O amor de Deus (4) - não se conduz inconvenientemente

Este sermão nesta série de sermões do amor de Deus cobre uma outra característica do amor de Deus. O amor não se conduz inconvenientemente.

Transcrição

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Bom dia ou boa tarde, queridos irmãos, aqui é Jorge Campos. Hoje em dia vivemos no mundo, queridos irmãos, em que não existe a cortesia ou a delicadeza que existia no mundo. As pessoas não atuam de uma maneira geral, de uma maneira decente, e esta cortesia ou esta delicadeza desapareceu.

Vê-se isso na maneira que tratam as pessoas, na maneira que falam, na maneira que guiam os carros, na maneira que tocam a música a sons muito altos, sem consideração para com os outros, ou na maneira que reagem quando estão irritados ou quando estão zangados. É uma cortesia geral, de uma maneira geral, que desapareceu do mundo, ou que está a desaparecer em uma quantidade maior de dia a dia. É como se fosse uma certa educação, na maneira das pessoas se conduzirem, que já não existe hoje. E, queres irmãos, nesta série do Amor de Deus, hoje quero continuar, por ver ou quevirem-se faz favor, a primeiro coríntios, capítulo 13, e continuando, então, aí, no versículo 2, onde lemos diz assim, ainda que eu tenham o dom da profetizar e conheça todos os mistérios e toda a ciência, que eu tenham o conhecimento de toda a profecia, de toda a ciência, ainda que eu tenham também a fé, ainda que eu tenham tanta fé, a ponto de transportar montes. Se não tiver o verdadeiro Amor de Deus, não serei nada.

Como isto é possível? Como isto é possível? É sempre difícil de nós entendermos, mas é importante, é um assunto extremamente importante para nós, na Igreja de Deus. A palavra Amor, típicamente em português, tem um significado de sentimentos, de emoções, mas o Amor de Deus é mais relacionado com uma decisão mental, uma motivação atrás do que decidimos fazer mentalmente, porque a nossa motivação, o nosso desejo, é para o bem dos outros. Estamos a pensar para o bem dos outros. Isto é o Amor de Deus.

Por isso pensamos com carinho, com cuidado para com os outros. Então, lemos neste estudo até agora, lemos o versículo 4, vimos que o Amor é paciente e cobrimos isso. Lembram-se, como falamos, de que o Amor sofre por longo termo.

Para o melhor de outra pessoa.

Também vimos que, às vezes, sofrer pelos outros não seja necessariamente o que é melhor para eles. Por exemplo, se estão a roubar, estar a ter um sofrimento, por causa disso, talvez não seja a coisa correta. A justiça, talvez, a justiça, nesse caso, será o melhor para eles.

Mas o importante aqui é qual é a nossa motivação? A nossa motivação. A nossa motivação para com eles é uma divincança, ou é uma de termos desejo de que sejam melhor para eles?

Depois, vimos também a segunda parte desta versículo, que diz que o Amor é benigno. E vimos que isso são ações de bondade. Depois, continuámos e vimos que o Amor não arde em si uns.

E, então, vimos também que o Amor verdadeiro, o Amor de Deus, não é envejoso, porque a inveja destrói a possibilidade de termos o verdadeiro Amor de Deus. Isto, inveja, perdão, é uma forte influência da natureza humana.

E, no último sermão, vimos, a seca destes dois termos, que o Amor não se ofana e não se ensuberbece. E vimos que o Amor, o verdadeiro Amor de Deus, não é uma pessoa que tenha um desejo constante de ser o centro da atenção e que não é uma pessoa que se ensuberbece com orgulho arrogante.

E também vimos que o orgulho humano é uma das outras questões centrais da natureza humana. E o orgulho impede termos este Amor e termos um relacionamento correto com Deus. E depois, no versículo 5 diz assim, não se conduz inconvenientemente ou como uma revisão revista e corrigida da Almeida diz, não se porta com indecência. E o meu tema hoje deste estudo, queris irmãos, é de concentrar nesta frase, que não se conduz inconvenientemente ou não se porta com indecência. E por isso é à volta desta frase que vamos continuar este estudo do Amor H.P. de Deus hoje. Ora, uma pessoa que não se conduz inconvenientemente ou que não se porta de uma maneira indecente, é uma pessoa que não é rude. Digamos assim, que não é grosseiro ou incente. Isto é, não se porta de uma maneira que seja incente, de uma maneira inconveniente. Não se porta de uma maneira que é feia. Não há, digamos assim, de uma maneira ruim, de uma maneira grosseira.

Ora, queridos irmãos, o Amor de Deus não quer dizer que estás a evitar a dizer a verdade.

Por que?

Porque às vezes, podes fazer a ação correta de acordo com a verdade.

E as pessoas ainda se vão ofender.

Por que?

Porque podem estar ofendidas pela verdade, não querem saber a verdade, não gostam da verdade, ou podem estar ofendidas porque estão orgulhosas. Tenham-se de orgulho. Sim, as pessoas orgulhosas podem estar ofendidas por várias coisas. Mas, como disse, temos que dizer a verdade.

Mas o ponto aqui é como tratar os outros.

E, por isso, o Amor Agape de Deus não é acerca de como os outros tratam a nós, mas é acerca de ti e de mim, como eu tratam os outros.

Como é que eu, como é que nós, como é que você, se porta com as outras pessoas?

Como é que tratas esta situação ou este assunto com essa pessoa?

E, por isso, voltamos ao princípio da motivação.

Qual é a tua, ou a minha, intenção inicial?

Qual é a motivação?

Está claro, não devia ser uma de ofender. Uma de maguar.

Por isso, uma pessoa que reage, que atua de uma maneira inconveniente, ou de uma maneira como a Almeida revista e Corujida diz, uma maneira indecente, é uma pessoa que seja ofensiva a outros.

Porque quando atuamos de uma maneira inconveniente, vamos ofender os outros.

Ora, é importante entender esta separação.

Jesus Cristo foi ofensivo a outros, mas nunca por causa da sua maneira de tratar os outros.

Ele foi ofensivo por causa que ele acreditava a verdade e falava a verdade, e as pessoas não gostavam de ouvir a verdade, ou tinham orgulho quando foram confrontadas com a verdade. Por isso, algumas pessoas vão estar ofendidas contigo, ou comigo, ou conosco, ou com uma pessoa, por causa da sua religião, por causa das suas crenças, por causa da verdade. Por exemplo, se você disser que não concorda com o aborto, vai ofender certas pessoas que não concordem com essa frase, com esse conceito.

Gostou de dizer que, de volta a que eu estava a dizer, precisamos separar estas duas coisas. Se uma pessoa está ofendida pela verdade, você não pode fazer nada com isso.

A verdade é verdade.

Mas se estão ofendidos porque você é obnoxio, ou é desagradável a falar com eles acerca da verdade, então temos um problema.

Vamos entender estes dois pontos.

Se as pessoas não vão gostar da verdade, e por isso ofendem-se com a verdade.

O que ponto que eu estou a falar é que devemos de tratar as pessoas de uma maneira decente, mas nunca facilitar na verdade, sempre de uma maneira decente.

Por isso, se tratarmos as pessoas de uma maneira inconveniente, ou indecente, ou rude, ou mal-criada, não está correto. Não é amor de Deus.

Vejam, por exemplo, se faz favor aqui em Lucas capítulo 17.

Lucas capítulo 17.

Lucas de 17.

Lucas de 17.

Lucas de 17. Vamos começar a ler o de versículo 1.

Lucas de 17, versículo 1.

Diz Jesus aos seus discípulos.

É inevitável que venham os escândalos, que venham ofensas, que as pessoas se ofendam.

Mas há e do homem pelo qual elas vêm.

Se as pessoas estão ofendidas pela verdade, é uma coisa.

Mas estão ofendidas por causa da maneira que tratamos outras pessoas, há e do homem pelo qual elas vêm.

Melhor fora que se pendurasse, auscou-se uma pedra de moinho, e fosse tirado no mar, do que fazer tropeçar a um destes pequeninos.

Por isso, queridos irmãos, o que está a dizer é que ofensas vão acontecer.

Mas como é que essas ofensas vêm? Se eu estou errado, eu preciso me arrepender.

E se eu me arrepender, o outro tem que perdoar.

Vejam aqui, no versículo 3, a Corte Lavos.

Se o teu irmão pecar contra ti, isto é te ofender. Disser uma coisa, tratar de uma maneira, é incente.

Repreende-o.

Não vais dizer as outras, fala com ele.

Repreendo.

Se ele se arrepender, perdoa-lhe. Se há pecado, se irraste ou se trataste de uma pessoa de uma maneira inconveniente, de maneira que a pessoa ficou ofendida, arrepende-se.

Se arrependes, o outro tem que perdoar.

Se não há arrependimento, não pode haver reconciliação. Não estou a dizer que não preciso de perdoar.

Estou a dizer que não vai haver reconciliação, porque não há arrependimento.

Mas se há arrependimento, o outro tem que perdoar.

Continuando no versículo 4.

Se por 7 vezes no dia, a pessoa te tratar mal e te ofender, e te ofender, e te ofender, e te desviar.

Pecar contra ti, e 7 vezes vier a ter contigo e dizendo desculpa.

Perdoa-lhe.

Perdoa-lhe.

Aqui está a falar dois princípios. Primeiro, não devemos ofender as outras pessoas.

Esforça-te para não ofender-se, para não tratar as outras pessoas de uma maneira inconveniente.

Para não ser rude, esforça-te.

Mas se estivesse ofendido.

Seja por qual razão? Às vezes ofendemos porque uma pessoa fez uma coisa ofensiva a nós, e nós reagimos.

Mas se estivesse ofendido, ou se ofenderes. Porque foste ofendido. Se ofenderes. Arepende-te.

Ou se a pessoa se arrepende, que nos ofende.

Nós temos que perdoar.

Temos que arrepender. Quando há arrependimento, temos que perdoar.

E por isso, ambos os lados são tratados nestes quatro versículos aqui. Primeiro, tenta não ofender. E se foste ofendido, perdoa.

Se a pessoa se arrepende, tens que perdoar.

E por isso, esta deve ser a nossa abordagem em qualquer situação difícil.

Qual é a abordagem que devemos ter?

Tentar não ofender.

Esforçarmos para o que dizemos ou o que fazemos ser de uma maneira que não seja indecente.

Que seja de uma maneira conveniente.

Isto é, que não sejamos rutos, que não sejamos ofensivos. Queridos irmãos, existem pessoas que não perdoarão se fizeres algo errado.

E existem pessoas que não se arrependem. Isto é um ângulo diferente de como tratar dessas situações.

Não é o que estou a falar hoje.

O que estou a falar hoje é o amor de Deus, o amor agápio de Deus.

E como é que você deve ter, digamos assim, automáticamente, uma maneira ou uma atitude de abordar uma situação, porque é o que você é.

Isto é, estamos a falar do amor de Deus, daquela motivação do coração, que automaticamente reagimos e aprendemos a reagir, de uma maneira que estamos a tentar, mesmo que as pessoas nos ofendam, a tentar reagir ou falar ou fazer coisas de uma maneira que não seja ofensiva.

Então, qual é o oposto de uma pessoa reagir de uma maneira ofensiva?

Qual é o oposto de uma pessoa reagir de uma maneira que seja incente ou inconveniente? Noutras palavras, como é que eu devo ser?

Porque não serem convenientes ou não serem incentes, digamos assim, é o negativo, é o que não devemos de ser. Então, o oposto é o que é que devemos de ser?

Devemos de ser bondosos, devemos de ser benígnios, sim, devemos ser benignos, mas bondade e benignidade não é o oposto de ser, digamos assim, incente, ou de ser grosseiro, ou de ser ruim.

Porque quando nós nos conduzimos de uma maneira inconveniente, quando você, por exemplo, não se porta de uma maneira decente, ou porta-se de uma maneira indecente, é geralmente por causa de haver um conflito, de haver uma discurdência.

Geralmente, porque estamos a falar de cristãos, estamos a falar de pessoas que querem ser bondosos e benignos, mas quando há um conflito, quando há uma certa diferença de opiniões, podemos conduzir-nos de uma maneira inconveniente, podemos conduzir-nos de uma maneira que não seja decente.

E por isso você pode ser bondoso, mas o que é que você faz quando existe um desacordo?

E por isso a minha pergunta é, qual é o oposto desta maneira de nos conduzirmos, inconvenantemente?

Qual é o oposto de nos conduzirmos quando há um conflito, quando há uma certa situação que reagimos para não ofendermos a outra pessoa, para não nos portarmos indecentemente?

O oposto, queridos irmãos, é termos tato, termos tato, termos uma certa delicadeza.

Tato é a percepção delicada da coisa correta a dizer ou a fazer, sem ofender.

Tato é a percepção delicada, esta delicadeza de fazer ou dizer a coisa correta, sem ofender.

É uma certa descrição, na maneira que atuamos e na maneira que reagimos quando há um conflito.

Pessoas de contato têm este talento, esta habilidade fantástica.

Beber quando existe este conflito ou onde pode existir este conflito e navegar por esta situação causando a mínima ofensa possível.

Ora, lembrem-se que o diz que Tato é a percepção delicada da coisa correta a fazer ou dizer, sem ofender.

Da coisa correta.

Por isso não estou a falar de lisonjeira ou lisonja.

Não é um ilugio sem motivo.

Não é como os políticos que dizem meia verdade para terem o seu desejo ou para fazer as pessoas sentirem-se bem, para que acreditem que o político está a favor deles.

Não é isso.

É fazer a coisa certa, a percepção delicada, a coisa correta a dizer ou fazer sem ofender.

É fazer a coisa correta, a fazer a coisa certa, de tal maneira que não ofendas quando fazes ou quando dizes.

Por isso, o oposto de ser rude, de nos conduzirmos de uma maneira inconveniente, particularmente em conflito, é ter tato, é ter esta delicadeza, esta discreção, é fazer a coisa correta.

Por isso, quando lemos em Coríntios 13, versículo 2, onde diz, posso ter toda a profecia, posso ter tudo o conhecimento, por exemplo, do que é a marca da besta, ou posso ter todo o entendimento do sábado ou do plano de Deus, que está claro que precisamos de praticar e obtecer. Mas se não tenham o tato, se não tenham esta delicadeza de fazer ou dizer a coisa correta sem ofender quando temos um certo conflito, não tenho nada.

Isto, queridos irmãos, é a carne da Cristinidade. Não é o leite, é a carne. É o que nós temos que vir a ser, conforme desenvolvemos o caráter de Jesus Cristo.

Então, o que é tato? Sim, é fazer a coisa correta.

Sim, é ser aperto, é ser honesto, é dizer a verdade. Mas é fazê-lo de uma maneira em que o que fazes não é ofensivo à outra pessoa.

Uma maneira de como lidar com a outra pessoa.

Outro ponto aqui importante é que notem que não estou a falar de quando uma pessoa está ofendida e estão a atacar-te, e que seja o que for que possas fazer, não vai mudar essa pessoa. Não estou a falar dessas situações. Isso é um soto diferente.

O que estou a falar é do amor agape de Deus. Isto é como abordar uma situação, principalmente quando há conflito, e qual é a nossa primeira forma de lidar com o problema.

Por isso, queres irmãos, vamos ver agora alguns exemplos de tato em ação.

E, um primeiro, quero que olhem para o verbo capítulo 15, para o verbo capítulo 15, versículo 1.

Isto é um proverbo que eu me lembro quando ele era um jovem na igreja, talvez um a dois anos na igreja, que tivesse sido convertido e batizado, estava na igreja de Deus já, um a dois anos, e lembro-me da situação que tive, e que usei o princípio deste proverbo.

E o outro amigo, irmão, estava comigo, membro da igreja, ficou surpreendido, como resolveu o problema, assim tão rapidamente.

Mas, em proverbo 15, versículo 1 diz assim, a resposta branda desvia o furor, mas a palavra dura suscita a ira.

A palavra branda falar com uma certa mansidão, uma certa dizer as coisas com uma certa humildade, de uma maneira correta, desvia o furor.

O ponto que estou a dizer é o seguinte, queremos que dizer algo quando estamos numa situação assim, para tentar ajudar a outra pessoa a lidar com a sua própria irritação, ou a sua própria ira, ou a sua própria raiva, dizer algo para tentar ajudar a outra pessoa a resolver a sua própria irritação.

Por isso, estamos de volta ao ponto de estarmos em sobrepecidos.

Isto é, como uma pessoa está irritado para nós, nós ficamos irritados e respondemos de uma maneira irritada.

E por isso temos uma guerra de orgulho contra orgulho. E nesta guerra do orgulho, você está irritado, porque o outro estava irritado, então, você ele se zanga, então você se zanga e depois eles fiquem raivados, porque você está enravo e você também fica enravado. Então, temos este aumento de conflito.

Por isso, dizer algo para tentar ajudar a outra pessoa, para tentar. É importante lembrarmos que, às vezes, seja o que você faça, isso não muda a posição do outro.

Mas, vai tentar reduzir essa raiva ou essa ira para podermos ter uma conversa, uma discussão de cinto.

A calmar a coisa é como abrandar, uma resposta de abrandar para abrandar o fogo.

E, quando está abrandado, podemos, então, ter uma conversa de cinto.

Eu sei que é difícil, especialmente quando as pessoas estão irritadas, ou nós estamos irritados, ou zangados, mas falaremos mais acerca deste princípio, no outro sermão, acerca de irritação.

Mas o primeiro ponto é dizer algo para tentar ajudar a outra pessoa a lidar com sua própria irritação. Isto é como por adeitar água para calmar o fogo, calmar isto tudo, calmar.

Segundo ponto, um ponto breve, que eu vou deixar convosco, é que é a vontade de dar à outra pessoa o benefício de dúvida.

A vontade de dar à outra pessoa o benefício de dúvida. Por exemplo, a outra pessoa pode ter feito uma coisa, e nós podemos ficar ofendidos ou insultados, que essa pessoa nos pediu para fazer qualquer coisa, porque não vê que eu não sou, e por isso não podia isso, hein?

Por exemplo, uma pessoa passa pela sua casa, de maneira que está vestido, ou de maneira que você entenda na sua cabeça, você pensa que é uma pessoa que talvez possa pedir uma ajuda, ou diz, olhe, podíamos ajudar aqui uma coisa, e eu pago.

E essa pessoa, pronto, vai, faz.

Essa pessoa podia dizer, mas quem é que julgas que eu sou?

Por exemplo, da maneira que está vestido, pode ser que não sabes que ele é o diretor da escola, ou coisa assim. Então, o vizeste dizia, olha, ele passou por ali, julgasse que fosse uma pessoa que tivesse a procura de emprego, e ele dizia, olha, vem aqui eu vou pegar a outra pessoa, ele retornei, tirou o casaco, coisa assim, faz isso.

E depois quando faz pagar, a pessoa diz, não, não preocupes, somos vizinhos, pronto, não precisa de pagar.

E vai-se embora, essa pessoa reagiu de uma maneira contato, com delicadeza, porque não viu a ação do que pediu para ele trabalhar, Ele vai trabalhar ou ela trabalhar como um insulto. Não reagiu sem estar ou ter sentido insultado ou insultada. E por isso deu este benefício da dúvida. E por isso reagiu de uma maneira que não causou irritação.

Outro ponto, o terceiro ponto que eu quero dar, é que para resolver o conflito precisamos, primeiro, tentar ver o argumento do ponto de vista da outra pessoa. Isto é uma coisa muito difícil e eu vou desenvolver este ponto um bocadinho mais, porque é muito importante. Vou repetir. Para resolver o conflito, precisamos, primeiro, tentar ver o argumento do ponto de vista da outra pessoa. Por exemplo, a outra pessoa, ou nós, por exemplo, quando esta pessoa reage contra nós de uma maneira ou seja, nós podemos chegar a conclusões que ele é isto, aquilo ou que o outro. Você, por maneira que ele falhe e por isso nós temos este conflito, porque não vemos o ponto de vista da outra pessoa.

Podemos criar ou ter certas conclusões e por causa dessas conclusões mentais, as nossas reações são guiadas por essas conclusões. Por exemplo, reagimos de uma certa maneira da maneira que a pessoa anda, de uma certa forma, o que é que a pessoa tem um carro assim?

Que é que a pessoa tem um carro normal, mas para uma pessoa que não tenha, pensa que é um carro assim? Ou uma pessoa afende-se? Porque ele, em vez de, por exemplo, usar a Bíblia, estava a usar um destes computadores que pessoas ouzen, usam?

E a pessoa afende-se por causa disso? Ou uma pessoa afende-se por causa da linguagem corporal dela ou dela? Sim, porque ela estava assim. Estava sempre assim, eu estou ofendido porque ela estava sempre assim. Joginha, jogou. Da linguagem corporal dela ou dela? Ou afende-se por causa da frase que ela ou ela usou quando falou? Da maneira que fala! Cri-te irmãos, chegamos a conclusões mentais, porque nós estamos a ver a coisa do ponto de vista da outra pessoa. E assim as nossas reações, as nossas palavras são guiadas por essa conclusão.

Ao fim de contas, é possível que tu e eu não tenhamos nenhuma ideia do que essa pessoa está a pensar ou quais são as intenções dessa outra pessoa. Mas ficamos ofendidos nesta situação de conflito. Houve um conflito e então isto, uma coisa pequena que é o carro ou a maneira que se veste ou maneira que fala ou linguagem corporal ou computador ou seja que for.

Então começa estas coisas todas a ouvir e então nós começamos a dizer, ah, ela é assim, assado frito-grilhado. Porque estamos a pré-jugar na nossa mente o que essa pessoa está a pensar ou está o motivo dessa outra pessoa. Por isso, queridos irmãos, para podermos lidar com o conflito de uma maneira discreta, temos que primeiro tentar entender as questões do ponto de vista da outra pessoa.

Como é que disse? Isto é difícil. É difícil para termos tato para não reagirmos de uma maneira inconveniente. Ora, não estou a dizer que devemos concordar com eles. Por exemplo, numa trimónia é básico para tentar resolver conflitos. Temos que tentar ver as questões do ponto de vista da outra pessoa.

Não todos é para concordar, mas todos é para tentar ver as questões do ponto de vista da outra pessoa. Vocês pessoas dizem, ah, mas isso não é bíblico. Vamos ver que é bíblico. Vamos ver alguns exemplos. Dois exemplos. Paulo foi acusado que não obtecia as leis de Deus por causa da maneira que ele lidava com as pessoas. Está claro que ele obtecia as leis de Deus? Vocês vejam o tato dele, a delicadeza de ele usar uma certa situação da maneira que trata essa situação.

Vejam em 1º Corinthians 9. 1º Corinthians 9. 1º Corinthians 9. Aqui vemos uma situação que ele usou o tato. Às vezes ele não usou o tato. Vamos ver também, mais tarde, no sermão, uma situação em que ele não usou o tato. Por exemplo, Pedro, a Pedro, vence na escritura, às várias vezes, que não usou o tato.

É uma lição para todos nós, queridos irmãos, porque nem todos somos perfeitos. Os apostos nem sempre foram perfeitos e aprenderam e cresceram na graça de Deus. Nós, igualmente, também não somos perfeitos e às vezes fazemos erros. Por isso precisamos te perdoar uns aos outros, mas precisamos de crescer na graça, na graça de tratar outras pessoas com delicadeza, neste amor de Deus. Vejamos, então, em 1º Corinthians, capítulo 9, versículo 19, 1-9-19, diz assim, porque sempre livre de todos fiz-me escravo, escravo de todos, a fim de ganhar o maior número possível.

Porque sempre livro de todos. Isto é, eu não tenho que dar contas a ninguém, a nenhum homem, estou livre de todos, dou contas a Jesus Cristo, é o que ele está a dizer, sempre livre de todos. Fiz-me escravo de todos.

Por quê?

Por quê?

Para ganhar um concurso de popularidade e ser o presidente e terem os votos de ser o presidente? Não. Fui escravo de todos. Por quê?

Diz assim, a fim de ganhar o maior número possível. E ganhar o quê?

Lembres-se que o motivo é o amor de Deus, o amor HP. É o que é o melhor para o outro. E por isso, para ganhar os outros. Para a verdade Deus. Versículo 20. Procedir para com os judeus como judeu.

A fim de ganhar os judeus.

Para os que vivem sobre o regime da lei, como se eu mesmo assim vivesse.

Para ganhar os que vêm debaixo da lei, embora não esteja eu debaixo da lei.

Aos sem lei, como se eu mesmo fosse não estando sem lei para com Deus, mas debaixo da lei de Cristo, para ganhar os que vivem fora do regime da lei.

Então, o que é que está a dizer? Está a dizer que com os judeus ele obtecia, ele fazia as coisas... para ganhar os judeus fazia obtecia. Por exemplo, usava palavras boas, não dizia nada errado. Mas com os outros que não tinham a lei, usava as neiras, usava palavras erradas, e ele desobtecia o sábado. É o que ele está a dizer?

Não. Não. Não é o que ele está a dizer.

Veja o que significa. Aos sem lei, como se eu mesmo fosse não estando sem lei para com Deus, não desobteceu as leis de Deus.

Não desobteceu a lei de Deus.

Mas debaixo da lei de Cristo. De baixo da lei do Meseus. Cristo é o Meseus.

No antigo Justamento, até no antigo Justamento, e os rabias sabiam muito bem, pois está no tal mundo.

Sabiam que uma vez que um Meseus viesse, isto é, que Cristo viesse, que haveria certas modificações da lei para os gentios virem a poder ser o povo de Deus.

E por isso, o que Paulo diz aqui, diz, aos sem lei, como se eu mesmo fosse, não estando sem lei para com Deus. Sim, obtecia a lei de Deus. Mas, de baixo da lei de Cristo, é de baixo da administração de Jesus Cristo da lei.

Por que? Porque após o Meseus, a lei não é administrada pelos sacerdotes levíticos, mas é administrada pelo Meseus.

Ele estava de baixo da lei de Deus, mas quando ia às pessoas que não eram judeus, não voa elas como se fossem, como se essas pessoas que não eram judeus estivessem de baixo da administração do sacerdócio levítico. E por isso não exigia a essas pessoas que não eram judeus, que fossem circuncisos. Não exigia a essas pessoas que não eram judeus, que oferecessem os sacrifícios de acordo com a lei levítica de rituais.

Ele foi a elas, como pessoas de baixo da administração de Jesus Cristo.

Vem o que Paulo está a dizer? Ele está a dizer que aprendeu a adaptar-se aos costumos das pessoas a quem eu vou para lhes ensinar o caminho de Deus. Mas sem desopter o caminho de Deus e sem desopter a lei de Deus. Viz assim, para ganhar os que vivem fora do regime da lei, fiz-me fraco para com os fracos, a fim de ganhar os fracos. Fiz-me tudo para com todos, a fim de que por todos salvar alguns. Sim, a fim de que por todos modos salvar alguns. O que está a dizer é que fez isto tudo, como continuamos no versículo 23, tudo fácil, por causa do Evangelho, com o fim de me tornar cooperador com ele. Paulo teve empatia, teve amor HPE, por causa do Evangelho. E por isso ele disse, preciso entender estas pessoas para poder trabalhar com eles, para eles entenderem o Evangelho. Ele viajou ao mundo, para vários países no mundo e adaptou-se às várias posições de várias pessoas, sem desobter as leis de Deus. Por exemplo, em Jerusalém, ele observou os rituales judaicos, para ganhar aos judeus. Ele sacrificou-se, sacrificou a sua vida, para entender os outros. Não é concordar, não é concordar com eles, mas entender. Vejam outro exemplo aqui, em Atos 16. Atos 16. Agora, antes de lermos Atos 16, vamos dar o contexto texto aqui da situação. Em Atos 15, lê-se acerca da Conferência de Jerusalém, e nessa Conferência, houve uma questão do que era necessário para os gentios serem membros da igreja, para estar na igreja. Era necessário que eles fossem para os céletos judaicos, precisavam de ser circuncisos, precisavam os gentios de ser como os judeus ortodoxos para serem parte da igreja, e a conclusão da Conferência é que não. Não precisavam de ser isso. Sim, os gentios tinham de parar de cometer pecados sexuais, de parar de adorar ídolos, tinham de fazer isso antes de vir em pál e igreja, mas não precisavam de se tornar pessoas judaicas, ortodoxos. Não precisavam de ser circuncisos. E, então, Paulo foi lidado à responsabilidade, foi enviado para levar esta mensagem através de uma carta às igrejas de Deus à volta do mundo romano. E, então, ele foi com esta mensagem de que isso não era necessário para os gentios. Isto era a administração de Jesus Cristo. Não era uma administração de sacrifício levitico, mas é uma administração de Jesus Cristo. A lei de Deus existia e continuou a existir. Os sacrifícios continuavam a existir pós-Judeus, mas não pós-Gentios.

Então, vejam aqui, em capítulo 16, versículo 1 a 3. Chegou também a Derbi e a Listra. Havia lá ali um discípulo chamado Timóteo, filho de uma judia que era crente, mas pai de grego, pai grego, de pai grego. De ele dava um bonto de estamunho. Os irmãos em Listra e I'dónio inordavam do bonto de estamunho de Timóteo. E, em versículo 3, quis Paulo, que ele fosse em sua companhia, quis Paulo, que Timóteo fosse com ele. E, por isso, Timóteo, Paulo, circuncidou Timóteo por causa dos judeus, daqueles lugares, pois todos sabiam que o seu pai era grego.

Lembrem-se que Paulo levava uma carta a dizer que não precisavam de ser circuncisos. Por isso, Timóteo não precisava de ser circunciso. Ele tinha uma carta a dizer isso. E Timóteo era um homem adulto e foi circunciso por causa dos judeus. Paulo convenceu a Timóteo, que precisava de ter o tato, a delicadeza de contratar os judeus, e, por isso, era importante que ele fosse circunciso em delicadeza, em tato, para conjureus.

Porque ele não queria ofender ninguém.

Mas a intenção dele era para os trazerem para Deus.

Ver se que Paulo reagiu aqui, em várias situações, como eu demonstrei dois exemplos, para não ofender as pessoas da maneira que tratava as pessoas. Mas, alfendeu-ela pessoas? Sim, alfendeu. Porque apedrujaram-ne, tentaram matá-lo, puseram-ne na prisão. Sim, alfendeu, bateram-ne. Mas estavam ofendidos pela verdade, e não por da maneira que Paulo tratava deles. Estavam ofendidos pela verdade. E Paulo mantê-lo-se na verdade. Mas a maneira que ele lidou com eles, ele tratou-os, foi uma maneira que não foi ofensiva.

Continuando, alendo, outra vez, no versículo 4, ato 16, versículo 4. Ao passar pelas cidades, entregavam aos irmãos para que as observassem as decisões tomadas pelos apóstolos e prosbítolos de Jerusalém.

Ele entregou as decisões dos apóstolos, que ao fim de contas, foram decisões que Cristo inspirou, decisões dos apóstolos, as decisões da igreja.

Aqui vê-se, por causa disso, os judeus começaram a dizer a Paulo, estás a dizer a estas pessoas que não precisam de obter as leis de Deus. E Paulo disse, não.

Não estou a dizer que os judeus devem desistir de ser circuncisos, mas estou a dizer que os gentios, para virem para a igreja, não precisam de ser circuncisos. E comprova que está Timótio.

Sim, os judeus continuam a ser circuncisos, comprova que está Timótio. O reverso do argumento também podia ser demonstrado, azer bem. Tenho aqui uma carta, Timótio não precisa ser circunciso. Mas por causa dos judeus, para não os ofender, vence que Paulo estava a fazer para os judeus, obedeçam a essas leis que são dessa pátria, a concerto que Deus fez com os judeilitas. Foi um concerto feito com os judeilitas, um anticoncerto.

Um novo concerto é feito com os cristãos, judeilitas e gentios. E por isso eu amado uma instrução do Suos Cristo.

Por isso, em sumário deste ponto que estou aqui a descrever, é que precisamos primeiro tentar ver o argumento do ponto de vista da outra pessoa. Depois, outro ponto, para termos tato, para vermos o tato em ação, precisamos aprender a fazer as pessoas que acreditam que você está com eles e não contra eles. Você está com eles e não contra eles. Até mesmo com as pessoas em que você está em conflito.

E mesmo que essas pessoas estejam erradas, o teu alvo é de os ajudar. Não é de os machucar. O teu desejo é de os ajudar as pessoas, não é de magoar as pessoas. Vejam em crónicos, primeiro crónicos capítulo 13, ver se aí que David queria trazer a arca para a Jerusalém. Ele ia fazer isso, mas ele envolveu os outros e pediu aos outros todos a opinião deles. E então usou um tato, essa maneira, uma delicadeza da maneira que conduziu a ação, porque para fazer a eles que acreditava que estava com eles e não contra eles. É um tato nessa situação. Outro ponto é, quando temos que confrontar uma pessoa, escolhe o tempo, o local e as palavras com muito cuidado.

Senão ainda vais fazer uma coisa pior.

Como pastor, por exemplo, às vezes tenho que, ou acabo por estar em conflito com uma pessoa na congregação. Por quê?

Porque tenho que estar em pé pela verdade.

E certas pessoas querem uma coisa diferente. Eu tenho que estar em pé pela verdade.

Mas quando temos essa situação, é preciso ter cuidado de usar a própria altura, o próprio momento, o próprio local, as próprias palavras, para termos cuidado a tratar dessa situação.

E, felizmente, certas pessoas acabam por se separar, porque têm a sua ideia especial. E separam-se, porque não querem concordar com a palavra bíblia.

Vejam aqui uma situação, em Atos 23, em que Paulo não usou tato.

Sim, porque como ministros, às vezes, fazemos erros. E dá aqui uma situação, em que Paulo não usou tato.

E não usou tato e lembra-se que, ao fim de contas, era ele, era Paulo que estava a ser tratado de uma maneira injusta. Leirei aqui, versículo 1, Atos 23, 1, diz assim, fitando Paulo os olhos no sinétrio, disse, varões, irmãos, tenho andado diante de Deus, com toda a boa consciência, até o dia 2. Tenho estado a fazer as coisas com toda a boa consciência. Versículo 2, mas o sumo sacerdote, ananias. Mas Paulo, nesse momento, não sabia que ele era o sumo sacerdote, mas, nesse momento, a ananias. Mandou aos que estavam perto dele, que lhe bateu-se na boca. Ora, queridos irmãos, era contra a lei de Deus, espancar uma pessoa para obter uma confissão. E, por isso, ananias estava a quebrar a lei.

Então, versículo 3, lhe disse, Paulo, Deus há de ferir-te parede branqueada. Tu estás aí sentado para julgar-me segunda lei e contra a lei, mandas agredir-me. Estás aí a dizer para não obter a lei e que tu estás a quebrar a lei. Mas, que coisa! Versículo 4, os que estavam a seu lado, ao lado de Paulo, estão, estás injuriando o sumo sacerdote de Deus, estás injuriando o sumo sacerdote de Deus, Paulo, então, vê-se que quebrou a lei também.

Porque era contra a lei injuriar ou dizer mal, ou falar de uma maneira incorreta, contra o sumo sacerdote. Então, respondeu Paulo, não sabia, irmãos, que ele é o sumo sacerdote, porque estás escrito, não falarás mal de uma autoridade do seu povo. Por isso, ele imediatamente reconeceu o erro e pediu desculpas. Não devia ter feito isso, não devia ter dito isso. Ele não teve tato. Mas, por outro lado, a Ananias também não devia ter quebrado a lei. Mas Paulo pediu perdão e deixou.

Queris irmãos, então, esse é o outro ponto, temos de ter cuidado quando confrontamos outra pessoa. Temos de ter muito cuidado com as nossas palavras, para termos tato. Outro ponto é, lembre-se que é impossível não ofender aqueles que têm um espírito, digamos assim, de inimimizada contra Deus, de uma certa contrariedade, por exemplo, contra a verdade, ou que têm um certo orgulho. Tem esse espírito e estamos numa situação em que é impossível não ofender esses que têm essa atitude.

Certas pessoas se ofenderão contigo, seja que for, porque estás a dizer a verdade. Certas pessoas se ofenderão contigo, talvez seja o orgulho de Deus, talvez seja porque querem as coisas da sua maneira. Tenha sua ideia, em especial, ninguém mais tem essa ideia, mas tem esta ideia. Pronto, uma ideia em especial. Só neste grupo pequeno, tem esta ideia. E a pessoa diz-me, isto está errado, como o ministro diz-me, isto está errado. Você tem uma ideia única que só você tem, como é isto? Está errado, não é correto assim na Bíblia. E essas pessoas ficam vendidas.

Ou, por isso, seja que for a causa, tenha esta contrariadade, ou tenha este espírito enimizado, por causa do orgulho, por causa da sua ideia especial, que terem as coisas da sua maneira, ou tenham uma certa ódio contra o caminho de Deus. E, por isso, é impossível não afander esses que têm essa enimizada. Fazer o quer que seja. E não vais fazer paz com essas pessoas.

Porque, lembrando, Tato não é apaziguamento, não é fazer paz a todo custo. Apaziguamento é tentar fazer que todos os outros gostem de ti. E isso é a maneira certa de estar-se infeliz na vida. Tato delicadeza nisto, é ir a todas as situações tentando não ser ofensivo, mas ao mesmo tempo sendo vertateiro. Em todas as situações, por isso entramos, obtendo a Deus.

Mas não devemos ofender as pessoas por falta de graça na maneira em que atuamos. Seja para o nosso orgulho, ou seja o que for. Sim, essas pessoas podem estar ofendidas, mas estão ofendidas que estejam ofendidas por Deus, ou que estejam ofendidas pela verdade, ou estejam ofendidas pelo orgulho deles. Mas não estão ofendidas por causa da maneira que eu falei, ou que você falou, ou que você se contagiou. Cris irmãos, contemem um tempo. Estudem o livro bíblico da Esther. É um exemplo bíblico muito grande, da graça de Tato. Ela colocou-se o próprio vida em risco para salvar o povo de Deus.

Em todas as suas situações, ela pôs a sua vida em risco. Teve coragem e fez isso de uma maneira que não foi ofensiva. Leia o livro da Esther com esta consideração para aprender princípios de ter Tato. Outro princípio de Tato é ilogiar antes de criticar. Sempre que encontramos uma pessoa com motivos irrados, vamos encontrar pessoas com motivos irrados. Sempre. Existe. Mas temos que tentar apelar, atrair ou recorrer aos bons motivos dessa pessoa.

Vejam, por exemplo, em Juízes capítulo 8. Vamos a situação de Gideon. Com 300 homens, venceu Juízes capítulo 8. Com 300 homens, com a ajuda de Deus, Juízes 8 venceu os reis dos Medianitas. E depois de terem vencido os Elos, porque foi o Senhor que com a espada fez uns Medianitas, um contra os outros lutaram com os outros e vários tinham morrido aí. Aos príncipes, os líderes fugiram. E então, no versículo 1 capítulo 8, aliás, antes disso, o Gideon pediu aos esfremitas para tapar a fugida deles e então eles mataram esses príncipes dos Medianitas e, vence-se assim, no capítulo 8 versículo 1.

Então, os homens diferentes eram a Gideon. Que é isto que nos fizeste? Que não nos chamaste quando foste belejar contra os Medianitas. Eles ficaram ofendidos, porque Gideon não os tinha convidado a serem parte desta guerra, digamos assim. Eles ficaram zangados, ficaram ofendidos, ficaram mesmo irritados, zangados. O orgulho deles tinha sido afetado. E então, diz assim, e contenderam fortemente com ele. Gideon podia ter dito, não fui eu, foi Deus. Foi Deus que ganhou a batalha, não fui eu que ganhei nem a batalha. E como é que vocês podem estar ofendidos com Deus? Podia ter defendido a situação. Mas sendo um homem com muito tato, Gideon, veja o que ele disse. Porém, ele disse, versículo 2, que mais fiz eu agora de que vos.

Não são porventura os rabiscos de freio melhor do que a vidima da biaserra. Deus entregou nas vossas mãos os príncipes dos milenitas, o Reb e Isheb, que pude eu fazer comparável com o que vocês fizeram. Então, com falar-lhes esta palavra, abrandou-lhes, abrandou-se-lhes a ira para com ele.

A calmorro, abrandou a palavra, esta palavra abrandou a situação. Ele disse que ele usou o tato e, por isso, ele apelou ou recorreu aos bons motivos dessas pessoas para verem a situação de outra maneira e acalmou a situação. Acalmou a situação e elogiou a eles. Vejam o que vocês fizeram. Eu nem fiz nada disso. Está claro que Deus fez. Foi Deus que fez. Mas, na verdade, sim, eles tinham matado as pessoas, os líderes, e eles vejam o que vocês fizeram. E, então, acalmou a situação.

Por exemplo, vocês têm uma situação em casa. Por exemplo, o marido é preguiçoso. Não faz uma certa coisa na garagem, que a esposa tem pedido há muito tempo, pedido, pedido, e ela não faz.

Então, a esposa podia dizer, tu é preguiçoso, preciso disto e não vais fazer, vá lá, vá lá, já, é preguiçoso.

Ora, a esposa podia dizer, querido, eu preciso, por favor, que isto seja feito hoje, preciso da tua ajuda agora. Pode-se me ajudar, se faz favor.

Vê-se que é uma maneira diferente, uma maneira de ter tato, de delicadeza. E a outra não tinha delicadeza, não tinha este tato.

E o outro ponto é, quando estás numa confrontação com outra pessoa, pede a Deus para você ser humilde na abordagem da questão. Porque quando uma pessoa está ofendida e ela nos ofende, nós podemos sentir justificados a responder, a reagir de volta. Então o que temos? Temos uma situação em que todos estão ofendidos. E por isso, por exemplo, ser humildes, ter uma humildade para resolver a questão.

E falámos acerca de humildade, no sermão prévio, quando falámos acerca de não sermos orgulhosos, não nos ensobrecermos. Queres irmãos, comecei este sermão, descrevendo o que vivemos no mundo, em que a cortesia, em que esta delicadeza de atuar de uma maneira decente desapareceu do mundo, a maneira como os seus tratam uns aos outros, a maneira que guiam os carros, a maneira que se irritam, etc. Uma certa falta de refinamento, de delicadeza, de educação. Mas o amor de Deus não se conduz, inconvenientemente, não se porta com indecência. Vimos que não devemos ser rudes ou grosseiros ou incentes na maneira que tratamos as outras pessoas. E simplificámos isto, dizendo que precisamos de ter tato. Precisamos ter uma delicadeza, quando lidámos com as outras pessoas, para que não sejam rudes. E para termos este tato, nós cobrimos, eu cobri neste sermão, vários pontos. Precisamos de ter uma resposta branda, dizer algo de uma maneira que seja a tentar ajudar a outra pessoa a lidar com sua irritação. Dizemos que precisamos ter a vontade de dar a outra pessoa o benefício da dúvida. Para resolver o conflito, vimos que precisamos tentar, ver o argumento do ponto de vista da outra pessoa. Vimos que precisamos de fazer que as pessoas acreditem, que nós estamos com eles e não contra eles. Isto é que nós queremos o melhor para eles, queremos ajudar a eles. Vimos também que quando temos uma confrontação com uma pessoa, precisamos de escolher a altura, o local e as palavras com muito cuidado. Nesta confrontação, gostamos a confrontar. É impossível, também lembrem-se, é impossível não ofender aqueles que têm um espírito de inimimizado ou de contrariidade. Inimizado contra Deus, ou contrari-dade contra a verdade, ou que sejam orgulhosos. Às vezes é impossível não ofender essas pessoas, porque eles estão ofendidos com Deus, ou estão ofendidos com a verdade, ou estão ofendidos por causa do orgulho deles, e não estão ofendidos da maneira que nós estamos a tratá-los. Uma coisa diferente. Vimos isso. Vimos também é bom ilugiar, antes de criticar, ajuda a calmar a situação. E quando estás com uma confrontação, como outra pessoa, precisamos de pedir a Deus para sermos humildes. Na nossa abordagem da questão, para não nos ensubrepecermos. E por isso, queridos irmãos, tratar outros, contato, com delicadeza, é uma maneira de sermos decentas e é uma parte do amor de Deus. Queridos irmãos, precisamos de orar, que Deus nos derrame o Seu Espírito Santo para crescermos, à medida da estatura e da plenitude do amor de Cristo, que é a imagem do Deus invisível.

Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).