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O que é o amor de Deus? Bom dia, boa tarde, gris irmãos, aqui, Jorge Câmes, falando-vos da Cincinnati. O que é o amor de Deus? É um sentimento ou uma emoção? Ou é uma atração, uma interesse? Ou uma paixão?
Ou é algo de gostar muito? Gris irmãos, o assunto acerca do entendimento do que é o amor de Deus. É um dos assuntos mais importantes na Igreja de Deus. Não digo só na Igreja de Deus Unida, mas em todas as congregações da Igreja de Deus. O amor de Deus, o que é Deus? Vimos em sermões prévios neste tema que é um verbo. Isto é uma ação e não é uma emoção. Este é o caráter de Deus. Esta é a característica de Deus. Amor é o caráter de Deus. A maneira de Ele ser um ser. Caráteres que Ele tem. Este tipo de amor, este tipo de caráter, que é o caráter de Deus, é o que nós devemos ter, é o que nós devemos que transformar a nossa vida, é o nosso alvo da nossa vida.
Isto é o verdadeiro cristianismo. Isto é o que é a verdadeira conversão. A conversão é um processo. Sim, é um processo. E ao mesmo tempo, o que é este processo? É um processo de mudança da natureza que nós temos, para sermos co-participantes da natureza divina. Jesus Cristo, como se lê aqui em 1 João 4, o versículo 9, disse assim, nisto se manifestou o amor de Deus é nós.
Em haver Deus enviado o seu filho, o Nigênio e tal mundo, isto é Jesus Cristo, para vivermos por meio de Ele. A vinda de Jesus Cristo, a Terra como um ser humano, a vinda deste ser que era da forma de Deus, que se subeteu à forma humana. Isto foi um ato de amor. É um ato da característica de Deus para nós. Isto é o que Deus fez para nós, quando nós éramos pecadores, quando nós não tínhamos nada para que merecessemos isso. É aqui que o entendimento do que é o amor de Deus começa.
Deus provou, por isso, o seu amor para consigo e para comigo, quando você e eu ainda éramos completamente desprezíveis, completamente pecadores. Vê-se, por exemplo, o caso do Pedro estar a ter dificuldade, como lemos em João 21, num sermão prévio neste tema, que o João perdão Pedro não se sentiu, digamos assim, à vontade de dizer que tinha este amor de Deus, que tinha este amor H.P.
E por isso ele continuou a dizer que tinha um amor fraternal, mas não o amor agápio de Deus. Não foi um caso, digamos assim, de não estar a dizer a Deus, Jesus Cristo, aliás, nem nesse caso que eu estava a falar com Jesus Cristo, o filho de Deus nesse momento estava ali, não quis estar a dizer a ele que não tinha esse amor. Ele estava a dizer que sim, tinha um amor fraternal, mas o amor que ele tinha não era um amor do padrão que Jesus Cristo nos demonstrou. E por isso é que ele disse, sim, nosso Senhor, eu tenho amor fraternal para contigo.
E por isso nós, queridos irmãos, precisamos ter o amor fraternal, mas além disso, precisamos de esforçar-nos a ter este amor de Deus, que é um amor agápio, um amor muito especial, que é o caráter de Deus. Precisamos nos esforçar para ter este caráter de Deus. Vejam, por exemplo, em 1 João capítulo 2, versículo 4 a 6, diz assim, Aquel que diz, eu o conheço e não guardo os seus mandamentos, os mandamentos de Deus, é mentiroso, e nele não está a verdade. E, além de tanto, guarda a sua palavra. Nele verdadeiramente tem sido a profeçoada o amor de Deus. Nisso sabemos que estamos nele. Aquel que diz permanece nele também deve, também andar, assim como ele andou.
Nós devemos de andar como os Cristo andou. Nós devemos de fazer o que os Cristo fez. E por isso ele nos deu um novo mandamento. O novo mandamento que podem ler em João Treze, que ele antes de sofrer e morrer em João Treze, versículo 34-35, descreve, Novo mandamento vos dou, que vos ameie uns aos outros, assim como eu vos amei, que também vos ameie uns aos outros.
Nisto, que conhecerão todos, que são os meus discípulos, se tivesse amor uns pelos outros. Que amor é que ele teve para com os outros? Que amor é que Jesus Cristo teve para com nós? Ele fez o que era melhor para nós e não o que era melhor para ele. Para ele, sair da forma de Deus para vir a ser um homem, para morrer para nós e sofrer para nós, não era lá uma coisa muito agradável. Certamente não. Mas fez isso para nós? Isso é o amor de Deus, é o caráter de Deus, é a característica do que Deus é.
É o que Deus é. Um ser que quer fazer coisas para os outros. Por isso, o amor agape de Deus é fazer o que é melhor para outra pessoa. Sem consideração das consequências pessoais. É uma motivação do coração de desejar o melhor para os outros, envolve um sacrifício de nós próprios e não depende em como os outros nos tratam. Pois, se fosse isso, então Jesus nunca teria dado a vida dele por nós.
Porque nós claramente não estávamos e não temos tratado bem até quando começamos a reconhecer que devemos honrar a Deus e a Jesus Cristo. E por isso estivemos a estudar e começamos a estudar estas características no livro de 1 Coríntios. E, por isso, quero que votem este livro, 1 Coríntios capítulo 13. Estávamos a ler no versículo 5 várias características do amor de Deus. E parámos onde diz não procura os seus interesses. Este é o próximo, a característica próxima que temos que cobrir, ou que queremos cobrir, que vem a seguir aqui e o que vamos cobrir hoje.
Porque Jesus Cristo não procurou os seus próprios interesses. Ele sacrificou por outros, mesmo que os outros não tratassem bem. É o que diz aqui, não procurem os seus próprios interesses. Quer dizer, irmãos, todos nós temos necessidades e interesses. Não há nada errado em ter certos interesses.
Quando diz aqui, não procura os seus interesses, não quer dizer que não possamos procurar nenhum interesses. Não há nada errado em ter, como disse, certas necessidades e certos interesses. Ter certos interesses, por exemplo, gostar de fazer certas construções, ou, por exemplo, gostar de jogar um jogo de volleyball, ou jogar cedrez.
Não há nada errado com isso. Isso não é uma questão de ser egoísta. Egoísta é desejar que tudo seja seu. Isso é ser egoísta, que tudo seja meu. É sempre procurando o meu caminho, ou o teu caminho, sempre procurando o seu caminho. Sempre querendo o seu próprio desejo. E tentando, por causa disso, forçar todos à nossa volta, a seguirem o nosso caminho, o nosso desejo. Então, buscar os seus próprios interesses, como diz aqui debaixo deste contexto aqui, em primeiro coríntio estrelos, o amor de Deus, não procura os seus interesses, é uma pessoa que não procura querer sempre tudo da sua maneira.
Isso é o que significa. Se às vezes é preciso fazer coisas, decoro com os seus próprios interesses. Porque se não fosse, não se acabia de fazer nada. Por exemplo, você, por exemplo, é um, digamos assim, chefe numa companhia de construção, e você tem que lançar os alicerços num certo edifício, e está claro que você tem um certo interesse de fazer aquilo da maneira correta. E por isso tem que ser feito da sua maneira, que é a maneira que você vê que tem que ser feito. Ora, quando diz aqui, na Bíblia, 1 Corinthians 13, versículo 5, não procura os seus interesses, não está a dizer o seguinte, vista que eu sou chefe aqui, mas porque não estou a procurar os meus próprios interesses, vocês podem lançar os alicerços do prédio, da que maneira queiram.
E se o prédio cair, bem ao menos eu não estava a buscar os meus próprios interesses. Não. Está claro que isso é ridículo. Não está claro como cristãos, não desejamos ser egoístas, mas precisamos de perguntar, quando estou a procurar os meus próprios interesses, é isso realmente necessário de que as outras pessoas sigam, por exemplo. Às vezes, é possível que entre conversas entre eu e o meu amigo, ou entre eu e meus filhos, ou filhas, entre eu e a minha esposa, que a minha ideia não seja a única possível solução.
A solução, por exemplo, que a minha esposa está a propor, também pode trabalhar, também pode funcionar, também pode dar um bom resultado. Então, por que que não? Aseitar a opinião da outra pessoa. Por que que tem que ser a minha opinião? Por que que não vou aceitar, nesse caso, a opinião da outra pessoa? Isso é que é uma pessoa que não procura os seus interesses, porque há ocasiões, há situações em que nós está errado ir de esta maneira, ou fazer assim, ou fazer assado, ou fazer aquilo. O que é que vamos comer hoje?
Vamos comer isto ou vamos comer aquilo? Podemos comer isto, podemos comer aquilo, podemos comer carrançada, podemos comer um arroz assim, grillado, com grillados como as coisas e tal. O que é que vamos fazer? É dar uma opção às outras. Não é só fazer os meus próprios interesses. Por isso, é bom aceitarmos ideias de outras. Isto é parte da característica de Deus. É o que Deus nos diz, o amor de Deus, é não estar sempre à procura dos meus próprios interesses. Para não estar sempre à procura dos meus próprios interesses, em primeiro lugar, é orar e pedir a Deus a vontade de Deus.
Preguntar a Deus qual é a vontade de Deus. Mostrar o desejo de buscar a vontade de Deus em primeiro lugar. Exemplem Lucas 11, versículo 2. Quando orar, dizem, Pai, se a gente fica, seja o teu nome, venha ao teu reino, seja feita à tua vontade, assim na Terra, como no céu, como diz na Almeida Revista e Corrigida. Aqui está um ponto, se vocês estão a ler na Bíblia Almeida Revista autorizada, não está escrito, seja feita à tua vontade, assim na Terra, como no céu, mas está no original, na maioria dos manuscritos.
Isso é um defeito que a Almeida Revista e a Corrigida têm aí, que não incluiu essa frase. Mas podem ver essa frase na Almeida Revista e Corrigida, na Almeida e Corrigida e Fiel, podem ver isso também, comparando, por exemplo, com Mateus 6, versículo 10. A Almeida e Corrigida e Fiel claramente têm esse ponto e podem ver que esse ponto também está em Mateus 6, versículo 10.
A Almeida e Corrigida e Fiel têm isso, como dizem Lucas 11, versículo 2. Outro ponto, além de pedirmos a Deus a vontade, outro ponto para não estarmos sempre à procura dos nossos próprios interesses, é desejarmos o melhor, ou melhoramento físico e espiritual dos outros.
Se desejamos, se temos de facto este desejo, este desejo dentro dos nossos corações, para que as pessoas cresçam. Vejam, por exemplo, em 3 João, na terceira carta de João. Capítulo 1, João, 3 João, 3ª Carta, 3ª Pístula, João. Capítulo 1, versículo 2, diz assim, amado, acima de tudo, faça votos por tua prosperidade e saúde, assim como é próspera da tua alma. Vê-se aqui que tem o desejo da prosperidade e saúde, uma coisa física, prosperidade e saúde. Saúde física, prosperidade física, tem este desejo para os outros membros da igreja, mas também tem um desejo assim como é próspera da tua alma.
Isto é, a tua vida seja próspera, um assunto espiritual, ter uma prosperidade espiritual, um melhoramento espiritual, na maneira que a pessoa viva. Quando as pessoas fazem algo errado, quando as pessoas fazem algo errado que nos magole, então é orar e desejar que eles se arrependam, pedir a Deus, com carinho, com gentileza, para que Deus os guie ao arrependimento? Por que? Para o melhoramento espiritual da outra pessoa. Porque? Se não estás a tomar essa atitude, que atitude é que estás a tomar?
Estás a tomar, então, uma atitude que queres que essa pessoa não se arrependa, e se não se arrepender, isto quer dizer que vai para o lar do fogo, é isto que queres de outra pessoa? Está claro que não. Por isso Deus quer que todos nós nos arrependamos. Isto é a característica de Deus, o amor de Deus.
E, por isso, deve ser também a nossa atitude. Nós devemos dourar e deschar pelo melhoramento físico e espiritual das outras pessoas. Está claro, tem que haver sempre justiça. Não estou a falar. Não haver justiça. Um outro ponto, que uma pessoa que deseja, que não seja sempre os seus interesses, é que essa pessoa, então, é capaz de trabalhar com outros num grupo. Pessoas juntas um com o outro num grupo, numa atitude de cooperação. Essa pessoa coopera com outros. Por que? Porque não procura os seus próprios interesses.
E, por isso, tem esta cooperação com outra pessoa. É capaz de sumeter os interesses de outras pessoas. Estão preparados, assim, a dar à mão as outras pessoas, não só aos seus amigos, mas aos seus inimigos. Como lém em Lucas 6.35, que devemos amar, não só aos amigos, mas aos inimigos também. E, por isso, esta atitude, como lemos em 1 Coríntios 13, versículo 5, quando fala aí, não procura os seus próprios interesses. Outra característica de Deus é, como diz aqui, não se isaspere.
Certas transvações dizem, não se irrita. Queres irmãos, nós vimos até aqui que as características do amor a Deus são umas que uma pessoa sofre longo, isto é, tem paciência, não é arrogante, não é mal-criada. Vimos que o amor de Deus é um em que as pessoas não têm estes ciúmes, não têm estas certas emoções, mas estas emoções são controladas. Estamos a ver aqui que emoções são controladas.
Perante o amor de Deus, o amor de Deus é um característico que demonstram umas emoções controladas. Como diz aqui, não se isaspere. É porque tem emoções controladas. Isto quer dizer que esta atitude aqui não se isaspere. É uma atitude importante que tem a ver com a raiva, com a ira e como nós lidamos com isso.
Por isso, isasperar no dicinário quer dizer tornar mais áspero, desesperar muito, ou irritar sobremoto, isso é o que é isasperar se forem ver um dicinário. O que simplesmente quer dizer, em maneira simples, é aprender a controlar a ira. Aprender a controlar a ira. Isto é uma pessoa não com o amor de Deus, com esta característica de Deus, que é o Agapa e Amor de Deus. Controla a ira. Por que? Para que não seja provocada a uma irritação que faz coisas irradas.
Notem que nem toda a ira está errada. Estar, digamos assim, aborrecido, ter um certo tipo de ira, de aborrecimento, é uma reação humana. E por isso, nem toda a ira é destruída. É destruidora. Vejam, por exemplo, em Efezius 4, versículo 26. Efezius 4, versículo 26 diz assim, iraivos.
Isto é, estejam aborrecidos, estejam indignados. Estão, digamos assim, uma certa indignação, digamos assim, estejam chateados. Pode ter isso, não é, que não podem estar aborcidos, mas diz não, porqueis.
Por que? Porque a ira pode conduzir. Principalmente, mas, em nós, em pessoas humanas, se deixamos a ira andar, conduz geralmente ao pecado. E por isso é que diz iraivos e não pequeis. Se vocês têm ira, mantenham isso de uma maneira controlada, de maneira que não conduza ao pecado. Porque, de uma maneira geral, quando as pessoas estão iradas, deixam essas emoções da ira governar ou lidar à maneira de que elas fazem coisas e acabam por fazer coisas mais vingativas ou pecadoras. Por exemplo, quando estamos zangados, demonstramos muitas qualidades que não representam o caráter de Deus. Por isso, deixem-me perguntar, como posso ter ira sem pecar? Sim, pensem, por exemplo, o caso de Deus. Deus às vezes está zangado. Mas as ações de Deus não são motivadas pela ira. As ações de Deus são motivadas pelo caráter de Deus, que é para o bem dos outros. Que é o amor para o bem dos outros. Mas Deus expressa a Sua ira. Mas as ações são motivadas pelo que é pão, pelo amor, pelo melhor para o outro. Vejam como isso faz favor em Salmos 7. Queridos irmãos, a ira de Deus, a ira de Deus, é baseada no que é justo. A ira de Deus é sempre baseada no que é justo. A ira de Deus é baseada na aplicação da justiça. Não é da pecado. A ira de Deus é baseada no que é justo por causa do que fizeram certas injustiças, de certos pecados. Por causa de certos pecados que pessoas fizeram, ele tem uma ira. Mas essa ira dá a energia para fazer o que é motivado pelo amor. Às vezes a ira de Deus é expressada em misericórdia. Por isso Jesus Cristo morreu por nós. Ele não está contente, ficou abrocido, está abrocido com o homem faz e por isso Ele sacrificou por nós para nos perdoar. A motivação foi o amor. Foi uma motivação para o nosso bem. Mas a ira foi como uma coisa que foi expressada, mas nesse caso foi expressada como uma ação positiva. Por isso quando Deus é irado, se torna irado, quando é irritado, digamos assim, sobre modo, isso Ele não faz nada que conduza a uma coisa errada. E por isso é o que nós devemos aprender. Quando temos a ira, uma ira, temos um aborcimento, estamos chateados, digamos assim, por qualquer coisa, não conduzimos a nossa ação a ações caminosas. Vejam, por exemplo, Salmos 7, Salmos capítulo 7, versículo 11. Deus é justo, juiz. Deus que sente indignação, isto é, que se ira, como leia na Almeida Revista e Corrigida, Deus que sente indignação, que se ira todos os dias.
Deus que se ira todos os dias.
Mas primeiro, é justo e é justo, juiz. Ele se ira todos os dias com o pecado, com os pecadores, mas não destrói a humanidade completamente por causa disso. Não diz Deus é um Deus-angado, não diz Deus é um juiz justo, é um justo juiz. Sim, está-se-se-angado, está-se-se-indignado com os pecadores todos os dias, mas em primeiro lugar é justo. Por sua justiça, baseado no amor, Ele não destrói a humanidade. Deus sente ira. Ele tem a ira de Deus, mas é expressado em ações, mas as suas ações são motivadas por amor e não pela ira. Deus, por exemplo, não destruiu-se o homem Gomorra, porque estava-se-angado com eles. Deus destruiu-se o homem Gomorra porque eram pecadores.
Expresou a sua ira sim, mas a ira não foi a sua motivação. Vejam, por exemplo, em provérbios 29-22. Diz assim, O iracundo levanta contendas e o furioso multiplica as transversões. Aquela que está-a-angado continuamente está cheia de ira constantemente. O iracundo levanta contendas, faz-a-angas, e-a-angas, constantemente faz-a-angas. Está sempre numa zanga.
E o furioso multiplica as suas transversões. Por que? Porque essa ira, quanto há motivado pela ira, o resultado é um bocado. É uma transversão. Vejam, por exemplo, em Tiago capítulo 1, por ciclo 19 e 20. Tiago capítulo 1, por ciclo 19 e 20.
Diz assim, Saber-se-as-se-as-cas coisas meus amados irmãos, todo homem pois seja pronto para ouvir, tardiu para falar, tardiu para acirar, tardiu para acirar.
Porque a ira do homem não produz a justiça de Deus. A ira do homem, de uma maneira geral, quando as pessoas seguiram, fazem com que a ira seja a motivação para as suas ações, de uma maneira geral, é a maneira que nós, seres humanos, reagimos, e essa ira faz com que nós pequemos.
E isso não é a justiça de Deus.
A justiça de Deus não é petado. É perfeita de acordo com a lei.
Vejam, por exemplo, um homem que teve um problema com a ira, o Moisés. Teve um problema tão grande com a ira, que matou um homem por causa da ira no Egito, e por isso teve que fugir.
A ira do Moisés provocou ele a fazer uma ação. E por isso, quando diz, não se, aqui em 1º, 43, por ciclo 5, quando diz, não vos exasperéis, não vos irritéis, não sejam provocados a uma ação pecaminosa.
O amor de Deus não provoca você a uma ação pecaminosa. Não. Moisés estava zangado.
Por exemplo, quando do céu da montanha, com as duas tabas, com as leis de Deus, e Deus estava zangado.
E porque Moisés ficou zangado, partiu as tabas das leis de Deus.
A ação motivada pela ira fez uma ação incorreta. Não devia ter partido as tabas com as leis de Deus. A ira de Moisés fez com que ele fizesse coisas irradas. E fez com que Moisés tivesse muitos problemas por causa que ele muitas vezes não controlou a ira. Pouco antes deu morrer ao fim dos Israelites que terem estado 40 anos no deserto.
Moisés se aproximou, como podem lerem, em Numos 20, se aproximou da pedra e bateu na pedra porque estava erado com os Israelites e disse, então vou dar a vocês a água aqui da pedra e bateu na pedra. Foi uma ação baseada em ira que estava zangado, estava erado.
Fez uma ação, uma coisa que não devia ter feito porque a instrução não era para fazer isso, não era para bater na pedra. Não era para estar zangado com essa maneira. E por causa disso, não pode entrar na terra prometida. Por causa disso, não pode entrar na terra prometida. Deus estava a ensinar a Moisés que tem que controlar a ira. Não pode deixar a ira provocar ele a ações caminotas. Sim irá a vocês, mas não porqueis. Isso é a característica do amor de Deus?
Deus estava a ensinar a Moisés, o amor de Deus, o caráter de Deus. E por causa disso, foi uma lição forte e ele aprendeu a lição. Deus vê os corações, ele aprendeu a lição, finalmente aprendeu a lição, mas entretanto não pode entrar na terra prometida. Físicamente, entrará na terra prometida espiritualmente e ahorro em Deus. Mas, Cristo irmãos, aí estão avisos nós, se nós não controlamos a nossa ira, e se deixamos a nossa ira estar provocada ou provocarnos a fazer coisas caminosas que constantemente e continuamente não os arrependemos disso e paramos de fazer isso?
Vamos ter que cuidar, porque podemos perder a promessa de terra prometida para nós, a promessa espiritual que é o Reino de Deus, o qual nós buscamos. Então, o que são as causas desta ira em nós? Pode ser uma coisa física, é normal, que existe, por exemplo, alguém que está a tentar assaltar a você, assaltar a sua casa, a roubar o seu carro, ou seja, que for.
E então, nesse caso, uma pessoa está assim, tem uma certa ira e tem um certo medo, isso é normal. Não estão a falar isso. Pode haver também outra causa da ira, que é uma disposição biológica. Supeção unidade, pode ser uma instituição, você ficará do facilmente. O ponto que estou a dizer é que a ira pode acontecer por várias coisas. A condição física está a ser atacada fisicamente, pode ser uma condição biológica, na maneira que você foi criado com o seu gêneso, o seu tipo de pessoa, que se incendei assim mais rapidamente.
Todos temos várias causas da ira. O ponto que é importante é, precisamos de não deixar que essa ira nos provoque a fazer ações pecaminosas. Não nos isaspere, isaspere de uma maneira que ficamos irritados, que pequemos com isso. Pode ser outra causa da ira, pode ser o nosso ambiente, onde vivemos. Por exemplo, onde vivemos vivemos num sítio que estamos a andar na estrada continuamente, as pessoas estão irritadas na estrada, irritadas na estrada e isso afeta-nos a nós.
Vamos pôr carria aquela irritação, porque da maneira que as pessoas guiam e coisas assim, pode ser que as pessoas estejam a ver filmes violentos continuamente e isso vos afeta. Vos afeta, certamente, vos afetará. Por isso esse ambiente, preso de cuidado, conheça o ambiente, onde controlar. Pode ser que terem experiências continuamente negativas, pode ser que tenham certas experiências. Uma pessoa que esteja perto de você está sempre a fazer coisas mal a você, sempre a fazer coisas mal a você. Isso vos evita e isso vos faz que tenham esta ira, cuidado de como controlem essa ira.
Vejam aqui em Ifésios capítulo 2, versículo 1 a 3. Ele vos deu vida, estando vós mortos nos vossos delitos e pecados, nos quais andaste-se outra. Segundo o curso deste mundo, segundo o príncipe da potestada do ar, do espírito que agora atua nos filhos das audiência. Entre os quais também todos nós andámos outra, segundo as inclinações da nossa cara, fazendo a vontade da carne e dos pensamentos e éramos. Por natureza, filhos da ira, como também os demais.
E éramos, nós éramos nós. children Segundo as inclinações da nossa cara, fazendo a vontade da carne e dos pensamentos, e éramos, por natureza, filhos da Ira, como também os demais. E éramos, nós, éramos, nós, como vemos na Igreja, éramos filhos da Ira, facilmente provocados à Ira, motivados pela Ira, motivados por Satanás. Por isso, há várias coisas que podem fazer com que nós fiquemos irados. Até podemos ter a Ira várias vezes por dia. Por exemplo, acontece que as nossas crianças tiram o make-up das senhoras e começam a usar o make-up das senhoras a fazer apintar a parede da casa.
E está claro que ficamos zangados e abuscidos. O ponto é como é que reagimos? Como é que reagimos? Como é criança? Deixamos a Ira fazer com que nós façam-nos uma coisa descontrolada aos nossos filhos ou filhas. Isso é que precisamos de ver. Ter a Ira, ter esse sentimento estar assim, abuscido, porque fizeram isso, é normal. Mas como reagimos? Como é que estamos desesperados com isso e estamos provocados a fazer uma coisa por causa dessa Ira? Por exemplo, o seu cão ou seu gato estragou algo em casa, algo que era sentimental, seu.
Como é que você reage essa Ira? O que é que você faz com essa Ira? O ponto é que Satanás alimente essa Ira, porque diz assim, filhos da Ira, porque andávamos da outra hora e em ele, Satanás, o espírito, o príncipe do Estado Área, estava a dentalizar, digamos assim, a dar ar e fazer mais isso de ficar assim, maior, para ficar-se irado constantemente. Quando estamos irados com esta atitude, assim, é impossível responder de uma maneira com o Espírito Santo Deus. E por isso precisamos de controlar as nossas emoções quando temos a Ira. Há certas coisas que não trabalham quando tentamos controlar a Ira. Por exemplo, deixar, digamos assim, ventilar a Ira de uma maneira descontrolada.
Isso não funciona. Não funciona. Por outro lado, repressar a Ira para pretender que a Ira não existe, que não está girado, também não funciona. Vocês veem a história dos Jonas, no livro dos Jonas, no capítulo 4, no versículo 1 a 4, a ver se que o Jonas foi enviado para dar uma perforcia à Nímeve. As pessoas de Nímeve arrependeram-se, e porque elas se arrependeram, o Jonas ficou irritado, porque se arrependeram.
Quer dizer, irmãos, a Ira pode impedir que as pessoas se arrependam. Isso não está certo, isso não é justo. E por isso precisamos ter cuidado com a Ira. Também negar, dizer que não tenho Ira, não estou zangado, também não funciona para controlar as emoções. Então, como é que controlamos a Ira? Para que as ações que seguem sejam justas. Em primeiro lugar, a Ira tem que ser por pouco tempo. Vigemos em Infezios 4, versículo 26, onde estávamos há pouco, 4, versículo 26, que diz assim, irá-vos e não porqueis. Não se ponham só sobre a vossa Ira. Não deixem isto, esta Ira estar em você por muito tempo. Diminua-me, quando dê-me tempo, deixar isto passar, acalme-se, não deixe esta Ira estar dentro de você.
Em segundo lugar, não deixe ou não permite que seja manipulado por Satanás. Não deixe Satanás afetar você, quando está a Ira. Diz aqui, continuando a ler no versículo 26, diz assim, irá-vos e não porqueis. Não se ponham só sobre vossa Ira. Nem deixe lugar ao Diabo. Porque ele vai tentar manipular a sua Ira para fazer como que você faça algo errado, você peque. E por isso não devemos dar, como diz aqui, lugar ao Diabo. Devemos controlar a nossa Ira para não darmos lugar ao Diabo. A Ira justa, isto é, a Ira que não conduz a ações destrutivas, mas conduza a ações positivas, é uma Ira que é baseada num princípio moral de Deus. E por isso, quando as pessoas quebrem as leis de Deus, ou os mandamentos de Deus, essas ações, essa causa, é uma causa justa, digamos assim, de uma pessoa ficar Iraada. Não é uma causa justa de ficar Iraada quando uma pessoa, por exemplo, ataca ou diz mal da nossa imagem. Porque isso é a nossa arrogância, a nossa soberba que está a ser atacada, e se não é uma maneira justa de ficar Iraado. Uma maneira justa de ficar Iraado é quando os mandamentos de Deus estão sequerados. Outro princípio acerca de uma ira justa é estar aborrecido em certas situações. Mas não devemos estar constantemente aborrecidos por causa dessas associações. Por exemplo, uma situação acontece e deixamos estar e estes ficar aborrecidos sempre, sempre, sempre. Como eu disse, tem que ser por pouco tempo. Vejam, por exemplo, em Pro Verbos 11, Versículo 23. Pro Verbos 11, Versículo 23.
Pro Verbos 11, Versículo 23. Diz assim.
O desejo dos justos tende somente para o bem. Mas a espetação dos perversos redonda, redunda a ira. A espetação dos perversos redunda a ira. O perverso já espera que você vá fazer uma coisa que o magou e que fique irado por causa disso. Mesmo antes disso acontecer, já está a espera, tem a espetativa de que a coisa vá causar problemas. Vejam também, em Pro Verbos 19, 19.
Pais nas afrentes, já que estamos aqui em Pro Verbos 19, 19. Diz assim. O homem de grande ira tem de sofrer o dano. O homem de grande ira tem de sofrer o dano. Se uma pessoa está irada e não está a controlar esta ira, esta ira, está a ficar sangada e está a fazer coisas erradas por causa disso, ou seja, o que é que for se que faça errado, tem que sofrer o dano. Porque, se tu livrares a pessoa deste dano, dirás ainda a fazê-lo de novo. Então, ela vai fazer este novo. Este princípio é aplicado a muitas outras coisas. Muitas vezes nós fazemos, continuamos a fazer coisas erradas e continuamos a sofrer porque estamos a fazer coisas erradas. E depois a nossa família sofre porque continuamos a fazer as coisas sempre erradas.
Por isso, isto tem que sofrer o dano. Porque, se o livrar-se do dano, ele vai ter o mesmo problema de novo. E vai se meter no mesmo buraco outra vez. E por isso, tem que sofrer o dano.
Que nos dói ver a pessoa sofrer o dano. Mas diz assim, porque se o livrar-se, virás ainda a fazê-lo de novo. Isto é um homem de grande ira que acaba a fazê-lo de novo. E por isso está aqui pontos importantes. A ira, quando é uma ira correta, quando é uma ira justa, como vimos, é por pouco tempo. Não deixa ser manipulado por Satanás. É baseado nos princípios morais de Deus. É aborrecido as situações, mas não deixa isso ficar assim tão grande, que está constantemente ou uma expectativa de que vai correr mal. Vai acontecer mal e por isso já está irritado, porque a coisa vai correr mal. Mas a ira, quando é uma ira justa, produz ações positivas.
Isto é um ponto importante. Difícil de nós fazermos isso. Muito difícil para todos nós fazermos isso. Mas a ira produz ações positivas. Vejam como se faz favor em Marcos 3. Marcos 3. Terceiro capítulo de Marcos 3.
Marcos 3, versículo 1 a 5. Diz assim, do novo entrou Jesus na sinagoga, estava ali um homem que tinha recequido uma das mãos. Estava um homem que tinha um problema na mão, a mão estava recequida. E estavam observando a Jesus para ver se o curaria em dia de sábado a fim de acusarem.
Veja a atitude estas pessoas. Queriam acusar a ver se ele ia curar para o acusarem. E disse Jesus ao homem da mão recequida, bem para o meio. Então, nos perguntou, porque ele sabia o que estava a pensar. Está correto. Isto é, é licito, nos sábados, fazer o bem ou fazer o mal? Salvar a vida ou tirá-la? Mas eles ficaram em silêncio. Por quê? Porque debaixo da tradição deles estava justo fazer o bem.
Sabe que se um animal caísse no buraco, era justo tirar o animal do buraco. Fazer o bem. No sábado. E por isso eles ficaram calados, porque sabiam, entendiam que tinham se metido no checkmate, digamos assim. Uma situação que não podiam sair. E olhando-os ao redor, Jesus Cristo indignado. Jesus Cristo estava irado. Estava indignado.
O que é que Jesus Cristo fez? Por causa da ira.
Porque estava irado. Por causa da ira. Dachou que a ira fizesse uma coisa má. Nós, quando estamos indignados, o que é que podíamos ter feito? Vão ver aquele homem que tinha a mão resquida. Quero ver se faz uma coisa, vai escurar esse homem que não. Eu estava indignado. Porque uma pessoa podia ter feito. Uma pessoa sem Espírito e Deus. Ah, sim! Estás assim tozangado por causa do homem que tem a mão resquida. Então vocês todos vão ficar com a mão resquida. Pumbo! Todos vos com a mão resquida.
Seria isso uma ação positiva? Não. Mas seria, está claro, uma ação motivada pela ira?
Mas não é a gápia. Não é a característica de Deus. Não é o caráter de Deus. Não é o amor de Deus. Isso não é a gápia. O gápia é... Embora esteja indignado, faço o que é melhor para os outros. E por isso se indignado, e conduído com a dureza do seu coração, disse ao homem, estende a mão. Estendeu a mão. E a mão lhe foi restaurada.
Vê-se aqui que Jesus Cristo usou a ira, e expressou a ira de uma maneira positiva.
A maneira diferente de pensar que nós, naturalmente, pensemos. Usou a ira para fazer uma coisa boa.
Vejam em Provermes 15, versículo 18. Provermes 15, versículo 18.
Provermes 15, versículo 18. Diz assim, o homem iracundo suscita contendas.
O homem cheiriras está a fazer contendas.
Mas o longanimo, aquele que demora a ficar irado, o longanimo, apazigua a luta.
Esse que é longanimo, é aquele que não é provocado a fazer uma coisa errada. Jesus Cristo não foi provocado a fazer uma coisa errada.
A ira justa, nunca tem ódio e nunca produz a depressão. Quando uma pessoa está deprimida por causa da ira, isso é uma reação da carne.
Por isso é importante. Uma pessoa não estar irada por muito tempo e perdoar. Cris Irmãos, isto tudo, é muito, muito difícil. E todos nós, Cris Irmãos, estamos a desenvolver e a crescer nestes pontos.
E por isso, precisamos, para lutar contra esta ira, precisamos de ver que, de uma maneira normal, a nossa ira é destruída, destruitiva, destrói. Ficamos angados e fazemos coisas caminosas, destruidoras, negativas.
Por isso, quantas iras?
Ora, fala com Deus à cerca da tua ira e pede o Espírito Santo de Deus nos ajuda, nesta situação. Se há uma ira justa, Deus também estará aerado e deixe isso nos mãos de Deus.
Também, se há uma situação de estar a aborrer, às vezes é bom estar um bocadinho de tempo. Dá um bocadinho de tempo, espera um pouco, dá um bocadinho de tempo.
E não reages imediatamente, porque é capaz de reagir de uma maneira incorreta. Também medita em que está a fazer-te irado, o que está constantemente a fazer-te uma pessoa assim irada.
E medita e pense e pede a Deus para te ajudar a ter resultados positivos no futuro, para não seguir-vos o mesmo caminho que seguiste. E aprenda a perdoar. Aprende a perdoar.
Aprende a deixar as coisas nas mãos de Deus.
Não estou a dizer que aceite-se o irado, nem que aceite-se a injustiça, mas aprenda a perdoar. Crescer irmãos, o que estamos a ver aqui no amor de Deus, estamos a ver o que é que devemos ser.
Estamos a ver o que é que precisamos de fazer para nos tornarmos HP, para nos tornarmos como o amor de Deus, para sermos uma pessoa convertida, com o amor de Deus, para termos o caráter de Deus.
Então, uma pessoa convertida está disposta a sofrer incorretamente com as fraquezas e pecados da outra pessoa para o bem da outra pessoa.
Uma pessoa convertida, faz atos de bondade, é a benigna, é quem seja que é preciso fazer, é quem seja que for.
Uma pessoa convertida não arda em ciúmes, não é envejoso, não se alegra nas benções que os outros... não se... mas alegra-se nas benções que os outros recebem, não fica zangado com as benções que os outros recebem.
Uma pessoa convertida não se ofana, não se vangloria, não desfila para o centro da atenção, não é guiada pela arrogância.
Uma pessoa convertida, não se ensuberbesse, não se eleva, mas é humilde e pronta a perdoar.
Uma pessoa convertida, uma pessoa convertida tem cuidado é não ofender as outras pessoas. A outros, isto é, tenta ser táter tato quando fala com os outros para não os ofender, não se conduz de uma maneira inconveniente, não se porta com indecência. Uma pessoa convertida, não tem sempre a sua maneira de ver como ser a que tem que ser sempre. Não procura os seus próprios interesses, mas tem um espírito de cooperação.
Uma pessoa convertida, controla o seu temperamento e é motivada por amor e não por ida.
Pois essa pessoa tem uma ira justa que quer fazer a justiça, não reage incorretamente, não é facilmente provocada a reagir com raiva.
Queridos irmãos, como estamos a ver? Estamos a ver o que é uma pessoa convertida. E queridos irmãos, nenhum de nós chegamos a este padrão.
Não chegámos aí, não temos, não somos, não fazemos isto tudo. Tentamos, estamos neste caminho, falhamos, mas não estamos lá. E por isso, frequentemente somos duros para com outros que não reagem com pessoas convertidas.
Ele não foi uma pessoa convertida, ele fez isto irado, aquilo e lá, ele teve a dizer mal de mim, ou coisa assim, ele não é uma pessoa convertida.
Queridos irmãos, isto é o tema do próximo sermão acerca do amor de Deus, pois a pessoa que a dura para com os outros, é uma pessoa não se recente de mal.
Uma pessoa com o amor de Deus, é uma pessoa que não suspeita o mal, é uma pessoa que não pensa que estão a fazer o coisas por mal. Até a próxima, queridos irmãos. Que tchau, gente.
Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).