A mansidão... como altera a sabedoria

A mansidão de sabedoria! A mansidão é uma característica Cristã tão importante que até altera a própria sabedoria. Como é que a mansidão altera a sabedoria? Este sermão descreve como a mansidão altera a sabedoria para a sabedoria de Deus.

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Bom dia ou boa tarde, queridos irmãos. Aqui é Jorge Câmes, falando-vos de Sonsaneti. Eu hoje tenho um pequeno questionário para vocês. Uma pergunta que é, qual é a característica cristã daqueles que comerão e se fartarão? Vou dar outra pergunta. Qual é a característica cristã daqueles que ele guiará retamente e ensinará o seu caminho? Ok, deixe-me dar outra ajuda. Qual é a característica cristã daqueles que ele adornará com a salvação? Bem, estes três exemplos, deste questionário, são dos salmos. Deixe-me agora dar-vos a voz, mais duas indicações, desta característica cristã, mas do novo testamento. Jesus Cristo disse, Tomai sobre vós o meu jogo e aprendei de mim que sou, ponto, ponto, ponto, ponto, esta característica, que sou, esta característica e o mild de coração e encontrarei este descanso para a vossa alma. E mais outra ajuda, se ainda não descobriram o que é esta característica cristã que eu estou a falar. Paulo disse, Rogues pois eu, o preso do Senhor, que andéis como é digno da vocação com que fostes amados, com toda a humildade e, ponto, ponto, ponto, ponto, esta característica cristã, com longanimidade, suportando-vos uns aos outros em amor. Então qual é esta característica cristã que eu estou a falar? Deixe-me dar-vos, perdão, mais duas e outras indicações. Estas, então, são muito mais simples e acho que as verão imediatamente. O Moisés tinha esta característica mais de todos os que havia sobre a Terra. E a última ajuda que o indicação que vou dar, a voz é que esta característica cristã é uma das bem-aventuranças. Os que têm esta característica herdarão a Terra. Sim, as primeiras indicações que eu dei devem ter sido um pouco difíceis, eu concordo, porque até o próprio Sr. Barclay, que é um comentador bíblico, disse que esta palavra é, talvez, uma das palavras mais difíceis a ser traduzidas. Pois, é às vezes traduzida como pobreza, ou como humildade, ou como gentileza. Mas a palavra que estamos a falar, ou a característica que eu estou a falar, é a mansidão. A característica que os mansos têm. E é uma das nove características do fruto do Espírito Santo de Deus. E, por isso, o tema do Sr. Mão 2 é, como é que esta característica, isto é, a mansidão, muda ou altera a sabedoria, de uma maneira tal que se torne a ser a sabedoria de Deus. Mas antes de cobrir isso, vamos então entender bem o que é a mansidão. É humildade? Sim, é humildade. Mas não é de só humildade. É a gentileza? Sim, é a gentileza. Mas não é só gentileza. A mansidão quer dizer que é a pobreza de Espírito? Sim, é uma pobreza de Espírito. Isto é uma pessoa não é arrogante de Espírito. Perdão. E se se lembram de um sermão que dei há uns anos atrás e talvez seja bom de o rever, hein? A mansidão também é uma atitude de ser maleável, de ser ensinável. Uma pessoa que é maleável, é ensinável, que aceita correção. Mas está claro, a mansidão não é uma coisa de ser fraco. Aliás, é uma característica do forte a liderar em mansidão. Por exemplo, Jesus Cristo é Manso. Leia, em Mateus capítulo 11, versículo 29.

Mateus 11, versículo 29. Tomar sobre vós o meu jugo e aprendei de mim, que sou Manso e humilde do coração. E encontrei este canso para a vossa alma. Aprendo de mim, sim ao meu exemplo, tarde que a Cristo a dizer-nos, aprendo do que eu sou. Porque eu, Jesus Cristo disse, sou Manso. Por isso, mansidão não é uma questão de fraqueça. Sim, Jesus Cristo, quando viveu foi humilde, foi gentil, não foi arrogante de espírito, isto é, foi pobre de espírito, mas também usou força. Quando foi necessário, usou força, virou as mesas do templo e fez as pessoas assim espantadas, porque ele usou força quando foi necessário. E quando ele vier, na segunda vida, para julgar este mundo, ele vai usar força. Ele vai vir à terra novamente para julgar a terra e vai castigar as pessoas, vai usar força. E as pessoas vão dizer, ó, como é que os Jesus pode fazer isto? Ó, ele vai fazer, vai usar força. Feijão exemplo de Moisés, ele tinha força e coragem de liderar e corrigir uma nação que era com demas obstinada e rebelde. Mas ele era manso. Ele fez que a nação inteira queimassem aquela estátua, iglo, fizessem de pó disso e eles todos forçou e eles aberem desse pó, desse iglo. Não era fraco, Moisés não era fraco. Houve uma altura, quando foi necessário, para ele usar a sua autoridade.

A palavra grega, que é usada para mansidão, dá uma implicação de força controlada. Força controlada. Se nós possuímos esta qualidade, não teremos necessidade de devastar o nosso oponente. Aliás, guiaremos a conversa com motivos puros. Com motivos puros. Inocentes. Descentes. Honestos. Tomamos atenção, cuidadosamente. Pensaremos honestamente. Estamos prontos a nos submeter e a responder gentilmente. E assim sendo, pois então, como é que a mansidão muda ou altera a sabedoria? Porque a mansidão dá aquela, digamos assim, mudança de direção, uma mudança de direção que é crítica. Mas que quase não se nota. A sabedoria. Para que a sabedoria seja guiada na direção que Deus usa a sabedoria.

A mansidão dá esta mudança de direção à sabedoria. Vejam comigo, se faz favor, em Tiago capítulo 3. Do terceiro capítulo de Tiago, do terceiro capítulo de Tiago, versículo 13. Quem entre vós é sábio e inteligente? Mostre. A mansidão de sabedoria. Mediante, condigno proceder as suas obras. Mostre as suas obras. Em mansidão de sabedoria, mediante condigno proceder. Isto é, pelo seu bom trato. Mostre. As suas obras, em mansidão de sabedoria, mediante o seu bom trato.

Sim, pela maneira que tratamos outras pessoas, ou como falamos de outras pessoas, ou grupos de pessoas.

Quem entre vós é sábio e inteligente? Mostre essa sabedoria, essa inteligência, em mansidão de sabedoria. A mansidão qualifica dar uma mudança à sabedoria. Muitas pessoas, queridos irmãos, têm muita sabedoria, são muito inteligentes, são muito sábias neste mundo. Pessoas são espertas em negócios. Pessoas são espertas em matemática. Pessoas são espertas em finanças. Pessoas são espertas, por exemplo, em lei. São advogados, muito inteligentes, no trabalho e na obra deles.

Perdão. Mas Tiago está a falar aqui, num contexto especial. Queridos irmãos, compreendermos a contextualização. O contexto é sempre muito importante. A situação desta é parte da Carta de Tiago. Era de como usar a língua a tratar as pessoas. E por isso ele diz que é necessário tratar e atuar com as pessoas a imensidão da sabedoria. Porque vamos ser julgados pelo que sai da boca. Jesus Cristo disse, mas o que sai da boca procede do coração. E isso contamina o homem. Foi o que Jesus Cristo disse. Podem ler isso em Mateus 15. Por isso, estamos a dizer mal do outro. Seja declarados, estejamos. Seja que estamos do lado esquerdo ou do lado direito. Não faz mal. Se estamos a dizer mal, estamos a dizer mal. Cuidado. Cuidado. Deus nos julgará da mesma maneira. Pois está claro? Sim. Está claro. Infelizmente. Todos nós dizemos coisas erradas. Queris irmãos, todos nós dizemos que estamos mal. Todos nós dizemos coisas erradas. Queris irmãos, todos nós falamos e fazemos erros e tropeçamos na palavra. Vejemos, então, Tiago aqui em contexto lendo em Tiago capítulo 3, versículo 1. Meus irmãos, não vos tronéis muitos de vós mestres sabendo que avemos de receber maior juízo. O Tiago está a dizer aqui a nós, para termos cuidado, de não nos tronarmos mestres no assunto, numa disputa. Então, somos os mestres nesta disputa. Particularmente temos de ter cuidado, porque às vezes só sabemos um bocadinho da história e às vezes só um lado dessa história. Vejam comigo se faz chavôr em provérbios capítulo 18. O 18º capítulo de provérbios.

E talvez queiram por uma marcaçãozinha aqui no Tiago, porque vamos voltar a Tiago. Mas provérbios capítulo 18. Lê-lo versículo 17. O que começa o pleito parece justo. Até que vem o outro e o examina. Sim, quando primeiro ouvimos a história, uma pessoa dá essa história da primeira vez, parece, uuh, como é que é possível? O que começa o pleito parece justo. Até que vem o outro e o examina. Cuidado, irmãos. Não podemos soltar a conclusões em situações entre pessoas, particularmente quando estamos a falar, por exemplo, de amigos e irmãos e cristãos.

Por outro lado, queris irmãos, como ministros ou como irmãos, às vezes, por carinho e por amor, não relamos todos os problemas. Vejam comigo, se faz chavourem, pro verbo capítulo 10, pro verbo capítulo 10, versículo 12. O ódio excita contendas, mas o amor cabre todas as transgressões. Isto é uma pessoa, por amor da outra pessoa, em esperança que haja arrependimento. É possível que não declara todas as coisas abertamente, porque pode haver arrependimento e que não quer destruir a outra pessoa ou a família dessa pessoa. E, por isso, a imancidão tem esta força mais controlada, porque tem amor. Isto é um princípio que Jesus Cristo nos ensina. Por amor de uns irmãos, as outras, é melhor cobrir o pecado. Vejam comigo, se faz chavourem, em primeiro Pedro. Primeiro livro de Pedro.

Primeiro livro de Pedro. Capítulo 4.

Versículo 8.

Por isso, temos de ter cuidado o que dizemos, particularmente quando não sabemos a história e toda. Porque, ao fim de contas, só Deus é que sabe exatamente onde as várias pessoas estão, onde a concoração dessas outras pessoas está. Eu não sei, tu não sabes, ninguém de nós se conhece, porque só Deus conhece os corações e Ele é o juiz justo.

Por isso, como estávamos a ler em Tiago, não queiram ser mestros no assunto e julgar. Porque, se somos mestros e estamos a julgar a outra pessoa, e estamos a falar mal de um do outro, estamos a julgar os outros.

E, por isso, estamos a falar mal da lei. Leia um comigo se faz favor em Tiago, capítulo 4, versículo 11.

Irmãos, não faleis mal uns dos outros. Aquel que fala mal do irmão ou julga a seu irmão, porque, se estamos a falar mal, já o condenámos, praticamente, estamos a julgá-lo. Fala mal da lei. Fala mal da lei.

Compreendem isso? Estamos a falar mal dos irmãos? Estamos a falar mal da lei. Porque a lei é justiça e misericórdia e fé. São as partes mais valorosas da lei. Justiça misericórdia. E, quando falamos mal, não estamos a usar misericórdia. Ora, se julgas a lei, não és observador da lei, isto é, não estás a praticar a lei, mas és juiz. Por isso, continuando então, se vamos ser juízes, porque estamos a dizer mal de outros, porque pensamos que sabemos tudo, porque pensamos que somos mestres, então vamos receber o maior juízo. Continuando então em Tiaco, versículo 3, perdão, capítulo 3, versículo 1. Meus irmãos, não vos torneis muito de vós mestres, sabendo que a vemos de receber o maior juízo. Porque todos tropeçamos em muitas coisas. Se alguém não tropeça no falar, é perfeito varão. Capaz de referir também todo o corpo. Cariz irmãos, se tu e eu conseguimos, não tropeçar com o que dizemos, então tu e eu somos perfeitos. E por que não conseguimos ser perfeitos? Neste, como seres humanos não somos, seremos um dia perfeitos, estamos a tentar ser perfeitos, seremos um dia perfeito quando viermos a ser seros espirituais, completamente nascidos de novo, como filhos e filhas de Deus, mas ainda não nascemos de novo. E por isso ainda não somos perfeitos. E por isso temos muito cuidado no que dizemos, porque não conhecemos os corações das outras pessoas. Ora, versículo 3. Mas, se apomos freio na boca dos cavalos para nos obtecerem, também lhes dirigimos o corpo inteiro. Observar igualmente os navios, que, sendo tão grandes e batidos de rígios ventos, por um pequeníssimo lame, são dirigidos para onde queira o impulso do timoneiro. Assim também a língua. Pequeno órgão. Se gaba de grandes coisas. Vê-te como uma fagulha. Põe em braças tão grande selva. Vê-te como uma palavra dita de uma maneira aqui ou dita assim orçado. Uma palavrazinha se torna numa queimada enorme a queimar a selva inteira.

Então temos que chamar os bombeiros para pagar esta selva. Perdão, para pagar esta queimada. Esta queimada.

Versículo 6. Ora a língua é fogo. É mundo de iniquidade. A língua está situada entre os membros do nosso corpo. Sim, a língua está atrás dos dentes, atrás do maxilara, está dentro da boca, está bem escondida. Mas mesmo assim, contamina o corpo inteiro. E não só põe em chamas toda a carreira da existência humana? Sim, não só põe em chamas toda a carreira da existência da igreja? Como também aposte-a, ela mesmo, em chamas pelo inferno. Pois todas as peças de férias, de aves, de rétas, de seres marinhos, se domem e têm sido domadas por um pão de género humano, para as pessoas humanas. A língua porém. Nenhum dos homens é capaz de dominar, de domar. É mal incontido, carregado de veneno mortíforo. Oh, é tão verdade! Como é tão verdade? A língua está cheia de veneno mortíforo, como a goa, que mata. Cuida-a, irmãos, percebes-te de cuidar-o com a língua. Com ela, bem dizemos, ao Senhor e Pai. E, Pai, também com ela, amaldiçoamos os homens, feitos à semelhança de Deus. De uma só boca procede benção e maldição. Meus irmãos, não é conveniente que estas coisas sejam assim. Queris, irmãos, não devia de ser assim.

Seja onde for, particularmente na Igreja, porque vejam, Tiago está a falar aos irmãos das 12 tribos na Igreja de dispersão, que estão dispersos por todo o mundo. E nós, na Igreja, temos dispersos por todo o mundo. Podem ler isso em Tiago 1-1. E, por isso, ele está a falar a nós. Por isso, diz-lhe aqui no versículo 10. Meus irmãos, não é conveniente que estas coisas sejam assim. A casa pode afonte jurrar do mesmo lugar o que é doce e o que é amargoso. A casa, meus irmãos, pode afigueira, produzir azeitonas ou avideira figos. Tão pouco fonte da água salgada pode dar água doce. Tão pouco um verdadeiro cristão pode ter estes frutos de usar a língua assim, desta maneira. De pôr a embrasa, os membros da igreja, uns contra os outros. Como é que sabemos somos de Cristo, queridos irmãos? Como é que sabemos se, de facto, somos cristãos? Sim, precisamos saber a verdade. Precisamos de conhecer a verdade. Praticar, tevemos a verdade. Sim, precisamos saber a verdade. Precisamos de conhecer a verdade. Praticar, a verdade. Sim, doutrina é importante. Doutrina é extremamente importante. Mas, pensem isto, queridos irmãos. O diabo, quando se revoltou contra Deus, sabia a verdade. O diabo, quando se revoltou e se virou contra o trono de Deus, não estava enganado. Por isso o problema não era doutrina. E, ao fim de contas, este é o grande teste de todas as pessoas. Depois da doutrina estar correta. O teste é um de... que é o teste de... Estão pronto a submeter à autoridade de Deus? Mesmo que às vezes pareça estar injusta ou incorreta? Como é que sabemos se somos de Cristo, queridos irmãos? Foi a minha pergunta? Deixe-me perguntar novamente, virando, então, a João 13. Em João 13 temos aqui a secção, quando Cristo estava a falar, antes de morrer. Naquela mesma noite que foi sacrificado. Digamos que foi julgado e que foi castigado, durante o mesmo dia que foi sacrificado. Nessa noite, ao começo do dia, João 13, versículo 34. Novo mandamento vos dou que vos ameis uns aos outros. Assim como eu vos amei, que também vos ameis uns aos outros. Nisto, conhecerão que sois meus discípulos. Se tiveses amor uns aos outros. Está claro? Tenha doutrina correta, tenha verdade, estão a seguir-as a Deus, mas o teste, o teste de ácido, o teste final, é se amamos uns aos outros. É acusações amor?

Não foi o exemplo de Jesus Cristo de sofrer sem bater de volta, sem retaliar? Sim. Depois de ele dizer isso, ele sofreu e morreu. Sem culpa nenhuma. O que Jesus Cristo fez errado? Nada. Mas teve pronto a ser castigado, teve pronto a sujeitar até à morte, à morte na cruz. E ele nos disse, sim, ao meu exemplo.

Não nos disse Jesus Cristo que se qualquer de bater na face direita, oferece-lhe também a outra. Mateus 539. Não foi o exemplo de Cristo, um de ser poste baixo, mesmo sem ter feito nada mal? Querias irmãos, temos muito a aprender de Jesus. Sim, estamos na igreja, Deus. Sim, Deus nos guiou e nos limpou nas doutrinas, para se termos conhecimento da verdade. Mas agora, é esta purificação final. A purificação, antes de Cristo vir, a purificação final, que é amamos uns aos outros ou não. Mesmo quando sejamos acusados incorretamente, a purificação final. Ou que sejamos acusados corretamente, não sei, não estou a dizer de um lado ou de outro. Só simplesmente a dizer, Jesus Cristo nos deu um exemplo, um exemplo de sofrer a purificação. Não foi este o exemplo de Jó? Sim, podem ler o livro de Jó. Mas, sejamos acusados, não sejamos acusados, não sejamos acusados. Sem retaliação.

Não foi este o exemplo de Jó? Sim, podem ler o livro de Jó. Quem que o Jó fez mal? Não fez nada mal. Mas, Deus permitiu que ele fosse acusado, permitiu que sofreça, permitiu que tivesse essas bolhas, que tivesse dores terríveis, que fosse os irmãos dele, os amigos deles, lhe dissessem mal?

Mas, Jó, por isso tudo, nunca amaldiçoou a Deus, e sofreu sem dizer mal aos outros. Defendeu a sua posição, disse, não vi-se nada mal, mas não disse mal a ninguém. E, então, depois de ser provado e depois de ele ver o poder de Deus, foi recompensado o dobro de tudo que antes peseu ir a. Jó, 42, versículo 10. Esse foi o exemplo de Jó, quer dizer, irmãos. É o exemplo para nós. Que às vezes, sim, não é fácil, não é fácil. Às vezes temos que nos subter, mesmo que seja injusto. Há uma grande lição, porque temos amor, uns para com os outros. É difícil, não é? É difícil. Mas esta é lição de Cristo. Cris, irmãos, esta é lição de Cristo.

Isto também pode acontecer a nós, irmãos. As situações serão diferentes, os detalhes serão diferentes, mas o princípio é o mesmo. Lembre-se, queridos irmãos, nenhum de nós é perfeito. Todos temos falhas. Eu tenho falhas. Não sou perfeito. Se analisarem cuidadosamente, verão que eu tenho erros. Principalmente aqueles que estão perto de mim, veem as minhas fraquezas, veem-as com meu tropeço. particularmente a minha mulher, que eu amo, veem as minhas fraquezas, melhor que todos os outros, porque está perto de mim. Eu estou a meu lado, dia a dia. Mas graças a Deus, ela me ama e eu, igualmente, também a amo. E a perdoa quando ela diga coisas que, às vezes, também me magoem. E eu perdoo. Isto é parte ser marido e mulher. Temos que perdoar um ao outro e continuar a andar juntos. É a parte da vida cristã. É o âmago da vida cristã, começa na nossa família, porque a família é o exemplo da maior família, a família dos filhos e filhas de Deus.

Todos nós tropeçamos, como Tiago disse, mas mesmo assim nos devemos sumeter humildemente às autoridades, sem dizer mal, como podem lerem o Romano Estreus. E sem fazer acusações, pois não sabemos toda a história. E, por outro lado, é possível que parte da história não tenha sido revelada por causa de amor, pois amor cobra uma grande multidão de transgressões. Está claro, não estou a falar. Estou a falar de situações do mundo, estou a falar da igreja. Assim sendo, queridos irmãos, precisamos ter cuidado e não julgar. Vem, então, esta contextualização desta secção de Tiago que eu estava a ler? Vamos, então, continuar a ler em Tiago, onde eu li, há pouco, a capítulo 3, versículo 1. Tiago, versículo 1, a 12. Vê-se Tiago, está a dizer, não querem ser mestros e juízes, porque, então, recebremos o maior juízo, nenhum de nós é perfeito, particularmente na língua, em fala, e estas coisas não devem ser assim. Tão pouco, nem a fonte da água salgada, pode dar água doce. Este é o contexto de Tiago. Com este entendimento, então, lemos versículo 13. Quem entre em voz é sábio e inteligente. Mostre, essa sabedoria, essa inteligência, nas suas obras, em mansidão de sabedoria, conforme pela maneira que tratam um aos outros, que são obras de amor uns para com os outros, porque amor de uns para os outros é como sabemos aqueles que são, de facto, cristãos, como lemos há pouco, em João 13. Ora, obras de grande sabedoria, mas sem mansidão que são. Sim, obras de grande sabedoria, mas sem mansidão que são. Bem, são descritas nos versículos 14 e 16. Leiam comigo, se faça a força. Pelo contrário, tem grande sabedoria, mas no vosso coração tem inveja amargurada e sentimento facioso. Isto é uma ambição egoísta, ou um desejo de pôr a si próprio à frente. Isto é um sentimento facioso. Nem vos gloriais disso, nem mentais contra a verdade. Porque esta não é a sabedoria. Esta sabedoria, sim, podem ser muito inteligentes. Tenham estes fatos todos, estes detalhes, e coisas, e este disse, e aquele disse, e aquele disse, e outro disse, e outro disse, e estas coisas que todas que só confusem uma pessoa, porque têm este conhecimento grande, esta sabedoria, e ele disse, e ele disse, e não disse, e disse. Porque diz que esta sabedoria não é a sabedoria que desce lado alto. Antes é terrena, animal e demoníaca. Pois onde há inveja e sentimento facioso, aí há confusão e toda espécie de coisas ruins. Isto são as obras de uma sabedoria sem mansidão. Isto é uma sabedoria que não é a sabedoria de Deus. É uma sabedoria que não é humilde, uma sabedoria que não tem pobreza de espírito, uma sabedoria que não tem gentileza, uma sabedoria que não é amaleável e ensinável e corrigível, uma sabedoria que não tem esta força de uma língua controlada.

Por outro lado, vejam a sabedoria com mansidão, que então vemos essa no versículo 17. A sabedoria porém, lado alto, é a sabedoria de Deus. A sabedoria do alto é a sabedoria de Deus. É primeiramente pura.

E aqui, vejemos, então, queridos irmãos, talvez a melhor definição do que é a mansidão. Vamos agora ler isto, que talvez seja uma das melhores definições do que é sermanso. Primeiro, é pura. Pura, a palavra grega aqui, é rágnus. Vemos, então, outros dois pontos, onde a mesma palavra grega rágnus é usada. Mantenha um papelinho aqui em Tiago, porque vamos voltar a Tiago, mas vamos, então, ler em segundo Coríntios, capítulo 7.

Segundo Coríntios, capítulo 7, versículos 10 e 11. Porque a tristeza, segundo Deus, produz arrependimento para a salvação, que ninguém traz pesar. Mas a tristeza do mundo produz morte. Porque, quando cuida, quanto cuidado, não produziu isso mesmo entre vos, que segundo Deus, foste contra estados. Que defesa, que indignação, que temor, que saudades, que zelo, que vindita. Em tudo destes, prova de estares inocentes neste assunto. A palavra inocentes foi traduzida do grego Hácanos.

Quando é um verdadeiro arrependimento? Então, este arrependimento nos entristece, mas esta tristeza do verdadeiro arrependimento dá-nos uma defesa, uma indignação, um temor, umas saudades, um zelo, que nos vindita e vindica. Que vindita. Tudo isto são provas de estarmos inocentes. Quando estamos a falar sabedoria, primeiro é pura. É a mesma palavra aqui, é pura, é inocente. Vigemos outro exemplo da palavra Hácanos em Tito capítulo 2, versículo 5. Está aqui, vamos ler aqui só simplesmente o versículo 5, a serem sensatas, honestas. Boas donas de casa, está a falar das mulheres, etc., e está a dizer as serem sensatas, honestas. Boas donas, a palavra honestas, vem do grego Hácanos. Por isso grego Hácanos significa sim pura, significa uma certa inocência, uma certa honestidade. É uma pureza, é uma honestidade, é uma inocência. Por isso continuando, então, a ler em Tiago capítulo 3, versículo 17, diz assim sabedoria, porém, lá do alto, isto é, a sabedoria que tem esta mansidão de sabedoria, é primeiramente pura. E isto é, tem esta pureza, tem esta honestidade, tem esta inocência? Primeiro. Compreende? Primeiro. Tem que ser inocente, tem que ser honesta, tem que ser pura? Primeiro. Porque se não for pura, se não for honesta, se não for inocente, todas as outras coisas que depois fala, são destruídas. Sim, porque depois de pura vem as outras, depois pacífica. Sim, porque sem honestidade, uma atitude pacífica, se não for baseada em honestidade, em pureza, em inocência, uma atitude de, digamos assim, fazer paz, se não é honesta, se não é pura, se não é inocente. Então esta atitude de fazer paz é manipulativa. É uma em que as pessoas estão a facilitar a verdade por causa da paz. Mas nunca queris irmãos devemos facilitar a verdade. A verdade é verdade. Mas com pureza, a paz é baseada na verdade. E por isso temos que discernir o bem do mal. Temos que ter esta capacidade de discernir. Como Ibreus nos diz de discernir o bem do mal, pela prática de praticar o bem, aprendemos a discernir, a compreender, a ver. Para conhecermos a verdade, mas a verdade com amor. E a verdade pode doer, mas a verdade nos libertará. Como lém Mateus 5, versículo 9. Vejam ali brevemente. Precisamos de fazer paz. Mateus 5, versículo 19. Perdão, versículo 9. Mateus 5, 9.

Estamos a falar aqui das bem-aventuranças. E no versículo 9, bem-aventurados, os pacificadores. Porque serão chamados filhos de Deus. Os pacificadores. É aqueles que fazem paz. Não é uma questão de manter paz. É fazer paz. É diferente. É uma grande diferença em ser ou manter a paz. Comprado com fazer paz. Fazer paz é difícil. Continuando, então, em Tiago. A sabedoria porém do alto é a primeira pura. Depois pacífica. Baseada na pureza. Depois está que é pacífica e indulgente. Mas indulgente vem depois de pura. Porque pura é primeiro. Indurgente. Isto é moderado. É bondosa. Sem pureza e sem honestidade. Esta indulgência torna-se uma fraqueza. Torna-se uma falta de claridade. Mas estamos a falar aqui de uma bondade. Mudarada. Sincera. Uma gentileza. Sincera. Vejam comigo se faz chavôr em Filipe Penses capítulo 4.

Filipe Penses capítulo 4, versículo 5.

Alegravos. Seja a vossa muderação conhecida de todos os homens. Perto está o Senhor. Vemos aqui. Seja a vossa muderação conhecida de todos os homens. Temos que ter esta indulgência, esta muderação, esta capacidade. De ser gentil, ser amáveis de uma maneira correta. E temos que demonstrar isso. Isto é parte da sabedoria, mas tem que ser baseado em pureza. Não é uma fraqueza. Depois, o outro tributo aqui dizia. Tratável. Amigável. Tratável. Queria dizer, irmãos, se somos tratáveis e amigáveis, mas não há pureza nisso, não há uma certa inocência, não há uma certa honestidade nisso, então esta questão de sermos tratáveis torna-se uma tolerância ou concessões para ser amigo. Isto é submetendo-nos a outros por uma razão incorreta. Torna-se, digamos assim, política. É o medo do homem. Mas temos que nos sumeter, temos que ser amigáveis, ser tratáveis em inocência e sinceramente. Vejam que isso faz favor em primeiro capítulo de Pedro, primeiro livro de Pedro, capítulo 5, versículo 5, rogo igualmente aos jovens, cedo os submissos aos que são mais velhos, outros sim, no trato de uns com os outros, singe-vos todos de humildade, porque Deus resiste os subérbios, com todos os humildes, conceda a Sua graça. Está a dizer que temos que nos submeter, ter ser submissos. Sumeter uns aos outros, diz assim aqui, no trato de uns com os outros, singe-vos todos de humildade, sumeter-nos uns aos outros. Então, continuando a ler no Tiago, a outra característica da sabedoria do alto, é que é plena de misericórdia. Isto é cheia de misericórdia. Queria dizer-me, irmão, sem pureza, sem honestidade, sem esta inocência. É uma misericórdia? Então, se não for honesta, se não for sincera, se não for pura, digamos assim, é uma misericórdia para harem pressões de que somos uma pessoa boa. Mas, por um outro lado, dá resultado a uma falta de justiça e injusta.

Com sinceridade, perdão, a misericórdia é uma em que a justiça é primeiro. Justiça, misericórdia e a fé. A justiça é primeiro. Mas a misericórdia triunfa sobre o juízo.

Vejam comigo se faz favor em Tiago, capítulo 2, versículo 13. Diz assim, porque o juízo é sem misericórdia para que é um aquele que não usou de misericórdia. A misericórdia triunfa sobre o juízo. Tem que ser, está claro, sincera. Tem que ser honesta. Tem que ser pura. Primeiro. E depois continuando, então, a ler em Tiago 3, versículo 17. Plena de misericórdia e de bons frutos. Os bons frutos, sim, são sem pureza, então os frutos são superficiales. Não são do tipo verdadeiro. Não são aplicados corretamente. São do tipo faracítico, para ser uma demonstração, em vez de ser genuinos. Torna-se uma salvação, digamos assim, por obras. Mas, os bons frutos com esta honestidade, com esta pureza, é o amor verdadeiro. São frutos do amor verdadeiro. Vejam comigo, se faz favor. Primeiro coríntios, capítulo 13. Primeiro coríntios, capítulo 13. Versículo 4. A 7. O amor é paciente, é benígono, o amor não arde em ciúmes. Não se o fana, não se ensoberbe, não se conduz inconvenientemente, não procura os seus interesses, não se espera, não se recente do mal. Não se alegra com injustiça, mas regurgiza-se com verdade. Tudo sofre, tudo cria, tudo espera, tudo suporta. Este é o amor verdadeiro. Então dê esses bons frutos mesmo quando estamos a sofrer injustamente. Tudo suporta. Então, continuando no versículo 17 de Tiago 3, diz assim, imparcial. Imparcial. Isto é, não é de acordo com uma aparência. Mas esta imparcialidade, quando não é sincera, quando não é pura, então estamos, esta imparcialidade torna-se limitada na nossa visão. Porque há favoritismo, e então não somos justos. E é possível, então, que nesse caso, a roda, que é um, digamos assim, ou traduzir agora um ditado em inglês, diz assim, a roda que faz o mais barulho, recebe maior atenção. Recebe mais óleo. É um ditado em inglês. Mas é o ponto aqui, as que fazem muito barulho, então é que tem mais atenção a ser parciais a esses que fazem muito barulho. Temos que ter cuidado. Porque, como pureza, não somos imparciais.

Não somos parciais, perdão, temos que ser imparciais. Temos que ter a ser sem parcialidade. Digamos assim, vejam que o Mings faz favor, primeiro Timóteo, primeiro Timóteo, versículo 5, perdão, primeiro Timóteo capítulo 5, versículo 20 a 21.

Quanto acho que vivem no pecado, repreendos na presença de todos, para que também os demais temam, conjuro-te para ante Deus e Cristo de Jesus, e os anjos e letes que guardes estes conselhos sem prevenção, nada fazendo com parcialidade. Não tratos-me de pessoas melhores que outros, porque sejam mais importantes, ou porque se tenham mais dinheiro, ou seja o que for, temos que ser sem parcialidade. E estou continuando no versículo 17 de Tiago 3, sem fingimento, porque sem pureza somos hipócritas. E então, até as crianças veem, quando com pais somos hipócritas, as crianças veem, e por isso muitas as crianças que cresceram em famílias na igreja, porque certas famílias não praticaram as coisas em casa, mas tornavam-se muitas hipócritas.

Eu vi em muitos casos, muitas jovens, quando ficaram adultos, não quiseram ter nada a ver com Deus, porque viram esta hipócracia na casa deles. Por isso, essa situação não era pura. Querido irmãos, a verdade a Deus é consistente, não muda. Onde é que está o nosso coração? Somos sinceros do coração ou não? Querido irmãos, estamos a ver então com uma mansidão, que é a primeira pura e depois pacífica, indulgente, tratável, cheio de misericórdia e bons frutos, imparcial e sem fingimento.

Esta mansidão muda, altera a sabedoria, para que seja a sabedoria de Deus, quando tratamos com outras pessoas, quando falamos com outras pessoas. E a minha pergunta, querido irmãos, por isso é, temos estes atributos em nós? Aonde é que tu, aonde é que eu, precisamos de melhorar? Se temos de perguntar isto a nós próprios, aonde é que eu, preciso de melhorar?

Obras feitas na mansidão de sabedoria são como uma semente a ser plantada, uma semente que faz paz. Porquanto temos esta mansidão, quanto temos esta sabedoria, que é de lado alto, que é a sabedoria de Deus, então vejam no versículo 19.

Perdão, no versículo 18. Ora, é em paz que se semeia o fruto da justiça, para os que promovem a paz. Pois, então, fazer paz indica que é preciso de ser puro, ser pacífico, ser moderado. E está claro, estas outras atributos completos, que aqui da sabedoria com a mansidão, e que nos temos que manter fieis à verdade, está claro, manter firmos nos valores e na doutrina de Deus.

Temos que ser tratáveis, ser amigadas, mas sem nos comprometer ao valor de Deus, sem acomodar o pecado. Somos tratáveis, somos submetíveis à autoridade, pois cada autoridade vem de Deus, está claro dentro dos valores e padrões de Deus. Precisamos ser submetíveis, maleáveis, mansos. Sempre podemos ser pobre em espírito, mas forte a liderar a nossa língua em completo controle.

Enquanto está claro, ao mesmo tempo, precisamos ser completamente liais a Deus primeiro e sobretudo. Sim, queridos irmãos, temos que praticar justiça na nossa vida privativa, mas como misericórdia. E perdão, tal como somos pradoados, pois a misericórdia triunfa sobre o juízo. Queridos irmãos, a mansidão é forte em controle, imensinal, mesmo quando as coisas parecem, ou são injustas, e são contra nós. Este foi o exemplo de Jesus Cristo para nós. E então Tiago continua, no capítulo 4, versículo 1, de onde procedem erras e contendas que há entre vós?

Procedem de uma sabedoria sem mansidão. Queridos irmãos, precisamos dourar e pedir a Deus esta mansidão. Pedir a Deus a sabedoria de Deus, a sabedoria lá do alto. Através do poder do Espírito Santo de Deus. A mansidão, e quando a mansidão está nesta sabedoria, é uma bem-aventurança cristã. É uma característica do furuto do Espírito Santo. É uma característica do próprio Jesus Cristo, porque ele disse, Eu sou manso, aprendam de mim. É uma característica vital para a sabedoria do alto. Sabedoria de Deus. Como cristãos, queridos irmãos, somos exortados a exercer mansidão para com todos os homens.

Lémem comigo, se faz favor, em Tito. Tito, capítulo 3. E vou ler na versão revista e corrigida. Tito, capítulo 3, versículo 1 e 2. Diz assim, a de Moestau, hoje, A que se sujeitem aos principados e potestados, Que lhes obedeçam, estejam preparados para toda boa obra. Que a ninguém infamei, nem sejam contenciosos, Mas modestos, mostrando toda mansidão para com todos os homens. Isto, queridos irmãos, é a sabedoria de Deus. Vamos, então, queridos irmãos, vamos forçar-nos para que as nossas palavras e ações sejam em mansidão de sabedoria.

Queridos irmãos, que Deus te ajude e que Deus me ajude e que Deus nos ajude para o poder do Seu Espírito a sermos mansos, pois os mansos herdarão a terra.

Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).