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…" Contingae...
Uh, para tudo prevém de Deus … que ... nos reconseliou consigo mesmo... Por meio de Cristo. E nos deu o Ministério da Reconciliação. Crizes irmãos, isto não é simplesmente um caso de convivermos uns com os outros. É o caso de que somos chamados para um relacionamento de família com o Pai e com o nosso irmão mais velho, Jesus Cristo. E que Deus reconciliou consigo o mundo através de Jesus Cristo. E por isso hoje, Crizes irmãos, eu quero falar acerca deste Ministério da Reconciliação e especificamente acerca da abordagem do ofendido, daquela pessoa que foi ofendida.
Ora, eu já dei vários sermões acerca do Ministério da Reconciliação. Há uns meses atrás dei um emitulado a palavra de reconciliação. E há uns dois anos atrás, tem um outro sermão que deu ou mencionou cinco causas de problemas que precisam de ser resolvidos, digamos assim, para conseguirmos termos uma reconciliação. E juntando esses dois sermões, deixe-me dar um somário breve de sossegar cinco pontos importantes. O primeiro é que estamos em conflito com Deus e consequentemente estamos em conflito um com o outro. Isto é, por natureza nós estamos ou somos inimigos de Deus. Existe um grande abismo, digamos assim, entre nós, a humanidade e Deus. E então Jesus Cristo veio para pagar o preço.
O preço desta pena, deste abismo que nós criámos para pagar esse preço. E depois voltou ao Pai. Quando voltou ao Pai, Ele nos enviou o Espírito Santo de Deus, que é a mentalidade, é o poder e a força, a maneira de pensar, de ver a maneira que a atitude que Deus tem, que Jesus Cristo tem, Ele nos deu essa mente, que dizemos geralmente mente, mas não é a mente própria, não é o cérebro próprio Dela, mas é a mentalidade, a maneira de ver e pensar. É o que referimos quando dizemos a mentalidade de Cristo que tem de estar em nós, é este sentimento, esta maneira de ver as coisas. Então, Ele nos deu o seu Espírito, que é esta mentalidade, que é este sentimento, que é esta maneira de ver as coisas, para mudar a nossa natureza humana que está corroída, para mudar esta natureza humana, para ficarmos como a natureza de Vina. E isto, então, quer dizer que Ele nos deu esta natureza, esta mentalidade, e então existe este conflito dentro de nós agora. Estamos em guerra com nós mesmos, porque estamos a lutar, através do Espírito de Santo Deus, desta mentalidade, desta maneira de pensar, que Deus nos dada, que nos ajuda a ver as coisas de uma maneira diferente, contra a nossa natureza humana corrupta. E, então, temos que começar a exercer domínio próprio, domínio próprio, para vencer. Lembrem-se que Deus nunca nos controla, Ele nos guia, nos dá uma direção, mas a nossa natureza humana pensa que sabe melhor, e por isso há este conflito dentro de nós e temos que vencer, temos que mudar, e isto é o começo, neste passo de reconciliação, deste caminho de reconciliação. Isto é a mudança da nossa natureza humana corrupta. Isto tem que se atrecer através de um repórter, isto tem que se atrecer através de um arrependimento, tem que ser através de uma atitude que vem do nosso coração, de um coração puro e que não seja com uma decepção, não seja em nossa. Temos que estar preparados a perdoar e sermos ricordiosos, e temos que, por isso, nos arrependermos de uma maneira segundo Deus. Este é o primeiro ponto, que é o conflito com Deus. O segundo ponto é que nós, neste caso de reconciliação, com outras pessoas, queremos controlar o que as outras pessoas pensam. Queremos que as outras pessoas pensem como nós pensamos. E nós, para podermos ter uma reconciliação, temos que desistir deste desejo de querer controlar a nossa vida. Isto é, nós temos uma predisposição, digamos assim, de que nós fazemos nós próprios uns deuses, e queremos que as outras pessoas sejam como nós. Temos que deixar esse desejo de controlar as outras pessoas. O terceiro ponto é que precisamos de buscar a solução de Deus, em vez da nossa própria solução. Isto é, em vez de querer desejar, cumprir ou satisfazer os nossos desejos.
Nós, em outra palavra, temos uma expectativa que não é realística, que os outros é que vão controlar, ou que vão satisfazer a nossa necessidade de estarmos felizes.
E o caminho de Deus não é dessa maneira, porque o caminho de Deus é a única maneira de nós termos uma felicidade e alegria interna. E, por isso, esse é o terceiro ponto na reconciliação, que precisamos de buscar uma solução de Deus. E isso cobrimos, como eu disse, num sermão, intitulado Ministério da Reconciliação, que já deu. E que está no nosso site. Em quarto ponto, é que precisamos de buscar a cura de Deus. Isto é, nós temos uma necessidade de sermos serados, ou curados, emocionalmente. Mas não devemos de buscar essa cura emocional de outras pessoas, temos de buscar a cura de Deus. A nossa abordagem, geralmente, é quando somos ofendidos, a nossa abordagem, de uma maneira geral, é assim. Você me ofendeu. Você está errado. E, por isso, você tem que se mudar para eu me sentir bem, para eu estar curado. Essa é a abordagem normal das pessoas. Quando estamos ofendidos, você me amagou, você me machucou, você me ofendeu, e, por isso, você tem que mudar, tem que se arrepender, tem que mudar para eu me sentir melhor, para eu me sentir curado. Mas a abordagem de Deus é diferente. A abordagem de Deus é você o que está errado, você o que ofendeu, e, por isso, eu, isto é Deus, eu, Deus, não estou a falar de Deus, não estou a falar de Deus, mas estou a falar da abordagem de Deus. Deus, então, diz, Ele, Deus, tem que, então, vir e curar a nós, porque nós estamos errados. Vê-se a diferença aí. A abordagem do homem, você me ofendeu, e, por isso, você tem que mudar para eu me sentir melhor. A abordagem de Deus já diz, você está errado, e, por isso, Deus tem que reparar a você. Mas, ao fim de contas, é como a mesma maneira que nós temos o problema com o carro. Se o carro está avariado, eu tenho que ir reparar o carro. Não é? O carro está avariado, o motor tem um problema, eu tenho que ir bem. Então, eu tenho que reparar o motor. Mas, quando tratamos contra as pessoas, dissemos, olha, você está errado, então, você tem que se mudar para eu me sentir bem.
Mas, a títura de abordagem de Deus é diferente. Uma pessoa está errada, então Deus vê a necessidade de reparar os erros dessa pessoa, ajudar essa pessoa a se arrepender e mudar. É uma abordagem diferente. E, por isso, este quarto ponto é que nós temos, digamos assim, uma necessidade de sermos curados emocionalmente por outras pessoas. Enquanto que, em vez disso, nós precisamos da cura de Deus.
E o quinto ponto, no Ministério da Reconciliação, como a disse, foi num sermão que já dei, é que não é acerca de nós sermos os vencedores. Não é acerca de nós estarmos certos. Não é acerca de nós estarmos em cima de tudo. Por que? Porque precisamos ter cuidado com a arrogância. Por exemplo, de buscar humildade.
Então, como é que nos reconciliamos com outras pessoas? Considerando estes cinco pontos, como é que nos reconciliamos com outras pessoas? Se o Pai, o nosso Pai celestial, Deus, se o Pai e o nosso irmão mais velho, Jesus Cristo, nos reconciliou a eles, se eles nos reconciliaram a eles através de Jesus Cristo. Quando nós temos ofensas com outras pessoas, como é que chegamos à reconciliação? Porque estamos a falar de um Ministério de Reconciliação.
Como é que chegamos à Reconciliação? E por isso hoje, vou começar a falar acerca do ofendido, a abordagem do ofendido. No outro sermão, no futuro, falei acerca da abordagem daquilo que causa a ofensa.
E muitas pessoas pensam que começa com a responsabilidade de irmos falar ao irmão. Eu fui ofendido e por isso meu ponto de partida, muitas pessoas pensam, é que eu preciso de falar e resolver o assunto como irmão. Não é? Mas pensem bem. Isso é abordagem dizer, eu tenho que reparar o meu irmão, eu tenho que reparar o problema dele.
Mas cuidado, cuidado!
Lembrem-se que Deus nos oferece o perdão, antes de nós termos admitidos que tínhamos irrado. Pensem bem isso. Deus nos ofereceu o perdão, antes de nós admitirmos que estavam errados. Sim, o perdão de Deus já foi dado a nós, já foi oferecido a nós há dois mil anos atrás.
Antes de nós nascermos. Por isso, o arrependimento, o arrependimento é a resposta humana necessária de nós quando cometemos um pecado. Contra Deus ou contra qualquer outra pessoa. O arrependimento é a resposta humana necessária. Mas o perdão é o comportamento ou a conduta tipo de Cristo, da pessoa que foi ofendida.
O perdão é o comportamento ou a conduta, segundo Cristo, da pessoa que foi ofendida. Cristo nos ofereceu o perdão há muito tempo, antes de nós termos nos arrependido. Então, você foi ofendido? Você está chateado, magoado, machucado, irritado por qualquer outra pessoa, ofendido a você?
Então, como é que vamos resolver este problema? Vamos começar com a pessoa que foi ofendida, somos nós, por exemplo. Nós fomos ofendidos por outra pessoa. Vamos começar como o ofendido. Quando é o ponto número um? O ponto número um é que precisamos resolver o nosso conflito com Deus. Oh, mas você vai dizer, espera aí. Não é a primeira coisa que tem que ir falar com a outra pessoa? Tem que ir falar com a outra pessoa?
Para ele arrependers-se e pedir perdão?
Não. Não. A primeira coisa que temos que fazer é resolver o conflito que nós temos com Deus.
Precisamos seguir o exemplo de Deus que diz, eu perdoo-te, eu ofereço o perdão antes de arrependers-se.
Porque o perdão é a conduta, é o comportamento, segundo o Cristo, como Cristo. Perdão, não é um comportamento naturalmente da natureza humana.
Então, a onda que eu vou para obter a força, a energia, a coragem, para perdoar.
Eu vou a Deus. E, por isso, preciso resolver este conflito com Deus, porque esta pessoa me agrou. E agora, eu quero que ela pessoas um peça perdão.
Mas eu tenho que perdoar primeiro, para estar preparada, para oferecer o perdão primeiro. Isso é difícil. E, por isso, tenho um conflito com Deus, porque a maneira de Cristo, a maneira de Deus, é que nos oferece o perdão antes de nos arrependerem. Sim, esse perdão é completado, é chegado a uma reconciliação quando nos arrependemos. Mas o Ministério da Reconciliação, esse primeiro passo, é que precisamos ser como Cristo, é para conosco, oferecer o perdão a outra pessoa.
Por isso, antes de você lidar com o ofensor, antes de você ir falar com o ofensor, você tem que seguir esses cinco passos que mencionei acerca do Ministério da Reconciliação. O primeiro é resolver o seu conflito com Deus primeiro. E ter a certeza que você está completamente sarado, completamente curado no seu relacionamento com Deus.
Ora, queris irmãos, o perdão não significa que você vai ignorar a ofensa. Embora às vezes, significa isso. Mas de maneira geral, não significa que você vai ignorar a ofensa.
Não significa que o perdão não significa que você pretende que o pecado não existe. Não. Não significa isso. O perdão não significa que você vai eliminar o padrão do que é certo e o que é errado.
Mas o perdão significa que você desiste de fazer com que essa pessoa tenha necessidade de satisfazer as suas expectativas.
E se não, essa pessoa vai ter que sofrer. Queris irmãos, o perdão significa que você não está obsecado com a ofensa. Isto é, significa que você não está a pensar sempre, continuamente, acerca desta ofensa. Que esta ofensa está a comer a você, a mastiar aqui dentro de você.
O perdão significa que você não vai fofocar a seca de ofensa a outras pessoas. O perdão significa que você desiste esse desejo de ser inimigo contra aquela pessoa que ofendeu a você.
Isto não tem nada a ver com o padrão, mas tem a ver com o relacionamento entre o padrão e a pessoa. Quando você e eu, quando Deus perdoa, Ele não acaba com a lei? Não.
Mas Deus não tem mais inimizado, não está mais zangado com você. Quando Deus perdoa, Deus oferece-nos o perdão, mas quando nós nos arrependemos, então esse perdão é aplicado. Então, esse pecado, quando é completamente perdoado através do simbolismo, da ação, do compromisso que vocês fazem durante o batismo, esse pecado é eliminado, é tirado da memória dele e ele decide, ele decide não se lembrar. É uma decisão dele. Por isso, o perdão é o que você faz na sua mente e no seu coração.
Por exemplo, quando você está doente, está muito doente, tem muitas dores, ou seja, por razão, você está doente, a tensão está alta, está doente e você está preocupado com como vai exportar a família e coisas assim. Você está doente, estas dores, seja aqui, seja claro, no braço, nas cabeças, as coisas assim. Você só pensa acerca dessa doença. Você só pensa como você está doente.
Você não está a pensar como vai servir os outros e cuidar dos outros. Você só pensa, oh, eu estou amaguado, dói-me isto, dói-me aquilo. Isso é uma ser obcecado, ter isto completamente na mente, continuamente. É o que eu estou a referir quando a pessoa amagou a você.
Se você está obcecado, tem isto sempre na cabeça, está sempre a pensar isso. Você, então, ficou emocionalmente doente. Porque você só pensa que outra pessoa ofendeu você. Você está emocionalmente machucado.
O que é que se passa? Que se passa por causa deste, digamos assim, pecado, ou desta ofensa. Um abismo foi criado entre você e essa outra pessoa.
Tal como nós, pecamos contra Deus e houve-o a um abismo, quando pecamos, entre nós e Deus. Há um abismo, há um vale de separação. Mas Jesus Cristo veio para a Terra para pagar pelos nossos pecados. Ele atravessou esse abismo, pagou os nossos pecados e voltou pagando o preço, construindo esta ponte. Para nós nos podermos reconciliar com ele. Nos ofereceu o perdão, quando nos arrependemos. E quando nos arrependemos, além do perdão, quando nos arrependemos através do batismo, que é o compromisso do nosso arrependimento, o nosso voto a Deus que nos arrependemos. Ele também nos oferece o seu Espírito Santo. O seu Espírito Santo, que esta força, que esta ferramenta adicional, que esta mentalidade, esta maneira de ver as coisas, que vem em nós, que nos ajuda, que nos dá a força, que nós, está claro, temos que usar para vencermos, para mudarmos, para virmos a ser como Cristo é. E por isso é que diz, imitem a Deus como crianças, como dizem em Fésios capítulo 5, versículo 1, imitem a Deus. Está claro, não estou a falar que você esteja a roubar, ou cometer qualquer pecado, mas estou a dizer que imitar a Deus para atravessar esse abismo, como Cristo atravessou para nós, atravesse esse abismo para outra pessoa. Como?
Ofrecendo perdão.
Ofrecendo perdão. Mas você não consegue, não tem a força para isso, e precisa da força de Deus. Por isso temos que ir a Deus e estarmos perto de Deus, não estarmos em qualquer conflito com Ele, estarmos completamente unidos a Deus mentalmente, espiritualmente, de uma boa atitude correta, para termos esta força. Deu para poder nos perdoar. Por isso, se o seu esposo ofendeu a você, ou se sua esposa ofendeu a você, a primeira coisa a fazer não é em falar com o esposo, com os posos e dizer, olha, você é... Não, a primeira coisa a fazer é o quê? Ir resolver o conflito com Deus.
Vai e põe de direito com Deus primeiro. Em Mateus 18 temos um modelo de resolução, ou de como resolver um conflito. E começa com a pessoa que está ofendida. O que é que eu preciso fazer internamente para ser uma pessoa que traz paz?
Que faz paz.
E por isso precisamos estar a paz com nós mesmos, para podermos resolver o assunto, porque fomos, digamos assim, estragados, danificados por outra pessoa, emocionalmente, porque nos ofenderam. E lembrem-se que nós também danificamos outras pessoas. Não foi só as pessoas que nos ofenderam, nós danificamos as outras. Todos nós somos danificados, fomos danificados, ou danificamos. Todos fomos mascados, ou magoados, ou magoamos outras pessoas. E por isso precisamos aceitar que eu fui muscado, eu fui ofendido e eu também ofendi a outros.
E por isso preciso tomar a responsabilidade por isso. E lembrem-se que na maioria dos casos onde há um conflito, por exemplo, entre uma marida e mulher, como um exemplo, mas onde há um conflito entre duas pessoas, dois irmãos na igreja, onde há um conflito, ambos os partidos, ambos os membros, ambas as pessoas, ambos o marido e a mulher, ambos. Não foi só um, foi ambos. Maguaram um a outro. É como que não. O nosso filho vem dizer, olha, a minha irmã fez isto contra mim. E, meramente, o que é que vais para ser? Mas o que é que fizeste a tua irmã? Às vezes só pensamos a parte que o outro fez a nós, mas não pensamos que talvez uma coisa pequenina tivéssemos feito, que causou a outra a reagir e causou outra a uma reação maior e a coisa explodiu.
Amos as pessoas, amas as pessoas, amos partidos, as membras, nos dois lados, geralmente, estão em falta. E, por isso, nós somos os ofendidos, digamos, ter ver, talvez tenhamos ofendido também. E, por isso, precisamos resolver o nosso conflito com Deus.
E analisar e examinarmos a nós próprios o que fizemos para causar este conflito.
Então, vejamos, então, aqui, em Mateus, capítulo 18. Mateus, capítulo 18, vamos começar a ler, no versículo 21. Mateus 18, versículo 21.
Desculpe, irmãos, este sermão vai ser um bocado mais longo, mas é um assunto importante. Mateus 18, versículo 21. Então, Pedro, ao próximo ânus, lhe perguntou, Sr., até quantas vezes meu irmão pecará contra mim, que olhou e perdou? Até as sete vezes? Geralmente, nós não só perdamos uma vez, não é? Uma vez, ó, perdoar duas vezes? São uma grande soma. Então, Pedro pensou, eu sou um gigante espiritual. Eu vou dizer a Cristo, vou perdoar sete vezes. Completo, sete representa completo. Sete vezes, perfeito. Jesus Cristo, então, vai ser muito bom, excelente, sete vezes. Uau! Mas que coisa fantástica! E quem Jesus Cristo disse? Jesus Cristo disse.
No verículo 22, não te digo até sete vezes, mas até setenta vezes sete. Puh! Pedro disse setenta vezes sete. Puh! Respondeu-lhes-us. Não te digo até sete vezes, mas até setenta vezes sete. Assim, tanto perdão. Assim, tanto perdão.
Depois, ele dá uma parábola aqui, que veio esta pessoa, que tinha uma grande dívida, foi perdoada, dez mil talentos, por exemplo, dez mil reais, ou dez mil euros, uma quantia grande. Perdoou. Depois, um servente veio e dizia que devia um real, ou dois reais, ou uns céntimos, ou algo assim.
Ele disse, oh, não te vou perdoar. Então, depois foi dito ao patrão, disse, trocam isso. Perdoei isto, e agora tu não estás a perdoar ao outro. Veja no versículo 32. Então, o seu senhor, o seu patrão, chamando-lhe de servo malvado, perdoei daquela dívida toda. Quando me suplicaste, não devias tu igualmente competir-te do teu conservo, como também eu me competi de ti.
Pense, irmãos, pensem agora acerca da situação, da zanga, que você tem com sua esposa, ou que você tem com seu esposo, ou que você tem com sua irmã, ou que você tem com seu pai, ou com sua mãe, ou com seu irmão, ou com seu irmã, que é dois céntimos, comparado com os 10 mil reais que é o que Deus nos perdoou.
Entendem a diferença? E Deus dizia assim, então não vais perdoar isso ao teu irmão, ao teu irmão, ao teu pai, ao teu mãe, ao teu marido, não vais perdoar isso à tua esposa, coisa pequenina, quando Deus está a dizer, perdoente isto de tudo.
Por isso é que temos que ir resolver o conflito com Deus primeiro. V. 34 Indignante o Senhor o entregou aos atrimentadores.
O entregou aos atrimentadores, aos perduzos, aos atrimentadores, como diz na revista Corrigida e ao Corrigida e Fial.
Quando você não perdoa, Deus manda ou põe você de baixo de um tormento mental, que esta coisa na sua mente, que vai comer você, é um atrimentador mental. Então nós torturamos ou atrimentámos-nos, digamos assim, a nós próprios. Então, como nós estivéssemos neste quarto escuro e tudo o que pensámos é a cerca disto, está sempre aqui na nossa mente, um atrimentador. Quer dizer, nós precisamos lembrar do que Jesus Cristo fez por nós, do que Ele pagou por nós, do que Deus nos perdoou. E isto é o significado que nós somos recordados ou relembrados anualmente na Páscoa, mas precisamos estar a lembrar isso continuamente de a dia, porque nós, de maneira nenhuma, poderemos pagar a nossa divida a Deus. É o perdão Dele que é imerecido a nós, imerecido a nós por causa da Graça Deus para conosco.
E por isso, queris irmãos, precisamos de pensar nisso. Está claro, irmãos, pagar contra o irmão é uma coisa terrível. Existem seis mandamentos acerca de que não devemos pagar contra o irmão. E que, ao mesmo tempo, está claro, é o pecado contra Deus. Mas muitas pessoas se viram contra Deus. E não por causa de que pecaram. Isto é, não por causa que ofenderam outras pessoas, mas muitas pessoas se viram contra Deus porque ficam amargos, se tornam amargos porque uma pessoa pecou contra eles.
Queris irmãos, uma coisa muito perigosa na igreja é quando somos ofendidos por outro cristão. Isso é muito perigoso na igreja. Por quê? Porque nós só pensamos acerca da nossa dor e nesse estado doloroso é difícil de servir e amar ao próximo. Queris irmãos, então nós nos tornamos doentes, emocionalmente doentes, quando somos magoados por outras pessoas, quando somos machucados por outras pessoas. Por isso, queris irmãos, precisamos reconhecer a nossa fraqueza que temos para perdoar, porque às vezes não perdoamos. Temos que reconhecer essa fraqueza para ante Deus. E isso é o que se lê aqui no versículo 35. Diz assim, assim também meu Pai Celeste vos fará-se do íntimo não perdoar-se a cada um seu irmão. Temos que perdoar aos irmãos, senão vamos ser atormentados também. Temos que perdoar do coração. Porque nós recebemos muito perdão de Deus.
Por isso, quando temos um conflito com outra pessoa, temos que chegar a Deus e dizer, que dizer, perdome, porque também eu sou um pecador, e pedir a Deus para te dar a habilidade, a capacidade de ter este comportamento, de ter esta conduta igual à conduta de Cristo.
Que é uma de atravessar o abismo, esta separação entre nós e o nosso irmão, ou nosso esposo ou nossa esposa. Atraversar este abismo e oferecer perdão a essa pessoa.
Se nós recusarmos, perdoar, seremos entregues, como lemos aqui no versículo 34, aos atormentadores. Vamos ser atormentados mentalmente. Ora, podemos oferecer perdão e a pessoa não se arrepender. Isso é outra história. Ao fim de contas, o arrependimento leva tempo. Quanto tempo? Por quantos anos é que Deus tenta de trabalhar com você? Até você chegar a um ponto que reconhece, que precisa, o que reconheceu, que precisava, o arrepender, o perdão. O perdão que você, que precisava de se arrepender. Quantos anos é que Deus trabalhou com você? É. Ao versículo de perdão. Até você chegar a um ponto e dizer, eu tenho que me arrepender. Tenho que mudar, de facto, a minha vida. Este pecado, esta fraqueza que eu tenho há tantos anos, tem que parar. Tem que parar. Agora ou nunca? Tem que parar. Às vezes, leva dezenas de anos.
Mas, que, irmãos, lembras, que pessoas vão para a segunda morte, para o lago do fogo, porque recusam, recusam, de aceitar o perdão de Deus. Porque não estão a mudar a natureza humana corruta, não estão a mudar esta natureza humana para a natureza divina, porque não se arrependeram. Porque não se arrependeram e, por isso, recusam. Esta oferta do perdão, desta graça de Deus. Vejam como isso faz favor em Colossenses 3, versículo 12. Colossenses 3.
Colossenses 3, versículo 12. Revestí-vos, pois, com mil leitos de Deus, Santos e Amados, de termos afetos de masricórdia. Por que você precisa dar masricórdia a outras pessoas, se as outras pessoas não fizeram nada errado? Se as pessoas não fizeram nada errado, por que você precisa dar masricórdia a outras pessoas? Por exemplo, porque você precisa dar perdão. Mas isso é difícil, não é? Isso é difícil. Vejam, continuando assim, de baubandade, de humildade, de mansidão, de longa unidade, paciência. Suporta-vos uns aos outros, perdoa-vos motormente.
Por que vocês precisam de suportar o outro? Por que ele é obnoxio? Por que ele é desagradável? Por que ele é ofensivo? Ou ela?
Por isso, é que não podemos falar acerca de reconciliação entre pessoas até que, quando Deus nos reconcilia. A reconciliação de Deus para conosco é o nosso modelo que devemos seguir.
Por que? Porque isso é o que Deus fez para conosco. E por isso é o que eu tenho de fazer a outros. Mas é difícil, é inconfortável, perdoar as outras pessoas. Sim, é. Mas acha que foi, que não foi inconfortável a Deus fazer o que Ele fez, mandar ao Seu filho Jesus Cristo vir para a Terra e morrer por nós? Acha que não foi inconfortável? Mas Ele fez o que Ele fez por causa da Sua natureza.
Queris irmãos, nós temos uma natureza humana que é a corruta, a qual tem que ser mudada para ser como a dele.
Queris irmãos, temos que perguntar a nós próprios. Como é que eu vou viver este caminho, esta maneira de viver com outras pessoas? Como é que vou aplicar isto com outras pessoas, com outros cristãos?
Lembrem-se, que Deus nos está a chamar para uma família, como irmãos e irmãs. E Ele como Pai, Jesus Cristo como nosso irmão mais velho, os deu o exemplo deste relacionamento, que é a expectativa, que é esperado, nesta família. A maneira é tratar um ou outro na família dele.
E por isso a verdadeira paz, a verdadeira paz, vem quando buscamos paz com Deus primeiro. Por isso, quando alguém magoa a você, você precisa dizer e pedir paz de Deus. Você precisa dizer e pedir paz de Deus. E por isso é onde você precisa dizer primeiro. Não há outra pessoa, mas a Deus primeiro.
E você vai a Deus e diz, Deus, esta pessoa magoou, magoou. Esta pessoa machucou. Jesus Cristo vai dizer, eu sei o que é isso. Eu sei como dói. E depois você vai dizer, mas Deus esta pessoa fez isto aquilo e aquilo outro a nós. Jesus Cristo vai dizer, eu sei como isso dói. E depois você vai dizer, mas Deus esta pessoa disse que eu era isto aquilo e aquilo outro. Jesus Cristo vai dizer, sim eu sei o que isso, como dói. E depois Jesus Cristo vai perguntar a você. E esta pessoa pregou a você numa cruz.
E esta pessoa bateu a você de uma maneira que você não ia a Deus. E ela disse, mas Jesus Cristo não ia a Deus. E esta pessoa bateu a você de uma maneira que você não conseguiu ser reconhecido. E esta pessoa cospiu na sua cara.
Quando você apõe Deus primeiro, você começa a ter uma perspectiva diferente. Vejam Isaías 59. Isaías 59, versículo 2. Diz assim, as vossas iniquidades fazem separação entre vós e o vós-o-deus. E os vossos pecados encobrem o seu rosto. Veis aqui, neste capítulo, os pecados enormíssimos que as pessoas fizeram contra Deus. E depois vá para o próximo vídeo. Os pecados enormíssimos que as pessoas fizeram contra Deus.
E depois vejam o que dizem mais adiante no versículo 8, que diz assim. Desconhecem o caminho da paz.
O mundo não conhece o caminho da paz.
Quer dizer, irmãos, há ações conduzem à paz. Há pensamentos, que são pensamentos de paz. E por isso, você precisa de Deus primeiro para receber a ajuda, para ter estes pensamentos que conduzem à paz. E entender as ações que vão conduzir à paz.
Também, por exemplo, a Inzeia 53, versículo 5 diz assim. Pela suas pisaduras, fomos serados.
Quer dizer, irmãos, às vezes Deus usa doenças físicas para nos curar espiritualmente. Ele também nos cura emocionalmente.
Deus nos dá a cura. E por isso, precisamos dizer com Deus. Por isso, vamos a Deus, para resolver este conflito, para obter paz dele, e o poder dele, para poder lidar com a situação. Esse é o primeiro passo. E ainda tenho mais quatro. E por isso, o segundo passo é que nós queremos controlar a resposta da outra pessoa. Nós queremos controlar a maneira que outra pessoa reage contra nós. Queremos que eles pensem como nós.
Queremos que eles pensam perdão, porque eles nos ofenderam.
E por pensarmos, se eu desisto disso, eles então vão continuar a andar como bem les parece. E por isso, chegamos a uma posição em que pensamos que a nossa cura pessoal depende da outra pessoa. E por isso, ou então, eles nos pedem desculpa, isto é, nos vão serar. Ou vão ser que ter que ser castigados, para eu me sentir melhor, para eu ser curado. Ou pedem desculpa, ou vão ser culpados. Isto é, nós queremos controlar a outra pessoa.
Queria ir mais ou menos em portanto, ainda temos a diferença entre os dois. Ainda tem que sermos, nós queremos controlar a outra pessoa.
Queria ir mais ou menos em portanto, ainda temos a diferença entre justiça e vingança. Justiça é justiça.
Justiça é sofrer a pena pelos pecados que cometemos. E a justiça final é a vida eterna, ou a morte eterna.
Por exemplo, se uma pessoa mata outra pessoa, por exemplo, assassina, de acordo com a lei de Deus, essa pessoa perde o seu direito à vida.
E qualquer coisa menos que isso, é misericórdia. Por exemplo, Paulo matou, talvez não tenha matado fisicamente, mas suportou, ou concordou com esses atos de matar em cristãos, como estevam. David matou orias. E Deus perdoou. Quando uma pessoa peca, está claro a penas naturais, as quais o perdão não ilumina necessariamente, não ilumina necessariamente essas penas naturais.
Às vezes ilumina, às vezes não, mas também há penas espirituais e termas. Quando uma pessoa peca, é um assunto entre essa pessoa e Deus.
Isso é justiça. Vingança, por outro lado, é quando nós somos motivados e incentivados para que essa pessoa responda.
Porque queremos que eles satisfaçam as nossas expectativas ou que sofram.
E até quando isso aconteça, você vai estar emocionalmente atormentado, como lemos em Mateus 18, 34.
Porque você está amaguado, porque você está ofendido, você quer justiça. Mas perdoar significa que você não receberá a justiça que você quer.
Perdoar significa que você dá ou entrega a justiça a Deus. E então Deus dará a justiça. Você não está satisfeito que às vezes Deus não castiga por coisas erradas que você fez e que você tem a dizer acerca da morte interna.
Às vezes Deus retira apenas outras vezes o sofrimento continua. Decisão dele. Ele sabe o que é melhor para nós. Mas a vingança é que você requer que a justiça seja feita para você se sentir melhor, para você estar curado.
No seu desejo você quer que essa ofensa seja paga com outra ofensa, que essa mágoa ou essa ferida seja paga com outra ferida de volta. Mas às vezes há danos colaturais enormes que você quer.
Quando requeremos esse repagamento de mágoa por mágoa de ferida por ferida, de por ofensa por ofensa, tente por tente, olho por olho. Às vezes você se sente entre os pais e não resolvem este conflito. O dano colateral é que estão a amaguar os filhos.
Você, uma rídea e a esposa estão sangados, estão sempre deim, deim, deim, deim, deim, deim, deim, deim, deim, deim, deim, deim. Você julga que não vai afetar o seu filho ou sua filha?
É um dano colateral? Não seria melhor resolver este conflito e perdoar?
Quando nós temos esta necessidade de sermos curados e emocionalmente pela outra pessoa, nós estamos a causar danos, problemas, dificuldades a outras pessoas, danos colatorais, por exemplo, aos nossos filhos ou aos nossos filhas.
Queres irmãos, sim, nós somos ou devemos de ir ao nosso irmão. Mas há decisões em que você não vai ao seu irmão.
Por que? Porque o dano colateral é tão grande que vai causar danos ou machucar outras pessoas.
E por isso, nesse caso, você põe o problema nas mãos de Deus.
Diz assim, não torneis a ninguém mal por mal. Bágua por mágua. Fizeram-te mal, faz mal a eles também. Não. Não. Não. Não. Não. Não. Não. Não. Não. Se puderam-te mal, faz mal a eles também. Vingança. Esforçoais por fazer o bem para entre todos os homens. Se possível. Se possível. Quanto depender de vos tendo paz com todos os homens? Queridos irmãos, não é possível ter paz com todos os homens. É impossível. Mas tanto quanto depende de Vós, faz o que é possível. Algumas pessoas, especialmente no mundo, você não pode ida em paz com eles. E você tem que aguentar. Você tem que aguentar. E, por isso diz assim, no versículo 19, não vos vingueis a Vós os meus amados, mas dá lugar a ir. Põe isto nas mãos de Deus. Porque está escrito, A mim, me pertence à vingança. Eu é que retribuirei, diz o Senhor. A vingança pertence a Deus, não a você. Por que? Porque você não entregue esse Deus. O dano colateral é enorme. E, por isso, você está a Deus. Então, você tem que ter confiança em Deus. E se Deus não vai corrigir o problema imediatamente, você tem que aceitar que Deus sabe o que é melhor. Versículo 20, pelo contrário, se o teu inimigo tiver fome dá-lhe comer. Se tiver cedo, dá-lhe beber. Porque fazendo isso, amontorá as brasas vivas sobre a sua cabeça. Não te deixe vencer do mal, mas vença o mal com o bem.
Quando você está a lidar com o mundo, você tem que ter sabedoria neste assunto. Há vezes, particularmente, quando está a lidar com pessoas no mundo. Você não pode ir a essa pessoa. Às vezes, quando as pessoas magoam você no mundo, principalmente no mundo, você não pode resolver o problema. Não consegue resolver. Por exemplo, uma pessoa está a fazer coisas contra você no seu emprego e se você vai fazer isso, tão afendeu, mas se você vai tentar o mesmo problema, você é capaz de perder o emprego.
Há vezes, até mesmo com o seu irmão, nem a igreja, de que ir falar com ele só vai fazer as coisas pior. E por isso, às vezes, é melhor esperar para outra altura.
Por exemplo, há uma zanga tão grande entre você, por exemplo, entre uma iria e a esposa.
Uma zanga tão grande. A coisa está tão explosiva, que às vezes é melhor deixar as coisas a calmar e resolver o assunto mais tarde.
É melhor esperar às vezes, porque as coisas se acalmem.
Vejam comigo, se faz favor, em 1 Pedro 2, versículo 19. Porque isto é grato, que alguém suporte tristezas.
Seja ofendido e suporte estas tristezas, sofrendo injustamente, por motivo de sua consciência para com Deus. Pois que glória é há se pecando e sendo esbovetados por isso, o suportar-se com paciência. Mas entretanto, quando praticais o bem, sois igualmente afligidos, sois ofendidos pela outra pessoa, e o suportar-se com paciência. Paciência tem que esperar. Isto é grato a Deus. Isto é grato a Deus. Pois que também Cristo sofreu em vossa lugar, deixando-vos exemplos para seguir os seus passos. De voltamos aqui ao exemplo de Deus e de Seu Filho de Jesus Cristo para conosco, que Ele atravessou o abismo para nos perdoar. O qual não comeu teu pecado, nem dolo, algum se achou em sua boca, pois Ele, quando ultragado, não revidava com o ultragem. Quando maltratado não fazia ameaças, mas entregava-se àquele que julga eternamente, carregando-o, ele mesmo, em seu corpo sobre o madeiro, os nossos pecados, para que nós, mortos para os pecados, vivamos para a justiça, por suas chagas fostes. Serados.
Este é o primeiro princípio de reconciliação.
Vai a Deus, resolve o conflito de Deus e segue o exemplo De Ele. Isso me está às vezes, não há solução que você tenha com aquele ofensor, e tem que pôr aquilo nas mãos de Deus. Isso é a maneira que nós desistimos de tentar controlar a outra pessoa. Esse foi o segundo ponto. Terceiro ponto, nós precisamos de buscar a solução de Deus, em vez de nossa própria solução.
A nossa própria solução é, geralmente, satisfazer os nossos desejos. A nossa expectativa, que não é realista, realística, é que os outras pessoas vão satisfazer a nossa necessidade nos sentirmos bem. E não.
Quem vá satisfazer a nossa necessidade nos sentir bem é Deus. E, por isso, os nossos desejos de buscarmos a nossa própria solução é parte do problema.
Por isso, neste terceiro ponto, em que estou a dizer que precisamos de buscar a solução de Deus, faço simplesmente cinco perguntas que precisam fazer. Que vocês precisam ser honestos. Intellectualmente honestos nestas cinco perguntas. Qual é a resposta ou a maneira que você responde a esta situação, que seja semelhante à abordagem de Cristo? Porque lembrem-se, nós estamos a tentar reconciliar e não estamos a tentar castigar. Estamos a reconciliar. Esse é o nosso desejo, a reconciliação. Não é castigo. E, por isso, qual é a nossa resposta que nós devemos ter para esta pessoa, que seja como a de Cristo, segundo Cristo, segundo Deus. Por isso, precisamos, como disse, estar a buscar a solução de Deus.
E, por isso, qual é a resposta semelhante à de Cristo? Segundo, que lições é que Deus nos está a ensinar através desta situação. E podemos aprender disto. É uma oportunidade para crescermos espiritualmente. Terceiro, estou exagerando a situação. Vamos dizer uma coisa maior do que de facto é. Quarto, estou a reagir por causa de frustração, estou frustrado, estou assim esperando uma coisa para encontrar os meus desejos. Por exemplo, a esposa diz, olha, eu pensei que ela ia me comprar umas rosas e não me comprou, e por isso fiquei chateada.
Vale a pena? Estou chateado, osangado, porque a minha arrogância foi manguada. Leste no Proverbo de 9, Cíclo 11, que o homem sábio passa por cima a transgressão. Passar por cima, deixa passar! O que é passar por cima? É o que Deus fez aos jurralitas na Páscoa, passou por cima, e não matou o primogênico de Deus, a mesma que nós precisamos de fazer. Por isso às vezes uma pessoa reage assim, de uma maneira, porque está abaixo de muita pressão, e está assim um bocado nervoso, e respondeu a coisa de uma maneira que não devia responder, porque está abaixo assim um bocado de pressão.
E precisamos de pensar, olha, talvez seja a razão. Por isso estou a gerar ou estou a reagir por causa de que estou frustrado, que estou assim um bocado frustrado, e em que lugar? Como é que eu contribui para este problema? Porque a mofensa não é no vácuo. E isso tem a ver em que nós nos aproximarmos de Deus, e buscarmos paz, em vez de buscar vingança, e buscar a solução de Deus.
É o que Jesus Cristo nos disse no sermão do monte. Em Mateus 7, versículo 5 diz assim, Oh, deixa-me tirar o argoeiro do teu olho. Jesus Cristo disse, tira primeiro a traves do teu olho. Jesus Cristo está claro, não disse para ignorar a ofensa, mas disse para, pensa primeiro, como é que você contribuiu para o problema? Como é que você contribuiu, contribuiu para o problema? Por isso, você precisa lidar primeiro com a sua própria ofensa, com que você talvez tenha feito o errado, que você não vê, que você não viu.
Seja quanto pequeno, ou quanto grande, ele seja, a sua ofensa seja. Em vez de estar a dizer, oh, não posso simplesmente ir ao meu irmão dizer que ele pecou, mas disse primeiro, tire a trava do teu olho. São estas 5 perguntas que você precisa de fazer a si próprio, quando você está a buscar a solução de Deus.
O quarto ponto de reconciliação é que nós precisamos de ser curados emocionalmente. Isto é, você precisa de buscar a cura de Deus, a sara de Deus. Você precisa da ajuda de Deus, porque senão, vamos ser controlados pela ira. Lembram-se que eu dei um sermão há um ano atrás, intitulado iraivos e não pequeis. Pensem, reveijam, hoje são esse sermão de novo, porque sim, há uma ira justa, a qual não é manipulada por Satanás, que é por pouco tempo, e que geralmente é uma ira contra a situação.
Mas o que se passa é que a situação, porque não está a seres alvida, nós nos tornamos amargos. Vejam em Hebreus capítulo 12. A amargura é um estado mental que tem uma raiz baseada numa ira que não foi resolvida. Há certas pessoas humanas que não se arrependem e elas irão para o Lago do Fogo.
Isto é, não se arrependem e vão para o Lago do Fogo. Não se arrependem contra Deus. Então, Deus ficou amargo contra essas pessoas? Não. Está claro que não. Por isso, há certas pessoas que ofendem a você. Você vai ficar amargo contra as pessoas, porque não se arrependem. Tal como Deus não ficou amargo contra as pessoas que não se arrependem.
Você também não precisa ficar amargo contra essas outras pessoas. Vejam no versículo 14 de Hebreus 12. Seguia paz com todos e a santificação, sem qual ninguém verá o Senhor. Paz e santificação. São juntos, estão ligados. Paz e santificação. No versículo 15, atentando-se diligentemente, porque ninguém seja faltoso, separando-se da Graça de Deus.
Sim, há várias maneiras que pessoas podem se separar da Graça de Deus, seja porque digam palavras de blasfémia a Deus, podem ter uma vida que rejeita a Deus, podem perder o Espírito Santo de Deus. Mas em segundo lugar diz, nem há-se alguma raiz da margura, que, brotando-vos perturbe e por meio dela muitos sejam contaminados. Isto é corrompidos. Uma raiz da margura. Aqui está a falar, Paulo, em Hebreus capítulo 12. Em Hebreus está a falar à Igreja de Deus. E está a dizer, cuidado, que não há-se uma raiz da margura entre vocês membros da Igreja de Deus.
E por causa disso, isso faça com você venha a ser contaminado. Isto é, nós podemos perder a nossa salvação através de a margura. Por que? Porque nós só vemos o mal na outra pessoa. E por isso, não há um bom relacionamento, um relacionamento verdadeiro com pessoas, porque essas pessoas estão sempre a abusar-me, a abusar de mim. Nós vimos para a Igreja, vamos para Apoculto, nós guardamos os 10 mandamentos, mas vamos pela vida inteira com esta raiz de a margura. E por causa disso, nunca temos essa experiência da alegria do Espírito Santo de Deus.
E por isso diz assim, no versículo 15, muitos sejam contaminados, não é poucos, muitos. Qual é a maneira mais rápida de você ter esta raiz de a margura? Qual é a maneira mais fácil de você ter uma raiz de a margura? É pecar? Não. Você não fez nada errado, digamos assim. Mas uma pessoa pecou contra você. Uma pessoa ofendeu a você e você fica com a raiz de a margura.
Porque você foi abusado, fizeram algo contra você e depois não foi resolvido. E tornam-se uma raiz de a margura. O problema acontece muitas vezes entre maridos, esposas, maridos e mulheres. Zangam, zangam, zangam, tornam-se uma raiz de a margura e cada vez fica pior. Porque não perdoa, porque não perdoa. Não deixes de passar. Essa a margura é terrível, porque põe você naquele quarto escuro de tormento mental. Pode ser entre famílias, pode ser por causa de um membro da família e morreu, e o outro quer o dinheiro todo e sei lá que coisas de herança, sei lá que mais.
Quando você tem esta raiz de a margura. A sua preocupação na vida é como você está a ser tratado. Pense bem, a sua preocupação principal é como está a ser tratado, estou a ser maltratado. Mas a preocupação de um verdadeiro cristão devia ser como é que eu estou a tratar o próximo. Vem à diferença?
Querido irmãos, nós chegamos a esse ponto porque nós estamos machucados. Porque alguém fez algo errado para que o nosso nos ofendeu. E por isso começamos a ter esta raiz de a margura. Então o que começamos a fazer? Começamos a envolver outras pessoas no nosso descontentamento. Olha, sabe o que é que eu desejo? O meu marido fez a mim? Ou sabe o que a minha esposa me disse? Ou vai dizer aos filhos? Não sei o que é, por causa de tua mãe, e vede-se. E estamos a espalhar esta a margura.
E por isso, queridos irmãos, precisamos de buscar a cura de Deus. E não precisamos de buscar a cura de Deus, que é ser sarados emocionalmente por Deus. Para não termos esta raiz de a margura.
E o quinto ponto final na reconciliação, é que não é sempre um assunto acerca de eu ganhar, eu estar certo. Não. Tenham cuidado com a vossa arrogância. Tenham cuidado com isso e busquem a humildade. Não é sempre acerca de você estar certo, estar no cima. Não é acerca de você ter as coisas da maneira que você quer, mas é acerca de aceitar as imperfeições da vida.
Raramente, as coisas se resolvem da maneira que você gostava que se resolvem. Sim, as coisas não se nem sempre se resolvem da maneira que você gostava que se resolvem. Mas, esteja feliz. Qualquer maneira, esteja contente.
A maioria das coisas não se resolvem da maneira que você quer que se resolvem. Na verdade, a maioria das coisas que estão a acontecer no mundo não são da maneira que Deus quer.
Vejam como na Bíblia, como Deus quer que as coisas se fejam. E vejam como o mundo está a andar, que não é da maneira que Deus quer.
Mas Deus não está com a margura. Ele não está, assim como esta, a margura contra o mundo. Ele está chateado, digamos assim, usar essa palavra. Não gosto de usar essa palavra, mas ele está aborrecido e vai trazer a sua ira justa, com a vinda de Cristo. E ele vai realizar justiça no mundo. Ele vai castigar essas pessoas. Mas ele não é um ser irritado, amargo, torcido. Graças a Deus que ele não é.
Vocês lem o exemplo em Génacias 26. Em Génacias 26. Aqui o exemplo.
Génacias 26. Versículo 16.
Diz-se, abe-malé, que é Isaac. A parte de nós, projege muito mais, poderoso de nós. Então Isaac saiu dali, e se acampou no Val de Gerar, onde habitou, e tornou Isaac a abrir os poços que se cavaram nos dias da brancinha, seu pai. E lhes deu os benvenomos que o seu pai lhes havia posto. E depois cavaram um outro povo, outro poço. E então acharam água, e os pastores de Gerar, zangaram-se com eles contra os pastores de Isaac. Dizem, ah, este poço é nossa, esta água é nossa. E podiam ter feito uma zanga, porque, de contas, fomos nós que cavamos este poço. Mas Isaac disse, olha, fiquem com o poço. Pois cavaram outro poço, e veio água de novo. Água boa, água correr. E esses pastores de Gerar, de Gerar, disseram, ah, a água é nossa. Então os pastores de Isaac disseram, de basta instrução de Isaac, disseram, dá-lhe-los o poço, deixe-se passar. Não fiquem serritados. Dá-los o poço. Não é uma questão de eu ganhar. E depois, finalmente, Deus lhes deu um bom poço. E eles, entranheceram, não podem ficar aqui. Deus lhes deu um poço ainda melhor. Cris irmãos, os filhos, o Isaac e os seus pastores aqui, estavam a pensar acerca de reconciliação. Não estavam a pensar acerca de ganharem esta luta. Este é o meu poço, vamos ficar com ele. Não, deixa, deixa passar. Vamos cavar outro poço. Cris irmãos, o Ministério da Reconciliação começa. Com Deus nos reconciliar a Ele através dos Cristo. Porque Ele atravessou o abismo e nos ofereceu perdão. Depois, recebemos a ajuda de Deus pelo Espírito Santo de Deus. Nós, quando recebemos esta ajuda, este perdão, temos que decidir como reagir e temos que escolher o caminho certo. E por isso temos que também escolher como vamos reagir ou atuar contra um irmão, uma irmã que nos ofende, porque temos que seguir ou imitar a Deus. E por isso, o Ministério da Reconciliação é primeiro, você vai a Deus para buscar a sua ajuda. Para ter a força para perdoar. Segundo, você vai ser proativo, vai ser uma pessoa que não vai buscar mal por mal, não vai querer pagar mal por mal. Terceiro, você vai buscar a solução de Deus. Em vez de fazer com que aquela pessoa que o ofendeu, satisfaça as suas expectativas. Você vá por aquelas cinco perguntas que eu odeio. E talvez não seja assim tão mal. Talvez eu tivesse a ser um cadelo rabugento, um bocado aborrecido demais. Talvez eu decida não responder à situação, por causa que vai haver danos colatorais, que são enormíssimos. Imagine se Jesus Cristo, quando disser ao mal a ele, quando ele esteve na terra, tivesse reagido, imagine o dano colateral. Nós não tínhamos o perdão que ele nos oferece, e todos nós morreremos. Mas Jesus Cristo sofreu essa dor, esse sofrimento. Foi magoado, sem retornar mal para mal, porque nos ama tanto, porque nos ama tanto. E nós amamos o irmão, o nosso esposo, a nossa esposa, os nossos filhos, os nossos irmãos na igreja, para não reagirmos. O quarto ponto é que nós, para a reconciliação, nós necessitamos ou temos uma necessidade de uma cura emocional. Vá a Deus para receber essa cura emocional. E, por isso, peça a Deus para ajuda, para lidar com essa amargura que pode se virar ter, ou com essa ira que pode virar ter, e não esteja a envolver outras pessoas no seu descontentamento. Em quinto lugar, não é sempre acerca de você estar no cimo como vencedor. Tenha cuidado com a arrogância e busque a humildade. Uma vez que você tenha feito isto, tudo, então depois você está pronto para ir falar com aquela pessoa que lhe ofendeu. Isso é assunto do outro sermão no futuro. Mas só depois de você ter feito estes pontos todos. Este é o Ministério de Reconciliação. Começa e segue o exemplo de como Deus nos está a reconciliar com ele. Agora, queridos irmãos, precisamos de aplicar este Ministério de Reconciliação com os outros.
Como é que me posso reconciliar com o próximo, particularmente com aquele que me ofendeu?
Este sermão descreve cinco causas de conflito e como é que podemos resolver essas cinco causas de conflito.
Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).