This transcript was generated by AI and may contain errors. It is provided to assist those who may not be able to listen to the message.
Bom dia ou boa tarde, queridos irmãos, é que já os estamos falando de Vos de Vincenzenet. Você já conheceu algumas pessoas que, por exemplo, tiveram uma discussão, e durante essa discussão ficaram irritados um com os outros e se separaram, e muitos anos adiante, nem se lembram como é que a amargura entre elas iniciou. E, por exemplo, quantos pais e filhos, ou ex-amigos, maridos e esposas, não falam uns com os outros? Por anos! Porque construíram, digamos assim, uma parede entre eles por causa da mágoa, ou de uma amargura, e por falta de perdão.
Quais são as barreiras existentes entre você e um entre querido seu por causa de uma falta de perdão? O meu tema hoje, queridos irmãos, é para vos ajudar a curar os relacionamentos que estejam quebrados, mostrando-lhos o efeito da misericórdia. Deixe-me compartilhar com vosco uma história antiga, bíblica, que pode mudar a sua vida hoje em dia. Essa história está em segundo Samuel, capítulo 13. Aí há um relato fascinante na Bíblia sobre o antigo rei David de Israel e a sua família. Ora, David tinha um hárem, que uma coisa que era comum para os reis do Oriente Médio, e tinha um grande número de crianças.
E, por isso, imagina os conflitos entre esses irmãos, competindo para terem a atenção do pai deles. Ora, um dos filhos de David chamava-se Amon, e ele apaixonou-se com a sua meia irmã, Tamar. Tamar, então, resistiu a vários avanços de seu irmão. Vigemos, então, esta história aqui, em segundo Samuel, capítulo 13, começando no versículo 21.
Tinha, Absalão, filho de David, uma formosa irmã, cujo nome era Tamar. Amon, filho de David, se enamorou dela. Angustiou-se Amon por Tamar, sua irmã, aliás, sua meia irmã, a ponto de adoecer, pois, sendo ela virgem, parecia-lhe impossível fazer-lhe coisa alguma. Tinha porém, Amon, um amigo cujo nome era Jona Dab, filho de Simeia, irmão de David. Jona Dab era homem muito sagaz. Então, ele disse, porque tanto de emagrece dia para dia, o filho do rei. Não me dirás. Então, ele disse, Amon, disse assim, eu amo a Tamar, a irmã da Absalão, meu meio-irmão, e disse-lhe Jona Dab, deita-te na tua cama e fins de que estás doente.
Quando o teu pai vier visitar-te, diz-lhe, peço-te que minha irmã Tamar venha e me dê comer pão. Pois, vendo-a, eu preparar-me a comida, comorei de sua mão. Deitou-se, pois, Amon, e fingiu-se doente. Quando o rei o visitou, Amon lhe disse, peço-te que a tua irmã Tamar venha e preparo dois bolos à minha presença para que eu coma de sua mão. Então Davi mandou dizer a Tamar em sua casa. Vai à casa da Amon, teu irmão, e faz-lhe comida. E assim foi o que aconteceu, fez a comida. E, então, disse a Amon a Tamar no versículo 10. Traz a comida à câmara, e eu comorei de tua mão.
Tomou Tamar os bolos que fizeram e os levou à mão de seu irmão à câmara. Quando lhes ofrecia para que comece, pegou-a e disse-lhe, Vem, deita-te comigo, minha irmã. Porém ela lhe disse, não, meu irmão, não me force, porque não se faz assim em Israel. Não faça-se tal loucura. Porém, aonde iria eu com a minha vergonha? E tu serias como um dos loucos de Israel. Agora, pois peço-te que fales ao rei, porque não me negará a ti. Porém, ele não quis dar ouvidos ao que ela dizia, antes sendo mais forte do que ela, forçou-a e se deitou com ela.
Aqui vemos que ela, Amon, finalmente, superou a Tamar, e a forçou-a. E, vejam, no versículo 15, depois Amon sentiu por ela a grande versão, e a maior era a versão que sentiu por ela do que o amor, que ele voltara. E vejam, assim, quando há um bocado deste género, este amor não era amor, mas era uma atração e um atração, e quando este amor foi satisfeito, tornou-se este amor, que não era amor, em uma versão, um tipo de ódio.
Mas o interessante é que, quando a notícia chegou ao rei David, ele, claro, estava com raiva. Mas vejo aqui, e se diz assim, versículo 21, ouvindo o rei David, todas estas coisas, muito se lhe acendeu a ira. Mas, surpreendentemente, vê-se aqui que ele agiu de uma maneira indecisa. Não fez nada. E, por isso, vê-se no versículo 22, porém, Absalão, não falou com amor nem mal, nem bem. Vê-se aqui que houve esta barreira entre dois entes, dois irmãos, porque houve uma falta de perdão, em primeiro lugar, mas está claro, também não houve arrependimento, vê-se.
Mas aqui continua, porque odiava a amor, por este ter forçado, tamar sua irmã. E isto passou por vários tempos, ve-se assim, no versículo 23, passados dois anos. Vê-se aqui que se passaram dois anos e David não tinha feito nada sobre o que havia acontecido com a tamar, sua própria filha. Talvez ele tivesse tentado evitar um escândalo público. Talvez ele se sentiu culpado por não ser um bom pai.
Talvez ele se sentiu culpado por causa do pocado dele com a batiziba e do que o profeta Natânia tinha dito, no Capítulo I. Mas o ponto é que ele não fez nada. Absalao, o outro filho de David, cansado de ser um bom pai, mas o ponto é que ele não fez nada. Absalao, o outro filho de David, cansado de esperar por seu pai tomar umas medidas, decidiu então vingar a sua irmã, matando-o à mão.
Há muitos aspectos. Parece que o Absalao tornou-se o herói nesta história. Ele vinha à irmã dele, apoia para o resto da vida, enquanto David parece incompetente.
E, no entanto, o que aconteceu? Absalao acabou de fugir do país e passou 3 anos no Isílio. Bem, cortando a história, David acabou por estender uma amnistia, uma amnistia, ao seu filho por causa de Absalao, mas, as sementes de descontentamento de Absalao, a sensação de que ele tinha sido injustiçado, não tinha havido justiça, e que ele tinha sido vítima de uma inépcia de David, essas sementes desenvolveram raízos. E vejam aqui, em segundo Samuel, capítulo 15, versículo 1 a 6. Depois disto Absalao fez aparelhar para si um carro, cavalo, os 50 homens que correcem diante dele, levantando-se Absalao pela manhã, parava a entrada da porta e a todo o homem que tinha alguma demanda para vir ao rei a juízo, o chamava Absalao, e assim ele dizia, texidade é-se tu, e eu respondia, da tal tribo de Israel é o teu ser. Então Absalao ele dizia, olha, a tua causa é boa e reta, porém não tens quem que te oisa da parte do rei. Dizia mais Absalao, ah, quem me dera eu ser o juiz na terra, para que viesse a mim todo o homem que tivesse demanda ou questão, para que ele fizesse justiça. Também, quando alguém se chegava para inclinar-se de andeu, eles estendiam a mão, pegavam-o e o beijavam. Desta maneira, fazia Absalao a todo o Israel que vinha ao rei para juízo, e assim ele fortava o coração dos homens de Israel. Vê-se aqui a manipulação que estava a acontecer, um tipo de politiquista, digamos assim. Porque, vês aqui que Absalao estava motivado por uma necessidade de partilhar o seu descontentamento pela falta de justiça, por ter sido, na maneira que ele via as coisas, que foi maltratado, porque não houve justiça pelo rei. Então, ele começou a alimentar essa sua frustração com outros, a fazer com que outros sentissem a mesma frustração. E então, começou a fazer um grupo de pessoas que ficaram descontentes, e finalmente Absalao lançou um golpe, digamos assim, um golpe de estado para derrubar o rei da vi. E até chegou a um ponto que ele acabou abusando o arém do seu pai. Vejam no capítulo 16, segundo Samuel 16, 21 a 22. Também disse, Ai te ofel, Absalao, cobita com as concubinas de teu pai, que deixou para cuidar da casa, e, em ouvindo todas as real que te fizeste audioso para com o teu pai, animar-se a todos os que estão contigo. Armaram pois para Absalao uma tenda no herado e ali, à vista de todo o Israel, ele cobitou com as concubinas de seu pai. Até parece que foi ao público da maneira que eu leio aqui. Por isso, o próprio pecado pelo qual isto tudo começou entre Amon e Atamar, ele próprio fez a mesma coisa e talvez ainda pior, sim, ainda pior. E, ao fim de contas, foi morto pelo comandante do exército. Queris irmãos, é uma história antiga, mas tem uma lição muito importante para nós, porque a auto-destruição de Absalao foi trágica desde o início. As suas ações são muito previsíveis. A sua irmã tinha sido violada, mas porque a justiça foi adiada. Ela, então, motivado pela raiva e por uma necessidade de vingança, levou assunto em suas próprias mãos e, então, foi benido por seu próprio pai, foi expulso dessa área pelo seu próprio pai. Logo, ele se convenceu, e de dia a dia se convenceu ainda mais, que ele tinha sido mal tratado por devido. Ah, está tão mal, está mal, está mal. E, por isso, ele simplesmente não conseguiu produ-ar seu pai.
A sua ira contra o devido tornou-se algo que o consumiu completamente. E ele tentou destruir até que ele tentou destruir o reino do seu pai, apenas para ele próprio sofrer a derrota e a morte. Então, você, já se alguma vez se sentiu como absalão? Você já sentiu alguma vez, emocionalmente, mentalmente consumido com uma agonia, do que alguém fez algo errado assim?
Você está obsecado com essa injustiça? Você é incapaz de sentir o encerramento da situação, de deixar tudo isto passar e produ-ar? Ora, oiça! Para suporar essa dor emocional, você primeiro deve assumir a sua própria responsabilidade por suas próprias emoções e ações. Vou repetir. Para você suporar essa dor emocional, você deve assumir responsabilidade por suas próprias emoções e ações. Aqui está a verdade difícil. Quando você carrega consigo uma raiva e um ódio, você se torna um escravo de suas emoções negativas. Quando você for furido por alguém, a única maneira de experimentar a cura é você perdoar a pessoa que o uma machucou, a pessoa que o preferiu, que o magoou.
Quando você for machucado por alguém, você foi magoado e tem esta agonia emocional e mental, porque algo fizeram contra sim. Tem esta dor emocional, você precisa de suporar esta dor. E por isso você, a única maneira para você ter uma cura desta dor emocional, é perdoar a pessoa que o feriu.
Ora, eu sei que isto soa difícil. Irmãos, não é só difícil, é muito difícil. Eu sei. Ora, o perdão, lembrem-se, não significa que você tem que aceitar o comportamento abusivo ou absorver a pessoa de responsabilidade.
O perdão não significa que você tem que aceitar o comportamento de essa pessoa, comportamento abusivo, ou absorver essa pessoa de responsabilidade. Porque justiça é uma questão do que é certo e errado e a devida punição.
Mas o perdão não significa que você desista da justiça. O perdão não significa que você desista da justiça.
O perdão significa que você desiste de ser consumido com o dor emocional e da obsessão sobre o que aconteceu com você. Jesus Cristo ensinou bem aventurados os misericordiosos porque alcançarão misericordia. Vejam comigo em Mateus capítulo 5. Mateus capítulo 5.
Mateus capítulo 5 versículo 7.
Bem-aventurados os misericordiosos porque alcançam misericordia. Queridos irmãos, a misericordia significa mostrar compaixão para com alguém que tenha feito algo errado consigo. Particularmente, isto significa que você tem que desistir da necessidade emocional de ver a outra pessoa sofrer. Você precisa desistir de sua necessidade emocional de ver a outra pessoa sofrer. Isso é a misericordia.
Sim, é fácil. Nós temos uma certa simpatia quando vemos, por exemplo, uma criança a sofrer ou uma pessoa sem teto, sem casa. Nós podemos ser motivados para mostrar compaixão a outro ser humano quando tem certas dificuldades financeiras. Damos comida ou dinheiro ou participamos num projeto de serviço, por exemplo, patrocinado por uma igreja ou por uma organização empresarial de uma empresa. Isso é fácil ter essa misericordia. Mas é muito mais difícil mostrar misericordia para alguém que o maltrate. Ora, a misericordia é o fundamento do perdão. Agora lembre-se, se você não aprender a perdoar, a dor emocional nunca vai ser curada e você nunca sabe a verdadeira paz ou felicidade. O perdão, sim, o perdão é um processo difícil e emocional. Eu sei, eu bem sei.
Não estou a dizer que isto vai ser fácil, queridos irmãos, mas é a única maneira que você pode tornar-se espiritualmente e emocionalmente curado.
Então, faço-me uma pergunta aqui. Como é que você pode aprender a perdoar a alguém que o maltrate ou talvez mesmo perdoar alguém que você ama?
Você é capaz de responder esta pergunta, honestamente, vou fazer outra pergunta. E agora, isto é uma pergunta importante e quero que realmente oisse esta pergunta. Você já recebeu verdadeiro perdão de Deus?
Já recebeste verdadeiro perdão de Deus?
Ora, antes de responder, deixe-me explicar algo sobre perdão de Deus. O perdão de Deus? Deus está te oferecendo o perdão, mas você só pode experimentar o que o perdão é, o que o perdão de Deus é. Você só pode, de facto, receber esse verdadeiro perdão, experimentar esse verdadeiro perdão, quando você admitir o quão errado você estava. Isto é o que a Bíblia chama de arrependimento. Arrependimento é mais de que dizer assim vagamente, assim uma frase. Ah, você sabe, eu tenho feito algumas coisas ruins na minha vida e estou com pena, desculpe. Isso não é arrependimento. Arrependimento significa reconhecer como errada suas ações. Como erradas elas de facto são. Por isso reconhecer as nossas ações erradas. Representa também afastar-me-nos do comportamento autodestrutivo e dar a sua vida ao seu Criador. O arrependimento significa compreender que precisa do perdão de Deus porque você e eu, porque nós desperdiçamos ou estragamos ou banguçamos a nossa vida que Ele tem dado a nós.
Arrependimento significa mudar as suas ações erradas e transformá-las em ações corretas. Isso é o arrependimento. É uma transformação. É uma mudança. Ora, eu não estou a falar, Crisis e Irmãos, de dar o seu coração ao Senhor.
Isso é uma experiência religiosa que você possa ter tido que não significa muito um período depois. Se você não se arrependeu verdadeiramente, então você realmente não experimentou o perdão de Deus. Você não saboreou o perdão de Deus e por isso não saboreou o efeito da misericórdia. Na verdade, Crisis e Irmãos, a Bíblia descreve, regista, uma grande quantidade de erros cometidos pelo Rei Davi. Mas a Bíblia também afirma que ele foi, apesar dos seus defeitos, vejam com mim, em Atos 13-22. Atos 13-22.
Vejam o que a Bíblia diz que David foi, apesar dos seus defeitos todos. 13-22. Diz assim, eu tenho tirado a este, levantou-se o Rei Davi do qual também, dando-te estamunho, disse, achei Davi, filho de Jassé, homem segundo o meu coração, que fará toda a minha vontade. A Bíblia regista, que David, embora tivesse cometido uma grande quantidade de erros, ele era um homem segundo o coração de Deus. David era um pastor-Ré, um guerreiro-poeta, descreveu poemas e letras de música gravadas, no livro que é hoje conhecido como o livro dos Salmos. Então leiam como isso faz favor. Salmos 32, versículo 1 e 2. Bem-aventurado, aquele, cuja iniquidade é perdoada, cujo pecado é coberto. Isto é bem-aventurado aquele que a transgressão, os pecados são perdoados. Bem-aventurado o homem a quem o Senhor não tribue a iniquidade e em cujo espírito não há dolo. Isto é bem-aventurado aquele homem a quem o Senhor não imputa qualquer maldade. Queridos irmãos, você e eu podemos cria a pensão de Deus de perdão, mas estamos a enganar-nos a nós próprios, quando pensamos que podemos experimentar o perdão, perdemos o receber o perdão de Deus sem arrependimento. Temos que nos arreprender. Versículo 3 Quando eu calei os meus pecados, envelheceram os meus ossos, pelos meus constantes amigos todos os dias. Ele calou-se com os pecados, escondeu-os, não se arrependeu, não confessou, não se arrependeu. Continuada então a ler. Porque a tua mão pesava dia e noite sobre mim, e uma vigor se tornou em seguidão de este tio. Versículo 5 Conversei-te o meu pecado, e a minha iniquidade não mais alcultei. Disse, confeçarei ao Senhor as minhas transversões, e tu perdoaste a iniquidade do meu pecado. O primeiro passo para entender a necessidade de perdoar a outros é entender a nossa necessidade de sermos perdoados por Deus.
O primeiro passo para entender a necessidade de que precisamos perdoar a outros é precisamos de compreender a necessidade de sermos completamente perdoados por Deus. E para sermos perdoados por Deus, para recebermos verdadeiro perdão de Deus, precisamos de arrependimento. Se não nos arrependemos, não recebemos o perdão de Deus, e por isso não experimentamos ou saboreamos o efeito da misericórdia. Queridos irmãos, dentro de si próprio, dentro do seu próprio ser, dentro de mim próprio, dentro do meu próprio ser, você e eu, nós todos, somos pessoas danificadas. Não importa quem você seja, sua vida, seus pensamentos, suas emoções, suas ações, são tóxicos para o seu bem-estar espiritual e emocional. Na verdade, você e eu somos os nossos próprios piores inimigos. E aqui está a parte difícil de entender. Se nós não sentimos, se nós não saboreamos, se nós não experimentamos ou recebemos o verdadeiro perdão de Deus, nós só podemos receber esse perdão de Deus quando nós nos arrependemos, mas temos que reconhecer que não merecemos esse perdão. Temos que reconhecer que não merecemos esse perdão. E por isso, temos que entender que precisamos da misericórdia de Deus. Então, nós podemos começar a compreender quem Jesus Cristo realmente é e por que as escrituras dizem que Ele morreu por nós? É a misericórdia de Deus. É o efeito dessa misericórdia. Só então, quando você reconhece que não merece o perdão, quando você reconhece que precisa sentir o perdão de Deus e que não merece, então você entende o verdadeiro significado de mostrar misericórdia para com outros. Importante, precisamos reconhecer que não merecemos o perdão de Deus, precisamos nos arrepender e precisamos, então, chegar à essa conclusão e começamos a entender o que Jesus Cristo realmente é, quem Jesus Cristo realmente é e por que as escrituras dizem que Ele morreu por nós. Então, começamos a entender o verdadeiro significado de que precisamos de mostrar misericórdia para com os outros. Este é o efeito da misericórdia. A misericórdia que Deus faz para nós e o efeito dessa misericórdia é que nós temos que refletir a mesma misericórdia para com outros. Ora, eu sei que Deus vai ter misericórdia para você, Deus o vai perdoar desde que confesse e se arrependa, como David descreve em p. 32. Eu sei que Deus fará, embora você não mereça, e como é que eu sei? Porque eu não mereço, e eu recebi-as, perdão, e recebo diariamente. Então, porque Ele fez isso para mim, Ele fará isso para si. E por isso, só quando você pedir perdão a Deus, é que você pode começar a aprender a perdoar a outros. Então, o enfeito da misericórdia pode começar a ocorrer na sua vida. Nós temos um livro, e eu gosto de chamar os nossos livros, Dias de Estudo Bíblico, porque, ao fim de contas, são guias para nós usarmos para estudarmos a Bíblia. Porque, ao fim de contas, a de fonte é a Bíblia, não é o livro. A Bíblia é que conta. Mas os nossos guias de estudo bíblicos, e especificamente o entitulado Transformando-o-se-o-vida, o processo de conversão, aborda detalhadamente o assunto do arrependimento e do pecado, e como devemos de mudar o que somos, devemos de transformá-nos nas ações irradas para ações corretas. E na página 33, ao fundo deste livro diz assim, Tiago declara abertamente que o pecado é gerado pelos nossos desejos carnais, porque as pessoas são tentadas quando são atraídas e enganadas pelos seus próprios maus desejos, embora estes desejos fazem com que o pecado nasça. Isto é em Tiago 1, versículos 14 e 15.
Vê-se aqui que a carne é fraca. A nossa carne é fraca. Nós temos fraquezas na carne. E esta fraqueza da carne é que nos leva ao pecado. E por isso a carne tem certos desejos. Diz assim, sem desejos, como temos aqui descrito no nosso Guia, sem desejos, nossas vidas seriam monótonas e sem propósito. Os desejos são forças motivadoras da nossa vida. É por isso que Deus criou em nós mecanismos carnais que estimulam desejos no nosso corpo. Mas o nosso desafio, pois, é gerir e controlar apropriadamente os nossos desejos. Como a Bíblia diz, o domínio próprio. O nosso desafio é o domínio próprio. E Deus espera que procuremos e usemos a Sua ajuda através do Espírito Dele para nos dirigir, para nos guiar de maneira no caminho legítimo, no caminho correto. Queridos irmãos, quando nos convertemos ao cristianismo, é muito mais do que simplesmente aceitar algumas doutrinas e passar como se fosse por uma atividade que seja um ritual. A conversão é ter o coração e a mente completamente alterada para você desistir da velha maneira de viver e se tornar filho de Deus andando de uma maneira nova. Queridos irmãos, todos nós somos mais cedo ou mais tarde mal tratados por uma outra pessoa. E por isso é muito fácil carregar uma certa raiva ou uma certa, digamos assim, dificuldade ou certos pensamentos negativos ou emoções negativas para com essa pessoa. Mas precisamos seguir o ensinamento de Jesus Cristo. Vejam comigo em Mateus 18. Mateus 18. Mateus 18.
15-17. Se teu irmão pecar contra ti, vai arregui-lo entre ti e ele só. Não diz, vai falar a outros? Vai falar com ele. Se ele te ouvir, ganhaste a ti, a teu irmão.
Se porém não te ouvir, toma ainda contigo uma ou duas pessoas para que pelo depoimento de duas ou três dismonhos, toda a palavra se estabeleça e se não os atender, diz-o à igreja e sobrecosar a ouvir também à igreja, considera como gentil e publicano. Mas o ponto aqui é que, quando consideras como gentil e publicano, esteque-se um forum pecado grande, uma coisa grande, não vamos fazer uma coisa assim, de uma coisa pequena, mas o ponto aqui é que, se for uma coisa grande, e levas isto à igreja e ele recusa, tens que ainda que perdurar. Tens que perdurar, tens que praticar a misericórdia e o perdão. Quantas vezes vejam no mesmo capítulo, no versículo 21? Então Pedro aproximando-se, lhe perguntou-se-o-se-nhor, até quantas vezes o meu irmão pecará contra mim e que ele deve... ...perdoar, até sete vezes? Então Jesus disse, não te diga até sete vezes, mas até setenta vezes sete.
Cri-se-se, irmãos, se tu e eu não aprendemos a perdoar, a dor, a dor emocional nunca vai curar. E você nunca saberá, verdadeira paz ou felicidade. O perdão é um processo difícil e emocional.
O perdão é um processo difícil e emocional. Para ilustrar este ponto, então Jesus continua mostrando uma parábola. Vê-se aqui na parábola, no... começar no versículo 23, que vamos ler, em que Jesus fala de um homem, por exemplo, um rei, um homem que devia a um rei, uma certa quantia de dinheiro, bastante grande. Então, o rei exigiu o pagamento, mas o homem estava falido e não podia pagar a sua dívida. Então, ele pediu perdão e o rei mostrou-lhe uma ziricórdia e, por isso, apagou a sua conta. Perdoa-lhe a conta. Vejam aqui, no versículo 23. Por isso, o rei dos céus é semelhante a um rei que resolveu ajustar contas com os seus servos e, passando a fazê-lo, tronçaram-lhe um em que devia dez mil talentos, uma grande quantia de dinheiro, e, não tendo ele porém com que pagar, ordenou o Senhor, que fosse vendido Él, a mulher, os filhos e tudo como se o ia, e que a dívida fosse fado, paga. Então, o servo, por estando-se, o referente rogou. Por favor, Senhor rei, ser paciente comigo e tudo te pagarei. E o Senhor daquele servo, completicendo-se, esteve-me as ricórdia, mandou-o embora e perdoou-lhe a dívida, ver-se a misericórdia. É a fundação do perdão. Então, perdoou. E o homem, perdoado, deixou o rei. E então, veio acima de uma outra pessoa, que lhe devia uma quantia de dinheiro pequenina, mas que não podia pagar. E, em vez de perdoar a dívida deste pequena quantia, o homem mandou o pobre o homem para a prisão. Vejo então, no versículo 28, saindo porém, aquele servo encontrou um dos seus conservos, que lhe devia 100 cenários, 100 cenários, perdão, e agarrando-o, se focava, dizendo, paga-me o que deves. Então o seu conservo caindo aos pés, lhe implorava-se paciente, te pagarei. E ele, entretanto, não quis, antes índice, o lançou à prisão, até que saldasse a dívida.
Quando o rei ouviu desta situação, então chamou o homem, que ele tinha perdoado, à sua presença, e o homem, o rei, diz, ao homem, que tinha sido perdoado. Versículo 32. Então seu Senhor, chamando-o disso, serve o malvado, perdoeita aquela dívida, porque me suplicaste. Não devias tu igualmente, como patisserte, do teu conservo, como também eu, me compatissi de ti. Não devias ter tido-me ziricórria por ele, como eu tive-me ziricórria por ti? O que está a dizer? Devias ter tido, com paixão, devias ter tido-me ziricórria. Devias ter do monstrado o efeito da me ziricórria. Na parábolo de Jesus, porém o homem tinha sido dado a me ziricórria, se recusou a dar a me ziricórria aos outros. E, então, o que aconteceu? Aquel foi punido. Então, Jesus faz esta afirmação importante no versículo 35. Assim também, meu Pai Celeste vos fará, se do íntimo não perdoaras cada um a seu irmão. Se não perdoares o vosso irmão as ofensas que fazem contra ti. Também vai ser castigado isto é, Deus não te vai perdoar. Não vai experimentar o perdoão, o perdão de Deus. Por isso, o perdão de Deus temos que ter o efeito, ou experimentar o efeito da me ziricórria, e aplicar, praticar este efeito da me ziricórria.
Primeiro, para termos o perdão de Deus precisamos nos arrepender. Uma vez que temos estado arrependidos, Deus nos perdou, precisamos mudar a vida. Mas depois temos que ter o efeito desta me ziricórria que Deus teve conosco, porque não merecemos o perdão de Deus. E por isso, recundicemos que foi a me ziricórria de Deus porque é que Ele nos perdoou. A me ziricórria que foi exemplificada pela morte de Deus, filho de Deus, do verbo. Por isso temos que dar me ziricórria para com outros. Porque se aceitamos a me ziricórria de Deus e não damos me ziricórria a outros, significa que Deus vai tirar de nós a sua me ziricórria que Ele nos deu. Este é o ponto desta parábola de Jesus Cristo.
Então, como é que você pode fazer com que o efeito da me ziricórria na sua vida fique mais forte, digamos assim? E por isso, como é que você pode evitar de cometer o erro que o homem que foi perdoado aqui nesta parábola fez nesta parábola?
Como é que você pode evitar de fazer o erro, de não demonstrar o efeito da me ziricórria? Bem, eu vou vos dar três pontos práticos para vocês poderem usar para experimentarem o efeito da me ziricórria. Eu vou encorajá-los a escrever estes três pontos num papilinho, de modo que vocês se lembram deles e os estudem, porque quando você se encontrar irritado e amargo contra alguma pessoa, quando você julga que está sendo maltratado por outra pessoa, então você possa pôr isto em prática, estes três pontos em prática, para superar esta situação emocional que você tem.
Lembre-se que Jesus ensinou que uma vez que você aceitou o perdão de Deus, que você não merece, por isso só Deus só nos deu por causa da meziricórria. Mas lembre-se de Deus ensinou que uma vez que você aceitou o perdão de Deus, você é obrigado a mudar a maneira de lidar com outras pessoas, que vos machuquem, que vos caluniam. Isto nos leva ao primeiro passo em mostrar-nos recórria para com outros, que é, leva a situação onde as pessoas que o têm ferido, o magoado, o machucado, levam-se a situação a Deus em oração e peçam a Deus a cura de suas emoções que estão danificadas.
Levam-se a situação a Deus e ora Deus e implora Deus e façam uma suplicação e um pedido em oração forte a pedir a Deus com força, uma expressão sincera de pedir com força para Deus curar as suas emoções. Para que esta cura venha a acontecer? Você precisa de estar disposto a desistir a necessidade emocional de vingar, de dar de volta. Você deve desistir a sua obsessão sobre o trauma. Se você foi realmente ferido, você sabe exatamente o que estou a dizer. E aqui está o problema. A reação humana normal quando somos feridos é querer vingarmos. A pessoa que te machucar agora torna-se o teu inimigo. Agora quando uma pessoa é um inimigo, então podemos justificar quase tudo que podemos dizer sobre eles ou mesmo fazer com eles porque eles são inimigos. Afinal de contas, eles merecem, não é? E eles me machucaram. Você não está feliz que Deus não tratava-se a essa mesma maneira? Ainda bem que Deus não nos trata dessa maneira. Porque nós não merecemos o perdão, mas Ele nos dá o perdão porque Ele tem misericórdia de nós. E por isso precisamos levar a situação e pedir a Deus em oração a cura destas emoções que estão danificadas. A cura para desistirmos da necessidade emocional de vingar, a cura para desistirmos a nossa obceção sobre o troma. Como você sabe, quando não perdoamos desta maneira, quando estamos a desperdiçar o nosso tempo e energia neste sentimento para com outros, é como um câncer. Esta amargura devora a nossa vida emocional espiritual. E por isso, quanta felicidade está você sacrificando por causa do que alguém fez a você, ou disseram a cerca de si no passado? A este momento, você pode estar a perguntar. Sim, mas o que é sobre a justiça? Uma vez mais, digo, não estou sugerindo que você absolve o culpado da responsabilidade, ou permita que essa pessoa continue amaguar a você. É impossível ter um regular assinamento com alguém e continuar a abusar a você. O que estou a falar aqui é as suas emoções e o seu relacionamento com Deus. Se você não desistir da necessidade emocional de dar-te de volta, de vingar, de dar algo em troco, e não desistir a obsessão com o trauma, você vai recusar de perdoar. O resultado é que você vai criar uma barreira entre essa pessoa e você, e a sua capacidade de experimentar a misericórdia de Deus vai ser afetada, porque não vai ter, então, a misericórdia de Deus. Além de frustrar a sua capacidade de ter a misericórdia, de experimentar a misericórdia de Deus, você está a criar uma barreira entre você e essa pessoa, essas duas. E devido a esta barreira, uma relação nunca poderá ser curada, até mesmo se outra pessoa admite que ele ou ela está errada. Lucas 6. Vejam comigo se faz chamar de Lucas 6. 36 e 37. Lucas 6, 36 e 37. C de misericordiosos, como também é misericordioso o vosso pai. Não julgueis ou não sereis julgados, não condenéis ou não sereis condenados. Perdoai e sereis perdoados. Precisam primeiro ter misericórdia, e depois, por causa dessa misericórdia, então, perdoam. Mas em primeiro lugar, o primeiro ponto que estou a dar aqui é o hora para pedir a Deus para curar as vossas emoções negativas. Então, vamos ao segundo ponto aqui. Não repetam o que a outra pessoa fez a você uma vez e outra vez, porque o outro não fez. Então, vamos ao segundo ponto aqui. Não repetam o que a outra pessoa fez a você uma vez e outra vez, e outra vez, e outra vez, na sua cabeça, como se tivesse a ver um filme sem parar.
Por exemplo, um homem foi maltratado por outra pessoa, então essa pessoa que o maltratou, faleceu. E por isso, como esse homem foi incapaz de perdoar e como o outro homem estava morto, não tinha possibilidade de pedir perdão. E por isso, essa pessoa ficou permanentemente preso no passado e vendo crimes que duraram anos e anos. E isto é porque ele não podia desistir da sua obsessão e continuasse a repetir os eventos e acontecimentos e este homem estava preso num tumulto emocional de um homem morto. Uma história triste, não é? Quando você se recusa a desistir da necessidade de ter vingança, quando você se recusa a desistir de estar obsecado sobre o troma, então algo acontece consigo emocionalmente e espiritualmente. Sim, algo terrível acontece. Você torna-se emocionalmente congelado nesse tempo. O troma é revivido uma vez e outra vez e outra vez, como se fosse um evento hoje. E você torna-se um escravo do mador do passado. Agora, um dos problemas da natureza humano é que o mais obsecado você esteja sobrações das pessoas que o machucou, então você vai, então, fazer a mesma coisa. Quando você fica tão obsecado, tão mentalmente, tão metido nesta necessidade, tão metido nesta necessidade de vingança, nesta necessidade de obsecado com o troma, e por isso é uma das peculiaridades da natureza humana, quando você está tão obsecado sobre essas ações da pessoa que o machucou, você está em perigo de desenvolver o mesmo pecado. O que você ficar obsecado é o que você se torna. Lembre-se da psalão? A psalão odiava a Amon porque ele violou sua irmã. A obsessão da psalão com os erros que tinham sido feitos, desenvolveu-ne uma vingança incontrolável após vários anos. E levou a quê? Levoa-o a tentar derrubar o reino de seu pai, levou-o a violar as concubinas de David em público, como lemos em Mateus 16, e ele acabou por fazer a mesma coisa. Aliás, fez-se pecados ainda piores, e um modo de pessoas morreram, muita gente sofreu, eventualmente, ele próprio até foi morto. Veja um caminho que se faz devor em Ephesios 4.
Ephesios 4. Versículo 17. Isto, portanto, digo, e no Senhor testifico, que não mais andeis, como também andam gentios, na vaidade dos seus próprios pensamentos. Preciso-me ter cuidado com os nossos pensamentos, temos que os controlar e não deixar estar a repetir estas coisas irradas. Vejam, por exemplo, no versículo 22, no sentido de que, quanto ao trato passado vos despojeis do velho homem, que se corrompe, segundo as concupiscências, do engano. E, por isso, estas concupiscências do engano, estes pensamentos que se tornam concupiscências para vingança, e, então, nos engano, e acabamos de fazer a mesma coisa ou ainda pior. Por isso, temos que parar de repetir o que esta pessoa fez repetidamente na nossa mente. Temos que controlar a mente. Temos, como diz no versículo 23 de Efezes 4, que temos de renovar no espírito do vosso entendimento. Temos que mudar o que estamos a pensar. Temos que controlar, temos de ter um domínio próprio sobre os nossos próprios pensamentos. E o terceiro passo. É você, precisa fazer um esforço para ser uma pessoa amada.
Isto pode ser uma coisa que não tem nada a ver com o perdão, mas as ações simples e práticas, por exemplo, de abrir a porta a uma outra pessoa, de dizer uma palavra gentil a outra pessoa, por exemplo, um funcionário dos correios que está estressado, quando vamos aos correios ou quando vamos ao banco, eles têm tantas pessoas ali a servir e estão estressados com as pessoas, e dar uma palavra gentila a eles. Ajudar a sua esposa a levar uns pratos, ou a louça, ou seja, o que for. Não só traz felicidade a outros, mas quando você se concentra sobre as ações de ser amável, você muda as suas próprias emoções negativas. Vejam como isso faz favor em Filipe, capítulo 4, versículo 8. Filipe, versículo 8. Finalmente, irmãos, tudo que é verdadeiro, tudo que é respeitável, tudo que é justo, tudo que é puro, tudo que é amável, tudo que é de boa fama, se alguma virtude, se algum novo orisiste, seja isso o que ocupa o nosso pensamento. Por isso, como eu digo, faça um esforço para ser uma pessoa amável. Aqui está um desafio que eu vou deixar com vosco. Façam um apontamento, talvez num livro ou mental, mas faça um apontamento de manter uma lista de quantos actos pequeninos de bondade você faz todos os dias. Faça um objetivo de fazer, de vez em vez de 10 actos de bondade diariamente, há alguém, pessoas estranhas, pessoas que não conhecem e pessoas que conhecem, entes queridos, não importa. Esta é uma maneira simples de começar a mudar a sua vida para o melhor. Então, como eu disse, para experimentar o efeito da misericórdia, precisamos de termos de ricórdia a outros, como Deus tem misericórdia a nós, porque nós não merecemos receber o seu perdão. E por isso precisamos perdoar. E para nos ajudar neste caminho, eu vos dei três pontos simples. Primeiro, orar e pedir a Deus para curar as nossas emoções danificadas, quando temos uma situação que fomos machucados. Pedir a Deus, explicando a Deus, orando a Ele para nos curar das emoções danificadas. Segundo, não continuar a repetir isto na cabeça, na mente, a ter sempre estes pensamentos negativos, mas controlar, ter um domínio próprio dos nossos pensamentos, ter pensamentos positivos. E, entreseiro, fazer um esforço para ser uma pessoa amada e fazer ter um golo, ter um objetivo, de fazer pelo menos dez atos de bondade diariamente a alguém. Até à próxima, queridos irmãos, não se esqueçam. O efeito da misericórdia.
Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).