Deixa ir o meu povo

A história da libertação dos israelitas do Egipto durante o dia de Páscoa e dos dias seguintes dos Pães Asmos tem paralelismos aplicáveis à Igreja e ao mundo.

Transcrição

This transcript was generated by AI and may contain errors. It is provided to assist those who may not be able to listen to the message.

Música Bom, deobotar-te, queridos irmãos, aqui a Joscamos. Deus tem um plano para libertar a humanidade, o mundo inteiro, de Satanás, deste invisível faraó em controle do mundo. O povo de Israel, quando foi libertado do Egito, simbolicamente representa a Igreja a ser libertada do pecado, mas também isso simbolicamente representa a Igreja não só ser libertada do pecado, mas a Igreja representa também o mundo inteiro a ser libertado deste pecado, desta escravidão deste mundo. E este faraó invisível, isto é, Satanás será forçado para deixar o povo de Deus sair desta escravidão. E, por isso, que os irmãos hoje querem ver algumas escrituras acerca do período da páscoa e do simbolismo da páscoa, e, por isso, vamos começar a ler em Exodus 1. Em Exodus 1, veis aí os descendentes de Jacob, e depois começando a ler no versículo 6, disse assim, faleceu José e todos os seus irmãos e toda aquela geração. Mas os filhos de Israel foram facundo e aumentaram muito, e se multiplicaram, e, grandemente, se fortaleceram de maneira que a Terra se encheu deles. Eles se espalharam grandemente. E, então, veis aí que o rei do Egito, como se olavicara, um bocado preocupado, e ele disse ao seu povo, eis que o povo dos filhos de Israel é mais numeroso e mais forte que nós. Eia, usemos da Estúcia para com ele, para que não se multiplique. E seja o caso que, vindo guerra, ele se ajunte com os nossos inimigos, peleja contra nós e saia da Terra. Por isso, os Egitos, diz aqui no versículo 11, poseram sobre eles feitores dobras para os aflingirem com as suas cargas. E os Israelitas edificaram a faraó, as cidades, celeiros, pitom e ramessés. Mas, quando mais os afligiam, tanto mais se multiplicavam e tanto mais espalhavam, de maneira que sim, que atavam por causa dos filhos de Israel. Quanto mais, por são, punham neles, mais continuavam a multiplicar. E por isso, vês aqui, os Egitos fizeram a vida amarga aos Israelitas. Com dura servidão, como dei, de lesse no versículo 14, em barro e tijolos, com todo o trabalho no campo, com todo o serviço em que, na tirania, os serviam. E depois, o rei do Egito ordenou às parteiras e, dizendo a elas, examinar-se for filho. Matai-o, mas for filha que viva. Mas as parteiras tiveram e temeram a Deus e não fizeram isso, como se lê aqui nesta secção. As parteiras continuaram a permitir que os filhos continuassem a viver e tiveram medo de Deus e, assim, Deus as abençoou também. Vê-se aqui que a Nação de Israel estava debaixo de uma aflição crescendo cada vez mais. A Nação de Israel, que era uma pregarina, que, ao fim deste período, começou a estar debaixo de uma aflição grande. E é simbólico da Igreja de Deus, que é a pregarina neste mundo. E conforme os dias se avançam, há certas aflições que de dia a dia maiores na Igreja de Deus. E isso, como disse, representa também o mundo. Porque o mundo hoje em dia também está em aflição, está escravo de Satanás. Quando vocês conhecem, vocês próprios ou conhecem amigos, estão a ter problemas extremamente difíceis neste mundo, nesta vida.

Então, continuando no Exodus capítulo 2, vence aí a história do nascimento Moisés, e um bocadinho mais adiante ao fim do capítulo 2 da Exodus, como se anda a ler no versículo 23, diz assim de corrido muitos dias, morreu o rei do Egito. Os filhos de Israel gemiam-se sobre a servidão e por causa dela clamaram e o seu clamor subiu a Deus. Ouvindo o Deus e seu gemido, lembrou-se da sua aliança com a Braão, com o ensaque e com Jacob. E viu-lhe aos seus filhos de Israel e atentou para a sua condição. Então, Deus decidiu que a hora tinha chegado de atuar. E então, vence aqui, em capítulo 3, que apacentava Moisés, o rebanho de Jeteró, seu sogro, sacerdote de Miriam, e levando o rebanho para o lado do sentado deserto, chegou ao monte de Deus, ao arebe. Então, apareceu-lhe o anjo do Senhor. Como se vê no versículo 6, um querido em más a diante, diz que esse anjo do Senhor, esse mensageiro de Deus, ele próprio se chamou-se próprio, eu sou o Deus de teu pai, o Deus da Braão, o Deus de Isaac e o Deus de Jacob. E diz assim Moisés, escondeu o rosto, porque te meu olhar para Deus, por este anjo do Senhor, o mensageiro do Altíssimo, é aquele que nós conhecemos como verbo que veio a ser Jesus Cristo. Vê-se aqui claramente que havia dois seres. Continuando, então, a lera aqui na história, que é que o anjo do Senhor apareceu foi numa chama de fogo no meio de uma sarsa. Uma sarsa, digamos assim, um arbusto. O significado disso pode ser, não dizer que é, mas pode ser, por exemplo, representando a nação de Israel, que ainda não era, digamos assim, uma árvore forte, era simplesmente um arbusto. Ainda estava a crescer aí na escravidão no Egito, e que o Senhor apareceu e que estava nessa sarsa, nessa nação de Israel. Por outro lado, o fogo representa uma aprovação de fogo, e o povo estava a ir a ter uma aprovação de fogo. No Egito estavam a ter um período difícil. No entanto, tal como a sarsa não estava a ser consumida, o povo também não estava a ser consumido. A analogia também representa a igreja hoje em dia, com as suas dificuldades e provações que as pessoas têm, mas que a igreja não está consumida, não está exterminada, continua a andar a existir a igreja de Deus. O fogo, por outro lado, também tem um significado representando um efeito de limpagem, de limpar, de tirar as impurezas por um fogo. Continuado, então, a ler no versículo 4, ex-2-3, vendo o Senhor que Ele se voltava para ver, Deus no meio da sarsa o chamou e disse, Moisés, Moisés, repetindo a palavra duas vezes, dá-se um sinal de urgência, e Ele respondeu, ex-maquí, e Deus continuou, não descegues para cá, ter as sandalas e os pés, por que lugar em que estás, é terra santa. Mostra um certo respeito a Deus, um respeito que é certo, como nós no culto, na igreja temos de ter um certo respeito a Deus. E depois, continuando, no versículo 6, disse mais, eu sou o Deus do teu Pai, o Deus do Abraão, Deus de Izaco, Deus de Chaco, mas é que quando eu rosto, porque temer o olhar para Deus, disse ainda o Senhor. Certamente via aflição do meu povo, porque aqui o Senhor, uma vez mais que este anjo do Senhor, também era o Senhor. Por isso este mensageiro do Altíssimo era o verbo, o que veio a ser Jesus Cristo. E assim disse o Senhor, certamente via aflição do meu povo, que está no Egito. E eu vi o Seu clamor por causa dos Seus isatores. Conheço-de o sofrimento. Por isso, decidi afim de livrá-lo da mão dos Egitos e fazê-lo subir daquela terra, a uma terra boa e ampla, terra que manda lei e mel, lugar do cananel, do itel, do amoreu, do frezeu, do ivel e do jebozeu.

E por isso, vence assim, que Deus chegou ao período que disse que vai libertar o povo. Nós também vivemos agora num período do fim, em que Deus vai libertar este mundo dentro breve.

Continuando, então, a lê-lo.

O versículo 10, vem agora e eu te enviarei a farol para que tires o meu povo, os filhos de Israel, do Egito.

E Deus, então, disse a Moisés, Vem, eu vou te usar como um instrumento meu, como um servo meu, para tu, como uma ferramenta das minhas mãos, digamos assim, ser um instrumento para Deus usar para tirá-los o meu povo, os filhos de Israel, do Egito. O que a Moisés disse? Oh, sou eu, eu mesmo, eu é o que vou fazer. Não, não, está claro que não foi. Moisés, o homem é muito manso, como lemos, por exemplo, em números 12 versículo 3, um homem muito manso disse, quem sou eu? Quem sou eu? Para ir a farol, o homem é muito mild e muito manso. Quem sou eu? Não sou ninguém. Antigamente, quando ele era mais jovem, quando era uma pessoa importante, e que era um imacíto do farol, teria pensado essa maneira. Mas depois, destes 40 anos de provação, ele então tornou-se um homem muito mais humilde e manso. Pois, continua no versículo 12. Deus lhes respondeu, eu serei contigo. Mas que coisa é encorajadora, não é? Quando Deus diz a você, eu estarei com vosco. Com você. E é o que Deus nos diz a nós. Eu nunca te deixarei, nunca te desamparei. Ibreus 13, versículo 5. Eu estarei sempre contigo. Cris irmãos, esta é a mesma promessa que Deus tem para conosco. Desde que nós sejamos fiéis a Ele. E este sáu-sino será o sinal que eu te envihei, depois de ter tirado o povo do Egito. Servirás a Deus neste monte. Hás de vir aqui neste monte. Este então era um monte sinaio, onde eu estava. E virás aqui servir.

Diz-se-moisés a Deus. Eis que quando eu vier aos filhos de Israel, ele lhes disser, o Deus dos vossos pais me enviou a vós outros. E se perguntarem, qual é o seu nome? Que lhes direi? O que que eu vou dizer? Diz-se Deus a Moisés. Eu sou. Este era aquela que vimos aqui, no versículo 2, que era o anjo do Senhor. Era o mensangero do Altíssimo, mas também aqui que se vê que é Deus, porque disse, versículo 14, disse Deus a Moisés. Eu sou o que sou. Diz-se mais, assim direi aos filhos de Israel. Eu sou. Me enviou a vós outros. E vocês veem, por exemplo, em João, em várias secções de João, em que há sete vezes que Jesus Cristo diz que ele é, diz que eu sou. Lembram-se? Ele diz que ele é o pão, é a luz, é a porta, é o bom postor, é a resurreção e a vida, é o caminho e a verdade, e é a verdadeira videira. Jesus Cristo disse, eu sou, que ele é. Mas continua no versículo 15, diz assim. E disse Deus ainda mais a Moisés. Assim dirás aos filhos de Israel. O Senhor, o Deus de vossos pais, o Deus de Abraham, o Deus de Isaac, o Deus de Jacob, me enviou a vós. Este é o meu nome e terramento. O meu nome, o Deus de Abraham, de Isaac e de Jacob. Quantas vezes é referido na Bíblia, como o Deus de Abraham, Isaac e Jacob? Até mesmo, às vezes, é referido como o Deus de Jacob. Nos profecias, ve-se, por exemplo, em Isaías 2, versículo 3 e em Miqeias 4, versículo 2, no mundo da manhã, a dizer, o Deus de Jacob está a renar na terra. Ve-se aqui que este é o nome que ele deu e, por isso, continuando aqui, no versículo 17. Por quanto, portanto, disse eu, far-vos-ei subir da aflição do Egito. Esta aflição vai acabar. Para a terra do Cananel, do Iteu, do Amorrel, do Ferzeu, do Ivel, do Jebusel, para uma terra que mana leite e mel. Depois, continuando a ler, no versículo 18, eu verão a tua voz e irás, com os anciãos de Israel ao rei do Egito, e lhe lhe irás, o Senhor, o Deus dos Ibreus. Nos encontrou. Agora, pois deixe-nos ir a caminho de três dias para o deserto a fim de se sacrifichemos ao Senhor nosso Deus. Eu sei porém que o rei do Egito não vos deixará ir, se não for obrigado por uma um forte e foi obrigado por uma um forte pela mão de Deus. E nós, queridos irmãos, vamos ser libertados deste mundo por uma um forte. Vamos ser libertados desta prisão, deste mundo de Satanás, em que estamos prisioneiros por uma um forte de Deus, com a vinda de Jesus Cristo. É a única esperança que temos, queridos irmãos, a vinda de Jesus Cristo. Não é nenhum partido político, não é nenhum presidente ou presidenta, ou seja, o que for, nada. O único verdadeiro presidente, rei governante, que nos vai libertar dos problemas deste mundo. Fazer esta mão forte de Deus pela mão do próprio Jesus Cristo, o filho de Deus. É a nossa única esperança, queridos irmãos, a nossa única esperança.

E depois, ele continua aqui, nesta secção, ver-se nos capítulos seguintes, que Moisés vai falar com o rei do Egito, e ver-se as pragas, as várias pragas, inicialmente as nove pragas, como se fossem três séries de três pragas. A primeira foi anunciada ao faroão Nilo, isto foi as águas de sangue, depois proclamada no palácio, foi as rãs, e depois enviadas sem aviso, que foi os piolhos. Depois repete-se esta série, foi as moscas, a peste do gado, e as úlceras, as moscas primeiro, que seria então a quarta, a peste, que foi anunciada ao faroão Nilo, depois foi as pestas de animais, que foram proclamadas no palácio, e depois as úlceras, que vieram sem aviso. Estas séries, anunciado ao faroão Nilo, proclamado no palácio, e depois veem sem aviso. As últimas três são as pedras, os gafinhotos e as trevas. Estas vieram, estas pragas, cada vez mais intensas, cada vez mais fortes, e que efetivamente estavam a destruir os deuses do Egito. Porque os deuses do Egito eram o rio, eram os piolhos, parece mentira, tivessem deuses com piolhos, eram rãs, eram o gado, como o boi, eram o sol, eram os deuses do Egito que estavam a destruir. E, no mundo hoje em dia, Deus vai destruir os deuses das nossas mações, hoje em dia. Por exemplo, a democracia. Porque Deus vai demonstrar a nós que a democracia, que este Deus governante de democracia só traz grandes argumentos e disputas. E, ao fim de contas, não há nenhuma maneira de governar do homem que tenha, ou seja, a seleção dos problemas deste mundo. Porque este Deus de que nós pensamos que podemos fazer isto por nós próprios, que nós nos fazemos deuses, vai ser destruído. Estas liberdades, que chamamos liberdadas deste mundo, o meu direito, estes vão ser destruídos. O dinheiro, este Deus hoje em dia, que é o dinheiro, o dinheiro para as pessoas, é como um Deus, para muitas pessoas, vai ser destruído. Vão nem estar o dinheiro pelas ruas fora, vão nem estar o ouro e a prata pelas ruas fora. O sistema de governo deste mundo, das várias nações, vão ser destruídos, seja federal, seja governo, tipo de governo, vocês tenham na vossa nação, vai ser destruído as finanças, os investimentos, estas casas de ações e coisas assim, vão ser destruídas. Porque vai haver corrupção, vai haver grande destruição, outro Deus que temos neste mundo hoje em dia, o sistema de educação que existe, vai ser destruído. O Deus do exército, das nossas nações, vai ser destruído. E todo tipo de governo, seja que for, todo tipo de organização humana, que nós fazemos como se fosse um Deus, para nos salvar. Através da sua completa incompetência e corrupção, vai ser destruído.

E por isso, ver-se, como estas pragas aconteceram no Egito, e cada vez ficaram mais intensas e mais fortes, vamos ver estas mesmas dificuldades a destruírem as nossas nações. A décima praga, que foi a pior de todas elas, começa então a ser descrita em Jesus 10. Jesus 10.

Vamos começar a ler o versículo 27. Jesus 10, versículo 27. Ele disse, Porém, o Senhor porém endureceu a coração de faraó e as não quis deixar-os ir. Disse, pois faraó, mas és. Retira-te-me. Este foi depois da Nona Praga, a Praga das Trevas. Disse assim, Retira-te-me e guarda-te que não vejas o meu rosto, porque no dia em que vejo o meu rosto, morrarás.

O faraó disse, mas és. Desaparece daqui, porque no dia em que eu te vi de novo vais morrer. Respondeu-lhe, mas és. No versículo 29, bem disseste, nunca mais tumarei-lhe a ver o teu rosto. Mas antes de sair, mas és, continuou e disse mais alguma coisa. E está no versículo 4 do capítulo 11. Disse assim, mas és disse, assim, diz o Senhor, cerca da meia-noite. Está claro, não seria essa noite, porque ainda faltavam os dias, mas de cerca da meia-noite, destes dias, na meia-noite, ao meia-noite, passerei pelo meio do Egito. E todo o primogênito na terra do Egito morrerá. Deus do primogênito fará, ó, sim, desde o teu primeiro filho, o primogênito, que se assenta no seu trono, até o primogênito, o primogênito da serva, que está junto, a amor, e todo o primogênito dos animais. Há verá grande clamor em toda a terra do Egito, qual nunca houve, nem jamais, haverá. Porém, contra nenhum dos filhos israel, deus dos homens, até os animais, nem de um cão, rujinará. Vai estar tudo calminho.

Vai haver um grande clamor onde os Egitos estão, mas onde os israelitas estão, vai ser tão calminho que até os cães não vão ladrar. Para que sabes que o Senhor fez distinção entre os egípcios e os israelitas?

Isto é o que Deus está aqui a dizer ao rei, através de Moisés, antes de ele sair. E disse, então, todos os teus oficiais, de serão amém, todos estes teus oficiais de serão amém, e se inclinarão para andem em, dizendo, sai tu e todo o povo que te segue. E depois disto, sairei. E ardendo a ira, Moisés ardendo a ira, se retirou da presença de faraó. E o amor fureoso estava irado e saiu da presença de faraó. Ora, sabemos que Moisés tinha um problema com a ira em vários casos, através desses 40 anos, que eles andaram pelo deserto, depois de serem do Egito, vencem em vários casos que Moisés não controlou a ira. Ainda que os 10 mandamentos estavam escritos pela própria mão de Deus, não devia ter feito isso, mas ele fez isso por causa da ira. Até que chegou um ponto que, ao fim dos 40 anos, quando ele voltou a onde estava aquela rocha, antes de entrar na Terra prometida, uma rocha que ele tinha abertido ao início dos 40 anos para trazer água de cor com a instrução de Deus. Mas, ao fim dos 40 anos, Deus não disse a ele para bater, para ferir a rocha. Simplesmente disse para falar a rocha. Então, Moisés disse, bateu na rocha e disse, como é que tenho que dar a vocês, água? Vê se esta ira de Moisés apareceu de novo. Então, Deus teve que dizer a Moisés, aqui uma lição que tens que aprender, tens que controlar a tua ira. E por causa disso, não vais entrar na Terra prometida. Cresirmãos, aqui um exemplo para nós. Um exemplo que a rocha representa Cristo e espiritualmente não podemos bater na rocha. Não podemos sacrificar Cristo uma segunda vez. Porque se batemos na rocha uma segunda vez, não entraremos na Terra prometida que espiritualmente é o reino de Deus. E por isso, Cresirmãos, precisamos ter cuidado como tratamos a nossa vida e como respeitamos a Cristo. Porque é muito cuidado. Vê-se aqui, por isso, que o faroó não deixava os israelitos sair. E o faroó era muito teimoso, muito teimoso.

É o mesmo que acontece com Satanás deste mundo, que é muito teimoso e não deixa as pessoas saírem. Saírem deste mundo. As pessoas, por exemplo, aprendem um um bocadinho da verdade de Deus.

Mas querem continuar a viver de mesma maneira. Não se arrependem. É porque estão imprisionados. Estão prisioneiros desta sociedade. E não querem sair. Continuam, não mesmo, um caminho. Cresirmãos, temos que mudar a vida. Temos que sair deste mundo. Temos que. Porque senão Deus não nos vai tirar, não nos vai libertar. Vai nos dar talvez mais umas corrações até nós aprendermos a lição.

Então, vamos continuar, então, com a história, ver se que chegou o período aqui da instituição da Páscoa e continuei estar aqui no capítulo 12, e diz assim, disse o senhor Amoisés, e arão na Terra do Egito, este mês você será o principal dos meses. Será o primeiro mês do ano. Então, eu estive um calendário em Egito, e então Deus disse, olha, este mês vai ser o primeiro mês do ano. Então, vejo que depois, através de várias instruções, temos hoje em dia o calendário hebraico, mas é este mês, e nisso que representa o começo do ano, que hoje em dia é a volta de março, abril. É na primavera numa esfera norte, digamos assim, a primavera na área de Jerusalém.

E, por isso, vejo aqui que Deus disse a Moisés, quando é que seria o começo do ano. Depois, continuando aqui, lê-se assim no versículo 3. Fala toda a congregação da Israel, dizendo, ao 10 deste mês, cada um demorar para si um cordeiro, segunda casa dos pais. Um cordeiro para cada família. Por isso, Moisés já tinha falado ao rei do Egito, voltou a falar agora com os Israelitas, e disse, olha, este é o mês inicial, e ao dia 10 deste mês, vamos, vocês têm que separar um cordeiro.

Segundo a casa dos pais, essa família foi pequena para um cordeiro, então convidará ele o seu vizinho mais próximo, conforme um número das pessoas, conforme cada um puder comer. E calcularemos quantos bastam para o cordeiro. Calculam bem quantos cordeiros vão matar. E guardareis esse cordeiro até o 14 dia deste mês, até o 14 dia começar, e começarem, Deus conta os dias ao pôr do sol. Quando o sol se põe o começo da noite, é que começa o dia, começa esse dia, a contagem do dia. E diz assim, guardarás até ao 14 dia. Quando o 14 dia começa, depois do sol se pôr, então o 14 dia começa. É até ao 14 dia deste mês, que tem que guardar. E depois assim, e todo o juntamento da convenção de Israel o imulará no crepúsculo da tarde. Isto é, depois do pôr do sol, quando há este lusco fusco, o sol já se pôs, e ainda um bocadinho de luz. Então, é bem escuro. Então, nesse crepúsculo da tarde, então, vão imular o cordeiro. E tumorão o sangue, e o porão em ambas as ombras, ombreiras, e na verga da porta, nas casas em que comerem, vão pôr este sangue, à volta da porta. E diz aqui, e diz que, e não, naquela noite, comerão a carne assada no fogo. Por isso, ver se que há algo depois do Porto Sol, essa noite, vão comer a carne assada. Não é cozida, mas é a carne assada no fogo, é como se fosse um no fogo, é um um burazeira, digamos assim, como se fosse, digamos assim, um churrasco, uma carne desse gênero. Compenhas-asmos, e erras-amargas, a comorão. Não, como reis do animal, nada cru, nem cozido, em água, porém assado ao fogo.

Nada das chareis dele, até amanhã do dia seguinte, o que porém ficar, até pela manhã, vá esqueimá-lo, durante a manhã seguinte. Vá esqueimá-lo. Dessa maneira, eu como reis, lomos cinzidos, sanda-les nos pés, e cajado na mão, isto é, demonstrando, simbolizando, que havia um senso de urgência. É a páscoa do Senhor, é a páscoa, que é um jogo de palavra, em hebraico, pescaque, pechaú, representa passar por cima, que o Senhor passará por cima da vossa casa, porque tem um sangue na porta, nas ombreiras e na verga. Diz assim, no versículo 12, porque naquela noite passerei pela terra do Egito e frirei na terra do Egito todos primogênitos. E como vimos, vai ser a meia-noite, como a manzeja diz, à volta da meia-noite, como a manzeja diz ao rei do Egito, e diz assim, o sangue vos será por sinal, nas casas em estiveres. Quando eu ouvir o sangue, passerei por cima de vós, páscoa, e não haverá entre vós praga destruidora quando eu ferir a terra do Egito. Por isso vocês são ser protegidos por causa de ter o sangue, este sangue do cordeiro da páscoa do Senhor, o cordeiro pascal.

Aqui se vê alguns pontos importantes. Primeiro, tinham que fazer nessa noite, porque as pessoas dizem, ah não, a noite não importa, posso fazer amanhã à noite. Porque o Senhor passava nessa noite para matar os primogênitos, e nessa noite tinham que ter o sangue, não podiam ter na noite, na seguinte.

Não podem ter na noite errada, tem que ser na noite do dia 14.

Não podem fazer, ah não, faz-se no dia 15. No dia 15. Não. A páscoa do Senhor é no dia 14. Não é no dia 15. E a páscoa, quando Ele passa por cima, passa por cima à meia-noite. Por isso a páscoa, a passagem por cima, é à meia-noite. E antes disso, tinham que pôr o sangue no dia correto, antes da meia-noite. Não era no dia 15. A páscoa, quando Ele passa por cima, é no dia 14. Não é no 15.

Isto porque as pessoas estão confusas, algumas pessoas guardam a páscoa no dia 15. É incorreto. Não faz mal a... Querido sermão, se vocês só fizessem isso no dia seguinte, já não podiam fazer porque já estavam mortos, os primos gênitos, pelo menos. Por isso, tinham de fazer a hora certa.

Tínhamos de fazer a hora certa.

No versículo 14, esse dia vos será promulorial para os celebrareis como solidar ao Senhor, nas vossas gerações, os celebrareis por estatuto propeto. Esse dia é o dia 14. É a páscoa do Senhor, é no dia 14. Como lém em Levíticos 23, também diz a páscoa do Senhor, é no dia 14. E depois, começa a falar dos sete dias seguintes. Diz assim, no versículo 15, sete dias com o reis com o reis pães asmos. Agora está a falar da festa dos pães asmos. Que sabemos que é do dia 15 ao dia 21, como lém em Levíticos 23. E como vamos ver daqui a pouco, sete dias com o reis pães asmos. Ao primeiro dia, que é o dia 15, tirei-se o fermento das vossas casas, pois qualquer coisa comer levadada desde o primeiro dia até o sétimo dia, até o dia 15 até o dia 21, será eliminada de Israel. Ao primeiro dia, verá para vós outros santa assembleia. É um dia santo. É um dia, digamos assim, de sábado.

Também, ao sétimo dia, seria o dia 21, tirei santa assembleia. É o outro dia de sábado. Da assembleia, de se reunirem. Da assembleia, de se reunir. Nenhuma obra se fará nele, exceto o que diz respeito ao comer.

Somente isso, podréis fazer.

Podem preparar comida no sábado, aqui, como me ensinado no sábado anual. Guardai pois a festa dos paisasmos, porque nesse mesmo dia tirei vossas rostes da terra do Egito. Eles saíram da terra do Egito no primeiro dia dos paisasmos, que é o dia 15. Aliás, como vemos em outras secções de escritura, foi à noite, por isso foi na noite do dia 15. Por que na noite do dia 14 observaram a páscoa e não podiam sair de casa e tinham que ficar em casa até esperar pela meia-noite ficar em casa, e no dia seguinte tinham que queimar o resto que tivesse sobrado.

Na noite seguinte do dia 15 porque os egitos diziam saiam daqui, então tiveram tempo de três milhões de pessoas se prepararem e saírem, e então acabaram por sair à noite do dia 15, que é o primeiro dia dos paisasmos.

O versículo 17. Guardar após a festa dos paisasmos, porque naquele mesmo dia, tirei as vossas rostes da terra do Egito. Portanto, guardarei estes dias das nossas gerações prostituto-profeto desde o dia 14 do primeiro mês à tarde. Isto é até, desde o pôr do sol do dia 14, desde o fim do dia 14. Isto é, ao início do dia 15. Comerães paisasmos até à tarde do dia 21, até ao fim do dia 21. Isto é, do fim do dia 14 isto é, do início do dia 15, até ao fim do dia 21, durante sete dias comerem, pêm, asmos, pêm, sem fermento. Por sete dias não se hajo nenhum fermento nas vossas casas, porque qualquer que comer pão levedado será eliminado da congregação de Israel tanto o primogênito perdão, tanto o pregrino como o natural da terra. Nenhuma coisa levedada comereis em todas as vossas habitações comerem, pêm, asmos.

Comerem, pêm, asmos durante esse período durante sete dias então tem que comer pêm, asmos durante sete dias que a Bíblia diz? Diz que sim. Diz que sim.

E depois que estar repetido aqui começar por século XXI, diz assim chamou pois, mas é, todos os anciãos e reales, diz. Escolhei e tronai cordeiros segundo as vossas famílias e molai a páscoa, por isso agora está a repetir. Então agora vamos fazer isso, como expliquei tiram os cordeiros, vamos observar a páscoa.

Então, tomai um molho do isopo, molhei-o no sangue que estiver na bacia e marquei a vélia da porta e as ombreiras com sangue, como já explicou.

E depois diz, nenhum de vós vai a páscoa da porta da sua casa até pela manhã.

Nessa noite do dia 14, que é a páscoa, põe um sangue, à manhã noite o senhor passa por cima daqueles que têm o sangue na porta e vossas não saiam de casa até à manhã.

Até pela manhã. Depois de verem estas 9 pragas que aconteceu, você acha que eles obteceram a essa instrução? Obteceram, sim! Obteceram, sim! Tínham muito medo e obteceram. E ve-se assim, no versículo 28, e foram os fizes real e fizeram isso como o senhor ordenara a Moisés e a Erão. Assim fizeram! Depois de ir em estudo, de ver em estudo, tiveram muito medo, obteceram. E, pois, veem também, no versículo 50, assim fizeram. Todos os fizes real, como o senhor ordenara a Moisés e a Erão, assim fizeram. Não desobteceram, não saíram de casa até à manhã.

Durante a parte da manhã do dia 14. E, por isso, só podiam ter saído do Egito, cresceram à noite, na noite seguinte, que era do dia 15.

Que, está claro, seria um dia de lua cheia.

Ora, o que se passa, então, no Novo Testamento, é que Jesus Cristo mudou os símbolos. Jesus Cristo mudou os símbolos. Vessem João 1, versículo 29. João 1, versículo 29.

João 1, versículo 29. João 1, versículo 29. João 1, versículo 29. João 1, versículo 29. João 1, versículo 29. No dia seguinte, viu João a Jesus, que vinha para ele, e disse, Jesus Cristo, ao Cordeiro de Deus. Jesus Cristo, ao Cordeiro de Deus. Para연Female, ao Cordeiro do Senhor, você assumptions doArt yönn 사용ado as valores das unicornas, todos os痾ales, tudo bem e collaborating no Amy J. Jesus Cristo mais�적amente mudou as Mundas. É, ele mudou as gitarras, perfeitos, e osっと tentando Cristo já existia, como verbo, antes de João Batista nascer. Embora sabemos muito bem que João Batista nasceu primeiro. Eu disse, porque já existia antes de mim. Eu mesmo não o conhecia. Mas a fim de que ele fosse um infestado, Israel vim, por isso batizando com água. Ele vem batizando com água. E depois, continuando. E João discriminou dizendo, vi o Espírito ser do céu como pomba e pousar sobre ele. Eu não o conhecia. Aquele porém que me enviou a batizar com água, me disse, aquele sobre quem vires de ser e pousar o Espírito. Esse é o que batiza com o Espírito Santo. É Jesus Cristo que nos batiza com o Espírito Santo. Ele, Jesus Cristo, é que nos imerça nesta água espiritual que é o Espírito Santo. Que nos imerça neste corpo espiritual que é a Igreja de Deus. Não é uma organização física, é um corpo espiritual. Jesus Cristo depois vive é nós, através do poder do Espírito Santo. Depois, vence que quando chegou à altura de observar a páscoa, no último ano quando Jesus Cristo ia ser sacrificado, vence como ele mudou os símbolos. Vigemos então, começando a ler aqui, Mateus 26. Mateus 26 diz assim, versículo 17. No primeiro dia da festa dos pensásmos, a palavra dia da festa não está no grego. Por isso, no primeiro dos pensásmos, não é que fosse o primeiro dia dos pensásmos, da festa dos pensásmos, mas era o primeiro dos pensásmos. Por quê? Porque nesse dia eles queimavam o fermento todo, porque estavam na humana cidade, tinham que queimar, tinham que destruir o fermento antes do primeiro dia dos asmos. Por isso, quando chegou esse dia para começarem a fazer essa limpeza e tudo, que era o primeiro dia que começavam a fazer essa limpeza, foi antes do dia 14. Eles já faziam isso para ter tudo bem preparado, limpinho, antes do dia 15 começar. E por isso é como nós hoje em dia. Começamos a tirar o fermento das nossas casas, dias antes dos dias asmos. Não é só a última da hora. Começamos a tirar isso e limpar as nossas casas. Só uma certa preparação, correta para os pensásmos que nós temos que fazer. E por isso vieram os discípulos, azuis, e perguntaram onde queres que te façamos preparativos para comer-os a páscoa. Por que eles perguntaram isto a última hora? Porque Jesus Cristo vence aqui que sabia que o criou a matar. E por isso não podia, digamos assim, publicar onde ia observar a páscoa, porque senão iam lá onde estava a observar a páscoa e o iam matar. E tirar-lo de lá. E por isso ele teve que fazer isso um bocado às escondidas e só anunciar ao ponto final, digamos assim, para poder observar a páscoa. Para dar a possibilidade a ele de observar a páscoa e mudar os símbolos. Porque Satanás, está claro, queria incitar as coisas de uma maneira que é que ele não observasse essa páscoa. E por isso ele deixou isto até, digamos assim, a última hora. E versículo 18, e ele respondeu, E da cidade, ter com um certo homem e dizer-lhe, o mestre manda dizer-o, o meu tempo está próximo, em tua casa celebrarei a páscoa com os meus discípulos, e eles fizeram como Jesus lhes ordenara e prepararam a páscoa. Por isso tiveram ali a preparar na casa dele, mesmo, digamos assim, há última hora, pouco antes do começo do dia 14, do pôr-do-sol do dia 14. E eles fizeram como Jesus lhes ordenara e prepararam a páscoa.

Continuando, então, a ler aqui no versículo 18, já lembramos no 18, continuando, no versículo 20, E chegada à tarde, pois ele amesa com os 12 discípulos. Isto é, chegada à tarde, chegando no pôr-do-sol, chegou à noitinha, ou o começo da noitinha, depois do pôr-do-sol, posse à mesa com os dois discípulos. Enquanto comia, e ele então começou a celebrar a páscoa, com eles.

Vijamos, então, agora aqui em... em Lucas capítulo 22. Lucas 22. Vamos voltar a Mateus, por isso deixe uma marca aí em Mateus, mas vigemos, então, em Lucas versículo 22. Lucas 22.

Começar a ler, do versículo 13. E assim indo, tudo encontraram, como os júlis disseram, e prepararam a páscoa. Chegada a hora. Foi a hora certa, não só no dia certo, foi na hora certa. Chegada a hora. Há uma hora específica, pois Jesus usa a mesa e com ele os discípulos. E disse-lhes, tenho desejado ansiosamente comer com vosco esta páscoa, antes do meu sofrimento.

Imaginem, vocês sabiam se fossem aqui a sofrer, mas ele tinha esta grande desejo à necessidade de observar a páscoa, com os discípulos. E depois, no versículo 16, depois digo nunca mais a comorei, até que se cumpra no rei de Deus. E tomando o caulis, a vendade, graças recebei e partei entre vós, e então começou a dar os símbolos a ver-se aqui. Mas antes disso, quero ver o que ele fez antes disso, porque precisamos entender quando isto foi. Vigemos, então, em João capítulo 13. João capítulo 13. Mas antes de ver em João capítulo 13, deixem aqui, em Lucas 22, 20, e assim, este semelhante depois de sear. Isto foi depois da seia. Parece-se que tiveram a seia judaica, de acordo com o antigo estamento. Depois da seia, disse ter completado. Então Jesus introduziu os novos simbolismos. E o primeiro aqui está em João capítulo 13. João capítulo 13.

Diz assim, ora antes, a festa da Pascua. Sabendo Jesus que era chegada a sua hora de passar neste mundo para o Pai, tendo amado os seus que estavam no mundo, amoso até o fim. Por século 2, diz aqui, na Almeida revista, a revista atualizada diz, durante a Pascua. Mas, se vocês forem ver, na Almeida corrigida e fiel, e na Almeida corrigida, e no texto bizantino grego diz, acabada a seia.

Não é durante a seia, é acabada a seia. Isto é, já tinham completado a seia. Temos já o Diabo posto no coração de Judas Cariote, filho de Simão, que traía-se Jesus. Sabendo este, isto é, Jesus, que o Pai tinha confiado a suas mãos e que Ele vieria de Deus e voltava para Deus, Jesus tinha vindo, digamos assim, de que era, onde Deus? Era, digamos assim, a raça do género de Deus e voltava para esse género de Deus.

Voltava a estar ao lado do Pai com a Glória e o Quine, por isso vinha desta... Não era da humanidade, de ser humano, mas era de ser Deus, desta Deus, ser Deus. Ele veio de Deus para homem e depois ia de homem, de volta para Deus. Voltava para Deus. Revantou-se da seia, tirou a vestimenta de cima e tomando uma toalha, assim, jiu-se com ela e depois começou a levar os pés. Vocês sabem essa história. E diz que Ele deu um exemplo para nós, seguirmos. Um exemplo de humildade. Vê-se aqui que Jesus Cristo até lavou os pés de Judas.

E vê-se aqui no versículo 18. Diz assim, eu não falo a respeito de todos vocês, pois eu conheço aqueles que escolhi. É antes para que se cumpra a escritura. Aquilo que come do meu pão levantou contra mim o seu calqueñar. Então já vos digo, mas que acontece para que quando acontecer, creias que eu sou.

Eu sou. Como disse a Moisés, à frente da sarsa, eu sou. Em verdade, nos digam, quem recebe aquilo que eu enviar, a mim me recebe. E quem me recebe, recebe também aquele que me enviou, que é o Pai. Este é um ponto muito importante. O traidor foi indicado e depois disso o traidor saiu. Ele tendo recebido o bocado de pão, saiu logo e já era noite. Isso é, Judas saiu. Judas, Jesus Cristo lavou os pés de Judas e depois Judas saiu.

Esse foi o ponto aqui do lava pés. Depois disso, voltando a Mateus 26, eu disse há pouco para terem uma marcasinha em Mateus 26, voltando a Mateus 26, versículo 21, diz assim, e enquanto comiam, declarou-lhes uns em verdade, vos dilo que um dentro de vosso metraeirá, e eles, muitíssimos construtados, começaram a perguntar e ver se aqui que ele está a explicar como isso aconteceu. E depois diz assim, estava a explicar que Judas ia fazer isso, e então Judas, que o traía, perguntou, sou eu mestre, ele disse sim, és tu, sinto e disseste.

E Judas, então, saiu. Quando diz aqui no versículo 21, enquanto caminham, e como vimos que foi depois da seia, quer dizer, estavam ainda sentados à mesa, a seia já tinha sido completada, mas vocês sabem quando comemos para jantar, ou para uma refeição, a refeição já foi acabada, mas ainda ficamos ali, na mesa, digamos assim, a petiscar e a falar e a conversar. E por isso podia-se dizer assim, em coloquialismo, na maneira de falar, que nós estávamos ali sentados a comer, embora a refeição já tinha completado. E por isso é o que aconteceu. A seia já tinha completado. Depois da seia, Jesus se levantou da mesa, lavou os pés, depois voltou para a mesa e continuaram ali, talvez, a petiscar, digamos assim, a comer umas coisitas, e depois, então, ele introduziu os símbolos.

Diz assim, no versículo 26, enquanto comiam, está claro, mas depois da seia, como expliquei, tomou Jesus um pão e, abendo-se o ano, partiu e deu-se-as-dicípios, dizendo, tomá, comei, este é o meu corpo, e a seia tomou um cálice, e tem graças o Deus aos discípios, dizendo, bem deles todos, porque isto é o meu sangue, o sangue da nova aliança. Jesus Cristo aqui introduz a nova aliança através do seu sangue. Ele está claro, fez isto na noite do dia 14, porque no dia 14, durante, de pouco depois disso, foi traído, sofreu, foi posto no madeiro e morreu lá para as três de tarde.

E eles criam que ele fosse enverrado antes do sábado, que era um sábado anual, que era o dia 15, que era o primeiro dia dos asmos, este sábado anual, e por isso eles fizeram isso para poderem observar o sábado, e por isso não criam os corpos ali pendurados até dos outros pessoas, por isso que caberaram as pernas das outras, que ainda não tinham morrido, mas de Cristo não precisaram cortar as pernas, porque já tinham morrido, e então o puseram no spulcro, a pressa, antes do sábado.

O sábado que era o dia 15, e por isso Jesus Cristo comeu a páscoa na noite anterior, que foi no dia 14, por isso observamos a páscoa no dia 14, é muito claro, é muito evidente, veste claramente como observamos a páscoa no dia 14, como Jesus Cristo observou, e vimos que era a páscoa, tinha ansiedade de guardar esta páscoa. Ele guardou a páscoa, não guardou um dia como outras pessoas diziam, ah, ele porque não podia comer no dia 15, por isso comeu no dia 14, um dia antes, mas é a páscoa no dia 14, e ele guardou no dia 14, e é no 14 que a Bíblia diz, e por isso acordamos a páscoa no dia 14.

Não fiquem confundidos, irmãos, é muito simples. A páscoa é no dia 14, Cristo guardou ou comeu a páscoa, mudou os símbolos no dia da páscoa, que era no dia 14. E no dia seguinte, que é o 15, que é o primeiro dia dos asmos, então foi um dia santo, um sábado, no dia seguinte. Queridos irmãos, o que vemos aqui, é que Jesus Cristo sacrificou-se por nós.

Agora Cristo, Ele através do Espírito, do Espírito de Deus que Ele nos dá, quando nos arrependemos, porque enviou para nós. Através deste Espírito, nós somos convictos do pecado, nós nos arrependemos, nós vencemos os desejos da carne, temos que ser guiados pelo Espírito de Deus para sermos filhas e filhas de Deus, para sermos herdeiros de Deus, como leem em Romanos 8, entre versículos 7 até 17. Vê-se que isso é bem explicado. Por isso agora, queridos irmãos, vemos que os símbolos da Páscoa foram alterados na nova aliança. A nova aliança, que representa o Pão, que representa o corpo de Cristo, e o Vinho, que representa o sangue de Cristo, o sangue da nova aliança.

Aprenemos, através destes dias, grandes lições espirituais, muito importantes. Nós precisamos de preparar espiritualmente para os dias-armos, lipando, tirando asmos das nossas casas. Temos de saber o que é asmo e que não é asmo. Nós, na Igreja de Deus, temos, digamos assim, um documento a explicar a vocês o que é asmos e o que não é, o que é fermento e o que não é fermento, digamos assim.

Mas o problema que acontece é que muitas pessoas começam a sentir-se assim um bocado e não fazem o que devem de fazer. Que, meus irmãos, a Pascua é uma cerimônia da vitória. Vitória sobre o pecado, uma vitória sobre o Satanás que nos está a imprisionar. E, através dessa vitória, temos paz mental. Que, meus irmãos, isto não é simplesmente um conhecimento técnico de datas, mas é um conhecimento interno que muda a nossa atitude mental e de coração, a nossa motivação.

Para resolvermos e reconciliarmos um com os outros, para fazermos paz uns com os outros, para resolver os conflitos e essas divisões que tenhamos entre irmãos, para tirarmos o bocado da congregação. É o que Paulo diz em 1 Coríntios capítulo 5. Virem comigo se faz favor. Venham comigo aqui se faz favor. Primeiro Coríntios capítulo 5. Primeiro Coríntios capítulo 5. Começar a ler no versículo 6. Diz assim. Havia esta pessoa aqui que era pecaminosa e ele diz, Paulo diz, entrega-se a Satanás para a destruição da carne, dizendo que o Espírito seja salvo no dia do Senhor Jesus.

Quer dizer, este pecaminoso tira da igreja. Não é boa a vossa gestância. Não é boa a vossa escena, olha, somos muito misericordiosos e estamos a dar misericordia e bondade a esta pessoa e não, tem que tirar o pecado da igreja. Tem que tirar o pecado da igreja. Ah, não, mas temos que ser amorosos para uma pessoa. Sim, mas o pecado tem que sair da igreja, principalmente um pecado tão flagrante como esta. Diz assim. Não é boa a vossa boa gestância, não é boa a vossa boa altiveja, vaidada, orgulho.

Não sabéis que um pouco de fermento leveda a massa toda. Vocês não sabem, por exemplo, que o... por exemplo, uma maçã que está podre, pois deixam as outras maçãs ao lado, afeta as outras maçãs, um pouco de fermento, leveda a massa toda, um bocado de pecado afeta a igreja inteira, tem que tirar o pecado da igreja.

Lançar fora o velho fermento, lançar fora este pecado, para que sejeis nova massa espiritualmente, sem pecado, uma massa sem pecado. Pois sois, de facto, sem fermento. Por que sois sem fermento? Porque estava Paulo a dizer isto a ele, durante os dias de Pães-Árgãos. E, por isso, vocês estão sem... sem fermento. Mas espiritualmente tem que tirar o fermento espiritual, o pecado. Pois também, Cristo, nosso cordeiro pascal foi imulado.

Por isso, celebremos a festa. Qual festa? A festa dos Pães-Árgãos. Não com o velho fermento, não com estes pecados, este velho fermento do pecado, nem com o fermento da maldade, ou da malícia, de pensamentos de fazer mal, ou malícia representando actos de fazer mal. Tirar isso, mas, aliás, com os árgãos da sinceridade e da verdade. Cris e irmãos, isto é o que nós precisamos de pôr na nossa vida. Deus tem um plano para libertar o mundo da escravidão. Tem um plano para libertar você e todos nós desta escravidão. Satanás vai ter que ser forçado com uma mão forte pela vinda de Cristo.

Graças a Deus! Graças a Deus, Cristo vai voltar de novo. E vamos ver, vamos ver o dia em que Deus vai dizer ao mundo inteiro, Deixe-me ir ao meu povo.

Jesus Cristo deu novos simbolismos durante a Sua última Páscoa que têm grande significado para nós, os Cristãos, e para o mundo todo. Este sermão descreve esta história e a lição para nós: Deixa ir o meu povo!

Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).