1 Coríntios 14:1-5

Estudo Bíblico

Deus usou o dom espiritual de falar ou compreender diferentes idiomas (ou línguas) como plataforma para espalhar o evangelho pelo mundo inteiro. Lamentavelmente, muitos hoje são vítimas dos enganos de Satanás sobre o que significa o dom de falar ou compreender outras línguas.

Transcrição

Boa noite, irmãos. A Igreja em Coríntio tinha recebido muitos dons espirituais. Aparentemente, eles estavam sendo mal utilizados, causando divisão na Igreja. A cidade de Coríntios, como mencionamos previamente, era uma cidade muito cosmopolitana. As pessoas, por isso, vinham, tinham vindo de várias legiões do mundo e falavam vários idiomas nessa região. E, mas, por causa disso, para a propagação do evangelho nas outras nações, Deus estava a dar muitas das pessoas que viviam em Coríntios um don espiritual proeminente, que era o don de falarem ou de interpretarem vários idiomas. E, mas infelizmente, esse don espiritual estava a ser mal usado.

Em 1º Coríntios 12, que nós já abordamos em dois estudos prévios, vimos que Paulo estava a desenvolver o tema dos dons espirituais. Essa dons era uma concessão, uma dutação, uma distribuição que Deus dá à igreja. Vimos, então, no capítulo 12, versículo 7. Vimos, mas a manifestação do Espírito é dada a cada um para o que for útil. E, por isso, os dons são dados para o proveito, para o bom proveito, para o benefício de todos e, principalmente, a claro de todos os membros na igreja.

Depois, lemos também no versículo 11, de capítulo 12, que lemos, mas um só e o mesmo Espírito opera em todas essas coisas, repartindo particularmente a cada um como quer. Nossas palavras, Deus distribui os dons aos membros da igreja como Deus se sede como Ele quer.

A mesma coisa é mencionada no versículo 18, quando está a dar o exemplo de os membros do corpo, leste aqui no versículo 18, mas agora Deus colocou os membros no corpo, cada um deles, como quis. Assim, Deus colocou os membros no corpo como lhe agrada. Mas, embora sejam membros com talentos ou dons espirituais diferentes, vence no versículo 25, que Deus diz através de Paulo aqui nesta carta, diz assim, para que não haja divisão no corpo, mas antes tenham os membros igual cuidado uns pelos outros.

Isto é, todos os membros com os seus vários dons são parte do mesmo corpo e não deve haver divisão. E, por isso, vemos aqui no capítulo 12 que Deus dá vários dons aos vários membros da igreja, mas cada um tem os seus dons como Deus decide, como Deus quer, mas o importante é que não haja divisão entre os irmãos, porque um tem, digamos assim, um don espiritual, ou digamos assim, uma habilidade espiritual ou um talento espiritual que Deus lhe diz, outros têm outro.

Mas Paulo quer abordar um assunto muito importante, a século, destes dons, mas antes de abordar isso, ele diz ao fim do capítulo 12, versículo 31, diz, portanto, procurar com Zelo os melhores dons. E eu vos mostrarei um caminho mais excelente. E por isso Paulo está a dizer sim, buscar vários dons, ou os dons melhores para servir, e usem esses dons para servir, mas há uma maneira, há um caminho mais excelente de como usar esses dons.

Então, antes de dar ou falar mais acerca dos dons, no capítulo 14, ele então, no capítulo 13, está a introduzir a maneira mais excelente, o modo mais excelente de como usar esses dons. E, por isso, o capítulo 13 é o capítulo, que se pode dizer, acerca do amor de Deus, que é uma maneira mais excelente e mais abrangente de como devemos usar os vários dons que Deus nos dá. Ora, o capítulo 13 eu abordei no último estudo e, basicamente, é acerca da atitude necessária, que nós devemos ter para usarmos os dons da maneira correta, que é uma maneira mais excelente, um caminho mais excelente.

E, por isso, ao fim deste capítulo, do primeiro coríntio de 13, versículo 3, menciona três atributos chaves, três atributos importantes, nomeadamente a fé, a esperança e o amor. Ou vamos ler, então, um versículo 13, de capítulo 13. Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor. Estes três, mas o maior destes é o amor.

São atributos importantes que nós devemos ter, nomeadamente a fé, esperança e o amor, mas o amor é o caminho ou o modo mais excelente de como usar os dons. Vigemos, então, brevemente um cadinho acerca da fé, da esperança e o amor divino. O amor divino já abordamos no capítulo 13, no estudo prévio, mas vejemos a acerca da fé. Em Hebreus, capítulo 11, Hebreus capítulo 11, versículo 6, lemos que sem fé é impossível agradar a Deus.

Hebreus capítulo 11, versículo 6, deixe-me chegar aí para ler. E dizemos, ora sem fé é impossível agradar-lhe, porque é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que Deus existe, que Ele existe, e que Deus é galarduador dos que o buscam. Isso é, Deus é que dá a recompensa aos que o buscam. Ou, em outras palavras, Deus é o juiz.

E Deus julga através dos Cristo, como lemos, na outra escritura. Ora, a fé, como lemos, hebreus capítulo 11, versículo 1, é o firme fundamento das coisas que se esperam. Quer dizer, é a confiança completa das coisas que se esperam e a prova das coisas que não se veem.

A fé, por isso, é uma substância, é a realização do que esperámos e a evidência do que não vemos. Por isso, a fé é um atributo muito importante, que é crítico no nosso crescimento e no nosso batismo. Os ministros, quando batizam uma pessoa, primeiro estão azer. Temos de ter fé, temos de acreditar em Deus e temos de nos arrepender. Por isso, fé é muito importante antes do batismo. E depois, como estávamos a ler aqui em 1 Coríntios 13, versículo 13, que há três, os três maiores, a fé e a esperança. O outro é a esperança. Ora, a esperança em Hebreus capítulo 6, versículo 19.

Hebreus capítulo 6, versículo 19. Diz, a qual temos como âncora, ou seja, se lemos versículo 18, ao fim do versículo 18, diz, em reter a esperança proposta, a qual, versículo 19, está claro, a fé, temos como âncora da alma. Isto é âncora da nossa vida, segura e firme e que penetra até o interior do velo. Por isso, a fé, digamos assim, é uma visão, é uma maneira de que nós vemos, entendemos e compreendemos o plano de Deus, que é a visão, ou a esperança do Evangelho, da boa nova do rei de Deus.

Nós virmos a ser filhos e filhos de Deus, no rei de Deus, e essa esperança é como se fosse, digamos assim, uma ponte, uma âncora, que nos ajuda a mantermos fiéis até ao fim. Ora, esta esperança nos dá motivação. Vejam, por exemplo, em 1 João 3. Primeiro João 3, vamos começar a ler do versículo 1, a ver com grande amor, nos tem concedido o Pai, que fossemos chamados filhos de Deus.

E por isso o mundo não nos conhece, porque não o conhece a ele. Ora, a nossa esperança, a nosso conhecimento é que nós já somos filhos de Deus, porque, digamos assim, fomos gerados, ou regenerados, de segunda vez, pelo Espírito Santo. A primeira vez que fomos gerados, foi quando fomos gerados dentro do vento da nossa mãe física, mas agora estamos dentro da mãe espiritual, que é a igreja, e nós somos regenerados pelo Espírito de Deus. E por isso diz assim, que grande amor o Pai nos tem concedido, que somos chamados filhos de Deus.

Mas no versículo 2 explica, agora somos filhos de Deus, e ainda não é manifestado o que veremos de ser. Sim, somos filhos, mas ainda estamos, digamos assim, dentro do ventre, que é esta vida, e só sairemos ou nasceremos de novo, quando viermos a ser, seres espirituais, e não mais, carne e sangue. Isto é, conforme os ressuscitados, a vinda de Cristo.

Por isso é que diz, agora somos filhos de Deus, e ainda não é manifestado o que veremos de ser. Mas sabemos que quando ele, isto é, Jesus Cristo se manifestar, isto é, a vinda de Jesus Cristo, a segunda vinda de Jesus Cristo, seremos semelhantes a ele. Seremos do mesmo géner, da mesma qualidade a ser, que Jesus Cristo é. Isto é, veremos a ser, seres espirituais. Porque assim, como é, o veremos. Então nós veremos, seres espirituais. Então veremos o Pai, veremos os Cristo, veremos como ele são, porque nós vamos ser seres espirituais. Ora, esta é a nossa esperança, e por isso é que diz, versículo 3, e qualquer que nele tem esta esperança, isto é uma esperança, que vamos ressuscitar e vamos ser, como os Cristo é, a vinda de Ele.

E qualquer que nele tem esta esperança, que é esta âncora do coração, esta motivação, diz assim, e qualquer ele que tem esta esperança, purifica-se a si mesmo. Isto é, nos ajuda, nos dá a motivação adicional, a extra motivação, para nos purificarmos, para virmos a ser santos, como ele é santo. E por isso vemos estes três, da fé, a esperança e o amor. E o amor agápio, o amor divino, é, ao fim de contas, ao fim disso, é o resultado final, porque precisamos de ser como Deus é, e Deus é amor.

E por isso, este é o objetivo final. Ora, então, continuando aqui em Coríntios, vejamos, então, agora, o capítulo 14. Vimos que, no capítulo 12, Paulo mencionou aos Coríntios que eles tinham vários dons. Deus os tinha abençoado com muitos dons. Mas depois, no capítulo 13, diz, precisamos de usar esses dons de uma maneira correta. E depois, agora, no capítulo 14, neste capítulo, há cerca da língua dos dons, o don das línguas e o don da profecia.

Então, ele está a abordar uma aplicação muito importante deste princípio, que precisamos ter amor quando usamos os dons. Então, o capítulo 14 pode ser dividido, digamos assim, em cinco subsexões. Do versículo 1 ao versículo 5, do capítulo 14, primeiro Coríntios 14, pode-se dizer que é importante, o ponto importante que ele menciona é a cerca de nós comunicarmos a nossa fé, o nosso exemplo, comunicarmos com outras pessoas de uma maneira clara, da maneira que Deus quer. Depois do versículo 6 ao versículo 12, dá três exemplos para nós quando falamos, quando estamos a comunicar claramente, três exemplos de como devemos comunicar claramente, de uma maneira inteligente ou inteligível.

Depois do versículo 13 ao versículo 19, está a dar uma terceira subsexão, a falar de consequências para aqueles que falam em vários idiomas.

E depois do versículo 20 ao versículo 25, está a falar que esta demonstração de idiomas, de falar em vários línguas, é uma demonstração para os incrédulos, porque para a igreja, o que é importante é a pregação para a edificação da igreja.

Depois do versículo 26 ao versículo 36, está a falar da aplicação destas capacidades de comunicar claramente à aplicação destes princípios para a igreja. E depois dos versículos 37 a 40, de primeiro coríntios 14, é, digamos assim, é um resumo, uma declaração resumida deste capítulo.

Ora, então, hoje vamos continuar e simplesmente abordar os versículos 1 a 5, de primeiro coríntios 14. Então, vamos ler, então, o versículo 1.

Segui o amor e procurai conselho os dons espirituais, mas principalmente o de profetizar. Ora, seguir o amor quer dizer o nosso objetivo de usar os dons espirituais que devemos procurar é com amor. Esse é o nosso objetivo. A nova versão internacional, por exemplo, escreve SIGAM o caminho do amor. A nova versão transformadora diz que o amor seja o seu maior objetivo. A versão de o livro diz que o amor seja o vosso fundamental objetivo.

E por isso aqui, no versículo 1 está a dizer sim, procurar e conselho os dons espirituais. Não há nada errado de desejar ter dons espirituais, mas tem que ser no contexto de usá-los com amor, com carinho. Seguindo, isto é, o caminho do amor. O objetivo final é devermos a ser como Deus é, porque Deus é amor. Em Mateus 6, versículo 33, que é um capítulo que nós referimos muito na Igreja, Mateus 6, versículo 33, lemos aí, buscá-lo primeiro o reino de Deus e a sua justiça. E todas estas coisas vos serão acrescentadas. A busca que nós devemos de seguir é, virmos a ser membros da família de Deus no reino de Deus.

E como é que buscamos isso através da sua justiça? A justiça de Deus. A sua justiça. A justiça de Deus. E, ao fim de contas, a justiça de Deus é aplicada através do amor de Deus, porque Deus é amor. Deus é tão justo, é tão amoroso e cuidadoso e carinhoso, que enviou o seu único filho, como sabemos, para, dando a sua vida, isto é, Jesus Cristo, morrendo por nós, os pecadores, mas não só morreu, como sabemos, por exemplo, o amor durante a páscoa, que temos três símbolos, o lava pés, o pão e o cálice de vinho.

Ora, o lava pés representa o serviço, o sacrifício, o serviço que Jesus Cristo faz por nós, e que nós devemos fazer uns pelos outros. O pão, o símbolo do pão, representa o corpo de Cristo que sofreu para nós, para nós sermos curados ou sarados. Jesus Cristo não sofreu para nos perdoar. Jesus Cristo sofreu para nós entendermos que precisamos sofrer como Ele sofreu, porque os pecados causam sofrimento e nós temos que sofrer. E Ele sofreu por nós, por causa dos nossos pecados, mas Ele morreu para perdoar os nossos pecados.

E isso é o cálice, é o vinho que deu o seu sangue por nós. E por isso vemos aqui a justiça de Deus, que é, digamos assim, exemplificada pelos três símbolos da Páscoa. Por isso o nosso objetivo, o nosso golo, a nossa meta é nós tronármonos como Deus é. Isto é ser santos como Ele é, ou, em outras palavras, seguir o amor, buscar o amor divino.

E como lemos em 1 Coríntios 13, no versículo 7, 1 Coríntios 13, versículo 7, que diz tudo sofre, tudo crê, tudo espera e tudo suporta. Esse é o nosso objetivo, que vimos a ser como Deus é, para sermos seres ou pessoas no futuro, no rei de Deus, como Deus é. Para podermos, então, no rei de Deus, no milênio e para lá do milênio, podermos ajudar outras pessoas físicas que estão a viver uma vida física durante o milênio. Ora, seguir no versículo 1 do capítulo 14 significa, por isso, correr atrás. Isso é buscar, caminhar. E, por isso, uma vez mais, esse é o nosso objetivo.

E sim, dessa maneira, desse modo, desse modo com amor. Então, desejamos dons espirituais, para quê? Para servir. Sim, desejamos dons espirituais. Sim, buscamos dons espirituais para servir os irmãos espiritualmente. Ou, em outras palavras, é para edificar os outros, para exortar os outros, para confortar os outros. E isso é um contraste com apenas línguas que podem ser. Se a pessoa usa isso para alta autodificação, então torna simplesmente um merulho. Imagine se as pessoas estão todas juntas e uma pessoa começa a falar chinês.

E não vai ter proveito nenhum para as pessoas que estão neste grupo, por exemplo, de brasileiros ou de portugueses ou de angulãs, ou seja que for, não tem proveito nenhum. Não edifica a igreja. Mas está claro, línguas são importantes.

Por quê? Porque se houver um membro ali que só fala inglês, então existe uma pessoa para interpretar, traduzir este idioma para os outros poderem entender, ou esta pessoa entender o que os outros dizem. E por isso o modo, a maneira de usar os domes tem que ser com amor, por isso seguir o amor.

E por isso é que diz a concluindo aqui no versículo 1, seguir o amor e procurar com os elos domes espirituais, mas principalmente o de profetizar. Especialmente o dom de profetizar. E por isso, como eu disse, estamos aqui a ver nesta secção de comunicar claramente e profetizar é comunicar claramente. Então, o que é profetizar?

O comentário de John Gill diz, não tanto o dom de prever eventos futuros, por isso profetizar não é só, por em simplesmente, o dom de prever eventos futuros, mas um dom de pregar a palavra ou explicar as profecias, por exemplo, do atitutamento, e de orar de uma maneira que encoraj ou cantar canções, somos. E por isso, podemos traduzir, onde diz aqui buscar o dom de profetizar, podemos traduzir isto como, busquem o dom de uma pregação inspirada ou de proclamar de uma maneira positiva e encorajadora a verdade de Deus, a outras pessoas.

Vejam, por exemplo, em 1 Pedro 3.

1 Pedro 3, vigemos então, versículo 15 e 16.

1 Pedro 3, versículo 15 e 16. Mas também, se pedeceres por amor da justiça, sois bem aventurados, e não te mais com medo deles, nem vos turbais. Verículo 14, antes de santificar ao Senhor Deus, em vossos corações, estáis sempre preparados para responder com mansidão e temor a qualquer que vos pedira razão da esperança que há em vós. Irmãos, isto é, profetizar. Quando uma pessoa se aproxima de você, e vê o seu exemplo, e vê a sua luz, e pergunta a você, por que você é diferente da pessoa que era antigamente? O que é que se passa?

E então, você responde com mansidão e temor a razão da sua esperança que há em vós. Isso é profetizar. Isso é falar a outra pessoa publicamente de uma maneira que é inspirada, porque nós precisamos de, quando uma pessoa pergunta isto, precisamos de orar e pedir a Deus para nos dar as palavras corretas quando estamos a responder às perguntas dessa pessoa de uma maneira que seja para a glória de Deus. E por isso devem continuar, então, no versículo 16, tendo uma boa consciência para que naquilo em que falam mal de vós, como mal feitores, sim, falam mal de nós, porque, ah, porque você não faz isto ao domingo, em vez disso, você não vai comigo, por exemplo, e faz isto, não vai fazer comigo isto ao sábado ou ao casinho, então, falam mal de nós. Mas ficam confundidos, os que blasfemam na vossa conduta, em Cristo, porque por causa do nosso bom exemplo, exemplo positivo. E assim, esta prática, esta maneira de falar acerca do que Deus fez em nós, ou responder às perguntas que eles perguntam, de uma maneira correta, com mansidão e temor, isso dá glória e honra a Deus e edifica a outra pessoa. Por isso, estamos então a ajudar a servir os outros para quê? Para se voltarem para Deus. Estamos a edificar os outros, estamos a encorajar a ocultar e isso é um dos maiores dons espirituais. E não precisa ser isso do púbito, não precisa ser um ministro. Todos nós devemos de estar preparados para responder com mansidão e temor a qualquer pessoa que pergunte a nós a razão da nossa esperança que temos e essa esperança é que nos ajuda a ser santos, porque essa esperança é a âncora da nossa vida, mas temos que fazer isso com amor e por isso temos fé, temos esperança e temos amor. Esses três estão trabalhando em conjunto. Então, por que que Paulo está a fazer este assunto acercado, comparando as línguas com profetizar? Por que que Paulo traz isto, este assunto, à tona? Ora, vejemos então no versículo 2. Porque o que fala em língua desconhecida não fala aos homens, se não a Deus, porque ninguém o entende e em espírito fala mistérios. Isto é, quem fala em língua, a palavra língua era a palavra grega milisain 1 1 0 0, que significa glossa, esta é língua que por implicação é um idioma, especialmente um idioma que não foi adquirido de maneira natural. É um, por exemplo, um pessoa nasce e adquiria o idioma, por exemplo, de Português, porque nasceu, por exemplo, no Brasil, então tem este idioma natural, mas depois vai aprendendo outra habilidade, outro talento espiritual, não é físico, mas é espiritual e então torna-se outra língua, outro idioma que a pessoa fala, que então é um dom. Mas lemos aqui língua desconhecida.

Ora, a palavra língua desconhecida não está no grego. Sim, porque talvez vejam na vossa Bíblia que está em itálico, não está no grego. Algumas bíblias, versões que escrevem língua estranha.

Ora, isso dá impressão irrada, que olha, é uma língua desconhecida que ninguém conhece no mundo.

Não, não é isso. É uma língua, um idioma desta terra, mas que não é a língua que nós falamos neste grupo, onde estamos. Por exemplo, estamos, por exemplo, em Minas Gerais. Não é uma língua que é normalmente falada em Minas Gerais.

E por isso é que alguns tradutores introduziram a palavra desconhecida ou estranha, mas não está a falar de um idioma que seja algo fora deste planeta. Não, não está a falar disso. Ora, aqueles que são de, digamos assim, que são de grupos, digamos, mais pentecostais, para eles, falar em línguas, é um ponto muito importante, porque para eles isso, supostamente, é uma prova para eles que têm o Espírito Santo Deus. E por isso, para eles, uma pessoa tem que falar em línguas nestes idiomas estranhos, que muitas vezes nem pessoas entendem.

Mas isso é um entendimento incorreto do que Paulo está a falar aqui, em primeiro Corinthians capítulo 14. Se vocês forem simplesmente reler primeiro Corinthians capítulo 12, versículo 10, aí diz, e a outra operação de maravírias, e a outra profecia, e outros o dono de se unir os espíritos, e outra variedade de línguas. Varia-dades de línguas, variedades de idiomas, e a outra a interpretação desses idiomas, dessas línguas.

E depois também lemos no versículo 30, de primeiro Corinthians capítulo 12, diz assim, têm todos o dono de cura? O de curar? Não. Têm todos os donos de falar em várias línguas, diversas línguas? Não. Não. Têm todos os donos de interpretar? Não. Está claro que não. Isso é... Estamos a falar aqui acerca de falar em outros diversos idiomas, e nem todos têm isso, porque lembrem-se que Paulo está aqui a escrever esta carta aos Corinthians, isto é, está a falando este assunto para membros da igreja.

E por isso, voltando a este ponto de certas regiões no mundo hoje em dia, algumas regiões estão, digamos assim, a construir, estão a fabricar uma região, uma crença inteira, acerca deste ponto de falar simplesmente em outros idiomas. E aí, até vemos que alguns, até afirmam, afirmam que Deus falou com elas, através destas línguas ou coisa assim. Ora, irmãos, falar nestas línguas, neste conceito que as pessoas estão a usar, é um dos maiores falsificados dos donos espirituais de Deus.

E por isso, as pessoas estão falando em balbúcios. E se você tiver a dizer a essa pessoa, olha, isso é um domónio, o que é que essas pessoas vão dizer? Olhas, vão dizer que você está lançando uma difimação sobre a religião de Deus. Até podem dizer que você está blasfemando contra o Espírito Santo de Deus. E por isso, não dá para tentar convencer alguém que teve esta visão, ou que fala em estas línguas que é não entendível, e não há maneira de estar a convencer que isso não é de Deus. Irmãos, isso não é de Deus.

Por que? Basta perguntarmos como é que uma pessoa recebe o Espírito de Santo de Deus? Primeiro lugar, precisamos de arrepender-nos do pecado. Está claro acreditar em Deus, mas acreditar significa obtecer. Quando eu acredito em uma pessoa diz, eu vou fazer o que essa pessoa diz para eu fazer. Arrepender-se do pecado significa obtecer à lei de Deus. Por exemplo, há várias leis de Deus, há os dez mandamentos, mas também há outras leis. Há umas leis de carnes limpas e imunas, há as leis acerca dos dias santos, mas, por exemplo, vamos simplesmente falar acerca dos dez mandamentos. Muitas vezes, essas pessoas que dizem isso acerca dessas línguas, obedecem todos os dez mandamentos. Oh, eles vão dizer, não! Não guardamos o sábado, porque mudou o sábado para domingo. Deus mudou o sábado para domingo. Não, não mudou, porque Deus é o mesmo ontem hoje e amanhã. E lemos no novo testamento que Jesus Cristo sempre observou o sábado, como era o costume dele. Lembramos que os apóstolos observaram o sábado, lemos que Paulo sempre pregou no sábado. Mas essas pessoas não guardam o sábado. Ora, se estão a quebrar uma lei de Deus, não lemos em que algo que quebrar uma lei é como se quebrar todas elas, e por isso, essas pessoas não estão a guardar a lei de Deus. Ora, uma vez mais, a pergunta é como é que uma pessoa recebe o Espírito Santo de Deus? Recebemos o Espírito Santo, Deus dá ao seu Espírito aqueles que lhe obedecem, atos 532. E se não estão a obedecer, não receberão o Espírito Santo de Deus. E por isso, não estão convertidos e não têm o Espírito Santo de Deus.

E por isso, o que eles estão fazendo não é inspirado pelo Espírito Santo de Deus. Isso é, pondo este assunto de uma maneira muito prática e simples. Pondo de outra maneira, irmãos. Há duas fontes espirituais. Uma é a fonte espiritual de Deus e o seu caminho e a sua maneira de viver, que é ele através dos Cristo, através dos seus anjos e dos seus santos. Dos membros são fiéis a Deus. Isso é uma fonte espiritual. Isso é a fonte da Bíblia. O que a Bíblia diz. Não acreditem em mim? Acreditem do que a Bíblia diz.

Outro fonte espiritual é a fonte do engano. De iludir o mundo. E aquele que está a iludir o mundo, o mundo todo, apocalipse 12, versículo 9, é nada mais, nada menos, de que Satanás e os seus domónios. Ora, Satanás tenta falsificar tudo. E ele passa por, isto é, finge-se-re quem ele não é. Passa por como se fosse um anjo de luz. Mas isto tudo é falso. Por exemplo, lembrem-nos em Isaías 14. Isaías 14, versículo 13 e 14. Falando aqui acerca de Satanás e diz assim, e tu dizias no teu coração, eu subirei ao céu, acima das estrelas de Deus. Isto é acima dos anjos de Deus. Exaltarei o meu trono. Este é o trono que Deus tinha dado a ele como Deus deste mundo. E que ele ainda tem, não foi retirado. A segunda vinda de Cristo vai perder este trono. Mas hoje ele é o Deus deste mundo. E ele estava a dizer, exaltarei o meu trono. E no monte da Congressão, mas centrei aos lados do norte. O céu está ao trono de Deus. Versículo 14. Subirei sobre as alturas das nuvens e serei semelhante ao altíssimo. Então temos o Pai Jesus Cristo, perdão, o Pai que é um ser espiritual, que é eterno. E temos o Cristo, que é o filho dele e que é eterno, que sempre esteve ao lado do Pai. E depois de vir à Terra, ele voltou com a glória que ele tinha, como lembramos em João capítulo 17, ao lado do Pai.

Temos dois. E aqui está a dizer, eu serei como um altíssimo. Então, queria ele ser o terceiro membro. E então, está ele aqui a falar, que queria formar um grupo especial de três, em que ele seria o terceiro, atuando, como se ele fosse o Espírito Santo. Obviamente, eu estou especular aqui neste assunto, mas não seria interessante, se esse é o caso, como ele está a agir, como ele sendo o iludim do mundo, como atuando, como se ele fosse o Espírito Santo, falando em línguas. Por isso, é uma coisa fácil de falsificar neste mundo. Por isso, precisamos ter muito cuidado, irmãos, com esta falsificação. Uma vez que uma pessoa começa a ser influenciada com esta natureza falsa, essas pessoas começam a sentir que têm um relacionamento especial e pessoal com Deus. Quantas vezes que eu já vi pessoas que vêm a mim e dizem, olha, eu falei com Deus, Deus falou comigo, eu tenho este relacionamento especial. E então, torna-se um ponto de arrogância em que tenha algo mais alto ou melhor que ninguém mais tem.

E por isso, começam a dizer, olha, eu falo com este Dom de línguas e você não fala. Por isso, eu sou especial e você não é especial. Vê-se esta atitude arrogante. E para ele, ou nós, ou você, chegar a essa pessoa e dizer a ele, não é bem assim.

E isso, então, significa para essas pessoas que estamos a dizer a ele, você não é nada especial. Você não tem esse relacionamento especial com Deus, porque ao fim de contas, todos nós admitimos, como cristãos, que não somos nada especial. Mas essas pessoas não querem desistir dessa posição que estão a assumir. Por isso, nós, uma vez que obtecemos a Deus, estamos, por exemplo, guardando as leis de Deus, que incluíam o sábado, os dias santos, as carnes limpas, etc.

Você não pode estar a mexer com essas coisas de falar nessas línguas estranhas, porque isso é convidar espíritos demónicos a influenciarem a sua mente e a influenciarem a igreja. Por isso, tenha cuidado com isso. Em Judas 9, Judas 9, Judas é só um capítulo, por isso, simplesmente Judas 9, está a falar aqui acerca do Orcânio Miguel.

Quando contaria com o Diabo e disputava a respeito do corpo de Moses, não usou pronunciar juízo de maldição contra ele, isto é, contra o Diabo, mas disse, o Senhor te repreenda, o Senhor te repreenda.

E quando encontramos influências malignas à nossa volta, devemos de dizer, em nome de Jesus Cristo, o Senhor te repreenda. O ministro ou o ministro na igreja, que eu conheço muito bem, já é mais idoso, falou a mim, outros irmãos do colégio bíblico embaixador, falou acerca de uma senhora que estava aduentada e que depois esteva a falar, com pessoas que, como se tivessem ainda a viver, mas depois estavam mortas, mas que essa situação dessa pessoa, que essa pessoa se transformava no monstro para atacá-la.

E então, quando essa pessoa disse a este ministro que eu estou a mencionar, esse ministro disse a essa pessoa, olha, quando isso acontecer, ora e pede, em nome de Jesus Cristo, o Senhor te repreenda.

E então, esse espírito maligno que tentou atacá-la, depois desapareceu.

Por isso é muito importante nós entendermos que não é o Seu poder, não é o meu poder, é o poder Jesus Cristo. E nós temos que pedir pela autoridade de Jesus Cristo que o Senhor repreenda esse espírito maligno. Também lembrem-os, em outros pontos, na Bíblia, no exemplo quando Jesus Cristo enviou os apóstolos a treinar, e eles voltaram a Jesus Cristo e mencionaram que havia uma situação em que um espírito maligno não conseguiam expulsar. E então, essa pessoa veio a Jesus Cristo e esse espírito maligno saiu. Então, eles perguntaram aos Jesus Cristo, mas por que nós não conseguimos fazer isso? Jesus Cristo disse, espírito maligno desse gênero, dessa qualidade, desse nível da autoridade, só sai através de oração e jejum. Por isso é muito importante, irmãos, quando vemos alguns irmãos batalharem com dificuldades deste modo, encrojar, em primeiro lugar, as pessoas obtiserem a Deus, analisarem onde estão a cometer um erro, muitas vezes, a um pecado. Em segundo lugar, precisamos encrojar essas pessoas a orar e jejumar, e depois, muitas vezes, a jejumamos com eles. E então, pedimos para, em nomes do Cristo, pela autoridade do Cristo, para o Senhor repreender essas espíritus malignos. Por isso, continuando aqui a esta secção em Coríntios, e desculpem-me ter desviado um bocadinho do tema aqui e mencionar alguns pontos importantes acerca deste assunto, precisamos de entender que o Espírito de Deus nos dá vários atributos, onde ele é a capacidade de profetizar ou de falar das glórias de Deus da maneira correta.

Vejam, por exemplo, em Atos capítulo 2. Em Atos capítulo 2 foi quando o Espírito Santo foi primeiro dado à Igreja, digamos assim, é o momento em que a Igreja foi fundada, Atos capítulo 2, que foi no dia do Pentecostes, e aí vemos, em Atos capítulo 2, que os apóstolos estavam a falar conforme o Espírito lhes concedia. E nós vemos em Atos 2, versículo 4. E todos foram cheios do Espírito Santo e começaram a falar, em outras línguas, conforme o Espírito lhes concedia que falassem. Aqui, vence, a primeira vez que este dom de línguas foi dado. Ora, por que foi dado este dom de línguas a esse grupo de pessoas? No primeiro lugar, eles estavam na casa, na casa de Deus. Havia centenas, milhares de pessoas que estavam lá reunidas, no templo de Deus. Tínham vindo de vários locais à volta do mundo. Por exemplo, do Iraque, do Irão, da Turquia, da Grécia, do Egito, da Roma, da Itália. É o que viremos aí, no versículo 9, 10 e 11. Vemos que eram partos e médios e ilamitas e de Mesopotâmia e de Judeia, de Capadocia, Ponto e Ásia, e Frígia, e Panfilha, e Egito, e da Líbia, junto a Serene, e Romanos, tantos judeus como procélicos, sim, e cretences e árvores.

Depois diz, todos nós temos ouvido em nossas próprias línguas falar das grandezas de Deus.

O don de falar e entender línguas. As pessoas a falarem de outras línguas, a atender na sua própria língua materna. Foi para o Evangelho do Reino de Deus, nesse período, se espalhar à volta do mundo.

Hoje em dia a situação é diferente. Deus dá os dons que são necessários hoje em dia para fazer a obra, a obra de Deus. Mas, nesse período, esse don foi importante.

Vejam também em Apocalypse capítulo 5, Apocalypse capítulo 5, versículo 9.

E cantava um novo cântico dizendo, diga-o-és de tomar o livro e de abrir os seus selos, porque foste morto e com seu sangue nos compraste para Deus de toda a tribo.

E língua, a mesma palavra grega, glossa, grega mil e cem, palavra grega um zero zero, mesma palavra grega, glossa.

E língua e povo e nação. Isto é línguas da terra. Estavam todos ali nesse momento a cantar. Por isso, irmãos, vemos que quando está a falar de línguas aqui em Coríntios 14, é simplesmente línguas que existem, ou idiomas que existem, no planeta Terra.

Agora, continuando no versículo 3. Mas o que o pervertiza fala aos homens para quê? Para idificação, exurtação e consolação.

Nós, quando estamos a dizer as glórias de Deus, o que Deus fez por nós, estamos a glorificar Deus acerca de Ele nos ajudou, Ele fez este milagre na minha família, Ele me protegeu aqui, Ele me fez isto, ou estamos a idificar as outras pessoas.

Estamos a exortar, a encorajar. Aqueles estão com angustas, que estão com problemas de sabude, que estão cansados a continuarem na fé. Estamos a consolar, isto é, a confortar, a encorajar o coração das pessoas para ajudá-los a serem consolados, refrescados e aliviados. E por isso é que lemos em 1º de Saluicenses, capítulo 5, versículo 20, não desprezeis as prevencias. Isto é, de dar e mencionar aos outras pessoas, pessoalmente, aquelas que perguntam a razão da nossa esperança.

Versículo 4. O que fala em línguas, língua desconhecida, uma vez mais italico, quer dizer que nós estamos no grego, edifica-se assim mesmo, mas o que profetiza e edifica a igreja.

E por isso, aqui está a falar, acerca de edificar assim mesmo, olha, eu sei falar esta língua e tu não está aqui a falar que uma pessoa está a ser um tradutor para ajudar os outros. Está a falar aqui a que uma pessoa está a falar uma língua que os outros não entendem, para quê? Para parecer a frente dos outros, sou melhor e mais estudioso, tenho um dono especial de Deus, isso é para edificar-se assim mesmo. Em vez de edificar a igreja. E por isso, uma vez mais, Paulo começou a falar em 1º Corinthians 12, acerca de vários donos.

1º Corinthians 13, que a maneira principal de usar esses donos é com amor. E agora, no capítulo 14, está a dizer, quando usamos os donos, é para edificar a igreja.

Por isso, em 1º C, eu quero que todos vocês falem línguas, mas muito mais que profetizais. Sim, seria um belíssimo, todos nós pudéssemos comunicar com outras pessoas que não entendem a nossa língua e que nós pudéssemos estar a falar a eles na língua de eles. Seria uma beleza, mas muito mais importante é que profetizais. É que Deus glória a Deus, que não desprezais as profecias, porque o profecia é maior do que falem em línguas. A não ser que também haja um intacto para que a igreja receba edificação da outra pessoa que está a falar outra língua. Então, esta primeira secção, do versículo 1 a versículo 5, está a falar a seca de comunicarmos claramente. No próximo estudo bíblico, vamos, então, abortar o resto deste capítulo para ver as outras quatro subseccções deste capítulo de 1 Coríntios 14.

Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).