Paulo nos exorta a viver de maneira digna da vocação com que fomos chamados. Deus nos confia o Seu ministério para nos ajudar a alcançar a unidade da fé e a sermos capacitados para servir aos nossos irmãos na fé. Devemos ser maduros, para não sermos levados por vários ventos de doutrina que visam nos enganar.
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Bom, agora, boa noite, irmãos. O tema central desta epístola aos efísios é esta grande benção espiritual de sermos um, de estarmos unidos com Deus por meio de Jesus Cristo. Ora concluímos nos primeiros três capítulos, o seguinte, que explicam o seguinte basicamente. Primeiro, o plano predeterminado de Deus é, finalmente, de todos nós virmos a ser um. Isto é, ambos judeus e gentios, porque Paulo estava a falar à Igreja de efésios e, por isso, era importante abordar este tema. Mas isto para nós, hoje em dia, é para todas as pessoas, de todos os povos, de todas as raças, para sermos parte da família de Deus, filhos de Deus, por meio da redenção que é realizada através de Jesus Cristo. Isso é o que lemos em efésios capítulo 1, por ciclo 5, por exemplo, onde lemos, nos pertinou para filhos de adoção, afiliação por Jesus Cristo, e também no versículo 7, em que temos a redenção pelo seu sangue, a remissão das ofensas, segundo as riquezas da sua graça. Ora, isto era um mistério de Deus. Vigemos no versículo 9, no capítulo 1, diz assim, descobrindo-nos o mistério da sua vontade.
Isto era um mistério de Deus. Também veja no capítulo 3, versículo 4. Capítulo 3, versículo 4. Por isso, quando ledes, podês perceber a minha compreensão do mistério de Cristo. Em terceiro lugar, o outro ponto era que nem mesmo os anjos entendiam este plano completamente. Vejam no capítulo 3, versículo 9 e 10.
Dizem de mostrar a todos qual seja a comunhão do mistério, que desde o século XIV oculta em Deus, que tudo criou por meio de Jesus Cristo, para que agora, pela igreja, a multiforme sabedoria de Deus seja conhecida dos principados hipotestados nos céus, até os próprios anjos não entendiam este plano. Ora, este plano trata-se de um plano que é garantido. É garantido porque Deus nos deu o sinal, nos deu o penhore dessa promessa, que é o Espírito de Santa Deus. Em Ephesis 1, versículo 13 e 14 diz, em qual também vos estáis depois não viste a palavra de verdade, o evangelho da vossa salvação, e tendo nele também querido, que foste salados com o Espírito da promessa, o qual é o penhore da nossa herança. É uma garantia, há um depósito, uma garantia de que nós vamos ser membros da família de Deus, porque é o que Deus quer para nós. O quinto ponto é que nós estávamos mortos, mortos, sem esperança, porque estávamos influenciados pelos por Satanás, pelo príncipe das protestadas do ar. Agora recebemos uma grande esperança, que nos tronou espiritualmente vivos, eram-nos mortos, mas agora estamos vivos. E, Fésios 1, versículo 17 e 18 diz assim para que o Deus do nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai na Glória, nos deu o seu conhecimento e a espirito de sabedoria e de revelação, tendo iluminados os nossos olhos do vosso conhecimento, para que sabéis qual seja a esperança da Sua vocação e quase riquezas da glória, da Sua herança nos santos. E também, no capítulo 2, versículo 1 e 2, que diz, e vos vivificou, estando-vos mortos em ofensas e pecados, em que, no outro tempo, andássemos segundo o curso deste século, segundo o príncipe da Próxima de Estados do Ar, do Espírito que agora opera nos filhos da audiência. Por isso, agora estamos vivos, estamos iluminados, temos esta luz, este envenimento. Em 3º, para dar o ensexto ponto, já nós estamos separados de Deus. Em Efésio 2, versículo 12 e 13 diz, ora, que naquele tempo estáveis sem Cristo, separados da comunidade Israel, e estranhos das alianças da promessa, não têm esperança, e sem Deus no mundo. No versículo 13, mas agora, em Cristo Jesus, vos, antes estáveis longe, já pelo sangue de Cristo, chegaste perto. E também, no versículo 19, diz, assim que já não sou estrangeiros nem furasteiros, mas com cidadãos dos santos e da família de Deus. E também, no capítulo 3, versículo 6, diz, a saber que os gentios são coerdeiros de um mesmo corpo, e participantes da promessa em Cristo, pelo evangelho. Isto é, nós todos somos um em Deus. Temos esta unidade em Deus. As regras humanas, que separavam os gentios dos judeus e de Deus, foram agora abolidas. Vê-se isso em infésios capítulo 2, versículo 14 e 15. Porque ele é a nossa paz, o qual amos os povos fez um, e derrubando a parede de separação que estava no meio, na sua carne desfez, animizado, isto é, lei dos mandamentos que consistia em ordenanças, isto é, ordenanças humanas, para criarem-se mesmo dos dois um novo homem fazendo a paz.
Isto nós explicámos no estudo prévios, em estudos prévios, este ponto. O resultado final deste grande plano de Deus é o propósito interno de Deus, o seu objetivo final, que é que sejam-nos, por fim, cheios de toda a plenitude de Deus. Vemos isso em infésios capítulo 3, versículo 11, segundo o seu interno propósito, que fez em Cristo Jesus, o nosso Senhor, e versículo 19 diz, e conhecer o amor de Cristo, que excede todo o entendimento, para que sejais cheios de toda a plenitude de Deus, para sermos realmente filhos de Deus, com toda a plenitude de Deus. E assim, por causa disso, Paulo diz em infésios capítulo 3, versículo 13, diz, portanto, vos peço, que não desfaleceis nas minhas tribulações, por vós, que é a vossa glória, por isso, não desanimem, não devemos de estar desanimados. O propósito interno de Deus é formar uma família, uma família que é composta de todos os seres humanos, de toda a raça humana, judeus e gentios, mas está claro todas as cores e de todos os países e de todas as nacionalidades. Cristo foi o primeiro entre muitos irmãos. Isto é o primogérito, o único que possui imortalidade inerente, que veio dos homens. Ele foi o primeiro entre muitos irmãos. É o primeiro que, o único que veio dos homens, que agora tem imortalidade, como lemos em 1º Timótipo 6, versículo 16.
Você e eu, nós, então, averemos de nascer para a família de Deus na ressurreição. Será então que receberemos igualmente a imortalidade, para sermos um com Ele. Como lemos em 1º Corinthians, que é o capítulo 15, que é o capítulo da ressurreição, nos versículos 51 e 52, que esta mortalidade se revestirá de imortalidade. E depois, no versículo 19, lemos aí que o propósito interno de Deus é que, como eu disse, que venhamos a ter toda a premitude de Deus. Foi o que lhe há pouco. E assim, à medida que crescemos como cristãos, tornamos-nos cada vez mais semelhantes a Deus, até que, na ressurreição, venhamos a ser transformados em seres espirituais, filhos de Deus, cheios da plenitude de Deus. Isto é vivendo em perfeita união, em perfeita unidade, sendo um com Deus, em sua família.
Isto é cheios da plenitude de Deus. E, no versículo 20, diz que Deus é poderoso para realizar isto por meio do Seu poder, isto é, por meio do Seu Espírito Santo, o poder DEL que é nós, opera. E, versículo 21 diz assim para que Deus seja glorificado por causa do Seu amor e do Seu magnífico plano de salvação para todos nós. Isto é tudo para a glória de Deus. Ora, Paulo, depois de explicar este grande mistério que eu resumi agora nesta introdução e que foi parte do que nós já abordamos, agora Paulo começa agora a falar da exortação e a aplicação prática destas criaturas, desta vida nova. Por isso, isto não é uma questão de simplesmente termos um conhecimento intelectual, não estamos simplesmente a aprender teoria, não estamos apenas a explicar doutrina técnica, mas estamos a aprender, isto é o que nós devemos de fazer, é aprender a pôr em prática estes princípios em nossa vida teória. E, irmãos, aqui está um ponto muito difícil, um ponto muito difícil. E, particularmente, por exemplo, para nós no Ministério, quando eu tenho que lidar com situações, como tive que lidar receitamente, por exemplo, aqui em Dallas, situações muito difíceis, muito de muito estresse, que temos que fazer coisas de uma maneira correta, mas, às vezes, é importante pôr em prática uma certa disciplina para as pessoas aprenderem disso. E, como ministro, isto é muito difícil, muito difícil para nós, porque nós não queremos fazer isso. E, por isso, Paulo agora diz, porque diz assim no capítulo 4, versículo 1, o rogo-vos pois. Isto é, estou a pedir por amor de Deus. Paulo nos implica, nos está a suplicar, que nós precisamos de viver de uma maneira digna da nossa chamada, da nossa vocação. E, assim, diz rogo-vos pois. Eu, o preso do Senhor, que andais como é digno da vocação com que fostes chamados. Isto é, nós, da maneira de andar, de viver, de comportar, de ser um exemplo, sim, com as nossas falhas que todos nós temos, temos que continuar a crescer e ir demonstrando esse respeito e honra a Deus, considerando tudo aquilo que Ele está fazendo por nós. E, assim, nós temos uma vocação. Isto é, temos um trabalho permanente de sermos verdadeiros discípulos de Cristo, de sermos verdadeiros cristãos. Continuando agora no versículo 2. Conto-dá humildade e mansidão, com longa animidade, seportando-vos uns aos outros em amor.
Como é que devemos andar, então, com a ruência, com vaidade? Não. Tratando uns aos outros com dureza? Não. Mas, com toda humildade e mansidão, com longa animidade isto é, aceitando por muito tempo dificuldades que outros têm. Soportando-vos uns aos outros em amor.
Versículo 3. Procurando guardar a unidade do Espírito pelo vínculo da paz. Isto é, devemos forçar diligentemente para preservar a unidade, a união produzida pelo Espírito de Santo Deus.
É o Espírito de Santo Deus que trabalha na nossa mente, no nosso coração para nós virmos a pensar coisas da maneira que Deus pensa. Por isso, vemos que o mundo hoje em dia, porque não pensa da maneira que Deus pensa, o mundo religioso e este mundo que se chama Cristão, está profundamente dividido. Por quê? Porque não entendem, não compreendem a natureza de Deus. Esta única maneira de estarmos unidos, esta única maneira de unidade, de união para todos termos a mesma maneira de pensar é só possível com o Espírito Deus.
Mas o mundo não entende. O mundo não entende isto. Só há uma coisa que une as igrejas todas hoje em dia. Essa é a doutrina de Trinidad. Todos eles praticamente acreditam nisso. Mas, como sabemos, isso não é bíblico. Continuando, então, no versículo 4, ele diz, há um só corpo e um só Espírito como também foros chamados em uma só esperança da Vossa vocação. Há só um corpo. Há uma só igreja. O corpo espiritual de Cristo é a igreja. Isto é falando espiritualmente.
Por isso entendemos que o corpo de Cristo é um organismo espiritual.
Não é uma organização corporativa. E por isso, todos aqueles que têm o Espírito Santo de Deus pertencem à igreja de Deus.
Pois, como diz por um só Espírito, fomos batizados em um só corpo.
Em um só corpo. Há um só corpo.
Isto é para dentro de um corpo.
Que é o corpo de Cristo.
E, irmãos, Deus é capaz de chamar pessoas em lugares onde nós, talvez, nunca consigamos chegar na maneira que nós pregamos o evangelho. Às vezes, Deus faz coisas de maneira que nós não entendemos milagros, como ele chama outras pessoas. Às vezes, vemos pessoas que entram em contacto conosco, querem guardar o sábado, e os dias santos, conosco, e pessoas que vieram de regiões tão remotas, mas eles querem seguir o caminho, querem fazer parte do corpo de Deus. Isto só é possível através do Espírito de Deus, que ele faz o Espírito de Deus, a mente de Deus, o poder de Deus faz o que nós, fisicamente, não podemos fazer. Mas isso não quer dizer que não devemos fazer a nossa parte, está claro, mas vemos que a obra é através do poder de Deus. Versículo 5 e 6 diz há um só Senhor, uma só fé, um só batismo, um só Deus e Pai de Todos, o qual é sobre todos e por todos, e então desvós. Há só um Senhor, há só um Senhor, uma só fé, e esta é a unidade do Espírito, que foi mencionada no versículo 3, do Espírito pelo Venculo da Paz. Não podemos ser guiados pelo Espírito deste Mundão. Devemos experimentar ou viver com muita majoridade do que vemos hoje. Sim, isso é parte do nosso crescimento espiritual. Temos que crescer e por isso os problemas que temos, irmãos, mesmo na igreja, ou fora da igreja, os problemas do mundo é por causa da natureza carnal do ser humano, e nós temos que vencer essa carne. Em atos 20, versículo 29, Paulo advertiu aos anciãos de Iphésio, porque em actos 20 foi, ao fim da redor da terceira viagem dele, ele estava então a voltar levando as ofertas que vários irmãos tinham dado a ele para levar esta comida e coisas assim para os irmãos em Jerusalém, porque havia lá uma fome, e ele então passou por perto da Ephesus e chamou os irmãos da Ephesus para se reunirem com ele. E Paulo aí disse, no versículo 29, disse, porque eu sei isto, que depois da minha partida entrarão no meio de vós lobos cruéis que não pouparão ao urbano. E por isso vemos que há pessoas que querem ter seguidores após eles mesmos alguns recusam a submeter-se ao Governo de Deus e formam os seus próprios pequenos grupos. Entretanto, existem pessoas sinceras nesses grupos que pretencem a Deus, mas alguns estão sendo desviadas. Às vezes, pode ser por uma pessoa que tenha uma característica muito dominadora e, então, leva outras pessoas com eles por causa deste domínio que eles têm, talvez uma pessoa assim, muito forte e convincente. Às vezes, pessoas sinceras seguem isso porque não têm, digamos assim, toda a capacidade de se manter nos seus pés. Mas precisamos ter cuidado, porque nós vamos entrar no rei de Deus é o que Deus quer para nós, nós temos que fazer a nossa parte. Nós temos que fazer a nossa parte. Isso é muito importante. E, por isso, irmãos, algumas pessoas perguntam, ah, mas o que acerca deste grupo, ou daquele grupo, ou desta intervenção, ou daquela intervenção? A nossa obra na Igreja de Deus Unida não é uma questão de estar a definir outros. Eles definem-se assim mesmo. Nós devemos de nos definir pela maneira como vivemos.
Essa é que deve ser a nossa definição.
E, por isso, é importante nós estarmos a olhar a nós próprios, examinarmos a nós próprios e ver como é que estamos a viver.
E também, irmãos, é importante mencionar o seguinte, que eu seria insensato afirmar que todos os membros da Igreja estão convertidos. Nem todos estão convertidos, alguns vêm para a Igreja ou vêm para os cultos, mas não estão convertidos. Isto é um assunto do coração, do espírito e deus ver os corações. E isso é responsabilidade dele, da Deus. E assim nós temos de ter cuidado, temos de estar a conduzir-nos com amor, porque quando não temos amor, quando temos as nossas próprias opiniões, as pessoas, quando têm estas próprias opiniões, causam divisões.
E isso é parte de carnalidade. E por isso, por exemplo, ter cuidado de atuar de uma maneira de acordo com o espírito de Deus.
E por isso temos de estar a viver da maneira correta e não seguindo as nossas próprias ideias, ou as nossas próprias doutrinas. Por isso é que diz uma só fé. Diz assim, há um só corpo, há um só Senhor, no versículo 5, uma só fé.
Isto é uma grande bênção que temos da Igreja de Deus Unida, que não é um único homem que venha para a Igreja e possa simplesmente apresentar uma nova doutrina e conduzir a Igreja para longe da verdade. Isto é uma bênção da maneira que estamos organizados, da maneira que Deus inspirou, porque quanto à doutrina existe um processo primeiro tem que uma pessoa ter uma sugestão, uma maneira de pensar que deve ser coisas feitas diretas, tem que pôr isso em escrito, claramente, e pôr isso num documento, num papel que é então aprovado pelo pastor e depois, se não for aprovado, pode apelar, mas isso vai seguir um comitê doutrinário que pode ser revisto por vários, não só membros do comitê doutrinário, mas o comitê doutrinário usa também outros comités de aconselhamento para eles, isso existe, depois isso precisa ser ter, uma vez que o comitê doutrinário aprove isso, tem que seguir seguir ao conselho de ansiões, e depois se for uma mudança doutrina, tem que ir à Conferência Geral das Siaões para ser aprovada.
Assim, existe uma segurança neste processo, porque essa ideia ou sugestão tem que ser bem afirmada e bem formalizada, digamos assim, ou formada, para que seja aceita pela Igreja como um corpo, ou uma Conferência Geral de Anciões. E por isso é um sistema, em que uma única pessoa não pode mudar a doutrina. E isso é um processo que nós instituímos há vários anos para proteger a Igreja, porque existe muitas ideias que aparecem por aí. E isso é muito importante para nós entendermos uma soma, uma só fé. E também, por isso dizem, um só Deus e pai. O nosso Pai é o Deus, é o Deus de Cristo, é o Deus.
Sim, Cristo é Deus, é da forma de Deus. Nós seremos da família de Deus, filhos de Deus. Mas o Pai, é só um Pai, ele é o Deus, o Supremo, a Suprema Autoridade, nesta família dele. Continuando, versículo 7, mas a graça foi dada a cada um de nós segundo a medida do Dom de Cristo. Isto é, pela graça de Deus, pela bondade e genurricidade de Deus, segundo o Dom de Cristo, isto é, quando ele entregou a sua vida por nós, cada um recebeu uma medida de graça divina, uma medida de, digamos assim, de Dom, de habilidades, de graça divina.
Cada um recebeu seu perdão, a sua misricórdia, que a minha é do modo para um outro irmão, pode ser do outro modo e cada um recebemos essa graça. E isto é por causa da bondade a Deus para conosco. E versículo 8, diz por isso, subindo a alto, levou cativo cativeiro e deu dons aos homens. Assim, Cristo acendeu aos céus e ele levou cativo cativeiro.
Isto é, libertonos da escravidade primeiro, do pecado e também de Satanás, para que agora venhamos a ser serros de Deus. Além disso, ele concedeu vários dons a nós, a seu povo. Cada um tem suas habilidades, seus dons. Algumas pessoas têm dons, por exemplo, de trabalhar na internet. Outros têm dons de encorajamento para outras pessoas. Outros têm dons, quer dizer, têm um certo talento especial de ser, por exemplo, um encorajador. Outros têm um talento especial de coisas técnicas. E assim, cada um tem seus dons, ou têm vários dons, muitas vezes mais do que um don.
Por isso, subindo ao céu, versículo 8, Cristo acendeu aos céus, e então, nos deus, vários dons. Quais dons é que ele nos deu? Ora, por exemplo, no Romano 5, versículo 5, diz que o amor é um don de Deus. Em Galatas 22, Galatas 5, Galatas 5, versículo 22 e 23, o que é que lemos aí? O fruto do Espírito. Ora, o que é este fruto do Espírito?
São as básicas capacidades espirituais produzidas pelo Espírito Santo é nós. Todos nós, é que temos este fruto. Temos desenvolver o fruto do Espírito. Isto é, temos desenvolver o amor em gozo e alegria, em paz, em interna e paz da maneira que fazemos as coisas para com os outros em longa namidade. Isto é preparados a sofrer por outros e às vezes estar calado quando os outros dizem coisas que não deveriam dizer ou que nos estão a ferir com a boca, digamos assim, ou a machucar com a boca.
Meninidade para com outros. Fé acreditar, ter fé em Deus, mas também a ser fiéis. Por que temos fé em Deus? Porque Deus é fiel. Porque Deus não aumenta. E nós, igualmente, temos que desenvolver a mesma fé em Deus e ser fiéis. Para ter fé em nós, digamos assim, Deus nos vai confiar o poder de Deus, a capacidade como filhos e filhas Dele no rei de Deus, Ele nos vai confiar poderes enormes. E por isso nós temos de ser pessoas que sejam fiéis, que tenham fidelidade. E por isso fé e fidelidade são parte desta palavra.
Por isso temos de mansidão. O que quer dizer mansidão? Mansidão é uma questão de sermos mansos. Isto é, maleáveis pessoas que possam vir a ser treinadas, moldadas. Isto requer uma certa humildade e mas também requer uma capacidade de aceitar correção de outras pessoas e domínio próprio. Isto é controlar as nossas emoções e ter cuidado como reagimos e como atuamos e como falamos. E por isso isto é parte do fruto do espírito.
Muitas vezes nós ainda não desenvolvemos todas estas capacidades mas temos de desenvolver até chegar a um ponto de estarmos maduros. Por exemplo, um péssico se não está maduro, não sabe bem mas é um péssico. O fruto do espírito é o fruto do espírito. É nós, mas pode ser que ainda não se estejamos maduros e por isso temos que crescer. E por isso, isto é parte deste crescimento cristão e leva tempo e através disso também requer que nós passamos ou passemos por dificuldades. Porque estes testes, estas dificuldades fazem melhores pessoas. Depois, além disso, temos vários dons espirituales. Em primeiro Corinthians 12 em Romanos 12 vemos vários dons espirituales concedidos por Deus. Podem ser sabedoria. Podem ser maneira uma pessoa que tem capacidade de explicar coisas a outras. E a outras e vários dons espirituales. E também vemos em segundo Pedro capítulo 1, versículo 2 a 4 e se eu quero abrir a vida para ver. Primeiro segundo Pedro capítulo 1 segundo Pedro capítulo 1 versículo 2 a 4 veremos aqui eleitos segundo a presciência de Deus e santificação do Espírito para a audiência e a expressão do sangue de Jesus Cristo. O Espírito de Deus nos ajuda a vivi-nos a ser santos. Isto é separado dos diferentes do mundão. Para quê? Para a audiência. Nós precisamos ser diferentes para estarmos ao obedecer, para sermos um novo homem. Isto é parte do contrato do abatismo. Para sairmos do velho homem, para virmos a ser para o novo homem. Isto é para a audiência e a expressão do sangue. Isto é sim, porque ainda falhamos e quando falhamos, então o sangue de Cristo nos perdoa de novo e por isso para que a graça e a paz nos sejam multiplicadas. Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo segundo a sua grande misericórdia, nos gerou de novo para uma vida esperança pela resurreção de Jesus Cristo dentro de mortos para uma herança incorruptível incontaminável e que não se pode mochar guardada nos céus. E por isso, este é o primeiro Pedro que está a dizer aqui, que nós crescemos neste caminho com a ajuda do Espírito Santo. E depois em segundo Pedro, Paulo explica isto em maior detalhe que diz, através desta graça e paz então, ele, através do seu poder divino poder ele nos dá esta capacidade de virmos a ter a natureza divina. Diz-nos no versículo 4, para que nós venhamos a participar da natureza divina. Então, o que temos é o poder de Deus, o Espírito Santo Deus é o o Espírito de santificação. Esta santificação é sepá-nos do mundo e o Espírito de Deus, então, com o perdão de Cristo e Cristo sendo o nosso advogado de defesa, então, nos ajuda a crescer. E o poder de Deus nos dá a força para mudarmos da das fraquezas humanas para virmos a ser participantes da natureza divina hoje em dia. Estamos a crescer nisso. E isso é o objetivo que lemos em Efezius, capítulo 3, versículo 19. Diz assim, para que sejais cheios de toda a plenitude de Deus, para que nós venham a crescer na natureza divina, para virmos a estar cheios da plenitude de Deus. Isto é, na natureza divina de Deus.
Continuando agora, então, a ler no versículo 9 e 10 de Efezius, capítulo 4. Ora, isto, Ele subiu, Jesus Cristo subiu ao céu, que é, senão que também antes tenha descido às partes mais baixas da Terra. Aquele que desceu, é também o mesmo que subiu, acima de todos os céus, para cumprir todas as coisas. Ora, Cristo desceu, veio à Terra. Ele era da forma de Deus. Se esvaziou e veio para ser humano. E não só veio à Terra, mas morreu e foi sepultado. E por isso teve, como diz aqui, nas partes mais baixas da Terra. Foi sepultado. Depois, ascendeu aos céus. E agora, Jesus Cristo está acima de todas as coisas. É o que diz aqui, para cumprir todas as coisas. Ele sustenta todo o universo. E Cristo é o cabeça da igreja. Versículo 11. E ele mesmo deu uns para apóstolos e outros para profetas e outros para evangelistas e outros para pastores e notores. Vigemos aqui que em Efezios Paulo está a falar desta unidade em Cristo. E começou a falar a cerca deste grande plano que era o mistério. Ele agora no capítulo 4 está a falar da aplicação de como nós podemos crescer. Porque temos que ver que precisamos ser um. Só um Senhor, só um Pai, só uma fé, só um batismo. E por isso precisamos ser um. E ele, para sermos um, nos deu domos, nos deu poder, nos deu habilitações para nos ajudar. E cada um de nós, com as nossas, várias fraquezas, precisamos de domos diferentes para vencer as nossas fraquezas individuais. Porque as minhas fraquezas individuais são diferentes das suas fraquezas individuais. Todos nós temos fraquezas diferentes. E por isso precisamos da ajuda compatível às nossas necessidades.
E aqui, vê-se que a responsabilidade do Ministério é de nos ajudar. E por isso um dos domos que Deus, através de Cristo, concedeu a Igreja, ao corpo de Cristo é o Ministério.
Porque vemos, no versículo 8, que Deus deu domos aos homens. E vemos no versículo 11, que Ele mesmo deu uns para apostos e outros para profetas. Um dos domos que Deus deu para nós, como membros da Igreja é o Ministério. E como vemos, por exemplo, em 1 Coríntios 12, versículo 18, mas agora Deus colocou os membros no corpo para cada um como Ele quis. É Deus quem coloca cada pessoa no corpo no corpo espiritual de Cristo aonde Ele deseja. E não é necessariamente onde nós gostaríamos de estar. Se alguns, por exemplo, dizem, olha, eu quero ser o apóstolo. Mas Deus não colocou essa pessoa nessa função. E por isso não é o que nós queremos. É o que Deus decide.
E aqui, no verículo 12 diz, pastores e doutores ou pastores e mestres, no texto grego aqui vemos uma construção que é conhecida como a grega de Grandville Shop. Ora, este é um princípio gramatical do grego coine, este é do grego básico simples, que era usado pelo povo, que foi formulado este princípio foi formulado pelo estudioso inglês com o nome Grandville Shop no século 18. E então, chama-se a regra de Grandville Shop. Essa regra afirma que, quando dois substantivos singulares, como por exemplo aqui pastor e doutor, são pessoais e não próprios são ligados pela palavra cai, isto é, i, a palavra grega cai, quer dizer i, como está aqui, pastor e doutor, estão ligados pela palavra i, em que o primeiro, neste caso, pastor possui o artigo definido em grego, a palavra o pastor, ou pastor, tem o artigo definido e o segundo mestres ou doutores não têm, então estes dois substantivos referem-se à mesma pessoa. Assim, pastores e doutores ou pastores e mestres descreve um único artigo. Isto é um pastor que também é mestre ou pastores que também são mestres, isto é, que são pessoas que ensinam. Por isso a responsabilidade de um pastor é de ensinar as pessoas na igreja e isso é um don que Deus nos deu, que deu a igreja. E depois, continuando aqui no versículo 12, diz querendo o aperfeiçoamento dos santos para a obra do Ministério para a edificação do corpo de Cristo. Isto é, com a finalidade querendo a finalidade, o aperfeiçoamento dos santos. Ora, no grego aqui não, lembra-se que no texto grego original não há pontuação. Nesses anos antigos não havia vírgulas, digamos assim. E por isso as formas como alguns tradutores pontuaram este versículo, pode influenciar o entendimento da responsabilidade ou do papel do Ministério. Ora, na tradução ao meio da corrigida e fiel e na tradução ao meio da revista e corrigida que eu acabei de ler, diz assim, querendo o aperfeiçoamento dos santos, vírgula para a obra do Ministério, vírgula para a edificação do Corpo de Cristo, esta pontuação pode, não dizer que diz a todas as pessoas, dependendo da maneira que leemos e entendemos, mas esta pontuação pode transmitir a impressão de que existem três funções distintas do Ministério que foi consagrado.
Contudo, essa não é a estrutura do texto grego. A tradução da Almeida Revista e A atualizada e da nova versão transformadora, por exemplo, são mais, digamos assim, mais ligadas à intenção, ou à estrutura do texto grego. Na Almeida Revista e A atualizada, diz com vistas ao perfeiçoamento dos santos para o desempenho do seu serviço para a adivincação do Corpo de Cristo. A nova versão transformadora diz que eles são responsáveis por preparar o povo santo para realizar sua obra e edificar o Corpo de Cristo. Ora, estas traduções que eu me ensino a estas dos últimas por exemplo, e há outros no entorno, não estou simplesmente a dizer que são estas únicas, mas estas traduções representam melhor a construção grega. Porque a responsabilidade do Ministério consiste em equipar ou preparar os santos com dois objetivos.
A responsabilidade dos ministros dos pastores consiste em equipar ou preparar os membros da Igreja, os santos com dois objetivos. Primeiro, para a obra do serviço. E segundo, para a edificação do Corpo de Cristo.
Ora, também existe aqui uma diferença importante na Almeida Corrigida Efiál e na Almeida Revista Ecorrigida porque nessas versões diz para a obra do Ministério como se o objetivo fosse preparar as pessoas para serem ministros.
Ora, o texto grego comunica para a obra do serviço diáculo diaconiza do serviço administrar como um serviço que é diáculo e por isso o texto grego comunica uma intenção que é uma obra de servir. Isto é para preparar os santos e para poderem e por isso, nesta passagem as versões A Almeida Revista e Aptualizada e a nova versão transformadora são mais precisas porque estão a dizer na Almeida Revista e Aptualizada diz para o desempenho do seu serviço e na nova versão transformadora diz para realizar a sua obra e por isso é para realizar a obra, o seu serviço e para edificarem o corpo de Cristo. Assim, vemos que o Ministério, como se estava a falar no versículo 11, é para no versículo 12 diz para preparar os membros da igreja para o serviço cristão ajudando-os a tornarem serros mais eficazes a fim de edificar o corpo de Cristo que é a igreja de Deus. Portanto, a obra do Ministério é equipar os santos para a obra do serviço. Foi para este propósito que Deus estabeleceu as diferentes funções dentro da igreja. Para o crescimento e a edificação da igreja. Por ciclo 13 até que o Ministério continua até que todos chegamos a que? Até que chegamos à unidade da fé primeiro, segundo ao conhecimento do Filho de Deus terceiro, a Homem Perfeito quarto, a medida da Estatura completa de Cristo. E por isso a obra do Ministério é para equipar os santos para a obra do serviço até que todos nós através da obra do Ministério chegamos à unidade da fé.
E por isso, o Ministro não pode promover essa unidade estando pregando suas próprias ideias ou suas próprias teorias contrária ao ensino da igreja. Por que? Porque isso só produz confusão. O Ministério deve ensinar de acordo com a unidade da fé. Segundo, há conhecimento do Filho de Deus. Isso é para que todos chegamos ao mesmo conhecimento, entendimento de como Cristo é para nós podermos ser como Ele é. E o que é isso?
Terceiro, é que venhamos a ser um Homem Perfeito. Isso é, ou seja, venhamos a ser um Homem completo, mas duro. Nunca alcançaremos sim, nunca alcançaremos profeição completa ou absoluta nesta vida. Mas devemos estar a crescer. Devemos estar a crescer. Por isso a conversão é um processo. No momento do batismo nós temos muitas falhas. E somos, digamos assim, como um diamante que devemos estar direitinho. Ainda está muito, muito, digamos assim, precisa de ser afinado, digamos assim, brilhar, não estar a brilhar.
Ora, a conversão é um processo contínuo de crescimento, desenvolvimento e maturidade espiritual. Isto é, muitas vezes, através de sofrimento e dificuldades e doenças, por que? Porque através disso acabamos por ser melhores pessoas. Sim, não é fácil. Às vezes encontramos dificuldades com outras pessoas. Eu, por exemplo, como disse há pouco, como ministro, às vezes tenho que resolver grandes problemas que, às vezes, tenho que fazer pedindo, orando, e joando sabedoria para fazer isso da melhor maneira. Às vezes, certas pessoas não ficam contentes dessa maneira, mas também há uma responsabilidade, submissão ao Ministério. E eu não estou a fazer muitas vezes com a intenção de magoar ou machucar outras pessoas.
Estou simplesmente, às vezes, a dizer, olha, por causa deste pecado tão grande, há consequências. E essas consequências têm que ser administradas com carinho. Mas, uma vez que haja arrependimento, como vocês leem em 1º Corinthians, capítulo 7, por exemplo, depois a pessoa é reedmitida, mas tem que haver consequências para aprenderem. E para um Ministro, é difícil aplicar isto. E por isso, isto é parte do crescimento e desenvolvimento e maturidade espiritual para que nós chegamos a um homem perfeito.
Eu estou aqui, de que todos chegamos, a unidade da fé, o conhecimento do Filho de Deus, a homem perfeito. E, a medida da Estatura completa de Cristo. O nosso padrão, irmãos, é Cristo. Devemos crescer para sermos como Ele é. Ele é o nosso irmão mais velho. Assim como Cristo procura, assim como nós, como um Filho, para que queremos ser como Cristo é.
Procuramos amadurocer como filhos, por exemplo, muitos filhos olham para o Pai e dizem, olha, o que é ser como o meu Pai é. Por favor, olhem quando somos pequenos, quando somos adolescentes, às vezes dizemos, olha, não, meu Pai não sabe nada, né? Mas depois, mais tarde, vamos a conhecer olha, meu Pai de facto sabia. Mas, pronto, nós, como filhos, devemos amadurcer e tornarmos semelhantes ao Pai Celestial. Devemos, por isso, amadurcer espiritualmente e refletirmos o caráter de Cristo, porque Cristo é na imagem do Pai.
E esse, irmãos, é o objetivo da ajuda que nós, como ministros, estamos a tentar fazer para a igreja para ajudar os membros da igreja a crescer até que venham-nos a chegar à medida de a estatura completa de Cristo. Está claro, nós, ministros próprios, não somos prefeitos, nós próprios às vezes fazemos erros. Isto tudo é parte desta longanimidade que temos que ter. A versículo 14. Para que não sejam os mais meninos inconstantes, levados em roda por todo o vento de doutrina, pelo engano dos homens que, com a institucia, enganam fraudelosamente. E, então, esta unidade na fé, esta unidade em doutrina, esta união de estarmos todos a trabalharmos como um grupo, o propósito é para que outros irmãos não sejam levados de um lado para o outro por todo o vento de doutrina.
E, na realidade, constantemente surgem ideias, teorias, novos ensinamentos. Olha, não concorda com isto, aquilo cloutro. E, por isso, às vezes, muitos são sinceros e precisamos de um carinho de ajudar, conforme pudemos, mas alguns que não são sinceros. Há algumas pessoas que procuram enganar, como está a falar aqui no versículo 14, levando os outros a seguir essas pessoas, usam astúcia, espreteza e artifícios enganosos.
Diz aí pela pelo engano dos homens, que com astúcia enganam fral do lazamento. Então, quem é que essas pessoas estão imitando? Quem é que estão a imitar? O grande enganador. E quem é o grande enganador? Lemos em Apocalipse 12, versículo 9, que é Satanás, que ilude o mundo, ou engana o mundo inteiro. Continuando agora no versículo 15, antes, seguindo a verdade em amor. Hoje, está tão importante, irmãos. Seguindo a verdade em amor, crescemos em tudo, naquele que é a cabeça Cristo. A palavra grega, seguindo a verdade, pode transmitir a ideia de praticar a verdade. Seguindo, praticar, a verdade. Ser verdadeiro.
A palavra grega a palavra 226, a lete tió, que é ser verdadeiro. Praticar a verdade. E está claro, devemos falar a verdade. E, por isso, seguindo a verdade, falar a verdade, atuar verdadeiramente, devemos fazer isso em amor. A verdade deve servir para edificar, fortalecer e ajudar. E nunca para ferir desnecessariamente.
É interessante porque, em inglês, traduzem esta frase aqui, seguindo a verdade, que, na realidade, em português, é mais ligado, neste caso aqui, que está escrito no grego. No grego diz, praticando a verdade, ou ser verdadeiro. Por isso, ser verdadeiro, praticando a verdade, ou seguindo a verdade, é mais, digamos assim, mais correto ao texto grego. No entanto, em inglês, diz falar a verdade. Ora, falar a verdade é uma grande parte de ser verdadeiro. E, por isso, às vezes, algumas pessoas dizem, eu estou apenas dizendo a verdade. Mas a questão é como? Como é que estão dizendo a verdade?
O que está a dizer ajuda a edificar, a fortalecer, ou está a ferir a outra pessoa, a outra pessoa? É um ponto de que precisamos meditar, porque é fácil dizer coisas. E o que está a dizer é a verdade. Mas, da maneira que dizemos, machuca, magoa, e é preciso ter muito cuidado. Por isso, precisamos de usar sabedoria, tato, diplomacia, amor cristão. Por isso, é que diz praticar a verdade, dizer a verdade, ser verdadeiro em amor, com cuidado carinho de Deus. Isto é tão importante, tão importante, tão importante, que não quero estar a reforçar o ponto, mas quero que, por favor, por amor de Deus, pensem bem nisto. E não agora, no versículo 16, do qual todo corpo, e isto é Cristo, que ele é cabeça, do qual todo corpo bem ajustado e ligado pelo auxílio de todas as juntas, segundo a justa operação de cada parte, faz o aumento do corpo para a edificação em amor. Ora, usando o exemplo do corpo físico, o nosso corpo físico está unido por meio de articulações, ligamentos, medula, músculos, ossos, carne e seja lá com mais. E cada parte do nosso corpo físico, compre a sua função.
Por exemplo, o mesmo acontece com o automóvel. Cada peça precisa estar a funcionar corretamente para que o veículo possa operar com segurança e ordem. Da mesma maneira, nós como membros da igreja, cada um de nós tem certos talentos, e sim, tem certas fraquezas. E nós, por isso entendemos que todos nós, bem ajustados, como um corpo, um corpo de Cristo, ligados pelo auxílio de todas as juntas que, através do Espírito Santo, que nos junta e que nos faz unidos, nós, como membros da igreja, devemos então cumprir a nossa parte, dizem-se aqui, cada um faz a justa operação de cada parte. Para quê? Para o aumento do corpo, para a edificação da igreja de Deus, que é o corpo de Cristo, em amor. E, por isso, quando isso acontece, Deus ajuda ou produz crescimento no corpo de Cristo. A igreja cresce. Eu não estou a dizer só em números, pode crescer em números, mas a igreja cresce em ser mais madura. Os irmãos aprendem a ter cuidado um para com outro. A congregação cresce. E assim, aqui, esta palavra que diz assim, ligados pelo auxílio de todas as juntas, o verbo grego também pode transmitir a ideia de constantemente ajustados e unidos, ou crescendo continuamente em conjunto. Ora, se algum irmão, se alguma pessoa abandona o corpo de Cristo, a igreja, por exemplo, e decide ser, digamos assim, entre aspas, um cristão independente, como pode estar contribuindo para o crescimento do corpo?
Sim, como pode estar contribuindo para o crescimento do corpo? Porque cada membro deve fazer a sua parte e cada um tem algo a fornecer. E por isso é uma pergunta que nós devemos ter, a nós mesmos. É como eu estou ajudando a igreja a crescer? Como é que eu estou ajudando a igreja a crescer? Ora, a visão da igreja, se nós fomos ver a pequena igreja deus unida de fim, como a visão da igreja, é uma igreja guiada pelo Espírito de s. Deus, unida harmoniosamente ajustada por aquilo que cada membro suprie, com todos cumprindo sua parte e crescendo o amor para cumprir o grande propósito deus para a humanidade conduzindo muitos filhos à glória. E nós extraímos esta visão da igreja deste versículo de Efezes 4, versículo 16 e também de Hebreus 2, versículo 10. Ora, irmãos, se estes princípios espirituais preocupado está aqui a pôr as coisas em prática, porque sabemos o golo, a meta e o plano de Deus, que é um mistério para nós sermos um. Ora, se nós pusermos estes princípios espirituais em prática, sempre diante de nós, então podremos esperar ser eficazes na obra que Deus nos confiou. Podemos ser dignos da vocação como fomos chamados. Podemos esperar produzir fruto para o rei de Deus. E por isso, se colocarmos em prática diariamente estes princípios ensinados aqui em Efezes edificando a igreja em amor segundo Deus, podemos esperar que estamos a agradar a Deus com a nossa vida e com o nosso serviço.
Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).