As Leis de Deus do matrimónio

O matrimónio é um relacionamento ao nível de Deus, que não é oferecida a qualquer outra forma de vida criada por Deus. Este sermão descreve a criação do matrimónio e as leis e instruções de Deus acerca do matrimónio.

Transcrição

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Bom dia ou boa tarde, queridos irmãos, que é George Cammes falando-vos da Cincinnati. Nós, como cristãos, precisamos de estar a crescer na graça e no conhecimento do nosso Senhor e Salvador, Jesus Cristo, como lemos em 2 Pedro 3, 8. A igreja é simplesmente a soma total dos membros, a essência dos membros coletivos, em que Jesus Cristo é a cabeça. Visto que nós estamos a crescer na graça e no conhecimento de Jesus Cristo, então, logicamente, a igreja de Deus também está constantemente a crescer, na verdade, e a conversar e a corrigir erro. Isto é um processo difícil, e às vezes, pessoas fazem erros e precisamos de estar prontos a corrigir. Precisamos de ser misericordiosos, uns para com os outros, perdoar e andar para a frente. Visto que nós crescemos no conhecimento, a igreja tem crescido em entendimento, na verdade, de Deus, e continua a crescer.

A glória é para Jesus Cristo, quando crescemos e aprendemos. Uma área de crescimento e que afeta como tratamos uns aos outros é a união do matrimonio.

Deus revelou à sua igreja que o matrimonio é um relacionamento ao nível de Deus, que não é oferecido a qualquer outra forma de vida que foi criada por Deus.

Animais não se casam.

Os anjos também não têm esta união especial. Não conhecem a benção de um lar com amor nem a benção de uma família feliz. O meu tema hoje é de rever a criação do matrimonio e, particularmente, as leis e instruções de Deus acerca do matrimonio. Eu não sou um perito em matrimonio. Sou o ministro de Jesus Cristo a dar-vos as leis de Deus acerca do matrimonio.

Existem situações em que um perito ou um conselheiro de matrimonio seja necessário. E também existem princípios para um casamento feliz.

Igualmente, também existem certas exceções, como o divórcio. Esses princípios para um casamento feliz. E essas exceções, como o divórcio, serão temas de futuros sermões.

Mas o meu tema hoje é simplesmente as leis e as instruções de Deus do matrimonio. E, por isso, eu vou estruturar o sermão ao longo das palavras da cerimônia do matrimonio, como que se estivéssemos a observar um casamento na Igreja de Deus. Por isso, pensem que estão presentes num casamento e ouvirem estas palavras que o Ministro diz ao casal.

Então, o Ministro diz a seguinte. Certamente, não pode haver uma alegria maior do que a satisfação humana de um casamento feliz, cheio de ações de desgenerosidade para com o outro e de compartilhar a vida com o outro.

Não existe uma relação entre os seres humanos mais profunda que aquela realizada entre o marido e mulher no matrimónio. O matrimónio é uma união natural, mas além disso é uma instituição divina ordenada por Deus. Foi estabelecido pelo Criador durante a criação e o matrimónio receba as sua alteridades leis de Deus, que não se mudam, que são imutáveis e não são alteráveis com as eras, pois são eternas e perfeitas.

Quando Deus criou a vida na Terra, Ele fez o homem e a mulher. O pináculo, digamos assim, o grau mais alto de criação física, moldando e formando o homem e a mulher à Sua própria imagem.

Ele deu ao homem e à mulher mentes criativas, com a capacidade de fazer decisões, de planejar e de fazer em Suas vidas à volta desses planos. Os homens e as mulheres foram criados com a maravilhosa possibilidade de virem a ter a vida eterna na família de Deus. Deus, como um Pai cheio de amor, deu-nos a instituição do matrimónio e a benção da família para que aprendamos a amar uns aos outros, como Ele nos ama.

Após Deus ter criado o primeiro homem do pó da Terra, disse em Genesis 2,18. Diz-se mais o Senhor Deus. Não é bom que o homem esteja só. Farliei uma auxiliadora que lhe seja idónea. A mulher foi criada igual ao homem, em potencial espiritual, para ser um complemento perfeito ao homem.

Para acentuar o seu propósito para o Adão e Eva, o Creador Deus não fez a mulher diretamente a Terra, mas da própria carne e ossos do homem.

Entre parentes, queridos irmãos, isto claramente demonstra que eram um e iguais. A mulher veio do lado do homem, de uma costela, do peito e não de uma parte de baixo ou inferior. Continuando. Então o Adão disse, em Genesis 2,23. E disse o homem, esta, afinal, é osso dos bons ossos e carne da minha carne, chamar-se Avaroa, por quando do varão foi tomada.

E o Creador pois uniu este primeiro homem e esta primeira mulher dizendo, em Genesis 2, versículo 24. Ora, por isso deixa o homem, pai e mãe, e se une a sua mulher, tornando-se os dois, uma só carne.

E Deus os abençoou e disse que se multiplicassem, com filhos e filhas. Vejam no versículo 28.

E Deus abençoou e lhes disse, sede fecundos, multiplicavos, enchei a terra. Desculpe de ver, que era Genesis 1, versículo 28. Deus os abençoou e disse, sede fecundos, multiplicavos, enchei a terra. E assim, a instituição do matrimónio e o ciclo de reprodução humana foram estabelecidos com a abenção pessoal de Deus. Dentro da igreja, é a Deus, não é meramente o homem, ou as leis do homem, que juntam o marido e a esposa, tornando os dois uma só carne.

Por isso, vamos agora considerar as leis de Deus, que governam esta união, e a sua instrução aos maridos e às esposas, tal como registado nas Escrituras Sagradas.

Agora, a cerimónia lê as Escrituras acerca das leis de Deus, que governam o matrimónio, assim como as suas instruções. Eu, porém, agora vou ler estas Escrituras e extrair o seu significado na sequência que são mencionadas na cerimónia do casamento. Em Efésios, Paulo dá uma instrução muito importante ao casal, uma instrução que, em muitas sociedades, culturas e até em muitas regiões, é completamente ignorada. Quero que virem-se fazer a favor em Efésios capítulo 5, versículo 21.

Diz assim, sujeitando-vos uns aos outros no temor de Cristo.

A aliança sagrada do matrimónio diz-nos aqui para nos sujeitar, humilhar, por debaixo, de uns aos outros, mas está claro primeiro a Deus, porque é no temor de Deus. Como deve ter escrito, o grego é theose, que quer dizer Deus, por isso subjetamos uns aos outros no temor de Deus. Deus quer que mantenha-nos o outro em grande estimação.

E por isso temos que nos sujeitar, um a outro, no temor de Deus. Por isso o homem mantém a esposa em grande estimação, dando-lhe honra e respeito com amor e devoção.

Tomem nota, como tantos quebram esta lei hoje em dia. Alguns são completamente ditadores e desumanos para com as mulheres, usando outros trechos como uma desculpa para serem tiranos e opressores.

Aqui diz uns aos outros. Todos nós precisamos de nos submeter uns aos outros. Sim, homens, precisamos de nos submeter às nossas esposas, tal como que a todas as pessoas. Senhoras, notem que é no temor de Deus. Por isso, senhoras, se os homens as batem ou façam ultimatos de as matar, ou as abusem, então os homens não estão no temor de Deus. Assim temos uma lei muito importante no matrimônio, a lei do amor, que é aprovado pelo respeito e submissão mutuã. A submissão é a prova do amor. Esses dois princípios de submissão e amor são aplicáveis a ambos. A homem e a mulher. Assim devemos sempre dar preferência ao bem-estar do outro. Este respeito e ação de carinho e cuidado, demonstrado por submissão de livre vontade para com o outro, é a fundação da relação amorosa de todos os casais unidos pelo matrimônio sagrado. Submeter e amar. É como se fossem dois lados da mesma moeda. Ao fim de contas, são a mesma coisa, mas vista de dois lados diferentes, ou com duas perspectivas diferentes. Juntas, submeter e amar, são uma expressão de verdadeiro amor de Deus, do amor de Cristo para nós. Sim, porque Jesus Cristo submeteu-se até a morte da cruz, estando pronto a deixar a sua posição de ter vida eterna que tinha, como podem ler em João, capítulo 1, versículos 1, 2 e 14. Sim, porque deu a posição de que tinha, em que tinha uma vida eterna, que era o verbo que este verbo estava com Deus e era Deus e estava no princípio com Deus. Isto é antes da criação, já estava com Deus. Este verbo se fez carne, se fez um homem, immanuel, como podem ler em Mateus, que quer dizer Deus conosco. Com o nome de Jesus Cristo, Ele submeteu-se à morte, deixando a eternidade para morrer por nós. Por quê? Porque nos ama, para pagar pela nossa vida. Depois foi ressuscitado e voltou à eternidade abrindo um caminho para nós seguirmos o seu exemplo de submissão e amor. O amor de Cristo é regulado pela ação de submissão de Cristo.

Por isso, a submissão é a prova do amor.

Amar e a prova desse amor, por uma respeitosa submissão, é uma combinação necessária para termos uma expressão completa do verdadeiro amor de Deus.

Que grande amor tem aquele que dá a sua vida pelo irmão? Não é isso que Jesus Cristo disse em João 15, versículo 13, ou, quando de morrer, quando disse, Ninguém tem maior amor do que este de dar alguém a própria vida em favor dos seus amigos?

Jesus Cristo esteve pronto a dar a sua vida e deu a sua vida, não só a sua vida física que nos deu, mas esteve pronto a pôr a sua vida eterna em risco, a arriscar a sua vida eterna, a sua vida na família de Deus, por nós.

Ele ama-nos e se meteu-se de livre vontade.

Ele deu a sua vida, ninguém atirou a vida dele, ele deu a vida de livre vontade por causa desse amor. Ele se meteu-se até à morte. Então, vamos ver, como estamos a ler em Efezios 5, que o Paulo da Ilabora, ou dá mais detalha acerca destes dois pontos de submissão respeitosa e amor nos versículos que seguem em Efezios 5. Mas antes de lermos esta secção, vejemos esta necessidade e aprendermos a amar e a submeter um pouco mais claramente.

O homem e a mulher foram feitos na imagem de Deus. Assim sendo, Deus deu ao homem uma certa porção das suas características e deu à mulher uma outra porção de suas características. Juntos, o homem e a mulher, são uma entidade mais completa e mais semelhante a Deus. Por isso, quando o homem e a mulher se juntam, precisam de se adaptar, pois têm porções diferentes das características de Deus. Ora, Deus deu à mulher uma certa capacidade, talvez um bocadinho maior, de amar por natureza. Também deu às mulheres certas qualidades de beleza e, igualmente, muitas outras características femininas que não são parte deste sermão para analisar. Isso é necessário, por exemplo, para ser uma mãe. Assim, foi como a mulher foi criada. Mas falando como uma cristã, a mulher está claro, ainda tem muito a aprender, no ponto de amar, a amar por atos de sumição respeitosa, tal como Jesus Cristo nos submeteu, por nós, como uma irmã, uma esposa verdadeira e cristã.

Por outro lado, Deus deu ao homem umas inclinações de poder, dominação, de motivação a ter resultados, a fazer coisas. Por isso, o homem tem uma tendência, de uma maneira geral, a certas necessidades de controle e de submissão em este controle. Mesmo assim, o homem não era nada submisso. E esta submissão é muitas vezes orientada incorretamente, em políticas, e num desejo de ser importante e manipular os outros. Falando como cristãos, os dos homens têm muito a aprender a ser inservos, tal como Cristo nos demonstrou a verdadeira servidão. O homem tem muito a aprender em amor por atos de serviço, e não por controle e dominação.

Isso não quer dizer que o homem não sabe amar, mas não é tão inclinado naturalmente a amar como mulher é. O homem, assim, é, por natureza um pouco menos carinhoso que a mulher, um pouco menos sensível, um pouco, talvez, digamos assim, mais prático e com menos beleza.

Isto é uma, está claro, uma generalidade e as seções. Mas vendo isto da maneira que fomos criados pela natureza, o homem, no matrimónio, precisa de focar a sua atenção a amar por atos de carinho e cuidado para com a sua esposa. Por outro lado, a mulher, da maneira que foi criada, isto é, pela natureza, pela maneira que foi criada, da maneira que é naturalmente, tem uma capacidade mais natural de amar.

Mas não quer dizer que também não têm inclinações de dominar. Por isso, tem que focar a sua atenção em atos de provar esse amor através de atos respeitosos de submissão ao seu marido. Na verdade, existem muitas mais diferenças entre os homens e as mulheres. E sim, há muitos livros de muito bom valor que têm sido escritos acerca destas diferenças entre os homens e as mulheres.

Mas eu hoje estou simplesmente a pôr uma ênfase nas características cristãs que ambos, os homens e as mulheres, como cristãos, precisam de desenvolver. Tanto o homem como a mulher somos ambos fracos em atos de serviço, em amor e atos, também somos fracos, em uma submissão respeitosa.

E por isso sim, ambos nós, o homem e a mulher, precisamos de crescerem ambas as características de verdadeiro amor para termos a medida da estrutura completa de Cristo. Pois Deus tem ambas as características, as características do homem e as características do mulher e em grande profundidade. Deus tem grandes quantidades, qualidades enormes de beleza e de criação, mas sempre com grande amor e sempre para o bem de todos. Quando juntamos, por isso, as características do homem e da mulher, então vemos melhor as características completas de Deus, mas está claro, com muita capacidade para crescimento.

E então, vamos, vejam-nos em Efezius 4, versículos 12 e 13. 4 versículos 12 e 13 diz aqui assim, com vistas ao perfeiçoamento dos santos para o desempenho do seu serviço para a edificação do corpo de Cristo, que é a Igreja de Deus. Isto é, lendo novamente. Visto que precisamos de nos aperfeiçoar, nós como santos, para fazermos o nosso serviço, a nossa obra, as nossas responsabilidades para a edificação da Igreja, até que todos nós cheguemos à unidade da fé. Se pronostamos nessa unidade da fé, temos que chegar, isso é o nosso golo, e que cheguemos à unidade da fé e do pleno, isto é do completo, conhecimento do Filho de Deus, à perfeita varunilidade, à medida da Estatura da Plenitude de Cristo.

Isto é o nosso golo, queridos irmãos, para crescermos, até chegarmos a esta Estatura completa de Cristo. Nós, ambos, os homens e as mulheres, precisamos de crescerem serviços da Moura e de Submissão. E isto, está claro, como vem, é parte da própria Estrutura, isto é parte da própria Gobernância, que é existente na Igreja, porque se lém os versículos antes, diz assim, ele está a falar do que Deus concedeu, no versículo 11, por exemplo, um os para apóstolos, outros para profetas, outros para evangelistas, outros para pastor, simestros, com vistas. Isto é com o propósito ao perfeiçoamento dos santos, isto é, ao crescimento dos santos.

Por isso, Deus criou uma certa organização na Igreja, uma certa autoridade na Igreja de certas pessoas, com vistas ao perfeiçoamento dos santos, os santos aprendem a trabalhar um com os outros e aprendem a perfeiçoar-se para o desempenho do seu serviço para a edificação do corpo de Cristo, para o crescimento da Igreja, até que chegamos àquela completa estatura de Jesus Cristo. Igualmente, no matrimónio, precisamos também de crescer, para deschegarmos a essa completa estatura de Jesus Cristo. Sim, queridos irmãos, no matrimónio temos ambos fraquezas.

Tanto os homens como os mulheres, nestas características de amor e submissão, só temos fraquezas, não temos grandes capacidades. As nossas capacidades são muito pequeninas. Da maneira que Deus vê, são muito fracas. Mas para o homem, as fraquezas são mais de um lado do que do outro, e vice-versa para a mulher. Assim, o homem e a mulher juntos complementam-se, um ao outro. E por isso devem ajudar um ao outro a crescer, até que tenhamos o verdadeiro amor e caráter de Deus. Isto é a Estatura completa de Cristo.

Com este melhor entendimento, agora estamos prontos a ler o resto das instruções de Deus, de Paulo e, depois, vamos ler que Pedro deu aos homens e às mulheres. Primeiro, vamos ler as que Deus deu através de Paulo, em Ifésios capítulo 5. Assim, Paulo diz às mulheres, em Ifésios capítulo 5, versículos 22 a 24. As mulheres sejam submissas ao seu próprio marido, como ao Senhor. Porque o marido é a cabeça da mulher, como também Cristo é o cabeça da igreja, sendo este mesmo o Salvador do corpo.

Em primeiro lugar, lhes aqui sejam submissas ao seu próprio marido. Não é a todos os homens na rua.

A esposa é submissa ao seu esposo. Não é a todos os outros homens.

E, então, como vemos, isto é simbólico, esta submissão. É simbólico, simbólica da algo muito maior. Porque diz assim, porque o marido é a cabeça da mulher, como também Cristo é a cabeça da igreja.

Sendo ele o Salvador do corpo. E assim o homem precisa ser ajudar a mulher, a ajudar como o Salvador ajuda a nós. Por isso há uma autoridade no governo, no reino de Deus. E essa autoridade, que é primeiro Deus-Pai, e depois de baixo Deus-Pai é Cristo, e depois de baixo de Cristo é a igreja. E depois de baixo da igreja é, através dos apóstolos e dos várias posições de autoridade e governância na igreja, que, então, nos desce a nós. Por isso há uma certa, como vemos aqui, uma governância. Mas esta governância não é uma escravidão.

Não é uma escravidão. Não somos escravos de Deus. Aliás, Ele Cristo nos serve.

Ele deu a Sua vida por nós para nos servir, para nos salvar. E, porque Ele deu a Sua vida por nós, nós queremos nos submeter a Cristo de livre vontade.

Aqui está o ponto de chave, queridos irmãos. Não somos forçados. Submetemos a Cristo de livre vontade. Ele não é um dictador? Ele não é um homem macho a dar, a dizer que temos que nos submeter? Não.

Ele não é um dictador. Ele nos serve. Ele é um salvador. E, igualmente, como ministros de Deus, nós não somos dictadores. Mas somos serventes, carinhosos, de todos os irmãos, como membros na Igreja, que é o Corpo de Cristo, e como ministros de Deus, estamos prontos a servir e a cuidar os membros.

Por isso, igualmente, em similhança, marido, e estou a falar aos homens agora, nunca maltratos a tua querida esposa que Deus te deu. Nunca levantes a mão a ela. Nunca. Em nenhuma situação.

Entre parentes, quero dizer-lhes uma coisa. Isto foi algo que ensinem aos meus filhos quando eram pequenos. Se os rapazes batecem nas raparigas, isto é, os meus filhos batecem nas minhas filhas, ou em qualquer outra rapariga, mesmo que fosse que a irmã, a rapariga, tivesse feito mal, os meus filhos sabiam, sabiam bem, que iam levar uns açoitos.

Mas sempre com amor e controlado. Sim, se elas tivessem mal, não podiam bater nelas, mas tinham que vir a explicar a mim e a minha esposa. Então nós fazíamos que a instrução fosse necessária à menina. Mas os meninos não tinham autorização de levantar as mãos sobre as meninas. E assim os meus filhos aprenderam, que primeiro correção é sempre com amor e controlada, porque sempre que os corregimos foi com amor e foi controlado, não foi nada emocional. Mas também aprenderam a nunca levantar uma mão a uma rapariga ou uma senhora. Sim, quando, por exemplo, a rapariga estava a fazer coisas mal a eles, eles achavam que era injusto, mas sabiam que não podiam levantar a mão a irmã deles e aprenderam a ter respeito às mulheres. E hoje ainda me lembram disso, eles lembram disso e é uma coisa que dão graças por terem aprendido essa lição muito importante. Então, continuado, voltando ao assunto. Igualmente, se os homens servem às suas mulheres, com amor e carinho, como Cristo serve a Igreja de Deus, então os homens estão a ajudar as mulheres, a submeterem a eles, respeitosamente, porque então elas vão querer, de livre vontade, de estar submissas a um marido que é tão gentil e carinhoso e cuidadoso. Sim, precisamos de ajudar uns aos outros a crescer em amor e em submissão, tal como Jesus Cristo é, precisamos de ajudar um a outro a chegar ao caráter de Cristo.

Como é que ajudamos uns aos outros, fazendo a nossa arte das leis do matrimónio?

Homens, notem esta instrução dizendo que as mulheres sejam submissas ao seu próprio marido, esta instrução é para as senhoras.

Não é para vocês estarem dizendo que as mulheres sementam sem mim? Não, não é para vocês dizer isso, a instrução é para as senhoras, não é para os homens.

Vocês homens devem de ouvir a instrução que é para vocês. Se vocês querem que as mulheres se submetam a vocês, então façam a vossa arte do mandamento.

Ajudem-se a vocês como sendo carinhosos e cuidadosos para com elas.

Hoje o comandamento diz a vocês, homens. Vamos-lhe então, no versículo 25. Maridos, ame a vossa mulher, como também Cristo amou a igreja e assim mesmo se entregou por ela. Vem como Cristo deu a sua própria vida, talé a igreja. E diz assim, a maridos, ame a vossa mulher, Cristo se meteu-se, até a morte deu a sua própria vida. Isto é a prova do amor e é o que Paulo está a dizer aqui aos maridos, ame a vossa mulher. Como? Servindo e submetendo-vos até a morte, digamos assim, dando a vossa vida, dando tudo pela vossa mulher. Vejam no versículo 28, assim também os maridos devem amar a sua mulher, como ao próprio corpo. Quem ama a esposa, assim mesmo se ama.

E como vemos, queridos irmãos, devemos de fazer isso como Cristo amou a igreja. Vejam o versículo 29, porque ninguém jamais odiou a própria carne, mas a alimenta e dela cuida, como também o faz. Também Cristo faz com a igreja, alimenta a igreja e cuida a igreja. Por isso, queridos irmãos, nós devemos de alimentar, ajudar, suportar, cuidar, carinhar das nossas posas. Isto representa amor e fidelidade. É um completo suporte, o mandamento que diz, não cometas adultério.

Somos 100% fiéis à nossa querida esposa.

Se não somos, precisamos ter um verdadeiro arrependimento. E confé, em Cristo, pedir perdão a Deus primeiro e às nossas esposas, e demonstrar pelos nossos frutos, que somos pessoas diferentes e verdadeiramente carinhosos e cuidadosos e respeitosos e fiéis em elas. Não é dizer, a nossa mulher que se submeta, mas aliás, a viver uma vida com amor, querinho e cuidado para com ela, tal como prometemos a Deus, na aliança com Deus, quando nos casamos, como veremos daqui a pouco.

Por outro lado, esposas, este mandamento é para os homens. Por isso não estejam a dizer ao homem, tu não me amas. Senhoras, oiçam o comandamento diz a voz.

Respeitam, respeitam o vosso marido. Então, ele será encorajado a cuidar de vós, a vos amar. Sim, queris irmãos e irmãs, é necessário que prestemos atenção ao que o mandamento diz a nós e não ao que o mandamento diz ao outro. Por isso, Paulo concluiu este capítulo, em versículo 33, dizendo, Nome-estante, vós, cada um de si também ame a sua própria esposa, como a si mesmo, e a esposa respeite ao marido.

Cada um de vós, por si, isto é, cada um de nós, em particular, tomei atenção, tal como Deus ordenou-o num atrimónio, está claro no Tamor de Deus. Como Cristo nos ama e nos serve, nós precisamos de fazer a mesma coisa. O homem amar servir a sua própria esposa e a esposa, respeitosamente, submetir ao seu marido. Então, a esposa, fazendo isso, ajuda, está a ajudar o marido a amá-la, e o marido amando-a e servindo-a, e, se metendo sem ela com isso, ajuda a mulher a submeter e a respeitar a ele. Uma vez mais, queridos irmãos, sei que estou a repetir aqui, mas é necessário que, se os homens estão a abusar as mulheres, então não é no Tamor de Deus. É necessário de fazer isto no Tamor de Deus. Eu falarei dessas exceções e do divórcio, no outro sermão. Mas isto tudo, queridos irmãos, é um grande mistério. Vejam comigo, versículo 32 de Efezes 5. Grande é este mistério, mas eu me refiro a Cristo e à Igreja. Isto é parte de um grande mistério, da Igreja e de Cristo e do Casamento, de virar entre Cristo e a Igreja. Pedro também deu instruções adicionais às senhoras e aos homens. Vigemos, então, no primeiro livro de Pedro, capítulo 2. E vamos ler, então, versículos 18 e 19, primeiro.

Está a dizer aqui aos servos, sê-de-se-se-me-sso-s. Está claro, com temor a Deus, dentro do temor de Deus. Não só ao bom patrão, digamos assim, mas também ao patrão, que não é lá muito bom.

Porque isto é grato que alguém suporte tristeza, e que está sofrendo injustamente por motivo de sua consciência para com Deus. Então, no versículo 21, diz, portanto, ou por quanto, para isso mesmo foste-se chamado-os. Pois que também Cristo sofreu em vossa lugar, deixando-vos exemplo para seguir-os os seus passos. Sim, Cristo sofreu por nós injustamente e deu-nos exemplo para seguir-nos os seus passos. Isto é sofrer uns para os outros, mesmo que seja injustamente.

Isto é nossa responsabilidade como cristãos para sermos sumiços uns aos outros, igualmente para os homens e para as mulheres, de se nos submeterem uns aos outros.

Vejam, então, no capítulo 3, versículo 1. Mulheres, sede vós, igualmente, submissas ao vós seu próprio marido. Quando diz, igualmente, está a dizer, como lemos, o que os servos devem fazer, como lemos, versículo 18 e 19, do capítulo anterior, e como lemos, em versículo 21, porque estamos a seguir o mesmo exemplo de Cristo, igualmente a sede vós mulheres, submissas ao vós seu marido. Para que, se ele ainda não obedece a palavra, isto é, se ele ainda não é um bom marido, que ele seja ganho, sem palavra alguma, sem palavra alguma, mas por meio do procedimento de sua esposa. Aqui veem que as senhoras têm uma responsabilidade de ajudar o homem a ser o melhor cristão. Porque diz assim, tenha responsabilidade para que o homem seja ganho. Isto é, se ele não for um cristão, que venha a ser um cristão por causa do vosso exemplo, não por causa das vossas palavras, porque isso sem palavra alguma, mas por meio do procedimento de sua esposa. Por exemplo, o homem é ganho, torna-se um cristão verdadeiro. E se o homem é um cristão, ainda mais responsabilidade tem a esposa de ser um exemplo para ajudar o homem, que é cristão, a vire ser o melhor homem.

É uma responsabilidade enorme à esposa de ajudar o homem a ser o melhor cristão. Vejam isto. Não diz só se submetam ou só sejam submissas ao homem, se ele vos ama. Não diz isso. Porque diz igualmente, e lemos no capítulo 2, versículo 18, diz assim, servos cedo submissos com todo o tumor ao vosso Senhor, não somente se for ao vosso Senhor, isto é, ao vosso patrão, não somente se for bom e cordato, mas também ao perverso, ao patrão que é perverso. E depois, no capítulo 3, versículo 1, diz assim, mulheres, cedo vós, igualmente, submissas ao vosso próprio marido. Não é só ao marido que é bom e cordato, mas também ao marido que é perverso. Igualmente, como lemos no versículo 18. Mesmo que ele não seja, digamos, muito carinhoso e cuidadoso, a Escritura aqui diz, é o que Pedro diz. Ora, está claro, quando digo igualmente, não estou a falar de abusos. Isto é outra situação. Mas diz assim, façam a vossa parte primeiro. É o que está a dizer aqui. Façam a vossa parte primeiro. E o vosso exemplo fará, como Pedro diz aqui, que ele, o marido, será ganho, sem palavra alguma.

Mas simplesmente, pelo vosso exemplo. Vejam, não são as palavras que vocês estão a dizer ao marido, pois as palavras podem virá-lo contra vós.

Mas está a falar do exemplo, do procedimento da esposa. Venham, como devem, de ajudar o marido. As esposas têm uma responsabilidade aqui, de ajudar o marido a ser o melhor cristão, sendo submissas ao vosso próprio marido. Uma vez mais digo aqui, não estou a falar de abusos. Não estou a falar desses casos extremos.

E assim, não nos disse Jesus Cristo para sermos uma luz.

Ora, a luz não faz barulho. A luz não fala, mas é um exemplo que ilumina. Então, Pedro aqui diz, as senhoras devem seguir o exemplo das santas mulheres de outra hora.

Vejam no versículo 5, se faz favor. Pois foi assim também que, assim mesmo, se ataviaram, isto é, adoronaram, ou enfeitaram. Outrora, as santas mulheres que esperavam em Deus, estando submissas ao seu próprio marido.

Pedro diz que as senhoras devem seguir o exemplo das santas mulheres de outra hora. Porque foi assim que se enfeitaram, ou se adoronaram, ou se fizeram belas, perante o seu amado marido. Como é que se fizeram belas? Como é que se fizeram bonitas? Como é que se enfeitaram? Como é que se adoronaram? Como é que se ataviaram?

Ataviaram-se com submissão ao marido. Isto é amor verdadeiro em ação.

Mas, homens, uma vez mais, isto não é para vocês estarem a dizer às vossas esposas.

Sim, homens, não devem exigir que a esposa faça estas coisas.

Os homens têm em que ler o que as escrituras dizem aos homens, e as mulheres têm em que ler o que as escrituras dizem às mulheres.

Entre parênteses quer dizer outra coisa aqui, se faça a favor. Há certos homens que pensam que todas as senhoras se devem de submeter a todos os homens. Isto é errado. Este mandamento de submissão é da esposa de se submeter ao seu esposo. Não é todas as senhoras se submeter a todos os homens. Infelizmente, esta atitude é prevalenta em certas sociedades e certas religiões. Lembrem-se que ambos as homens, as mulheres, são filhos de Deus, são iguais e coerdeiros na promessa do reino de Deus. Vai haver, notem isto, vai haver, muitas mulheres, e talvez até muitas viovinhas, que terão posições mais altas no governo de Deus, no reino de Deus, de que muitos outros homens. Por quê? Porque todos serão recompensados de acordo com as suas obras, e não de acordo com o seu sexo ou de sua cor da pele ou com o dinheiro que tenham. Não há parcialidade com Deus.

Então, continuando. Assim, como eu disse, os homens devem de ouvir e praticar o que o Pedro diz aos homens. E o que então o que o Pedro diz aos homens? Vamos, então, ler no versículo 7.

Maridos, Vos, igualmente.

Igualmente? Igualmente a quê? Igualmente às mulheres? Igualmente, o que eu disse no capítulo 2, versículo 18, que disse, serve-os ser de submissos, com todo o tumor ao Vos, Sr. Não somente aos bons patrões, mas também aos perversos patrões. Igualmente, Vos, Maridos, sejam submissos às Vosas esposas, sejam boas esposas ou mais esposas.

Maridos, Vos, igualmente.

Vivei a vida como um do lar com discernimento.

Igualmente, homens, ser de submissos com cuidado, vivendo, vivei a vida como um do lar. Vivem com a sua querida esposa, com entendimento, com discernimento. Entendimento de quê? Entendendo que necessidades aquelas têm.

Entendendo e compreendendo que cuidados é que precisam de ter para com elas.

E, entendo esse conhecimento, esse entendimento, o que é que Vosas esposas precisam? Que necessidades têm? Vocês, então, devem ajudar a esposa e amá-la com essa submissão cuidadosa.

Descerenimento é um entendimento que elas necessitam. E, para isso, é preciso termos um amor de Deus. Tendo o amor e uma consideração muito especial.

Isto não é fácil e não é natural aos homens. E, por isso, é que Pedro dá esta instrução aos homens para fazerem isto. Mas é algo que nós, como homens, temos de nos esforçar a fazer e a praticar.

Todos nós, queridos irmãos, somos fracos, tanto os homens como as mulheres. Todos somos muito frágeis para ante Deus. Mas a esposa é mais frágil. Por isso, trata-a com dignidade, com carinho, como um vaso caro, delicado e precioso. Isto é uma instrução muito clara aos homens para não serem didadores, para não serem autocratas. Mas proporem as necessidades e o cuidado das esposas primeiro, antes de as suas próprias necessidades. Ao fim, não é assim como Cristo nos trata? Com carinho, com amor e com cuidado?

Aqui, não diz aos homens para exigir submissão da esposa. Não, não diz aos homens isso. Vejam assim, meridos, vós igualmente. Vivei a vida como um do lar, com discernimento e tendo consideração para com a vossa mulher como parte mais frágil, tratando-a com dignidade. E assim, queridos irmãos, aliás, diz aos homens para tomar conta dela como um vaso precioso, como um vaso delicado, como, por exemplo, um vaso frágil de China. É um caso de se meter às ações do menino às necessidades dela. Isto é o que Deus diz a nós. Mas muitos homens não têm entendido desta maneira, infelizmente. Com muito cuidadinho, queridos homens, queridos irmãos, temos que tratar as nossas queridas esposas que Deus nos deu, como um vaso especial, um vaso frágil, que se pode quebrar e, por isso, não queremos quebrar. Isto é nós, os homens, que precisamos Deus honrar. Isto é de pôr-las, como que se num pudiste tal e levá-las. Não é subjegá-las, mas é honrá-las. É dar honra às partes mais fracas, é te cuidar delas. Como Paulo diz em Coríntios 12, 22 e 23, os que parecem mais fracos são mais necessários. É um ato de submissão dos homens para com as suas queridas esposas. É estimar, é apreciar, é presar, é dar muito valor às nossas esposas.

Estimamos as nossas esposas? Demonstramos pelas nossas ações que apreciamos? Reconhecemos o valor delas para conosco?

Se o fazemos, então estamos a ajudar as nossas esposas a crescer como cristãos no caminho do Reino de Deus. Vejam, então, continuando a ler aqui no versículo 7, porque sois juntamente herdeiros da mesma graça de vida. Porque, ao fim de contas, vamos herdar o Reino de Deus com a nossa esposa. Vamos ser uma equipe, vamos ser um time especial eternamente. Este é o desejo de Deus. E se maltratamos a ela, estamos a maltratar a nós próprios, pois somos uma unidade, somos a mesma carne. E continuando a ler, eu concluindo a ler este versículo diz assim, porque sois juntamente herdeiros da mesma graça de vida, para que não se interrompam as vossas orações. Se não obtecemos a estes princípios de submissão uns aos outros e de amor uns aos outros, então talvez seja a razão, porque as nossas orações na família não estão a ser ouvidas por Deus. Mas, por outro lado, se estamos a praticar estas instruções, então temos uma promessa adicional que ele ouvirá as nossas orações.

Assim, veem que isto é muito importante para com Deus. Precisamos servir um ao outro, pois tem um significado espiritual ainda maior, do amor de Cristo para conosco e como Cristo se vai casar com a igreja. Isto é um mistério enorme, que só estamos a aprender um bocadinho, um pouco a pouco.

Se não nos submetemos, se não respeitámos e amamos, no nosso lar, um ao outro, como é que podemos querer que Jesus Cristo faça o mesmo a nós e que oisa as nossas orações?

Amor e submissão respeitosa são partes necessárias de ambos o homem e da mulher. O esposo deve-se forçar-se a amar e submeter-se a sua esposa, mas particularmente deve tomar atenção a amar a sua esposa. Pois o marido foi assim criado por Deus e uma atrimónia foi assim ordenado, com fidelidade, e neste amor carinhoso. Não é para os homens amarem outras mulheres, mas para amarem a sua esposa. Ora, está claro que devemos amar todas as pessoas, pois os Cristo disse amanhã uns aos outros, mas estou a falar de uma atrimónio, do amor especial para com as nossas esposas.

Por outro lado, a esposa, a esposa, a esposa, a esposa, deve esforçar-se a submeter-se e amar o seu esposo, mas particularmente deve tomar atenção a submeter-se e suspeitar o seu esposo, pois a mulher foi assim criada por Deus e uma atrimónio foi assim ordenado, neste submissão, respeito e amor.

Não é para as esposas submeter, ainda mesmo, a maneira ou outros homens, mas ao seu próprio esposo. Ora está claro que devemos nos submeter a todas as pessoas por a instrução de Paulo, é para se submeter a uns aos outros, mas estou a falar de uma atrimónio, do respeito especial para com os vossos esposos.

E isto tudo tem um significado espiritual da relação da igreja com Cristo.

Então, tendo eu elaboradas leis e as instruções de Deus acerca do casamento na sequência que são lidas na cerimónia do casamento da igreja de Deus, vou agora concluir o sermão com a leitura, olendo o resto do texto da cerimónia do matrimónio, e a promessa que é feita pelo novo e noivo e pela noiva.

As qualidades essenciais de um matrimónio feliz e bem sucedido são aquelas que manifestam um amor sempre a crescer. Um amor como de Deus, tal como descrito pelo apóstolo Paulo à Igreja de Coríntios. Ele escreveu em 1 Coríntios 13 versículos 4 a 8 e vou ler na Bíblia, na linguagem 2.

1 Coríntios 13 versículos 4 a 8.

Quem ama é paciente e bondoso. Quem ama não é seumento, nem orgulhoso nem vaidoso. Quem ama não é grosseiro, nem egoista, não fica irritado, nem guarda mágoas. Quem ama não fica alegre quando alguém faz uma coisa errada. Mas se alegra quando alguém faz o que é certo. Quem ama nunca desiste. Porém, suporte tudo, com fé, esperança e paciência. O amor é eterno. Assim se vê que uma relação amorosa no matrimónio é um tipo da relação espiritual entre Deus e a Igreja. E é, na vossa submissão, a amor de Deus, que este matrimónio será fortalecido e protegido. Como um pai carinhoso, Deus quer dar-nos as suas pensões mais ricas. Ele quer que todos nós sejam-os extremamente felizes. Para esse fim, ele delvos. Então aqui se lê o nome do casal, por exemplo, Mário X e Maria Y. Ele delvos, este maravilhoso dom do matrimónio. Viste que o matrimónio é uma instituição divina, e que estamos a pedir a Deus para vos juntar como esposo e esposa. É correto e necessário que cada um de vós fielmente prometa, perante Deus, que aceitam a aliança sagrada do matrimónio, de acordo com as condições divinamente estabelecidas por Deus Todo-Poderoso.

Então o ministro dirigindo-se ao homem diz, dá primeiro o nome do homem, por exemplo, Mário, que sejamos, fielmente prometes e fazes aliança com Deus, na presença destas estimunhas, de que tu marás a, então, nome completo da Maria, a ser a tua esposa, com quem te casas, de acordo com a lei de Deus. Seja que for, durante doenças, ou com saúde, em boas situações e mais situações. Enquanto vós dois vivam, para amar-se, para estimar-se, para honrar-se e para cuidar-se, então o noivo responde. Então dirigindo-se à mulher pergunta, e tu, então o nome dela, Maria, por exemplo, fielmente prometes e fazes aliança com Deus, na presença destas estimunhas, de que tu marás, então, nome completo dele, Mario, X, por exemplo, a ser o teu marido, com quem te casas, de acordo com a lei de Deus. Seja que for, durante doenças, ou com saúde, em boas situações e em situações difíceis, enquanto vós dois vivem, para o amar-se, para o estimar-se, para o honrar-se, e, como Deus ordenou para ser submissa, então o noivo responde. Visto que todas as ordenações e as seleções das escrituras são feitas por intermédio da imposição das mãos, por favor, juntem as vossas mãos direitas, e, pela imposição das minhas mãos, eu pedirei ao Deus interno que vos une, como marido e mulher. Então, nesse momento, se ajoelham e oram. Após a oração do ministro da Igreja de Deus diz, pela autoridade de Jesus Cristo, eu vos pronuncio, marido e mulher.

Então, podem dar os anéis, que são um símbolo externo do vosso amor e de voção contínua, de um pelo outro. E depois, então, é a cerimônia de darem uns anéis. E depois disso, o ministro diz, então, pode dar um beijo à noiva.

Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).