This transcript was generated by AI and may contain errors. It is provided to assist those who may not be able to listen to the message.
Música Bom, deobotar-te, queres irmãos, aqui a Jorge Campos. Durante esta última semana, vimos fotografias de um carro convertível vermelho, no meio do espaço, com uma foto do planeta Terra atrás. E a parte que foi uma beleza, foi de ver, uma vez mais, o lindo planeta Terra, esta bolinha tão linda, azul e branca, tão linda que o planeta Terra é. Queres irmãos, a criação de Deus, toda a criação de Deus, é absolutamente extraordinária.
De que maneira você olha? É uma coisa fantástica. Vejam comigo, se faça bom, em Romanos capítulo 1, versículo 20. Romanos capítulo 1, versículo 20.
Diz assim, todos os atributos invisíveis de Deus, assim como o Sui Terno Poder, contam bem a Sua própria divindada. Claramente se reconhecem, desde o princípio do mundo, sendo percebidos por meio das coisas que foram criadas. Toda a divindade, todo o poder, toda a divindade Deus se entende pelas coisas que foram criadas, em outras palavras, as coisas que foram criadas, são, digamos assim, de uma maneira ver, como modelos ou sombras da realidade, da realidade da imagem exata que é eterna. Carizismãos, Deus criou o mundo físico como uma oportunidade para nós termos, para sermos treinados. Uma oportunidade para sermos treinados para o que vem quando viermos a ser seres espirituais. E por isso, muitas das coisas físicas à nossa volta são simplesmente criadas por Deus, como sombras, como modelos de coisas por vir. Vejam, por exemplo, em 2 Coríntios 4, 2 Coríntios 4, versículo 0, 17 e 18. Está aqui, Paulo, a falar na cerca de suas tribulações e diz assim, porque a nossa leve e momentar, momentar em a tribulação, produz para nós eterno peso de glória. Esta vida física, com as suas dificuldades, dá-nos a preparar para uma glória, acima de toda comparação. Não atentando nós nas coisas que se vêem, mas que não se vêem. Por isso que se vêem são sempre temporais. As coisas físicas são temporárias, e as que não veem são eternas. São eternas. Queridos irmãos, estamos aqui, num campo de treino, nesta vida física, para a glorificação eterna por vir. Vejam aqui outro exemplo, em Hebreus 4. Falando aqui, à cerca, do Sápado. Hebreus 4. Diz assim, no V. 4 e 5. Porque, em certo lugar, assim disse, no teu canto, ao sétimo dia. Este é o sábado. E descansou Deus, no sétimo dia, de todas as obras que fizerem. E, novamente, no meu lugar, diz, não entrarão no meu descanso.
Estou a entender o que está a dizer aqui. Diz assim, que Deus descansou, mas que certas pessoas não vão entrar nesse descanso. Ora, se tem um sábado, se estão a guardar o sábado todos os sete dias, certamente estão a entrar no descanso. Então, o que está aqui a falar? Está a falar de algo espiritual, além do ponto físico, que é o sábado. O ponto físico sábado é simplesmente, digamos assim, uma sombra de algo por vir, o descanso eterno, no rei de Deus. E depois continua assim, aqui, por exemplo, no versículo 9. Portanto, resta um repouso, ou um repouso sabático, ou um sabatismo, para o povo de Deus. Resta um sabatismo, uma guarda do sábado. Para o povo de Deus? Sim, o povo de Deus. Para o povo de Deus, nós, como o povo de Deus.
O povo espiritual de Deus. Para nós, resta a guarda do sábado.
Cris irmãos, o sábado. Não foi uma coisa temporária, que era só para os israelitas. O sábado é uma lição espiritual para o povo de Deus.
E assim, Deus nos dá muitos exemplos físicos, que têm significados espirituais. Por exemplo, a promessa para os realitas da terra prometida. É um exemplo físico. Mas para nós, a meta, a promessa da terra prometida para nós, é o rei de Deus. Esse rei de Deus, vai ser um verdadeiro descanso. Os israelitas não alcançaram o descanso da terra prometida, porque, ao fim de contas, foram levados para o cativeiro, porque só desceram. Você leia, por exemplo, o livro de Dateronómio, na parte final do livro de Dateronómio, nos últimos capítulos, continuamente, está a dizer, vocês obedeçam, mas eu sei que não vão obedecer, sei que não vão obedecer, por favor, obedeçam, obedeçam, obedeçam, mas vocês não vão obedecer, vão ser castigados. Oi, são! Até Moisés fez uma canção, a Deus inspirou a Moisés a dar uma canção, a dizer a canção, Moisés, a dizer, vocês vão ser castigados. Por quê? Porque tem um espírito, tem uma mentalidade, tem uma atitude desobediante. E por isso, cris irmãos, eles não entraram no seu descanso, porque desobedeceram. Como lemos aqui em Hebreus 4, para lhe ler isso no versículo 6 e 7 também. Outro exemplo, por exemplo, é Jesus Cristo no modelo de oração, diz, dá-nos o nosso pão de cada dia. Mas está claro? Isso representa o pão físico, mas também representa o pão espiritual, que precisamos todos os dias, que é o Espírito Santo Deus, que é Cristo a viver em nós, pelo Espírito Santo Deus. Outro exemplo, por exemplo, o corpo humano. Temos os braços, as mãos, os dedos, vários membros do corpo. Paulo usa o exemplo do corpo para explicar como nós, como membros da igreja de Deus, consistimos, somos, partes do corpo espiritual de Cristo. E por isso, então, usa o corpo humano como uma analogia, uma sombra da realidade que é o corpo de Cristo, que é a igreja de Deus. Outro exemplo, por exemplo, o processo de ser um pai e o crescimento do bebê durante o vento da mãe. Tem uma analogia. Conforme este bebê vai crescendo dentro do vento, até chegar a um ponto que esteja, digamos assim, pronto para nascer. Isto é maduro, pronto, é um ponto de profissão física que esteja suficientemente completa para poder nascer. Então, o bebê nasce. Mas a analogia aí é que nós somos feitos filhos de Deus, somos o nosso Pai, no Jera, através do seu Espírito, após o Batismo, pela imposição das mãos, e depois temos a oportunidade de crescer até nós sermos maduros. Para, quando sejamos maduros completos, este processo de crescimento esteja completo, para sermos mudados, transformados em seres espirituais, isto é, para sermos glorificados. Cris irmãos, por isso, hoje estou a falar acerca de como Deus usa o físico, para ser uma sombra, para nos dar lições espirituais profundamente importantes. Deus usa o físico como uma sombra de lições espirituais importantíssimas. E, por isso, hoje vamos ver duas sombras físicas, únicamente duas. Está claro, existem outras, como já mencionei algumas, mas vamos olhar a duas, e vermos o significado espiritual dessas duas sombras. E, particularmente, agora que estamos num período que nos aproximamos da páscoa e dos dias dispensásmos, é importante nos recordarmos destas duas lições, digamos assim, chaves, que são espirituais, usando estas sombras físicas. E estas duas lições, usando sombras físicas, nos ensinam a cerca da exata imagem de Deus e do plano Dele.
E o primeiro, a primeira sombra que eu quero falar, vai ser a cerca das ofertas e dos sacrifícios. E vamos olhar a isso assim um bocado profundamente, pois isso nos dá uma oportunidade de ensino, de sermos ensinados, a cerca da imagem espiritual de Cristo e, particularmente, o cordeiro bascal. E a segunda sombra que, de uma maneira, digamos assim, está ligada à primeira, é a cerca dos dias dispensásmos, que são uma oportunidade de ensino, a cerca da imagem espiritual, a qual é o milagre, o milagre da nossa libertação da escravitão. E alguns de vocês vão dizer, ah, mas eu não sou escravo, sim somos. Somos escravos. E veremos isso um bocadinho, um bocadinho mais adiante. Queres irmãos, vamos até ao começar a olhar a Hebreus capítulo 8. Para vermos a primeira sombra que eu quero mencionar hoje como exemplo, em Hebreus capítulo 8, versículo 4 a 5, diz assim, Ora, se eles estivessem na terra, nem mesmo sassardote seria, isto é, porque Jesus Cristo estivesse na terra, nem sassardote seria, porque? Porque Ele não era descendente de Arão, não era do sassardócio arónico.
Continuando a ler. Visto existirem aqueles que oferecem os dons segundo a lei. Segundo a lei, qual é lei? A lei diz que as cerimónias são afertas, são dadas pelos filhos da Arão, que são levitas, mas particularmente pelos netos dos levitas que são da descendência de Arão, ou bisnetos, ou outras gerações depois dessas, mas têm que ser aqueles da geração, da descendentes da Arão. Continuando a ler no versículo 5. Os quais ministram, em figura, em sombras das coisas celestes. Os quais ministram, em figura, quer dizer, estes sacerdotes são uma figura, são um modelo de coisa celeste, e estão a ministrar em coisas que são sombras de coisas celestes. Isto é, o Ministério do Sacerdócio da Arão é uma figura do Sacerdócio de Melchizedec. E o templo, ou inicialmente o tabronáculo antes do período de Salomão, o tabronáculo, ou depois de Salomão, o templo, é simplesmente uma sombra de coisas celestes, que é do trono de Deus do céu. Assim como foi Moisés divinamente instruído. Moisés foi divinamente instruído quando estava para construir o tabronáculo. Pois diz ele, vê que faças todas as coisas de acordo com o modelo, de acordo com o modelo que foi mostrado no monte. E por isso ele teve que fazer as coisas de acordo com esse modelo para ser uma sombra do que é celeste. Vemos, então, onde Paulo está aqui a citar isto. Então, vamos andar um bocadinho para trás e ler em Exodus 24. Exodus 24, versículo 9 a 11. Exodus 24, vamos andar um bocadinho para trás, ver aqui um bocadinho da história para por isto dentro de um contexto, para que possamos entender isto perfeitamente. Exodus 24, versículo 9 a 11. Diz assim, e subiram mais ex, e irão, e nadabe, e abiu, e setenta dos anciãos de Israel. Não foi só uma ou duas pessoas, inicialmente, aqui, foram setenta e, pelo menos, aqui, setenta e quatro. E viram o Deus de Israel, e viram o Deus de Israel, sobre cujos pés havia uma como pavimentação de Padre de Sefirah, que se parecia com o céu, no sua claridade. Ele não estendeu a mão sobre os colhidos dos filhos Israel, porém eles viram a Deus, e comeram, e beberam. Vê-se aí que estes setenta anciãos, e além disso, museus, irão, nadabe, e abiu, viram, comeram, e beberam com Deus.
Viram o Deus de Israel. Queres irmãos, lembrem-se, só há um Deus. Só há um Deus. Mas há dois seres, na divindade. Nós temos um guia de estudo bíblico, que abrange este princípio claramente. Usem este estudo bíblico para estudarem a Bíblia cuidadosamente acerca deste tema muito importante. Só há um Deus.
Mas há dois seres, na divindade. Por que que eu digo isso? Vamos, então, dar um turno aqui à volta para confirmar o que estou aqui a dizer. Vamos, então, voltar aqui a ex-24, por isso podem deixar aí uma marcazinha, porque vamos voltar aí. Mas quero ver aqui algumas escrituras primeiro, começando em João 1, versículo 1.
Vejam, se faz favor aqui, João 1, versículo 1, diz assim. No princípio era o verbo. Ora, sabemos que o verbo se fez carne, vai ser Jesus Cristo, como leemos no versículo 14. E o verbo estava com Deus, e o verbo era Deus. Mas aqui, o verbo estava com, agora o verbo é Jesus Cristo, mas o pré-enganado verbo estava com o Pai. E o verbo era Deus, e está claro, o Pai é Deus. E vê se aqui só há um Deus, mas há dois seres nesta divindade. Ele estava no princípio com Deus, o verbo estava no princípio com Deus. Este ser divino, o verbo estava com Deus. Agora, um bocadinho mais adiante, no versículo 18, diz assim, ninguém jamais viu a Deus. Está claro que ele está a referir ao Pai. Diz assim, o filho unigênito, o Deus unigênito. Está no seu do Pai, é que o revelou. No princípio era o verbo, e o verbo estava com Deus, e o verbo era Deus. E ninguém viu o Deus, o Pai. Ora, se não viram, o Pai é porque viram o verbo, mas só há um Deus, com dois seres nesta divindade. Isso também podem ler, em outros, como João 5.37 e João 6.44, e outros assim, que está a dizer que só há, só viram o verbo, Jesus Cristo. Mas também, em João 14.7, João 14.7.
Diz assim, se vos me tivessem conhecidos, conhecerias também o meu Pai. Deixa agora o que conheceis e o tens visto. E por que então, a ver conhecem o Pai e estão a ver o Pai? Porque os dois seres têm a mesma, digamos assim, maneira de pensar, maneira de ver as coisas, são da mesma divindade. E diz assim, no versículo 8, de pericorle, Felipe, Senhor, mostra-nos o Pai e isso nos basta. E depois, me criei mais adiante. Diz o Cristo, no versículo 11, diz assim, CREED-ME, que estou no Pai e o Pai é MIM. Queria dar ao menos, por causa das minhas obras, eu estou no Pai e o Pai é MIM. Se vocês me veem a mim, desses Cristo estão a ver o Pai. Por isso, quando eles viram o verbo, porque o verbo estava com Deus, era Deus. Quando viram o verbo, viram Deus. Vejam também, em João capítulo 17. A explicação aqui, irmãos, é que o Pai e o Filho são um, em maneira de pensar, são um, em maneira de ver as coisas, são um em intenções, em metas, em objetivos, são um. Os Cristo disse isso. Vejam aqui comigo, se faz favor, em João 17, versículo 20. Não roga somente por estes, mas também por aqueles que verem a crer em mim, por intermédio da sua palavra, a fim de que todos sejam um. Isto é, você e eu possamos vir a ser um também. Como és tu o Pai, em mim e eu em ti. Também sejam eles um, em nós, para que o mundo creia que tu me enviaste. Eu lhes tenho transmitido a glória que me tens dado, para que sejam um, como nós o somos, nós somos um. Eu neles e tu e mim, a fim de que sejam prefeitosuados, na unidade, em um, na esta união. Cristianimão, estão unidos. O Pai e o Filho estão tão unidos. Tem a mesma maneira de ver, a mesma maneira de pensar, a mesma maneira de ser. Se você me souver um, vê o outro. É o que nós precisamos de vida ser, irmãos. Ter a mesma característica, se uma pessoa não virem a vocês, a uma pessoa, como por exemplo, um homem de Deus, vocês estão a dizer ao alto, a ver Deus. Esta pessoa é como Deus. Conduzir-se, como Deus se conduziria. Jesus Cristo disse aqui, nós somos um. Vejam, por exemplo, aqui no versículo 11, na parte final da versículo 11, de João 17, diz assim, para que eles sejam um assim como nós. Como nós somos um.
Queres irmãos, precisamos de entender, um ponto importante aqui. É que Deus delegou todas as responsabilidades de criar, julgar, atuar, comunidade e, com os anjos, ao verbo que agora é Jesus Cristo. Deus delegou a Ele. Dlegou a Ele, por exemplo, vejam aqui, todo julgamento. Vejam, por exemplo, em João capítulo 5. João capítulo 5, versículo 21 a 23. Diz assim, assim, pois assim, como o Pai recita, e vivifica os mortos, porque o Pai recitou Jesus Cristo, assim também o Filho vivifica aqueles a quem quer. E o Pai ninguém julga, mas ao Filho confiou todo o julgamento, ao Filho delegou a responsabilidade do julgamento. Afim de que todos honrem o Filho de modo porque honram o Pai. Quem não honra o Filho, não honra o Pai que o enviou. Quem não honra o Filho, não honra o Pai que o enviou. O Pai delegou tudo ao Filho. Ao ponto que delegou a Ele, a criação. Vejam aqui em João 1, onde lemos a pouco. João 1, versículo 2, este é o verbo, estava no princípio com Deus, este é o verbo que veio a ser Jesus Cristo. E versículo 3, todas as coisas que foram feitas por intermédio de Ele. E sem Ele, nada do que foi feito se fez. Tudo foi feito por intermédio Jesus Cristo. É como um exemplo, quer dizer irmãos, o Senhor Henry Ford. Há muitos anos fazia carros. Mas não é ele que fazia os carros. Tínham seus trabalhadores que faziam os carros. Mas os próprios trabalhadores não faziam sozinhos. Tínham eletricidade, as máquinas e tudo a ajudar. Tínham certas forças e poderes à volta deles, ferramentas para ajudar. E a mesma coisa. O Pai fez tudo, mas fez através, por intermédio, do Filho. Aquele que ele delegou a responsabilidade a fazer tudo. E o Filho, por seu lado, usou o poder do Espírito Santo para fazer tudo.
Sim, o Espírito Santo, uma das características do Espírito Santo, é o poder da Deus. Está claro, o Espírito Santo, é muito mais do que isso. É muito mais do que isso, simplesmente. Continuando, então, a lera. No João capítulo 3, versículo 35. João 3, versículo 35. Diz assim, o Pai ama ao Filho e todas as coisas têm confiado as suas mãos. Estou a entender o que está a dizer aqui. O Pai ama ao Filho e confiou tudo. Confiou tudo. Delegou tudo às mãos do Filho. É o que diz aqui, confiou tudo.
Vejam aqui, em 1º Corinthians, capítulo 15. 1º Corinthians, capítulo 15. 1º Corinthians, capítulo 15. Versículo 25.
Perconvém que ele reine, este é Cristo, até que haja posto todos os inimigos debaixo dos seus pés. O último inimigo a ser destruído é a morte. Porque todas as coisas sujeitou debaixo dos pés e quando diz que todas as coisas lhes estão sujeitas, certamente exclui aquele que tudo lhe subordinou, aquele que tudo lhe deu, delegou a ele para fazer isso.
Quando porém todas as coisas lhes estiverem sujeitas, então o próprio Filho também sujeitará aquele que todas as coisas lhes sujeitou, aquele que lhe delegou tudo. Para que Deus seja este ao Pai, seja tudo em todos.
E como veiamos aqui, como lerem no versículo 24, diz assim, então virá o fim quando ele, Jesus Cristo, entregar o reino ao Deus e Pai, quando houver destruído todo o Principado, bem como toda a Podestade e Poder. Por isso entendemos Pai e Cris Irmãos, que Pai, o Pai é o Deus, é o Deus Supremo, mas o verbo, o Filho de Deus, agora o Filho de Deus, que antes era o verbo, também é Deus, porque lemos em João capítulo 1, 1. Por isso Deus, hoje em dia, digamos assim, é uma família com duas pessoas, dois seres nessa família.
E por isso Deus é esta divindade, digamos assim, esta família, o Pai e o Filho.
E quando vemos o Filho, vemos o Pai. E por isso quando... porque ambos são Deus, ambos são a família de Deus. Digamos assim desta maneira, a maneira simples, mais prática de entendermos. E por isso, quando estávamos a ler, em Exodus 24, continuando a ler agora, quando estávamos a pouco, Exodus 24, e quando lemos aí que eles viram o Deus de Israel, e diz assim, viram o Deus de Israel, e depois diz, ele não estendu a mão sobre o Novo Ciclo 11, sobre os escolhidos dos filhos de Israel, porém, eles viram a Deus e comeram e beberam. E beberam. Continuando, então, no versículo 12, então disse o Senhor a Moisés, soba-me ao monte e fica lá. Então, depois deste 70, mais Moisés e Arão e Nadab e a Biú, viram a Deus e comerem e beberam. Deus disse a eles, Moisés, soba-me ao monte e, quando vocês os outros, depois, voltam lá para baixo. E foi assim. E depois lê-se um bocadinho mais adiante, que a Moisés teve lá por 40 dias e 40 noites, e depois lê-se um bocadinho mais adiante, no versículo 40 do capítulo 25, e depois que tudo faça segundo o modelo que foi mostrado no monte. Quando Moisés foi ao monte, esteve com Deus. E o ser Deus que falou com Ele, está claro, foi o verbo, aquele que fala, o portavoz, aquele que foi enviado, ou que tudo foi delegado a Ele pelo Pai. Ele viu tudo, falou com Deus, o Filho de Deus, falou com Ele e recebeu este modelo. E então, usando este modelo, construíram o tabrenáculo. Continuando, agora em Hebreus capítulo 8. Hebreus capítulo 8, onde estávamos há pouco. Hebreus capítulo 8, versículo 5. Hebreus capítulo 8, versículo 5. Os quais ministram, este eram os sacerdotes, em figura e sombras das coisas celestes, assim como foi Moisés divinamente instruído, quando estava para construir o tabrenáculo, pois diz ele, vê que faças todas as coisas de acordo com o modelo que foi mostrado no monte. E como vimos isto, aqui em Hebreus capítulo 8, está a ser citado de Esdo 25, 40, como lemos.
Conto-me, então, a Léreo 9,6. Agora, com efeito, obteve Jesus ministério, tanto mais excelente, quanto é ele também mediador de superior aliança instituída com base em superiores promessas. E aqui, ve-se, que Moisés foi instruir, construir de acordo com o modelo celestial, o tabrenáculo. Mas aqui está a dizer que ele, por exemplo, recebeu a antiga aliança, que foi escrita em pedras. As leis de Deus foram escrita em pedras. Agora nós recebemos a nova aliança, que nos é dada aqui, e vamos ler aqui a pouco, no versículo 8, a nova aliança, que em que a lei agora não é escrita em pedras, mas é escrita nas nossas mentes e nos nossos corações. Vimos que a antiga aliança deu a eles a terra prometida, a nova aliança, da nova terra prometida, que é o reino de Deus, que é vida eterna. A antiga aliança, a terra prometida, é simplesmente viverem bem numa vida física. A nova aliança é a vida eterna no reino de Deus. Vem que o físico era simplesmente uma sombra do espiritual. A antiga aliança é física. Temos agora a nova aliança, que é espiritual. A terra prometida era física. Agora, a nossa terra prometida e espiritual é o reino de Deus. Essa aliança dava a eles uma vida boa na esta terra, mas é simplesmente uma vida física. A nova aliança dá-nos uma vida ainda melhor, glorificada, eterna, com eternidade, a vida inteira. Por isso vemos que o sistema de sacrifícios e de tabernáculo é todo sistema físico. Era uma sombra de coisas por vir. Era uma sombra de coisas por vir. Vijamos, então, em Hebreus 9, como se era ler no versículo 1. A primeira aliança também tinha perceitos de serviço sagrado e o saco santuário terrestre. A primeira aliança tinha estas coisas físicas, terrestres. Com o enfeito, foi preparado o tabernáculo, cuja parte anterior, onde estavam o candeiro, a mesa, a exposição dos pães, e se chama Lugar Santo e, por trás do segundo velo, se encontrava o tabernáculo, que se chama o Santo dos Santos. E isto era um modelo de coisas espirituais, escuras espirituais, ao qual potenciam o altar do ouro para incêndice e a arca da aliança totalmente coberta do ouro, na qual estava uma urna do ouro contendo uma ná, o bordão da arão que floreceu e as tabas da aliança. E, depois, explicar estes pontos que estavam aí, aqui vence que as coisas físicas são uma oportunidade de ensino. Pessoas físicas começarem a pensar o que é o celestial. Por isso, os sacrifícios físicos eram sombras de Cristo. Eram sombras de Cristo, que é o verdadeiro sacrifício espiritual. Os sacerdotes da linha da arão são sombras do sacerdócio de Cristo, o nosso sumo sacerdota. O Santo das Santos na Terra era simplesmente uma sombra do trono de Deus no céu. Um modelo, uma sombra de coisas espirituais. E, pois, vejam aqui, por exemplo, João 14, versículo 6. João 14, versículo 6. João 14, versículo 6.
Diz assim, respondeu-lhe Jesus, eu sou o caminho, e a verdade, e a vida. Ninguém vem ao Pai, senão, por mim. Por quê? Porque Jesus Cristo, como este sacerdote espiritual, é o verdadeiro sacerdote para termos acesso ao Pai. O sumo sacerdote físico simplesmente era uma sombra de sacerdote espiritual, Jesus Cristo. Agora, considerem um bocadinho mais aqui em Hebreus 9. E, peraíos 9, onde estávamos a ler há pouco, vamos agora ler no versículo 13 e 14. Portanto, se o sangue de Bodas e Toros e de Toros e a cinza de uma novilha, as perdidos sobre os contaminados os santificam enquanto há purificação da carne, muito mais o sangue de Cristo que o Espírito Eterno assim mesmo se ofereceu sem mácula a Deus, purificará a nossa consciência de obras mortas para servirmos ao Deus vivo. Queres irmãos, veja aqui que Cristo fez o sacrifício e se ofereceu uma vez para limpar as nossas consciências. Lembrem-se que Ele é aquele, é o verbo, Ele os criou. Tudo foi criado por o meio dele, Ele é o Criador, de baixo da instrução, da guia, da direção, do Pai. De baixo dessa autoridade, do Pai. E por isso, o sacrifício de Jesus Cristo é o sacrifício daquele ser, que é da divindade, que é Deus, que nos criou e que morreu para nós. Começamos a começar a entender o grande significado desta sombra, que era a páscoa física. Que é a páscoa física? Porque a verdadeira páscoa espiritual é o cordeiro pascal que é Jesus Cristo. Estamos a entender o significado disto. Estamos a entender isto? Foi oferecido uma vez, e Hebreus 9, versículo 28. Diz assim, assim, também Cristo. Tente-se oferecido uma vez para sempre, para tirar os precados de muitos, aparecerá uma segunda vez sem pecado, aos que o aguardam para a salvação.
Isto é a imagem exata. A imagem exata. Do significado destas coisas físicas.
A imagem exata das sombras dos sacrifícios físicos. Vejam, por exemplo, em capítulo 10, versículo 1. Ora, visto que a lei tem sombra de bens-vindouros, qual lei? A lei de sacrifícios está clara, a lei das cerimônias. Tem sombra dos bens-vindouros. Do sumo sassardote espiritual que é Cristo, do tabronáculo celestial, que é o trono de Deus, são sombras de bens-vindouros. Não é imagem real das coisas. Nunca jamais pode tornar perfeitos, ofertantes, com os mesmos sacrifícios que, ano após anos, perpetuamente, eles oferecem. Afercem e oferciam. Esses sacrifícios que eram feitos no tabronáculo, no templo, ano a ano, com dia a dia, da mês a mês, de semana a semana, não contavam para fazer os ofertantes perfeitos, como diz aqui.
Nunca jamais podem tornar perfeitos, ofertantes, aqueles que oferecem. Doutra sorte, não teriam cessado de ser oferecidos. Sim, se de facto fossem permanentes, teriam cessado de ser oferecidos. Por isso, a lei... Não é a lei de Deus, com os 10 matamentos, não. É a lei ceremonial das sacerimónias do templo e do sacerdote. Essa lei foi mudada para que o sacerdócio, agora é o sacerdócio de Cristo, de acordo com a maquízadeca. E por isso, essa lei ceremonial era uma sombra da realidade, da imagem exata. Que é Cristo e que é o celestial. Continuando a ler no versículo 14, do capítulo 10. Versículo 14, do capítulo 10.
Porque, com uma única oferta, este é Jesus Cristo, com uma única oferta do seu corpo. Perfeito, sem pecado. Uma oferta, a perfeiçoou para sempre, quanto estão sendo santificados. Este sacrifício de Cristo é suficiente, é suficiente para aperfeiçoar para sempre, que eles estão a ser santificados. Por que? Estão a ser santificados porque estamos num processo de santificação. E por isso, ver-se aqui, que a primeira sombra, que é física, acerca de ofertas e sacrifícios, é uma oportunidade da aprendizagem, acerca da imagem exata, que é Cristo, que é o sacrifício de Cristo, o cordeiro de Deus, a verdadeira páscoa, o cordeiro pascal.
E por isso, isso é muito importante, quando nós observamos a páscoa, a sua data correta, a sua hora correta. E, se queris irmãos, é importante entendermos os dias santos de Deus, e as festas de Deus, porque representam e significam, e que têm, digamos assim, são sombras de coisas por vir. Por isso, ninguém vos julga, acerca dos dias santos e dos sábados, mas é a Igreja de Deus. Como lemos em Colocenso. Queris irmãos? Vejamos aqui em 1 Coríntios capítulo 11. Versículo 29. Diz assim, pois quem come e bebe sem discernir o corpo?
O corpo de Cristo come e bebe juízo para si. Se você está a comer e beber os símbolos da páscoa, o pão e o vinho, e você não tem o discernimento do corpo do Senhor, você bebe juízo para você. Precisamos discernir o corpo do Senhor. Ora, aí há várias implicações, mas duas, pelo menos, quero mencionar. Primeiro, temos que discernir o corpo de Jesus Cristo, porque Ele era o verbo.
Foi através dele, debaixo da autoridade do Pai, foi por Ele, que tudo foi criado. Ele é o Criador. E por isso, qual é o valor do seu sacrifício, do seu corpo, do corpo de Cristo? Por isso, precisamos ter muito cuidado, que quando observamos a páscoa, não estamos a fazer isso de uma maneira indigna, como diz no versículo 27, de uma maneira indignamente, de uma maneira indigna. Não é que você seja digno, ou eu seja digno, não, mas de uma maneira indigna.
Como é? Não entendermos, por exemplo, o significado do sacrifício do próprio corpo do Criador. Se nós não entendemos isso, podemos estar, como diz aqui, a causar juízo em nós mesmos. O segundo ponto aqui de examinação, é para que diz aqui examines, pois no versículo 28, o homem assim mesmo, e coma do pão e beba do calço de vinho. Examine-se assim mesmo, porque ao fim de contas, nós precisamos nos examinar, para ver que de facto estamos a ser santificados. Como lemos? Um processo de santificação.
E nós estamos de facto a mudar, a arrependérgonos, a ficarmos santificados. Veja de novo, em Hebreus capítulo 10, versículo 14. Hebreus capítulo 10, versículo 14. Diz assim. Por como uma única oferta, o corpo da Cristo, o corpo do próprio Criador, o corpo que nós temos de discernir e entender o significado disso e a seriedade disso, não é brincadeira. É não uma coisa para fazer, olha, quando me apetece. Fazer quando a lei de Deus nos diz para observarmos a páscoa, que é uma vez por ano, do dia 14, do calendário de Deus.
E por isso, por exemplo, tomar essa páscoa com uma seriedade, porque estamos a discernir que isso é o corpo de Cristo. Mas além disso, temos que examinar a nós próprios. Para vermos que, de facto, estamos sendo santificados, como lemos aqui em Hebreus 10, versículo 14, quantos estão sendo santificados.
Estamos no caminho de santificação, estamos a ser transformados, santificados, porque, Cristina Bão, é um processo de mudança, de transformação, de santificação, de ficarmos mais maduros. E parte desse processo, como diz aqui, e isto disto nos Dados de Mônio, também, Espírito Santo, por quanto após ter dito esta aliança que farei com eles, depois daqueles dias, diz o Senhor, porém, no seu coração, as minhas leis. E sobre a sua mente, as inscriverei.
E também, em nenhum modo, me lembrarei dos seus pecados, dos seus iniquidades. Não me lembro dos seus pecados, dos seus iniquidades, o sacrifício de Cristo. Porém, no coração, as nossas leis, que é o processo de santificação. E aqui estamos a falar destas duas sombras, da Páscoa e dos Dios dispensásmos. Continuando a ler aqui, no capítulo 10, versículo 19, dizem, pois, atendo pois irmãos, e interpideix para enterrar no Santo dos Santos. Isso era um trono de Deus. Pelo sangue de Jesus Cristo. Pelo novo e vivo caminho. Quer dizer, irmãos, é o novo e vivo caminho. Não é o caminho dos sacerdotes da Arão? É o novo caminho e vivo! Vivo!
Que Ele nos consagrou pelo véu. Isto é pela sua carne. Pelo Seu corpo. Estamos a discernir este corpo? Entendo, grã sacerdote sobre a casa de Deus, que é Sua Cristo, em que o sacerdote físico era simplesmente uma sombra da exata imagem. Aproximemos, versículo 22, com sincero coração, em plena certeza da fé. Aprendemos, sim, que temos de ser o coração, em plena certeza da fé. Tendo o coração purificado de má consciência. O coração purificado de má consciência pelo sacrifício de Cristo. E levado o corpo com água pura como? Porque estamos a pôr o Espírito de Santo Deus, nem nós, e estamos agora a andar numa pureza, de acordo com as leis de Deus. De acordo com os leis de mandamentos, de acordo com todos eles, incluindo o sábado, incluindo os dias santos, os sábados.
Queridos irmãos, precisamos levar a nós próprios com água pura. E essa água pura é a audiência. Vocês lerem a história de quando saíram do Egito. Lerem Jesus capítulo 13. De ver ciclo 3 a 10. Quando saíram do Egito, disse olha, quando saíram do Egito. O dia que saíram do Egito, vocês têm que guardar os dias de pensamento. Sem fermento, sem coisa levada. O que é o fermento? É um aditivo à comida, perdão, que caso os bolos e produtos de massa, assim xarem, a subirem, simbolizando a soberba, a mente arrogante.
E por isso que, os irmãos, aqueles tinham que guardar os dias de pensamento, que era uma lição física de uma coisa espiritual. O que é coisa espiritual? Coisa espiritual é não ser arrogante, não ser orgulhoso, não se enchar e pensar que é uma opção importante, mas ser humilde.
E por isso, Cristo diz, em Mateus 16, 11, vocês tenham cuidado com o fermento dos fariseus, que é esta doutrina significando espiritual. Também falem em Lucas 12, em que fala que Jesus Cristo falou acerca de hipocrisia, no versículo 1, dos fariseus, que é como o fermento. Mas quando Paulo escreveu aos coríntios que eram cristãos gentios, escreveu eles em 1º Coríntios capítulo 5, 1º Coríntios capítulo 5, e que está a escrever aos gentios. 1º Coríntios capítulo 5.
Vejam aqui no versículo 7 e 8, lançar fora o velho fermento, para que sejam nova massa. Qual é esse velho fermento? Esse velho fermento espiritual.
Hipocrisia, arrogância, orgulho. Lança em fora essas doutrinas falsas, essas arrogâncias, os pensamentos que pensam que são pessoas importantes. Para que vocês sejam uma massa nova, espiritualmente. Como sois, de facto, sem fermento. Como, de facto, fisicamente, vocês estão sem fermento. Como é que os gentios de Coríntios, podiam estar sem fermento? É porque estavam a guardar os dias de espéis, sem fermento. De espéis asmos. Pois também em Cristo, nosso crudeiro pascal foi emulado. Por isso, versículo 8, se lebremos a festa. Qual festa? A festa de espéis asmos. Não com o velho fermento. Isto é com o fermento orgulho e com isso. Nem com o fermento da maldade, isto é, praticar maldade, nem o com o fermento de inclinação, de malícia, e sim com os asmos de sinceridade e da verdade. Isto é com o pão, sem fermento, que é o mil, que é sincero e que é verdadeiro. Por isso, vemos aqui que os pães asmos, os pães asmos, eram guardados por gentios. Paulo está aqui a falar aos gentios. Queres irmãos, precisamos ver que as coisas físicas são exemplos de coisas espirituais e são para nós analogias deê-los ao princípios para nos dar exemplos da aprendizagem. Por isso, ele diz que, no versículo 8, celebremos a festa, a festa de pães asmos. Porque, disse, no versículo 7, começou-se de facto sem fermento. Isto é, vocês não têm fermento físico. Por que? Porque estão a guardar os dispães asmos. Gentios! E, por isso, para guardarmos os dispães asmos corretamente, não é só as coisas físicas. As coisas físicas são simplesmente uma coisa para nos lembrar, para nos educar, para nos dar uma aprendizagem. Uma sombra da realidade e a realidade é que precisamos de tirar o pecado da nossa vida. O ponto daqui é que, quando eles saíram do Egito, eram escravos. Nós precisamos de sair do Egito espiritual. E o Egito espiritual é a nossa escravidão ao pecado. O que isso quer dizer? Quer dizer que você e eu tentamos sair do pecado. Mas infelizmente é como se fossemos escravos. E temos que lutar com a ajuda do Espírito de Deus, porque se não tivemos essa ajuda, estamos escravos do pecado. Precisamos da ajuda de Deus para nos libertar do Egito espiritual que é o pecado. Como os israelítas não conseguiam sair do Egito sem o milagre da mão forte dele para os tirar do Egito através do mal mar vermelho. Igualmente nós precisamos da mão forte de Deus na nossa vida para nos tirar do Egito espiritual que é uma escravidão. E isto tem que ser através de nós comermos o Pem-Hasmo, o verdadeiro Pem-Hasmo, o Pão Diário que é o Espírito Santo. E por isso, que os irmãos, isto é um novo caminho que é um caminho novo e vivo. E por isso, hoje, que os irmãos, falei acerca de dois exemplos físicos que são sombras de coisas espirituais. São sombras da imagem exata. Um, falamos acerca dos sacrifícios e o significado do sacrifício dos Cristo, porque os sacrifícios dos sacerdotes físicos apontavam para o verdadeiro sacrifício que é o sacrifício espiritual de Cristo, que é aquele que nos criou e que sacrificou a sua própria vida para você e para mim, um sacrifício tão grande para ser tão respeitado e para ser tão discernido. E se vamos discernir isso ao mesmo tempo, vamos nos comprometer a viver uma vida nova, a tirar o fermento físico da nossa vida, que, em analogia, representa esse fermento velho, essa arrogância, essa orgulho, que é o nosso pecado, que é para Deus nos ajudar a sair da escravidão do pecado. E, por isso, queres irmãos, conforme nós nos aproximamos agora dos dias da páscoa e dos dias de Pães-Hasmus, nós temos uma outra oportunidade de aprendermos mais, olharmos para Cristo como o nosso verdadeiro cordeiro pascal e, para tirar o pecado das nossas vidas, para nós seguirmos da escravidão do Egito Espiritual, que é o pecado. E por quê? Por quê? Para o nosso bem, queres irmãos, para que nós possamos vir a ter a vida eterna.
Inscreva-se.
Deus usa simbolismos e analogias pela Bíblia inteira. Igualmente coisas físicas são meramente sombras da realidade que é celestial.
Este sermão analisa duas sombras, nomeadamente a sombra dos sacrifícios (da lei ceremomial/do tabernáculo/templo) que aponta ao sacrifício de Cristo e à sombra dos Pães Asmos que aponta ao milagre de sermos liberdatos da escravidão do pecado e à nossa necessidade de agora vivermos uma vida nova.
Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).