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Música Boa tarde, queres irmãos, que já os caminhos. Ora, tudo provém de Deus, que nos reconciliou consigo mesmo, por meio de Cristo, e nos deu o Ministério da Reconciliação, a saber que Deus estava em Cristo reconciliando consigo o mundo, não imputando aos homens as suas transcrições, e nos confiou a palavra da reconciliação. Você acredita nesta escritura?
Onde é que isto está na Bíblia? Está em 2 Coríntios capítulo 5. Vamos aí, então, por favor, queres irmãos, 2 Coríntios capítulo 5. 2 Coríntios capítulo 5, versículo 18, a dezenove. Ora, tudo provém de Deus, tudo provém de Deus, que nos reconciliou consigo mesmo, e nos deu o mistério da reconciliação, estando, através de Cristo, reconciliando consigo o mundo. E, por isso, não imputou aos homens as suas transcrições, e nos confiou a palavra da reconciliação.
Queres irmãos, de outra maneira, nós pecamos. Você pecou? Eu peguei. Nós desapontámos a Deus, nós insultámos a Deus, nós nos virámos contra Deus como inimigos de Deus. E, sim, por causa disso, os nossos próprios, piores inimigos. Por que? Porque, por causa dos nossos pecados, nós nos matámos a nós próprios. Sim, causámos a morte em nós. E, sim, os melhores inimigos de outras pessoas. Causámos inimizado com outras pessoas. Por isso, hoje, queres irmãos, eu quero falar acerca da palavra da reconciliação, que nos foi confiada. Sim, nós fomos condenados à morte, perpecámos. O salário do pecado é a morte, o Romano 6, 23. Todos nós morremos ou morreremos.
E, uma vez que estájamos mortos, estamos mortos. Não há maneira possível, por nós próprios, de nos ressuscitarmos, de nos trazermos de volta à vida. Nada que você possa fazer. Aliás, não é nada que você, quando você fique... E eu comecemos a ficar mais velhinhos e as doenças começam a aumentar. Não é nada que podemos fazer para ficarmos completamente curados. Sim, podemos fazer-nos essas coisas, podemos pedir-nos para nos orar, podemos ir ao médico, fazer certas coisas. Mas, conforme o tempo passa, vamos ficando mais fracos e frequinhos e mais doentes até chegarmos ao fim. Cris-germãos, a única maneira de curar desta doença da morte ou desta inimidade com Deus, é através do sacrifício de Jesus Cristo.
Cristo veio à Terra para pagar o preço do nosso pecado. Esse preço é a morte, para que nós possamos viver. E assim, possamos ir através desta barreira inclusiva, que é a barreira da morte. O grande inimigo, que é a morte, é a morte ser destruída. E ele, por isso, morreu como um substituto para nós. Para que nós não só possamos começar a viver uma vida reconciliados com Deus, mas está claro que possamos ser ressuscitados e ter uma vida eterna.
E viver eternamente, viver com Ele. Então, o que é reconciliação? Sempre que correr essa reconciliação, é um ponto muito importante. O que é esta reconciliação? É simplesmente dar bem um com outra pessoa, dar bem com Deus? É mais que isso, irmãos. Reconciliação é restaurar, é voltar a ter um relacionamento, são. Um relacionamento de pai com filho, entre o pai e nós. Um relacionamento de verdadeiro amor de pai com filho.
Um relacionamento de irmão com irmão, de irmão com irmão mais velho, que é Jesus Cristo. Com o próprio respeito e a duração pelo que Ele fez para conosco. Por isso, o que Deus está a fazer é estar a pôr-nos numa posição, numa posição de estarmos reconciliados com Ele. E, por isso, ponto número um que Ele fez, é que Jesus Cristo veio, pagou esse preço e voltou, de onde Ele tinha vindo, ao lado do pai.
Estava ao lado do pai, veio, pagou o preço e voltou para onde estava. Ele agora pagou o preço da nossa reconciliação. Mas a reconciliação está completa, está completada. Estamos agora completamente reconciliados com Deus. Está importante. Temos a resposta a isto. Jesus Cristo pagou o preço da reconciliação. Morreu por nós. Estamos agora reconciliados com Deus? Não, porque precisamos de ter uma resposta, uma reação da nossa parte. Temos que fazer a nossa parte. Quando há uma quebra no relacionamento, para essa quebra no relacionamento, será-a-ra ambos os membros, ambas as pessoas em que houve esta quebra de relacionamento têm que fazer algo para isto.
A gente tem que fazer algo para isto. E, se houve esta quebra de relacionamento, tem que fazer algo para estarem relacionadas. Houve esta quebra, ambos têm que reconciliar.
Mas aqui há um ponto muito importante a entendermos. Quem é que causou a ofensa? Quem é que pecou? Quem é que fez algo errado? Aqui, duas pessoas, digamos assim. Um é Deus e outro é homem. O homem é que pecou. O homem é que cabrou este relacionamento. Deus, por outro lado, foi a parte, a pessoa, o ser, que foi insultado, que foi desapontado, que foi desiludido, que foi dececionado. Correto ou não? Está claro que é correto. Fomos nós que o tratamos incorretamente. Fomos nós que quebramos este relacionamento. Foi o Adão em Eva que quebraram o relacionamento. Samos nós que pecamos. Mas agora olhem para as ações de Deus. Ele foi aquele a quem algo foi feito incorreto. Ele foi aquele a quem algo foi ofendido, foi insultado. Mas ele, o que foi insultado é que começa o processo de reconciliação. Ele começa o processo de nos curar, fazendo a sua parte primeiro. Pelo seu exemplo, pelo seu exemplo a responsabilidade na reconciliação, pelo exemplo de Deus, a responsabilidade na reconciliação, começa naquele que foi magoado ou machucado.
Vê-se isso. Isso é exatamente o oposto ao que nós pensamos. Você foi machucado por outra pessoa? Você pensa em verdade a outra pessoa que tem que começar a iniciar a reconciliação? Pelo exemplo de Deus, é de outra maneira contrária. Somos nós que somos machucados que temos que iniciar a reconciliação.
Nós pensamos, olha, ele fez estirado, ele tem que se arrepender. Ele tem que vir a mim e pedir o perdão. E eu estou aqui e ele que venha a mim.
Imagina se Deus fizesse isso conosco. Nós não teríamos nenhuma esperança. Mas Deus, como aquele que foi magoado, machucado, ofendido, insultado, decepcionado, desiludido, ele tomou o primeiro passo. Vejam como se faz Xivon em Romanos capítulo 5, versículo 8. Romanos capítulo 5, versículo 8.
Mas Deus prova o Seu próprio amor para conosco pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores.
Pensa acerca dos nossos problemas. Alguém insulta você, magoa você, machuca você e você está, digamos assim, enxateado, está zengado, está endainado porque essa pessoa fez isso contra você sem você ter feito nada mal. Por causa disso, você quer justiça. Por causa disso, queremos que essa pessoa seja castigada ou castigada e que venha pedir desculpa, porque nós queremos uma reparação, queremos uma reconciliação. E por isso, essa pessoa, pelo menos, tem que pedir desculpa e parar de fazer isso.
Está claro, a situação tem que ser reparada, digamos assim, tem que ser posta direita. Mas é dessa maneira que Deus trata com o nosco?
É dessa maneira que Ele nos trata? Ele quer que nós, primeiro, sejam castigados, ou sejam venham e nos arrependamos, primeiro, antes de ele começar o processo de nos curar. Queria dizer, irmãos, sim, há consequências dos pecados, há consequências naturais. Mas o que estou a falar aqui é que Deus, como o que foi magoado, o que foi machucado, o que foi dissesionado, aquele a quem nós pecamos contra Ele, enviou o Seu Filho para morrer por nós enquanto nós ainda éramos pecadores. É quando nós ainda não nos tínhamos arrependido, o Seu Filho morreu por nós. Sim, Deus quer reparar a situação. Sim, Ele quer. Mas a sua abordagem, a sua maneira de tratar resolver esta situação, digamos assim, é muito diferente da nossa. Ele, Deus, através do Seu exemplo, põe a responsabilidade da reconciliação naquele que foi machucado, naquele que foi ofendido, naquele que foi magoado. E isso é difícil para nós entendermos. Não é? Isso é difícil para nós entendermos. Por que? Porque foi magoado. Agora aquela pessoa tem que pedir desculpa. E, por isso, nós queremos mudar aquela pessoa, quer que eles recebam o que merecem, por o que fizeram, e só depois deles mudarem, é que nós vamos estar satisfeitos. Nós sentimos que essas pessoas nos machucaram. Tem que receber o que merecem. Tem que se arrepender. Tem que se mudar primeiro. Imagine se Deus fizesse isso para conosco, como eu disse. Nós queremos, ou nós sentimos, digamos assim, de uma maneira natural, que essas pessoas têm que, digamos assim, nos curar, nos sarar. Tem que fazer o reparo. Porque elas foram uns que, de facto, nos machucaram. Por isso, elas têm que reparar isso. E por quê? Porque nós estamos aqui neste pedestal arrogante. Eu não fiz nada errado. É a culpa de uma pessoa de justiça própria e a culpa de outra. Estamos aborrecidos porque a outra pessoa feriu o nosso orgulho.
A outra pessoa feriu o nosso orgulho. Aqui está um problema. Não é uma questão de sermos humildes, não é? É orgulho? O quê? Precisamos ser humildes, não é? Precisamos ser humildes. Qual é o motivo de Deus para conosco? Qual é o motivo? Qual é a motivação? Qual é o que faz com que Deus fez o que Ele fez para nós? Qual é a sua motivação? Não é orgulho Dele? Então o que é? Vejam aqui. Romanos 5 versículo 8. Mas Deus prova, demonstra o Seu próprio orgulho? Não! Demonstra o Seu próprio querinho e amor agape para o nosso bem, para conosco. Qual é a motivação? Qual é este motor que faz com que Ele fez isso que gera esta ação Dele? É amor, não é orgulho. E isto é uma área em que nós temos que imitar a Deus.
Isso é que tem que ser a nossa motivação, o amor para com o nosso irmão, para com o nosso marido, com a nossa esposa. Essa tem que ser, digamos assim, o motor, o gerador, que faz, ao que seja, a motivação das nossas ações, orrei ações. Tem que ser motivadas por amor para com os outros. Quando pessoas nos magoam, quando as pessoas nos chateam, nos aborrecem, nos dececionam, nos tornam nossos inimigos. O que deve motivar a nossa reação para com eles é amor dos nossos inimigos. Amor dos nossos inimigos. Sim, porque se eles nos ofenderam, não são nossos amigos, tornam-se nossos inimigos e vejam em Lucas capítulo 6. Lucas capítulo 6. Este é parte, digamos assim, do sermão no monte, que também está em Mateus 5, mas estamos a ler agora Lucas capítulo 6, versículo 35. Diz assim, amai porém os vossos inimigos. Crisimãos é o que Deus fez para conosco e faz para conosco quando ainda éramos e somos pecadores. Amai porém os vossos inimigos. Faz aí o bem e emprestar, se esperar nenhuma paga. Será grande o vosso calor e sereis filhos do Altíssimo. Por que? Porque vocês vão ser como o pai, vão ser da imagem do pai. Qual é a imagem? Não estou a falar só dedos, irmãos e cara, mas estou a falar da imagem de caráter. É como o pai. Perdão, filhos do Altíssimo quer dizer que fazemos tal pai e tal filho. A maneira que reagimos é a mesma, com amor. Pois ele é benigno, até para com os ingratos e maus. Sede-me sericordioso. E como também é misericordioso vosso pai. Não julgueis e não sereis julgados. Isso não desejam a passar um julgamento, uma condenação a outras pessoas. Não condenais e não sereis condenados. Perdueis sereis, perdoados. Perdoa.
Dá-lhe dar-vos-se-á. Boa medida recalcada, sacudida, transbordante. Generosamente vos darão. Porque com a medida, com que tiveres o medido, vos medirão também.
Amem os fósseis inimigos. É fácil? Não. Linguetades é que é fácil. Linguetades é que é fácil. Mas precisamos de olhar a maneira que Deus nos trata, perante os nossos pecados, e ver como Ele reage, quando nós magoamos a Deus, quando nós decessionamos a Deus. E nós, então, precisamos de pôr o mesmo em prática na nossa vida. Este é o Ministério de Reconciliação. Esta é a palavra da Reconciliação. Esta é a maneira como Deus nos está a reconciliar com Ele.
Voltemos, então, a Romanos capítulo 2. Romanos, mas agora capítulo 2. Romanos capítulo 2, versículo 4. O despreza-ja-riquesa da Sua bondade, esta é da Sua graça, da Sua tolerância, da Sua longarminidade, ignorando que a bondade de Deus é que te conduz ao arrependimento. Não é que nós nos arrependemos primeiro, mas a bondade de Ele nos conduz ao arrependimento. Essa bondade é motivada por amor que Ele tem para com nós, enquanto éramos inimigos ou somos inimigos. Então, como é que nós nos arrependemos? Foi a nossa e grande bondade para com os outros, ou para com Deus e nos arrependemos? Não! É a bondade de Deus para com nós que primeiro. O amor de Deus, a misericórdia de Deus para com nós que, essa é primeiro.
Aqui vemos que nós não nos arrependemos por nós próprios, mas é porque Ele está a nos dar, está a nos estender a Sua mão, a Sua ajuda primeiro.
A arrogância de Deus nunca foi magoada. Por que é que eu digo isto? Porque Ele não tem arrogância! Por isso não pode ter magoado, se tem sido magoado. Deus não é arrogante! Por isso nunca pode ter sido magoado. Mas estou a dizer isto porque estou a olhar a nós próprios.
A nossa arrogância tem que ser posta de lado, tem que ser destruída, temos que ser humildes. Ele nos deu um exemplo morrendo por nós enquanto nós ainda éramos pecadores.
Nós, por isso, temos que nos arrepender de ter este coração orgulhoso e teimoso. Cres irmãos, estamos a ver isto? Estamos a entender que temos um coração orgulhoso e teimoso?
Continuar a enlê-lo, então, a arrumar nos capítulo 2. Vg 4, a bondade a Deus é que conduza orpendimento. Isso é o que nos conduza a Deus. Mas, vg 5, segunda, tudo dureza e coração impenitente. É o nosso coração orgulhoso, o coração duro, o coração que não perdoa. Se nos mantemos desta maneira, estamos a acumular contra nós mesmos ira para o dia da ira e da revelação do justo juízo de Deus. Temos que nos arrepender disto, crés irmãos. Temos que nos arrepender deste, desta dureza, deste coração impenitente. Temos que nos arrepender disto, temos que arrepender deste orgulho, desta temusia.
Como nós não vemos a nós próprios. Sim, você que é para estar a dizer, oh, o ministro está a dizer muito bem, olha, a minha mulher é assim. Querida irmã, ou querida irmã, olha para você mesmo. Olhe para você para si próprio.
Continuando a ler aqui no versículo 6. O dia da ira e da revelação do justo juízo de Deus, que retribuirá a cada um segundo seu procedimento. A vida eterna, acho que preservando em fazer o bem, procuram glória, honra e incorreplicabilidade, mas irem em dignação às faciosas que se obedecem à verdade e obedecem à injustiça. Tribulação e angústia virão sobre a alma qualquer homem que faz o mal ao judeu primeiro e também ao grego. Glória porém, honra e paz a todo aquele que praticou bem ao judeu primeiro e também ao grego, porque para com Deus não há acessão de pessoas.
Precisamos fazer bem, mesmo quando as pessoas nos magoam, nos machucam, nos se acionam. A misericórdia vence contra o julgamento.
Então, o primeiro ponto que estou a mencionar aqui é o seguinte, que Jesus Cristo veio e pagou o preço e voltou para o Pai. Foi isso a única coisa que Deus fez para nós.
Foi isso a única coisa. Mandou o seu filho e vemos a sua bondade.
E pagou o preço para nós e por isso agora estamos reconciliados com ele. O que você acha?
O que Jesus Cristo que Deus fez é gigantesco, é enorme, na verdade é enormíssimo. Mas é isso suficiente para nos reconciliar com Deus?
Uma vez que pagou o preço da nossa reconciliação, está a reconciliação completada. Estamos agora reconciliados com Deus?
E está com muitas igrejas? Pensem!
Só preciso acreditar em Jesus? Estamos reconciliados. Mas a resposta é não. Porque tem que haver uma reação, uma resposta do nosso lado.
Estávamos dois, um insultou o outro, fomos nós e insultámos a Deus. Agora Deus abre o caminho para reconciliar.
Mas agora tem que haver uma resposta do nosso lado.
Nós temos que nos arrepender. A nossa resposta depois da bondade a Deus nos conduz ao arrependimento, temos que nos arrepender e ser batizados.
E então isso chega? Muitos pensam que o batismo é a meta. Eu quero ser batizado. E tem que ser o nome de Jesus Cristo e ser a meta. Estamos agora reconciliados porque fomos batizados. É o batismo a nossa meta. Não. Batismo não é o ponto final. O batismo é o ponto inicial.
Desde o caminho. Por que? Por que? Porque é o ponto inicial. Porque ainda temos natureza humana. Ainda temos natureza humana. Ou outras palavras. Ainda somos pecado. Somos pecados na nossa corruta natureza humana. Eu falo frequentemente, queris irmãos, que temos que nos arrepender do que fizemos e do que nós somos.
Temos que nos arrepender dos pecados passados e do que nós somos que somos pecado. Somos, temos um coração errado, um coração, uma mentalidade incorreta, com desejos, vontades, com capicências incorretas. E disto, temos que nos arrepender. Eu, queris irmãos, tenho medo. Tenho medo que muitos de nós não entendamos, que muitos de nós, na Igreja de Deus, não entendamos. Que temos que nos arrepender de nós próprios. E se nós não nos arrependemos de nós próprios, se nós só nos arrependemos dos pecados que fizemos, mas ainda não arrependemos de nós próprios, nós ainda estamos do lado do inimigo, do adversário, porque nós ainda somos pecado.
Deixem-me por isto de outra maneira. O que é ser um verdadeiro cristão?
É saber ter o conhecimento das doutrinas, mas de conhecimento grande. Sabedoria nos faz arrogantes. Cris e mãos.
É ser um cristão acreditar em Cristo, ou tudo que precisa acreditar em Cristo, tudo que precisa é aceitar Cristo.
Sim, é aceitar Cristo, mas é mais do que isso. Isso não chega.
Cristianismo, de uma maneira geral, diz, olha, só precisa aceitar Cristo. Sim, precisamos de aceitar Cristo, mas mais do que isso. Então, nós talvez venham para o segundo passo. Sim, sabemos que aceitamos Cristo e obtecemos aos desmendamentos. Guardamos o sábado e vamos à igreja oculto todos os sábados com os verdadeiros cristãos, aqueles que vivem perto de outros que podem fazer isso. Isso é ser o verdadeiro cristão?
Ou é mais do que isso?
A aceitar Cristo e obter às leis de Deus, chega? Não, não chega. É mais do que isso. Vejam como é que se faz favor em 2 Coríntios capítulo 5, onde começamos. 2 Coríntios capítulo 5, onde começamos.
2 Coríntios capítulo 5, foi onde começamos. Lembrem-se de tudo o que prevém de Deus, que nos reconciliou e conseguiu mesmo, por meio de Cristo. Nos deu o mistério da reconciliação, o mistério da organização. Aqui é um grande mistério. A saber que a Deus estava em Cristo reconciliando, conseguiu um mundo não importando aos homens e as traduções, e nos confiou a palavra da reconciliação. De sorte que somos embaixadores em nome de Cristo. De sorte que somos embaixadores, somos representantes. O que é o baixador, por exemplo, digamos assim, de Portugal no Brasil? O baixador do Portugal no Brasil representa Portugal. Faz aquilo que é de Portugal.
O representante de Portugal, por exemplo, é Angola. Faz aquilo que é de Portugal. Nós, como embaixadores de Cristo, temos que fazer aquilo que é de Cristo. Nós temos que representar a Ele corretamente. É simplesmente aceitar Cristo e obceir aos mandamentos de Deus? Cristo e irmãos, se não estamos a representar Cristo corretamente, nós estamos a insultar o Seu nome. Estamos a usar o nome de Cristo em vão. Estamos a quebrar o terceiro mandamento. Porque veja que diz aqui, continuado assim.
Como se Deus exortasse para nós intermer, é nome de Cristo, pois rugamos que vos reconciliéis com Deus. Nós temos que fazer a nossa parte. Há uma parte que é nós fazer, reconciliar com Deus. O que é isto? Aquilo que não aconteceu o pecado, Ele o fez pecado para nós, para que nele! Fossemos feitos justiça de Deus. Nele!
Nele! Peris, irmãos.
Há aqui um ponto importante. Nele. O que é isto? Ser nele. Então, importante é ler talvez o versículo antes desta secção que lemos. O versículo antes, que é o versículo 17. E assim, se alguém está em Cristo, nele, é nova criatura. O que é? É nova criatura. É uma nova pessoa, uma nova criação.
As coisas antigas já passaram e acho que se fizeram novas. O que é isso que nós temos que ser uma nova criatura? Se estamos em Cristo, e é como disse aqui no versículo 21, para que nele sejam os feitos justiças de Deus. Justiça de Deus, perdão.
O que é, então? O que é, então? Como diz aqui, no versículo 17. O que é, então, estar em Cristo?
O que é estar em Cristo? Deixe-me dar a resposta. Jesus Cristo voltou ao Pai, para nos mandar o Espírito Santo de Deus, para pôr esse Espírito Santo em nós, para derramar o Espírito Santo em nós, que como se se começou no Dia de Pentecostes. Isto é para pôr a natureza divina em nós.
Nós temos a natureza humana que é corruta. Agora, põe dentro de nós a natureza divina.
O que está a falar aqui? É uma mudança da nossa natureza. Mudar a natureza humana que é corruta, propõe aqui a natureza divina e, então, temos aqui uma coisa diferente, uma situação diferente. Vejam em primeiro Coríntios capítulo 2 versículo 11 a 14. Diz assim, por qual dos homens sabe as coisas do homem se não seu próprio Espírito que está nele? Que sim, nós só sabemos as coisas do homem por causa do Espírito do homem e no homem. Assim, também as coisas de Deus vinhas conhece, se não o Espírito de Deus. Só entendemos as coisas de Deus por causa que temos este Espírito, este apemento de Deus em nós, trabalhar com o nórgico, e quando depois de ser batizado, recebemos a imposição das mãos, vem para dentro de nós, em nós. Ora, nós não temos recebido o Espírito do mundo e sim o Espírito que vem de Deus para conhecermos o que, por Deus, nos foi dado gratuitamente. Disto também falamos, não em palavras ensinadas pela sabedoria humana, mas ensinadas pelo Espírito conferindo coisas espirituais com espirituais, ora o homem natural não aceita as coisas do Espírito de Deus porque nele são loucura. E não podem entendê-las porque elas se discernem espiritualmente.
As pessoas não entendem. Para as pessoas, isto é loucura.
Pessoas simplesmente não entendem. Deus nos perdoa, mas não nos aceita da maneira que estamos.
Temos um trabalho a fazer com a ajuda do poder do Espírito Santo.
Sim, aceitamos o Cristo. Se algumas pessoas, em sinceridade, pensam que chega e param em i. Por causa dos ministros falsos, ministros cristãos, falsos. Dizem que é. Isto basta. Não, não basta. Outros arrependem, se vão um bocadinho mais adiante, arrependem-se do que fizeram e agora observam a lei, a lei de Deus, a lei espiritual de Deus. E batizam-se. Sim, batizam-se em nomes do Cristo.
Mas isso chega? Não, porque o batismo é o ponte inicial.
Cristo entendeu que simplesmente morrer por nós não era suficiente. E por isso, faltou a Pai. Ele morreu, veio do Pai, morreu para nós, pagou o preço e faltou a Pai. Por que voltou a Pai? João 16, versículo 7. João 16, manhã vamos voltar a Corintos daqui a pouco, mas vigemos aqui. João 16, versículo 7. João 16, versículo 7.
Diz assim. Mas eu vos digo a verdade. Convém-vos que eu vá, vá, levo ao Pai, para que se eu não for o conselhador, isto é o conselheiro, o ajudador, o Espírito Santo de Deus não virá para vós outros. Se porém eu for, eu vou lhe enviarei.
Ponte número 2. Deus faz ainda mais um segundo, digamos assim, uma segunda etapa. Nos dá o seu Espírito Santo. Nós precisamos de receber o Espírito Santo de Deus para começar a vencer, a mudar a nossa natureza, humana, corrupta, para ficarmos mais e mais de dia a dia com a natureza de Deus. E assim, em vez de nós sermos inimigos de Deus, a ver esta animidade entre nós e Deus, Deus põe a natureza dele dentro de nós e esta guerra agora é interna dentro de nós. Vigemos primeiro Coríntios capítulo 2, que me disse que íamos voltar a Coríntios, por isso. Vigemos aqui primeiro Coríntios, mas vamos voltar a João também daqui a pouco, por isso mantenham dedo em João. Mas primeiro Coríntios capítulo 2, versículo 15 e 16. Porém o homem espiritual julga todas as coisas, mas ele mesmo não é julgado por ninguém?
Mas, pois quem conheceu a mente do Senhor que o possa instruir? Nós, porém, temos a mente de Cristo. Temos a mente de Cristo. Através do Espírito de Santo Deus recebemos o poder de Deus e a mente de Cristo. E por isso agora temos dentro de nós, em nós próprios, a natureza humana e a natureza divina que vivemos. E agora temos uma guerra mental dentro de nós, entre desejos. Eu desejo fazer uma coisa, mas acabo de fazer outra. Estou nesta luta. E conforme o tempo passa, a natureza divina ganha mais. A natureza divina ganha mais. E agora acabo de fazer outra. Estou nesta luta. E conforme o tempo passa, a natureza divina ganha mais e mais e mais. Voltando, então, em João 16, versículo 8. Diz assim, quando ele vier, quando o Espírito de Deus vier, convencerá, não é só convencerá, é convictará. É fará você convicto, fará o mundo convicto do pecado, da justiça e do juízo. É o Espírito de Deus que nos convicta, que nos faz estar completamente convictos. Não é só convencidos, é convictos.
Nós agora estamos reconciliados com o Pai, com Deus, porque estamos convictos. E andamos com Ele. Mas agora há uma guerra interna dentro de nós, uma guerra de desejos e de vontades. E por isso é que em segundo Pedro capítulo 1, segundo Pedro capítulo 1, diz assim em Simão, Pedro serve o Apóstolo Jesus Cristo, aos que, com nós, que tiveram fé e igualmente preciosa da justiça, na justiça do nosso Deus e Salvador Jesus Cristo, graça e paz, vocês multiplicados no pleno conhecimento de Deus e de Jesus, nosso Senhor, visto com o Seu divino poder, com o Seu poder divino, que é através do Espírito Santo. Nos têm sido ades todas as coisas que conduzem à vida, eterna e à piedade, pelo conhecimento completo àquilo que nos chamou para a Sua própria glória e virtude, pelas quais nos têm sido ades a Suas preciosas e muito grandes promessas, para que por elas vos torneis co-participantes da natureza divina. Livrândonos da corrupção das paixões, destes desejos que há no mundo. Por isso, vemos aqui que há uma guerra entre a nossa corruta natureza humana e a natureza divina que está em nós através do damento de Cristo, que é o poder do Espírito Santo, em nós. Por isso, o arrependimento não é só do que fizemos, mas é do que nós somos. Parte de Deus, digamos assim, a mente de Deus, a mentalidade de Deus, vem para nós através do Seu Espírito e por isso temos a natureza divina em nós, em nós, não é que sejamos uma pessoa diferente, não é uma pessoa diferente em nós, mas é a mentalidade dele em nós, a maneira de pensar dele, esta atitude, esta maneira de ver as coisas. E por isso, então, existe uma guerra em nós e é o que Paulo descreve em Romanos capítulo 7. Vigemos, então, a Romanos capítulo 7. Romanos capítulo 7, começando a ler o versículo 15. Diz assim, porque, nem mesmo compreendendo o meu próprio modo de agir, pois não faço o que prefiro, não faço os meus desejos naturais, prefiro que, por causa que recebi o Espírito de Santo Deus, não faço este desejo da natureza divina que tenho agora, mas sim o que detesto, que é a natureza humana, ainda está nesta guerra interna. Ora, se eu faço o que não quero, porque os meus desejos mudaram, os meus desejos mudaram. Consinto que eu leia que é boa. Neste caso, quem faz isto já não, sou eu, mas o pecado que bita em mim, o pecado em mim, o que nós somos. Porque eu sei que em mim isto é, na minha carne não habita bem nenhum, na minha carne não me é natureza humana, eu sou o pecado, natureza corrupta. Pois o querer o bem está em mim, através da natureza divina, através do poder do Espírito de Santo, eu quero fazer o que é o bem, mas tem esta guerra interna, não porém o fetual, porque não faço o que bem prefiro, mas o mal que não quero, esse faço. Mas eu faço o que não quero, já não sou eu o que faz, e sim o pecado que habita em mim. Então, a querer fazer o bem, encontro a lei de que o mal reside em mim, estou a entender, estou a ganhar, estou a, nesta luta interna, estou nesta luta interna contra estes desejos, contra estes paixões, estou a vencer isto internamente, cada vez de dia a dia, um bocadinho melhor.
No século 22, por Número Cacando, ao homem interior, tenho prazer na lei de Deus, mas vejo que nos meus membros, outra lei, a lei da carne, que querendo contra a lei da minha mente. A minha mente mudou agora, porque tenho a mente divina, me faz proisineiro da mente da carne, que está nos meus membros, desaventurado o homem que sou, quem me livrará do corpo desta morte. Graças a Deus, por Jesus Cristo, nosso Senhor, de maneira que eu, de mim mesmo, com a mente, sou escravo da lei de Deus, eu quero fazer o que Deus diz para eu fazer. Uma segunda carne, a lei do pecado, às vezes falho. Permito alguns pensamentos irrados, então, a ganhar a vencer, a ganhar este caminho. E por isso é que, um cadinho mais adiante, no capítulo 8, versículo 14, diz assim, a Paulo, em Romanos 8, versículo 14, pois todos são guiados pelo Espírito Deus, são filhos de Deus. Somos guiados pelos filhos de Deus. Primeiro, somos guiados, não somos controlados, somos guiados. O Espírito Deus nos guia e nós é que fazemos a decisão e seguimos essa guia. O Espírito Deus é como o código genético de Deus, que agora entrou em nós espiritualmente e nós ficamos filhos dele, porque é o código genético, espiritualmente, falando espiritualmente. É esta mentalidade de Deus, este código genético espiritual de Deus, em nós. Porque não recebesse os espíritos de gravidade, mas para viver-nos, outra vez, atemorizados, mas recebesse o Espírito de filiação, de sermos verdadeiros filhos de Deus, baseados no qual chamamos a abapai. O próprio Espírito se defiga com o nosso Espírito, que somos filhos de Deus. Recebemos esta sementa, este código genético, somos verdadeiramente filhos de Deus. Ora, se somos filhos, somos também herdeiros, herdeiros de Deus, na família de Deus, para ser membros dessa família espiritual e com herdeiros com Cristo. Se com Ele sofremos, também com Ele seremos glorificados. Querias Irmãos, está uma batalha diária de dia a dia vencendo este conflito. Por isso é que temos estas guerras, como o Diago falou em Diago 4, há estas guerras. E por isso temos que ter domínio próprio de nós próprios, que é o Um dos Frutos do Espírito Santo, domínio próprio. Amor, vejam aqui Galatas 5. Em Galatas 5 fala acerca destes atributos, digamos assim, do Fruto do Espírito Deus. Temos este fruto e este fruto do Espírito Deus, em Galatas 5, 2, nos ajuda a ter o amor de Deus, a ter esta alegria e paz interna em nós, ajuda a nós a ter esta paciência, esta longa na meninidade para os outros, esta gentileza e meninidade para os outros, esta bondade nos ensina a ser fiéis, a ter fé e ser fiéis ser verdadeiramente pessoas confiáveis, ser imansos e a termos domínio próprio. O Espírito Deus nos dá estas coisas, estes atributos todos e, aprenê-me-lhe, temos então este domínio próprio. Este é um espírito de uma mente sá, como fala em segundo Timótio capítulo 1, versículo 7. Diz assim, porque Deus não nos tem dado o Espírito de Covardia, mas o poder de Deus para vencermos a Deus, para os nossos próprios, de amor e de mudração, o poder de mudração, o poder de controlar a nós próprios com esta mente saudável. E por isso agora estamos na estrada da reconciliação. Como é esta estrada? Esta estrada é que estamos a mudar a nossa natureza. Os nossos corações e as nossas mentes, através da ajuda do auxiliador, do conselador, que é o poder do Espírito Santo de Deus. E por isso este é, digamos assim, o caminho da reconciliação com Deus, que estamos a reconciliar com nós próprios, porque nós ficamos nós próprios inimigos, estamos a reconciliar isso, e através disso começamos esta reconciliação para com os outros, porque já é tudo motivado pelo amor, amor para com Deus e amor para com os outros como para conosco. E por isso Cristo nos ajuda a reconciliarmos com Ele, e tudo começa com reconciliação com Deus primeiro.
Por isso deixe-me repetir isto. Deus, como aquele que foi insultado, como aquele que foi machucado, como aquele que foi ofendido, toma o primeiro passo. O primeiro passo é Jesus Cristo morre por nós por causa do Seu amor, enquanto nós eram os pecadores, e a lição para nós é que nós precisamos, ou também tomar o primeiro passo na reconciliação, imitando Jesus Cristo e fazendo a nossa parte como os machucados, como os ofendidos, como os magoados, como os magoados, não é? Ofendidos. E por isso, começamos a responder por causa dessa bondade de Deus com o arrependimento. O arrependimento inicialmente, digamos assim, é pelo que fizemos. Depois Deus dá a segunda iniciativa, isto é, nos dá o poder para mudar as nossas mentes, o poder para pôrmos a natureza divina nas nossas mentes. E então, começa esta guerra interna. Em vez de termos a guerra externa com ela, temos uma guerra agora interna entre nós próprios, contra nós próprios, entre a natureza divina e a corruta natureza humana. Por isso vemos que Deus, repetindo, uma vez mais, fez duas coisas. Primeiro, enviosos Cristo para pagar os nossos pecados enquanto éramos pecadores, e segundo, pôs o seu poder a sua mente em nós, através do seu espírito, enquanto as nossas mentes eram corrutas. Isto é, ainda temos o espírito, a natureza humana, ainda temos a natureza humana. E por isso é que lemos em Coríntios que, em Cristo, somos uma nova criação, somos uma nova criatura, porque estamos a mudar Deus através do seu poder, do seu espírito, está a mudar a nós, de uma criatura velha para uma criatura nova, imitando a Deus. Nós, então, temos Cristo em nós, para sermos como Cristo, somos uma nova criação, isto é uma grande mudança de nós. Para isso, poder acontecer, Ele teve que pôr o seu espírito Santo em nós, pôr a natureza divina em nós, para que através desse espírito Santo nós ficamos convictos. E assim tirou a natureza, ou está, neste processo de nós usando o poder do Espírito Santo e a natureza divina, estamos no processo com a ajuda do Espírito Santo a destruir a natureza humana que é corrupta em nós. E, por isso, estamos a ficar uma nova criação, estamos a ficar na imagem de Deus.
E isto é a palavra da reconciliação. Nós estamos reconciliados para com Deus, para nos reconciliarmos para com Nosco, e para também nos reconciliarmos para com os outros. Então qual é a lição desta reconciliação para que nós possamos pôr em prática para com os outros pessoas?
Primeiro, nós temos de tomar o primeiro passo, tal como Jesus Cristo fez, porque pagou o preço do nosso pecado, com a morte, nós temos de dar o primeiro passo, como as pessoas ofendidas, como as pessoas insultadas, temos de dar o primeiro passo, mesmo que as outras pessoas ainda não se tenham arrependido, temos de dar o primeiro passo de perdoar. Depois precisamos de entender que só a mente de Deus naquela outra pessoa é que pode mudar a outra pessoa. Não sou eu. É o Espírito Deus na outra pessoa é que pode mudar. Por isso é que Jesus Cristo reconheceu que como um ser humano não podia fazer isso, teve que ir ao céu do volta a pai e enviar o Espírito Santo Deus para mudar a nossa mente. E você e eu não podemos mudar ninguém. Você não pode mudar a sua esposa, a sua esposa não pode mudar você.
Você só pode mudar a si próprio.
Ou a si própria. Com a ajuda do Espírito Santo de Deus.
Então qual é o nosso papel, digamos assim, a nossa responsabilidade neste segundo passo? Esta responsabilidade está descrita por Cristo no sermão do mundo quando disse que vai os vossos inimigos e orai por eles.
Para que sejam perfeitos, para que sejam como o pai. Vem isso em Mateus 5, 44 a 48.
Amém, os inimigos. Isso requer uma mudança da nossa natureza para podermos amar os nossos inimigos.
E isso requer humildade de nós. Porque nós precisamos de tomar o primeiro passo, tal como Jesus Cristo fez, perdoar. Temos que perdoar os outros enquanto eles nos magoaram, quando nos machucaram, quando nos ofenderam, quando nos insultaram, quando nos dissesionaram. Temos que perdoá-los. E orar pelos nossos inimigos. Amar os nossos inimigos. Orar por eles. Para que o Espírito Santo de Deus ajude a essa pessoa a ficar convicta do pecado. Como Jesus Cristo diz, Ele vai enviar o Espírito Santo a todos, para fazer o mundo todo convicto do pecado.
E depois, a responsabilidade é dessa pessoa mudar ou não, através do poder do Espírito Santo. Mas o nosso lado é ter confiança em Deus e esperar por Ele, pelo seu tempo, quando Ele achar, que é o tempo correto para Ele, através do seu Espírito, convencer ou fazer essa pessoa convicta do pecado. O Salmistre, David, no Salmo 37, descreve isto muito bem. Por isso quero provôr, irmãos, que virem para Salmos 37. Salmos 37.
E vejam aqui. Vou só ler alguns versículos aqui, Salmos 37, começando no versículo 5. Diz assim, entregue o teu cabinho ao Senhor, confia NELO. E o mais, Ele fará. Fará sobre sair a Sua justiça, como a luz e o teu direito, como o solo a meia-dia. Descanse no Senhor e espera NELO. Você faz a Sua parte, perdoa e ora pelos seus inimigos e descanse no Senhor e espera por Ele para através do Seu Espírito, ao fazer a Sua parte. Não dirite-se por causa do homem que prospera em seu caminho, por causa do que leva a cabo os Seus maus desenhos. Deixe-a ira. Deixe-a ira. Não deixe-as angado. Deixe-as passar. Perdoa. Abandone o furor. Não te impacientes. Tenha paciência. Certamente isso acabará mal. As pessoas de maldade isso vai acabar mal. Por que os mal-feitores serão exterminados, a não ser que se arrependam e mudam, serão exterminados, mas os que esperam no Senhor possuirão a terra. Vamos governar no rango de Deus, na terra, como filhos e filhas de Deus. Isto requer fé em Deus, esperando por Deus. E esta é a palavra da reconciliação.
O que é a reconciliação?
Como podemos nos reconciliar?
Quem deve de dar o primeiro passo na reconciliação?
Qual é a lição que aprendemos para a nossa vida do exemplo de Cristo?
Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).