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Fala de misunderstood L作 Bom, deobotar, queridos irmãos, aqui é Jorge Campos, falando-vos da Sansanete. Por que é que o amor de Deus é uma característica tão importante para todos nós como cristãos? Vejam então, como se faz chevona, em 1 Coríntios capítulo 13 e começando no versículo 1, 1 Coríntios 13, versículo 1, diz aqui, ainda que eu falo as línguas dos homens e dos anjos, se não tiver amor, serei como bronze que soa ou como símbolo que retina. Ainda que eu tenho o dom de profecizarei, conheça todos os mistérios e toda a ciência, ainda que eu tenha também a fé, a ponto de transportar montes, se não tiver amor, nada serei.
Ele então descreve aqui que o amor, se não tivermos amor, não somos nada. No versículo 3 diz assim, ainda que eu distribuo todos os meus bens entre os pobres, ainda que eu entrego o meu próprio corpo para ser queimado, se não tiver amor, nada disso me aproveitará. O amor é assim, extremamente importante, o amor agápida a Deus. E depois, ele dá atributos deste amor, no versículo 4 a versículo 6, esses atributos dos quais eu nós cobrimos nos sermões prévios, acerca deste tema de grande importância, que é vital para todo o cristão.
Agora então, a partir do versículo 7, até ao fim do capítulo, Paulo agora deseja concluir esta discussão, esta explicação acerca da importância do amor de Deus, comparando este dom do Espírito de Deus com outros domes do Espírito de Deus. E por isso hoje vamos falar acerca desse específico ponto, ponto que isto é o que acontece na nossa vida quando temos estes atributos do amor de Deus. O que acontece na nossa vida quando temos estes atributos do amor de Deus?
E aqui se vê no versículo 7, o que Paulo diz, o que acontece na nossa vida quando temos estes atributos. Pois diz, a pessoa com este amor de Deus tudo sofre, tudo crê, tudo espera e tudo suporta. Uma pessoa com estes atributos está pronto a sofrer pelos outros, a sofrer pelos outros, porque tem este amor agápida de Deus. A pessoa que tem este amor agápida de Deus, tudo crê, acredita em tudo, sim, em tudo, que seja de Deus.
Acredita em tudo. Isto é, confia em Deus, tem fé de Deus, acredita em tudo de Deus. Fé de Deus, tem esta fé. Tudo espera, sim, tem esperança. Está claro? Esperança é uma parte importante na nossa vida humana, mas tem esperança nas coisas de Deus. E tudo suporta, sim, está disposto a perseverar até ao fim, porque são chamados, eleitos e fieis, como se lê em Apocalipse 17-14, por isso é uma pessoa que está disposta a perseverar até ao fim. Por isso está a dizer que os que têm estes atributos do amor agápida de Deus, acontece esta pessoa que tem um sofrimento, preparado a sofrer, já preparado a acreditar em tudo de Deus, que é um dom de Deus, que é a fé de Deus.
E que tem esta esperança, esperança de Deus, que é outro dom. E depois continua, no versículo 8, o amor jamais acaba. O amor nunca acaba, nunca falha, permanece sempre, não falha. Mas a vendo profecias desaparecerão, a vendo línguas se serão, a vendo ciência passará. Mas o amor de Deus não passa, porque em parte conhecemos e em parte profetizamos. Sim, está a dizer que a pessoa com amor, a gápa de Deus, com estes atributos, tudo querê, tudo espera, tudo sofre, tudo suporta, tem fé, tem esperança, está a preparar a sofrer e a perseverar até o fim.
E depois, mas diz que, destes doms, o amor não acaba. Sim, há certos doms, como as línguas, há certos doms, como as profecias, há certos doms, como a ciência. Há certos... Esses doms acabam. Essas coisas são temporárias e continuam a lentar no versículo 9, porque em parte conhecemos e em parte profetizamos. Diz assim, porque sabemos coisas em parte, não sabemos tudo. Não, não sabemos tudo, principalmente as coisas de Deus, não sabemos tudo, tudo. Às vezes, as pessoas perguntam como é isto possível, como é? E, às vezes, temos que dizer, não sei. Sabe as pessoas dizem, ah, mas como é que o ministro pode dizer, não sei?
Não devia ter dito isso. Querias irmãos, não podemos mentir. Há certas coisas, certos segredos, que pretencem a Deus. Podem ler, é o deuturo nome, 29, 99, 29, que diz, as coisas em cobertas pretencem ao Senhor nosso Deus. Há certos segredos, que pretencem ao Deus. A gente pode ler, que diz, as coisas em cobertas pretencem ao Senhor nosso Deus. Há certos segredos, que pretencem ao Deus. E que não nos foram dados a nós. Por exemplo, o dia em que Jesus Cristo voltará à terra, a segunda vinda de Cristo.
Ninguém sabe, nem os anjos do céu, mas só o Pai. Querias irmãos, certas coisas que só conhecemos em parte. E principalmente, como pessoas físicas, muitas coisas que só conhecemos em parte. Mas quando venhamos a conhecer estas coisas completamente, então essa ciência já acabou. Quando viemos, quando as profecias tiverem sido completadas, já não há mais profecias, porque já foram completadas.
Continuando a gente, a gente tem que ver, que a gente tem que ver, que a gente tem que ver, que a gente tem que ver, que a gente tem que ver, que as profecias foram completadas. Continuando então, no versículo 10. Quando porém vier, o que é perfeito, então o que é em parte será aniquilado. Quem é o que é perfeito? É su Cristo. Quando o su Cristo vier, e ele é o perfeito, quando o su Cristo vier, então o que é em parte será aniquilado. Quando o su Cristo vier, ele então dará tudo de volta ao Pai. Ele aperfeiçoará tudo, e não haverá necessidade de muitas coisas.
Muitas coisas, então, acabarão, de ser necessárias. Imaginem, por exemplo, depois do milênio, na nova terra e no novo céu, já não se falará que as pessoas precisam de se arrepender. Por quê? Ou todos terão arrependido, ou não se arrependerão. Desse período, na nova terra e no novo céu, para a lei do milênio, já não se falará mais que as pessoas precisam ser atrapunidas, porque já estarão convertidos e já serão seres espirituais.
Nesse período, do novo céu e da nova terra, quando se lei-se em Apocalipse 21 e 22, será depois do Lago do Fogo. Então, o Lago do Fogo já terá passado, porque tudo foi aperfeiçoado.
Vemos aqui, por isso, que, quando Jesus Cristo vier e julgar a terra e acabar com esse processo, e então entregar tudo ao Deus Pai, as coisas vão ser aperfeiçoadas, e, por isso, estará aperfeiçoadas, e o que será, em parte, é aniquilado, porque então conheceremos as coisas de uma maneira completa. Então, agora aqui, no versículo 11, no versículo 11 dá-nos um princípio muito importante para aprendermos. Um princípio aqui muito importante para aprendermos, que é o seguinte. O que é o H.P., o amor de Deus, que, ao fim de contas, é a maturidade cristã. É o caráter de Deus em nós, e, por isso, quando temos o H.P. de Deus, somos pessoas maduras, é a maturidade cristã.
Cris irmãos, hoje em dia, quando somos batizados e começamos a andar no caminho de Deus, isso é simplesmente o primeiro grau, o primeiro passo. Digamos assim, o primeiro grau universitário. É o primeiro grau, pois a gente tem que ir para o segundo e para o terceiro, é o primeiro grau, é o primeiro passo. Cris irmãos, nós fomos chamados para crescermos como filhos e filhas de Deus. O batismo é só o primeiro passo. Ao descer aos dez mandamentos na letra, é só o primeiro passo, é só o primeiro grau. Por exemplo, não devemos matar. Isso é só o primeiro grau no cristianismo. Quer dizer que agora já passamos o primeiro grau, vamos para o segundo e para o terceiro, vamos para a perfeição, podemos agora matar? Está claro que não. Mas instrução. Não mateus, é o primeiro grau. É o primeiro passo, são coisas básicas. Aprendemos não mintas. Isso é o primeiro grau. Aprendemos não robes. Isso é o primeiro grau. Aprendemos guarda o sábado. Isso é o primeiro grau. Aprendemos não tenhas ídolos. Isso é o primeiro grau. Cris irmãos, em outras palavras, é uma rampa de lançamento. É o primeiro grau, é uma rampa de lançamento no crescimento cristão. É um ponto inicial, um ponto de começo.
É básico. É básico. Para daí, adiante, podermos amadurecer. Podermos crescer. Na maturidade cristã. Se adoras ídolos, por exemplo, não podes crescer no amor de Deus.
Por isso, a letra dos dez mandamentos é a rampa de lançamento para a maturidade. Para sermos maduros. E por isso vejam, e como ele explica isso, no versículo 11, quando eu era menino, falava como menino, sentia como menino, pensava como menino. Assim, quando nós somos uma criança, pensámos como crianças. Sentíamos como crianças, falávamos como crianças. Mas quando chegéssemos a ser um homem, chegéssemos a ser um adulto, desistia de fazer as próprias coisas das crianças.
Através deste exemplo, Paulo aqui está a explicar como é que estes dons acabam. Deixe-me explicar de outra maneira. Paulo pensava que ele sabia o que era o cristianismo, o que era ser um verdadeiro seguidor de Deus, quando ele era um fariseu. Mas ele teve que aprender a deitar muita coisa fora, como se fosse lixo, quando foi chamado por Deus. Ele ensinou a seguir o caminho, de seguir Cristo. Mas tudo o que Paulo tinha aprendido como fariseu, não era mal. Muitas coisas que ele aprendeu como fariseu, ele ensinou depois. Estão nas escrituras. Ele ensinou os 10 mandamentos. Ele observou os dias Santos de Deus, como se vê, nos atos dos apóstolos, e vê-se em Coríntios, e em vários outros sitios que ele observou, os dias Santos de Deus. Mas foi uma rampa, digamos assim, de lançamento para a maduridade. Certos dons eram do passado quando vamos ser ser espirituais, certos dons vão acabar. E conforme ele mudou de ser um fariseu para ser um cristão, também teve que acabar com certas coisas e mudar a sua vida. Vê-se aqui uma dualidade, digamos assim.
Sim, Paulo entendeu e muitos de nós precisamos entender que quando começamos no caminho cristão a obter às leis de Deus e a viver de uma maneira nova, isto é só o primeiro grau. Como cristãos, quando começamos... éramos cristãos, digamos assim, como o mundo se chama, vivimos no mundo como se fossemos cristãos, começamos a conhecer a verdade de Deus. Começamos a entender o que a Bíblia diz aqui bem claro e começamos a querer viver de acordo com o que a Bíblia diz. Então, começamos a ver que o que sabíamos, o que as religiões cristãs à volta de Molo a hoje em dia predicam, não está certo. E que temos deitar-me das coisas fora, que Paulo teve deitar fora, que eram lixo, muitos ensinamentos falsos, muitas ideias falsas têm de deitar fora. E que, então, começar no primeiro grau, como Paulo, quando saiu de Fariseu, para ser um verdadeiro cristão, teve de começar no primeiro grau.
Queres irmãos, uma vez que começamos a aprender a verdade, aprender-o e a praticar os 10 mandamentos, começamos a praticar e a obtecer ao sábado, de acordo com as instruções da Bíblia. Isto é de sexta-feira à noite, ao pôr do sol, até ao sábado, ao pôr do sol. Quando começamos a observar e a praticar, como a Bíblia diz, e obtecer e aguardar os dias santos, quando começamos a arrepender-nos de facto o que fizemos, mas também do que somos, e começamos a viver uma vida nova, e queremos que o Ministro de Deus, não é uma pessoa qualquer, que se diz, ah, eu agora sou o Ministro, tem que ser o Ministro de Deus, que o batize para dentro da família do corpo, de Jesus Cristo, da família de Deus. Então, começamos, uma vida nova, no primeiro grau. Começamos a aprender e a viver, e vemos que temos que crescer muito. E então, começamos a aprender que não andamos mais como menino, mas estamos a andar agora, precisamos andar agora como homens cristãos, é uma maduridade cristã, ser uma pessoa madura. Então, vamos saltar agora o versículo 12, porque quero ir ao versículo 12 um bocadinho mais tarde, e vamos, então, agora ler o versículo 13. Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, esses três, porém a maior deles é o amor. Está a falar aqui a certos donos. Como vimos, certos donos vão acabar. Certos donos vão acabar, porque quando os Cristo vier, como lemos no versículo 10, quando os Cristo vier, as coisas são aperfeiçoadas, vão ser resucitados, vão ser mudados, vão ser seres espirituais, vamos ver as coisas como de facto são, e, então, quando os Cristo vier, ao fim do reino dele, aquele milênio, certas coisas, certas profecias, terão sido cumpridas, e, então, esses donos de profecias, esses donos de ciências, de línguas, e isso tudo, vai cessar, vão todos falar a mesma língua, não vai haver necessidade de haver várias línguas, não vai haver necessidade de conhecerem as certas profecias, porque as profecias já terão sido cumpridas. E, por isso, essas coisas terão acabado. E, assim, agora permanecem. Isto é, não acabam. Os donos que não acabam são os donos da fé, da esperança e do amor, a gapa e de Deus. Esses donos não acabam. Esses três, porém maior desses, é o amor.
Entendemos? Primeiro, esses não acabam. Profecias, como vemos outros donos, que falam aqui, por exemplo, línguas, profetizar, esses acabam. Mas a fé, a esperança e o amor de Deus não acabam. Esses permanecem.
Em segundo lugar, também aqui, diz que o amor desses três é o maior. O amor, o amor e a gapa e de Deus é o maior.
Sermos pessoas podem perguntar, então, a fé não é o maior? Até as religiões dizem, tudo o que precisas para ser salvo é ter fé. Ora, se tudo o que precisas para ser salvo é ter fé, então a fé é o maior.
Na verdade, precisamos ter fé. Mas como Tiago diz, a fé sem obras é a morta. Precisamos ter fé, sim, mas o maior é o amor e a gapa e de Deus. Por que? Porque é que o amor e a gapa e de Deus é o maior desses três dons que não falham, que permanecem?
É porque a fé, a esperança e o amor formam algo. Não é que possas ter amor sem fé e sem esperança, mas a pergunta é, o que é que formam? A fé, esperança e o amor formam o que? Esses três, digamos assim, dons formam um cristão maduro. Aqui está, por isso, a demonstrar um ponto importante. Então, para entendermos isto melhor, agora, eu quero, com vosca, ajudar um pouco, através, digamos assim, de uma visão, de ver aqui as escrituras bíblicas, vamos ver o componente básico de fé, no contexto de 1.43, e vamos ver o componente básico da esperança, também no contexto de 1.43, e, pois, vamos ver como o amor agápide Deus se encaixa com estes dois, para formar este cristão maduro.
E, então, vamos ver porque Paulo diz que o amor agápide Deus é maior que os outros dois. E, para então, vamos começar à cerca da fé, e está claro para ver a cerca da fé, vamos ao capítulo da fé, que é Ibreus capítulo 11, que é o capítulo da fé, na Bíblia, e vamos ver primeiro a definição bíblica da fé. A fé, versículo 1, Ibreus 11, versículo 1. A fé é a certeza de coisas que se esperam, a convicção de fatos que se não veem. A fé é a certeza, é a realidade. E diz, é a realidade de coisas que se esperam, a convicção de fatos que se não veem, que não vemos. A fé, a realidade, é a certeza, e por definição, é algo que não se vê. É algo que não se vê. Por exemplo, eu tenho fé que hoje, mais tarde, vou para o carro e vou para casa. Tenho fé nisso. Acredito que vou fazer isso. Mas só será uma realidade quando eu o tiver feito. Não é? Você também tem fé que vai fazer isto aquilo, ainda hoje, mas isso só será uma realidade quando você o tiver completado. Mas a fé, em Deus, é uma realidade. Fé é algo que não se vê, mas quando é completado, então já não precisamos de fé. Por exemplo, você está à doente. Aproxima-se do ministro, com a instrução bíblica diz e pede para uma oração e pede a Deus para o sarar. Você está claro, faz a sua parte. Horas e tens fé e depois de serado, e que já estás de boa saúde, já não tens fé que vai ser serado, porque isso já aconteceu. Já estás serado. Já não tens fé nisso, pois já aconteceu. Fé é antes do que aconteceu. Mas, por outro lado, fé em Deus é realidade. Por exemplo, acreditas que Deus criou o universo.
Estivesse lá a ver? Não. Não estávais lá. Não viste. Mas, acreditas que Deus criou o universo e o mundo e criou o que existe, porque tens fé. Não viste a fazer isso, mas tens fé que eu fiz. Por outro lado, as pessoas que acreditam na evolução, os evolucionistas, também não estavam lá. Mas, eles acreditam na evolução. Por isso, o que eles pensam, a evolução, é uma fé para eles. É uma fé, é uma religião. Aqueles que acreditam na evolução têm uma fé que eles acreditam. É verdade. É uma religião para eles. Fé é acreditar, mas a fé em Deus não é só acreditar. É uma realidade, é porque é real, é fato. Deus não falha. É como se já tivesse acontecido ou já aconteceu. É realidade. Então, explica aqui, por exemplo, no versículo 6, de Hebreus capítulo 11, de fato, sem fé, é impossível agradar a Deus.
Porquanto, é necessário que aquele que se aproxima de Deus, seja a Creia, que Ele existe e que se torna galoador dos que o buscam. Aqui três coisas, três componentes da fé. Primeiro, acredita que Deus existe. Isto é fé. Diz aqui, Creia que Ele existe, acredita que Deus existe. Depois, acredita que Deus é o galoador, é o que recompensa. Diz, Ele existe e que se torna galoador dos que o buscam. E terceiro, precisamos de buscar. Precisamos de buscar.
Buscar Deus, diligentemente. Três componentes aqui da fé. Vejam, então, aqui, continuando a ler no versículo 7. Pela fé, não é divinamente instruída a cerca de acontecimentos que ainda não se viam, incendo-temente a Deus, aparelhou uma arca para a salvação de sua casa, pela qual condonou o mundo e se tornou herdeiro da justiça que vem da fé. Aqui está um exemplo da fé. Não é, quando foi dito por Deus para construir a arca, a fé Dele fez com que Ele fizesse a arca, produziu obras. Quando Deus lhe disse para fazer uma coisa, acreditou em Deus e fez o que Deus disse a Ele para fazer. A fé produziu algo, produziu a arca.
Se ele não tivesse feito a arca, que valor teria sido a fé?
Então, vejam, por exemplo, também, no versículo 8, outro exemplo da fé. Abraão, pela fé abraão, quanto chamado obedeceu? Pela fé! De fé! O resultado da fé é audiência, tal como o não é. O resultado da fé obedeceu e fez a arca. Abraão, resultado da fé obedeceu. Obedeceu. E, a fim de ir para um lugar que devia-lo saber por irasa, e partiu sem saber a um dia. Não sabia onde Deus o ia levar. Muitos de nós, às vezes, também não sabemos onde Deus nos leva. Mas aqui o exemplo. Abraão, obedeceu.
Pela fé. Não por terror de Deus, obedeceu porque tinha terror de Deus, não. Abraão, obedeceu porque tinha fé. E a fé produziu audiência. Respeito. Vejam também, então, aqui, no versículo 9, 11. Pela fé, pela fé pregrinou na terra da promessa, como em terra alheia, habitando entendas com Isaac e Jacó, herdeiros com ele da mesma promessa. A fé, pela fé, que tem fundamentos da qual Deus é o arquiteto e o defigador. E outro exemplo, por ciclo 11. Pela fé, também a própria Sarah. Recebeu poder para ser mãe, não obstante avançado de sua idade. Pois teve, por fiel, aquele que lhe havia feito a promessa. A Sarah.
Por que a Sarah teve um bebê, quando era impossível para ela ter um bebê? Por causa da sua idade avançada, já tinha passado, aqueles períodos em que podia ter bebê, era impossível. Por que teve um bebê quando não podia ter bebê? Porque considerou Deus ser suficientemente forte, suficientemente poderoso, suficientemente honesto, para fazer o que disse que faria. E por isso acreditou em Deus, embora se tivesse rido primeiro, mas depois, acreditou em Deus, e por causa da fé, teve um bebê. Acreditou que Deus era capaz de o fazer. Teve fé em Deus. Não foi fé em ela, não foi o poder dela, foi fé em Deus. E por isso disse, eu tenho fé que Deus vai fazer isso.
Que dizir, irmãos? A fé é significativa quanto ao que você tem fé em.
Isto é. A fé depende do que você tem fé em.
Se eu tenho fé na minha própria fé, por exemplo, então a minha fé é só tão forte como a minha fé.
Vocês já ouviram dizer que pessoas dizerem que têm fé na fé deles. Por exemplo, pessoas dizem, eu tenho fé que Deus fará isto por causa da minha fé.
Neste caso, é a fé de você. É na sua fé.
Isto quer dizer, então, nesse caso, se a pessoa diz, eu tenho fé que Deus fará isso por causa da minha fé, por isso, por causa da minha fé, então isto quer dizer que a sua fé só é tão forte quanto você é.
Mas se a sua fé, se a fé de você é em Deus, então a sua fé é tão forte quanto Deus é. E por isso, em quem é que temos fé? Tenho fé na minha fé? Não. Tenho fé em Deus. A Sara considerou Deus capaz de fazer o que ela não podia fazer, mas Deus o fez. E por isso teve fé que Deus era suficientemente forte, pudroso e fiel de o fazer. Então vejam, por exemplo, aqui, no versículo 17. Pela fé, Abraão, quando posta à prova, ofereceu Isaac. Estava mesmo para sacrificar o seu unigénito, aquele que acolheu alegremente as promessas. A quem se tinha dito, em Isaac será chamada à tua descendência.
O que isso quer dizer? Entendes? O que isso quer dizer? Deus tinha prometido, a Abraão, que em Isaac será chamada à tua descendência. Deus tinha prometido a Abraão, que os descendentes dele, os netos dele, seriam através de Isaac.
A descendência.
Ele queria que estivesse descendentes através de Isaac.
E então, ao mesmo tempo, Deus disse, vai e mata o Isaac.
Compreende? A tua descendência será por Isaac. Serão filhos de Isaac. Isaac vai ter filhos. Mas, agora vai e mata Isaac.
Agora, lê-se aqui, e em outros trechos bíblicos, que Abraão só poderia entender isso de uma maneira. E a maneira é que, Deus ia ressuscitar Isaac.
Porque Deus não mentia, e Deus não mente, Deus não mentiria. E, embora isso não fosse lógico, e por isso, quando Ele levantou a mão com a faca, para matar o Isaac, acreditou que Isaac ia ter filhos. Consegues imaginar essa situação?
Imagine, pensem, estava ali o Abraão a matar Isaac. E Abraão disse a Isaac, Deus te ressuscitará filho. O ainda mais surpreendente é que Isaac não notou, se submeteu e deixou-se, porque lembrem-se, o Isaac tinha, talvez entre, digamos, 17 a 35 anos. Díamos assim, tinha cerca de, a volta dos 20 anos, alguns dezenove anos, 20 anos, alguns entre nos 20 anos, 17 a 35 pelo menos. E Abraão, tinha mais de 100 anos de idade.
Então, está aqui um velhote, não como e da força, a ir matar um jovem cheio de força com essa idade, ver se Isaac se submeteu também.
Queria dizer, irmãos, isto é fé. É uma fé vivente.
É uma fé vivente.
Vamos, então, ler também aqui, no versículo 13. Todos estes morreram na fé, sem ter obtido as promessas. Vemos aqui o Abraão, vimos o Noé, vimos a Sara, vimos o Isaac. Todos estes morreram, sem ter obtido as promessas.
Vendo-os porém de longe e saudando-as, ou como está na almaela revista e corurgida, e creando e abraçando-os, acreditaram e as abraçaram.
E confessando que eram estrangeiros e pregrinos sobre a terra, vence aqui que que se agarraram ela, porque os que falam deste modo manifestam estar procurando uma pátria, e, se na verdade se lembrassem daquela de onde saíram, teriam oportunidade de voltar, mas agora aspiram uma pátria superior, isto é, celestial, o reino de Deus. Por isso Deus não se envergonha a Deus.
Deus envergonha-se-te, e de mim, Deus não se envergonhou a Deus.
Deus não se envergonha a te chamar certas pessoas, meu filho e minha filha.
E, por isso, vejam então, no versículo 32, e que mais direi, certamente me faltará o tempo necessário para referir o que há a respeito de Gideon, de Barac, de Sanção, de Jefté, de David, de Samuel e dos Profetas.
Por que? Estes tinham a fé, os quais, por meio da fé, subjugaram reinos, praticaram a justiça, obtiveram promessas, fecharam a boca de liões. De liões?
Está claro. Não foram eles que ficharam a boca. Foi Deus que fichou a boca de liões.
Imagine tu estares.
Como o Daniel estava, entre os liões, e...
e o que tu pensavas? Oh, Leon, eu vou fechar a tua boca. Não, estava a orar, estava a orar.
Mas, vês aqui, tinha fé, não é no poder deles, no poder de Deus? A fé, só é forte, só é tão forte, depende do que temos fé. Eles tinham fé em Deus. Extingiram a violência do fogo, escaparam ao fio da espada. Da fraqueza tiraram força, fizeram-se poderosos em guerra, posaram-se em fogueis herços e estrangeiros. Mulheres receberam, pela ressurreição, os seus mortos.
Por causa da fé. Da fé em Deus.
Mas o versículo não para aqui. Sim, as tiveram fé. E, por exemplo, as pessoas dizem, ''Mem, tenho fé, as coisas têm que correr corretamente para mim, eu vou ter uma vida perfeita, porque tenho fé, e, por isso, Deus me vai salvar destas condições todas, vai ser tudo perfeito.'' Por que? Parou a boca de liões, estiguiram a violência do fogo, escaparam-se do fio da espada, tiveram força, puseram em fogueis herços e desquisiram que tiveram sucesso. As coisas correram bem. E, por isso, quer dizer que, para ter fé, tudo vai correr exatamente como eu quero, mas o reciclo não para aqui continua. Porque diz, alguns foram traturados.
Então, esses que foram traturados e que morreram pela truturação não tiveram fé?
Se esses que morreram foram traturados não tiveram fé? Não. Foram traturados e tiveram fé. Enduraram a trutura porque tinham fé. Porque acreditaram em Deus, porque a fé era a substância da vida de Deus, porque a fé era o âmago do que eles eram. Vejam aqui também. Não aceitamos seu rescate. Não aceitaram a libertação, serem salvos temporariamente da vida e acabaram por morrer.
Por que? Porque tinham fé, porque diz para obterem superior ressurreição.
Viram o reino de Deus. Quiserem ser parte do reino de Deus. Tão forte o desejo para serem parte do reino de Deus foi tão forte que não importava o custo que pagavam para chegar a esse alvo e pagaram com a sua própria vida. E não receberam as promessas. Mas tiveram fé mesmo sem receber a promessa?
Continuando no versículo 36. Outros, por sua vez, passaram pela prova de escarnios e asoites, e sim, a teda, algemas e prisões foram pedrajados, provados, serrados pelo meio, serrados ao meio, mas tinham fé. Mortos afinados, mas tinham fé. Mortos afio de espada, andaram pregrinos vestidos de peles da velhas e de cabras, necessitados, afligidos, maltratados, mas tinham fé. Mas a vida não deu certo para eles, mas tiveram fé. Irrantes pelos desertos, os homens de quase o mundo não eram dignos, irrantes pelos desertos, pelos montes, pelas covas, todos estes, que obtiveram um bolo estomunho por sua fé, não obtiveram, com tudo, a concretização da promessa. Não foram salvos dessa situação, morreram e não receberam a promessa até hoje. Por quê? Por haver Deus provido coisa superior a nosso respeito, até o respeito e a nosso respeito, para que eles, sem nós, não fossem aperfeiçoados. Não foram aperfeiçoados esperando por nós, o abraão não foi aperfeiçoado esperando por nós, o moisés não foi aperfeiçoado esperando por nós, ainda está, espera para nós, está a dormir, e alguns de nós vamos ter que esperar quando morremos, e então quando houver suficiente, quando Deus decidir, Cristo virá, e então seremos aperfeiçoados.
Então, isto, esta fé, não é uma coisa enorme? Então, a fé não é um dos maiores dons, desses três fé, esperança e o amor, não é fé, já é uma coisa enorme?
Voltamos a isto daqui a pouco, e então podemos dizer à sérgio da esperança, o que é esperança? A esperança é a feliz antecipação do que é bom. Não podes ter esperança em Deus, se não tens fé. Não podes ter esperança em Deus, se não tens fé. Aqui existe uma ordem, fé, esperança. E amor, existe uma ordem. Se eu tenho uma feliz espetação, uma feliz esperança, uma confiança, então posso-me sentir feliz, alegre, posso-me sentir bem, pois sei que o resultado final será bom. Para isso, para isso, eu tenho que ter fé que isso venha a acontecer.
Por isso digo, não podes ter esperança em Deus, sem ter fé.
Pois de facto tenho fé. Essa fé conduz à obdiência, conduz à confiança. E se tenho confiança, o que resulta dessa confiança é que antecipo o bom. Isso talvez seja difícil agora mesmo, queres irmãos, mas é para o bem. Pois a Bíblia diz, em Romanos 8, 28, sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados, segundo o seu propósito. E como amam a Deus, e como são chamados, segundo o seu propósito, acredito que as coisas cooperam para o bem. É aí que devemos estar. É difícil. Sim, é difícil. Mas esta feliz antecipação do bem, mesmo numa situação difícil, é onde devemos estar, porque sabemos que Deus resolverá todos os problemas. O problema é que, às vezes, não sabemos qual é o desejo de Deus. E temos dificuldade em entender o que é que Deus deseja. Outras vezes sabemos, e pronto, fazemos o que Ele deseja. Mas a esperança é uma expectação positiva, é uma expectativa do que é bom. Quando não tens esperança, estás desencorajado, estás desesperado, estás negativo. E então, pergunte-me, mas por que fazer o esforço, porque não tens esperança? Acredita-se que isso resolverá.
Vejam, então, em Romanos capítulo 8. Romanos capítulo 8.
Romanos capítulo 8. 22 a 25. Diz assim. Porque sabemos que toda a criação, a um só tempo, gemes, suporta angústias até agora, e não somente ela, mas também nós, que temos as primícias do Espírito, igualmente gememos em nosso íntimo, aguardando a filiação de filhos, a redenção do nosso corpo, porque na esperança fomos salvos. Ora, a esperança que se vê, não é esperança, pois o que alguém vê, como é que o espera? Mas se esperamos o que não vemos, com paciência, o guardamos.
Aqui está a razão que a fé e as esperanças estão ligados, porque a esperança é também algo que não vejo.
Por exemplo, tu és um jovem 17 anos e tens uma esperança de te casar um dia. Isso é uma expectativa positiva. Mas quando estiveses casado, já não tens esperança de te casar.
Dar outro exemplo. Tu tens esperança de vir a ter um emprego e procuras, procuras com esta esperança, com esta expectativa positiva. Ora, desesperas, quando não acreditas que vais conseguir ter um emprego. Mas tens esperança e um dia arranjas um emprego e no dia seguinte vas para o emprego e estás a trabalhar no emprego. Então, já não tens esperança de arranjar um emprego porque já tens um emprego.
Se a esperança é do que não temos ainda, é do que não vemos ainda. Por isso a esperança está ligada à fé. A fé é a confiança e a crença que diz o seguinte. Eu obterei e pagarei o preço que seja necessário porque eu vejo a realidade futura. É uma realidade na minha vida. É parte da minha vida. Eu acredito nisso, tal como acredito em que é que seja uma realidade por mim, porque é uma fé em Deus e é uma realidade. É a confiança de que isso vai acontecer no futuro. A esperança é esta expectativa positiva que diz Deus vai trazer o Seu reino. Eu tenho esta expectativa positiva que Deus me guiará por estas dificuldades na vida toda. Deus vai tomar cuidado de mim. Deus fará o que é melhor para mim. Tenho esta esperança que Ele fará o que é melhor para mim, mesmo que eu não entenda. E por causa disso, tenho um certo contentamento interno. Tenho uma certa felicidade interna. As coisas à minha volta podem ser uma grande confusão. Posso estar estressado. Posso estar um bocado preocupado. Mas, de uma maneira geral, estou calmo. Tenho esta paz interna. Estou satisfeito, porque tenho esperança. As pessoas no mundo podem perguntar como é que tenho esperança se não o vejo? Como pode-se ter esperança que Deus te salve nesta situação? Onde está Deus? Onde está Deus? Onde não o vejo? Então, dizes, eu tenho esperança, porque tenho fé em Deus. A esperança está aliada à fé. Mas como a podes ter fé, no que não ves? Mas, tenho. Porque fé é a realidade. A fé em Deus é a realidade. E porque tenho esta fé, eu então tenho esperança. Pomos a nossa fé e a nossa esperança em Deus.
Dar um outro exemplo. Os nossos países estão a cair aos bocados. Vemos problemas em Portugal, problemas no Brasil. Por que não estáis nas ruas a demonstrar? Tudo está a cair, há problemas, há falta de esperanças. A razão, porque não estás na rua desesperado, é porque a tua esperança não é no governo do Portugal, nem é no governo do Brasil. A tua esperança está no Deus Supremo.
O governo do Portugal e o governo do Brasil falharão. Tal como todos os governos humanos falharão ou falharão.
Mas se a tua esperança está no Deus Supremo, então você sabe que Jesus Cristo virá um dia e fixará estes problemas todos. Então qual é a sua responsabilidade? Dire para a rua e demonstrar, não. A sua responsabilidade é primeiro, devia ser mais como Jesus Cristo é. E em segundo, é ajudar a espalhar esta boa nova do vindo-o-roem do Deus, com quem deseja ouvir. E como é que pode fazer essa segunda parte?
Soportando esta obra de Deus com seus dizimos e com suas ofertas. E isso é o que você precisa de fazer. Primeiro, ser mais como Jesus Cristo é. E em segundo, espalhar a boa nova do reino de Deus. Através da obra que Deus estabeleceu para o fazer e suportar a obra. Cris irmãos, como vemos a esperança, é uma emoção positiva que diz, eu tenho confiança em Deus.
Eu tenho fé em Deus. Por isso estão ligados a um a dois. Mas isso não quer dizer que não tens que fazer a tua parte. Tens que fazer a tua parte. Fé conduza a audiência. Fé conduza a uma ação. Depois de ter feito, ter desfeito o que precisas de fazer. Sim, fé conduz a tu, fazeres a tua parte. Depois de fazer-os o que tens feito, o resto está nas mãos de Deus.
E eu, então, tenho confiança que Deus fará o que é melhor para mim ou para nós. E, por isso, tenho esperança. Vejam como estão ligados a fé e a esperança. Vejam aqui um exemplo em lamentações. O livro de lamentações. Capítulo 3. Aqui está uma situação em que Germias estava desesperado. Ele tinha perdido a fé em Deus. E por causa disso, tinha perdido a esperança. Veja como estão ligados. Vou mostrar aqui como estão ligados. E, por causa disso, não tinha nada. Vou ler, então, em lamentações. Capítulo 3. Versículo 13.
Vou ler na Bíblia da Linguagem 2. As flechas atiradas por Deus entraram fundo na minha carne. O dia inteiro as pessoas riem de mim. Elas zombam de mim nas suas canções. Se não fazem canções, a dizer mal de Germias. Deus menchou de comidas amargas e me fez beber fél. Até eu não poder mais. Ele perdeu a fé. Versículo 16. Ele esfregou o meu rosto no chão e quebrou os meus dentes nas pedras. Já não sei mais o que é paz e me esqueci do que é felicidade dentro de mim. Não tenho muito tempo de vida.
Perdeu a fé. Não tenho muito tempo de vida. E a minha esperança no Deus eterno acabou. Porque perdeu a fé. Em Deus tinha perdido a esperança. Eu me lembro da minha tristeza e insolidão. Das amarguras e dos sofrimentos. Pense sempre nisso e fico abatido, desesperado. Tinha perdido a fé. Mas não ficou aí. Vejam, então, no versículo 21. Mas a esperança volta quando penso no seguinte.
Esta atitude positiva volta quando penso no seguinte. O que? O amor de Deus eterno não se acaba. Isto é, tem fé no amor de Deus. E a sua bondade não tem fim. Essa amor e essa bondade são novos todos os manhãs. E como é grande a fidelidade do Deus eterno? A fidelidade do Deus eterno. Deus é tudo que tenho. Por isso confio nele. O eterno é bom para todos os que confiam nele. Confiar? Confiar é ser. É ser. É ser. É ser. É ser. Confiam nele. Confiar é ser. Ter confiança. O melhor é ter esperança e guardar em silêncio a ajuda do Deus eterno.
Quando ele começou a confiar em Deus, começou a ter fé, então teve esperança. Quando ele recebeu a sua fé de volta, ele então teve esperança, calma interna, calma interna e felicidade. Ele então pensou assim. E nós também precisamos pensar assim. Eu pensou desta maneira, da mesma maneira que nós precisamos pensar. Pensou assim. Eu acredito que Deus me salvará. Eu acredito que Deus resolverá o meu problema.
Eu acredito que mesmo que eu morra, Deus me ressuscitará e me recompensará. Por esta razão, tudo cooperará ou cooperará para o melhor. Seja o que for. Eu estou OK. Eu tenho paz interna. Eu tenho esperança. Por causa da fililidade de Deus. Vem, ele não tinha fé nele mesmo, não tinha fé na sua fé, ele tinha fé em Deus, na fililidade de Deus. Ora, isto não é uma questão, queridos irmãos, de que Deus só responde se eu desenvolver a minha fé, como certas pessoas dizem.
Deus responde porque ela é bom, porque ela é misericordioso. Deus dá misericórdia a aqueles que não merecem misericórdia. Isto é o amor, o agape de Deus. Ele dá amor a aqueles que não merecem receber amor. Deus dá chuva aos justos e aos injustos. E por isso eu sei que Deus é muito maior que dizer o seguinte.
Imagine Deus dizer o seguinte. Vocês desculpem, mas eu quero vocês desenvolverem um bocadinho de fé antes de eu fazer algo para vocês. Deus é maior que isso. Queridos irmãos, Deus faz o que Ele deseja fazer. Isso me dá esperança. Isso nos deve dar esperança. Deus não é sempre reage pela minha fé. Isso me dá muita esperança. Deus não está travado a reagir ou a fazer coisas por causa da minha falta de fé. Sim, a maneira que Deus reage na minha vida pode estar impedida pela minha falta de fé, mas as respostas de Deus não são sempre dependentes da minha fé.
Temos fé e esperança. Sim, estas são as motivações da vida. Temos fé em Deus e, por isso, seguimos. Temos esperança e antecipamos a Sua guia, a guia de Deus. Temos esperança e antecipamos a bondade de Deus. Temos esperança e antecipamos a salvação de Deus. Então, por que que o amor agape de Deus é maior que a fé?
Como é que o amor agape de Deus é maior que a fé e a esperança? Como pode ser maior? Vamos, então, continuar em 1 Coríntios 13, mas, como eu disse, eu saltei um versículo. Vamos, então, a 1 Coríntios 13. 1 Coríntios 13. Vamos começar, então, a ler do versículo 11.
Quando eu era menino, falava como menino, sentia como menino, pensava como menino, quando chegia a ser homem, desistia-se das coisas próprias de menino.
E se lemos, agora, continuando no versículo 12. Porque agora, vemos como em Espeio. Obescuramente, então veremos face a face. Agora, vemos como em Espeio. Obescuramente. Mas, depois, então, veremos face a face.
O que é que veremos face a face?
Quem veremos face a face? É Deus. É Jesus Cristo e o Deus Pai.
Agora, conheça em parte. Então, conheçoei, como também sou conhecido. Cris irmãos, veremos Deus face a face.
Lembre-se que a fé é confiança em algo que ainda não vejo. A esperança antecipação em algo que ainda não vejo. Isto é, a fé é naquilo que ainda não se vê. A esperança é naquilo que ainda não se vê. O amor, a gape de Deus, é visto. Vesse!
O que é que Paulo estava a ver no Espeio? Viz aqui, porque agora vemos como em Espeio, obescuramente. O que é que ele estava a ver no Espeio? O que estava a ver no Espeio? Obescuramente?
O que é que você vê quando olha para um Espeio? Vê sua cara.
O que Paulo estava a ver quando olhava para o Espeio? Estava a ver em ele próprio. Caratrísticas do amor, a gape de Deus. Estava a ver Jesus Cristo viver nele. Quando nós olhamos a um Espeio, devemos estar a ver obescuramente. Jesus Cristo é nós.
Paulo estava a ver. Não um homem que via antigamente, mas está a ver um homem novo. O novo homem. Cristo nele. E quando nós olhamos ao Espeio, devemos começar a ver não o homem que éramos, o velho homem, mas começamos a ver o novo homem. Notem o seguinte. Os resultados da fé e da esperança devem de ser o amor-gape de Deus. Vez a tua fé no teu amor-gape. Vez a tua esperança no teu amor-gape. Por isso é que dizem em Tiago 2, 20 e 26, fé sem obras é morta. Se dizemos que temos fé e se dizemos que temos esperança e não temos amor-gape, então temos um problema muito grande com nossa fé e com nossa esperança.
É o amor-gape que é visto. Por isso é que é maior, pois é o resultado dos outros dois. A nossa confiança, a nossa fé em Deus, produz um compromisso completo a Deus. O nosso compromisso completo a Deus faz com que Deus viva em nós. E quando Deus vive em nós, temos esperança no que Ele está a fazer e isso produz em nós ações, acto que é Jesus Cristo, em nós. E quando olhamos ao espelho, dizemos, espera um pouco. Existe aqui uma bondade que não existia há uns anos atrás. Então começamos a ver atributos do amor-gape em nós, começamos a ver ações e palavras em nós que não estavam, que não saíam de nós há uns anos atrás. A nossa motivação do coração está assim mudada. Começamos a pensar desta maneira nova e da abundância e de coração a boca fala e fazemos ações novas.
Então vemos que este homem novo não estava lá anteriormente e, por isso, quando olhas ao espelho, vemos como em espelho, obscuramente, Jesus Cristo viverem nós, o amor-gape de Deus, que é o caráter de Deus em nós.
A fé produz esperança, então, produz o amor, os atributos do amor que descrevemos, em ações. E, por isso, se tu estás na igreja há muitos anos e ves uma pessoa nova a vir para a igreja, comeces a pensar, ah, esta pessoa não entende isto, está muito longe, não entende isto. Querias irmãos, dá tempo, se o Espírito de Deus está a trabalhar com eles, porque cinco anos depois, ou dez anos depois, olhas para a mesma pessoa e vais dizer, esta pessoa mudou muito. Vimos Deus mudar esta pessoa. Vimos esta pessoa arrepender-se e mudar-se, e então ficou uma pessoa diferente. Quando esta pessoa olha ao espelho, então não se vê mais assim mesmo como era, mas vê, começa a haver uma nova parte de si que é Cristo nele, está a ver o amor agape de Deus nele. Por isso o amor agape é maior. Se não temos o amor agape, temos um problema com a nossa fé e com a nossa esperança. A fé não é o que é visto, pois a fé não se vê, é algo que não se vê. A esperança não é o que é visto, pois a esperança é algo que não se vê. O amor agape é visto. A sua fé produzirá em você o amor agape, porque Deus o fará em si. Não é que você pode ter amor agape sem fé, mas é porque a fé produzirá, produzirá o amor agape. As suas decisões serão baseadas em fé. Por isso aprende que tem que perdoar, baseado em fé. Aprende que essa fé e esperança produz este amor agape. E isso é visto em ações. E veja Deus na tua vida. Veja, digamos assim, uma imitação de Jesus Cristo, na maneira que nos conduzimos. O amor agape, na nossa vida, é a prova de fé e de esperança. Então, continua, começando, lendo um corinte os treles, diz assim, estes domos, versículo um, mesmo que falem em uns linhos desenhos, se não tiver amor, será que como bronze, será um barulho. Mesmo que tenham o dom de profecia e saibam todos os mistérios. E mesmo que tenham fé, mas essa fé não produz amor, não são nada. Os doms de Deus não produzem amor de Deus, são em vão. A prova de fé é ver Jesus Cristo refletido quando alhas ao espelho. A prova de fé é Deus na tua vida, é o caráter de Deus na tua vida, é o amor agape de Deus na tua vida. Deves de ver isso, na tua vida, em ações. E depois lemos, do versículo 4 a 6, os vários atributos do amor. O amor é paciente, é bondoso, é benigno. O amor não arde em ciúmes, não se desfila, não é cheio de vangloria, não se superbece, não se conduz incovenientemente, não procura os seus próprios interesses, não se irrita, não se exagera, não se ressente do mal, não pensa mal. Não se alegra com injustiça, me regurgiza-se com a verdade. Vemos estes atributos. E então vemos que, com amor, uma pessoa sofre, tem fé, tem esperança e persevera, tem perseverança até o fim. E depois diz-me, mas o amor não acaba. Estes três, a fé, a esperança e o amor, os três juntos formam um cristão maduro. E depois Paulo sumou isso tudo, no versículo treles, dizendo, agora pois, permanecem a fé, a esperança e o amor. Estes três, porém o maior destes. É o amor H.P. De Deus.
Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).