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Bom dia ou boa tarde, queridos irmãos, que é Jorge Campos, falando-vos de Cincinnati.
Hoje em dia, basta olhar para o rádio ou para a televisão ou ouvir as notícias no rádio e vemos que estamos numa situação mundial crítica à volta do mundo, como nunca anteriormente. Vemos vários problemas no Médio Oriente que de dia a dia parecem estar piores, e que muitas pessoas fazem perguntas e perguntam aonde é que isto vai conduzir, quais vão ser os resultados disto de tudo.
Queridos irmãos, nós temos que dar graças a Deus, pois Ele revela aos Seus santos, ao Seu povo, o Seu plano. E o plano de Deus, a visão que Deus nos dá, é que para nós virmos a nascer de novo, como seres espirituais na família de Deus. Porque o plano de Deus é para que nós sejamos filhos e filhas de Deus, no reino de Deus, a reinar como reis e sacerdotes com Jesus Cristo.
Esse é o nosso alvo. Esse é a razão, porque nós vivemos. Mas há uma pergunta. A pergunta é, deixe-nos Deus ao escuro. Isto é, sem sabermos exatamente como é que devemos alcançar esse alvo? Não. Deus não nos deixa, assim, ao escuro, digamos assim, sem sabermos como alcançar esse alvo. Ele nos dá a Sua palavra, a Bíblia, para nos ajudar. Ele nos dá o Seu plano de salvação, através dos Dias Santos e os festivais anuais, que nos revelam Seu plano de salvação.
Deus nos dá a Sua lei, a lei de amor, de carinho para com os outros e para com Deus, em primeiro lugar, porque, através dessa lei, é a direção, digamos assim, a maneira de viver correta. É o caminho correto. Ele também nos dá o caminho que é Cristo, porque Ele sacrificou o Seu Filho para ser o nosso sumo sacerdote, o nosso rei e o nosso caminho, o caminho, a maneira, o exemplo de como vivermos, para obtermos a Sua justiça, para praticarmos a Sua justiça na nossa vida, de acordo com um exemplo imitando a Jesus Cristo.
E para nos ajudar, Ele deu-nos o Seu Espírito Santo e, também, Ele nos deu a Igreja de Deus, para nos servir, para nos ser uma obra de Ministério, para nos ajudar a viver no caminho para este alvo que é o reino de Deus, a família da Deus. E, além disso, além disso tudo, Deus, através de Jesus Cristo, também nos diz como e por que Ele intervém nos assuntos do homem para que possamos alcançar esse alvo. Sim, Deus, através de Jesus Cristo, intervém nos assuntos do homem e essa intervenção de Deus nos assuntos do homem é, digamos assim, perdita, é descrita na Bíblia e isso é o que nós chamamos, a profecia.
Assim, a profecia tem vários propósitos. A profecia tem propósitos ou razões de ser para ajudar os que não creem a vir a crer, porque quando os que não creem em Deus, veem que Deus estava certo, que profetizou corretamente, que Deus é supremo e por isso Ele é Crível, podemos acreditar nEle. Então, a profecia ajuda essas pessoas nessa crença. Também a profecia nos explica as ações de Deus. Como disse nos assuntos da humanidade e por isso explica as consequências, digamos assim, de causas e efeitos, as consequências das nossas ações. E a profecia é nos dada na esperança de que nós nos arrependemos. Sim, a razão de profecia, ao fim de contas, é para nos ajudar a alcançar o alvo, que é o reino de Deus.
E por isso, compreendendo as consequências das nossas ações, Deus tem esperança que as pessoas se arrependam, tal como o exemplo de Jonas e de Nínavá, em que as pessoas se arrependeram. E por isso, a esperança da profecia é que as pessoas se arrependam. Sim, sabemos que certas profecias as pessoas não se vão arrepender, mas, ao fim, quando estas coisas todas tiverem acontecido, Jesus Cristo reinar vai haver um arrependimento, vai haver uma volta das pessoas para o caminho de Deus e a humanidade inteira, vai servir a Deus no mundo da manhã. E por isso, a profecia, a razão da profecia, uma das grandes razões da profecia para nós, é compreendermos que a profecia é nos dada na esperança que nós nos arrependamos, que haja arrependimento das pessoas.
E, por isso, a profecia é para nos ajudar a alcançar o alvo da visão que Deus nos dá, que é o reino de Deus. E, então, como é que a Bíblia, a palavra Deus nos dá a profecia? Em primeiro lugar, precisamos de compreender que a Bíblia interpreta a própria Bíblia. Podem ler isso em segundo Pedro capítulo 1, versículo 20. Não precisam de virar a imagem, ou estou a ler.
Sabendo, primeiramente, isto que nenhuma profecia da Escritura provém de particular ilucidação. Isto é, nós não podemos ter a nossa particular interpretação da Bíblia. A Bíblia se interpreta a si própria.
E, por isso, a Bíblia usa certos exemplos de tipo e antitipo. Deixe-me explicar isso de dualidade, digamos assim. Por exemplo, vou te ajudar alguns exemplos disso. Temos o primeiro adão, o adão, e o segundo adão, que é Jesus Cristo. Temos o exemplo de uma coisa física que representa o espiritual.
Por exemplo, isto é o que estou a falar de dualidade, ou princípio de dualidade, ou princípio de tipo e antitipo. O físico, por exemplo, pode ser a páscoa, o cordeiro da páscoa durante o êxodo. Mas o espiritual, o cordeiro pascal, é Jesus Cristo. O físico, por exemplo, a via foram feitas, se os físicos, no antigo justamente. Mas o espiritual representa o sacrifício de Jesus Cristo, ou o sacrifício que nós, como seres humanos, como cristãos, precisamos de fazer um sacrifício vivente a seguir a Cristo.
Dar outro exemplo, por exemplo, o físico espiritual, a circuncisão. A circuncisão física, mas representa espiritualmente que precisamos, a circuncisão do coração. Outro exemplo, isto é de dualidade, tipo e antitivo. Temos os judeus físicos, mas também ao judeu espiritual. Temos, por exemplo, o exemplo da antiga aliança e temos também a nova aliança, que é espiritual.
E por isso vemos vários exemplos de tipo e antitipo, de dualidade de duas coisas. Por exemplo, sabemos o Ilias. O Ilias existiu, mas durante o período de Jesus Cristo, o Cristo disse que João Batista era o Ilias, no poder e exemplo de Ilias, mas também disse que haveria o Ilias a vir no futuro. Por isso vemos tipo e antitipo, esta dualidade, que às vezes não é só duas vezes, mas é mais que uma vez, mais que duas.
Deixe-me dar outro exemplo de dualidade. O sábado. Há o sábado semanal, o sábado físico, aos sábados anuais, mas além disso, os sábados têm um significado espiritual, do descanso do milênio, como o Ibreus descreve a nós, que ainda existe um observar do sábado, um sabatismo para nós, com um significado milenial, ou digamos assim, do reino de Deus. Creios irmãos, são tantos os exemplos continuamente na Bíblia, de que Deus usa profeticamente exemplos físicos ou tipo e antitipo, físicos e espirituais.
Por exemplo, os dias asmos. Há uma coisa física, mas tem um significado espiritual, para nos dar umas lições espirituais. Os dias santos, as festas santas, são proféticas, porque são sombras de coisas que vão ao devir. Por exemplo, o dia das trombetas, que representa a segunda vinda dos Cristo. E assim continua. Por exemplo, há abuminação de desulação, que aconteceu no ano 70 depois de Cristo. Isto era a corrente, mas também representa uma destruição futura. E por isso a Bíblia, através da profecia, usa frequentemente este exemplo de tipos e antitipos, de dualidade. E também, outro ponto importante que precisemos lembrar é que a Bíblia raramente nos dá datas.
Sim, às vezes temos datas. Não estou a dizer que, às vezes, não tenham datas. São certas profecias que tinham datas específicas que foram datas. Por outro lado, também dá periudos, que às vezes não compreendemos, mas só compreenderemos depois, quando aconteceram. Mas, geralmente, não nos dá datas. E, por isso, precisamos ter muito cuidado de pôr datas em profecias, porque não nos dá datas. Nos dá, digamos assim, acontecimentos ou sequências de acontecimentos. Sequências que nós temos que pôr junto como um puzzle de uma maneira correta, mas não nos dá datas. E, por isso, compreendendo que Deus nos dá sequências de acontecimentos, compreendendo que Deus não nos dá datas, particularmente para quando devinda, segundo devinda de Jesus Cristo, e compreendendo que as profecias estão aí para nos dar em esperança, para que nós nos arrependemos e que temos esperança da segunda vinda de Cristo, que Deus está em control e que vai resolver os problemas mundiais, ao fim disto de tudo.
Então hoje, vamos ver ou relembrar-nos, digamos assim, de três, digamos assim, bandeiras ou marcações importantes que procedem a segunda vinda de Jesus Cristo. Não estou a falar nada de novo, que nunca foi dito anteriormente, mas acho que é importante, particularmente à volta dos acontecimentos que estão a acontecer, à volta do mundo hoje em dia.
É importante relembrar-nos destas, digamos assim, três grandes marcações ou, digamos assim, bandeiras vermelhas de viso, ou marcações ou acontecimentos importantes que vão acontecer antes da vinda de Cristo. Para que nós tenhamos um entendimento aonde estamos nesta fase de acontecimentos. Para nos dar a esperança, para nos dar uma certa esperança e coragem de confrontarmos isto e não sermos enganados por decepções que vão acontecer à volta do mundo. Vão ver muitas decepções, queridos irmãos, e estas decepções vão enganar muitas pessoas, a maioria das pessoas, porque, disse-se, se fosse possível até enganaria os próprios eleitos. E por isso, queridos irmãos, precisamos de ver isto cuidadosamente para que estejamos bem alertos ao que está a acontecer, para que estas coisas não aconteçam e depois olhamos para trás e dizem-se, oh, foi isto, oh, nem reparei.
Porque se estamos numa condição dessas, então estamos a dormir, devemos estar bem acordados. Por que? Para que possamos escapar as coisas que vão acontecer? Precisamos de vigiar para que possamos escapar as coisas terríveis que vão acontecer. Podem ler isso em Lucas 21.36. E por isso, precisamos estar acordados. Para estar bem acordados, como os cinco vírgios, cinco vírgios que eram, digamos assim, alertas, e cinco vírgios que não estavam alertas. E por isso, precisamos de ter esta sabedoria para usar a profecia corretamente para estarmos alertos. E por isso, para termos, estarmos prontos, cheios do Espírito de Deus, para quando estas coisas acontecem, estamos prontos e preparados para que possamos ser parte da noiva de Cristo.
E por isso, queridos irmãos, uma vez mais, profecia não é acerca de datas, mas a profecia é acerca de certos acontecimentos que vão acontecer com a intenção de que nós vejamos, que estejamos alertos, estejamos acordados e conforme vejamos estes acontecimentos, nos arrepêndamos. E por isso, que haja perdão e arrependimento para trazer à humanidade, e particularmente nós próprios, mas à humanidade, à salvação. E além disso, precisemos de, quando vemos estes acontecimentos, estas coisas, não estamos a ver essas coisas com, digamos assim, uma arrogância, que temos conhecimento de isto tudo, mas precisemos de ver isto com um cuidado e carinho para qual mundo.
Vejam comigo, se faça a favor em Ezekiel 9, Ezekiel 9, Ezekiel 4, Ezekiel 9, Ezekiel 4, que diz assim, passa pelo meio da cidade, pelo meio de Jerusalem, e marca com o sinal a testa dos homens que suspiram e gemem por causa de todas as abominações que se cometem no meio dela.
Sinto-te claro estar a falar aqui das pessoas em Jerusalem e dos acontecimentos em Jerusalem, mas o princípio é aplicável a todos nós, que precisemos de suspirar e gemer, temos que ter este carinho e cuidado, quando estas coisas acontecem no mundo, temos que ter este sentimento de carinho e cuidado para que as pessoas, porque vão acontecer coisas terríveis, abominações terríveis no mundo, e precisamos de pedir a Deus, em oração, em suplicações, para nos ajudar, para perdoar e para nos termos uma atitude correta.
E por isso, queris irmãos, com esta atitude correta, vamos então ver alguns das coisas importantes que precisamos de ter cuidado. Ora, há muitos anos temos, na Igreja de Deus, temos avisado às pessoas para tarem a observar várias coisas. Eu, digamos assim, as... As... As... As... Engrupei, digamos assim, entre sete coisas. Os primeiros quatro, digamos assim, são, digamos assim, mais situações mundiais e políticas. E, digamos, primeiro, é Israel, está claro, no Médio Oriente, e os sacrifícios no Israel. Segundo, a Europa e os dez reis na Europa. E vemos coisas a desenvolverem-se para que haja dez nações em vez de vinte ou trinta, ou vinte e sete, ou seja, o número que é, mas dez nações a tomar uma certa liderança europeia.
E, por isso, vamos ver certas coisas a acontecer para que hajam dez nações. O terceiro é o rei do Sul. O rei do Sul, que estamos a ver tal como na Europa, a ver essas nações, que se tornarão a besta, também vamos ver o rei do Sul a se formar. E, além disso, tal como na Europa, a besta vai ser liderada ou montada por uma religião, digamos assim, uma religião que vai mover a maioria das pessoas. Vamos ver também no rei do Sul, que vai ser movido ou encorajado, ou as pessoas vão ser postos juntas através de uma ideologia.
Isto é uma religião também. E o quarto ponto, também político, é a perda, a perca, a perda de supremacia, de força mundial das nações de tipo israelita. O tipo israelita estou a falar no âmbito maior, não só estou a falar na nação que hoje em dia chamamos Israel, na Palestina, mas estou a falar das nações como os Estados Unidos, em Inglaterra, que são as nações israelitas, num contexto maior. E aí isso, então, veremos pontas como a remoção, digamos assim, das benções destas nações, seguindo uma certa sequência, como é descrita, por exemplo, em Levítico 26.
Mas olhando a essas quatro coisas que são, digamos assim, políticas, e depois há outras três, digamos assim, que é mais de religião, que são a Igreja Católica, e por isso em igrejas não-católicas, por exemplo, o Islão e isso tudo, e igrejas falsas. Depois temos a Igreja de Deus, que temos como observar acontecimentos, a volta que apontarão, que estamos a aproximar do tempo de fim.
E finalmente, digamos assim, numa situação mais individual e social, que é a queda dos valores e da moralidade a ser nas pessoas e no mundo, na sociedade. E então, estas sete coisas são coisas de estarmos sempre a observar. Mas o que temos que estar a olhar, é que estar a observar, é ver o livro da Apocalipse, que é o livro da revelação de Deus, através de Jesus Cristo, como leem na Apocalipse 1, capítulo 1, versículo 1, que é a revelação de Deus, através de Jesus Cristo, que é dada a nós.
E esta revelação demonstra o que está a acontecer no dia do Senhor. Vejam como se faz favor em Apocalipse 1, apocalipse 1, versículo 10, que foi dada, digamos assim, uma visão do que está a acontecer no dia do Senhor. Um versículo 10 diz assim, a shaman spirito no dia do Senhor e ouvi por trás de mim, grande voz, como de trombeta, explicar o que estava a acontecer nisso.
E por isso, vemos que foi uma visão olhando para o futuro e vamos ver daqui a pouco o que é o dia do Senhor. E então, começando no capítulo 5 da Apocalipse, vemos então Jesus Cristo a abrir os selos, a abrir o livro, a demonstrar o que está escrito acerca do que vai acontecer ao mundo no futuro. E vemos assim, apocalipse capítulo 5, versículo 1, vi na mão direita daquela que estava sentado no trono, um livro escrito por dentro e fora, de todo selado com sete selos, por isso este livro tinha sete selos, e então vejemos então no versículo 5, 5, 5, todavía um dos anciãos me disse, não chores, é esculião da tribo de Judas, este é Jesus Cristo, a raiz da vi, venceu para abrir o livro e os seus sete selos, isto é Jesus Cristo, é o único que é digno de abrir estes sete selos.
E vemos então que ele, capítulo 6, vi quando o cordeiro, este é Jesus Cristo, abriu um dos sete selos e então vimos, dizendo, vem, vem ver, e então versículo 2, apocalipse 6, versículo 2, então e eis um cavalo branco, e o seu cavaleiro com o arco e foi-lhe dado uma coroa e ele saiu vencendo e para vencer. Isto é um ponto importante. Isto digamos assim, é digamos assim a primeira bandeira vermelha, digamos assim. O primeiro aviso, primeiro aviso das bandeiras que estou a marcar aqui, é este cavalo branco.
É uma bandeira, é uma bandeira de aviso, porque o cavalo-cabalo-branco representa, representa a falsa religião e falsos messias, falsos libertadores. Vejam comigo, se faz favor em Mateus capítulo 24, Mateus capítulo 24, versículo 5 diz assim, porque muitos virão a meu nome dizendo, eu sou Cristo e enganarão a muitos. Não é necessariamente dizer em que Cristo é Cristo, mas são estas pessoas a dizerem que, por exemplo, eu, essa pessoa, sou o libertador.
Sou o que vai, que foi escolhido para libertar esta nação ou libertar este grupo de nações ou coisas assim. Por isso, vemos aqui que são pessoas, digamos assim, como falso messias, falsos libertadores. E não quer dizer que sejam necessariamente só cristãos, são libertadores. E, por exemplo, podem até ser falso messias, falsas religiões, não só religiões com o título de cristãos, mas religiões que dizem que são a religião correta. Pode até ser, digamos assim, o islão, ou, por exemplo, a promessa do décimo imán, ou seja, o que for.
Mas é estas religiões, estas pessoas que haverão, ou em nome de Cristo, ou em nome de, seja deles próprios, pensando que, não dizendo que, que são, que vêm como libertadores, que vai causar guerras. Porque diz assim, enganarão a muitos, enganarão a muitos. Que, dizem irmãos, não é? Não vão enganar alguns, vão enganar muitos. E vão haver guerras e rumores de guerras. E estas religiões vão causar grandes guerras. E as religiões continuam a crescer, vão ter um crescendo, digamos assim, um climaque-se até chegar ao falso profeta. Vejam comigo se faz favor em segundo tecelo-unicensas, segundo tecelo-unicensas, segundo tecelo-unicensas, capítulo 2, versículo 3 a 6.
Ninguém, de modo, de nenhum modo, vos engana, porque disse que muitos vão tentar enganar. Mas ninguém vos engana, porque isto não acontecerá sem que primeiro venha a apostasia. Isto é a caída da verdade. A grande caída, o grande desvio da verdade. E é possível que certas pessoas dizem que isto talvez já tenha acontecido. Mas seja o que for, vai ser um engano. E quando vai haver um engano, vai haver um desvio da verdade.
Talvez ainda seja outro desvio da verdade, ainda mundial, um engano mundial muito grande. E que seja revelado o homem da iniquidade, o filho da predição. O qual se opõe e se levanta contra tudo que se chama Deus, ou é objeto de culto a ponto de sentar-se no santuário de Deus, ostentando-se como se fosse Deus próprio.
Querido irmãos, este falso se profeta a devir. E este cavalo branco, que digamos assim, é a causa dos outros três cavalos. Porque o cavalo branco, através dos legiões, vai dar, vai causar guerras, vai causar fome, vai causar doenças. Porque quando há guerras, vai haver estas coisas todas. Sim, ao mesmo tempo, vai haver termótidos, vai haver outras condições mundiais. Mas, vejemos que vai ser este cavalo branco, que cavalgaria, digamos assim, vai cavalgar, até haver um climaque-se. Uma crise que se forçará através de outras religiões, ou coisas assim, ou pressões religiões. Pode ser que a pressão da religião que está a formar, a formação do Rei do Sul, a formação do Império, digamos assim, do Califate. Digam, o Império Islão, que isso faça com que se levante o Império, digamos assim, do Falso Profeta e do Império do Rei do Norte. Uma coisa faz com que a outra que se levante. E assim sendo, vejemos que vai haver uma grande crise mundial. E por isso fala, fala-se na Apocalipse 17, de uma mulher, de uma igreja, do Falso Profeta, que se monta na besta. Que essa é a mulher das prostituições. Uma igreja que perseguirá outras igrejas, como podem ver em Apocalipse 17, versículos 3 a 6. E isto, então, é o primeiro cavalo. O primeiro cavalo que vai cavalgando e ficando cada vez pior, e mais até chegar ao Climax, que vai ser o falso profeta, o homem da iniquidade. Isso é que temos que estar a ver, estar a observar, vai ser uma grande, digamos assim, a ponte de observação de que temos a ver. Está claro, as outras coisas estão a desenvolver só ao mesmo tempo. Mas vamos ver estas crises do rei do Sul a puxar contra o rei do Norte, a criar, aumentar a pressão, continuamente a pressão aumentar, aumentar, aumentar. Até vermos que vai haver, digamos assim, um califate erábico a puxar contra um império romano, ressuscitado, insagrado.
Ambos, montados por religiões. E por isso, vamos ter assim uma crise de dois grandes impérios, com as suas inclinações religiosas diferentes, que vai conduzir a guerras, rumores de guerras, fomes, doenças, que virão disso. E por isso é uma crise que precisamos estar a ver e observar. Mas, como estamos a dizer aqui, é os primeiros quatro cavalos da Apocalipse. A Apocalipse capítulo 6, versículos 3 a 8, e então demonstra o segundo selo, que é um cavalo vermelho, e o capítulo 5 é um cavalo preto, que é fome. O capítulo 3, cavalo vermelho, e o capítulo 3 é um cavalo vermelho, e o capítulo 4 é um cavalo vermelho, e o capítulo 3 é um cavalo preto. E no capítulo 7, então, o colo deira abrir o quarto de selo e vemos no capítulo 8 o cavalo amarelo, que então são doenças e pastes. Um atrás do outro, causadas inicialmente pela religião falsa. Pela religião falsa, ou religiões falsas. Mas o climaque, se dessa, será o falso profeta. Por isso, isso é uma, digamos assim, uma bandeira vermelha que temos que estar a olhar. Um perigo que precisamos estar a olhar. O ponto principal, olhar para esta grande crise da religiosa, que vai aumentar e que vai conduzir a revelação final do homem da iniquidade. Quando chegarmos a esse ponto, então, estamos prontos para a fase seguinte. Mas é preciso lembrar que, enquanto que isso está a acontecer, Jesus Cristo vai também pregar a sua verdade. Conforme este cavalo, este crise começa a cavalgar com mais força, Cristo, através da Igreja de Deus, vai também pregar a sua verdade. Vigemos, se faz chavôr, em 2 de Salunicenses, capítulo 2, perdão, o segundo livro de Salunicense, onde estávamos há pouco, 2 de Salunicenses, capítulo 10. 2 de Salunicenses, capítulo 2, versículo 10. O que diz assim? Vamos começar a ler o versículo 9. Ora, o aperparcimento do Inico, essa bonificácia de Satanás, contando poder e sinais e prodígios da mentira. Prodígios da mentira. Este vai ser tudo com prodígios da mentira. Por isso, vamos ver que Satanás vai fazer coisas no mundo, que vai enganar pessoas, porque vão ver sinais e prodígios. Vai haver um grande queda, uma grande seção, como lembramos anteriormente, vai haver uma grande apostasia. Como? Porque vai haver sinais e prodígios de mentira. Vai haver uma grande apostasia mundial, a volta do mundo todo. Não vai salser na Igreja de Deus, vai ser mundial.
Porque vai haver milagres, com todo o poder e sinais e prodígios de mentira. E as pessoas vão olhar para estes milagres e vão dizer, tem que ser de Deus. Mas não é, vai ser de Satanás, de Deus, de este mundo. Precisamos de ter cuidado. E diz assim, versículo 10, e com todo engano de injustiça, aos que percebem, porque não acolheram o amor da verdade. Vemos que a verdade vai ser a mentira e a verdade, em paralelo a ser pregada no mundo aí. Mas porque não amam a verdade, as pessoas vão seguir a mentira. Por isso, a verdade vai ter que ser pregada para o mundo inteiro, como muito estimunha para o mundo inteiro. É por este motivo, pois, que Deus lhes manda a opressão do erro para dar em crédito a mentira, a fim de serem julgados todos quantos não deram crédito à verdade, antes pelo contrário de leitar-os com a injustiça. Não amaram a verdade. Não amaram a verdade. Vejam, Mateus 24, Mateus 24, Mateus 24, versículo 9 a 14. Mateus 24, 9 a 14.
9 a 14. Diz assim, então serei atribulados e vos matarão. E vos matarão. Isto vai acontecer durante este desenvolvimento do climax das condições mundiais se aumentarem até chegarmos a um climax do homem da aniquiridade e destas mentiras. Diz assim, serei atribulados e vos matarão. Serei odiados de todas as noções por causa do meu nome. Neste tempo muitos se escandalizarão e treirão e odiarão-los outros, levantar-se-ão muitos falsos profetas e enganarão-o a muitos.
É o que vimos, muitos falsos profetas. É falsa religião, esta falsa religião. E por se multiplicar a minha cuidada o amor se esfriará de quase todos.
Porque não amaram a verdade. O amor se esfriará.
Aquel porém que perseverar até ao fim, esse será salvo. Cris irmãos, temos que perseverar até ao fim. Cris irmãos, as coisas não vão ficar mais fáceis. Muitas pessoas dizem, ó, o que era que isto vai acabar? Das coisas tão, tão difíceis. Cris irmãos, tenho que vos dizer que as coisas vão ficar mais difíceis.
É triste, mas vai acontecer. E temos que perseverar até ao fim.
E será pregado este evangelho do reino por todo o mundo. Cris irmãos, vai haver uma pregação muito forte deste evangelho por todo o mundo.
Para que haja esta comparação da verdade com a mentira.
E porque as pessoas não amam a verdade, mas seguiram a mentira.
Porque para testemunho a todas as nações. E então virá o fim.
Então, depois disso, virá o fim. Que é, como vemos no versículo 15, quando pois vires, a abominável, o abominável da desolação.
Quer dizer, isto tem a acontecer antes.
Da abominação da desolação.
Porque quando chegamos à abominação da desolação, então temos, digamos assim, uma bandeira de aviso. Uma bandeira vermelha que diz, tome a atenção, uma bandeira de aviso. Avisemos, então, aqui, versículo 15. Quando pois vires, a abominação da desolação, que falou o profeta Daniel no santo lugar santo, quem lê entenda e veja no versículo 21. O versículo 21 diz assim, porque neste tempo, haverá grande tribulação, como desde o princípio e do mundo, até agora não tenha vindo e nem haverá jamais. Por isso temos aqui um período de grande tribulação, mas antes da grande tribulação, o aviso da grande tribulação vai ser a abominação de desolação.
Vigemos aqui, em Daniel 11.31. Daniel 11.31, porque diz, como o Daniel disse, e vigemos então que é que o Daniel disse. Daniel 11.31.
Daniel 11.31.
Daniel 11.31. De ele serão forças que profunarão o santuário, a fortaleza nossa, e tirarão o sacrifício diário, estabelecendo a abominação desoladora.
Vamos falar aqui de parar o sacrifício diário. E por isso, entre as sete coisas que devemos observar e vigiar, uma delas, que, como eu disse, foi Israel e os sacrifícios, ou o sacrifício diário não está a acontecer hoje. Por isso, vai ter que acontecer para que possa ser tirado.
É o que a Bíblia diz, da maneira que entendemos hoje em dia. E vejam, então, Daniel 8, versículo 9 a 14. Daniel 8, versículo 9 a 14.
De um dos chifres saiu um chifre pequeno, que se tornou muito forte para o Sul, para o Oriente e para a Terra gloriosa. Cresceu até a atingir o exército dos céus. Alguns dos exércitos das estrelas lançou por Terra e os pisou. Este chifre pequeno é esta igreja falsa, o homem da iniquição, o falso profeta. Sim, a grande-selsa até ao príncipe do exército, dele tirou o sacrifício diário e o lugar do seu santuário foi deitado abaixo. O exército lhe foi entregue como sacrifício diário, como sacrifício diário por causa das transgressões, e deitou por Terra a verdade, e o que fez prosperou. Depois, houve um santo que falava e disse ao outro santo aquilo que falava, até quando durará a visão do sacrifício diário e da transversão aceleradora, visão na qual entrega o santo e oário exército a fim de serem pisados. Isto deve serem parados do sacrifício diário. Ele disse até 2300 tardes e manhãs e o santuário será purificado. Isto está a dizer aqui que vai haver um período 2300 dias e noites.
Isto é sacrifícios que são parados. Que lhes irmãos, estamos a ver aqui um período de que os sacrifícios vão ser parados, mas antes de serem parados, têm que serem iniciados. E, por isso, é uma coisa que temos que ainda haver. Vejam então também o 8, versículo 26, que diz assim, a visão da tarde e da manhã, que foi dita é verdadeira, tu porém preserva a visão, porque se refere a dias ainda muito distantes. Por isso está a dizer preserva isso, porque é para o futuro ainda. E está claro que estamos agora a aproximar dessa situação. Quer dizer, irmãos, o ídolo não sabemos, digamos assim, não sabemos quando é que isto vai acontecer, não sabemos quando é que os sacrifícios vão ser instituídos, e não sabemos quando é que vão ser parados, mas é uma coisa que temos que estar a observar e a ver, porque algo tem que acontecer no Médio Oriente, que vai causar, digamos assim, um certo acordo, que vai permitir com que estes sacrifícios venham a começar a ser implementados. Temos que ver aqui umas coisas muito críticas que vão acontecer no Médio Oriente. Mas quando esse sacrifício for parado, isto é, quando a abuminação de desleção acontecer, que é quando o sacrifício for parado, é o aviso para fugirem. É o aviso para fugirem. Para fugirem. Vejam em Apocalipse, capítulo 15, onde estávamos a pouco. Mateus 24, onde estávamos a pouco. Mateus 24, 15. Mateus 24, 15.
Mateus 24, 15. Dizem que quando depois viram-os o abuminação de desleção, que falou o profeta no lugar santo, então, os que estiverem no judeio, afujam. É o tempo de fugir. É o tempo de fugir. Mateus 24, 15 e 16.
Por isso, que, irmãos, é um aviso que temos que fugir. Por quê? Porque viejamos, então, na Apocalipse, capítulo 12. Capítulo 12.
E vemos aqui a história do ataque de Satanás à Igreja. Capítulo 12 é a história do ataque de Satanás à Igreja, desde o princípio até a era final. E, por isso, estamos agora a ver, à cerca da era final, diz assim, no versículo 13. Quando, depois de o dragão, se viu atirado para a terra, perseguiu a mulher que dera à luz o filho Verão. Quando o dragão se viu atirado para a terra, parece que ser quando vai atacar a Igreja. E, por isso, é durante este período da abuminação de desolação que o dragão é atirado para a terra e, então, vai perseguir a mulher. E diz assim, versículo 14. E foram dadas à mulher as duas asas de uma grande águia para que voasse até o deserto, ao seu lugar, aí, onde é sustentada, durante o tempo, tempos e meios, três anos e meio, fora da vista da serpente.
Isto é, a serpente não vai ter acesso a este local, onde a Igreja vai ser protegida.
E vemos assim que, a Igreja, versículo 15, então, a serpente arrojou a sua boca atrás da mulher água, como um rio, a fim de fazer com que ela fosse arbatada pelo rio. Isto é, vai mandar uma tropa para atacar a Igreja. E a terra, porém, se correu a mulher, a Igreja. E a terra se abriu, abriu a boca e angoliu o rio, isto é, esta tropa, e o dragão tinha arrojado a sua boca contra a Igreja. Por isso a Igreja vai ser protegida. Vemos, então, aqui, queridos irmãos, que a Igreja foge, vai fugir.
Isto é importante compreender, porque a Igreja tem que fugir antes da destruição da América e da Inglaterra e de Israel. Porque, uma vez que a Igreja foge e fugiu, então, vai haver a destruição da América, Inglaterra e Israel.
Porquê? Porque, como vimos também, no ano de 70 e 69, a Igreja fugiu primeiro e depois é que foi a destruição de Juda e do templo. Como vimos, é um princípio de dualidade novamente.
E, por isso, a Igreja tem que fugir primeiro e depois vai ser a destruição da Inglaterra, da América e da Israel. Vejam o que me se faz favor em Daniel 12. Daniel 12.
Daniel 12.
Não, vigemos. É importante. Eu não quero que estejam confusos, por isso deixe-me rever novamente. A primeira aviso é o desenvolvimento de coisas à volta do mundo, à volta da falsa religião e as consequências da falsa religião conduzindo a guerras e fome e doenças.
Mas essa falsa religião vai dar um climax até termos o falso profeta.
Depois, vai haver a abominação de desolação. A abominação de desolação é o aviso à igreja para fugir.
Tal como no exemplo, à volta do ano 69-70, houve as tropas circularam em Jerusalem e depois deixaram dando oportunidade à igreja para fugir. Depois, mais tarde, as tropas vieram uma segunda vez e completamente destruíram o Jerusalem. Por isso, esta encirculação inicial deu, digamos assim, uma oportunidade para a igreja fugir.
Vigemos, então, aqui, em Daniel 12, versículo 7, que diz assim, ouvi o homem vestido de linho que estava sobre as águas do rio quando levantou a mão direita e à esquerda ao céu e jurou por aquilo que vive eternamente, que isso seria depois de um tempo, dois tempos e metade, um tempo. Isto é por três anos e meio. E, quando se acabara destruição do poder do povo santo, estas coisas todas se cumprirão.
A tribulação será por três anos e meio e, ao fim destes três anos e meio, vai acabar a destruição do poder do povo santo, novamente físico e espiritual, por o povo santo, como o Leia e a Profecia, de Apocalypse, capítulo 12, Satanás vai tentar destruir a igreja, mas depois vem, no versículo 16 e 17, que, como a igreja foi protegida, essa parte da igreja, então vai perseguir o resto da igreja, que não foram para protegidos, para esse local. E, por isso, vai até acabar a destruição do poder do povo santo, durante esses três anos e meio. O povo santo, uma vez mais, não é só o povo santo espiritual, mas o povo santo físico, simbolicamente, as nações físicas de Israel e América, e a América, e a Inglaterra. Versículo 8 e 9 diz assim, Eu ouvi, porém, não entendi. Então eu disse, meu Senhor, qual será o fim destas coisas? Eu respondeu, vai Daniel, porque estas coisas estão encerradas e encerradas, até o tempo de fim. Isto é que não vão compreender agora. Não compreender até quando chegarmos ao tempo de fim, mas agora estamos a começar a entender um bocadinho melhor, quer dizer, irmãos. Mas conforme estas coisas estão a acontecer, vamos compreender ainda melhor. Versículo 10 diz assim, Muitos serão purificados, embrancidos e provados, mas os perversos procederão perversamente, e nenhum deles entenderá, mas os sábios entenderão.
E depois do tempo em que o sacrifício de ar é fortidado, e posta a abominação desladoura, haverá ainda mais 1.290 dias.
Depois desta abominação, vai haver 1.290 dias. Bem-aventurado, que espere, chega até os 1.335 dias.
Certas coisas aqui ainda vamos ter que entender, mas o que estamos aqui a ver é que o período é de 1.290 e 1.260 é 1 mês, 30 dias. E por isso diz assim que vão ter que fugir a 1.290, mas a tribulação é 1.260. Isto é 3 anos e meio. E por isso é possível que aqui vemos, então, outras profecias a ser completadas. Vejam, por exemplo, Salmo 83. Salmo 83.
Salmo 83, uma profecia interessante, escondida aqui entre os salmos, que diz assim, versículo 3. Tramam-as tutamente contra o teu povo e conspiram contra os teus protegidos, dizem vindo risquébulos, risquébulos de todas as nações, e não haja mais memória do nome de Israel. Estou a falar da América, a Inglaterra e o povo judaico, pois tramam concordamente e firma uma aliança contra ti, as tendas de Idon e os ismailitas Moab e os agarianos, gabal, amon, amalek e felícia, como os habitantes de tiro. Estou aqui a falar de várias nações, digamos assim, de tipo da família de Ismael, isto é, e nações arábicas, provavelmente debaixo de uma aliança do islam. Provavelmente, não sabemos, mas é possível que seja isso. E também, a Síria se alia com eles, isto se constitui em braço forte aos filhos do Ló.
A Síria também se juntará a eles, a Síria que representa Alemanha. Por isso, vai haver um grupo possivelmente radical, possivelmente islamico, com a Alemanha, que se vão fazer, digamos assim, como chama aqui, uma aliança, firma uma aliança, em versículo cinco, e que vão atacar as nações ijraelitas, que incluem a América e o Israel e a Inglaterra. E, por isso, diz assim, em Ozeais capítulo cinco, em Ozeais capítulo cinco, Ozeais capítulo cinco, versículo cinco a sete. Ozeais cinco, versículo cinco a sete, diz assim, a subverba de Israel, abertamente, o acusa, Israel e Ifray, que irão por causa da sua iniquidade, e juda, que irá, juntamente, com eles. Israel e Ifray, e juda. Israel, digamos assim, uma naça, o Ifray, que é o resto. Detrime de Israel, sua manessa, e Ifray, e juda, que seria, então, respectivamente, manessa a América, e Ifray, em Inglaterra, e juda, o que chamamos hoje, a nação de Israel. Que irão juntamente. Sim, juda, que irão juntamente, com os outros dois. E, provavelmente, nessa sequência, Israel, isto é, a América primeiro, depois a Inglaterra, e depois juda. E, então, versículo sete, que diz assim, a lei, vosamente, se houveram contra o Senhor, porque geram filhos bastardos, agora, agora, a Lua Nova os consumirá com as suas porções.
Isto é, vai ser, durante um período de um mês, durante um período de um mês, a Lua Nova os consumirá. E, por isso, é possível, que seja esta diferença entre 1290 e 1260, é, durante um período de um mês, depois da Igreja fugir, então, vai ser a destruição das nações.
Israelitas, incluindo e-frame, e juda, durante um período de um mês, e isso, então, como vimos em Salmos 83, será, possivelmente, uma aliança entre várias nações de descendência de Ismael com a Síria, juntamente. Dá, ainda, a ver, que é possível que seja isso. É possível, estamos a ver, a que pôr as escrituras aqui. Se não for exatamente assim, conforme as coisas vão-se desenrolando, vamos, então, ver com melhor entendimento, mas parece que é esta combinação. Assim sendo, então, é o começo da grande tribulação, porque as nações vão ser, ir para as gravidão, e vejam aqui, em Apocalipse, capítulo 6. Apocalipse, capítulo 6.
Apocalipse, capítulo 6.
Versículo 12, anta-septo. Perdão, Apocalipse 6, versículo 9. Versículo 9 diz assim, versículo 9. Quando ele abriu o quinto selo, vinha debaixo do altar, as almas daqueles que tinham sido mortos por causa da palavra Deus, por causa do destumunho que se sustentava, que laman a voz alta. Quando isto vai acontecer, e então vemos que vão ser mortos, no que versículo 11, vão ser mortos, como em quando eles foram, que é a grande triplução que vai acontecer no mundo. É o quinto selo.
Entretanto, em paralelo, lembrem-se que, durante a primeira bandeira que eu marquei, que disse que é o desenvolvimento da religião falsa, em paralelo, a Igreja vai pregar. Agora, durante a grande triplação, a Igreja não pode pregar porque a Igreja vai estar protegida. Então, como é que vai haver uma pregação, o aviso ao mundo? O aviso ao mundo vai ser através das duas testemunhas. Vigemos, então, a Apocalipse capítulo 11. Apocalipse capítulo 11. Apocalipse capítulo 11. Versículo 3 a 6. Diz assim, varém as minhas duas testemunhas que profetizem por 1.260 dias. Isto é por três anos e meio. Vestidas de pano de saco, são estas as duas oliveiras e os dois candeiros que se acham em pé durante o Senhor da Terra.
E se alguém pretende causar-lhe estano, sai fogo de seu boca e devora os inimigos assim, se alguém pretender causar-lhe estano, certamente, ele deve morrer. Ele tem a autoridade para fechar o céu, para que não chova durante os dias que profetizam, tem a autoridade também sobre as águas, para convertê-las em sangue, bem como para ferir a Terra com toda a sorte flagelos, tantas vezes quando os quiserem.
Vigemos assim, que, então, as duas testemunhas vão ter um poder especial de avisar o mundo de pregar contra este falso profeta que estará a reinar em paralelo durante a Grande Tribulação.
E, então, vamos ver que, depois da Grande Tribulação, o que acontece? Mateus 24, Mateus 24, Mateus 24, 29, Mateus 24, 29, Mateus 24, 29. Diz assim, logo, em seguida, à Tribulação daqueles dias, o que vai acontecer ao fim da Tribulação? Qual será a marca, o sinal, que a Tribulação acaba?
Diz assim, o Sol escorcerá, a Lua não dará a sua claridade, as estrelas que irão de firamento, e os poderes dos céus serão abalados.
O femos é que vai haver, após a Tribulação, o sinal do fim da Tribulação, é os sinais no céu. Este sinais no céu, o Sol, a Lua, as estrelas, isto de ser abalado. Este sinais no céu, é o fim da grande Tribulação, é a terceira bandeira, marcação que entramos numa fase diferente, numa fase diferente. Por isso vemos três fases. Primeiro, é a falsa religião que temos que olhar por certas coisas, certas coisas a acontecer à volta no mundo, certas coisas a observar, e, por exemplo, cavalar cada vez até um climax, até termos o falso profeta.
Depois, temos a abuminação da desulação, que vai ser, digamos assim, o sinal a dizer que a grande Tribulação vai começar. E, os sinais do céu, ou nos céus, e as estrelas, os sinais nos céus, vão representar o fim da grande Tribulação.
Vigemos, então, aqui, na Apocalipse 6, versículo 12 a 17. Apocalipse 6, Apocalipse 6, 12 a 17, que diz assim, quando o viocordeira abriu o sexto selo, e sobrevê-se sobre o grande remoto, o sol se tornou negro, como saco de crina, a lua toda como sangue, e as estrelas do céu caíram pela terra, como uma figueira, com a abalada por vento forte. Deixe aqui os seus finos veiores, exatamente o que lemos em Mateus 24-9, que representa o fim da Tribulação.
Diz assim, o céu recolhence, e depois, no versículo 15, os reis da terra, os grandes, se escondem nos montes, e depois diz assim, no fim do versículo 16, caem sobre nós e escondem-nos da face daqueles que se assentem no trono e da ida do cordeiro, porque chegou o grande dia da ida deles.
Queria dizer, irmãos, os sinais no céu é o sinal do que é o fim da grande Tribulação, e que, então, o dia do Senhor vem, o dia da ida de Deus.
O dia do Senhor, o dia da ida de Deus, o dia da ida de Deus só vem, depois, depois dos sinais da grande Tribulação.
Vejam comigo, se faça a favor, em Joel, capítulo 2, versículo 31. Joel, capítulo 2, versículo 31.
Joel, capítulo 2, versículo 31. Daniel, onzeias, Joel, capítulo 2, versículo 31. Que diz assim, o Sol se converterá em trevas e a Lua em sangue.
Este é os sinais no céu, vemos, antes que venha o grande e terrível dia do Senhor. Queres irmãos, estes sinais no céu são antes do dia do Senhor. Exatamente, antes do dia do Senhor.
Por isso, como vemos, temos aqui uma sequência muito clara, bem demarcada, que o dia do Senhor é depois dos sinais no céu.
E os sinais no céu significam o fim da grande tribulação, porque a grande tribulação é a ira de Satanás, mas o dia do Senhor é a ira de Deus.
E os sinais no céu é o sinal de Deus, a dizer que daqui a diante Ele vai intervir no mundo, daqui a diante.
Deus vai tomar controle, começar a ter controle das coisas que estão a acontecer no mundo, antes da vinda de Cristo.
Precisamos ver isto claramente.
Então, vemos aqui que...
Víamos aqui, então, em Apocalipse capítulo 6, onde estávamos há pouco, voltamos agora a Apocalipse capítulo 6, onde estávamos há pouco, Apocalipse capítulo 6, e vimos entre o versículo 12 a 17, que isto... e completamos de ler no versículo 17, porque chegou a grandeia da ira de Deus. Imediatamente após isto, começa o capítulo 7, de Apocalipse. O capítulo 7, o capítulo 7, representa, representa, a selagem de pessoas. Primeiro, a selagem dos 144 mil, e depois a selagem de uma grande multidão. De uma grande multidão.
Vijamos aqui, por exemplo, Apocalipse 7, versículo 14.
Respondi-lhe, meu Senhor, Tu o sabes, porque está a perguntar, quem são estes? Então ele me disse, são estes os que vêm da grande tribulação. Lavaram as suas vestiduras e as alvejaram no sangue do cordeiro.
Estes são pessoas que estão a viver, que viveram através da grande tribulação, e durante a pregação das duas testemunhas, e durante, e tendo ouvindo o que a igreja pregou, antes, de fugir. Agora estão na grande tribulação, estão as duas testemunhas a dizer a eles o que está a passar, explicar o que está a passar. Então essas pessoas arrependem, são arrependidas, e aceitam a Jesus Cristo, e mudam a maneira de viver. E então tornam-se cristãos, porque lavaram as suas vestiduras e alvejaram no sangue do Cordeiro. É o que nós, como verdadeiros cristãos, fazemos. Eles então vão fazer, mas vão fazer só durante a grande tribulação. Mas vai ser uma grande multidão de pessoas do mundo inteiro, de todas as nações.
E vejamos aqui no versículo 15, razão para que se acham diante do trono de Deus? Sim. Tem acesso ao trono de Deus como tu e eu temos. Quando oramos, temos acesso ao trono de Deus através de Jesus Cristo. Temos acesso ao trono de Deus. E servem-no de dia e de noite. Nós, na nossa vida, devemos estar a servir a Deus. Uma vida a servir a Deus, dia e de noite.
E aquele que se sente no trono, estenderá sobre eles o seu cetopetalináculo. Aquilo que sente no trono, Deus, então, vai, polos, na Igreja de Deus, como vai estender a eles a possibilidade de estarem na Igreja de Deus. Isto é no tabernáculo, na Casa de Deus. Vão estar, vão receber o Espírito Santo e vão estar, então, membros da Igreja de Deus.
Então, depois disso, temos o capítulo 8. Apocalipse. E no capítulo 8, diz assim, quando o cordeiro abriu o sétimo selo, por isso, entre o sétimo e o sétimo selo, os serventes de Deus são selados.
Como vimos, é depois dos sinais e, antes das trombetas, os serventes de Deus são selados. São selados, são protegidos da ira de Deus. A ira de Deus não vai afetar os serventes de Deus.
Vai afetar o resto do mundo. Essas pessoas vão ser seladas, milagrosamente, embora vão estar indo no mundo, vão ser seladas.
Vemos assim, o sétimo selo. Então, vimos sete anjos que se acham em pé durante Deus, eles foram nadas sete trombetas, e por isso temos, então, o período das sete trombetas, que é a ira de Deus.
Ao fim das sete trombetas, a última trombeta vai ser a ressurreição. Vejam comigo, se faz favor, em 1 Coríntios. 1 Coríntios.
1 Coríntios.
Capítulo 15. 1 Coríntios. Capítulo 15.
E vejamos, então, que 1 Coríntios. Capítulo 15. Verso 50. 1 Coríntios. Capítulo 15.
Diz assim, 50 a 52. Isto afirme, irmãos, que a carne e o sangue não podem errar o rei do Deus, a erradar em corrupção, as que vos digam mistério, nem todos dormiremos, mas transformados seremos todos, no momento no abrir e fechar dos olhos, a ressuar da última trombeta. Isto é a sétima, são sete trombetas da última trombeta. Se o ará, os mortos os sussitarão incorruptíveis e nós seremos transformados.
A última trombeta é a vinda de Cristo, é a primeira ressurreição. Cris, irmãos, descrevi aqui, digamos assim, uma grande perspectiva, ou cosmovisão, das coisas a acontecer. Está claro, não fui a grandes detalhes do que acontece durante as trombetas, do que acontece depois da sétima trombeta, que são as últimas sétimas pragas, não descrevi o significado de vários acontecimentos que vão acontecer depois, mas simplesmente estou a dar estes três grandes bandeiras, bandeiras ou acontecimentos que nos dão, digamos assim, uma boa perspectiva do que vai acontecer. A primeira grande perspectiva que temos de compreender é o cavalo branco, que é a falsa religião, que vai cavalgar com maior e maior força até dar um climax através de vários falsos ricos, digamos assim, messias, sejam-lhe a travesse islâmicos ou cristãos, mas falsos falsas religiões, até termos um climax, que será o profeta falso, o homem da iniquidade, que vai ser revelado. Por isso, queridos irmãos, temos aqui uma crise que se vai desenvolver até chegarmos a esse climax. Depois disso, essa é a primeira, digamos assim, ponte de observação que temos de estar a olhar. Depois disso, temos a abominação de desulação, que significa o tempo da igreja fugir, e depois disso a destruição da América, Inglaterra e Israel, durante o período de um mês, e que possivelmente vai ser feito por esta aliança de nações.
Depois temos a grande tribulação.
E muitos outros detalhes que não descrevimos, mas com este grande cosmo a visão, começam então a preencher outros detalhes no puzzle, estou a dar uma visão, uma grande visão. E em terceiro lugar, a terceira, digamos assim, bandeira vermelha, são os sinais no céu.
Os sinais no céu, que significa o fim da grande tribulação, mas o início da ira de Deus, mas antes da sétima trombeta serem tocadas, antes da ira de Deus, vamos ter a selagem dos serventes de Deus.
E depois temos os acontecimentos da sétima trombeta, temos acontecimentos da trombeta final, que é a vinda de Cristo, na sétima trombeta, e temos outros acontecimentos que se seguem depois, que são a sétima ultima pragas e outros acontecimentos que se seguirão.
Por isso, queridos irmãos, temos aqui uma, digamos assim, cosmo-ovisão, em que marquei três pontos importantes para nos ajudar a ver onde estamos na profecia. O Climax da religião falsa, até termos o falso profeta. Há abominação de desulação que iniciará a grande tribulação. E os sinais no céu que separão, que separarão a grande tribulação do dia do Senhor, que é a ira do céu, que é a vinda de Deus. Que nos separarão a grande tribulação do dia do Senhor, que é a ira do Senhor. Queridos irmãos, para concluir, quero olhar aqui uns pontos em Mateus 24, se faça a favor. Mateus 24, se faça a favor, vejam comigo. Porque, depois de Cristo dar estes avisos aqui em Mateus 24, ao fim de Mateus 24, começando no versículo 32 e incluindo o Mateus 25, mas só vou ler alguns princípios aqui, o Mateus 24, que diz assim. Aprendei, pois, a parábola da figueira, quando já os seus ramos se renovam e as folhas brotam, é isso que está próximo verão. Assim, também vos, quando vires todas estas coisas, sabém que está próximo às portas. Em verdade, vos digo que não passará esta geração sem que tudo isto aconteça. Passará o céu e a terra, porém as minhas palavras não passarão. Queridos irmãos, o que está a dizer é que não podemos pôr datas exatas. Não podemos cobrir todos os detalhes, porque não podemos pôr, Deus digamos assim, dentro de uma caixa. Deus pode adaptar as situações como ele queira e como ele decide. Ele nos dá certos, digamos assim, pontos principais. A dizer que o falso profeta vai vir, vai haver uma abominação de desolação, vão haver os sinais nos céus, numa certa sequência, mas certos detalhes e datas não sabemos.
Por isso, nenhum de nós temos a capacidade de pôr datas nisto. Não temos datas ninguem, só temos estas marcações para ver.
E depois temos que pôr escrituras atrás destas marcações, que é o que ele nos dá. Dá uma certa sequência, mas mais nada. Do resto, temos que ver como ir de cuidado. E, como diz no versículo 36, diz assim, mas a respeito daquele dia e hora ninguém sabe, nem os anjos dos céus, nem Jesus Cristo próprio, senão Deus Pai. Cris irmãos, para eu estar, ou tu, a alguém do nosso estar a começar a pôr datas, é um exercício completamente em vão, porque nem próprio Cristo sabe, exceto o Deus Pai.
Versículo 42. Portanto vigiai, porque não sabés em que dia vem o vosso Senhor. Portanto vigiais, porque não sabés em que dia vem.
Cris irmãos, temos que vigiar. Vigiar o quê? Primeiro, vigiar a nós próprios. Ter cuidado com a nossa atitude, que será uma atitude suspírio e gemêreco, para que o mundo se arrependa, temos que ter um coração de arrependimento e de mudança, temos que continuar até o fim com amor e com paixão, não permitir que o nosso amor se esfria. Isso é a primeira coisa que temos que vigiar a nós próprios. E, em segundo lugar, temos que vigiar os acontecimentos à volta de nós do mundo.
Acondicimentos, tal como Israel e os sacrifícios, a Europa unir-se, os 10 Reis, o rei do Sul, a perda da supremacia da Inglaterra e da Britanha, a Igreja Católica e a Igrejas Falsas, não só a Católica, mas também o Islão, e a Igreja de Deus, e, finalmente, a queda de valores e de moralidade.
Esses vários acontecimentos mundiais vão dar um climax a vermos o homem de iniquidade, o falso se profeta, depois a abominação de desolação e, depois, os sinais no céu. E, depois, o dia do Senhor. Continuando, então, a ler em versículo 45, Mateus 24, quem é, pois, o servo fiel e prudente? A quem o Senhor confiou com os servos para dar-lhe sustento a seu tempo? Bem-aventurado aquele servo, a quem seu Senhor, quando vier achando, fazendo isso. O que é que temos de tentar a fazer, queridos irmãos? O que é que temos de estar a fazer? Temos de estar a fazer a obra de Deus. O que Ele nos dá para fazer? O que é que Ele nos dá para fazer? Não dá para fazer pregar o evangelho do reino de Deus. Temos de continuar a demonstrar amor para com os irmãos e para com a verdade. E, por isso, a carne que nós temos de estar a praticar é o crescimento de cristão, vencendo as nossas fraquezas e fazendo a obra de Deus em nós próprios e de pregar o mundo, o aviso ao mundo. E não é só de estarmos a pôr datas da profecia. Carinhos irmãos, temos de pôr a profecia numa perspectiva correta. Sim, a profecia na perspectiva correta é a seguinte. É descrita em 1 Coríntios, 1 Coríntios, 1 Coríntios, 2. Diz assim, ainda que eu tenha o dom de profetizar e conhecer todos os mistérios e toda a ciência, mesmo que ele saiba tudo, saiba todas estas coisas, ainda que eu tenha também a fé, a ponte de transportar montes. Se não tiver amor, nada serei. Criis irmãos, este é o ponto importante. Temos que ter amor. Sim, temos que ver estas, digamos assim, macrovisão, essa grande visão do mundo, das coisas que vão acontecer, para não estarmos confusos, para não sermos enganados. Mas o importante é precisamos ter amor, precisamos estar a vencer a nós próprios, a desenvolvermos mais e mais o caráter dos Cristo da nossa vida e a fazer a obra de Deus de pregar o evangelho do reino de Deus como um atista munhão-mundo e ajudar a convertir-se em irmãos, conforme Deus os chama e lhes abre a mente para quererem ser transformados. Queridos irmãos, isto tudo vai conduzir ao ponto final, que é ao alvo final, que é Deus ter filhos e filhas de Ele no reino de Deus. Mas antes disso, antes desses filhos de nascer, vai haver grandes dores de parto.
E esses dores de parto vão ser experimentadas, ou sentidas, na Igreja de Deus e pelas pessoas no mundo. Mas queridos irmãos, sim, vai haver problemas, vai haver aflições, vai haver dificuldades, mas temos que vencer. Temos que estar completamente focados, estarmos prontos a vigiar, a ter sentimentos de gemir e carinho para com o mundo, para que haja arrependimento. Temos que amar a verdade, temos que ter amor pela verdade. E amar os irmãos, ter carinho e compaixão de um para com o outro. Queridos irmãos, temos que ser, ter sempre a visão que o alvo de Deus é ter filhos e filhas no reino de Deus. Essa é o propósito e, por isso, temos que buscar primeiro o reino de Deus e a sua justiça. Queridos irmãos, precisamos ter um foco disso de tudo, para nos dar coragem, para nos dar força, para que não sejam os enganados. Que Deus vos ajude a abrir a vosamente para compreenderem estes pontos de uma maneira que seja clara na vossa vida. Até a próxima, queridos irmãos. Aqui é Jorge Campos.
Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).