Epistolas da Prisão - Efésios 3:1-21

O Eterno Propósito de Deus.

O plano de salvação de Deus — segundo o qual toda a humanidade, judeus e gentios, poderia tornar-se filhos de Deus — foi revelado à Igreja pelo Espírito Santo de Deus e pregado aos gentios por Paulo. Esse mistério estivera oculto, até mesmo dos anjos. O "eterno propósito" de Deus opera por meio da fé e está enraizado e fundamentado no amor. Devemos crescer nessa fé e nesse amor.

Transcrição

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Boa noite, irmãos. O tema desta Epístola de Paulo aos Ifésios é a União em Cristo. E, como já mencionei previmento, os primeiros três capítulos contém o resumo das doutrinas cristais, que foram, digamos assim, mencionadas ou explicadas por Paulo, enquanto os últimos três capítulos são mais de um tema prático e estão-se a concentrar no comportamento cristão. Hoje vamos abordar o terceiro capítulo de Ifésios, que conclui, então, esta discussão de Paulo sobre estes assuntos, digamos assim, de natureza doutrinária desta Epístola. Uma vez mais, neste tema geral de União em Cristo, Paulo tem estado a concentrar-se em algumas das grandes benções espirituais de Deus. E Paulo está a explicar que Deus lhe revelou, e sim, através dele e dos apóstolos, o mistério de que Deus predestinou toda a humanidade.

Toda a humanidade, isto é, ambos judeus e gentios, a serem seus filhos por causa da obra, ou através da obra, de que ele está a fazer através de Cristo.

E ele, no capítulo 2, ao recíclico do 1, diz que todos nós fomos vivificados, isto é, feitos espiritualmente vivos, quando fomos batizados e recebemos o Espírito de Santa Deus. Porque antes disso estávamos, digamos assim, espiritualmente mortos, ou espiritualmente cegos, não entendíamos a verdade.

E então ele continua a falar um bocadinho mais adiante, no versículo 8, que diz, porque pela graça, por esta grande bondade e carinho que Deus tem para conosco, este amor que Ele tem para conosco, nós temos este plano de salvação, somos salos através deste plano de salvação, que é baseado em fé, porque isto não vem de nós, não é da nossa fé, mas é da fé de que Cristo teve e pelo que Ele fez para conosco.

E depois, um bocadinho mais adiante, no versículo 11 e 12, diz, por causa disso, então, lembravam-vos de que nós previamente éramos, ou eram, gentios na carne e chamados incincuscisos, e por isso estavam sem Cristo. E Cristo, então, derrubou esta hostilidade, esta inimisada entre estes dois grupos, gentios e, ou gregos e judeus e israelitas. E por isso havia esta inimisada entre os judeus e gentios, por isso eles eram, como dizem no versículo 12, estavam sem Cristo, separados da comunidade de Israel, e estranhos as alianças da promessa não têm esperança e sem Deus no mundo.

Depois, Paulo explica o que é que Cristo fez para derrubar esta hostilidade, diz aqui no versículo 14, porque ele derrubou a parede de separação, que estava no meio.

Ora, como explicamos no estudo prévio, esta parede de separação que estava no meio, estava entre elas, era uma parede de pedra de cerca de 1,5 m de altura, que separava a área judaica da área gentia no templo.

E isso não era uma coisa que tinha sido, digamos assim, mandada ou instruída para ser feita por causa da lei de Deus.

Isso não tinha nada a ver com a lei de Deus, mas era a lei de mandamentos que eram ordenanças humanas, e por isso é que diz, no versículo 15, Jesus Cristo na sua carne, de fees desfez a inimisade, esta parede de separação, esta inimisade, que consistia em ordenanças, isto é a lei dos mandamentos em ordenanças.

Note que a palavra que consistia está em itálicos, que era isto, é a lei dos mandamentos, estas ordenanças, que não eram da lei de Deus.

Esta parede não era originada por causa de um mandamento de Deus, mas tinha sido construída por causa das leis dos homens, isto é, por causa do judaísmo.

E também, como entre parênteses, o judaísmo também tinha um atrio separado para as damas, que o qual também não era bíblico.

Por isso, Paulo está aqui a explicar que o plano de salvação de Deus envolvia de roubar estas barreiras, que separavam as pessoas, barreiras que eram baseadas em nacionalidade ou no género, masculino ou feminino, por exemplo. Estas barreiras foram derrubadas na morte de Cristo, e finalmente foram fisicamente, literalmente, derrubadas, quando o templo foi destruído no ano 70, depois de Cristo era corrente.

Por isso, o ponto principal aqui de Ephesus 2, 15, é que Deus, por meio de Cristo, invalidou essas regras criadas pelos homens.

Ora, como vocês devem ter plártica quando vêm regulamentos humanos, ou leis humanas, geralmente são demasiado restritivas, e são limitadas no seu alcance, e assim estas leis humanas constroem separações entre pessoas, e causam intolerância, contendas e desacordo-os entre pessoas.

E, por isso, continuando no versículo 16, diz assim, e através do que Cristo fez, na morte dele, do sufrimento dele pela cruz, ele reconciliou.

Isto é, trouxe os dois juntos, em um só corpo, que é o corpo espiritual de Cristo, que é a Igreja de Deus, o corpo espiritual de Cristo, como lemos em Fésios 1, 23, que diz que é o seu corpo, isto é, a Igreja.

Para continuar, então, no capítulo 2, versículo 21, lemos que nós, então, somos parte deste templo espiritual de Deus, e somos, então, um templo santo que está crescendo, crescendo no Senhor.

Então, com este, digamos assim, com este pano de fundo, ou este ponto de lembrar do que abordámos previamente nos outros estudos, então, agora, podemos continuar com o capítulo 3, lendo o versículo 1.

Por esta causa, por esta causa, qual causa?

Por causa desta parede de separação, por causa desta parede de pedra de cerca de 1,5 metros de altura que existia na área do templo.

Por esta causa, eu, Paulo, sou Pris. Jesus Cristo.

Por vós, os gentios.

Sim, Paulo estava na prisão, por causa de que ele estava a pregar esta boa esperança aos gentios, e, através disso, ele foi acusado, quando foi a Jerusalem para levar a oferta dos santos a Jerusalem, como lém Atos capítulo 21, versículos 21 a 29.

Vocês lembram-se que Paulo fez uma coleta da oferta para levar aos santos, porque havia uma fome em Jerusal, né?

E ele, então, foi a Jerusal para entregar-lhes aos irmãos, e, enquanto ele foi ao templo, ele foi falsamente acusado de ter levado um irmão gentio, trófimo, para a área judaica do templo, para o lado do lado deste muro, o que, está claro, foi uma acusação falsa.

E, por isso, é que, Lisboa, esta causa, eu, Paulo, sou presinário Jesus Cristo, por vós, os gentios, por si, no 2, se é que têndos ouvido a dispensação da Graça de Deus que para convosco me foi dada?

Isto é, acho que só suponho que vocês ouviram da dispensação da Graça de Deus, desta grande bondade de Deus, para com os homens, e particularmente para com os gentios, através desta administração da Graça de Deus.

E, por isso, é que diz assim, a dispensação da Graça de Deus.

Ora, a dispensação é, geralmente, feita por uma pessoa que seja um dispenseiro, ou um mordomo, é uma pessoa que administra esses assuntos da casa, e, então, esta era a responsabilidade de Paulo.

Paulo, o Ministério que foi dada Paulo, ele foi chamado por Deus, e ele, então, recebeu a oportunidade de administrar, ou de supervisionar, ou de ser um dispenseiro, ou um administrador da Graça de Deus, para com os gentios na Igreja de Deus. Essa foi a responsabilidade que Deus dê-o, que dê-o a Paulo.

Por isso é que ele diz, no versículo 2, se é que vocês tenham ouvido a dispensação da Graça de Deus, que para convosco, foi dada, por sírilo 3 e 4, como foi este mistério manifestado pela revelação, como antes um pouco vos escrevi. Isto ele já tinha explicado a ele, que os irmãos da Igreja, e Paulo já escreveu em várias das suas epístolas, que ele recebeu este mistério, foi revelado a ele, por Jesus Cristo.

E, por sírilo 4, por isso, quando lê-des, podês perceber a minha compreensão do mistério de Cristo. De Cristo.

Isto é, Deus revelou a Paulo, este mistério de Cristo, e assim o plano de Deus, para toda a humanidade, isto é, incluindo os gentios, foi revelado a Paulo, e estava sendo administrado por Paulo.

Continuando agora, no versículo 5.

No versículo 5 diz, o qual, no outros séculos, não foi manifestado aos filhos dos homens, como agora, tem sido revelado pelo Espírito, aos seus santos apóstolos e profetas.

Noutras palavras, este plano de salvação, que incluía esta graça de Deus, para os gentios, não tinha sido entendido por outras pessoas, não era compreendido por outras pessoas, mas agora foi revelado, através da inspiração do Espírito Deus, tal como lemos, em João 14, versículo 26.

Vamos cá ler brevemente aqui, João 14, versículo 26.

João 14, versículo 26, quando Jesus Cristo disse, que diz assim, mas aquele conselador, isto é o Espírito Deus, isto é aquele ajudador, aquele conselador, o Espírito Santo, que o Pai enviará, em meu nome, que proceda do Pai, e que é enviado do Pai, mas é o Jesus Cristo que nos dá, que nos dá. E diz assim, esse vos ensinará todas as coisas, e vos fará lembrar de tudo, quanto vos tenham dito. E assim, o Espírito Santo de Deus, que recebemos após o Batismo, pela imposição das mãos, e como João Batista disse, que é Jesus Cristo que nos batiza com o Espírito, então, o Espírito Santo de Deus ajuda-nos a compreender a verdade, acerca do plano de Deus para a humanidade. O Espírito de Deus nos ajuda a entender este grande plano. Continuando então, e sim, este Espírito, esta verdade, foi dada aos seus santos apóstolos, e profetas, sim, profetas, profetizaram, e agora vemos, então, que Paulo e os apóstolos explicaram em melhor detalhe. Por S. 6, a saber que os gentios são coerdeiros e de um mesmo corpo, e participantes da promessa em Cristo pelo evangelho. Isto é por esta boa nova. Aqui, então, aqui vemos que Deus, no V. 6, Deus está a estender a salvação aos gentios, e bem como aos judeus. E assim como vemos em Ephésios 2, V. 19, em que diz que já não são estrangeiros. Os gentios eram estrangeiros, mas já não são. Agora são coerdeiros. E por isso é que diz aqui, no V. 6, do capítulo 3, que são coerdeiros e de um mesmo corpo, qual o corpo espiritual é Cristo, que é a Igreja de Deus, e também participantes da promessa em Cristo pelo evangelho. Isto é por esta boa nova do reino de Deus. Continuando, então, agora a ler no V. 7, do qual foi feito ministro pelo dom da Graça de Deus, que me foi dado segunda operação do Seu poder. Isto é, Paulo Tazer, outro nome ministro, porque foi chamado por Deus e foi separado, e por isso é ministro desta mensagem, desta grande esperança, através do poder de Deus, que é o Espírito Santo de Deus. Por isso, aquele liso, no V. 6, foi feito ministro. Não é que ele se fez, ele próprio, como ministro não. Foi feito por Deus, foi escolhido por Deus, e por Jesus Cristo. E, então, ele foi dado, diz assim, segunda operação do Seu poder. Então, foi dado a ele esta grande responsabilidade de pregar esta mensagem desta boa nova do Evangelho, pelo Evangelho desta boa nova, desta esperança, e que, através do que Jesus Cristo fez, todos nós podemos receber esta maravilhosa bondade de Deus.

E, por isso, qualquer coisa, se tivermos a ver aqui, assim, de uma maneira geral, qualquer coisa que nós, como ministros de Jesus Cristo, façamos neste Ministério, é, através do poder de Deus, quando se servimos na Igreja, temos que reconhecer que é o poder de Deus, que é a inspiração de Deus, e a ajuda de Deus, que nos capacitam neste Ministério. E, por isso, quando seguimos o nosso próprio caminho, em vez de seguirmos as instruções de Deus, quando temos as nossas próprias ideias e coisas assim, estamos, então, a andar em caminhos que vão mais cedo ou mais tarde causar sérios problemas.

Por isso, temos que ter cuidado, que nos mantemos sempre no caminho de Deus. Estamos a reconhecer que é o poder de Deus, que é a inspiração de Deus, que é a ajuda de Deus, que nos capacitam nesta responsabilidade que nós temos. E não anda agora assim, no versículo 8. A mim, o mínimo de todos os santos, me foi dada esta graça de anunciar entre os gentios, por meio do Evangelho, as riquezas incompreensíveis de Cristo. Aqui vemos que Paulo não estava a andar com um elevado conceito de si mesmo.

Olha, eu sou tão importante. Não, ele diz, o mínimo de todos os santos. E diz-me, foi dada esta graça. Paulo tinha recebido esta graça, estes dons, estas capacidades, esta responsabilidade. Deus lhe deu a Paulo este entendimento, estas visões, e por isso Deus o declarou como seu apóstolo para esta responsabilidade. E sim, Deus realizou muitos milagres por meio dele para comprovar às pessoas que de facto Deus tinha dado a Paulo essa autoridade. Mas, como vemos, Paulo diz, ele era o menor de todos os santos. Ele era o mínimo de todos os santos.

E por isso esta graça, esta bondade de Deus, esta oportunidade de Ele servir e de dar este ensino, esta pregação, esta boa nova do plano de salvação de Deus, foi dada a Paulo para ele anunciar a todos os gentios estas maravilhosas riquezas de Cristo, estas riquezas incompreensíveis de Cristo.

Agora lendo no versículo 9. E demonstrar a todos, qual seja a comunhão do Ministério, que desde os séculos teve oculto em Deus, que tudo criou por meio de Cristo. Este mistério deste plano de salvação teve escondido em Deus. Deus não revelou até esta altura em claramente.

Profetizou em certos pontos pelos profetas, mas agora pelos apóstolos foi explicado mais claramente que este mistério, que desde os séculos teve oculto em Cristo, em Deus, que tudo criou por meio de Jesus Cristo. Ora, se você tem uma Bíblia, talvez, da Almeida Revista e Corrigina, ou da Almeida atualizada, você não vai ver esta frase por meio de Jesus Cristo, ou por Jesus Cristo. Por que? Porque essas versões bíblicas são traduzidas, na maioria da parte, do texto Alexandrino, que omite essa palavra, mas o texto majoritário do qual a Almeida Corrigina e Fiel usou o texto majoritário, esta frase, por meio de Jesus Cristo, que tudo criou por meio de Jesus Cristo, está no texto majoritário.

Ora, eu tenho um sermão que está a escrever estes textos majoritários e o texto Alexandrino, por isso não vou abordar isso em maior detalhe hoje, mas basta simplesmente dizer que o texto majoritário é o texto que a maioria dos manuscritos que existem, mais de 3 mil, provavelmente cerca de 5 mil correntamente, estes textos majoritários, a maioria dos textos, têm esta palavra, ou esta frase aqui, por Jesus Cristo. O texto Alexandrino, que é simplesmente um número de 3 a 5 máximo de manuscritos que foram encontrados no Egito, em Alexandra, omita isso, que nós acreditamos que foi um texto que já tinha sido adulterado.

Continuando, então, em João capítulo 1, versículo 3, João capítulo 1, versículo 3, vemos que tudo foi criado por Jesus Cristo. João capítulo 1, versículo 3. Vejam aqui, João capítulo 1, versículo 3. Diz assim, todas as coisas foram feitas por ele, por Jesus Cristo, que é o verbo que se fez carne, e sem ele nada do que foi feito se fez. Em Colossenses capítulo 1, versículo 15 a 17, Colossenses capítulo 1, versículo 15 a 17, vemos, falando acerca de Jesus Cristo, o qual é a imagem do Deus invisível, o primogênico, e toda a criação, porque nela foram criadas todas as coisas, isto é, através de Jesus Cristo, foram criadas todas as coisas que há nos céus e na terra visíveis e invisíveis, sejam prontos, sejam dominações, sejam participados, sejam custados, tudo foi criado por ele e para ele.

E ele é antes de todas as coisas, já existia antes da criação, e todas as coisas subsistem por ele, por Jesus Cristo. E também em Hebreus capítulo 1, versículo 2, Hebreus capítulo 1, versículo 2 diz, falando acerca do filho, a quem constituiu herdeiro de tudo e por quem fez também o mundo. Também, por isso, Jesus Cristo estava presente desde o princípio e Jesus Cristo foi aquele que criou tudo.

E por isso, esta frase aqui, no versículo 9, que diz que Deus, que tudo criou por meio de Jesus Cristo, é uma frase que se encaixa com o resto de Bíblia. Está correto, não há nenhuma adulteração aí, em dizer que Deus criou tudo por meio de Jesus Cristo. Mas lembrem-se aqui que o ponto aqui é que diz que desde os séculos esteve oculto em Deus. Ora, esteve oculto em Deus, quer dizer que os ângios não compreendiam estas coisas. Esteve oculto em Deus, quer dizer que os ângios não entendiam estas coisas. Está claro, Deus-Pai e Jesus Cristo-Fílio entendiam estas coisas, mas os outros não entendiam.

Estavam ocultas em Deus. Isto é, no reino de Deus, nos dois seres que eram do género da qualidade de Deus. Como diz aqui, no versículo 9, que diz assim que estava oculto em Deus. Isto é, neste reino de Deus, nestes dois seres separados independentes que eram do género de Deus. E, por isso, vemos que os profetas, embora deram profecias acerca disto, não tinham pleno entendimento disto. Nem os ângios compreendiam isto plenamente.

Vejam em 1 Pedro capítulo 1, versículo 10 a 12. Diz assim, da qual salvação inquiriram e trataram, diligentemente, os profetas que profetizaram da graça que vos foi dada. Se eles profetizaram, a sério disso, mas fizeram perguntas que quiseram saber mais, e quiseram saber mais, diligentemente, mas não conseguiram entender. Versículo 11, indagando que o tempo ou o que ocasião da tempo, o Espírito Cristo, que estava nelas, indicava anteriormente testificando os sogrimentos que Cristo havia de vir e a glória que lhes havia de seguir, aos quais foi revelado que, não para si mesmo, mas para nós, eles ministravam estas coisas que agora vos foram anunciadas por aqueles que, pelo Espírito Santo, enviado do céu, vos pregaram o evangelho.

Os apóstolos agora pregaram o evangelho, para as quais coisas os anjos desejam bem atentar. Os anjos não entendiam, só entendem agora. Não compreendiam estas coisas, e por isso eles ficaram, digamos assim, maravilhados ao ver o que Deus estava fazendo.

Isto é este processo de salvação. Isto é o processo em que Deus está a recriar-se, e isto é, está a ter muitos filhos que, uma vez ressuscitados, serão membros da família de Deus. Continuando, então, agora a ler no versículo 10.

Versículo 10, de Iphésios capítulo 2, perdão, Iphésios capítulo 3, versículo 10, para que agora, pela igreja, a multiforme sabedoria de Deus seja conhecida dos principados e protestados nos céus. Os anjos estão a aprender, por meio da igreja, esta grande sabedoria de Deus, diz aqui, esta multiforme sabedoria de Deus. Isto é esta sabedoria de Deus que, de vários anjos, de várias perspectivas, de várias dimensões, de várias maneiras, estão a entender, estão a começar a entender. Por que? Porque a igreja, digamos assim, através da igreja, eles estão a compreender. A igreja é a Mestra, digamos assim, a forma de ensinamento a eles. Por isso que diz para que agora, pela igreja, esta sabedoria de Deus seja conhecida dos anjos. Versículo 11, segundo o eterno propósito, que fez em Cristo Jesus, nosso Senhor. Deus tem um eterno propósito, tem uma razão, uma meta, um propósito eterno que está sendo realizado aqui na Terra, o qual Deus o planejou e que está sendo executado e realizado por meio de Jesus Cristo.

Versículo 12, antes disso, lembrem-se que o próprio fato da criação física existir, o importante é entender isto, o próprio fato, a própria razão da criação física existir, demonstra que Deus está executando um grande eterno propósito.

O qual está a ser realizado ou executado por meio de Jesus Cristo. Como lembro-se, em Apocalipse 13, versículo 8, que diz que Cristo tinha sido morto desde a Fundação do Mundo. Em segundo, tinha morte o capítulo 9, diz que antes dos tempos existirem, isto já tinha sido planejado, e por isso tinha sido planejado antes da criação. Continuando agora o versículo 12, no qual temos ousadia e acesso com confiança pela nossa fé nela. Temos ousadia e confiança mediante a fé. Aqui quero sublinhar um cadinho, talvez um ponto em Hebreus, que muitas vezes as pessoas não entendem. Então, vamos ver isso. Vejamos aqui, em Hebreus capítulo 10. Hebreus capítulo 10. Este é um capítulo que as pessoas muitas vezes não entendem, mas é um capítulo muito profundo. Muito profundo. Diz aqui, porque tendo a lei a sombra dos bens futuros, a lei ceremonial, os sacrifícios... Estas sacrifícios, diz assim, eram sombras, eram, digamos assim, previsões apontavam para o sacrifício de Cristo. Por isso é que Cristo disse, eu vim para cumprir a lei. A lei ceremonial apontava para Cristo, mas também a lei do Pentateuco, dos cinco livros de Moisés, também apontava para Cristo. Por exemplo, a Páscoa, o Cordeiro Pascal, apontava para Cristo. As ofertas que estão escritas em Levítico 1 e Levítico 5, todos simbolizavam, apontavam para Cristo. E há vários pontos nessa parte da lei que apontava para Cristo. Mesmo ao início, quando o Satanás iludiu a Eva, e depois vê-se que a Eva recebeu certas consequências por causa disso, e também o homem, mas também diz, aí tem a primeira profecia que diz que há falar acerca do teu filho, para eu notar acitar assim, e que diz que há genácias, capítulo 3, e depois está aqui a falar, e porém, inimimizada entre ti e a mulher, entre a tua semente e a sua semente, esta te ferirá a cabeça e tu lhe ferirás o calcanhar. Esta é uma profecia de Cristo, apontando que Cristo era a semente da mulher, enquanto que a semente da serpente seria as pessoas do mundão que vão seguir, e que não vão se arrepender, e por isso diz que esta te ferirá a cabeça, esta semente, isto é, Jesus Cristo vai ferir a cabeça, a cabeça deste Satanás, e tu Satanás vai ferir o calcanhar. Isto vai causar problemas, dificuldades, por exemplo, na igreja, mas no fim nós vamos vencer. E por isso, ver-se assim que a lei já era profética, e Cristo veio para cumprir a lei. E por isso estamos aqui, continuando a ler, então, agora aqui, da Ibreus capítulo 10, diz que são imagens, a lei é sombra de bens futuros, e não é imagem da exata das coisas. Nunca pelos mesmos sacrifícios que continuamente se oferecem cada ano, estareis de sacrifícios dos bodas e os cordeiros, etc., pode aperfeiçoar os que a eles se chegam, por que os sacrifícios não faziam. Doutra maneira, teriam deixado-se oferecer, porque, se de facto, esses sacrifícios forem efetivos, não era preciso continuar a fazê-los. E depois diz assim, nesses sacrifícios, versículo 3, porém, cada ano se faz comemoração dos pecados, porque é impossível que o sangue dos toros e dos bodas tira os pecados. Percebemos aqui que esta lei ceremonial, estes sacrifícios, eram apenas uma sombra que apontavam para o sacrifício de Cristo. Pois veja aqui, no versículo 5. Por isso, entrando no mundo, o verbo desceu, o verbo Jesus Cristo se fez carne, entrando no mundo, como um ser humano, e diz assim, diz, sacrifício, oferta, não quisesse, mas corpo me preparaste.

O Pai deu ao verbo o corpo que veio a ser Jesus Cristo quando ele se tornou carne, e então nasceu, foi gerado inicialmente no ventre da Maria, e depois, nove meses depois, nasceu como um ser humano. E por isso, vê-se que Deus deu a Jesus Cristo um corpo físico, desse um querinho mais adiante. Por siglo VIII, como acima diz, sacrifício, oferta, holocaustos e oblações, pelo pecado não quisesse, nem integrado, os quais se oferecem, segundo esta lei, eram ofrecidos durante esse período, a segunda lei, segundo essa lei que os judeus estavam a praticar, que eram esses mandamentos de fazer esses sacrifícios, que eram parte desta antiga aliança. E depois diz assim, no ver. 9, então, disse, eis aqui e venham para fazer ao Deus a tua vontade. Esteste-se os Cristo a dizer, eis aqui e venham para fazer ao Pai a tua vontade, para fazer a vontade ao Pai, para cumprir o quê? O eterno propósito. E depois diz no ver. 10, tira o primeiro para estabelecer o segundo, sim. O primeiro quer esses sacrifícios antigos, e agora está a estabelecer o único sacrifício, que é o sacrifício de Jesus Cristo. Por isso, esses sacrifícios antigos não são necessários, mas o sacrifício de Cristo é aquele que, de facto, tira os pecados. Na qual, ver. 10, na qual vontade, temos sido santificados pela oblação do corpo de Jesus. Uma vez. O sacrifício de Jesus Cristo foi um único sacrifício, uma vez. E, através disso, estamos santificados, somos separados, somos perdoados. E depois vejam no ver. 14, que diz, porque com uma só oblação, isto é, para o sacrifício de Cristo dar, derramar o seu sangue, uma só oblação, a perfeiçoou para sempre. Jesus Cristo, através do seu sacrifício, a perfeiçoou você e eu para sempre. Os que são santificados. Isto é nós que estamos neste processo de santificação. Por isso é que lemos, em Pedro 1, versículo 2, primeiro Pedro 1, versículo 2, que é a santificação do Espírito para a obdiência. Temos que agora obtecer e a expressão do sangue de Jesus Cristo. Os dois trabalham em conjunto. Por isso, por uma única oferta, o sacrifício de Jesus Cristo a perfeiçoou para sempre, todos. E depois lém aqui, no versículo 16. Esta é a aliança que farei com elas. Depois daqueles dias, diz o Senhor, porque lembro-se que Jesus Cristo disse, no dia da páscoa, tomou quebrou o pão e tomou o cálice de vinho, e disse, este cálice é o cálice da nova aliança, que representa o sangue de Cristo. E por isso esta aliança, que farei com elas depois daqueles dias, diz o Senhor, e através desta aliança, o que nós temos? Não temos as leis de Deus em tábuas de pedra, mas temos as leis de Deus nos nossos corações.

Escreverei em seus entendimentos. Sim, temos a graça de Deus que nos perdoa, de graça, mas agora, uma vez perdoados, precisamos de ter o desejo, a vontade, a intenção dos nossos corações e ter as leis de Deus nos nossos corações e nos nossos mentos. É a nossa intenção. Agora, somos obrigados, desejamos, queremos obter as leis de Deus, porque as leis de Deus é amor de Deus.

E por isso, esta lei está nos nossos corações, e por isso diz no versículo 9, tendo pois irmãos ousadia para entrar no santuário, onde é o santuário?

Pelo Trono de Deus, no céu, pelo sangue de Cristo. Como? Pelo novo e vivo caminho que Ele nos consagrou pela sua carne. Como sabemos, quando Ele morreu, aquela véu rasgou-se de cima para baixo, e então nós temos acesso ao Trono de Deus. Isso tem um grande simbolismo espiritual. Por isso, no versículo 22 diz, tenha, chegémonos, com verdadeiro coração. Precisamos chegar a Deus com verdadeiro coração, a inteira certeza de fé, tendo os corações purificados da má consciência e o corpo lavado, com algo limpa.

Os corações purificados da má consciência. Como? Com sangue de Cristo. E o corpo lavado com algo limpa. Como? A santificação do Espírito, algo limpo e limpa, que simboliza a água viva, que é o Espírito de Santa Deus.

Então, continuando, irmãos, agora, no versículo 13 de Ifésios capítulo 3. Acabei de ler o versículo 12. No qual temos ousadia e acesso com confiança. Temos acesso com confiança a quê? A autrona de Deus, pelo que Jesus Cristo fez por nós. Como acabamos de explicar e ler no versículo, em Ibraeus capítulo 10.

E por isso diz assim, no versículo 13. Portanto, vos peço que não desfanseis nas minhas tribulações por vós, que é a vossa glória. Por isso, mantenham-se firmes, não se desfaleçam.

Mantém-se firmes. Compara com o que acabamos de ler há pouco em Ibraeus capítulo 10. Ibraeus capítulo 10, mas vamos agora ler o versículo 23, porque lemos até ao versículo 22. Ora, Ibraeus capítulo 10, versículo 23, diz o quê? Retanham-os firmes a confissão da nossa esperança, porque fiel é o que o prometeu. Retanham-os firmes, esta esperança.

Versículo 13 de Iphésios 3 diz, portanto, vos peço que não desfaleceis. Isto é, mantenham-se firmes.

Por quê? Porque o eterno propósito de Deus é criar uma família de toda a raça humana, judeus e gentios, Cristo foi o primogênido entre muitos irmãos, o primeiro que veio da carne, para isso se tornou um ser espiritual, o primeiro que passou por esse caminho que veio da carne, ser físico para um ser espiritual, e que, correntemente, é o único que possui imortalidade daqueles que vieram da carne, como lembramos em 1º Timótio, capítulo 6, versículo 16.

Agora, você e eu também vemos que, se nos mantemos fiéis, se não nos falecermos nas várias dificuldades e tribulações que nós temos, também averemos de nascer na família de Deus isto é ser transformados como seres espirituais durante a Resolvação. Assim, Paulo agora, para concluir isto, faz uma oração. E vemos aqui, do versículo 14, a versículo 21, há uma oração de Paulo, que diz assim, por causa disto, no Ponho de Joelhos, perante o Pai do nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai do nosso Senhor, do qual toda a família nos céus e na terra toma o nome. Deus é uma família. Toda a família toma o nome do Pai. Qual é o seu nome? Ele é Deus. Nós não recebemos o nome do Espírito Santo, nem recebemos o nome Cristo, não recebemos o nome Espírito Santo, não recebemos o nome Cristo, digamos assim, recebemos o nome Deus. Somos a família Deus. Não é a família Espírito Santo, não é a família Cristo, é a família Deus. Somos a Igreja de Deus.

Vamos entrar no Reino de Deus. Toda a família toma o nome do Pai. Toma o seu nome.

E por isso, Paulo está a dizer, no pônio de joelhos diante do Pai. E, irmãos, temos um Pai. Somos uma família. Um Pai, um filho e muitos outros filhos e filhas que nós seremos parte desse corpo espiritual, que é o de Jesus Cristo. E, por isso, correntemente, neste momento, só há dois membros nessa família, o Pai e o Filho. Mas tu e eu, nós, também seremos filhos. Sim, agora somos membros do corpo espiritual de Cristo. Somos filhos gerados. Somos a Igreja de Deus. Somos os chamados de Deus, chamados deste mundão. Mas, na resurreção, ou se tivermos vidos, vivos, à vinda de Cristo, seremos os filhos nascidos de Deus.

Para o Sege de Jesus. Para que, segundo as riquezas da sua glória, vos conceda que sejais for necessíduos com o poder pelo seu Espírito no homem interior. E, principalmente, está a orar para que nós, segundo estas riquezas da glória de Deus, do poder de Deus, que Deus nos dê a força espiritual dentro de nós, no homem espiritual, isto é, na nossa mente, na nossa coração, no homem interior, não nos mostros físicos, mas nos deu esta força espiritual, mental e na nossa desejo, fortancidos com este poder, por meio do seu Espírito. Porque o Espírito Deus é um Espírito Inâmico. Através do Espírito Deus, Deus usando esse Espírito, embaixo da sua ordem, e então, que Jesus Cristo disse que o Tô, tudo foi criado, todo o universo foi criado pelo poder de Deus, pelo seu Espírito. Deus criou, Deus criou, através de Jesus Cristo, usando o poder Dele, todas as coisas. Esse mesmo poder nos dá a força para vencer no homem interior. Por isso, aglemos, por exemplo, no capítulo 6 de Infésios, começando no versículo 10, diz assim, fortaleceivos, no Senhor ponham a vestimenta armadura de Deus, versículo 11. E por isso também, em anguomano 7, versículo 22, diz assim, é uma nova criação no homem interior. E por isso, por isso é que diz aqui, no versículo 16, para que nós, o Paltaurano, para que nós, segundo estas riquezas do poder de Deus, da glória de Deus, Ele nos conceda esta força com o poder no nosso homem interior para vencermos as fraquezas da carne.

Versículo 17, para que Cristo habite pela fé nos nossos corações, para que Cristo habite em nós, por meio do Espírito. Nós somos cursificados com Cristo, somos batizados em Cristo, Jesus Cristo está nos nossos corações, assim, Jesus Cristo vive pela fé em nossos corações. Por isso a fé é fundamental. Ibreus 11, versículo 6, diz, sem fé é impossível agredar a Deus. E por isso é que diz, temos que ter fé, acreditar que Ele existe, Ibreus 11, versículo 6, temos que acreditar que Ele existe, e, diz assim também, que Deus é o galarduador dos que o buscam. Ele é que nos recompensa. E por isso temos que acreditar que Deus é o juiz, que Ele é que nos vai recompensar. E por isso, isso é parte da fé. A fé, digamos assim, é o catalisador da audiência. A audiência é a fé em ação. A fé sem obras é morta, como lemos em Tiago 2, versículo 26. Por isso temos que ter Cristo em nós, mediante a fé. E depois diz, continuando aqui, no versículo 17, a fim de estarmos enraizados e fundados em amor, ou arraigados e fundados em amor. O amor de Deus por nós levou Deus a fazer as Suas promessas e aos Seus atos de graça e fidelidade. É o amor de Deus por nós. E é também esse amor que nós devemos fundamentar as nossas ações. E por isso o amor conduz a fé, conduz a esta confiança em Deus. Por isso a fé está arraizada, ou está arraigada e fundada do amor. Por isso é que lemos em Romanos 1, versículo 17, que diz de fé em fé. O amor genuíno por Deus e pelo próprio. Isso é a lei de Deus, não é? Amor para com Deus e para com o próximo. E por isso a fé está fundada no amor. Versículo 18-19. Poderes perfeitamente compreender com todos os santos qual seja a largura, o comprimento e a altura e a profundidade. E conhecer o amor de Cristo que excede todo o entilamento para que seja as cheios de toda a plenitude de Deus. Irmãos, Paulo está aqui a orar para que nós venhamos a conhecer o amor de Deus e compreender perfeitamente esta dimensão, este tamanho, este imenso amor, este imenso graça de Deus por nós.

Ele, o Pai, foi o plano Jesus Cristo executou, ele nos criaram o Pai nos criou através de Cristo usando o poder de Deus. Cristo, então, parte desse plano, esteve disposto a descer e viver 33 anos e meio na carne e morrer. Esteve disposto a trabalhar com nós embora nós tenhamos todas as nossas fraquezas. Para quê? Para que seja as cheios de toda a plenitude. É o que lemos aqui ao fim do versículo 19. Para que nós venham-nos a vida a ter toda a plenitude de Deus, que nós venhamos a ser com toda a plenitude da Divindade. À medida que crescemos, como ir cristãos, tornámos-nos cada vez mais semelhantes a Deus. Isto é, tornámos-nos a noiva idónea a Ele. Lembram-se de Genesis 2, versículo 18 que a mulher é idónea ao homem. Nós devemos nos tornar a noiva idónea a Deus, cheios dos atributos de Deus. Estarmos cheios de toda a plenitude de Deus. Então, como noiva assim possuímos hoje em dia, estamos a crescer, estamos a possuir, a desenvolver alguns dos atributos de Deus, para virmos a ser uma noiva idónea a Ele. Deus estabeleceu tudo para criar uma noiva para seu filho. Estar claro é uma analogia, para que, ao fim de contas, é para nós virmos a ser seus filhos no rei de Deus, na família de Deus. E, por isso, vemos tal como na criação física, que não havia uma noiva comparável a ladão, então Deus criou uma Eva, na criação espiritual não havia noiva comparável para Cristo, isto para Deus, então, Deus está a criar a igreja, para nós sermos essa noiva. Está claro, isso não significa que todos nós tenhamos todas as características de Cristo, mas, embora essas características estejam distribuídas entre os irmãos, nós estamos a crescer. E, por isso, isto é uma analogia espiritual baseada na realidade física. E, assim, Deus está usando esta analogia para nos ajudar a compreender. É por isso que Deus nos deu, por exemplo, um atrimónio. E cada um traz determinados dons talentos para o casamento. E, assim, o marido e a mulher, cada um complementa o outro. Isto aumenta o outro. Finalmente, neste exemplo espiritual, Cristo se casará com a noiva com a igreja, que se ataviou, que se preparou, que estará pronta, a qual é que ela comparável com ele. Seremos seres espirituais como ele é, compatíveis, em atitude e em dons. Este é o plano de Deus. Esta é a graça de Deus. E, por isso, aclemos aqui, no versículo 19, diz assim, conhecer o amor de Cristo, que excede todo o entendimento.

Deus nos dá entendimento. Salmo 111, versículo 10, se guardamos os seus mandamentos. E, por isso, a lei de Deus, Deus é amor, e nós percebemos que ter o amor de Deus é o amor de nós. Primeiro, João 5, versículo 3. Então, continuando no versículo 20. Ora, aquele que é poderoso para fazer tudo, muito mais abundamente, além daquilo que pedimos, ou pensamos, segundo o poder que a nós opera, é esse glória na Igreja por Jesus Cristo, em todas as gerações, para todo sempre. Aqui, vê-se, então, o fim desta oração. O poder de Deus é muito elaborado. Dizem que Deus é poderoso. Este é o poder de Deus, que é o Espírito de Deus, que é o Deus é poderoso para fazer muito além daquilo que pedimos ou pensamos. Este é o grande plano de salvação para toda a humanidade, incluindo os gentios. E isto tudo é para a glória de Deus, para todo sempre. Amém.

Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).