Fome e sede da justiça

Você tem fome e sede da justiça? Mas tenha cuidado que não seja uma fome e sede de auto-justiça. O que é a diferença entre a auto-justiça e a justiça de Deus? Este sermão cobre este tema.

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Bom dia, boa tarde, queridos irmãos, aqui em Jorj Campos, falando-vos da Cincinnati.

Várias doenças têm os seus próprios sintomas. Por exemplo, se uma pessoa tem uma constipação, talvez sinta o nariz a correr, talvez tenha outros sintomas, as pessoas, por exemplo, às vezes, têm certas febres, com certas doenças, e os doutores realmente olham para essas sintomas como uma indicação de qual é a doença que tem, qual é a enfermidade que tem. Às vezes, esses sintomas são difíceis de ligar ou de chegar a uma conclusão de qual é a doença, e às vezes, esses sintomas escondem o que é a doença. Igualmente, falando de um ponto espiritual, a alta justiça, digamos assim, a justiça própria, também tem os seus sintomas como uma doença espiritual.

E às vezes, esses sintomas, por si próprios, não explicam que é alta justiça, mas é importante ver alguns desses sintomas para entendermos o que é que esta justiça própria dá, ou tem como alguns de seus sintomas. Por isso, hoje, vamos ver alguns dos sintomas da justiça própria, da alta justiça, e vamos ver também o que podemos fazer para vencer ou batalhar esta doença. O primeiro sintoma que pode ser mencionado, que é parte desta doença, seria um orgulho em audiência, ter um orgulho na audiência.

Vejam comigo que se faz favor em Lucas capítulo 18, Lucas capítulo 18, versículo 11 e 12. Lucas 18, versículo 11 e 12. Diz assim, o fariseu, posta em pé, orada de si para si mesmo, desta forma, ó Deus, graças a Te do, porque não sou como os demais homens, robadores, injustos e adulteros, nem ainda como este publicano. Jú a duas vezes por semana e dou o dízimo de tudo quanto tenham. Vê-se aqui um homem que estava orgulhoso acerca de sua audiência. Demonstrava este orgulho, digamos assim, este fariseismo, uma atitude que era representada neste orgulho. Ora hoje em dia as pessoas são um bocadinho mais, digamos assim, sofisticadas.

Não falam assim tão diretamente acerca deste orgulho da audiência, mas talvez tenham certas insinuações. Por exemplo, eu não tenho grandes luxos na minha casa porque eu dou o que eu tenho a Deus. Ou as pessoas podem, por exemplo, dizer, eu não venho jantar hoje porque estou hoje joar.

É uma questão de ver-se aqui de uma maneira de dar uma insinuação muito sofisticada, digamos assim, mas que demonstra ainda um bocadinho deste orgulho na audiência. Por isso, que os irmãos precisam lembrar que a verdadeira humildade não dá lugar nenhum para a autogistissa, para a justiça própria. E, por isso, precisamos ter cuidado, quer dizer, irmãos, de quando fazemos o melhor que possamos, que seja, por exemplo, joar, hora de dar o dízimo, hora de dar de qualquer maneira, que o fássamos sem qualquer basófia, sem qualquer, digamos assim, dizer, ah, eu fiz isto, por causa disto daquilo.

Nós temos que ter muito cuidado, porque isso pode ser um sintoma da autogistissa, da justiça própria. Uma ou outra sintoma desta justiça própria pode ser, digamos assim, a autopiadada. Por exemplo, vejam comigo, em Génacias 4, versículo 13. Vê-se aqui o Caim, capítulo 4, versículo 13, disse assim, Caim ao Senhor, é também o meu castigo, que já não posso suportá-lo. O Caim estava a dizer a Deus que o castigo Dele era grande mais para o que ele tinha feito.

Vê-se aqui que ele não tinha uma atitude de arrependimento, ele não estava a pedir perdão pelo seu pecado, ele não duplorou e não chorou pelo que ele tinha feito, ele simplesmente se queria chafordar, digamos assim, na sua autopiadada.

Oh, eu estou a sofrer demais, porque o meu castigo é grande demais para mim. A pergunta seria então, é Deus assim tão duro que o Caim não poderia ter encontrado perdão perante Deus? Não, Deus é muito misericordioso, está claro que o Caim poderia ter recebido perdão. Mas o problema é que o Caim não se sentiu verdadeiramente arrependido, não se arrependeu. E por isso só teve piedade por si próprio. Autopiadade. Esta autopiadade é como um câncer, é como um cânculo que come por dentro uma pessoa. Este câncer come por dentro uma pessoa, come a moral, a o bem-estar desta pessoa. E por isso destrói o desejo de vencer de lutar contra os nossos pecados.

Sim, porque se uma pessoa tem esta autopiadade, tem pênase próprio, coitado ou ser maltratado, dá uma atitude que está derrotado. Que uma atitude que diz não vale a pena fazer mais nada. Como diz a cantiga, que será? Será.

Em vez de ter uma atitude de arrependimento e vencer e mudar, não. Tão uma atitude de aceita o que está e diz bem o que será? Será. E então pensa que as coisas estão a ser duras demais. Para mim ou para nós. É uma autopiadade. E com este sintoma de alta justiça, de nossa justiça própria, este sintoma de alta piedade, uma pessoa nunca vai estar feliz e contente. Por isso, vimos aqui dois sintomas desta alta justiça, desta justiça própria, de que eu estou a fazer as coisas de uma maneira correta. Primeira é que temos um orgulho na nossa audiência. E outra, o segundo, é que podemos ter uma autopiadade, uma pena por nós próprios, que estamos a ser mal tratados e não vale a pena, porque o coitado me encaque, que vale a pena não. O terceiro sintoma desta atitude de alta justiça é um sintoma de que as pessoas não são ensináveis. Não são ensináveis. Vejam comigo se faz favor em Jó 27 capítulo 6. Jó 27 capítulo 6.

Jó 27 capítulo 6.

Jó 27 capítulo 6. Deve estar aqui alguns, já está. Jó 27 capítulo 6 está aqui. A minha justiça me apegarei e não a largarei.

Não me reprova a minha consciência por qualquer dia da minha vida. Está aqui um homem, neste caso Jó, que tinha esta atitude de que era justo. Completamente justo. E por isso disse a minha justiça, a minha justiça me apegarei. Me apegarei e não a largarei. E não a largarei a minha auto-justiça. Eu estou orgulhoso nesta audiência e não me apegarei e não a largarei esta justiça. Não me reprova a minha consciência.

Não me reprova a minha consciência. Ele estava 100% certo na sua mente de que ele estava a fazer o que era justo. E por isso não precisava de mudar. Não precisava de ser ensinado de mudar. Vejam também aqui em J. 2, J. 2, J. 2, versículo 23. Isto é acerca da nação de Juda, no versículo 23, em que eles diziam como podem dizer. Isto é o que Deus está a dizer, que a nação de Juda dizia. Não estou maculada, não andei após os balins. Como é que podiam dizer isso? Não estou maculada, não andei após os balins, porque vocês lerem esta secção, que está a demonstrar como Israel, e melhor especificamente aqui era Jerusalam e Juda, tinham desobtecido a Deus e estavam a ser iniquos, tinham iniquidade. Mas eles estavam a dizer que não, não tem nada errado. Não tem nada errado, não preciso de mudar, não preciso de ser ensinado de viver de uma maneira diferente, porque não fiz nada errado. Veja ainda, por exemplo, no versículo 35. Diz assim, ainda dizes, estou inocente. Certamente a sua ira se desviou de mim. Eis que entraria em juízo contigo, porque dizes, não pequei. Os Israelitas, neste caso aqui, a Nação de Juda, estavam a dizer, estou inocente. Não pequei, não fiz nada mal, não fiz nada mal. Como é que uma pessoa pode ensinar a uma pessoa? Como é que se pode ensinar a uma pessoa que tenha esta atitude, que diz, não fiz nada mal, estou certo, estou direitinho, está tudo direitinho. Eu não vou abrir a minha mão deste ponto, não vou largar isto, porque está certo. Como lemos aqui em Jó, disse que a minha consciência não vai bater nisto, porque estou direito. Querias irmãos, quando temos uma atitude dessas, uma pessoa não é ensinável, não é ensinável. Mas quando estamos prontos a admitir que estamos irrados, ou que posso-me estar irrados, quando estamos prontos a admitir, a dizer bem, eu quero ver da palavra Deus. Queria que a palavra Deus diz para aprender? Então, uma pessoa abre a mente ao ensino, a ser ensinável. Querias irmãos, nós precisamos ser ensináveis, precisamos ser mansos ensináveis. E veem vocês três coisas comuns, nestes três sintomas que eu mencionei.

Veem três coisas interessantes, nestes três sintomas que eu mencionei. Veem como eles são diretamente ligados aos ensinamentos de Jesus Cristo quando ele nos ensinou. Veja aqui, em Mateus capítulo 5. Vejamos aqui o ensinamento de Jesus Cristo, em Mateus capítulo 5. Vendas-malditude subiu-ela a monte e come-se a sentar-se a aproximar seus discípulos. E ele passou a ensinar-os dizendo, bem-aventurados os pobres de espírito, esteus humildes, porque Deus é o rei dos céus, o rei de Deus. Querias irmãos, quando somos pobres de espírito, quando humildemente olhamos para Deus, em demor e respeito, em absoluta confiança. E olhamos para Deus para que Ele nos liberte, nos ajude, nos dá a libertação. Então, vemos que essa é a primeira atitude cristã de que Jesus Cristo fala aqui neste sermão do monte. Vem a comparação desta atitude de humildade com o de sintoma da alta justiça que é arrogância, uma audiência que é o oposto de ser humilde, ser arrogante em audiência. Vegemos a segunda lição aqui, no versículo 4 dizem bem-aventurados que choram, porque serão conselados.

O verdadeiro, digamos assim, choro. O verdadeiro luto, digamos assim. Baseado nesta humildade, conduz uma pessoa a um arrependimento segundo Deus, a um verdadeiro arrependimento, o qual conduz uma pessoa a uma ação, uma ação para mudar-se próprio. E, também, quando temos este luto, para os outros. E temos esta pena. Sabemos que não podemos mudar os outros quando vemos este sofrimento no mundo, mas podemos sofrer com eles. Vemos recentemente, nas notícias, coisas terríveis.

Um assassino houve, há um ou dois dias atrás, na Inglaterra, que um militar tinha saído da base, estava a andar na estrada, e uma pessoa foi com um carro, começou, simplesmente, a atropelou e depois começou a amatá-lo com uma faca de cortar a carne, parece mentira. E depois, ainda, estava a dizer, ah, fiz isto, olha, porque eu sou mau, isto. O que se agrademente é essa, uma mente que não se compreende. Vê-se os desastres todos que acontecem aí, ou aconteceram, em que uma cidade inteira praticamente foi desolada por um tornado recentemente. Felizmente, muitas pessoas, poucas pessoas, morreram, mas os trago o dano, os problemas da vida quando uma pessoa perde tudo. Precisamos ter luto, sofrer com estas pessoas, e se temos possibilidades de demonstrar algum carinho para com elas, em que seja que maneira que for. Cris irmãos, essa atitude de, digamos assim, de luto, essa atitude de chorar por nós e por outros quando há, vemos estes problemas, estas dificuldades, ajudam-nos a conduz-nos a um arrependimento, mas o oposto disso, o oposto disso, é esta atitude de auto-piedade, em que temos pena por nós próprios, mas que não conduzem nenhum arrependimento. Vem como as sintomas da auto-justiça, da justiça própria, estão ligados a estes atitudes que os Cristo nos diz aqui, em Mateus 5. Vejam o seguinte, a seguinte versículo 5, bem-aventurados, os mansos, porque herderão a terra. Os mansos, os que são verdadeiramente gentilos, são aqueles que estão dispostos a aprender, a aprender o caminho correto de Deus, dispostos a submeter-se como uma mansidez, como uma mansidão, dispostos a ser ensinados, porque são mansos, são ensináveis.

Isso é comparado com o sintoma da auto-justiça, da justiça própria, em que uma pessoa não é ensinável. Uma pessoa pensa que eu estou certo, sou justo e não vou mudar, não vou abrir a minha mão disto. Vê-se, assim que estes três sintomas que eu descrevi da auto-justiça são opostos, são rivais, vão contra as três primeiras bem-aventuranças. Jesus Cristo. Então, o que é esta doença? O que é esta enfermidade da auto-justiça, da justiça própria? O que é isto? Vejam, então, aqui um exemplo em Jó capítulo 29. Jó capítulo 29, portão, Jó 29, começaram no versículo 7, diz assim, Jó 29. Quando eu saía para a porta da cidade e na praça me era dado sentar-me, os homossos me haviam e se retiravam, os idosos se levantavam e se punham em pé. Vejo, por exemplo, no versículo 11, ouvindo-me de algum ouvido, esse me chamava feliz, vendo-me algum olho, dava testimonio de mim, porque eu livrava os pobres que clamavam e também um órfão que não tinha quem o sucurece. A benção do que estava a aparecer vinha sobre mim e eu fazia rejuvilar-se o coração da viva. Vejo, por exemplo, no versículo 15, eu me fazia de olhos para o cego e de pés para o coxo, dos necessidades eu era pai e até as causas desconhecidas eu examinava. Eu quebrava os queixos do inícuio e dos seus dentes que fazia eu cair a vítima. Eu dizia, no meu ninho, expirarei, multiplicarei os meus dias com a mareia. A minha raí se estenderá até as águas e o orvalho ficará durante a noite sobre os meus ramos. A minha honra se roubará em mim e o meu arco se reforrará na minha mão. Os que me ouviam esperavam o meu conselho e guardavam em silêncio para ouví-lo. A vendo eu falado, não replicavam as minhas palavras. Vemos aqui uma coisa comum nestas palavras todas, de Jo, que ele estava gozando, digamos assim, ostentando a cerca de si mesmo. Estava a orgulhar-se a si mesmo. Estava a levantar-se a si mesmo. Vejam, por exemplo, no versículo 14, do mesmo capítulo. Eu me cobria de justiça, e esta me servia de veste, como mante e turbante, era a minha e cuidada. Eu me cobria de justiça. O Jo tinha justiça própria, auto-justiça. Ele não tinha a justiça de Deus.

Ele tinha que fazer coisas muito boas aqui, que devemos ter, mas precisamos ter a justiça de Deus. Ele estava a um ponto que até dizia, como lemos no capítulo, há dois capítulos atrás, no capítulo 27, no versículo 6, assim, não me reprova a minha consciência. Ele pensava que era tão justo, tão justo, que a consciência de Ele não tinha nada de o reprovar. Nós não lemos, então, em Hebreus 10, 22, que nossa consciência tem que ser lavada pelo sangue de Cristo, mas está aqui um homem que dizia que não vou abrir a minha mão neste ponto. Por que? Porque ele tinha esta justiça própria. O que é a nossa própria justiça? Para ante Deus, vejam comigo que se faz favor em Isaías 64. Isaías 64.

Isaías 64. Versículo 6 diz assim, Diz assim, Para ante Deus.

O problema aqui, queridos irmãos, é que nós não reconhecemos isso. Nós não reconhecemos que a nossa justiça é como um trapo de imundícia para ante Deus. Nós pensamos que a nossa justiça é muito boa e nós devemos largar.

Por isso, queridos irmãos, para melhor entendermos. Para melhor fazermos uma diagnose, digamos assim, desta alta justiça. Por isso, vamos examinar em nós próprios por estes sintomas de arrogância na audiência, mesmo que seja uma insinuação pequenina. Precisamos examinar em nós próprios, a ver se temos alguma autopiadada. Pena de mim mesmo.

E examinar em nós, se temos uma atitude que, nisto ninguém, vai ensinar. Porque eu sei que é certo e ninguém vai dizer outra coisa.

Temos que, como disse primeiro, examinar-nos a nós próprios, se temos estes sintomas. Depois precisamos entender qual é a diferença entre a alta justiça, e a justiça de Deus. Você entende qual é a diferença entre a alta justiça e a justiça de Deus? Vejam como isso faz favor em Filipe, capítulo 4. Perdão, Filipe capítulo 3. Filipe capítulo 3.

Filipe capítulo 3, começando versículo 4 a 8. Filipe pensa 3, versículo 4 a 8.

Bem que eu poderia confiar também na carne. Apalazer. Eu tenho toda a razão de poder confiar na carne. Eu podia confiar na carne.

Se qualquer outro pensa, que pode confiar na carne, eu ainda mais. Se qualquer outra pessoa pensa que pode ter confiança em si próprio.

Que pode ter a sua própria justiça. Eu ainda mais, disse Paulo, posso ainda ter uma justiça maior.

Continui-o no versículo 5, diz assim. Eu fui circuncidado ao 8º dia.

Da linhagem de Israel, sou do tribo de Benjamin, ebreu de Hebreus, quanto à lei, fariseu.

Quanto à Zelo, perseguidor da igreja. Quanto à justiça que há na lei, irrepreensível.

Mas o que para mim era lucro? Isto considerei perda por causa de Cristo. O que para mim era lucro, considerei perda por causa de Cristo. Sim, deveras considerar tudo como perda, por causa da sublimidade do conhecimento de Cristo Jesus, meu Senhor. Por amor no qual, perdi todas as coisas, e as considero como refugio, como lixo, como estreme, para ganhar a Cristo. Cris Irmãos, ele aqui deu uma lista do que das coisas que ele se podia orgulhar. Orgulhar na obdiência. Mas não, ele não se orgulhou na obdiência, ele não teve este sintoma de alta justiça.

Ele não estava com pena de si próprio, não tinha alta opiedade. Ele não tinha falta de ser ensinável, porque ele foi ensinável, porque disse no Versículo 9. E ser achado nele, não tem justiça própria que procede da lei, senão aqui é mediante a fé de Cristo, a justiça que procede de Deus, baseada na fé.

Ele deitou isto de fora. Considerou tudo como perda, deitou estas coisas todas fora. Esta justiça de ele foi sem valor, foi lixo, foi estrume, foi uma porcaria. Deitou fora como refugo, porque foi achada em Cristo. Não tendo a minha própria justiça, a minha própria justiça não contou nada, disse Pedro. A justiça que ele tinha que criar de acordo com obter as coisas da lei, não valeu nada. Senão, aqui é mediante a fé de Cristo, a justiça que procede de Deus. Não é a minha própria justiça, é a justiça que procede de Deus, como pela fé de Cristo, através da fé de Cristo. Estou baseada na fé, a justiça que ele tinha que criar de acordo com a fé de Cristo. É a justiça que vem de Deus, por causa da fé que Cristo teve. Ele deu a sua vida, porque teve fé no Pai, e por isso ele deu a sua vida. Essa é a justiça de Deus.

Antes de ele estar convertido, Paulo tinha justiça própria. Depois da sua conversão, deitou-se tudo fora, e tornou-se cheio da justiça de Deus. Por causa do acto de Cristo, do acto de fé de Cristo, de dar a vida dele, e dar e morrer, e dar a sua vida com seu sangue. Por isso, a fé de ele, a justiça de Paulo. Ele entendeu que não tinha valor nenhum, porque é a justiça de Deus recebida através da fé. Vejam também em Romanos 10. Ele explica isto um bocadinho melhor. Romanos 10, versículo 1 e 2. Ora, visto que a lei tem sobra de bens vindouros. Romanos 10, desculpe-te, abriam-me no livro de errado. Romanos 10. Romanos 10, desculpem. Romanos 10. Romanos 10, irmãos, desculpem. A boa vontade do meu coração, e a minha súplica a Deus, a favor deles, isto é, dos Israelitas, são para que sejam salvos. A noção toda Israelita, que não entendeu, que rejeitou a Cristo. Uma nação, uma geração que era perversa. Ele disse, a boa vontade do meu coração, a minha súplica a Deus, a favor deles, é que eles sejam salvos. Porque eles doutos te munho de que eles têm zelo por Deus. Eu doutos te munho que eles são zelosos para com Deus. Eles são, é como a gente diz, digamos, essas pessoas são zelosas, na maneira que praticam a religião deles. Porém, não, com entendimento. Por quanto?

Descondecendo a justiça de Deus. Eles desconhecem, não entendem a justiça de Deus. E procurando estabelecer a sua própria justiça. Procuram estabelecer a sua própria justiça. Caris Irmãos, vemos muitas pessoas que são sinceros, são sinceros na prática de cristianismo, mas estão a tentar estabelecer a sua própria justiça. E essas pessoas não se sujeitam à justiça que vem de Deus. Isso é o que nós precisamos de ter, Caris Irmãos. Nós precisamos de ter o tipo correto de justiça. Precisamos ter o tipo correto de justiça. O tipo correto de justiça é a justiça segundo Deus. Não é a justiça segundo nós próprios.

Por isso, essas pessoas, descondendo a justiça de Deus, procurando estabelecer a sua própria justiça. E não se sujeitaram à justiça que vem de Deus. Porque o fim da lei é Cristo. Porque Cristo, Jesus Cristo, é a realização, o propósito da lei. Diz assim para a justiça de todo aquele que crê. Jesus Cristo é a justiça de Deus para nós, se nós acreditamos nEle. Ele é a realização, ele é a concretização, ele é o exemplo de como obtecer às leis de Deus. Ele é, digamos assim, o pináculo, o máximo, o exemplo maior de obtecer à lei de Deus. A justiça de Deus. E essa é a justiça que precisamos de buscar. A justiça de Cristo, a justiça de Deus. Que é pela fé, em todos aqueles que creem em Ele, que acreditamos nEle. E se acreditamos nEle, vamos vir a ser como Ele é. Vamos esforçarmos para virmos a ser como Ele é. Vamos permitir que Ele viva em nós.

Vejam também em João capítulo 5. João capítulo 5, versículo 19. João 5, versículo 19.

Então, nos falhou Jesus. Em verdade, em verdade, vos digo que o Filho do homem nada pode fazer si mesmo. Jesus Cristo disse a Ele. Eu sei que, por mim próprio, eu não posso ter justiça de Deus. Quando Ele viveu, quando Ele estava aqui na terra como homem, Ele reconeceu que por si próprio não podia ter justiça de Deus. Não era a justiça auto-justiça dele como um ser humano.

Nada pode fazer si mesmo, se não, somente aquilo que vir fazer o Pai.

Ele viu fazer o Pai e, por isso, faz. E o que o Pai lhe ensinou e nós precisamos de fazer, o que vimos fazer Jesus Cristo para Ele viverem nós. Fazer o que vimos Ele fazer. Por tudo o que este fizer, o Filho também, semelhantemente, faz. E nós devemos fazer o que Jesus Cristo fez, seguirem-o, o exemplo de Ele. Por isso, a justiça de Jesus Cristo, quando era um ser humano, desse período em que estava na terra, não era uma auto-justiça. Era a justiça de Deus. Ele não teve confiança no seu próprio poder para ser justo. Mas Ele orou e Ele, sem parar, pediu, rugou ao Pai para dedar a justiça de Deus, quando Ele foi um ser humano. Por isso é que nós, Cris Irmãos, em Mateus capítulo 6. Mateus capítulo 6. Mateus capítulo 6. Versículo 33 nos diz 6, 33. Nos diz, buscar pois, em primeiro lugar, o seu reino e a sua justiça. Buscar pois, em primeiro lugar, o reino de Deus e a justiça de Deus. Precisamos de buscar, primeiro, o reino de Deus, como através da justiça de Deus. Nós somos exhortados a fazer o mesmo que Jesus Cristo fez. Jesus Cristo orou e, sem cessar, rugou, buscou a justiça de Deus. É o que nós precisamos de fazer. E Cristo irmãos, uma batalha constante nesta vida. Precisamos de um contato diário com Deus, através da oração e através do estudo bíblico. Precisamos deste contato diário. Tendo assim, Deus e Cristo, através do Espírito Santo, vivendo em nós. Conforme Deus vive em nós, a sua justiça vai tirar de nós a nossa justiça própria e vai substituir essa justiça própria com a justiça de Deus. Por isso, Cristo irmãos, precisamos de ter fome e sede pela justiça de Deus. Vejam em Mateus 5,6, que é a próxima boa aventurança. Mateus 5,6, bem-aventurados. Os que têm fome e sede de justiça. Nós temos sede da justiça, porque se temos fome e sede da justiça, isto é, pedimos diariamente deste pão diário e desta água diária, representando, representado pelo Espírito de Santo Deus. Então, estaremos ou seremos fartos, estaremos satisfeitos.

Você, querido irmão, se sente insatisfeito? Você se sente desvalorizado? Você se sente de uma maneira que não está contente? Não tem uma satisfação na vida? Aqui diz, você estará farto, isto é, estará satisfeito, estará valor, estará contente, estará feliz. Se você buscar, se tiver ter a fome e a sede da justiça de Deus. Temos um apetite grande, digamos assim, pela justiça de Deus. É a única maneira de estarmos, fartos, cheios, satisfeitos, alegres, termos esta alegria de Deus, este contentamento, esta paz, que as pessoas não podem entender, porque esta paz só vem pelo Espírito Santo de Deus.

Este Espírito Santo, queris irmãos, Deus dá àqueles que o obtecem. Vejam comigo se faz favor em Atos 5, versículo 32. Atos 5, versículo 32.

Atos 5, versículo 32. Ora, nós somos testemunhas destes fatos, e bem assim o Espírito Santo, que Deus oturgou. Isto é que Deus DÉO aos que lhe obtecem. Deus dá ao Espírito Santo àqueles que obtecem a Deus. E por isso precisamos ter esta fome e esta sede pela justiça, pela justiça dos mandamentos de Deus. Mas o que é comum de procura? O que é comum de procura? Vejam, por exemplo, em Isaías 55. Isaías 55.

Isaías 55? Vemos assim.

Ah, todos os vós que tendo-se sede, vindo às águas. E vós os que não tendo dinheiro. Vindo comprar e comer. Vindo e comprar sem dinheiro e sem preço. Vinho e leite. Porque gastais o dinheiro naquilo que não é pão? E o vosso suor naquilo que não satisfaz?

Como lemos há pouco, vamos ficar fartos, vamos ficar cheios, vamos ficar satisfeitos. Se temos uma fome e uma sede pelo justiça de Deus. Continua assim. Ouvim atentamente, comei o que é bom e vos deleitarês, confinos manjares. Inclinais o vírus e vim da mim. Ouví e a vossa alma viverá. Porque convosco farei uma aliança prepétua, que consiste na sede. Mesericórdias prometidas a Davi.

Deus promete e ele não mente.

Vejam, por exemplo, no versículo 6. Buscai o Senhor, buscai o Senhor, buscai a justiça de Deus, enquanto se pode achar que o Senhor não é o Senhor. Se pode achar.

Precisamos ter este apetite pela justiça de Deus. Pois esta petita justiça de Deus é a única coisa que nos vai deleitar, que nos vai se desfazer, que nos vai fazer fartos alegres e com uma paz interna que é para além de compreensão.

Deixe-o por verso seu caminho. Unique-o os seus pensamentos. Converta-se ao Senhor, que se competecerá a Dê-le e volte-se para o nosso Deus, porque é rico em perdoar. Pois meus pensamentos não são os vossos, nem os meus caminhos meus, diz o Senhor. Precisamos de buscar o Senhor enquanto há tempo, enquanto Ele se pode achar. Deixe-me dizer, queres irmãos, que vão haver uns dias no futuro, em que já não vai haver tempo.

Já não vai haver tempo.

Por isso, queres irmãos, precisamos buscar, precisamos de obedecer a Deus. Vimos também, a pouco, que Deus dá ao Seu Espírito, para que os fares Eus, que não obedecem.

Então vejam aqui, um exemplo, porque os fares Eus, este é importante entendermos, porque os fares Eus, eram superobedientes, mas os Cristos criticou.

Sim, os fares Eus, eram superobedientes, mas os Cristos criticou. Os Cristos criticou, mas vejam, a razão, como Jesus Cristo acertou, no cerne desta questão, quando Ele criticou os fares Eus. Em Mateus 23, 23. Mateus 23, 23.

Mateus 23, 23. Jesus Cristo criticou os fares Eus, dizendo que, de voz, escribas e fariseus, hipócritas, porque dá a judísima da Hortelã, do Andrew e da Cominho, e tendo, no religienciado, os perceitos mais importantes de lei, a justiça, a misericórdia e a fé. Devias porém fazer estas coisas sem omitir aquelas. Sim, sem omitir as outras, devem de dar o dízimo, devem de dar a ser cuidadoso nisso.

Mas, além disso, é preciso não negligenciar os perceitos mais importantes da lei, que a justiça, a misericórdia e a fé.

Como Paulo descreveu os romanos 10, como lemos há pouco, eles eram zelosos por Deus, mas com conhecimento incorreto.

Porque estavam a estabelecer a sua própria justiça sem submeter-se à justiça de Deus. Os Cristo está a dizer aqui, dizer sim, precisam de obter as leis de Deus. Mas, além disso, precisam de pôr, em primeiro lugar, a justiça, a misericórdia e a fé, que são os perceitos mais importantes da lei.

Que são os perceitos mais importantes da lei, a justiça. As pessoas esquecem-se do que é justo, do que é justo para alguns outros de fazer a coisa de uma maneira que seja justa. As pessoas esquecem-se da misericórdia. Sempre que eles dizem, por seis mais importantes da lei, a justiça, do que é justo, do que é misericórdia para alguns outros.

Esquecem-se de que precisam da fé de Cristo. Esta é a fé que temos que desenvolverem nos próprios. Queres irmãos, o problema aqui é que as pessoas esquecem que o propósito o fim do mandamento é o amor.

O propósito, a razão, o fim do mandamento é o amor. Vejam, por exemplo, em Timótreo Capitulum. Primeiro Timótreo Capitulum.

Primeiro Timótreo Capitulum. Versículo 5 a 8.

Ora, o intuito de presente a dimensitação ou, como diz, na almirarrevista e corrigida ou na almirracorrigida e infiel. O fim do mandamento é o amor que procede de coração pura e de consciência boa. De consciência boa!

Sim, às vezes, a nossa consciência precisa de ser educada treinada para ser uma consciência boa e de fé sem misericórdia.

A bekhpradam, de fé sem hipocricia. De fé, perdão, de fé sem hipocricia. É uma fé que não tem hipocricia. É uma fé que é verdadeira.

Uma fé que não é fingida.

É isso que Jesus Cristo disse?

Em João, capítulo 13, versículo 35. João 13, versículo 35.

Depois de dar o simbolismo do lado a pé.

João 13, versículo 35. Versículo 35.

Neste conhecerão todos que sois meus discípulos. Se tiveses amor, uns aos outros.

O fim do mandamento é amor. Amor para com Deus e amor para o próximo. O propósito da lei é amor. E não se esqueçam dos preceitos mais importantes da lei.

Que a justiça a misericórdia e a fé.

Mas, se a maneira que você aplica a justiça, é uma que conduz você a pensar assim. As pessoas não estão a demonstrar amor para comigo. Para comigo. Não há esta demonstração da amor na igreja. Não estão a demonstrar amor para comigo. Olha como na maneira que estão a reagir quando eu penso estes princípios desta maneira. As pessoas não estão a demonstrar amor para comigo.

Enquanto que quando fala aqui de amor é amor que nós temos que demonstrar aos outros.

É o amor que precisamos de mostrar aos outros.

Uma diferença pequenina, mas importante. É um amor que é uma imanação. Uma imanação de amor.

Não é uma coisa de receber. É uma coisa de dar.

Se a nossa aplicação da justiça é uma em que qualquer coisa que estamos a fazer estamos a minimizar. Estamos a reduzir a oportunidade de convivência cristã.

Então essa justiça própria que você tem não deve estar correta.

Porque Paulo e Hebreus dizem que vocês não evitem a assembleia de uns com os outros.

Se a sua aplicação da justiça está a conduzir a você coisas ou situações em que você não está a demonstrar uma coisa justa ou uma misericórdia ou fé não está a demonstrar uma misericórdia para com situações ou coisa assim. Então a sua própria justiça própria talvez precisa de receber um ajustamento.

Precisa de serem inável e ouvir o que Deus diz. Porque sim, precisamos de obter as leis de Deus, mas nesta obediência as leis de Deus podemos ficar assim, digamos assim, tão autogustos como os fariseus que viramos a balança ou desequilibramos este esta justiça para um lado que se torna justiça própria em vez de ser a justiça de Deus. Entendemos isto? É muito importante entendermos isto. E por isso, se temos estas problemas na aplicação da justiça precisamos de nós irre-isaminar.

Porque talvez tenhamos ainda um bocadinho desta doença, desta enfermidade de autogustiça.

João capítulo 6 Jesus Cristo falou acerca disto de uma maneira muito interessante.

João capítulo 6, versículo 24.

Quando pois viu a multidão que Jesus não estava ali nem os seus discípulos tomaram os barcos e partiram para na um à sua procura. E tendo encontrado no outro lado do mar lhe perguntaram ao mestre, quando chegaste daqui? Respondei-lhe Jesus, em verdade, vos digo, vos me procurais não porque me vistes sinais mas porque me estes os pães e os vos fartastes.

Trabalhar não pela comida que parece, mas pela comida que subsiste para a vida interna. Trabalhar para essa comida buscai como disse, tenham fome e sede da justiça de Deus. Procurai essa comida que subsiste para a vida interna. A qual? A qual vida interna? Que o filho do homem vos dará. Porque Deus vai nos dar a vida interna e a vida interna.

Porque Deus o Pai confirmou com seu seu Confirmou ao filho que ele tem direito de nos dar ou decidir a quem vai ter a vida interna quem não vai ter. Dirigiram-se pois a ele perguntando que faremos para realizar as obras de Deus mas continuando um pouco mais tarde no versículo 35, diz assim declarou-lhe os pós-Dos eu sou o pão da vida eu sou o pão da vida e o que vem a mim jamais terá fome e o que vem a mim jamais terá cedo Ele, Jesus Cristo é o pão é a justiça de Deus é o fim da lei é a justiça de Deus que de Deus que procede para a justiça que vem da fé Ele é o pão da vida continuando também no versículo 53 diz assim, responde-lhe, Jesus, em verdade, em verdade, vos digo se não comer-vos a cara do filho do homem e se não beber-vos o meu sangue não tens vida em vos mesmos não vão ter vida eterna quem comer a minha carne beber o meu sangue tem a vida eterna e eu o ressuscitarei no último dia Jesus Cristo tem o poder de dar vida ou não é o poder de Deus pois a minha carne é verdadeira comida e o meu sangue é verdadeira bebida por isso tenho fome e sede da justiça da justiça de Deus a justiça de Deus é exemplificada por Cristo como Ele viveu vejam também no versículo 63 diz assim o espírito é o que vivifica vivifica a carne para nada aproveita as palavras que eu vos tenho dito as palavras de Jesus Cristo as palavras do verbo são o espírito e são vida quando Jesus Cristo vive é nós quando de facto nós estamos a viver de uma maneira que Jesus Cristo esteja satisfeito a viver dentro de nós porque estamos a viver de uma maneira limpa então Ele poderá viver dentro de nós então Ele poderá viver dentro de nós então Ele não vai viver dentro de nós se estamos a pecar Ele não vai viver dentro de nós se estamos completamente a desopter mas temos que ter a fé que Ele vivem dentro de nós esta fé, Ele nos vai guiar através do Espírito de Sante Deus a fazer a justiça de Deus o que é justo de Deus Ele nos vai guiar isso porque nos vai dar um sentido de justiça nos vai dar um sentido de misericórdia nos vai dar um sentido de fé Ele nos vai dar um sentido de amor para com os outros por isso é que Paulo disse em Gálatas capítulo 2 Gálatas capítulo 2 Gálatas capítulo 2 versículo 20 diz assim, logo já não sou eu quem vive eu não vivo com os meus desejos da carne com as minhas maneiras, eu não vivo mas Cristo vive em mim através do Espírito de Santo eu faço o que Cristo quer que eu faça e a se viver que agora tenho na carne vivo pela fé do Filho de Cristo por causa da fé dele é a única possibilidade que eu posso estar neste caminho que ele me amou e assim mesmo se entregou por mim e por nós todos porque foi a fé dele porque ele teve fé no Pai que o urso se citaria e por isso é que ele, Paulo disse eu já não sou eu quem vive com a minha justiça própria mas é Cristo que vive em mim que é a justiça de Deus em mim o contato dele com Deus o contato de Paulo com Deus Deu-lhe a justiça de Deus queridos irmãos uma grande resistência para a justiça de Deus é a nossa justiça própria a justiça própria a nossa auto-justiça é uma doença é uma enfermidade é um câncer espiritual que luta contra o saudável a saudável justiça de Deus e por isso lembrem-se destes três sintomas importantes desta doença espiritual da auto-justiça lembrem-se dos sintomas da orgulho na obdiência da auto-opiedade e da falta de uma atitude ensinável e depois tenham esta fome e sed pela justiça de Deus não tentam procurar estabelecer a sua própria justiça tenham cuidado com os sintomas desta doença chamada a sua própria justiça submeta-se à justiça que vem de Deus ora e peça busque pela justiça de Deus que é uma chave para você estar farto para estar feliz e estar alegre Lembre-se dos preceitos mais importantes espirituais da lei isto é a justiça, misericórdia e a fé Lembre-se que o fim do mandamento é o amor é um amor que é uma imanação, que é o amor de dar e não amor de receber Vida por todas as palavras da Bíblia por todas as palavras de Cristo porque as palavras de Cristo que é o verbo e a palavra de Deus, que é a palavra de Cristo, que é a Bíblia esta palavra é espírito e é a vida eterna lute pelo mesmo amor que Deus teve para com Cristo e lute para ter esse amor em si e para viver de uma maneira tal que faça com que Cristo possa viver em si

Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).