Boa noite, queridos irmãos.
Coríntios, a epístola aos Coríntios, reflete uma igreja que tinha sido chamada de uma sociedade muito caminosa.
E, de um ponto de vista, ou de uma maneira de ver, é muito semelhante com as sociedades em que vivemos hoje.
Nós estamos, correntemente, numa, digamos assim, inspiral descendente de decadência moral nas nossas sociedades, nos nossos países.
Por exemplo, eu vi, tive conhecimento aqui de um professora que estava a ensinar a biologia, a século dos cromossomos, as xx e xy.
E, por causa disso, foi expulso da escola por estar a ensinar a diferença entre os séculos masculinos e femininos. Digamos, realmente, irmãos, em sociedades muito, muito difíceis.
E temos que entender que, em sociedades como estas, é muito importante trabalharmos em estarmos unidos, para todos falarmos a mesma coisa. E isso foi o que Paulo implorou ao início do livro de Coríntios, implorou, no primeiro capítulo, para que todos falassem a mesma coisa, para haver unidade.
Mas o problema é que havia em Coríntios divisões e facções entre eles.
E Paulo, então, destaca que somente, com o Espírito de Santo Deus, é que podemos realmente compreender as verdades espirituais.
E um dos problemas principais que existiam em Coríntio era, por e simplesmente, o problema de carnalidade. Eram muito carnais. Os irmãos, nesta congregação, estavam-se comportando de uma maneira carnal, com inveja, conflitos e divisões.
Nossa conduta, hoje em dia, para nós e para eles, e ao que Paulo está a tentar explicar aqui, em Coríntios, é que deve ser uma tal que venham-nos edificar a Igreja de Deus.
E se vence, através dos vários capítulos que vamos ler e estudar nas sessões seguintes, vemos que ele põe uma grande ênfase, sublinha bem o ponto do que estejamos a fazer, seja para a edificação da Igreja.
Lidificação com obras piadosas que, sim, têm que resistir a vários testes e várias provações e, está claro, temos que nos manter fiéis até ao fim.
O problema que estava a existir em Coríntios é que é o problema que também é fácil para nós e é que é enganar-nos pensando que somos sábios nesta sociedade ou nesta época.
Porque sabedoria deste mundo é apenas loucura para Deus e, por isso, precisamos ter a mente de Cristo, se Cristo está em nós.
Ora, o que acabei de dizer, irmãos, é, digamos assim, um somário dos primeiros três capítulos de 1 Coríntios.
Tendo, então, isso como resumo, vamos hoje continuar no capítulo 4 de Coríntios.
Ora, é importante entendermos que Paulo está lidando com uma congregação que ele fundou.
Mas esses irmãos tinham uma mente carnal.
Eles estavam acusando até o próprio Paulo e causando dificuldades na vida dele.
E, por isso, então, aqui no capítulo 4, começando no versículo 1, vamos ler, então.
Assim, pois importa que os homens nos considerem como ministros de Cristo e dispenseiros dos mistérios de Deus. Então, é importante que os membros nos considerem que somos ministros de Jesus Cristo e somos dispenseiros dos mistérios de Deus.
Ora, a palavra ministros de Cristo, esta palavra, é uma palavra grega 5257, upei rei tes, desculpa pelo meu sotaque grego, que não é lá muito bom, mas uma palavra que quer dizer que eram os cravos que trabalhavam na galera do fundo, que naqueles barcos de Romara, eram aqueles subromadores que romavam na parte baixo do barco.
Ministros, por isso, está a descrever a palavra que usa aqui em grego, é para esses cravos, são servos, ministros, a trabalhar numa parte dura, como subromadores nestes barcos. E a palavra dispenseiros, diz assim, somos ministros de Cristo e se somos servos, estamos a servir.
E dispenseiros, esta palavra dispenseiros, é uma palavra que quer dizer mordomos, a palavra grega 3623, oiconomos, que são aqueles que são mordomos, digamos assim, gerentes, superintendentes, ou encarregados, é aqueles que são confiados e que têm responsabilidade pela casa do patrão deles.
Ora, nós, por isso, somos dispenseiros, temos a responsabilidade de tratar e de administrar os mistérios de Deus.
Ora, os mistérios de Deus não é que é um caso em que, às vezes, eu vejo algumas pessoas dizendo, olha, eu tive um sonho, eu tive esta ideia e por isso eu tenho este mistério e quero revelar a você, este mistério acerca de Deus.
Não, não é deste gênero, não é deste modo, porque, ao fim de contas, as pessoas estão a fabricar os seus próprios mistérios.
E hoje em dia existem, assim, os chamados mistérios, mas que não são mistérios de Deus, são mistérios feitos pelo homem. Por exemplo, a Trindade é um desses mistérios, mas não é mistério de Deus, mistério que foi feito pelo homem.
Então, continuado, vigemos alguns exemplos de mistérios. Vejam, por exemplo, Ifésios 3.
Ifésios 3, versículo 4 a 6.
Pelo que quando leadas, pois, podês compreender o meu discernimento do mistério de Cristo, o qual em outras gerações não foi dada a conhecer aos filhos dos homens, como agora, foi revelado aos seus santos apóstos e profetas no Espírito, e a saber que os gentios são coerdeiros, membros do mesmo corpo e corta-se picou participantes da promessa em Cristo Jesus, por meio do Evangelho.
Aqui, dá a ver-se que é o discernimento do mistério de Cristo. Este mistério é uma revelação divina que anteriormente estava escondida.
Ora, o plano de salvação de Deus é o mistério para o mundo. Por exemplo, algumas pessoas não entendem o que é o plano de salvação de Deus.
Ora, o mistério de Deus não é, por exemplo, da maneira em que dizemos certas palavras, com certos sons, por que tem que ser, por exemplo, com sons hibracos. Não. Não é pela forma como nos vestimos ou pelo que temos. Não é para palavras que sejam assim, que parecer que somos muito religiosos, muito santos. Palavras assim, talvez, digamos assim, um pouco hipócritas, mas que parecem que uma pessoa é santa demais. E também não é por orações longas. Não. Isso não é um mistério de Deus. O mistério de Deus inclui, por exemplo, o plano de salvação de Deus, os dias santos que revelam o plano de Deus.
E, por exemplo, por isso, através dos dias santos, começamos a entender mais o que Jesus Cristo está a fazer para nós.
Por Jesus Cristo, através dos dias santos e pelas festas santas, vamos a conhecer que Jesus Cristo morreu para nós, deu a sua vida.
Nós temos que obtecer às leis de Deus, nós precisamos do Espírito Santo de Deus, nós precisamos da segunda vina de Cristo para trazer paz à Terra. Precisamos que Satanás seja expulso e imprisionado. Precisamos o reino vindoro do milênio e precisamos o grande significado do último grande dia que representa a segunda resurreção, assim como o mundo para lá disso. E por isso, estes são os mistérios de Deus. E por isso nós, como ministros de Jesus Cristo, temos uma responsabilidade de ser, digamos assim, os mordomos, aqueles que tomam conta dos mistérios de Deus e dos mistérios de Cristo, que são para servir os irmãos. Ora, também lemos aqui em 1 Coríntios, capítulo 4, versículo 1, como ministros de Cristo. Ora, como ministros não quer dizer que somos senhores ou ditadores, mas somos servos. Sim, como ministros, é uma questão que o Paulo está a querer, que devem que os membros devem dar respeito e atenção, como enviados por Deus, porque a mensagem que eles têm, que acerta o mistério de Deus, os mistérios de Deus, a mensagem que têm é benéfica para todos, é para o benefício de todos. Assim, através deste ensino, deste conhecimento, deste ato de servir, os irmãos recebem os tesouros, digamos assim, do caminho de Deus, estes mistérios de Deus, que conduzem a vida eterna. Em Lucas capítulo 12, também descreva a seca do Mordomo Sábio, do um servo sábio, em Lucas capítulo 12.
Em Lucas capítulo 12, versículo 42 e 43.
Disso Senhor, quem é pois o Mordomo fiel e prudente? A quem o Senhor confiará os seus conservos para dar-lhes o sustento a seu tempo?
Versículo 43. Bem-aventurado aquele servo, a quem seu Senhor quando vier achando, achar, fazendo assim. Ou um Mordomo sábio e fiel, é aquele que está fazendo a obra de Deus.
Em vez de estar a dizer, como diz no versículo 45, diz-me, se aquele serve, disser consigo mesmo.
Meu Senhor, tarde, envie-se, então passar a espancar os criados e as criadas, e a comer, beber, e a brilhar-se. Quer dizer que, em vez da pessoa dizer, olha, olha a Deus, Jesus Cristo está a demorar, isto vai demorar, então, não, temos que estar continuamente às pérdeas de Cristo, porque os dias são curtos e Ele virá rapidamente. Também em 1 Pedro 4, 1 Pedro 4, 1 Pedro 4, versículo 10 e 11, servia uns aos outros cada um conforme o Dom que recebeu, como bons dispenseiros da multifórm grasa de Deus.
Nós, como servos, temos que ser dispenseiros e devemos ser fiéis e, por isso, os ministros são servos e dispenseiros responsáveis pela Igreja de Deus e pela multifórm grasa de Deus. Veja também no versículo 11, 1 Pedro 4, versículo 11.
Sermos de Deus. Estamos a servir, digamos assim, a través de dons espirituais, como bons mordomos, como bons servos, como bons dispenseiros. Agora, vejamos, então, no versículo 2, de 1 Coríntios, capítulo 4. Ora, além disso, o que se requer dos dispenseiros é que cada um delas seja encontrado fiel. Os mordomos, os servos, os dispenseiros devem ser fiéis. Por isso, os ministros são servos e dispenseiros responsáveis pela Igreja de Deus. Isto é uma grande responsabilidade nos hombros dos ministros. Grande responsabilidade. Ora, vemos alguns exemplos, por exemplo, de mordomos, servos, que eram bons mordomos na casa onde eles estavam a servir. Um desses exemplos é em Génacias capítulo 39, e vemos aí o caso de José. Génacias capítulo 39, Génacias 39. José foi levado ao Egito e potifar oficial de Farahó, com a Nantagarta da Guarda, Egípcio, comprou dos esmalitas que o tinham levado para lá. O senhor era com José, que veio a ser homem próspero e estava na casa do seu senhor Egípcio. E vendo potifar que o senhor estava com ele e que tudo o que ele fazia, o senhor pusperava em suas mãos, logrou José, marce para ele a quem servia, e ele o pôs para o mordomo de sua casa, e ele passou as mãos tudo o que tinha. E desde que o fizeram mordomo de sua casa e sobretudo o que tinha, o senhor abençoe a casa do Egípcio, por amor de José, a benção do senhor estava sobretudo o que tinha, tanto em casa como no campo.
E aqui vê-se o exemplo do mordomo que era fiel, e por isso potifar, versículo 6, tudo o que tinha confiou as mãos José, de maneira que, tendo por mordomo de nada sabia, além do pão, como se lamentava, José era formoso de porte e de aprecia. E aqui vê-se que José era o mordomo de toda a casa de potifar e foi abençoado porque era fiel. Ora, o ponto para nós pensarmos é, na sua área, onde você e eu trabalhamos, na área onde somos fiéis, que somos responsáveis, por exemplo, pode ser numa área, ou na área em que você trabalha no seu emprego, ou pode ser na área de responsabilidade das suas finanças pessoais, ou pode ser na responsabilidade em sua casa com os seus filhos, como é que você está a fazer nessa área de responsabilidade.
Por outro lado, vemos que temos um inimigo. O inimigo é Satanás e Satanás está a cegar-nos, está a fechar os nossos olhos, de maneira que nós não vejamos a glória de Deus. Vejam em segundo Coríntios, segundo Coríntios capítulo 4, segundo Coríntios capítulo 4, versículo 4.
Diz assim, nos quase o Deus deste século, sim, é Satanás, segou o entendimento dos incrédulos para que eles não resplandeça a luz do Evangelho da glória de Cristo. E por isso nós, como ministros, somos responsáveis pelos mistérios de Cristo, mas temos um inimigo.
Neste mundo está a cegar as pessoas e por isso precisam de estar comprometidos a seguir o caminho de Deus.
Nós temos que lutar contra este inimigo, temos que lutar contra o Deus deste século, que está a cegar o entendimento dos incrédulos.
Ele nos segue para nos destruir. Vejam também em Romanos capítulo 11, Romanos capítulo 11.
Vamos começar a ler no versículo 7, porque aí vemos que Romanos 11, versículo 7. Pediremos, pois, o que Israel busca isso não conseguiu, mas a eleição alcançou e os demais foram endurecidos. Quer dizer, as pessoas não estão a entender a verdade. E assim, os Israelitas não entendiam a verdade durante o período do antigo estamento. E como está escrito, versículo 8.
E diz David, torne-se a mesa em laço e armadilha entre o peço e punição. Escureçam-se nos olhos para que não vejam e fiquem para sempre encurvadas as suas costas. E depois, continuando a ler no versículo 11, pergunto-pôs, porventura, tropeçaram para cair-sem? Não, de modo nenhum. Mas pela sua transgressão, vem a salvação de ausgêntios para polos em ciúmes. Ora se transgressão deles redundou em riqueza para o mundo, e o seu batimento é riqueza para os gentios quanto mais a sua plenitude. Deus permite certas pessoas para estarem cegas. Deus permite isso. Porquê? Para nos salvar. Para nos salvar. No momento apropriado da maneira correta, Deus vai nos revelar a sua verdade. Mas Ele sabe o momento apropriado e a maneira correta de o fazer. Nós, muitas vezes, não sabemos. Pensamos, ah, porquê que não entendemos uma coisa ou outra? Porquê? Uma das razões é porque são nos desobdientes. Isso é uma das razões. Mas, por outro lado, Deus permite, por causa da desobdência, porque é o que lemos aqui no versículo 11, de modo nenhum, mas pela sua transgressão, veio a salvação a gentios. Eles transgrediram. Então, Deus está a abrir a salvação aos gentios, e um dia abrirá para todos os outros. Por exemplo, no versículo 25, de Romanos 11, por não quer irmãos que ignorais este mistério. Sim, porque isto é um outro mistério. Se já háis presumidos em vós-meiros, porque não se já háis presumidos em vós-meiros, que veiam endurecimento em parte. Em parte. Veiam endurecimento em parte. A Israel, até que haja entrado a plenitude dos gentios. Assim, todo o Israel será a salvo, como está escrito. Dirá-de-se a um libertador, e ele apartará de acor as empiadadas. E assim, todo Israel será a salvo. Por isso, Deus permite que pessoas dejam cegas temporariamente no mundo II. Ao fim disto, o ultimamente é para nos salvar, no momento apropriado. Por isso, o lemos em versículo 32, de Romanos 11. Porque Deus já todos já se errou na desobediência, a fim de usar de misericórdia para com todos. Deus, ao fim disto, vai usar de misericórdia. Nós, para nós, podem ser difícil entendermos isso. Mas no versículo 33 diz, Quão profundidade a riqueza, tanto da sabedoria como de conhecimento de Deus, com insondáveis são os seus juízos e com inescrutáveis os seus caminhos. Noutras palavras, Deus está a dar-nos oportunidade. Ele quer que todos tenhamos a vida eterna. Mas, alguns, por causa de desobediência, Deus tem que deixar eles aprenderem através da experiência. Muitas pessoas só aprendem quando passam por experiências, para aprender através da experiência. Então, ao seu próprio tempo, em um momento apropriado, Deus abrirá a mente dessas pessoas e quando, então, as pessoas entenderem, vão dizer, o caminho de Deus é muito melhor do caminho que nós seguimos no passado. Às vezes, isso só será na segunda ressurreição. Aliás, na maioria dos casos, só será na segunda ressurreição. Mas Deus é fiel e quer dar a todos a vida eterna. Quer que todos venham ao arrependimento. Ora nós, como ministros os Cristo, por isso somos dispenseiros e temos que ser fiéis, na verdade, a Deus, mas os coríntios estavam julgando Paulo e dizendo coisas que não eram corretas acerca do Paulo. Então, continuamos a ler, em 1 Coríntios 4, versículo 3. Toda via a mim muito pouco se me dá de ser julgado por vós, ou por tribunal humano. Meia ou tão pouco julga a mim mesmo. Não tem valor nenhum para mim que eu seja julgado por vocês, ou mesmo por um tribunal. Nem me julga a mim próprio, diz Paulo. Continuar no versículo 4. Portanto, nada me argoí a consciência. Contudo, nem por isso me dou por justificado, pois quem me julga é o Senhor.
Paulo não tinha nada, não tinha conhecimento de qualquer coisa que o pudessem acusar. Ora, não está a dizer isso para se justificar, porque isso não justificava nem algo nos justifica, porque somos justificados gratuitamente pelo sacrifício de Cristo. Mas depois ele está a dizer-me, porque o importante é que quem nos julga, e quem nos julga a todos nós, é o nosso Senhor Jesus Cristo, Ele é o Juiz.
Versículo 5. Portanto, nada julgueis antes do tempo, até que venham o Senhor, o qual não somente trará plena luz, trará a plena luz das coisas ocultas das trevas, mas também manifestará os desígnios dos corações, e então cada um receberá o seu louvor da parte de Deus. E por isso vemos aqui que Deus conhece os nossos corações. Somos finalmente, ou seremos finalmente julgados quando Jesus Cristo vier.
A recompensa virá de Deus. E muitas vezes não é de obras visíveis, é de coisas que fazemos que pessoas nem conhecem. Mas será baseado no nosso caráter, nos nossos verdadeiros motivos, nas nossas intenções do coração e da mente. Isto será baseado no que nós somos por dentro. Só Deus é que sabe o que está dentro de nós. E por isso nós não podemos estar a julgar outras pessoas, porque quando Jesus Cristo vier, tudo será revelado. E por isso, aqueles que estavam julgando o Paulo, pelo que ele talvez tivesse dito ou tinha escrito, estavam incorretos.
Porque ao fim de contas, todos pecamos. Como lemos em Romanos 2, 1, o homem é indesculpável, todos pecamos. E por isso sabemos que a nossa justificação não é por obras visíveis, como eu sou melhor, ou obras para demonstrar que eu sou melhor pessoas, obras visivas de ostentação. Não. A nossa justificação é pela fé de Cristo. Então, continuando no versículo 6. Estas coisas, irmãos, apliquei-as figuradamente a mim mesmo e a Apolo, por vossa causa, para que por nosso exemplo aprendez isto. Não ultrapasseis o que está escrito, a fim de que ninguém se insubrebesa a favor de um em detrimento do outro.
E por isso eu te apliquei, sim, nós comparámonos, como pessoas que plantavam, ou como pessoas que regavam, como lém em 1º Corinthians 3, versículo 6 a 8. Estava a falar, olha, eu plantei, Apolo regou, e estava a dar, assim, eu apliquei isto para compararmos essas pessoas, mas é simplesmente para aprender disso, para aprendermos que todos temos uma parte a fazer.
E mas aqueles Corinthians estavam, digamos assim, inchados, porque diz assim, cuidado, que ninguém se insubrepeça. Estavam inchados, estavam arrogantes. E por isso havia este espírito partidário, havia estas divisões. Como fala, em 1º Corinthians 1, versículo 17, que diz assim que há uma sabedoria que eles tinham, que não vem da sabedoria humana, versículo 19, diz assim, destriar a sabedoria dos sábios, e versículo 29, que também diz, a fim de que ninguém se vangloria na presença de Deus.
Quer dizer, pensavam que sabiam muito, que eram mais importantes, e estavam assim a ter este, digamos assim, este género estar inchado, estar arrogante, ter uma soberba. Ora, é importante que entendemos que Deus nos dá talentos e dons espirituais a cada um de nós. Isto é uma coisa que talvez não entendemos, mas todos nós temos habilitações, digamos assim, talentos espirituais, temos coisas espirituais que Deus nos dá. E estes talentos, estas capacidades, estas coisas que nós podemos fazer, nós podemos fazer um a outro, é para edificar a igreja como um todo.
Não é para engredecer um indivíduo sobre outro. Não é para o nosso engredecimento a favor de um do outro, como lemos ali ao fim do versículo 7. Deus nos dá vários talentos. Vejam o versículo 7, ler o versículo 7. Pois quem é que faz sobre sair? E que tens tu que não tens recebido? E se o recebesse por tevanglorias, como se o não tiveras recebido?
Ou, nas outras palavras, nós temos certas habilidades. Por exemplo, algumas pessoas têm uma grande capacidade a encorajar outros irmãos. Irmãos, isso é um don espiritual. Uma pessoa que tem carinho e tem cuidado para outros irmãos. Isso é um atributo, uma habilitação, um don que vem de Deus, que esta pessoa recebeu, que te faz diferente de outra pessoa.
Outra pessoa talvez tenha outras capacidades. Outra pessoa, talvez, tenha outra capacidade ou um talento de ser mais sábio. Outra pessoa talvez tenha outro don, de ajudar da maneira que fala, que ajuda as pessoas. E por isso, cada um tem um certo don de Deus. Se Deus dá a você um certo talento, uma certa habilitação, uma certa coisa que não estou a falar, uma coisa física. Não é que seja um eletroxista, ou seja um mecânico de carro, mas uma coisa mais espiritual.
Se uma pessoa dá um certo don espiritual a você, por exemplo, sabedoria, ou compreensão, ou você tem um talento que consegue falar em outras línguas e ajuda, ou você tem um talento que canta de uma maneira que ajuda a engraja outras pessoas. Isto tudo vem de Deus. Deus está compartilhando a nós, cada um de nós, uma parte dos seus talentos, uma pessoa tem este talento, outra pessoa tem outro talento, e então isto tudo é para a edificação da Igreja.
Versículo 8. Já estáis fartos, já estáis ricos. Paulo está aqui a usar um cadinho de sarcasmo. Diz-se, você já está espiritualmente cheio, já está rico, não? Ou, pelo menos, pensavam isso na opinião deles. Isto faz-nos lembrar da atitude dos laudicenses, em Apocalipse 3, versículo 17-19, que diz, olha, se você suscreva-se na carta aos laudicenses, diz que, me deram que, ou fosse esquento, ou fosse frio, mas o que é?
É esmórno. Penses que tens tudo, pensas que é rico, pensas que tens estas coisas. Isto é uma atitude soberba, uma atitude que não está a ser, uma atitude humilde. E vejamos, então, continuar aqui a ler no versículo 8. Já estáis fartos, já estáis ricos. Chegaste a reinar sem nós, quer dizer, então já estás a reinar no rei do Deus, sem nós, nós como os aportos ainda estamos aqui, mas tu já és um rei. Sim, tornar a que reinaças, para que também nós véssemos a reinar com vosco. Paulo, como disse, está a usar sarcasmo, e ele está a dizer que bom, se já tivéssemos a reinar, pois todos os santos vão reinar, vão ter responsabilidades, ou de reinar, ou de governar, ou de encorejar, ou seja que fora, vão ter responsabilidades no reino do Deus.
E, então, ele deseja, Paulo, que deseja que o reino já estivesse aqui, mas não está. Então, continuando no versículo 9, a versículo 13. Vamos ler, então, esta secção como um todo, no versículo 9, a versículo 13. Porque a mim me parece que Deus nos pôs a nós, os apóstolos, em último lugar, como se fôssemos condenados à morte, porque nos tronámos espetáculo ao mundo.
O que ele está a dizer aqui nós, como os apóstolos, estamos em um último lugar, somos a parte do fim, digamos assim, condenados à morte. Servos e, na realidade, todos os apóstolos morreram pela fé. Esse é o único que sobreviveu por mais longo, foi o apóstolo João. Mas todos eles morreram pela fé. E diz aqui, porque nos tronámos espetáculo ao mundo. Espetáculo é como naqueles dias, naquela era, os teatros romanos faziam espetáculos para a gratificação dos espetadores. As pessoas, por exemplo, eram lançadas às feras. Para quê?
Para entretenimento. Barbare, um tipo de barbarismo. Mas era para as pessoas, olha, estar em olhar a população e estar divertida a ver outras pessoas a sofrer. Mas que coisa terrível. Mas continuando a ler no versículo 10. Nós somos loucos por causa de Cristo e vós sábios em Cristo. Nós fracos e vós fortes. Vós nobres e nós desprezíveis. Até a apresentora sofremos fome e cedo e nudez.
E somos esboveteados e não temos morada certa. E nos afadegamos, trabalhando com as nossas próprias mãos. Quando somos injuriados, bem dizemos. Quando perseguindo, suportamos. Quando coluniados, procuramos conciliação. Até agora, temos chegado a ser considerados lixo do mundo. Escória de todos. Somos para este mundo uma lixeira do mundo. Ministros e principalmente os apostos. Os ministros às vezes não são bem tratados. Não são tratados adequadamente. Mas também Cristo foi maltratado. Foi condenado à morte. Vejam, em 1º Timótio capítulo 3, 1º Timótio capítulo 3, versículo 16.
Evidentemente, grande é o mistério da piadade. Uma vez mais estamos aqui a falar este mistério da fé, da piadade. Aquele que foi manifestado na carne, queres irmãos, a palavra aquele no grego, e como se vê, por exemplo, na Almeida Corrigida Efiél, a palavra no grego, na maioria dos textos, é tiós, a palavra grega, quer dizer Deus. Por isso lê-se aqui Deus, que foi manifestado na carne, a palavra no grego.
É tiós, a palavra grega, quer dizer Deus. Por isso lê-se aqui Deus, que foi manifestado na carne. Qual foi o ser da forma de Deus, que era igual a Deus, como lemos em Filipe II, versículo 6, que se esvaziou e veio na carne, foi Jesus Cristo. Deus, que foi manifestado na carne. Este ser foi um dos dois, com eternos, o verbo que estava com o Pai. E por isso é que dizem em Gérasis, vamos criar o homem segundo a nossa imagem.
Ora, Deus, que foi manifestado na carne. Qual foi esse? Qual foi aquele Deus, que foi manifestado na carne? Foi Jesus Cristo. E diz assim, foi justificado em espírito. Ora, justificado como? Porque quando viveu na carne, ele fez milagros, milagros pelo poder de Deus, que provavam que ele era justo e era filho de Deus.
Ele era um nesias justificado pelo espírito, pelo poder do Espírito Santo, em espírito pelos milagros que ele fez. Contemplado por anjos, sim, os anjos estavam a ver isto, estavam a observar o que estava a acontecer, quando Cristo esteve na terra, e aprenderam lições, eles contemplaram o que Jesus Cristo fez. Jesus Cristo foi pregado entre os gentios, sim, ele está sendo pregado, foi e está sempre pregado. Querido no mundo, as pessoas creem em Cristo, muitos estão a crer em Cristo, e ele foi recebido na glória, está ao lado do Pai.
E por isso este é o mistério da Pianado, o mistério da fé que temos. Vejam também em Fésios 3, e Fésios 3, versículo 10. Lemos isto há pouco, mas quero ler de novo, para sublinhar aqui um ponto. E Fésios 3, versículo 10. Para que Pelegréja a multiforme sabedoria de Deus se torne conhecida agora, dos principais e protestados nos lugares substiais. A multiforme sabedoria de Deus, a sabedoria de Deus que tem muitas faces multibordais, e a sabedoria de Deus que tem muitas faces multibordais, a sabedoria de Deus que tem muitas faces multifacetadas, muito diversificadas, muitos planos, muitas coisas, que são parte da sabedoria enorme de Deus.
Do que Deus desenhou estes planos enormes que Ele tem, e que está sendo realizada por os seus meios, são extraordinários, mesmo infinitos, ao longo destes anos. E, por isso diz aqui, esta multiforme sabedoria de Deus se torne conhecida agora, dos principais e protestados nos lugares substiais. Os próprios anjos estão a entender mais da sabedoria de Deus do que Ele está a fazer na humanidade.
Os próprios anjos, estes principais e protestados nos lugares substiais estão a observar e estão a aprender do que Deus fez. Por isso é que lemos a Póquem, 1º Timótipo 3, versículo 16, visto pelos anjos. Eles estão a aprender e aprenderam através do que Jesus Cristo fez. Vejam também 1 Pedro 1, 1 Pedro 1, versículo 12. A eles foi revelado que, não para si mesmos, mas para vós outros, ministravam as coisas que, agora, vos foram anunciadas por aqueles que, pelo Espírito Santo, enviado do céu, vos pregaram o Evangelho, coisas estas que os anjos anelam para escrutar.
Está revelado agora, através do que Jesus Cristo fez, vindo à Terra, isto foi uma coisa que até os anjos estão a ver e parte deste plano a se desenrolar, a se desenvolver, deste plano que é, digamos assim, descrito pelos dias santos e pelas festas santas de Deus, até os anjos desejam ver, desejam aprender.
Eles estão ansiosos de ver isto a ser efetuado, a ser realizado. Então, continuando, em 1º Corinthians, capítulo 4, vamos agora ler, no versículo 14. Não vos escreva estas coisas para vos envergonhar, pelo contrário, para vos admostar como a filhos meus amados. Ou, em outras palavras, isto não é para envergonhar a vocês, mas é um aviso, é uma advertência, é um conselho de pai.
Isto é como filhos, conselho de pai, de um pai, para vocês se lembrarem, para ser lembrado. V. 15. Porque ainda que tivesseis milhares de perceptores em Cristo, não terias contudo muitos pais. Pois eu, pelo evangelho, vou gerar em Cristo Jesus. Eu, pelo evangelho, vou gerar em Cristo Jesus. Isto é, ainda que vocês tivessem muitos professores, muitas pessoas a ensinar a vocês, não é?
Só tenho um que foi aquele que vos levou, como um pai, a ter o conhecimento da boa nova do rei de Deus. E por isso, entre aspas, é como se tivesse gerado eles em Cristo Jesus. Ora, por isso, ainda que tivessem muitos perceptores, muitos tutores. Ora, por exemplo, um dos tutores que a Bíblia se refere é, por exemplo, a lei ceremonial. A lei das ofertas. Essa lei ceremonial também é um aio. Se um perceptor em Cristo é um aio para nos levar a Cristo, como leem em Galatas 3, versículo 24.
Vamos ler em Galatas 3, versículo 24. Diz-se de maneira que a lei, claro, está aqui a falar neste contexto, que é a lei ceremonial, a lei das cerimônias, nos serviu de aio para nos conduzir a Cristo. Por quê? Porque as ofertas representavam Cristo. E por isso, a lei era um aio, um ponto de educação para apontar ou conduzir a Cristo.
A fim de que fôssemos justificados pela fé, pela fé de Cristo. Sim. Diz-nos, no versículo 5, tendo vindo a fé. Tendo vindo a fé. Qual é? Cristo. A fé de Cristo. Já não permanecemos subordinados ao aio. É este professor ou tutor que era a lei ceremonial.
E, por isso, Paulo está aqui a dizer, em 1 Coríndios 4, versículo 15, que estava a escrever e a avisar como um pai. Não estava a dizer que era um título, não, não era um título, mas Paulo lhes trouxe a verdade. E, por isso, diz-nos, no versículo 16, admoeste-vos, portanto, a que sejais meus imitadores. Sigam meu exemplo. E é o que lemos em outros locais. Sigam os servos de Deus conforme eles servem e seguem o exemplo de Jesus Cristo. Versículo 17. Por essa causa vos mandei Timótio, que é meu filho amado e fiel no Senhor. Filho neste contexto. Signo literalmente não era filho dele, mas veio a ter conhecimento do Evangelho através de Paulo. E, por isso, diz-vos, um mandei Timótio, que é meu filho amado e fiel no Senhor, o qual vos lembrará os meus caminhos em Cristo. Timótio vai ensinar a vocês do mesmo modo, da mesma maneira que Paulo vivia.
Isto é, dos meus caminhos em Cristo, como por toda a parte ensino em cada igreja. Paulo seguiu, digamos assim, o mesmo plano, a mesma diretriz de disciplina em todas as igrejas. E, por isso, ele enviou Timótio à igreja em Coríntios para ensinar a eles a mesma disciplina, as mesmas diretrizes de vida, por século 18. Alguns se ensurveceram como se eu não tivesse de ir ter convosco. Isto é, alguns ficaram assim arrogantes, sentiam seguros no que diziam, porque afirmavam que Paulo nunca ia visitar ou ia ver. Diziam que Paulo estava mentido, não virá aqui de novo. Mas, em breve, versígulos a 9, diz Paulo, irei visitá-los. Se o Senhor quiser, se Deus quiser. E então conhecerei, então, conhecerei não a palavra, mas o poder dos ensurversivos. Eu vou conhecer a vocês cara a cara, e não é só por palavra. E, por isso, diz aqui, eu virei, se Deus quiser, e Deus está apoiando, diz assim, Ele irá e depois veremos quem que Deus está a apoiar. Porque não é só palavra, mas é ações. Porque o rei de Deus consiste não em palavra, mas em poder, em ações.
Por siglo XXI. Então, o que é que vocês preferem? O que é que preferis? Irei a vós outros com vara, ou com amor e espírito de mansidão. Eu vou ir, mas como é que querem que eu venha? Querem que eu venha com autoridade, não desprezer para exercer uma vara, ou no espírito de amor e mansidão. Porque ao fim de contas, ele está a dizer, eu tenho autoridade, e o que é que vocês preferem? Se for necessário, usarei a vara. Mas prefiro ir aí em amor e no espírito de mansidão. E, irmãos, até aqui, ao fim deste capítulo, Paulo está a dizer, há divisões entre vocês, há problemas, há um problema da arrogância, e eu sou um apóstolo, eu estou aqui para vos servir, e eu vou-e. Mas antes de ir aí, eu quero dar a vocês umas instruções, algumas correções para vocês se arrependerem. E Deus queira que vocês se arrependam, que vocês mudem. Porque quando eu ir aí, ir aí, não ir aí como vara, mas ir aí com o espírito de amor e mansidão. E então, vamos nos capítulos seguintes, a partir do capítulo 5, vamos ver como Paulo vai começar, digamos assim, a corrigir, dar certas correções a vários problemas que existiam na Igreja em Coríntios. E então, no próximo estudo bíblico, vamos então continuar com o capítulo 5, no primeiro Coríntios, onde ele dá, digamos assim, a primeira correção acerca de certa imoralidade que existia na Igreja. Até à próxima, irmãos! E boa noite!
Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).