Estudo Bíblico de Mateus 5

6 até 5:12

Este sermão continua o estudo das bem-aventuranças que Cristo mencionou no sermão do monte

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hablar mais sobre isso. Vold generally de O folds logicalIES. Pandè o botar crísirmãos aqui em J zurückames. Há uns meses atrás comecei uma série de Estude do Evangelho de Mateus e já dei dois sermões acerca da primeira parte de Mateus e hoje quero continuar continuando ou completando as bem-aventuranças do sermão do monte. Como um ponto de revisão, começamos a falar que a primeira bem-aventurança é que precisamos ser humildes e mencionei também que é uma humildade olhando para Deus para que é Ele quem nos vai libertar de aflições ou dificuldades que tenhamos.

E por isso é uma humildade que representa a nossa dependência em Deus e que, por outro lado, representa que não temos confiança em nós próprios, mas aliás que demonstramos fé em Deus. A segunda bem-aventurança, como demonstrei que está em Mateus 5,4, que é a bem-aventurados que choram, porque serão conselados e aí num sermão prévio que mencionei que este choro representa um significado de tristeza, de deceção, de deceção por haver sofrimento no mundo. Vemos sofrimento agora, basta olhar para as notícias, ver se que há desastres e acidentes, são coisas terríveis e está claro, choramos e temos esta tristeza pelos outros e ver se que muitas vezes é porque pessoas reagiram ou fizeram coisas em ignorância ou por não saberem certas coisas ou outros fazem coisas por maldade.

Mas quando vemos estas tristezas no mundo e nós choramos, perguntamos o que é que podemos fazer? O que é que podemos fazer? Porque ao fim de contas somos chamados para fazer uma grande obra, a obra de Deus e está claro, como eu já disse previamente, nós só crescemos espiritualmente ou só crescemos tanto espiritualmente quanto temos as nossas mentes focadas na obra de Deus. Isto é que as nossas mentes estão na mesma pensamento que Deus está e assim crescemos, mas sabemos que o que é a obra de Deus? Há uma obra a fazer e nós somos uma obra. O que é que isso quer dizer?

Nós, nós próprios somos parte da obra de Deus que está a fazer em nós a preparar a sua noiva para Cristo. E isso é parte da obra de Deus que nós precisamos de tomar precauções e cuidados. E por causa disso é que Jesus Cristo começou com as bem-aventuranças que é parte de olharmos a nós próprios também e vermos como podemos crescer, a virmos a ser um homem maduro na estatura completa e perfeita de Cristo. E por isso reconhecemos que precisamos de olhar a nós e chorarmos pelo que somos e por isso precisamos de ter amor para os outros, está claro, mas de ver que precisamos de nos mudar. E para nos mudar precisamos que sejamos mansos, que é a próxima bem-aventurança, bem-aventurados os mansos no versículo 5, porque herderão a terra.

E então também descrevi como precisamos ser mansos, isto é, precisamos ter uma atitude que está pronta a receber instrução, uma atitude que é de uma pessoa maleável, ensinável por Deus, pelos ensinos de Jesus Cristo que estão aqui na palavra de Deus. E por isso precisamos ser maleáveis a esta atitude e por isso lemos, por exemplo, em J. C. 10. Vejam o camisco que se faz favor. J. C. 10. Versículo 23 a 24.

J. C. 23 a 24. Eu sei ao Senhor que não acaba o homem de terminar o seu caminho, nem ao caminho de dirigir seus passos, castigamos ao Senhor, mas é justa medida. Ensiname-se-o, o caminho correto. E por isso precisamos de ser mansos, precisamos de serem ensináveis, prontos a ser corrigidos por Deus, porque diz assim que castigamos ao Senhor, mas é injusta medida. Como se recorde, um bocadinho de cada vez, porque se não ficamos, digamos assim, desanimados demais.

E a verdade é que, irmãos, todos nós temos muito a mudar. Se você pensa que você não tem nada a mudar, então esse próprio pensamento é um sinal perigoso. Por isso temos muito a mudar. E como diz, não atuíra-se, Senhor, para que não me reduzas a nada, mas corrige-me, Senhor, guia-me, ensiname-me o teu caminho. E por isso continuamos assim com a próxima bem-aventurança, que é, uma vez que sejamos irmãos, precisamos ter fome e sede da justiça, porque esses serão fartos.

E essa justiça está claro, é a justiça de Deus. A justiça foi um grande tema que Jesus Cristo mencionou aqui no Sermão do Monte. Vejam, por exemplo, no versículo 10, bem-aventurados perseguidos por causa da justiça. Vejam, por exemplo, no versículo 20, do mesmo capítulo aqui, no versículo 20, porque vos digo que se a vossa justiça não exceder é muito. A dos cilibres esfariseu jamais entre reis no reino dos céus, uma vez mais falando da justiça. Vejam, por exemplo, em Mateus 6, 33. Diz assim, buscai pois em primeiro lugar o reino, o seu reino, este é o rei de Deus.

E a sua justiça, que é a justiça de Deus. Não é a nossa justiça, é a justiça de Deus. E todas estas coisas vos serão acrescentadas.

Cri-se-me-mãos, quando buscamos a justiça de Deus, então, como devemos aqui em Mateus 5, versículo 6, seremos fartos, seremos satisfeitos. Não teremos aquele sentimento de desencurejamento e sim de falta de esperança. E por que? Porque recebemos, através deste desejo de justiça, buscamos a justiça de Deus. Que só é possível, como sabemos, através do Espírito Santo de Deus.

Esta justiça de Deus não é a justiça própria, como os fariseus buscaram. Vejam, por exemplo, em Romanos 10, Romanos 10, versículos 1 a 3, Romanos 10, versículo 1 a 3, diz assim, Irmãos, abavontado o meu coração e a minha súplica a Deus, a favor de Deus, são que sejam salvos. Está a falar aqui dos seus irmãos, que eram da mesma, digamos assim, da mesma raça que ele, que eram os deuses também, porque os doutes demunham que eles têm zelo por Deus, porém não com entendimento, por quanto desconhecendo a justiça de Deus.

É o que precisamos de buscar, o rei de Deus e a sua justiça. Precisamos de buscar a justiça de Deus, e estas pessoas, os judeus, desconheciam, e hoje o judaísmo desconhece, a justiça de Deus. Procuram estabelecer a sua própria justiça, alta a justiça. Não se sujeitaram à justiça que vem de Deus. Cariça irmãos, a única maneira que precisamos de que podemos receber a justiça de Deus, é através de Jesus Cristo.

Vejam comigo aqui em Galatas 2. Versículo 16. Galatas 2, versículo 16. E eu vou ler como devia ter sido traduzido. Sabendo contudo que o homem não é justificado por obras da lei. Se não somos justificados pelas coisas que estamos a fazer, podemos estar a fazer várias coisas, não vamos ser justificados, não vamos ser perdoados dos pecados do passado por obter ser lei. Isso é verdade com qualquer lei. Você não vai ser perdoado de quaisqueres multas de trânsito, se você agora obter ser às leis todas de trânsito. Isso não paga a multa. Por isso, obras de lei não pagam a multa.

Não nos fazem certos justos, para ante Deus. Mas sim, mediante a fé de Cristo. É a fé de Cristo que Cristo teve, que morreu para nós, e por causa da fé que Ele teve, Ele nos justifica de graça. Não é nada de obras nossas ou minhas ou de você. Mediante a fé de Cristo. E por causa disso, também temos querido em Cristo. Sim, acreditamos em Cristo. E porque acreditamos em Cristo? E nos arrependemos. E fomos batizados, recebemos o Espírito de s. a. Através do Espírito de s. recebemos a maneira de pensar e a força e o poder que vem do Pai, que é o Espírito de Deus, que é o Espírito de Jesus Cristo, que é o mesmo Espírito, que é a mesma mentalidade, recebemos esse poder, essa força.

E isso nos dá a capacidade de começarmos. Devagarinho, devagarinho, um cadinho mais, pela nossa vida inteira, a aprender mais como Cristo é, a crescer na graça e no conhecimento de Ele, e a praticarmos na nossa vida a maneira de ser de Cristo.

Quando ficamos mais como Cristo, começamos a receber então a fé de Cristo em nós. E por isso é que diz assim, também temos querido em Cristo para que se fossemos justificados pela fé de Cristo. Porque Cristo está em nós e este nos justifica. Pois por obras de lei, ninguém será justificado. Cris irmãos, nós servimos a Deus, tal como Cristo serviu a Deus. E isto é um processo de crescimento pela vida inteira. Pela vida inteira. E isto é um processo de justificação, de ficarmos justos. Vejam como isso faz chivor em Romanos capítulo 3.

Romanos capítulo 3. Não é nada que possamos fazer de lei que nos justifica. É Cristo que nos justifica. Mas agora, porque Cristo nos justificou, temos que agora, temos uma razão ainda maior para não desobtecer.

Para ficarmos mais direitinhos, mais limpos. Para ficarmos mais e mais como Cristo é. Vejam então aqui em Romanos 3, versículo 19. Ora sabemos que tudo o que a lei diz, aos que vivem na lei, o diz para que se calta toda a boca e todo mundo seja culpável para o anteus. Por quê? Porque todos pecamos. Viste que ninguém será justificado de ande-o por obras da lei. Ninguém vai ser justo por obras da lei.

É razaulante que pela lei vem o pleno conhecimento do pecado. A lei nos diz, isto é pecado, isto não é. Então nos perdoa. A lei é simplesmente um decreto, uma informação a dizer-nos, isto é certo, isto é errado. Isto é lei. A lei vem o pleno conhecimento do pecado. Vem o... E quevamos a saber o que é certo e o que não é certo.

Mas agora, continuando a ler, no versículo 21, agora, sem lei, isto é a parte da lei, digamos assim, a parte da lei se manifestou a justiça de Deus. Testimonhada pela lei e pelos profetas. Sim, que a lei e os profetas apontavam que isto havia acontecido. O que é? Que Jesus Cristo ouviria, porque a lei apontava através de sacrifícios, que precisávamos dos sacrifícios dos Cristo. Agora os sacrifícios dos Cristo veem.

Já não precisamos desses sacrifícios dos animais. Justiça de Deus me indianta a fé de Cristo para todos e sobre todos os que creem, porque não há extinção, pois todos pecaram e carecem da glória de Deus. Seremos justificados gratuitamente pela graça que Deus nos deu através do perdão de Jesus Cristo, me indianta a redenção que há em Cristo. Isto é porque Ele nos comprou a vida de volta, nos redimiu, a redenção que há em Cristo.

A quem Deus propôs no Seu sangue como propiciação, o Seu sangue para passar por cima e... e passar por cima dos nossos pecados como propiciação no Seu sangue me indianta a fé para manifestar a Sua justiça, a justiça de Deus. Graça, de graça a nós que Jesus Cristo nos dá, por ter Deus na Sua tolerância, deixado e impunes. Isto é perdoado. Isto é fechado aos olhos. Passar por cima. Díamos assim, o Senhor ficava da palavra Páscoa. Passar por cima. Nos deixado impunes os pecados anteriormente cometidos. Não é que agora podemos continuar a pecar?

Não, os pecados do passado. Tendem visto a manifestação da Sua justiça, a justiça de Deus. No tempo presente para Ele mesmo ser justo e o justificador, aquela que nos faz justos, daquele que tem fé em Jesus. Por isso, queres irmãos, precisamos ter fome pela justiça de Deus. E quando temos esta fome e sed pela justiça de Deus, reconhecemos que precisamos do Espírito de Deus, reconhecemos que temos que viver como Jesus Cristo viveu e temos que começar a pôr em prática, na nossa vida, as leis espirituais de Deus que simplesmente são amor para com Deus e amor para com o próximo.

E depois vem a próxima bem-aventurança, que é, no versículo 7, bem-aventurados e mesricuriosos, porque alcançarão mesricórdia. Vamos entender para sermos justos para ante Deus. Temos que ser como Ele é e a justiça Dela para nós é através da mesricórdia que Ele nos dá através de Jesus Cristo. Perdoando os nossos pecados de graça e por isso nós precisamos de ser mesricordiosos para com os outros para podermos alcançarmos a recórdia. Vejam aqui, Mateus 6, versículo 12. Mateus 6, versículo 12, diz assim, perdão-nos as nossas dívidas, assim como nós temos perdoado aos nossos devedores.

O nosso perdão é condicional em que nós perdoamos aos outros, a mesricórdia para connosca, é condicional que nós damos mesricórdia aos outros. Por isso é que diz, versículo 14 e 15, porque se perdoares aos homens, as suas ofensas, também o vosso Pai Celeste vos perdurá, mas porém não perdoares aos homens, as suas ofensas, tão pouco o vosso Pai vos perdurá as vossas ofensas. E vejam em Tiago capítulo 2. Em Tiago capítulo 2.

Tiago capítulo 2, versículo 12 e 13. Tiago 2, versículo 12 e 13. Diz assim, falar de tal maneira e de tal maneira procederéis como aqueles que andem ser julgados pela lei da liberdade, que é a lei de Deus. Porque o juízo é sem mesricórdia para aquele que não usou de mesricórdia. O juízo é sem mesricórdia para aquele que não usou de mesricórdia. Precisamos de termos de mesricórdia. É mesricórdia triunfa sobre o juízo.

Os irmãos, vocês pensam acerca da história de Sotapáolo, quando o Estevan foi apetrejado e ele perseguiu os irmãos. Quando o Estevan foi apetrejado ele disse, pai, perdou-lhes, perdou-lhes. E depois, quando Deus tocou no Paulo e ele ficou cego, Jesus Cristo perguntou, é difícil bater com a cabeça assim contra mim, não é? É difícil, não é? É duro. E o Paulo disse, o que acho que eu faço? Ele disse, olha, então vai ali e três dias depois, foi lá, mas por durante três dias o João. E penso como Paulo teria pensado, que ele teria pensado, pensado, como ele não foi misericordioso aos cristãos, queria os matar e queria destruí-los.

E ele estava a lutar contra Cristo. Então ele estava a ver. Pense os seus pensamentos, que seria, que ele não tinha demonstrado misericórdia para com outros. Querias irmãos, Deus é paciente, connosco na esperança que nós nos arrependamos. Essa paciência representa misericórdia. Vocês leem a inserir humanos 2,4. Em segundo 3, versículo 9, também diz Deus quer que todos se arrependam. E por isso Deus tem este equilíbrio muito carinhoso, porque ele está a pesar os corações das pessoas. E a ver, ele é incordo com os corações das pessoas, a intenção dos corações das pessoas. E ele então decide e aplica a misericórdia. E por isso a próxima bem-aventurança, em Mateus 5, versículo 8, diz assim, bem-aventurados os limpos de coração, porque virão a Deus. Precisamos de ter um coração limpo, um coração puro.

As nossas intenções do nosso coração precisam ser puras, precisam ser limpas, para podermos ver a Deus. Para eles nos darmos ricórdia, para nós sermos produados, para nós recebermos a justiça Dele. Mas os fariseus eram hipócritas, porque não buscavam a justiça, a misericórdia e a fé. Eram hipócritas, como veem, leem a Mateus 23, 23. Precisamos de buscar a justiça de Deus. Por dentro eram sujos, eram uma imundice, por fora parciam limpos como cal, limpíssimos. Mas por dentro os corações não eram puros. Havia uma impureza. E o problema de algumas pessoas não reconhecem essa impureza do coração. O problema é que nós não reconhecemos as falhas que estão no nosso coração, nos nossos corações. Vejam comigo que se faz favor em Jeramias capítulo 17. Vigemos por ciclo 9 e 10. Enganoso é o coração. Mais do que todas as coisas. E desesperadamente corrupo, pecador, desesperadamente perverso. Quem o conhecerá? Agora você diga assim mesmo, o meu coração é extremamente perverso. E você reconhece isso? Ou você pensa, não, eu não sou assim tão perverso. O coração é enganoso, nos engana. Por ciclo 10. Eu, o Senhor, o Senhor esquadrinho o coração, eu provo os pensamentos e isto para dar a cada um seguindo o Seu proceder segundo o fruto das suas ações. O nosso coração, as nossas intenções, as nossas motivações, se não estão certas, vão permitir pensamentos irrados, ideias, maneiras de pensar.

E depois há problemas. Há problemas. Vejam em Salmos 139. Salmos 139.

Versículo 23 a 24. Són deus, o Deus, e conhece o meu coração. Són deus, o Deus, e conhece o meu coração. Prova-me e conhece os meus pensamentos.

Conhece o meu coração.

O meu coração está ainda, digamos assim, um certo grau de conexão com os nossos pensamentos. O nosso coração está muito bem conectado com o aumento, que às vezes é difícil distingir um do outro, mas sim, o coração é diferente do cérebro.

E o nosso coração, que as nossas intenções, os motivos, se não estão certas, vão autorizar pensamentos irrados. E, por isso, diz assim, conhece o meu coração. E conhece os meus pensamentos. Se alguma vez já apanhou você com seus pensamentos irrados e diz, ah não, porque outra vez, para esse pensamento, tira isso de fora. Querias irmãos, precisamos de pedir a Deus para nos ajudar e ver se há em mim algum caminho mal e guia-me pelo caminho eterno. Guia-me pelo caminho eterno. Se algo é o meu caminho mal e o meu mente carnal e os meus desejos do coração irrado, estão-me a guiar no caminho irrado, a que oração de David, eis Deus, por favor, guia-me no caminho certo. Por isso é que lê aqui em, vejam aqui por exemplo em Mateus, vejam aqui por exemplo em Mateus, onde fala acerca da oração exemplar, que nos dá aqui em Mateus 6, diz assim, não nos deixe cair em tentação.

O que que se quer dizer? Quer dizer que guia-me no caminho correto para eu não cair na tentação dos meus pensamentos, do meu coração enganoso, guia-me no caminho correto. Não me induzas, como diz assim, a tentação está claro que Deus não nos induza a introdução, mas o que precisamos é que guia-me, de uma maneira, para eu não ser induzido, não ser levado, pela minha mente carnal, ao caminho irrado. Vejam, por exemplo, David. David foi um homem que tinha o coração segundo o coração de Deus, até os 13 de 22. E, pois, vejam, quando ele recondeceu o pecado que tinha feito, vejam em Salmo 51. Salmo 51, que ele se aproximou de Deus e pediu para Deus limpar o coração dele.

Quando ele teve aquele pecado, a Bata Seba, matado o marido dela, e quando o profeta Natã, fez entender o que ele tinha feito, porque o coração dele estava a enganar, vejam em Salmo 51,4. Diz assim, peguei contra ti, Deus. Não é só que pecou contra Natã, mas reconheceu que tinha pecado contra Deus.

Contra ti somente e fiz o que é mal, perante os teus olhos, de maneira que será astido por justo no teu falar e puro no teu julgar. Eu nasci na nicuidade e em pecado me concebeu minha mãe. Isso é, eu tenho esta mente, este coração, que é enganoso, esta maneira de pensar, que é carnal, tenho esta tendência natural, que conduz a nós sermos corrotos.

Pois continuam a ler aqui no versículo 6, eis como prazos, na verdade, no íntimo e no recondito, me fazes conhecer a sabedoria. Porfica-me com isso, efique-me limpo. Láva-me e fiquere mais alvo que a neve. Faz-me ouvir jubilha e alegria para que exultem os que esmagaste. Exultem os ossos que esmagaste. Escondo o rosto dos teus meus pecados e apaga todas as minhas iniquidades.

Davi está aqui a reconhecer que pecou e está a pedir a Deus para o perdoar. E, como sabemos, ele foi perdoado, mas houve e continuaram a existir consequências na vida dele. Consequências deste pecado, consequências físicas. Sim, foi perdoado e receberá a vida eterna. Mas fisicamente, na vida dele e na família dele, houve grandes consequências daí, adiante. Escondo o rosto dos meus pecados e apaga todas as minhas iniquidades. Sim, foi perdoado. Veja no versículo 10 aqui. Cria em mim, ó Deus, um coração puro.

Querias irmãos, nós precisamos de pedir a Deus.

Que Ele cria em nós um coração puro. Precisamos guardar as portas do nosso coração e pedir a Deus para limpar o nosso coração, a nossa mente, a nossa consciência para sermos limpos e puros.

E renova dentro de mim um espírito inabalável. Não me repulses da tua presença nem retires o teu espírito Santo.

Então, ensinderei aos transversores os seus caminhos. Então serei útil e os pecadores se converterão a Ti. E veja no versículo 16. Pois não te comprássem sacrifícios ao contrário, de contrário, eu te os daria. E não te agradas em não-locaustos. Porque estes são só representantes que apontam para Cristo e que apontam para o que nós devemos fazer espiritualmente. Sacrifícios agradáveis a Deus são espírito quebrantado. O coração compungido e contrito não desprezerás ao Deus.

Por isso, mantenham os vossos corações puros. Vejam em Proverbios capítulo 4. Em Proverbios capítulo 4.

Viz assim no versículo 23. Sobre tudo o que se deve guardar. Sobre tudo o que se deve guardar. Guarda o coração. Mantenha o coração puro. Porque dele procedem as fontes da vida.

Queridos irmãos, os motivos, as intenções, os desejos do nosso coração afetam a nossa maneira de pensar? E por isso é preciso ter cuidado com o que está no nosso coração.

E assim ter cuidado com o que permitimos os nossos pensamentos serem.

Existe, claro, uma conexão muito íntima entre o coração e a mente. E por isso precisamos de pedir a Deus para limpar o nosso coração e limpar a nossa mente, a nossa consciência. E Ele faz isso através do poder do Espírito Santo Delo. Vejam, hebreus capítulo 8. Hebreus capítulo 8. Versículo 10. Hebreus 8, versículo 10. Diz assim, porque esta é a aliança, a nova aliança, que firmarei com a Casa Israel. Depois daqueles dias, depois daqueles dias, diz o Senhor, na Sua mente, imprimirei as minhas leis. Também sobre o Seu coração, as inscreverei.

E eu serei o Seu Deus, e Ele será o meu povo. Deus escreve as Suas leis na nossa cabeça, nos nossos pensamentos, para nós pensarmos a sério que diz. E escreve no nosso coração, para nós termos uma intenção e o desejo, uma motivação de querer obceer a Deus.

Cres-her-mãos, quando o nosso coração está certo, então o nosso coração ajuda e guia os nossos pensamentos, e esses também tarem certos. Porque esse é o sacrifício que Deus quer. Veja aqui em Romanos capítulo 12. Romanos capítulo 12.

Romanos capítulo 12.

Versículo 1 e 2.

Romanos 12, versículo 1 e 2. Diz assim, rogue-vos, pois, irmãos, pelas mesricórdias de Deus, que apresenteis o vosso corpo, o sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional. E não vos conformeis com este século, mas transforma-vos pela renovação da vossa mente, para que experimentais, qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus. Querias irmãos, precisamos de limpar o nosso coração.

E essa limpeza do que o nosso coração é para termos os desejos corretos. Esses desejos corretos representam o que está no nosso coração. E então, se o nosso coração está certo, vamos, então, buscar, fazer o que diz na próxima Béaventurança, que é versículo 9, Mateus 5, versículo 9, Béaventurados Pacificadores, porque serão chamados filhos de Deus. Agora, não só veremos a Deus, mas seremos filhos de Deus. Isto é, teremos as características de Deus e seremos realmente filhos de Deus. Mas está aqui a falar que são os pacificadores.

Os pacificadores aqui, este é o pináculo destas Béaventuranças. Para ficar pacificadores, são aqueles que são fabricantes de paz. Não são aqueles que têm esperança pela paz. Não são aqueles que são amantes de paz, mas são aqueles que são fabricantes de paz.

A atitude de ser um fabricante de paz, de ser um pacificador, e pitomiza as características do Pai Celestial, que ele é um pacificador. Jesus faz paz conosco, e essa é a qualidade que ele quer que nós, como seus discípulos, tenham-nos. Ele, através do Cristo, é que faz paz entre nós e o Pai, isto é, ele nos faz, ou nos dá a reconciliação, a paz entre nós e ele. Vejam aqui, em Mateus 15, Mateus 15, versículo 18. Mateus 15, versículo 18.

Mas o que sai da boca vem do coração, e é isso que contamina o homem. Precisamos ter cuidado com o coração.

É isso que contamina o homem, porque do coração procedem maus desígnios, homicídios, adultérios, prostituição, frutos, abertão, furtos, falsos destumunhos, blasfêmias.

São estas as coisas que contamina o homem, é do coração. São destes desejos internos dentro do coração. Estes desejos internos dentro do coração causam maus pensamentos e estes maus pensamentos causam palavras que saem pela boca, e isso nos contamina e causa problemas. Esses desejos, nós têmos, talvez sejam legítimos, mas desejos vêm grande profundar dentro do coração. E esses desejos, para nós próprios, tornam-se, digamos assim, o meu direito, é o que eu tenho que ter. E tornam-se tão fortes que se tornam no ídolo. No ídolo. Então, você tem um tipo de idulateria no seu coração através dos seus desejos. Um ídolo é algo que você tem um grande valor maior do que o valor de Deus.

É algo que você põe um foco nele e que motiva e que dá esta motivação do coração e esta intenção, que nos governa, que nos controla, em que nós temos confiança ou que nós temos medo ou servimos. E, por isso, faz exígios, faz demandas na nossa vida. E estas demandas idólatras faz com que nós julguemos outras pessoas.

Principalmente julgamos as pessoas comirradas, se essas pessoas não satisfazem os nossos desejos, as nossas expectativas. E, por isso, então, criticamos essas pessoas e condenamos essas pessoas. E, por isso, um ídolo exige sacrifícios. E, por isso, as pessoas, de quem nós exigimos esse sacrifício, têm que satisfazer as nossas demandas, os nossos desejos. E, se não fazem, têm que sofrer. E, damos e atacamos essas pessoas. Deliberadamente ou inconscientemente atacamos essas pessoas com palavras para esmaguar.

E, então, dizemos palavras que me goam, que cortam. Cortam!

E, precisamos ter cuidado, irmãos, porque as palavras causam dor, causam sofrimento.

E, quando há isso, então, há uma falta de paz.

O que é que causam guerras? Quais são as causas de guerras? Entre nós, quais são as causas de não haver paz entre nós? Vejam como é que se faz favor em Tiago 4. Tiago 4.

Versículo 1.

Diz assim. Donde procedem guerras e contendas que há entre nós? Está aqui. Tiago a falar é cristãos. As membros da Igreja de Deus. E está a dizer que há guerras e contendas e zangas entre vocês como membros da Igreja de Deus. Por que que há estas zangas, estas guerras e contendas na Igreja de Deus?

Donde, se não dos prazeres, dos prazeres, dos desejos, destas intenções do coração que militam na Vossa carne? Comissais e nada tendo-os, matais e invejas e nada podeis obter, viveis a lutar e a fazer guerras, nada tendo-os, porque não pedís. E pedís e não recebeis, porque pedís mal, porque? Para esbanjar-as nos vossos prazeres egoístas.

Enfieis, não compreendos, camisade do mundo. É inimidade de Deus. Aquel poes que quiser ser amigo do mundo, constitui-se inimigo de Deus, isto não é não estar em paz com Deus.

Ou supondes que, em vão, afirma a escritura.

O Espírito que a nós habita, tem ciúmes.

Como lê na Almeida Revista e Corrigida, e na Almeida Corrigida e Fiel. Qual é o Espírito que a nós habita, tem ciúmes? É o Espírito homem no homem. Não é o Espírito Deus? É o Espírito homem no homem.

E depois continua. Antes, ele dá a maior graça, pelo que diz. Deus resiste aos sobernos, mas dá a graça aos humildes. E damos um círculo completo, um círculo vicioso, que começa de novo, com falta de humildade.

Não há paz, porque há falta de humildade. E vês estes bem-aventuranças aqui. Começam com humildade, com choro.

Com mansidão, com a busca da justiça.

Mas ricórdia, um coração puro. E fazer a paz. Mas quando temos ciúmes, quando temos esta falta de humildade, não há paz.

E por isso, para termos paz, precisamos primeiro ter paz com Deus. Porque reconciliação tem que ser feita com Deus. Nós temos aqui o Ministério da Reconciliação através dos Cristo. Paz com Deus. Jesus Cristo pagou o preço para nos reconciliar com o Pai. E precisamos por isso ter paz com Deus.

Segundo, precisamos ter paz com os nossos irmãos, com o nosso vizinho, com o próximo. Porque a paz com Deus é dependente em nós perdoarmos os outros.

E por isso, precisamos ter paz com todos os homens. E ao fim de contas, Deus não é um Deus de confusão, mas de paz. E por isso nós precisamos ter paz com os outros. E quando temos reconciliado o Pai e temos esta atitude de manecidão e de humildade, e de buscar a justiça de Deus, e de um coração puro, e de misericórdia, então podemos ter paz, se podemos ser pacificadores.

E é terceiro lugar, primeiro paz com Deus, paz com o próximo, terceiro lugar, paz interma. Paz nos nossos corações e nos nossos mentos.

Porque só podemos ter paz interna quando estamos em paz com os outros. E com Deus.

E por isso é muito fácil, é muito fácil. Você ou eu estar na conversa com um irmão, com uma pessoa, e assim, sem pensar, pão, só há uma coisa da boca, pu, e que magou a outra pessoa. E saiu, pu, saiu, e magou outra pessoa. E isso não faz paz. Então nós precisamos nos arrepender, e pedir perdão, e perdoar.

E andar no caminho, aprendendo com a ajuda dos Espíritos, para sermos melhores pessoas.

Vejam pro verbo 14, versículo 30. Pro verbo 14, versículo 30.

O ânimo sereno é a vida do corpo. O ânimo sereno, o ânimo externo. Algumas tradições, como um coração, a maneira interna, é os nossos desejos serenos. Isso tem paz, que temos esta paz interna.

Quando temos esta coração em paz, então isso é a vida do corpo. Mas, em inveja, esses desejos carnais é a poderição dos ossos.

Queridos irmãos, precisamos ter paz com Deus, paz com o próximo e paz interna. E, por isso, precisamos ser fabricantes de paz. Isto é pacificadores.

Esse é o pinaque das características do Pai Celeste.

Depois, se somos, de facto, pacificadores, se somos como o Pai, como diz aqui, no versículo 9, serão chamados Filhos de Deus, de facto somos como o Pai, igual a Jesus Cristo, tendo a estatura do perfeito homem, isso é o que estamos a pôr. O resultado destas sete bem-aventuranças é a oitava. Esta oitava é que vamos ser perseguidos por causa da justiça de Deus, que estamos a viver.

Porque temos fome e sede, somos misericordiosos e temos um coração puro e somos pacificadores, o resultado por causa desta justiça de Deus vamos ser perseguidos, porque delas é o reino dos céus.

Então seremos, ou estaremos, no reino dos céus.

João 15, João 15, versículo 18, João 15, versículo 18, diz assim, se o mundo vos odeia, sabém que primeiro, do que a vós outros, se não me odeou a mim. Se a vós fossem no mundo, o mundo amaria o que era seu, como todavia não sois no mundo, pelo contrário dele vos escolhi, por isso o mundo vos odeia. Versículo 20, lembra-vos da palavra que eu vos disse, não ao servo maior do que o seu Senhor, se me perseguiram a mim, também perseguirão a vós outros.

Se guardaram a minha palavra, também guardarão a vossa.

Tudo isto por aí vos farão por causa do meu nome, por quanto não conhecem aquele que me enviou, não conhecem o Pai. Se eu não o vieram, nem eles houveram falado, o pecado não teriam, mas agora não tenho desculpa do seu pecado. Quem me odeia, odeia também o meu Pai. Se odeiam a vocês, por tarem a obedecer a Deus, estão a odiar também o Pai. Se eu não estivesse feito entre eles tais obras, quase nenhum outro fez, o pecado não teriam, mas agora não somente eles têm visto, têm eles visto, mas também odiado tanto a mim como o meu Pai. Isto porém é para que se cumpra a palavra escrita na lei, na sua lei, odiaram sem motivo.

Odiaram sem motivo. E, porém, queres irmãos, temos que entender que há causa e efeito.

Sim, às vezes temos problemas e muitas vezes temos problemas por causa da nossa culpa.

E isso, por exemplo, é ter cuidado.

Mas, lembrem-se que também, somos justos. Eu diz aqui em Mateus 5, versículo 10.

Somos justos. Se temos a justiça de Deus, vamos ser perseguidos.

Os os injustos, o mundo, vai perseguir os justos. Uma maneira muito simples.

Satanás odeia a Deus e tudo que é de Deus. E, por isso, vamos ser perseguidos. E, por isso, vemos aqui certos, digamos assim, atitudes para termos.

Omilidade, um choro desejando uma mudança.

Precisamos de ser mansos ensináveis, maliáveis. Precisamos de ter fome e sede pela justiça de Deus. Precisamos de sermos recorriosos. Precisamos de perdoar. Para sermos perdoados. Precisamos de estar puros no coração. E precisamos de ser pacificadores. Precisamos de ser fabricantes de paz.

Essas são as sete lindas atitudes que nós precisamos de ter. A oitava bem-aventurança é o resultado.

É o resultado das outras sete.

É que haverá sofrimento. Há-verá sofrimento.

Queris irmãos, vejam comigo, em primeiro Pedro, capítulo 2, primeiro Pedro, capítulo 2.

Primeiro Pedro, capítulo 2, versículo 18, começando versículo 18. Diz-se-se servos, sedos e misos com todo o tumor ao vosso Senhor, não somente se for bom e cordato, mas também ao perverso. Porque isto é grato que alguém suporte tristezas, sofrendo injustamente. Se quando sofremos pela justiça de Deus, é sofrendo injustamente. Promotivo de sua consciência para com Deus. Pois que glória há se pecando e sendo esbofeteados por isso, o suportar-se com paciência. Se há uma causa, é nífeito. E se fizemos coisas irradas, vamos receber um castigo. Que glória há-se nisso. E se faz com que a casa seja uma causa efeito. Se, entretanto, quando praticaj o bem, sois igualmente afligidos e o suportar-se com paciência, isto é grato a Deus.

Quando este segundo caso esteja boa coisa para com Deus.

Continua a nele-re, por quanto para isto mesmo, foste chamados. Sim, esta é a razão de sermos chamados para a Igreja de Deus hoje.

Por que que você é chamado?

Para esta razão. Pois que também, Cristo sofreu em vossa lugar, deixá-nos e zebra-o para seguir os seus passos.

É difícil, não é? O qual não, como teu pecado, nem do alagum se achou em sua boca? Pois ele, quando ultrajado, não revidava com o ultragem, quando maltratado, não fazia ameaças, mas entregafas àquilo que julga retamente. Carregando ele mesmo em seu corpo sobre o Madeiro, os nossos pecados, para que nós mortos para os pecados, vivemos para a justiça de Deus. Por suas chagas fostes sarados.

Cris irmãos, esta é nossa responsabilidade das bem-aventuranças. Ora, se esse é o nosso caso, vejam então em que, em Mateus 5, onde lemos, versículo 10, bem-aventurados perseguidos por causa justiça, por Deus é o reino de Deus. Bem-aventurados, pois, sois, pois. Quando, por minha casa, vos injuriarem e vos perseguirem e, mentindo, disserem todo o mal contra vós, regurgis-aivos e insultai, porque é grande o vós o galardão nos céus, pois assim perseguiram aos profetas que viveram antes de vós. Amém.

Continuação do estudo Bíblico das bem-aventuranças. 

Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).