Preparação espiritual para a estação festiva

Considerando o enorme sacrifício feito por Jesus Cristo para nos salvar atravéz do Seu sangue, e nos libertar da escravidão do pecado, nós devemos estar cheios de gratidão, muito gratos pela Sua graça. Consequentemente desejamos honrar Deus, fazendo o que é agradável a Deus, e imitando Jesus Cristo, desenvolvendo a mentalidade de Cristo e o caráter de Deus. Este sermão aborda este tema.

Transcrição

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O que é que está acontecendo?

Bom dia ou boa tarde, queridos irmãos, aqui, em Jorce-Campos. Parece mentira, mas a páscoa e os dias asmos estão tão perto de nós, estão-se nos aproximando tão rapidamente que abrimos e fechamos os olhos, isto terão aqui. Numa semana anterior, eu cobri o tema de como as sombras, isto é, sombras físicas, que Deus nos dá, são simplesmente réplicas, muito sombrias, mas não são réplicas da verdade, da imagem exata. E por isso vimos que existem lições espirituais, que são derivadas pelo físico. Aprendemos lições espirituais pelas coisas físicas. Nesse sermão, que dêi previamente acerca de sombras, serem réplicas da imagem exata, vimos, por exemplo, dois pontos, particularmente como o sacrifício de Cristo, representado pela páscoa, e pelo significado desse grande sacrifício, que é tão grande, que representa a própria palavra de Deus, isto é o verbo de Deus, o verbo pelo qual o Pai fez os mundos, vence que Ele voluntariamente se esvaziou da sua glória para ser carne e morrer por nós. E por isso vimos, mostramos em 1 Coríntios 11, e quero que voltem, que abram as suas Bíblias, em 1 Coríntios 11, vimos que é importante discernirmos o corpo do Senhor. Vejam aqui, 1 Coríntios 11, versículo 27, diz assim, e assim coma do Pão e beba do Káles, pois quem come e bebe sem discernir o corpo do Senhor. Come e bebe juízo para si. Precisamos de tomar a Páscoa discernindo o corpo do Senhor, e vimos que é o sacrifício do verbo que se fez carne, o verbo pelo qual Deus fez a criação, criou tudo. Mas, além de discernirmos o valor da sacrifício físico, também vimos que precisamos discernir o valor espiritual da sacrifício, porque o corpo do Senhor é a Igreja de Deus, e Ele é a cabeça.

E, por isso, precisamos de discernir os nossos irmãos e irmãs na fé. Tenho cuidado quando falamos com eles, quando fazemos coisas com eles, como os tratamos, porque isso é também extremamente importante. E, por isso, é que diz aqui, no versículo 30 e 31, desta secção do 1º Coríndio 11, diz assim, é essa razão que a entra-voz muito fracos e doentes e não poucos que dormem. Por quê? Porque não estão a tratar bem uns aos outros.

E, por causa de coisas que mangoaram outras pessoas, ou coisas que disseram, causaram talvez ansiedade, doentes, doências e até talvez ataques de coração em outras pessoas.

E, por isso, é que continua no versículo 30 e 31, porque se nós julgássemos a nós mesmos, não seríamos julgados. Se nós nos estamos a examinar cuidadosamente para ter cuidado o que fazemos, não vamos ser julgados por Deus nessas situações. E também, essa foi um exemplo que demos nesse sermão prévio, a Séria das Sombras, que são, digamos assim, representam a imagem exata, e particularmente a imagem exata do Jesus Cristo, do sacrifício que ele fez, mas além disso, o sacrifício que Jesus Cristo fez foi representado no antigo estamento pela páscoa.

Pelo cordeiro serem matados e o sangue ser posto às ombreiras já volta da porta, para o primeiro descendente da família não morrer.

E assim, por causa disso, por causa das 10 pragas e principalmente da morte do primeiro descendente, dos Egitos, e por causa que depois, por causa disso, o faró deça e eles saiam daqui, saiam, e através dessa mão forte de Deus, através da morte dos aqueles que tinham sido os primeiros a nascerem, por causa dessa morte, eles foram libertados da escravidão e depois de outra mão forte foi atravessar o mar vermelho, e isso tudo representa esta liberdade que tiveram, os eugelitas, porque foram removidos ou tirados do Egito como a mão forte, que representa o que Deus fez com elas para serem do Egito.

Igualmente, nós, você e eu, estamos numa escravidão e o Egito simboliza o pecado, nós estamos numa escravidão de pecado. Vejam como isso faz favor em Romanos capítulo 6, versículo 16. Romanos 6, versículo 16. Precisamos de uma mão forte para nos tirar dessa escravidão. Veja, Romanos 6, versículo 16. Diz assim, nós estamos em uma escravidão de pecado. Romanos 6, versículo 16. Precisamos de uma mão forte para nos tirar dessa escravidão. Veja, Romanos 6, versículo 16. Diz assim, não sabéis que daquilo a quem vos ofer seis como servos para a audiência, deste mesmo a quem obte seis, sois servos. Seja do pecado para a morte ou da audiência para a justiça. Na maneira natural, nós, como seres humanos, somos escravos do pecado para a morte. E precisamos de uma mão forte para nos tirar dessa escravidão. E para os grelitas foi a morte dos primeiros descendentes, dos aqueles que nasceram primeiro, das primícias dos Egitos, através de simbolizado pelo cordeiro, que foi matado e que o sangue foi posto às ombresas das portas deles. Igualmente para nós, é o sacrifício de Jesus Cristo, o cordeiro de Deus, e esta mão forte de Deus que nos faz sair da escravidão do pecado.

Vejam, então, aqui, em Romano 7, versículo 23 a 24, diz assim, mas vejo nos meus membros outra lei, que gregando contra a lei da minha mente, me faz, prisioneiro da lei de pecado, estar nos meus membros. Quer dizer, irmãos, somos cravos desta lei que está em nós, que é desta natureza humana que temos. Somos cravos e precisamos de uma mão forte, da mão de Deus, para nos libertar desta escravidão. Continuamos a ler no versículo 24, desventurado, homem, que sou, quem me liberará do corpo desta morte. Graças a Deus, por Jesus Cristo, aqui está a resposta. O cordeiro de Deus, nosso Senhor, de maneira que eu, de mim mesmo, com a mente sou escravo da lei de Deus, mas, segundo a carne, da lei e do pecado. Irmãos, o sacrifício de Jesus Cristo nos liberta da escravidão do pecado. E por isso aclemos, em 1 Coríntios capítulo 5, versículo 6 a 8, diz assim, não é boa a vossa jerctância, não é boa a vossa arrogância. Pensarem, olha, somos grandes pessoas, somos muito capazes de fazer isto por mim próprio, não somos capazes. Não sabéis que um pouco de fermento leve da massa toda. Este fermento da arrogância leve da o corpo, porque a arrogância é um bocado, esta soberba. Lançar fora este velho fermento, que dá arrogância da soberba, da falta de humildade. Lançar fora este velho fermento, para que sejas nova massa, humilde.

Como sois de facto sem fermento. Como fisicamente, vocês estão sem fermento. Por quê? Porque Paulo escreveu isto durante os dias de pensásmios. Pois também Cristo nosso, Coro deiro Pascal, foi emulado. Por quê? Para nos libertar.

Para pagar para os nossos pecados, para nos libertar, nesta escravidão. Por isso, se loberemos a festa, qual festa? A festa de pensásmos. Não qual velho fermento, da arrogância e da soberba. Nem qual fermento de maldade e de malícia. Mas sim, com os ásmos. Isto é o pão sem fermento, sem pecado, de sinceridade e verdade. Preciso ser humilde, para ser sinceros e verdadeiros. Por isso, vimos dois pontos importantes em sermões prévios. Que as sombras físicas apontavam para uma hora, que os seus prédios, os seus prédios, os seus prédios, os seus prédios, os seus prédios, os seus prédios, os seus prédios, os seus prédios. Que as sombras físicas apontavam para uma realidade, a imagem da realidade, que é Cristo. Estas sombras eram a páscoa e os destes pães ásmos, que apontam para a realidade, que é Cristo, que faz isto tudo possível, Cristo pelo sacrifício de Ele, que, pelo Seu sangue, que nos perdoa os pecados e pelo sacrifício de Ele nos liberta da escravidão. E isto é por causa da intervenção graciosa, misericordiosa, miraculosa de Deus para conosco, com uma mão forte. Uma mão que não podia ser mais forte, porque foi a morte daquele do verbo pelo qual Deus criou Pai, criou tudo. Isto foi a própria morte da palavra da Deus, isto é o verbo, que falou as palavras de Deus. Por isso, quando observamos a páscoa, estes destes pães ásmos, precisamos-nos observar com o significado, com o entendimento de um significado, muito profundo, muito profundo. E com isto, como um pano de cobertura, como um pano de nos dar uma grande visão, uma grande perspectiva, eu quero hoje dar alguns passos à frente, adiante, para cobrir três pontos que nos ajudam a preparar espiritualmente, para a páscoa e para os dias ásmos, mas não só para esses períodos, mas na vida inteira, são práticos para a vida inteira, como verdadeiros cristãos. Por que? Primeiro, para que possamos preparar para guardar-nos estes dias de uma maneira digna.

E, por causa disso, para que possamos crescer espiritualmente durante esta estação festiva. Vejam então primeiro Coríntios capítulo 11, onde estávamos a ler há pouco, e lemos versículo 27 e 28. Vamos ler agora de novo, como isto diz assim, por isso, e que ele comer o pão ao beiro calço do Senhor indignamente. Isto é de uma maneira que seja indigna.

Não está aqui a dizer que você é digna, ou digno.

Nenhum de nós somos dignos, todos somos pecadores, mas está a falar que ele é uma maneira que não seja indignamente.

E, por isso, vamos cobrir estes três pontos para nos ajudar a celebrar estes dias, e andar na nossa vida de uma maneira que não seja indigna. Primeiro, precisamos ter uma atitude de verdadeira, completa gratidão, pelo que Deus fez por nós. Deus mandou o Seu Filho, o verbo, aquele por quem falou a palavra, aquele, aquela personagem, aquela pessoa independente, digamos assim, que é Deus, que é filho de Deus, mas que é completamente submisso ao Pai, completamente submisso ao Pai. E precisamos ter uma gratidão pelo que foi feito por nós, porque Ele deu a Sua própria vida, por nós.

Leem a Comissão em Infezios 2, versículo 8 e 9.

E Fezes 2, versículo 8 e 9. Porque pela Graça somos salvos, somos salvos o ponto final, o produto final de estudo e a salvação. Mas isto é tudo por causa da Graça, da bondade, do carinho, deste acto de amor que Deus fez por nós através do Seu Filho. E isto me dê-me a fé, a fé de Jesus Cristo, que Ele tem fé de fazer isto. E isto não vem de nós, é de um de Deus. Não de obras, para que ninguém se glorie.

Não de minhas obras, para não nos gloriarmos. É a Graça de Deus. É a Graça de Deus. Vejam como isso faz favor em 2 Coríntios 4. 2 Coríntios 4. Versículo 1 e 2. 2 Coríntios 4. Versículo 1 e 2. Pelo que, tendeste Ministério, 2ª Misericórdia, nos foi feita, não desfalecemos. 2ª Misericórdia, esta ato de perdão, de graça, não desfalecemos. Pelo contrário, rejeitamos as coisas que, preveniosas, se ocultam, não andando com a Estúcia. Não andando com a Estúcia. Sim, a Estúcia. Nem adulturando a Palavra de Deus, ande. Nos recomendamos à consciência de todo o homem na presença de Deus, pela manifestação da verdade.

Queres irmãos, é por causa da sua misericória, por causa da sua graça, por causa da sua gentileza, por causa do seu amor. E devemos ter cuidado, porque não devemos rejeitar.

Isto, não devemos desfalecer, perder a coragem. Devemos estar encorajados por causa desta graça e esta gratidão nos dá coragem para andar para a frente. Mas se o nosso evangelho, esta boa nova, desta graça de Deus, ainda está encoberta, é para os que se perdem que está encoberto. Nos quase o Deus deste século, que é Satanás, se goa o entendimento desses dos incrédulos, para que nele não resplandeça a luz, a luz, esta esperança, esta luz. Esta luz da boa nova da glória de Cristo, do evangelho da glória de Cristo, o qual é a imagem de Deus. Porque não nos pregamos a nós mesmos, mas a Cristo Jesus como Senhor, e a nós mesmos como vosso servos por amor Jesus. Temos porém, vejam no versículo 7, este tesouro em vasos de barro, para que a excelência e o poder seja de Deus e não de nós. Estão tesouro nos nossos vasos de barro, nossa vida física, que são simplesmente vasos de barro, para que a excelência e o poder seja de Deus e não de nós.

Vejam no versículo 11. Porque nós que vivemos somos sempre entregues à morte por causa de Jesus, para que também a vida de Jesus se manifeste em nossa carne mortal. Nós precisamos manifestar a vida de Jesus, por exemplo, refletir esta imagem, por exemplo, refletir esta imagem, resplence-se a esta glória de Cristo em nós.

Para que também a vida de Jesus se manifeste em nossa carne mortal.

Para que a vida de Jesus se manifeste na nossa carne. Nós temos que pôr, em prática, uma vida como Jesus viveu.

Isto é importante. Sim, foi dado graça, mas temos uma responsabilidade de imitar e de dar um bom nome a Deus, ao seu sacrifício, o sacrifício do seu filho, para nos manifestar, a vida de Jesus, manifestar, em nossa carne mortal. Vejam no verículo 15. Porque todas as coisas existem por amor de vós para que a grasa, a grasa, multiplicando-se, torna abundante às ações de graças, por meio de mundos para a glória de Deus.

Por causa da graça de Deus, nós, por outro lado, precisamos ter ações de graça, gratidão, gratidão.

Continuando a ler no versículo 16. Por isso não nos animamos. Isto é não não anda a achar assim, olha, não é nada a fazer, não, temos que viver com gratidão e representar a imagem de Jesus Cristo. Por ele viver em nós.

Pelo contrário, mesmo que o nosso mundo exterior se corrompa, com tudo o nosso homem interior se renova de dia em dia. Precisamos nos estar a renovar, a ser um homem novo.

Porque a nossa leve, momentânea tribloção, produz para nós, eterno peso de glória. Acima de toda comparação.

Não atentando nós nas coisas que se vêem.

Sim, não estamos só a ver as coisas que se vêem, mas nas que não se vêem. Porque as que se vêem são temporais, mas que não se vêem são eternas. Vemos por isso a importância dos dias de paisajmos para mudarmos esta velha fermento e vimos a ser uma nova massa. Estamos a ser uma nova massa com gratidão.

Com gratidão. Vemos-nos de dar graças a Deus, por nos dar a força, a energia, através do seu Espírito Santo, para podermos viver desta maneira. Para que a vida de Jesus manifeste em nossa carne mortal.

Vejam então, em capítulo 5, versículos a 7. E assim, se alguém está em Cristo, é nova criatura.

As coisas antigas já passaram a isso, que se fizeram novas.

Você é uma nova criatura? Você é uma pessoa nova? Isto é diferente? Uma nova massa vivendo uma vida diferente que representa Jesus Cristo?

Isto é verdadeira religião?

Ao nós, por exemplo, estamos a ter cuidado com o que dizemos as outras pessoas, para não esmaguarmos, ou esmaguarmos, nós temos cuidado para ter cuidado às outras pessoas. Nós temos cuidado para não ficamos afetados pelo mundão, seja bebidas, ou seja, que for, para não estarmos afetados por esse mundão. Estamos a ser diferentes ou não?

Precisamos analisar e dizer, sim, estou a ser diferente ou não?

Tenho gratidão pelo que Jesus Cristo fez para nós e, por isso, vou fazer a minha parte, por causa da graça que ele me dá.

Veja aqui, em Salmos 26. Salmos 26 por ciclo 1 é 2.

Salmo 26 por ciclo 1 é 2.

Faz-me justiça, Senhor, pois tenha andado na minha integridade e confio no Senhor sem vacilar. Examine-me, Senhor, e prova-me só de uma coração e os pensamentos.

Você pede a Deus para fazer isso? Pois a tua benignidade, a tua bondade, a tua graça, tenho aparentos olhos e tenha andado na tua verdade. Não me tenha sentado com homens falsos e com os dissimuladores, não me associo. Abre-se, associa de malfeitores e com os ímpios, não me assento. Láva-os mãos na inocência, assim andarei, Senhor, ao redor do teu altar, para entuar com voz alta os louvores e proclamar as tuas maravilhas todas. Pela Graça de Deus.

Precisamos olhar para a Deus que fez por nós, pela sua graça, e isso ser uma motivação, um motivador, um agente de motivador, de nos dar coragem e desejo, de fazer coisas que são agradáveis a Deus. Veja aqui, salmos de novo, salmos de novo, versículo 7. Salmos de novo, versículo 7.

A lei do Senhor é perfeita e restaura a alma. O disposto do Senhor é fiel e dá sabedoria aos simples. Versículo 9. O temor do Senhor é límpido e permanece para sempre. Os juízes do Senhor são verdadeiros e todos igualmente justos. Pois veja no versículo 12 a 14. Quem há? Que possa discernir as próprias faltas. Absolve-me das que não são ocultas. Amostram os pecados que eu tenho, que são ocultos que eu não consigo ver, que eu não consigo ver.

Irmãos, isso é difícil. Quando Deus nos amostra, estas faltas que nós temos, nós temos, é difícil. É difícil. Também da soberba, guarda o teu servo. Da soberba, tirar este fermento da soberba.

Este velho fermento.

Que ela não me adormine. Então, serei irrepreensível, ficarei livre de grande transversão. As palavras dos meus selábios e o meditar do meu coração sejam agradáveis à tua presença.

Porque nós somos gratos.

Pelo que Deus fez a nós, nós precisamos fazer coisas que são agradáveis a ele em retribuação. O Senhor roxa a minha e redenta o meu.

Queridos irmãos, precisamos de cuidar, ter cuidado. Destes pecados que estão escondidos, que estão pontos cegos que temos na nossa vida e de arrepender. Para que nós estejamos favor, para que as nossas palavras sejam aceitáveis. E isto é, digamos assim, uma oferta de vontade livre a Deus. E este é o primeiro ponto, queridos irmãos, é gratidão. Gratidão é uma oferta pacificadora. Gratidão. O segundo ponto que quero mencionar é que precisamos nos forçar para desenvolver a mente de Cristo. Olhar para o padrão mental que Jesus Cristo estabeleceu para nós. Esse padrão está em Filipenses capítulo 2, versículo 5.

Vejam aqui, Filipenses.

Filipenses capítulo 2, versículo 5. Tenem-vos o mesmo sentimento que houve também em Cristo. Qual foi o sentimento que houve em Cristo? Coaléamente Cristo. Como vimos, ele subsistindo em forma de Deus. Não julgou como usurpação ser igual a Deus. Mas antes assim mesmo se esvaziou, se humilhou. Assumindo a forma de ser, retornando-se em similhança de homens e reconhecida em figura humana, assim mesmo se humilhou. Esta é a mente de Cristo. Humildade. Esta é a mente de Cristo. Esta é a mente de Cristo. Humildade. Esta é a mente de Cristo. Humildade.

Vejam, por exemplo, aqui, quando fala acerca de atributos ou características para uma pessoa ser ordenada como um ministro. Em primeiro Timótio capítulo 3. Primeiro Timótio capítulo 3. E vê-se, então, no versículo 6. Primeiro Timótio capítulo 3, versículo 6. Não seja niófito. Não seja uma pessoa nova, nova na fé, está a vir a vir aí e agora, ah! De repente é feito o ministro. Que para não suceder que se ensubrepeça. Para que não fique arrogante, para que não fique cheio de soberba. Ou, na outra palavra, para que seja humilde. E assim, incorra, incorra na condensão do diabo. Porque o diabo foi soberbo, foi arrogante, tornou-se arrogante. Vejam aqui em Ephesios capítulo 2, versículo 2 e 3. Ephesios capítulo 2, versículo 2 e 3. Vamos começar, então, no versículo 1. Ele nos deu vida estando-vos mortos nos vossos delitos e pecados, nos quais andaste-se outra hora. Segundo o curso deste mundo, segundo o príncipe da protestada Arista, segundo o diabo, do Espírito que agora atua nos filhos da desobediência, entre os quais também todos nós andámos outra hora. Segundo as inclinações da nossa carne, fazendo a vontade da carne e dos pensamentos e éramos, por atoreza, filhos da ira, como também os demais.

Mas Deus, sendo rico em misericórdia, este é pela graça de Ele. Por causa do grande amor com o que nos amou, estando-nos mortos em nossos delitos nos deu vida juntamente com Cristo, pela graça de seus salvos. E juntamente com Ele nos ressuscitou e nos fez assentar nos lugares celestiais em Cristo. Está claro, ainda não estamos ressuscitados, mas nos ressuscitou. Isto é, nos deu uma vida nova, depois do batismo, agora estamos a viver espiritualmente uma vida nova. Ainda para ser ressuscitados finalmente.

Para mostrar nos séculos vindouros. Para mostrar nos séculos vindouros. A Suprema riqueza da sua graça.

Cris irmãos, precisei cuidado, que as coisas satanás não estejam a afetar para sermos com ele e ter confiança na nossa carne, na nossas capacidades mentais e tudo. Não, damos graça a Deus e por causa da poder e do Espírito, nós sumutemos, somos humildes e então Deus nos ajuda, porque temos este mente de Cristo de humildade. Cris irmãos, precisamos de ter este mente de Cristo olhar para as nossas luxúrias, para os nossos desejos físicos. Seja de carne, seja do óleo, seja a arrogância e por isto de fora. Vejam que em 1 João capítulo 2. Por ciclo 15 a 16. Não há mais um mundo nem as coisas que há no mundo. Se alguém amar o mundo, o amor do Pai não está nele, porque tudo que há no mundo, a com cupi-sença da carne, isto é esta natureza humana, este é o desejo da carne, a com cupi-sença dos olhos de ver, da visão e a soberba, o orgulho da vida. Temos de ter cuidado, pois este orgulho não procede do Pai, mas procede do mundão, do mundo. Crescimãos, precisamos de não nos gloriar nestas presunções, nestas arrogantes pretensões. Precisamos de ser humildes. Precisamos de ter cuidado, de não ter confiança no nosso poder, mas, aliás, de ter confiança no poder de Deus. Satanás teve confiança no próprio, viu-se assim mesmo maior do que Deus. Pessoas pensam que têm grande poder, que são muito importados. Tem confiança, por exemplo, no governo da nação, ou tem confiança nas ideias e feliz filosofias humanas, em vez de terem confiança em Deus. Precisamos de ter cuidado, porque isto tudo começa a controlar, a ter o controle, o domínio próprio, do coração e da mente. Nós precisamos ser vencedores. Temos que mudar os nossos corações, os nossos mentes, com a ajuda do Espírito Santo Deus. Não é nós.

Cristo venceu. Nós temos que vencer também. Nós não devemos de subter às tentações do mundo. Vejam em 1 Coríntios capítulo 2. 1 Coríntios capítulo 2, versículo 14, diz assim, Ora, o homem natural não aceita as coisas do Espírito de Deus, porque lhes são loucuras. Não pode entendê-las, porque elas, essas pessoas, se discernem espiritualmente. Não entendem as coisas espirituais. Nós precisamos da mente de Cristo através do Espírito de Santo Deus para vermos as coisas espirituais, precisamos ser humildes, que não é a nossa capacidade mental, mas é através da graça e do poder que Deus nos dá através do seu Espírito, da sua maneira de pensar, da sua maneira de ver, das suas leis, que escreve isso no nosso coração, nas nossas mentes, para nós não montarmos. Vejam no versículo 16. Pois quem conheceu a mente do Senhor que o possa instruir? Nós porém temos a mente de Cristo. Nós temos a mente de Cristo. Não quer dizer que você tenha o cérebro dele? Não, você é uma pessoa individual, mas tem a mentalidade, a maneira de pensar, a maneira de ver que Cristo vê. Não, não. Não. Não. Não. Não. Não. Não. Não. Você continua a ser uma pessoa individual, mas tem esta mentalidade e amor de carinho, de graça que Deus tem através do seu Espírito, que é um Espírito de poder, de amor e de aponturação. Vamos lermos em segundo de Móctio 1, versículo 7. E por isso, onde estávamos a ler há pouco, vamos voltar de novo. A Philipe II. Philipe II. Versículo 2 diz assim. Capítulo 2, versículo 2. Acompleta a minha alegria, do modo que pensais a mesma coisa. Tenheis o mesmo amor. Isto é, tenha o mesmo amor. Pensais a mesma coisa. Tenheis o mesmo amor. Sejam unidos no ânimo, na alma, sejam de acordo, sejam um. Tenham o mesmo sentimento, a mesma mente, a mesma mentalidade, o mesmo sentimento, a mesma carinha e graça. Nada faceis por partidarismo ou vanglória. Isto é, não façam isso por arrogância, por surverba, mas por humildade, considerando cada um os outros superiores assim mesmo. Não tenha cada um em vista o que é propriamente seu, então também, cada qual o que é dos outros. Tenhem vós o mesmo sentimento, que houve também em Cristo Jesus. Tenham a mesma mentalidade, a mesma mente, a mesma amor, a mesma graça, a mesma maneira de ser. Que houve em Jesus Cristo, que se humilhou, nós precisemos estar humildes também. Essa é a mente de Cristo que nós precisamos. E em terceiro lugar, o terceiro ponto que quero mencionar hoje, é que precisamos nos esforçar para desenvolver o caráter de Cristo. Há outras palavras. Resistir a tentação e vencer a tentação 24-7. Isto é 24 horas por dia, 7 dias por semana, estar a resistir, estar a vencer, com a ajuda dos Espíritos. Desenvolver o caráter de Cristo. Vejam em segundo Timótio capítulo 2. Segundo Timótio capítulo 2, versículo 3. Participa dos meus sofrimentos como bom soldado de Cristo. Como bom soldado de Cristo. Nós somos soldados. Um soldado quer dizer, olha, eu estou salvo de graça, não preciso fazer nada. Não, um soldado está aí para lutar, para lutar.

Não podemos simplesmente deslizar por aí abaixo. Por quê? Olha, porque foi salvo de graça, pela graça. Agora não há nada a fazer, só deslizar aí. Não, somos soldados, soldados da Cristo Jesus.

Nós somos soldados, nós somos pacifistas, pacificadores. Precisamos nos armar para lutar a boa luta, para combater para o bom combate da fé. Milita a boa milícia da fé. Como lemos em 1º Timótio capítulo 6, versículo 12. Temos que lutar esta guerra. 1º Timótio capítulo 1, versículo 18. Sim, a sua fé será desafiada. Vai ver dificuldades. Nós precisamos ter fé e confiança e confiar em Deus e não em nós próprios. Andar para frente. Vemos esta linkagem, que é, não é confiança em nós próprios, não é confiança no nosso poder, na nossa arrogância da vida, na nossa superba da vida.

Mas é confiança em Deus, porque reconhecemos que somos nada, somos humildes e temos que confiar em Deus. Vejam-nos em capítulo 8. Começando a ler o versículo 1, agora pois, já nenhuma condonação há projeção em Cristo, que não andam segundo a carne, mas segundo o Espírito. Não há nenhuma condonação para o gestão em Cristo, que não andam segundo a carne, mas que andam segundo o Espírito, como se vê na Almeida Revista Ecologida.

Não podemos apontar o D. de acusar, aos outras pessoas, porque a lei do Espírito à vida, em Cristo Jesus, te livrou da lei, do pecado e da morte. Jesus nos liberou, pelo seu sacrifício, desta escravidão. Porque, por que for impossível, a lei de Deus, sempre que a lei de Deus não nos dá essa ajuda para vencer a fraqueza da carne, é Cristo, é Deus, pela sua graça, que nos deu, e, através do seu sacrifício, diz assim, fez Deus enviando o seu próprio filho, em similhança de carne caminosa e no tucando ao pecado, e, com efeito, condonou Deus na carne o pecado.

Não há nada errado com a lei, a lei só diz-se o que é certo e que é errado, mas a lei é fraca, porque a lei não nos ajuda a vencer as fraquezas da carne. A graça de Deus nos dá este encrujamento, através disso, vemos o que Deus fez por nós, estamos de graça, somos motivados, temos esta motivação, temos o Espírito de Deus para nos ajudar, somos humildes, e então nos forçamos para vencer a fraqueza da carne.

E isto, a fim de que o preceito da lei se comprisse em nós. Por que? Para que nós praticamos o que a lei diz, por causa da graça de Deus, o que condonou na carne, e isso, por exemplo, é de praticar, diz-se o preceito, a justiça da lei, se comprisse em nós. Porque nós agora praticamos, que não andámos segundo a carne, mas segundo o Espírito.

Vejamos que o Tiro Mano ler no versículo 5. Porque os que se inclinam para a carne, cogitam as coisas da carne, mas os que se inclinam para o Espírito, se nós estamos a pensar nas coisas do Espírito, estamos a pensar, não estamos a pensar nas coisas da carne, e por isso temos a pôr a nossa mente, no que Cristo pensa, depois damos a pôr a mente de Cristo na nossa vida, e então isso nos ajuda a vencer as fraquezas da carne. Os irmãos, reconhecemos o que é a tentação, sabemos o que é a tentação, o que é a tentação.

A tentação tem basicamente três elementos. Primeiro, é uma isca. É uma isca. É uma sedução, é uma fascinação, é um encanto, é uma isca, como exemplo, uma isca popeixo, uma atração, um isca caiver, o que é isto? Uma isca. Chama a atenção. Então a gente começa a pôr tempo nesses pensamentos e ratos. Depois, essa isca é alimentada porque estamos a olhar, a ver, a passar tempo, a olhar para essa isca. Qual é a isca? Por exemplo, olha, uma festa mundana, uma bebida, olha, estamos a olhar para aquilo, queremos estar lá, queremos estar lá, estamos lá, passamos tempo lá. Essa isca está alimentada para permitirmos que a mente esteja a pensar nisso e passar tempo nisso, está a ser alimentada e então isso torna-se um desejo, um desejo, uma vontade.

Oh, um desejo de beber mais, um desejo de ir para a festa mundana, ou seja, o que for, porque permitimos esta isca e este pensamento estar lá. E depois, este desejo, porque estamos a ver isto, a passar tempo, a olhar, a passar tempo a pensar nisso, este desejo torna-se um desejo inordenado. Isto é uma luxúria.

Uma luxúria. Vê-se esta progressão de uma isca para um desejo, para um desejo inordenado. Vê-se esta progressão.

Que lhes irmãos, há coisas que são desejos legais, ou coisas legais, ou poder legal. Mas há coisas que são desejos ilegais e rados, ou coisas ilegais, ou posições, autoridades ilegais, ou poder ilegal. Em mesmo caso, do exemplo, das duas árvores, ou a dão em Eva, em Génacias, viram esta árvore com o fruto. Olha, essa foi a isca. Por que que não?

E depois começaram a justificar. Não disse Deus que podemos comer da fruta de todas as árvores? E depois, esse fruto pareceu tão bom. Olha, é bom para fazer uma pessoa inteligente, comer este fruto, faz uma pessoa esperta, faz uma pessoa sábia. Olha, vou ficar feliz, mais alegre, mais contente, vou ter uma satisfação, ou seja, que for. E esse desejo tornou-se mais forte, tornou-se um desejo ignorado. Olha, eu vou ser igual a Deus.

Foi o que Satanás estava a fazer na Eva. E por isso é importante que precisamos reconhecer estes passos, estas etapas do desenvolvimento do pecado. Vejam comigo em Tiago capítulo 1. Tiago capítulo 1 versículo 13 a 15.

Ninguém ao ser tentado diga, sou tentado por Deus, porque Deus não pode ser tentado pela mal e Ele nem mesmo ninguém tenta. Sim, Deus me permite provas, mas provas é diferente de tentação. Próva é fazer um exame, faz um exame, vai para a escola, faz um exame, faz uma prova para passar para o ano seguinte. Isso não é uma tentação, é uma prova para provar que você sabe o material, para andar para a frente. É uma coisa construtiva. Mas quanto a falar aqui de tentação, é tentação para pecar. E Deus não nos tenta, porque Deus não é tentado pela mal. Ao contrário, a tentação diz aqui, versículo 14, cada um é tentado pela sua própria cubiça, pela sua própria isca, pela sua própria...

ensai-o, encheio este desejo. Este desejo, em grego é echeio, esta isca. E quando esta o atrai, esta isca o atrai, o seduz.

Torna-se um desejo, o seduz. Torna-se um desejo. Então a cubiça, por causa deste desejo, a cubiça deste desejo, depois de haver concebido, depois de fazer o que não devia ter feito, dá-lo o pecado. E o pecado, uma vez consumado, gerar morte. Vê-se esta progressão da isca para um desejo para uma luxúria. Depois torna uma ação. E depois de dar o pecado, e dá a morte. Vejam que isso faz o caminho em Colossensus 3. Colossensus 3.

Colossensus 3, versículo 1 a 2. Quanto a mais, irmãos meus, alegravos no Senhor, a mim não me desgosta e é segurança para vós outros que os crevam as mesmas coisas. Perdão, estou a ler de Filipenses e queria ver Colossensus. Perdão, desculpe. Colossensus 3. Desculpe, sim. Começando Colossensus 3, versículo 1 a 2. Portanto, se for suscitar de juntamento com o Cristo, buscai as coisas lá do alto, onde Cristo vive. Acentar na direita a Deus. Pensai nas coisas lá do alto. Não, nas que são aqui da Terra. Se fomos suscitados com o Cristo, isto é, espiritualmente, depois do batismo, fomos suscitados, estamos a viver uma vida nova espiritualmente, mentalmente. Sim, ainda não. Fomos suscitados, como viramos a ser, depois da morte, mas estar aqui a falar simbolicamente desta suscitação após o batismo. Buscai as coisas lá do alto. Isto é, pensem nas coisas de Cristo. Pensem nas coisas de Deus, onde Cristo vive. Acentar na direita do Pai, de Deus. Pensai nas coisas lá do alto. Não, nas que são aqui da Terra. Não, as que são aqui da Terra. Querias Irmãos, isto é chave para resistir à tentação. Precisamos de pôr os pensamentos corretos na nossa mente. E não permitir que a nossa mente esteja a pensar em coisas irradas, ou pensamentos negativos. Temos que pôr a mente de Cristo e o caráter de Cristo. Este domínio próprio para vencer. E não podemos isso, fazer isso, por nós próprios, de nossa própria força. Você nunca pode dizer como um ser humano, eu nunca vou pecar de novo. Nós precisamos de Deus, do Espírito de Deus, do Confortador, da ajuda desse poder, a ajuda dessa capacidade espiritual, do Pai, que vem de procedo do Pai através do Filho, para nós termos a mente dele e o caráter dele.

Vejam primeiro João capítulo 1. Primeiro João capítulo 1. Por século 8, se dissermos que não temos pecado nenhum, a nós mesmo nos enganamos, a verdade, nós está em nós.

Querias irmãos, temos que viver em fé. Sim, temos que nos forçar. Vês de fazer a nossa parte, mas às vezes falhamos.

Querias irmãos, verdadeira fé é um resultado de estarmos perto de Deus, de ter a nossa mente, os nossos pensamentos, em Deus lá no alto, e mudar, e vencer as fraquezas da cara, e que a mente de Cristo e o caráter de Cristo. E, por isso, estamos a andar com Ele, em gratidão, com a mente de Cristo e com o caráter de Cristo.

Querias irmãos, vamos prepararmos para a Pásquea, para os dias dispensásmos, precisamos de pensar nestas coisas, e ver se somos de facto gratos pela graça de Deus que Ele nos dá, que nos deu, e que nós estamos a fazer. Pela graça de Deus que Ele nos dá, que nos deu e dá. Querias irmãos, não é uma questão de simplesmente deslizar por aí, porque, como a vez salvos, estamos sempre salvos, não. Temos que lutar, temos que continuar nesta luta, por causa desta isca, da carne, que está a puxar no caminho errado. Eu não quero que fiquem desencorajados, que não quero que pensem, olha, vou salvar-me por mim mesmo. Não, a salvação é da graça. Mas porque somos salvos de graça. Agora, a nossa responsabilidade é fazer o que Deus quer que nós façam, que seja agradável a Ele.

Por isso precisamos de puramento de Cristo, que começa com humildade. E precisamos de por o caráter de Cristo, é resistir e vencer 24% até o fim. Cristo e irmãos, Deus é bondoso e é carinhoso para as nossas, para ante as nossas fraquezas. Ele quer uma atitude de gratidão de nós, Ele quer ver que nós tenham a mente como a mente Cristo. Sim, somos pessoas individuais, mas ter aquela mente de amor, carinho, cuidado para os outros, e para nós o imitarmos a Ele, para permitirmos que Deus, através do poder do Seu Espírito, vive em nós, para nós andarmos como o Pai anda e como o Filho anda para sermos um, como Ele só um. Nesta unidade, como menina e mulher, devem ser um. Cristo e irmãos, mantenham estes princípios em mente. Isto vos ajudará a preparar de uma maneira melhor para os festivais de Deus, particularmente da Páscoa, e dispensámos, para que você possa participar na Páscoa de uma maneira digna, dignamente. E isto também vai ajudar a você a crescer na Graça e no conhecimento do nosso Senhor e Salvador, Jesus Cristo.

Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).