Ensinos de Jesus Cristo

A mansidão

Jesus Cristo no sermão do monte declarou várias bem-aventuranças que exemplificam atitudes que precisamos desenvolver. A terceira dessas lindas atitudes para desenvolvermos é a mansidão. O que é a mansidão? Que atitude precisamos ter que exemplifica a mansidão?

Transcrição

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Música Bom dia e boa tarde, queridos irmãos, que a Jorge Campos falando de vos, de San Saneti. Quando uma pessoa importante fala, nós tomamos muita atenção a quando essa pessoa fala. Por exemplo, quando o presidente de uma nação, ou a presidente de uma nação, fala, geralmente os programas de rádio e televisão e os comentários, toma muita atenção, ou que essa pessoa diz. A pergunta que eu quero fazer é, quando Deus fala, tomamos a mesma atenção? Jesus Cristo foi aquele profeta que foi profetizado por Moisés. Podem ler isso em Atos 3, 23, que diz que, quando será que toda a alma que não ouvir a esse profeta será exterminada do meio do povo?

Jesus Cristo é tão importante o que Ele diz, se não ouvirmos a Sua palavra seremos exterminados. E por isso é muito importante ouvirmos o que Jesus Cristo diz. Tal como eu disse, é importante ouvir quando pessoas importantes falam, Jesus Cristo é, está claro, extremamente importante para a nossa vida. Ele é o filho de Deus e por isso é Ele que tem a responsabilidade, da pela Pai, de nos salvar e de trabalhar conosco. E por isso o que Ele nos diz é muito importante. Ao fim de contas, o próprio Jesus Cristo disse em João 6, 63, disse que as palavras que eu vos tenho dito são espírito e são vida. Está claro? A vida interna. E Ele também disse que o meu ensino, no capítulo seguinte de João 7, 16, disse o meu ensino não é meu, e sim daquele que me enviou. E por isso as palavras de Jesus Cristo não são só as palavras dele, mas são as palavras do Pai, são as palavras do Altíssimo.

E por isso a Sua Doutrina, o seu ensino, é algo que devemos tomar máxima atenção. E por isso é que, em Atos 3, 23, se lê que disse que esse profeta, se não ouvirmos, é esse profeta que representa Jesus Cristo, que não ouvir esse profeta. A sua vida será exterminada do meio do povo. É extremamente importante ouvirmos os ensinamentos de Jesus Cristo. E os ensinamentos de Jesus Cristo estão, está claro, pela Bíblia inteira, mas mais especificamente, particularmente, também no Novo Testamento, e particularmente com os ensinos dos apóstolos. E um mundo, uma série, uma secção, em que, digamos assim, que põe os ensinamentos nos capítulos pequenos, mas muito concretos, é o sermão no monte, que se lê a partir de Mateus 5. E aí, a partir de Mateus 5, um dos primeiros ensinamentos do sermão do monte são as bem-aventuranças. As bem-aventuranças. Eu já dei sermões acerca das primeiras duas bem-aventuranças, se vocês abrirem a Vossa Bíblia, no capítulo 5 de Mateus, Mateus capítulo 5, e onde estão as bem-aventuranças, vem a primeira, que é descrita aí, que diz assim, bem-aventurados os humildes de espírito, ou os pobres de espírito, como algumas traduções descrevem, porque delas é o reino dos céus, porque delas é o reino de Deus. A primeira aventurança é ser humilde, é ser pobre de espírito, e isso eu cobri no sermão há uns meses atrás. Depois, continuei este estudo dos ensinamentos de Cristo, com um outro sermão acerca daqueles que choram, que também já gravei, e que vocês podem ouvir, que dizem bem-aventurados os que choram, porque serão consolados. Vimos que, e eu descrevi isso, que estas bem-aventuranças, que ao fim de contas, são, digamos assim, 8 bem-aventuranças, mas que representam 7 atitudes, pois a última é, digamos assim, uma bem-aventurança que resulta, ou é o resultado, das outras 7. Estas 7 atitudes que precisemos de ter são atitudes cristais importantes, que são acumulativas. Isto é, portão, que uma, digamos assim, desenvolves-se da outra, que é construída em cima da outra e usa as características da primeira atitude para dar um passo à frente, para a segunda atitude, e depois para a terceira, e assim, adiante. E, por isso, a primeira atitude que descreve aqui é os bem-aventurados, os humildes, e vimos que precisamos de ser humildes de olhar para Deus, claro, com respeito, e em completo e absoluto temor e confiança de Deus, e confiança a Deus para nos sermos salvos. Essa é a primeira atitude necessária para estarmos no reino de Deus, ou isto é, no reino dos céus. A segunda atitude é daqueles que choram, e como eu descrevi no sermão em que descrevia esta atitude em maior detalhe, expliquei que aqueles que choram, se é porque têm uma primeira, são humildes e depois essa humildade se desenvolve a um certo, digamos assim, tristeza, que seja segundo Deus. E essa tristeza, segundo Deus, é uma tristeza que conduz ao arrependimento. E por isso, esse choro, digamos assim, produz uma ação que significa que vamos mudar a nós próprios. Isto é o arrependimento. Perdão, está claro? Choramos por outros, pois, e visto que... Perdão.

Visto que não podemos mudar os outros, nós, então, quando choramos, sofremos com eles, sofremos com eles. Mas a atitude aí de chorar, um significado espiritual desta atitude, é que precisamos de usar esta atitude, que é baseada, a primeira é a humildade, e depois uma atitude de chorar, é para ver os problemas e usar esta atitude como oportunidade tristeza, segundo Deus, para conduzir o arrependimento. A terceira, digamos assim, bem-aventurança, diz assim, bem-aventurados os mansos, porque herdarão a terra. Vejam que os mansos receberão uma recompensa. Herdarão a terra. Notem que não é herdarão o céu, é a terra. Mas o que é exatamente um princípio de sermanso? Quais são as atitudes, ou uma atitude importante de sermanso? É simplesmente sermo gentil, suave, manso? É simplesmente isso, ou tem um certo entendimento espiritual mais profundo, que está claro, é manso, é gentil, é suave, mas que conduza uma certa atitude espiritual? Isso é o que eu quero descrever hoje, no meu sermão de hoje, e também quero ver porquê. Então, porquê que isto é importante? É porque, está claro, é o ensinamento de Jesus Cristo. E, como vimos, quando Jesus Cristo fala, é importante.

E, é uma atitude que nos conduz a herdar a terra, ou, em outras palavras, que nos conduz a sermos treinados para governar na terra como filhos e filhas de Deus, no reino de Deus. Para isto, está claro, poder, então, herdar a terra, por sermos reis e rinhas e sacerdotes na terra. Então, vejamos o que é que quer dizer, manso. Está claro. A conclusão simples e prática do significado da palavra, é que é uma atitude gentil, suave e, está claro, mansa. Mas, o que é que isso quer dizer? Sérimas pessoas confundem isso, com humildade. E podem ler comigo, se faz chavôr, em Números capítulo 12. Números capítulo 12.

Perdão, Números capítulo 12.

Versículo 3. Números 12, versículo 3. Que diz assim.

Ora, o varão Moisés muito manso, mais do que todos os homens que havia sobre a terra. Ora, vemos que Moisés era manso. Tinha esta atitude, que pelo significado da palavra, imediatamente dá a impressão de ser humilde, gentil, suave, sim. Mas é mais do que isso, qual é a atitude que eles estão que precisamos ter, parecermos mansos? Por que? Ao fim de contas, como sabem, Moisés ficou zangado. Lembrem-se quando ele desceu do monte e depois ver que cerca de mais de 2 milhões de pessoas, homens e mulheres e crianças, estavam a fazer idolatria.

E então ele cobrou as tabas da lei e, ver se ficou zangado, sim, tinha um problema de controlar o seu temperamento, digamos assim, mas além disso, ele ficou tão zangado e teve tanta força de que fez com que eles destruíssem esse ídolo e fez um género de uma coisa líquida com esse ídolo, povorizou isso e misturou com água, e fez com que eles bebessem esse ídolo.

E por isso, não é um homem assim que dá a impressão de ser um bocado fraco, digamos assim, não há uma fraqueza, porque ele teve essa força de fazer com que eles o obtecessem e bebessem essa mistura de líquido que fizeram do ídolo e depois do povorizar. E por isso, precisamos entender bem o que quer dizer sermanso, porque é fácil pensar que sermanso é simplesmente ser uma atitude gentil, suave, sem entendermos o seu significado completo.

Vejam, por exemplo, também em Mateus capítulo 21, em Mateus capítulo 21, porque vemos aí que Jesus Cristo também era manso. Vejamos em Mateus 21, versículo 5, dizia aí, dizia à filha de Sial, eis aí de bem o teu rei manso, como podem ler, na almaida, corrigida e fiel, porque a palavra, aí é exatamente a mesma em grego, palavra praus, do que está em Mateus capítulo 5.

Eis aí vem o teu rei manso, montado em jumento, um jumentinho cria d'animal de carga. Vemos que Jesus Cristo era manso, mas ele vai e virá para fazer guerra, para lutar contra o mundo e estabelecer o rei nos de Deus, mas ele é manso. Vejam também, em uns capítulos antes disso, do que acabamos de ler agora, em Mateus capítulo 11, Mateus capítulo 11, versículo 21, Mateus 11, versículo 19, Mateus 11, versículo 29, diz assim, Tu mais sobrevós o meu julgo e aprendei de mim porque sou manso e humilde de coração.

A palavra manso é, uma vez mais, a mesma palavra grega, como lemos há pouco, que quer dizer, que é praus, quer dizer manso. E vemos que não pode ser humilde, porque senão teria dito, porque sou humilde e humilde. E está claro, não é humilde e humilde, mas manso e humilde de coração. E as chareis de canso para a vossa alma. Por isso, Jesus Cristo era manso. Então, o que é esta mansidão? O que é esta mansidão? Sim, é uma maneira de ser humilde, inclui ser humilde, uma pessoa que se arrependeu e que é preparada, está disposta a ter uma tristeza e que chora, é uma pessoa que é suave, que é gentil, sim, mas para entendermos bem o significado espiritual de ser manso, desta atitude, que atitude é que eu preciso e você e nós precisamos desenvolver para de facto sermos mansos.

Porque, às vezes, temos o entendimento de que ser manso é como ser um tipo de pessoa que podemos andar por cima dessa pessoa e pisar e fazer o que quisermos fazer dessa pessoa. Mas não, isso não é ser manso, porque, como virão, não podíamos fazer o que quisermos e Moisés simplesmente submetia isso, não, nem Jesus Cristo.

Amos Moisés e Jesus Cristo, quando viveram na Terra, eram pessoas de caráter e faziam o que tinham que fazer. Eram mansos, mas faziam as coisas que tinham que fazer. Não eram as pessoas que pudessem ser pisadas e fizessem o deles o que nós quiséssemos, não. Eram pessoas de caráter e faziam o que tinham que fazer. Por exemplo, Jesus Cristo insistiu ao guarda, quando o guarda lhe bateu na cara e ele disse, podem lêrem-se em João 18, 23, diz assim, se eu fiz algo errado, dá-me testimonio do que fiz errado, mas se não fiz, então por que me faz a bater?

E também Paulo, também quando os pretores e outros o puseram na prisão, como veem em atos 16, 37, 39, sem qualquer processo formal. Depois, quando vieram a conhecer que não tinham nada contra ele e ainda mais que ele era um cidadão romano, Paulo acertou-se, fez com que eles viessem pessoalmente, pedir desculpas e o deixar sair da prisão. Por isso Paulo não era uma pessoa que simplesmente fosse pisada e que as pessoas andassem por cima dele, ele era uma pessoa forte.

Depois vemos que sim, Cristo e Paulo tiveram paciência, suportaram dificuldades quando houve dificuldades, viram que Paulo foi patrojado, suportou muitas dificuldades, não teve maldade para com essas pessoas, mas o que quer dizer uma ansiedão?

Vejamos, para vermos da Bíblia, o entendimento mais profundo deste princípio que precisamos ter de uma ansiedão, vamos então olhar das escrituras e bracas e ver um exemplo. Mas antes de ver o exemplo, quero-vos dar, digamos assim, um certo entendimento de uma certa maneira que as pessoas e bracas escreviam certas coisas, às vezes. Poder-se chamar isto, digamos assim, uma poesia e braca. Para dar um exemplo, vou pedir a vocês que vejam em proverbios, porque o livro de proverbios está cheio deste princípio de maneira de escrever e braca, em que usa, por exemplo, duas ideias em paralelo. E depois, vira estas ideias pernas para o ar, mas usa outras palavras para descrever o oposto destas ideias. E por isso dá-nos, digamos assim, uma oportunidade de meditar e de pensar com uma maior capacidade de entendimento e profundidade de entendimento do que está a dizer. Vejamos, por exemplo, o capítulo 11 de proverbios. Como eu disse, proverbios está cheio disto, mas vou simplesmente apanhar ou explicar isto de três proverbios aqui no capítulo 11. E estou a apanhar simplesmente três. Praticamente o capítulo 11 está cheio destes proverbios usando este princípio que estou a explicar. Começamos, por exemplo, no versículo 1. Diz assim, balança emganosa é abuminação. Vê-se assim dois pensamentos em paralelo, um que é a balança emganosa e o outro é uma abuminação para o Senhor. Vê-se aí dois pensamentos que estão ligados de uma certa maneira. E depois vira isto ao contrário e diz assim, mas o peso justo, por isso não é uma balança emganosa, mas o peso justo está virado ao contrário.

É o prazer de Deus. Quer dizer que o oposto de uma coisa que seja uma abuminação a Deus é um prazer. Vem estes princípios. Prazer é uma coisa que agrada a Deus. É um prazer.

Vê-se este princípio que estou a explicar. Vigemos então outro pro verbo 11, versículo 12, diz assim.

O que despreza o próximo é falta de senso. Duas ideias em paralelo. Desprezar o próximo falta de senso. E depois diz, versículo 12. Mas o homem prudente, este se cala, desprezar o próximo, virado de pernas para o ar, digamos assim, o oposto de desprezar o próximo é ser prudente.

Um dos significados disso é ser prudente. Por outro lado, o oposto de ter falta de senso é calarse. Por isso, uma pessoa que tem falta de senso abre a boca, diz coisas que não devia dizer, mas uma pessoa que é prudente cala. Cala. Cala. Se vê-se assim estas duas ideias e depois viradas para nos provar usando palavras diferentes. E, por isso, podemos usar a oportunidade aqui para meditar e pensar e, digamos assim, mastigar. Está claro que não estou a mastigar estas palavras, mas mentalmente é como se tivéssemos a mastigar, a digerir, a meditar nestes princípios para obter um entendimento mais profundo do significado. Ou o significado, por exemplo, do que é, por exemplo, uma pessoa ser prudente. Ou o significado de uma pessoa que tem senso ou que não tem senso. Vê-se, assim, alguns exemplos da aplicação. Vejamos outro exemplo que é no versículo 16. Diz assim, a mulher graciosa alcança honra. Está aqui uma mulher que é graciosa alcança honra. E depois diz assim, como os poderosos adquirem riqueza.

Por isso, uma mulher graciosa é um tipo de poder, digamos assim, é o poder correto. E depois, alcançar honra é uma riqueza. É uma riqueza. Vê-se, assim, uns pontos, um paralelismo nestes pensamentos em várias dimensões que nos dá uma oportunidade de ver o assunto de uma maneira mais profunda.

Ora, voltando ao tema em questão, que é a mansidão, queremos, então, usar umas escrituras e bracas que lhe usem estes princípios para nos mostrar um ensinimento mais profundo acerca do significado da mansidão. E para fazer isto, vamos, então, voltar a sofonias. Sofonias capítulo 2, versículo 3. É, digamos assim, o quarto livro antes do fim do antigo testamento. É, as sofonias, as geus, a carias e malaquias e depois Mateus. Sofonias capítulo 2, versículo 3. Diz assim, buscai o Senhor vosso todos os mansos da terra, que comprise o Seu juízo.

Vê-se aqui dois percebimentos. Um é os mansos que comprem o juízo, está a dizer, os mansos que comprem o juízo. Está a falar aqui daqueles que praticam, que são, praticam.

E depois diz assim, buscar a justiça, buscar a mansidão. Agora, com o juízo, está a justiça, mas agora fez isto, mas com o juízo, vê-se a justiça, uma pessoa que tem juízo, pratica a justiça, está claro? Por isso, buscar a justiça, procurem a justiça e procurar, buscar a mansidão. Por isso, não é as pessoas que são, é porque precisam de buscar para ser.

Vê-se este princípio aqui, muito, muito simples de entender, mas vê-se estes dois pensamentos em paralelo. Um é a mansidão e o outro é o juízo. Vejamos isto um bocadinho mais detalhe, então? Vejamos, então, no capítulo 3, versículo 2. Capítulo 3, versículo 2 de Sophounias, que diz assim, Não atenda ninguém, não aceita disciplina. Não atenda ninguém, não houve ninguém. Isto é uma pessoa que não houve. E por isso, rejeita justiça, rejeita o juízo, porque não atenda ninguém.

Não aceita disciplina, que é neste paralismo o oposto da mansidão. Uma pessoa que não aceita disciplina. Isto não é uma pessoa que é suave, maleável, não é uma pessoa que seja maleável, mas sia pronta a aceitar disciplina.

E depois diz assim, não confia no Senhor, nem se aproxima de seu Deus.

Vejam também, por exemplo, no versículo 7, o Sophounias 3, versículo 7.

Eu dizia certamente, me temarás e aceitarás a disciplina. Ter temor de Deus, que dá por isso o resultado. A ser justiça, a ser justo, o temor de Deus dá essa justiça.

E aceitarás a disciplina. Quando aceitas a disciplina, a disciplina é, digamos assim, é manso. Então vemos que um significado adicional da mansidão, um princípio espiritual, de uma pessoa que é mansa, é uma pessoa que, com ver, aceita disciplina.

Aceitar disciplina. Para aceitar disciplina, isto é, uma pessoa que é ensinável, que é amaliável, que é corrigível, é, está claro, uma pessoa que é mansa.

Está claro, uma pessoa que é suave e gentil. Por que? Porque aceita esta disciplina.

Não quer dizer que seja uma pessoa que seja temmosa, porque uma pessoa que não é temmosa é dura. Não é suave.

Mas é uma pessoa suave, uma pessoa que está preparada a aceitar uma mudança e, por isso, é humilde. A primeira, a bem-aventurança é ser humilde. A segunda, é chorar para estar disposto a aceitar, a ter uma tristeza que conduz a uma atitude de estarmos prontos a nos arrepender, a mudar.

E, entao, em terceiro lugar, temos esta capacidade de sermanso, que significa, espiritualmente, termos uma capacidade a aceitar a disciplina, a aceitar esta correção.

E quando aceitamos esta disciplina, quando aceitamos esta correção, isto é porque estamos, digamos assim, prontos a receber instrução.

E, por isso, este tipo de atitude sermanso é uma atitude que é uma pessoa que é maleável, que é ensinável.

Não é uma pessoa que seja temosa, não é uma pessoa que não seja maleável, dura, pensa que sabe tudo, que tem certas ideias pré-concebidas e ninguém vai ensinar nada. E, se não, é sermanso.

Uma pessoa que tem esta atitude, a atitude que diz, eu estou-se-tô certo e você está errado, e eu lhe ensinarei, não é uma atitude mansa, suave e gentil.

Por isso, queris irmãos, estamos aqui a falar uma atitude que é muito importante, que temos que ouvir, que é de parte dos ensinamentos de Jesus Cristo.

Não é que essa pessoa seja naíva, como dizem, ou ingênua, mas é uma pessoa que tem uma atitude que é capaz de discernir, isto é, de julgar, entre o incorreto e o correto.

E por isso, vai desejar o que é correto. E por isso é que a próxima bem-aventurança, que é, se olharem comigo brevemente em Mateus capítulo 5, versículo 6, diz assim, bem-aventurados têm fome e sede da justiça.

Porque se é uma pessoa amaliável, é uma pessoa que está a querer aprender, que aceita correção, é uma pessoa que sabe discernir o correto do irrado, sabe julgar entre o correto e o irrado, e por isso é uma pessoa que depois tem as capacidades para vir a ter fome e sede da justiça, que quer.

E é, digamos assim, pontos de construção que desenvolvem para a próxima bem-aventurança. Como veem, elas são cumulativas.

Sim, queris irmãos, é uma pessoa que precisa de discernir entre o irrado e o correto. Sim, queris irmãos, precisamos discernir, precisamos julgar, separar e escolher o que é certo. Não estou a dizer que vamos passar julgamento a outros, não estou a dizer que vamos condenar outros, mas precisamos de discernir e julgar e entender o que é certo e o que é o irrado e fazer uma escolha pelo certo.

Por isso, com este entendimento mais profundo de se infinicado espiritual, do que quer dizer mansidão, vejamos, então, aqui um princípio em Atos capítulo 17, versículo 10 e 11.

Atos 17, versículo 10 e 11. E logo durante a noite os irmãos enviaram Paulo e Silas para a Breia. Ali chegados dirigiram-se à sinagoga dos judeus, ora estes de Breia eram mais nobres que os de Selónica, pois receberam a palavra com toda a vidés, examinando as escrituras todos os dias para ver se as coisas eram de facto assim.

Os dois de Breia vêm aqui que estavam dispostas a aceitar correção. Eram mansos, se eram suaves, eram gentis para aprender e, por isso, olhavam para as escrituras para ver se de facto era assim.

Sim, tiveram que descervir, tiveram que separar o certo do errado, estavam prontos e dispostos a aprender.

Cris irmãos, quando você, quando eu, quando nós, começamos a entender uma coisa nova, a verdade da Bíblia, somos mansos para aceitar a correção da Bíblia. Não estou a falar ideias de outras pessoas, estou a falar para ver como os Breianos aqui examinaram as escrituras, examinaram a Bíblia e naquele tempo as escrituras que tinham, está claro, era o Antigustamento. E examinaram as escrituras todos os dias para ver se as coisas eram de facto assim. Cris irmãos, temos esta atitude?

Cris irmãos, precisamos de ter uma atitude mansa.

Cris irmãos, os germias, o profeta Germias, também tinha esta atitude, vejam comigo se faz favor, em Germias capítulo 10, versículo 24. Germias capítulo 10, versículo 24.

Diz assim...

Castiga-me ao Senhor.

Cris irmãos, isto é uma atitude de dizer, eu estou pronto a aceitar disciplina.

Não é só correção, é disciplina, a aceitar disciplina, a preparar a ser ensinado mesmo que seja com disciplina. Diz assim... Castiga-me ao Senhor.

Isto quer dizer, está pronto a sofrer. Está pronto a aceitar certas sofrimentos que conduzem a chorar, que conduzem uma ação de arrependimento, porque é humilde.

Mas é manso, é suave, é gentil, aceita este disciplina, este castigo. Castiga-me ao Senhor, mas em justa medida.

Como acostume-se a dizer, Senhor, eu preciso da tua correção do teu ensinamento, mas por favor, em misericórdia. Isto é, em justa medida.

Não na tua ira, para que não me reduzas a nada.

Mas é uma atitude muito importante que o Jeremias esteve e que nós precisamos ter. Por que? Porque o Jeremias tinha e nós precisamos ter este temor de Deus e este respeito por Ele para crer o ensino de Deus.

Le acordo com a Bíblia para virmos a ser melhores pessoas.

Vejam, então, no versículo anterior, 23, Eu sei, ao Senhor, que não cabe ao homem determinar o seu caminho.

Eu sei, querido Pai, que não cabe a mim, a capacidade de saber o que é bom para mim.

Nem ao que caminho dirigir os seus passos. Por isso, Ele diz, castigam ao Senhor, mas em justa medida.

Querido irmãos, nós não sabemos o caminho certo, certo? Sim, a humildade é, digamos assim, necessário sermos humildes.

Mas sermanso é mais do que simplesmente ser humildo. Estar preparado a chorar e arrependermos é necessário, parecemos mansos.

Mas, como vemos, esta atitude de mansidão em que estamos dispostos a aceitar disciplina traz uma nova dimensão de profundidade e entendimento a vir a ser como uma criança.

Sim, porque as criancinhas estão tão prontas para aprender e a ser ensinadas. E aceitam isto com tanto desejo de aprender e ser ensinadas. Uma criança é moldável, é ensinável, quer aprender.

Vejam comigo se faz favor. Em Mateus, capítulo 18, versículo 1 a 5.

Naquela hora, aproximaram-se Jesus dos discípulos, perguntando quem é a porventura maior no rei dos rei n'Odysseus. Vê-se aqui uma atitude que não era mansa, não era uma que estava a chorar, nem era uma que era humildes.

Jesus, chamando uma criança, colocou a nome ae deus e disse, em verdade vos digo que se não vos converteres, isto é, mudar-os, arrepender-os, chorar-os, ter-se uma tristeza segundo Deus e mudar-os a tua maneira de ver, converter-os, ter-se arrependimento.

E não vos tornar-os como crianças, isto é, humildes.

Precisam desta atitude de humildade, a primeira aventurança, precisam uma atitude de arrependimento, de chorar, tristeza segundo Deus, que é a segunda bem-aventurança, e estas duas combinadas com esta atitude de mansidão, de aceitarem disciplina, então vocês precisam disso, para virem a ser como uma criança.

Porque diz assim, portanto, aquele que se humilhar, humilde, a primeira bem-aventurança, como esta criança, que é o primeiro passo para as outras que descreví, é o maior no reino dos céus, e quer receber uma criança, tal como esta, é meu nome, a mim me recebe. Mas veem que esta atitude humildade, é só o primeiro passo, porque também envolve converterdos, como vemos no versículo 3, e também uma atitude de mansidão, que é a combinação de humildade com esta chorar de converterdos, para serem gentis e suaves, estarem prontos a aceitar esta disciplina, para se mudarem da atitude que eles tinham, que pensavam que queriam ser quem era o maior de entre eles. E por isso Jesus Cristo estava a educar a eles, e queriam dizer-me, irmãos, uma criança, principalmente uma criança, digamos assim, bem educada.

Está sempre a querer aprender, com um momento tão receptível, tão aberto, para aprender. Ensinável, maleável, moldável, e também são respeitosos ao adulto, porque querem crescer e querem por isso aprender.

Mas é-mos também que David também tinha esta atitude. Vejam que o Míngs faz favor em Salmos, capítulo 25. Salmos, capítulo 25. David também tinha esta atitude. Vejam aqui, Salmos, capítulo 25. Liz assim, versículo 4 a 5. Faz-me ao Senhor, que o conheceu os teus caminhos. Ensiname as tuas veredas, guie-me na tua verdade e ensiname. Versículo 9. Guie os mansos. A palavra mansa, deve-te ser mansa aqui, como vê na Almeida Revista Ecorrogida. Guie os mansos, que em Breu é mesmo a palavra que em outros locais onde se lê mansos, guie os mansos na justiça. Veja-me, uma vez mais, mansos e justiça, como lemos em Sufonias. E ensina aos mansos o seu caminho. A mesma palavra, aqui no versículo 9, usada duas vezes. Guie os mansos e ensina os mansos. No Ibraco é a mesma palavra. Guie os mansos e ensina os mansos. No Ibraco é a mesma palavra. Vejam também no versículo 12. Diz assim, ele o instruirá, o homem que tema ao Senhor, ele o instruirá no caminho que deve escolher. Veja-me, uma vez mais, esta atitude na ansiedade, de aceitar disciplina e de querer saber o que é verdade. Porque o instruirá isto é que está pronto a aceitar, a receber o ensino. Está moldável, está macio, suave, manso para ser ensinado. Na prosperidade repousará a sua alma e a sua descendência. Herderá a terra, tal como lemos a Mateus 5, a bem-aventurança, o fruto desta bem-aventurança de mansidão, que herderão a terra. Queris-me, irmãos, porque é que esta atitude de mansidão conduz a uma pessoa a herdar a terra? A vir a ser um rei na família de Deus para governar e controlar a terra. Por que? Porque esses que são mansos, esses que aceitam disciplina, que aceitam as instruções de Deus, que fazem e cem as instruções de Deus tal e qual como Ele as dá. Esses são as pessoas que Deus pode confiar. E por isso, vai confiar essas pessoas com poder, glória e vida eterna para reinarem na terra. Isto é porque Deus não quer outro Satanás nas mãos Dele. Então, por que? Essa é a razão. Por que é que a mansidão conduz à recompensa de governar-nos na terra, no reino de Deus? Vejam também mais exemplos à cerca da mansidão. Em Salmos 119, Salmo 119, versículo 33. 119, 33. Ensiname, Senhor, o caminho dos Teus decreto, e eu os seguirei até ao fim.

Vejam também no versículo 36. Inclina-me o coração aos Teus testemunhos, e não à cabeça. Desvia-me os meus olhos, porque não vejam a vai-dade. Viví-fícame no Teu caminho. Vejam também no versículo 66. Ensiname-me bom juízo e conhecimento, pois creio nos Teus mandamentos. Creio nos Teus mandamentos. Antes de ser afligido, andava errado. Sim, tive que receber correção, estou disposto a aceitar correção, estou disposto com esta correção a chorar. Esta choro produz uma tristeza, segundo Deus, que produz arrependimento. Diz assim.

Antes de ser afligido, andava errado. Mas agora guarda a Teu palavra. Recebi, aceitei, a correção. Tu és bom e fazes o bem. Ensiname-me os Teus decretos.

Vejam também no versículo 31. Foi-me bom ter eu passado pela afleição, para que aprendesse os Teus decretos. Querias irmãos, veja aqui a atitude de vida, a atitude que Deus quer, um homem segundo o coração de Deus, o coração que Deus quer que nós venhamos a ter, um coração que seja pronto a aceitar disciplina.

Vejam também em Jó capítulo 6. Jó capítulo 6, versículo 24. Jó 6, versículo 24. Diz assim, ensinama-me e eu me calerei. Dá-me a entender em que tenho errado.

Dá-me a entender onde tenho errado.

Vejam também os proverbos do Salomão, proverbos capítulo 1. Proverbos capítulo 1. Vê se esta atitude, através das escrituras, continua a desejar ensinamento. E o proverbos é um livro que foi escrito especialmente para nos dar ensinamento, para nos dar correção e precisamos de aceitar esta correção.

Vejam os proverbos do Salomão, capítulo 1, versículo 1, para aprender a sabedoria e o ensino, para entender as palavras da inteligência, para obter o ensino. Precisamos ser mansos para obter isto. Do bom proceder, a justiça, o juízo e a equidade, para dar aos simples prudência e aos jovens conhecimento e bom ciso. Mas precisamos estar prontos a aceitar esta correção. Precisamos ser mansos, precisamos ser maleáveis, suaves, moldáveis, como uma plasticina que é macia, que é para sermos formados e moldados da maneira que Deus quer, que nós venhamos a ser. E não é uma plasticina que é dura e que não é moldável, e que se quebra. Não, precisamos ser macios, mansos. Ou isso o sábio e cresça em prudência e o instruído adquira habilidade, para entender pro verbos e parábolos, as palavras e nímimos dos sábios. O temor do Senhor é o princípio do saber. Como lemos em outras escrituras, em sufonias, há pouco tudo começa no temor do Senhor. Este respeito, este temor, que conduz a uma humildade, conduz a chorarmos com uma tristeza segundo Deus e depois conduz ao arrependimento, conduz a esta mansidão, de sermos maliáveis a se prontos, a aceitar corração e disciplina.

Cris irmãos, somos, como diz aqui, sábios? Ou não?

Precisamos de aceitar a disciplina. Vejam também, em Proverbios 4, versículo 1 a 6, diz assim, ouvi filhos em instrução do Pai. E está atentos para acontecer-vos o entendimento, porque os dou boa doutrina. Não deixeis o meu ensino.

Cris irmãos, doutrina é educação, é o ensino, é a instrução de Jesus Cristo. Por exemplo, diz-se não ouvirmos a instrução de Jesus Cristo, vamos ser exterminados. Precisamos de ser mansos, maliáveis, moldáveis, para ouvir o ensinamento de Jesus Cristo e praticá-lo. E diz aqui, versículo 5, adquire a sabedoria. Versículo 6, não desapareça a sabedoria, e ela te guardará. Ama, ama, e ela te protegerá. O princípio da sabedoria, isto é, sabedoria, é a coisa principal. Adquire a sabedoria. Cris irmãos, e depois continua, há tanto no livro do Proverbius, há tanto, vejam, por exemplo, no versículo 13, retém a instrução do capítulo 4. Vejam também no versículo 20. Filho meu, atenta para as minhas palavras, aos meus ensinamentos, inclina os ouvintes. Isto é sermanso, a saída e esta correção. Não os deixes apartar-se os teus olhos, guardas no mais íntimo do teu corção, porque são vida para quem os acha, e saúde para o teu corpo.

E sobretudo, o que se deve guardar, guarda o coração. Guarda o teu coração, porque dele procedem as fontes da vida. Vejam também, no capítulo 17, Proverbius 17, versículo 10, diz assim, Mas fundo, entre repreensão no prudente, do que sem açoites no insensato. A repreensão no prudente. Não é as repreensões no prudente. A repreensão, uma. Uma repreensão, diz-me assim, verbal, passa a dizer uma vez, e isso é mais fundo, é mais profundo, do que sem açoites no insensato. Quer dizer, irmãos, quantas chagas é que tens? Qual é o ponto que se torna uma dificuldade na tua vida e na minha vida? Qual é o ponto em que estamos a continuamente a batalhar e a ter dificuldades com este ponto que não estamos a vencer? Qual é este ponto que se torna, digamos assim, um ponto de... nem que estamos travados neste ponto, que não avançamos, porque estamos travados neste ponto? Talvez seja uma causa das dificuldades que tenhamos. Pode ser problemas financeiros. Por quê? Porque temos um problema contínuo na maneira que vivemos, na maneira que pensamos, em certas atitudes e precisamos pedir a Deus, diz, ajuda-me, pai, para ver porque tenham este problema. Continuamente, esta dificuldade. Continuamente. Por quê? Estou a aceitar correção. Ou eu digo, eu não tenho nada mal. Os outros que têm coisas erradas. Foi culpa do outro. Ou talvez precisamos nos olhar a nós próprios e ver qual é o nosso problema. Pode ser problemas de matrimónio. E talvez seja porque não sejam milhares, não aceitamos correção. Quando o nosso esposo, a nossa esposa, nos diz, nos identifica um problema que nós tenhamos. E nós não somos maliadas, não somos mansos, não somos macios, não somos moldáveis. Ou este ensinamento que vem, por exemplo, do nosso filho, ou da nossa filha, ou da nossa esposa. Porque pensamos que eles não podem ensinar. Que dizem irmãos, temos que se volter a todas as pessoas. Se aumentam-se uns aos outros. Uns aos outros. Diz assim, como lemos, a repreensão. Como disse, uma correção verbal é mais do que suficiente. É mais do que suficiente. Vigemos, por exemplo, um plano de ação com quatro pontos. Que Paulo deu a Timótio, no segundo livro de Timótio, no segundo epístolo de Timótio, capítulo 3. Segundo Timótio, capítulo 3. Versículo 16 a 17. Diz assim, toda a escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, entre número um, passo número um, para a repreensão, número dois, para a correção, número três, e para a educação, na justiça, número quatro. A fim de que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente habilitado para toda a palavra. Primeiro, é o ensino. Um simples, gentil, cuidadoso ensino. Diz, explica. Vocês veem na Bíblia que é assim, é o ensino. Aceitam esta disciplina ou não. As vezes, as razões, porque não aceitamos as disciplinas, é por causa de ideias preconcebidas que não queremos mudar. E temos que nos humilhar e ver, em primeiro lugar, o que a Bíblia diz. Não, o que as nossas ideias preconcebidas dizem. Precisamos mudar, de repender. E, por isso, a Bíblia, inspirada por Deus e útil para o ensino. Nos ensino, nos explica, nos dá, nos diz o que fazer. Depois, Passe No. 2. A Bíblia é boa para a repreensão. A repreensão, isto é, uma simples, uma a repreensão. Não é as repreensões, a repreensão. Uma simples recriminação, digamos assim. Não faças isto, faça aquilo. É como se fala uma só vez. É, digamos assim, um ajustamento de direção. E podia simplesmente dizer, sim, este é o caminho.

Segue este caminho. E talvez tivesse a seguir um cadinho assim desviado, mas diz, não, este é o caminho. Não é um cadinho para ali, não é um cadinho para ali, mas é este o caminho. É uma simples repreensão. Uma simples instrução. A dizer, não, não é aqui, não é ali, mas é aqui. É assim. Não é uma coisa zangada, fora de controle, não, bem controlada. A dizer, não, é uma correção de um ajustamento. E, então, depois, se isso, essa repreensão, não dera índio ao resultado correto, existe o terceiro passo, que é a correção. A correção, que é, digamos assim, uma correção. Não é desta maneira, é daquela. É uma correção.

Controlar, não é dizer, não faças isto, não faças isto, não faças isto, não faças isto, não faças isto. É simplesmente dizer, é uma correção.

E, finalmente, para a educação na justiça, isto é, para demonstrar e reestruir, no caminho correto, com muito amor, o caminho a seguir.

Queres irmãos, este princípio bíblico pode ser comparado, em paralelo, à maneira de ensinar os nossos filhos. Primeiro, ensinamos a eles o caminho correto. Depois, falamos uma só vez, quando eles se desviam. Falamos uma só vez, dizer, não é assim, mas é sábado.

Se eles repetem, então há uma correção. Não é dizer, olha, não faças isto, Joãozinho, ou não faças isto, ou seja qual for o nome dele, ou Maria, Mariazinho, ou não faças isto, não faças isto, não faças isto. Não, é só uma correção.

Sem estarmos angados, em amor.

E depois, uma instrução. Uma re-instrução, uma demonstração às ervejas, nestes condições específicas, o que eu estou a dizer é isto, segue este caminho. E dizer a eles que usámos, vivi-se por causa disso, não houve um grande castigo, não houve uma grande caraié, digamos assim, foi uma coisa gentil, uma, digamos assim, uma correção em amor. Queris irmãos, quando Deus nos fala, fala a nós da Bíblia, na Bíblia, recebemos a correção que Ele nos dá, recebemos a correção que Deus nos dá, queris irmãos, lembrem-se que uma pessoa mansa, está disposta a mudar. Queris irmãos, nós temos uma capacidade mental de pensarmos que o nosso caminho está sempre certo. Vejam, por exemplo, em Proverbios capítulo 12, versículo 15. Proverbios 12, capítulo 15. Diz assim, o caminho do ensensato aos seus próprios olhos parece reto. Queris irmãos, nós automaticamente pensamos que o nosso caminho está correto. Mas o sábio dá ouvido aos conselhos. Precisamos aceitar disciplina. Vejam também, por verbos, capítulo 9, versículo 7 a 9. Diz assim, o que repreender o escarnocedor traz a fronte sobre si mesmo, e o que o censura o perverso a si mesmo se injuria. Não repreendas o escarnocedor para que te não aborreça. Esta pessoa não percas o tempo. Se a pessoa não quer ouvir, não percas o tempo, porque se vai virar contra ele contigo. Mas repreendo o sábio, e ele te amará. Dá a instrução ao sábio, e ele se fará mais sábio ainda. Ensina ao justo, e ele crescerá em prudência. Cris irmãos, és manso, és maleável, ou és uma pessoa que pensas que sabes tudo, que és muito esperto, tens as soluções todas, que pensas que estás certo, e os outros estão engrados, ou que és argumentativo, sinto, está certo, mas, há sempre um mas, que é uma desculpa, para o outro lado, como uma pessoa que está pronto a aceitar disciplina. Vez Deus atrás dos ministros de Jesus Cristo. Vez Deus atrás dos ministros de Jesus Cristo, desde que está claro, estes ministros tejam a seguir Cristo. Cris irmãos, te o podes crescer na Igreja, tanto quanto tu te aceitares a sermanso. Mancidão é, digamos assim, uma chave para o teu crescimento na Igreja de Deus. Aceitar a disciplina e mudar. Aprende-se uma coisa nova e mudas. Porque é moldável. Macio, estás pronto a aprender. Cris irmãos, para concluir, vejam em Tiago capítulo 3, versículo 13. Capítulo 3, versículo 13. Tiago 3, versículo 13. Quem entre vos é sábio e inteligente. Mostre a imancidão de sabedoria. Isto é, estar pronto a aceitar disciplina. Para aprender e o resultado vai ser esta sabedoria, mediante, condigno, proceder às suas obras. E depois dá vários exemplos dessa sabedoria de acordo segundo Deus. Mas Deus quer que nós tenhamos uma atitude, que seja, digamos assim, maleável, que seja moldável, que seja mansa, que seja macia, seja suave. Sim, isto é uma atitude linda para ante Deus. Para ser humilde como uma criança. Para chorar pelas nossas, digamos assim, fraquezas. E falta de conhecimento do caminho certo, estarmos dispostos a aprender o caminho de Deus, dispostos a submeter ao caminho de Deus, o contomor de Deus, estando dispostos a deitar de fora as nossas ideias pré-concebidas. Então, estamos numa atitude, desta lista de atitudes das bem-avenduranças, como lemos. E a última bem-avendurança é que nos conduzirá a paz, como se lerem as bem-avenduranças verão. Então, por que? Porque é que esta bem-avendurança de mansidão é importante? É porque com esta bem-avendurança podremos, então, herdar a terra, como reis e sacerdotes debaixo de Jesus Cristo, para reinar no reino de Deus, no futuro. Queris-me, irmãos, lembrem-se, precisamos de estar prontos a aceitar disciplina.

Eu demonstrei este princípio de estarem prontos a aceitar disciplina, no livro de Sifonias capítulo 2, versículo 3. Quero que vejam este ponto aqui, em Sifonias capítulo 2, versículo 3. Como disse, é o quarto livro, antes do fim do entinto estamento. Sifonias capítulo 2, versículo 3. Diz assim, buscai o Senhor vos todos os mansos da terra, que o comprise o Seu juízo. Buscá a justiça, buscá a mansidão. E agora entendemos que esta mansidão, ser suave, ser gentil, ser macio, para podermos aceitar disciplina.

Porventura, se buscarmos isto, diz porventura. Pensem isto, porventura. Particularmente que agora nos encontramos em dias difíceis e estamos a aproximar de dias muito difíceis, que precisamos da proteção de Deus. Diz assim, porventura.

Lograréis esconder-vos no dia da ira do Senhor. Pensem nisso. Talvez, se vocês buscarem a mansidão e a justiça, talvez Deus vos esconda, vos proteja, vos proteja no dia da ira do Senhor. É importante, queres irmãos, ouvir o que aquele profeta disse, porque senão, será-se completamente extremado.

Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).