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BEM-VINDOS A CERTA DE CERTA DE BELA A CERTA DE BELA A CERTA DE BELA A CERTA DE BELA A CERTA DE BELA A CERTA DE BELA A CERTA DE BELA Bom dia ou boa tarde, queridos irmãos. Na Bíblia existe a história deste adolescente 17 anos, que era amado pelo pai mais do que os outros irmãos. E então, depois, a Bíblia descreva a história de que ele estava a atar uns molhos, teve um sonho a atar uns molhos, e que o molho dele se pôs assim mais em pé, enquanto os molhos dos irmãos se inclinavam ou curvavam diante dele.
Depois, ele teve outro sonho, em que o sol, a lua e as ondas estrelas se inclinavam perante ele. E vocês devem de reconhecer de que história é que eu estou a falar, estou a falar da história de José. E José, depois, foi odiado pelos irmãos, por causa do casaco de muitas cores e deste amor especial que tinha do pai dele, e também acabou por ser vendido para vir a ser, digamos assim, um escravo no Egito. Vocês sabem a história que depois de bastante tempo, teve na prisão e acabou por ser, digamos assim, a pessoa principal, depois do faraó, a governar o Egito.
E isso, através disso, a nação ou o povo ou a família de Israel foi, digamos assim, poupada durante a grande fome de sete anos que houve durante esse período de José. Ora, vocês veem que podia ter sido uma causa de um conflito familiar muito grande e que José podia não ter perdoado os irmãos. E se ele não tivesse perdoado os irmãos, a família não teria sido salva e muitas outras coisas teriam acontecido.
Mas ve-se aqui que havia um potencial para um conflito de que veio a dar uma queda na comunicação entre a família. Isto é um conflito disfuncional nessa família. Isso pode acontecer em famílias, pode acontecer em grupos, pode acontecer em igrejas. Cresirmãos, hoje, quer falar, há cerca de cinco causas ou cinco motivações principais de conflito disfuncional entre grupos ou entre pessoas.
E todos eles, essas causas são baseadas na nossa natureza humana que está corroída. Isto é um assunto muito grande, queres irmãos. É um assunto muito grande. E hoje só vou, digamos assim, tocar na superfície deste assunto. Mas mesmo assim quero dar a voz vários pontos importantes, nomeadamente, como disse, cinco causas importantes deste conflito disfuncional.
Este conflito torna-se pior quando há um certo envolvimento emocional forte. Quando há este envolvimento emocional forte, as coisas ficam assim sobem por uma emoção do lado e a emoção do outro, as coisas cada vez ficam piores. E, então, conduz, por exemplo, a uma divisão, um desmembramento ou um divórcio, se for entre o homem e a mulher, ou num casal. E, queris irmãos, nós nunca vamos parar a situação de haver em desmembramentos, de haver em divisões, de haver em divorcios, até quando nós não aprendamos a resolver conflitos e a termos reconciliação.
Noutras palavras, eu hoje estou a falar acerca de reconciliação. Como a Bíblia fala, o Ministério de Reconciliação. E vou focar, vou cristalizar este sermão em cinco áreas ou causas importantes de conflito entre pessoas ou grupos ou em igrejas.
E, assim, nós podemos examinarnos a nós próprios, para ver se temos algumas dessas causas dentro de nós, para que nós venhamos a ser, digamos assim, pessoas com uma estatuta, ou uma estatura, como a imagem de Cristo. Venhamos a ser mais como Cristo é. Ora, todo conflito é baseado em um assunto básico, que é o âmago do problema.
E este está escrito em Romanos 8,7. Romanos 8,7. Em Romanos 8,7, e assim por isso, o pendor da carne é enimizado contra Deus. A inclinação da carne, a natureza humana, é contra Deus, pois não está sujeito à lei de Deus. Nem mesmo pode estar. O pendor da carne, a natureza humana, não está sujeita aos princípios da lei de Deus. Nem pode estar. E isso é onde todo o conflito começa. Isso é onde todos estes problemas de conflitos, de divisões, de desmembramentos, acontecem.
É onde eles começam. E isto é porque a nossa natureza é corroída. Temos uma natureza humana que é corroída. E enquanto nós temos os membramentos, enquanto que nós tenhamos divisões, enquanto que nós tenhamos divórcio, nós somos emocionalmente desfuncionais. E, como disse, quanto mais a emoção existe nesta situação, neste problema, mais o problema é escalado, é aumentado. E, por isso, deixe-me dizer à frente as cinco causas destes conflitos, destes cinco motivadores destes conflitos que eu vou falar acerca deles hoje.
Primeiro, é que estamos em conflito com Deus e, consequentemente, um com os outros. Segundo, nós temos um desejo de controlar outras pessoas, o que outras pessoas pensam, porque nós queremos que eles pensem como nós. Terceiro, nós temos uma expectativa anrealística, não é realística, de que outras pessoas vão satisfazer as nossas necessidades, particularmente as nossas necessidades emocionais. Isto é, que satisfacem a nossa emoção para que nós venham-nos a estar felizes. Em quarto lugar, nós queremos ser sarados emocionalmente por essas outras pessoas. E, em quinto lugar, o problema ao fim de contas é o orgulho, a arrogância. Então, vamos ver isto começando no primeiro.
O primeiro, que eu disse, que é o primeiro, a, digamos assim, motivador, a primeira causa do problemas, problemas de conflito, que é que nós estamos em conflito com Deus. Aí que começa, estamos em conflito com Deus. E, consequentemente, estamos em conflito com outras pessoas. Por exemplo, imagine que há um problema entre um casal. Tem certas dificuldades numa trimônio. Imagine que eu vou, como um conselheiro, dar conselho a este casal para resolverem os problemas do matrimônio. E a primeira coisa que digo a eles, aliás, deve ser a primeira coisa que devíamos de dizer, é que este casal, tanto o homem como a mulher, devem-se de se aproximar mais a Deus.
As pessoas vão dizer, hei, eu vim para aqui, para tu ser o meu conselheiro, para resolver o meu casamento. E estás a me dizer para resolver o problema com Deus e para estar mais perto com Deus? E, então, se você estivesse nessa situação e estivesse vindo a mim e estivesse isso como uma provisão, então você diria, bem, eu vou procurar outro conselheiro, porque não quero este conselheiro.
Mas, não tem. Vamos começar no início. No início é sempre no início, na história do Adão e da Eva. O Adão e a Eva não tinham conflito entre eles, nem tinham conflito com Deus. Havia uma boa comunicação entre eles. Não havia nada, nenhum problema na comunicação entre um e os outros, entre os dois e com Deus. Deus e eu jardim e falava com eles e eles falavam com Deus.
Então, depois, Satanás apareceu e Satanás convenceu-os a virem ser inimigos de Deus. Sim, Satanás convenceu-os a serem inimigos de Deus. Vejam, por exemplo, em Génacias 3, 6.
Satanás convenceu-os a dizer que não, não vais morrer, mas depois disse-se, e vê-la mulher, que a árvore era boa para se comer.
Era agradável aos olhos. E a árvore desejável para dar entendimento. Vejam as três coisas que Satanás usou para causar esta divisão. E as três coisas foram simplesmente olhar no físico.
Bom para comer, para cargas, coisas físicas. Olhar o pô mental. Agradecer aos olhos, que é para o que vai para a mente, para o que vai para os nossos pensamentos, é a coisa mental.
E desejável para dar entendimento. Isto é para alimentar o orgulho deles, a soberba deles. Estes três princípios, o físico, o mental e a soberba, são exatamente as três coisas que João fala na primeira carta de João capítulo 2, versículo 16. Vejam comigo, se faz favor. Primeira carta de João, 1ª Epístolo de João capítulo 2, versículo 16. Diz assim, porque tudo o que há no mundo, a comprensência da carne, isto é o físico, a comprensência dos olhos, aquilo que entrou pelos olhos, para a nossa mente, para o que nós vamos pensar, porque entrou pelos olhos, pois o nosso pensamento mental. E a soberba da vida. O orgulho, a soberba. As três pontos, que dizem que não procedem do pai, mas procedem do mundo. E aliás, procederam de Satanás. Satanás convenceu ao Adão e à Eva a serem inimigos de Deus. E por isso, a que pau diz em Ephésios capítulo 2, leia em comigo se faz favor, Ephésios capítulo 2.
Versículo 1 a 3 diz assim, Deus Jesus Cristo nos deu vida, estando vós mortos, nos vossos delitos e pecados.
Cris irmãos, nós estávamos mortos. Alguns de muitos nós ainda estamos mortos, porque não aceitamos a reconciliação do Jesus Cristo. Mas ele nos deu vida. Por isso é que fala acerca do patismo dos mortos, é porque estávamos mortos. Estamos vós mortos nos vossos delitos e pecados. Ele nos deu vida. Nós estávamos condonados à morte, porque estamos em conflito com Deus. Somos inimigos de Deus. E depois continua. Nos quais andasteis a outra hora, os delitos e pecados nos quais andasteis a outra hora, segundo o curso deste mundo, segundo o príncipe da protestar do ar, isto é influenciado pelo Satanás, do Espírito que agora atua nos filhos das audiências, entre os quais também todos nós andámos a outra hora. Segundo as inclinações da carne, as inclinações da carne da natureza humana, que está a ser influenciada por Satanás, fazendo a vontade da carne e dos pensamentos, as coisas físicas e mentais. E éramos por natureza, filhos da ida. Querisso irmãos, estávamos mortos e por natureza éramos filhos da ida. Estávamos em conflito com Deus, por causa da influência de Satanás. E por isso temos que remover esta situação de estar em conflito com Deus. Mas o problema é que, por que temos este conflito com Deus? Temos este conflito com Deus porque nós estamos em guerra com nós próprios, uns com os outros e com nós próprios.
E o que acontece? A única solução vai ser Jesus Cristo voltar à Terra, em forçar paz na Terra e com a ajuda do Espírito Santo nos ajudar a resolver os problemas deste mundo. Nós, tu e eu, nós não podemos resolver os problemas deste mundo. A única solução do mundo é a vinda do Reino de Deus para a Terra. E essa é a única solução. Mas, entretanto, nós temos que resolver os nossos problemas agora.
Temos que resolver os nossos conflitos, as nossas divisões agora. Como é que um dia vamos poder ensinar, por exemplo, aos muçulmanos a estarem em paz com os judeus e para ver paz entre esses dois grupos de pessoas, se nós não podemos resolver os nossos próprios problemas? Queres irmãos e igrejas dividem-se? Casamentos acabam em divórcio. Nações vão para a guerra. Por quê? Porque as pessoas estão em conflito com eles próprios. Estamos numa luta conosco. E porque nós estamos em conflito com Deus. Vejam como é que se faz de agora em 2 Coríntios capítulo 5. 2 Coríntios capítulo 5. 2 Coríntios capítulo 5.
Versículo 18 a 20. Ora, tudo provém de Deus. Tudo vem de Deus. Que nos reconciliou.
Estávamos em conflito. Vem de Deus que deu a reconciliação. Nos reconciliou. Consigo mesmo. Nos reconciliou com Deus. Por quem? Por como? Por meio de Cristo. E nos deu o mistério da reconciliação. Nos deu o ministério da reconciliação. A saber que Deus estava em Cristo, reconciliando consigo o mundo. Deus através do logos que veio a ser Cristo, está a reconciliar com Ele, com Deus. O mundo. Nós somos parte do mundo. Não imputando aos homens as suas transgressões e nos confiou a palavra da reconciliação. De sorte que somos embaixadores em nome de Cristo, como se Deus exortasse por nosso intermédio. Em nome de Cristo, pois, rugamos que fos reconciliês com Deus. Rugamos, pedimos, por favor, reconciliem-se com Deus. Ora vejam no versículo 18, disse, tudo por vém de Deus, que nos reconciliou consigo mesmo. Mas depois diz aqui, ao fim do versículo 20, rugamos que vos reconciliêi com Deus. Queres irmãos, nós éramos inimigos de Deus. E Deus nos ama. E a expectativa de Deus é para que nós sejamos reconciliados com Ele primeiro. Ele já fez a sua parte nesta reconciliação. Agora, acaba nós fazermos a nossa parte. Sim, porque é preciso ambos. Como dizem, é preciso ter duas pessoas para dançar um tango. Deus já fez a sua parte da reconciliação. E por isso diz, Deus já se reconciliou connosco. Já fez o que é necessário para estar reconciliado connosco. Através de Cristo. Agora, nós, por isso, é que julgamos que vocês vos reconciliéis com Deus. Que dêem este passo, através de Cristo.
Queres irmãos, o que estamos aqui a falar, é muito mais, muito mais além de perdão de pecado.
Isto é muito mais além de perdão de pecado.
Porque agora o que somos, é que não somos mais inimigos, mas somos amigos. Somos filhos e filhas de Deus. Somos filhos de Deus.
Num relacionamento muito íntimo, através de Cristo.
Queres irmãos, o âmago do Evangelho é a reconciliação.
Está claro que o âmago do Evangelho é o reino de Deus. Mas Deus não vai deixar você e eu entrarmos no reino de Deus, se não estamos reconciliados com Ele primeiro.
Vejam como é que se faz favor em Romanos capítulo 10, começando no versículo 13. Romanos 10.
Romanos 10.
Versículo 13. Diz assim, porque todo aquele que invocar o nome do Senhor Jesus Cristo será salvo. Será salvo. Há um processo, parte de reconhecimento do que Jesus Cristo faz por nós.
Versículo 14.
Deixe-me dizer outro ponto aqui. A única maneira de virmos a ser reconciliados com Deus é a maneira pela qual Jesus Cristo nos dá essa reconciliação. É o que diz no versículo 13. Então, daquilo que invocar o nome do Senhor será salvo. É a única maneira, é o único caminho. Jesus Cristo é a vida, é o caminho.
É a única maneira. De estarmos reconciliados com Deus é por Jesus Cristo. Mas como? Como é que podemos estar reconciliados com Deus? Vejam então aqui no versículo 14.
E como poderão invocar?
Como porém invocarão aquele em que não quereram? E como crerão naquele de quem nada ouviram? E como ouvirão se não há quem pregue?
Como é que podem avocar o nome de Jesus Cristo?
Se não acreditar em ele. E, no século, como é que podem acreditar nele se não ouvirem o nome de Jesus Cristo? E como é que podem ouvir se não haver uma pessoa que pregue?
E como pregarão se não forem enviados? Como é que uma pessoa pode pregar o evangelho, o verdadeiro, o verdadeiro evangelho de Jesus Cristo? Que inclui não só a cerca da pessoa de quem era Cristo, mas da mensagem que ele nos trouxe de reconciliação e de entrarmos no reino de Deus. E do estabelecimento do reino de Deus na terra para trazer paz à terra.
Como é que podemos pregar isso? Se não formos enviados?
Que nos irmãos aqui não é um caso de que eu, ou uma pessoa, seja quem for, que seja, ah, eu vou fazer isto. Não, é ser enviados por Deus. Os ministros de Deus são enviados por Deus.
E como está escrito? Agora quero ler da Almeida revista da Corrigida e Fial. A Almeida Corrigida e Fial. Como está escrito? Diz assim, quão formosos os pés dos que anunciam o Evangelho de paz, dos que trazem alegres novas de boas coisas.
É o que está? No manuscrito original, que a Almeida Corrigida e Fial traz aqui, como é que as pessoas podem trazer estas notícias? Porque são chamados, porque são enviados por Deus. E de então diz, quão formosos os pés de que anunciam o Evangelho a boa nova de paz, da reconciliação, dos que trazem alegres novas de boas coisas. Queres irmãos, o Evangelho de paz, isto é a obra de fazermos paz. É tão importante, é muito importante. E até que nós estejamos a cumprir isto, a praticar o Evangelho de paz, não pararão de haver divisões, divorcios e coisas desse gênero.
Queres irmãos, primeiro temos que estar reconciliados com Deus. E para isso precisamos do poder do Espírito Santo Deus para fazer isto. E por isso precisamos de entender o que Deus faz através de Jesus Cristo. O que Deus faz através de Jesus Cristo. Precisamos de entender isto.
Isso é a graça de Deus, que é tão importante. E as pessoas não entendem. Vou repetir. Entender o que Deus está a fazer por Jesus Cristo. Deixe-me dar um exemplo. A graça é tão importante, que infelizmente está a ser massacrada, está a ser destruída no mundo protestante, no mundo evangelico. Por não entender o que é graça a Deus. Deixe-me descrever de uma maneira simples e prática o que é graça a Deus. Imagina que você estivesse em um grande vale, ao cúmulo de um lado do vale, pois já o grande vale, e depois o cúmulo do outro lado. Imagina que esse vale fosse, por exemplo, o Grande Canyon, que existe a tabicoso do rio Colorado. O Grande Canyon corre por cerca de este vale enorme, corre por 450 quilómetros, e tem uma profundidade de 1,5 quilómetros. E a largura, às vezes, neste vale, é de 30 quilómetros. Às vezes, é mágica, em certos pontos, quase 200 quilómetros de largura, mas é um vale enorme de 1 quilómetro e meio de profundidade. Imagina que você estivesse no ponto deste vale, do lado esquerdo, digamos assim, e você quisesse correr e saltar para o lado do lado do vale.
Quanto é que você precisava de dar uma corrida para chegar ao outro lado do vale? Ora, lembre-se que, pelo menos, é 30 quilómetros de distância, o lado do lado vale, e é 1 quilómetro e meio de profundidade. Quanto é que você precisa dar uma corrida para saltar para chegar ao outro lado?
Impossível. Impossível. Impossível possível. Você não pode fazer isso. Impossível. Não pode saltar.
Isso é o que Jesus Cristo fez por nós. Se Deus tivesse do outro lado e você quisesse saltar para ir para o outro lado, para estar com Deus, não podia saltar esses 30 quilómetros? O que Deus fez é Ele veio para o nosso lado, para nos levar para o lado do vale.
Isto é a graça de Deus.
Isto é a graça de Deus.
Isto é o que Jesus Cristo fez por nós. Veio para o nosso lado. Estava do lado lá.
Era na forma de Deus. Veio para o nosso lado na forma do homem. Abriu o caminho para nós podermos ir para o outro lado.
Ele tornou-se como um de nós para nos levar para o outro lado. Isto é a graça de Deus. Vejam como se faz chavor em Hebreus capítulo 2. Hebreus capítulo 2. Versículo 14 a 17. Hebreus 2, 14 a 17. Visto pois, diz aqui, por ciclo 14, que os filhos têm a participação comum de carne e sangue. Queres irmãos? Nós, como seres humanos, nós como filhos, temos participação comum. Se todos nós participamos da mesma coisa, isto é, de carne e sangue.
E destes também ele, igualmente, participou.
Estávamos deste lado, estamos deste lado do vale, em carne e sangue.
Destes, de carne e sangue, ele também participou. Ele veio de Deus para vir a ser carne e sangue. Veio para este lado do vale. Para que por sua morte, destruísse aquele que tem o poder da morte, que é este vale enormíssimo, a saber o diabo, e livra-se todos que, pelo pavor da morte, estavam sujeitos à escravidão por toda a vida, porque nunca podíamos chegar ao outro lado. Pois ele, isto é, Jesus Cristo, evidentemente não tomou, como devia ser traduzido, não tomou, a imagem de anjos. Não se participou, como se fosse anjos. Não, Jesus Cristo não se participou, devia ser um anjo, não. Mas tomou a descendência de Abraão.
Participou da carne e sangue. Veio para este lado da descendência de Abraão, carne e sangue, para ir para o outro lado.
Por isso mesmo, convinha que em todas as coisas, em todas as coisas, Jesus Cristo, se tornasse semelhante aos irmãos. Para ser misericordioso e fiel, suma-se a Sartota nas coisas referentes a Deus e para fazer propriação pelos pecados do povo. Ele, convinha, em todas as coisas, viesse para este lado do vale. Ser semelhante em todas as coisas aos irmãos. Para que fôsse tivesse essa participação comum da carne e sangue. Não das características de anjos, era Deus que veio, não com características de anjos, mas veio para carne e sangue.
Para nos levar para o outro lado. Cristo e irmãos, isto é mais do que simplesmente perdoar os nossos pecados.
Isto é ser reconciliado com Deus.
Vejam comigo em Romanos 5, Romanos 5, versículo 6 a 10.
Porque Cristo, quando nós ainda éramos fracos, estávamos deste lado do vale, carne e sangue com pecados, ainda éramos fracos, morreu a ser tempo pelos ímpios. Difícilmente alguém morreria por um justo, pois poderá ser pelo bom alguém-se-anima morrer. Mas Deus prova o Seu próprio amor, Deus prova o Seu próprio amor, porque Deus veio de Deus para vir a ser carne. O logo, os veio da forma de Deus para ser da forma humana. Pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadoras. Logo, muito mais agora, sendo justificados pelo Seu sangue, somos justificados pelo sangue de Cristo, pela fex Jesus Cristo teve. Seremos por Ele salvos da Ira. Somos filhos da Ira, vamos ser salvos da Ira. Porque se nós, quando inimigos, fomos reconciliados com Deus mediante a morte de Seu Filho, muito mais, estando já reconciliados, Deus já fez a parte de Ele, de Ele, agora é nós que temos de fazer a nossa parte. Estando já reconciliados, Ele já fez a parte de Ele, seremos salvos pela Sua vida. Seremos salvos pela Sua vida.
Isso é o que Ele está a fazer agora. Está a viver e está agora a trabalhar nesta reconciliação conosco. Mandamos o Espírito Santo para Ele poder viver em nós, através do poder do Espírito Santo, que é a mente de Deus, viver em nós. E, então, nós temos o poder de mudar, de vir a ser melhores pessoas, de nos transformar com a ajuda do Espírito Deus, para que isto seja a base de nós resolvermos o conflito com outros, tal como Ele resolveu o conflito conosco. Entendem? Ele nos deu um exemplo para nós fazermos a mesma coisa para os outros.
Jesus Cristo reconciliou com nós que, quando ainda meséramos inimigos, quando ainda meséramos pecadores, nós temos que reconciliar com outros, com os outros, quando os outros ainda são inimigos, ainda são pecadores, ainda não se arrependeram, temos que fazer a nossa parte.
Eu tenho que tratar o meu inimigo, tal como Cristo me tratou, quando eu era um inimigo. Queres dizer, irmãos, isto não é fácil. Não todo diz que seja fácil.
Mas isto é a base do Ministério de Reconciliação.
Obviamente, haverá pessoas que não vão aceitar e que vão recusar a se reconciliar com Deus. Então, essas pessoas irão para o Lago do Fogo. Mas tem que ser a decisão dessa outra pessoa. Da nossa parte, temos que fazer tudo quando possamos para a reconciliação, com Deus fez tudo quando pode fazer para a nossa reconciliação com Ele.
E por isso é que Jesus Cristo diz em Mateus 5, Mateus 5, 21 a 24, Mateus 5, 21 a 24, Mateus 5, 21 a 24, Jesus visto que foi dito aos antigos, não matarás. E quem matar estará sujeito a julgamento. E por aí vos diga que é o que se motiva a se irar contra o seu irmão, a preferir o insulto, o que é nos chamar tolo, e se depois, depois ao trazer-se ao altar, e se depois ao trazer-se ao altar a tua oferta, a lhe te lembrar-se de que o teu irmão tem alguma coisa contra ti, deixe-se diante do altar a tua oferta. Vai primeiro reconciliar-te com o teu irmão, faz a tua parte da reconciliação. E depois volta e faz a oferta. Se o outro se arrependa ou não, isso não tem nada a ver. Tu faz a tua parte da reconciliação.
Bem, inicialmente não deveríamos de ter necessidade de haver reconciliação, mas se há necessidade de reconciliação, busque a paz, sofre, perde se for necessário, reconcilia-te mentalmente e no coração, mesmo que ele não queira, ou ela não queira, faz a tua parte. Deixe-se passar isto. Faz aos outros, tal como Deus fez para ti, morreu, enquanto eras pecador e inimigo.
Em Mateus 18, Mateus 18 fala acerca de resolver problemas entre irmãos e depois, acerca dos versículos 15-17, diz-se o teu irmão, pecar contra ti, vai tenta resolver o assunto. Algumas pessoas tomam isso e dizem, eu fiz a minha parte e ele não quer repender, pang, faz isto. Usam isto, por exemplo, para uma desculpa dizer, eu tentei fazer a reconciliação, mas eu não quis por isso. Culpa dele. E depois não perdoam.
Depois não perdoam. Porque essas pessoas esquecem o que Jesus Cristo disse depois a Pedro. No versículo 21 diz assim, quantas vezes é que devo te perdoar? Sete vezes? Jesus Cristo disse não. Senta vezes sete. Quatrocentos e noventa. Olha, se perdoar hoje, agora tem quatrocentos e oitenta e nove vezes ainda a perdoar. E depois, perdoa mais outra, tem quatrocentos e oitenta e oito. Está claro que não é isso, mas mesmo assim, tienes que ter uma contagem muito grande.
O ponto é que tente perdoar sempre.
Não deve esperar que o outro se arrependa. É necessário a nós perdoares. E por isso é que diz no versículo 32, deste mesmo capítulo. Então o seu Senhor, chamando-lhe de sermo malvado, perdoei-te aquela diva que toda que me persublicaste, não devias-te, igualmente, compadecer-te de teu conservo. Representando Deus nos perdoou, não devíamos nós ter feito mesmo aos outros. Indignando-se o Senhor, entregou aos verdugos, até que ele pagasse toda a dívida. Assim também o meu Pai, Celeste, os fará. Se do íntimo, não perdoares cada um a seu irmão.
Querido irmãos, nós temos uma coisa que é necessária. Resolver o conflito com Deus e a maneira de resolver o conflito com Deus. É primeiro resolver o conflito entre um e outro.
Temos que resolver o conflito entre um e outro. Serem pessoas dizem bem, eu não vou reconciliar até você se arrepender.
Querido irmãos, isso é uma barreira. É uma barreira de reconciliação. Porque, ao fim de contos, o que você quer? Quer que essa pessoa vá para o Lago de Fogo?
Mas eu digo, as pessoas dizem, ah não, eu quero que ele diga desculpe. Talvez você tenha que esperar até a segunda resolução, quando ele ou ela venha a dizer desculpa. E, por isso, você vai deixar que essa pessoa controle a sua vida, porque você então fica à espera de que o outro perdou, e por isso, o outro se arrepende, porque o outro não se arrepende, você não perdou, e não perdou, você não se arrepende. Você vai ficar em um lugar, se arrepender, e você vai ficar em um lugar, se arrepender, e por isso, o outro se arrepende, porque o outro não se arrepende, você não perdou, e não perdou, você...
está controlado por causa dessa pessoa, está controlado por essa pessoa.
Colocenses capítulo 3. Colocenses capítulo 3, versículo 12 a 13. Revesti-vos pois com eleitos de Deus Santos e Amados. De ternos afetos de misericórdia, de bondade, de humildade, de mansidão, de humanidade, suportávos uns aos outros, perdoávos mutuamente. Caso alguém tenha motivo de queixa contra o outro, assim como o Senhor vos perdoou, assim também. Perdoar a voz.
Temos que ter a mesma graça que Jesus Cristo teve para conosco. E isso não é fácil. E isso não é fácil. E por isso temos que deixar passar o tempo, e por isso temos que deixar passar este desejo de que queremos controlar outras pessoas. Temos de parar de gritar, parar de... Porque se começamos a gritar e a falar alto e deixamos a emoção, e é fácil para mim e para você começarmos esta luta, estas guerras, ou fugir. Amos são baseados em medo, mas começamos estas lutas de uma maneira ou outra. E isso é uma reação natural humana. Por quê? Porque queremos controlar a situação. Queremos controlar a outra pessoa. E temos que desistir de querer controlar outra pessoa.
Vocês podem ler, em segundo Samuel 13, 22, a história de Absalão, que não falou com Amon, nem mal, nem bem, porque odiava a Amon porque este forçou a sua irmã Tamar. Forçou, violou-a.
E está claro, ele queria justiça. E o pai, o do rei David, não fez a coisa certa. Neste ponto, não obtuseu a Deus. Devia ter dado a disciplina correta. E não houve essa. E, por isso, Absalão cria justiça.
A cerca do ponto de ele querer justiça, ele estava certo. Mas, ele não estava certo, porque ele não tinha o direito de executar a lei. Ele não tinha o direito de executar a lei. E, por isso, não tinha o direito de matar o irmão, Amon. E, embora, por isso, ele estivesse certo, estava errado. Porque ele esteve a forçar o conflito. Para uma posição em que ele estava confortável, porque ele queria controlar a situação. E temos que desistir de querer controlar a situação. Isso é parte do princípio de resolver conflitos. Dependendo da situação. Pode ser uma situação em que você precisa passar por cima da transversão. Deixar da transversão passar. E, deixe isso. Deixe. Como podem ler a provérbios 19-11. Deixe isso. Deixe. Passa por cima da transversão. Ou, pode ser um caso em que você precisa reconciliar e corrigir essa pessoa com espírito e mansidão, como lê em Galatas 6, 1. Ter uma reconciliação com mansidão. Ou, talvez, a situação seja em que uma você precisa ter em vista o que é dos outros. Como é, em Filipinos 2, 4. Ter os interesses dos outros, em primeiro lugar. Ou, como dizem Mateus 18-16. Você precisa destablecer um acordo com o irmão, e chegar a um ponto de estabelecer e um ou outro ao vir a situação, e mediar e ter uma mediação neste problema. O ponto aqui é que você não está a controlar. Você desligou-se do controle. E procura a paz, conforme a situação.
Isso é parte de deixar.
Deixar-nos passar este desejo, esta expectativa, de que queremos que outros satisfacem os nossos desejos, ou que os outros façam com que nós sejam os felizes. Porque queremos, por exemplo, que o outro peça perdão, ou faça isto aquilo para nós perdermos perdoares. Queremos que eles façam alguma coisa para se desfazer os meus desejos. Temos que deixar isso passar.
Isso acontece muito em problemas de matrimónio. Oh, a minha mulher não satisfazes minhas respetações, ou meu marido não satisfazes minhas respetações. Então, tornamos uma vítima. Oh, eu sou uma vítima dele, uma vítima dele.
E começamos esta guerra, esta luta. Porque queremos que os outros satisfacam-nos. Porque queremos que eles nos façam felizes.
E, em vez de procurar a solução de outras pessoas, precisamos de procurar ou buscar a solução de Deus.
Em vez de cumprir as nossas expectações, a expectação de que queremos que os outros satisfacam-nos, façam-nos felizes, porque dizem desculpa, ou porque fazem isto, ou fazem aquilo, ou fazem aquilo outro, temos que, antes disso, em vez disso, buscar a solução de Deus.
Qual é a solução de Deus? A solução de Deus pode vir a ser muito diferente do que você espera. Muito diferente.
Do que da sua expectação.
E, por isso, precisamos de perguntar, como é que Jesus Cristo teria reagido nesta situação? Por exemplo, pense em 1 Coríntios 11, 1, que diz assim, sigam a Cristo.
Como eu sigo? Sejam imitadores de Cristo. Por isso, precisamos de estudar o ívus evangelhos. Precisamos de estudar a história da vida de Jesus Cristo e as doutrina dos apóstolos, para ver como é que Cristo teria reagido em situação desta. Vemos também que Jesus Cristo antes de morrer, foi orar e se deixou os irmãos antes daquela noite antes de morrer e começou a orar. Deus, por favor, me livre desta situação, mas se não, seja à tua vontade. Nós precisamos de buscar a vontade de Deus, tal como Jesus Cristo buscou em Lucas 22, 41 a 44. E Ele defé em Deus. E, pois, precisamos de pedir a Deus pela sabedoria de Ele, para lidarmos com estas situações conforme seja necessário. Vejam, por exemplo, em Tiago 1, versículo 5 a 6. Diz assim, se porém algum devós necessita de sabedoria, peça a Deus, que a todos dá-lhe liberalmente e nada-lhes impropera e se aliá concedida, peça porém com fé e nada-dovidando. Querido irmãos, precisamos de pedir a Deus sabedoria, de maneira de como tratar destas assuntos em que há um conflito. Mas precisamos, como disse, estava a dizer, de deixar esta expectativa que a outra pessoa nos vá fazer feliz, porque disse desculpa, ou que disse, eu me arrependo, ou que disse que não fez certas coisas, mas quer que a pessoa faça essas coisas.
E por isso temos que deixar esta perspectiva que temos, que queremos que outras pessoas nos curem emocionalmente. Isto é, porque se a pessoa disser, eu me arrependo, ou então emocionalmente eu fico curado deste problema. Mas se essa pessoa não diz que se arrependo, querido irmãos, não devemos desesperar que a pessoa diga se arrependo, mas não devemos de buscar para que outras pessoas nos curem emocionalmente. Aliás, devemos buscar que Deus nos cure emocionalmente.
Cris irmãos, lembra-se da situação em que as pessoas vieram a Cristo e disseram, olha, quem este, você não paga impostos, e Cris, ele disse, olha, mostra-me quem está aqui, ali, sabe, quem está aí na moeda. Ah, é do líder da nação. Hoje em dia, no Brasil, o cara da moeda é do líder da nação. Então, ali, se bem, não dá ao líder da nação esse dinheiro. E depois diz-me, mas para que não haja ofensa? Vai, vai pescar, e vai pescar um pé, e depois abre da boca e tira a moeda e paga o imposto. Para que não haja ofensa? Nós, Cris irmãos, não devemos estar a ofender. Não devemos estar a amaguar outros. Mas se houver ofensa, se ofendemos, amaguámos outros. Precisamos de pedir a Deus para ajudar a curar. Açarar esta outra pessoa. Porque a cura vem de Deus. Sim, a cura vem de Deus. Temos que mostrar a pessoas que nós temos cuidado, temos carinho, temos que escolher as nossas palavras com cuidado. Temos que dar sacrifícios de paz. Como se lê, muitas vezes, nas escrituras e nos proverbios. Sacrifícios de paz. Estuda em um livro de proverbios, a cerca de princípios, de ira para não tarem zangados quando há desconflitos. Porque, como dizem proverbios 18-19, que um irmão ofendido resiste mais que uma fortaleza.
E depois também diz que uma resposta branda acalme tudo, como dizem proverbios 15, versículo 1. Que, irmãos, precisamos de estudar a Bíblia para aprender a sabedoria, a resolver estas situações que são muito emocionais. E não devemos desesperar uma cura emocional de outras pessoas. A cura emocional vem de Deus. Devemos olhar para Deus para a cura emocional. E, finalmente, queres irmãos, precisamos de evitar o orgulho. Porque o orgulho é enganoso. O orgulho dá-nos uma visão exagerada da nossa própria importância.
O orgulho dá-nos uma visão exagerada da nossa própria importância. O orgulho é baseado em emoções e como é um cinto, em sentimentos. Então começamos a ser focados em como é um cinto e não nos princípios do que é certo. E, por isso, então, cria uma necessidade de ser, eu preciso de ganhar, eu preciso de vitória. Vocês lembrem-se da história de Isaac? Isaac, versículo 26 de Genesis, em que ele foi para a Terra e começou a abrir os poços do seu pai. Então os habitantes da Terra disseram que este poço é meu. Eu nem disse que estava bem. Então, vou abrir outro poço. Então cavou outro poço. E os habitantes disseram que estava bem. Foi então cavar um terceiro poço.
E tirou água de lá. E os outros disseram que estava bem, não. Temos água suficiente, pode ficar com isso. Então Isaac disse, está bem. Vê-se. Não houve guerra. Não valia estar a vencer este argumento e dizer, olha, mas foi o meu pai que cavou este poço previamente. Deixa isso passar.
Não vale a pena vencer um argumento e perder a batalha. Mas busca a humildade. Busca a humildade. Porque não é sempre a cerca de ganhar. Mas é a cerca de reconciliar.
Vejam comigo em Sufonias capítulo 2, versículo 3. Sufonias, ajeu, Zacarias. Sufonias capítulo 2, versículo 3. Diz assim, buscai o Senhor. Vos todos os mansos da terra. Os terras que são humildes e que são ensináveis. Que comprise o meu juízo. Busca a justiça. Busca a mansidão. Porventura, lograrei esconder-vos no dia da ira do Senhor. Porventura, como dizes na Almeida Corrigida em Fial, pode ser que seja escondidos no dia da ira do Senhor. Pode ser que seja escondidos no dia da ira. Porquê? Porque Deus não vai deixar a ira dEle.
Te afetar. Vai te proteger. Vai te selar. Como diz uma grande maldita, vai ser selada antes da ira do Senhor. No tempo do fim. E por isso, busca a humildade. Busca a justiça. Busca a mansidão.
Comprei o juízo de Deus.
Queres irmãos, isto é o oposto do orgulho.
E por isso é que Pedro disse, sem givos com a humildade. Vistam-se com a humildade. Queres irmãos, vimos aqui cinco causas, motivações, problemas, conflitos, divisões, membramentos, divorcios.
E temos que nos examinar para esforçarmos-nos a vencer estas cinco áreas de problemas. Mas o primeiro e mais importante de todos, onde eu usei a maior parte de tempo no meu sermão, é que precisamos de entender que estamos em conflito com Deus. E temos que resolver este conflito primeiro. Temos que nos reconciliar com Deus primeiro. Temos que fazer a nossa parte. Deus já fez a parte de Ele. Temos que fazer a nossa parte. E isso, então, nos faz com que nós sejamos como Cristo e, então, fazemos a mesma coisa aos outros.
E, por isso, estamos a ser reconciliados com outros, tal como Deus fez para comigo. O segundo ponto é que precisamos de deixar este desejo de controlar as outras pessoas, controlar os outros pensamentos. Precisamos deixar passar este desejo de creermos que eles pensem como nós. Precisamos de ser guiados por princípios e não ser guiados pelo controle das ações das outras pessoas.
E, por isso, temos que deixar a transversão passar por cima, reconciliar, negociar, medir, tratar, seja qual for a situação, reconciliar, usando um ou outro princípio de reconciliação. Depois, temos que deixar esta expectativa não realística de que as outras pessoas têm que satisfazer a nossa felicidade. Porque não. Não são as outras pessoas que nos vão dar a solução para sermos felizes, a solução de Deus para sermos felizes. E, por isso, precisamos de perguntar o que Jesus Cristo teria feito e pedir para ela ajuda de Deus, pela sabedoria de Deus, para fazermos o que Jesus Cristo teria feito. Depois, precisamos de desajar que outras pessoas, devemos parar de desajar que outras pessoas nos curem emocionalmente. Precisamos de buscar a cura emocional que vem de Deus. Pedir a Deus para nos sarar, para nos curar. Pedir e, por isso, pedir a Deus para usarmos palavras com cuidado, para não ofendermos, para não magoarmos outros. Em resposta porque talvez outros tenham desmaguado. E, finalmente, evitar o orgulho. Pedir a Deus por humildade. Humildade que vem de Deus. Crescim irmãos, nós precisamos de ser convertidos mentalmente e no coração. E a reconciliação é parte da verdadeira conversão. Uma conversão que é importante, que é crítica para podermos estar no reino de Deus. Tal como Pedro disse, cresçam em graça e na sabedoria do nosso Senhor Jesus Cristo. É necessário a ambos. Muitas pessoas têm grande sabedoria. Mas não tem graça. Precisamos de ambos, queridos irmãos. Precisamos do conhecimento, da doutrina, da verdade. Mas precisamos ter graça na aplicação dessa doutrina da verdade. Isto é o Ministério de Reconciliação, que é um dom que Deus nos dá da graça a nós, o qual nós devemos copiar ou imular ou fazer igualmente para os outros.
Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).