Bem-aventurados os pacificadores

As bem-aventuranças que Jesus mencionou no sermão do monte atingem um ponto extremamente crítico quando diz que precisamos ser pacificadores. Os pacificadores certamente serão os 'verdadeiros filhos e filhas de Deus'. Todas as outras atitudes cristãs mencionadas antes são necessárias para sermos pacificadores. Este sermão descreve três chaves importantes para podermos ser pacificadores.

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MUNDEO A BOTAR DE CRIZIRMÃOS AQUI A JOSCAMBOS Jesus começou os seus ensinos aos apóstolos e aos anós com um discurso que é indicolado o sermão do monte. Eu já descrevi várias das belas atitudes que devemos ter, como é descrito no sermão do monte e descrevi seis dessas belas atitudes entre o versículo 3 a 8 de Mateus 5.

Hoje, quero que olhem para o versículo 9, por favor, Mateus 5, versículo 9, que diz assim, bem-aventurados os pacificadoras, porque serão chamados filhos de Deus. Esta é a sétima bem-aventurança, ou, de outra maneira, é a sétima bela atitude cristã que devemos ter. As outras bem-aventuranças que se seguem não são necessariamente atitudes que devemos ter, mas são, digamos assim, consequências ou resultados de sermos um verdadeiro cristão. E, por isso, esta sétima bela atitude que devemos ter, isto é, de sermos pacificadores, é uma, é a última destas belas atitudes que Jesus descreve aqui no sermão de Monte.

Eu, como disse, já descrevi em sermões individuais, uma asseca da ser pobres de espírito ou mildas, daí outro sermão a asseca de chorar ou de nos arrependermos, outro sermão a asseca de sermos mansos ou ensináveis, ou, digamos assim, gentis, pessoas gentis, mansas. Falei a asseca de precisamos ter fome e sede da justiça de Deus, precisamos de ser misericordiosos, precisamos ser limpos de coração. E estas seis atitudes, digamos assim, são necessárias para podermos ser pacificadores, precisamos ser humildes, precisamos nos arrepender, precisamos de ser mansos, precisamos de buscar e ter fome pela justiça, precisamos ser misericordiosos e precisamos ter um coração puro.

Para chegarmos ao sétimo, ao último, a este, digamos assim, a este cúmulo, a este sétimo de atitudes que é descrito como ser um pacificador. É importante que não é entendido, não deve entender como ser uma pessoa que ama a paz. É diferente. Uma pessoa pode amar a paz, mas ser pacificador é diferente de que ser um amante da paz. Ser pacificador significa que faz certas ações para produzir a paz.

Um amante de paz, assim como se uma pessoa que espera e que gosta de ver paz. Por isso, ser pacificador envolve a ação, envolve uma atitude que dá uma ação nossa. E, por isso, hoje quero ver três chaves. Está claro que estas seis bem-aventuranças, antes de sermos pacificadores, como ser pobres de espíritos, chorar, sermanços, são chaves para sermos pacificadores.

Mas eu quero concentrar hoje em três chaves importantes olhando de uma maneira, digamos assim, ou de uma perspectiva diferente. Ver chaves para que produzirmos paz quando situações de conflito acontecem. Ou podem vir a acontecer e, por isso, evitar através de estas três chaves importantes para sermos pacificadores. Começamos, então, se faz favor, em Proverbios capítulo 19, versículo 11. Proverbios 19, 11. Proverbios 19, 11. Está aqui um proverbo. Vamos ver alguns proverbes hoje. Este primeiro que vamos ver aqui 19, 11, diz assim.

A discreção do homem o torna longanimo e a sua glória é perdoar as injúrias. A sua glória é perdoar as injúrias. Na versão almeida corrigida e fiel diz passar por cima da transgressão. Perdoar é passar por cima da transgressão. Quando uma pessoa transgrinde contra nós, é precisamos de deixar passar, deixar passar, não dar por si, digamos assim, ou não prestar atenção a certas ofensas. Por que? Porque isso é parte de perdoar, deixar passar. Principalmente se a coisa não for uma coisa grande, é importante deixar isso passar. Deixe-a, não tomes atenção a isso. Isso é um ponto importante aqui, porque diz assim a descrição do homem o torna longanimo.

E a sua glória é perdoar as injúrias. E aqui, por isso, estamos a falar acerca da primeira chave. E a primeira chave é sermos humildes, suficientemente, para deixarmos passar, para perdoarmos e para fazermos o que seja necessário para reconciliar, quando temos uma situação em que haja conflito ou possa haver conflito. Isto é uma humildade para deixar passar, perdoar e fazer o que seja necessário para reconciliar. Vejam outro proverbe aqui, proverbe 17, talvez uma página ou duas antes disso, proverbe 17, versículo 14.

Diz assim como abrir-se da represa, assim ao começo da contenda? Desiste, pois, antes que haja rixas. Desiste de estar numa contenda, antes que estejas envolvido na contenda, quer dizer, não te metas na contenda, cuidado! É fácil haver uma situação, a gente pensar de uma maneira que isto é assim, cozido, frito ou brilhado, às vezes pensamos incorrectamente e atacamos logo. E depois vemos, oh, está verrado, está verrado. Por que que atacamos? Porque talvez fosse um assalto à nossa arrogância, à nossa soberba, um bocadinho escondida aqui dentro de nós, em vez de sermos humildes e aceitarem, deixarem isso passar.

Por que diz assim como abrir-se da represa? Vocês sabem, por exemplo, uma represa. Por exemplo, houver um buraquinho na represa e a água começa a sair da represa, é praticamente impossível de parar, de parar essa água. Assim é o começo da contenda, como abrir-se da represa. Por isso, para antes de começar, para antes de começar. Por que? Para vivermos em paz, para fazermos, para sermos pacificadores. Mais um outro proverbe, capítulo 13, proverbe o treze, uma ou duas páginas atrás, na sua Bíblia, proverbe o treze, versículo 10.

Diz assim, da soberba só resulta a contenda. Mas com os que se aconselham, se acha sabedoria. Feliz irmãos, geralmente, contendas, conflitos, situações em que há conflito, é porque há uma soberba. Porque se houve um milhar e deixar isso passar por cima, não há soberba, não há conflito. A calma, isto tudo. Por isso a soberba, como diz assim, aqui no versículo 10, só resulta a contenda.

Precisamos ter cuidado, não sermos sensíveis demais a essas coisas pequeninas que acontecem, mas que depois inflamam e causam conflitos desnecessariamente. Porque? Porque não somos humildes suficientemente para deixar passar a situação. Para não prestar atenção, para doar, deixar passar. E por isso, parte da chave é não entrar nessa situação, evitar essa situação, evitar esse conflito desnecessário. Vejam em Filipenses capítulo 2. Filipenses capítulo 2. Vejemos, versículo 1 a 4.

Se há, pois, alguma exurtação em Cristo, alguma consulação de amor, alguma comunhão de espírito, se há entranhos, afetos e misericórdias, completar a minha alegria de modo que pensais a mesma coisa, tenhais o meu amor, sejais unidos de alma. Para sermos unidos, tem que haver paz. Para ver comunhão, tem que haver paz.

Não é? Tenho o mesmo sentimento. Nada faceis por partidarismo ou vanglória. Vanglória, arrogante, soberba. Mas por uma humildade. Por uma humildade. Quando somos humildes, quando achamos passar as coisas, quando não prestamos a ver. Não temos atenção a certes possíveis insultos. Às vezes não são insultos, mas é por causa da nossa arrogância que pensamos que são insultos. Mas por humildade, considerando cada um os outros superiores a si mesmo.

Isto é uma humildade. É uma humildade grande. Se não tene a cada um em vista o que é propriamente seu, se não também cada qual o que é dos outros. Isto é ser pacificador. Isto é uma chave para ser pacificador. Deixar as coisas passar, perdoar e fazer a nossa parte para ver uma reconciliação. Isso envolve trabalho. Envolve um esforço. Que, irmãos, deixar passar é uma forma de perdoar.

É uma decisão deliberada e não é simplesmente um sentimento, uma emoção. É uma decisão deliberada, é uma ação de fazer paz para evitar entrarmos num conflito. Por quê? Porque algumas coisas não valem a pena gastar energia nisso. Sim, certamente existem coisas grandes, pecados grandes, que têm que ser resolvidos. Mas muitas vezes as coisas não são assim tão grandes, parecem grandes por causa da nossa superpa. Quando as coisas são grandes, sim, temos Mateus 18. Mateus 18, vejam comigo, se faça a favor, Mateus 18.

Mateus 18, versículo 15, a 17. Quando as coisas são grandes, diz assim, se o teu irmão pecar contra ti, vargo-o-ilo entre ti e ele só. Não vais dizer ao irmão, ao vizinho, não vais ter esta má língua, dizer ao mundo todo. Não. Vais falar com o teu irmão em particular. Em particular. Não dizer ninguém mais. Diz, olha, fizeste isto? E talvez eu tenha entendido mal. Isto é, tens que falar com ele com humildade, com humildade. Não é com soberba, é com humildade.

Olha, talvez eu tenha visto isto mal, mas fiquei assim um bocado chateado ou aborrecido, porque fizeste isto em uma goma muito. E por isso, antes de fazer isso, precisamos de ver.

É uma coisa pequenina que podemos deixar passar. Porque se é uma coisa pequenina que vemos deixar passar, então devemos deixar passar. Devemos deixar perdoar e deixar isso andar para a frente. Se não estamos, a preocupar-nos com a nossa soberba, mas estamos a preocupar com o pecado do irmão para o bem do irmão. Porque se ele está a pecar, e ele por isso se está a amaguar e amaguar outros, e se isso vai afetar a vida eterna dele, porque vamos ver aqui. Porque diz no versículo 16, se não tem ouvir, toma contigo uma ou duas pessoas, testemunhas, vê que é um pecado grande, para que pelo depoimento, duas ou três testemunhas, toda a palavra estabeleça, e se ele não os atender, diz-se-o à igreja, e se recusar a ouvir também a igreja, considera-o como gentil ou publicano, é escomunicado, digamos assim, da igreja.

Quer dizer, isto tem que ser um assunto grande. Não é simplesmente piso no teu dedo o pé. É um assunto grande. Para coisas pequenas, precisamos te deixar passar, perdoar. Por quê? As coisas pequenas é por causa da nossa arrogância, a nossa soberba. Temos que deixar isso passar.

Queridos irmãos, precisamos de deixar passar. Se for de facto uma coisa grande que possa levar ao extremo de fazer com que aquele irmão tenha que sair da igreja, então tem que ser um assunto grande. Está claro, não é? Não vamos fazer isso de uma coisa pequenina. Então, temos que falar com ele primeiro, em particular, como lembramos aqui no versículo 25, vai ergui-lo entre ti e ele só, em particular. E com que a atitude, a atitude é descrita em 2º Timótio capítulo 2 versículo 24 a 25. 2º Timótio capítulo 2.

Isto é muito importante ter esta atitude correta quando for um assunto muito grande. 2º Timótio capítulo 2 versículo 24 e 25 diz assim. É necessário que o servo do Senhor não viva a contender. Não estáis a ter contendas. Evite as contendas. Deixe-se passar. Mas quando a situação é grande mais, diz assim, deve ser brando para com todos, apto para instruir e paciente. Isto é capaz de instruir, educar, com paciência, perdoando, deixando as coisas passar, tanto quanto possíveis. Mas quando a situação é grande mais, disciplinando com mansidão.

Isto é sendo gentil, sendo de uma maneira ensinável, dizendo que eu posso estar errado, mas da maneira que eu vejo é assim, é disciplinando com mansidão os que se opõem a uma certa resistência e a um certo pecado, uma coisa grande. Uma expectativa de que Deus lhes conceda não só o arrependimento para conhecerem plenamente a verdade, mas também o retorno à sensatez, liberando-se-lhes dos laços do Diabo, tendo-se defeitos cativos pelo Diabo para cumprirem a vontade do Diabo.

Por isso, explicando com mansidão, mas, em primeiro lugar, por exemplo, ser brandos, precisamos não viverem contendas, precisamos de deixar passar tanto quanto possível. Isso é uma chave vital para sermos pacificadores. Deixe as coisas passar. Não continue a falar na mesma coisa. Mexer, mexer, mexer. Olha, eu fiz isto. Mexer, mexer. Não continue a pensar nisso. Não deixes isso crescer para ser uma raiz de armadura, ou ficar assim uma zanga. Muitas vezes, essa atitude de arrogância ou soberba pessoal ou de estima própria é justificada com a frase.

Olha, não é só o dinheiro, mas é o princípio, a mamatéria do princípio. Irmãos, sim, às vezes, pode ser mamatéria do princípio, mas às vezes a coisa é pequena e precisamos de deixar passar e perdoar.

Vejam em Colicenses Capítulo 3, Colicenses Capítulo 3, Colicenses Capítulo 3, Colicenses 3, Colicenses 3, diz assim, suporta-vos uns aos outros. Suporta-vos, isto é, quando pessoas fazem coisas que não deviam fazer a nós, suporta isso. Deixem-se passar isso, perdoa-vos mutuamente, deixem-se passar, perdoa. Caso alguém tenha motivo de queixa contra o outro, assim como o Senhor vos perdoou, assim também perdoa-vos. Não é a nossa oração, o Pai perdoar os nossos pecados, como nós perdoamos os outros. Isso é ser pacificador. Para ser pacificador precisamos de perdoar. Vejam outro exemplo aqui, em 1 Pedro, Capítulo 4, 1 Pedro, Capítulo 4, versículo 8, 1 Pedro, Capítulo 4, versículo 8, diz assim, acima de tudo porém, tende amor intenso uns para com os outros, porque o amor cobra multidão de pecados.

Cris irmãos, se de facto temos amor para com os outros, se de facto amamos os outros. Vamos perdoar. Vamos deixar passar. Vamos fazer tudo para ver uma reconciliação. E por isso essa é a primeira chave, ser humilde para deixar passar, perdoar e fazer o que seja necessário para ver uma reconciliação. A segunda chave, principal para sermos pacificadores, é que precisamos tirar a nossa trave primeiro.

A não ensar qual é a nossa trave e tirar essa trave. Isto é arrepender-nos. Seja o que for. Talvez seja uma ira que tenhamos, uma sensatividade que tenhamos. Talvez a nossa trave sejam sensíveis demais. Talvez isso seja uma trave. Qual é a minha trave? Qual é a sua trave? Crizes irmãos, ser pacificador começa no coração, no nosso coração. E por isso precisamos analisar a nossa atitude, o nosso coração e arrepender e mudar. Ora, a verdadeira paz, primeiro. Primeiro, tem que ser paz com Deus.

Deus fez a sua parte. Precisamos ter paz com Deus. Vigemos em Colossenses capítulo 1. Colossenses capítulo 1, versículo 19 a 20. Diz assim. Porque a prova de Deus que, nele, residisse toda a plenitude, este anjo de Jesus Cristo, e que, havendo feito a paz pelo sangue da sua cruz, Ele fez paz porque morreu, sofreu. Deu a sua vida com o seu sangue na sua cruz. Por meio dele, por causa disso, Ruz reconciliou, consigo mesmo, todas as coisas.

Quer sobre a terra? Quer sobre os céus. Cris irmãos, Jesus Cristo fez paz para nós. Abriu o caminho para nós estarmos em paz com Ele. Ele nos reconciliou com Deus. Vejam, teu mãe, também em Romanos capítulo 5, versículo 1 e 2. Diz assim. Justificados, pois mediante a fé, temos paz com Deus. Justificados pela fé. Qual fé? A fé de Jesus Cristo. A fé que Jesus Cristo teve de morrer por nós, se reconciliar para nós em fé. Ele fez isso em fé. São justificados por essa fé. Temos paz com Deus.

Por meio do nosso Senhor Jesus Cristo. Por intermédio de quem obtivemos igualmente acesso pela fé, pelo que Ele fez em fé. A esta graça na qual estamos firmos e gloriamos na esperança da glória de Deus. Na esperança de que vamos um dia ter a glória de Deus. Queridos irmãos, primeiro, para haver verdadeira paz, precisamos de ter paz com Deus. Ora, Deus fez a sua parte. Deus fez a sua parte. E a não só isso, Ele também fez a parte para haver paz entre nós. Ele quebrou a separação entre nós para haver paz entre nós.

Vejam em Ifésios. Ifésios capítulo 2. Ifésios capítulo 2, versículo 11 a 18. Quando lembravam-os, Ifésios 2, versículo 11, de que outra voz gentil na carne, chamadas de incircuncisão por aqueles que se intitulam circuncisos na carne. Vocês eram incircuncisos, eram separados, eram, digamos assim, uma separação aqui entre judeus e gentios. Por aqueles que se intitulam circuncisos na carne por mãos humanas, naquele tempo estávais sem Cristo.

Vocês, como gentios, não tinham Cristo. Separados da comunidade Israel que eram os circuncisos. Estranhos as alianças da promessa, porque a promessa foi feita a Israel, e por isso os gentios não tinham acesso a essa promessa. Não têm desprância e sem Deus no mundo. Mas agora, em Cristo Jesus, vos que estávais longe, vos que os gentios que estavam longe, através de Cristo, fostos aproximados pelo sangue de Cristo. O sangue de Cristo nos reconciliou, porque Ele é a nossa paz. Jesus Cristo é a nossa paz, o qual de ambos fez um. De ambos fez um. Israelitas e gentios fez um. E tendo derribado a pareda de separação que estava no meio, a pareda de separação que estava no meio entre os gentios e os israelitas.

Que pareda era essa? Que, dizem irmãos, era uma pareda que tinham feito uma pareda de separação, um muro de separação, cerca do metro e meio da altura, que era feito pelos homens à volta do templo, porque os gentios não podiam entrar para lá desse muro de separação. Não foi Deus que tinha feito esse muro de separação, não é lei que é o muro de separação, o muro de separação era um muro que tinham feito durante esse tempo que os gentios tinham que ficar para o lado fora desse muro, os israelitas é que podiam entrar para dentro desse muro. Era um muro de separação entre os judeus e os gentios.

Jesus Cristo derribou essa parede de separação que estava no meio, ainimizado, aboliu na sua carne a lei dos mandamentos na forma de ordenanças, que lei de mandamentos na forma de ordenanças não era a lei de Deus, mas leis pessoas fizeram com essas ordinanças, para separar com essa lei esse muro de separação que não é bíblico. Para que dos dois criassem si mesmo um novo homem fazendo a paz e reconcilia-se, reconcilia-se, fazendo paz, reconciliação, ambos em um só corpo com Deus, por intermédio da cruz, destruindo por ele esta ainimizado, o muro de separação, e vindo evangelizou a paz.

A vos outros, que estávamos longe, e a paz também aos que estavam perto, paz para os israelitas e para os gentios, que estavam longe, gentios e porque estavam perto, os israelitas trouxeram paz. Cris irmãos, a paz começa com Deus. Jesus Cristo abriu caminho para termos reconciliados com o Pai, abriu caminho para sermos um, sermos unidos.

Gentios, os israelitas somos um, em Cristo. Deus fez a sua parte. Agora, a responsabilidade é nossa. Paz começa primeiro com Deus. Ele fez a sua parte para a paz. Jesus Cristo morreu para nós, para nos reconciliar com o Pai, e para nos reconciliarmos um com os outros. Mas agora a responsabilidade é nossa paz em nós próprios. Por isso é que eu digo, a primeira, a paz começa a ser pacífico, fazer ações de paz, começa no nosso coração. Temos que ver a nossa atitude, arrepender e mudar. Ver qual é a nossa trava e mudar. Vejam Isaías 48. Isaías 48, versículo 16. Isaías 48, versículo 16.

18. Chegávamos a mim e ouvi isto. Não falei em segredo desde o princípio e desde o tempo em que isto vem acontecendo. Tem que estar lá. Agora o Senhor, Deus, este é o Pai, enviou a mim Jesus Cristo e enviou o Seu Espírito a nós. Nós recebemos o Espírito. Assim diz o Senhor, o Pai, o Teu Redentor, que é Jesus Cristo, o Santo de Israel. Eu sou o Senhor, o Teu Deus, que te ensina o que é útil e te guia pelo caminho em que deve-se andar.

Ah, se tivesse dado ao Vido aos meus mandamentos.

Ele nos enviou-se, os Cristo, para dar os seus mandamentos. Então seria a Tua Paz como um rio e a Tua justiça como as ondas do mar. Por isso, como dices-te, estas belas atitudes têm que ter um desejo de ter sede e fome pela justiça. Essas são essas belas atitudes, essas seis belas atitudes que mencionei no Ser Mão do Monte. Antes de sermos pacificadores, são chaves perquisitas necessárias para sermos pacificadores. Mas aqui diz, se ouvirmos aos mandamentos de Deus, aos ensinos de Jesus Cristo, então teríamos paz em nós. Seria a Tua Paz, a Tua Paz, a Nossa Paz, no nosso coração. Teríamos paz no nosso coração. Por isso digo, sermos pacificadores começa no coração. Por exemplo, ter paz dentro de nós. Como? Obtencendo as leis de Deus. Como? Arrependendo-nos dos nossos pecados. Por isso, vejam aqui em Mateus 7. Mateus 7, versículo 3 e 4. Mateus 7, versículo 3 e 4. Mateus 7, versículo 3 e 4. Porque vejo-te o argoeiro no olho de teu irmão. Porém, não reparas na trave que está no teu próprio. Vejo este pedacinho de poeira no olho de teu irmão. Mas não veja a trave que está no teu próprio coração. Qual é a minha trave? Qual é a nossa trave? Precisamos de tirar a nossa trave primeiro. Temos que nos analisar e ver qual é a nossa trave. Versículo 4. Como dirás a teu irmão? Deixe-me tirar o argoeiro do teu olho quando tens a trave no teu. Por isso, precisamos reconhecer e ver os nossos erros, a nossa trave. E de arrepender até essa trave. Seja o que for. Seja o que for. Já que um provérbio interessante, vamos ver alguns provérbios agora, provérbio 15, provérbio 1. Provérbio 15, versículo 1. A resposta branda, devia o furor. Mas a palavra dura, suscita a ira. Queres irmãos, quando uma pessoa faz uma coisa a nós, ou passa uma coisa a nós e diz algo que é como um fogo, como é causar um incêndio. Quando nós respondemos como resposta branda, com ansiedão, com humildade. Por quê? Porque temos paz dentro de nós. Isso devia o furor. Mas se respondemos como a palavra dura, pú, damos um soco de volta. Isso suscita a ira. Precisamos de sermos pacificadores. Precisamos de fazer parte de reconciliação. A pessoa disse uma coisa para nós que foi que pagou. Nós deixamos passar. Somos humildas. E temos paz no nosso coração. Não temos esta trávida. Ficaram. Explodir temos paz. E essa paz faz com que nós tenham uma resposta branda. E isso devia o furor. Mantenha-me nos calmos. Veja no versículo 18, do mesmo capítulo, pro verbo os 15-18. O homem ira-cundo. Suscita contendas. O homem zangado, o homem que tem este... brrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrlei. Suscita contendasndas. Mas o longânimo. Aquel que demora a ficar irado. Que tem paciência. Que tem calma. Tem calma. Tem paz no coração. A pazigua luta. Evita uma guerra. Evita um conflito. Vejam também pro verbo 22, versículo 3. Pro verbo 22, versículo 3.

Diz assim. O por dente vê o mal esconde-se. Mas os simples passam adiante e sofrem a pena. Seis por dente. Veis que isso vai causar problemas e deixas isso passar. Evita causar mais problemas. É o que diz aí. Versículo 3. O por dente vê o mal. Vê. Vê. Prevê. Que isto vai causar problemas. Vai causar conflitos. Cuidado. Cuidado. Cuidado. Como responde? Cuidado. Com as intuções. Uuu, isto parece mal. Cuidado. Não responde imediatamente. Vou esperar um pouco.

Mas os simples. O que não é por dente. O que não teve cuidado explodiu imediatamente. Depois sofre uma pena. Vejam também pro verbo os capítulos 30. Pro verbo os capítulos 30. Versículo 33.

Porque o bater do leite produz manteiga. Bater o leite. Bater o leite. Acaba produzir manteiga. Tercer o nariz. Tercer o nariz. Tercer o nariz. Vai produzir sangue. E assolar a ira. Isto é, espramer, como diz na revista e corrigida, ou forçar, como diz na Almeida Corrigida e Fial.

Forçar a ira. Espramer a ira. Continuar a pensar na ira. Produz contendas.

Não tenhas a mexer, a mexer e car no assunto de novo. Deixe-me passar. Deixe-me passar. Isso é parte de uma tráfrica que temos, porque se não deixamos passar, talvez tenhamos uma certa sensatividade. Que estamos sempre a moer isto. A moer, a moer, a moer, a moer, a moer, a moer, a moer. E a coisa fica cada vez maior.

As pessoas dizem que eu tenho o meu direito!

Às vezes, precisamos deixar os nossos direitos passar. Vocês leem em Génacos 13. Génacos 13. Vocês veem a história.

Em Génacos 13.

Que é do Abraão. Génacos 13.

Vê em versículo 5. Diz assim. Loque e a Combraão também tinham rebanhos, gada, gado e tendas. E tinham o Abraão, tinha, e o Lotinha, e depois a Terra não podia sustentá-los, como diz no versículo 6. Diz assim. É uma coisa grande. E então, o que houve? Houve contendas, desde o versículo 7, entre os pastores do gado do Abraão e os pastores do gato de Lot. É este. Eu estive aqui primeiro. Não, tu estive aqui. E contendas.

Então Abraão diz Lot.

Está o campo aqui, está lá frente.

Escolho o que é.

Se queres ir para aqui, vá para aqui. Se queres ir para ali, vá para ali. Se for para ali, eu vou para aqui. Se for para aqui, eu vou para lá. O Abraão, digamos assim, tinha o direito primeiro, mas ele passou o direito.

Deu os seus direitos a Lot. Vocês vejam, por exemplo, a história de José. José foi enviado para a escravidão pelos irmãos. E depois, vez quando ele esteve no Egito, e os irmãos vieram, e ele os irmãos recorreram, vieram a recorrer, que ele era o José.

E os disseram, o que que José agora vai fazer para nós? Porque tinha direito de se vingar contra os irmãos. Mas ele não se vingou. Vejam em Génacos capítulo 50. Génacos capítulo 50, versículo 19 a 21.

Génacos 50, versículo 19 a 21. Diz assim, respondeu-lhe José, não tem, não tem mais, a casa estáu eu no lugar de Deus? Vós, na verdade, intentaste-se o mal para mim, porém Deus o tornou em bem, para fazer, como vejo agora, que se conserve muita gente em vida.

Por isso não tem mais, pois eu vos sustentarei a vós e outros vós filhos, e assim os conselou e lhes falou do coração.

O José tinha direito de vingança, mas deixou o direito passar.

Não esteve determinado a vencer. Diz-se, não, deixe-se passar. Como o Brão deu direito a Ló, José deu direito, Jesus Cristo deu direito de haver justiça na vida dele, e permitiu que fosse curiosificado. Desgistiu do seu direito. Por que? Para nos abrir o caminho da salvação.

Às vezes, sim, precisamos de usar os nossos direitos. Não estou a dizer que vamos sempre permitir que as pessoas andem por cima de nós.

Por exemplo, vocês vezem, em Filipe, em Filipe, o Paulo exerceu o seu direito de ser um romano, porque tinha sido maltratado.

Podem ler isso em Atos 16, versículo 35 e 39.

Mas o ponto aqui é usar os meus direitos, é para a glória de Deus ou é para o meu interesse pessoal.

No caso de Abrão, no caso de José, no caso de Jesus Cristo, não usaram direito, porque é para a glória de Deus.

Isso é importante. Por isso, qual é a sua trava?

Qual é a sua trava?

Qual é a razão, porque não tem paz interna?

Talvez seja porque você seja sensível demais a que as outras pessoas fazem contra você, ficando você assim facilmente aborrecido e chateado, desangado, ou você talvez seja uma trava, sensível demais.

Ou talvez você não seja sensível a outros, e por isso causa doras a outros.

Ou talvez a sua trava seja que eu preciso dos meus direitos. É o meu direito.

E por isso, não quero que outros andem em cima de mim.

Querias irmãos, precisamos te deixar passar e precisamos de tirar a trava dos nossos olhos.

A terceira chave é uma pergunta que eu tenho aqui. Talvez existe em você um desejo que não tenha sido preenchido, um desejo no coração que não tenha sido preenchido.

Por que esses desejos podem ficar grandes demais, tão grandes que se tornam um ígolo? Vejam aqui em Mateus 15, Mateus 15, versículo 18.

Diz assim, mas o que sai da boca vem do coração.

E por isso temos um desejo que não está preenchido dentro do coração, e por isso acaba por sair da boca e causa contendas, causa garras.

Versículo 18. Mas o que sai da boca vem do coração, e é isso que contamina o homem. Por que o coração, por serem maus desígnos, homicídios, adultérios, produtistuição, furtos, falsos desmunhos, blasfêmias, etc.

Temos algum desejo dentro do coração que não está preenchido. Esses desejos que não estão preenchidos, digamos assim, ou não estão satisfeitos, podem ser legítimos.

Podem ser legítimos. Mas precisamos de ver profundamente nos nossos corações, porque esses desejos podem começar a gemer, a mexer, a mexericar dentro do nosso coração. Por exemplo, eu trabalho.

Meu trabalho é muito duro. Eu tenho um trabalho, meu trabalho é duro. Porque eu trabalho duro. Eu trabalho muito.

Eu tenho direito a ser promovido no emprego, a ter uma promoção, a ser uma pessoa promovida, a ter um galardão no meu emprego.

Eu tenho, digamos assim, o desejo de ter um carro novo e com meu trabalho muito, porque que não posso ter um carro novo?

Quando o desejo se torna uma coisa essencial para o nosso bem-estar, isso é um problema. Pode termos um desejo, se gostavam de ter um carro novo, também.

Mas quando se torna uma coisa essencial para o nosso bem-estar, então começa a ser, digamos assim, uma demanda.

E se não é mais, eu desejo ter, mas eu tenho que ter. É uma diferença, porque esse desejo que não foi preenchido, gimeu e mexeu-se aqui dentro do coração e ficou grande e grande e grande, e não é mais um desejo, mas eu tenho que ter.

Torna-se tão forte que agora tornou-se um ídolo.

Querias irmãos, nós podemos ter cuidado nesta sociedade moderna.

Com ídolos, coisas físicas, você tem alguma forma de idulatria no seu coração?

Precisa de pensar nisso. Você tem alguma forma de idulatria no seu coração?

Um ídolo é algo maior que Deus, que nós cometemos o nosso coração, que nos motiva, que se torna, digamos assim, o nosso chefe, que governa a nossa vida.

É algo no nosso coração em que nós queremos, temos confiança, temos medo ou servimos.

Querias irmãos, não é simplesmente que nós queremos ter uma coisa, não é nada errado de querer ter uma coisa, trabalhar para isso, querer, está bem.

Mas quando esse querer é muito grande, e então fica um exígio, uma demanda que tenho que ter isto, essas demandas idólatras fazem com que nós começamos a julgar os outros.

Ele não devia ter feito isto, ou ele foi promovido, em vez de eu ser promovido, ou coisa assim. E começamos a criticar e a condenar os outros. E por isso um ídolo exige sacrifícios.

Sim, ídolos exigem sacrifícios. E se alguém não satisfaz as nossas demandas ou as nossas expectativas, eles têm que sofrer.

E assim, deliberadamente ou subconscientemente, fazemos coisas para magoar os outros, isto é, para sofrerem. E por isso acabamos por dar palavras que magoam os outros, porque o ídolo exige um sacrifício. E essa pessoa tem que sofrer. Temos que fazer com que essa pessoa fique magoada. Ou damos palavras que cortam, que causam dor.

Por exemplo, temos olhares de reprovação.

Olhares de reprovação. Retirámos-nos ou separámos-nos do relacionamento.

Começamos a atuar de uma maneira fria para a outra pessoa.

Isto é um tipo de causar um sacrifício à outra pessoa, causar um sofrimento à outra pessoa. Ou tirar carinho. Não dar carinho, por exemplo, a esposa ou a esposa, porque ela fez isto, não vou dar carinho a ela. Não vou dar contato físico. Recusar ou olhar a ele ou a ela. Não olho para ela para lá.

Anda assim, não é? Queria ser irmãos? Isto é porque talvez tenhamos um ídolo no nosso coração.

Vejam em Tiago 3. Tiago 3.

Ibreus 3. Capítulo 3.

Por ciclo 13.

Quem entrevója sabe inteligente. Mostre a imancidão de sabedoria. Isto é, em gentileza, uma sabedoria que é gentil, que é mansa. Mediante digno, condigno proceder as suas obras. Pelo contrário, tendo em vós coração, em vós, em vós coração inveja amargurada.

Inveja amargurada. Esta inveja é um ídolo. É um ídolo amargurada, sentimento facioso. Nem os gloriais disso, nem mentais contravidar. Esta não é sabedoria que tem a sua lado alto, antes é terrena, animal, é de mônica, é do diabo.

É um ídolo.

Pois onde há inveja, onde há um ídolo, inveja, e sentimento facioso, aí há confusão e toda a espécie de coisas ruins. Isto é não há paz. Mas a sabedoria que vem de Deus, lá no alto, é pura.

Um coração puro, como falamos das atitudes, belas atitudes, ter um coração puro, que é uma chave de ser pacífico. É pura. Depois pacífica.

Fazemos coisas com paz, temos um coração puro, fazemos coisas com paz, porque não temos este ídolo de inveja.

Lidulatria. Indulgente, tratável, plena de misericórdia. Sermos escoridioso, uma bela atitude que é necessária para sermos pacíficos. De bons frutos, imparcial, sem fingimento. Não é fingido, é de verdade. É um coração, é mesmo do coração, é assim mesmo.

Ora, é em paz que semei o fruto da justiça para os que provem a paz. Isto é paz, tem a maneira de fazer paz, é de reconciliar, é de ter esta paz. De onde procedem guerras e contendas? Dónde é que vem estas guerras, estas contendas e desconflitos? Que há entre vós? Isto é entre vós na igreja.

De onde, se não dos prazeres, dos desejos que não são preenchidos, que militam na vossa carne, desses prazeres, desses desejos, que o bisagem nada tendo, porque? Porque esses desejos começam a ficar grandes e grandes e grandes e grandes, ficam com bissa. Não é só um desejo que eu desejo ter, mas que eu tenho que ter, que tornam-se uma cobiça. Matagem e vejais têm inveja, um ídolo. E nada podeis obter, viveis, lutar e fazer guerras, têm contendas, não há paz. Nada tendos porque não pedísse. Pedísse e não recebês por pedísse mal, para esbanjaras em vossos prazeres. Desejos que não são preenchidos, que ficaram grandes demais e que se tornaram um ídolo.

A vossa oração diária é uma lista enorme de cobiças e desejos que não foram preenchidos. Por isso, fizemos-nos examinar a nós próprios, para ver se temos alguns ídolos, alguns pecados escondidos dentro do nosso coração. E usar as ferramentas espirituais que Deus nos dê, dá para o desenvolvimento espiritual. Isto é, estudo bíblico, medicação, oração, jun ocasional e pedir a Deus, pelo Espírito de Santo Deus, para que, através do Seu Espírito, Ele mude o nosso coração. Ele circuncie o nosso coração. São, queridos irmãos, para sermos pacificadores. Nós precisamos ter uma humildade para deixar passar, perdoar e reconciliar qualquer ofendas que tenhamos recebido. Precisamos de remover a nossa trava, na nossa vida, a rependermos, reconhecer os nossos erros, ter a paz no nosso coração, em vez de ter ira, em vez de sermos super sensíveis, ou não sermos sensíveis às necessidades dos outros, ou termos demandas, tirar essa trava do nosso olho, dos nossos olhos, dos nossos corações. E identificar quaisquer ídolos em nós, a qualquer desejos ou prazeres que não foram preenchidos, os quais estão a fazer ou a demandar um sacrifício para que outros fiquem manuados, e que fazemos isso através de palavras que me goam ou coisas assim. Porque esses desejos fortes fazem nós com que nós não sejamos submissos a Deus e a um ou a outro, e por isso esses desejos produzem menos paz em nós próprios. Queris irmãos, para completar, quero ler Romanos capítulo 12 versículo 18. Romanos 12 versículo 18. Romanos 12 versículo 18 diz assim, se possível, quanto depender de vós, tende paz com todos os homens.

Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).