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O Evangelho Segundo Mateus Bom, deobotarde, queridos irmãos, aqui a Joscamos. O Evangelho Segundo Mateus tem vários ensinos acerca do que Jesus Cristo nos disse, como devemos dizer. E começamos há umas semanas atrás um estudo de Mateus e descrevemos que a primeira parte de Mateus é acerca do nascimento e da preparação do Messias Jesus Cristo. E depois o livro descreve os vários ensinos de Jesus Cristo que ele deu através de, digamos assim, cinco discursos. E depois o livro conclui falando acerca do sofrimento do Messias. Comecei, então, a descrever um desses discursos que é em Mateus 5, ou que se chama o Sermão de Monte, o primeiro discurso.
E comecei a descrever qual é o tema principal do livro de Mateus, que ao fim de contas, os ensinos de Cristo são acerca do que nós devemos de ser. Isto é como é que devemos ser, tal como Cristo é.
Por isso, os ensinos dele foi acerca de como é que nós precisamos de ser, como ele é, para que nós possamos viver da mesma maneira. Para que a maneira que nos apresentamos, a maneira que falamos, a maneira que dizemos coisas, é a maneira que pregamos. É a mesma maneira que pensamos e que somos e que deve ser a mesma maneira, a mesma mentalidade que a mentalidade de Deus.
Então, no primeiro, este primeiro discurso, o sermão do monte, Jesus Cristo começou, mesmo, digamos assim, no ponto principal de onde se começa a vida cristã. Isto é nas atitudes que precisamos ter. E a primeira atitude que ele falou, como chamou, chama aqui a primeira bem-aventurança, que representa a primeira atitude, boa atitude que precisamos ter, que é que precisamos ser pobres de espírito. Precisamos de ter esta humildade espiritual, como se lê em Mateus 5, versículo 3, bem-avendurados os pobres de espírito, como diz na Almeida Revista e Corrigida, porque deles é o reino dos céus, porque a eles pertencem o reino de Deus. Então, o que é ser pobre espirito?
E, no sermão prévio neste tema de Mateus, eu descrevi que isso não é necessariamente ser pobre, uma pessoa pobre, mas é uma pobreza em uma atitude que representa humildade, que representa olhando para Deus em humildade, tendo confiança em Deus, que Ele é que nos vai ajudar. Isso é que nos vai ajudar através das nossas dificuldades. Não é ter confiança em mim próprio ou em nós próprios, isto é, não ser arrogante ou subérbo, mas ser humilde, confiando em Deus, não é nós próprios, isto é, tendo fé em Deus.
Depois, descrevemos que a segunda, a segunda bem-aventurança, a segunda atitude espiritual que precisamos ter, é descrita aqui por Jesus Cristo como os que choram, porque serão consolados. E depois eu expliquei que não é uma questão de as pessoas andarem a estar a chorar, mas é uma questão de ter um verdadeiro, digamos assim, sentimento, um verdadeiro sentimento para com as outras pessoas, um sentimento de bondade, de carinho, mas um sentimento de que vês dificuldades e problemas no mundo e temos este sentimento de que estamos preocupados, não é bem preocupados, mas temos esta angústia e cuidado para com os outros.
Por que? Porque os amamos, temos esta tristeza e este choro que é segundo Deus, porque amamos estas pessoas e por isso queremos que o mundo se arrependa para que possam estar felizes. E por isso temos este carinho e cuidado para com outros, que é baseado em amor, para que os outros pessoas se arrependam, que hajam um verdadeiro arrependimento. E por isso este choro, esta bem-vendurança daqueles que choram, é baseado em um sentimento de amor para que o próximo.
E esse sentimento começa com esta atitude sóbria mental que fazemos quando perguntamos a nós mesmos o que é que eu posso fazer? O que é que eu devo fazer? E depois chegamos a entender que nós não podemos fazer, não podemos mudar outras pessoas. Nós só podemos mudar a nós próprios. E então começamos a entender o propósito, a razão, por que que Deus nos criou, que aprecermos filhos e filhas dela no reino de Deus. E então, como ser espirituais no reino de Deus, então, nesse período, quando Cristo vier para a Terra para reinar, vamos ajudar a Jesus Cristo a mudar o mundo, a salvar o mundo. Mas hoje não temos essa capacidade. Hoje a única capacidade que Deus nos dá é de mudar a nós próprios.
Partimos mascarinhos e cuidados para com os outros. Essa é a razão, porque somos chamados agora. Para nos arrependermos, para nos mudarmos, para sermos treinados, para podermos ser bons discípulos e, com bons discípulos, estamos a ser treinados para sermos líderes no futuro. E, por isso, quando nós choramos, este choro espiritual, é porque entendemos que há uma grande visão do plano de Deus, que precisamos de proclamar o Evangelho do reino de Deus. Como uma testemunha ao mundo.
Pois nós sabemos que nós não podemos salvar o mundo.
Só Jesus Cristo é que pode fazer isso e Ele fará isso quando Ele vier para a Terra para reinar na Terra. E aça vai ser o governo pelo qual nós oramos e pedimos. Porque os governos deste mundo, hoje em dia, são um desastre. Ou seja, este líder ou aquele líder ou este governante ou aquele governante, são todos nos desastres. E, por isso, vemos estas bem-aventuranças que estão ligadas, como santo com a primeira, que é ser humilde, que é baseada em um entendimento que tem que ter fé em Deus e não ser arrogante pensando que eu posso resolver os problemas todos.
E depois, isso é desenvolvido, é como se fosse uma segunda etapa, uma construção em cima disso, que precisamos de chorar pelos outros, porque vemos que há uma necessidade de uma mudança mundial, a qual só é possível com a vina de Cristo. E, por isso, temos este choro para que Jesus Cristo venha. Mas, entretanto, a nossa responsabilidade é de nos arrependermos e mudarmos para sermos melhores discípulos de Cristo. E, depois, chegamos à terceira bem-aventurança, que diz assim, bem-aventurados os mansos, porque herdarão a terra. Isto diz, no versículo a cinco.
Aqui, vê-se. A primeira, digamos assim, recompensa. Não diz, bem-aventurados os mansos, porque herdarão o céu. Não, não diz isso. Diz, porque herdarão a terra. A nossa herança é a terra. Mas, o que é manso? O que é ser manso? É ser gentil, suave? É isso? Sim, isso é parte de ser manso. Isso é parte de ser manso.
Outros pessoas dizem, olha, manso, é ser humilde. Bem, então, se fosse humilde, porque a primeira, a bem-aventurança, é para sermos humilde, e a terceira, é para sermos humilde novo. Está claro, precisamos ser humildes, precisamos ter esta atitude de chorar por os outros, mas é um nível mais alto, um passo a seguir. E, por isso, então, o que é esta bem-aventurança?
Vejam, por exemplo, em números capítulo 12, versículo 3. Diz assim, orouvarão moisés muito manso, mais que todos os homens que havia sobre a terra. Moisés era muito manso, mas moisés não era fraco, não era uma pessoa assim tão gentil. Que não faziam o que era necessário fazer. Por exemplo, sabemos que ele fez com que dois milhões de pessoas, pelo menos dois milhões de pessoas, bebessem aquele líquido que ele fez do ídolo que tinham feito, como leem, Jesus 32, e ele fez com que eles bebessem aquele líquido que queraram o ídolo e desfazeram isso em pedaços e fizeram, digamos assim, um líquido e ele fez com que essas pessoas bebessem disso. Por isso, não foi uma pessoa fraca, uma pessoa assim tão suave e gentil que não tinha coragem de fazer isso. Vejam, por exemplo, em Mateus 11, versículo 29. Mateus 11, versículo 29.
Diz assim, Diz assim, Tomás, sobrevós, o meu jugo e aprendeu-me, Jesus Cristo, porque sou manso e humilde de coração.
Ora, Jesus Cristo, se a manso quisesse dizer que era humilde, então, dizia que sou humilde e humilde. Não está claro que não é. Manso é outra coisa. Sim, uma pessoa que é mansa é humilde, porque estas bem-aventuranças são construídas uma em cima da outra. São um desenvolvimento lógico.
Mas, então, o que é ser manso?
Sim, uma pessoa que é meiga. Sim, Jesus Cristo era uma pessoa carinhosa, uma pessoa meigosa, dáscil.
Mas é mais que isso. Então, vejemos em Sufrenias capítulo 2, versículo 3. Sufrenias é um dos últimos livros ao fim do Antigo Justamento. Sufrenias, a Geo, Zacarias e Malacrias, o quarto livro antes de fim do Antigo Justamento. Sufrenias capítulo 2, versículo 3 diz assim, buscai o Senhor, vos todos os mansos da terra. Vê-se que está a dar um pensamento de mansos da terra. E depois está a dizer que cumpris o Seu juízo. Mansos que comprem o juízo. Pois diz, buscai a justiça, isto é o juízo. Buscai a mansidão. Vê-se aqui dois pensamentos de sermanso, aqueles que compram o juízo, aqueles que buscam o juízo e que buscam a mansidão. Vê-se estes paralelos entre sermanso e buscar o juízo. Por isso, vê-se aqui que uma pessoa que é mansa, tem um certo desejo de buscar o juízo.
Vijemos um pouquinho de imagem acerca deste assunto, em Sufonias 3, versículo 2. Diz assim, não atende a ninguém. Ora, se lermos isso na versão almeida, corrigida e fiel, diz, não obteceu a sua voz, não aceita disciplina. Vê-se aqui uma pessoa que não obtece a sua voz, porque é porque não está à busca de justiça e não aceita disciplina. Isto não é mansa. Vê-se este pensamento, porque não tem confiança no Senhor, nem se aproxima de ser o Deus. Por isso, vê-se aqui que ser manso, quer dizer, é uma pessoa que está disposta, pronta a ser ensinável, a receber instrução, a receber correção, a ser treinada, digamos assim. É uma pessoa que é ensinável, é maleável, tem uma atitude que é maleável, que é corrigível. E para ser maleável e corrigível, está claro que tem que ser manso, tem que ser dócil, tem que ser uma pessoa que é humilde, tem que ser uma pessoa que é suave, não é duro, mas é maço, macio para ser maleável.
Digamos assim, uma pessoa que é mansa, é uma pessoa que tem uma atitude como dum cordeiro. É um cordeiro ensinável, que está disposto a ser guiado, pronto a ser guiado pelo pastor, e o pastor diz, vem para aqui, e então o cordeiro vai, segue a voz do pastor.
Não está a dizer que seja uma pessoa que seja tola, mas é uma pessoa que é maleável, que recebe correção. Vejam aqui, em Sifonia 3, versículo 7. Eu dizia certamente, me temerás e aceitarás a disciplina.
Tens este temor de Deus? Este respeito por Deus? Por que? Para seguir a justiça, e por causa disso, como diz aqui no versículo 7, aceitarás a disciplina. É esmalhável, é corrigível, é ensinável.
E por isso, a mansidão é uma atitude mental, de uma pessoa que é receptiva, que está pronta a aceitar, a receber ensinamento e instrução. E para uma pessoa receber ensinamento e instrução, primeiro precisa ser humilde, e depois precisa ser uma pessoa que chora, porque isto é, porque deseja uma mudança dele próprio, ver a necessidade que precisa desmudar, e por isso é que chora, tal como ver a necessidade que o mundo precisa desmudar. E por isso, esta mansidão é uma atitude, uma pessoa que é sim, que é doce, que é meiga, que é ensinável ou guiável como um cordeiro, que é moldável. Isto não é uma pessoa que não é uma pessoa que é dura, uma pessoa que é obstinada, não é a atitude, uma pessoa que tem as suas ideias pré-decididas e que não vai mudar as suas opiniões.
Não estou a falar aqui, que estamos a mudar a verdade, mas estou a falar de uma pessoa que é moldável, que é ensinável, ensinável pela palavra de Deus. E isso é baseado num próprio e correto respeito e temor de Deus. Uma pessoa que, então, é capaz de discernir o que é certo do que é errado. Uma pessoa que tem uma atitude, como o profeta Jérmio descreve em Jérmio 10, 24, que diz assim, Jérmio 10, 24. Esta atitude, dessa pessoa que é mansa, dá uma atitude que diz, no versículo 24, diga-me, o Senhor, isto é corrismo, Senhor. Mas, em justa medida, quer dizer, é imesricórdia, corrismo, gentilmente, com cuidado, Senhor, porque eu quero aprender, eu quero saber o caminho correto, Senhor, ensiname. Não na tua ira, para que não me reduzas a nada, mas reconheço o que preciso de ser corrigido. E, por isso, pete-se, Senhor, na tua imesricórdia, que me ajudes a ser diferente, porque eu preciso de mudar, eu preciso de mudar, porque eu choro o que eu sou e sou humilde, e, por isso, peço, ajuda-me a mudar. Isto é, somanso. Como é que isso é possível? Porque eu tenho um bom, saudável, respeito de Deus, ou para com Deus. Tenho o temor de Deus. Pois, ao fim de contas, o temor de Deus é o início da sabedoria. Vejam, por exemplo, no versículo anterior, no versículo 23 de Rabinhas 10. Eu sei, ao Senhor, que não cabe ao homem determinar o seu caminho. Eu sei, Senhor, eu reconheço que nós, como seres humanos, só fazemos a geneira após a geneira após a geneira. Precisamos que tu, Senhor, nos dirijas os nossos passos, as nossas palavras, a nossa maneira de ser para sermos melhores discípulos de Cristo. Em mesma atitude que o rei David explicou ou declarou que ele queria ser-te, este mesmo espírito de mansidão. Veja como ele descreveu isso em Salmos 25. Vamos ler, começar a ler, no versículo 4. Salmos 25, começando a ler, do versículo 4.
Faz-me, ao Senhor, conhecer os teus caminhos.
Ensina-me as tuas veredas. Guia-me, na tua verdade, e ensina-me, pois tu és o Deus da minha salvação, em quem eu espero todo o dia.
David estava a dizer, Deus, por favor, ensina-me. Eu quero ser maleável, quero ser ensinável, quero ser corrigido por ti, oh Deus. Eu não tenho estas ideias pré-concebidas de que isto deve ser assim, o que eu digo de frito grilhado. Não, Deus ensina-me. Eu sou maleável, eu sou ensinável.
Vejo, por exemplo, um bocadinho mais adiante, no versículo 9. Guia os mansos, como diz na Almeida revista e corrigida, pois, ao fim de contas, é mesmo a palavra em hebraico que, no resto do versículo aqui, guia os mansos na justiça e ensina aos mansos o seu caminho. Mesma palavra no hebraico. Guia os mansos na justiça e ensina aos mansos o seu caminho. Guia aqueles que estão, são maleáveis, são ensináveis. E ensina-les, estes que são maleáveis, querem receber o seu ensinamento, ensinam-lhe aos seus caminhos.
Veja também no versículo 12. Ao homem que tema ao Senhor, ao homem que tema ao Senhor, ele o instruirá, no caminho que deve escolher. Por isso, esta atitude é baseada num saudável respeito e temor de Deus.
E por isso diz, no versículo 13, que na prosperidade repousará a sua alma e a sua descendência herdará a terra. Tal como lemos em Mateus 5, versículo 5, os mansos herdarão a terra. É o que diz aqui? Por isso, vê-se que tudo está muito direitinho.
Por que que os mansos vão herdar a terra? Por que?
Porque aqueles que têm de morte de Deus, aqueles que respeitam a Deus, respeitam o que Ele diz, estão prontos a serem ensináveis, estão prontos a seguir as instruções de Deus. E por isso, eles são os únicos que Deus pode dar com completa confiança o poder e a glória e a vida eterna para governar a terra.
Esses são os que Deus pode ter confiança neles. Por que? Porque são fiéis. São fiéis. E se são fiéis em pouco, serão fiéis em muito.
Veja como isto é descrito no livro dos proverbios. Vamos ver alguns proverbios aqui, acerca deste assunto. Começando em proverbios 4. Proverbios 4. Vamos ver se aí no versículo 1, versículo 6. Por exemplo, e proverbo está cheio deste princípio de ser humilde, chorar, chorando, tendo a suspeito por Deus, ser ensinável. E esta atitude, a baseada em um temor de Deus, e este temor de Deus, é o início da sabedoria. Veja aqui, em proverbios 4. No versículo 1 a 6 diz assim, Houve filhos à instrução do Pai, particularmente à instrução do nosso Pai celestial. E estai atentos para conhecer-os o entendimento, porque vos dou boa doutrina. Não deixeis o meu ensino. Isto é, sejam ensináveis porque esta doutrina do Pai celestial é boa. É a doutrina que recebemos do Pai de celestial através do seu Filho, Jesus Cristo. Quando eu era Filho, acompanhado de meu Pai, tenro-o e o único diante da minha mãe, então ele me ensinava e me dizia, Retenha o teu coração as minhas palavras, guarda-os meus amantes e vive.
Adquire a sabedoria, adquire o entendimento, e não desqueças da palavra da minha boca, nem delas, tinha partes. Não desampares a sabedoria e ela adecuardará.
Este humor de Deus, este respeito de Deus, faz com que nós queiramos aprender o seu caminho. Isto é, porque nós somos mansos, temos uma atitude mansa, maleável, ensinável. Então, essa atitude, nos conduz à sabedoria.
Vejam, por exemplo, no versículo 13. Retenha a instrução e não alargas. Guarda, porque ela é a tua vida, a tua vida interna. Vejam, por exemplo, no versículo 20 a 23. Filho meu, atenta para as minhas palavras aos meus ensinamentos, inclina os ouvidos, não os os deixe apartar-se dos teus olhos. Guarda-os no mais íntimo de teocrução, porque são vida para quem os acha e saúde para o seu corpo. Guarda este conhecimento. Guarda isto no coração.
Tenha certeza que você é ensinável, é maleável, recebe instrução. Isto é manso perante o ensino de Deus.
Cris e mãos, isto é muito importante. Você é manso? Somos mansos? Somos ensinaveis? Vejam, por exemplo, proverbos capítulo 17, versículo 10. Proverbos 17, versículo 10. Diz assim. Mas fundo entra a repreensão no prudente, mas fundo entra a repreensão no prudente.
Isto é uma repreensão, não é repreensões, é uma repreensão no prudente, do que 100 soites no isensato.
Quantas vezes é que você precisa de ser corrigido? Quantas vezes é que você precisa de ser repreendido?
Mas fundo, mais profundamente, mais internamente, entra aqui dentro do nosso coração. É uma única repreensão no prudente, do que 100 soites no insensato. Por isso é que se diz, ensinamos os nossos filhos a dizer a eles, ove a primeira vez.
Querisso irmãos, quantas quantos a soites é que você precisa para mudar, para se arrepender? Quantos a soites? 10, 30, 100?
Qual é o seu problema? Qual é o seu obstáculo na vida? Qual é o seu ponto que continua a patinar? Que é um obstáculo que, ou um entravo que você não consegue passar, ou ultrapassar? Qual é o seu entravo? Qual é o seu obstáculo?
São problemas financeiros?
Estamos a aprender deles? Estamos a vencer? Para não entrarmos nessa situação com um problema financeiro de novo, qual é o seu obstáculo?
É um problema conjugal, numa trimónica com o seu esposo ou sua esposa?
Será esse problema que você não é manso?
Qual é o problema que continua a repetir-se de novo e de novo e de novo e de novo e de novo?
Qual é? Qual é o seu obstáculo? Será porque você não é ensinável nessa área, na sua vida? Por exemplo, você é uma pessoa que não faz amizades com outras pessoas?
Precisamos vencer essas dificuldades e começar a ser mais amigáveis com outras pessoas, porque ao fim de contas, se vamos ensinar a outras pessoas, se vamos cuidar de outras pessoas no rei de Deus, se vamos cuidar de outras pessoas no rei de Deus, temos que ter carinho e cuidado e ouvir e ser amigáveis as outras pessoas, gentis e bondosos. Ao fim de contas, esses são princípios cristãos que devemos deporar, que são baseados em amor para o qual o próximo.
Somos ensináveis? Vocês saberem, por exemplo, em segundo Timótio capítulo 3. Paulo diz que precisamos, dá-nos, assim, quatro etapas, quatro passos, num plano de ação.
Primeiro, dizemos ser ensináveis na doutrina.
Depois, dizemos que precisamos aceitar a repreensão. Não é repreensões, a repreensão. Uma simples repreensão. Não faças isso. Falar uma vez. Uma simples instrução aos nossos criancinhas, que diz não.
E chega. Não precisa dizer não e não e não. Imagina-se, estamos a dizer não, não atravessas a estrada, porque vem um carro e dizemos ele não, mas ele continua a correr, mas não temos tempo de dizer não, a segunda vez ou a terceira vez, depois a criança é alejada.
Precisamos ensinar a dizer não.
Uma vez. Uma repreensão que entra mais fundo no coração, do que sem assoites. E depois, a terceira passo ao plano da ação, como Paulo descreve em segundo Timótipo 3, é uma correção. Uma vez que foi repreendido, olha, não é assim, temos que dar este ajustamento. A dizer olha, não é assim, mas é assado. Um ajustamento, uma correção.
Não é. Uma coisa que estamos angados e furiosos, não, mas é uma correção gentil.
Controlada. E o quarto passo é uma educação. Uma reeducação. Isto é demonstrar que a instrução no caminho correto é a maneira correta, mas fazer isso com muito amor. Importante ser, demonstrar sempre amor e querinho para com os outros.
É isto fácil? Não. Mas aqui dá este quatro passos de planação. Primeiro ensinar no caminho correto. Depois, se não estão a fazer isso, dar uma repreensão única. Depois corrigir. Isto é ajustar a direção para estar corrigida. E em quarto lugar, é uma reeducação na maneira de serem por quê, razão por que é que esse ensino é o melhor.
Queres irmãos, estamos prontos a ouvir este ensino, este conselho que vem de Deus através dos seus pastores, por exemplo.
Estamos prontos a aceitar a correção, talvez seja uma correção em certas ideias que nós tenhamos, porque nós pensamos que uma coisa é de uma maneira, como uma coisa técnica, ou umas ideias preconcebidas, e por isso que temos essas ideias, ou essas teorias, sentamos nesta ponto alto, e dizemos, digamos, é, sim, tu não me venha a ensinar.
E por isso começamos em lutas questões a cerca de palavras, desnecessariamente. Uma pessoa que amança, uma pessoa que amança, que é corrigível, por que?
Porque quer aprender o caminho de Deus, porque tem temor por Deus, e este temor do Senhor é o início da sabedoria.
Então, como é que podemos ser facilmente corrigidos? Primeiro, não pense que você sabe tudo, você tem as grandes opiniões que, não, você não sabe tudo. Não pense que você é superjusto, eu tenho toda a justiça, o meu caminho é certo. E você não esteja sempre a justificar-se assim próprio, alto tão justificação, ou dizendo, olha você é certo, mas...
quer dizer, irmãos, preciso ter cuidado, preciso ser ensináveis, por isso, para sermos ensináveis, preciso ser primeiro, humildes. Isto é, não ser arrogantes, não ser uma pessoa que pensa que sabe tudo.
Segundo, tem que ter esta atitude de choro, de uma aflição sincera, de um sentimento de angústia para chorar.
Que reconhece, por causa disso, que precisamos de mudar. E reconhece também, que não podemos mudar os outros. Por isso, a única pessoa que podemos mudar, é a nós próprios.
É a nós próprios.
Então, quando temos essa atitude de humildade e atitude de choro, isto é, uma atitude de humildade, porque temos fé em Deus e não em nós próprios, uma atitude de choro, porque temos um amor para com os outros, então, podemos ser maniáveis, maniliáveis, com o próprio respeito e temor de Deus, para sermos como um cordeiro, sermos ensinaveis. E quando, quando queremos ser ensinaveis, então, temos uma fome e uma sede pela verdadeira justiça de Deus. Leia um comigo, se faz favor, então, em Mateus 5, versículo 6. Mateus 5, versículo 6, que é a próxima, bem, aventurança. Mateus 5, versículo 6, que diz assim, bem-aventurados têm fome e sede de justiça, porque serão fartados, ou fartos, estarão cheios, estarão satisfeitos.
Ora, você sente-se insatisfeito, você sente triste porque não sente satisfeito, tem uma depressão porque não está satisfeito, está deprimido, porque diz aqui, bem-aventurados têm fome e sede de justiça, porque serão fartos, não serão deprimidos, não terão esta depressão. Não está claro, certas pessoas têm uma doença física, que é um problema de desequilíbrio químico no corpo e no cérebro, talvez, e por isso, talvez precisam de alguns medicamentos. Mas, muitas vezes, não é um problema físico, é um problema espiritual. É um problema espiritual porque não são humildes, não choram, não são mansos e, por isso, não têm fome e sede pela justiça. Porque, quando têm fome e sede pela justiça, não é alta a justiça, é a justiça de Deus. Quando têm fome e sede pela justiça de Deus, então terão este sentimento de satisfação.
Um sentimento interno, mental e no coração, que estão satisfeitos, não estão deprimidos, não estão com depressão. Ora, se você tem um problema químico, precisa tratar disso, não estou a dizer que não trate disso, mas olhe bem e ponha-me também em primeiro lugar para estar direitinho com Deus, aceitar a correção de Deus e ter esta fome e sede pela justiça de Deus.
Vejam, por exemplo, aqui, em Isaías 55, versículo 1 a 3. Isaías 55, versículo 1 a 3. 1. Isaías 55, versículo 1 a 3. Diz assim, A, todos os vós que tendo sede, vindo às águas.
Você tem sede, venha à água, beba um cadágua.
É isso que a Biblioteca está a dizer? A água é simbólica da água viva, que é o Espírito de Santo Deus.
E por isso você tem sede. Venha receber a água viva, que é o Espírito de Santo Deus. E quem é que Deus dá ao Espírito Deu? Aqueles que lhe obedecem, atos 532, não é? E por isso precisamos ter sede e fome pela justiça de Deus. Estou obedecendo às leis de Deus, os princípios Deu, a justiça Deu, não é a nossa própria justiça. E então, em aula, nos vai dar a água viva. Vinda às águas e vos, que não tens dinheiro, vinde, comprai e comei sim, vinde, comprai e comprai sem dinheiro e sem preço. Vinho e leite. Para queira apertar em fartos, para tarem contentes, para tarem leite. Quer dizer, o Espírito de Santo Deus, você não pode comprar com dinheiro, não pode comprar com dinheiro.
Por que gasto os dinheiro naquilo que não é pão? Não mata a verdadeira fome espiritual.
Coisas físicas, um carro ou um computador novo, ou seja lá, que coisa nova você quer, ou coisa técnica. Isso não vai fazer você uma pessoa satisfeita internamente. Ter mais dinheiro não vai fazer você satisfeito internamente.
A satisfação interna vem de coisas espirituais que são baseadas no Espírito Santo de Deus. E o Espírito de Santo Deus é o que nós precisamos, pedimos para pedir a Deus este pão diário, o pão da vida que eu espiri de Deus, e precisamos ter este pão da vida.
A maneira de o ter é obtecendo a Deus. Ouvim atendimento, comei o que é bom, e vos deleitareis, confinos manjares, vos deleitareis. Isto é, vocês vão se sentir cheios, vão-se sentir contentas, felizes, em vez de serem deprimidos, com depressão. Inclinar os ouvidos, divim da mim, ouvi, e a vossa alma viverá, por convosco que ferei uma aliança, perpétua, que consiste nas fiéis maravilhas prometidas a Davi. Vejam no versículo 6. Buscai o Senhor enquanto se pode achar, invocae enquanto está perto, deixe o proverso seu caminho, o inico seus pensamentos, converta-se ao Senhor. Isto é, somos mansos, somos educáveis, e então temos esta fome pela água, fome pela verdadeira comida, sede pela verdadeira água, e diz assim, converte-se ao Senhor, que se companheça-se-se a DEL e volte-se para o nosso Deus, porque é rico em perdoar! É rico em perdoar, porque os pensamentos de Deus, ou os meus pensamentos, não são os vossos pensamentos, os meus pensamentos de Deus não são os nossos. Nem os vossos caminhos, os meus caminhos, Deus, a Senhor.
Precisamos de buscar a Deus enquanto está perto, enquanto temos tempo, como diz no versículo 6. O problema dos fariseus foi o quê? Porque buscavam a Sua auto-justiça, em vez da justiça da Deus. Vejam em Romanos capítulo 10. Romanos capítulo 10.
Versículo 1 a 3. Irmãos, a boa vontade do meu coração e minha súplica a Deus, a favor de Deus, são para que sejam salvos. Foi que o Paulo disse, a minha vontade para esses judeus é que venham a ser salvos, porque os doutes demunham que eles têm zelo por Deus, porém não, com entendimento. Por quanto desconhecendo a justiça da Deus, procurando a estabelecer a Sua própria. Isto é a Sua própria auto-justiça. Não se jetaram à justiça que vem de Deus. Não se jetaram, não foram aliáveis à justiça que vem de Deus. Porque o fim da lei, o fim da justiça, é Cristo. Para a justiça de todo aquele que não Ele crê. Por isso, por exemplo, quando queremos praticarmos o que Ele diz, e Ele vive em nós, como é que Ele vive em nós? A través da mentalidade de Ele que está em nós, que é o poder do Espírito Santo de Deus, que está em nós, e esse poder nos ajuda a ser mais como Ele é. Esta mentalidade, esta maneira de Ele pensar, a maneira de Ele ver. É que é a mesma maneira que do Pai. É a mesma mentalidade. É mesmo tipo de mente. É a mesma maneira de pensar. E, então, isso está em nós. Que é Cristo viver em nós? Que é Deus viver em nós? Que é estas características de Deus? Começamos a ser como Deus é. Este é o ensino de Jesus Cristo. Sermos como Deus é.
Os fariseus tinham um grande problema. Um grande problema. Porque a justiça deles era baseada em listas de coisas que faziam, não faziam.
E, por isso, começaram a pôr pesos e dificuldades na lei, por exemplo, no sábado. Não pode fazer isto, não pode fazer aquilo, não pode fazer o outro. E começaram a pôr pesos adicionais em coisas que Deus não tinha dito. Porque, por exemplo, o sábado é para o homem. Não é para ser um peso. Está claro, não é para ir, jogar futebol ou... Não, mas certas coisas que eles podiam fazer ao sábado, foi o que Jesus Cristo fez. Certas coisas ao sábado, corou, fez as pessoas ficarem bem. E eles então acusaram que o Jesus Cristo que estava a quebrar o sábado. E, por isso, eles tinham ficado ou desenvolvido a sua própria auto-justiça. Em vez de olharem para o perfeito exemplo de Jesus Cristo, que obteceu as leis de Deus completamente. Que ele é o fim, que é o exemplo, que é a maneira de vermos que a lei cumprida até o cima, até o topo, que é Cristo. É o nosso exemplar. De como obtecer a Deus.
E, por isso, vejam em Mateus 23, 23. Mateus 23, 23. Diz assim, Hippócritas.
Ai, de vós, cribas e fariseus, Hippócritas. Porque dais o dízimo da Hortelã e do Endro e do Cominho.
Dais o dízimo das coisas mais pequenas. Sim, devias de dar o dízimo dessas coisas mais pequenas, como diz depois. Devias porém fazer essas coisas. Sim, devias de fazer isso. Mas depois diz, mas tendo-se, negligenciando os preceitos mais importantes da lei. Esta é a justiça, a misericórdia e a fé. A justiça. Ser justos. Justos para como o próximo.
Ser misericordioso. E andar na fé. No caminho em fé. E isto é o âmago da lei. É o âmago de ter a fome e sede pela justiça. Justiça de Deus.
Que é a justiça, o amor. Damos ricórdia, digamos assim, aliás. E a fé.
Queres irmãos? O propósito final da lei é o amor. O propósito final da lei é o amor.
Como Jesus Cristo disse, por isto você as conhecereis. Aqueles que são meus. Porque tem amor para o próximo. E por isso a lei, a justiça, não é a lista de coisas de fazer e que não fazer? Sim. Não estou a dizer que podem quebrar o sábado. Não estou a dizer isso. Mas estou a dizer que devem de ter um cuidado e carinho para com os outros.
Meis ricórdia. Justiça. Meis ricórdia e fé. E por isso, se você tem uma atitude de justiça em que você está sempre a dizer, as outras pessoas não têm amor para contra mim. Quando eu vou para a igreja as pessoas não demonstram amor para contra mim. Isso é um problema. Porque você devia dizer, como é que eu posso demonstrar amor para com os outros? Está a ver a diferença?
A justiça de Deus é como é que eu posso demonstrar amor para com os outros? Não é? Olha os outros não estão a amar a mim? Não estão a demonstrar amor a mim? Que dizem irmãos, se a sua auta justiça é que você é tão importante à cerca da maneira que com o guardo ao sábado que não está pronto a fazer um sacrifício para se reunir com outros irmãos ao sábado.
Então essa justiça não está lá 100% correta.
Se você não quer ver a justiça, se você está a negligenciar assuntos da justiça, mas ricorre e fé, a sua auta justiça não está lá muito correta. Que dizem irmãos, precisamos, precisamos de buscar a comida da vida eterna, o pão da vida, que Jesus Cristo disse que é. Precisamos de te pôr Cristo dentro de nós, para ele viver em nós. E isto é um novo caminho, isto é uma nova maneira de viver. Vejam, por exemplo, o Paulo disse aqui em Galatas 2, versículo 20. Galatas 2, versículo 20.
Logo, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim. Isso é uma maneira diferente que os deuses não entendiam.
Como é que o filho do homem pode viver em nós? É porque a maneira de pensar dele, a mentalidade de Cristo, a mente de Cristo, claro, não é o cérebro dele, mas a mentalidade, a maneira de pensar dele, é parte de nós. Queremos estar a pensar como ele pensa. Isto é, temos o Espírito Deus, que é, digamos assim, o DNA de Deus, que é o poder de Deus, que é a maneira de pensar Deus. Esta força que nos dá a pensar como Deus pensa, como o filho do homem pensa, porque o filho do homem e o pai, pensam da mesma maneira, têm a mesma mentalidade, têm o mesmo espírito, e por isso precisamos ter esse mesmo espírito. E por isso Cristo vive em nós, vive pela fé do filho de Deus, que me amou e assim mesmo se entregou por mim. Isto é que nós precisamos. É o poder de Cristo em nós, através do Espírito de Santo Deus, que é o poder de Deus. E por isso Paulo tinha este contacto, este poder, para o ajudar a vencer as fraquezas da carne.
E é o que nós precisamos ter.
Esse é o novo caminho. É um novo caminho. Vejam, por exemplo, em Hebreus 10. Hebreus 10.
Hebreus 10, e está a falar, a seca deste novo caminho que temos, vejando com o sânaleiro no versículo 19. Tendo, pois, irmãos intrepidez para entrar no Santo dos Santos. Nós precisamos ter intrepidez de entrar no Santo dos Santos, isto no trono de Deus, espiritualmente, hoje em dia. Como? Pelo sangue de Jesus. Pelo novo e vivo caminho que Ele nos cronsogrou pelo véu, isto é pela sua carne.
Os sacerdotes do antigestamento não podiam entrar lá, exceto o sumo sarsarota, uma vez por ano, na despiação. Mas nós agora temos este novo e vivo caminho que podemos entrar no Santo dos Santos, no trono de Deus, no verdadeiro Santo de Deus. Jesus dos Santos por causa do sangue de Cristo.
Porque Ele nos lava, porque Ele nos purifica, porque Ele nos reconcilia com o Pai.
Isto é uma maneira nova e viva para termos a justiça de Deus. Não é nossa justiça? É a justiça de Deus, porque Jesus Cristo nos lava, nos faz justiça, nos refaz reconciliadas com o Pai.
Mas uma coisa que faz com que nós não possamos ter isso é a nossa própria auta-justiça. Quando temos auta-justiça, não temos justiça de Deus.
Essa auta-justiça é uma doença, é um câncer espiritual.
Que faz com que nós não tenhamos uma saudável justiça segundo Deus. E por isso, precisamos ter cuidado destes três sintomas desta doença, deste câncer, que é esta orgulho na nossa audiência.
Em vez de ser humildes. Ter esta autopeadade chorar por mim próprio, em vez de estar a chorar pelos pecados do mundo e porque precisamos que Deus nos ajude a mudar, precisamos ser maleáveis e precisamos ser ensináveis, precisamos ser mansos. E por isso, estes três pontos. Em vez de sermos arrogantes, precisamos ser humildes. Em vez de termos autopeadade, precisamos ter carinho para com os outros. Em vez de pensarmos que sabemos tudo e temos o caminho certo, seremos ensináveis por Deus, seremos mansos. E depois, precisamos ter esta forma e sede pela justiça de Deus e não pela nossa autogistiça. Sumotendo-nos, então, sempre a justiça de Deus. Que meus irmãos, precisamos de nos sumeter a justiça de Deus. Começando pela bem-aventurança, que precisamos ser humildes. Por não temos confiança em nós próprios, temos fé em Deus. Continuando porque choramos pelos outros, porque temos amor para com os outros. E somos mansos, porque temos um respeito saudável, um temor saudável de Deus. E depois, buscamos, temos fome e sede pela justiça de Deus, que só é possível pelo Espírito Santo de Deus. E esse Espírito Santo, que Deus só dá aqueles que obedecem em Ele, esse Espírito Santo nos faz fartos, nos faz contentos, satisfeitos, em vez de estarmos deprimidos e com depressão. Queridos irmãos, por favor, orem, por favor, orem, e peçam a Deus, que possam buscar a justiça de Deus, que é a chave para estarmos felizes e satisfeitos em vez de deprimidos e com depressão. Você é preciso de lavar o seu coração e a sua consciência com o sangue de Jesus Cristo, para ter esta consciência pura para não estar deprimido. E, por isso, crisigmãos, quando nós começamos a andar nestas bem-aventuranças, que te escrevi até agora, estamos a tornarnos mais como Jesus Cristo é. Começamos a pensar e a viver como Jesus Cristo é. E, então, quando ensinamos para sermos como Jesus Cristo é, não somos hipócritas. Por quê? Porque estamos a aprender primeiro a ser discípulos de Jesus Cristo. No próximo estudo bíblico, crisigrmãos, vamos continuar com estas bem-aventuranças, daqui a um mês, para que possamos atender mais a século do que Jesus Cristo nos ensinou para termos, ou sermos, a ser verdadeiros, filhos e filhas de Deus no reino.
Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).