Princípios básicos para um matrimónio feliz

O matrimónio é um relacionamento pelo qual aprendemos princípios importantes para nos prepararmos para reinar e servir no mundo de amanhã debaixo de Cristo. Este sermão descreve três pontos simples mas importantes para crescermos no caráter santo e sagrado de Deus.

Transcrição

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Acompanhe o que está acontecendo.

Bom, deobotar-te, queres irmãos, aqui, aos campos. Existem regras que Deus nos dá para termos bons relacionamentos? Por exemplo, existem regras para haver um bom relacionamento. Isto é um bom governo a governar bem, com um bom relacionamento entre os governantes e o povo. Existem regras para uma organização, uma empresa comercial funcionar corretamente, com um bom relacionamento entre os patrões, os empregados e a organização funcionar perfeitamente e bem. Existem regras para irmãos na igreja viverem em paz e em boa convivência, uns com os outros? Existem regras para uma família viver num bom e feliz relacionamento. Queris irmãos, como é que nós podemos preparar para reinar no mundo da manhã, no rei de Deus? Como é que nós podemos preparar? Deus nos dá oportunidade de relacionamentos de um com o outro, para nos ensinar, para nos prepararmos, para vivermos num relacionamento saudável, num governo saudável, que vai ser o rei de Deus. E por isso todos nós hoje em dia temos uma oportunidade de ter um bom relacionamento com outras pessoas. Por isso Paulo diz tanto quanto possível que haja paz entre vocês. Estamos a fazer a nossa parte para haver paz entre pessoas? Ao fim de contas, todos os relacionamentos vai ter alguém que tenha responsabilidade de fazer as decisões por aquela organização, ou por aquela comunidade, ou por aquela nação, ou por aquela família. Ou, em outras palavras, tem que haver sempre uma pessoa que vai ser ou tomar uma posição de liderança. E, por outro lado, tem que haver uma pessoa ou mais pessoas que vão ser aqueles que se submetem e que vão ser os seguidores daquele líder. E que os irmãos, ao fim de contas, nem todos, por exemplo, numa organização, podem ser o presidente dessa organização, ou o patrão dessa empresa. Porque senão, se vão liderar em posições diferentes, um está a puxar para a esquerda, ou se está a puxar para a direita, e não dá resultado. E, por isso, tem que haver este relacionamento saudável, esta cooperação correta para poder ter sucesso nesse relacionamento. E, ao fim de contas, Deus nos dá princípios que funcionam em liderança. Porque, ao fim de contas, um líder deve ser um servidor, enquanto que aqueles que são os seguidores devem ser submissos. E, por isso, o líder deve representar ou dar caractícias de serviço, de ser um servo, de uma empresa, para o bem da empresa. E aqueles que são os seguidores devem se submeter à liderança desse líder. E, crises-mãos, na mais básica de todas as relacionamentos, é o matrimônio. O mais básico desses todos é o casamento entre o homem e uma mulher.

E a Bíblia diz, quando os dois se casam, devem ser um. Devem ser uma carne. Devem estar unidos. Está claro, não é que seja uma pessoa, mas só uma carne, só unidos estão a comprar um com o outro. Há este relacionamento saudável, amigável, que é um princípio básico para uma trimónia feliz, para uma família que é saudável e que está a funcionar corretamente. E, por isso, hoje, crises-mãos, eu quero deixar com vosco, simplesmente, três princípios básicos. Para um bom matrimônio. E crises-mãos são princípios básicos que podem ser aplicados a todos os outros relacionamentos ou todas as outras organizações. Talvez não com os mesmos títulos, mas com os mesmos princípios de aplicação. Vamos começar. Deus, primeiro, inicialmente, criou o homem. E depois, o Adão teve a dar nomes aos animais todos e viu que não havia um que fosse idóneo a ele. Então, Deus pôs o Adão a dormir, digamos assim, fez uma operação, deu manistezia ao Adão e tirou dele uma costela. E dessa costela fez a mulher. De sua própria carne fez a mulher. E então, vence que o Adão disse, este sim, é uma que é idónea para mim. E então, o homem os criou macho e fêmea. A razão é porque cada um fisicamente tem as suas funções nessa organização que é o matrimónio, é o casamento, é este o casal. E em todas as empresas, as organizações, há sempre pessoas com funções diferentes. Sim, há pessoas com funções diferentes. Por exemplo, num casal, só o homem é que pode gerar o bebê e só a mulher é que pode dar à luz o bebê. Você pode tentar fazer de outra maneira, mas não vai funcionar. É da maneira que Deus fez. Mas, lá por um ter uma função e outro ter outra função diferente, não quer dizer que um seja melhor que o outro. Não quer dizer que um seja mais importante que o outro. Ambos têm o mesmo potencial espiritual, como filhos e filhas de Deus. Vejam, por exemplo, em Mateus 19, versículo 4 e 5. Mateus 19, versículo 4 e 5. Mateus 19, versículo 4 e 5.

Diz assim, então, respondeu-e-o-lhe, não tendo-lhe, lhe, o criador, desde o princípio, fez homem e mulher e disse, por esta causa, deixará o homem, pai e mãe, e se unirá-se a sua mulher, tornando-se os dois, uma só carne.

Jesus Cristo estava a responder à pergunta, dizer, olha, há uma razão de se divorciarem? Não! Jesus Cristo estava a dizer, no início, vocês ficam uma só carne. Vocês fazem-os de compromisso, é um compromisso para a vida e fazem-se uma só carne. Isto nos ensina um princípio muito importante, porque quando fazemos um compromisso com Deus para sermos servos de Deus, fazemos um compromisso eterno e temos que aprender, temos que aprender a cumprir a nossa palavra, porque quando nos casamos, fazemos um compromisso para a vida inteira, seja o que for, bom ou mal, venha, é um compromisso para a vida inteira. E por isso o casamento, o matrimônio, é um relacionamento de uma carne, que significa um compromisso, e que significa um relacionamento mais íntimo que um homem pode ter com outra pessoa, ou sua mulher, e vice-versa, que a mulher pode ter com outra pessoa, nomeadamente, com seu esposo. E por isso, para serem uma carne, que as eras precisam de trabalhar, precisam de esforçar, para terem os mesmos desejos, os mesmos desejos para a família, as mesmas esperanças para a família, para serem unidos nas metas, nos propósitos da família deles. Físicamente, mentalmente, e emocionalmente, então o homem torna-se o homem de uma mulher, e a mulher toma essa mulher de um homem, compromisso, um ou outro. E então há uma preocupação de um com o outro, e nada mais. E, neste ponto, não está preocupado a tentar o homem a satisfazer outra mulher, de mesma maneira como deve satisfazer a sua esposa, e vice-versa. E por isso diz, versículo 6, de modo que já não são mais dois, porém uma só carne. Portanto, o que Deus ajuntou, não o separa. Então, o homem.

E por isso, não é para se divorciarem, não é para se separarem, porque nos ensina uma grande lição. A lição é que aponta a um princípio espiritual. Veja aqui em Ifésios 5. Ifésios 5.

Ifésios 5. Começar a ler o versículo 30. Porque somos membros do seu corpo. Sim, nós, como cristãos, somos membros do corpo de Cristo. Porque somos... É isso que, porque deixará o homem, o seu pai e a sua mãe ensinará-se, o mulher e os dois se tornarão uma só carne. Este exemplo, por isso, de sermos uma só carne, aponta para o exemplo espiritual, que nós, como cristãos, devemos ser parte de um só corpo. Som membros do corpo de Cristo, da Igreja de Deus, que é o corpo de Cristo. Aí, esporta-se-se-ra o homem, o seu pai e a sua mãe, e se unirá-se ao seu mulher, e se tornarão os dois uma só carne. Grande é este mistério! Mas eu me refiro a Cristo e a Igreja. E, por isso, este princípio do homem ser em um, com o homem e a mulher ser em um, é um mistério, um princípio da Igreja.

E, por isso, estas regras de uma trimónia, que demonstram compromisso para a vida nos ensina lições muito importantes, para reinarmos no rei de Deus, que é um compromisso para a nossa vida, mas para a vida eterna.

E esse é o primeiro princípio básico acerca de quando estamos comprometidos, quando estamos parte deste relacionamento, um compromisso para a vida. Foi a promessa que nós fizemos. É a mesma coisa quando estamos na Igreja, fazemos um compromisso a este princípio, vivermos este caminho. A segunda grande lei básica do matrimonio, ou digamos a segunda grande princípio do matrimonio, está claro que é o amor. É o amor de um pelo que o outro. Mas, queridos irmãos, Deus é amor. E isto está ao ponto que Deus quer que nós tenhamos amor um pelo outro. E, por isso, lê em Inifésios, capítulo 5, versão 5, Maridos, Amém a Vossa Mulher como também Cristo amou a Igreja. Como é que Cristo amou a Igreja? Deu a vida dele, sacrificou-se. Morreu por nós!

E isso é um exemplo que Cristo nos deixou. Para nós olharmos para ele ser sempre e vermos como é que nós devemos ser maridos das nossas esposas, para darmos a nossa vida por elas, darmos tudo que podemos dar para as nossas esposas.

Queridos irmãos, como é que Jesus amou a Igreja? Como é que Jesus ama a você e a mim? Ele nos trata mal? Sim! Quando você ora diz para o nosso, perdou as minhas bocadas, como eu perdoo aos outros. Perdoamos aos outros? Porque senão perdoamos aos outros? Como é que podemos ser perdoados? Eu não é. Queridos irmãos, como é que você trata a sua esposa? Como é que você trata os seus filhos? Como é que você trata outras pessoas? Como Jesus Cristo trata a você?

Às vezes nós pensamos não vou aceitar mais nada daquela pessoa, não vou perdoar mais aquela pessoa, não vou fazer mais com esta pessoa. Por causa disto aquilo, o que é que o outro? Seja a coração que for. Graças a Deus, graças a Deus, Deus não nos trata dessa maneira. Querido irmão, querido irmão, queridos irmãos, entende isto? Graças a Deus, Deus não nos trata dessa maneira.

Deus deu Jesus Cristo, deu a sua vida por nós.

Completamente. E querido irmão, não é só o marido amar a mulher, a mulher também deve amar os seus maridos. Como se lê em Tito capítulo 2, versículo 4, que as mulheres mais idosas devem ensinar as outras mulheres a amar os seus maridos. Querido irmãos, Deus é amor. Deus é amor.

Deus nos criou, nos fez seres humanos, com a intenção de virmos a ser seres espirituales, enviou o seu filho para morrer por nós, enquanto nós éramos pecadoras. Querido irmãos, quero perguntar a você. Existe um exemplo maior de amor para convosco, para comigo, para consigo, do que Jesus Cristo? Graças a Deus! Graças a Deus, que eu e você podemos nos aproximar para Antotrônus da Miséricória, através do nosso intermediário, Jesus Cristo, e para de ir perdão.

Porquês irmãos? Todos nós precisamos de perdão. Todos nós precisamos. Por favor, irmãos, pensem nisso. Você precisa de perdão? Mas a Bíblia diz bem claro, você não vai ser perdoado, você não vai ser perdoadoemonmos.

Isso é um ponto muito profundo. Lee earbuds. Muito profundo! E por favor me dignite em isto. Não vale a pena e eu estar-a a bater neste ponto. Porque só o Espírito de Deus e a palavra Deus vai convencer a você. Querias irmãos, você e eu vamos ter que perdoar os outros. Se não perdoamos, se vamos ser duros, entanto talvez Deus venha a ser duro com nós. E acho que nós não queremos isso. Então esse é o segundo princípio de um atrimônio. Casamente tem que haver este amor, dum para com o outro. Mas há um terceiro princípio básico. E eu disse, eu queria falar três, hoje. Primeiro, é um compromisso para a vida inteira. É um compromisso. O segundo tem que ter amor. Amor para dar a sua vida ao seu esposo ou à sua esposa precisa de esse amor. E então isso se expande para nós fazermos o mesmo para com os outros, para com Deus, para aprender porque é o que Deus faz para conosco. Podermos ser perdoados. Mas a terceira princípio que eu quero me ensinar hoje, é que tanto o homem como a mulher, tenham suas próprias funções, os seus próprios papéis. E, queridos irmãos, você em que organização ou em que disciplina ou em que situação esteja, você vai ter umas funções a cumprir e outra pessoa vai ter outras funções a cumprir. E para serem uma equipe, cada um tem que cumprir as suas funções.

Cada um tem que cumprir as suas funções.

Ora infelizmente, queridos irmãos, às vezes não entendemos as funções de um do outro, ou pensamos que a minha função é melhor, por isso são mais importantes que o outro.

E isto é um grande perigo no matrimônio.

Vejam, por exemplo, em 1º Corinthians capítulo 11, versículo 3. Querem, entretanto, que saibas ser Cristo o cabeça de todo o homem. Cristo é cabeça de todo o homem.

E o homem é cabeça da mulher. Ora, como é que você trata a sua mulher? Sendo a cabeça. É a maneira que quer que Jesus Cristo trata a você, porque Cristo é a sua cabeça? É, não é. É o que diz aqui. Cristo é a sua cabeça.

Como é que Cristo trata a você? Como é que Cristo trata a você? E como é que você deve responder a Cristo?

Ora, isto é um ponto.

Para ser um bom marido, você precisa entender esta lição como é que você trata a sua mulher? Como é que Jesus Cristo trata a você? Trata-se mal? Jesus Cristo é um altruitário? Ou ama você? E trata-se como um irmão? Irmão dele? Por outro lado, Por outro lado, como é que você deve tratar a Cristo? Ou, noutra maneira, como é que a esposa deve tratar o marido? Ou, mas se não sabem, então, olha como é que Cristo trata o Pai? Porque diz, e Deus o cabeça de Cristo? O Pai é o cabeça de Cristo. Como é que Cristo trata o Pai? Faz tudo o que o Pai quer que ele faça. Diz, eu vim para fazer a vontade do meu Pai. Até chegou ao ponto da morte e disse, Pai, se houver outra maneira de fazer isto, diga-me. Mas não ia a vontade da tua vontade. Isso é um exemplo de como temos que ser submissos ao nosso superior. Como Jesus Cristo é submisso ao Pai, nós, maridos e mulheres, precisamos ser submissos a Cristo da mesma maneira. E, igualmente, a mesma tipo de submissão tem que a mulher ter para o marido. Mas por que você se quer submeter a Cristo? Por você tem que se submeter? Ou você quer submeter a Cristo? Por Cristo faz tanto por você que você só quer submeter a Ele, porque Ele faz tudo por você que é possível. Então, haver a erração desta submissão que devemos ter a Cristo, porque Ele faz tudo por nós, porque nos ama, igualmente. A mulher quer se submeter ao homem, porque o homem quer fazer tudo quanto possível para ajudar a mulher.

Por isso vemos o relacionamento entre o Jesus Cristo e o Pai. É esse relacionamento que nós devemos copiar, imitar.

E, por isso, essa submissão do filho Jesus Cristo pelo Pai, o nosso Pai celestial, é uma atitude voluntária, que Ele fez isso voluntariamente, de se meter, de cooperar, de assumir qualquer responsabilidade que o Pai lhe tivesse dado e cargar qualquer peso que o Pai lhe deu, o peso de morrer na morte, na cruz.

Ele o fez, sem reclamar. Se inicia e é possível, de outra maneira, mas não é possível, Pai, seja a tua vontade, a tua vontade seja feita. É uma lição para nós.

Como é que você se submete ao seu marido? Veja aqui em Ephesians 5, versículo 22 e 24. Ephesians 5, versículo 22 e 24, diz assim, as mulheres sejam submissas ao seu próprio marido. Como é que é você, a mulher, que se submete ao seu marido? Como ao Senhor?

A luz marido diz, veja, veja, te desumete a mim, veja, te desumete a mim. Mas esses meridos que dizem isso, por favor, releiam versículo 21.

Meridos que dizem a mulher, tem que se submeter a mim, então leia, por favor, o versículo 21, que diz, sujeitando-vos uns aos outros no temor de Cristo. Homens, submetem-se à vossa esposa no temor de Cristo.

É uma submissão mútua.

E por isso, aí está uma grande lição. E por isso Deus ordenou a posição de ser o líder da família ao homem, deu a homem a posição de ser o chefe da família, porque criou o homem primeiro, e por isso o homem precisa tomar essa responsabilidade de ser o chefe da família. Para o bem da família. Para o bem da família. Não é, eu tenho que fazer assim, e tenho que ser desta maneira, aqui nos portugueses nós somos assim, ou no Brasil somos assim, ou em Angola somos assim, ou em Samígo somos assim, tem que ser assim. Ou somos o chefe da família, para o bem da nossa esposa, para o bem do nosso filho, para o bem da nossa filha, para o bem da família.

Porque estamos a servir a família, porque o chefe, o líder, é o sérvio da família. O sérvio da família. O sérvio da família. A família, porque o chefe, o líder, é um servo. É um servo.

E por isso, a cabeça guia o corpo, o resto do corpo, não é? Por exemplo, se você vê aí uma chama, uma coisa a queimar, você não vai pôr sua mão e diz, olha, porque eu não gosto da minha mão, a mão fica aí na chama, a queimar. Queima-te bem, queima-te bem, mãozinha, para aprenderes uma lição. Você faz isso à sua mão? E diz, a outra mão também, a outra mão não dá a comportar bem, não dá a comportar bem, olha, põe a mesma coisa, põe a mão na chama. E queima-te, queima-te. Para aprenderes uma lição, mão. É isso que a cabeça diz à mão? Está claro que não. Se a mão suma-gô, seja mais a coisa mais pequenina, todo o resto do corpo ia, e a cabeça da instrução, o resto do corpo a proteger essa parte da mão, a parte do braço, o que do velo, o que esteja partido, ou seja o que for, fica tudo protegido para aquilo serar.

Não vai maltratar uma pessoa que está doente, com uma dificuldade, com uma fraqueza, não vai maltratar essa pessoa, vai ajudar essa pessoa a vencer essa dificuldade, essa fraqueza. Isso é amor, mas isso é a função da cabeça. E como chefe da família, você tem uma função de tomar responsabilidade para o bem da sua esposa, para o bem do seu filho, para o bem da sua filha. E por isso você é um servo deles. Não é um autocrata, um ditador, mas é um servo, de uma maneira amorosa, carinhosa para os outros.

E esse é o papel do homem cristão. Se você não compre esse papel, você não está a ser um líder, um cristão, um chefe da família, o cabeça da família, como Cristo quer que você seja. E, queridos irmãos, lembrem-se que estamos nesta situação para aprendermos lições para podermos transportar ou transferir estas lições para a eternidade, para o rei de Deus. E se você e eu não estamos a aprender estas lições hoje, queridos irmãos, temos um grande problema. Jesus Cristo é a nossa cabeça porque nos serve, dando-nos a possibilidade da salvação e de crescermos em caráter. Igualmente nós, como os merídos, devemos de servir a nossa esposação, a nossa vida, igualmente nós, como os merídos, devemos de servir a nossa esposa e a família para eles poderem crescer felizes e saudáveis.

É assim como tratamos os nossos esposos e a nossa família. Por outro lado, o marido também se submete, porque é um líder servidor. Porque é um líder servidor, servindo as necessidades, as fraquezas da sua esposa e do seu filho, ou da sua filha, ou dos seus filhos, ou das suas filhas. Por isso, lemos aqui no versículo 21, divésio 5, sujeitando-vos uns aos outros no tomor de Cristo. Por que no tomor de Cristo?

Porque precisamos ter respeito à posição que Cristo tem, porque devemos imitar a Cristo. E se nós não estamos a praticar e a sequerim, amor para os outros, como podemos esperar isso de Deus?

E por isso, quando diz-se, ajeitáveis um ao outro, a mulher também tem que amar o homem. Não é só o homem amar a mulher.

E o homem tem que sujeitar a mulher, não é só a mulher sujeitar-se ao homem.

Aqui está um grande princípio. O princípio de igualidade espiritual, no rei de Deus. Porque você vai ser maior ou menor no rei de Deus dependendo em quanto é que você cresceu nesta vida, quanto é que você cresceu espiritualmente? Não é que você vai ser maior porque é um homem, ou você não é que você vai ser maior no rei de Deus porque é um ministro, ou você não vai ser maior porque é um evangelista, ou porque tem um tico reverendo, ou porque tem um tico reverendo.

Aquilo que é maior é o servo. E por isso, há esta equalidade espiritual.

Sim, há diferenças físicas. O homem não pode dar à luz o bebê. Sim, há diferenças físicas. E todos nós temos que nos meter um ao outro.

Sim, há papéis diferentes. Há responsabilidades ou funções diferentes que temos.

Algumas dessas você não pode mudar.

Simplesmente você não pode mudar. Porque Deus as ordenou dessa maneira. E se você não se submeter ao que Deus as ordenou, você vai estar infeliz. Vai ser infeliz. A única maneira de ser feliz, a única maneira de ser feliz, é submeter-se e cumprir o papel que dê.

Deus deu para você.

E cumprir-se bem.

Deus fez você da maneira que você é. O homem ou o homem, a mulher é a mulher. E você tem funções diferentes. O homem não pode dar de mamar ou beber. Não pode. Não foi assim que foi feito. Três irmãos, tal como Jesus Cristo é sumiço ao Pai, o Pai está em controle, o Pai é o altíssimo, mas ambos estão um a lado e o outro. São um. E por isso é que Jesus Cristo nos diz, Sejam um, eu ouro o Pai, para que sejam um, como nós somos um, para que sejam unidos. Lê-se isso em João 17. Por isso, quando diz que o Pai e o Filho são um, não quer dizer que sejam uma pessoa, são dois seres da qualidade de Deus, tal como você, da qualidade de seres humanos, e como por exemplo, animais, são do Reino do Animais, e os humanos são seres do Reino humano, os anjos são do Reino Angélico, e o Pai e o Filho são do Reino de Deus, mas nós somos predestinados para virmos a ser parte do Reino de Deus, para sermos gerados para esse Reino, para sermos gerados pelo Pai.

Mas para... entendermos, e pudermos estar lá, com essa atitude de amor e submissão e querido, temos que aprender a ser submissos um ao outro, agora. Agora. Não é dizer, eu sou o chefe da família e não faz o que eu digo? Não. Que os irmãos, por toda a eternidade, o Filho vai ser submisso ao Pai. O Filho de Deus vai ser submisso ao Pai. Vejam primeiro Coríntios, Capítulo 15. Primeiro Coríntios, Capítulo 15. Versículo 27 a 28. Primeiro Coríntios, Capítulo 15. 27 a 28.

Isto lhes pareceu bem, e mesmo lhes são devedores, porque se os gentios têm sido participantes dos valores espirituales dos judeus, devem também servi-los com bens materiais. Temos depois concluído isto e havendo-os consignado este fruto, passando por vós. Perdão, irmão, estou a ler a secção incorreta. Primeiro Coríntios, Capítulo 15. Eu estava a ler o Romanos, Capítulo 15. Desculpem-se, se faz favor. Primeiro Coríntios, Capítulo 15. Eu estava a ler, isso não faz senso, mas pronto. Primeiro Coríntios, Capítulo 15, versículo 27. Diz assim. Porque todas as coisas sujeitou de baixo dos pés. E quando diz todas as coisas que estão sujeitas de baixo dos pés, certamente destrui aquele que lhes subordinou. Corruporém, todas as coisas que estiveram sujeitas. Então o próprio filho também sujeitará aquele que todas as coisas lhes sujeitou, para que Deus seja tudo em todos. O próprio filho sujeitará aquele que todas as coisas lhes sujeitou.

Queis irmãos, por toda a eternidade, o filho se vai se meter ao pai. Por que? Porque isto é uma lição para nós. Isto é uma lição para nós.

Esta atitude dos Cristo é o que nós devemos imitar. É o exemplo que nós devemos copiar. Uma atitude sempre nos sumeter a outros. E por isso, a mulher, numa trimónia, não é inferior. Não é inferior ao marido. Na verdade, há algumas áreas em que a mulher seja superior ao marido. Na sua família, você veja, há certas coisas que a mulher sabe fazer melhor que você. De certeza. A menos talvez, de uma maneira geral, ela seja mais simpática do que você é. Bem, às vezes não é sempre o caso. Talvez, às vezes, seja mais devota ou devotada. Talvez, ela tenha mais paciência que você tem. Depende de uns aos outros. Depende da maneira de resistência. As mulheres, por exemplo, são capazes de sofrer certas dores. Talvez nem todas, mas muitas são capazes de sofrer certas dores. Porque, por exemplo, o dar nascer a um bebê tem que passar por certas dores que muitos homens não aguentariam. E, por isso, essas qualidades da mulher são para submuter ao marido para o bem da família. E, por isso, a mulher tem as suas dons femininos, as suas qualidades femininas para ajudar a família. E, por isso, a mulher faz certas coisas e os dois juntos fazemos uma coisa melhor do que eu individualmente, ou a mulher individualmente, porque os dois, como um, fazemos ou completamos coisas de uma maneira mais efetiva para a unidade da família. E, por isso, acabamos de ser melhores líderes, porque servimos um ao outro e estamos a servir assim. Por exemplo, os irmãos na congregação, onde nós vamos, estamos os dois a cooperar e a servir um ao outro, neste time, neste equipe, em que não há uma competição entre o que o homem está a fazer e o que a mulher está a fazer. E, por isso, a submissão da esposa é apoiar a liderança do marido com os seus dons femininos, porque para ajudá-lo a servir como o melhor líder, para que ele possa ser o melhor líder a servir e ela ajuda, para ele ser o melhor líder servidor e ela ajuda isso para a unidade da família serem melhores servidores.

E, por exemplo, em Colocenses Capítulo 3, diz, versículo 18-19, Colocenses Capítulo 3, Colocenses Capítulo 3, versículo 18-19, diz assim, esposas ser submissas ao próprio marido, como convém no Senhor.

Esposas ser submissas ao próprio marido. Não quer dizer que uma mulher deve submeter a todos os homens? Não. A mulher submessa ao marido. Apesar das associidades, olha, é uma mulher, por isso todos os homens têm direito de tratar ela como se fosse cidadão de segunda classe. Não! Não! A mulher submessa ao marido. Pois somos iguais.

Meridos, amam a vossa esposa e não atrateis com a margura. Não atrates com a margura. E porque é esta equalidade espiritual? E por isso o homem não deve dominar a mulher, não deve dictar a mulher, não deve ser um valentão e pôr a mulher assim lá embaixo, por segui-la.

E ela vai querer ser submissa a ela porque ela é um líder tão bom. Ela é tão bom para ela que ela só quer se submeter a ele.

É como Jesus Cristo é um líder tão bom para nós, que nós só queremos submeter a Jesus Cristo. Por isso o homem não deve usar de uma maneira indevida a mulher.

E a mulher, por outro lado, não deve aturar esses abusos. Se o homem é abusivo, a mulher tem direito. Se o homem é abusivo, a mulher tem direito. Dizer, não estás a tratar de uma maneira correta. Mas, importante, irmãos, cada um olha para o papel para a responsabilidade que ela ou ela tenha a fazer. Você, como homem, olha para o que Deus diz para você fazer. E mulher olha para o que Deus diz para você fazer como mulher. Porque, ao fim de contas, Deus nos põe no seu corpo como ele de agrada. Como ele agrada? Primeiro, Corinti 12 diz, você é posto no corpo como Deus de agrada. Você é posto no corpo do Cristo, na igreja de Deus, como Deus de agrada. Sim, um é uma boca e o outro não é. A decisão de Deus não é sua decisão.

E Deus nos dá ajuda, os talentos, as capacidades para cumprir os nossos papéis no corpo. Veja em 1 Corinti 12. Versículo 7. Diz assim, a manifestação no Espírito é concedida a cada um visando a um fim proveitoso. Deus nos dá esses talentos, essas habilidades, esses espíritos, essas características espirituais e físicas e isso tudo. Para nós cumprimos a função que Deus nos dá no seu corpo.

Todos temos atividades diferentes. Ora, os dons são diversos, versículo 4. O Espírito é o mesmo. Sim, ainda bem, há diversidade nos serviços, mas o Senhor é mesmo. E há diversidade nas realizações. Isto é, não é o que fazemos, mas o mesmo Deus é quem opera tudo em todos. Cada um tem os seus dons diferentes, conforme Deus põe você na igreja. E por isso, como é que você pode ter sucesso na sua responsabilidade no seu matrimônio? Isto é, como é que você pode ter sucesso no seu compromisso? Como é que você pode ter sucesso no seu amor? E como é que você pode ter sucesso na sua submissão de um a um outro? Você é preciso do Espírito de Santo Deus.

Você é preciso de ser verdadeiramente convertido.

Com o Espírito de Santo Deus, você então aprende a se meter a um a outro. Veja, por exemplo, em Segundo Coríntio, capítulo 6, versículo 4. Segundo Coríntio, capítulo 6, versículo 4. Perdão, versículo 14. Segundo Coríntio, capítulo 6, versículo 14. Não vos punhais em jogo desigual, como os incrédulos, por quanto que sociedade pode haver entre justiça e iniquidade, ou que comunhão. A gente não tem o que fazer, porque a gente não tem o que fazer. A gente não tem o que fazer, porque o que fazer, é a gente não tem o que fazer. A gente não tem a sociedade para haver entre justiça e iniquidade, ou que comunhão da luz com as trevas. Então, em princípio, por exemplo, um homem e mulher devem estar no jogo igual. Por exemplo, têm de estar na fé, ambos na fé. E isto está ao ponto, por exemplo, você vai alaverar um campo e põe duas cabeças de gado para puxar a mágica que vai alaverar o campo. Se você põe um boi de um lado e põe uma alveia do outro lado, aquilo é um jugo desigual. Então, o boi puxa e a alveia não puxa, aquilo é assim meio lado, não é assim. Mas, se for um jugo igual, um boi com outro boi, igual com qualidade, igualidade, então vão arar corretamente numa linha direta. E, por isso, o homem e a mulher não são desiguais. São iguais. E, por isso, está aí um princípio muito importante. Não se casem com incrédulos, porque, então, temos um jogo desigual.

Queres irmãos, nós sabemos que Deus escreveu as suas leis no nosso coração. Ou pelo menos deve estar escrevendo no seu coração. Veja aqui, em Romanos capítulo 8, Romanos capítulo 8, versículo 7 a 9. Por isso, o pendor da carne é animizado contra Deus, porque não está sujeito a lei de Deus, nem pode estar. A fraqueza da natureza humana não está sujeita a lei de Deus, nem pode estar. Portanto, os que estão na carne não podem agradar a Deus.

Por isso, você tem que estar convertido para agradar a Deus, para fazer as coisas de uma maneira que sejam agradáveis a Deus. Para que a parte do matrimonio seja agradável a Deus, com compromisso, com amor, respeitando um ou outro, precisamos daquele entendimento espiritual que, para ser o mais efetivo possível, precisa de uma atitude madura da conversão espiritual. Versículo 9. Não vos porém não estáis na carne, mas no espírito. Se de facto o espírito de Deus habita em vós. Quem não tem espírito de Cristo? Este tal não é dele. Cri-se irmãos, precisamos do espírito de Deus para termos o amor de Deus, para sermos submissos a Deus, para sermos líderes servidores.

Pois, isso, ao fim de contas, é um fruto do espírito de santo Deus. Precisamos desta submissão do um para o outro, neste papel de respeito de uns para o outro, num compromisso e num amor, e para isso, uma conversão espiritual vai afetar o seu matrimonio. Quando você é egoísta, você é uma pessoa intelectual, que sabe tudo. Você é na êxito, olha, a Bíblia diz isto, a Bíblia diz aquilo, e você não entende. Esta coisa técnica, outra coisa técnica, você tem que ser assim, tem que ser assado.

É um intelectualismo espiritual, uma arrogância mental. Sim, não. Não é espiritual, é mental. Precisamos ter cuidado, coruem-se irmãos. Precisamos ter cuidado. Pessoas que tornam-se acusadores, tornam-se egoístas, vaidosse, arrogantes, acusadores, eu sou melhor, o outro não entende. Ele tem estirado, ou ela tem estirado. O meu marido tem estirado, ou a minha esposa tem estirado, ou aquele cristão tem estirado, ou aquela cristã tem aquele rado. Então ficamos arrogantes, ficamos subérbios, porque nós somos mais avançados que os outros. Isso é uma submissão, um ao outro. Isso é uma submissão, um ao outro. Estamos a ensinar, pelo nosso exemplo, para sermos sumiços, como Cristo nos ensina a submissão.

E por isso, em vez de estarmos a dizer, olha, eu sou melhor que ela, ou ela a dizer, eu sou melhor que ele. Porque não pensamos, como é que eu posso ajudar a ela? Como é que eu posso ajudar o meu marido? Ou como é que eu posso ajudar este outro cristão, que tem uma dificuldade?

Cris irmãos, como é que podemos fazer a nossa parte, cumprir o nosso papel, a não ser que de facto, estejam-nos convertidos espiritualmente? E por isso, para um marido, ser um bom marido, e para uma mulher-se, uma boa mulher. Você está a pensar, a seca do bem da sua família, ou está a pensar, é o bem, que eu penso que é o bem para elas. Eu decidi o que é o bem delas. Eu decidi o que é o bem dela.

Ou nós temos a coragem de se meter e perguntar, o que é que precisas? Como te posso ajudar para o bem da família? Como posso se meter a ti? Dar a minha vida por ti? Tal como Jesus Cristo deu a sua vida por nós, que ele é cabeça de nós. Como posso dar a minha vida? Como posso sacrificar? Como posso fazer algo para ti? Para o nosso matrimónio ser melhor. E por isso, queres irmãos, a conversão espiritual afeta o nosso relacionamento.

No matrimónio, na Igreja de Deus, como tratamos outras pessoas, como tratamos o nosso patrão, quando ele não é bom para nós. Queres irmãos, conversão, uma conversão espiritual, é essencial para termos, ou para cumprirmos estes três princípios básicos, para um bom relacionamento saudável e feliz, são um compromisso, amor e uma submissão do um a um para o outro. Você está a crescer? Você está a aprender? Você está a pôr em prática este compromisso, amor e submissão? Queres irmãos, estes não são só princípios de matrimónio. Sim, são princípios de matrimónio. Mas Deus nos dá esta oportunidade a desenvolvermos isto de matrimónio, ou na Igreja, ou seja onde foram os relacionamentos com outras pessoas?

Para quê? Para nos prepararmos, para sermos filhos e filhas de Deus, no reino de Deus. Porque para sermos filhas e filhas de Deus, no reino de Deus, precisamos de ter estas características espirituais que são do pai e que são do filho. Por isso, irmãos, pense bem e aprenda agora a se comprometer, a ter amor e a se metermos às outras para se preparar para o futuro reino, no reino de Deus.

Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).