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Bom dia a votar, queridos irmãos, aqui, a Jóres Campos, falando-vos de San Sanetti. No sermão passado e neste sermão, estou a falar um assunto muito importante para todos os membros da Igreja de Deus. Não digo só de membros que sejam da Igreja de Deus Unida, mas todas as congregações da Igreja de Deus à volta do mundo. Queridos irmãos, o amor de Deus é o que Deus é. Ele é amor e é o que nós devemos ter como o nosso alvo para a nossa vida. Vejam, por exemplo, em João capítulo 14, versículo 7. Vejam o que Jesus Cristo disse em João 14, versículo 7.
Diz assim, se vocês me tivessem conhecidos, conhecerias também a meu Pai. Desde agora o conheceis e o tens visto. O que ele está a dizer é que se nós vemos Jesus Cristo, se nós entendemos o verdadeiro caráter de Jesus Cristo, então entendemos o caráter do Deus Pai. Porque diz-se, o que o Pai é, o caráter, na maneira de ser, é o que Jesus Cristo é. Tem mesmo caráter, tem mesmo atitude e a mesma motivação na maneira de conduzir e fazer coisas. E por isso temos que ter o caráter de Jesus Cristo.
Depois, quando temos o caráter de Jesus Cristo, então temos o caráter do Pai, conhecemos o Pai. Vejam como Jesus Cristo então descreveu isso. No capítulo anterior, a anteriora, João 13, versículo 34-35 diz assim, Novo mandamento vos dou, que vos ameis uns aos outros, assim como eu vos amei, que também vos ameis uns aos outros. Nisto conhecerão todos, que sou os meus discípulos. Tal como nós conhecemos que Jesus Cristo e o Pai são com as mesmas características e o mesmo caráter, pelo amor que eles têm para com os outros. Igualmente, se nós amarmos aos outros como Jesus Cristo nos amou, nós seremos ou conheceremos Jesus Cristo e nós seremos conhecidos pelas pessoas e por Jesus Cristo e pelo Deus, Deus Pai, que somos seguidores, somos discípulos Jesus Cristo.
Por isso, isto é o que temos que fazer. Isto é o que temos que pôr em prática. Vejam também, em João 14, versículo 12, diz assim, em verdade, em verdade vos digo, que aquele que crê em mim fará também as obras que eu faço. E outros maiores fará, porque eu vou para junto do Pai.
Quais são as obras que Jesus Cristo faz? São obras de amor, de carinho, de uma atitude em que veem que é o melhor para os outros como uma prioridade na vida. Vamos por isto de outra maneira. Sim, nós podemos ter uma grande sabedoria em todas as doutrinas e em todos os ensinamentos de Cristo, dos apóstolos, mas há uma secção da Bíblia que se não, além disso, que se não, pôs em prática na nossa vida pessoal. Isto é a secção do entendimento, da prática, de vivermos, de pôrmos o caráter do amor de Deus, do amor H.P. de Deus.
Isto é aquele amor que é igual à maneira que Ele viveu. Isto é o exemplo de Jesus Cristo que Ele nos deu, o testemunho que Ele nos deu. Pois esta é a maneira que temos que viver, este é o caminho, este é o caráter do Pai.
Queris irmãos, repito de novo porque é muito importante entendermos. Não estou a dizer que vamos deixar os mandamentos de Deus, porque esses são primeiro e são muito importantes, pois nos ensinam o que é agradável a Deus. Nos ensinam como praticar o amor de Deus. Por que? Porque o este ensinamento dos mandamentos, entendemos que o amor de Deus a uma ação é uma maneira de fazer certas coisas. Não é só emoções. Por exemplo, ter cuidado com as palavras, como falamos para o outros, para não termos ódio no coração, sino matar os outros, ou dar um exemplo de um mandamento. Mas mais do que isso, não termos ódio, não termos raiva para contra as pessoas. Por que? Porque o mandamento, as leis de Deus nos ensina, nos dá a direção de como ver o que é o melhor para os outros.
Nos dá esse ensinamento do que é o melhor para os outros. Nos dá as direções, as 10 grandes direções de como agradar a Deus. Por isso, os mandamentos, as leis de Deus, os princípios de Deus são importantes. São básicos, são críticos.
Mas o exemplo, o testemunho de Jesus Cristo é igualmente importante. E por isso, copiamos, imitamos o exemplo de Jesus Cristo, o testemunho que Ele nos deu. Vejam, por exemplo, em Apocalipse, capítulo 12, falando aqui acerca da Igreja de Deus e alguns que não tinham sido levados para o local da proteção. Mas, no entanto, ainda eram membros da Igreja de Deus, simplesmente não tinham sido selecionados por Deus, parecerem aqueles que fossem para aquele local de proteção. Vê-se aqui no versículo 17, e assim, ir ouça o dragão contra a mulher.
E foi plejar com os restantes, com o resto dos membros da Igreja de Deus, isto é da sua dissedência, os que guardam os mandamentos de Deus e têm o testemunho de Jesus Cristo. Por isso, os dois são importantes, os mandamentos de Deus, as leis de Deus, os princípios de Deus, e o exemplo que Jesus Cristo nos deu de amar a outros como Ele nos amou, o testemunho que Ele nos deu, o testemunho que Ele nos deu. Queridos irmãos, estas são as qualidades do amor de Deus, são as qualidades do caráter de Deus, que devem devir a ser as nossas qualidades.
Espero que aquela pessoa aprenda disto, espero que aquela pessoa oiça isto, espero que aquela pessoa aprenda algumas lições. Queridos irmãos, não estamos a dar o sermão para isso, para andarmos a criticar do outro. Estamos a dar o sermão para nos olharmos a nós próprios, para nos evaluar para nós para olharmos para dentro de nós e ver onde é que nós próprios, não é onde a minha esposa ou se for uma mulher, o meu marido, tenha que mudar. Não, não é isso, é para nós olharmos a nós mesmos. Não é para olharmos aquele cristão que está do outro lado do telefone ou sentado ao sermo, na igreja, na congregação, não é para estarmos a comparar com o outro e dizer o outro tem que melhorar, é para olharmos a nós próprios e vermos a onde é que nós temos que mudar, porque a única pessoa que podemos mudar somos nós próprios, é a única pessoa que temos que mudar, ou podemos mudar, é nós próprios.
Pois, porque sem aplicarmos e praticarmos e mudarmos a nós próprios sem pôr o amor de Deus, na nossa vida, então a obra de Deus, na nossa vida, não está completa.
Sim, a obra de Deus é fazer de nós pessoas que tenham o caráter de Deus. É como, por exemplo, digamos assim, pensem, que o amor de Deus é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é a corn psicólogo Estista, digamos assim, pedreiro na nossa vida. E está a tirar de nós, que somos rochas, imperfeitas. E está a moldar-nos, a modificar-nos.
Isto é a obra de Deus. O trabalho de Deus é mudar a nós próprios, às várias pessoas, mudar. Isso é o trabalho de Deus. Mas a minha parte nesse trabalho é de cooperar com Deus a mudar a mim próprio. Isto é a minha parte. A parte sua, a parte de você, é de você trabalhar em você mesmo. E trabalhar com Deus para moldar, arrepender, mudar, ser uma pessoa diferente, uma pessoa que tenha mais o caráter de Deus que é baseado no amor de Deus, porque Deus é amor. Por isso que dizir-me, é um sistema de todo acoticimento, de todo a fé. Se temos toda a sabedoria da profecia, mas não temos amor de Deus.
Então a nossa religião não é nada. Não é nada. É possível por isso obter às leis todas e não ter o amor de Deus. E isso é um problema. Não estou a dizer que se pode ter amor sem obter às leis Deus, porque as leis Deus é amor e as leis Deus nos ensinam o que é o verdadeiro amor de Deus, as direções do amor de Deus.
Por isso, mas o ponto é podemos praticar as leis de uma maneira técnica, de uma maneira à letra, sem a escrever no coração, na nossa motivação, mesmo dentro de nós. E por isso, conforme aprendemos a lei de Deus e conforme entendemos os ensinamentos de Jesus Cristo e, está claro, dos apóstolos, então aprendemos o que Deus espera de nós. E por isso, estamos a dar os primeiros passos no cristianismo, no caminho. Assim, observar o sábado, observar os dias santos, observar as leis das carnes limpas e mundas são necessários. Sim, são necessários, porque são coisas que são agradáveis a Deus.
Vejam aqui, como Jesus Cristo descreveu, em Lucas capítulo 18. Lucas capítulo 18. Lucas 18 a 22. 18, 18 a 22. Diz assim certo, o homem de posição perguntou-lhe, Bom, bom, mestre, que farei para herdar a vida eterna. Como eu já disse brevemente, teria sido uma oportunidade ideal para Jesus Cristo dizer, não precisas de obter as leis de Deus. Tudo o que precisas é simplesmente, por Jesus no coração. Mas, por Jesus no coração, só podemos pôr o verdadeiro Deus, que é no Jesus Cristo, no nosso coração. Se aprendemos as leis de Deus e as praticamos, porque essas leis nos dizem o que é o amor de Deus.
E, por isso, Jesus Cristo respondeu, versículo 19, Por como se prestar achas bom, nem é bom, se não um que é Deus, e diz assim, versículo 20, Tu sabes os mandamentos? Ele perguntou, o que preciso fazer para herdar a vida? Jesus Cristo disse, Tu sabes o que deve fazer? Sabes os mandamentos? Ele deu alguns exemplos, não enumorou todos os deges aí, mas enumorou. Por exemplo, não adulterás, não matarás, não forterás, não mentirás, não darás falsos desemunhos, honrou teu pai e tua mãe.
Deu alguns exemplos de alguns. E replicou-lhe, tudo isto tenhamos levado às meninas ventudo. Então, ouvindo, Jesus disse, uma coisa ainda de falta. Uma coisa ainda de falta. Falta-te o verdadeiro amor de Deus. Falta-te fazer sacrifício pelos outros. Falta-te por os outros em primeiro lugar. Levá-te estes mandamentos e polos no coração com carinho, com uma maneira de cuidado para os outros primeiro. E, por isso, deu um exemplo aqui.
Ventudo que tens de aos pobres e traz um desordo nos céus. Porque o problema dele era um problema de dinheiro. Mas o princípio é que precisemos de sacrificar para outros. Depois, vai em ságima. Mas ouvindo-lhe estas coisas, fica muito triste, porque ela era riquíssima. Jesus Cristo sabia que esse era o problema dele. Então, claro, nós temos vários problemas. Problemas diferentes. Nós não somos riquíssimos. E, por isso, o nosso sacrifício pode ser de outra maneira. Mas o ponto é precisamos de nos sacrificar por outras pessoas. Alguns dizem ou podem dizer, olha o Jorge está a falar do amor e, por isso, está a deitar fora a lei de Deus.
Cristo disse ao homem rico aqui, sabes os mandamentos, obedece os mandamentos, obedece esses primeiro. E depois disse no versículo 22, uma coisa ainda falta. Mas além disso, além de obedecer os mandamentos, precisas de mais outra coisa. Por isso, queres irmãos, estou a falar de uma adição, de algo adicional que precisamos, de algo que nos falta. Diz assim, uma coisa ainda te falta. Por isso, não é uma questão acerca da lei ser ou não ser válida. Pois está claro, a lei é válida. Mas é uma questão acerca do que devemos devir a ser e como nos devemos tornar, de como devemos arrepender a nossa vida, na nossa vida e virmos a ser pessoas diferentes.
Precisamos nos tornar literalmente, tal como Jesus Cristo é, tal como Deus Pai é, amor. E não é, por isso, só amor fraternal, não é só amor romântico, não é só uma amizade ou amor de irmãos, é o amor de Deus, o amor agápia de Deus. Vamos ter este amor desenvolvido em nós, se vamos ser verdadeiros cristãos. Na nossa sociedade, principalmente na maneira que as pessoas falam, de maneira geral, as pessoas definem o amor como uma emoção, como uma coisa sentimental. Mas o amor de Deus, tal como é descrito em primeiro coríntios 13, não é o que a palavra amor de uma maneira geral significa em português.
O amor de Deus, o verdadeiro amor de Deus, é o caráter de Deus, é o que nós devemos vir a ser. O amor de Deus é uma maneira de pensar. E é muito importante. Invalve uma motivação do coração, uma motivação, o motivo, a razão por que estamos a fazer certas coisas. E conforme vamos analisando as características do amor de Deus, veremos que o motivo, que a motivação é sempre muito importante, porque é um assunto do coração. Muitas pessoas dizem, ah, é uma questão de uma atitude, se a pessoa tem uma boa atitude, está bom.
A atitude é importante, quer dizer, irmãos. Mas não é tudo. A atitude não é tudo. Pois tu podes ter uma boa atitude quando as coisas estão a correr bem para ti. Ou quando as coisas estão a andar lindamente. Ou tens uma atitude linda. As pessoas dizem, ah, eu tenho uma boa atitude, por isso é que as coisas estão a andar bem. Não necessariamente. Mas pergunto, quando as coisas andam mal, quando as coisas não correm bem. Como é esta atitude essa pessoa? Quando as coisas não correm bem, como é esta atitude essa pessoa? Quando as coisas andam mal, aí está a prova da atitude.
Aí, quando as coisas correm mal, podes vir a ter uma má atitude. E então, está aí o problema. Porque a motivação não estava certo, não estava correta. A motivação, digamos assim, é mais importante que a atitude. Porque a motivação, digamos assim, é o que gera, é o que fabrica, é de onde vem a causa que depois as coisas estão a correr bem, temos uma boa atitude, as coisas estão a correr mal, acabamos por ter uma má atitude.
E isso não está certo. Por exemplo, ter uma boa atitude sempre. Mas o indicativo é a motivação. Por exemplo, queridos irmãos, um exemplo prático. Eu sempre disse às minhas filhas e digo, quando estão à procura de um marido, e está claro, diz aos meus filhos, quando estavam à procura de uma esposa, disse a eles e diga a eles. Porque isso então nos começa a mostrar, dá-nos, digamos assim, uma janela para olharmos para dentro dessa pessoa e vermos o motivo, a motivação que está no coração.
Porque está a sair, está a sair. Por isso, queridos irmãos, a motivação é importante. E por isso é possível fazer a coisa certa com a motivação errada. Por isso é que eu digo, pessoas podem estar optes a ser às leis de Deus, mas têm um motivo errado. É o que eu estou a dizer. Temos que optes a ser às leis de Deus, mas a motivação tem que estar certa. Assim, se estamos a fazer a coisa certa, mas a motivação não está certa.
Então essa ação, embora seja certa, não é honrada por Deus. Entenda? Se estamos a fazer a coisa certa, mas como uma motivação errada, Deus vê os corretos corações e então Deus não vai honrar essa ação correta. Então vamos continuar, que lhes irmãos, a ver um bocadinho mais acerca do amor de Deus em 1º Coríntios, capítulo 13. Então vimos, no sermão passado, vimos que o amor é paciente, que o amor é sofrador, sofre por longo tempo. O amor agape inclui um sacrifício próprio. Vimos, por exemplo, há pouco, quando olhámos as lucras 18, que aquele homem riquíssimo, faltava uma coisa, faltava sacrificar pelos outros.
Cris irmãos, não tem nada a ver como as outras pessoas nos tratam. Sim, as outras pessoas nos tratam mal, nos magoam e ficamos ressentidos, está claro que ficamos. Mas Cris irmãos, o nosso coração tem que ser o que é que nós somos. Nós temos que ser, temos que no coração, uma motivação do que é o melhor para a outra pessoa. E por isso, o que é que vamos dizer a essa pessoa quando nos maltrata ou quando fazem certas coisas?
A pergunta, ao fim de contas, é o que é o melhor para a outra pessoa? O que é o melhor para a outra pessoa? E por isso, podemos fazer de uma maneira ou de outra, porque a nossa motivação sincera do nosso coração é o que é o melhor para a outra pessoa. Por exemplo, se deixamos as outras pessoas abusarem-nos, se deixamos as outras pessoas abusarem, pisarem em cima de nós, maltratarem-nos. E assim que estamos a deixar, eles estarem a destruir o caráter deles próprios. Deixar eles continuar a fazer isso é isso o melhor para eles. Não é, não? Não. Então, o melhor para eles talvez seja nós sermos. Não. Não podes fazer isso. Não podes fazer isso. E por isso, não os deixas pisarem-te. Por quê? Porque a tua motivação estava correta.
E por isso, precisamos de ver, olhar para a nossa motivação. Se a nossa motivação é egoísta ou não. Isso é que é importante. É a nossa motivação egoísta ou a nossa motivação uma motivação que é altruísta que é pró-bem do outro. E está claro, quando uma pessoa nos maltrata e reagimos de uma maneira ou outra, temos de servir, temos de servir, temos de decidir como reagir. Vamos dizer sim ou não. Vamos aceitar a pessoa maltratar-nos ou não vamos aceitar a pessoa maltratar-nos? Depende da nossa motivação, está claro. Mas também depende como estamos a discernir o que é o melhor para outra pessoa. Ora, vamos estar sempre 100% corretos? Não. Não. Se você é ou está 100% correto, então dei graças a Deus. Eu não estou 100% correto. Estou a aprender. Tenho erros. Estou a tentar. Aprender. Estou a crescer. E todos nós estamos a crescer neste caminho. Todos nós estamos a aprender e a crescer neste caminho. E por isso, em todas as situações que nos encontramos, quando há dificuldades, quando nos maltratam, quando, por exemplo, o nosso esposo ou a nossa esposa ou nossos amigos ou amigos na igreja ou pessoas que nós convivemos, quando nos maltratam, qual é a nossa reação? Qual é a nossa motivação? De como reagimos? É uma motivação a dizer o que é que é melhor para esta pessoa. Para e pergunta, porque geralmente fazemos uma reação automática. Por quê? Fazemos uma reação automática baseada de que fomos magoados e por isso não quer ser magoado, não quer ser machucado e por isso reajo. E por isso, fizemos uma decisão automática dentro de nós, embora incorreta, mas fizemos uma decisão automática. Por isso fazer essa decisão, fazemos. Porque vamos reagir de uma maneira ou de outra. Por isso fazemos sempre essa decisão. Mas precisamos de pensar e pensar qual é a minha motivação. É a motivação, meu desejo, de fazer o que é melhor para outra pessoa. E se é, então, o que é que eu devo fazer? Existe uma altura para ser gentil, para ser suave, sim, porque isso é o melhor para outra pessoa. Mas existe uma altura, uma ocasião, para ser um cadinho mais duro, um cadinho mais corretivo, também sim, porque então é o melhor para outra pessoa. Cri-se irmãos, é parte da nossa motivação e é difícil. Mas o ponto é que o amor de Deus não é baseado nos nossos sentimentos, nos nossos emoções, é baseado no que é melhor para outra pessoa. Porque é assim que Deus é. Deus faz e pensa o que é melhor para outra pessoa. Deus não pensa como nós pensando para hoje ou para amanhã, ele pensa para amanhã e para o ano que vem, e para que há dez anos, e para que há mil anos, e para a eternidade. E ele pensa, o pensamento dele é uma altura, é uma capacidade muito maior que a nossa, e por isso ele pensa com a eternidade em vista.
E por isso a decisão dele de Deus do que é melhor para nós é baseada no que é melhor para nós pelo longo termo, ao fim de muito tempo, o melhor para nós ao fim de contas. E por isso nós não entendemos às vezes porque é que Deus, por exemplo, não nos cura, ou porque é que Deus não tira certas aflições, porque vemos a curto prazo, a prazo curto.
Deus vê a prazo longo, e por isso a decisão dele é como uma divisão diferente, o que é melhor para nós. Vamos então continuar no outro ponto a seguir, porque há cerca de ser paciente, falei em um pouco mais de detalhe no sermão prévio, mas vamos ver a palavra seguinte que diz assim, o amor é benigno. O amor é bondoso. Vejam comigo se faz favor o ponto aqui em Lucas 10, versículo, começando no versículo 21, Lucas 10, Lucas 10, versículo 25, porque o ponto aqui é que devemos fazer atos de bondade e de benignidade.
Devemos de fazer atos de bondade e de benignidade. Temos aqui em Lucas 10, começando a versículo 25, temos a parábola do bom samaritano. E diz assim, eu acho que certo homem interno da lei se levantou com o intuito de pôr-se-os à prova e disse-lhe, vê-se aqui, a motivação, a intenção do coração dele, não era, de facto, o que é que eu preciso fazer, mas é pôr-se-os à prova, motivação errada. Mas continuando, mestre, que farei para herdar a vida interna, interna.
Então Jesus lhe perguntou, o que estás escrito na lei? Sim, tu que és um doutor da lei? Tu que sabes o que é a lei? Sim, que estudaste da lei? Há uma pessoa que conhece a lei? Diz-me, o que que estás escrito na lei? O que que tu entendes? O que que tu aprendeste? Como é interpretas? E isto ele respondeu, amarase o Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma, todas as suas forças, de todo o teu entendimento e amarase o teu próximo como é teu mesmo.
O homem entendeu a lei, entendeu a letra da lei. Então Jesus disse, respondeste bem, respondeste corretamente, faz, faz isso e viverás. Não disse, ó, não precisa de obter às leis de Deus. Não, Jesus Cristo não disse isso. Diz, obtece às leis de Deus e viverás eternamente. Então, versículo 29. Então, ele pôr em querendo justificar-se, querendo justificar-se.
Ele queria, ele tinha uma atitude, dizer bem, há certas situações para justificar por que eu não faço certas coisas, por que eu não faço, é porque há certas situações que as pessoas são grandes pecadores e porque são pecadores, são mais, não vou fazer coisas boas a eles. Está para justificar a sua ação, está para justificar-se. E por isso, então, ele disse quem é o meu próximo? Porque o meu próximo, na mente dele, era aquele que fazia coisas bem para ele. Então, Jesus Cristo deu a parábola aqui acerca de isso, prosseguiu um certo homem, descia de Jerusalem, para Jericó e veio a caírem em mãos de salteadores, os quais depois de tudo roubarem e de cansarem muitos ferimentos, retiraram-se, deixando-se-me morto.
Casualmente, seiam-se a Serdota por aquele mesmo caminho e vendo o pessoal do lado. Sim, porque a Serdota tinha que ir para a congregação, tinha uma certa responsabilidade e se ela agora fosse fazer certas coisas, ficava impuro e por isso não era capaz de fazer essas responsabilidades que tinha ou seja o que for. Similhar-me de mente uma divita, descia para aquele lugar e vendo também passou do lado, mesmo tipo de situação, similhar-me de situação.
Versículo 33, certo samaritano, que seguia o seu caminho, passou de perto vendo como desceu-se dele. Teve atos de bondade. Aqui Jesus fez o Samaritano, o bom cara, porque os outros estavam a justificar-se, aí eles mesmos, estavam a justificar-se, mesmo coisa que este intérprete da lei estava a tentar fazer, querendo justificar-se.
Estas outras pessoas tinham justificado, tinham dado uma razão por que que não precisavam de fazer atos de bondade. Então, Jesus fez o Samaritano, que para eles era uma pessoa que não era israelita e por isso era uma pessoa, digamos assim, desprezível. Os Osiris tinham trazido essas pessoas para a área de Samária, podem ler em 2017, e eles adoravam a Deus, mas também adoravam outros deusas e por isso tinham esta mástula de crenças e eles não gostavam.
Pois ele praticava os Samaritanos, Jesus Cristo não estava a dizer que os Samaritanos estavam a descer a Deus, estava a ensinar um ponto que aqui está um homem, um não cristão, digamos assim, em termos dois, que estava a fazer atos de bondade. E por isso ele perguntou, quando este estresse parece ter sido o próximo do homem, no versículo 36, e o versículo 37 disse, respondeu-lhe o intérprete da lei, o que os òdomos recorrem para com ele, e então disse, vai, por sério e igual modo.
Temos de fazer atos de bondade. Temos de fazer atos de bondade. Agora, queridos irmãos, precisam entender, tu e eu não podemos resolver os problemas do mundo. Não podemos resolver os problemas deste mundo. Jesus Cristo, sim, ele vai resolver quando vier à terra. Eu não posso estar, não tenho possibilidades, resolver os problemas de todos no mundo. Problemas são grandes demais. Só Deus é que pode resolver os problemas que existem neste mundo. E nós não somos Cristo. Mas nós devemos estar a pensar, porque o primeiro obra, a obra que nós temos é de mudar a nós próprios.
E mudar a nós próprios, precisamos mudar o nosso caráter para termos atos de bondade para com os outros que tenham essas necessidades. Isso é a nossa motivação. Precisamos de ver qual é a nossa motivação e então ajudar outros com necessidades, com atos de bondade. Não podemos mudar os outros. Não é nossa responsabilidade mudar os outros. Deus é um dos outros como Deus está a mudar na nós. Ele trabalha com nós, Deus trabalha com os outros também.
Mas a nossa motivação tem que ser atos de bondade. E por isso, atos de bondade não são medidos ou medidas, os atos não são medidos pela outra pessoa. São medidos por nós, pelo que nós somos, pelo que nós somos.
Por exemplo, se uma pessoa é um drogado, tem um vício, o que posso dizer que é o melhor para essa pessoa? É dar essa pessoa dinheiro para irem comprar mais drogas e isso é o melhor para essa pessoa? Não. Vem a motivação? Motivação como dos verdadeiros atos de bondade. E por isso, acredite-se, que os atos de bondade não são medidos pela outra pessoa, porque a outra pessoa cria, por exemplo, que lhe déssemos dinheiro. E por isso, está a medir a bondade se damos ou não damos dinheiro. Mas o ato de bondade para um pessoa que esteja drogada ou que quer comprar drogas, não é dar dinheiro.
O verdadeiro acto de bondade, o verdadeiro, o que é melhor para essa pessoa. E por isso, os atos de bondade podem ser coisas simples, abrir a porta para uma pessoa atrás de você, é uma maneira de ser, é uma maneira de pensar. Vejam que a mim se faz favor em Romano dos capítulo 12. Romano dos capítulo 12. Cris irmãos, o amor de Deus começa aqui, começa aqui dentro. É o que temos que mudar aqui dentro. Começa conosco e nós, como aplicamos primeiro ao nosso esposa, no meu caso, ou a você, seu senhor, ao seu marido, ao seu esposo, e então, daí, a nossa família, aos membros da congregação da igreja, é onde o amor de Deus começa.
Começa conosco na nossa motivação e demonstrar isso, manifestar isso primeiro àqueles que estão mais perto de nós. E sim, é difícil, mas precisamos ser bondosos para com os outros, mesmo quando se tratam mal. É difícil, mas precisamos perguntar o que é o melhor para essa pessoa. Contrar uma bondade da maneira ou na área que seja o melhor para essa pessoa.
Vejam, por exemplo, o Romanos 12, versículo 9. O amor seja sem hipocrisia. O amor tem de ser sem ter um show. Não é uma exibição, não é um show, um show. Diz assim, destai o mal apagando-vos ao bem, amaivos cordialmente uns aos outros com o amor fraternal, preferindo-vos em honra uns aos outros. Sim, precisamos ter um amor fraternal, um amor filho, um amor entre irmãos, porque esse amor fraternal faz crescer e ajuda a nós a termos o amor de Deus, o amor H.P.
É um caminho e, por isso, nos ajuda a ter atos de bondade. E, por isso diz assim, amaivos cordialmente uns aos outros com o amor fraternal, preferindo-vos em honra uns aos outros. Preferindo-vos em honra uns aos outros. Quando uma pessoa nos trata mal, preferindo-vos em honra, é difícil, é difícil. Principalmente quando essas pessoas estão muito perto de nós, é difícil. Mas é o que nós temos que fazer.
Pensar, primeiro, qual é a nossa motivação e precisamos de fazer o que é agradável a Deus, porque ao fim de contas é o que é melhor para o outro. Continuando, então, no versículo 13. Compartilha-se as necessidades dos santos, practiquei a hospitalidade. Quando preferimos os outros, quando practicamos a hospitalidade, estamos a ver não é os meus desejos, mas é as necessidades dos outros.
As necessidades dos outros. Compartilha-se as necessidades dos santos, as necessidades dos outros. O que é que os outros necessitam? E por isso, seja-se de monstros a hospitalidade. Não quer dizer que, bem, eu não quero estar a convidá-los a minha casa, porque minha casa não é bonita, não tem nada a ver com isso, não tem dinheiro para os alimentar, não tem nada a ver com isso. Alimentá-los, não é necessariamente uma necessidade que nós temos que fazer. Sim, as pessoas têm uma grande dificuldade a ajudar e dar conforme possamos, isso é outra coisa.
Mas simplesmente convidar as pessoas para a nossa casa não têm uma necessidade, mas simplesmente dá-te um dinheiro para comer a eles e não ter dinheiro por causa disso. Não é compartilhar as necessidades. Mas compartilhar as necessidades e praticar a hospitabilidade é dar tempo às outras pessoas, é dar tempo a eles. É uma necessidade, é dar carinho a eles, dar tempo ao ouvir o que eles têm. Será-se uma hospitabilidade, é estar ao ouvir o que eles dizem, dar tempo a eles. Sim, podem vir à minha casa, não vou alimentar-o, não tem dinheiro para alimentar.
Um copo de água, um copo de água. Uma chave de chá, ou coisa leve. Mas ser hospitabilidade, porque estamos a dar tempo a eles, estamos a dar uma coisa que eles necessitam, precisam da convivência, precisam de congregar um com os outros. Isto é muito importante. Pois versículo 14. Abençoai os que vos perseguem. Abençoai e não a mal-dissoês. De volta ao sefrimento por longo termo. Sim, porque estão a nos perseguir. Por isso diz assim, alegrave, diz assim, abençoai os que vos perseguem.
Ou quando os tratam mal. E diz, abençoe-os. Por que que te apetece? Quando os tratam mal, apetece exatamente o oposto. Pergunta, o que é o melhor para aquela pessoa? O que é o melhor para aquela pessoa? E temos que fazer essa decisão. Mas diz assim, alegrave, abençoai os que vos perseguem. Cris irmãos, às vezes, quando os pessoas nos atacam, queremos defender-nos.
E se estamos a defender, se der cuidado. Porque às vezes podemos estar irrados. Estamos a defender e nós somos os que as pessoas estão irradas. Mas aqui está a falar de pessoas que nos perseguem. Continuem, então, no versículo 15. Alegrava-os com os que se alegram e chorar com os que choram. 16. Tendo o mesmo sentimento, uns para com os outros. Tendo o mesmo sentimento, uns para com os outros. Isso tem um sentimento, uma empatia, um carinho. Porque quando começamos a entender os outros, começamos a compreender o que que se passa com os outros, então o problema não seja assim tão grande.
Então, começamos a dizer, agora compreendo por que que ele está a reagir assim, ouçado. Ou compreendo o que que ele estava a pensar. Por isso, o problema assim não é assim tão grande. Precisamos entender e por isso, tendo o mesmo sentimento. Por que? Tente entender por que, se é possível, entender por que que a pessoa está a reagir dessa maneira. E depois continua. Em lugar de ser orgulhosos, conducei com que é humilde. Precisamos de ser humildes. Existem muitas opiniões em vários assuntos, quando há contendas e as pessoas não são humildes e estas contendas continuam.
Oh, o mundo diz, ah, eu não fui humilde porque não aceitou a minha posição. Então, talvez esta pessoa que está a dizer ou a acusar, ele não foi humilde porque não aceitou a minha... talvez esta pessoa não seja a pessoa que de facto não tenha sido humilde. É preciso ter cuidado com isto, que ele diz irmãos. É preciso ter muito cuidado. É no lugar de ser orgulhosos, conducei com que esteja humilde.
Não seja sábios aos vossos próprios olhos. Não seja sábios aos vossos próprios olhos. Não penses que a tua opinião é a melhor opinião de todas. Não penses que sabes tudo. Porque a única opinião que é verdade é a opinião de Deus. Essa é a opinião que conta. A minha opinião não conta nada. A minha opinião não conta.
Versículo 17. Não truneis a ninguém mal por mal. Os forçáveis por fazer o bem para antos homens. E se possível, se possível, quanto depender de vós, tendo paz com todos os homens. Se possível, tendo paz com todas as pessoas. É possível? Fizeste a tua parte?
Isto é o amor de Deus. É o amor de Deus. Versículo 19. Não vos vingais a vós mesmos amados, mas dá lugar a ir a. Porque está escrito a mim, me pretence a vingança. Eu é que retribuirei, diz o Senhor. Por contrário, se o teu inimigo tiver fome da alho comer, se tiver sedado beber, porque fazendo isso, amontorás brasas vives, vivas sobre a sua cabeça. Não te deixes vencer do mal, mas vença o mal com o bem. Não podemos ter vingança, porque se queremos ter vingança, então tornamos como outra pessoa. Precisamos de desistir o desejo de nos vingarmos. Se eu estou a pensar ah, se eu não me vingar, não há justiça, queris irmãos, a justiça pretensa a lei, não pretensa a nós. Para nós, o mandamento é perdoar os outros para que nós sejamos perdoados. Por que ao fim de contas? Ao fim de contas, como é que sabes se essa pessoa se vai arrepender ou não, ou se arrependeu perante Deus? E como é que sabes se essa pessoa perdoou? Entanto, vais querer vingar-te, e ao fim de contas, vingança é uma emoção. E por isso, se Deus perdoou aquela pessoa e nós, que é que as pessoas paguem, porque é a vingança, talvez as pessoas nunca paguem, por serpenderam.
Querias irmãos, no entanto, por exemplo, se o teu filho rouba, tu vais castigá-lo. Por que? Porque é o melhor para ele. Mas dá-se esse castigo na medida correta. É adequado à infração. E nunca o farás o castigo de uma maneira que estás irritado ou frustrado, ou que és assim não, não faz isso. Porquê? Porque quando estás frustrado ou estás irritado, a motivação é incorreta. Por isso, qual é o motivo da correção? É amor para o melhor do outro.
Por isso, queris irmãos, este assunto do amor de Deus nos afeta o dia a dia. E por isso temos a oportunidade de praticar o amor de Deus todos os dias. Precisamos de praticar. Então, continuando, queris irmãos, vamos de volta a Primeiro Coríntios, Primeiro Coríntios capítulo 13. Primeiro Coríntios capítulo 13. Vigemos outro ponto aqui acerca do amor de Deus.
O amor é paciente, versículo 4, é benigno, produz atos de bondade. O amor não arde em ciúmes. O amor não arde em ciúmes. Não é ciumento, não é envejoso. Precisamos entender que há uma diferença entre cubiçar e inveja. Cubiçar é ter o desejo errado por algo que é do outro. Por exemplo, eu quero o carro dele. E faz-te miserável porque queres o carro dele. Ora, desejar ter um carro como dele, de uma maneira legal, trabalhando para isso, não há nada errado. Tens um golo, tens o alvo, estás a trabalhar para isso, queres ter um carro como dele, é outra coisa.
Mas ter o carro DELLE, isso é que o isa. Cubiçar é parte dos dez mandamentos. Veios, vejemos brevemente, em êxodes capítulo 20, êxodes capítulo 20, versículo 17. êxodes 20 capítulo 17. êxodes 20 capítulo 17, versículo 17. Diz, não cubiçarás a casa do teu próximo, do teu próximo. Não cubiçarás a mulher do teu próximo, nem o seu servo, nem o seu serva, nem o seu boi, nem o seu jumento, nem coisa alguma que pretensa ao teu próximo. Se cubiçar, eu desejo ter algo que pretensa o outro.
Ora, inveja ou arder em ciúmes, é um sentimento de descontentamento ou má vontade, por causa das vantagens ou poços de outra pessoa. É um sentimento de descontentamento ou má vontade, por causa do que a outra pessoa tem.
E por causa disso, desprezas a pessoa que tem essa vantagem ou que tem isso. Por exemplo, ter inveja por causa do marido que ela tem, ou ter inveja do emprego que ele tem ou ela tem. Vemos que isso é diferente. Inveja é mais do que cubiça. É um desprezo pelo outro que tem coisas. De uma maneira ainda, de uma maneira de dizer, é ainda pior, porque conduzem uma coisa pior, pois acabamos por, então, tratar mal essa pessoa, ou dizer mal essa pessoa, dessa pessoa. Dimos assim, não é só cubiçar o que ele tem, mas é diferente.
É não gostar dessa pessoa, porque essa pessoa tem. Por exemplo, certas pessoas deixaram a igreja, seguiram da igreja, porque uma pessoa foi ordenada, por exemplo, como diálogo. E acabaram por odiar essa pessoa, porque foi ordenada como diálogo, em qual de essa pessoa não fez nada mal a outra pessoa. Isso é inveja. É uma avantada a outra pessoa, porque ela tem e eu devia ter, não ele, eu é que devia ter. Eu sou melhor que essa pessoa. Eu é que mereço ter isso ou ter essa posição. Por isso, tenho que fazer algo contra ele ou contra ela, por causa do que tem. Ou por causa do onde vive. Ou por causa do carro que guia. Ou porque recebeu a promoção no emprego.
Ou porque faz mais dinheiro que eu. É inveja. É inveja. Eu vei aqui com este carro. Isto é inveja. Cuidado. Porque então começamos a maltratar essa pessoa e diz assim, não ardas em ciúmes. Ajudjamos, então, Tiago 3. Tiago 3. Tiago 3, versículo 13 a 14. Quem entrevogia é sábio e inteligente. Mostre a imancidão de servidoria mediando condigno proceder às suas obras. Pelo contrário, tendo em vossa coração.
Se, pelo contrário, tendo em vossa coração, inveja amargorada. Se temos inveja amargorada no nosso coração. Isso não é bom. Inveja de conduz-a a ter uma armadura e conduza a fazer qualquer coisa por causa dessa amargura. Pode desmentir, pode fazer muitas coisas. Por isso, precisamos ter cuidado no termos no coração e inveja amargorada. Vejam também em proverbo capítulo 14, proverbo 14, proverbo 14, por ciclo 30. O ânimo sereno é a vida do corpo, mas a inveja é a podridão dos ossos.
A inveja é a podridão dos ossos. Fazem os ossos podres. Afectam a tua saúde. Arder em ciúmes não é bom. O amor à gápia de Deus não arde em ciúmes, mas o que olha para o que é o melhor para o outro. Se tens inveja ou ciúmes, o que é que precisa de fazer para vencer-se? Primeiro, para de comparar com outra pessoa. Precises de estar grato a Deus pelo que tu tens. Para de comparar a outra pessoa.
Não. A pessoa tem isto? Eu tenho. O que é o melhor para outra pessoa? A para de comparar. Segundo, aprende a apreciar as coisas práticas físicas temporárias que tens agora. Aprende a apreciar. Aprende a dar graças a Deus pelo que tens. Apreciamos os nossos filhos, por exemplo, ou as nossas filhas. Apreciamos as pensões que temos. Dizemos aí a eles que os apreciamos ou perdemos essas oportunidades, porque depois, mais tarde, eles cresceram, saíram de casa e essas oportunidades foram-se.
Da mesma maneira, ainda talvez, ainda tenhamos certas oportunidades, a dizer certas coisas, mas certas oportunidades, fazer certas coisas quando eles são pequenos só aparecem uma vez quando eles são pequenos. Em terceiro lugar, precisamos ter alegria, precisamos nos rugizar nas benções dos outros. Precisamos ter alegria por causa dos outros. Por isso, se temos inveja, precisamos de parar, como eu disse, de comparar com os outros, precisamos de apreciar o que temos e precisamos de nos alegrar com o que os outros têm.
E é uma coisa que precisamos de pedir a Deus para nos dar. Uma ajuda Dele para nos dar esta atitude ou esta capacidade. Então, queridos irmãos, o que é que aprendemos hoje? Sim, queridos irmãos, precisamos de precios, precisamos das doutrinas de Deus, precisamos dos precios, porque apontam, nos guiam para Deus, as doutrinas de Deus, porque nos dizem o que Deus quer que nós façamos.
E por isso temos que esparticar. Precisamos de lei de Deus? Sim. Por exemplo, precisamos do sábado. Porque se quebramos o sábado, quebramos o nosso relacionamento com Deus. Queridos irmãos, se quebramos as doutrinas, os ensinamentos de Jesus Cristo, então estamos a quebrar o relacionamento com Jesus Cristo, porque Ele nos deu um ensinamento e nós não estamos a seguir o ensinamento Dele, estamos a quebrar esse relacionamento.
E por isso estamos a quebrar o relacionamento com Deus e por isso não temos o amor de Deus, o moragápio de Deus. Queridos irmãos, Cristo é o fim da lei, como leem em Romanos 10 capítulo 4. Isto é, Cristo é o alvo, é o golo da lei. É para nós ficarmos como ele. Cristo é o golo da lei. A lei tem um golo.
Para quê? Para nós sermos como Cristo. Que Ele é o fim da lei, é o golo, é o alvo, para nós ficarmos como Cristo é.
Mas, por outro lado, queridos irmãos, é possível obtecer às leis de Deus e não sermos como Cristo é. Por exemplo, há certos ateístas, pessoas que não acreditam em Deus e que nunca roubaram ou nunca mataram. E por isso é que Jesus Cristo disse aos fariseus e disse, Mateus 5 17 a 20, disse a nossa justiça não é ceder à justiça dos fariseus. Porque elas obteceram? Mas precisamos de a ceder. É uma coisa adicional a ceder. O exemplo de Jesus Cristo, o testemunho dele, é o que nós devemos de imitar. Por isso, voltamos e repetimos hoje, o sermão de hoje, o ponto acerca de qual é a nossa motivação. A motivação é uma motivação de o que é o melhor para os outros. A questão de sacrificar a nós próprios por longo termo, para termos esta paciência pelos outros, é uma situação de termos amor com atos de bondade, embora os outros mostratem mal. E não estamos a arder em ciúmes porque queremos o bem dos outros, porque queremos o melhor deles.
Queres irmãos, espero que agora estejam a entender um pouco melhor o que é o verdadeiro amor de Deus. É obter a lei e a exceder essa obdiência com o desejo do que é o melhor para os outros, com a motivação do que é o melhor para os outros, porque essa é nossa motivação, esse é o nosso desejo sincero do coração.
E precisamos pedir a Deus diariamente que o Espírito Santo de Deus seja derramado nos nossos corações com esse amor de Deus. Queres irmãos, este é o assunto talvez mais importante. Na Igreja de Deus, entre os irmãos e os irmãs, em todas as congregações da Igreja de Deus, porque é o que Deus é, porque estamos a falar de imitar ou virmos a ser ou virmos a ter o próprio caráter de Deus, o próprio caráter de Cristo, porque Deus é amor. E o amor, amor de Deus é o alvo que devemos ter na nossa vida. Até a próxima, queres irmãos.
Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).