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... Bom dia ou boa tarde, Cris Irmãos, aqui Jorge Cames, falando-vos de Cincinnati. É uma beleza quando nós paramos a nossa vida normal e admiramos a criação que Deus nos fez. Por exemplo, à noite, olhar para o céu e ver as estrelas, é uma visão, uma oportunidade, meditar. É uma coisa fantástica, particularmente quando estamos longe de uma cidade, onde não há muitas luzes da cidade, então podemos ver as luzes todas das estrelas. Então admiramos a grandeza e o poder de Deus, que é fantástico. Na verdade, Cris Irmãos, quando olhamos para a criação de Deus, para o que Deus criou, seja o que for, admiramos a grandeza e o poder de Deus. Por exemplo, pensem no passarinho, no beijo à flora. Um passarinho que para assim no ar e avuar, e não preciso dizer à escola para aprender, mas avuar para no ar e ao pé das flores, a beijar as flores, são de várias cores, são lindos. E está claro, não é só os beijos-flores, há tantas coisas, na natureza, que são lindas. Na verdade, a criação é uma coisa fantástica, uma beleza. Mas vejam, por exemplo, aqui, em Romanos capítulo 1, versículo 20. Romanos capítulo 1, versículo 20, diz assim, porque os atributos invisíveis de Deus, assim como o seu eterno poder, como também a sua própria divindade, claramente se reconhecem, desde o princípio do mundo sendo percebidos por meio das coisas que foram criadas. Queridos irmãos, percebemos as coisas invisíveis, os atributos invisíveis de Deus, incluindo a sua própria divindade, pelas coisas que foram criadas. As coisas físicas, a criação física que Deus criou, queridos irmãos, são uma oportunidade para nós aprendermos acerca do espiritual. Diz aqui que são atributos invisíveis e, por isso, através deles, reconhecemos o poder de Deus e até a sua própria divindade. O que estou a dizer é que as coisas físicas são lições para nós, para aprendermos acerca de Deus. As coisas físicas que Deus criou, está claro. Digamos assim, são uma sombra do que é espiritual. Por exemplo, a ciência moderna hoje em dia está a começar e gosta muito de estudar e aprender acerca da matéria e acerca do começo das coisas. E, embora eles tenham chegado a uma conclusão que o mundo foi criado há muitos milhões de anos, não conseguem ir para além disso, antes disso, é impossível para eles verem atrás disso. Está claro, porque as coisas físicas não tinham sido criadas, não conseguem ver para trás disso. E, por isso, os cinco sentidos, a maneira de pensar e ver coisas e medir, é impossível olhar para além disso. Mas sabem que os investigadores e matemáticos e cientistas hoje em dia estão a provar que, matematicamente, existe algo para lá do físico. E, por isso, têm várias ideias, têm ideias de mundos em paralelo, têm ideias ou teorias de matéria escura e outras teorias. Mas, o que esquecem de ver é que, de facto, existe algo para lá do visível, que é invisível, que é o que Deus criou, que é invisível, que é parte do mundo espiritual. E, por isso, queridos irmãos, hoje eu quero descrever um pouco, ou demonstrar um pouco, como Deus usa as coisas físicas que Ele criou para nos ensinar lições espirituais. E, por isso, vamos ver, digamos assim, este dualismo na criação e, vamos, aí depois, de mostrar vários exemplos, vamos focar numa única analogia, que tem importância, conforme nos aproximamos dos dias de pães asmos. E por que é que eu estou a descrever isto? O que é que isto tem a ver? E daí, o que é que aprendemos? É para nós, queridos irmãos, nos relembrarmos que precisamos de aprender lições espirituais e que Deus nos dá, nos ensina, nos dá esses ensinamentos espirituais através de coisas físicas que Ele criou, ou lições físicas que Ele nos dá.
Então, vamos ver como há muitas ideias, digamos assim, em paralelo que Deus usa no ensinamento para nós. Por exemplo, Jesus Cristo continuamente usou parábolas, que são, digamos assim, ensinamentos em paralelo, usando uma história para dar um ensinamento espiritual diferente. Às vezes, para nos ensinar, mas às vezes também para esconder de outras pessoas. Mas vamos ver que talvez um dos primeiros exemplos de dualismo na Bíblia, talvez um dos primeiros, que é um dualismo com mais dualismo, com mais dualismo. Então, estou a entender que é um dualismo em várias dimensões para nos ensinar uma lição espiritual, ou lições espirituais. É o sábado. O sábado. O sábado é um exemplo de dualismo, porque Deus é espiritual. Deus não precisava de descansar. Nós, como pessoas físicas, precisamos de descansar. Mas Ele trabalhou por seis dias criando, ou recriando, digamos assim, ou emblesando a terra. E depois descansou no sétimo, que é o sábado.
Precisou-Ele de descansar? Não. Então, por que Ele descansou? Descansou por nós, para nos dar uma lição. Sim, para nos dar uma oportunidade de descansar? Sim, mas também para educar. O sábado é um tempo, é um período de tempo para nós usarmos para sermos educados, para sermos treinados. É um tempo de treino, de educação, da família de Deus. É o tempo de família. O sábado também tem outro dualismo de significado. Por exemplo, o sábado que representa um descanso, também apontava para a terra prometida que seria o descanso para os israelitas. Mas eles, os israelitas, antes de entrar na terra prometida, como vocês sabem, tiveram que andar pelo deserto por 40 anos. Por que tiveram que andar pelo deserto por 40 anos? Porque mandaram espias à terra prometida e o Josué e o Kaleb foram uns únicos, dois dos 12 espias, que disseram vamos. Vem gigantes, tem pessoas muito terríveis, não vamos lá. E eles não tiveram fé para irem para a terra prometida. E porque espiaram a terra por 40 dias, tiveram que hostigo de 40 anos. Porque a de dia, um ano. Aí está outro dualismo, digamos assim, outro ensinamento em paralelo, um dia por um ano, que é uma lição de significado profético, um dia por um ano. E por isso temos aqui, como vimos, várias dimensões de dualismo no sábado. Mas há mais lições de dualismo ou ensinamentos em paralelo acerca do sábado. Por exemplo, a semana tem seis dias de trabalho e um dia de descanso. Mas, por exemplo, lemos também, segundo o Pedro III, versículo 8, que para Deus milianos é como se fosse um dia. E, pensando dessa maneira, vejemos o que está a passar. Estamos aproximando, ao fim de seis mil anos, em que o homem está a governar, a viver na terra. E estamos a aproximar-nos do sétimo milênio de anos. E neste milênio, que estamos a aproximar, simbolicamente representa o milênio em que Deus vai reinar na terra. E por isso temos aqui, digamos assim, uma semana de sete mil anos, em que pelos primeiros seis mil anos, estamos a fazer coisas na terra sem descanso. Mas o milênio, o sétimo milênio, os últimos mil anos, será um período de grande paz e descanso na terra. Vê-se aqui outro exemplo de dualismo, de dar uma lição através da maneira que Deus criou as coisas.
O milênio representa o maravilhoso mundo da manhã. O mundo da manhã em que o reino de Deus, que vai ser governado, que vai ser o governo, de seres espirituais, vai governar na terra sobre homens físicos, pessoas físicas, seres humanos físicos, a viver na terra. E este governo, de pessoas bem qualificadas, bem treinadas, a governar as pessoas na terra, vai trazer paz a toda a terra, vai trazer um descanso a toda a terra. E por isso é uma das razões. Porque Jesus Cristo teve que vir e virá uma segunda vez a terra para ser rei dos reis. E sacerdote o Senhor dos Senhores. Mas notem!
O milênio, por isso, que é um descanso comparado como um sábado milenial, é simplesmente um simbolismo do grande descanso eterno, que é quando nascemos de novo como seres espirituais, no reino de Deus. E esse, digamos assim, é o último, o máximo significado espiritual, que é o descanso eterno, no reino de Deus, que é o significado do sábado. Então vemos que o significado tem vários, digamos assim, paralelismos, ou dualismos de significado, em várias dimensões de ensinamento. E vê-se este dualismo do sábado. Por exemplo, vejam comigo, se faz favor, em Hebreus 4. Diz assim, começando no versículo 1. Tamamos, portanto, que sendo-nos deixada a promessa de entrar no descanso de Deus, suceda parecer que algum de Vós tenha falhado. Está aqui a falar acerca do descanso de Deus, que é simbolizado pelo sábado. Vejam um bocadinho mais adiante, no versículo 4. Porque, em certo lugar, este é no antigo testamento, assim disse, no tocante, ao sétimo dia, ao sábado, descansou Deus no sétimo dia de todas as obras que fizeram. E novamente, no mesmo lugar, isto é no antigo testamento, não entrarão no meu descanso. Ver como este dualismo do sábado representa, sim, as pessoas observam sábado, tem o descanso. Mas diz ao mesmo tempo, não entrarão no meu descanso. Por quê? Porque está a falar do outro descanso. Verículo 5.6. Viste, portanto, que resta entrarem alguns neles e que, por causa da desobediência, não entraram aqueles, aos quais, anteriormente, foram anunciadas os boas novas, vence que precisam não entrar, ainda não entraram, está a falar de um tempo futuro. Um tempo futuro. Por isso, o sábado semanal é uma sombra de algo espiritual, mas, especificamente, da terra prometida, que ainda não entraram, que vai ser o milênio. Leiam, por exemplo, também, no versículo 9. Diz assim, portanto, resta um repouso, ou um repouso sabático. Em grego diz sabatismos, que significa uma observa do sábado. Por isso, resta um repouso para o povo de Deus. Sim, temos que observar o sábado semanal, mas resta também um significado duplo, ainda, um descanso para o povo de Deus. E qual é o descanso para o povo de Deus? Para o povo físico, vai ser o milênio, mas isso vai ser só uma sombra do descanso final do povo de Deus, que vai ser o reino de Deus, o reino eterno.
Vemos aqui, por isso, que o físico não é uma coisa que foi posta de lado e que não é necessária. Porque diz assim, resta, portanto, resta um sabatismo, resta observar, guardar o sábado para o povo de Deus. É necessário que o povo de Deus continue a guardar o sábado semanal, mas tem significados espirituais para lá do físico. Por isso, o físico é uma lição para o espiritual. Sim, embora o físico seja temporário, é uma lição para coisas espirituais.
Deus tem muitos outros simbolismos, digamos assim, de dualismo através da Bíblia, como acabei de escrever, acerca da terra prometida, mas a terra prometida final vai ser o reino de Deus, que é espiritual. Também sabem acerca do pão, por exemplo, outro exemplo de dualismo, a Bíblia, o pão, o comida física. Mas o dualismo do pão comida física tem que os Israelites receberam humaná durante os 40 anos no deserto.
Por outro lado, nós estamos no deserto espiritual, onde vivemos hoje, e Jesus Cristo é o nosso pão do céu, através do Espírito Santo, que recebemos, que temos que comer este pão, que é comida espiritual, através do Espírito Santo, que é relembrada através da páscoa, quando tomamos o símbolo do pão, durante a páscoa, e por isso vemos o pão físico, representando comida física, e o pão espiritual, que representa comida espiritual, que é Cristo vivendo em nós, através do Espírito Santo Deus. Outro exemplo, o corpo humano. Nós temos braços, dedos, olhos, temos um fígado, temos um destino, temos um coração, temos órgãos internos e externos, mas tudo são órgãos com funções diferentes, no corpo físico. Igualmente, o corpo de Cristo, que é a Igreja de Deus, o corpo de Cristo, uma entidade espiritual, tem vários membros espalhados pelo mundo, várias pessoas, com funções diferentes nesse corpo, na Igreja de Deus.
Como estamos em Hebreus, então virem umas páginas à frente, a Hebreus capítulo 8, Hebreus capítulo 8, versículo 4 e 5, diz assim. Ora, se ele estivesse na terra, isto é, Jesus Cristo estivesse na terra, nem mesmo o sacerdote seria. Sim, não seria sacerdote Jesus Cristo na terra, porque não era Levita, ela era de tribo judaica. Perdão, os sacerdotes deviam de ser da tribo Levita.
E por isso diz assim, continua a ler, se estivesse na terra, nem mesmo o sacerdote seria. Viste-se estirem aqueles que oferecem os dons segundo a lei, que são os Levitas. Eles é que têm que servir. Os quais ministram, em figura, e sombra das coisas celeste. Em figura, isto é, em representação, numa imagem, digamos assim, numa figura, numa representação, numa sombra das coisas celestes. Eles servem no templo, os Levitas serviam. E se está claro, se existisse um templo hoje em dia, esteriam a servir os Levitas. E esse templo seria uma representação, uma sombra das coisas celestes. Isto é, do templo celeste, no céu. Assim, como foi Moisés divinamente instruído, quando estava para construir o tabronáculo, pois diz ele, vê que faças todas as coisas de acordo com o modelo que foi mostrado no monte. Foi-lhe mostrado um plano e ele fez exatamente dessa maneira. Por que? Porque era uma representação, uma imagem, uma sombra do que está no céu.
Queres irmãos, o Altar, o propiciatório, o sunsacerdote, tudo isto. São cópias, digamos assim, cópias físicas da realidade que é espiritual que está no céu.
Então, continuando, então, a ler agora no versículo 6. Agora, com efeito, obteves Jesus, Ministério, tanto mais excelente quanto é ele também mediador de superior aliança. Aliança.
Jesus Cristo é mediador de superior aliança. O que é esta aliança superior? É a nova aliança. Esta aliança é superior à antia aliança. Por que? Porque a antia aliança tinha a lei em tabos de pedra.
E a antia aliança era feita, ou foi feita, com Israel físico.
Mas a superior aliança é a nova aliança. A nova aliança tem as leis de Deus, não em pedra, mas nos nossos corações e nos nossos mentes. E a aliança é feita com a Israel espiritual. A Israel de Deus.
E continuando assim, mediador de superior aliança, instituída com base em superiores promessas. Quais são as promessas superiores? A promessa da antia aliança era território físico.
A promessa superior.
A promessa superior. A promessa superior. A promessa superior.
A nova aliança é um território espiritual muito maior, mas além disso, a promessa da antia aliança era uma vida longa e saudável, abençoada e benções na vida física, enquanto a nova aliança é uma vida eterna e benções e glorificação e divindade, como filhos e filhas de Deus. Eternamente, promessas muito superiores. A antia aliança não tinha a promessa da vida eterna. A nova aliança tem a promessa da vida eterna. Então, por que as coisas físicas? São lições para o espiritual. Vemos a criação, vemos o sábado, vemos vários exemplos. As coisas físicas são lições, são um campo de treino para o espiritual. Vejam em 2 Coríntios 4, 2 Coríntios 4, versículo 18. 2 Coríntios 4, versículo 18.
Diz assim, não atendendo nós nas coisas que se veem, as coisas físicas. As coisas que se veem são coisas físicas. Vemos este pau de amiar, vemos esta calamóvela aqui, vemos um copo d'água, vemos o microfone. E por isso, são coisas físicas, coisas que se veem. Não atendendo nós nas coisas que se veem, mas nas que se não veem. Porque as que se veem são temporais. Diz que não, que se não veem são espirituais. Há outras coisas que não vemos. Há coisas para além do mundo físico, que os cientistas estão a descobrir agora, através da matemática. Até estão a ver que há energias, digamos assim, escuras ou matérias escuras. Simplesmente são matérias que não conseguem ver. Não querem usar a palavra invisível ou espiritual, por isso dizem escuras. Mas, cris irmãos, por que as coisas físicas? Sim, são temporais. São só por um tempo. Mas, são um campo de treino para nós. Por isso vivemos neste mundo físico, fazemos erros. Mas, como são coisas temporárias, esses erros não são uma coisa que não se possam ser corrigidos. Porque, o importante é o caráter espiritual que nós precisamos desenvolver. E desenvolver através deste mundo de ensinos físicos com lições espirituais. E, por isso, as coisas físicas ensinam a nós, seres humanos, a lição de que existe uma melhor vida, a vida eterna. Vejam, por exemplo, também outro exemplo aqui em Jeremias capítulo 23. Jeremias capítulo 23. Jeremias 23, vamos começar a ler, do versículo 5.
Jeremias 23, versículo 5. Eis que vem dias, diz o Senhor, em que levantarei a David um renovo justo. Isto é Jesus Cristo.
E rei que é, sim, rei que é Jesus Cristo é um rei. Reinará e a gerar sábiamente e executará o juízo e a justiça na terra. Nos seus dias, judá, quando ele vier para a terra pela segunda vinda, para reinar e para agir sábiamente e para executar o juízo e a justiça, nos seus dias, judá será salvo. Isto é a nação dos judeus, que é o que hoje em dia chamamos a nação de Israel, mas a nação de judeus. E Israel! Israel não está a falar da nação de judeus, está a falar do resto das outras tribos, do norte, do reino do norte, que não são judeus, eram outras 10 tribos. E Israel habitará seguro. Será este o seu nome com que será chamado? Senhor, justiça nossa! Senhor, Jesus Cristo vai ser chamado Senhor, justiça nova. Este é o renove justo que vem reinar para a terra. Senhor, e ao é, como algumas pessoas gostam de chamar, vai ser Jesus Cristo, vai ser chamado.
Continuando a ler, diz assim, portanto, éis que vem dias, diz o Senhor, em que nunca mais dirão. Nunca mais dirão o quê? Nunca mais dirão o seguinte, tão certo como vive o Senhor que fez subir os filhos de Israel da terra do Egito. Não vão dizer mais isso. Tão certo é o Senhor que fez-se os Israelitas saírem do Egito. Não vão dizer isso. Então o que é que vão dizer? Vão dizer mais. Tão certo como vive o Senhor que fez subir, que trouxe a descendência da casa de Israel da terra do Norte e de todas as terras para onde os tinha arrojado e abriterão na sua terra.
Vem aqui outro dualismo. A saída do Egito foi só uma sombra do que vai acontecer ainda no futuro. A vinda de Cristo, quando ele terá todos os descendentes da casa de Israel e de Judá, da terra do Norte e de todas as terras onde tiveram sido espalhados e habitarão na sua terra. Isto é o que nós chamamos o segundo êxodo. Vai haver um segundo êxodo.
Em que vai haver liberdade? Em que vai haver paz na terra? E isso será então o início do milênio. Então por que é isto tudo? Porque é um ponto educacional. O primeiro êxodo é um ponto educacional. Vai haver um segundo êxodo.
E um próprio milênio, que vai ser o... o segundo êxodo vai ser o início do milênio. Será uma grande lição física para ensinar princípios espirituais. O segundo milênio, o reino milenial na terra, vai ser só uma sombra da realidade. A realidade é o reino de Deus. Sim, que vai reinar inicialmente sobre essas pessoas na terra, mas o reino Deus vai se reinar para sempre e eternamente. Vamos ver algumas coisas acerca do milênio. Por exemplo, no milênio vão construir um templo. Sim, o templo vai ser reconstruído no milênio. Por que? As pessoas dizem que temos Cristo, não precisamos do templo. Por que é que vai ser um templo, vai ser reconstruído no milênio?
Para ensinar lições espirituais. Vai ser, digamos assim, como se fosse uma escola espiritual.
Porque sim, é verdade, somos justificados pelo sangue de Jesus Cristo e pelo seu sacrifício. Isso não muda, mas vai haver sacrifícios e um templo no milênio. Por que? Por vão ser relembranças de lições espirituais.
Por que as levitas não fazem os sacrifícios hoje em dia? Porque não há o templo. Deus destruiu o templo. Permitiu que fosse destruído, digamos assim. Por causa dos pecados da humanidade, das pessoas, dos Israelitas, dos judeus. Eram os que viviam nesse período, quando o templo foi destruído. Os Israelitas já tinham sido enviados para a dispersão, cerca de 120 e tal anos antes.
E por isso os Israelitas e os judeus hoje em dia não têm um templo. Mas as vão ser trazidas de volta, através do segundo êxodo. Vai construir um templo e vai dar responsabilidade aos levitas para fazer coisas no templo. Para servir no templo. Vejam profecias acerca disto, que começam em Izikiel cap. 40.
Daí, adiante até ao fim do livro, são profecias acerca de várias coisas que acontecem no templo e no santuário, durante o milênio. Mas veja então, começando no versículo 1 de Izikiel 40. No ano vigésimo quinto do nosso Isílio, que era o nosso Isílio, era o Isílio dos judeus.
Isto é quando tinham ido para a Babilônia. Isto tinha sido cerca de 120 anos depois do Isílio, ou da dispersão, dos israelitas, que tinham ido para a Síria 120 anos antes. E os israelitas já tinham sido dispersos. Por isso, no ano vigésimo quinto do nosso Isílio, o Isílio de Judeus, estamos a falar cerca de, digamos assim, 140, 140, 150, ou quantos anos depois do Isílio dos israelitas. E depois, ele mostra aqui que a Invisões levou para um edifício, que era o templo, que ele tinha que medir. E vê-se, então, no versículo 4, diz assim, Diz-se-me o homem filho do homem, vê-se com os próprios olhos, ouve com os próprios ouvidos, e põe no coração tudo quando deu-me mostrar. Toma bem atenção ao que eu vou mostrar, porque para escrever e para dizer-se a outras pessoas, vejam, porque para isto que foi trazido aqui, anuncia, pois, a casa de Israel, a casa de Israel. Mas a casa de Israel já tinha sido dispersada, espalhada, 150 anos antes. Tudo quando estáres vendo. Então, ele escreveu esta profecia, ele não deu esta profecia à casa de Israel. Por isso, é uma profecia para o futuro. Para a casa de Israel, hoje em dia, para o tempo do fim.
E, pois, continua a dizer aí, a fazer as medidas, e vejam, por exemplo, ele, pois, mede, está a medir o tempo e tudo, e, depois, um caninho mais tarde, no capítulo 44, Ezekiel 44, começa a descrever, começa a descrever, responsabilidades do Ministério, dos ministros, dos Levitas. E vejam, por exemplo, no versículo 9. Diz assim, assim diz o Senhor Deus, Nenhum estrangeiro que se encontra no meio dos filhos de Israel, em circunciso de coração, ou em circunciso da carne, entrará no meu santuário. Os Israelitas são, de acordo com a antiga aliança, circuncisos na carne. Os Gentios não precisam de ser circuncisos na carne.
Mas o santuário é só para aqueles que são Israelitas, isto é, circuncisos na carne, mas que são convertidos, isto é, circuncisos do coração também. Vê-se, então, aqui que só aquelas pessoas que tenham sido verdadeiramente convertidos espiritualmente e que são Israelitas, é que podem entrar naquela parte do santuário, ou pelo menos que sejam circuncisos, ambos do coração e de carne. E depois fala acerca das obras dos levitas. Vejam, por exemplo, no versículo 10. Os levitas, porém, que se apartaram para longe de mim, os levitas não foram obdiantes a Deus. Diz assim, quando Israel andava errado, que andavam transviados, desviados de mim, para irem atrás dos seus ídolos, sim, os levitas, quando Israel andava errado. Que os levitas fizeram, foram no caminho errado. Serviram a irelos. E ele diz assim, bem levarão sobre si a sua iniquidade.
Então não há perdão? Há perdão, mas há consequências. Há consequências. Quando tudo eles servirão no meu santuário, sim, podem servir no santuário, como guardas nas portas do templo e ministros dele, eles imularão o holocausto e o sacrifício para o povo. Sim, vai ver sacrifícios. Vai ver o holocausto. Vai ver sacrifícios.
Cristo está a reinar na terra. O milênio existe na terra. Nós só podemos ser justificados pelo sangue de Cristo e pelo seu sacrifício. Mas vão fazer sacrifícios. Por quê? Para ser uma oportunidade de ensinar lições espirituais.
E diz assim, porque ele ministraram, versículo 12, diantos seus ídolos e serviram a casa desreal da tropeça de maldade. Por isso, levantando a mão, jurei a respeito deles, diz o Senhor Deus, que eles levarão sobre si a sua uniquidade. Porque fizeram isso, não podem servir no sacerdócio. Não se chegarão a mim, versículo 13, para me servir no sacerdócio. Nem se chegarão a nenhuma de todas as minhas coisas sagradas que são santíssimas, mas levarão sobre si a sua vergonha e as suas abominações que meteram. Contudo, eu usem carregarei da guarda do templo e todo o serviço e de tudo o que se fizeram n'Ele, mas não podem ir às áreas mais santas. Mas os sacerdotes levitas, os filhos de Zadok, cumpriram os perspectivos de o meu santuário, as prescrições de meu santuário, quando os filhos de Israel se extraviaram de mim, eles se chegarão a mim. Simplesmente, os filhos da linha de Zadok, esse sim, esse entrarão no santuário, esse servirão no santuário.
E esse chegarão a Ele, a Deus, e performarão as responsabilidades nas áreas santas. Vê-se aqui, cris irmãos, que há consequências pelo pecado. Mas vê-se aqui que vão estar a servir no santuário, vão oferecer sacrifícios, vai haver um templo, e se vai ser no milênio. Uma vez porquê? Porque são lições espirituais. São lições espirituais. Vejam, por exemplo, no versículo 20. A dar aqui coisas como as pessoas se comportarão e como é que serão no versículo 20. Diz assim, não reparão a cabeça. Nem deixarão crescer o cabelo. Sim, os homens, estes levitas, não vão rapar todo o cabelo, mas também não vão deixar ter cabelo cumprido.
Porque se lê, 1º Corinto 11, versículo 14, que não está certo para os homens teram cabelo cumprido. E por isso vão ter o cabelo, diz assim, antes, como convém, tu esquerão a cabeça. Vão ter o cabelo muito bem penteadinho, muito bem curtadinho, vai ser muito perfeitinho. Versículo 21. Nenhum sacerdote beberá a vinho quando entrar no ato interior. Quando estão, é como hoje em dia, os ministros da Igreja Deus não bebem vinho antes de dar um sermão, ou coisa assim.
Não bebem nada disso. Por que? Para terem, sem terem um bom controle na cabeça. Não estão a dar sermões, porque estão depois de ter a beber vinho. Não se casarão nem com viva, nem com repudiada, mas tumorão víziens da linhagem na Casa de Israel.
Ou viva que o força sacerdote. Vão quer casar com pessoas vírgias, ou vivas, que fortes a serdota. Por isso, vê se essa linhagem vai haver. O meu povo ensinarão a distinguir, a meu povo ensinarão a distinguir entre o santo e o profano. E o ferão de discernir entre o imundo e o limpo. Vou ensinar as carnos limpas e as carnos imundas, o que é limpo e o que é o imundo, vai haver estas instruções. Por quê? Porque são lições espirituales. Quando houver contenda, eles assistirão em ela para julgarem, pelo meu direito julgarão, as minhas leis e os meus tatutos, em todas as festas fixas.
Guardarão e santificarão os meus sábados. As festas fixas... Quanto são as festas fixas? As festas fixas são as festas durante o ano. E observarão os meus sábados, que são sábados anuais. Além dos sábados semanais, vão observar as festas e os sábados anuais. Os meus sábados durante as festas fixas. Não se aproximarão de nenhuma pessoa morta? Sim, pessoas vão morrer no milênio. Vê-se aqui vários princípios importantes acerca do milênio. Mas um dos princípios aqui é que vão observar e guardar os sábados, não só os sábados semanais, mas os sábados durante as festas fixas. As festas durante o ano, as festas de Deus.
Vejam também no capítulo 45, um cadinho mais à frente, no versículo 18. Assim diz o Senhor Deus, no primeiro mês, no primeiro dia do mês, tumorás-o no vilho sem defeito e purificarás-o ao santuário, e ver se vai haver ofertas. E depois continua a falar aí de certas ofertas, também faz isso no sétimo dia, diz assim no versículo 20, e depois vejam no dia versículo 21. No versículo 21 diz assim, no primeiro mês, no dia 14 do mês, terei-se a páscoa.
No dia 14 terei-se a páscoa, no primeiro mês. Festa de sete dias, pão e asmo, também se comorá. Também vão observar a festa dos pães asmos. Como se lê no versículo 25. No dia 15 do sete mês e durante os sétimos dias da festa. Então fará o mesmo, a férte do pecado e a são as festa dos pães asmos. Cris irmãos, vemos aqui que as coisas físicas são analogias do espiritual. Vemos isso, claro. E vemos aqui que vão observar os dias asmos. Ora, cris irmãos, nós estamos, simplesmente, hoje, a três fin de semanas, antes da páscoa e dos pães asmos.
E por isso temos, só, digamos assim, mais três fins de semanas, além deste fim de semana, para tirarmos o fermento das nossas casas. Sim, é uma rotina física. Mas tem muitas lições espirituais. Então, vamos ver algumas dessas lições espirituais, durante o resto do sermão, durante os próximos minutos que temos. Algumas de vocês vão dizer, ah, isso é regalismo!
Não temos que fazer isso. Não é necessário tirar o fermento da casa. Mas cris irmãos, Cristo tirou o fermento. E Cristo observou estas leis. Não temos que seguir o exemplo de Cristo? Mas alguns vão dizer, ah, mas depois da morte de Cristo, isto foi pregado a cruz. E por isso não é preciso dizer, não é preciso fazer isso.
Cris irmãos, isso é um grande mal entendimento. Porque foi pregado a cruz, foi a pena do pecado, a multa do pecado. O pecado e a multa do pecado foi pregado a cruz. E o pecado debaixo das condições está claro da fé e da arrependimento, como descrevemos muito detalhadamente durante a série de sermões acerca do Batismo. E Cris irmãos, os apóstolos e a jovem igreja do Novo Testamento observou os dias de pães asmos.
Se esse tivesse sido postulado, por que Paulo, os apóstolos e a igreja no Novo Testamento observou os dias a festa de pães asmos. Vejam, por exemplo, um simples exemplo no primeiro livro de Coríntios. O primeiro livro de Coríntios foi escrito à volta do ano de 55, depois de Cristo, isto é, no ano de 55 era corrente, que foi aproximadamente 24 anos depois de Cristo ter morrido, ter falcido, ter sido resucitado, 24 anos depois disso.
Então, lembramos aqui no primeiro, a letra de Coríntios capítulo 5, como o Sára do versículo 6 até o versículo 8 diz assim, não é boa a vossa ejectância, o vosso vaidado, a vossa altivés, o vosso orgulho, a vossa soberba, não é bom. Não seabeis que um pouco de fermento leveda a massa toda? Um pouco de fermento na massa faz com que a massa toda leveda, por isso um bocadinho de vaidado, um bocadinho de altivés, um bocadinho de orgulho, um bocadinho de soberba afeta o vosso corpo inteiro.
Versículo 7, lançar fora o velho fermento para que sejeis nova massa. Lançar fora o velho fermento. Qual é o velho fermento? É o velho homem. O homem que temos deitar fora, que temos de expir o velho homem. Para que sejamos uma nova massa, um novo homem.
Como sois de facto sem fermento. Como é que podem estar sem fermento? É porque era os dias dispensásmos, porque estavam sem fermento. Pois também Cristo, o nosso cordeiro pascal, foi imulado. Por isso, celebremos a festa. Que festa é que deviam celebrar? A festa dos paisásmos. Não com o velho fermento. E por isso, podia ser o velho fermento físico ou o velho homem. A velha, as características, por isso, vemos o físico e o espiritual em dualismo.
Nem com o fermento da maldade, de pensar mal e da malícia, de fazer mal. Temos que tirar este fermento da nossa vida. Vê-se que o fermento físico é um exemplo do espiritual. E sim, com os asmos. O pão-asmo físico, que nos faz lembrar espiritualmente de sinceridade e da verdade. Cris irmãos, a festa dos paisásmos. Não foi criada, por Deus, como, por exemplo, a festa dos dias sem bananas. Porque se fosse a festa dos dias sem bananas, seria muito simples tirar as bananas de casa. Mas, cris irmãos, não é assim tão simples tirar o pão fermentado e o fermento da casa? Porque quando comemos pão ou comemos bolos ou bolinhas, há sempre uns bocadinhos que caem.
E esses bocadinhos que caem, têm o fermento. É pão com fermento, mesmo sejam só mialhadinhas. São pão com fermento. E, por isso, vemos aqui uma vez mais lições espirituais do físico. Paulo está aqui dar exemplos. Observamos a festa, celebremos a festa dos paisásmos.
Como vocês souem, de facto, sem fermento físico. Mas, espiritualmente, precisam pôr fora o velho homem, o velho fermento, que é o velho homem físico-spiritual. Há anorgia uma vez mais, o dualismo, para que seja uma nova massa física-spiritual, o novo homem. Vê-se esta comparação. O velho fermento, o velho homem, nem o fermento da maldade e da malícia.
O fermento vem em muitas maneiras. Queridos irmãos, precisamos de tirar o fermento espiritual da nossa vida. E por isso é que os dias dos paisásmos é para uma festa por sete dias. Por que sete? Porque sete significa completo, completamente. Uma semana completa tem sete dias. Sete é um significativo número que significa completo. E por isso tiramos os paisásmos por sete dias de casa da nossa vida, não comemos.
Porque isso significa que tiramos o pecado completamente da nossa vida. Ora, é o fermento pecado? Não, é um simbolismo durante sete dias. É um simbolismo, é uma lição, é uma sombra, é um ponto de treino. Por exemplo, vejam em Exodus 12. Diz assim, versículo 6 a 20. Você simplesmente está a falar aí nos versículos 6, que ao décimo 14 dia deste mês, ao corpúsculo da tarde, isto é o começo do dia 14, após o Porto de Sol, tem o corpúsculo, isto é, ao lusco fúsculo.
Quando o sol se pôs, o dia 14 começa e é o corpúsculo da tarde, é o começo. O começo deste dia, ainda não é noite, é a noitinha, digamos assim. Faz em...
o décimo... que é o começo do dia da páscoa. Então diz que vai matar o cordeiro e empampou-se o sangue sobre as portas e então vai observar a páscoa. Então ele passará por cima deles, podem ler a história aqui, quando estiverem em tempo, em Jesus 12, vai passar por eles, à meia-noite deste dia 14, à meia-noite, e eles então veem, podem ler aí, também, que não podem sair de casa até ficar de manhã cedo.
E têm, por isso, têm de ficar na casa durante este dia. E depois diz que, também, depois disso, precisam de guardar a festa dos paisásmos, como vem no versículo 17. Guardar, pois, a festa dos paisásmos, porque nesse mesmo dia tirei as vossas hostes da terra do Egito. Eles saíram da terra do Egito no dia 15. Durante a noite, não puderam ser no dia 14, porque tinham de ficar em casa até à madrugada. E, por isso, saíram e, como leem aí, por exemplo, no versículo 18.
Desde o dia 14 do primeiro mês à tarde. Isto é, desde o fim do dia 14, à tarde, antes do fim do dia 14, antes do Porto-Sol do dia 14. Isto é, antes de começar o dia 15. Como leem os paisásmos, até ao tarde, até ao fim, até ao Porto-Sol do dia 21 do mês. Como veem também, a mesma instrução é dada em Levíticos 23. Vejam comigo, se faz sabor Levíticos 23. Versículo 4.
Levíticos 23, versículo 4 diz, Estas são as festas fixas do Senhor. Como lemos também em Ziquiel, está bom a dizer que eles iam observar as festas fixas do Senhor e observar, por isso, todos os sábados. Ora aqui descreve as festas fixas do Senhor, as santas convocações que proclamaréis no seu tempo devido. No mês primeiro, ao 14 do mês, no Corpúsculo da Tárria, até ao começo do dia, após do Porto-Sol. Então, o dia começa, o dia 14, é a páscoa do Senhor. Versículo 6. E ao dia 15 deste mês, é a festa dos pães-asmos.
O 14 é a páscoa. O 15 é o pãesmos, por sete dias. Sete dias com o merães, pães-asmos. Vejam também, em Deut. Nómel, capítulo 16. Deut. Nómel, capítulo 16. Versículo 3 a 4. Está a falar aí do período da páscoa e das dos pães-asmos. Deut. Nómel 16, capítulo 3, diz assim. Nela não comerás levadado. Sete dias nela comerás pães-asmos. Pão da aflição. Por quanto, apressadamente, se isto é a terra do Egito?
Para que te lembres, todos os dias da tua vida, do dia em que saíste a terra do Egito. O Egito representa o pecado. Aqui outro simbolismo físico. Saíram do Egito. Saíram do pecado. Nós precisamos sair do Egito espiritual.
Isto é do pecado. E precisamos também, o fermento representa também o pecado. Outro simbolismo espiritual aqui. Precisamos de estar sem fermento. Ter uma vida sem fermento. Fermento, versículo 4, não se achará contigo por sete dias em todo o teu território. Não é só não comerás, é não se achará contigo por sete dias em todo o território. Fermento. Não é só não comer na casa, mas também não pode ter fermento na tua mesa, no teu emprego.
Não pode ter fermento no teu carro, porque é tudo o teu território. Então, o que é fermento? O que é fermento? Fermento é um aditivo à comida que causa o pão. Bolas e produtos de massa assimixarem a subir e elevar. Vou repetir. Fermento, fermento ativo. É um aditivo à comida que causa o pão. Bolas e produtos de massa assimixarem a subirem e elevar. O agente mais comum de fermentação é o que chamamos o fermento em pó ativo ou pó royal. Mas tem que ser fermentativo. Por exemplo, levadura de cerveja. Não posso tirar a levadura de cerveja e pôr isso no pão e fazer com que o pão se inche, ou suba ou se leveda, porque a levadura de cerveja não é ativa.
Outros produtos de fermentação são, por exemplo, o bicobronato de sódio e o fosfato de cálcico. Queres irmãos, tirar o fermento da nossa casa, da nossa vida, do nosso carro atrás dos assentos e nigalhinhas que caíram por todos os lados, é um trabalhão, é um grande trabalho.
Mas aí está uma lição espiritual. Tirar o pecado da nossa vida é um trabalhão.
Por um pecado se esconde, as migalhas se escondem. Isso está em todos os locais. E às vezes pensamos que tirámos o fermento todo e depois, durante metade, após três ou quatro dias, durante os dias de despeisagem, nos lembramos e vemos, oh, não tirei este pecado de fermento aqui da nossa casa, imediatamente, tirámos daí. Está o simbolismo aí.
Que às vezes pensamos que tirámos todos os pecados da nossa vida, mas ainda temos certos pecados e temos que estirar. O fermento incha, leveda. E qual é a lição, por isso, queres e irmãos? Aqui está o outro do alismo físico com o espiritual. A lição é que o fermento se esconde em vários lugares e de várias maneiras. Pode ser em vários tipos de pão, bolinhos. Temos que ler o conteúdo nas caixas quando compramos algo, a ver se tem fermento ou não.
Queres e irmãos? E se esconde de várias maneiras. Cristo falou acerca do fermento dos fariseus e disse que era a doutrina deles, porque essa doutrina era pecaminosa. Jesus Cristo também falou, em Lucas 12, acerca da hipocrisia dos fariseus e chamou isso como fermento. Por que? Porque aí temos aqui outro tipo de fermento, como há outros tipos de pão e bolinhos e coisas assim, em que o fermento pode estirar e, por isso, pode ser na doutrina, pode ser na hipocrisia, são pecados. E onde seja pecado? É fermento. Paulo, em I.C. 5, como acabamos de ler há pouco, falou acerca das pessoas estarem inchadas, conjectância, vaidosas, e descreveu isso como se fosse fermento.
Queres e irmãos? Fermento se esconde no coração. Jesus Cristo deu ensinamentos e parábolas a dizer, vocês lavam as mãos e lavam as mãos, assim estão preocupados com lavar as mãos, quando não se preocupam com o que entra e que sai da vossa boca, porque é o que está no coração. Isso é que vos, é que é imundo, é o que está no coração, é o que sai pela boca do coração. Isso é que temos que lavar e limpar bem o nosso coração. Deus prova os nossos corações. Leiam, por exemplo, em Jeremias capítulo 17. Jeremias capítulo 17. Jeremias 17.
Versículo 9 e 10 diz assim, enganoso é o coração. Por quê? Porque o coração, na sua maneira natural, está cheio de fermento e nos engana e nos engana. E por isso não vemos o fermento no próprio coração, mais de todas as coisas, e desesperadamente corruto. Quem aconhecerá? Eu, o Senhor, escudrinho o coração, eu prova os pensamentos e isto para dar a cada um segundo seu proceder, segundo fruto das suas ações.
Quer dizer, irmãos, precisamos de ver o nosso coração, precisamos de mudar, precisamos de ver os nossos pensamentos, a maneira que pensamos coisas e mudar, porque há pecado escondido aí, há pecado escondido aí. Vocês, por exemplo, estudem, por exemplo, Isaías 58, que fala a seca do Jijun. E qual é o Jijun que Deus gosta? É o Jijun em que há um arrependimento, uma mudança, uma humildade. E então, quando estamos humildes, então Deus ouvirá a nós. Mas quando estamos subérbios, quando estamos inchados, Deus não nos ouve. Precisamos de ser humildes. Queres irmãos, estamos numa guerra espiritual. E por isso, nós não estamos a batalhar contra coisas físicas. Estamos a batalhar com coisas espirituais.
O espiritual existe. Existe. E estamos numa guerra espiritual. Não estamos numa guerra contra pessoas, contra pessoas físicas e com sangue. Sim, às vezes são pessoas físicas que nos dizem coisas que nos magoam. Mas, por exemplo, se tem cuidado, não estamos na guerra com essas pessoas, estamos na guerra espiritual. Vejam, por exemplo, em segundo Coríntios, capítulo 10. Segundo Coríntios, capítulo 10. Segundo Coríntios, capítulo 10. Versículo 4 a 6. Diz assim. Porque as armas da nossa milícia não são carnais. E sim, poderosas em Deus para destruir fortalezas.
Isto é bastiões. Anulando nós sufimas. Isto é argumentos, ideias falsas. E toda a altivés, todo o orgulho, todo este enchaço. Que se levanta contra o conhecimento de Deus. Isto é. Nós estamos em guerra contra estes exemplos, estas de formas diferentes, de fermento. E precisamos por isso levar cativo todo o pensamento à audiência de Cristo.
Precisamos de ter os nossos pensamentos controlados e postos corretos à audiência de Cristo. O coração tem que estar certo, mas os pensamentos também estão a estar certos. E há fermento a ambos. E precisamos tirar este fermento completamente. Simbólicamente, os pensásmos por sete dias. Uma lição espiritual. E por isso, quando observamos os dias dos pensásmos, estamos continuamente a nos relembrar deste significado.
Porque nós, como pessoas físicas, precisamos de coisas físicas para nos dar uma lição espiritual. Como dei e demonstrei por vários exemplos, nós precisamos de coisas físicas. Analogias físicas. Exemplos físicos para nos dar lições espirituais. E vimos exemplos na Bíblia continuamente. Demos muitos exemplos na Bíblia, muitas dualidades, como Sando, Consada, Doe e outros. Porque é porque, Cris Irmãos, porque na verdade Deus usa coisas físicas que Ele tem criado, ou simbolismos que Ele cria para nós, como dualismos para nos ensinar lições espirituais.
Conforme nos aproximamos agora, por exemplo, para os dias dispensásmos, temos uma oportunidade física de aprender mais acerca de tirar o pecado da nossa vida. E, Cris Irmãos, se nós de facto queremos trabalhar nisto, vamos querer obter às leis de Deus particularmente às festas santas e aos dias santos, que são os fefiados, digamos assim, os sábados anuais de Deus. Estes precisamos nos observar. E conforme praticamos este mandamento, e conforme nos preparamos para, por exemplo, para os dias asmos, aprendemos lições importantíssimas, que não aprenderíamos de outra maneira.
E por isso é que o fazemos por sete dias, que é aprender a fazê-lo completamente. Cris Irmãos, o fermento não é pecado. Há outras parábolas, em que demonstra que o reino de Deus é como o fermento, porque o reino de Deus vai crescer e nunca para. Por isso o fermento não é pecado. Mas durante este período de sete dias, o fermento é um simbolismo que Deus criou, e por isso temos que observar para aprender essas lições espirituais. Precisamos dar graça, Cris Irmãos, a Deus, pela sua grande sabedoria, porque aprendemos os seus atributos invisíveis.
Aprendemos como desenvolver a sua divindade, a sua natureza divina, para virmos a ser, poder ser, filhos e filhas de Deus. Aprendemos isso através de exemplos físicos. E por quê? É para o nosso próprio bem, Cris Irmãos. É para a nossa própria vida eterna.
Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).