Boa noite, irmãos. A Igreja em Coríntio tinha muitos dons espirituais. Alguns dos irmãos tinham a capacidade de falar e entender vários idiomas ou várias línguas. E, infelizmente, isso s'utrenou uma fonte de orgulho pessoal e de divisão. Assim, Paulo teve que abordar esse problema. Ora, vemos, ouvimos, no capítulo 12, de 1º Coríntio, que Paulo começou a desenvolver o tema de dons espirituais, que são para o benefício de todos, e Deus decide a quem dar quais dons.
No capítulo 13, Paulo descreve que os devemos usar, que devemos usar os dons com cuidado e amor, para servir o próximo e, está claro, especificamente a Igreja.
No capítulo 14, então, Paulo agora detalha princípios de como usar dons espirituais relacionados com o que sai da boca, para que seja para o benefício de todos, dando específicos exemplos que eram aplicáveis à congregação de Coríntio.
Ora, o que se passava em Coríntio é que os cultos estavam sendo conduzidos de uma maneira desordenada e em completa confusão.
E Paulo está a tratar dessa situação através de várias orientações gerais.
Paulo, então, começa explicando o que profetizar, isto é, edificar, exortar ou encorajar e consular.
Tem um benefício maior do que falar ou compreender vários idiomas, pois havia vários problemas em Coríntios, a sério da maneira de falar na igreja. E por isso, então, está explicando que profetizar tem um benefício maior.
Ora, um dos problemas que é mencionado aqui na epístola de Coríntios, porque a epístola de Coríntios aborda muitos problemas que existiam em Coríntios, um dos problemas era a sério da maneira desordenada em que estavam usando indevidamente o dom espiritual de idiomas, o qual o dom de idiomas tinha sido dado para espalhar ou propagar o evangelho nesta cidade cosmopolitan e, por isso, então, se espalhar para o resto do mundo.
De uma maneira geral, o problema em Coríntio, na congregação, além de outros problemas que foram abordados nos capítulos anteriores, é que várias pessoas falavam ao mesmo tempo, não respeitando os que estavam a pregar durante o culto.
Em certos casos, podia ser um orgulho, ou que estavam falando enquanto outros falavam, causando distúrbios no culto. Isso dava uma impressão bem clara, que os cultos não estavam a ser conduzidos do modo de sente e com ordem. Então, vamos ver o que é que Paulo está a referir à cerca de profetizar. O comentário bíblico expositivo descreve profetizar deste modo. Profetizar é falar em nome de Deus, seja a respeito de questões presentas ou futuras.
Por exemplo, quando Moisés reclamou que não tinha o dom da palavra, Deus disse, Arão será a teu profeta, ou em outras palavras, falará por ti, será a teu porta-voz.
A previsão do futuro, que é o que nós, na nossa linguagem 2, normalmente pensamos que a palavra profetizar é limitada a isso, à previsão do futuro, mas aqui em Paulo vemos que a previsão do futuro não é necessariamente parte da função do profeta. Sim, pode ser, e muitas vezes foi, mas um homem poderia ser profeta sem ter revelação do futuro. Ora, por que? Porque estávamos falando em nome de Deus, como Deus cria que algo fosse dito. No sentido em que Paulo usa a palavra, continuando eu a citar aqui o comentário bíblico expositivo, no sentido em que Paulo usa a palavra, um profeta era um professor e exortador inspirado, por exemplo, uma pessoa que dava um sermãozinho ou um sermão, ou mesmo os anúncios, que revelava aos homens os segredos da vontade e da palavra de Deus e os segredos de seus próprios corações para o propósito de conversão e edificação da igreja, fim dessa citação do comentário expositivo. Por isso profetizar pode ser em palavras dois em dia, pode ser sermões inspirados, mas não é só isso necessariamente. Também pode ser, como explicamos falar, o que Deus quer que nós estejamos falando, isto é de acordo com as palavras da Bíblia, e por isso pode ser também encorajar os irmãos discutindo e falando sobre Cristo e o seu papel de nos salvar e de ele vir para salvar o mundo todo. Por isso vemos que a função do profeta, do modo que Paulo menciona, é descrita no versículo 3, o primeiro coríntios versículo 3, que diz, mas o que profetiza fala aos homens para a idificação, exortação e consolação. Por isso o profeta, nesta, desta maneira que Paulo está a referir-se, é uma pessoa que está a idificar, a exortar ou a encorajar e a consolar os irmãos. Ora, como vimos, haviam esses problemas em coríntios acerca de que estavam a causar problemas, vários problemas, como vimos nos capítulos anteriores de coríntios, mas especificamente agora está a falar a sério de problemas das pessoas, da maneira que as pessoas falam, e particularmente do dom línguas. Para resolver esses problemas em coríntios, Paulo dá uma explicação ponderada de como usar os dom espirituais usando cinco pontos lógicos e bem definidos, com a intenção de corrigir os irmãos, em como eles estavam falando e causando confusão. Do versículo 1 a 5, vê-se esse primeiro ponto lógico, que Paulo deseja que todos nós devemos comunicar, isto é, falar e comunicar com outras pessoas, de uma maneira amorosa, para edificar, isto é, construir a igreja. Do versículo 6 a 12, ele então dá esse segundo ponto dando três isemos práticos, que ilustram o que devemos, ou o que dizemos, que deve ser de uma maneira compreensível. A terceira área, que é do versículo 13 a 19, ele afirma que falar em diferentes línguas, isto é, idiomas, deve beneficiar todos os que ouvem o que é dito. Portanto, é necessário haver um tradutor. O quarto ponto, que é do versículo 20 a 25, ele resume esclarecendo o propósito desses domes.
Assim, falar diferentes idiomas é para os incrédulos, para alcançar o mundo como testemunha. Enquanto que a profecia, isto é, exortarem e corajarem os irmãos, é para a igreja, para edificar a igreja, a irmã-dade. E isso também é muito benéfico para os visitantes que venham oculto pela primeira vez. Dos versículos 26 a 40, ele então conclui esta secção com princípios básicos de como os domes espirituais de Deus podem ser aplicados na igreja para o benefício de todos. E ele não está nesta secção a dar modelos de aplicação específica, mas está a dar princípios básicos. No último estudo, no estudo prévio, parámos no versículo 25. Pouco antes de Paulo abordar esses princípios básicos da aplicação. Ora, para eu dar continuidade à linha de pensamento, eu hoje vou começar, a retornar, começando do versículo 23, quando Paulo esclarece o propósito desses domes espirituais da língua. Isto é, de falar. Ora, lenda então de novo, versículo 23. Se pois toda a igreja se congregar no lugar e todos falarem em línguas e entrarem em doutros ou infieis, quando irão por ventura que estáis loucos, assim, quando cada um está a falar no seu próprio idioma de frente, causando confusão na igreja, os visitantes à igreja vão dizer, vocês estão fora de si, vocês estão loucos. E por isso estava isso acontecendo em Coríntios, e sim, muitos viam pessoas falando em outros idiomas, às vezes incompreensíveis, porque talvez por arrogância e tentando demonstrar que eram mais espirituais, então fabricavam estes idiomas incompreensíveis, e então chegaram a essa conclusão, esses visitantes, que isto era uma bagunça, não dando então glória a Deus. Versículo 24. Mas, se todos profetizarem e algum indulto ou infiel entrar, de todos é convencido, de todos é julgado. Ora, assim, no versículo 24 está a dizer, se todos estiverem a edificar, a exortarem, a encorajarem, a inconsular, isto é, estiverem a falar positivamente. Isto é, se todos nós falamos acerca das boas novas do invejélio, das boas novas do papel de Cristo, então, estamos aqui, temos aqui uma mensagem edificante, encorajadora e conseladora da boa nova.
Então, nesse caso, um novo visitante é convencido por todos e assim se torna convicto. Ora, convicto quer dizer que ele vai entender que isto é verdade, que Cristo e Deus é o nosso juiz e, por isso, está debaixo, digamos assim, sobre julgamento, se não se arrepender. Versículo 25. E, portanto, os segredos do seu coração fim com manifestos e, assim, lançando-se sobre o seu rosto, adorará a Deus, publicando que Deus está verdadeiramente entre Vós.
E assim, então, seus sentimentos internos, secretos são expostos a quem, a ele mesmo. E ele, então, vai dar glórias a Deus dizendo, ah, esta é a Igreja de Deus. Ora, agora, hoje continuando, então, do versículo 26.36. Esta secção de 26 a 36, esta última quinta subsecção, ou a área, como mencionei há pouco, que ele aborda princípios gerais de aplicação. Príncipe gerais, não casos específicos. Este princípio gerais é de como os dons da língua, ou da falarmos, ou a maneira que falamos, podem ser usados, ou podem ser usados, para o benefício da Igreja.
Em outras palavras, devemos de usar a nossa boca, a nossa língua, a nossa fala, para edificar, encorajar e consolar a Igreja. Isso é uma aplicação positiva. Então, vamos ler o versículo 26. Que farei, depois, irmãos? Quando vos ajuntais, cada um de vós tem salmo, tem doutrina, tem revelação, tem língua, tem interpretação. Faça-se tudo para edificação. Quando estamos em comunhão, por isso é que dizem, quando vos ajuntais, quando estamos em comunhão, no culto, na Igreja, um princípio para ser aplicado aos cultos, aos serviços da Igreja, que é princípios de como os cultos devem ser organizados ou em boa ordem, ele está a dar princípios, lembra-se, que é princípios.
Não está dando instruções específicas de como fazer o cronograma do culto, mas está a dar princípios gerais. E assim ele diz, seja que as pessoas estejam cantando, ou por exemplo, em linguagem 2, dando um sermão, ou instruções doutrinais ou proféticas, ou até podia ser que estejam a falar com os irmãos, depois do culto, mas durante o período de convivência, antes ou depois do culto, por si próprio.
Devemos estar a fazer isso de uma maneira que seja encrujadora. Por exemplo, os irmãos podem estar a falar um com o outro, explicando como foi abençoado, ou como teve uma abenção na semana passada, ou outro assunto desta maneira, que seja positiva. Isto é que tudo seja feito quando vamos ao culto, para a edificação da igreja.
Isto é que diz, faça-se tudo para a edificação. E se houver alguma pessoa que fala outra língua ou outro idioma, então que haja um tradutor para os outros entenderem também, para todos estarem edificados. Versículo 27. E se alguém falar em língua desconhecida, faça-se isso por dois ou, quanto muito, três, e por sua vez, e haja um intérprete. Ora, se há uma pessoa que está a falar numa língua estrangeira, isto é, diferente da língua da região, permita-se que seja no máximo de só duas ou três pessoas numa assembleia.
Isto é, no culto. Por exemplo, se houver duas pessoas que estão a falar uma língua diferente, por exemplo, temos dois ministros que vieram do estrangeiro, ou mais, para visitar os irmãos, por exemplo, nesta cidade ou neste país. Então, esses ministros, por exemplo, dão um dá um meio sermão, ou outro dá outro meio sermão, ou um dá um sermãozinho, ou outro dá um sermão no culto, mas só duas ou máximo três pessoas.
Isto é, para não demorar muito tempo. Não vamos ter quatro sermões e cinco sermões, porque temos quatro ou cinco visitantes que falam outra língua. E que seja um de cada vez. Isto é, sucessivamente. Porque, para dois, nós estarem no culto a falar ao mesmo tempo. Ora, hoje em dia isto é uma coisa lógica.
Não se ia fazer isso. Nós vemos que isso seria ter maneiras incorretas de nos conduzirmos. Mas parece que, naquela altura, estavam a falar todos ao mesmo tempo. Às vezes, em certas culturas, quando eu vou a certas áreas, eu vejo pessoas a falar todos ao mesmo tempo, que um quer falar mais alto que o outro, que é para ter o comando na conversa. E, está claro, não é essa maneira que devemos conduzir. Quando estamos, por exemplo, em uma mesa e estamos todos a falar, respeitamos um e o outro, deixamos o outro completar o que está a dizer.
E se for uma pessoa que está já a falar outra língua, é bom, é o que diz aqui, que haja uma tradução, que haja um intérprete. Agora, o versículo 28. Mas se não haver intérprete, esteja calado na igreja e falo consigo mesmo e com Deus.
Se esse visitante não sabe falar bem, por exemplo, o português e está a visitar a congliação, por exemplo, no Brasil ou em San Bico, em Angola, em Portugal, seja onde for, mas não fala bem em português, é um visitante, ele não vai estar a pregar se não haver o intérprete, porque não vai beneficiar a igreja. Versículo 29. E falem dois ou três profetas e os outros julguem. Isto é dois ou três homens, profetas, isto é, por exemplo, duas pessoas, então, andaram um meio sermão, ou dois mais sermãos, um sermãozinho sermão, dois ou três, digamos assim, que estão a dar anúncios também, tejam a falar.
Aqueles que estão ensinando, explicando as coisas a Bíblia, são aqueles que estão a falar, esses que são aqueles que estão a profetizar, na maneira da palavra que eu profetizar, como expliquei, do modo que Paulo está a referir-se. E assim, isso também, por exemplo, é aplicável não só o culto, mas os estudos bíblicos, os estudos da juventude, as coisas devem ser feitas, de sentimento e em ordem. E os outros julgam, os outros estão a ouvir. E assim, vemos, estes são princípios básicos para comunhão cristã. Isto é para o culto e para os estudos na igreja.
A igreja tem aplicado estes princípios básicos para desenvolver uma ordem, digamos assim, um cronograma que é o recomendado para o culto. E, por isso, na Igreja deus unida, estabelecemos vários padrões básicos de como nos conduzir nos cultos, de como ter a programação dos cultos na igreja. Ora, por causa desse padrão básico, quando um irmão visita outro país ou outras áreas da igreja, nos sentimos em casa.
Por que? Porque é o mesmo modelo básico de padrão, de formalidade, e isso traz uma unidade e edifica a igreja de uma maneira geral. Está claro. Existem certas variações por causa da área demográfica, talvez por causa do tamanho da congregação, ou porque há uma ocasião especial, por exemplo, no dia da juventude, ou coisa assim. Mas baseados neste princípio, sim, é um princípio, normalmente o nosso padrão é que temos dois palestrantes e talvez um terceiro para anúncios, e os outros julgam.
Isto é, estão a ouvir a mensagem. Continuando, então, no verículo 30. Mas se o outro estiver assentado, for revelado alguma coisa, calça o primeiro. Nessa era, havia vários evangelistas, apóstolos e outros líderes na igreja que podiam explicar um tema de uma maneira mais clara, mais relatória. Imagine, por exemplo, que Paulo estivesse lá a falar, e Pedro estivesse presente, e uma coisa que ocorria na mente, Pedro e Pedro põe na mão, e então Paulo está claro, ia deixar, olha, Pedro fala, então Paulo ficava calado.
Era uma questão de respeito, porque haviam estes evangelistas e apóstolos. Isso é um princípio que nós usamos no dia de hoje.
Por exemplo, quando temos um estudo bíblico interativo, há uma certa ordem de vida no estudo, e se uma pessoa tem, diz aqui, uma revelação, ou em palavras dois seria um ponto de vista, ou de valor, que queira mencionar, ou que queira perguntar, durante esse estudo bíblico interativo, essa pessoa, no estudo bíblico interativo, pode pôr a mão, levantar a mão, e então pode fazer essa pergunta. E o Paulo estuda, então, dá essa pessoa a oportunidade, calando-se e deixa essa pessoa expor a sua pergunta, ou a sua sugestão. E está claro, isso não é uma ideia grandiosa, porque essa pessoa tenha que seja uma coisa fora do ensino bíblico. Mas digamos assim, o que a Bíblia diz aqui, uma revelação, ou em outras palavras, uma explicação bíblica, da maneira que ele entende. Por exemplo, olha, esta parábola, faz-me lembrar disso também, ah, bom ponto! Ou pode ser que tenha uma pergunta, que conduz-a uma explicação adicional, pelo palestrador, ou pelo ministro, ou a pessoa que está a conduzir o estudo interativo, que seja benéfico para todos. Ora, versículo 31. Porque todos podréis profetizar, uns depois dos outros, para que todos aprendam e todos sejam consulados. Os comentários bíblicos estão divididos acerca do significado deste versículo. Mas um possível significado prático e mais abrangente para nós, é que quando estamos numa conversa, e por isso está aqui a falar, não só da parte do sermão do culto, mas quando estamos a conviver antes e depois do culto, durante, por exemplo, o sábado, todas as pessoas podem falar em nome de Deus. Isto é usando a Bíblia corretamente, mas onde cada vez? Não todos a falar ao mesmo tempo. Por exemplo, está um grupo aqui de pessoas a falar, depois do culto, então, por exemplo, a patiscar, a comer algumas coisas com os irmãos, e a partir pão, e a comer, e a conversar, todos as pessoas podem falar assuntos corretos bíblicos. Está claro, mas cada um de cada vez. Todos os ouvintes, então, terão benefício, o beneficiarão dessa maneira de interagir.
Por ciclo 32, e os espíritos dos profetas estão sujeitos aos profetas. Qualquer um que esteja a dar a um sermão, por exemplo, e esta pessoa que está a exortar e a encorajar, essa pessoa tem um dom, por exemplo, um dom de falar, um dom de ensinar, sim, porque são domes do Espírito, também, um dom de ensinar, um dom de explicar. Mas esse dom não está a controlar o orador. O orador tem o autocontrol sobre o dom.
O orador tem autocontrol sobre o dom. A pessoa está em controle desse talento que tem, de explicar. A palavra aqui, os espíritos dos profetas, estão sujeitos. A palavra sujeitos, eu quero mencionar, porque vou falar a séquia da mesma palavra daqui a pouco. Esta palavra sujeitos, é a palavra grega 5293, o portácel, que significa, neste caso aqui, um autocontrol exercido com o dom, quer dizer, um autocontrol. E, por isso, nós, quando falamos, por exemplo, o ministro, quando está a falar, tem um dom de explicar as coisas. Mas o ministro, o seu, o Espírito do Homem, o homem, o ministro tem autocontrol sobre esse talento, digamos assim. E, por isso, é que diz, esses talentos estão sujeitos aos profetas, às pessoas que estão a palestrar. Por isso, qualquer dom que Deus dá, a pessoa precisa de controlar, usar o dom da maneira correta, em amor. Entre parentes aqui, os Espíritos do Deus nunca controlam, guia. Os Demónios controlam as pessoas. Por isso, o Espírito de Deus nunca controla, guia. E nós, então, usamos esse espírito, esses doms do espírito para nos ajudar, por exemplo, a ensinar ou a pregar.
Versículo 33. Vamos ler. Porque Deus não é Deus de confusão, senão de paz, como em todas as igrejas dos santos. Ora, por que Paulo diz isto? Uma vez mais. Porque havia uma desordem em coríntios, como mencinei ao início deste estudo, em que os cultos estavam sendo conduzidos de uma maneira desordenada e em completa confusão. Ora, Deus não é o ator de desordem e confusão, mas de paz. Mas aqui está o outro problema em coríntios, irmãos. E o versículo seguinte dá uma dica do problema que existia lá. Porque agora Paulo vai adumar, as damas, sobre responsabilidade delas de não causarem desordem e inquietação no culto. Vamos ler versículo 34 e 35. As vossas mulheres estejam caladas nas igrejas porque não lhes é permitido falar, mas estejam sujeitas, como também a ordena a lei. E se querem aprender alguma coisa, interroguem em casa seus próprios maridos, porque é vergonhoso que as mulheres falem na igreja. O problema aqui é que certas damas, em coríntios, estavam falando durante o culto. E Paulo, para resumir esta secção, muito simplesmente vou resumir à frente para saberem o significado disto. Paulo está meramente pedindo às mulheres da congregação de coríntio para ajudarem a promover a paz e a ordem nos cultos, mantendo um silêncio respeitoso quando alguém estiver falando. É o que Paulo está a dizer. Vamos, então, analisar primeiro este versículo 34 e há três palavras importantes, digamos assim, palavras chaves, que são importantes para nós entendermos. A primeira é, estejam caladas. A segunda é, falar. E a terceira é, estejam sujeitas, como ordem na lei.
Vamos, então, ver o primeiro, estejam caladas. É da palavra grega 46er1, sigaou, que significa neste contexto um silêncio respeitoso para ouvir.
Há outra palavra grega, que é usada para estar completamente calado, mas isto aqui é, não estejam a falar enquanto outros estão a falar. Estejam, tenham respeito, estejam caladas. Então, está a dizer às mulheres, estejam caladas quando estamos no culto, o ministro está a falar, não estejam a falar. Eu já vi às vezes certas pessoas, durante o culto, começam a falar. E eu, quando vejo que isso acontece, paro e olho para essa pessoa.
E, depois, quando param de falar, depois continuo. E, porque, quando estão a falar, enquanto o ministro está a pregar, é falta de respeito. E, por isso, está a dizer quando estão no culto, o ministro está a falar, tenham um silêncio respeitoso para ouvir e deixar os outros ouvir.
Pois, continuou. Porque não lhes é permitido falar. A palavra falar aqui, é a palavra grega 2980, la leio.
Isto é falar de modo que causa ou cause confusão. Isto é falar de modo disruptivo.
E, por isso, não devem... não é permitido falar de modo disruptivo, que cause confusão.
Mas, quando falamos, devemos ser para edificar. Por isso, não é permitido causar confusão. Causar desgrupção, interromper o culto e estar a falar assim.
A terceira palavra-chava é estar sujeito.
Ora, esta palavra de sujeito é a mesma palavra que lemos no versículo 32, quanto a falar a sério dos profetas, estejam sujeitos.
Os espíritos dos profetas estejam sujeitos aos profetas, isto é, os dons que os profetas têm, estejam sujeitos aos profetas.
É a mesma palavra, o pataço.
Ora, então, quer dizer que precisamos ou precisam de usar constrangimento, voluntariamente, com amor e respeito, esperando o fim do culto para fazer perguntas.
Ora, falando a sério de sujeitas, como ordena a lei, está aqui a falar, algumas pessoas podem dizer, olha, é a sujeção das damas às regras e à liderança da congregação.
Tudo bem? Mas, no contexto, e particularmente, considerando o versículo 32, está a falar de respeito durante a duração a Deus.
Respeito durante a duração a Deus. Precisamos ter respeito, isto é, estar sujeitos, ter respeito durante a duração a Deus. E isso é um conceito fundamental da lei, na Torah.
Ora, muitas vezes, este versículo está associado à gênese, capítulo 3, versículo 16, como se a proibição das mulheres, falar em estivesse ligado a uma culpa herdada pelo pecado de Adão e Eva.
No entanto, Deus não responsabiliza a humanidade inteira por pecado do nosso Pai, ou dos Pais, nós somos responsáveis pelos nossos próprios pecados.
Por isso, voltando, Paulo está meramente pedindo às damas na congregação para ajudarem a promover a paz e a ordem nos cultos, mantendo um silêncio respeitoso quando alguém estiver falando.
Por isso, quando isto estejam calados, tem um silêncio respeitoso, não é permitido falar isto, não é permitido causar confusões, ou causar desrupção, e estejam sujeitas a que é este respeito de adoração a Deus, que é um conceito fundamental da lei.
E também lemos o versículo 35 a pouco e diz assim, e se querem aprender alguma coisa, interroguem em casa seus próprios maridos. Isto é, se querem falar com o seu marido, pergunte ao marido em casa, porque havia um problema específico de falar, em, na igreja em Coríntios, de novo, repetindo, durante os cultos, e aqui está especificamente a mencionar de mulheres que estavam no culto com os seus maridos.
Não está a falar de mulheres solteiras, ou mulheres de maridos descrentes, porque essas mulheres solteiras, ou mulheres de maridos descrentes, não podiam ir perguntar em casa, a seus próprios maridos.
E por isso, essa distração de quando estavam entre romper e a perguntar coisas aos maridos, estava a envergonhar os maridos, isto era envergonhoso para os seus maridos, porque era um conflito com uma submissão e respeito que Deus quere no culto de duração.
Por quê? Porque é uma santa convocação. Somos chamados a uma santa convocação, desde os primeiros íno até a oração final. Esse período é uma santa convocação e deve haver um certo respeito e submissão que Deus quer no culto de duração.
Mas quando estamos a falar de estudos bíblicos interativos ou grupos interativos de estudo, o assunto é diferente. Os estudos em casa, que sejam menos formais. O ministro faz perguntas ou pede ou faz uma pergunta ou pede opinião das pessoas, como é que você ia explicar isso? Isso, então, é uma situação diferente.
Paola, então, termina esta discussão de que os cultos estavam sendo conduzidos de uma maneira desornada e, em completa confusão, com uma dura repreensão na forma de uma pergunta.
Podia ser uma pergunta retórica e sarcástica. Vigemos, então, no versículo 36 essa conclusão dele através de uma pergunta, digamos assim, retórica e sarcástica. Preventura saiu dentro de você a palavra de Deus, ou veio-se somente para você?
Isto é, a palavra de Deus, o Evangelho, o Evangelho do Rã-Deus, veio de vocês, de Coríntios?
Outras igrejas receberam o Evangelho por causa de vocês, Coríntios? Vocês os Coríntios são a igreja, digamos assim, a igreja Mãe?
Vocês os Coríntios são o modelo para as outras igrejas que copiarem?
Vocês os Coríntios devem dar leis, como por exemplo a ordem dos cultos ao resto da igreja?
Isto é como conduzir os cultos, como lidar com os diferentes dons e tudo. É a vossa responsabilidade dos Coríntios de terem de dizer aos outros como fazer isso?
Por que Paulo faz esta pergunta?
Porque elas, em Coríntios, estavam tomando a liberdade de agir como ser a palavra de Deus.
Isto é o Evangelho. Tivesse vindo delas e como elas pudessem desviar das instruções de Paulo e fazer o que bem entendessem, quanto às questões de ter ordem e de sência na congredação de esta igreja.
Portanto, vemos aqui uma forte declaração corretiva de Paulo sobre como usar os dons espirituais neste capítulo.
E por isso, aqui, veja que não é só os Coríntios que são sábios.
E, então, ele dá um resumo da lição dos versículos 37 a 40.
Se alguém cuida ser profeta ou espiritual, reconheça aqui as coisas que vos escrevo, são mandamentos do Senhor.
Se você, por exemplo, é um pregador, por exemplo, você foi pedir para dar um sermão, ou sermãozinho, por exemplo. Ou você pensa que é mais espiritual que os outros.
Então, a homem nota que o que Paulo está escrevendo são mandamentos do Senhor.
Versículo 38.
Se alguém está a ignorar, não está disposto a ser ensinado e a se submeter, deixe essa pessoa, sim, por sua conta própria e risco.
Temos que seguir em frente do que é certo.
Não permite que essa pessoa venha a atrapalhar a obra de Deus, porque esta aplicação e estes ensinos que Paulo está a dar são mandamentos de Deus.
Versículo 39.
Portanto, irmãos, procurem, conselo, profetizar e não proibais falar línguas.
Por isso, falem em nome de Deus, falem as palavras da Bíblia. Isso é preferível, está claro.
E sim, não é proibido falar em outros idiomas, mas está em um tradutor.
Versículo 40.
Mas faça-se tudo, descentemente e com ordem.
Tudo deve ser na Igreja de Deus, no culto, na nossa vida cristã. Deve ser feito descentemente e em ordem.
Vemos, então, que Paulo resolveu várias questões importantes que existiam em Coríntio.
Os capítulos anteriores abordou mal-comportamento sexual, adulterio e imoralidade na Igreja.
Abordou a duração pública da maneira que devia ser correta.
E, particularmente, por exemplo, no dia da Páscoa.
Abordou assuntos à século do matrimónio, do casamento, da comunhão e interação com aqueles que não estão na fé, etc.
Abordou vários pontos.
Mas havia um outro ponto muito importante que estava desviando os irmãos, os coríntios da fé.
Isso era alguns que estavam dizendo que não há resolução. Ora, isso é o tema final e importantíssimo desta epístola, o qual é abordado no capítulo 15 e o qual será estudado nos nossos próprios estudos. Até a próxima, queridos irmãos.
Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).