Como identificar a verdadeira Igreja de Deus - A nossa responsibilidade

Uma das partes de identificação da verdadeira Igreja de Deus é a nossa própria responsibilidade de como nos conduzimos e do que fazemos coletivamente. Este sermão descreve analiza estes pontos.

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Bom dia ou boa tarde, queridos irmãos, que é Jorge Campos, falando-vos da Sansanete. Na semana passada, eu gravei para vocês um sermão com quatro pontos de identificação da verdadeira Igreja de Deus, a Igreja que Jesus Cristo iniciou no dia de Pentecostes. Vimos pontos como, por exemplo, o princípio da unidade, da união, em mente, em mentalidade, em sentimento, em acordo, em espírito, em ensinamento, em doutrina. Isto é uma unidade mental, espiritual, e da maneira de pensar, da maneira de ver as coisas, em doutrina e em ensinamento. Também vimos que um outro sinal identificador da Igreja de Deus é que é um corpo, é que é uma convivência de membros, todos juntos, por um corpo, um corpo que é um corpo, uma entidade espiritual, um organismo espiritual. E vimos que não é um prédio, ou digamos assim, uma organização, mas que é um organismo espiritual composto de membros individuais, individuais que têm esta mente, este espírito, este ensino, esta unidade, esta união que é unida ou posta através da união. Do Espírito Santo, que é esta convivência, esta comunhão do Espírito Deus, que é um corpo. Também vimos que este corpo, esta união da Igreja, é também uma Igreja que ora, que está a orar e que jejua ocasionalmente. Isto é, esta oração, digamos assim, é a cola do amor de uns para os outros, porque se estamos a orar por outras pessoas, até mesmo por aqueles que não gostem de nós, então isso faz como começamos a ter mais carinho e mais amor para os outros. Não é fácil, não é fácil orar pelos nossos inimigos, por aqueles que estão opostos contra nós, não é fácil, mas quando fazemos isso, começamos a desenvolver este amor de Deus, de uns para com os outros. E também vimos que um quarto ponto de identificação da Igreja de Deus, que é uma Igreja construída com, outra vez, do Espírito Santo de Deus. Está claro que a Igreja é construída, o Idificada por Jesus Cristo, sobre esta pedra, que é Jesus Cristo, que é pedra angular, é a Igreja Idificada, mas é Idificada através do Espírito Santo de Deus. Mas hoje, nesta segunda parte deste sermão, eu quero levar estes sinais de identificação a um nível diferente, digamos assim, a um nível individual e coletivo. Isto é uma responsabilidade nossa. Qual é a nossa responsabilidade individualmente e coletiva para sermos partes da Igreja de Deus, da verdadeira Igreja de Deus? E isso também, então, serão sinais e identificadores da verdadeira Igreja de Deus e que somos membros da verdadeira Igreja de Deus. E, por isso, vamos perguntar, primeiro, porque estávamos a falar o último ponto que deixámos no sermão anterior, o quarto ponto, foi que a Igreja de Deus é uma que é construída ou que esteja cheia do Espírito Santo de Deus. Quando estamos cheios, é como se tivéssemos, digamos assim, fartos, cheios completamente satisfeitos com o Espírito Santo de Deus. Então, como é que vamos estar cheios ou vamos estar fartos enchidos pelo Espírito Santo de Deus? Jesus Cristo nos dá essa resposta aqui em Mateus, no sermão do Monte. Vejam comigo, se faz sabor. Mateus capítulo 5, Mateus capítulo 5, versículo 6. Mateus capítulo 5, versículo 6, perdão. Mateus 5, versículo 6. Ele está aqui a falar acerca das bem-aventuranças. E, no versículo 6, diz assim, bem-aventurados, os que têm fome e sede de justiça. Bem-aventurados, os que têm fome e sede de justiça.

Por isso precisamos ter fome e sede de justiça, porque diz assim, porque serão fartos. Isto é, estarão, digamos assim, cheios, estarão cheios, cheios de quê? Vamos estar satisfeitos, vamos estar fartos, vamos estar cheios. O que é que nos enches? O que é que precisamos ser cheios? Precisamos ser cheios do Espírito Santo de Deus. Mas, então, o que é que precisamos ter? Precisamos ter fome e sede de justiça. Qual justiça? Qual justiça é que precisamos ter fome e sede?

É a nossa justiça? É uma justiça que nós vamos tentar fabricar ou fazer? É a nossa justiça? Vejam, por exemplo, aqui, em Isaías 64, Isaías 64, versículo 6. Isaías 64, versículo 6. Diz assim. Mas todos nós somos como o imundo. Cris irmãos, todos nós somos como o imundo. A nossa justiça não é nada. Nós somos como imundos. Por exemplo, Paulo disse, por exemplo, em Romanos 3, todos nós, nenhum de nós. Seguimos a Deus, nenhum de nós quer Deus, nenhum de nós sabe o caminho da verdade, nenhum de nós sabe o caminho da paz. Aqui, em Isaías 64 diz, todos nós somos como o imundo e todas as nossas justiças. Como o trapo da imundícia. Todos nós murchamos como a folha e as nossas iniquidades como o vento nos arrabatam. Cris irmãos, precisamos ter fome e sede de justiça, mas certamente não é a nossa justiça, porque todas as nossas justiças são como o trapo da imundícia.

Toda a justiça que eu possa querer ter, ou que tu possas querer ter, é como um trapo da imundícia. Então qual é a justiça que devemos de buscar? Jesus Cristo uma vez mais nos ensina. O ensinamento de Jesus Cristo é o que estamos a seguir. Mateus 6, versículo 33. No mesmo sermão do monte, onde lemos há pouco. Há cerca das... Bem... Aventuranças. No capítulo 6, no versículo 33, diz assim. 6.33. Busca, pois, em primeiro lugar o seu reino. Isto é o reino de Deus. E a sua justiça. A justiça de Deus. E todas estas coisas vos serão acrescentadas. Buscai primeiro o reino de Deus. Deve ser a nossa busca principal, o nosso foco, a nossa prioridade número um. E como é que buscamos o reino de Deus? Praticando, vivendo, tendo fome e sede pela justiça de Deus. Não é nossa própria justiça, é a justiça de Deus. Vejam também aqui como Paulo explicou este ponto um bocadinho melhor em Romanos capítulo 10. Eu liso assim.

Romanos capítulo 10. Diz-lhe, é assim. Irmãos, a boa vontade do meu coração e a minha súplica a Deus a favor de Elas, isto é dos Israelitas, isto é das outras pessoas à nossa volta, à volta do mundo, digamos assim, neste caso, são para que sejam salvos. Porque lhes doutes demunho de que eles têm zelo por Deus. Sim. Eu lhes doutes demunho que as pessoas à nossa volta têm um zelo por Deus. Sim, vemos muitas pessoas que querem ser, digamos assim, religiosas e são religiosas e têm este zelo, tal é religião, por Deus, sim, têm este zelo. Porém, não com entendimento.

As pessoas são zelosas pela religião, querem ser, querem ser piadosas, querem seguir a Deus, mas não o fazem com entendimento. Por quê? Versículo 3. Por quanto? Desconhecendo a justiça de Deus. Desconhecem, não sabem a justiça de Deus. E porque não sabem a justiça de Deus, procuram estabelecer a sua própria justiça. Procuram estabelecer a sua própria justiça. Isso me faz me lembrar da árvore do conhecimento do bem e do mal, que as pessoas querem ter o seu próprio conhecimento do bem e do mal, da justiça, em vez seguirem a árvore da vida que é o conhecimento que Deus nos dá do que é do bem e do mal. Porque diz assim, não se jateram a justiça que vem de Deus. Isto é a árvore da vida. Vê-se aqui que as pessoas, perdão, são zelosas, são zelosas por Deus, mas esse zelo não é com entendimento. Porque diz assim, desconhecem, não sabem a justiça de Deus e procuram estabelecer a sua própria justiça. É que tal problema? É que tal problema? Porque não se sejeitam a justiça que vem de Deus. Porque quando as pessoas ouvem acerca de justiça que vem de Deus, dizem, ah, não é preciso fazer isso. Ou não preciso fazer isso. Ou esse não é aplicado a mim. Ou tem sempre uma desculpa. Sempre uma desculpa a dizer que não precisam, por exemplo, observar o sábado. Ou, por exemplo, que certas relações sexuais estão OK com Deus, enquanto que não estão. Certas relações pecaminosas não estão corretas. E as pessoas dizem, ah, não, isso, essas coisas. Agora temos numa geração nova. Então, é sempre uma desculpa, porque é porque não se sejeitam a justiça que vem de Deus. Procuram estabelecer a sua própria. Porque? Versículo 4. O fim da lei. O fim da lei. O propósito. O exemplar. O... Aquele que cumpriu a lei de uma perfeita maneira que completou a lei, que nos dá o ensino completo da lei, que nos dá... O ensino completo. O fim, o máximo. Que preencheu. Que cumpriu a lei toda. E, por isso, nos dá um exemplo perfeito de como cumprir a lei. O fim da lei. É Cristo. É o nosso exemplo. É quem nós devemos olhar como o nosso... o exemplo da justiça de Deus. Porque, ao fim de contas, é Cristo. É Cristo. Que é o nosso exemplo. Para a justiça de todo aquele que crê. Para a justiça de todo aquele que acredita em Cristo. E acreditar em Cristo é fazer o que ele diz para nós fazermos. Se eu acredito nele, vou fazer o que ele diz para eu fazer. E vejam, então, continuando no versículo 14. Como podem invocar aquele que não creram? E, então, como podem invocar aquele que não acreditaram? E como vão crer em Cristo naquele de que nada ouviram? Se não ouviram o nome de Cristo, como podem crer nele? Porque ele é o fim da lei, ele é o pináculo, o cúmulo, o exemplo de que nós devemos olhar para a justiça de Deus.

E como crerão naquele de que nada ouviram? E como virão se não há quem pregue? E como pregarão se não forem enviados? Cristo, irmãos, não posso, uma pessoa não pode decidir por si própria dizer, eu vou ser um pastor. E por um nome à sua volta, dizer, eu sou um pastor de Cristo. Não, temos que serem enviados por Cristo, para sermos um pastor representante de Cristo. Este mundo está cheio de pessoas a dizer, ah, eu sou, isto ou aquilo ou outro. Imagino, por exemplo, uma pessoa quer ir trabalhar para uma companhia e é um representante dessa companhia. Uma pessoa que é um representante dessa companhia é enviado por essa companhia e é parte dessa companhia. Eu não posso dizer, ah, eu pretendo que aquela companhia sou representante daquela companhia, não sou. Tem que ser enviado por essa companhia, exatamente, com Deus. Para pregar, temos que ser enviados. E a decisão de Deus, quem envia, é decisão de Cristo quem envia. Não posso decretar a mim próprio de ser um pastor. Tem que ser enviado por Deus. E por isso diz assim, como invokerão aquele que não quereram e como quererão aquele que não ouviram. E como ouvirão se não há quem pregue e compregarão se não forem enviados? Como está escrito? Quão formosos são os pés dos que anunciam coisas boas, a boa nova do reino de Deus.

Mas nem todos obteceram ao evangelho, pois exigias diz, Senhor quem gratitou na nossa pregação. E assim, a fé, a fé, vem, vem por ouvirem pela pregação. E a pregação, pela palavra de Deus. Há um meio de revista e autorizada diz de Cristo, mas o grego aí diz Deus. É a palavra de Deus. Sim, ao fim de contas, o verbo, o verbo Cristo. É a palavra de Deus. E por isso, Cris Irmãos, a fé, vem, a fé, vem, pela sabedoria correta, pela árvore da vida, e não pela árvore do conhecimento do bem e do mal. E essa árvore da vida é a doutrina de Cristo. É a palavra de Deus, que é Cristo, que é o verbo. E Cris Irmãos, aqueles que são enviados e aqueles que estão a pregar para as pessoas poderem crerem, estão a fazer a obra de Deus. Por isso, pregar o evangelho de Jesus Cristo, que foi o evangelho que Ele pregou, que foi o evangelho do reino de Deus, como podem lerem marco 1, versículo 1 e versículo 14. O evangelho do reino de Deus, que foi o evangelho que Jesus Cristo pregou, é parte de fazer a obra de Deus. E por isso, o que Jesus Cristo pregou, que é a palavra de Cristo, que é o evangelho do reino de Deus, e pregar isso, fazer a obra de Deus, é parte do ensinamento de Cristo. E esse ensinamento, essa sabedoria correta, essa doutrina correta, é ao fim de contas o que Jesus Cristo nos ensinou e a quem nós devemos estar a olhar, que é o fim da lei, que é o pináculo, que é a justiça de Deus.

Querias irmãos, por isso, temos que ter fome e sede pela justiça de Deus, e parte disso é ter uma fome e sede para que a obra de Deus seja feita na tua vida, na nossa vida. Então, tu estarás farto, digamos assim, cheio, cheio do Espírito Santo Deus, porque o Espírito Santo Deus vai dar o poder, energia e o entusiasmo de obtecer-se a Ele. E as leis de Deus são amor, amor para com Deus e amor para com outros, e assim, ao mesmo tempo, de servir-os a Ele e a outros. E por isso, se queres crescer na Igreja de Deus como um cristão, tens que ter à tua mente, à tua mentalidade, o teu foco de buscar a justiça de Deus, que é a maneira de buscar o reino de Deus. E para buscar a justiça de Deus, sabemos que Jesus Cristo é o fim de lei, é o exemplo de justiça de Deus, que nós temos que olhar. E Ele, os ensinamentos de Ele, e a palavra de Ele, e a fé que vem pela palavra de Cristo, é o que precisamos. E por isso, se queremos crescer na Igreja de Deus, temos que ter uma mente bem focada na obra de Deus, no que Deus tem a sua mente focada. Deus tem o seu foco, a sua mentalidade, o seu desejo, é fazer a obra Dele. E por isso nós, quando temos a nossa mente, na mesma, digamos assim, no mesmo pensamento, nos mesmos intenções que Deus tem, então, vamos crescer. Por isso, queridos irmãos, para fazer e para ser parte do trabalho de Deus, para fazer o trabalho de Deus e para ser parte do trabalho de Deus. Então, precisamos de estar cheios do Espírito Santo Deus e, quando concentramos nisso, vamos nos encher do Espírito Santo Deus, porque estamos a praticar a fé, estamos a praticar a sua justiça e estamos a andar no caminho correto. Isto é, a ter fome e sede pela justiça. Ao fim de contas, vejam como Jesus Cristo concordou, como este ponto, quando descreveu em João 4,34. João 4,34. Ele disse o seguinte. João 4,34. Diz assim. Diz-os Jesus, a minha comida consiste em fazer a vontade daquele que me enviou e realizar a sua obra. A minha comida, a comida de Cristo e é o que ele tinha fome de comer, a comida dele. É de fazer a vontade de Deus-Pai e de fazer a obra de Deus-Pai, a obra de Deus. Isso é comida de Cristo. E se essa é, ou era, a comida de Cristo, igualmente não vamos estar errados. Se essa for a nossa comida também. Para estarmos cheios do Espírito Santo de Deus. Por isso, o que é que precisamos de fazer para fazer isso? Vamos então começar a pregar a todas as outras pessoas? O que temos de fazer primeiro? Primeiro, temos que ter uma vida transformada. Sim, porque senão é como nós estamos a dizer aos nossos filhos, olha, faz isto, faz aquilo, faz aquilo outro, mas não fazemos os nossos próprios. Os nossos filhos veem logo. Não vou seguir o exemplo de um pai, porque ele diz uma coisa mas faz outra. Por isso temos que fazer primeiro. É praticar a vida. Transformar a nossa vida para termos uma vida transformada da maneira que Deus quer. Parecermos um novo homem para tirarmos o velho homem e vivermos com um novo homem de uma maneira diferente. Uma vida transformada. Vejam comigo se faz favor em João capítulo 6, versículos 63 a 66. 6, 63 a 66.

Diz assim, o Espírito é que vifica. É o Espírito. O Espírito nos dá esta vida nova de estarmos transformados, de vivermos de uma maneira diferente. É o Espírito Santo de Deus. É o Espírito Santo em nós vivendo, em nós vivendo dentro do Espírito. É o Espírito que nos dá esta vida nova, o novo homem. A vivermos de acordo com os princípios da maneira que Deus quer que nós vivemos.

A carne para nada aproveita. Por isso, temos de ser transformados dos caminhos da carne para os caminhos do Espírito. É uma transformação que nós temos de ter internamente em nós próprios primeiros. As palavras que eu vos tenho dito são o Espírito e são a vida. As palavras de Cristo. A palavra de Cristo. A palavra como lemos há pouco em Mateus. A palavra de Deus.

São o Espírito e são a vida. São o Espírito de Deus e são a vida interna.

Com tudo há descrentos entre vós. Isto é. Não acreditam. Por quê? Porque não praticam. Porque não obedecem. Não tratam a transformar as vidas. Pois Deus sabia desde o princípio quais eram os que não criam e quem o havia a trair. Ele sabia muito bem as pessoas que estavam a crer nele e que vence, queridos irmãos, quando estamos a obedecer a Deus, começamos a ter este discernimento que se vê na cara de certas pessoas. Vence na cara. Começamos a ter um discernimento espiritual.

Quando as pessoas têm uma atitude e um desejo, uma motivação de querer obedecer a Deus. Vence, vence. Na maneira que fazem coisas, da maneira que falam, vence. E por isso Jesus sabia desde o princípio quais eram os que não criam e quem o havia a trair também. E prosseguiu. O causa disto é que os tenho dito. Ninguém poderá vir a mim. Se pelo Pai não lhe for concedido. Vocês não podem vir a mim. Não podem ser cristãos. Não podem seguir-me. Se o Pai não vos chamar. Palavras difíceis para as pessoas entenderem. Mas é verdade. É as palavras de Cristo. Ninguém pode vir a Cristo. Se pelo Pai não lhe for concedido. Não lhe for dado pelo Pai. A vista disso, muitos dos seus discípulos o abandonaram e já não andavam com ele.

Quando ele começou a dirigir e a apontar as pessoas para viverem uma vida espiritual e para se transformarem, para serem diferentes e viverem de maneira diferente, deixaram. Não quiseram. Não quiseram seguir a Cristo. É um caminho apertado e poucos o acharão. É um caminho apertado e poucos o acharão.

Vejam comigo também. Em Germias 5. Germias 5. Germias 5. Versículo 30 a 31. Esta é uma escritura muito interessante, muito interessante e que pessoas não têm reparado.

Porque? O que acontece, queridos irmãos? É que devemos viver uma vida transformada.

Temos que ter uma vida transformada. E essa autorização é concedida por Deus. Mas, queridos irmãos, há muitas pessoas que parecem ter uma vida transformada, mas não estão. Que parecem ser pastores, mas não são. Que dizem que são pastores, mas não são, porque não foram enviados, como lemos há pouco. Não foram enviados e o mundo está cheio, cheio, cheio de pastores, que dizem que são pastores. Mas que não foram enviados. Não nos foi concedido essa responsabilidade pelo Pai. E, por isso, muitos pastores levaram pessoas ao mal e as pessoas dizem, ah, é culpa dos pastores. Sim, é culpa dos pastores, mas não é só a culpa dos pastores. Leia um comigo aqui, versículo 30 e 31 de geramia 5. Dizem coisas espantosas e horrendas se está fazendo na terra. Isto é uma coisa espantosa, é uma coisa horrenda. Queres irmãos, vocês possam simplesmente abrem e vêm coisas na televisão. E o que eu vou te escrever agora são coisas espantosas e horrendas que estão a acontecer na vossa televisão, em vossa casa, se vocês abrirem esses canais da televisão, vêm o que está aqui profetizado. Vêm, abrem os olhos, vêm!

Coisas espantosas e horrendas se andam fazendo na terra. Os profetas profetizam falsamente. Isto é, estes pastores na televisão estão a pregar mentiras.

É o que diz? É o que diz aqui na Bíblia. Não acredita em o que estou a dizer, acredita em o que a Bíblia diz. É o que diz aqui, os profetas profetizam falsamente.

E os sacerdotes dominam, dominam, de mãos dadas com eles, com estes profetas. Isto é, com a força deles. Ligados a estes profetas, os sacerdotes, os profetas, os pastores e os homens-ins na televisão e todos dominam com esta mesma coisa.

Coisas irmãos, é uma coisa espantosa e horrenda que está a acontecer na terra. Mas depois continua aqui, diz assim. E é o que deseja o meu povo. É o que as pessoas querem.

As pessoas querem mentiras, as pessoas não querem ouvir a verdade de Deus, não querem ouvir, desligam-se, é a palavra Deus desligam, não querem ouvir a verdade. Querem ouvir mentiras, querem ser dominadas.

Por isso, sim, cris irmãos, a liderança não está a seguir o caminho certo, mas o povo também, o povo, ama, gosta, desse caminho falso. Sim, a liderança querem poder, querem prestígio, querem ser importantes, querem ter influência, querem ter autoridade.

Mas o povo gosta dessas falsificações. Por isso, cris irmãos, a autoridade vem de Deus e as pessoas têm que ser transformadas, tanto a liderança como o povo têm que ser transformadas. Precisamos de transformar a nossa vida, precisamos de ser ou viver uma vida transformada, antes de estar a pregar a outros, porque senão somos hipócritas. Vejam o caminho que se faz favor em Romanos, capítulo 12.

Vamos começar a ler no versículo 1. Diz assim, rogo-vos, pôs irmãos, pela misericórdia de Deus, por favor, por favor, irmãos, pela misericórdia de Deus, tapal aqui a rugar. Então, nós vamos dizer o mesmo, que façam o quê? Que apresenteis o vosso corpo por sacrifício vivo, santo e agradável a Deus. Façam um sacrifício físico com vosso corpo, que é o vosso culto racional, que é o que Deus quer que tu faças e que eu faça. Há uma coisa, simplesmente, necessária. É o que Deus quer, que façamos um sacrifício físico. Porque vivemos num mundo, está cheio de falsidades, está cheio de mentiras, em que coisas espantosas e horrendas estão a acontecer, e por isso devemos apresentar o nosso corpo por sacrifício. Mas não é só no corpo, porque diz no versículo 2. E não vos conformeis com este século, com esta idade, com este mundo à nossa volta, mas transforma-vos pela renovação da vossa mente. A palavra transformar aqui vem de metamorfases, que é uma transformação completa, transforma-vos pela renovação da nossa mente. Temos que sair da nossa justiça, que é como trapo da imundícia, para a justiça de Deus, a árvore da vida, que é representada, por Cristo, que é o fim da lei, que cumpriu e obteceu a toda a lei, que é o pináculo, que é o exemplo final da lei.

Por isso precisamos transformar por uma mudança completa de uma vida de trapos e de justiça que é cheia de imundícia, para uma justiça que é a justiça de Deus. É uma transformação interna que tem a acontecer na nossa mente, através da ajuda do Espírito Santo de Deus em nós, a mudarmos para sermos pessoas diferentes. Completa coisa diferente. O mundo hoje em dia não tem o Espírito de Deus, o mundo em Lê tem o Espírito Diabólico! Diabólico! Para que experimentais qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus. Isto é a vontade de Deus, é o que Deus quer que tu faças, que te mudes. Continuando no versículo 3. Por que pela graça que me foi dada, diga cada um dentro de vós que não pense de si mesmo além do que convém. Isto é, não pense que as pessoas muito importantes, porque não é, não sou, não somos. Antes pense como a mudração, segundo a medida da fé que Deus repartiu a cada um. Porque assim, como não só o corpo, temos muitos membros, mas nem todos membros têm a mesma função, se nós somos várias pessoas, mas somos um só corpo. Este ponto de 1, como Deus vê 1, precisamos entender, não é uma pessoa, somos várias pessoas, somos vários membros, mas somos um corpo. É como o homem e a mulher se casam e tornam-se um corpo. 1 é como Jesus Cristo e Deus Pai. São 2 pessoas diferentes, mas são 1. Parecermos parte, nós vamos ser filhos e filhas deles, para sermos 1 com ele, um corpo, uma entidade. O significado 1, para Deus, é uma união, uma unicidade muito especial. Em mente, em maneira de pensar, em visão, em maneira de ser, é uma unidade muito especial. Versículo 5. Sim, também nós, com quanto muitos, somos 1 só corpo em Cristo. E membros, uns dos outros. Tendo porém diferentes domes, segunda graça que nos foi dada. E por isso temos várias habilitações, vários talentos, várias domes. Com a forma de Deus nos deu. Alguns temos domes para pregar. Segundo a proporção da fé.

Se profecia, seja a segunda proporção da fé. Se é ministério, se é parecermos um ministro, a carinhária, a tomária, para ajudar outras pessoas, para hoje servir para esse serviço, para uma questão de serviço de carinhária, sermos carinhosos para outras, dediquemos-nos a esse ministério de serviço. Se somos professores, se somos educadores, esmarece-o e faz-o. Faz-o, de melhor maneira possível. Como um professor, ou o que exorta, faça-o com dedicação. O que está a encorajar as outras pessoas, certas pessoas têm um dom de encorajamento, um dom especial a encorajar um ao outro. Faça-o com dedicação. O que contribui, contribui a que alguns têm uma possibilidade de contribuir mais para a obra de Deus, para que a obra de Deus, com seus dísimos e com suas ofertas, faça-o com liberalidade. O que preside, com delegência. Se, por exemplo, tem uma responsabilidade sobre uma certa área, uma responsabilidade administrativa sobre uma certa área, faça-o com delegência. Tem uma responsabilidade, por exemplo, de ser um tradutor, faça-o com delegência. Quem exerce exerce misericórdia. Se nós estamos com outras pessoas e precisamos de dar perdão e de perdoar e termos ricórdia para outras pessoas, devemos de o fazer com alegria. Cristianismo. Ser um verdadeiro cristão não é uma organização. Ser um verdadeiro cristão não é uma administração. Mas ser um verdadeiro cristão é uma prática de aplicarmos estes dons do Espírito Santo que nós tenhamos. Conforme temos essa possibilidade, que Deus nos dá através do Espírito Santo e pôla em prática. Porque é parte de servir. E então, no versículo 9, dá um outro que diz se a nossa don é de amor, então que o amor seja sem hipocricia. Seja o real. Por isso, há vários dons. Há vários dons. E Deus distribui esses dons conforme Ele deseja. Deus distribui esses talentos, essas habilidades conforme Ele deseja. Veja, por exemplo, em 1 Coríntios, 1º livro de Coríntios, capítulo 12, versículo 11. 1 Coríntios 12, versículo 11. Mas um só e o mesmo Espírito realiza todas essas coisas. É o Espírito de Deus, só um Espírito. Distribuindo-as, como lhe apraço. Distribuindo estas coisas todas, estes dons. Conhecimento, sabedoria, de fé, de cernir, de várias capacidades, ser um tradutor. Seja o que for. Distribuindo-as, como lhe apraço, a cada um individualmente. A cada um individualmente. É o Espírito que distribui, como lhe apraço. É Deus através do Espírito Santo. É Deus através do Espírito Santo. O Espírito Santo é o poder de Deus. Através disso, que distribui, através do Espírito Santo, a cada pessoa, certos talentos e habilidades, como lhe apraço. Como apraço a Deus. A cada um individualmente. Não é uma organização, não é uma administração.

E o maior destes donos todos é o amor, como podem ler em 1 Coríntios 13, versículo 13. Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor. Estes três, porém, o maior deles é o amor. Pois, como podem ler, no versículo 1 a 3, desse mesmo capítulo, vocês podem ter grandes capacidades de ter conhecimento, de saber profecias, de sei lá, seja o que for. Mas se não tivermos amor, não vale nada. Leiam este capítulo, uma vez mais, um Coríntio 13. Porque precisamos ter um amor verdadeiro, que é o caminho de dar, de dar, de sofrer por outros. E por isso, queris irmãos, é que diz que nós devemos ser uma luz. Vamos ser uma luz. Leiam em Mateus capítulo 5. Mateus capítulo 5. Mateus capítulo 5.

Versículo 14 a 16. Vossois a luz do mundo. Não se pode esconder a cidade dedicada sobre o monte, nem se acenda uma candeia para colocá-la de baixo do alqueiro, mas no velador, e ilumina a todos os que se encontram na caça. Sim, podemos a luz num sítio para iluminar? E queris irmãos, uma coisa acerca da luz. A luz não faz barulho. A luz não irrita.

A luz não nos chateia.

Uma luz agradável, que ilumina. Nós devemos ser uma luz. E por isso, em primeiro lugar, temos que praticar, antes de pregar. A nossa responsabilidade, número um, é praticar, é termos uma vida transformada. E se não sabemos ainda como transformar a nossa vida, precisamos de primeiro, por isso em prática, e viver uma vida de cristianismo correta, antes de estar a pregar a outros. Como é que vamos estar a dizer aos nossos filhos, se não praticamos as coisas que estamos a dizer a eles? Exatamente. No cristianismo, precisamos de praticar primeiro. Precisamos de viver uma vida transformada, com uma renovação, uma transformação mental, como vimos. Então, podemos suportar a Igreja, a Igreja de Deus, o corpo de Deus, que está a fazer a obra de Deus. A entidade, organizada fisicamente, como uma organização, sim, de baixo da liderança do Espírito Santo de Deus, para fazer a obra de Deus. Vejam comigo em Atos 2, 2, 11. Diz aí, tanto os judeus compram célicos, crentes, acritenses e arábios, e como outras nações que estava a falar. Como os ouvimos falar em nossas próprias línguas, as grandezas de Deus? Todas estas nações ouviram. O milagre foi não ouvir. Todos eles ouviam nas línguas de Deus.

O que Pedro estava a dizer, a sério das grandezas de Deus, e os outros estavam a falar das grandezas de Deus. E, por isso, conforme os verdadeiros discípulos, aquele Cento e Vim estavam a proclamar as grandezas de Deus, as outras pessoas ouviram e compreenderam e entenderam. E vejam, então, no versículo 22. Então, disse assim, e vê-se aqui o começo do discurso de Pedro, que diz assim, Pedro, que diz assim, Atendei a estas palavras.

Vê-se aqui que Pedro, a vida de Pedro, que um mês e pouco antes, ou dois meses antes, dois meses e meio, digamos assim, anos, tinha negado a Cristo e a dizer, até ter ouvido o Gaula cantar, Pedro agora não estava a negar, porque estava cheio do Espírito de Santo de Deus. E quando o Espírito de Santo de Deus foi permitido por Pedro a tomar uma liderança na vida dele, e ele transformou a vida dele e começou a viver uma vida diferente.

O que é que ele fez? Ele, então, pregou a Palavra de Deus.

Pregou a Palavra de Deus. Foi concedido a ele pregar a Palavra de Deus. Foi enviado para pregar a Palavra de Deus. Então, pregou. E, por isso, cheio do Espírito de Santo, digamos assim, farto do Espírito de Santo, cheio do Espírito de Santo, ele, então, pregou a Palavra de Deus. E vejam, então, o resultado. Atos 4, Atos 4, 31. Diz aqui, Tenei-lhes orado, Trumeu o lugar onde estavam reunidos, todos ficaram cheios do Espírito de Santo, e, com entropidez, anunciavam a Palavra de Deus. Quando estavam cheios do Espírito de Santo, falavam a Palavra de Deus.

E vejam, assim, então, um padrão que era repetido através do livro dos atos, por exemplo, no caso de Estevão, em Atos 6, no caso de Paulo, em Atos 13, e através do resto do livro, que quando o Espírito de Santo enche a tua vida, então Deus abre a tua boca para falar com força, com entropidez, a Palavra de Deus.

Por isso, nós, uma vez que estejamos transformados, e sejamos um exemplo, então nós podemos abrir a boca, conforme pessoas preguntem a razão da nossa fé, e podemos, então, compartilhar com pessoas a razão da nossa fé. E, então, pregamos pela maneira de dizemos, respondemos a perguntas que as pessoas fazem a nós, e, por isso, estamos a suportar a fazer, a ajudar, a fazer a obra da Igreja de pregar o evangelho do reino de Deus.

E, então, a Igreja, conforme nós suportamos a Igreja, que temos o Espírito de Santo, e suportamos fisicamente, e encorajamos uns os outros, aqueles que são enviados a pregar, como vimos, como lemos, há pouco, então podem pregar o evangelho do reino de Deus, como um disto-munho a todas as nações. E o resultado, então, é que o povo é preparado. Um povo é preparado.

Digamos assim, a Igreja, então, torna-se uma Igreja, que esteja a seifar pessoas. E, por isso, o povo é preparado. Como disse, em primeiro lugar, precisamos transformar-a nós próprios, com a ajuda do Espírito Santo de Deus. Precisamos viver uma vida transformada, uma mente renovada. Então, depois, em segundo lugar, a Igreja de Deus, um sinal identificador da Igreja de Deus, nós, coletivamente, é que estamos a pregar a Palavra de Deus, o Evangelho de Deus.

E, em terceiro lugar, estamos a preparar o povo, porque estamos a preparar um povo para a Grande Seifa, que é o trabalho da Igreja, é de preparar o campo, preparar isso, para quando os anjos vierem com os deus Cristo para seifar a terra. As pessoas estejam prontas. E, ve-se, então, em Atos capítulo 2, que vieram pessoas de todos os locais, e, então, ve-se que o resultado foi, como podem ler no versículo 41, que 3 mil pessoas foram batizadas nesse dia.

Ve-se, assim, que foi um grande grupo de pessoas que começaram a converter e a mudar e viver de uma maneira diferente. E, então, essas pessoas que foram convertidas e aprenderam este conhecimento foram para os seus vários países, para as suas várias nações, porque tinham vindo de muitos países, como leem em Atos 2, e quando foram para as suas próprias cidades e terras, foram e disseram das grandezas de Deus que viram.

E, por isso, a palavra Deus se espalhou. Primeiro, foram vidas transformadas. Segundo, falaram, disseram e aqueles que foram enviados para pregar, pregaram como uma igreja, mas as pessoas, quando a fé, perguntavam a sério que era a razão da fé, falavam da palavra Deus, quando estão cheios de Espíritos de Deus, falam das palavras Deus.

E, em terceiro lugar, ou frutos de preparar um povo para seifar, para criar, é, ter um povo que começou a ir para as outras terras do Romano, do Império Romano, durante o primeiro século, e assim, a palavra Deus se espalhou, por isso. É a mesma coisa que nós temos que fazer hoje. Nós temos que fazer pregar, e, conforme pregamos, vai haver uma grande grupo de pessoas que se vai arrepender. Quando as condições tiveram certas, quando as condições tiverem certas, vejam aqui em Apocalipse, capítulo 7, Apocalipse, capítulo 7, versículo 9 diz assim, e depois destas coisas vi e eis uma grande multidão, multidão, que ninguém podia enumorar todas as nações, tribos, povos e línguas, em pé, de ação, e de ação, de a chapters, povos e línguas, em pé, diante do trono e diante do cordeiro, vestidos de vestidores brancas com palmas nas mãos.

Vê-se aí uma quantidade de pessoas que ficaram convertidas, depois, ou que saíram durante o período de grande tribulação, como vêem no versículo 14 da Apocalipse 7, que são estes os que vêm da grande tribulação. Por isso uma condição oveia, que as pessoas, então, que estão com a grande tribulação, e então vão dizer, ah, o que a Igreja de Deus nos estava a dizer, estava correto, e então arrependem-se, e então, vai haver uma grande conversão de pessoas, uma grande multidão, que, então, se vestem de branco, como as pessoas que estão convertidas, que estão arrependidas, estão vestidas de branco, e quando oramos, se nos apresentamos a Igreja de Deus.

E por isso, queridos irmãos, o Dia de Pentecostes, o Dia de Pentecostes representa o começo do veículo mundial, digamos assim, que é a Igreja de Deus, para seifar, para ajudar, para cuidar, para pregar, para preparar o povo para a grande colheita quando for o período da colheita. É a responsabilidade da Igreja de Deus de preparar um povo. Vejam, por exemplo, em João 4, versículo 35, João 4, versículo 35, João 4, versículo 35, diz assim, não dizeris vós que ainda há 4 meses até a seifa, eu porém vos digo, erguei os olhos, vei dos campos, pois já abranquei-on para a seifa.

Há muitas pessoas aí que estão prontas para ouvir a verdade. Talvez, não estejam bem, prontos a se arrepender, mas estão a ouvir a verdade, e esta semente vai entrar na cabeça de Deus. E quando as condições tiverem certas para acolher-te, arrependerão-se e vão ser parte desta grande multidão. E, por isso, tu, eu e nós temos uma grande responsabilidade com membros da Igreja de Deus. Na nossa responsabilidade individual e coletiva e a nossa responsabilidade é uma que precisamos de praticar, transformar a nossa vida para não sermos hipócritas.

Precisamos de estar cheios do Espírito Santo de Deus, quando transformamos a nossa vida, por seguirmos, ou queremos, ou buscamos a justiça de Deus. E, então, estamos cheios do Espírito Santo, e automaticamente suportamos a obra de Deus, porque a nossa mente está na obra de Deus, e, por isso, vamos crescer na Igreja de Deus, no conhecimento de Deus, porque a nossa mente está na obra de Deus, e vamos ajudar e suportar a obra da pregação do Reino de Deus, que é o Evangelho de Jesus Cristo.

E, então, ao mesmo tempo, estamos a ajudar a grande missão da Igreja de Deus, que é a obra de Deus, que é de preparar um povo para a grande colheita que está para vir durante a segunda vinda de Cristo. Cris irmãos, como vimos para identificarmos a verdadeira Igreja de Deus? A verdadeira Igreja de Deus que Jesus Cristo iniciou em Pentecostes, vimos no sermão prévio que precisamos ter uma mente, um espírito, uma daltrina, uma união mental e densínio.

Precisamos ter uma união de corpo, do corpo espiritual, que é a Igreja de Deus. Precisamos ser uma Igreja que ora e jua ocasionalmente. Precisamos também de estarmos cheios, preenchidos completamente. Digamos assim, fartos do Espírito Santo de Deus. Precisamos ser uma Igreja cheia, preenchida com o Espírito Santo de Deus. Uma Igreja que tenha fome e sede pela justiça de Deus.

Precisamos isso e precermos assim. Precisamos individualmente ser uma luz e vivermos uma vida transformada praticando e pondo em prática e vivendo os princípios e as leis de Deus, mas assim também praticando e pondo em prática as habilidades, os talentos e as capacidades que o Espírito Santo de Deus nos dá através de amor e serviço de uns para os outros suportando e pregando o evangelho do reino de Deus e como um grupo coletivo ajudando na preparação de um povo, ajudando uns aos outros para estarmos uns aos outros com carinho, encorajando a uns aos outros para nos prepararmos para a grande culheita que aconselhará quando Jesus Cristo vier.

Queridos irmãos, mantenham-se fiéis à verdade e peçam diariamente a Deus para vos dar o pão diário, o pão da vida que nós precisamos, que é o Espírito Santo de Deus na sua vida e na nossa vida.

Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).