Quem É Deus e o Que Ele É?

A Palavra de Deus (a Bíblia) revela claramente quem e o que Deus é! Em que parte da Bíblia encontramos, em ordem cronológica, a mais antiga revelação de quem e do que Deus é? Deus é uma Trindade? Deus é uma Bindade? Não, não é. Esta mensagem descreve brevemente quem Deus é. Mais informação e provas Bíblicas sobre este assunto se encontram no nosso site: portugues.ucg.org/a-boa-nova/guias-de-estudo. Baixe ou busque este bem detalhado e biblicamente fundamentado guia de estudo: Quem é Deus?

Transcrição

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Quem é Deus e o que Ele é? Só a Bíblia é que revela quem é Deus e o que Ele é. Quando Jesus falou na Terra há quase dois mil anos atrás, só 120 pessoas acreditaram no que Jesus Cristo disse, como lemos em Atos 1, versículo 5, embora ele tenha pregado a mensagem que ele recebeu de Deus a vários milhões de pessoas. Por isso, não é de admirar, portanto, que nenhuma destas regiões do dia 2, ou seitas ou denominações, exceto a pequena e perseguida Igreja de Deus, fundada por Jesus Cristo, no ano 31 depois de Cristo, que começou só com 120 pessoas, é que realmente creem em Deus. E por isso explica, porque as demais pessoas não creem, no que Deus diz na sua palavra e não praticam. Mas, a palavra de Deus revela claramente quem e o que Deus é. O ensino geralmente aceitado pelo cristianismo tradicional, é que Deus é uma trindade, um Deus em três pessoas. Mas isso não é bíblico. A palavra trindade nem aparece na Bíblia. E vê-se claramente, quando, por exemplo, nas letras, ou nas epístolas de Paulo, que ele nunca menciona, o Espírito de Santo Deus estar sentado ao lado do Pai, como Cristo, que é uma pessoa, está sentado ao lado do Pai. E, por isso, vou fazer uma pergunta aqui a vocês. Em que parte da Bíblia é que encontramos, em ordem cronológica, a mais antiga revelação de quem e do que é Deus?

Muitos pensarão que seriam gênese, capítulo 1, versículo 1. Mas, na realidade, em João, capítulo 1, versículo 1, no princípio era o verbo, aquele que revelou, aquele que era o porta-voz, e que no versículo 14, João 1, diz que é Jesus Cristo. Então, continuando, no princípio era o verbo, e o verbo estava com o Deus. O artigo definitivo está nos manuscritos originais em grego. E o verbo era Deus. E o verbo estava, no princípio, com o Deus. Mas, uma vez mais, este artigo definitivo está no grego. Todas as coisas foram feitas através dele. Isto é, do verbo, Jesus Cristo. E sem ele nada do que exigiste teria sido feito. Nela estava a vida, e a vida era a luz dos homens. E, depois, no versículo 14, vence que o verbo se fez carne, e habitou entre nós. O verbo se fez Jesus Cristo. Não diz nasceu, o verbo não nasceu. O verbo se fez carne. O verbo, então, é uma personagem, que foi feita carne. Gerada por Deus, que, através desta geração posterior, o Deus se tornou seu pai.

No entanto, neste tempo prehistórico, este é no princípio de João 1, versículo 1, o verbo ainda não era o filho de Deus. Ele, o verbo, despujou-se de sua glória como uma divindade espiritual, como lemos em Filipe II, versículo 6 e 7, para ser gerado como uma pessoa humana. Jesus Cristo. Ele, o verbo, foi feito o filho de Deus por ter sido gerado por Deus e nascido da Virgem Maria. Então aqui, irmãos, vemos claramente que está revelado na Bíblia duas pessoas, duas personagens. Uma é Deus, o Deus, e com ele, com Deus, naquele tempo pré-histórico, estava outra personagem, outra pessoa, que também era Deus. Aquela pessoa, aquela outra pessoa, que mais tarde foi gerada e nascida como Cristo Jesus. Note bem, irmãos, Jesus Cristo era da forma de Deus, da espécie divina, mas não era o Deus.

O verbo já existia antes, como uma pessoa separada. Por isso, isto não é um Deus com duas pessoas. Isto não é uma bindade ou binitarismo. São duas pessoas independentes e separadas. Não eram interpreneteradas, mas eram independentes e separadas uma da outra. Sim, eram um em união, estando unidos em propósito e em meta, tal como nós devemos ser com elas, como lemos em João 17, versículo 21 a 23. A fim de que todos sejam um como este, o Pai, em mim e eu, em ti, também sejam eles em nós, para que o mundo creia que tu me enviaste. Eu lhes tenho transmitido a glória que me tens dado, para que sejam um como nós os somos, eu, nele, lhes e tu, em mim, a fim de que sejam aperfeiçoados na unidade. Precisamos estar unidos em propósito, em meta, mas somos pessoas diferentes. Jesus Cristo sendo menor que o Pai, sempre se submeteu e submete à vontade do Pai, tal como nós nos devemos se meter à cabeça da igreja, que é Jesus Cristo, como lemos em Ephesios 5, 22 e 23. Repito de novo, irmãos, Jesus Cristo era da forma de Deus, da espécie de vina, mas não era o Deus.

Estas duas personagens eram espírito. Eram, digamos assim, de material ou melhor, de essência espiritual. Essa essência espiritual, esse espírito, essa essência, é invisível aos olhos humanos, a menos que sobrenutralmente manifestado. Noutras palavras, este material, entre aspas, esta composição de material espiritual, digamos assim, não é visível aos seres humanos, com os nossos olhos. Note que o tempo descrito no versículo 1, de João 1, Jesus ainda não era o filho de Deus. E Deus, o pai, ainda não era seu pai. Em Hebreus capítulo 7, falando de Melchizedec, encontramos mais informação acerca de Jesus Cristo. No versículo 1, de Hebreus 7, lemos, Melchizedec era rei de Salense, assardota o Deus altíssimo, e tinha existido desde a eternidade. Não tendo princípio de dias nem fim de vida, mas entretanto, sendo feito semelhante ao filho de Deus, permanece sacerdote para sempre. Versículo 3, de Hebreus 7. Uma vez que Melchizedec era semelhante ao filho de Deus, e permanece como sumo sacerdote para sempre continuamente, e visto que Jesus é, agora, sumo sacerdote, Melchizedec Jesus Cristo são uma e a mesma pessoa. Portanto, Cristo era sem pai, sem mãe, sem gineologia, no tempo de Abrão, não tendo princípio de dias nem fim de vida. Deus também tinha existido eternamente com o verbo. Jesus, quando Ele era o verbo, era um ser imortal que havia existido sempre. Nunca houve um tempo ou um período em que Ele não existisse, sem princípio de dias. Ele, o verbo, era, então, semelhante ao filho de Deus, mas ainda não era o filho de Deus. Ele também era Deus, isto é, da forma de Deus, juntamente com o Deus. Estas duas passagens, ou estas passagens, claramente aqui, mostram que a palavra, ou o verbo, no princípio, antes qualquer coisa que hivesse sido criada, estava com Deus. E Ele, o verbo, era Deus. Ora, como pode ser isso? Vou dar um exemplo aqui. Pode ser que haja um homem chamado Mário. E um Mário pode estar com um homem chamado Pereira. E um Mário também pode ser Pereira, porque o Mário é filho de Pereira, e Pereira é o nome da família. No entanto, eles são duas pessoas separadas, o pai Pereira e o filho Mário Pereira também. Isto não é uma bindade, ou um binatirismo. Isto é o caso do nome de família. Uma única diferença entre esta analogia que eu dei, é que o verbo no tempo de João 1.1 ainda não era o filho de Deus, mas ele estava com o Deus e ele também era Deus. Era desse reino de Deus. Ou, em outras palavras, eles ainda não eram pai e filho, mas estavam no reino de Deus. Essa família é composta agora, de Deus o pai, Jesus Cristo o seu filho, e muitos seres humanos gerados, que já, agora, são filhos gerados de Deus, como lemos em Romanos 8, 14 e 16, e 1 João 3, 2, formando a Igreja de Deus. Mas ainda não somos nascidos de novo como seres espirituais na família de Deus. Esse nascimento de novo acontecerá na resurreção na segunda vinda de Cristo. Portanto, a palavra de Deus revela quem é Deus e quem é o verbo, Jesus Cristo. São duas pessoas ou personagens supremas e independentes, mas unidas em propósito, em meta, perfeitas em união e que coexistiram sempre. Sim, sempre. São ambos eternos. A palavra eterno pode ser também escrita em hebraco como YHWH. E ave, hoje, alva. O que significa eterno. E, por isso, antes que qualquer coisa tivesse sido criada, incluindo os eijos, a Terra e todo o universo, estes dois seres eternos já existiam. Um era o Deus, só um Deus, o Deus, e o outro era o verbo. Mas ambos são do Gênero Deus. Isto é do reino de Deus.

Jorge and his wife Kathy serve the Dallas, Fort Worth (TX) and the Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).