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rowing Bom dia ou boa tarde, queridos irmãos, aqui às Os Campos. Vivemos num período de tempo, que as coisas são muito difíceis, Até parece que Deus libertou as feras do campo e que estão por aí a andar pelo mundo a causar problemas, matanças, crimes, terrorismo. Mas não é só nessas áreas que existem problemas e dificuldades e digamos assim falta de um bom relacionamento entre pessoas. Vê-se problemas entre certos empregados em companhias, vê-se problemas em má condução entre estudantes e professores e homens do povo e policiais.
Mas vê-se problemas caseiros. Até dizem que um dos problemas mais sérios para os policiais é problemas caseiros. Vê-se divorcios, vê-se crianças a serem desobdientes. Mas, ainda mais perto, vê-se às vezes problemas entre irmãos na igreja. Um irmão ou uma irmã na igreja que não fala com outro irmão ou com outro irmã, ou que tem certas dificuldades na convivência. Pessoas ficam zangadas, ficam aborrecidas, ficam chateadas. Digamos assim, o amor está a se esfriar. O amor está a se esfriar. Queres irmãos, eu hoje quero falar acerca de uma verdadeira chave para uma verdadeira reconciliação. Isto é, através do apasiguamento segundo Deus.
Isto é fazendo paz, na maneira que Deus faz paz. Vijamos, então, em Mateus 24. Mateus 24, que está a falar acerca do tempo do fim, e vê-se aqui a partir do versículo 9, que diz assim, Mateus 24, versículo 9, então sereis atribulados e vos matarão. Queres irmãos, está aqui a profetizar acerca de um período breve no futuro, que os cristãos vão ser atribulados e vão ser matados. Na verdade, se vê muitos cristãos hoje em dia já a serem assassinados.
Se como foram assassinados e odiados há muitos séculos atrás, vê-se isso mesmo acontecendo neste século. Depois, continuando, sereis odiados de todas as nações por causa do nome de Cristo. Por seres cristão. Nesse tempo, nessa altura em que vivemos agora, muitos já vão se escandalizar, trair e odiar uns aos outros. Levantar-se a muitos falsos profetas, enganarão-a muitos. E por se multiplicar a iniquidade.
Por causa desta multiplicação de desobediência, de iniquidade, de rebelião, de atitude, de pessoas serem como feras, selváticas. Por causa desta multiplicação de iniquidade, o amor se esfrirá de quase todos. Não está a dizer como se esfrirá em algumas pessoas, ou em muitas pessoas está a dizer que se esfrirá de quase todos.
Isso é uma grande quantidade, mas temos que perseverar até ao fim. E por isso, que, irmãos, precisamos de estar bem entendidos, tendo uma boa compreensão de como podemos caminhar para ver um bom relacionamento entre pessoas, principalmente entre irmãos e irmãs, principalmente entre membros da mesma família. O caminho de reconciliação. O caminho de sermos pacificadores. Pessoas que fazem paz. Ora, em Mateus 5, na secção do sermão de Monte, na secção das Beatitudes, Jesus Cristo descreveu várias Beatitudes, as quais vamos ver como princípios, como chaves, a caminho de fazer paz.
E vamos começar, então, no versículo 3. Vamos ler o versículo 3 a versículo 9 e depois vamos estudar um bocadinho mais detalhadamente. Bem-aventurados os humildes de espírito. Isto é os pobres de espírito. Porque deles é o reino de Deus. Bem-aventurados os que choram, porque serão consolados. Bem-aventurados os mansos, porque herderão a terra. Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque serão fartos.
Bem-aventurados os misericordiosos, porque alcançaram misericórdia. Bem-aventurados os limpos de coração, porque virão a Deus. Bem-aventurados os pacificadores, porque serão chamados filhos de Deus. Estas sete beatitudes, que é seguida, digamos assim, por um resultado destas beatitudes, que é no versículo 10, mas estas sete beatitudes, começando com humildade, depois chorar e depois sermanso e ter fome e sede de justiça, e de ser um misericordioso, e de ser limpo de coração, e acabando por sermos pacificadores. Estas beatitudes é como se que são uma construção de uma acima da outra.
É como se você até está a construir um prédio, começa na fundação, depois começa a apor os primeiros diólogos, depois os segundos diólogos, depois os terceiros diólogos, depois a janela, e depois as partes de cima, e depois o teto, quer dizer, um constrói-se em cima do outro. Estas beatitudes, igualmente, são construídas uma em cima da outra.
Mas ainda sabe até que no último, que eu me ensinei no versículo 9, bem-aventurados pacificadores, porque o meu tema hoje é a cerca de pacificação. A pacificação segundo Deus, que é a chave para a verdadeira reconciliação, e por isso, é bem-aventurados pacificadores, porque serão chamados filhos de Deus. Queris irmãos, como cristãos somos, na verdade, pacificadores? Queris irmãos, precisamos de ser! Precisamos resolver as nossas dificuldades, principalmente começando entre marido e mulher, entre esposa e esposa. Às vezes, há muitas dificuldades que existem, muitas argumentos entre o marido e a mulher. Não devia de ser, não devia de ser. Queris irmãos, sim, há diferenças de opiniões.
Quero comprar isto desta cor ou daquela cor, ou simplesmente vou pintar o quarto desta cor ou daquela cor. Ou vamos comprar primeiro isto ou primeiro aquilo com o pequeno orçamento que temos na nossa vida, da nossa casa, o orçamento mensal.
Temos que chegar a um acordo com o nosso esposo, com a nossa esposa, a ver o que é que vamos comprar primeiro. E outras coisas que talvez eu queira, tenho que me submeter e não comprar agora para o bem da família.
Às vezes nós compramos coisas eletrônicas, são os brinquedos de homens, não é? Adultos, coisas eletrônicas e computadores isto e às vezes não temos dinheiro para outras coisas básicas para a família. Estamos então a submeter-nos uns aos outros para o bem da família? Quer dizer, irmãos, precisamos de estar a ver estas coisas. Qual é a nossa maneira de nos estamos a conduzir? Nós somos de facto os pacificadores, porque os pacificadores serão chamados filhos de Deus.
Quer dizer, irmãos, quando temos problemas, e esses problemas ou essas dificuldades se tornam-nos uma emoção interna e como essa pessoa ficar assim um bocado agitada por dentro, como se tivesse um vulcão que estivesse pronto a explodir, começa esta coisa a se enfervercer, então mais cedo ou mais tarde isso vai se tornar em palavras ou em ações. Por isso, o problema é algo dentro de nós. É algo dentro de nós. Quando deixamos que isso desenvolva ou se torne como uma coisa externa, temos que controlar primeiro o interno. Vejam a Mateus 12, versículo 33. Diz-se-se, ou fesei a árvore boa e o seu fruto bom ou a árvore má e o seu fruto mau, porque pelo fruto se conhece a árvore. Qual é o fruto que temos? Quais são as palavras, quais são as ações que fazemos? Queres irmãos, o problema começa em casa.
Em casa, onde o marido e a mulher estão dia a dia um com o outro, dia a dia um com o outro, dia a dia um com o outro. Quais são os frutos? Temos constantemente explosões e os filhos, oitados, estão a ver isto.
Continuando a ler. Raça de víboras. Como podes fazer coisas boas sendo maus?
Porque a boca fala do que está cheio o coração. Mais cedo ou mais tarde, vai explodir. E por isso temos que olhar para dentro de nós. Temos que olhar para dentro de nós. Porque como diz aqui, no versículo 32 é certo, porque pelas tuas palavras, será justificado. E pelas tuas palavras, será condenado. Quais são as suas palavras? Quais são as minhas palavras em casa com o meu esposo ou com a minha esposa? Quais são as palavras que usamos em casa com os nossos filhos?
Pelas tuas palavras, será justificado. Pelas tuas palavras, será condenado. Percebemos de olhar ao espelho e ver a nós mesmos dentro e ver... Precisamos de mudar cá por dentro. Porque como lemos aqui no versículo 35, o homem bom tira do desouro bom coisas boas. Mas o homem mal do desouro tira coisas mais. É um caso de coração.
Cris irmãos, precisamos de ver sinceramente o que existe dentro de nós para haver uma verdadeira paz. Parecemos verdadeiros pacificadores. Ora, sabemos que todos somos pecaminosos. Vigemos em Romanos capítulo 3. Romanos capítulo 3, versículo 10 a 18.
Como está escrito, não há justo nenhum sequer. Nenhum sequer. Por isso, todos somos maus. Mas temos que analisar-nos a nós próprios e com a ajuda de Deus. Ajuda de Deus. Começar a mudar. A mudarmos do velho homem para o novo homem. Não há quem entenda. Não há quem busca Deus. Todos se traviaram à uma, se fizeram inúteis. Não há quem faça o bem. Não há nem um sequer. Aarganta de Deus é sepulco e aberto, com língua, urdem e engano. Veneno de vibra está nos seus lábios. A boca, eles atêm a cheia de maldição e de amargura. São os seus pés velozes para derramar sangue. Nos seus caminhos, a destruição e miséria. Desconhecem o caminho de paz. Desconhecem o caminho de paz. Não há temor de Deus diante de seus olhos. Não conhecem o caminho de paz. Não há temor de Deus. E isso começa dentro de nós. Começa dentro de nós. Então, depois tem esta raiz de amargura, esta falta de perdão. E a pergunta que eu tenho é, a maneira que falamos as outras pessoas, ou com as outras pessoas, a maneira que falamos com o nosso esposo, ou com a nossa esposa, é a mesma maneira que as pessoas no mundo falam.
Se é, não estamos a atuar como filhos de Deus. E por isso não podemos ser chamados filhos de Deus. Como lemos em Mateus 5, os pacificadores serão chamados filhos de Deus. Mas se não estamos a atuar dessa maneira, não somos filhos de Deus. Dizem-me, aventurados são os pacificadores, porque são os chamados filhos de Deus. Precisamos talvez escrever esta frase e pensar, bem-aventurados são os pacificadores, pois serão chamados filhos de Deus. Sou eu isto?
Como é que podemos ser um exemplo aos nossos filhos, aos nossos famílios, se não estamos a praticar? Como é que podemos ser um exemplo na igreja? Como é que podemos ser um exemplo ao mundo, se não estamos a praticar isto? Como é que podemos governar o mundo, como filhos e filhas de Deus, se não estamos a praticar isto? Por isso, as bem-aventuranças, ou digamos assim, as belas atitudes do sermão, do monte, dão-nos passos criticamente importantes para sermos pacificadores. Ou, nas outras palavras, estas bem-aventuranças, estas bem-aventuranças, são uma análise cuidadosa da natureza humana, da carne, da mente que é carnal, que é a segunda carne. Vijamos, então, Mateus 5, que é o primeiro, e podem deixar aí uma marca, porque vamos voltar a Mateus 5 várias vezes, pode apoiar uma marca, Mateus 5, versículo 3, bem-aventurados os humildes de espírito, porque deles é o reino dos céus, os humildes, os pobres de espírito, os humildes. Qual é o primeiro problema carnal? Qual é o primeiro grande problema da pervertida natureza humana, da corrupta natureza humana? Qual é o primeiro grande problema da natureza humana? Arrogancia, falta de humildade. Arrogancia é uma vista de um grande problema, de humildade. Arrogancia é uma vista exagerada do que nós somos. Sim, é um engano a nós próprios, um alto engano.
Cresirmãos, a arrogancia é um esquecimento do que é o propósito de ser um verdadeiro cristão. E qual é o propósito de ser um verdadeiro cristão? Qual é o propósito de ser um verdadeiro cristão?
O propósito de você ser um verdadeiro cristão é de ter relacionamentos, segundo Deus, com outros, com Deus e com outros. Um bom relacionamento, um relacionamento segundo Deus. Qual é o relacionamento segundo Deus? É um relacionamento baseado em amor, baseado num caminho de dar, de uma imanação de dar.
Dar primeiro para com Deus, e depois para com o próximo. O propósito de cristianismo, por isso, é acerca de como tratamos os outros.
Como tratamos os outros. E o que acontece quando somos, digamos assim, guiados pela arrogância? Olha, comecemos a dizer, olha, vê o que é que ele disse. Olha, vê o que é que ele me disse. Diz isto. O ministro não falou comigo hoje. Ele passou por mim, e nem me complementou.
Ou ele não está a tratar bem. Ou ela não está a tratar bem. Você está sempre a pensar, em como os outros estão a tratar a você, ou você está a pensar, como você está a tratar os outros.
Está a pensar como está a ser tratado, ou está a pensar como trata os outros. Que os irmãos, se somos humildes de espírito, delas é o reino de Deus. O que é o reino de Deus? Ora, geralmente referimos a quatro pontos básicos para haver um reino, para haver um governo. Primeiro, tem que haver governantes, tem que haver pessoas que são governadas, tem que haver um território, e tem que haver a lei, a constituição deste país. Queria ir para uns de nós, precisamos de ser governados pela lei do governo de Deus, que é a lei de Deus, pelo governante que é Jesus Cristo, de baixo do Pai. E precisamos também ter essa lei dentro de nós, que é o território, o nosso território dentro do nosso próprio território. E isso requer o medo de Deus. Por isso, quando estamos a falar do reino de Deus, podemos falar acerca do reino de Deus, de entornações, de comunidades, de comunidades, de entornações, sobre nações, que, corretamente, é correto, mas precisamos ver como é que o reino de Deus governa em nós próprios, neste território que sou eu e a minha vida. Estou eu submisso ao reino de Deus, ao governante do reino de Deus.
E, para isso, requer o temor de Deus. Respeito a Deus. Vejam em Romanos 3, Romanos 3, versículo 18.
Onde lemos há pouco. Quer dizer que todos se desviaram, todos se desviaram. E depois, no versículo 18, disse que lemos, não há temor de Deus diante dos seus olhos. O começo da sabedoria é o temor de Deus. Salmos 111, versículo 10, e também em provérbios. O começo da sabedoria é o temor de Deus.
Mas a mente carnal, arrogante, acha que precisa de resolver o problema, estar nos outros. Não tem o temor de Deus, de nós próprios. E por isso, essa mente carnal, tem uma abordagem para resolver problemas que a mundana. Que abordagem essa? Quando há problema, vê o que está errado na outra pessoa. Ele me trata mal, ou ela me trata mal, ou ele falou mal comigo, olha, veja o que ele disse, ou veja o que ele fez, ou o que ela fez. E por isso queremos que essa pessoa mude e nos trate bem.
Queremos que essa pessoa tenha pena do que fez, que se arrependa e que comece agora a tratar-nos bem. O problema é da outra pessoa, não é minha, não é meu.
Mateus 5, versículo 4, diz assim, bem-aventurados os que choram, porque serão conselados. Os que choram. Choram porquê? Porque reconhecemos que há problemas, que há dificuldades e por isso choramos e choramos porquê? Porque nos arrependemos, porque choramos que, parte do problema, somos nós próprios. E temos que nos arrepender e temos que mudar. E temos que mudar para ser melhores pessoas, a vez que as outras pessoas se mudem para nos sararem ou nos curarem, nós precisamos mudar a nós próprios para sermos conselados por Deus. Quer dizer, irmãos, o que é o arrependimento segundo Deus? O que é o arrependimento segundo Deus? Vejam em segundo Coríntios capítulo 7. Segundo Coríntios capítulo 7.
Começar a ler no versículo 9. O arrependimento segundo Deus e o arrependimento segundo o homem, segundo o mundo.
Segundo Coríntios capítulo 7. Começando a ler no versículo 9. Agora, meu alegro, não porque foste contra-istados. Isto é, não é porque ficaste triste e por isso simplesmente ficaste triste, mas porque foste contra-istados para arrependimento. Ficaste triste, tivesse pena e essa pena, essa é essa. Tivesse pena do que fizeste, isto é, choraste, tivesse desluto por causa disso, choraste do que é e agora te arrepentes. Pois fostes triste, tivesse pena, foste contra-istado, foste, ficaste triste. Segundo Deus, isto é, porque te conduziu ao arrependimento. Para que de nossa parte nenhum dano sofresseis. Sim, quando nos arrependemos não vamos sofrer esse dano, porque a tristeza segundo Deus, estar triste, estar a chorar da maneira segundo Deus, produz arrependimento. Se você não se arrepende, se você não se arrepende, se você não se arrepende, se você não se arrepende, se se arrepender da maneira segundo Deus, produz arrependimento. Para a salvação, que a ninguém trás pesar. Mas a tristeza do mundo, produz a morte, porque? Porque não produz arrependimento. Esses presentes, olhe, desculpe, mas continuam a fazer a mesma coisa. Por siglo XI, porque, quanto cuidado, quando há arrependimento segundo Deus, quando há tristeza segundo Deus, que produz arrependimento, quanto cuidado, vamos agora terem a fazer coisas.
Que defesa, que apologia, que defesa temos, que indignação, que demor para Deus, que saudades, de fazer a coisa correta, que zelo, que vendita, que força de vontade de fazer o que é certo, em tudo destes provas de estares inocentes neste assunto. Queres dizer, irmãos? O arrependimento segundo Deus, verdadeiro arrependimento, a tristeza, a ter pena, o desculpe, pedir desculpas segundo Deus, é um verdadeiro arrependimento. É quando nos arrependemos, é quando mudamos a nós próprios.
Não é mudar a outra pessoa, mudar a nós próprios. E por isso nós queremos que a nossa cura, que a maneira de ficarmos bem, quando há uma dificuldade, quando há um problema, não vem da outra pessoa, vem de nós próprios. Quando pensamos que a cura vem da outra pessoa, acusamos, queremos os nossos direitos, levamos pessoas ao tribunal, queremos uma indiminização, e se não recebemos essa indiminização, vamos ter vingança, vamos requer, requer uma retribuição, uma vingança para forçar a outra pessoa a se arrepender. Para forçar a outra pessoa a se arrepender. Vejam em Romanos 12.
Versículo 16 a 21. Tendo mesmo sentimento uns para com os outros, em lugar de seres orgulhosos, arrogantes, quando se sentem em um lugar, não sejam sábios aos vossos próprios olhos. Sabedoria vem de Deus, de tumor de Deus. Não termineis a ninguém mal por mal, não queram ter vingança, esforçados por fazer o bem para todos os homens. Se possível, quando prender de vós, tende paz com todos os homens. Este é o caminho de pacificação, o caminho de apasiguamento.
Não vos vingueis, a vos mesmos amados, mas dai lutar, dai lugar a ira, porque está escrito, a mim me pretensa vingança, eu é que retribuirei, diz o Senhor. Por contrário, se o inimigo tiver fome, se tiver cê, se tiver beber, porque fazendo isso, a montorás brasas visas sobre sua cabeça. Não te deixes vencer do mal, mas vence o mal com o bem.
Não ataques de volta, porque isso não te vai dar conforto, não te vai confortar. E porque é que a mente carnal requer os seus direitos?
Porque quando estamos numa luta, ou numa briga, ou lutamos ou fugimos, e por isso nós queremos proteger os nossos direitos, a nossa imagem própria. E por isso, exigimos uma vingança.
Ao fim, tudo isto, o motivo interno é controle. Queremos estar em controle e controlar os outros.
Irmãos, estamos aqui a falar das coisas profundas do verdadeiro cristianismo. Isto são coisas profundas, profundíssimas. Precisamos de pensar bem e ver como é que estamos a conduzir.
Cris irmãos, um dos grandes, uma das grandes responsabilidades nossas como ministros de Deus e como cristãos, é o Ministério de Reconciliação. É o que estou a falar hoje.
Infelizmente, muitas pessoas não pensam neste assunto frequentemente na fa. Díamos assim, suficientemente frequentemente. Desculpe, dizer uma palavra em inglês aí. Não falam isso, suficientemente frequente. Por isso, o terceiro grande problema da natureza humana é querer controlar os outros, é querer estar em control. Ao fim de contas, o supremo control foi o que Satanás quis.
Ele começou e quis vir a ser, igual a Deus. Governar com Deus, no trono dele, no rei de Deus. Deve-se a cabeça.
E, quer dizer, nós não podemos deixar essa atitude ser influenciada em nós, porque as pessoas no mundo estão influenciadas com essa atitude e querem controlar outros.
Mantenha-se as outras pessoas de baixo do dedo, controlar. Queres irmãos, o que nós precisamos de controlar é nós próprios.
Autodomínio. Domínio próprio. Essa é a que precisamos controlar. Essa é a nossa responsabilidade, hoje, nesta nossa vida. Controlarmos a nós próprios, a nós próprios, em tudo nos nossos pensamentos, na maneira de fazer coisas, fazemos ou não fazemos, com a ajuda do Espírito Santo, com a ajuda de Deus. Nós precisamos controlarmos nós próprios. E, parte disso é estarmos dispostos a ser controlados por Deus e, pelo Seus líderes. Pelos líderes que Deus apontou para estarem acima de nós. Vemos então Mateus 5,5. Mateus 5,5 diz assim, bem-aventurados os mansos, porque herdarão a terra.
O que é mansos? O que é mansidão? Mansidão é ser moldável, é ser gentil, é ser manso, é ser ensinável.
Não é salvático, não é salvagem, é manso, é ensinável. Uma pessoa que é ensinável, que é manso, que é gentil. Isto é, que seja facilmente moldada pelos mãos de Deus. Então, quando somos isso, herdaremos a terra. Eu que diz aqui, porque herdarão a terra.
Herdar a terra quer dizer que a terra vai ser nossa, e você vai ter que controlar sobretudo na terra. Ora, isso é control.
Mas primeiro temos que controlar nos próprios.
Esse control der dar a terra. Não vai ser o control da maneira do homem. Qual é o control da maneira do homem? O control da maneira do homem é desercer, domínio, autoridade, forçar outros. Pum! Tem que fazer assim. Pum! Veja Mateus 20. Mateus 20, versículo 25 a 28.
Então Jesus, chamando-nos, disse Sabes que os governantes dos povos os dominam e que os maiorais exercem autoridade sobre eles. Governância deste mundo, dos líderes destas nações, é domínio, control, autoridade. Versículo 26. Não é assim, entre vós. Não é assim, no reino de Deus. Se vocês vão herdar a terra, não vão ter esse tipo de control.
Quem quiser tornar-se grande entre vós, será esse o que vos sirva. Como Jesus Cristo veio e serviu, lavando os pés dos apóstolos e dizendo a nós que devemos seguir o mesmo exemplo, servir como Ele serviu. E quem quer exercer o primeiro entre vós, será vós o servo. Que os irmãos estamos aqui para servir uns aos outros. Não é para dominar, não é para controlar, não é para ter autoridade, é para servir.
Isso é uma maneira diferente de pensar. É uma maneira muito diferente de pensar do que a maneira do mundo.
Uma das razões que as pessoas querem controlar os outros, é porque você vê, olha, não há justiça. E por isso, não estão a tratar bem, não há justiça, eu vou trazer justiça, vou fazer com que o tratem bem, da minha maneira, da minha maneira. E então, quando você faz isso, você vai ficar satisfeito. Vai ficar contente, porque as suas necessidades e os seus desejos foram satisfeitos.
E o que Jesus Cristo disse acerca de sermos satisfeitos, de estarmos contentos? Vejam comigo em Mateus 5, versículo 6. Diz assim, bem-aventurados, os que têm fome e sede de justiça, porque serão fartos, estarão cheios, estarão contentos, estarão satisfeitos, estarão fartos.
Mas diz assim, os que têm fome e sede de justiça. O que é justiça?
O que é justiça? É a minha própria justiça? É alta a justiça? É o que eu quero que se faça? Ou é a justiça de Deus? E o que é a justiça de Deus? Vigemos Romanos 10. Romanos 10.
Romanos 10, versículo 3, até o início do versículo 6. Romanos 10, versículo 3. Por quanto? Desconhecendo a justiça de Deus. Está a falar aqui acerca dos judeus que desconheciam a justiça de Deus. Procurando estabelecer a sua própria. Se os judeus estavam a tentar estabelecer a sua própria justiça. Não sujeitaram à justiça que vem de Deus. Crescer irmãos, esta é a justiça que devemos ter fome e sede, é a justiça de Deus. Porque o fim da lei é Cristo.
O fim da lei é Cristo. As pessoas pensam, por isso não precisamos obter mais a lei, porque Cristo acabou com a lei. Não é o que está a dizer aí. O fim da lei, o propósito da lei, o objetivo da lei, aquela que cumpriu a lei corretamente, completou completamente. Por isso é o fim exemplar, o máximo exemplar de obter a lei é Cristo.
Para a justiça de todo aquele que crê. Como é que Cristo é a justiça para todo aquele que crê? Porque ele morreu por nós e fez o que a lei não podia fazer, completou a lei que era incompleta.
Porque a lei não pode justificar a você.
Se você quebra a lei, por guiar um automóvel debaixo da influência do álcool, por estar bêbado, estar embriagado e estar a guiar um automóvel e vá para a prisão, simplesmente andar de carro sem estar embriagado não vai pagar a multa. Simplesmente obtecer a lei não vai pagar a multa. Não vai fazer você justo por antes a lei. Jesus Cristo pagou a multa por nós. A multa dos nossos pecados é a morte. Jesus morreu por nós. Deu a vida por nós, vida por vida. O salário do pecado é a morte. Romanos 6, Vídeo 3. Como é que podemos ser justos?
Alguém dá-me uma vida por nós, porque é olho por olho, praço por baixo, praço, vida por vida. Exodus 21, 23. A vida que foi dada por nós é a vida de Cristo. A vida daquele que o Pai usou para criar tudo no mundo.
E por isso essa vida é mais importante que todas as nossas vidas. Porque essa vida que o Pai usou para criar todo o mundo, essa vida que o Pai usou como o Criador, essa vida tem mais valor que todas as nossas vidas. E por isso essa vida paga por todas as nossas vidas. E por isso, continuando aqui a ler, em Romanos capítulo 10, o fim da lei é Cristo. E depois, continuando a ler um bocadinho mais adiante, no versículo 6, mas a justiça de corrente da fé, a justiça que vem da fé. Da fé de quê? Da fé de Cristo. Porque Cristo se esvaziou do poder que ele tinha de ser, de ser igual a Deus, não em autoridade, mas igual em qualidade, tal como você e eu somos iguais em qualidade, mas não em autoridade. Você tem certas autoridades e eu tenho autoridades diferentes na minha família e em várias posições que você tenha. Ou responsabilidades que você tenha. Você tem as suas autoridades e eu tenho as minhas. Jesus Cristo não tinha a mesma autoridade que o Pai, era inferior. Antes de ser Jesus Cristo era o verbo. E como verbo, era aquele ser que o Pai usou, que o Altíssimo usou para criar e fazer tudo. E esse ser, essa gente de Deus, se esvaziou do seu poder, se se tornou um homem, e morreu para nós.
Se ele não tivesse fé que o Altíssimo, que o Pai o ressuscitasse, por que ele faria isso? Mas porque ele teve fé, ele foi ressuscitado. E porque ele foi ressuscitado, a vida dele pagou pelas nossas vidas todas. Por isso, somos feitos justos, perante Deus, de graça, pela fé de Cristo. Não é nada que eu fiz, não é nada que eu paguei. Não é a obediência à lei que pagou, mas isso não quer dizer que agora não obedeça à lei. Romanos 3, 31. Romanos 3, 31 dizem, anulamos pois a lei pela fé? Não, de maneira nenhuma, antes confirmamos a lei. Porque agora que ele pagou por nós e nos tirou da prisão da morte, sim, porque ele vai nos vai tirar da prisão da morte e nos vai ressuscitar, ele já fez isso, embora ainda não aconteceu, mas para todos os efeitos já fez, já morreu e já vivia. E por isso, nos comprou de volta à vida. Por isso, nós agora, com esta fé, nós agora, obedecer à lei de Deus, por esta fé, porque fomos libertados, digamos assim, no exemplo que estava mencionado, estava na prisão, porque tínhamos estado a guiar um carro, porque estávamos embriagados, agora fomos libertados da prisão, temos ainda uma maior responsabilidade de não andar de novo a guiar um carro embriagados. E por isso, agora que fomos libertados pela fé, ainda temos uma responsabilidade maior, estabelecemos a lei ainda mais, porque temos que agora obedecer à lei. Rumanos 23,8 concluímos pois que o homem é justificado pela fé. Somos feitos justos por ante-deus pela fé. Não é nada que nós fazemos, é pela fé, independente das obras da lei, mas isso não quer dizer que não precisamos obedecer à lei, são duas coisas diferentes. A lei não nos justifica, mas temos que obedecer à lei. A lei não paga a multa do pecado, de quebrar a lei, mas uma vez que a multa esteja paga pela fé, temos que agora obedecer à lei.
Por isso, nós temos o controle nas nossas vidas, quando nós temos esta fome e sede pela justiça, pela justiça de Deus que vem pela fé. Não é pela nossa própria justiça, olha, sou uma melhor pessoa porque eu estou a guardar o sábado melhor que você. Você não é a melhor pessoa por causa disso. Não estou a dizer que devemos não guardar o sábado, não entendo o mal, mas o que estou a dizer é que a guarda do sábado não nos justifica. A guarda do sábado é necessária, mas não nos justifica. O sacrifício de Cristo nos justifica de graça, mas temos que guardar o sábado e os dias santos de Deus.
Queridos irmãos, mas as nossas mentes carnais querem controlar.
Quando seguimos esse caminho do control, estamos a destruir o relacionamento com outras pessoas. Já não temos nenhum relacionamento de amor e carinho para com outros, porque queremos forçar justiça da outra pessoa, nos meus termos, nas minhas condições.
Voltemos, então, a Mateus 5, versículo 7, e dizem bem-aventurados os termos ericuriosos por qual que nós serão um misericórdia. Queridos irmãos, precisamos termos ericórdia.
Primeiro, primeiro, misericórdia aos outros, primeiro. E isso é difícil, e isso é difícil. Perdoar sem arrependimento? Sim. Seis lá em um caso, em Mateus 18. Vigemos aí brevemente. Mateus 18, Mateus 18, 21.
Então, Pedro, aproximando-se, perguntou, Sr., até quantas vezes meu irmão picará contra mim e ele o perdou? Até sete vezes? Oh, só pensando, oh, só muito bom pessoal, vou perdoar sete vezes. Então, Jesus disse, não te diga até sete, mas até setenta vezes sete.
Puh, setenta vezes sete.
Veja no versículo 23. Assim também, meu Pai Celeste vos fará, se do íntimo não perdoares cada um ao seu irmão. Daí o exemplo do parábolo do Creador Incompassivo, e diz-se, se vocês não têm compaixão para o outro, o Pai também não vos perdoará.
Queres irmãos, temos que perdoar. Perdoar setenta vezes sete. Ou você pensa, perdoar porque a pessoa se arrependeu. Setenta vezes sete, faz uma coisa que andou a você, perdoa, faz uma coisa que andou a você, perdoa. Três vezes, quatro vezes, cinco vezes, seis vezes, sete vezes. Você vai dizer, olha, ele não se arrependeu. As pessoas não se arrependem. Continuamente estão a fazer isto aqui na igreja. E não se torbem a ir. O que que os cristianos diz? Perdoa, perdoa, perdoa, perdoa. Quatrocentos e noventa vezes, perdoa, perdoa.
Queres irmãos, vejam em Romanos capítulo cinco. Romanos capítulo cinco.
Versículo seis a oito. Romanos capítulo cinco, versículo seis a oito.
Porque Cristo, quando nós ainda ébamos fracos, morreu aça-tempo pelos ímpios. Difícilmente alguém moraria por um justo, pois poderá ser que pelo bom alguém se anima a morrer. Mas Cristo morreu quando ébamos pecadores, quando ébamos injustos. Diz assim, mas Deus prova o Seu próprio amor para conosco pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores e sem termos arrependido. Sim, irmãos, Cristo nos perdoou antes de nos arrependermos, Cristo nos perdoou antes de nascermos.
Logo, muito mais agora, sendo justificados pelo Seu sangue, seremos por Ele salvos de ida, porque se nós, com inimigos, fomos reconciliados com Deus, mendemos a morte de Seu filho, muito mais, as tãs reconciliados seremos salvos para Sua vida. Diz irmãos, somos reconciliados por esta misericórdia. Temos que ser misericordiosos, mesmo antes das outras pessoas se arrependerem. Vejam Mateus 6, versículo 12. Este é o parto do que chama o Pai Nosso, ou a oração modelo, e perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós temos perdoado aos nossos devedores. Vejam no versículo 14, pois, porque se perdoares aos homens, às suas ofensas, também o Vosso Pai Celeste vos perdoará.
Queres irmãos, você quer ser perdoado?
E você falhou e continua a falhar?
Temos que perdoar aos outros, para o Pai perdoar a nós.
Queres irmãos, quando você requer arrependimento de todas as pessoas, você está a sapore numa posição como se você fosse Deus. E assim que, ou tronamos como os nossos próprios deuses, ou deusas. E depois determinamos como é que as outras pessoas vão adorar a nós, porque vamos determinar como elas nos devem tratar, porque estamos a fazer de nós próprios deuses. E depois decidimos de como o relacionamento deve ser conduzido.
Queres irmãos, a mente natural é a inimiga de Deus, os humanos, 8, versículo 7. Isso é a carne natural. Porque o coração é enganoso, é enganoso. O coração é enganoso. Os geramias 17, versículo 9 a 10. Nós vemos os geramias 17, versículo 9 a 10. Enganoso é o coração mais do que todas as coisas, desesperadamente corroto. Quem o conhecerá? É o Senhor, o esquadrinho, o coração, é o próprio, os pensamentos, e isto para dar a cada um segundo seu proceder, segundo o fruto das suas ações. Vai ver a justiça. E é Deus que dá essa justiça. É Deus que procura o coração.
E porque Deus procura e busca, e esquadrinha, essa pessoa com esse coração, quando Deus nos encontra com este coração puro, Ele nos vê e nós o vemos. Nós precisamos ter cuidado com o coração. Vejam em Mateus 5, versículo 8, bem-aventurados os limpos do coração, porque verão a Deus. Quando o nosso coração está limpo, vemos a Deus. Qual é o propósito da lei, queris irmãos? Qual é o propósito da lei? Vejam em primeiro e timótipo, capítulo 1, versículo 6, vejam em primeiro e timótipo, capítulo 1, versículo 5. Primeiro e timótipo, capítulo 1, versículo 5.
Primeiro e timótipo, capítulo 1, versículo 5.
Ora o intuito da presente admuestação. Isto é do mandamento, visa ao amor. Isto é o amor que procede de coração puro e de boa consciência e de fé sem hipocrisia. Coração limpo, coração puro, sem hipocrisia, sincero.
Queris irmãos, para vermos a Deus precisamos de ter esse coração puro. A mente carnal não olha assim própria com o coração puro.
E por isso, a mente carnal, de baixo de seus enganos, pensa que o caminho da paz é da minha maneira. A mente carnal ama a paz, mas não são pacificadores. Mateus 5, versículo 9 diz assim, bem-aventurados pacificadores, porque serão chamados filhos de Deus. Pacificadores é diferente de ser um amante da paz.
Queris irmãos, vocês lembram-nos a história quando o diabo enganou o Edão em Eva, em Génacias 3, nos primeiros versículos até versículo 6. E depois o diabo diz, mas se fizeres esta maneira, vai ser como Deus?
Não, nós vamos ser filhos de Deus, se fizermos da maneira de Deus. Se fizermos segundo o caminho da árvore da vida, não é segundo o caminho em que nós decidimos o que é bom e o que é mal, que é o caminho da morte. Queris irmãos, vejam em segundo Coríntios capítulo 5. Segundo Coríntios capítulo 5.
Segundo Coríntios capítulo 5.
Versículo 18.
Ora, tudo prevém de Deus, tudo prevém de Deus. Que nos reconciliou. Deus nos reconciliou, consigo mesmo, por meio de Cristo. E nos deu o Ministério da Reconciliação. Queris irmãos, é o que estamos a falar hoje aqui, acerca do Ministério da Reconciliação, para sermos pacificadores para haver reconciliação. A saber que Deus estava em Cristo reconciliando consigo o mundo, não imputando aos homens as suas transcrições e nos confiou a palavra reconciliação. De sorte que somos embaixadores em nome de Cristo. Para ser representantes de Cristo, para fazermos o mesmo que Ele fez, isto serve ser reconciliadores também. Pacificadores. Como se Deus exortasse por nosso intromédio. Em nome de Cristo, pois, rugamos que vos reconciliéis com Deus. Aquilo que não conheceu o pecado, Ele o fez pecado por nós. Jesus Cristo não conheceu o pecado. Ele o fez pecado por nós. Morreu por nós. Para que nele fóssemos feito justiça de Deus. Porque nele fomos feitos justificados, perante Deus. Somos aperfeiçoados através do poder do Espírito Santo que depois recebemos.
Queridos irmãos, começa com reconciliação com o Pai primeiro. Eu diz aqui, tudo provém de Deus, que nos reconciliou consigo mesmo, por meio de Cristo. Começa com sermos, torná-mos reconciliados com Deus. Depois vem o resto.
Depois somos embaixadores de Cristo, representantes de Cristo.
E por isso nos é confuso. Esta palavra da reconciliação. Temos que seguir este exemplo. Esta reconciliação, verdadeira reconciliação entre irmãos que começam com o Reconciliação com Deus primeiro. Vejam em primeiro Pedro capítulo 2. Primeiro Pedro capítulo 2.
Versículo 21. Primeiro Pedro capítulo 2. Por quanto para isto mesmo foste chamados?
Pois que também Cristo sofreu em vossa lugar, já achando-nos exemplo para seguir os seus verbos. Por exemplo, quando a gente se vê, quando a gente se vê, quando a gente se vê, quando a gente se vê, quando a gente se vê, quando a gente se vê, quando a gente se vê, quando a gente me vê. M rho de tide, doin dos seus passos. Ele nos reconciliou para com Deus, porque sofreu para nós. Nós fomos chamados para esta razão para sofrer como Ele, para sermos o exemplo, para sermos representantes De Ele, Passemos pacificadores, como Jesus Cristo é um pacificador. Isto é para sermos filhos de Deus, como Ele é o filho de Deus. Queridos irmãos, a verdadeira reconciliação, a verdadeira pacificação segundo Deus, é através da única chave à reconciliação entre irmãos, e que começa com a reconciliação com Deus primeiro. A reconciliação com Deus primeiro. Por isso, se você tem um problema, você tem que primeiro buscar paz com Deus. Buscar reconciliação com Deus. Ver, estou eu de facto reconciliado com o Pai. Depois reconhecer que essa reconciliação, esse caminho de paz, paz com Deus, tem que ser do coração, de um coração sincero, sem hipocrisia, de um coração puro, não enganoso. E por isso temos que mudar o nosso coração. Temos que investigar, quando temos um problema com outro irmão, primeiro temos que ver, estamos reconciliados com o Pai, o nosso coração está certo, estamos preparados a perdoar, sendo-nos misericordiosos primeiro, mesmo se não há arrependimento ainda, 70 vezes 7, e depois realizando que o caminho de Deus do amor é um único caminho para termos uma vida contente e feliz, e farta, digamos assim, cheia, satisfeita. E por isso precisamos dar, libertar, deixar esse desejo de controlar os outros, mas controlar a nós próprios, deixando nós sermos ensináveis, pela lei de Deus e pelo caminho de Deus, e através do Espírito Santo de Deus, para nos arrependermos, segundo Deus, que isto é completamente, e sermos humildos nesse processo. E, Cristianos, uma vez mais, isto tudo começa com reconciliação com Deus primeiro.
Por isso, quando você tem um problema, quando você tem uma dificuldade, você vá a Deus primeiro. Mateus 7, versículo 5. Veja aqui, Mateus 7, versículo 5. Diz assim, Hipócrita, tire primeiro a trava do teu olho, e então verás claramente para tirar o orgoeiro do olho do teu irmão. Mas primeiro, vai a Deus. Primeiro, reconcilia-te com Deus. Quando tens um problema, quando tens uma dificuldade com há uns argumentos entre você e a sua mulher ou seu esposa ou o membro da igreja, primeiro, busque. Estou reconciliado com Deus. Estou em paz com Deus. O que é que eu preciso mudar-me? Temos um bom relacionamento com Deus primeiro. Estamos reconciliados. Estamos em paz com Ele. Perdoamos. Somos sinceros. Temos fome e sede pelo Seu caminho. Somos maleáveis, somos gentis, somos ensináveis. Arrependemos-nos. Estamos arrependidos. Estamos humildes. Depois disso, então considera o problema com o Seu irmão. Depois disso, fale com o Seu irmão, nessa atitude de humildade e de reconciliação com o Pai. Use a mesma abordagem cristã de fazer paz, que Cristo usa conosco, reconciliando-nos primeiro, antes de nos arrependermos. E isso é uma chave para a verdadeira reconciliação entre você e o Seu irmão.
Como Cristãos que devemos ser, somos realmente pacificadores?
Jesus disse que os pacificadores serão chamados filhos de Deus (Mat 5:3).
Vamos ser chamados filhos de Deus?
Somos exemplos de agentes de paz como Cristo foi, ou reagimos perante argumentos como os homens do mundo?
Este sermão aborda este assunto.
Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).