Preparando-nos para a Páscoa

Este sermão descreve alguns pontos importantes da nossa auto-examinação para a Páscoa.

Transcrição

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... Bom dia ou boa tarde, queridos irmãos. Aqui é Jorge Campos falando de vos, de Cincinnati. Parece que não ser um fato real, mas é verdade. Estamos a pouco mais de três semanas da Páscoa e dos dias de pensásmos. A partir da data que estou a gravar este sermão para vocês. E antes que repáramos o dia estará aqui, estaremos a celebrar a Páscoa anual. Queridos irmãos, para nós estarmos preparados de uma maneira adequada, de uma maneira digna. Existem vários tópicos e várias áreas que devemos de estudar e cobrir na Bíblia, principalmente, importante. Estudarmos certos pontos aqui na Bíblia para nos prepararmos mentalmente para a Páscoa. Porque para a preparação para a Páscoa e para os dias asmos, embora tenha certas atividades físicas, também, além disso, tem ainda mais importante, umas atividades mentais e espirituais.

Uma analisação de nós próprios para vermos, para nos examinarmos, para virmos a ser melhores pessoas. No sermão prévio, que eu dei nesta preparação para a Páscoa, falámos e vimos algumas lições espirituais que vêm do físico. E falámos acerca das lições importantes que apanhamos ou aprendemos, digamos assim, através dos pais asmos. Esta semana eu quero ir um pouco mais adiante no assunto de nos prepararmos para a Páscoa, para que, como disse, estejamos preparados de uma maneira para que observemos a Páscoa, de uma maneira digna. Nós nunca somos dignos, só os Cristo é digno, mas devemos de fazer-nos uma maneira que seja digna para Deus.

E, por isso, vamos olhar hoje alguns princípios importantes para nos aproximarmos mais, para termos uma melhor comunhão com Deus, para andarmos com Deus de uma maneira em que estejamos mais perto de Ele. E, por isso, vamos também, hoje, começar usando um exemplo físico. E, por exemplo, quero fazer uma pergunta. Vocês deixam pessoas que sejam ladrões e pessoas que fazem grandes crimes, pessoas que tratam de drogas e estão a vender drogas, vão convidá-los para a vossa casa. Está claro que vocês vão ter muito cuidado em que pessoas vão convidar para a nossa casa. Mas, igualmente, temos o mesmo cuidado do que deixamos entrar na nossa mente.

Temos esse mesmo cuidado. Porque, ao fim de contas, a nossa mente, o nosso cérebro, é a casa do Espírito, do nosso Espírito, assim como do Espírito Deus. E, por isso, o que é que deixamos entrar na nossa mente? Temos cuidado com o que lemos, temos cuidado com o que vemos na televisão, temos cuidado com o que vemos na internet, temos cuidado com ideias e filosofias e pensamentos que temos, precisamos de ter cuidado com isso.

Porque esses pensamentos podem nos influenciar ou afetar de uma maneira incorreta. E, por isso, precisamos ter muito cuidado com o que entra na nossa mente. O campo de guerra, o campo de batalha verdadeiro que nós, como cristãos, temos, é uma batalha mental e uma batalha do coração. E, por isso, queris irmãos, precisamos ter muito cuidado o que entra na nossa mente. Vejam comigo, se faz favor, em Romanos capítulo 8 versículo 16. Diz assim, o próprio Espírito, este é o Espírito de Deus, testifica com o nosso Espírito, isto é com o Espírito do homem, no homem, o Espírito que nós temos, que somos filhos de Deus.

Aonde é que esta testificação acontece? Aonde é que está o nosso Espírito? O nosso Espírito está na nossa mente, na nossa cabeça, no nosso cérebro. Ora, a mente é uma benção que recebemos de Deus, porque o Espírito, o homem, que recebemos quando inicialmente somos... existe a nossa conceição, digamos assim, quando somos gerados, e recebemos o Espírito do homem no homem.

Então, isso faz com que nós possamos pensar, racicionar, aprender, criar coisas, fazer desenhar, fazer coisas, ser criativo, apreciar música. Mas, além disso, a mente, digamos assim, é o ponto de contato que temos com Deus. É a nossa maneira de recebermos o Espírito de Santo Deus, na nossa mente, e no nosso coração, e é o ponto de contato. E, por isso, dizem o próprio Espírito, esteu, o Espírito de Deus testifica com o nosso Espírito, que é nós, que somos filhos de Deus.

Este testemunho, esta testificação acontece na nossa mente. E, por isso, o que acontece na nossa mente determina se, de facto, somos filhos de Deus, ou se não somos. E, por isso, precisamos de nos esforçar para desenvolver continuamente uma mente que seja agradável a Deus, aliás, uma mente que seja como a mente de Cristo.

Por isso, vegemos, então, brevemente, Cristo irmãos, o padrão mental, que Deus nos deu através de Jesus Cristo. E vegemos, então, em Filipenses capítulo 2, versículo 5. Diz assim, Filipenses capítulo 2, versículo 5, diz assim, tendem-vos mesmo o mesmo sentimento, a mesma mentalidade, a mesma método de pensar que houve também em Cristo Jesus, quando Ele foi um ser humano. Tendem-vos a mesma mentalidade, a mesma mente, a mesma maneira de pensar. É o que nós precisamos ter. O que é que Jesus Cristo permitiu estar na sua mente, nos seus pensamentos? Então nós temos um momento, semelhante a essa, temos o mesmo sentimento, o mesmo sentimento mental?

Como é que você reconhece o que é a mente de Cristo? E ver se podem ler aqui, nesta secção, em Filipenses, a mentalidade de Cristo, que demonstra uma humildade, uma capacidade, uma disposição de se esvaziar do que Ele tinha, do que Ele era e de se humilhar.

É uma mente de humilhação, uma mente humilde, uma mente que é um servo. Um servo que estava pronto a se revicar por nós, por causa de uma motivação que era baseada em amor.

Vejam também, por exemplo, em primeiro Timótios, capítulo 3, onde está a falar de várias características que uma pessoa precisa ter para ser, digamos assim, um membro do hipiscupado, do Ministério. Mas vejam no versículo 6, que diz assim, em primeiro Timótio, capítulo 3, versículo 6, diz assim, não seja niófito para não suceder que se ensuberbesa e incorra na condenação do diabo. Não seja niófito. Isto é, não seja uma pessoa nova na verdade, não seja uma pessoa que tenha sido convertido há pouco tempo.

Para não suceder que se ensuberbesa, para não acontecer que fique com uma cabeça grande, com uma cabeça cheia, fique inchado, fique orgulhoso.

E que foi? Vocês podem estudar, por exemplo, ler a descrição em Isaías 14, versículos 12 a 14, que foi o problema do diabo, que ele quis ser muito importante, quis ser o ser que se apôr acima de todos, de facto, até no trono de Deus. Ele queria tomar essa posição e, por isso, ele ensubrevereceu-se. Esse foi o problema do diabo. Vejam, por exemplo, também em Ifésios 2, versículos 2 e 3. Ifésios 2, versículos 2 e 3. Diz assim. Ifésios 2, ele vos deu vida estando vós mortos nos vossos delitos e pecados, nos quais andasteis outra hora. Andasteis nesses pecados outra hora, segundo o curso deste mundo. Vocês andaram, está a dizer, vocês andaram. Vocês agora são cristãos. Mas, previamente, antes de serem batizados e de serem arrependidos e mudados a viver um caminho novo, vocês andavam outra hora, segundo o curso deste mundo. Segundo o príncipe da potestade do ar. Isto é, segundo o que Satanás afetou. Porque Satanás afeta ou infeta o mundo e nos afeta a nós igualmente. E, por isso, disse, vocês andaram, antes de serem batizados e de serem convertidos, segundo o curso deste mundo, segundo o príncipe da potestade do ar, do espírito que agora atua nos filhos da desobediência. Entre os quais, também, todos nós andámos outra hora. Segundo as inclinações da nossa carne, fazendo a vontade da carne e dos pensamentos, e éramos, por natureza, filhos da ira, como também os demais. E, por isso, diz aqui, andavam previamente de outra hora, segundo as inclinações da carne.

Queres irmãos, o problema de Satanás é um problema de orgulho que se achou muito importante. Digamos assim, ele tinha confiança no seu próprio poder e nas suas próprias capacidades. E, por isso, completamente violou as instruções de Deus e desprezou as instruções de Deus, porque pensou que ele sabia melhor o que devia fazer. E, por isso, teve, digamos assim, confiança nas suas próprias ideias e no seu próprio poder.

E, queres irmãos, o mundo, as pessoas que não estão convertidas, verdadeiramente convertidas, que vivem de acordo com os padrões deste mundo, com os padrões, com sua abordagem, com sua filosofia, com seus governos, com suas atitudes.

Isto é o que Satanás está a fazer e este é o mundo de Satanás. Isto é apodestado do ar, é como ele afeta as pessoas, afeta o mundo e afeta nós. Ele trabalha em pessoas, dando ou fazendo as pessoas seguirem a sua abordagem, a sua filosofia, a sua atitude e é o que o mundo está a seguir.

Porque Satanás trabalha em várias pessoas e tem esta encoragem, esta luxúria da carne e da mente. E por isso que dizem irmãos, as pessoas são filhos da ira, como dizem assim. O espírito que agora atua nos filhos da desobediência enquanto previamente andamos, segundo as inclinações da nossa carne, isto é, a luxúria da carne, fazendo as vontades da carne e dos pensamentos. E da mente da carne e da mente. Querias irmãos, a natureza humana é a maneira que fomos criados. Temos uma natureza humana. Esta natureza humana é influenciada pelo espírito, este príncipe da pôdista do ar, por este espírito do mundo, que é um espírito pecaminoso, desobediante, rebelde. É este mundo que vivemos. Querias irmãos, vejam comigo também, em primeiro João capítulo 2. Diz assim, versículo 15 a 16. Não ameis o mundo. Querias irmãos, é este mundo em que vivemos, que é afetado por Satanás, porque ele é a suporte de estados do ar que afeta o mundo e que nós andávamos nessa maneira. Mas não ameis o mundo. Não ameis estas coisas do mundo à nossa volta. Nem as coisas que vivemos, que vivemos, que vivemos. As coisas que há no mundo. Se alguém amar o mundo, o amor do Pai não está nê. Por tudo que há no mundo, a comprensência da carne. Esta é a luxúria da carne. A comprensência dos olhos, das coisas que as pessoas veem. E a soberba da vida. A soberba da vida.

Querias irmãos, é um pôndio interessante ver esta palavra aqui, soberba da vida. Em grego, esta palavra, usada aqui no grego, que digamos assim, é alasunia, ou a... Desculpem meu stack, grego não é lá muito bom, mas é uma palavra que foi usada duas vezes no novo testamento. É usada aqui, e é usada também em Tiago 4, versículo 16, que significa que aí é traduzido arrogantes pretensões. E quando se lê num dicionário de palavras gregas, numa concordância, lê-se aí que esta palavra significa uma pessoa que fala a gabar-se, uma certa segurança ou confiança insolente e vazia em que uma pessoa tem confiança no seu próprio poder e nas suas próprias habilitações e que, desenvergonhadamente, está a violar as leis divinas.

Cariça irmãos, é uma atitude, esta soberba da vida aqui, é a palavra que é usada aqui, é uma arrogante pretensão. Palavras vazias são arrogantes, mas são palavras vazias de uma pessoa que confia no seu próprio poder e as suas próprias capacidades e habilidades e que despreza as leis divinas. É interessante fazer um estudo nessa palavra, porque quando ela fala aqui com a cumpissência da carne e dos olhos e a soberba da vida, dá a falar aqui desta luxúria da carne e dos olhos, do que vemos destas atrações que existem, da fraqueza da carne e desta soberba da vida, que é estas presunções, estas arrogantes pretensões que pessoas têm.

Queres irmãos, vimos há pouco que o problema de Satanás foi que teve confiança em si próprio, em seu próprio poder, nas suas próprias capacidades, em vez de ter confiança em Deus. E é o mesmo problema que afeta a nós no mundo que esta luxúria da carne e da vista, desta extração, este desejo da carne e do que vemos, e esta pretensão arrogante que possamos ter, porque confiamos em nós próprios e não temos confiança em Deus. Esta confiança é nós próprios e vemos ter confiança em Deus.

Pode ser traduzida de outra maneira, numa palavra. Fé. Fé é ter confiança em Deus. A fé em Deus é ter confiança em Deus, é ter completa confiança em Deus. Mas Satanás não teve confiança em Deus, teve confiança na sua própria capacidade e no seu próprio poder. O mundo hoje em dia não tem confiança em Deus, tem confiança na sua própria poder e capacidades.

Cares irmãos, isto tudo começa no coração e na mente. Começa no coração e na mente. Precisamos ter um desejo, um relacionamento, porque confiança tem a ver com o relacionamento, tem a ver com uma comunhão com o relacionamento. Quando eu confio numa pessoa, existe uma boa confiança, um bom relacionamento entre essa pessoa e mim. E quando nós temos fé em Deus, que é uma confiança grande, suprema, é que existe um relacionamento entre nós e Deus.

E isto começa no coração e na mente. E, Cares irmãos, nós temos que mudar os nossos corações e os nossos mentes para que seajam que tenham o mesmo sentimento de Cristo, que tenhamos a mentalidade de Cristo, amende de Cristo, que Ele teve completa fé no Pai. E Ele nos deu o exemplo de fé. Ele se humilhou e teve completa fé no Pai. Vijamos também, em primeiro Coríntios, capítulo 2, 1º Carínthios capítulo 2, versículo 14 e depois 16. Primeiro Coríntio, capítulo 2, versículo 14 diz assim, ora, o homem natural não aceita as coisas do Espírito Deus porque nela são loucura e não podem entendê-las porque elas se discernem espiritualmente.

O homem, de maneira natural, é uma unidade, mas as pessoas à sua volta no mundo não entendem as coisas de Deus porque são discernadas, não entendem, porque não entendem estas coisas espirituais. Cristo irmãos, Jesus Cristo, tinha uma mente completamente focada no Pai.

Ele tinha um completamente, um, um, um, um, um, estava cheio do Espírito Deus, não tinha o Espírito Deus em, em medida estava cheio do Espírito Deus e por isso ele era filho do homem, através da linha da Adão, mas também era filho de Deus, porque foi gerado pelo Deus Pai. E por isso ele tinha esta mentalidade, esta mente completa de Deus.

Ele tinha essa mente através do Espírito Santo Deus e nós, igualmente, podemos ter a mesma mente se temos o Espírito Santo de Deus. Vejam, por exemplo, a versículo 16. Pois quem conheceu a mente do Senhor que o possa instruir? Quem conhece a mente de Deus? Nós, porém, temos a mente de Cristo, temos a mente do Senhor. E por isso, com esta mente, através do Espírito Santo Deus, nós podemos ter uma mente, um sentimento semelhante ao de Cristo. Como lemos em Filipenses capítulo 2, precisamos de ter o mesmo sentimento. Mas vamos voltar a ver em Filipenses capítulo 2. Há pouco lemos no versículo 5.

Agora quero ler no versículo 2. Diz assim. Filipenses capítulo 2. Completar a minha alegria de modo que pensais a mesma coisa. Isto é o mesmo pensamento. Tenhas o mesmo amor, isto é o mesmo coração, venamento e de coração. Se seis unido de almas até de acordo, de ánimo, tens o mesmo ánimo, do mesmo mentalidade, tendo o mesmo sentimento, tendo o mesmo, tendo a mesma mentalidade, tendo a mesma maneira de pensar que Jesus Cristo tem.

Jesus Cristo, Cristo irmãos, esteve na carne. Também foi bombardeado com dificuldades, com tentações que Satanás lhe deu e o mundo trouxe a Ele. Ele foi carne, mas resistiu sempre à tentação. Ele foi um vencedor completo. Esta foi a mente de Cristo, uma mente que quis fazer o que é certo e que venceu. Venceu completamente. Resistiu à tentação 24 horas por dia, 7 dias por semana, 365 dias por ano.

Continuamente. Ele resistiu à tentação. Nunca caiu. Esta foi a mente de Cristo. E, Cristo irmãos, nós somos soldados de Cristo. Vejam que o Mim se faz favor em segundo Timótios, segundo Timótio, capítulo 2, segundo Timótio, capítulo 2, versículo 3, diz assim, participa dos meus sofrimentos como bom soldado de Jesus Cristo. Cristo irmãos, nós estamos no exército, no exército de Deus.

Estamos numa luta. Estamos numa melícia. Estamos a lutar. Somos soldados. Não somos pacifistas, pacifiquistas. Somos soldados. Temos que lutar. Temos que por o armamento, o bom armamento. Vejam também, primeiro Timótio capítulo 6, versículo 12, diz assim, primeiro Timótio capítulo 6, versículo 12, diz assim, combate o bom combate da fé. Temos que combater. Somos soldados que temos que combater esta fé. Temos que combater estas tentações. Temos que combater mentalmente estas atrações que nos puxam no caminho da lordexúria, no caminho do pecado, que ao fim de contas, é um caminho de morte. Precisamos combater o bom combate da fé.

Precisamos de gariar, como diz a nossa versão, a milítea. Milita a boa milícia da fé. Temos que combater. Temos que ter uma guerra. Vejam, por exemplo, em 1º Timótio, capítulo 1, versículo 18. Diz assim, eu estou de ver que te encarrego ao filho Timótio. Segundo as profecias, antecipadamente, foste o objeto. Combate! Combate! Firmando nelas o bom, combate!

Combate! Somos soldados, estamos numa guerra, estamos que batalhar, estamos num combate, mas não estamos num combate contra pessoas. Não estamos num combate a fazer zangas contra as pessoas. É um combate espiritual, é um combate mental, que temos que vencer esses ataques, essas tentações, estas luxúrias da carne e essas tentações que o mundo nos dá e que Satanás nos dá e que a nossa fraqueza da carne está sujeita facilmente, estas atrações, estas luxúrias, estes desejos de fazer coisas irradas. Combate! Firmado nelas o bom combate!

Primeiro Timótio capítulo 1, versículo 18, ao fim desse versículo. Mantendo fé! Mantendo fé! Sim, precisamos de acreditar, mas é mais do que acreditar, é fé! É uma confiança completa, o que significa acreditar e fazer o que Deus nos diz para fazer, porque isso é que é fé. A fé vivente é acreditar e fazer. E diz-se, mantendo fé! E boa consciência! Boa consciência! É uma coisa mental! Como é que podemos ter uma boa consciência? Porque sabemos o que devemos de fazer, o que Deus nos diz para fazer e termos uma boa consciência é que fazemos o que Ele nos diz para fazer.

Temos uma boa consciência. Mantendo boa consciência, porque quando alguns têm rejeitado a boa consciência, se rejeitaram esta boa consciência, porque dizem que não precisa de fazer a obtecer à lei, rejeitaram esta boa consciência. Dizem, ah, tudo o que precisas é acreditar! Quer dizer, irmãos, fé é acreditar e adicionar mais, acreditar mais, fazer as obras que devemos de fazer. Isto é obtecer a Deus, as boas obras. Estas obras não nos justificam, não estamos a ser que somos justificados pelas obras, não, mas obtecer às leis de Deus nunca nos justifica, nunca nos perdoa.

Mas uma vez que estejamos perdoados, precisamos, agora, obtecer, uma vez que estejamos perdoados a quebrar a lei, agora temos que obtecer à lei. Por isso temos fé, fé e boa consciência, porque estamos a fazer o que devemos de fazer. Queres, irmãos, a nossa fé vai ser desafiada. Sim, o mundo, o Satanás, as pessoas vão desafiar a nossa fé.

E o que é fé? A fé, como diz, é uma confiança. É uma confiança em Deus e não no nosso próprio poder ou habilidades. É uma confiança em Deus. É uma fé em Deus e não nas nossas próprias forças, mas sim em Deus. E se, de facto, estamos a viver dessa maneira? Estamos a ter uma vida dessa maneira, com boa consciência, então vejam aqui em Romanos 8.

Vejam comigo, se faz favor, então em Romanos 8, começando no versículo 1. Romanos 8, versículo 1. Agora, pois, já nenhuma condonação há. Por que não há condonação? Porque estamos na fé e mantemos esta boa consciência. Na fé, que é com fé em Deus, no sacrifício de Jesus Cristo, na justificação que Ele nos dá através de Sua morte e do Seu sangue, do Seu sacrifício. E, por isso, vivemos agora, em boa consciência, e quando estamos a fazer isso, já nenhuma condonação há, para os que estão em Cristo Jesus, que não andam segundo a carne, que não andam segundo a luxúria da carne.

Como está escrito na Almeida revista e corrigida, mas segundo o Espírito. Que é o Espírito. O Espírito é o que Deus nos diz, através do Espírito de santo-Deus, através da palavra de Deus, e, por isso, o Espírito nos guia. É um guia. Não nos guia. Nunca nos força é um guia. E nos guia no caminho de Deus, de boa consciência. Porque a lei do Espírito da vida, é em Cristo Jesus.

A vida, vem a nós. A vida eterna. A verdadeira vida. Vem a nós. Através de Jesus Cristo. Porque, antes de acreditarmos em Cristo e nos arrependermos, sim, precisamos de ter fé e arrependimento. São condições básicas, por exemplo, para o Batismo. Mas antes, desta conversão, havímos a ser verdadeiros cristãos. Nós estávamos mortos. Espiritualmente estávamos mortos. Por isso é que fala que é o Batismo dos mortos. Sim, porque estávamos mortos. Agora, temos a vida em nós. É o Espírito, a lei do Espírito da vida. Em Cristo Jesus. Esta vida interna vem para nós, através de Jesus Cristo.

Ele é o Espírito da vida. Ele é que nos dá esta possibilidade. Sem ele, estávamos condenados à morte. E continuando. E que livrou da lei do pecado e da morte. Cris irmãos, os 10 mandamentos apontam, nos dizem o que é o pecado. Os 10 mandamentos nos dizem o que é o pecado.

E quando quebramos um dos 10 mandamentos, a pena da cabra da lei de Deus, o salário, é a morte.

Por isso, ele nos livrou da pena da morte, porque quebramos os 10 mandamentos. Pois a lei nos diz o que é o pecado. Por quanto, o que for impossível à lei.

Sim, a lei não tem possibilidade de nos perdoar. A lei simplesmente diz o que é o pecado.

No que estava enferma pela carne. Sim, nós éramos prisioneiros. Desta fraqueza da carne não tínhamos força para vencer. E por isso, a lei, através da nossa carne, não tinha a capacidade de nos fazer pessoas obdientes.

Por isso é que os Israelitas, no entistamento, tinham a lei, mas não obteceram. Por que? Porque estavam enfermos na carne.

Não tinham a força, em eles próprios, para vencerem. E por isso é que lemos, por exemplo, em Coríntios 1.29, não precisam vir aí, mas diz, Nenhuma carne se gloria perante ele. Nenhuma carne se pode gloriar perante Deus e perante Jesus Cristo. Por que? Porque a carne, nós na carne, não temos, de uma maneira normal, não temos capacidade de vencer. Sim, não temos. Precisamos da ajuda. Precisamos do Consulador, que é o Espírito Santo Deus, para nos dar a ajuda.

Precisamos ter confiança em Deus e não aos próprios.

Entenda isso? As certas pessoas têm medo de serem batizadas, porque têm medo de falhar. Quer dizer, irmãos, por isso mesmo é que precisam do batismo, porque precisam da ajuda do Consulador, do Espírito Santo Deus, para não falharem.

O batismo é um compromisso, sim, que quer o seguir este caminho, mas entendo, por um impróprio. Não tenho força suficiente de continuar nesse caminho, e preciso da ajuda do Espírito Santo Deus.

Continuada, então, a ler aqui no versículo 3. Diz assim, portanto, o que for impossível à lei, no que estava enferma pela carne, isso fez Deus enviando o seu próprio filho. A lei não tinha a possibilidade de nos guiar, sim, a lei nos guia nos aponta, mas não tinha a capacidade de fazer com que nós fizéssemos o que a lei diz. Por que? Porque estava enferma pela carne, pela fraqueza da carne. E por isso Deus enviou o seu próprio filho, enviou o seu próprio filho em semelhança de carne pecaminosa, como um filho do homem. Ele não viu-nos o filho de Deus, mas enviou-nos em carne pecaminosa, mas ele não pecou. Mas ele veio em semelhança de carne pecaminosa e nutocanto ao pecado, e com efeito, condenou Deus na carne o pecado. Por que? Porque Jesus Cristo obteceu as leis. E por isso condonou o pecado. Dizendo o pecado está errado, porque precisamos de vencer através do poder do Espírito de santo Deus, porque Jesus Cristo tinha o Espírito. Santo sem medida, completamente cheio era a mente de Ele. Porque lembrem-se que Jesus Cristo era o filho de Deus. E por isso, como ser humano, ele pensava da maneira que Deus pensava. Sim, ele era um homem físico, mas tinha a mente de Deus. A maneira de pensar que é a mente de Deus, que é a mente de Cristo, que é a mente de Deus, que é a mente que nós precisamos ter. E ele disposou-se de todo o seu poder, tirou tudo de toda a sua imortalidade e veio na carne, completamente na carne. Ele deixou todas as coisas que ele tinha, em mortalidade. E por isso acreditar que ele veio na carne é importante, mas além disso é importante acreditar do que ele veio. Ele veio, a outra face da moeda, do que ele veio e do que ele veio a ser na carne, e do que ele veio, que veio da imortalidade. E ele não pecou, e por isso condenou na carne o pecado. Ele teve completa confiança em Deus através do Espírito Santo e por isso foi assim que venceu. E demonstrou que podia ser feito através da ajuda do Espírito Santo Deus e por isso condenou o pecado. Diz que nós, com a ajuda do Espírito Santo, com a ajuda de Ele, Cristo vivendo em nós, podemos fazer o mesmo. Podemos viver da maneira correta.

Continuado então na versículo 4. A fim de que o preceito da lei, assim que a justa exigência da lei, o preceito da lei, isto é, as ordens justas da lei, a justiça da lei, se cumprisse em nós. Nós temos que cumprir a lei. Temos que obtecer a lei. Não somos justificados pela lei, mas temos que obtecer a lei.

Em nós, que não andamos segundo a carne, não andamos segundo a luxúria da carne, mas segundo o Espírito. Nós temos que andar. É necessário nós andarmos.

E, por isso, nós podemos dizer não à tentação.

Nós temos que ser soldados e vencedores. Vencedores à tentação.

Por isso, nós precisamos resistir à tentação. A mente de Cristo é uma que resiste à tentação.

Primeiro ponto, hoje, é que precisamos ter a mente de Cristo. Segundo ponto, é que precisamos resistir à tentação. Jesus Cristo venceu. Venceu. E disse-me, estendo bom-ánimo, eu venci o mundo, disse Jesus Cristo, em João 1633. Nós, por isso, precisamos ter bom-ánimo, porque, se eu vencer, nós podemos vencer também quando temos a mente de Cristo.

Vai através do Espírito Santo de Deus.

Sim, Jesus Cristo teve que lutar. Teve uma luta. Foi uma luta de lutas. Por que foi completamente carne? Teve que lutar. Teve que vencer. Venceu. E por isso, porque Ele deixou tudo, deixou a mortalidade, deixou tudo.

E nos salvou da morte e da destruição.

Por isso Ele deserva, tem direito de ter toda a honra. Ele nos salvou da morte e da destruição. Ele cumpriu tudo e, por isso, se condenou o pecado. Nós temos que cumprir. A nossa responsabilidade é andar como Ele andou. Andar como Ele andou. Não é só falar, mas andar. Então, o que é a tentação? Três elementos básicos da tentação. Primeiro, existe uma isca. Existe um desejo. Segundo, e em terceiro, existe uma luxúria. Um desejo desordenado.

A isca é uma sedução, é uma fascinação, um encanto. Uma coisa que chama a atenção. O desejo é uma coisa que tem que estar com a isca. Que alimenta, digamos assim, essa isca. Que faz, ó, eu quero isto. E a luxúria é este desejo muito grande. Que nos faz, ó, eu quero isto, tanto que tenho que o fazer.

Ora, está claro que eles irmãos entendem isso. Ora, está claro que eles irmãos entendem que há desejos que são legais.

Nem todo desejo é errado. Mas há desejos que são ilícitos e errados. Por exemplo, uma pessoa pode desejar ter uma boa educação. Uma pessoa pode desejar trabalhar para poder ter umas condições para suportar a família de uma maneira decente e agradável. Isso é um bom desejo. Mas é feito de uma maneira legal. Travesse do trabalho, através dos estudos, através de uma boa profissão e trabalhar para ter estas possibilidades. Mas o desejo irrado é quando é ilícito. É um desejo para coisas ilícitas. É um desejo para uma posição ilícita, de uma maneira ilícita, para um poder de uma maneira ilícita. Por exemplo, vejam, por exemplo, o exemplo em Genesis. E aí vemos a árvore do conhecimento do bem e do mal. Essa foi a isca. E certamente disse, então, Deus não te disse que podias comer de todas as árvores. Foi a isca ali a atrair. Depois houve o desejo. Olha, a fruta parece tão boa. Esta fruta dá-te o desejo de ser inteligente, de ser esperto. Ah, um desejo, por isso está a isca com este desejo. E depois está a luxúria. E te vai fazer ser como Deus. Oh, um desejo muito grande, uma luxúria.

Esses irmãos é importante reconhecermos estes passos, a atração, o desejo. E este desejo muito grande, que é ilegal, ilícito, que é estresse. Que depois, quando se desenvolvem, dão o resultado ao pecado. Vejam, por exemplo, em Tiago capítulo 1. Tiago capítulo 1 versículo 13. Diz assim.

Ninguém ao ser tentado, diga, sou tentado por Deus. Porque Deus não pode ser tentado pela mal, e Ele mesmo a ninguém tenta. Deus não tenta. Tentar é tentar, é uma atração para as pessoas fazerem mal. Não é um teste, é uma prova, é um teste, é uma prova para passar do grau 1 para o grau 2. O teste é uma prova para ter um teste, é uma prova para poder guiar um carro. Isso não é uma coisa para fazer mal. Para fazer mal é uma tentação. E Deus não tenta. Porque Deus não pode ser tentado pela mal, e Ele mesmo a ninguém tenta. Ao contrário, cada um é tentado pela sua própria cubissa. Diz, há uma isca aí, há um desejo, um desejo que se torna um desejo muito grande, que se torna uma luxúria, uma cubissa, e quando esta, o atrai e se duce. Está atrido por esta isca, o atrido, e os seduz ficam desejos muito grande. Então essa cubissa, essa luxúria, depois de haver concebido, dá à luz o pecado.

A isca não é o pecado, a árvore não é o pecado, a árvore do bem e do mal. Mas o mal foi a cubissa, que era um desejo ilícito. Foi atrai e se duzido por este desejo ilícito, e quando este desejo ilícito é concebido, dá à luz o pecado. Se nós temos um desejo ilícito, precisemos de mudar este pensamento para um pensamento que resista à tentação. Porque isso é tentação, isso é tentação.

E o pecado, uma vez consumado, gera a morte. Sim, o salário do pecado é a morte. Por isso que, irmãos, precisamos de resistir à tentação. Vejam em Colicêncios 3. Colicêncios 3.

Versículo 1 e 2. Portanto, se fossem resucitados justamente com Cristo, sim, depois do Batismo, fomos resucitados desta água com Cristo, buscar as coisas lá do alto. Pensa, tenha tua mente nas coisas do alto, nas coisas de Deus, nas coisas de Cristo, a mente de Cristo, onde Cristo vive, assentado à direita de Deus. Pensar nas coisas lá do alto, não nas que são aqui da Terra. Precisamos de resistir à tentação. Como? Mundando os nossos pensamentos da carne para as coisas do alto, para os pensamentos, vermos o reino, vermos que Deus nos ajuda e precisamos de pôr a mente de Cristo na nossa vida para resistir, para resistir. E por isso, Cristo e irmãos, isso é uma mudança mental e é pôr-nos a mente de Cristo na nossa vida e é um ponto de vencermos. Mas não podemos vencer por nós próprios. Precisamos da ajuda do Espírito Santo, mas mesmo assim às vezes falhamos. Vejam comigo se faz sabor em 1 João 1, versículo 8. Se dissermos que não temos pecado nenhum, a nós mesmos nos enganamos e a verdade não está a nós. Por quê? Porque somos imperfectos.

Embora estejamos a vencer, a tentar vencer, às vezes falhamos. Não estou a dizer que agora podem ir desobtecer às leis de Deus. Não, precisamos de viver na luz. Precisamos de andar na luz. Precisamos estar a obtecer. Mas, às vezes, falhamos. E por isso, precisamos de ter um relacionamento com Deus. Temos que ter de andar com Ele. Precisamos de andar com Deus diariamente, aonde vamos andar com Deus. Precisamos de ter a comunhão com Ele. Partarmos a pensar como Ele pensa, para podermos existir ao pecado. Vejam, então, assim, no versículo 5, do mesmo capítulo, capítulo 1, do primeiro João. Primeiro João, capítulo 1, versículo 5. Ora, a mensagem que da parte de Ele, destes, Jesus Cristo temos ouvindo e vos anunciamos, é esta, que Deus é luz. E não há anel em Jesus Cristo, nenhuma treva. Em Deus, em Jesus Cristo, não há treva nenhuma. Se dissermos que mantemos comunhão com Ele, com Cristo, andamos com Cristo. E andamos nas trevas, e estamos a pecar. Se dissermos que somos cristãos, e estamos a pecar, a fazer pecado, a desopsecer algumas das leis de Deus, talvez não em todas, mas talvez só uma, mas estejamos a desopsecer. Mentimos e não praticamos a verdade. O ponto é que precisamos analisar a nós próprios e ver aonde é que estou a falhar. E nos arrependermos. Aonde é que estou a falhar? Estudar as leis de Deus cuidadosamente e ver estou a falhar em algum ponto. Se porém andarmos na luz, como os Cristo e Deus está na luz, mantemos comunhão um com os outros.

Como vimos no versículo 6, disse assim, Se dissermos que estamos a andar com Deus, temos comunhão com Ele, e andamos nas trevas, estamos a mentir, porque para andar com Deus temos que andar na luz. Mas se andamos na luz, como Ele está na luz, se por isso se andamos com Ele, também andamos com os outros irmãos cristãos.

E o sangue de Cristo, Seu Filho, nos purifica de todo o pecado. Precisamos de ter comunhão, isto é, convidência com Deus, com Jesus Cristo e com os cristãos, verdadeiros cristãos.

Querias Irmãos, e como é possível isto? Através de contato com Deus. Vejam, por exemplo, em Lucas capítulo 11.

Lucas capítulo 11 diz assim, por isso vos digo pedir e dar se vos há. Vocês precisam pedir. Como é que pedem a Deus? Como é que pedem a Deus para vos ajudar, para vos limpar, para vos dar a mente de Cristo, para ter uma boa consciência, para mudar, para resistir a tentação. Como é que pedem isto? Através de orações. Precisam, precisam de estar ao orar. Regularmente, constantemente, ao orar.

Buscai as xareis, batei e abri-se-vos-á. Deus é misericordioso. Ele vos ouve. Igualmente, igualmente precisamos de estar à Bíblia para saber o que devemos fazer. Vejam, por exemplo, em Romanos capítulo 10. Romanos capítulo 10. Versículo 17. Diz assim. E assim a fé vem pela pregação e a pregação pela palavra de Deus. Ou de Cristo, como algumas versões dizem, mas o grego é Deus. E assim a fé vem pela pregação e pela pregação pela palavra de Deus. E qual é a palavra de Deus? Em a Bíblia.

Como é que aprendemos o que Deus nos diz por ler a palavra Dele? Isto é pelo estudo bíblico. Isso é o que precisamos de fazer. Precisamos dourar que é nós a falarmos com Deus e estudar a Bíblia que é Deus a falar conosco. E por isso há esta comunicação.

O estudo.

E também podem ler a Isaías 68 e em outras escrituras, mas fala acerca da Jejun. Precisamos de joar regularmente para nos aproximarmos, para tê-nos uma atitude humilde, para nos aproximarmos de Deus. E por isso ter esta comunhão com Deus.

Então, quando temos esta comunhão, quando andamos com Deus, quando temos este relacionamento com Ele, começamos a ver mais e mais do que Cristo nos diz. Por exemplo, Cristo nos diz em João 14, antes de morrer, na Seu Última Discurso com os Apóstolos, em João 14, disse assim, ler, por exemplo, em versículo 23, se alguém me ama, guardará a minha palavra.

Se nós de facto amamos a Cristo, precisamos de guardar a palavra de Cristo. O que Ele disse? Os mandamentos delas instruções de Cristo. As pessoas dizem, ah, é só hoje de Cristo, não só hoje de Deus. E meu Pai o amará. E viremos para Ele e faremos Nel Murado. Quem não me ama, não guarda as minhas palavras. E a palavra que estás ouvindo não é minha, mas do Pai. As minhas palavras não são minhas, são do Pai. Por isso os meus mandamentos não são meus, são do Pai. Por isso os mandamentos de Deus são os mandamentos de Cristo. É a mesma coisa.

As minhas palavras não são minhas, são do Pai. Os meus mandamentos não são meus, são do Pai.

Se alguém me ama, guardará a palavra de Deus. A palavra de Cristo é a palavra de Deus. E Deus o amará. E veremos para Ele. Isto é o Pai. E o Filho, através do Espírito Santo, vem para nós e fazem morada em nós. Isto é ando connosco. Temos amêndo de Cristo, porque estamos a resistir à tentação. Estamos a vencer e estamos a andar com Cristo. Vejam, por exemplo, também, no Capítulo 15, versículo 10, a 12. Se guardares os meus mandamentos, que está claro, são os mandamentos do Pai. Promanessoreis no meu amor. Assim como eu também, como também eu tenho guardado os mandamentos do meu Pai. São os mesmos mandamentos. São os mesmos mandamentos. Eu guardarei os mandamentos do meu Pai e eu tenho a vocês façam a mesma coisa, porque as minhas palavras não são minhas, são as do Pai.

E no seu amor, promenem-se.

Tene-vos dito estas coisas para que o meu gosto esteja em vós e o vós-gosto seja completo. O meu mandamento é este, que vos ama mais um a os outros. Assim como eu vos amei. Isto foi a nova lei que ele deu, a lei adicional. Porque a lei antigamente era, vocês amem os outros como amam a vós próprios. Ele disse, não, não amem os outros como amam as vós próprios, amem os outros como eu vos amei, que é um padrão mais alto. Porque, como amam, amam-se a vós próprios, se pessoas amam-se a vós próprios muito, ou dos anos a vós próprios muito pouco, ou as pessoas amam-se a vós próprios muitos, outros amam-se a vós próprios pouco, porque até querem cometer suicídio, amam-se a vós próprios muito pouco. Mas, se temos que amar só nesse nível, não é suficiente. Temos que amar ao nível que Jesus Cristo nos amou, que é um nível, pssss, passa a escala. É um padrão altíssimo.

O meu andamento é este, que vos amei uns aos outros, assim como eu vos amei. Porque, como disse, se tivemos comunhão com ele, vamos ter comunhão com os irmãos.

E, por isso, a nossa fé, a nossa fé, é diretamente ligada a como andamos com Deus. Andamos com Deus quando temos a mente de Cristo. E como é que podemos andar com Deus através da oração, através do estudo bíblico, através de Júnior, através da obdiência? E aprendemos assim coisas que são agradáveis a Deus. Não é só as leis, mas há coisas adicionais que são agradáveis a Deus. Precisamos de fazer.

E, assim, temos a mente de Cristo. O mesmo sentimento, que é humilde.

Temos uma desejo de vencer o pecado, porque temos a mente de Cristo através do Espírito de Sante Deus, e, por isso, temos a mente no Espírito, não na carne. E estamos, assim, a andar com Deus, a andar com Ele. Temos um relacionamento com Deus.

Através de várias ferramentas, como vos expliquei, que é a oração, o estudo bíblico, o Júnior, a obdiência, e, em vários outros, conforme aprendemos a fazer nas coisas que são agradáveis a Ele.

Crizes irmãos, Deus é bondoso e misericulioso e entende as nossas fraquezas. Ele quer que você e que eu tenhamos a mente de Cristo. Para Ele e o Pai, através do Espírito Santo, viverem nós, para nós podermos andar com eles. Nós precisamos de andar, não é só de falar, de andar, de praticar. Nós precisamos de vencer e resistir às tentações que temos. E temos a possibilidade de vencer através do Espírito Santo, porque tal como os Cristo venceu, nós podemos vencer. Vencer somos soldados a lutar. A luta continua, mas é uma luta espiritual, crises irmãos. Não é para contrapossozios e homens? E crises irmãos, espero que estes princípios, assim como outros, vos ajudem a prepararem-vos, a se examinarem a vós próprios, a estudarem estes princípios para se prepararem para a páscoa, para poderem observar a páscoa, de uma maneira títmã.

Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).