Apocalipse 3:7-13

Estudo Bíblico 09 do Livro de Apocalipse

A carta à Igreja em Filadélfia.

Transcrição

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Este é o nó no estudo do livro da Apocalypse, que já começamos há uns meses atrás. E vou rever brevemente, como o meu costume, rever as áreas que já cobrimos, a mensagem à Igreja. Vemos que as mensagens à Igreja são uma história de como várias ideias pagãs foram introduzidas inicialmente na Igreja Primitiva, na Igreja de Deus, através das várias Siladas do Diabo, e como os cristãos, através dos séculos, vieram a ser afetados. Vamos, então, ler aqui, em 2 João 7, se faz favor, 2 João 7, aliás, 1, 7, 10. 2 João, não há capítulos. 2 João 7, 10, diz assim, porque muitos enganadores têm-se pelo mundo de fora, os quais não confessam Jesus Cristo vindo em carne, assim ao enganador e ao anticristo. 3 Aquais lagos para não perderes aquilo que temos realizado com esforço, mas para receberes completo galardão. 4 O daquilo que ultrapassa a doutrina de Cristo, e nela não permanece, não tem Deus. O que permanece na doutrina, esse tem tanto Pai como o Fio.

E depois concluindo-me no recílio 10, se alguém vem ter convosco e não traz esta doutrina, não recebeis nem em casa nem em idades as boas-vindas. E por isso estamos aqui a ver um ponto é que muitos enganadores virão, que não confessam que Jesus Cristo de facto vem na carne.

Isso é parte das doutrinas que existem hoje em dia, as pessoas não entendem, de facto, como Jesus Cristo vem na carne e deu a sua própria vida e de facto morreu. E depois está a dar um aviso a calcular-nos para não ultrapassar-nos a doutrina de Cristo. Isto é para não irmos para além da doutrina de Cristo.

E aqui vence que na Igreja Primitiva foi que aconteceu, estas ideias começaram a se infiltrar, ideias pagãs, e começaram a adicionar ou a modificar com ideias pagãs a doutrina de Cristo. E é o que existe hoje em dia, nas igrejas denominadamente cristãs, existem estes ensinos pagãs, foram infiltrados dentro dos ensinos. Mas aqui vemos, através das sete igrejas, como a história da igreja tem progredido e progredo durante as eras. A primeira era foi a era da Ephesus, em que vemos que esses se mantiveram fiéis a doutrina, mas perderam aquele primeiro entusiasmo, aquele primeiro amor. Depois vimos na era da Ephemina que esses cristãos, uns séculos mais adiantes, foram perseguidos porque não aceitaram essa doutrina falsa, e por isso houve essa perseguição na igreja.

Com o formato de tempo foi andando, algumas pessoas começaram a aceitar essas ideias, e por isso houve alguns, na era seguinte, de Pergamum, que não transigiram sobre a pressão as leis, e não cederam as ideias pagãs, mas outros começaram a ceder.

Depois, vence na era da Teatira, que houve uma grande quantidade de pessoas da era da Teatira, começaram a transigir a santa doutrina e a ceder sobre a pressão, tolerando ou sincretizando essas apostasias, e se ouvimos em lições andriós. E depois, aos cristãos da era de Sardas, esses começaram a ter uma reputação que vivem, mas que já tinham perdido muitos pontos importantes da doutrina, e precisavam de fortalecer coisas restantes, que ainda não morreram. As obras de Deus não eram perfeitas para ante Deus, e depois diz para se lembrarem-se de que tinham recebido e manterem-se fiéis e a dependerem-se.

Agora, hoje vamos continuar com a Sexta Cártira, que é parte destas cidades na rota do Correio, como sabem Efuzus e Esmina, e Pergam, o Teatira e Sardas, e depois a próxima, digamos, Paragem do Correio era na cidade de Filadélfia. A cidade de Filadélfia foi fundada por um concepto homem chamado Atalus Filadélfus, cerca do ano de 150 a.C.

O nome Filadélfus foi provavelmente, digamos assim, um nome que foram dado a ele, porque ele tinha muito amor para com um dos seus irmãos, embora Atalus fosse o seu primeiro nome.

E por isso esse nome de Filadélfus veio a ser o nome da cidade que foi fundada em nome dele.

Esta cidade tinha uma longa história e foi várias vezes destruída por termóclus. Perdão.

Foi várias vezes destruída por termóclus. Um ponto interessante é quando estes romóptos existiam, praticam ou aconteciam, a maioria dos predes e tudo caía. Mas o que ficava em pé era as colunas. E isso é um ponto interessante, que vamos falar um um pouco mais disso, mais atiante.

Esta cidade também era uma porta para o Planalto Interno da Ásia, por isso havia muito movimento dessa cidade para subir os montes e para ir em próprio Planalto, Planalto mais alto da área da Ásia.

Uma das principais cultivações e indústrias, digamos assim, ou maneiras de rendimento dessa cidade, eram as uvas, plantações de uvas, e por isso era uma das principais colheitas nessa área.

Como as pessoas dessa área, como é geral, as pessoas eram pagantes, as pessoas dessa área tinham um deus, um deus que, digamos assim, eram o deus das uvas, ou das vinhas, e por isso era o deus da colheita da uva, da vinificação, isso era de fazer as covinhos, da fertilidade, da loucura ritual e do êxtase religioso.

E por isso eram um dos principais, essa cidade, eram um dos outros centros de adoração pagã, e um deus, digamos assim, que eles tinham nessa região, era este deus de Dioníso.

Ora, vamos então começar a ler a Apocalipse 3, versículo 6, e lê-se aí que, no capítulo 3, perdão, versículo 7, diz assim, que ao anjo da igreja que está em fila dela, escreve, isto diz o que é santo, o que é verdadeiro, o que tem a chave de David, o que abre ninguém fecha e fecha ninguém abre. Ora, aqui vemos uma vez mais referência ao anjo, grego angelo, que quer dizer mensageiro.

Como estava a dizer ao anjo, o mensageiro, que é uma mensagem possivelmente ao líder ou ao pastor responsável por essa área. Também vemos aqui que isto simboliza que há uma certa hierarquia na igreja, porque esta mensagem vem descristo ao mensageiro, ao líder, ao pastor desta igreja, como tem sido nas outras cartas todas. Mas aqui, veja uma hierarquia, uma hierarquia de cima para baixo na igreja, há sempre uma hierarquia na igreja de Deus.

Depois, continuando, diz aqui, que Cristo é o santo e o verdadeiro. Isto diz que é o santo e o verdadeiro.

Vejam em 1 Pedro 1, 15-16. Por isso, o santo é o santo que você chamou. Deus é santo que você chamou. Você vai tomar os santos também, em você mesmo, em todo o seu procedimento, porque o Cristo está, ser de santos porque eu sou santo. E por isso, o santo é Deus, é Jesus Cristo, mas aqui referindo-se a Jesus Cristo, ele é o santo e ele é o verdadeiro. E por isso, o que está aqui a dizer é uma chamada, porque ele é santo, nós temos que ser santos como ele é também. Precisamos de ter a mesma atitude de santidade.

Outro ponto que é verdadeiro, porque sabemos que Deus não aumenta. Vejamos aqui em Tito capítulo 2, Tito capítulo 2, perdão, Tito capítulo 1, versículo 2, Tito capítulo 1, versículo 2, diz assim, na esperança da vida eterna, que o Deus que não pode mentir, prometeu antes dos tempos internos. E por isso, vemos aqui que Deus não aumenta, não pode mentir. Vejam também em Hebreus capítulo 6, versículo 18. Hebreus capítulo 6, versículo 18. E diz assim, para que medean duas coisas imutáveis, nas quais é impossível que Deus menta, forte alento, tenhamos nós, que já corremos para o refúgio, a fim de lançar mão da esperança proposta.

Aqui está a falar a seca da promessa, que foi feita a Braão, e que diz que Deus jurou essa promessa. E por isso é feita, digamos assim, por duas coisas imutáveis. Primeiro, porque Deus jurou, e segundo, porque Deus é impossível de mentir. Por isso, duas coisas imutáveis. E por isso, vemos aqui que Deus não aumenta.

E por isso Cristo, que é na imagem do Pai, é o ator da verdade, porque o verbo é aquele que nos dá a verdade. Também vemos que Cristo está aqui nesta igreja, que é a igreja de Filadélfia, está numa área em que há doutrinas pagantes, neste caso deste Deus das Uvas. Jesus Cristo é o único completamente verdadeiro. Por isso estás a dizer que Cristo é o santo e que é o verdadeiro.

A doutrina de Cristo da igreja é a verdade. Todas as outras regiões são falsas. E por isso a doutrina correta e viver corretamente andam juntos, andam de mão em mão. Por vezes assim, diz que é santo, temos que ser santos, temos que viver de uma maneira correta e temos que ser verdadeiros e a verdade é a doutrina de Deus e por isso precisamos de ter a verdade, amar a verdade.

E por isso a doutrina correta e viver da maneira correta, da maneira santa, estão os dois ligados. Estão juntos aqui neste recíclico. E por isso estamos a ver aqui que não pode haver santidade sem verdade. Não pode haver santidade sem verdade. Os dois andam juntos. Então vamos continuar a ler neste versículo e diz aqui, vimos que é Cristo falando. Como lemos, por exemplo, em Apocalypse 2, versículo 1, versículo 8, versículo 12, versículo 18, etc. É sempre Cristo que está a falar ou dar a mensagem a estas igrejas.

Por exemplo, no versículo 2, no versículo 1, diz assim, aquele que conserva na mão direita as sete estrelas e que anda no meio dos sete candieiros do Loro. Como falámos, vimos anteriormente que é Cristo. No versículo 8, diz assim, diz o primeiro e o último que esteve morto e tornou a viver. Fá claro que é Cristo. O versículo 12, diz assim, ao anjo das igrejas, diz, aquele que tem a espada afiada de dois gumes.

E, se também falámos anteriormente, que representa Cristo. Por exemplo, no versículo 18, diz assim, estas coisas diz o filho de Deus, que tem os olhos como se chama de fogo e os peços semelhantes ao bronze polido. E, se também, descrevemos anteriormente. E, por isso, vemos que está falando claramente de Cristo. A carta é escrita por Cristo. Ora, como vimos, esta igreja, nessa era, nessa era em que a carta foi escrita, essa congregação, estava rodeada de pagãos e maldades.

E, assim, é o mesmo que acontece, através das eras, na era de Philadelphia, que era a volta dos anos de 1927, adiante, a ver se que é esta era, que também existe muitas maldades, muitos ensinos pagãos, misturados com as rejeões cristãs. E aqui Cristo dá a certeza que é Ele que tem o poder de acesso a tudo do rei de Deus, de acordo com a sua vontade.

Ele tem, em que é o que tem a chave de David, por isso ele tem a chave que dá acesso ao rei de Deus, porque ele foi ele que deu a David o reino, o trono, e ele tem a chave deste reino para nós podermos ser parte do reino, e isso é tudo de acordo com a vontade de Jesus Cristo. Ora, a chave é muito importante, é fundamental, é necessária. Você não pode abrir algo sem ter a chave dessa porta, e ele tem a chave de David.

Ora, isto é assim, há a história de Eliakim, filho de Ilcas, em que Eliakim tinha a chave de David. Vamos ver, então, Isaías capítulo 22. Isaías capítulo 22.

Começando no versículo 20 até ao 22, naquele dia, chamarei o meu servo Eliakim, filho de Ilcas, e vesti-lhe o hei da tua túnica. Isto era da túnica do administrador anterior, o Mordomo, que não era um administrador fiel, e por isso está a tirar a responsabilidade, a autoridade, desse administrador, do que era o Mordomo, antigo, o Sébna, que é, vamos ler daqui a pouco, uma parte dessa história, mas tirou desse Mordomo a sua túnica, a sua veste de responsabilidade, e vai dar essa túnica a Eliakim, filho de Ilcas, porque era um homem fiel, e diz assim, sigiloei com a tua faixa, e lhe entreguei nas mãos o teu poder, e ele será como o pai para os moradores de Jerusalem e para a casa de Judá. Quer dizer, o poder que este Mordomo, este administrador tinha, administrador do Reino, ele perdeu porque era cruto e foi dado a um, que era justo, que era Eliakim, filho de Ilcas. Eliakias, não é? É justo que era Eliakim, filho de Ilcas. Versículo 22, porém sobre o teu ombro. Porém sobre o teu ombro. Isto é. Porém a autoridade, a autoridade sobre ti, dar-te a autoridade. Porém sobre o teu ombro achar, na casa de David, ele abrirá e ninguém fechará, fechará e ninguém abrirá. Por isso, este filho de Ilcas, este homem Eliakim, ia ser o mordomo, o administrador do rei, tinha esta autoridade. De que? Tinha a chave, tinha autoridade. A autoridade que era do poder de Sábina, foi entregue aí Eliakim. Se você for ver aí, no versículo 15 do capítulo 22, diz assim, diz o Senhor, o Senhor dos exércios, ainda vai ter com este administrador, com Sábina, o mordomo, e pergunta-lhe, porquê estás a fazer isso? Porque está a fazer coisas corruptas. E depois diz assim, no versículo 19, eu te lancerei fora do teu posto e serás derribado da tua posição, da tua posição da autoridade. E foi dada essa autoridade a um servo que era fiel, que é o Eliakim. E por isso, então, Eliakim passou a ter a chave de todos os tesouros e acesso ao rei. Por isso, as pessoas que terem acesso ao rei, ao governo, ao reino, tinham que ir através de Eliakim. Ora, Cristo é o antitipo de Eliakim. É fiel e ele tem a autoridade do reino. Ele tem a chave. Ele é que tem a chave de David. Essa chave tem a autoridade do reino. Vejam, então, em que é Isaías 9, por c. 6 e 7. Isaías 9, por c. 6 e 7. Diz assim, por como o nino nos nasceu, um filho se nos deu, o governo nos passa sobre os seus homens. Ele tem esta autoridade. E o seu nome será maravilhoso aconselheiro, Deus-forte, pai da eternidade, príncipe da paz, para que se aumente o seu governo e venha, par-se, enfim, sobre o trono de David e sobre o seu reino, para o estabelecer e o firmar mediante o juízo e a justiça desde agora e para sempre. O zelo do Senhor dos Exércitos fará isso. E, por isso, vê-se que Cristo tem a autoridade do reino, do reino de Deus. Tem essa autoridade do reino de Deus. E, por isso, a chave aqui, simbólicamente, esta chave, aponta para o Espírito Santo de Deus, que é o que nos dá acesso a sermos verdadeiros cristãos, a vermos a ser, a ser santos, a vermos a ser membros do corpo de Cristo. É o que nos gera, é o que nos guia, é o que nos santifica. E nos dizemos aqui, em Romano 8, versículo 9.

Diz-se, em vós porém não estáis na carne, mas no Espírito. Se, de facto, o Espírito de Deus habita em vós. E se alguém não tem Espírito Cristo, esse também não é de Ele. E, por isso, o Espírito, ele é que tem a chave, ele é que nos dá o Espírito Santo, não são batizados, é Cristo que nos batiza com o Espírito Santo, que proceda do Pai. Está claro, é o Pai que nos batiza, mas é Jesus Cristo, aquele que tem a autoridade de nos dar o Espírito, e que nos dá o Espírito após o batismo, pela imposição das mãos, quando o Ministro ora e pede a Jesus Cristo para cumprir essa promessa. E, por isso, a Jesus Cristo é que ele tem a chave, e esta chave aponta para o Espírito Santo de Deus.

Continuando a ler no versículo 8, da Apocalipse 3, diz assim, conheces tuas obras e eis que diante te pus uma porta aberta. Agora vejam, por exemplo, aqui, em 2 Coríntios 2, versículo 12. 2 Coríntios 2, versículo 12. Eu escrevi esta secção, aqui, em 2 Coríntios 2, versículo 12, diz, Ora quando cheguei atroado para pregar o Evangelho de Cristo, e abrindo-se-me uma porta no Senhor, não tive descanso no meu Espírito, porque não achei ali meu irmão Tito, mas despedi-me o deles para ti, para a Macedónia. Aqui, ve-se que esta porta, que Paulo está a referir aqui em Coríntios, é a porta de abril para ele poder ir pregar o Evangelho na Europa.

Queria ir para a Agressa, que era parte da Europa, porque estava na Ásia. Vejam também atos capítulo 16, é onde este evento é mencionado nos atos dos Apóstolos. Atos capítulo 16, versículo 8 a 10. Atos 16, versículo 8 a 10. Viz assim, e tendo-o contornado Mísia, de ser atroado, à noite sobreveia Paulo uma visão na qual um varão Macedónio estava em pé e arrugava dizendo, passa a Macedónia e ajuda-nos. Assim que teve a visão, imediatamente procurámos partir para aquele destino, concluindo que Deus nos avisou, para Deus anunciar o Evangelho. Quer dizer, aqui está a descrição em atos, mas em Coríntios, Paulo está a descrever esta situação, que Deus queria que elas fossem para a Macedónia para ir pregar o Evangelho, que foi o início do Evangelho na Europa. Aí, vê-se que Paulo está a descrever em Coríntios como foi um exemplo de um ato, e por isso, aqui, lemos aqui, abrir uma porta, e por isso não é necessariamente, neste caso, a porta do Reino de Deus, mas uma porta aberta para pregar, ensinar e levar a boa nova do Reino para a Europa. E, por isso, conhece as tuas obras e é este dia de ti, te abrir uma porta para quê? Uma porta para a igreja, na era de Filadélfia, ter uma porta aberta para pregar, ensinar o Reino de Deus na Europa. E vemos, então, também, em Atos 14, versículo 27, diz assim, ali chegados, reunindo a igreja, relataram quantas coisas fizeram a Deus com eles e como abrir aos gentios a porta da fé. E, por isso, esta porta aberta não é só para os israelitas, mas é para os gentios. Isto é para todo mundo. A porta é para todo mundo.

Para a igreja, na era de Filadélfia, assim, tem, digamos assim, uma porta aberta, tem um poder espiritual de Deus para pregar o evangelho à volta do mundo, através desta porta que está aberta. Esta é a missão de um reino de Deus, e, por isso, nós, como membros desta era de Filadélfia, coletivamente, como uma organização física, Deus abriu a nós, deu à igreja, nesta era de Filadélfia, uma obra a fazer. Antes da vinda de Cristo. Isto é de pregar a boa nova do rei de Deus, como destumunho a todo mundo, e, então, virá ao fim. Isto não foi feito anteriormente. Nenhuma outra era da igreja de Deus tinha esta missão. Esta missão foi dada a esta era de Filadélfia.

Como vimos nas eras anteriores, dos anos que se produíram, digamos assim, foi um período em que, inicialmente, em Éfesus, eles mantiveram a verdade. Depois, conforme as eras foram andando, foram lutando contra aqueles que se diziam que eram cristãos, mas estavam a introduzir ideias pegãs ao cristianismo verdadeiro, estavam a lutar contra isso. Conforme o tempo foi introduzido mais e mais, até que ficou na área de Sardas um fino muito pequenino. E ao fim da área de Sardas, então, começaram a fortalecer um pouco, e depois, o que vemos é que vem a era de Filadélfia, e na era de Filadélfia, então, vê-se que a verdade é, digamos assim, é restabelecida na Igreja com todas as suas verdades, com todos os seus ensinos e elotrinas básicas necessárias para a verdade. E esta verdade, então, a Igreja tem a responsabilidade de pregar esta verdade a todo mundo. E por isso, é o que vemos em Mateus 24-14, que este evangelho do Reino vai ser pregado à volta do mundo como um destumunho a todas as eleições e então virá ao fim. Isto é uma missão, mesmo antes do fim, que não foi feita antes, nos séculos anteriores. Mas não é só coletivamente que temos uma responsabilidade, individualmente, a porta é para nós sermos um exemplo a outros. Nós temos que sermos um exemplo. Veja, por exemplo, em 1 Pedro 3, versículo 15. Veja aqui, 1 Pedro 3, versículo 15. Diz assim, antes de certificar a Cristo como Senhor em vossa coração, estando sempre preparados para responder a todo aquele que vos puder, razão da esperança que há em vós. Vemos estar sempre preparados para responder a todo aquele que vos puder, que vos perguntar por que você tem esta esperança. Isto é o nosso exemplo, tem que ser tal, tem que ser um exemplo tal, que faz com que as pessoas façam essas perguntas, porque vê uma mudança na nossa vida. Vemos que somos diferentes e, por isso, nós precisamos estar prontos a responder. Por isso, individualmente, a nossa responsabilidade, além de prepararmos a nós próprios, é de sermos o exemplo, sim, está claro, de apoiarmos a organização física para a organização física, para fazer a sua obra. Isto é orar para os ministros, orar para aqueles que fazem as publicações, publicam a Bornov, isso tudo, orar por isso. Mas, adicionalmente, individualmente, temos que fazer a nossa parte. Temos que ser o sal e temos que ser esta luz do mundo. Temos que falar as coisas com cuidado, com o sal que dê um sabor agradável ao que dizemos. Vejam aqui em Colossenses 4, versículo 6. Colossenses 4, versículo 6. A vossa palavra seja sempre agradável, temperada, com o sal, para saber-os como deveis responder a cada um.

Temos que falar com as pessoas, com carinho, com amor, com uma gentileza. Não é para amaguar as pessoas, mas com uma atitude de humildade temperada com sal, para dar a mensagem de uma maneira correta. Isso é o que precisamos de todos estar a trabalhar, a vencer isto e precisamos de agarrar isto. E por isso, se Jesus Cristo está a ser àqueles da Era de Fia e da Elvia, conheças suas obras e por isso tens uma porta aberta. Uma porta aberta para pegar o evangelho à volta do mundo. Continuando a ler, no versículo 8, diz assim, e ninguém pode fechar esta porta. Tendo pouca força, guardaste a minha palavra e não me gaste o meu nome. Esta obra, em primeiro lugar, não é pela nossa própria força, ou pela força da igreja, pois a igreja tem pouca força. A igreja tem pouca força. Ora, que força é essa? Ora, temos uma força pequena. Que força pequena é essa? Somos pequenos em números? Sim. Somos pequenos em finanças? Sim, comparado com organizações do mundo, são muito pequenos em finanças. Mas vejam, em segundo Coríntios, capítulo 12, versículo 9. Eu tenho aqui escrito segundo Coríntios, capítulo 12, versículo 9. Quando Paulo tinha um favorar por certas fraquezas que ele tinha, então Deus disse a ele, a minha graça te basta, porque o meu poder se aperfeiçou na fraqueza. E por isso, ele disse de boa vontade, pois me glúriarei nas minhas fraquezas, para que em mim habite o poder de Cristo.

E por isso nós, a igreja na era de Fidel Delphi, temos pouco poder nesta era. Sim, temos pouco poder. Mas a obra que estamos a fazer é para o poder de Cristo.

É para o poder de Cristo. E por isso, é que diz assim, colheças todas as obras e dou uma porta aberta e ninguém a pode fechar. Tendo pouca força, guardaste a minha palavra. E por isso, a igreja nesta era é ilugiada por guardar a palavra Deus, porque são fiéis a sã doutrina de Cristo.

E por isso, é muito importante sermos fiéis a doutrina de Cristo. E depois diz também, e não negaste o meu nome. Quer dizer que a igreja nesta era não negam o nome de Jesus Cristo. Não levam o nome da igreja de Deus e de verdadeiros cristãos em vão.

Tenhem cuidado nesses, de como carregam, como levam o nome. Por exemplo, em Jesus, capítulo 20, versículo 7, está a falar dos 10 mandamentos de Deus, para não usar o nome de Deus em vão. Vigemos então, Jesus 20, versículo 7.

Não tomar, tomarás o nome do Senhor, Teu Deus, em vão.

A palavra tomar aqui, quer dizer carregar ou levar. E nós, por isso, precisamos ter cuidado, não estar a levar, não estar a, na maneira que, por exemplo, falamos com as outras pessoas, ou que as pessoas sabem que nós somos membros da igreja de Deus, e as pessoas estão a dizer, olha, se isto é que é ser um membro da igreja de Deus, não quer nada a ver com a igreja de Deus. Ora, isso, isso é dizer mal, é usar o nome de Deus em vão, e de uma maneira, é estar a negar o nome de Jesus Cristo, e, por exemplo, ter cuidado, que não façamos isso. E, por isso, nós precisamos de atuar como parte da família, precisamos de viver, precisamos de obedecer, precisamos de confiar no poder de Deus. E isto é parte do que nós temos que fazer, sermemos desta família de Deus. E, por isso, vivemos como Ele vive, sendo santo, sendo verdadeiros, obedecendo, seguindo a palavra de Deus, guardando a palavra de Jesus Cristo, a Bíblia, e não ligando o nome dEle. E isto é tudo parte do que Deus, Jesus Cristo, está a erogiar a Igreja durante a Era da Filadélfia. E depois diz, As que farei aos da sinagoga de Satanás, as que se dizem, judeus e não são, mas metem, as que eu farei que venham e adorem pros estrados até os pés e saibam que eu te amo. Os da sinagoga de Satanás, vimos isso em Apocalipse capítulo 2, versículo 9 também.

Capítulo 2, versículo 9 diz assim, e a dois fêmeos dizem que assim mesmo se declaram judeus e não são. Estão a declarar como se fossem judeus e não são. Aqui é a mesma coisa. As que se dizem que são judeus, não é? Estes são os da sinagoga de Satanás, são os adversários da igreja. A sinagoga de Satanás, como lemos aí em Apocalipse 2, versículo 9, são os adversários da igreja. Vejamos aqui em segundo Coríntios capítulo 11.

Versículo 12 a 15.

Mas o que faço e farei é para cortar ocasião aquelas que abuscam com o intuito de serem considerados iguais a nós, naquilo em que se gloriam. E Tapálua dizia, olha, eu sou o apóstolo, e as pessoas estão a dizer que são os adversários da igreja, naquilo em que se gloriam. E Tapálua dizia, olha, eu sou o apóstolo, e as pessoas estão a dizer que são os apóstolos, não são realmente apóstolos. E depois diz-se, porque os tais são falsos apóstolos, obreiros fraudulentos, transformando-se em apóstolos de Cristo.

E continuo a ler no siglo XIV. E não é a admirar porque o próprio Satanás se transforma em anjos de luz. Não é muito, pois, que os seus próprios ministros, o que é da sinagoga de Satanás, se transformem em ministros da justiça, e o fim deles será conforme as suas obras. E por isso estamos a perder aqui, aqueles que são da sinagoga de Satanás, que se dizem que são judeus, mas não são. Mentem, dizem que são judeus, mas não são. Ora, vejam em Romanos capítulo 2, versículo 28 a 29. Romanos 2, versículo 28 a 29.

Porque não é judeu quem o é apenas exteriormente, nem a circuncisão a que é somente na carne. Por um judeu é aquele que o é interiormente, e a circuncisão a que é do coração, no espírita, não sendo, não segundo a letra, e cujo louvor não, e cujo louvor não procede dos homens, mas de Deus. Por isso o verdadeiro judeu espiritual é aquele que é o verdadeiro cristão. E por isso é-se que se dizem judeus, é-se que se dizem que são verdadeiros cristãos, mas não são. Mentem, esses são os d'Agnc.agoga de Satanás. É-se que se dizem que acreditam em Cristo, que dizem que são verdadeiros cristãos, mas não são. Vejam, por exemplo, Mateus 7, versículo 15. Mateus 7, versículo 15. Acalto-leivos dos falsos profetas, que se nos apresentam disfarçados em alveias, mas por dentro são lobos robadores. Esses são falsos profetas, que se disfarçam como que dizem que são judeus, mas não são. Dizem que são cristãos, dizem que são verdadeiros cristãos, mas não são. E por isso é-se que dizem que díem mais adianto, no versículo 20, dizem, pelos seus frutos, os conhecerais. E muitos desses causam divisões, querem ser, por exemplo, pessoas diferentes. Mesmo que, por exemplo, tenham vindo para a Igreja deus, depois querem ser pessoas individuais, querem ter o seu individualismo, não querem ser parte de trabalhar em conjunto, em equipe coletivamente, para fazer a obra. Ora, se não estão a trabalhar coletivamente para fazer a obra, como podem fazer esta obra da Filadélfia? Não estão a fazer. E por isso é preciso ter cuidado com essas atitudes independentes, que muitos, hoje em dia, têm. Por isso dizem que são parte de verdade, mas não aceitam a autoridade da Igreja. Ora, dizem, oh, a Igreja é ditadora. Não é Igreja, não é ditadora, mas Deus faz tudo em autoridade. Há uma autoridade de cima para baixo, através da Igreja. De Cristo. Para a Igreja aos ministros, aos membros. Esta autoridade. Tudo é feito descentemente e em ordem.

E por isso a Igreja no Tempo do Fim diz aqui, ou está a dizer aqui o significado, isto é que a Igreja no Tempo do Fim vai encontrar, ou encontra, muita imitação, muito ritualismo religioso, individualismo, hipocrisia. Isto é oposição misturada com a Títuos Humanas. Oposição, dizemos sim, somos cristãos, somos isto, fazemos isto tudo, até podem estar, a obter às leis de Deus, até podem estar a guardar os dias santos, isto tudo, mas têm atitudes mundanas misturadas com isso. Por isso, quem as emoções imitações, ou são individualistas, ou há certas hipocrisias. E por isso precisamos ter analisado isto cuidado, porque aqui está uma mensagem à Igreja da Era de Filadélfia, uma Era de Amor, uma Era que estão a fazer uma obra, estão a fazer uma obra de pregar a boa nova do reino de Deus ao mundo, estão a fazer isto coletivamente. Ora, queremos ser parte desta Era, ou queremos ser das outras Eras, porque diz que a mensagem é a todos, a todos nós, temos que ter cuidado, somos parte desta característica, desta Era de Amor, de uns para com os outros, ou não. Estamos a analisar e a examinar a nós próprios, estamos a ver se de facto somos pessoas deste Amor de Irmandade, de Irmãos uns para os outros, que é a Era de Filadélfia.

Ora, aí diz, mas eu farei, que venham, e adorem prostrados, até os pés, e sabem que eu te amo. Aqui está a dizer, que vão ter que reconhecer a autoridade que Deus deu à igreja na Era de Filadélfia.

Deus vai fazer isso bem claro, fará bem claro, com quem ele está satisfeito, e por isso vai ver um certo respeito.

Depois, no mundo da manhã, que vão respeitar aqueles que são da Era de Filadélfia.

Continuando, como, ou porque, guardaste a palavra da minha paciência, ou outras versões diz da perseverança, também eu te guardarei da hora de tentação que há de vir sobre todo o mundo, para tentar os que habitam na terra. Porque eles perseveraram, porque foram firmes e implacáveis em perseverar, em manter a santa autrina, em manter o amor da verdade, e manteram-se constantes em guardar a palavra de Deus.

Vigemos aqui, segundo o professor de unicensos capítulo 10.

O homem fala acerca do amor da verdade, mas fala isto acerca do contexto destes falsos ministros, deste homem da iniquidade. Vigemos aqui, em segundo o professor de unicensos capítulo 2, capítulo 2, versículo 10. Falando, começando a ler no versículo 9, o aparecimento inico é segundo a eficácia de Satanás, com vários milagres que vão enganar o mundo inteiro, e com todo engano de justiça aos que parecem, porque não acolheram o amor da verdade para serem salvos, porque não se agarraram ao amor da verdade.

Mas aqui, os da Philadelphia, é aqueles que tiveram a perseverança de guardar a palavra, guardar a verdade, não negarem a Cristo. Tiveram esta perseverança, têm este amor.

Ora, essas que estão a perseverar, têm uma promessa grande. Promessa, diz assim, de que Deus os vai guardar da hora de tentação.

Ora, não é só uma libertação da prova, ou da tentação, mas é uma libertação do período, da hora, do período de tempo, durante a provação que virá à Terra toda. Isto é, por isso não vai ser só uma libertação da prova, mas uma libertação deste período de tempo.

Por isso não vão ser afetados por este período de tempo.

Os guardará desta hora da tentação. Não vão ser afetados por essa grande tribulação.

Assim se vê que é uma libertação que essas pessoas vão ter poucos anos da grande tribulação que vão ser protegidos. Vejam, por exemplo, a Mateus 24, versículo 20, 22.

Ora, para que a vossa fuga não se dê no inverno nem no sábado, porque neste tempo vai virar grande tribulação, como desde o princípio e do mundo até agora, não tenha vido nem virá jamais. E por isso estamos a orar para sermos protegidos antes deste tempo, porque vai ser um período de grande tribulação.

Ora, como vemos, Satanás vai ser...

Vejamos aqui em Apocalipse 12, começando no versículo 13, a vossa vai ser expulso do céu e atirado para a terra. Apocalipse 12, versículo 13. E veja aqui, quando... Veja se ele se viu, versículo 13, quando, pois, o dragão se viu atirado para a terra, perciu a mulher que dera à luz o filho barão. Isto é, perciu a igreja. E foram dadas à mulher, está a igreja, a duas asas da grande águia. Tanto como os israelitas também dizem quando saíram de Egito, também foram nas asas da águia, por isso não quer dizer que tivessem ido da avião. Não, mas para que voassem até ao deserto, ao seu lugar? Isto é, vão ser guardados, protegidos, numa área, num deserto, no seu lugar. Onde é? Não sabemos. Sim, há várias especulações. Tá bom, pronto, há várias especulações. Mas como isso vai acontecer? Não sabemos. É bem possível que seja uma ação de anjos, mas isso é a minha especulação. Não sabemos. O ponto aqui é importante é que precisamos de entender que Satanás vai perseguir a igreja e vai perseguir esta parte da igreja, como vamos ver a uma parte da igreja, porque diz assim que esta parte da igreja vai ser sustentada durante um tempo, tempos, em um estado, um tempo. Isto é durante três anos e meio, isto é o período da grande tribulação, fora da vista da serpente. Isto é, de uma maneira que a serpente Satanás não pode tocar nessas pessoas. Então, a serpente, o siglo XV, arrujou da sua boca, atrás da mulher, água.

Talvez um exército, seja o que for, água como um rio, a fim de fazer com que ela fosse arrebatada pelo rio. Isto é que ela, a mulher, isto é a igreja. Ora, a terra, porém, sucurreu a mulher e a terra abriu a boca e angoliu o rio. Tal como quando os jurelites saíam do Egito, o rio vermelho se abriu e a tropa egípcia morreu quando o rio se fechou sobre ela. Aqui é a mesma coisa, mas, em vez disso, a água é a história é virada de outra maneira, em que o rio agora representa a água, como no rio representa esse exército, e a terra própria é que vai abrir e vai angolir esse exército, ou esse grupo de pessoas, ou esse grupo de pessoas que vão perseguir a igreja. Ora, veja, então, no versículo 17, diz assim, iroso dragão contra a mulher e foi projá-lo contra os restantes da sua descendência. Aqui prova que a mulher se dividiu, digamos assim, dividiu em duas partes. Uma parte foi protegida, querendo dizer aqui, fugiu, no versículo 14, 15 de assares, e outra parte não foi protegida, ficou atrás. Essa que ficou atrás, diz assim, são índios que guardam os mandamentos de Deus e têm o Disto Mundo de Jesus. Ora, vê-se aqui que, no tempo do fim, há várias eras da igreja em paralelo. Vimos, quando cobrimos a era de Sardas, vemos indicações na era de Sardas, que essa era ainda existe. Vemos agora aqui a era de Philadelphia, que vai existir até o fim, e que vai ser protegida, dando-se o período que vai tentar, de grande tribulação, mesmo no tempo do fim. E depois de ir até temos a era da Lauda e Seia, que vamos ver no próximo estudo, que também vai existir durante o tempo do fim. E por isso vemos várias eras da igreja de Deus existir no tempo do fim. A promessa é dada àqueles que estão na era de Philadelphia, neste tempo do fim, aqueles que perseveraram, que foram filhos e placáveis em perseverar, em manter a santo doutrina, em ter o amor da verdade e constantes em guardar a palavra Deus, aqueles que tiveram fidelidade nisto, esses, então, vão ser protegidos. E por isso é que diz em Lucas 21, versículo 36, e tem essa aqui escrita, que Lucas 21, versículo 36, vigiar pois em todo o tempo, orando para que sejais a vidros perdinos, de evitar isto é escapar, todas estas coisas que andam a acontecer, e estar em pé diante o filho do homem. E por isso está aqui a dizer, que precisamos vigiar constantemente, orando, para sermos considerados dignos por quem? Por Deus, está claro, por Deus, por sermos considerados como membros da Igreja da Era de Philadelphia, porque se não estamos a ter cuidado, podemos mudar para estar na Era de Sardas, ou estar na Era de Laudaceia. Por isso temos que ter cuidado, porque estas eras estão a existir durante o tempo do fim. E por isso temos que estar a vigiar, que não nos desviamos, que mantemos a perseverar, manter firmes, implacáveis, manter a sando-trina, manter o humor da verdade, constantemente aguardar a Palavra de Deus, para escapar estas coisas que são de acontecer, e para estar de pé. Isto é, para estar presente, para ser ressuscitados, se morrermos ou se estamos a viver, sermos transformados, e estarmos de pé, à frente do Filho do homem, quando ele vier à segunda vida. Agora, continua-me. No versículo 11 diz assim, eis que venham sem demora, guarda o que tens, para que ninguém tome a tua coroa.

Sem demora, vem da palavra grega, ta rao, ta ru, grego 5053, que quer dizer, também, pode ser traduzida como de repente, inesperadamente. Como muitas escrituras diz, que Cristo virá a como um ladrão, quando os seus não esperam, repentinamento. E, por isso, precisamos estar a vencer até esse momento, para sermos protegidos. Por isso, guarda o que tens, que ninguém tome a tua coroa. Guarda o que tens. Por exemplo, se ter cuidado com a nossa atitude mental, manter a santa otrina, manter o amor pela verdade, termos esta chave, o Espírito de santa deus, estarmos ao obedecer, e não negar o nome de Cristo. Isto é tudo que temos que guardar, entanto as coisas que temos que guardar, que são mencionadas nesta carta. E depois diz, guarda para que ninguém tome a tua coroa.

Que coroa? Seria a coroa ser um rei, um reino de Deus?

Sim, poderia ser, mas a palavra grega para coroa aqui, é 4735, 4.735, quer dizer, estétfanos. E essa é a coroa de Grinaldo, ou louros, que uma pessoa recebe, quando vence uma competição, ou uma corrida. É uma coroa de vitória. E por isso diz assim, guarda o que tens, para que ninguém tira a tua coroa de vitória.

Por isso, se você está preservando, se você está, ou se eu estou segurando firme, ou se estamos firmes, se temos todas as características de constância, e estamos resistindo, resistindo às fraquezas da carne, resistindo às coisas mundanas, estou fazendo o que devo fazer, estou perto de Deus, então ninguém toma a sua coroa de vitória.

Vejamos, então, em segundo tronissense, capítulo 2, versículo 9 e 10. Estivemos aí agora mesmo, mas quero ler esta secção de novo, segundo o que vos são, niscenses, capítulo 2, versículo 9 e 10. Está aqui a falar, aparecimento inico, e a gicaça de Satanás, várias sinais e milagres, e, como todo o engano da justiça, aos que parecem, porque não acolheram amor a verdade para serem salvos. Mas diz assim, aos que parecem. O que aconteceu? Para estarem a aparecer? Quer dizer que perderam amor da verdade? Quer dizer, em vez de manterem fiéis, em vez de estar perseverando, em vez de segurando o filme, estando firme, em vez de ter estas caratrísticas de ser constantes e de perseverar até ao fim, abriram a mão? Começaram a abrir a mão? Começaram a crescer? A não ter o contacto com Deus que deviam ter? E por isso estão em perigo? De perder a coroa da vitória? Por isso precisamos ter colher? E o que está a dizer? O que acontece? Porque não acolheram amor da verdade. Precisamos de acolher o amor da verdade.

A quem vencer, eu oferei coluna no tempo do meu Deus e Ele nunca sairá. Escreverá isso, e ele vai ser o que vai ser. E Ele nunca sairá. Escreverá-lo o nome do meu Deus e o nome da cidade do meu Deus, a nova Jerusalém que destra o céu do meu Deus e também o meu nome-nome.

Como expliquei, vamos ver a cerca de colunas. As colunas, antigamente, tinham impressas nas colunas os nomes de pessoas.

E como expliquei, que era uma área que havia multorremotos e as colunas mantiam sem pé. Os prédios caíam, mas as colunas mantiam sem pé.

Espiritualmente, espiritualmente, as colunas são nós que temos que se manter afirmos quando há terremotos. Vamos fazer uma pergunta aqui. Tem havido terremotos na Igreja de Deus?

Tem. Tem havido muito terremotos? Espiritualmente. Você está na Igreja há muitos anos. Você sabe. Tem havido terremotos na Igreja de Deus? Você sabe. Tem havido terremotos na Igreja de Deus?

Como se não tivesse muito, muitos não se mantiveram em pé. As colunas mantêm sem pé durante o terremoto. E depois diz, a convencer, porque estamos a ser fiéis até ao fim, a convencer, vai ser uma coluna espiritual. E essa coluna, diz assim, será no tempo do meu Deus.

E se há uma coluna que não sairá, não estará mais sujeita, ou você não estará mais sujeito a tentações e provações, você vai ter uma residência permanente na presença do Pai, vai estar no tempo de Deus.

E então, qual vai ser o seu nome? O seu nome se tornará parte do rei de Deus. Porque o seu nome vai ser escrito nesta coluna, que é parte do tempo de Deus.

E esse tempo, em você, vai ter o nome de Deus, por exemplo, você tem um livro, por exemplo, tem um livro, quer que você escreve assim, não o seu nome, para saber que o livro pretensa você. Não é? Por exemplo, você tem um livro e tal, você escreve assim, não o seu nome, é o meu livro, pretensa a mim. Por isso, você vai ter o nome de Deus, que pretensa Deus, você pretensa Deus. Também vai ter o nome da cidade de Deus. Isto é que pretencemos ao rei de Deus, na nova Jerusalém, na sede do Reino, sede do Reino Interno. Nova Jerusalém, isto é, para lá do milênio, para lá do milênio, eternamente, vamos ser cidadãos permanentes desse Reino. Não vamos ser mais pregrinos, não vamos ser mais estranhos, vamos ser permanentes.

Por isso, o interessante, ponte aqui, vou por aqui entre parentes, femos a festa de Tabronaclus, que é por certas dias, porque vivemos em pregrinação por certas.

E depois temos o oitavo dia, mas já não é o oitavo dia de Tabronaclus, há sete dias Tabronaclus, e depois o oitavo dia. E sabemos que o oitavo dia representa a segunda resolvição e esse período desse julgamento da segunda resolvição mobiliza, mas também aponta para que não somos mais pregrinos.

Aponta a eternidade para Nova Jerusalém e o que virá depois também.

E por isso vamos ser cidadãos permanentes nesse reino. E o nome, o novo nome de Cristo será, ok, e devia ter um ponto de entregação aqui, será um novo nome de Cristo, será-se um novo nome que reconhece o relacionamento entre nós e Jesus Cristo.

Eu escrevi mais coisas aqui e não, e caiu e só preparei agora que caiu do slide. Nós vou corrigir isso na postiva que eu vou mandar a vocês. Por isso, o novo nome de Jesus Cristo é uma pergunta aqui. Nós sabemos o que é. Não, a Cê está claro e eu não sabemos o que é esse novo nome de Cristo. Mas será um novo nome, pergunta, será um novo nome reconecendo este firme relacionamento entre nós e Jesus Cristo? Ponto de entregação. Quer dizer, um novo nome que é possível, que está à especulação, estou perguntado. Não sabemos o que é, mas poderia ser que reconhece este relacionamento especial entre Jesus Cristo e nós, que Jesus Cristo vai ter um nome novo que é parte deste casamento, é quando nós também nos casamos, por exemplo, as damas têm um novo nome, e o pai vai ter um novo nome que representa esta família, que inclui nós. Uma coisa espiritualmente, uma coisa muito significada. Já.

Agora, continuando a ler. Vamos agora, antes de concluir o último versículo, vamos falar um pouco acerca da era de Filadélfia. A Era de Filadélfia, claro, foi depois da Era de Sardas, e escrevemos isso em estudos anteriores. Por isso a Era de Filadélfia, temos que ver qual igreja tem esta linhagem, e que vai a fazer isto, vai a fazer esta obra e vai a fazer isto de uma maneira que é completamente distinguível de todos os outros. Só a um. É que vemos que desde 1931, quando o Sr. Armstrong foi ordenado, esta obra começou. Não estamos a dizer que ele é um ídolo, não é um ídolo, não estamos a reconhecer que foi através de uma pessoa que Deus usou como o mensageiro para construir esta parte de missão que foi profetizada aqui. E por isso nunca aconteceu como a partir deste período, nunca aconteceu nada a volta do mundo como a partir deste período. A propagação do Evangelho começou pela rádio e pela por a verdade que era como a revista era conhecida inicialmente, e agora é conhecida como a Boa Nova e a Inglês como Beyond Today. A Inglês era a Plane Truth depois vai ser conhecida como Beyond Today, e em português agora é como a Boa Nova.

E essa propagação do Evangelho começou pela rádio e pela revista em 1934 e 19 anos depois se espalhou para a Europa e o nome da Igreja, a Igreja de Deus nunca foi negado, foi sempre conhecido como a Igreja de Deus e vários pontos, secções, anas e pisos de palo e isso vê-se o nome da Igreja sempre nomeada como a Igreja de Deus e adicionalmente temos que lembrar que temos que estar ligados à videira através do ramos isto é uma simbologia muito importante porque existe uma organização física para alimentar a Igreja e ministros selecionados por Deus. Vigemos então João capítulo 15 João capítulo 15 João capítulo 15 versículo 5 diz assim eu sou a videira e vos os juramos quem permanece em mim e eu nele está muito fruto porque sem mim nada poderá se fazer. Temos que estar na videira os Espíritos têm a videira e nós os juramos e aquela energia que vem dentro da árvore como é aquele gênero de líquido que alimenta a árvore quando você corta uma árvore ver aquela líquido que sai do Espírito Santo e nós, por isso, temos que estar ligados e esta videira tem ramos e pois tem ramos e tem subramos esta analogia que é uma organização, está organizada a igreja é assim, organizada e tem ministros e vigemos aí em Fésio capítulo 4 e Fésio capítulo 4 versículo 11 a 17 e Fésio capítulo 4 versículo 11 até versículo 17 e mesmo ele concedeu uns para apostos outros para profetas outros para evangelistas e outros para pastores e mestres aí vence que existe pastores na igreja pastores e professores com que razão? Por que que é esta organização? Por que? Está assim organizado simplesmente por nenhuma razão? Não! Convistas ao profecimento dos santos Díamos assim por exemplo, os santos, nesta analogia da videira Díamos assim, são as folhas ou os frutos, as uvas e isso tudo, não é? que podemos produzir mas nesta videira e é interessante que a igreja em Filadélfia era numa área, numa região que produzia uvas muito interessante também e por isso temos que estar a ligar à videira que ela produz as uvas e esta organização existe para o profeçoamento dos santos para o desempenho do seu serviço para a edificação do corpo de Cristo. Por que? Para o corpo de Cristo crescer ser edificado até que? Até que chegamos à unidade da fé e do pleno conhecimento de Jesus Cristo e de a graça e no conhecimento de Jesus Cristo. Até chegarmos a quê? A perfeita verunidade. Isto é até o homem perfeito. Ou, em outras palavras, à medida do padrão, à medida da estatura da plenitude de Cristo. Para quê? Para que não mais sejam os comuninos agitados de um lado para o outro e levados ao redor por todo o vento de doutrina pelo arteimânio dos homens, pela astúcia pela astúcia com que induzem ao erro. Por quê? Porque estamos tendo firmes mantidos seguros com amor à verdade. Mas, seguindo a verdade em amor. Aí está o outro ponto. Seguimos a verdade. Mas tem que ser tudo em amor. Tudo que fazemos tem que ser em amor.

Crescemos em tudo naquele que é a cabeça. Cristo. A Ereja na Era da Filadélfia vê-se claramente que não há outro grupo que cumpriu estas responsabilidades da Era de Filadélfia.

A Ereja que se seguiu, que cresceu desde a partir dos anos de1931, essa tem cumprido. O ponto é o seguinte. Estamos nós a mantê-nos na Era de Filadélfia, espiritualmente. Ou estamos a ficar mornos, como vamos cobrir com o próximo estudo, ou estamos a ficar parece vivos mas que estamos mortos, estamos a ter cuidado. Temos que manter ferventes ideais na Era da Filadélfia. E, em conclusão, o último versículo diz assim quem tem ouvidos, oiça! O que o Espírito diz às igrejas. Por isso temos que tomar atenção a tudo que é dito às igrejas.

Vigemos, então, aqui. O que diz às igrejas? Temos que tomar atenção a todas as outras mensagens, mesmo você vive nesta Era. Por exemplo, vou mencionar alguns pontos a realçar. Cristo é o cabeça da igreja. Temos que reconhecer que Cristo é o cabeça da igreja. Não é um homem. Sim, na organização existem homens ao símbolo da organização. Mas, Cristo é o cabeça. Cristo é o que dirige a igreja através do seu Espírito, através do Conselho. E o Conselho depois guia e dá instruções ao presidente, para depois executar através da administração e pelos ministros. E, então, tem esta autoridade de cima para baixo. Também temos que outro ponto a realçar é que Cristo nos deu a chave vital que abre o caminho para o rei de Deus. E esta chave é o Espírito de Santo Deus. Que abre o caminho. Precisamos ter o Espírito de Santo. Por isso nós não podemos perder esta chave. Devemos de usar esta chave diariamente. Está a usar sempre a chave diariamente.

Precisamos de entrar pela porta. Pela porta usando o Espírito de Santo fazendo o que sabemos que temos que fazer entrar pela porta. Mas, também, temos que ajudar, porque esta porta não é a porta de sol do reino, mas é uma obra coletiva da organização. E temos que ajudar esta obra com as orações pelos ministros, orações um pelos outros, quando um está doente, oraram pelo outro. Orar que caja mais finanças para a igreja, para que podemos continuar a fazer a obra. Que pessoas venham que Deus nos deu o coração e a bondar para darem as suas ofertas, e os seus dígimos. E, também, vamos falar de obra. Porque é uma obra de fé. Porque não se cobra dinheiro a ninguém, é uma obra de fé. E, também, temos que entender que não podemos fazer esta obra sendo pessoas individuais. Olha, eu não preciso de uma organização, eu vou fazer isto sozinho. Você não pode fazer sozinho. Se você vai sozinho, não está a fazer a obra da era de Filadélfia. Então, você, o tomate e o mento está a sapor na outra era. Você se tenha cuidado. Temos que estar envolvidos no negócio do Pai. Isto é a obra que o Pai está a instituir através dos Cristo nesta era. Temos que estar envolvidos nesta obra. Coletivamente. Mas, também, individualmente. Fazemos fazer a nossa parte individualmente. Fazemos ser um exemplo. Meter fiéis até ao fim. E, então, até a próxima conclusão.

Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).