reconhece que o que tem é graças a Deus, e não dá graças a Deus por causa disso. Não reconhece isso. Aí está o grande problema. Precisamos de reconhecer e dar graças a Deus por tudo que seja o que tenhamos, muito ou pouco dar graças a Deus, porque sem Ele não tínhamos nada e não éramos nada. É tudo graças a Deus. Se não fizemos isso, estamos a pôr outras coisas à frente de Deus. Outras coisas podem ser materialismo, pode ser riquezas, pode ser o tempo. A maneira como passamos o tempo e vermos passarmos o tempo a orar e a dar graças a Deus e a estudar a Bíblia, não temos tempo para isso. Por quê? Porque estas outras coisas tiram o tempo todo e não temos tempo para nada. Então, isso é um outro Deus. É um Deus irrátimo. É por isso fazer isso um ídolo. Precisamos ter cuidado, que eu digo, irmãos. Precisamos ter cuidado. E continuando, então, a ler no versículo 3-17. Diz assim, pois diz-se, estou rico e abastado e não preciso de coisa alguma. E nem sabes que tu és infeliz, sim miserável, pobre, cego e nu.
Falámos acerca de vários pontos aqui da pobreza. Digo, que é a verdadeira riqueza? Já falámos, a verdadeira riqueza é ter Deus e... mas não ves, é cego. Não ves a condição em que estás. Não ves, estás cego.
E precisamos abrir os olhos para ver se somos estes cristãos casuais.
Precisamos de nos analisar a nós próprios. E se temos essa...
Díamos assim essa possibilidade de sermos assim um caso de casuagem, um caso de ocasião. Não estarmos a pôr uma prioridade própria no reino de Deus e a sua justiça. Numa prioridade própria, pôr Deus primeiro e dar graças a Deus. Então, o que é que precisamos de fazer? Vamos então ver, então, aqui em segundo Pedro, capítulo 1. Começar a ler o versículo 1. Segundo Pedro, capítulo 1, versículo 1.
Começar a ler o versículo 1. Segundo Pedro, capítulo 1, versículo 1. Simão Pedro, servo e apóstolo Jesus Cristo.
Acho connosco, obtiveram fé, igualmente preciosa na justiça, de nosso Deus e Salvador Jesus Cristo.
Aqui está um outro exemplo. Aonde disse que Jesus Cristo é o nosso Deus e Salvador? Jesus Cristo é o nosso Salvador. Ele é o nosso Deus. Está claro, de baixo do Deus-Pai, do Pai, Ele é o Filho de Deus agora, mas é o nosso Deus.
Justiça do nosso Deus e Salvador Jesus Cristo. Graça e paz, vos sejam multiplicadas, no pleno conhecimento de Deus e de Jesus, nosso Senhor. Isto é de Deus-Pai e de Jesus, nosso Senhor Jesus Cristo, nosso Salvador e Deus também. Viste como? Pelo seu divino poder.
Através do poder Jesus Cristo, isto é, da concessão espiritual, através do Espírito Santo, nos tem dado, nos tem sido doadas todas as coisas que conduzem à vida, isto é, à vida interna, e à apiadada, isto é, devido a ser como Deus, piadoso e segundo Deus, pelo conhecimento completo daquilo que nos chamou para sua própria glória e virtude. Pelos quais? Pelos quais? Todas estas coisas, que dizem que são doadas de nós, todas estas coisas, como lembramos no versículo 3, pelas quais nos tem sido doadas as suas preciosas e muito grandes promessas.
Qual é esta promessa muito grande que temos? Para que por elas vos truneis co-participantes da natureza divina. Para virmos a ser co-participantes da natureza de Deus, provamos ser filhos e filhas de Deus através da dávida do Espírito Santo, de Deus que fomos gerados através dele, do Espírito Santo, de Deus após o Batismo. E por isso vemos aqui para vos truneis co-participantes da natureza divina, liberando-vos da corrupção das paixões que há no mundo. Aqui demonstra um compromisso. Não é, como diz aqui nesta reportagem, destes cristãos da ocasião, que é um meio de estrada. Não, não, não. É uma coisa de meio de estrada.
É um compromisso de liberar-nos completamente da corrupção das paixões que há no mundo e para nos tornarmos co-participantes, para nos vestirmos destas coisas novas. Isto é para nós estarmos nus, para nos vestirmos desta roupa boa, que seja da natureza divina. Por isso mesmo, vos reunindo toda a vossa diligence, com toda a vossa força, com toda a vossa força quente, não é mornos, assim, meia, coisa assim, não, não.
Conta-tô na força. O reunido toda a vossa diligence, associar com a vossa fé. Por isso começa na fé. Já era a nossa fé. Primeiro é a fé de Cristo, pois é a nossa fé. Fé é fé. A virtude. E com virtude, o conhecimento. E com o conhecimento, o domínio próprio. E com o domínio próprio, a perseverança. Com a perseverança, a piedade. Isto é ser vir a ser segundo Deus, a maneira de Deus sermos igual, como Deus conduzimos de uma maneira como Deus é.
Com a piedade, fraternidade. Isto é amor de irmãos. E com a fraternidade, o amor, o amor agape, o amor de Deus. Queres irmãos, aqui está uma, digamos assim, uma escala, uma, um ponto de construção, de começar com a fé. Desta fé, por virtude. Por isso só ter fé não é nada. É muito mágica, porque se dá fé, é preciso de por virtude. Que o virtude, o conhecimento aprende mais da Bíblia, aprende mais dos princípios de Deus. Deste conhecimento, que aprendemos deste conhecimento, da maneira de nos conduzir, nos conduzir, o que Deus nos diz para fazer e para não fazer, ter o domínio próprio para fazer o que devemos fazer.
E deste domínio próprio perseverar, continuar a fazer com perseverança. E depois, para sermos termos, segundo Deus, vivermos, sermos mais iguais a Deus, termos uma maneira de pensar, uma maneira de fazer coisas, que é segundo Deus. E depois disso, além disso, ter o amor para os irmãos e depois o amor de Deus, que é o amor de Deus que precisamos de ter este amor HP.
Porque estas coisas existindo, porque estas coisas existindo, em vós e em vós aumentando, fazem com que não sejais nem inativos, nem infrutuosos, no pleno conhecimento de nosso Senhor Jesus Cristo. Isto é os bons frutos, isto é as pós-obras, isto é a luz que tem cedo de nós, através destas características. Domine e prote, e recebermos conhecimento do que precisamos de fazer e praticar estas coisas, pois aquela que é estas coisas, não estão presentes, é cego. Lembra-se que estávamos a ler na Apocalipse Cap. 3 Vocês são mornos, não são quentes nem frios, vocês são cegos. Ora, se não estamos a crescer nisto, somos cegos, vento sol que está perto, esquecido da purificação dos seus pocados da outra hora.
Esqueceram-se que sim, o batismo é simplesmente o primeiro passo na estrada deste crescimento espiritual. Há muito mais para além do batismo que precisamos de perseverar e crescer. E aqui explica da fé, a virtude, o conhecimento domínio próprio, a perseverança, a piedade, a fraternidade e o amor HAP da Deus.
Por isso, irmãos, versículo 10, procurar com diligência, sim com diligência, sendo quentes nisto com força, cada vez maior, confirmar a vossa vocação, a vossa chamada, porque a vossa eleição, fomos chamados e fomos eleitos. Eleição, por quando procedendo assim, não tropecerás em tempo algum. Não vão cair, não vão tropeçar. Isto é um seguro de vida, queridos irmãos. É um seguro de vida, da vida espiritual. Isto é um seguro de vida. Isto é o que precisamos de fazer para não serem os mornos. Isto é o que precisamos de estar a pôr em prática para serem os quentes, para serem os comprometidos a Deus primeiro, propôrmos uma prioridade primeiro em Deus, e vivermos, a essa maneira, a serem-nos uma luz, e estarmos a vigiar a nossa volta para termos que cuidar, para não cairmos nas armadilhas de Satanás, a nossa volta. Pois desta maneira, é que vos será amplamente suprida a entrada no reino eterno. É desta maneira que vos vai ser dada a voz a entrada no reino de Deus. É por esta maneira que vamos entrar no reino de Deus. Este é o caminho de nosso Senhor e Salvador, Jesus Cristo.
Queridos irmãos, vamos então continuar a ler, no versículo 17, apocalipse 3. Diz assim, pois diz-se estou rico e abastado, e não preciso de coisa alguma, e não sabe-se que tu és infeliz, sim, ineserável, pobre, cego e nu. E nu. Aconselho que de mim compres, ouro refinado pelo fogo. Isto é, se não mudares, se não te arrependeres agora, douto um conselho. Se não estás a ouvir, douto um conselho. Talvez seja bom ir para a grande tribulação. Para comprar os ouro refinado pelo fogo. O fogo vai ser a grande tribulação. E por isso é que dizem, Lucas 21.36. Tenho cuidado, vigiai, para que não, para que possa escapar estas coisas que têm que acontecer.
E por isso, se não estás a vigiar, se não estás pronto, se não estás a ser uma luz e se não estás a vigiar, então Deus diz a conselho a ir à grande tribulação. Porque Ele diz, a quem amo, castigo. A quem amo, castigo. A conselho, então, para vestir-te de vestiduras brancas, a fim que não seja manifesto à vergonha de Tuneudês. E colírio para ungir os olhos, a fim que vejas. Vejas as coisas para poder ver, começar a ver, então, para uma vestidura brancas. As vestiduras brancas vão ser as vestiduras de linho fino, o branco que os santos vão vestir durante, digamos assim, o casamento da noiva com Jesus Cristo. Há vindo Jesus Cristo, que podem ler em Pócalipse 19.7.8. E essa vestidura branca, essa roupa branca, as vestiduras brancas, representam os atos da justiça dos santos. Não é os atos da sua justiça própria? Oh, eu sou melhor porque eu faço isto aquilo. Não é da nossa própria justiça. É da justiça de Deus. Isso é que precisamos buscar, buscar o reino de Deus e a sua justiça, a justiça de Deus. Isto é que precisamos ter os atos da justiça, da justiça de Deus. Por isso, queres irmãos, vivemos numa era, numa idade, a idade de Lauda-Seia, a idade do cristão de ocasião. Mas, nesta mesma idade, em paralelo, nós podemos também ouvir a carta anterior, a carta à Igreja em Filadélfia, e tomar nota do que diz, no versículo 8, que diz assim, conhece-se-as-tu-as-tu-as-obras. E acho que, em posto diante, tenho uma porta aberta. Queres irmãos, nós temos uma porta aberta para pregar o Evangelho. Como uma Igreja, como a organização da Igreja, dentro do corpo espiritual, esta organização estamos aqui a pregar o Evangelho. Com a ajuda de um de cada um vos, com os vossos dizimos, podemos imprimir, podemos mandar os livros, podemos manter a internet e as despesas todas, que há volta disso. Cada um ajuda. Mas, individualmente, individualmente, precisamos também ter boas obras, através da porta aberta. A porta aberta é para estarmos prontos, para estarmos ingênios, para sermos esta luz. Não é uma esta luz que faz barulho, mas esta luz que é um exemplo na nossa vida, como conduzimos a nós, entre outros pessoas, por exemplo, o nosso emprego, conduzimos de uma maneira decente, de uma maneira como ansitão, como uma maneira que as pessoas gostam de nós, porque conduzimos humildemente. E, de uma maneira também, como dirigimos a nossa família, como educamos os nossos filhos, como eles são exemplo à frente da comunidade e outros, isto tudo é pregar o evangelho, é pregar o evangelho na nossa maneira individual, dentro do contexto que nós temos que é a nossa vida. Nós pregamos o evangelho na nossa vida sendo uma luz, sendo o sal no mundo, sendo esta luz que está no monte que ilumina a sua volta, através do nosso exemplo, da prática de viver de acordo com o conhecimento e de acordo com as leis de Deus. Queris-me irmãos, por isso diz assim, tenho posti uma porta aberta a qual ninguém pode fechar e, por isso, podes agora opte de ser aleus e ser um exemplo hoje em dia. Também tens pouca força, sim tens pouca força. O teu exemplo na tua vida é uma coisa pequena. Tens pouca força. Entretanto, continua o exemplo da igreja. A pregar e a atua ajuda, como os dizemos, a fazermos a obra da igreja a uma obra com pouca força neste mundo. Mas andamos por esta porta aberta. Entretanto, precisamos de guardar a palavra de Deus, diz aqui, e não precisamos de não negar o nome de Jesus Cristo. E aqui diz aqui, não negaste o meu nome, estamos de Jesus Cristo a falar. E, por isso, queridos irmãos, precisamos de estar comprometidos a este caminho, 100% comprometidos e não é mornos, não é estarmos, digamos assim, cristãos de ocasião, casuais.
Precisamos de prioritar a nossa fé, dizirmos. Precisamos, com diligência, por estas coisas em prática, da virtude, da fé à virtude, o conhecimento, o domínio próprio, a perseverança, a sermos como Deus, piadosos como Deus, de mostrar este amor fraternal e finalmente este amor da Deus. Porque se fizermos isso, nunca tropeçaremos, nunca tropeçaremos. Isso é a maneira de não sairmos da igreja de Deus, para nos mantermos no corpo espiritual, que a igreja de Deus é esta fórmula, como eu digo, é este seguro de vida, seguro de vida e terra, para podermos entrar no reino de Deus. Que Deus, queris irmãos, vos ajude a serem cristãos verdadeiros, quentes, bem ativos nisto, e ao mesmo tempo, exibindo ou demonstrando o poder do Espírito Santo de Deus, que é um Espírito de poder, um Espírito de amor, mas também um Espírito de uma mente sá, como diz em segundo Timótio, capítulo 1, versículo 7. Queris irmãos, precisamos de estar comprometidos e estar quentes a ferver neste caminho da verdade.
Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).