Perseguição por causa de justiça

Nós podemos ser perseguidos por causa da justiça. Não fiquem surpreendidos por causa das tribulações e dificuldades.Por quê? Como suportar a perseguição e dificuldades.

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church Bom dia. Boa tarde, queridos irmãos, aqui em George Campus. O livro de Jó é um livro que nos dá algo muito específico para nós pensarmos e meditarmos. E por isso hoje quero começar olhando aqui alguns pontos no livro de Jó. E vamos começar, então, no capítulo 1 do livro de Jó. O livro de Jó vem pouco antes dos Salmos e Proverbios. O livro de Jó. Vamos começar a ler no capítulo 1, versículo 6 a 11. E diz-se-se, em um dia em que os filhos de Deus vieram a apresentar-se perante o Senhor, vem também Satanás entre eles. Vejam aqui, vê-se que vieram-se a apresentar um Senhor. E então perguntou o Senhor a Satanás. Donde vais? E Satanás respondeu ao Senhor e disse-se-se bons, andar por aí, apaciar de um lado para o outro, causar problemas. E o caso vai andando, não é? O caso vai andando. E no versículo 8, perguntou ainda o Senhor a Satanás o seguinte. Observaste o meu servo, Jó? Vê-se aqui, foi Deus que levantou este assunto, começou com este assunto acerca de Jó. E disse-se-se Deus assim, porque ninguém há na terra semelhante a Ele. Homem íntegro e reto, temente a Deus e que se desvia do mal. Então respondeu Satanás ao Senhor, porventura, Jó, de balde tema Deus, senta a Ele a temer a você por razão nenhuma? A caso, diz no versículo 10, não o cercaste concebe, não voseste uma cerca a protegê-lo, a Ele a sua casa e tudo quanto tem. A obra das suas mãos a pensou astes e os seus bens se multiplicaram na terra. Por isso, tem razão de estar satisfeito, é o que Satanás está a dizer. Versículo 11. Estende-o porém a mão e toque-lhe em tudo quanto tem, e verás se não blasfema contra ti na tua face. Vê-se aqui que foi Deus que iniciou esta conversa, este tema, este assunto, a cerca de Jó. E depois, ve-se que Deus disse, está bem, então, Ele está em teu poder, mas não estende-os a mão em Ele. E depois, ve-se que, veio um homem a dizer que os poes e os jumentas de Ele estavam no campo, e todas foram levadas e mataram-se servos a fio de espada. Perdeu-os, pois, o gado e os jumentas. E depois diz, vem outro homem e fogo caiu do céu, e queimou as oveias e os servos. Só escapei-o, fogo do céu. E depois vem outro, logo a dizer, e vieram os caldeus e atacaram os camelos, levaram os camelos e mataram os servos, e só eu escapei. E depois vem outro, e olha, os teus filhos estavam a ter uma festa, estava bem vinho, quando veio um grande vento e bateu na casa, e a casa caiu e morreram-os todos. Então, já se levantou, rasgou seu manto, rapou a cabeça e lançou-se na terra e adorou. Não amaleçou a Deus, mas adorou, e disse, no saído-vedre da minha mãe, e no voltarei. O Senhor deu e o Senhor o tomou. Bendito seja o nome do Senhor. Vê-se aqui que Satanás não tem o poder de predizer o futuro, porque ele estava enganado acerca de Jó. Sim, ele tem o poder de nos enganar, mas não tem o poder de predizer o futuro. E depois, capítulo 2, versículo 1, uma vez mais, no dia em que os filhos de Deus vieram apresentar-se para Anto o Senhor, vem também Satanás entre eles, apresentar-se para Anto o Senhor. Então, o Senhor disse a Satanás, uma vez mais Deus iniciou o assunto. Donde vens? Respondeu Satanás ao Senhor e disse, ah, não iria passear, vão lá para o outro, ah, tudo bem, tudo bem, obrigado. Preguntou o Senhor a Satanás, visto o meu serpo Jó? Porque ninguém é na terra, semelhante a ele, homem íntegro e reto. Te menta Deus e que se desvia do mal. Ele conserva a sua interidade, embora tu me incitaste contra ele, para o consumir sem causa.

Vê-se aqui, que existem conversas entre Deus e Satanás, a cerca de você e de mim. E Satanás conhece as suas fraquezas e as minhas fraquezas. E Satanás vai dizer, ah, apanhei-o. Apanhei-o na fraqueza dele, ou dela, e vou destruí-los. E Satanás é capaz de ser a Deus. Vou te provar que ela ou ela vai falhar.

E Satanás, muitas vezes, nos faz com que nós falhemos. Para algumas pessoas, pode ser que os façam muito prósperos, com certas riquezas. Isto é viver sem problemas. E depois, esquecem-se de Deus. Para outras pessoas, pode ser que estejam muito ocupados, têm muito que fazer e não têm tempo para Deus. Para outros, pode ser que os faça sofrer, pensando Satanás que essas pessoas, através do sofrimento, abandonem a Deus. E assim foi o que aconteceu. Vê-se aqui no versículo 4, então, de Satanás. Diz assim, respondeu o Senhor, pele por pele, tudo quanto o homem tem, dará pela sua vida. Estende porém a mão, toque-lhe nos ossos na carne e verás, se não pela esfema, contra ti, na tua face. E assim vez, que Satanás saiu de presença do Senhor e frio Jó, com tomores malignos, com grandes dores, desde a planta dos pés até o címo da sua cabeça, com bolhas e dores, tomores de grande sofrimento, de grandes dores. Até a mulher dele, disse Jó, a maldiçoa de Deus e morre. E eu ganhasseia dizer-me, a tuente, a manter-te na tua integridade, a maldiçoa de Deus. Ele, num monte de cinza, respondeu a ela, tu falas com qualquer pessoa doida. Recebemos o bem de Deus e não recebemos também o mal. Em tudo isto, o Jó não pecou com sua boca. Até que os três amigos dele vieram sentados com ele por vários dias, nem falavam e depois, os seus amigos começam a dizer a Jó, que precisa se arrepender, que está cheio de pecados.

Isto foi um período muito difícil para Jó. E faz-nos pensar, faz-nos meditar nesta situação de Jó. E depois do fim do capítulo 2, até ao começo do capítulo 32, vê se estes homens a dizerem a Jó, que precisa se arrepender. E depois vem o Elio, que contradizam o que os amigos dizem, mas vê se que Jó foi perseguido ou sofreu, teve perseguição por causa da justiça. Sim, porque Deus disse por duas vezes, diz assim, homem íntegro, irreto, tamenta a Deus e que se devia do mal, como lembramos, em Jó 1, 8 e em Jó 2, 3. Deus disse duas vezes que era um homem íntegro, irreto, que era um homem justo. E por causa dessa justiça, foi perseguido. Sim, certamente, o Jó tem algumas lições a aprender.

E Deus usou esta provação, este período de dificuldade de Jó, para melhorar o caráter de Jó, porque o Jó tinha um problema. O problema de Jó era a sua justiça própria, a sua autogistica. E por isso, hoje, queris irmãos, vamos ver um pouco, aprender um pouco, meditar um pouco acerca do tema de que podemos ser perseguidos, podemos ter perseguição por causa da justiça. Vamos ver por que e como sobreviver, ou se como suplantar esta perseguição. Vejamos, então, por exemplo, aqui em Jó, capítulo 31, Jó capítulo 31, vejamos aqui o problema de Jó.

Diz assim, 31, versículo 1, fiz aliança com os meus olhos, como pois os fixaria eu numa donzela, como eu que olharia para uma mulher, virgem para uma moça de uma maneira errada. Nunca fiz isso. Você está a perguntar, mas você, eu, acabei de dizer aqui tal problema dele, mas qual é o problema nisso? Vijemos um pouquinho mais. Vejam, por exemplo, no versículo 5, se andei com a falsidade e o seu peço é por sopar ou engano, pese-me Deus em balanças fiéis e conhecerá a minha integridade.

Vê-se aqui o problema de Jó, era a sua alta justiça. Pondo-se de uma maneira como que pretendia ser mais justo que Deus. Este era o problema que Jó tinha. Ela era justo. Deus próprio disse que ela era muito justo, mas tinha uma justiça própria, uma alta justiça. Veja, por exemplo, aqui, no versículo 7, se os meus passos se desviaram no caminho e se o meu coração segue os meus olhos e se as minhas mãos se apagou a qualquer mancha, então se meio eu e outro coma e sejam arrancados os renovos do meu campo.

A alta justiça. Se o meu coração se deixou se desir por causa de mulher, se andei a aspreita a porta do meu próximo, então mou a minha mulher para o outro e outro sem curvem sobre ela.

Pois seria isso um crime idiondo, isso de infâmia, infamoso, delito à punição dos juízes. Queres irmãos, todos nós temos falhas e fracanças e acho que nenhum de nós tem a coragem de dizer o que J. estava aqui a dizer. E certamente J. estava a ser a verdade, não estava a mentir, mas é uma atitude aqui que Deus quis revelar a J. porque ele não era mais justo que Deus. Não era, não é. Vejam no versículo 13. Se desprezei o direito do meu servo, da minha serva.

Vejam no versículo 16. Se retive o que os pobres desejam, ou fiz-te falecer os olhos da viúva. Já era justo. Vejam, por exemplo, no 19. Se alguém vi precer por falta de roupa e é necessitado por não ter coberta, e seus meus lombos não me abençoaram, se ele não se acuentava com a lá dos meus cordeiros. Ele ajudava essas pessoas, ajudava os pobres, ajudava as viúvas. Vejam no versículo 24. Se no ouro pôs a minha esperança, ou disse ao ouro fino, em ti confia-o.

Era um homem justo. Certamente era um homem justo. No versículo 25. Se me alegrei por serem grandes os meus bens, e por ter a minha mão alcançado muito. Vê-se que era um homem muito justo. E por isso, vence aqui no capítulo 32. Começaram no versículo 1 a dizer, se saram aqueles três homens de responder a Jóno do Canto, a assater-o por justo aos seus próprios olhos. Tinha alta justiça, tinha uma justiça própria. Então, se acendeu a ida de Eliú, filho do Braquel, o Bozita da Família de Rão, acendeu-se de a sua ida contra Jó, porque este pretendia ser mais justo do que Deus.

Aí está o problema. E por isso, depois de Eliú, e particularmente depois de Deus falar com Jó, Jó viu assim mesmo, foi capaz de examinar-se próprio e viu o que ele era. E por isso, vence ao fim de Jó, capítulo 42, que diz assim no versículo 5 e 6, Ele te conhecia só de ouvir, mas agora os meus olhos te veem. Por isso, me abomino e me arrependo no pó e na cinza.

O Jó reconheceu a sua falha de caráter, de justiça própria, porque ele não era mais justo do que Deus. E reconeceu isso, e se arrependeu disso. E, por isso, vê-se no versículo 10. Mudou o Senhor a sorte Jó, quando extorava pelos seus amigos. Sim, portanto, orar pelos amigos. Aqueles que tinham dito o mal dele, que tinham dado, tínhamos assim bofetadas na cara. E o Senhor lhe deu o dobro de tudo o que antes possuíram.

Cri-se irmãos, vejemos isto agora, em paralelo com as atitudes que Jesus Cristo diz a nós para termos como verdadeiros cristãos. Perdão. E se é discreto ou descrevido, perdão, no livro de Mateus capítulo 5.

No livro de Mateus capítulo 5, fala aí das bem-aventuranças, que não deixe por de outra maneira. São as belas atitudes, ou as biatitudes, em que devemos testar. E oudei alguns sermões, e já no passado, a cada uma destas belas atitudes. Um sermão por cada uma destas belas atitudes. A primeira, no versículo 3, bem-aventurados os mil desespíritos. Isto é aqueles que sejam pobres de espírito, isto é, humildes. E daí um sermão a cerca da humildade. Depois, no versículo 4, tem a segunda bela atitude cristã, que é aqueles que choram, que se arrependem e choram, porque serão conselados. E choram arrependimento pelo que vemos e pelo que somos e pelo que fazemos. A terceira bela atitude, versículo 5, os manos, aqueles que são ensináveis. São manos. Não são selvagens, na maneira que tratam outros, mas são mansos e ensináveis. A quarta atitude, que é aqueles que desejam a justiça de Deus. Isto é, aqueles que têm a fome e sede de justiça, a justiça de Deus, porque serão fartos. Quinta bela atitude, que é, no versículo 7, diz assim, bem-venturados masaricordiosos, aqueles que têm misericórdia por outros, têm capacidade de perdoar e deixar as coisas passar como misericórdia. E depois, a sexta bela atitude, que é os limpos de coração. Limpos de coração. São sinceros. São nada falsos na maneira que reagem contra as pessoas. São limpos de coração. E a sétima bela atitude, que eu descreviei em sermãos no passado, é para serem pacificadores. Pessoas que fazem paz.

Que fazem paz. Não é que amam a paz, mas que fazem a paz. E para ser uma pessoa que fazer paz, é necessário todas as outras atitudes, belas atitudes cristães, porque, como expliquei, e repito, são acumulativas, uma acima da outra, começando com a humildade, e uma, se acomela, ou vai por cima da outra anterior. No último sermão que dei, acerca deste tema de belas atitudes, falei, então, acerca de sermos pacificadores. E disse-me que para sermos pacificadores precisamos ter uma humildade, para deixar as coisas passarem, para perdoarmos, para serem-nos recorridiosos, para reconciliar-nos com outras pessoas. Depois disse-me que precisamos de tirar esta traves das nossas vidas. Temos que nos arrepender, reconhecer os nossos próprios erros, e ter paz no coração, em vez de ter uma atitude de vingança, em vez de ser super sensíveis, a que outras pessoas dizem, em vez de fazer demandas, e dizer-me que tenho que fazer isto, e isto é meu direito, a ter uma paz e remover essa traves dos olhos. E o terceiro ponto que falei acerca de fazermos paz, de sermos pacificadores, é que falei que disse, que precisamos de identificar ídolos que nós possamos ter na nossa vida. Certas paixões fortes, porque esses ídolos fazem ou requerem um sacrifício, e isso faz com que nós sejamos menos submissos a Deus e dão para os outros.

E por isso, vemos aqui, pôndo agora isto em contexto com a situação de Jó, Jó teve que vencer um ídolo. O ídolo era a sua própria justiça, em vez da justiça de Deus. Mas Satanás não conseguia ver essa falha, porque ele tem o mesmo problema, porque ele tem a mesma traves nos olhos, porque ele se idoliza a si próprio. E por isso, vimos estas sete belas atitudes que devemos testar, estas biatitudes, ou, como está descrito na Bíblia em português, bem-aventuranças, mas são belas atitudes cristãs para estarmos. Eu disse, quando falei da sétima, acerca de ser pacificadores, disse que, de uma maneira, ver seria a última bela atitude. Mas, como sabem, não é a última, porque é uma oitava. Porque a oitava é bem-aventurados os perseguidos, por causa de justiça. A razão que eu disse que ser pacificadores era a última, bela atitude, é porque a oitava não é necessariamente só uma bela atitude, mas é um resultado das outras atitudes. É mais um resultado das outras sete preiniciais. Porque quando representamos humildes e arrependidos e mansos e buscamos a justiça de Deus, e somos misericordiosos, e somos puros de coração, e somos pessoas que queremos fazer paz. Temos esta maneira de viver, esta belatitude que é diferente do mundo, o mundo nos odeia. E por isso existe uma perseguição? Continuando a ler, então, aqui no versículo 10, bem-venturados, perseguidos por causa da justiça, porque Deus é o reino de Deus. Bem-venturados, hoje, quando, por minha casa, vos injurem e rearem, e vos perseguirem, e mentindo, disserem, tudo mal contra vós. Regujizá-vos, e exaltá-ai, porque é grande o vosso galardão nos céus, pois assim perseguiram as profetas que viveram antes de vós. Caras irmãos, esta bem-aventurança, numa maneira de ver diferente, é o resultado das outras sete bem-aventuranças, ou belas atitudes, que possamos ter, ou que devemos ter, como verdadeiros cristãos. E, por isso, o que está a dizer é que, quando temos estas belas atitudes cristais na nossa vida, precisamos de esperar que vá haver perseguição contra nós. E, por isso, não fique surpreendido quando haver perseguição contra você pela justiça. Porque? Vejam comigo se faz favor em 1 Pedro, 1 Pedro, capítulo 2. 1 Pedro, capítulo 2, versículo 11 e 12, que diz assim. 1 Pedro, capítulo 2, versículo 11 e 12. Amados, exhortáveis com peregrinos e frustérios que sois avusam bestiades das paixões carnais que fazem guerra contra a alma. E, irmãos, temos que forçar isto. Somos pessoas físicas. Certas paixões carnais existem e precisamos nos apostar delas. Versículo 12, mantendo exemplar o vosso procedimento de um ponto importante, o nosso procedimento, a nossa conduta, a nossa maneira de nos conduzirmos, o nosso procedimento no meio de Deus, para que naquilo que falam não é se falarem, é naquilo que falam, é uma certeza que vão falar de você, contra vós, outros como se fossem mal feitores. Observando-vos em vossas obras, glorifiquem a Deus no dia da visitação. Essas pessoas, quando Jesus Cristo vier, no dia da visitação, vão então glorificar a Deus para o que você faz hoje. Mas hoje, hoje, fala mal de vocês, como se fossem mal feitores. É o que diz aqui. É o que diz aqui. O resultado final é que vão glorificar a Deus no dia da justificação, e por isso temos que ser um exemplo hoje em dia. Um exemplo, mantendo, exemplar o vosso procedimento a vossa boa conduta. Vejam, por exemplo, no capítulo 3, versículo 15, a 17.

Diz assim, do mesmo livro, capítulo 3, versículo 15 a 17. Anos-se-ntificar a Cristo como Senhor em vossa coração, estando sempre preparados para responder a todo aquilo que vos podia, razão, da esperança, que há em vós. Fazendo-o, todavia, com ansiedão e temor, com boa consciência, de modo que naquilo que falam, naquilo que estão a dizer, não é se falarem, mas é naquilo que falam contra vos outros, fiquem envergonhados os que difamam, os que dizem mal, do vosso bom procedimento em Cristo.

Que dizem mal, aqui está. Vão dizer mal de você? Vão bater a você uma bovetada de um lado a cara. E você, então, tem que continuar de boa consciência, com um bom comportamento, e não dizer mal a eles.

Vejamos, então, capítulo 4, do mesmo livro, versículo 1 a 4. Diz assim, ora tendo Cristo sofrido na carne, armaivos também voz do mesmo pensamento, pois aquele que sofreu na carne deixou o pecado. Para que no tempo que vos resta na carne, já não vivais de acordo com as paixões dos homens, mas segunda vontade de Deus. Temos que vencer, temos que ser diferentes, temos que ser um exemplo, um exemplar, do bom comportamento. Véis, capítulo 3. Porque basta o tempo decorrido para terem-vos escutado a vontade dos gentiúrs, já basta os dias do passado que vocês fizeram, essas coisas, tendo adada no passado, em dissoluções, concupiscências, borracheiras, orgias, bebidices, e ainda de testáveis e do letrês. Isso foi do passado. Agora vocês se arrependeram, vivem uma vida cristã nova, arrependimento, com humildade, com coração puro. Por isso, difamando-vos, estranham que não concureis com eles ao mesmo excesso de vacidão. Estão a dizer mal a vocês, estão a dar bofetadas a você na cara, a de um lado esquerdo, e estão surpreendidos que você não devolve com bofetadas a eles.

Por que que eles não gostam de você? Por que que eles estão a difamar a você? Porque sabem que vão ser julgados. Sabem internamento no coração, que estão a fazer mal. E por isso, você, se comportando-se bem, faz eles culpados. Faz com que eles se sintam culpados. Por ciclosingos quais? Jando para estar, contas, aquele que é contento para julgar vivos e mortos. Vão dar contas, sabem, embora não digam, talvez não digam isso verbalmente, mas sabem que vão ter que dar contas. Pois para este fim foi o vanjélio pregado também a mortos. A pessoa dizia, ah, ah, vanjélio pregado a mortos, que é isso. Gasta olharem, Efésios capítulo 2, versículo 1. Não deixe-me olhar aí brevemente. Efésios capítulo 2, versículo 1. Nada diferente disso. Ele vos deu vida quando vos mortos nos vossos delitos e pecados. Nós estávamos mortos. O evangelho é pregado aos mortos. Isto é aqueles que estão a pecar. Não é que estejam mortos fisicamente, mas que estão condonados à morte porque estão a pecar. Estão no caminho da morte. E por isso, tecnicamente, da maneira que Paulo Pedro aqui descreve, estão mortos. E por isso, o evangelho é pregado a aqueles que estão mortos, porque estão no pecado, estão no caminho da morte. Para esse fim, o evangelho pregá também a morte, para que mesmo os legados na carne, segundo os homens, vivam no Espírito e segundo Deus. Possam se arrepender e possam viver da maneira correta. Cristo, na sua oração final, em João capítulo 17, versículo 14, à frente dos irmãos, após a comemoração da páscoa, em João 17, versículo 14, diz assim, eu estou em dado a tua palavra, está a valorar ao Pai, e o mundo os odiou, o mundo odeia os cristãos, porque eles, os cristãos, não são do mundo, como eu, Cristo, também não são do mundo. O mundo nos odeia porque nós não estamos a seguir o mesmo mal exemplo deles, e por isso, quando nós não seguimos esse mal comportamento, faz com que eles realizem ou compreendem, embora não digam dessa maneira, que estão culpados, e por isso eles não gostam disso. Por isso eles não gostam disso, e por isso é que diz, o mundo os odiou, porque eles não são do mundo, e por isso não fique surpreendido, não fique surpreendido, se o mundo te odeia. Hoje em dia, no mundo, existe ainda para os cristãos, não em todas as áreas do mundo, mas em muitos locais no Ocidente, no Ocidente, existe ainda uma certa paz para os cristãos. Podem ser cristãos, podem viver em paz, até um ponto. E porquê? Vejam comigo em Marcos 13, Marcos 13, versículo 9 e 10. Estáis voz de sobreviso, e esteis avisados, porque vos entregarão aos tribunais e as sinagogas, suréis açoitados, por que farão comparecer à presença de governadores e reis para o miacasa, para servir de este munho. Vão ser perseguidos. Mas é necessário, versículo 10, que primeiro o evangelho seja pregado a todas as nações. E neste momento o evangelho está a ser pregado a todas as nações. E por isso enquanto o evangelho está a ser pregado, há uma certa, digamos assim, quantidade de paz, relativamente. Não muita, mas já há uma certa, vocês como cristãos, podem congregar-se, podem reunir-se com outras pessoas, ainda existe um certo grau de paz. Porque diz assim, é necessário que primeiro o evangelho seja pregado a todas as nações.

E por isso, esta paz é temporária. Esta paz, de uma maneira relativa, está claro, entendo, que estou a dizer, é temporária até a obra de pregar o evangelho ao mundo como o testimonho, seja completada até ao ponto que Deus queira.

Nós sabemos, vocês podem ler em Apocalipse 12, que Satanás vai perseguir a Igreja, principalmente versículos 13 e 14. Mas parte da Igreja vai ser protegida da cara das serpentes. E, pois, vocês podem ler em Apocalipse 3, versículo 10, que diz que parte da Igreja vai ser protegida.

E não é uma questão de você proteger a uma organização, a outra, que as certas pessoas dizem, ah, você tem que proteger a esta organização para ser protegida, pois se você não tiver nesta organização, não é protegido. Não, não tem nada a ver com o ser de uma organização ou outra. Por que que eu digo isso? Porque vejam o que diz em Lucas 21, Lucas 21, versículo 36.

Lucas 21, versículo 36, diz assim, vigiai. Pois, a todo tempo orando para que possa escapar todas essas coisas que têm de suceder. Alguns cristãos vão escapar, vão ser protegidos por Deus. Por causa do bom comportamento, como dizem em Apocalipse 3, versículo 10, alguns vão escapar. Mas diz assim, vigiai a todo tempo orando para que possa escapar. Não diz, pertence a este grupo para que possa escapar? Diz vigiai, vigiai o que? Olha, preciso lhe ver em contexto, no versículo 34. Acalpe lá, vos, por vós mesmo, para que nunca vos suceda que o vosso coração fique sobrecarcado com as consequências da orgia, da hebriga deus e das preocupações deste mundo, para que aquele dia não venha sobre vós repentinamente como um laço. Pois há de sobrevir a todos os que vivem sobre a face da terra. O que precisamos vigiar é nossa conduta, é o nosso comportamento para ser de facto um comportamento que seja honravel e para a glória de uma maneira que seja agradável a Deus e ele nos protegerá. Isso é o que precisamos vigiar. Então vimos, em primeiro lugar, que a perseguição tem que acontecer. Não sejam surpreendidos se a perseguição acontecer. Mas então, por que a perseguição é uma bem-aventuraça? Vejam com mim se faz favor em Lucas 6, 26. Lucas 6, 26. Lucas 6, 26.

Diz assim, hái de vós quando vos louvarem, porque assim procederam os seus pais, seus pais com os falsos profetas. Se as pessoas estão a dizer bem de você, isto é, não estão a perseguir a você, cuidado! Porque é o que fazem aos falsos profetas. É o que fazem aos falsos profetas. Vejam então no versículo 27, digam-vos porém é a vós outros, que não avis a mais vossos inimigos. Dizem mal de você, dão insultos a você como o lemos há pouco. Vocês têm que amar essas pessoas mesmo que digam mal a você. Fazem bem ao que vos odeiam. Bem, dizem ao que vos mal dizem, orar pelos caluniões. Isto é o que precisamos de fazer. O que é que precisamos de fazer? Orar por os outros, fazer-o bem aos outros. Embora digam mal a nós, não vamos retribuir mal a eles. E depois dão-me, digamos assim, uma explicação num tipo de parábola. Diz assim, ao que te bate numa face, oferece-lhe também a outra. Ao que tirar a tua capa, deixe-o levar também a túnica. Dá tudo o que te pede. E se alguém levar o que é teu, não entes nem demanda. Isto é, quanto a tirar a tua boa reputação e dizer mal do teu comportamento, não bates de volta, e dizer mal a eles. É o que diz aqui, amar os inimigos, fazer bem ao que vos odeiam. Benisei ao que os mal dizem, orai pelo que vos caluniam. Dá a explicação exatamente o que é dizer. Por isso, por isso, de boa consciência, de bom procedimento, precisamos de continuar. Por isso, a perseguição, digamos assim, é um comprimento de que você está a fazer algo certo. Fijamos, então, em Jó. De volta à história de Jó, capítulo 3. Jó capítulo 3. Quando Jó teve estes problemas todos, no versículo 1, depois disse, disse-te, passou Jó a falar e amaleçou seu dia na talício. Disse Jó, parece o dia em que nasci, a noite em que me disse, foi concebido o homem. Converso, é concebido o homem. Converta-se aquele dia em trevas e Deus lá de cima não tenha cuidado dele, nem de resplandeça sobre ele a luz. Vejam no versículo 11. Porque não morri, é una madre, porque não espirei ao sair dela. Adoria o sofrimento era tão grande que Jó, dizemos assim, perguntou, que Jó estava morto. Nos Cris e Mãos, Jó teve que aprender, como descrevemos há pouco, que ele tinha uma falha no seu caráter. E por isso, este problema, esta dificuldade, esta provação, deu à luz, iluminou nele a falha dele. E por isso, a perseguição, as nossas provas, as nossas dificuldades, nos ajudam a nos examinar a nós próprios e encontrarmos essas falhas de caráter que nós temos. Vejam comigo, se faz favor em Tiago, capítulo 5. Vejam-se, em versículo 10 a 11. Irmãos, tomai-pro modelo no sofrimento e na paciência e os profetas, os quais falaram em nome do Senhor, aes que temos felizes, os que perseveraram, firmas, tendo ouvido da paciência de Jó, e visto que fim, o Senhor lhe deu. Foi abençoado com o dobro, porque o Senhor é cheio de eterna misericórdia e compassivo. A perseguição, queris irmãos, revela as nossas falhas em caráter. Mas Deus tem amor e é misericordioso e nos abençoará depois. Então, por que que a perseguição é uma bem-aventurança? Primeiro, porque é um comprimento a dizer que estamos a fazer algo certo. E, em segundo, porque nos ajuda a ver as nossas falhas no caráter para nos arrependermos e podermos ser melhor pessoa. Porque Deus é misericordioso e quer o nosso bem, tem nosso amor por nós, porque nos quer abençoar ainda de uma maneira maior.

E, como sabemos, Jesus Cristo em Hebreus 5, versículo 7 a 9 sofreu sem pecar. E, por isso, foi aperfeiçoado. E, por isso, a perseguição e as provações nos fazem mais perfeitos. Fazem o nosso caráter mais sólido, mais permanente, mais perfeito. E, por isso, a perseguição é uma benção, porque é um comprimento que estamos a fazer algo bem, estamos a sofrer por justiça, não por estamos a sofrer pelas nossas neiras, mas estamos a sofrer pela justiça de Deus. Por isso é um comprimento que estamos a fazer algo bem, revela as nossas falhas de caráter para podermos ter uma maior recompensa e faz com que o nosso caráter fique mais perfeito, fique mais formado, mais bem moldado. Então, uma vez vindo que, tendo visto que, digamos assim, que a perseguição tem que acontecer e que a perseguição é uma bem-aventurança. Como podemos suportar perseguição e provações com sucesso? Como podemos suportar perseguição e provações com sucesso? Vejam comigo em 1 Pedro 2, 1 Pedro 2, 1 Pedro 2, para ciclo 21 a 23. Viz assim, por quanto para isto mesmo fostes chamados? Fomos chamados para esta razão. Qual razão? Pois que também Cristo sofreu em vossa lugar, deixando-o-nos exemplo para seguir os seus passos. Fomos chamados para seguir a Cristo, para sermos seguidores de Cristo e como seguidores de Cristo, tal como Cristo sofreu, também vamos sofrer para nos aprofeiçoarmos.

Continuando a ler no versículo 22, o qual Cristo, não como teu pecado, nem dola algum, se achou em sua boca? Versículo 23. Pois Ele, quando ultrajado, não revidava como ultragem. Quando bateu numa cara, não fez a mesma coisa no outro cara. Quando ultratado, não fazia ameaças. Mas entregava-se, aqui está a chave, entregava-se a quele que julga retamente. Jesus Cristo sofreu, foi ultratado, porque se entregou, porque confiou, porque teve fé no Pai, que vai haver justiça justa. Igualmente nós, temos agora Jesus Cristo, que vai ser o nosso, o quem nos vai julgar, e precisamos ter confiança nessa justiça justa dele. Por isso precisamos viver para a justiça. Precisamos viver para a justiça. Por isso, como suportamos a perseguição? Primeiro, porque confiamos em Deus, que Ele vai resolver os problemas seja qual forem, da melhor maneira que Ele entende. Está claro, não é da maneira que nós entendemos, não é da maneira que nós pedimos, talvez. Talvez seja de outra maneira. Mas Ele vai resolver os problemas, estas dificuldades, estas provações. Precisamos ter confiança em Ele, que Ele vai resolver estes problemas. Segundo, vejam em Segundo Coríntios, Segundo Coríntios capítulo 1. Segundo Coríntios capítulo 1, versículo 8 e 9. Segundo Carta de Coríntios capítulo 1, versículo 8 e 9. Diz assim, Páulas e Eros Corintes, pois não queremos irmãos, que ignoreis a natureza da tribulação, da perseguição, das dificuldades, que nos sobreveiam na Ásia. Não quero que vocês ignorem a enormidade, a grande, a grande tribulação que tivemos. Não ignorem isso. Porquanto foi acima das nossas forças. Foi acima das nossas forças. A ponto de desesperarmos até da própria vida. A tribulação foi tão grande, que desesperámos da nossa própria vida. Com tudo, já em nós mesmos, tivemos a sentença da morte. Para que não confiámos em nós, seguimos a sentença da morte. Mas não tivemos confiança em nós, mas tivemos confiança no Deus, que ressuscita os mortos. E Ele nos salvou deste problema. Canis e irmãos, quando temos persigição, ou grandes dificuldades, precisamos ter confiança completa, que a ressurreição é um fato. E às vezes certos problemas podem ser tão grandes, que não vamos não vamos sobreviver esses problemas nesta vida. Só depois da ressurreição. Mas precisamos ter confiança em Deus, que a ressurreição é um fato. Por isso, como suportar a persigição, precisamos confiar em Deus, que Ele vai resolver isto, da maneira que Ele acha melhor. E segundo, precisamos ter completa fé de que há uma ressurreição. E que Deus resolverá isso ao fim de contas. E, em terceiro, vejo em 1 Pedro 4, versículo 12. 1 Pedro 4, versículo 12. Amados, não estranheis o fogo ardente, esta tribulação que é enorme, que é como um fogo ardente. Esta perseguição enorme, que é como um fogo ardente, que surge no meio de um voz destinado a provar-nos. Diz assim, não haja estranho, como eu disse, não haja estranho que vai haver perseguição. A perseguição é uma benção. Mas como é que suportamos esta perseguição com sucesso? Diz assim, não estranheis que esta perseguição, este fogo, este teste que surge no meio de voz que é destinado a nos provar, como se fosse alguma coisa extraordinária, que vos estivesse acontecendo. Pelo contrário, não é nada extraordinário, pelo contrário, alegravos na medida que sois co-participantes dos sofrimentos de Cristo.

Para que também na revelação da sua glória, e isto é o que ele vieria, sua glória vai ser revelada a nós, vos alegrais e isoltando, que nós fomos ser ressuscitados ou transformados nesta altura, se, pelo nome de Cristo, sois injuriados, bem-aventurados pois, a bem-aventurança, a bem-aventurança de sofrer perseguição por causa da justiça, bem-aventurados sois, porque sobre vós reposa o Espírito da glória e de Deus. Sobre vós reposa o Espírito da glória, o Espírito que vamos ser ressuscitados, vamos receber a glória com Jesus Cristo, porque somos co-participantes com Ele, nos sofrimentos de Cristo. Não sofre porém nenhum de vós como assassino, o ladrão, o mal-feitor, ou como quem se intermete a negócios do Outrem. Sim, não. Não tens a sofrer porque vocês fizeram as joneiras, fizeram coisas erradas. Mas, versículos a seis, mas sofrer como cristão, sofrer por causa da justiça de Deus, não se envergou em disso. Antes, glorifica Deus nesta parte, como está na Almeida Revista e Corrigida, e na Almeida Corrigida e Fiel. Glorifica Deus nesta parte. Qual parte? Parte de que temos o Espírito de Deus de Glória. E, por isso, temos uma porção maior do Espírito de Deus, porque vamos ter uma glória maior. Vamos ter uma recompensa maior.

Porque o Espírito de Glória de Deus, como diz aqui, repouça em voz. Isso não é após fracos, é após fortes. Mas, como vimos, um cristão com estas sete belas atitudes que descrevido Mateus 5, começando de humildade e acumulando de uma a outra rependimento e mansidão buscando pelo justiça, mas ricorda ser um pacificador estas belas atitudes têm um resultado que vamos ser odiados pelo mundo. E, por isso, não estejam surpreendidos quando houver perseguição. Esperem perseguição, esperem provas, esperem não achem estranho o fogo ardente. Porque isso é um resultado de ser um verdadeiro cristão. Sim, é difícil entender isto, irmãos, mas lembrem-se que Deus é mais ricordioso e que Ele nos vai recompensar porque esta perseguição, este sofrimento, é uma benção, uma bem-aventurança. Porque primeiro é significado que estamos a fazer algo certo. Segundo, nos ajuda a identificar algumas falhas de caráter e esta perseguição nos ajuda a fazer o nosso caráter mais permanento, mais sólido, mais perfeito para podermos ter uma recompensa maior, porque Deus émos ricordioso e amoroso para conosco. Porque Ele nos quer dar mais, quer nos dar o Espírito da Glória, mais Glória. E por isso, para suportar esta perseguição, por exemplo, de confiar em Deus, confiar que vai haver uma ressurreição e confiar que a Glória de Deus vai ser dada a nós, porque temos o Espírito da Glória e o Espírito de Deus que nos reposem nós. E por isso, voltando agora a história de Jó. Ao fim do livro de Jó, capítulo 42, capítulo 42 de Jó. Como lemos no versículo 10, diz assim, mudou-se, Senhor, a sorte de Jó, quando Ele não odiou aos inimigos, mas orou por eles, orou por eles, orou pelos seus amigos que tinham sido inimigos e que tinham sido inimigos. Então, Senhor, o dobro não deu uma recompensa ainda maior, porque Deus é amoroso e misericordioso, e considera que o fim de Jó teve uma recompensa ainda maior, porque Deus é misericordioso e bondoso, porque nos quer dar mais.

Então, voltando a Mateus capítulo 5, vendo estas bem-aventuranças, no versículo 10, diz assim, bem-aventurados os perseguidos, por calça da justiça, da justiça de Deus, não é da justiça própria, da justiça de Deus, porque Deus é o reino de Deus, vão ser membros do reino de Deus, da família de Deus, vão estar no reino de Deus reinar, no reino de Deus. Bem-aventurados, versículo 11, sóis quando, por minha causa, vos injuriarem e vos perseguirem, e mentindo dizem mal de vós. Então, vou perseguir vocês por fazerem-lhe bem. Então, dizem mal de vocês, porque estão a vos difamar, estão a mentir. Versículo 12, veja que os exaivos e exaltar, porque é grande o vosso galardão. Como o galardão de Jó dobrou, vão ter um maior galardão no reino de Deus. Uma grande recompensa maior, porque Deus quer dar a vocês mais. Pois assim, perseguirão os profetas que viverão entre vós. Queris irmãos, se não for o que for. Averá perseguição por causa da justiça. Mas essa perseguiça perseguição é para nos fazer melhores pessoas e para Deus nos dar uma maior recompensa no reino de Deus.

Música

Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).