Epístolas da Prisão - Efésios 2:1-22

Judeus e gentios - unidos em Cristo

Os gentios estavam afastados pelos judeus e separados de Deus. Agora, por meio do sacrifício de Jesus Cristo, os gentios são trazidos para perto de Deus. O muro de separação impedia que os gentios ultrapassassem aquela barreira de pedra com cerca de um metro e meio de altura. Esse muro não tinha base nas Escrituras; fora construído pelos próprios judeus. Jesus Cristo anula as regras criadas por homens. Os gentios que têm fé já não são estranhos; graças à unidade em Cristo, fazem parte da Família de Deus.

Transcrição

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O Boa Noite, Irmãos! O tema principal da epístola aos membros em Ephesus, isto é, a epístola de Ephesios, é a importância da união em Cristo, da unidade em Cristo. E os primeiros três capítulos desta epístola contém um resumo das doutrinas cristãs reforçadas por Paulo. E os últimos três capítulos são pontas ou princípios práticos que Paulo está a sublinhar para o bom comportamento cristão. Ora, nós já cobrimos o primeiro capítulo. Aí, no primeiro capítulo, Paulo concentrou em algumas das grandes benções espirituais de Deus. Ele começou a dizer, no G.5, que Deus predestinou a humanidade para sermos filhos espiritualmente gerados pela obra, pelo trabalho, pelo que Jesus Cristo está a fazer para nós. Está claro, são gerados do Pai, mas, e por isso, somos herdeiros de Deus, como lemos em Romanos 8, versículo 17, assim, através de Cristo, como lemos no versículo 7 de Ifésios, vê-se que temos a redenção pelo Seu Sangue. Isto é a remissão das ofensas, a redenção pelo Seu Sangue. Isto é o perdão dos pecados. E depois, no versículo 9, vemos que Paulo diz que descobrindo-nos o mistério da sua vontade, esta é uma grande pensão espiritual que Deus nos está a dar, que é a sua vontade, e que Ele nos está revelando este mistério. E, um querido mais adiante, no versículo 11 diz, e em Cristo também obtivemos e teremos uma herança. Isto é, vamos ser coerdeiros com Jesus Cristo, como lemos também, em Romanos 8, versículo 17. Na última parte, versículo 17. Por isso, em Romanos 8 a 17 diz que vamos ser herdeiros de Deus e coerdeiros com Cristo. Depois, nos versículos, ao fim do versículo 13 e ao início do 14, vemos que o Espírito Santo que Deus nos dá é a garantia da nossa herança. Lembrem-nos do versículo 14, a sério do Espírito Santo, que diz o qual é o penhor da nossa herança.

E assim, para nós, através dessa herança, podemos vir a adquirir, como diz aqui, esta grande promessa de que vamos ser seres espirituais no rei de Deus, na família de Deus, e tudo para o lauvor da glória de Deus. Nos versículos 16 e 17, vemos que Paulo está orando para que tenhamos este Espírito. Este Espírito, como diz aqui no versículo 16, ele diz que está sempre lembrando de nós, nas suas orações, para que o Deus de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai da Glória, vos dê, em seu entendimento, o Espírito da sabedoria.

E de revelação, isto é, Paulo está orando para que nós tenhamos uma porção maior do entendimento, da sabedoria, e do conhecimento do nosso Senhor e Salvador, através do Espírito Santo. E, claro, Deus nos dá o Espírito Santo conforme obtemos a Ele. E isso está ligado, como sabemos, segundo Pedro 3, versículo 18, que dizem que devemos estar a crescer na graça e do conhecimento do nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo.

Depois, no versículo 18, diz que Ele está a orar para que nós tenhamos o Espírito Santo, sabedoria e revelação, para que tendo nós os olhos iluminados. Isto é, para que possamos compreender plenamente a esperança do chamado de Deus e a glória da nossa herança. Como diz aqui, para que saibais qual seja a esperança da sua vocação. Isto é, a glória da chamada, do chamado de Deus para a vocação que Ele tem para nós e quais são as riquezas da glória desta herança.

Para nós entendermos plenamente esta glória vai ser revelada em nós quando viermos a ser seres espirituais. E depois ele diz, um bocadinho mais adiante, no versículo 20, que ele manifestou esta possibilidade, ele fez isto possível, por o meio de Jesus Cristo. E isso foi porque o urso se citou dentro dos mortos e o pós à direita nos céus. E depois vai completar, completa este capítulo, no versículo 22 e 23, dizendo que tudo está sujeito a Cristo. E diz que Cristo é o cabeça, ou a cabeça da igreja, e a igreja é o seu corpo espiritual.

E isso, portanto, foi o que abordamos até agora, no primeiro capítulo. Ora, uma vez mais repetindo, somos predestinados para virmos a ser filhos de Deus e para recebermos uma herança por meio de Cristo. Temos o Espírito Santo como uma garantia, um sinal, uma entrada, um depósito. E oramos para que venham-nos a ter um melhor conhecimento para entendermos melhor esta grande esperança. E tudo estará, ao fim de contas, sujeito a Cristo, que Ele é o cabeça da igreja. E assim vemos que Deus nos está abençoando com todas as benções espirituais nos lugares sinal como diz no versículo 3. É importante vermos que esta benção de sermos chamados para virmos a ser filhos de Deus, na família de Deus, é uma grande benção espiritual.

Agora, vamos, então, continuar com o capítulo 2. E este capítulo é extremamente importante. E é importante que o compreendamos bem, pois este capítulo explica mais detalhadamente e especificamente estas enormes benções espirituais. E interessante, porque este é um dos capítulos, algumas secções neste capítulo, que pessoas usam para dizer que a lei está obsoleta, que já não existe. E está claro, vamos provar isso claramente, que esse não é o caso. Sim, este capítulo, capítulo 2, é muito importante, porque está a descrever e a explicar um assunto que as pessoas não entendem. Então, vamos ler aqui no versículo 2. E diz assim, e vos vivificou, estando-vos mortos em ofensas e pecados. Ora, nós fomos feitos espiritualmente vivos.

Isto é, nos vivificou quando somos batizados e recebemos o Espírito de Santa Deus. Antes disso, nós estávamos espiritualmente mortos, espiritualmente cegos. Lembrem-se que o salário do pecado é a morte, o Romano 6, versículo 23. E depois diz, em Lucas 9, versículo 60, deixa aos mortos o enterrar os seus mortos. Então, aqui vemos que as pessoas, quando estão baixos do pecado, estão espiritualmente mortos. E diz assim, deixa aos mortos o enterrar os seus mortos.

Isto é, que eles que estão espiritualmente cegos, não entendendo a verdade, tratarem desses outros, que também estão cegos e nessa situação. Isso é o que diz em Lucas 9, versículo 60. Também, em 1 Pedro 4, versículo 6, lemos, porque por isto foi pregado o Evangelho também aos mortos. Ora, como é que o Evangelho pode ser pregado aos mortos? Sim, é como um testemunho aos que estão espiritualmente cegos, espiritualmente mortos. Por que? Porque é pregado a eles como um testemunho. Mateus 24-14, o Evangelho é pregado ao mundo todo como um testemunho. Estas pessoas que estão cegas, que estão espiritualmente mortas, para que possam ser jogados como homens. E depois vemos também a secção da Lucas 15, versículo 32, nessa parábola do filho pródigo, e que diz que ele estava simbolicamente morto.

Por isso vemos que, quando a Bíblia está a falar aqui nesses termos de que, como diz no versículo 1, estando voz mortos em ofensas e pecados, está a falar espiritualmente. Sim, porque fisicamente estamos vivos, mas espiritualmente estávamos mortos. Mas agora, nos vivificou. Isto é, nos deu uma vida de entendimento espiritual, e por isso estamos espiritualmente vivos. Continuando agora, no versículo 2, diz assim, em que, no outro tempo, andaste segundo o curso deste mundo, segundo o príncipe das protestades do ar, do espírito que agora opera nos filhos da desobediência.

Outro hora, antigamente, andávamos desta maneira incorreta, segundo seguindo ofensas e pecados, estávamos andando segundo o curso deste mundo. Ora, interessante saber que a palavra curso, aqui, é traduzida da palavra grega aion, que significa era. E o mundo, da palavra grega, cosmos. E, por isso era desta era deste mundo, ou curso deste mundo. E depois diz que o príncipe das protestades do ar, ora que é o príncipe das protestades do ar, é Satanás, é o deus deste século, o deus deste mundo, desta era. E ele, Satanás, está exigendo influência sobre a ordem deste mundo, sobre o curso deste mundo, sobre este período, que esta era sobre a humanidade que vive e que está cega, que espiritualmente estão mortos.

E, então, essas pessoas que estão espiritualmente mortas estão a seguir os valores e padrões de Satanás. Isto é, estão a ser levados à desobediência. E, por isso, ele diz aqui, estão a seguir o príncipe das protestades do ar, do espírito, que é esse espírito pecador, que está agora a operar nos filhos de desobediência, está a levar as pessoas a servir esses valores e padrões de Satanás, de desobediência.

E, por isso, vemos que o mundo hoje em dia está numa direção diferente da direção de Deus. Não é um mundo em que Deus está governando, é um mundo em que Deus está permitindo a Satanás governar e Deus está a fazer isso na sua grande saboria. E, por isso, temos um mundo que é a parte de Deus, que não está a seguir a Deus. E isso é muito verdadeiro, particularmente hoje, pois há tantas coisas que estão sendo transmitidas pelas ondas do ar. Das ondas do ar, antigamente, dizíamos, olha, as ondas do ar falávamos a sério de rário, está a ser transmitida, ondas curtas e ondas médias, são as ondas do ar.

Mas hoje, irmãos, a internet e essas coisas todas são por ondas do ar. É uma quantidade de coisas que estão, por exemplo, na mídia social, na internet, que são completamente numa direção diferente da de Deus. Por isso nós temos de ter cuidado que não sejamos apanhados pelo curso deste mundo, para a maneira de ser deste mundo. No sério 3, entre os quais todos nós também, antes, andávamos nos desejos da nossa carne, fazendo a vontade da carne e dos pensamentos e éramos, por natureza, filhos da ira, como os outros também.

Por isso está a fazer. Nós andávamos nessa maneira do diabo, nós andávamos nesses desejos da carne, nós estávamos fazendo a vontade da carne, estávamos a seguir, digamos assim, a natureza humana. Porque, algo que diz, éramos por natureza, esta natureza humana, filhos da ira. Éramos filhos da ira. Então, assim vemos como é que Satanás está a influenciar as pessoas, está a influenciar as pessoas através destas ondas do ar, porque ele é o príncipe dos protestados do ar, está a influenciar as pessoas com várias ideias e pensamentos e coisas desse género e está a influenciar as pessoas por causa das natureza que somos.

Porque diz aqui, éramos por natureza, da natureza da carne, pelos concupicesias da carne, pelos desejos da carne e da mente. E assim éramos filhos da ira. Assim, uma vez mais, Satanás transmite, tal como uma estação de rádio, ou como uma transmissão pela internet, Satanás também está transmitindo, digamos assim, ideias e algumas pessoas recebem, estão a receber, estão sintomizados nessas frequências erradas, em atitudes erradas, em maus homores, em maneiras de pensar e pensamentos incorretas. E, particularmente, somos influenciados por outras pessoas que estão também sendo influenciadas por Satanás.

Então, temos esta influência negativa, à volta deste curso, deste mundo, desta era. E, por isso, nós temos que ter cuidado, porque Satanás está colocando coisas erradas nas mentes das pessoas. Ele trabalha nas várias fraquezas, nas várias pessoas. E, assim, nós devemos compreender que essa é a tática dele. E, por outro lado, ele entende, porque ele está a ver e a reconhecer a você, como você age e isso tudo. Ele está a perceber bem quais são as suas fraquezas individuais e as minhas fraquezas individuais.

E, por isso, ele vai atacar a você, o amém ou a todos nós, vai atacar-nos nas nossas áreas fracas. Seja isso, seja o que for, pensamentos errados, ou seja, atitudes de orgulho, ou da maneira que falamos, ele vai atacar nos pontos fracos, porque essa é a estratégica dele. Mas, quando Deus começa a trabalhar conosco, nós, então, precisamos de sintonizar, ajustar a nossa...

como se tivéssemos ouvido uma estação do rádio e estamos a sintonizar a estação do rádio, precisamos de sintonizar na transmissão de Deus. Temos que nos sintonizar num cumprimento de uma onda diferente. Isto é, precisamos de ser guiados pelo Espírito Santo de Deus. E assim, irmãos, uma vez mais, aqui no versículo 2, leemos que Satanás é o príncipe da podestá do ar e nós andávamos desse modo, mas agora não devemos andar desse modo.

E depois, continuando a ler, no versículo 4 e 5, mas Deus, que é riquíssimo a imesricórdia, pelo seu muito amor com que nos amou, estando nós ainda mortos, em nossas ofensas, nos vivificou juntamento com Cristo pela graça de seus salvos. E por isso assim, irmãos, vemos que Deus está cheio de imesricórdia, cheio de perdão para consigo e para comigo. Dizem que riquíssimo a imesricórdia, ele tem grande amor que nos amou e que nos ama e assim, quando nós ainda estávamos espiritualmente mortos nos nossos pecados, ele nos deu uma vida através de Cristo, juntamento com Cristo. E assim, vemos que, então, nos tornamos filhos de Deus. Nos vivificou, como demos aqui em Efezios capítulo 1, versículo 5, para filhos de adoção por Jesus Cristo.

Isto é filhos de filiação através da obra de Jesus Cristo e assim, tornando-nos filhos de Deus quando somos gerados pelo Espírito Santo. Ora, este irmão faz parte destas grandes benções espirituais de Deus. Uma vez mais, estávamos mortos, como vemos aqui no versículo 5, estando nós ainda mortos, mas agora estamos vivos. Agora, isso é um arco de salvação. Ainda não é salvos para termos a vida eterna, mas é uma salvação desta morte espiritual para estarmos vivos espiritualmente. Somos salvos deste mundão, desta maneira de pensar. Como? Pela lavagem milagrosa, pela riquíssima misericórdia de Deus.

E por isso é que diz, pela graça, somos salvos, pela graça de Deus, somos salvos deste estado de morte espiritual para um estado de estarmos vivos espiritualmente. Mas precisamos de entender que este processo de salvação é uma coisa contínua. Sim, estamos salvos agora desta morte espiritual, estamos a entender a verdade. Temos uma vida espiritual, mas temos que entender que ainda não estamos finalmente salvos como seres espirituais. Por isso a salvação é um processo. Assim começa, com a fé, acreditando e tendo confiança da misericórdia de Deus, precisamos ter absoluta confiança na misericórdia de Deus.

Que ele, o perdão imersido de Deus para com você, para comigo, para conosco, é uma parte vital ou vitalícia da graça de Deus para conosco. Então, nós, quando reconhecemos isso, nós entendemos que temos que fazer a nossa parte, temos que nos arrepender e temos que assumir um compromisso de viver uma vida nova.

Isso é o ato do batismo. E como lemos em Romanos 6, versículo 4, precisamos de andar em novidade de vida. Assim, após o batismo e pela imposição das mãos, Deus nos concede o Seu Espírito Santo. Isto é, nos faz ser os verdadeiros filhos. Então, o Espírito Santo, o Consolador, aquele que nos ajuda, nos auxilia, nos dá a força para nós podermos ser santificados.

Isto é a santificação do Espírito. E isso é, irmãos, outro ato gracioso de Deus, ou, nas nossas palavras, é uma outra bênção espiritual de Deus. Então, quando recebemos a ajuda do Espírito Santo, quando recebemos o poder de Deus pela imposição das mãos, então vemos que recebemos a garantia da salvação. E isso é outro ato da graça de Deus. É uma outra bênção, se permanecermos fiéis até ao fim.

Por isso, a salvação, irmãos, é um dom gratuito, um dom gratuito de Deus, ou, nas nossas palavras, este processo é possível pela riquecima misericórdia de Deus. E isso é outra bênção espiritual enorme. E, contei-me, no versículo 6, e diz, Nos ressuscitou. Ora, está claro, Paulo, quando estava a escrever esta epístola, não estava no céu, não estava ressuscitado. Ele simplesmente estava na prisão. E, irmãos, quando eu digo que ele não estava no céu, ele simplesmente dá uma analogia ao que o mundo pensa.

Olha, quando uma pessoa morre, vai logo para o céu. Não. Não estava no céu. Mesmo quando uma pessoa morre, a Bíblia diz claramente que essa pessoa está a dormir até à ressurreição. E, por isso, a ressurreição é uma coisa a acontecer à segunda vinda de Cristo. Mas, aqui diz, e Nos ressuscitou. Então, como é isso possível? É porque nós, quando saímos da água do batismo, quando diz que aquele corpo, o velho que ele vai, é sepultado na sepultura aquática e depois saímos da água simbolizando espiritualmente uma ressurreição.

E, por isso, é que diz, somos Nos ressuscitou. Isto é através do Espírito que habitava nele. Portanto, nós, como diz aqui, Nos ressuscitou juntamente com Ele e nos fez assentar nos lugares celestiais em Cristo Jesus. Isto é, nós temos acesso ao trono de Deus através dos Cristo. Estamos numa união com Cristo. E, por isso, como disse este capítulo, esta epístola é uma epístola muito importante, em que o tema é acerca da união que nós temos com Deus para sermos um, como Ele é, para esta união, esta unidade, através de Cristo, para sermos um, como o Pai e o Filho, são um.

Versículo 7. Para mostrar nos séculos vindouros as abundantes riquezas da Sua graça pela Sua benignidade para Cólnusco em Cristo Jesus. Isto é, vemos aqui para mostrar nos séculos vindouros as abundantes riquezas da Sua graça pela benignidade que está em Nosco, Jesus Cristo. Uma vez mais, é uma benção, é uma graça. Para nós sermos chamados deste mundão agora para Deus nos pôr neste plano de salvação e iniciar este plano de salvação.

Este plano de salvação não foi porque Deus teve que fazer isto, não, é por causa da graça de Ele que Ele quer para nós. E então nós seremos ressuscitados quando, depois de morrermos, ou se tivermos vivos e continuarmos fiéis até o fim, seremos transformados à segunda vinda de Cristo. E como vemos em Hebreus 11, versículo 35, essa primeira ressurreição é uma melhor ressurreição.

E então, nesta ressurreição, é que dizem que, aqui, nos séculos vindouros, isso a nós, os suscitados, então, vai mostrar, nos séculos vindouros, esta abundante riqueza da graça de Deus. As pessoas, no milenium, vão ver de uma maneira melhor do que nós vemos hoje em dia, que estas grandes promessas de Deus estão e são cumpridas e, como esta glória é enorme. Versículo 8, porque para a graça, são os salvos, por meio da fé. E isto não vem de vós, é dom de Deus. A salvação é um dom gratuito de Deus, mediante a fé.

Não procede de nós. Esta graça, este dom, esta fé, não vem de nós, porque diz assim, não vem de vós, é dom de Deus. Por isso é que esta graça, por meio da fé, não vem de nós, é dom de Deus.

A salvação é um dom gratuito, pela fé. Observem um ponto aqui, cuidadosamente, por favor. A fé não procede de nós mesmos. Sim, precisamos acreditar em Cristo, precisamos ter fé nele, precisamos ter fé no que Cristo está a fazer. Mas esta fé, que é uma graça que nos salva, não é a minha fé, não é a sua fé, porque a nossa fé é completamente insuficiente. A fé necessária para a salvação é a fé de Cristo, do que Ele fez, por causa que Ele tinha completa confiança no Pai, deu a sua vida por nós, sabendo que o Pai o ia ressuscitar.

E Ele também sabe que tem esperança, tem confiança, que nós vamos responder a esta grande acto de misericórdia dEle. E por isso, eu tenho fé, que isto vai dar bons frutos, bons resultados. E por isso é a fé de Cristo que nos salva, e não vem de nós, é a dom de Deus, é a fé de Cristo em nós. E por isso a fé é um dom de Deus, a fé que conduz à salvação, é um dom de Deus, é a fé de Cristo.

Ora, assim, a nossa crença, a nossa confiança, a nossa dependência total em Deus, é crítica. Temos que ter confiado no que Ele está a fazer, e Ele é o único que nos pode ajudar. Devemos entender que somos completamente dependentes de Deus, dia a dia, a nossa vida. Temos que entender que somos completamente dependentes de Deus. E por isso, não só somos completamente dependentes de Deus, temos que entender que para vencermos precisamos da ajuda de Deus, do Espírito Santo Deus, do poder de Deus.

Por isso somos completamente dependentes dele para vencermos também. Assim, temos que depender em Deus, em todos os aspectos da nossa vida. Na fé, na capacidade para vencer as fraquezas da carga, para vencer as dificuldades que nós tenhamos, por exemplo, numa trimónia, na nossa vida em casa, no orçamento entre pais e filhos e filhos e pais, no orçamento entre trabalhadores e patrões e empregados, etc.

Precisamos de entender que dependemos completamente em Deus. Ora, os Israelitas, quando estavam no deserto por 40 anos, se se lembram bem, tiveram que depender em Deus durante esse período de 40 anos no deserto. E quando lemos, por exemplo, nem os seus sapatos se gastaram, estavam completamente dependentes em Deus. Ele continuando agora no versículo 9. E por isso não vem das obras para que ninguém se gloria.

Você não se pode salvar a si mesmo. Ou você não pode dizer, eu não posso dizer, eu tenho tanta fé, eu tenho uma grande fé. Não temos. Somos dependente em Deus. Não é pelas nossas obras. Versículo 10. Porque somos feitura sua, criados em Cristo Jesus para as boas obras as quais Deus preparou para que andássemos nelas. Deus, o Pai, é aquele que está trabalhando em nós. Ele é o oleiro mestre.

Ele é o mestre artesão. Para quê? Para boas obras. Temos que produzir boas obras para andarmos nelas. Deus não nos chamou para vivermos uma vida de rebelião. Deus nos chamou para uma vida de submissão a Ele, entendendo que somos dependentes Dele. Agora vejam aqui, este contexto muito importante, aqui no versículo 11 e 12. Tome a nota disso, vou ler esses dois versículos primeiro e depois vamos falar um bocadinho mais.

Lembra-vos que, lembra-vos de que vos, no outro tempo, eram, ou ereis, gentios na carne e chamados em circuncisão pelos que na carne se chamam circuncisão, feita pela mão dos homens. Isto é, lembrem-se que nós, éramos gentios na carne, chamados incircuncisos pelos que são circuncisos por causa de uma circuncisão física. Que, naquele tempo, estavam, vocês estavam, sem Cristo, separados da comunidade Israel, estranhos as alianças da promessa, não tendo esperança e sem Deus no mundo.

Vejam o contexto aqui, irmãos, é muito importante entendermos o contexto. Paulo está a falar a quem? A quem é que Paulo está a falar?

Aos gentios. Está claramente falando aos gentios, não está a falar aos israelítas. E diz, estáveis, você é gentios, estáveis sem Cristo. Ora, os gentios naquela era experimentavam ou estavam a viver por dois tipos de alimiação ou separação. Primeiro, era socialmente feito pelos homens, porque, devido à animosidade entre judeus e gentios, eles socialmente eram tratados como inimigos. Socialmente, mas, mas, ainda mais importante, e é o que Paulo está a falar, é a cerca do assunto espiritualmente.

E diz aqui, nós, os gentios, eram como um povo separados de Deus de cinco maneiras espirituais diferentes que são mencionadas aqui. Primeiro, sem Cristo, separados da comunidade israel. Estavam sem Cristo, sem um messias, sem um Salvador. Segundo, estavam separados da comunidade de Israel. Isto é, não eram desta comunidade dos daqueles que tinham sido selecionados por Deus. Eram gentios e não israelitas.

E depois diz, estranhos às alianças da promessa. Ora, num sermão recente, eu falei acerca das promessas a Abrão, e por isso, esses gentios estavam estranhos, estavam separados dessas promessas da aliança, a Abrão. Isto é, através da antiga aliança e da nova aliança. Estavam, porque entendiam, ou pensavam que a nova aliança era só para israelitas. E depois diz, não tendo esperança. Não tinham esperança. Esse é o quarto ponto. Não lhes tinham dado nenhuma promessa divina. Estavam sem macias. Estavam separados da comunidade israel. Eram estranhos às alianças da promessa. Não tinham esperança. E, finalmente, diz aqui, e sem Deus, no mundo.

Porque adoravam outros deuses, outros ídolos, que não eram deuses. Não entendiam o verdadeiro Deus. E, assim de todas estas cinco maneiras, os gentios estavam espiritualmente separados de Deus. Ora, o plano e o propósito de Deus desde o início, desde a Fundação do Mundo, como lemos aqui ao início de Ifésios, que ele decidiu e lugeu antes da Fundação do Mundo que fossemos santos e reprensíveis dentro dele em amor.

Então, vemos aqui que o plano de Deus, o propósito de Deus era que os gentios não permanecessem, assim, nesta separação espiritual. Então, como é que Deus vai resolver esse assunto? Então, a resposta é segue no versículo 13, diz assim. Mas agora, em Cristo Jesus, vos que estavam longe, vocês que estávais longe, isto é, vocês que eram gentios e que estavam longe, longe de quê? Longe de Cristo, longe da comunidade Israel, estranhos às alianças da promessa, sem esperança e sem Deus, estavam longe. Mas Paulo está aqui a usar uma expressão rabbínica, que era comum, desses dias, em que estava a descrever os gentios.

Os rabbinas, os judacos usavam esta expressão para descrever os gentios, dizem, olha, vocês estão longe. Mas aqui, Paulo, é assim. Mas agora, em Cristo Jesus, vos que antes estávais longe, já, pelo sangue de Cristo, chegaste perto. Foram aproximados de Deus, do Israel espiritual, pelo sacrifício de Jesus Cristo.

O sacrifício de Cristo removeu várias barreiras. É importante. Tamos aqui a ver o contexto, irmãos, que Paulo está a falar aos gentios, está a falar que eles estavam separados, que havia esta barreira, esta divisão. E assim, Paulo está a explicar que, por meio de Cristo, Deus reconciliou judeus e gentios, entre eles próprios, assim como reconciliou ambos com Deus. Note, é judeus e gentios que os reconciliou uns com os outros, reconciliou judeus e reconciliou gentios com Deus, porque ambos, judeus e gentios, precisavam e precisam, no mundo hoje em dia, reconciliação com Deus.

Sim, os judeus também precisavam de reconciliação, embora eles tivessem as promessas de Deus e reconhecessem o verdadeiro Deus, ainda assim mesmo estavam separados do Israel espiritual, porque não compreendiam e não entendiam os assuntos espirituais, e por isso foram desobdientes e o pecado os separou de Deus. O pecado os separou de Deus e por isso os judeus também precisavam e precisam de reconciliação. Assim, Paulo está explicando que Deus une todos num só corpo, judeus e gentios, e isso envolve de roubar esta hostilidade, esta animosidade entre os dois grupos.

Sim, que havia uma animização, animizado uma antagonismo entre judeus e gentios. Então, Paulo está explicando que, através de Cristo, esta animosidade, ou animosidade, animosidade está a ser derrubada. Agora, vamos ler os versículos 14 e 15, porque estes dois versículos são fundamentais para entendermos este capítulo. Vou repetir, estes dois versículos são fundamentais para entendermos este capítulo. Versículo 14. Porque ele é a nossa paz. Jesus Cristo é a nossa paz, o qual de ambos os povos fez um. Cristo fez dos dois povos, isto é, fez dos povos israelitas e dos povos judaicos fez um em Cristo. Ambos, por isso, tornam-se israelitas espirituais e derrubando a parede de separação que estava no meio.

Assim, então, vemos estes dois povos, que havia esta parede de separação que estava no meio e que este derrubou essa parede de separação. Aí, está uma coisa que muitas pessoas não entendem. Qual era essa parede de separação? E, continuando, vou responder essa pergunta, mas antes vou adicionar a segunda pergunta, que está no versículo 15, que diz assim, na sua carne desfez animizada, isto é, a lei dos mandamentos que consistiam em ordenanças para criarem-se mesmo os dois, o novo homem, fazendo a paz.

Qual era a lei dos mandamentos que continha, ou estava contida, em ordenanças? Ou que consistia de ordenanças? Porque vemos aqui uma eninizada. Então, vamos falar aqui acerca de judeus e gendios, que havia esta eninizada. Então, qual é esta parede de separação e qual era esta lei de mandamentos contida em ordenanças?

E, através dos cristios, diz assim, isso foi desfeito para criar em si, através de Cristo, um novo homem. Um novo homem. E diz aqui, dos dois, um novo homem, fazendo a paz. O homem espiritual na igreja resultando na paz. Então, qual é a lei era esta? Que era, digamos assim, uma eninizada. Sim, que lei era esta? Que era uma enimizada. Ora, irmãos, as leis de Deus não causam enimizada, não causam hostilidade. E Jesus Cristo, como sabemos, não aboliu a lei de Deus, não desfez a lei de Deus. Podem ler isso em Mateus 517. Ora, a palavra lei aqui era a palavra grega NOMOS, sim, pode significar lei, mas pode significar também procedimento ou prática estabelecida, ou costuma, ou regra, ou princípio, ou uma norma, de acordo com o lexico de Bauer, Danke, Arnold, Gintz, que está no software de Bubbleworks.

Assim, esta lei era um procedimento ou prática que tinha sido estabelecida, por um costuma, ou uma norma. E depois diz que esta lei diz assim dos mandamentos que consistiam, ou que eram parte ou contidos em ordenanças. O que é ordenanças? A palavra ordenanças grega aqui é dogma, que significa regra formalizada, ou conjunto de regras, que prescreve uma regra formalizada que prescreve, ou conjunto de regras que prescrevem, o que as pessoas devem fazer, do lexico low nida, também do software Bubbleworks. Ora, como nós sabemos, até o próprio Pedro, em segundo o Pedro 3, versículo 16, diz, que há pontos difíceis de entender que os indultos e inconstantes torcem, e igualmente as outras criaturas, para a sua própria predição.

Ora, há pontos difíceis de entender, e efezes 2 versículo 15, assim como colocenses 2 versículo 14, são duas dessas passagens, ou pontos difíceis de entender, que as pessoas usam, para afirmar que as leis do antigo distamento são obsoletas e inválidas para os cristãos que vivem sob a nova aliança.

Por isso, este versículo, efezes 2, 15, assim como colocenses 2, 14, são pontos importantes para entendermos, porque pessoas, como Pedro diz em segundo Pedro 3, 16, pessoas que são indoutos e inconstantes torcem, e, igualmente, fazem isso a outras escrituras, para a sua própria predição. Então, o que é esta parede de separação que estava no meio? A palavra grega para a parede que estava no meio é mesotoican, e é uma mesotoican parede que estava no meio de separação. A palavra separação é fárgamos, ou era uma cerca, uma barreira, uma grade. Então, havia, havia uma barreira, uma grade, que separava o pátio exterior dos gentios, dos pátios interiores dos judeus.

Há outras palavras. Havia um muro de pedra, de aproximadamente 1,5 metro de altura, para separar a parte judaica da parte dos gentios à volta do templo. As pessoas não sabem isso. Irmãos, havia um muro de pedra. Havia uma parede que estava no meio de separação, que separava o pátio exterior na área do templo para, aí, os gentios podiam estar, dos pátios interiores do templo ao mundo judeus podiam estar.

Ora, notem que Paulo estava escrevendo esta epístola aos ifésios da prisão. Por que? Porque ele foi imprisionado. Vocês podem estudar em Atos 21, versículos 26 a 36, porque ele foi falsamente acusado de violar essas restrições relacionadas com esta parede. Foi acusado que trouxe gentios para dentro desta parede, desta parte judaica do templo. Ora, esta parede de separação que estava no meio não se originou de Deus, mas do judeismo. Isto foi uma coisa que o judeismo, pois, nesta área do templo, numa área aberta, pôs esta divisão, esta parede de divisão de separação entre os judeus e gentios.

E por causa disso, Paulo foi acusado e então acabou de estar na prisão, em Roma, por causa desse assunto. Mas essa parede de separação que estava no meio não foi originada por Deus, mas foi para o judeismo. Sim, Deus tinha delineado uma separação entre o lugar santo e o lugar santíssimo, mas Deus não criou uma parede de separação para dividir o pátio exterior entre os judeus e gentios. E sim, irmãos, enquanto estamos a falar disso, também havia uma área no pátio separada para as mulheres, que não era bíblico. E, por isso, Paulo está explicando que o plano de reconciliação de Deus está a envolver, a envolver a derrubar as barreiras que separam as pessoas com base na nacionalidade ou no sexo.

Barreiras que foram derrubadas pela morte de Cristo e que, finalmente, foram derrubadas fisicamente no ano 70 depois de Cristo, quando o templo foi destruído. Por isso, em que em Gálatas 3, versículo 28, diz todo o sojo 1, em Cristo. E em Clicenses 2, versículo 16 a 21, vemos que os pagãos estavam criticando os membros gentios, os membros da Igreja de Deus, que eram gentios, os pagãos estavam a criticar esses por terem a comer e beber nas celebrações das festas, supostamente judaicas, ou melhor, na celebração das solidarias santas de Deus.

Uma vez mais, então, em Clicenses 2, de 16 a 21, os pagãos estavam criticando os membros da Igreja, que eram gentios, porque estavam a comer e a beber e a celebrar as solidarias de Deus durante esses dias santos. E por isso, esses pagãos estavam a proporção, estavam a presinovar a proporção para esses membros da Igreja, que eram os judaicos, para voltarem às ordenanças, a essas regras, as céticas pagães.

E por isso é que lemos em Clicenses 2, versículo 22, diz que esses preceitos eram preceitos e doutrinas de homens. Não eram de Deus, eram de homens. Então, vamos dar um somário breve de Efezes 2, versículo 15.

O segundo ponto principal de Efezes 2, versículo 15, é que Deus, por meio de Cristo, invalidou essas regras criadas pelos homens, invalidou esses regulamentos humanos e por isso, elas não são mais restritivos e limitados. Esses regulamentos humanos foram destruídos, foram invalidados, porque esses regulamentos humanos foram construídos por homens, por pessoas, foram coisas de homens, foram doutrinas e preceitos de homens e isso resultou em preconceitos com tendas e descórdias. E, por isso, em Efezes 2, versículo 15 diz, Cristo desfez esta uninizada, esta lei, estas regras humanas, mundanas, incorretas a separar estas pessoas do muro por uma parede de separação que estava no meio, ela destruiu isso e assim criou em Cristo dos dois, judeus e gentiões, dos dois, um novo homem, um verdadeiro cristão e trazendo-se em paz entre essas pessoas.

Versículo 16. E, pela cruz, reconciliar ambos com Deus em um corpo matando com ela as enimizadas. Agora, tantos judeus como gentiões estavam reconciliados em um só corpo, isto é o corpo espiritual de Cristo, como lemos em Efezes 11, versículo 23, que o seu corpo é a cabeça da igreja e diz aqui, ele matou, versículo 16, matando com ela as enimizadas.

Vamos continuar agora no versículo 17. E, vindo, isto é, vindo Cristo para a primeira vida, ele evangelizou, ele pregou, ele deu esta boa nova, a paz, evangelizou, ele pregou esta paz, a voz que estava longe. Ele dá-nos esta paz a nós, aos gentiões, que estávamos longe e aos que estavam perto também. Os gentiões e aos judeus trouxeram ambos, reconciliou ambos com Deus. Versículo 18, porque por ele ambos temos acesso ao Pai em um mesmo Espírito. Porque por ele, por Jesus Cristo, ambos, judeus e gentiões, temos acesso ao Pai no mesmo Espírito, no Espírito. Uma maneira de pensar numa atitude correta, na mentalidade de Deus, através do poder de Deus, através da essência de Deus. Versículo 19, assim, já não sois estrangeiros nem furasteiros, mas com cidadãos dos santos e da família de Deus. Agora, os gentiões já não são estrangeiros. Agora nós todos somos uma só família, uma só igreja, um só povo, por meio de Cristo, somos da família de Deus. E sim, além disso, quando lemos eblios 10, versículo 19, 20, vemos que todos nós, agora, podemos entrar para o novo e vivo caminho, no Santo dos Santos. Por ciclo 20, diz, edificados sobre o fundamento dos apóstolos e dos profetas. A igreja está edificada sobre o fundamento dos apóstolos, daquelas servos de Deus, no novo testamento, e dos profetas, daqueles servos de Deus, no antigo testamento. De que Jesus é a principal pedra de esquina, sendo Jesus a pedra principal, fundamental, onde todo o edifício é construído. Por isso vemos, irmãos, que há várias profecias de que a nova aliança seria estendida aos gen-Dios. E é o que aqui está a fazer. Somos agora unidos. Há uma unidade em Cristo. Por exemplo, em Jesus 19, 24-25, diz, naquele dia, Israel será o terceiro com os egípcios e os assírios. Uma benção no meio da terra, porque o Senhor dos exércitos os abençoará, dizendo, bendito seja o Egito, meu povo, e a Síria, obra das minhas mãos, e Israel, minha herança. Em Salmos 67, versículo 2, diz, para que se conheça na terra o teu caminho, e em todas as nações, a tua salvação. Em todas as nações, a tua salvação. Judeus e Gentilus. Em Joel 2, versículo 28, diz, há de ser que, depois, derramarei o meu espírito sobre toda a carne. Isto é, Judeus e Gentilus. Continuado agora no versículo 21, diz, no qual todo o edifício, bem ajustado, cresce para o Templo Santo, no Senhor. Assim, somos edificados sobre os apóstolos e os profetas. Cristo é pedra principal, a pedra da esquina, no qual, em Cristo, todo o edifício, bem ajustado, bem feito, bem construído, por Deus, cresce para um Templo Santo, no Senhor. Nós somos parte do Templo Espiritual de Deus. Nós somos um Templo Santo que está crescendo. E, por isso, em 1 Coríntios 3,16 diz, não sabéis vós, vós que sois o Templo de Deus e que o Espírito de Deus habita em vós. O nosso corpo, fisicamente, também é o Templo de O Espírito Santo, por isso, precisamos ter cuidado com o nosso corpo, como usamos. V. 22, no qual, também, vós, juntamente, sois edificados para a morada de Deus, em Espírito. Nós somos edificados juntamente. Nós somos todos juntificados juntamente para que Deus habite em nós. Em V. 25,8 diz assim, e infarão o santuário e habitarei no meio de Deus. Deus habita hoje no seu Templo na Terra, que é a Igreja de Deus. É por isso que devemos ser uma luz, um exemplo para o mundo, por meio de Cristo, vivendo em nós. E, por isso, irmãos, vemos claramente que Paulo está enfatizando as grandes benções espirituais de Deus, por meio de Jesus Cristo. Assim, uma vez mais, repito, como disse ao início deste Tuto Bíblico, que o tema principal de Ifésios é, realmente, a importância da unidade em Jesus Cristo.

Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).