A Igreja em Coríntio tinha recebido muitos dons espirituais. Vemos em 1 Coríntio capítulo 1, versículo 4 a 7. Hoje vou ler da versão da Almeida Corrigida e Fiel. Levemos aqui, sempre dou graças ao meu Deus por vós, pela graça de Deus, que foi dada em Jesus Cristo. Porque em tudo, fostes enriquecidos nele, em toda a palavra e em todo o conhecimento, como o testimonho de Cristo foi mesmo confirmado entre vós, de maneira que nenhum don vos falta, esperando a manifestação do nosso Senhor Jesus Cristo. Nenhum don vos falta. E por isso, vê-se que eles tinham muitos dons para fazer em obra na região onde eles viviam. Mas o problema é que aparentemente eles estavam abusando esses dons.
Esse abuso de dons era um dos problemas que estava causando divisão na congregação de Coríntios. Eles, sim, falavam em vários idiomas, em idiomas diferentes, e esse era um don preeminente nessa região que estava sendo mal utilizado. Esse don de idiomas, de línguas, era necessário naquela região, naquela área, naquele período, porque Coríntio era um centro comercial internacional devido à sua localização geográfica. Era um local ideal para espalhar o evangelho Jesus Cristo entre o mundo ocidental, isto é, na Europa. Em 1 Coríntios, capítulo 12, ao início do capítulo 12, vemos aí que Paulo está a falar ou a escrever acerca do tema de dons espirituais.
Ele está a falar ou a escrever acerca dessa distribuição dos dons. Como mencionámos no estudo prévio, há, basicamente, dois tipos gerais de dons. Dons que são para servir, digamos assim, dons silenciosos, que são para servir os irmãos, e outros dons que são mais demonstrativos, que é para pregar ou falar ou evangelizar. E, perdão, e servir e pregar o evangelho, ambos são uma forma de servir as pessoas, porque o evangelho, a boa nova do rei de Deus, é uma grande benção para nós, e que é uma maneira como Deus vai abençoar o mundo inteiro após arrependimento.
Então, vemos aqui no versículo 14, de 1º Corinthians 12, diz assim, demonstrando o exemplo de dons relacionado com o corpo, porque dando a analogia de que o corpo tem vários membros, veja aqui, então, lendo no versículo 14, porque também o corpo não é só um membro, mas muitos. Se o pé disser por não ser o mão, não sou do corpo, não será por isso do corpo.
E se o orelha disser por não ser um olho, não sou do corpo, não será por isso do corpo. E se todo o corpo fosse um olho, onde estaria o ouvido? E se todo fosse ouvido, onde estaria o alfato? E depois diz no versículo 18, mas agora Deus colocou os membros no corpo, cada um delas como quis, como Deus quis. Deus está a pôr você e eu dentro do seu corpo espiritual, que é a Igreja de Deus, do modo que ele quer.
E por isso ele vai dar a você certos talentos ou habilidades ou capacidades espirituais para fazer a sua obra da maneira que ele tem planejado para você. E por isso cada um tem os seus donjos, ou características ou habilidades espirituais que você vai usar para servir os outros irmãos. E veste então, por exemplo, no versículo 28, ainda da 1º Coríntios 12, e a uns, pôs deus na Igreja, primeiramente apóstolos, em segundo lugar, profetas, entreceiro doutores e depois milagros, dons de cura, sucouros, governos e variedades de idiomas ou línguas.
O ponto interessante aqui é que Deus designou estes vários donjos na Igreja para servir, mas vejam que apóstolos ou ministros ou pastores são parte de dons dados à Igreja, dons espirituais à Igreja, para servir a Igreja.
E por isso, diz no versículo 25, do mesmo capítulo, para que não haja divisão no corpo, mas antes tenham os membros igual, cuidado uns, dos outros. Cuidado, um, dos outros. O verbo, a palavra principal aqui, é ter o mesmo cuidado ou igual, cuidado um, dos outros.
Por exemplo, o ministro está a pregar um sermão ou está a dar um aconselhamento. Não é para destruir a pessoa, é para edificar essa pessoa, para edificar a Igreja, para ajudar os irmãos a crescerem. Isto é, tendo cuidado uns dos outros. Igualmente, nós convivemos uns com os outros, de uma maneira, tendo muito cuidado com o que dizemos ou como falamos, para haver um crescimento espiritual entre todos os irmãos. Isto é, para a edificação da Igreja.
Por isso, cuidado uns dos outros, é muito importante, é a maneira crítica de como usar os vários dons que Deus nos dá. E depois, concluindo capítulo 12, no versículo 31, diz, portanto, procurai com o zelo os melhores dons. Sim, procurem com o zelo os melhores dons e são os dons que podem servir mais, os outros. E eu vos mostrarei um caminho mais excelente. Sim, busquem os vários dons para servir os outros, mas eu vou mostrar a vocês um caminho mais excelente, um jeito correto, certo? Uma forma, uma maneira de usar esses dons que é mais excelente. E por isso, antes dele começar a explicar ou escrever a séquedas funções de vários dons, que ele fez isso ou faz isso no capítulo 14, agora Paulo está a descrever aqui no capítulo 13 a maneira mais excelente, a forma mais excelente, a atitude necessária, que é uma atitude de amor, que é a maneira como usar os dons.
E por isso, em todos os cargos, seja na igreja, ou em todos os serviços, ou em todas as convivências, ou em todas as posições que tenham-nos, ou em todos os casos ou situações, devemos de usar os dons espirituais que Deus nos deu, no espírito da mora e cuidado de um com os outros.
Foi o que lemos no versículo 25 de 1º Corinthians capítulo 12. Tenham os membros igual cuidado uns dos outros. Este cuidado, este amor, é o tema deste capítulo 13. Esse é o caminho mais excelente. Vamos então ler o versículo 1 e ainda que eu falasse as línguas dos homens.
Vou falar várias línguas, vários idiomas, e de anjos, mas que eu conseguisse falar idiomas de anjos. E não tivesse amor? Se não tiver cuidado com os irmãos, um com os outros, carinho, seria igual como o metal que soa ou como o sino que tira. Só faz barulho.
Irmãos, temos que buscar o cuidado, a maneira correta de usar os dons espirituais que Deus nos deu. Porque, ao fim de contas, o cuidado dos irmãos deve ser o amor para com os irmãos e as irmãs, está claro, deve ser a nossa meta, o nosso objetivo. Estamos a dizer ou fazer isso de uma maneira que estamos a edificar a outra pessoa, ou que estamos a dizer mal a outra pessoa. Preciso ter muito cuidado com isso, porque, ao fim de contas, essa é a meta do caminho de Deus, porque Deus é amor. No capítulo 14, versículo 1, diz, segui o amor. Se embusquem o amor, o cuidado, esse deve ser o seu objetivo, a sua meta. E procurai, conselho os dons espirituais. Por isso, busquem os vários dons que Deus vos dá, mas especialmente, ou, mas principalmente, o de profetizar.
Isto é falar palavras de Deus, inspiradas por Deus, em corajar outros irmãos, em maneiras positivas, para a glória de Deus e para ir a Ficar à Igreja.
Para ajudar e servir os outros. Essa é a função principal dos dons espirituais que Deus nos dá, para ajudar os outros. Isso, essa função, vamos estudar mais no capítulo 14, no próximo estudo bíblico, mas continuando então, no capítulo 13. Porque, veja aqui que o importante não é fazer barulho, como por exemplo, falar em línguas que as pessoas não entendem, ou mesmo línguas dos anjos. Sim, os anjos têm um idioma, uma língua.
E o ponto aqui de línguas, ou idiomas, falar em idiomas, ou entender idiomas, é mencionado primeiro, porque muitos tinham esse don em corínquio, mas estavam a usar esses dons incorretamente. Estavam tentando impressionar outras pessoas. E assim estavam causando brigas e divisões na igreja, por causa desse egoísmo dos vários dons. Uma pessoa não é nada, eu não sou nada, nós não somos nada. Seja que don espiritual nós tenhamos, se nós não tivermos ou não usarmos esse don com amor cristão. Usando esses dons, seja que o don seja, com o amor com o objetivo de edificar e cuidar os outros irmãos, então esses dons tornam-se eficazes espiritualmente. Vejamos, por exemplo, em 1 João, capítulo 5, versículo 3.
Porque este é o amor de Deus, que guardemos os seus mandamentos e os seus mandamentos não são pesados. O amor de Deus é o que será às leis de Deus. E as leis de Deus são amor. Digamos assim, são dez mandamentos, ou digamos assim, dez rios para conduzir esta água de amor para com os outros e para com Deus. Dez direções de como aplicarmos praticamente o amor. Por exemplo, não matar é amor, mas, como Jesus Cristo explicou, odiar ou dizer mal a uma pessoa é praticamente matar espiritualmente. Então devemos ter cuidado, não dizer mal, não falar mal das outras pessoas. Isso, então, representa amor para com os outros. Mesmo que o outro tenha sido duro ou mal criado para nós, o que nós pensamos que ele tenha sido duro ou mal criado para nós, talvez ele não tenha sido duro ou mal criado para nós, mas na nossa perspectiva estamos a entender isso. Mas mesmo que nós entendamos que essa outra pessoa foi dura ou mal para nós, nós não devemos retribuir o mal com o mal. E por isso não devemos matar espiritualmente. É a mesma coisa que qualquer outro estudés mandamentos de Deus. É lei de amor. Por isso, observar as leis de Deus é como demonstramos o amor de Deus. E nós recebemos também a Romanos capítulo 5, versículo 5. Romanos capítulo 5, versículo 5.
E a esperança não traz confusão, porque o amor de Deus está derramado em nossos corações pelo Espírito Santo, que nos foi dado. Nós recebemos o amor de Deus pelo Espírito Santo de Deus, que nos foi dado. E Deus dá o seu espírito àquelas que obedecem a Ele.
Que é os que só obdianos a Ele. Deus dá o seu espírito. Vejamos também Galatas capítulo 5, versículo 22. Galatas capítulo 5, versículo 22. Mas o fruto do Espírito é amor, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, macidão, tempança. O fruto, o resultado de termos o Espírito de Deus, tem vários resultados e um deles é amor, é o cuidado para os outros.
Então, o que é que o amor de Deus faz, qual que nós venhamos a fazer? O que é que o amor de Deus, o Espírito de Deus, nos ajuda a fazer? Vejam em Atos capítulo 20, Atos capítulo 20, versículo 35.
Tenham-nos mostrado em tudo o que, trabalhando assim, é necessário auxiliar os enfermos e recordar as palavras do Senhor Jesus que disse, mais bem-aventurada coisa é dar do que receber. E, por isso, o amor de Deus faz com que nós estejamos a dar, sésamos generosos. Tenham-nos, por isso, cuidado para os outros e estamos a dar aos outros. Um dos modos de dar é ter cuidado como falamos com eles, para dar a eles boas palavras, palavras positivas e não palavras negativas. Em Tiago capítulo 1, versículo 27, vemos um exemplo do resultado de usarmos o verdadeiro amor, o amor genuino. Vemos aí o resultado que vai causar nas pessoas. Tiago 1, versículo 27, diz, a região pura e imaculada para quando Deus é esta, visitar os órfãos e as viúvas.
E depois estamos a demonstrar amor especial para que com aqueles que são órfãos e viúvas, nas suas dificuldades, nas suas tribulações. E isto é cuidar dos outros, principalmente aqueles que precisam do nosso cuidado, aqueles que, por exemplo, estejam doendo, aqueles que estejam em condições fracas, aqueles que, por exemplo, não têm paz, que são irmãos na igreja, estão sozinhos, não têm amor, não têm amor, não têm amor, irmãos na igreja estão sozinhos, não têm paz, na fé, sim, podem ter paz físicos, mas na fé são os primeiros a virem para a fé e às vezes sentem-se em situações difíceis. E por isso, falar com eles, sofronar a eles, encorajar a eles, isto é, visitar, às vezes não podemos visitar fisicamente, mas podemos visitar telefonicamente, ou mandar uma mensagem a eles, e se podemos fazer. E, além disso, guardar-se incontaminado do mundo. Isto é, não estar a fazer as coisas mundanas deste mundo, não estar contaminado. Isso é o resultado do amor genuino. Ora, na Bíblia fala de, usa três palavras gregas acerca da amor. Na realidade, no grego há quatro palavras que podem ser traduzidas como amor, mas a Bíblia menciona três. Uma é Hp, que é o amor, digamos assim, o amor de Deus, no contexto, sim, a palavra Hp quer dizer amor, e pode ser usada simplesmente no grego normal, como amor, como, olha, eu amo uma maçã, ou coisa assim, pode ser usado nesse contexto. Mas, na Bíblia, a palavra Hp é usada para mencionar ou sublinhar o amor de Deus. A segunda palavra grega, que é usada na Bíblia, que é uma palavra que representa amor também, que significa amor, é a palavra filia, que é amor entre irmãos. Daí vem a palavra filadélfia, que é amor entre irmãos. E depois, há uma terceira palavra, que é usada na Bíblia, ou palavra grega, que é usada na Bíblia, que é stors, que significa um afeto natural, uma afeição natural, ter um amor natural, como para com outras pessoas. Essas são as três palavras gregas usadas na Bíblia, acerca da amor. Como disse, há uma quarta palavra grega acerca da amor, que é a palavra eros, essa não é usada na Bíblia e até hoje em dia há palavras derivadas disso, que está claro, um significado incorreto da amor. Ora, a palavra stors, das três palavras gregas que são usadas na Bíblia, agapi, filha, and stors, a palavra stors é usada em afeto natural, mas há uma usada sem afeto natural, que então é astorgos. É uma palavra grega 794, que vem o oposto a afeto natural, mas que é sem afeto natural. Então, ve-se em segundo timóptil capítulo 3, segundo timóptil capítulo 3, versículo 3. Aí, ve-se o uso dessa simphoração sem afeto natural, segundo timóptil 3, versículo 3. Diz-se, está a falar a sério, que nos últimos dias haverão tempos trabalhosos ou difíceis e, no versículo 3, diz pessoas que sem afeto natural, isto é, sem este amor natural, que é sem afeto natural. Deve existir entre as pessoas, isto é, pessoas que são desafeissoadas. Em Romanos capítulo 1, versículo 31, usa essa mesma palavra também. Romanos 1, versículo 31. Romanos 1, versículo 31. E está a falar acerca das pessoas mundanas, que são pecadores, e, no versículo 31, diz Nessius, enfiei-se nos contratos sem afetão, afeição natural. Isto é, sem afeto natural, sem afetão natural. Por isso está aqui a ver-se, sem esse amor natural. As vezes, é traduzida com pessoas que não perdoam, simplesmente não perdoam, ou pessoas desafeissoadas, ou pessoas que são irreconciliáveis, porque não têm este afeto natural para perdoar. Isto acontece com, hoje em dia, na sociedade, pessoas que abusam das crianças, ou homens que abusam a sua esposa, não têm este afeto natural. Bem, vamos continuar, então, a ler em 1 Coríntios 13, versículo 2. Primeiro Coríntios 13, versículo 3.
E ainda que distribuísse toda a minha fortuna para o sustento dos pobres, e ainda que entregar-se o meu corpo para ser queimado, e não tivesse amor, nada disso me aproveitaria. Dar tudo o que tenho, ou ser queimado vivo, isso não significa que uma pessoa tem o amor genuino de Deus e carinho pelos outros. Parece estranho, parece difícil para entender, que dar tudo aos pobres, ou ser queimado vivo, uma pessoa que faça isso, não tem amor divino. Mas muitas vezes pode ser que esses atos sejam atos de fanatismo, e isso não são doms de Deus. Por exemplo, qual é a motivação, a intenção, o coração, a razão no coração, a motivação de fazerem coisas desse género, para dar tudo aos pobres, ou morrer como o mártir? A intenção foi de ter carinho e cuidado para os outros?
Para Deus, o motivo, a motivação, por que a pessoa faz uma coisa? É crítico. Por que faz isso? Ou por que diz isso? Qual é a intenção ou a motivação no coração? Houve pessoas, os anos, pessoas que morreram, por exemplo, com mártires nas cruzadas da Antiquidade, ou cruzeiros que mataram milhares de cristãos na Turquia. Mas isso não era amor, não era amor de Deus. É possível ser um mártir e acreditar que tens grande coragem. É possível fazer grandes obras, grandes obras boas, ou boas obras. Mas é possível fazer isso com o motivo errado, com a motivação errata. E por isso, a motivação, por que uma pessoa faz isso? O que está no coração dessa pessoa? Isso é importante para Deus. Ora, amor, amor, amor divino, amor H.P., é uma palavra de ação. Não é simplesmente um pensamento ou um sentimento. Você diz, olha, tão bonito o amor, tão bonito, alguma coisa assim. Mas é uma ação, é agir, é fazer. Vamos agora ler no versículo 4, versículo 7. No versículo 4, versículo 7, vemos aqui uma lista de, digamos assim, para nós nos auto-examinarmos. Uma lista de, digamos assim, auto-examinação espiritual, ou de verificação espiritual. Preguntando, como estão atuando? Aqui vemos como ele deveria estar vivendo em prática. O caminho, o caminho de Cristo, como tratar os outros, como pensar nos outros. E por isso, o amor divino é sofridor, é paciente, sofre por bastante tempo, é benigno, é bondoso. O amor divino não é envejoso, não cubissa, não tem ciúmes, não despreza pessoas que têm isto ou aquilo, não se vangloria, não sou melhor, não sou melhor porque eu sou pobre. Sim, eu já vi pessoas que dizem, olha, é importante ser humilde, e por isso é importante ser pobre, porque se eu for pobre, sou mais humilde. Irmão, ser pobre não significa necessariamente que é mais humilde. Depois diz, o amor não trata com leviedade, isto é, com indescrição. Olha o que eu fiz, não está a comparar com outras pessoas, não se superbece, não se orgulha, mas é humilde. E isso é absolutamente fundamental. Uma pessoa gosta de ser o centro das atenções. Como é que a pessoa se faz o centro da atenção? Olha, pode ser de que quer falar, falar, falar, para que todas as pessoas estarem a ouvir ele ou ela. Pode ser da maneira de se vestir, para chamar a atenção, para as pessoas olharem para ele ou para ela. Por exemplo, usar coisas que chamam a atenção. Ora, usar, por exemplo, um colar ou um brinco, não é necessariamente errado, mas se isso está de uma maneira que é feita para chamar a atenção a mim, então, talvez, essa motivação não seja errada, não seja correta, seja errada. E a mesma coisa a falar. Estamos a falar acerca de mim e eu fiz isto, e eu fiz aquilo, e eu e o meu filho, e a minha filha, e o meu neto, e eu, e eu, e eu. O centro da atenção, ou estamos a querer saber acerca do outro e cuidar do outro. Por isso, é preciso ter muito cuidado com o orgulho. O orgulho que, durante os dias de paisásmãos, é, nós fazemos essa semelhança ao fermento para elevar. O orgulho é um grande destruidor de relacionamentos. É um grande destruidor de relacionamentos. Versículo 5. O verdadeiro amor não se porta com indiscência. Não se comporta de uma maneira que seja rude, não se, não afende. Tem tato, como fala com outra pessoa. Diz algo para ajudar. Toma sempre o benefício da dúvida. Olha, ele fez isso por causa daquilo, ou ela fez isso por causa daquilo. Dá o benefício da dúvida. Está a ver o ponto de vista do outro.
Por isso é o que diz, não busca os seus interesses. Não se irrita. Ou não se irrita facilmente. Ficamos irritados facilmente. Ficamos perturbados. Ficamos com raiva facilmente. Isto sai de repente com raiva.
E não é, não é amor de Deus.
Não se irrita. E depois diz, não suspeita mal. Então, uma pessoa, por exemplo, está a pensar mal, pensa mal do outro, com pensamentos malignos, como lemos em Genesis capítulo 6, versículo 5, que é humanidade. Antes do dilúvio, tudo que pensavam era maldade. Nós precisamos ter um novo coração e uma novamente, com o Espírito de santa Deus. Versículo 6 diz, não folga com a injustiça. O verdadeiro amor de Deus é uma pessoa que não fica alegre com a injustiça deste mundo. Não fica feliz quando vê outras pessoas pecarem. É uma pessoa que é repugnante ao pecado. E hoje, na sociedade, a sociedade está cheia de pecado. A sociedade de música, a sociedade de filmes está cheia de pecado.
E por isso diz, não se folga com a injustiça.
Há outras pessoas que querem benções, mas não querem as consequências do pecado. Por isso, não se engana. Não esteja a aprovar o pecado.
E não conte aos outros os pecados dos outros.
Este, tengamos assim, às vezes, a maneira que nós pensamos, ou deduzimos certas coisas e criamos uma forma de sermos. Fufoca. Às vezes, pode ser que nem tenha sido um bocado do outro. Mas é facilmente, nós começamos a dizer, olha, ele disse, ou ela disse isto.
Como é que você sabe que ele disse isso, ou ela disse isso? Por você não ouvir ou ela falar, por exemplo, você está a fabricar uma história, uma fufoca. Por isso é que, lembramos aqui, no versículo 6. Não folga com injustiça, não injustiça, mas folga com a verdade. Se alegra com a verdade. O versículo 7. Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo se porta. Suporta todas as coisas, acredita em todas as coisas, acredita no melhor. Espera todas as coisas, suporta todas as coisas. Isso é o amor de Deus. Então, vejamos agora no versículo 8. O amor nunca falha. O amor nunca falha.
Vejamos aqui, há três palavras gregas usadas aqui, que têm a ver com, digamos assim, falhar ou aniquilar ou cessar. Veja aqui, o amor nunca falha, mas havendo profecias serão aniquiladas. Há vendo línguas, cessarão. Vemos aqui três palavras. O amor nunca falha, primeira palavra. Há vendo profecias serão aniquiladas, esta segunda palavra. Há vendo línguas, cessarão. Terceira palavra. Mas o amor continua sempre. O amor persevera sempre. Ora, as profecias, diz aqui, serão aniquiladas, ou desaparecerão.
A primeira palavra que eu disse é o amor nunca falha. A segunda palavra é que as profecias desaparecerão. A palavra desaparecer, a palavra grega, é a palavra catargo. Grego 26,73. A palavra diferente do que a palavra, é onde diz o amor nunca falha, que é a palavra grega equíptico, que é 1,601. Por isso o amor nunca falha, nunca cai por fora, nunca se afaste do curso, nunca se torna eficiente, continuará sempre. Mas as profecias desaparecerão, serão aniquiladas, se tornarão inativas, inoperantes, sem valor. Por quê? Porque depois das profecias terem acontecido, já terão passado. Não serão mais eficazes, porque as profecias já aconteceram e por isso agora as profecias são inativas. Por exemplo, 10 mil anos daqui adiante, no futuro, as profecias sobre o milênio se serão. As profecias sobre a primeira resolução terminarão. Por quê? Porque já aconteceu, por isso as profecias serão aniquiladas. Depois diz-me, havendo línguas se serão, as línguas, os idiomas, vão cessar. Essa é a terceira palavra grega, pao ó, grego 3 9 7 3, vai deixar de haver várias línguas.
Vai deixar de haver várias línguas, vários idiomas. E depois diz, havendo conhecimento ou ciência, desaparecerá. A palavra aqui de desaparecer, é a mesma palavra que é usada acerca das profecias. Mesma palavra grega, as profecias serão aniquiladas, ou desaparecerão. A palavra é cartargio, aqui na ciência. É a mesma palavra grega, essa segunda palavra grega, 26 73, cartargio. Por exemplo, os colégios, escolas, colégios do exército vão desaparecer no mundo da manhã.
Tal como as profecias, essas colégios de exército vão se tornar simplesmente parte da história. Por isso a ciência, o conhecimento, se tornará não mais eficaz. Ora, como é isso? Como é possível que a ciência e o conhecimento se vai tornar do modo que não é mais eficaz?
Ora, o versículo 9 e 10 explica como é isso. Como é isso? O versículo 9 e 10 explica. Vigemos, então, vamos ler o versículo 9 e 10. Porque em parte, conhecemos e em parte profetizamos. Mas quando vier o que é perfeito, então o que é em parte será aniquilado. Por isso estamos a ver aqui que as profecias e o conhecimento estão a usar a mesma palavra, conhecimento e profetizar, neste caso de falar, de dizer profecias.
Porque é a mesma palavra e aqui está a explicar como é que vão ser, como diz aqui, aniquilados, o que vão ser, vão cessar. Por que? É porque quando o nosso conhecimento vier a ser o que é perfeito, o que é em parte será aniquilado. É o disminuícido 10. Quando o nosso conhecimento vai ficar desatualizado, quando entrarmos numa dimensão espiritual, quando nós viermos a ser seres espirituais, o nosso conhecimento vai ser ao nível espiritual. E por isso vai ser um conhecimento diferente. Eu e nós podemos falar acerca de como ser pessoas espirituais, seres espirituais, mas não sabemos bem até nós viermos a ser o que é perfeito. É o que diz no versículo 10. Quando vier o que é perfeito, então o que é em parte será aniquilado.
Por exemplo, nós não sabemos bem como Cristo se parece. Sim, podemos ler na Bíblia e podemos ter uma ideia, mas não o vemos como Ele é. Quando nós viermos a ser seres espirituais, vamos vê-lo como Ele é. Então, isso vai ser uma dimensão nova, um conhecimento novo, uma dimensão de conhecimento espiritual diferente do que temos hoje em dia. E por isso, o nosso conhecimento físico vai ser aniquilado, porque vamos conhecer as coisas de maneira correta. Por exemplo, hoje podemos falar, olha, há certos ejos, que são querubins, têm quatro faças e quatro ou seis asas, mas não conseguimos entender isso, porque não somos seres espirituais. Mas quando viermos a ser seres espirituais, vamos entender isso. Vamos entender a dinâmica de como o universo se mantém em ordem pelo que Deus está a fazer. Isso vai ser uma dimensão de conhecimento muito maior do que temos hoje, de uma maneira física. Versículo 11. Quando eu era menino, falava como menino, sentia como menino, pensava como menino, mas agora que cheguei a ser homem, acabei com as coisas menino. E por isso, temos uma consciência maior, um entendimento maior das coisas, um entendimento que tínhamos foi aniquilado, se sou. Versículo 12. Por agora vemos, por espelho, a enigma, mas então veremos face a face. Agora conheço, em parte, mas então conhecerei como também sou conhecido. Entendemos as coisas espirituais como através de óculos embaçados, óculos sujos, não vemos bem, temos de limpar os óculos. A nossa maneira de ver as coisas, é como se, por exemplo, tivessemos cataratas, não vemos bem. Mas quando nós viermos a ser seres espirituais, vamos ver o mundo espiritual cara a cara. Por isso diz-te, então veremos face a face, veremos Deus, veremos os Cristo, cara a cara, porque vamos ser seres espirituais. Teremos também um corpo espiritual e um momento espiritual. E então realmente saberemos coisas a um nível muito mais completo. Por isso a sabedoria que temos hoje em dia não vai ser nada. Por isso é que o conhecimento, a sabedoria que temos hoje vai desaparecer. Catargyó. Assim, o nosso conhecimento atual que temos hoje se vai terminar inoperante, não mais eficaz. Vai ficar, digamos assim, desaparecido. Catargyó. Versículo 13. Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor. Vem, há estes atributos. Precisa-nos ter fé. Precisa-nos ter esperança e precisamos ter amor. Mas destes, digamos assim, atributos espirituais que precisamos ter, o maior destes é o amor. Neste caminho mais excelente, a que referiu-se, no versículo 31, do capítulo 12, eu vos mostrarei um caminho mais excelente, uma maneira mais excelente, uma maneira mais excelente de como usar os dons espirituais. Devemos desejar dons espirituais. Isso é o que lemos no versículo 1, capítulo 14. Procurar com zelo dons espirituais. Para quê? Para servir, para servir os outros. Mas, por isso, é o main, principalmente, para profetizar. Isto é, para falar as palavras de Deus, inspiradas por Deus, para ajudar os outros, para edificar os irmãos, para dar glória a Deus. Essa é a função de dons que vamos abordar no próximo estudo bíblico.
Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).