A igreja em Coríntio tinha sido abençoada de muitas maneiras.
Vejemos, por exemplo, em 1 Coríntio capítulo 1, versículo 4 e 5, diz, sempre dou graças ao meu Deus, por vos, pela graça de Deus, que os foi dada em Jesus Cristo, porque em tudo, fostes enriquecidos nele, em toda a palavra e em todo o conhecimento.
Em toda a palavra de Deus, isto é, no entendimento bíblico que eles estavam a receber e que nós, na igreja de Deus, recebemos muitas benções.
Mas Paulo depois descreve, no versículo 13, dizendo que, no entanto, havia divisões na igreja.
Veja, no versículo 13 está Cristo dividido.
Havia divisões e depois, ele está a falar acerca de vários problemas que a igreja tinha em Coríntio. Por exemplo, nos capítulos 5 a 7, vemos que havia um problema de soberba, de arrogância.
Vê-se também que, por isso, estavam afetados pela imoralidade da sociedade e com vários problemas num atrimônio. Depois vemos, no capítulo 6, que havia outros problemas internos que eles tinham dentro da igreja quando havia problemas e estavam a levar os irmãos à justiça.
Nos capítulos 8 a 10, vemos que eles não estavam a ser sensibilizados ou sensíveis à consciência dos outros. Pensando que, visto que isto está correto, posso fazer sem se importarem de ter cuidado com os outros, com consciência dos outros, para não os magoar e não os afetar negativamente. E depois vemos também, em 1 Coríntios 11, que havia contendas sobre a aparência, como eles apareciam nas assembleias e também na conduta que eles tinham durante a páscoa.
E, por isso, então, ele diz sim, de facto, no capítulo 12, que Deus tinha dado a eles muitos dons espirituais. Isto é, muitas habilidades, muitos talentos espirituais, tal como Deus nos dá, cada pessoa, cada um de nós, tem os seus próprios dons ou talentos físicos.
Ele também dá a nós, na igreja, certos habilidades ou talentos espirituais. E ele faz isso, está claro, conforme ele decide. Deus decide que, uma pessoa, por exemplo, fisicamente, tem um certo talento, por exemplo, fisicamente, um talento de desenhar e fazer desenhos, ou tem um talento de música e cantar, ou tem um talento de, por exemplo, ser de matemática, ou seja, que for, pessoas tinham vários talentos físicos. Espiritualmente, é a mesma coisa, pessoas têm, Deus decide como dar a cada pessoa as vários dons espirituais. Vê-se isso no versículo 7, diz que a manifestação de um espirito é dar a cada um para o que for útil. É conforme Deus decide, para o benefício dos outros, Deus decide, olha, esta pessoa vai ter esta habilidade, ou este don espiritual, e outra pessoa vai ter outro don espiritual. Mas, como lembramos também, no versículo 11, é só um espírito, é o mesmo espírito, que opera em todas estas coisas, que reparte particularmente a cada um como ele quer, como Deus quer, através de seu espírito, dá estes talentos, estes dons espirituais, às pessoas como ele deseja. E depois vemos no versículo 18. Mas agora Deus colocou os membros no corpo cada um delas como quis, e por isso Deus põe cada um de nós, na igreja, com certas responsabilidades, da maneira que ele quer, com os talentos que temos. Mas isso não é para criarmos divisão.
E então ele, depois, no capítulo 13, está a falar, a seca de uma maneira mais correta, de como usar estes dons espirituais, estes talentos espirituais. E a maneira mais correta é em amor, porque, a fim de contas, Deus é amor. Vigemos, por exemplo, em 1 João, capítulo 4, 1 João, capítulo 4, versículo 7 a 11. 1 João, capítulo 4, versículo 7 a 11. Diz-a-madros, amemos uns aos outros, porque o amor é de Deus, e qualquer que ama é nascido de Deus e conhece a Deus. Aquilo que não ama não conhece a Deus, porque Deus é amor.
Nisto se manifestou o amor de Deus para conosco, porque Deus enviou o seu filho unigênico ao mundo, para que por ele vivamos. Nisto está o amor. Não é que nós tenhamos amado a Deus, mas é em que Ele nos amou nós e enviou o seu filho para propiciação pelos nossos pecados amados. Se Deus assim nos amou, também nós devemos amar uns aos outros.
E por isso o apelo básico para que Paulo está aqui a dar em Coríntios é que, sim, Deus nos abençoou e abençoou a eles com vários talentos espirituais, com vários dons espirituais. Mas o apelo crítico básico que ele está a dar é que precisamos de usar isso para obtermos um resultado final.
E o resultado final é amor, para aprendermos a crescer na graça e no conhecimento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. Isso é o resultado final que Deus quer. E depois ele conclui esse capítulo, capítulo 13, dizendo agora pois permanecem a fé, a esperança e o amor. E esses três, estes três. Mas o maior destes é o amor. Sim, a fé é necessária porque sem ter fé, ninguém pode agradar a Deus. E se lemos em Hebreus 11, versículo 6. Vigemos, então, em Hebreus 11, versículo 6. Hebreus 11, versículo 6.
Ele diz assim, ora, sem fé é impossível agradar a Deus. Por isso a fé é necessária para agradar a Deus. Temos que ter fé, temos que ter completa confiança e fé em Deus. Porque é necessário que, é necessário que aquilo que se aproxima a Deus cria. Isto é, confiança e que acredite que Deus existe e que crê que Ele é o galardoador, aquele que nos vai recompensar. Isto é, em outras palavras, aquele que nos vai julgar e dar a recompensa. Por outro lado, também, lemos que o outro é esperança. Em Hebreus 6, versículo 19, lemos que, ao fim do versículo 18, diz, o nosso refúgio em reter a esperança proposta a qual temos como âncora da alma. A esperança é uma âncora que nos ajuda a manter fixos e firmes na fé, na igreja. E isso é muito importante, termos essa esperança.
Mas, ele diz aqui, em primeiro coríntios 13, o maior destes é o amor. O amor divino é maior. Esse é o resultado final. Esse é o objetivo do caminho em que estamos, de virmos a crescer na graça e no conhecimento de Deus, que Ele é amor. Ora, depois, então, ele aborda, Paulo aborda no capítulo 14. Como mencionei no último estudo, ele começa a abordar, então, o desejo dele e como usar o amor nestas destes domes que eles receberam, o que têm, estes domes espirituais.
Por exemplo, se fazer isso com amor. Então, no capítulo 14, primeiro coríntios 14, e como mencionei no último estudo, este capítulo tem cinco subsexões. Do versículo 1 a versículo 5, temos a primeira subsexão, que é o desejo de Paulo, de que todos nós estejamos comunicando uns aos outros, isto é, estejamos com vivência, uns aos outros, com carinho e cuidado para construir a unidade, isto é, para construir uma irmandade unida na igreja.
Precisamos ter esse desejo, é o Paulo, desejo de Paulo, é o que nós precisamos ter este carinho e cuidado, ou não, outras palavras, amor. Essa é a primeira parte, de versículo 1 a 5 de coríntios 14. Depois de versículo 6 a 12, Paulo dá três exemplos, em que disse, você vai usar a sua maneira de falar, isto é, a sua língua, isto deve ser de uma maneira inteligente e ou inteligível, isto é, que se possa entender. A terceira subsexão, de capítulo 14, então é do versículo 13, do versículo 13 a 19.
Isto são consequências de quem fala em línguas diferentes, em diferentes línguas. Depois, a quarta subsexão, em do versículo 20 a 25, que é falar em línguas diferentes, tem valor para os incrédulos, porque dá a possibilidade do evangelho chegar a outras pessoas que não sejam, por exemplo, da nossa pátria ou da nossa língua materna e, por isso, é benefício para os incrédulos que são, digamos assim, de outros idiomas ou de outros sotaques ou coisa assim.
Mas, o importante é que precisamos de usar a língua com carinho e cuidado. Por exemplo, quando pregamos, precisamos fazer isso com carinho e cuidado, porque é para o benefício ou para a idificação da igreja. Essa é a parte onde vamos terminar hoje. A última subsexão deste capítulo, que é do versículo 26 a 36, é acerca da aplicação deste princípio para a igreja. E depois, ele vai concluir este capítulo 14, nos versículos 37 a 40, dando, digamos assim, um resumo.
Então, vamos continuar e repetir a primeira subsexão, que é do versículo 1 a versículo 5. Esta primeira subsexão diz, como sendo leido no versículo 1, seguiu amor e procurá com zelo os donos espirituais, mas principalmente o de profetizar. Ora, o resultado final, o objetivo é o amor. Por isso, seguiu amor, persiga o amor, busquei o amor. Isso é o que nós devemos nos tronar, pessoas com carinho e amor para com os outros, como Deus é amor.
Mas, além disso, sim, procurá-lo, desejam, desejam donos espirituais. Isto é, para dar glória a Deus e principalmente o de profetizar. Ora, este ponto é importante entender, porque pessoas entendem corretamente o que quer dizer profetizar, mas está a falar aqui de como explicar, pode ser pragar, pode ser explicar ou nas conversas que temos uma pessoa com outra.
Estamos a dar glória a Deus. Isto é profetizar. Por isso, sim, obviamente inclui pragar, mas é muito mais abrangente do que simplesmente pragar. É aplicável a todas as pessoas. Isto é, a dar, a explicar ou dar a razão da nossa esperança de que nós temos quando as pessoas perguntam e, então, podemos explicar isto de uma maneira bondosa, com carinho, a razão da glória ou do entendimento que temos. Por isso, a razão do nosso encrujamento que temos por conhecer a verdade.
Versículo 2. Porque que fala em língua desconhecida não fala aos homens, senão a Deus, porque ninguém o entende e, em espírito, fala mistérios. É importante mencionar aqui que a palavra desconhecida ou em algumas versões diz outras línguas ou alguma versão diz língua estranha. Por isso, outra língua, ao meio da revista autorizada, língua estranha, na almeida revista ecorrigida, língua desconhecida, na almeida ecorrigida e fiel, é importante ver que esta palavra está em itálico.
Isto é, no grego, só diz língua, não diz desconhecida. Isto é ver a mesmo ponto, este ponto, acerca desta palavra outra língua, outra, ou estranha, ou desconhecida. Isso também é o caso.
No versículo 4, se forem ver no versículo 4, vê-se essa palavra. No versículo 4 diz em língua desconhecida, ou outra língua, ou língua estranha. Vê-se no versículo 13.
O versículo 13, o que fala em língua desconhecida, ou outra língua estranha. A versículo 14, a mesma coisa, como eu orar em língua desconhecida, ou estranha. A versículo 19, também usa o fim deste versículo, em língua desconhecida, ou estranha, ou outra língua.
E também no versículo 27, falar em língua desconhecida. Se você tem uma bíblia que tem palavras em itálico, ou põe as palavras em itálico, e essa palavra não está no grego, você verá que em todos estes casos que me assinei, versículo 2, versículo 4, versículo 13, 14, 19 e 27, em todos estes casos, essa palavra está em itálico.
Isto é, essa palavra foi adicionada pelos tradutores, não está nos manuscritos.
Isso é um ponto importante, entendermos.
Isso, por isso, vejo que continuada, então, agora, a ler versículo 2. Porque aquilo que fala numa outra língua, numa língua que você não entenda, não está a falar, ou a pessoa está a falar uma bobice, uma coisa que as pessoas ninguém entenda, não está a falar numa língua, mas que não é uma língua que você sabe, é uma outra língua estranha, ou outra língua, por isso, os tradutores poseram isso. Mas algumas pessoas usam isso para dizer, olha, está a falar, por exemplo, uma língua de anjos, ou coisa assim, não é isso. É que uma pessoa, por exemplo, está, nós somos portugueses, e está uma pessoa ali, ou pé, está a falar, por exemplo, ou a mão. E para você, a gente é uma língua estranha, ou poder estar a falar em chinês, para isso, para você é uma língua estranha, é uma língua estranha, outra língua. Isso é o que está aqui a dizer, é que, porque o que fala nessa língua que você não conhece, não está a dizer que seja uma língua fora deste mundo, não é? Você não está a falar aos homens, senão a Deus. Por que? Porque se você está a dizer isso, só entre você e não está a ninguém ao seu lado, que esteja a entender isso, então você está a falar com Deus. É que eu sou uma pessoa, por exemplo, que está no meio da rua, você às vezes vê pessoas na meio da rua, e as pessoas estão a falar, assim, não é que tivesse a falar a um telamóvel, ou coisa assim, mas vemos, às vezes, pessoas estão assim a falar no meio da estrada, falando com eles próprios, ou falando com Deus.
Por que é que uma pessoa ia fazer isso na igreja? Eu vou sempre perguntar, mas que coisa estranha, porque uma pessoa ia fazer isso na igreja. Esse mesmo é o problema, irmãos. É o problema. Por que é que uma pessoa ia fazer isso na igreja? A não ser pra dizer, olha, eu tenho mais conhecimento, mais sabedoria que tu, porque eu sei falar outras línguas, porque não tem benefício nenhum para a igreja, não tem edificação nenhuma para a igreja. E por isso, diz assim, não fala aos homens, senão está a falar entre ele, com Deus, não é? Porque ninguém o entende. E isso está a falar mistérios, sim, mistérios para nós, porque não ainda nevemos, está a falar, não sei o que. Então é um mistério. Por isso, é muito importante usarmos a língua, a capacidade a falarmos, para ajudar os outros, as outras pessoas. E por isso é o que diz no versículo 3. Mas o que profetiza, isto é, aquela que está a dar a outras pessoas, a glorificar a Deus, está a explicar as pessoas, por exemplo, como ele vai para a igreja, como Deus o protegeu, ou a protegeu, como Deus fez isto para proteger a ele ou a ela, ou coisa assim. Quem está a dar estas palavras positivas está a falar para as outras pessoas, portão entender. E isso é para edificação, exortação e consulação. E por isso é o que ele está a dizer aqui neste capítulo 14. Neste capítulo 14, vamos repetir de novo o que diz no versículo 1. Segui o amor e procurai conselo os dons espirituais, principalmente o de profetizar. Quer dizer, procurem conselo esta capacidade de falar de uma maneira a outros irmãos para quê? Para edificação, para exortação e para consulação. Ora, edificar o que é edificar? Edificar é fortalecer, fortalecer a outra pessoa, a outra pessoa internamente, o coração dela ou dela é para dizer coisas que são verdade, está claro, mas para edificar, para fortalecer. O outro ponto diz é para exortação, o que é exortar, é encorajar. Para as pessoas que estão angustiados, que estão com angústia, que têm problemas ou que se tejam muito cansados ou que se tejam doentes, você vai exortar, vai encorajar, vai dar palavras positivas de encorajamento, de exortação para a pessoa, ajudar a pessoa a ter mais fé e mais entendimento e ser mais positivo acerca da glória de Deus. E consulação, o que é consular, consular é como é confreter, é fortalecer o coração dessa pessoa, quando a pessoa está desencorajada, você vai consular essa pessoa, vai encorajar, vai confreter. Então, é o dom de profetizar, para fazer essas coisas, falar desta maneira, deste modo para as outras pessoas, para edificar, encorajar e consular. Agora, versículo 4, o que fala em língua descontecida ou uma língua que as outras pessoas não conseguem entender, está a falar numa língua estrangeira, digamos assim, edifica-se a si mesmo. Porque, olha, está aqui a falar, entre elas, simplesmente, está a edificar a ele mesmo, está? É uma coisa de ser um tipo de arrogância, olha, eu falo esta língua e tu não entende, reja, são melhor que tu, edifica-se a si mesmo. Mas o que profetiza, aquele que está a edificar, a encorajar, a confortar, a consular, é se está a edificar a igreja, está a ajudar os irmãos na igreja a serem mais unidos, está a desenvolver a irmandade entre os irmãos, aí a amizade está a construir esta amizade entre os irmãos, os irmãos, perdão. Por isso é que diz, quando aquele que profetiza, que usa a língua para dar as glórias de Deus e encorajar as outras pessoas e edificar, isso é para o benefício de toda a igreja.
E por isso não está a usar esse dom, ou qual dom que ele seja, qual dom que seja que a pessoa tem, não está a usar esse dom para causar divisão. E por isso, como é que nós falamos? Como é que nós usamos a nossa língua? Estamos a machucar ou magoar a outra pessoa ou estamos a edificar, fortalecer, encorajar e consolar a outra pessoa ou outro irmão.
Versículo 5. Não é a de dizer assim, e eu quero que todos vocês falem línguas, mas muito mais que profetizeis. Sim, que seria bom que vocês todos falassem em várias línguas, inglês, português. Sim, por exemplo, quando eu for para a festa, se todos pudessem falar inglês e português, não havia necessidade de estar a traduzir, todos estavam a entender. Entender, mas beleza. Mas por isso é bom falar em vários idiomas, mas muito mais que possam estar a dizer, usar a vossa língua, a vossa boca, o que sai da boca a fala, usar para edificar, encorrejar e confortar os outros irmãos. Isso é muito mais importante, que tejam a profetizar, a dizer as coisas positivas de Deus. Porque profetiza esse que está a dar essas coisas positivas, é maior do que fala em línguas. A não ser que também haja uma pessoa que esteja a interpretar para que a igreja receba essa edificação. E por isso isso é necessário para quando estamos em grupos de pessoas, que há grupos que alguns, por exemplo, falam português e os bons falam inglês, é bom sempre ter uma pessoa que tenha a capacidade de ser o intérprete de traduzir para haver esta edificação da igreja.
Por isso, falar em línguas, em diferentes línguas, é muito legal, é ótimo. Mas usar a língua para edificar é muito mais importante. E por isso esta é a primeira, digamos assim, subsecção aqui de Paulo, que é o desejo de Paulo que todos nós estejamos comunicando um com o outro com carinho e cuidado para construir esta unidade para edificar a igreja. Ora, a segunda subsecção, que é dos versículos 6 a 12, Paulo, então agora vai dar três exemplos de como usar a língua para beneficio dos outros. Vai dar três exemplos. Isso é, no versículo 6, a 12, esta subsecção. E por isso, se nós vamos falar, vamos usar a nossa boca, a nossa língua, devemos usar isso de uma maneira inteligente e inteligível. Isto é, para transmitir uma mensagem que seja compreensível, porque quando é, a mensagem é compreensível, então essa mensagem vai edificar, vai encorajar, vai consular as outras pessoas. E por isso, eu vou usar aqui três exemplos. Os três exemplos é acerca dele próprio, é acerca de exemplo de coisas sem vida, como instrumento musical, como música, e, em terceiro lugar, exemplo específico é de uma língua diferente, uma língua de outra terra ou estrangeira. Vejamos, então, o primeiro exemplo, que é no versículo 6, que é a cerca de ele mesmo. Agora, irmãos, se eu for ter convosco, falando em línguas, o que vos aproveitaria? Se eu for a vocês, irmãos, e começar a falar para vocês em inglês, isto é, em outra língua, que benefício é isso para vocês?
Nada! O que vos aproveitaria? Nada!
Anoncer que eu esteja a falar a vocês de uma maneira, que vocês entendam, tenham uma revelação melhor, eu dizia, em proméio da revelação, tenham uma revelação melhor acerca do que Jesus Cristo fez, por exemplo, ou da ciência. Se eu tiver a dizer a vocês uma coisa para vocês crescerem no conhecimento, isto é, na ciência de Jesus Cristo, como lemos em segundo Pedro 3, versículo 18, crescei na Graça e no conhecimento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, por isso eu falarei a vocês de uma maneira, que vocês entendam e por isso dê a vocês o benefício de crescerem no conhecimento Jesus Cristo, não é?
Ou da profecia. Isto é, se eu tiver a explicar profecias como, por exemplo, pregar o evangelho de Jesus Cristo, a boa nova de Jesus Cristo. Então, a boa nova de Jesus Cristo é uma profecia, claro que é, porque a boa nova de Jesus Cristo é a boa nova do reino de Deus e o reino de Deus ao vindo-o, o reino de Deus, que hoje em dia é ainda uma profecia, da vinda de Cristo, segunda vinda de Cristo e do estamplicimento do reino de Deus, isto é, o governo de Deus na terra, para trazer paz à terra. Isto é uma profecia. Para tár-nos a dizer isso, a explicar, a certa, dessa boa nova de Jesus Cristo, isto é, digamos assim, uma profecia ou da doutrina. A doutrina é ensinar, explicar os outros os caminhos de Deus, a doutrina de Deus, a verdade de Deus. E por isso, no exemplo dele próprio, está a falar a século dele usando a língua ou a boca, diz assim, agora irmão, se eu for ter com vos falando em línguas, vocês não entendem, que isso vos aproveitaria. A não ser que, se não vos falasse, promenho de revelação, explicando a revelação do evangelho, da Bíblia, explicando isso, ou do conhecimento, ou da ciência, de conhecimento dos Cristo, ou da profecia, por exemplo, a boa nova do rei de Deus. E, irmãos, propósito isso, a maioria das profecias, a maioria das profecias na Bíblia, é a cerca da segunda vinda de Cristo. Isto é, do estabelecimento do rei de Deus, na terra. E por isso é que diz, por exemplo, em Apocalipse 19, versículo 10. Vejam, por exemplo, Apocalipse 19, versículo 10.
Apocalipse 19, versículo 10. Falando acerca do Espírito da Profecia. Vejamos aqui Apocalipse 19, versículo 10. Estas páginas estão a usar uma Bíblia nova e estas páginas estão coladas. Apocalipse 19, versículo 10. E eu lancei uma Seus Pés para adorar, mas ele disse, olha, não faças tal, sou o teu conservo e os teus irmãos que têm o Testimunho Jesus. Adoro a Deus, porque o Testimunho de Jesus é o Espírito da Profecia. O Testimunho, o que Jesus nos explicou e nos explica através dos evangelhos e o que os apóstolos descreveram apontando o que Jesus Cristo fez e fará, é o Espírito da Profecia. Por quê? Porque a Vinda de Cristo, isto tudo é parte de um ensino profético, porque a Vinda de Cristo é uma profecia do futuro do que vai acontecer no futuro. Por exemplo, o ensino de Jesus Cristo, por exemplo, a Doutrina. Ou seja, o ensino de Jesus está, por exemplo, no sermão da montanha, em Mateus 5, 6 e 7. Isso é a Doutrina básica de Jesus Cristo. E, por isso, Paulo, falando aqui em 1 Coríntios, capítulo 14, versículo 6, se eu votou falar a vocês em uma língua que vocês não entendem, que benefício tem isso para vocês. Mas se eu falar para vocês e vocês tiveram a falar de uma maneira que vocês entendam, a revalação de Jesus Cristo, conhecimentos de Jesus Cristo, as profecias de Jesus Cristo, as doutrinas de Jesus Cristo, ah, então isso é para a edificação da igreja. Então, esse é o primeiro exemplo que ele deu acerca de como usar a boca de uma maneira inteligente e inteligível. O segundo exemplo está no versículo 7 e 8, está falando acerca de coisas sem vida, tal como instrumentos musicais. Vamos, então, ler aqui, versículo 7 e 8. Da mesma sorte, se as coisas inanimadas que fazem sons, isto é, instrumentos musicais, como por exemplo uma guitarra, ou seja, ou que for, que fazem sons, seja a flauta, seja a cítera, não formarem sons distintos, como se conhecerá o que se toca com a flauta ou com a cítera? Se você for uma pessoa como eu, que não sabe tocar um instrumento musical, você só vai fazer barulho, eu só vou fazer barulho. Eu quando sinto, à frente do piano e tento tentar tocar qualquer coisa no piano, é só o barulho, porque não sou musical, não tenho, mas há pessoas que têm esse talento musical. E, então, quando fazem isso, estão a formar isso com sons distintos. É uma distinção de sons. Por que? Para ver uma música, uma música linda, porque se a trombeta der som incerto, quem se preparará, preparará para a batalha. Quer dizer, há certos sons, certos tons, que têm significado, que dão entendimento. É inteligente e inteligível. O versículo 9 da mesma forma. Isto é assim também vos, da mesma forma. Se com a língua, não pronunciar as palavras bem inteligíveis, como se entenderá o que se diz? Porque estareis falando como que ao ar. Ou está falando para ao ar. Olha, estou a falar, dizer palavras, mas não faz senso. Por isso temos que pronunciar palavras de uma maneira que seja compreensível, inteligível. Versículo 10 e 11. Há, por exemplo, tantas peças de vozes no mundo. E nenhuma delas é sem significado. Sim, há várias pessoas. Há pessoas que têm vozes, dizem coisas, mas têm significado. Tem significado.
Versículo 11. Mas se eu ignorar o sentido da voz, se eu ignorar o que essas pessoas estão a dizer, eu serei barbo para aquela quem fala. E o que fala será barbo para mim. Por isso temos que usar as palavras de uma maneira inteligente e inteligível para que os outros possam entender. Por senão, é uma bobícia. Não tem valor nenhum.
Versículo 12. Versículo 12. Assim, também voz, como desejais dons espirituais, procurar abondar nelas para a edificação da igreja. Por isso, porque vocês são zelosos para dons espirituais, isso é o que disse no versículo 1, primeiros coríntios 14 versículo 1, procurar com zelo. Vocês são zelosos, têm interesse em usar esses dons espirituais. Use esses dons espirituais. Para que? Para a edificação da igreja. A edificação está claro na verdade.
Em outras palavras, use os dons espirituais que Deus dá a você e que cada pessoa tem dons espirituais diferentes. Use os dons espirituais que Deus dá a você para edificar as outras pessoas, e particularmente para a edificação da igreja. Então, essa é, digamos assim, a segunda subsecção neste capítulo. A terceira subsecção neste capítulo é acerca de consequências de quem fala em línguas diferentes. Vegemos então versículo 13. Por isso, o que fala em língua diferentes, conhecida, uma pessoa que os seus não entendem, ora para que a pessoa, ora para que a pessoa ou que a possa interpretar, que haja alguém que possa interpretar. Se há alguém na igreja que vem, por exemplo, um visitante que vem de outro país e que não fala, bem, por exemplo, português ou coisa assim, precisamos dourar que haja alguém que possa estar com ele e estar a interpretar para as pessoas se poderem entender, por isso não qual é o benefício disso. Vegemos então aqui versículo 14. Por que se eu orar em língua desconhecida, o meu espírito ora bem, mas o meu entendimento fica sem fruto.
Se eu tivesse a falar numa língua, por exemplo, que eu não sei, está claro, seria uma coisa que não tem valor nenhum, o que valor é que isso tem? Qual é o benefício? Não tem fruto nenhum. Versículo 15. Que farei pois, orarei com o espírito, mas também orarei com o entendimento.
Quando eu estou a orar, estou a pensar cuidadosamente acerca do que eu estou a orar, para estar a falar com Deus, ter um relacionimento com Deus, orando de uma maneira de que eu sei o que estou a falar, com entendimento. Igualmente cantarei com o espírito, mas também cantarei com entendimento. Quer dizer, eu tenho este desejo, esta vontade de cantar, mas vou cantar palavras que estou a entender. E é um ponto interessante. Quando às vezes cantamos na Igreja Usinos e estamos a ler palavras e não estamos a pensar e a entender o que estamos a cantar, é muito importante entendermos e pensarmos acerca do que estamos a cantar. Isto é com entendimento.
Versículo 16. E versículo 16, vemos aqui. Da outra maneira, isto é caso contrário, se tu bem disseres com o espírito, como derá o culpa ao lugar do indúito o amém? Sobre a atuação de graças, visto que não sabe o que diz. Isto é, se você está a falar ou a dizer uma coisa, uma maneira que não é compreensível e que outras pessoas não entendem, como é que a outra pessoa pode dizer, eu concordo? De acordo? Sim, porque a mãe quer dizer, eu concordo. Sim, concordo, estou do recordo, estou a apoiar isso. Sim, concordo. Como é que pode dizer, a mãe? Como é que pode dizer, sim, eu concordo com isso? Sobre a atuação de graças. Por isso, como é que pode dizer, eu concordo, acerca das benções que você está a dizer? Se uma pessoa está a orar e você não entendo que essa pessoa está a orar, como é que você pode dizer, sim, eu concordo?
Sobre essa ação de graças, sobre essa oração. Visto que não sabe o que diz, o que diz?
Versículo 17, porque realmente, tu das bem as graças, mas o outro não é edificado. Se você está a dar uma benção, uma oração e as outras pessoas não entendem que você está a dizer, as outras pessoas não são edificadas. Não há benefício. Por isso, é necessário haver entendimento, ser inteligível. Isto é entendido pela outra pessoa. Versículo 18, diz assim, dou graças ao meu Deus, porque falo mais línguas de que todos vos. Paulo falava mais línguas de outras nações, de que todos eles falavam. Ou, para aqui falar acerca dos coríntios, mas Paulo certamente falava ebraico, a língua comum naquela área era Maico, principalmente na área de Jerusalem, mas também entende-se que Paulo falava grego e por isso ele falava pelo menos três idiomas.
E por isso ele, digamos assim, tinha o dom de falar em outros idiomas, em outras línguas. E depois ele disse, todavia, eu antes quero falar na Igreja cinco palavras, na minha própria inteligência, é melhor falar só cinco palavras, que as pessoas entendam para ensinar, para instruir os outros, do que dez mil palavras, num idioma que as outras pessoas não entendem. Qual é o valor de falar dez mil palavras? E ninguém entende, não tem valor nenhum. E por isso nós precisamos de entender o que estamos a dizer, temos que entender isso.
Verículo 20. Agora ele vai falar acerca da quarta subsexão. A quarta subsexão. Isto é de verículo 20 a 21. E aqui nesta quarta subsexão, que eu mencinei há pouco, que é uma subsexão de falar diferentes línguas, é para incrédulos, mas falar uma língua concreta e cuidado é para a Igreja.
Então, vejamos esta quarta subsexão, que é do versículo 20 a 25.
Como eu disse, falar em línguas estrangeiras ou diferentes é para as pessoas de fora. Por que?
Por que é para as pessoas de fora? Porque é para chegar com a mensagem, a boa nova do rei de Deus, a pessoas de outros idiomas. E, por isso, estar a falar em outras línguas é para chegarmos ou conseguirmos falar a outras pessoas que são de outros idiomas. Mas profetizar, falar de uma maneira para a edificação, para encorajamento, para consolação, isso é para o benefício da Igreja. Para a edificação da Igreja. Isto é para construir, para encorajar.
Por que? Para podermos servir os outros. É para servir os outros.
Então vejam aqui no versículo 20, irmãos. Não seja as meninos no entendimento, mas serem meninos na malícia e adultos no entendimento. Aqui é o Paulo Tazer que não quer que as pessoas sejam muito inteligentes na malícia. Aliás, ele quer que as pessoas entendam o evangelho.
Entendem a boa nova do reino de Deus. Por isso diz, não sejarem meninos no entendimento.
Isto é, precisamos ser maduros no entendimento do plano de Deus. Saber quem Deus é.
Saber por que que nós nascemos. Saber o propósito da nossa vida. E isso é importante, porque nos dá esta visão de saber que Deus está em para nós e isso nos ajuda a ter esperança. E a esperança é a âncora da alma.
Mas temos que ser meninos na malícia. Isto é, na intenção ou desejo de fazer mal ou de ter mal-vontade. E se precisamos ser meninos, isto é, imaturos. Precisamos ser meninos nessa característica.
Por ciclo 21, diz assim, está escrito na lei, por o santo de outras línguas e por lábios e por outros lábios falarei a este povo. E ainda assim, me não ouvirão, diz o Senhor. Isto é um ponto interessante.
Ora, sabemos, vejamos então aqui em Marcos capítulo 6, versículo 4. Marcos capítulo 6, versículo 4. Diz assim, Jesus lhe dizia, não há profeta sem honra, senão na sua pátria. Entre os seus parentes e na sua casa. Quer dizer que, ele não tem profeta sem honra, porque ele tem profeta sem honra. Ele tem profeta sem honra, porque ele tem profeta sem honra. Entre os seus parentes e na sua casa. Quer dizer que, na sua casa, na sua pátria, naqueles entre o seu grupo, se você é um profeta, não vão acreditar nele, não vão acreditar em você. Isto é um profeta, não é honrado em seu próprio país, na sua casa. Por isso vimos que, quando Jesus Cristo foi a Nazaré, que é aqui em Marcos capítulo 6, ele dizia, mas quem é esta pessoa? Ela é o filho do Carpinteiro, o filho da Maria. Eu era o Carpinteiro, o irmão de Tiago e José, de Judas e de Simão. Não, não acreditamos nele, porque quem é ele? Quer dizer, um profeta não é honrado em seu próprio país, em sua casa. E por isso, voltando aqui, primeiro por íntios, capítulo 14, dizia, então, eu falei, aqui, dizia, está escrito na lei, falei aos Israelitas em outras línguas. Como é isso? É porque a palavra de Deus, que veio no Novo Testamento e que está gravada aqui para nós no Novo Testamento, está em outra língua, não está em Hebraico, está no Grego. Ponte interessante. E por outros lábios, falarei a este povo, se por outro língua, por outros lábios. Mas diz assim, e ainda dizem, me não ouvirão. E mesmo assim, não vão ouvir a palavra do Senhor. Vejam em Isaías capítulo 28, Isaías capítulo 28, versículo 11 a 13. Isaías 28, versículo 11 a 13. Diz assim, assim por lábios, gaguejantes, e por outra língua, falará a este povo, a qual disse, este é o descanso, dá o descanso alcançado e este é o refrigerio, porém, não quiseram ouvir. E assim, pois a palavra do Senhor lhe será mandamento sobre o mandamento, mandamento sobre o mandamento, regra sobre regra, regra sobre regra, um pouco aqui, um pouco ali, para que vão e caiam para trás. E se quebrantem, e se enlaçem, e sejam presos.
As pessoas não querem ouvir a palavra de Deus, principalmente os Israelitas, então fala a Elas, através do novo testamento, no outro língua. E mesmo assim, não estão a ouvir a palavra de Deus.
E diz aqui, para que caiam para trás? Para que caiam para trás? Por que? Porque não se arrependem, porque são imprenetentes.
Vocês sabem, por exemplo, a parábola do Semiador. Vejemos em Mateus capítulo 13. Em Mateus capítulo 13. E vejemos, está aqui, a explicar a partir do versículo 10. Porque os discípulos aproximaram-lhes e disseram-lhe. Porque eles falam a palavra de Deus, e eles disseram-lhe. E eles disseram-lhe. E eles disseram-lhe. E eles disseram-lhe.
A partir do versículo 10. Porque os discípulos aproximaram-lhe e disseram-lhe. Porque eles falam por parábolas. Então os Cristo respondeu. Porque a voz é dada a acontecer os mistérios do rei de Deus, por leis dos céus. Mas a eles não é dada. Porque aquele que tem, se dará e terá em abundância. Mas aquele que não tem, até aquilo que tem, será tirado. Por isso, eles falam por parábolas. Porque eles vendo, não vêm. Ovindo, não ovem nem compreendem. E não se cumpra profecias de isaias, que diz, ouvindo, ouvireis, mas não compreendreis. E vendo vireis, mas não percebereis. Porque o coração deste povo está endurcido. E ouviram de mau grado com seus ouvidos e fecharam seus olhos, para que não vejam com os olhos e ois são com os ouvidos e compreendam com o coração e se convertam. Convertem. E eu os curo. Não estão a entender. Os corações estão endurecidos, para não serem convertidos. Hoje. Hoje. Serão convertidos mais tarde, quando Deus tirar essa segueira delas e do mundo. Não é só dos jorrelitas, é no mundo todo. Vejam em Romanos capítulo 11. Romanos capítulo 11. Vamos, então, ler no versículo 1. Romanos 11 versículo 1. Digo, pois, Proventor rejeitou Deus o Seu povo, rejeitou Deus os jorrelitas, porque eles não entenderam e foram imprimitentes e caíram para trás. De modo nenhum. Diz Paulo. Porque eu sou Israelita, da descendência da Abrão, da tribo do Benjamin. E depois, um bocadinho mais adiante, Paulo explica. Vejam no versículo 25 e 26. Porque não quero irmãos, versículo 25 do Romanos 11. Não quero irmãos que ignoreis este segredo. Para que não sejais sábios em vós mesmos. Que o endurecimento, isto é, esta segueira, veio em parte sobre Israel, até que a plenitude dos gentios haja entrado.
E assim, todo o Israel, quando? Na Resolução. Não é hoje. Na Resolução. Será a salvo, como está escrito, de Siam virar o libertador e desvirar a Jacó as impiedades. Por isso, na segunda Resolução, quando estas pessoas tiverem a mente aberta, então vão entender a verdade e vão se arrepender.
Por que? Porque estas pessoas nunca tiveram a primeira chance. Por que? Porque estavam cegos, estavam endurocidos nesta primeira vida. Mas na segunda vida, isto é, na Resolução física, depois do milênio, vão entender a verdade. A verdade, esta cegueira será removida e então vão entender. Continuam, então, no versículo 22, de 1º Corinthians, capítulo 14. De sorte que as línguas são um sinal, não para os fiéis, mas para os infiéis. Sim, as línguas são para os incrédulos. Por que? Porque estamos a pregar o evangelho a todo mundo. Diz, Mateus 24-14. E este evangelho do reino será pregado em todo mundo como um testemunho.
O evangelho do rei Deus está se apregado como um testemunho.
Por isso é que diz, versículo 22. As línguas são um sinal, não para os fiéis, mas para os infiéis. Isto é para pregar a boa nova a todas os idiomas deste mundo. E a profecia, isto é, a exortação, encorajamento, a consolação. Não é sinal para os infiéis, mas para os fiéis, para aqueles que estão na igreja. Por isso profetizar isto é, sermões inspirados, encorajar os irmãos com palavras espirituais positivas que todos nós podemos fazer. São para edificar, para exortar, para encorajar, para consolar os irmãos e para a edificação da igreja. Como lemos no versículo 3, de 1 Coríndios 14, como lemos um carinho mais cedo. Versículo 23. Se, pois, toda a igreja se congregar num lugar e todos falarem em línguas e entrarem em doutros ou infiéis, não dirão para oventura que estáis loucos. Imagina, uma pessoa nova vem para a igreja, um visitante, vem para a igreja e está a dar todo o mundo a falar em línguas diferentes, ninguém entende nada, o que um está a dizer do outro. As pessoas vão dizer, mas que loucria, mas que loucria! Versículo 24. É um minicuado, mas se todos estão a profetizar, se todos estão a encorajar, a consular, a ser exortar, isto é, tiverem a edificar a igreja, se todos nós falarmos com palavras espirituais positivas, em bondade e amor divino, então um novo visitante quando entram na igreja, o que é que ele vai dizer? Ah, isto é, esta é realmente a igreja de Deus, porque vejo aqui o amor de Deus na igreja.
Versículo 25. E portanto, versículo 25, os segredos do seu coração ficam manifestos, quer dizer, os sentimentos, as dúvidas internas que essa novo visitante vem à igreja, então ela vai entender, fica manifesto e manifeste, e assim, lançando-se sobre o seu rosto, adorá a Deus, publicando que Deus está verdadeiramente entre vós. Isto é a conclusão de Deus, é que esta é a igreja de Deus. Né, próximo estudo, então concluiremos esta seção de Primeiro Coríntios.
Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).