Epístolas da Prisão - Efésios 5:22 - 6:9

Paulo expõe com mais pormenor prático como andar digno deste chamamento com toda a humildade e mansidão para CONSTRUIR A UNIDADE no AMOR. Utiliza exemplos práticos de como construir a unidade no amor na nossa família, tanto na relação conjugal como na relação entre pais e filhos, bem como na nossa vida profissional.

Transcrição

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Boa noite, Cris e irmãos. Hoje vamos continuar com o nosso estudo de Ifésios, das epístolas que Paulo escreveu da prisão, e hoje vamos começar do capítulo 5, versículo 22 até o capítulo 6, versículo 9.

Mas antes de começar isso, quero dar uma revisão breve do que Paulo tem estado a abordar nesta epístola aos Ifésios. Este grande tema, tema básico principal desta epístola, é ser um com Deus. É para nós sermos unidos com Deus.

E assim, Paulo começa nesta epístola, nos primeiros capítulos, destacando que, através do sangue de Jesus Cristo, vemos, por exemplo, em Ifésios 2, versículo 13, que diz assim, mas agora em Cristo-Vós, que antes estávais longe, já pelo sangue de Cristo, chegaste desperto.

Assim, vemos que ele está a destacar que, através do sangue de Cristo, os gentios, agora também, são com cidadãos da casa de Deus. E isto é para todos nós sermos um com Deus, gentios e judeus, e sermos um com Deus e com Jesus Cristo, e assim fazendo parte da família de Deus.

Vejam em Ifésios capítulo 2, versículo 19, assim que já não só os estrangeiros, nem forasteiros, mas com cidadãos dos santos e a família de Deus. E assim, vemos que para lutar a sublinhar este tema de sermos um com Deus. A família de Deus é edificada sobre o fundamento, como lemos no versículo 20 dos apóstolos e dos profetas, em histórico capítulo 2, versículo 20, e de que Jesus Cristo é a principal pedra de esquina.

Assim, todos nós, judeus e gentios, estamos crescendo para formarmos um templo santo em Cristo, como lemos no versículo 21, no qual todo edifício bem ajustado cresce para templo santo no Senhor. E assim, vemos aqui este grande mistério de sermos um com Deus. E Paulo, perdão, revelou este mistério em uma maneira mais compreensiva, mais plena, porque estava a explicar a ele de que também os gentios eram parte desta família, que será a família de Deus, são concededãos.

Assim, Paulo revelou isto bem claramente, perdão, Deus revelou isto bem claramente a Paulo, e este mistério, este entendimento, não havia sido entendido previamente. Vemos em Efésio 3, versículo 3, diz assim como foi este mistério manifestado pela revelação, como antes um pouco vos escrevi, e pois vejam também no versículo 5, no qual, no outro século, não foi manifestado aos filhos dos homens, porque agora tem sido revelado pelo Espírito aos seus santos apóstolos e profetas, e vejam no versículo 9, e demonstrar a todos qual seja a comunhão do mistério, esta união, esta Estados Unidos em uma unidade, que desde os séculos esteve oculto em Deus, que tudo criou por meio de Jesus Cristo. Deus criou tudo através de Cristo, mas este mistério não tinha sido plenamente revelado. E esta unidade de sermos ondas, a família de Deus, está claro, Paulo está a descrever aqui muito claramente, que inclui os gentios, que vão herdar com os deus a mesma promessa, como lemos no versículo 6 de capítulo 3, a saber que os gentios são coelheiros de o mesmo corpo, e participantes da promessa em Cristo, por esta boa nova, por este evangelho.

Esta é fantástica, extraordinária sabedoria de Deus, que nos está a dar este entendimento. E por isso, como a Bíblia lhes diz, esta multiforme sabedoria de Deus, é dada a conhecer por meio da igreja até mesmo aos seres angelicais.

Isto é, Deus está a explicar a todos, isto através da igreja, até aos anjos, vejam no versículo 10. No versículo 10 diz assim, para que agora pela igreja a multiforme sabedoria de Deus seja conhecida dos principados e protestadas nos céus. Esta é a grande sabedoria de Deus, este é o grande mistério de Deus, e este é um propósito eterno de Deus. Vejam aqui no versículo 11, segundo o eterno propósito, o propósito eterno de Deus, que está sendo realizado por meio de Jesus Cristo, segundo o eterno propósito que fez em Cristo Jesus, nosso Senhor. Assim como Paulo fez, nós igualmente devemos suplicar a Deus, o Pai da família de Deus, de quem toda a família recebe o nome, como lemos no versículo 15, e fez isto três, versículo 15, do qual toda a família nos céus e na terra toma o nome, e assim devemos suplicar, primeiro, que Deus nos fortaleça poderosamente, através de seu Espírito Santo, que está a nós, que nós recebemos após o Batismo, que Cristo habita em nós pela fé, terceiro, que estejamos bem arraigados, bem envolvidos e comprometidos no amor de Deus, compreendendo o amor de Cristo, e quarto, que estejamos cheios de toda a plenitude de Deus, e fez isto três, versículo 16 a 19. Vemos aqui, porque, de acordo as suas riquezas, que sejam fortalecidos com o poder do Espírito, para que Cristo habita em nós, para que sejam poderes completamente compreender e conhecer, versículo 19, o amor de Cristo, que esteja de todo o entendimento, para que sejais cheios de toda a plenitude de Deus. E assim, Paulo está a rugar, digamos aqui, nesta oração de Efezios 3, versículo 14 a 21, está a rugar a Deus, a suplicar a Deus nesta oração, para que Deus nos fortaleza, e Cristo habita em nós, que nós estejamos compreendendo e bem envolvidos no amor de Deus e no amor de Cristo, e para nós estarmos cheios desta plenitude de Deus.

Isto é, para sermos um com Deus.

Ora, assim, Paulo nos roga, vejam então, depois dele orar a Deus, como vemos aqui, do versículo 14 a 21, e conclui esta oração, dizendo, Amém, como vemos aqui, em Efezios 3. Então, em Efezes 4, versículo 1, agora Paulo vira-se para nós, e então Paulo agora está a rugar a nós, ele, como prisioneiro do Senhor, que estava na prisão nessa altura, está a rugar a nós, que andéis como é digno da vocação com que fostes chamados. Portanto, Paulo nos está a rugar, que andemos de maneira digna, desta grande vocação, desta grande chamada.

E depois diz, com toda a humildade e mansidão, com longa animidade, isto é, com paciência, suportando-vos uns aos outros, em amor. Para quê? Diz aqui, para alcançarmos o objetivo final da unidade do Espírito, assim, procurando guardar a unidade do Espírito pelo vínculo da paz. Isto é para sermos um, através do Espírito de Deus, através desta cola, desta ligação da paz que o Espírito de Deus nos dá. Ora, para este grande propósito, Deus nos deu o seu Ministério, os seus ministros, como lembramos no versículo 11 de capítulo 4, e ele mesmo deu uns para apostos, outros para profetas, outros para evangelistas e outros para pastores e doutores. Sim, os apostos existiram no período de Cristo, os profetas no período do antigo estamento, outros evangelistas, e agora, nesta altura, temos pastores e aqueles que nos ensinam a verdade o caminho, de onde? Da palavra de Deus, desta própria palavra de Deus. E, por isso, é que Deus nos deu o Ministério.

Os ministros, na Igreja de Deus. Para quê? A fim de preparar os santos, a fim de preparar um povo, preparar os irmãos. Para quê?

Para a obra de servir uns aos outros, edificando enquanto adamos neste caminho, neste caminho, isto é, na Igreja, a qual é o corpo espiritual de Cristo.

E, por isso, lemos aqui, no versículo 12, depois lemos versículo 11, que Deus nos deu os pastores e ministros, e aqueles que nos ensinam, para quê? Versículo 12, querendo o aperfeiçoamento dos santos. Isto é, preparar os santos. Para quê? Para a obra do Ministério. A palavra Ministério aqui é diáconos, que é a palavra grega, diáconos é a obra de servir uns aos outros. Para quê? Para a edificação do corpo. Isto é para desenvolver o crescimento do corpo de Cristo, que é a Igreja de Deus, que é o corpo espiritual de Cristo.

Até, no versículo 13, até que todos chegamos a quê?

A unidade, a união.

Sermos um, a unidade, a fé.

E ao conhecimento do Filho de Deus, isto é, até que todos chegamos a sermos, a virmos a ser uma pessoas perfeitas, a homem perfeita e a as damas, está clara, dama perfeita à medida da estatura completa de Cristo. Isto é para todos alcançarmos este nível de estatura, e é de Cristo. Por isso, não estamos a comparar nós uns com os outros, não nos estamos a comparar nós com o Ministro, mas estamos a comparar nós com Cristo. Cristo é o nosso alvo, é o nosso padrão, é quem nós temos que imitar. E assim, por isso, enquanto nós, nesta vida, andamos no caminho com toda a humildade e mansidão. Foi o que ele disse no versículo 1. Rogo-os pois, que andais, como é digno da vocação que foram chamados, com toda, versículo 2, a humildade e mansidão, com longanimidade, suportando-os uns aos outros. Para quê? Para não sermos divididos por diferentes ventos de doutrina, nem pelas túceis dos homens, que tramam e maquinam.

Para quê? Para dividir a igreja. Por isso, é que ele diz no versículo 14, para que não sejam os mais meninos e constantes levados em roda, por todo o vento de doutrina, pelo engano dos homens que, com a estúcia, enganam, fraudelosamente. Assim, este caminho, o caminho de Deus, no qual devemos andar, como ele está aqui a rerogar no versículo 1 do capítulo 4, que andéis, como é digno da vocação, com o que fostos chamados, isto é, desta profissão, desta obra, deste caminho, com o que fomos chamados, é o que devemos andar, para que sejam-nos sempre pessoas que estejam-nos a seguir a verdade. Sejam-nos sempre verdadeiros. Por isso diz, versículo 15, antes, seguindo a verdade. Temos sempre seguir a verdade, viver a verdade, atuar a verdade, falar a verdade, com pleno amor e cuidado. Isto é em amor. Para quê? Para que cada vez estamos crescendo mais e mais, e nos estamos a tornar semelhantes a Jesus Cristo. Isto é, a sermos um. Isto é, para estarmos intimamente unidos uns aos outros, como diz o versículo 16, do qual todo o corpo, isto é, o versículo 15, perdão, seguindo a verdade, em amor, crescemos em tudo naquele que é a cabeça, que é Cristo, do qual todo o corpo bem ajustado e ligado pelo auxílio de todas as juntas, se um da justa operação de cada parte, faz o aumento do corpo, o corpo espiritual de Cristo, que é a Igreja de Deus, para a sua edificação. A edificação do que? Do corpo, da Igreja de Deus, em amor. E, por isso, o caminho de Deus, pelo qual devemos andar, pelo qual Paulo está a orar aqui, na oração que ele fez ao fim do capítulo 3, agora ele está a pedir a nós, rogo-vos pois, para que andemos neste caminho de acordo com a da vocação, de uma maneira que seja digna da chamada que nós recebemos, mas isso tem que ser feito com ansiedão, com humildade, com longa animidade, se portando-vos uns aos outros. Por isso, uma vez Paulo, aqui em Efésios, está a falar que devemos ser um.

Sim, o mistério é que os gentios também são um, mas nós, na nossa maneira de viver, no caminho de viver, não devemos andar, não devemos seguir, não devemos falar como andávamos anteriormente.

Devemos despir-nos do velho homem e devemos renovar a nossa mente através do Espírito de Santo Deus e revestir-nos do novo homem.

Veja no versículo 22, que tanto ao trato passado, vos despojeis do velho homem, que se corrompe pelas concupiscências do engano e vos renoveis no Espírito da vossa mente, e vos revistais do novo homem, que, segundo Deus, é criado em verdadeira justiça e santidade.

E, por isso, não devemos andar da maneira como andávamos antigamente, mas diz assim, como diz no versículo 1, rogo-vos pois que andais como é digno da vocação, isto é, desta responsabilidade que nós temos nesta chamada, e qual é esta nossa responsabilidade?

Nossas responsabilidades que estamos a ser treinados, para que? Para reinar no mundo da manhã.

Deus nos chamou especialmente a nós para sermos aqueles que vamos reinar no mundo da manhã.

Esta é a nossa chamada que temos. E, por isso, diz-te, não entristeçam o Espírito Santo Deus, não sejam amarmos, não se dejam dominados pela ira, não discutam com coisas, com as pessoas, com os gritos e gritarias, não sejam duros, não sejam maliciosos, mas, pelo contrário, sejam bondosos, compassivos e perdoadores, e fez-os 4 versículo 30 a 32, e não entristeçais o Espírito Santo Deus, no qual está acelados para o dia da redenção.

Toda a margura, ilha, e cobra, e gritaria, e blasfémia, e toda a malícia, e seja antirada dentro de vós, antes de ser uns para com os outros, benignos, mas curiosos, perdoando-vos uns aos outros, como também Deus vos perdoou em Cristo. Ora, isto não é fácil, certamente não é fácil, mas é a nossa vocação, é a nossa chamada, e temos que andar nesse caminho com toda humildade, com toda mansidão, com longa unanimidade, isto é, perseverando, e suportando-vos uns aos outros. Quer dizer que todas as pessoas vão dizer mal ou coisas mal ou ofender-nos, temos que suportar uns aos outros. E, por isso, precisamos imitar a Deus, e andar em amor, na luz e sabiamente neste mundo mal. Isto é o que lemos aqui no capítulo 5, versículo 1, 7, pois imita 2 de Deus, e versículo 2, andar em amor, e depois diz um bocadinho mais alinhante, andar, andar providentemente, por exemplo, no versículo 15, andar providentemente, por exemplo, de andar deste modo, que é o que Deus quer que nós façamos, andar desta maneira, que é no amor, na luz e sabiamente, que é o que está aqui a descrever nesta secção, de Efezes 5, versículo 1, a 16. E, assim, em vez de entristecermos o Espírito de Deus, como lemos há pouco no versículo 30, no capítulo 4, em vez de entristecermos o Espírito de Deus, precisamos estar cheios do Espírito de Deus.

Precisamos estar cheios do Espírito de Deus, como diz no capítulo 5 versículo 18, e não nos lembrei a gays convinho, em que há dissolução, mas em cheivos do Espírito de Deus.

E, por isso, notem bem o contexto do que Paulo está a falar. Irmãos, eu sei que dediquei bastante tempo a rever o que Paulo já mencionou, mas a minha intenção é de fazer bem claro a todos nós o contexto do que Paulo está a falar.

O contexto de que Paulo está a falar, como lemos em Ephesis 4, versículo 1, é que ele está a rugar para nós andarmos dignos da vocação, como fomos chamados, com humildade, mansidão, longa unidade, suportando-vos uns aos outros. E agora, depois de ele explicar isso tudo, e explicar ao início do capítulo 5, porque precisamos de andar em amor na luz e sabiamente, ele conclui esta secção no versículo 21 do capítulo 5, dizendo, sujeitando-vos uns aos outros no temor de Deus.

Por isso lembre-se, tal como Paulo começou esta secção, no capítulo 4, versículo 1, 3, que ele nos rugou para andarmos de maneira digna desta grande vocação, desta chamada, suportando-vos uns aos outros em amor, para alcançarmos o objetivo final, a unidade do Espírito, para sermos um com Deus, e termos esta colesta, esta ligação, este vínculo da paz. E por isso, eu sei que estou a repetir, mas eu quero que lembrem-nos, estamos a lembrar bem, recordar bem, reforçar bem, que o tema de Paulo é unidade, para sermos um com Deus, isso começa com nós e está arraigado em nós, quando nós andamos de uma maneira digna, desta chamada, com humildade, mansidão, paciência, e suportando-nos um a uns aos outros. Agora, com isso em mente, com este contexto, agora podemos começar a secção do versículo 22, no capítulo 5, até ao fim desta instrução, até ao capítulo 6, versículo 9, porque nesta secção, Paulo está a explicar mais especificamente, isto é com maiores detalhes práticos, como andar de maneira digna desta vocação, com toda humildade, mansidão, e com toda paciência, a loma e o humanidade, suportando-nos uns aos outros, para que? Para edificar a igreja, o corpo de Cristo, para o de edificar a unidade, em amor. E, então, ele está a abordar estes detalhes práticos, primeiro na família, isto é, no relacionamento com o jogal, e no relacionamento entre o Paz e Vídeos, e, em segundo, está a dar exemplos na nossa vida profissional.

E assim, nesta secção de Efezes 5, versículo 22, a Efezes 6, versículo 9, ele está a dar detalhes práticos de como andar de maneira digna, para desenvolvermos, para edificarmos a igreja, mas isso requer humildade, requer mansidão, requer paciência, e requer nós suportarmos uns aos outros. Então, dá agora exemplos na família e na vida profissional. E, por isso, então, Paulo, a começar com estes relacionamentos, ou perdão, estes consejos práticos relacionados à nossa maneira de viver, ele está a dar exemplos à família e ao trabalho, ele, então, inicia esta secção, dizendo novamente, no versículo 21 de Efezes 5, sujeitá-vos uns aos outros, entre o amor de Deus. E assim, a submissão, portanto, está implícita para todos, para maridos, para as esposas, para os filhos, para os pais, para os empregados e para os empregadores.

Então, ele começa com os exemplos das esposas e maridos. Viremos aqui, no versículo 22, vós, mulheres, sujeitá-vos a vossos maridos como ao Senhor.

Paulo, ao dirigir-se às esposas, claramente ensina que a esposa deve sujeitar-se ao marido, mas, pelo que acabou de dizer no versículo 21, também precisamos nos sujeitar uns aos outros. Por exemplo, quando eu estou na igreja, temos pessoas na igreja que têm responsabilidades de protocolo, vocês sentem-se aqui ou vou preparar o salão assim e tal e tal, e eles dizem, olha, irmão Jorge, vá para aqui, eu faço isto, eu faço aquilo, e eu me sujeito a essas pessoas, esses membros do protocolo, para que? Para as coisas serem feitas em ordem, e por isso todos nós temos que nos sujeitar uns aos outros. Por exemplo, eles dão uma instrução e dizem, olha, nós alugamos este salão, mas temos que desocupar o salão a uma certa hora, então todos nós temos que sujeitar uns aos outros ouvindo essa instrução. Oh, eu não posso estar a dizer, olha, isto é para as outras pessoas, mas eu sou o pastor, por isso eu posso sair daqui agora, que quiserem me dizer, está claro ou não? Está claro ou não? Temos que nos sujeitar uns aos outros. E por isso, no contexto aqui, no versículo 22, diz, vós mulheres sujeitavos aos vossos maridos. Isto é, sujeitar-se ao seu próprio marido. O texto não está a dizer que a mulher deve sujeitar a todos os homens, mas ao seu próprio marido como ao senhor. Assim como nós, todos nós devemos sujeitar a Cristo, portanto, está falando de sujeitar-se àqueles que estão acima de nós dentro da estrutura de governo estabelecida por Deus. Está falando de sujeitar-nos àqueles que estão acima de nós dentro da estrutura de governo estabelecida por Deus.

Vejam, por exemplo, em 1 Coríntios capítulo 11. 1 Coríntios capítulo 11 versículo 3. Agora tem uma marcasinha em que eu preciso de voltar aí de novo aqui. Mas quero que saibas que Cristo é a cabeça de todo o homem e o homem é a cabeça da mulher e Deus é a cabeça de Cristo. Aqui está a falar de que há uma certa cadeia da autoridade segundo Deus. Por isso deve haver uma liderança segundo Deus. Não é uma cadeia de autoridade contrária ao que Deus está a estabelecer. E assim em Inphésios capítulo 5 versículo 22 diz, porque o marido é a cabeça da mulher, como também Cristo é a cabeça da igreja, sendo ele próprio o Salvador do corpo. A cabeça possui determinadas responsabilidades. A cabeça dirige o corpo, dá instruções, por exemplo, às mãos, às pernas, para onde aos olhos e tudo, para onde ir ou para onde fazer ou o que fazer. A cabeça dá as instruções ao corpo, dirige o corpo. E está claro, a cabeça não dirige o corpo para se ferir, para se machucar. Dirige o corpo de maneira correta, com a intenção é salvar o corpo, tal como Cristo. O cabeça da igreja é o Salvador do corpo espiritual de Cristo.

E, por isso, isso tem uma implicação de um papel extremamente importante para o marido. Porque o marido tem a responsabilidade fundamental de zelar pela segurança da sua esposa. Físicamente e espiritualmente. Assim, em outras palavras, o marido deve ajudar a sua esposa na direção da salvação, entregando-se em favor dela e das suas necessidades. Tal como Cristo entregou e deu a sua vida a favor da igreja e das necessidades da igreja. E assim, um homem, um marido não deve impedi-la ou tronar a vida da esposa uma coisa miserável, ou tronar essa vida uma vida pior. Porque diz que Cristo é o cabeça da igreja sendo, ele próprio, o Salvador do corpo. E, por isso, o marido deve ajudar tanto quanto puder a esposa. Versículo 24. Do sorte que, assim como a igreja está sujeita em Cristo, assim também as mulheres sejam em tudo sujeitas a seus maridos. Estar sujeito, está claro, é diferente. É oposto. Quando uma pessoa diz, eu não vou estar sujeito, eu vou fazer o que quiserem, abetecer.

Estar sujeito é oposto à alta afirmação, é oposto a uma atitude independente e autocrática daquela pessoa que deve estar sujeita. Você não pode dizer o que eu devo fazer. Isso não é estar sujeito.

Em vez disso, aquilo que está sujeito, está debaixo da autoridade, deve ter uma disposição para cooperar com os melhores esforços daquele que está acima dessa pessoa, dessa autoridade.

A mesma maneira, a esposa está aí para cooperar com os melhores esforços do marido, porque o marido está a ajudar a ela e assim estão a colaborar um com o outro, de mão com mão.

Uma ajudadora correta para ajudar um ou outro. Em Colossenses capítulo 3, Colossenses capítulo 3, versículo 18.

Com o Censo capítulo 3, vos mulheres, estás sujeitas a vossos próprios maridos, como já disse, não é a outra pessoa, hoje, é o outro homem, a vossos próprios maridos, como convém no Senhor.

Isto deve ser de acordo com as leis de Deus. Esta submissão deve ser como convém no Senhor, deve estar de acordo com a lei e a vontade de Deus.

Por exemplo, em Atos 5, versículo 29, vamos ver aqui em Atos 5, versículo 29, uma situação em que, vejamos aqui, que Paulo estava a ser, perdão Pedro estava a ser instruído a desobser a lei de Deus e Pedro então disse, Atos 5, versículo 29, porém respondendo Pedro e os apostos disseram, mais importa obter a Deus do que aos homens.

E por isso, estamos submissos àqueles acima de nós, dentro e de acordo com a lei e a vontade de Deus, como lembramos em Colossians 3, 18, como convém no Senhor.

Por isso, aí, o ponto é que temos que obter a Deus primeiro e por isso a esposa não deve ser oprimida pelo marido, a esposa não é uma escrava e por isso vemos aqui um equilíbrio que é fornecido por quê?

Pelo amor do marido pela esposa.

O amor do marido pela esposa.

E por isso, então, pala agora, a começar no versículo 25, está a descrever este amor, porque é essencial para ter este equilíbrio correto.

E no versículo 25 de Ephesius capítulo 5, o versículo 25 diz, Vos maridos amam as vossas mulheres, como também Cristo amou a igreja e assim mesmo se entregou por ela.

Os maridos devem amar as suas próprias esposas, está claro não outras mulheres, assim como Cristo amou a igreja. Ele, Cristo, morreu pela igreja, deu a vida, sacrificou-se, deu o seu tempo, deu o esforçoso, deu o seu esforço, a sua vida, pela igreja. Vejamos, por exemplo, em Philippe 2, versículo 6 a 8, diz assim, Ora que acenda em forma de Deus, Jesus Cristo não teve por usurpação ser igual a Deus, mas fez de si mesmo de nenhuma reputação, tomando a forma de servo, fazendo-se semelhante aos homens. Quer dizer, vemos aqui que ele, então, não esteve disposto a não se submeter. Sim, ele esteve pronto, disposto a abrir a mão dos privilégios que se o ia quando estava na forma de Deus.

Ele disse, não vou fazer isso, não, não, ele esteve disposto a abrir a mão, não teve por usurpação, não teve atitude de não queris largar a mão, abriu a mão, abriu a mão dos privilégios que se o ia quando estava da forma de ser igual a Deus, da forma de Deus.

E assim trunou-se o homem e morreu para nós. Isso significou que ele deu a sua vida, deu o seu tempo, deu o seu privilégio de ser ser eterno, para vir a ser um homem e morrer para nós. Cristo se humilhou.

Eu disse aqui no versículo 8, e milhouve a si mesmo, voluntariamente.

Por quem? Por nós, pela igreja, pela esposa.

Então isto mostra o amor por meio de ações.

Ações são fundamentadas em humildade e submissão. Por isso é que Paulo, em Infésios 4, versículo 1, diz, Andeis, como é digno da vocação, que fosse chamado, com humildade e submissão. Com longa unanimidade. Isto é com sacrifício e suportando-vos uns aos outros. Então, estas ações de amor da parte de Cristo, em grande humildade, a favor da igreja, deu tempo, deu assolvido por nós. Este é o padrão, este é o exemplo de Cristo para nós seguirmos. Neste caso, de homem, seguirmos para estarmos a ser humildes e mansos e sofrer por, dizer, sofradores, soportando-vos uns aos outros, em amor. Mas aqui, falando à sérgio de Cristo, quero que notem um ponto, assim, entre parênteses. Notem que Cristo sempre permaneceu o mesmo tipo de pessoa que Ele era.

Quer dizer, Cristo sempre foi uma pessoa de amor e carinho. E quando Ele veio para a Terra como ser humano, continuou com o mesmo amor e carinho.

E, por isso, Ele permaneceu nas Suas qualidades de ser, de tipo de ser, ou, em outras palavras, Ele era divino e nunca deixou de ser divino. Era um ser perfeito em caráter, de caráter divino.

Sim, abriu a mão de ser um dos dois seres eternos. Halloween, como dizem em Génessas, abriu a mão de ser um dos dois Halloween.

Mas Ele foi e era 100% divino.

O caráter De Ele, a maneira de ser, Ele sempre teve esta natureza perfeita.

De amor, de carinho, de cuidado para com os outros, cuidado para pelas criancinhas. Como Ele disse, olha, deixe as crianças verem a mim. Ele teve sempre este carinho e cuidado. Isto é, Ele teve sempre este caráter divino. Ele foi sempre, digamos assim, 100% divino. Mas estava dentro, digamos assim, de um corpo humano. Isto é, um corpo carnal, que era 100% carnal. Mas, visto que Ele, por dentro, as características do caráter dele eram divinas, Ele nunca pecou. Embora tenha sido tentado, como nós todos nós, como vemos em Hebreus 4, 15, Ele nunca pecou.

E lembrem-se que, quando, após a última refeição, quando Ele mudou os símbolos da Páscoa, em João 17, Ele disse, na oração dele, Pai, glorifica-me com a glória que o tinha contigo antes que o mundo existisse. Por isso, Ele abriu a mão de ser da forma de Deus. Veia ser um homem, acabou por morrer. Mas, depois de ressuscitar, Ele voltou a ter a glória que ele tinha com o Pai antes que o mundo existisse. Foi o que Ele disse, em João 17, versículo 5. Esse é o amor de Cristo por nós. Efésios 3, versículo 9. Efésios 3, versículo 9 diz, Conhecer o amor de Cristo que excede todo o Entenimento. Por isso, precisamos de crescer no conhecimento de Cristo. Qual é o conhecimento de conhecer o amor que Ele tem? E nós temos que crescer nessa graça e no conhecimento Dele. Isto é o tipo de amor que nós precisamos desenvolver na nossa vida por outras pessoas e particularmente os maridos pelas suas esposas. Ora, um casamento bem sucedido é fundamentado em amor mutuo. Requer amor mutuo. E amor é ação. Amor verdadeiro exige trabalho, exige esforço. Em 1 Coríntios 13, 1 Coríntios 13, versículo 4, diz, O amor é sofrador, o amor é benigno, o amor não é envejoso, o amor não trata com leviedade, não sem soberberga, não se porta com indecência, não folga com injustiça, tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo se porta. Por si, grueiro 8, o amor nunca falha. E por isso, estamos a desenvolver este caráter, Jesus Cristo, estamos a aprender estes característicos dele, a sermos bondosos, a sermos gentis, a sermos soares, ou somos duros. Agora, notem um ponto interessante aqui. É que Deus fez as damas, as mulheres, de uma maneira geral, de uma maneira geral, com uma natureza cuidadosa e atenciosa. Porque tem que ter a responsabilidade primária de criar os filhos e dar amamentar a eles e tudo, cuidar destas criancinhas e crescer, e tem esta característica natural das damas, que é algo natural para as damas.

E talvez, por isso, seja essa a razão, que a Bíblia não está a sublinhar aqui as damas para amarem aos outros.

Talvez essa seja a razão, que Deus está a sublinhar esse ponto aos homens e não as damas. Então, estamos aqui a ver agora, em Ifesius capítulo 5, o versículo 25, vos amarridos, amai vossas mulheres, como também Cristo, amou a igreja, e assim mesmo se entregou por ela.

Foi o que vimos aqui acerca de Cristo, que abriu as mãos. Cristo depois veio a ser um homem. Cristo demonstrou esse amor em ação.

E vemos aqui que isso foi importante, aqui, nesta secção, de sublinhar isso aos homens e não assim tão importante as damas. Por isso talvez seja essa a razão que aqui está a enfatizar aos homens esta parte, porque, ao fim de contas, é preciso amor de ambos os lados, e é preciso submissão de ambos os lados, porque vamos ler no versículo 21, sujeitando-vos uns aos outros no tumor de Deus, mas também temos que amar todos os outros.

Mas, por isso, não está sublinhado aqui, mas é ensinado na Bíblia que as mulheres também devem amar os seus próprios maridos, e se lê-se em título, capítulo 2, versículo 4. Em título, capítulo 2, versículo 4.

Diz assim, para que ensinem as mulheres novas a serem prudentes, a amar em seus maridos e amar em seus filhos.

Está claro, as damas têm uma inclinação natural a amar os seus filhos, têm inclinação natural a amar os seus maridos, mas aqui está a fazer as damas, que já têm uma experiência, ensinem-las a amar os maridos e amar em seus filhos. E, por isso, esse ato de amar os maridos é ensinado na Bíblia, mas aqui em Iphésios não é sublinhado, porque neste contexto está a explicar a importância da unidade, de trabalharmos em unidade e de respeitarmos esta autoridade, que existe, tal como este amor de Cristo pela Igreja e a ação de submissão da Igreja a Cristo está a sublinhar esses pontos.

E, por isso, vemos aqui, pelo exemplo de Cristo, que o amor não é simplesmente algo emocional ou físico, mas é uma ação com atos concretos. E, por isso, então, Paulo está aqui, neste versículo 25 de Iphésios, está a sublinhar o governo de Deus dentro da unidade familiar, porque, é assim, este é o governo de Deus, o governo de segundo Deus, de cima para baixo.

O marido é a cabeça, a esposa se sujeita, mas se sujeita ao marido como se fosse ao Senhor. E ele, o marido, deve tratá-la como no Senhor Cristo a trateria. Por isso, o homem deve tratar a mulher como Cristo para estar a nós.

E, por isso, Cristo, o que é que ele fez? Entregou-se, dando-se a vida por nós. Por isso, isto não significa que o homem manda e a mulher simplesmente tem que aceitar o que o homem diz. Não. Aqui não está a falar acerca da mulher ser maltratada pelo marido. Não. Seja isto fisicamente, emocionalmente, aumenta-aumente. E isso não deve-a acontecer. Porque quando um marido verdadeiramente ama a mulher, vai se esforçar para não fazer isso.

Não vai fazer isso. E isso, então, é que diz no Senhor. Então, o Senhor nos manda fazer coisas erradas. O Senhor faz aquilo que nos prostica. Claro que não. E assim, os maridos não podem fazer coisas erradas ou dar ordens às esposas para desobtencerem a Deus. Já vi em certos matrimônios em que, por exemplo, o marido não está na igreja e a esposa está. E ele diz, olha, porque não aumenta já, sério que isto é aquilo.

Ou não pode desguardar o sábado. Ou não vá à igreja. Então, como leemos em Atos 5, verse 29, temos o copo de ser a Deus primeiro. E por isso, isto é muito importante ver este equilíbrio correto, porque a mulher não é a escrava do marido, porque isso não foi o que Deus planjou para o casamento. O casamento deve ser um relacionamento amoroso, em que o homem aprende a amar a esposa esforçando-se a cuidar dela.

Então, ela voluntariamente deseja sujeitar-se ao homem. E então, a esposa é uma respondedora. Ela responde ao homem que cuida dela, que a ama, que a valoriza, que a estima, assim como Cristo faz conosco. E nós voluntariamente, então, desejamos nos sujeitar de Cristo. E assim, um homem que cuida da esposa, que a ama, que valoriza a esposa, que a estima, então a esposa vai querer voluntariamente sujeitar ao marido.

Muitos homens no mundão aplicam incorretamente esta passagem, porque para satisfazer os seus próprios motivos egoístas ou a sua vaidade. Mas isso não é o que a passagem diz. Isso não é. Por isso há necessidade de haver uma submissão e respeito mútuo. E por isso, quanto ao falar, submissão mútua, quer dizer que há ocasiões em que o homem deve ceder aos desejos da esposa.

Por exemplo, o homem pode dizer, olha, vamos fazer isto, ou vamos fazer aquilo. E então a esposa pode dizer, olha, e não, já pensaste acerca disto, ou pode dizer, eu preferia não fazer isso, mas preferia fazer aquilo. Ela pode ter as suas boas razões. Pode ser, por exemplo, caso de saúde. Pode ser porque ela acha que isso não seja sábio.

Ou pode ser, por isso, simplesmente uma preferência que ela tenha. Então, dentro de um relacionamento de respeito, cuidado e admiração mútua, o que é que o amigo, nesse caso, poderá sujeitar-se à sugestão ou ao desejo da esposa. Isso não representa uma rejeição da autoridade, mas isso representa respeito e consideração mútua, como lemos no versículo 21 de Efezio 5.

E, por isso, então, vemos que isso é uma liderança servidora sendo praticada dentro do lar. Então, vejemos aqui este ponto aqui, agora, no versículo 26. Diz assim, para assantificar, purificando-a com a lavagem da água pela palavra.

Cristo purifica a igreja. A palavra de Deus e o Espírito de Deus nos separam, isto é, nos santifica e nos purifica, porque isto é um processo de santificação. E, então, isto é, o Espírito de Deus, através, com a palavra de Deus, nós não lemos a palavra de Deus, e o Espírito de Deus toca na nossa consciência e diz, olha, não faz isso, faz isto.

Então, através deste processo, a nossa mente está a ser lavada e, então, isso nos ajuda a substituir pensamentos incorretos, por pensamentos mais corretos. Isto é, esta é, santificação, a purificação com a lavagem da água, simbolizando o Espírito Santo pela palavra, que é a Bíblia. E, assim, continuando, no versículo 27, para apresentar a si mesmo a Igreja Pluriosa. Então, Cristo está a purificar a Igreja como o marido deve ajudar a esposa, e Cristo está aqui a... quer apresentar a si mesmo a Igreja, isto é, sua esposa espiritual, sem mácula, nem ruga, nem coisa semelhante, mas santa e irreprensível. Assim, vemos que Cristo deseja uma Igreja, uma Igreja Pluriosa. Homens, nós temos uma grande responsabilidade, por isso, de imitar este exemplo de Cristo.

Mulheres, por outro lado, devem seguir o exemplo da Igreja para com Cristo. Assim, Deus deseja que todos nós, homens e mulheres, venham-nos a ser, a nível espiritual, uma noiva sem mácula. Portanto, nesta vida humana, numa trinomóvel, nas várias situações que encontramos na vida, estamos aprendendo lições espirituais. Estamos nos tornando um homem novo. Isto é o processo de santificação do Espírito e pela lavagem do sangue de Cristo e a lavagem da água. E, por isso, precisamos de manter em mente a meta final, o objetivo.

Qual é isso? E fez-os 4 versículo 1. Andar de maneira indígena desta vocação, com o que fomos chamados, com toda a humildade e mansidão, com paciência, apoiando-os aos outros. Para quê? Para edificar a unidade, para sermos um, em amor. E isso começa a nular, no mais básico e fundamental de todos os relacionamentos.

O relacimento é ter o marido e a esposa, que nos ensina a sermos o quê? Uma só carne. Uma unidade, a sermos um. E, por isso, no versículo 28, assim devem os maridos amar as suas próprias mulheres, como as suas próprias corpos.

Quem ama a sua mulher, ama-se assim mesmo. E, por isso, nós devemos colocar as necessidades da esposa em primeiro lugar. Amar a nossa própria esposa, como amamos a nós mesmos. E, no versículo 29, diz, porque nunca ninguém odiou a sua própria carne, antes a alimenta e sustenta, como também o Senhor a igreja.

A palavra que alimenta, em algumas bíblias, está referida como nutrir, e, no verículo 29, diz, que é trapo, que significa alimentar e prover, isto é criar e sustentar. E, depois, aqui, também, no versículo 29, a palavra sustenta, que, em algumas bíblias, é traduzida como cuidar com carinho, vem da palavra grega 2282, que é talpó, que significa aquecer e confortar.

Ou, em outras palavras, cuidar com ternura.

E, por isso, então, o marido deve prover, alimentar, sustentar a esposa, e deve-te cuidar dela com ternura.

É, digamos assim, uma interpretação mais detalhada destas palavras gregas, que foram traduzidas neste modo aqui para o português.

E, por isso, o vemos aqui um exemplo prático. Vejo um exemplo. Olha o homem após ele. Ah, porque a minha mulher, a esposa reclama, reclama. Eu estou a colocar a comida na mesa, estou a pagar com meu dinheiro. O que é que ela mais precisa? Isso é nutrir. Sim, isso é alimentar.

Mas o homem também tem que cuidar com carinho a sua esposa.

Isto é suprindo as necessidades emocionais e psicológicas, demonstrando ternura.

E, por isso, esta palavra aqui, que é aquecer e confortar, esta talpó que foi traduzida, por exemplo, sustentar aqui, ao meio da corujida e fiel, a palavra aqui, esta palavra, transmite a ideia, o pensamento de aquecer e manter aquecido, de uma certa ternura.

Como, por exemplo, uma ave mantém os seus filhotes aquecidos debaixo de suas penas, ou de suas asas. Uma galinha mantém os ovos aquecidos e depois protege os seus pintinhos. É assim que o homem precisa de cuidar, sustentar com carinho a sua esposa, com ternura. Isso é bem diferente de aquecer indiferente. Oh, não me importa! O egoísmo é o que me importa mais comigo mesmo. E, por isso, os membros do corpo devem ter o mesmo cuidado, uns com os outros, como lemos em 1 Coríntios 12, 21, 25.

E, por isso, quando nós passamos por dificuldades e provações e lutamos para fazer as coisas funcionarem bem, estamos a crescer, em amor, uns pelos outros. E, por isso, é que diz andar, vemos no capítulo 4 do ciclo 1, que precisamos andar, como é digno da vocação, como ildade de imensidão, e com longa animidade. E, por isso, precisamos ter a feição uns pelos outros, precisamos ser humildes, precisamos desenvolver um relacionamento pessoal e próximo, uns com os outros. Podem ler, por exemplo, Romanos 12, versículos 9 a 16. Fala mais acerca disso. E, então, depois, Paulo aqui está, a concluir esta secção de Ephesios 5, falando da lição de Cristo e da Igreja, porque aparecer uma só carne. No versículo 30 diz, porque somos membros do seu corpo, da sua carne e dos seus fósseis. E, por isso, deixará o homem, seu pai e sua mãe, e sua unidade a sua mãe. E, por isso, nós vamos nos ensinar, e, por isso, deixará o homem, seu pai e sua mãe, e se unirá a sua mulher. E serão dois, uma carne. Grande é este mistério, digo-vos porém, a respeito de Cristo e da Igreja.

Torna-se uma só carne. No casamento é o tipo de Cristo e da Igreja. Nós nos tornamos um só espírito. Isto é só uma maneira de pensar, de sentir uma certa união, uma unidade. Um, como se fosse uma só carne. Por isso, nós somos membros de um corpo, versículo 30, que é a Igreja. Estamos parte do corpo.

Isto é o corpo de Cristo. O olinismo espiritual, que é a Igreja. E no versículo 31 diz, no casamento, o homem deixa o seu pai e a sua mãe, e vice-versa a mulher, também, está claro. E se o unirão, os dois, então, serão uma só carne. Isto é a unidade. Na Igreja, tornamos um, através dos Espíritos. Recebemos os Espíritos, que nos colocam na Igreja, e então, desenvolvemos este mesmo unidade, este mesmo sentimento de querido e amor, um pelo que é com os outros.

E versículo 32. Grande é este mistério. Digo, porém, a respeita Cristo da Igreja. Tudo aquilo que Paulo está descrevendo, diz respeito a quê? A Cristo e a Igreja. Isto é a andarmos de maneira digna desta vocação, que fomos chamados, com toda humildade, imensidão, e com toda paciência. Para quê? Para edificar a unidade da Igreja, em amor. E assim, por exemplo, uma esposa, uma mulher, Deus retirou da Adão, mas não foi só a Costela, foi a Costela com osso, por isso é que diz, da carne e osso para formar a mulher.

Da mesma maneira, a formar a Igreja, somos membros da sua carne e dos seus ossos, como diz aqui no versículo 30, porque somos membros do seu corpo, da sua carne e dos seus ossos. E por isso, então, continuando, aqui no versículo 33, diz assim, também, voz. Cada um em particular ama a sua própria mulher como assim mesmo, e a mulher reverencia o marido.

Isto é, demonstre respeito, que talvez seja o melhor sentido. E depois, Paulo continua demonstrando este princípio de vida, também aplicada a pais e filhos. Veja aqui, vós filhos, seja obdientes, vós pais, no Senhor, porque isso é justo. É que, ao obedecer, envolve sujeitar-se. Não se resume simplesmente se o filho tem menos de oito anos, ou então, aí, tem que obedecer.

Não, são os obdientes, os vós pais. Não está a dizer, olha, se tem menos de oito anos, seja obdiente aos pais. Não. Aqui está a falar de respeitar, de sujeitar-se. Mas novamente, essa submissão está dentro de um contexto semelhante a das esposas em relação aos maridos. Isto é a submissão segundo Deus, dentro do governo segundo Deus. E assim, tal como os pais. Devem andar de maneira digna da vocação. Os filhos devem esforçar-se para ser obdientes e não rebeldes. Ao mesmo tempo os pais nunca devem procurar, controlar completamente os filhos. Deus nos dá, livre, abitrio, moral.

Versículo 2 e 3 Honra teu pai e teu mãe, que é o primeiro mandamento com a promessa. Assim, devemos honrar a posição dos pais. É o mandamento acompanhado com uma promessa. Para que te vá bem e vivas muito tempo sobre a terra. E vós pais, não provoqueis a ir a vós filhos, mas criá-los na doutrina e a demoestação do Senhor.

Como lemos, por exemplo, em Colocenso 3, versículo 21, diz Pais, não irriteis os vós filhos, para que não percam o ânimo, para que não ficam desecorajados. Os pais, como cabeças do lar, são responsabilizados por Deus, para instruírem seus filhos no devido entendimento de Deus. E este princípio, de vida cristã, depois é aplicada nos versículos seguintes aos empregados e empregadores.

Diz assim, e vós servos. Obtecei a vós-as-Senhores, segundo a Carla, com temor e tremor na sinceridade de vós-se coração como Cristo. Está claro? Tevem os empregados, devem seguir as instruções de que lhes é pedido, como se estivessem trabalhando para Deus. Mas obviamente, sempre dentro das leis de Deus. E versículos 6 a 8 diz, não servindo à vista, como para agradar aos homens, mas como servos de Cristo fazendo de coração a vontade de Deus. Servindo de boa vontade como ao Senhor, não como aos homens.

Sabendo que cada um receberá do Senhor tudo que bem fizer, seja servo, seja livre. E por isso devemos trabalhar, agredando a Deus da mesma maneira, para o outro lado, os empregadores, os patrões e vossos senhores, fazer o mesmo para com eles, deixando as ameaças, sabendo também que o vosso Senhor está no céu e que para com ele não há acessão de pessoas. Da mesma maneira, os empregadores devem tratar os seus empregados, como Deus nos trata.

E por isso, lembrem-se, devemos tratar uns aos outros, com justiça e imparcialidade. E assim, com isto conclui esta secção de andar de maneira digna da nossa vocação. Lembrando-nos, então, quando Paulo agora segue a partir do versículo 10, lembrando-nos de que estamos envolvidos numa contínua batalha espiritual contra Satanás. E isso será o tema do próximo estudo.

Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).