O amor de Deus (1) - O que é e a paciência

O que é o amor de Deus? Jesus Cristo disse: "O meu mandamento é este: que vos amei uns aos outros, assim como eu vos amei" (João 15:12). Temos um entendimento correto do amor de Deus? Este sermão analisa este importante princípio da vida Cristã. (Role a tela para ver o sermão)

Transcrição

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Bom dia, queris irmãos, que é Jorge Campos, falando-vos da Sansanetim. O que é o que é mais importante para si? Faça essa pergunta a si mesmo. O que é o mais importante para mim e na minha vida? O que é o mais importante para si e na sua vida? Muitas pessoas diriam, primeiro, suponho eu e acho que eu, diriam que é Deus. Deus é mais importante para si e para mim, na nossa vida. Alguns talvez dissessem, em minha família, é o meu esposo, ou minha esposa, são os filhos. Mas de uma maneira geral, a maioria das pessoas não diriam que o mais importante para si ou para nós, na nossa vida, não é um carro ou não é uma casa, mas é Deus ou pessoas. Por que? Porque tem a ver com um relacionamento que temos com essas pessoas com Deus. E ao fim de contas, tem a ver com o amor. A palavra amor tem sido a inspiração de muitas canções, tem sido a inspiração de muitos poemas, mas a minha pergunta é o que é o amor de Deus? O que é o amor de Deus? Sim, porque a palavra amor tem vários significados. Uma pessoa pode dizer, eu amo este carro. O significado da palavra amor aí, nessa frase, é diferente de dizer, eu amo os meus pais. É muito diferente. O significado é diferente. Igualmente, quando dizemos, eu amo os meus filhos ou minha esposa, dá sentimentos diferentes. Tem significados diferentes. No sermão prévio, que eu vos dei, falei acerca da necessidade de termos o Espírito Santo de Deus, pois é os de nós que temos o Espírito Santo de Deus, que somos cristãos. Vimos e provámos isso. Também vimos que precisamos ter frutos, produzir frutos, boas obras representantes desse Espírito, um Espírito de Deus. Também, quer dizer, irmãos, vimos que, digamos assim, um bloco de construção, um ponto prático na construção e desenvolvimento da mora é ter respeito para os outros. Mas, como eu disse, é simplesmente um bloco de construção, um início, porque podemos ter respeito e não ter amor. Mas, se temos amor, temos respeito para os outros também. E, por isso, hoje, quero levar o assunto, o tema do amor, a um detalhe mais abrangente, mais específico. E, por isso, a pergunta, o que é o amor de Deus? É uma atração, é um interesse em coisas de Deus, é uma paixão, é gostar muito. Lembremos na Bíblia que devemos amar a Deus, devemos amar ao próximo, devemos amar ao inimigo. Como? Como é que podemos? Isto tem prática. Por isso, queridos irmãos, hoje, desejo explicar de uma maneira que possamos entender, plenamente, o que é o verdadeiro amor de Deus. E, daí, então, vamos ter a possibilidade, vamos entender, vamos precisar de pedir a Deus, para nos ramar esse amor no nosso coração, o amor de Deus, no nosso coração, pelo Espírito Santo de Deus, para que o possamos pôr em prática. Então, vamos começar, por pedir a vocês para virarem a 1º João, capítulo 4, 1º João, capítulo 4, 1º João 4. E vamos começar a ler, então, do versículo 7. E diz assim, amados, amemos uns aos outros, porque o amor precede de Deus, o verdadeiro amor, o que está a referir aqui. E todo aquele que ama, é nascido ou regenerado, digamos assim, como o grego diz, regenerado, o agonal de Deus e conhece a Deus. Versículo 8.

Aquele que não ama, não conhece a Deus, pois Deus é amor.

É uma afeção grande que Deus tem para nós, o que é este amor? Deus é amor. Isto é uma afeção, é um sentimento, é uma coisa emocional, o que é o amor de Deus, porque Deus é amor.

E esta informação, querido irmãos, é muito importante para todos nós, é muito importante para a Igreja de Deus.

Todos nós, na Igreja de Deus, precisamos entender, porque se não amamos, não conhecemos a Deus.

Continuando a ler, nisto se manifestou o amor de Deus é nós. Nisto se manifestou, é manifestado, é demonstrado o amor de Deus é nós. Em haver Deus enviado o seu filho unigênito ao mundo, o único que foi assim gerado, para vivermos por meio de Ele.

Este ser que estava com o Deus-Pai, foi enviado ao mundo e tornou-se o filho unigênito, assim gerado, como um homem, foi, 100% um ser humano.

Mas nisto se manifesta o amor de Deus a nós.

Versículo 10. Nisto consiste o amor de Deus, o amor. Não é que nós tenhamos amado a Deus, nós não amámos a Deus primeiro, mas em que Ele nos amou e enviou o seu filho como propiciação pelos nossos pecados.

Cresirmãos, venha aqui que o amor de Deus é sempre expresso em ações. A ação é que Ele enviou, duas vezes diz, versículo 9 e no versículo 10. Ele enviou o seu filho, enviou, mandou, aquele que estava lá dele.

O verbo mandou, enviou, como propriação pelos nossos pecados. É sempre expresso em uma ação, neste caso. Então, o que é amor? Qual é o significado? Qual é o significado do amor?

Entendemos bem? Comprendemos bem o que é o amor de Deus? Porque este, digamos assim, é o Amor, é o centro, é a parte principal do problema que existe entre pessoas. Entre pessoas na igreja, entre cristãos, entre ministros. Ao ano de ser que esteja, se tu, tu ou eu, ao ano de ser que nós estejamos, este é o problema principal que temos que resolver, temos que ter o amor de Deus.

Continuando, então, no versículo 11. Amados! Se Deus, de tal maneira, nos amou, devemos nós também amar uns aos outros. Foi que Jesus Cristo disse, vos dão um novo mandamento. Amem-os outros como eu vos amei. Ele nos deu o padrão, o padrão de como amar os outros. Ele nos deu o exemplo, ele nos deu a manifestação do que é o amor de Deus. E por isso nós também devemos amar uns aos outros, como diz no versículo 11.

Mas como é que podemos amar os outros da mesma maneira? De tal maneira, como ele nos amou, se não entendemos corretamente o que é esse amor? Se não entendemos corretamente o que é o amor de Deus? Queridos irmãos, há quatro palavras no grego da antiguidade que representavam amor. Primeira era sotorghi, que é um amor fraternal, amor entre membros da família, uma afeção natural, por exemplo, o amor dos pais pelos filhos.

E essa palavra não aparece na Bíblia, por isso não é esse o amor que estamos a falar. A segunda palavra, que também é uma palavra grega, é a palavra heróis, que é um amor romântico, um amor entre o homem e a mulher. E essa palavra também não existe na Bíblia, por isso vamos por isso de lado, porque não é esse amor fraternal ou esse amor romântico o que estamos a falar na Bíblia. Em terceiro lugar, uma palavra grega que também existe para amor, é filósofília, que é o amor virtuoso, desapaixonado, isto é, uma amizade, um amor entre irmãos. Pode ser um irmão, um amor entre membros da família, pode ser uma amizade entre amigos, pode ser uma amizade entre pessoas que se amam uns aos outros, na maneira que entendemos hoje em dia.

Pode ser um desejo, uma apreciação, uma atividade. Pode ser sentimental, pode significar ser uma pessoa muito bondosa e até ter atos de serviço. Esta palavra filios, filos, é uma das palavras para amor que é usada no Novo Testamento. Mas não é usada muito frequentemente. A palavra amor, que é usada mais frequentemente no Novo Testamento, é a palavra agape. Agape, no grego da Antiquidade, é uma palavra genérica para amor. Pode significar sim sentimentos, pode significar uma boa refeição, ou amor para com filhos, ou para com a esposa ou com a esposa.

Mas no Novo Testamento, é geralmente usada quando se refere ao amor de Deus. E vimos que o amor de Deus não é o amor fraternal, não é o amor romântico, nem o amor amizado, representando as outras três palavras que Gregas que falei. Por isso, como não é os outros três, e como a palavra agape no grego da Antiquidade, digamos assim, no Dicionário grego, teria um significado mais convencional, temos que usar o Novo Testamento, temos que usar o Novo Testamento, temos que usar a Bíblia, e não no Dicionário grego, para definir o que a Bíblia está a nos dar, o significado desta palavra amor.

Por isso, no Novo Testamento, a palavra agape, amor, é usada para descrever um relacionamento, um amor de sacrifício próprio, um amor de dar, um amor de sacrifício. É como é representada no Novo Testamento, é sempre representada em uma ação, e nem sempre em emoções. Por exemplo, a descrição de Deus, do que é Deus, e do relacionamento entre Deus e os filhos de Deus, é uma descrição muito importante, e é uma descrição deste amor, o entendimento deste amor, é o que nós temos que vir a ser, nós temos que pôr em prática, como lemos, em João 4, versículo 11, amados, devemos, nós também amar uns aos outros, devemos ter este mesmo amor, porque Deus é amor, devemos ter este mesmo.

Por isso, o significado da palavra amor, agape, amor de Deus, tem um significado na Bíblia, um significado cristão, que é muito único, e por isso não se pode ir ao Dessinar Grego, para entender o significado que a Bíblia dá, o pleno conhecimento deste amor. Por isso temos que ir à Bíblia, para termos um entendimento correto deste amor de Deus. Aqui está o problema, queridos irmãos. Quando todas as ações que nós temos para com os outros, quando as nossas ações para com o próximo, são baseadas em emoções, isto é, são reações emocionais, e nós, nós só teremos uma tendência de nos exaciar com, ou tratar bem, ou escutar, aqueles que pensam bem nos nós, que nos tratam bem.

E isto é o problema, queridos irmãos. Vou repetir. Quando as nossas ações para com os outros, o nosso amor para com os outros, sim, precisamos amar uns aos outros, mas quando o nosso amor para com os outros, é baseado em emoções, em sentimentos emocionais, temos uma tendência de demonstrar esse amor só para aqueles que pensam bem de nós, ou que gostam de nós, ou que dizam bem de nós. Mas, mas, aqui está a diferença. Quando entendemos a palavra amor de Deus, o agape de Deus, como descrito na Bíblia, pois é descrito em ações.

Então, começamos a entender que é um processo mental, sim, com emoções, é um processo racional. Sim, é principalmente um processo mental. Uma decisão que decidimos escolher as ações para com os outros, é uma decisão que decidimos fazer ou atuar para com os outros, e às vezes, essa ação, essa atuação, é exatamente o oposto de como se nos sentimos. Sim, temos um sentimento, dizem, ''Oh, vou fazer isto, vou fazer o rio, não gosto dele, vou tratar, vou dizer alguma coisa mal.'' E, isso não é agape.

Isso não é agape, não isso não é o amor de Deus. O amor de Deus é uma ação, quando, às vezes, não sentimos o desejo de fazer essa ação.

Vamos, então, ver aqui, em Mateus 5, para ver um bocadinho mais a seca deste ponto, entender um bocadinho mais a este ponto. Mateus 5.

Vamos descrever um pouco aqui, Mateus 5, e, depois, ao fim do sermão, vamos voltar a Mateus 5, outra vez, para termos um entendimento mais completo desta parte aqui, a Mateus 5. E começar, assim, a ler no versículo 38. ''Hou visto que foi dito, olho por olho, dente por dente.

Olho por olho, dente por dente. Certas pessoas pensam, isto é uma definição de vingança. Até algumas bíblias escreveram ali um título, os homens escreveram a dizer vingança. Quer dizer, irmãos, isto não é vingança. Isto não é vingança.

O que a bíblia está aqui a dizer, é que o castigo, a punição, tem que ser adequada ao crime.

Não é castigar mais, não é castigar menos, é o castigo correto para o crime.

Porque é baseado em amor. Vamos ver isso mais tarde. O castigo, a punição, tem que ser adequada para o crime.

Serem pessoas que têm a ideia de que, bem, a bíblia diz, uma pessoa rouba, então corta a mão.

Quer dizer, irmãos, a bíblia não diz isso. A bíblia não diz isso.

O alcurão diz isso, mas não a bíblia. Porque cortar a mão, uma pessoa que rouba, essa punição, esse castigo, não é adequado ao crime. Porque com esse castigo, ela já achou essa pessoa para sempre e fizeste dessa pessoa um ladrão para sempre. Por isso, o princípio bíblico é que o castigo deve ser adequado ao crime, deve ser o castigo próprio para aquela crime, para aquela infração. E esse princípio ainda existe.

Isso existe. Mas Jesus, então, vai e leva este ensinamento a um nível mais alto. Vejam, então, versículo 39. Eu porém vos digo, não resisteis ao perverso. Mas o qual quer que deferir naquilo que faça direita, volte também a outra. E ao que quer me demandar contigo e tirar-te a túnica, deixe-te também a capa. E se alguém te obrigar a andar uma milha, vá com ele duas. Dá a quem te pede e não volte às costas ao que deseja que lhe empreste. Ou vistes o que foi dito. Amarás o teu próximo e odiarás o teu inimigo.

Que dizem irmãos, isto também não está na Bíblia. Amar o teu próximo e odiar o teu inimigo não é o ensinamento da Bíblia. É o que eles diziam, sim, a Bíblia diz, ama o teu próximo. Mas não diz, odeia o teu inimigo.

Versículo 44. Eu porém vos digo. Agora, é importante ler isto na Almeida Revista e Corrigida, ou na Almeida Corrigida e Fiel, porque Almeida, a versão Almeida Revista e Corrigida e Corrigida e Fiel, porque Almeida, a versão Almeida Revista e Corrigida e Corrigida e Corrigida e Fiel, a Almeida, a versão Almeida e Corrigida e Corrigida e Corrigida e Corrigida e Fiel, engoliu muitas das palavras que estão no original, infelizmente. Por isso eu vou ler da Almeida, versículo 44, revista e Corrigida, diz assim. Eu porém vos digo. Amai a vossos inimigos. Bem-disei o que vos mal dizem. Fasei bem aos que vos odeiam. E orai pelos que vos maltratam e vos perseguem.

Pois continua, versículo 45. Para vos tronéis filhos do vosso Paz Celeste, porque ele faz nascer o seu sol sobre os bons e os maus, os maus e bons, e vira chuvas sobre os justos e os injustos. Porque se amaras os que vos amam, que recompensas tens. Não faz os publicanos também mesmo. Se amaras aqueles que emocionalmente tens esse desejo, que recompensa tens.

Sim. A prova de sermos discípulos de Cristo, é termos amor dumos para com os outros, mas não é só amor para aqueles que vos amam.

Se tudo que tu e eu fases é amar os que te amam, como é que somos diferentes as outras pessoas? Como é que somos diferentes, por exemplo, da mosquita local? Como é que somos diferentes da igreja à esquina? Ou da congregação em Hindu, que existe no barro? Eles amam uns aos outros? Sim. Eles dão-nos uns aos outros? Eles dão-nos tempo aos outros? Eles visitam aos outros? De grupo deles? Por exemplo, queridos irmãos, vocês daram um exemplo aqui um bocado mais detalhado. Vocês já provavelmente viram filmes de guerra. E viram, por exemplo, algum filme, por exemplo, da Doll Fittler. E ele ensinou meninos, crianças, meninos jovens, 10, 11 e anos 12, a irem lutar e irem para a guerra. E depois, vencer nesses filmes, de escrever a Segunda Guerra Mundial, vence o Hitler a demonstrar uma afeção, um amor a esses meninos, que mataram centenas de outras pessoas. Queridos irmãos, se o amor fosse só um sentimento emocional, uma afeção, então o Adolf Hitler, nesse momento da afeção para com essas crianças, era um homem cheio de amor.

Queridos irmãos, é algo mais. Não é só amar aqueles que nos amam. É amar aos que nos amam, os que não nos amam. Versículo 46, de novo, porque se amar os que vos amam, o que recompensa tens. Não faz os publicanos também o mesmo. Se é só isso que diferença existe entre nós e os outros. Versículo 47, 48. Isso saudar-te somente os vossos irmãos, que fazeste mais. Não faz hoje em Deus também o mesmo? Porque ser de vós perfeitos, como perfeito, é o vós-pai Celeste. Perfeito é amor, o amor de Deus. O Pai Celestial é amor, a Gapé. E nós temos que ter este amor de Deus. Então o que é o amor a Gapé e como é definido na Bíblia? O que é? O que é que devemos fazer? Como é que podemos este amor em prática? Está aqui a dizer que devemos deixar que os nossos inimigos nos abusem. Está aqui a dizer que devemos deixar que os nossos inimigos aproveitem-se de nós. Não. Não. Então o que significa isto? Isto tudo que dizem irmãos tem que ser posto num contexto correto. Ou então é como simplesmente for-me a frente de um carro e deixar as pessoas andarem por cima de mim. Ser abusados, andarem por cima de mim e aproveitar-se de nós. Isso não é o que Deus quer. Por isso precisamos entender o conceito, o princípio. E depois vamos entender as ações práticas que esse conceito indica. E para escrever essas ações, vai necessitar outro sermão, depois para detalhar e explicar isso em maior detalhe. Como lemos em 1 João 4,9, vejamos aí brevemente, 1 João 4. Vejam o ponto aqui que diz assim.

O amor de Deus é manifestado em a ver Deus enviado o seu filho, o nigênio e todo mundo, para vivermos por meio de Ele. Ele nos amou, como diz no versículo 10, e enviou o seu filho como propiciação pelos nossos pecados. Este ponto em Romanos 5,8.

Mas Deus prova o seu próprio amor para conosco. Vimos manifesto, prova, demonstra, prova, uma demonstração, uma prova do seu amor para conosco, pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores.

Entendemos? Se queres entender o que é o amor de Deus, isto, digamos assim, é o fulcro, é o âmago do princípio da demonstração, da prova do que é o amor de Deus. E Ele enviou Cristo e Cristo morreu por nós.

Como diz, sendo nós ainda pecadores.

Este é o âmago. Queres irmão, existe um conflito, um problema, um conflito entre você e sua esposa. É porque há uma falta de amor, de amor de Deus, de amor a capa, deste tipo de amor. Isto é o núcleo, isto é o ponto de partida, de onde podemos começar para resolver o conflito.

Se existe um problema entre você e um irmão na igreja, é a falta do amor a capa, o amor de Deus.

Isto é o âmago, como disse, é o ponto de partida onde se deve começar para resolver o problema, o conflito entre irmãos na igreja.

Se existe um conflito entre ministros na igreja, este é o problema, falta do amor a capa e de Deus.

E não há outras desculpas, não há outras desculpas. Começa aqui.

O entendimento do que é o amor de Deus começa aqui, ele prova-se o próprio amor que é o nosso, pelo fato de ter morrido por nós.

Deus demonstrou o seu amor para você, para mim, quando eu não era amável. Por que? Porque eu era um bocador, não era amável.

Quando eu não era uma pessoa que merecesse ser amado. Deus provou o seu amor para comigo e para com você. Quando você e quando eu éramos completamente desprezíveis. Éramos viles, éramos porcria, digamos assim, não éramos nada. Assim, se queremos entender o amor de Deus, temos que começar aqui. Com, entendendo esta ação de Deus.

E não é uma emoção, é uma ação.

A ação que ele fez para nós, quando nós éramos inimigos, quando nós éramos desprezíveis, quando nós éramos bocadores.

Cristo morreu para você, para mim. E é assim que Deus prova o amor de Deus. É assim que Deus demonstra o amor de Deus. Isto constitui o amor de Deus. E se não nos voltamos a este ponto, partida, não entendemos o que é o amor de Deus, o amor H.P. de Deus. Quando nos pomos nesta posição e começamos a entender como Deus nos demonstrou o amor de Deus, então começamos a compreender o que é o amor de Deus. E por isso, então, posso perguntar a mim mesmo, como é que eu vou demonstrar esse mesmo amor ao próximo? Da mesma maneira.

Cris irmãos, isto é o princípio do amor de Deus. Então, considerando o que lemos em 1º João, considerando o que lemos em Mateus 5 há pouco, e consideramos que estamos a ler aqui em Romanos, vemos que H.P. envolve uma maneira de pensar e tem a ver com os nossos motivos. A nossa motivação, o motivo, a razão, o porquê que se faz certas coisas. A razão, o motivo.

Deus não sacrificou o Seu Filho porque nós e Ele tínhamos os mesmos interesses? Não. Na verdade, Cris irmãos, não tínhamos nada em comum quando Ele sacrificou o Seu Filho, porque nós éramos inimigos.

Leiam, por exemplo, versículo 10, Romanos 5, versículo 10, porque se nós, quando inimigos, éramos inimigos, éramos pecadores. Cris irmão, o amor de Deus envolve um sacrifício próprio, um sacrifício de nós próprios. E não depende de como outras pessoas nos tratam de nós. Não depende se uma pessoa diz qualquer coisa ou faz uma pergunta e nós pensamos a esta coisa não está certa, e então vamos tratar essa pessoa mal e, se não, é amor de Deus.

Vamos dizer coisas mal e depois tornamos a dizer-nos, ah não, é porque ele não me tratou bem. E por isso damos direito de rejeitar. Não. Não. Não.

Se isso fosse o amor de Deus, se Deus só amasse aqueles que o tratassem bem, Jesus nunca teria sido sacrificado porque todos nós somos pecadores. E éramos pecadores. Éramos inimigos. O amor de Deus é uma ação de amor de sacrifício. E por isso este amor de Deus não é egoísta, é altruísta. É um amor mesmo para aqueles que são expressíveis a mim.

E é um amor para aqueles que não temos boas emoções para com eles.

Estou a dizer que isto é fácil? Não. Não. Não é fácil.

Mas não é uma emoção. Uma emoção. Sim, embora emoções positivas sejam o resultado desta ação do amor de Deus.

Sim, podemos ter emoções negativas, emoções muito negativas à frente. Não quero fazer isto porque ele mal tratou mal. Mas fazemos porque o motivo é para o bem do outro. É o amor para o outro. E por isso, ao fim da ação do amor, temos uma emoção positiva.

Que lhes irmãos, o amor H.P. de Deus é sempre demonstrado em ações.

É um processo mental e não emocional.

Por isso, a lição de João 21 é uma lição muito fantástica. E precisamos de entender.

Pois eu acho que você não entende.

Vejamos então João 21, 15-16. Começando em 15. João 21.

João 21.

Começando em 15.

Diz assim. Depois de terem comido Jesus Cristo, estava com eles. E esteve com eles por vários dias, pouco antes dele sair.

Diz assim. Depois de terem comido, perguntou Jesus a Simão Pedro. Simão, filho de João. Amas-me mais do que estes outros? Mas pergunte. Pergunte. Amas-me mais do que os outros? Imagina se uma pessoa disseram, olha, amas-me mais do que o outro. Amas-me mais do que os outros. Ele respondeu, sim senhor, tu sabes que te amo.

Ele disse, apacente os meus cordeiros. Tornou a perguntar pela segunda vez, Simão, filho de João, tu me amas? Ele respondeu, sim senhor, tu sabes que te amo.

Disse-lhe Jesus, pastoreia as minhas alveias.

O problema aqui é que, no português, não vemos o jogo de palavras que estava no grego. Porque no grego diz assim, vamos começar a ler o versículo 15 da novo. Depois de terem comido, Jesus perguntou a João, amas-me com o amor de Deus, H.P., mais que os outros?

E ele respondeu, sim senhor, tu sabes que eu tenho amor de irmão, filho amizado.

E ele disse, então apacente os meus cordeiros. Versículo 16. Tornou a perguntar-lhe pelo segundo efezo. Simão, filho de João, tu tens amor de mim, amor H.P., amor de Deus para mim? E ele respondeu, sim senhor, tu sabes que eu tenho amor de irmão, amizado para contigo.

E disse-lhe Jesus, pastoreia as minhas alveias. Vem aqui, por dois fezes, Deus pergunta ao Pedro, tu tens amor de Deus para mim? E Pedro diz, eu tenho amizade para ti.

Por quê?

Por quê? Pedro começou a entender o que é o verdadeiro amor de Deus, o amor H.P. E por isso, ele sabia que umas semanas antes tinha rejeitado Cristo. Quando ele ia a caminho da cruz e foi acusado, ele virou as costas contra ele. Diz que não viria, viraria, mas virou.

E por isso, ele viu.

Eu sei o que é amor de Deus, mas eu não tenho amor de Deus. A desejo ter o amor de Deus, mas não tenho. O meu amor é muito menor, o meu amor é simplesmente filho, amizade, amor de irmão. Não tenho este amor, este padrão que tu tinhas para nós, que tu tens para nós, que tu demonstrastes para nós. Não tenho, tenho o amor mais pequeno. E por isso, o Pedro não estava a ser rebelde.

Ele simplesmente estava sobrecargado, estava esmagado pelo que Jesus Cristo lhe perguntou, porque ele sabia que ele tinha falhado. Ele sabia que estava longe deste padrão. E por isso Jesus não ficou zangado com ele, por causa disso, porque Jesus sabe o coração, viu isso no coração, e disse pela terceira vez. Então, Jesus disse assim, ele perguntou em si, ''Mão, filho de João, tu me amas.'' Mas agora, ele perguntou, ''Tu me tens filho, tens amizade a mim, tu tens amizade a mim?'' E Pedro, em tristeza, por ele, que era dito pela terceira vez, ''tu tens amizade a mim.'' Por que? Porque ele viu que, embora ele estivesse, estava longe de ter o que Jesus Cristo estava a perguntar. Compreendeu que ele estava longe desse amor, estava longe de ter esse amor. E respondeu-se, ''Senhor, tu sabes todas as coisas, tu sabes que eu te amo.'' Não é o mesmo padrão que tu, mas sabes que eu te amo.

A matitura que nós devemos ter, acho eu, irmãos, sabemos o que é, começamos a entender o que é o amor de Deus. Mas, querido Pai, quando oramos, dizemos, querido Pai, dá-nos este amor, derrama este amor no nosso coração, através do Teu Espírito Santo Deus, diariamente, porque eu, por mim próprio, não tenho. Tô longe disso.

Tô longe disso. Vejamos, então, um bocadinho, mais um bocadinho de talha, este amor de Deus. Este amor de Deus, o moragápio de Deus, está descrito em maior detalhe, no capítulo 13 de I Coríntios. O livro de Coríntios é um livro cheio de correção. É um livro cheio de correção.

Porque a congregação de Coríntios estava cheia de problemas. Tinha divisões. Uma pessoa escolhia um ministro de preferência deles. Olha, eu estou na igreja, mas não vou fazer perguntas a este ministro. Porque, não, vou fazer perguntas ao outro ministro. Quando for coisas ministriais, vou ao outro ministro.

Isto tinha a escolher ministros. Ministros preferidos. Aí eu sou de Paulo, ou eu sou do Apólos. Então, outros eram melhores. Eram muito melhores. Aí eu sou de Cristo. Tinha divisões. É uma igreja com pecado. E disse, tira essa pessoa com o pecado da igreja, expulso da igreja. Tinha pessoas que levavam irmãos ao tribunal, em vez de tentar resolver os problemas entre eles próprios. Tinha pessoas na igreja que visitavam prostitutas, em Coríntios. Tinha problemas de casamento e de matrimónio na igreja. Tinha pessoas na igreja que iam à páscoa bebatos.

Tinha pessoas ricas, na Congregação de Coríntios, a maltratar os pobres. Tinha pessoas a falar em outras línguas, como eu, como eu, começassei a falar a vocês em africanos. Onde se rano ir ou dar ou onde se rano e alas de um. O que é que se tem a fazer? A ver. Falar em línguas não tem valor nenhum, porque que edificação tem para vocês? Nada! Sem falar em outras línguas, falam em línguas, falavam em outros. Por que? Ah, eu saio de falar esta língua. E estava a falar nesta língua. Por que? Isso não é para edificar? Outros. Por exemplo, mulheres tinham um grupo de mulheres. Ah, tinham até problemas de comprimento de cabelo, é o outro problema que tinham. E depois outros teram um grupo de mulheres que se tinham juntado e tinham tomado controle da igreja. Cris Irmãos era uma congregação cheia de problemas, uma congregação em caos. Então, depois de enumerar vários destes problemas, por 11 capítulos, ela então, no décimo segundo capítulo, Paulo descreve a ela alguns pontos positivos, que eles têm, com vários tons. E era uma igreja cheia de tons. Tenham muitos tons, um grupo de pessoas cheia de tons. Alunos eram bons oradores, falavam muito bem. Outros eram grandes profetas, conseguiam ter uma visão de coisas. Outros até faziam milagres. E, como disse, outros falavam em várias línguas. Era uma igreja cheia de milagres e de tons. E assim, depois de Paulo explicar a eles, no capítulo 12, de 1º Coríntios, os tons que eles tinham, disse sim, há algo melhor que estes tons todos. Sim, você pode ser um grande orador, um pregador, você pode ser um grande administrador, você pode ter um grande dom de curas, você pode dar grandes sermões, você pode ter o dom da profecia, mas há algo melhor que os tons. Pois a onda é que os tons que vocês têm em Coríntio, vos levou. Vos levou a ponto de serem uma das congregações mais problemáticas do Novo Testamento.

E, por isso, então, no ver ciclo 31, ele diz assim, então, no Coríntio 12, 31, entretanto, procurá-lo com zelo os melhores tons.

Procurem, com muito zelo, melhores tons. Eu quero vos mostrar um dom melhor que essas coisas todas que vocês têm. E ele diz, então, diz assim, e eu posso, a mostrar-vos ainda, um caminho sob modo excelente. Quero vos demonstrar um dom que é muito mais excelente que todos os outros. Então, no capítulo 13, ver ciclo 1, diz assim, ainda que eu falo as línguas do homem, isto é, a maior, digamos assim, a maior hiperbulo, hiperbulo, a maior das declarações da Bíblia exageradas, para dar a eles um entendimento. Porque diz assim, mesmo que eu falo línguas do homem, mesmo que eu falo francês, africanço, alemão, holandês, espanhol, chinês, veja falar estas línguas todas aqui. E mesmo que eu tivesse a possibilidade, aqui está hiperbulo, mesmo que eu tivesse a possibilidade de estar aqui à frente de vós e ouvir anjos. Então, aqueles anjos diziam a mim e eu dizia, olha, estou ouvindo, que valor tem isso?

Se não tiver amor, serei como bronze que soa, como a trombeta, tocar uma trombeta, imagino você dar a trombeta a mim, não sei tocar uma trombeta, o que sai da trombeta? Se conseguir-se, mas sai só barulho, barulho, uma coisa horrível, um barulho. Serei como bronze que soa, quando a pessoa tem esses dons, estão a falar nestas línguas, estão a falar nestas coisas todas, é só fazer um barulho. Ou como o símbolo cretine, vocês sabem estes símbolos? Tintin, uma pessoa que não sabe música, que não saia, anda ai a bater. Imagine vocês dão aos vessos, aos vossos filhos, de cinco a seis anos, ou coisa assim, uns símbolos, e ela é lá, em casa, que atinga, atinga, atinga, fazer uma barulhada, é terrível, é terrível, É terrível! E o que ele está a dizer? Se vocês estão a falar em línguas, é a mesma coisa, se não tivarem amor. Versículo 2. Ainda que eu tenho o dom de profetizar, de anunciar as mensagens de Deus, de ser um bom pregador, de ser um bom palestrador, de dar bons sermões, embora eu conheça todos os mistérios. Sim, eu conheço a natureza de Deus, os mistérios, eu entendo essas coisas todas. Eu conheço toda a ciência. Tenho grande conhecimento, cresci em grande conhecimento e endotrina. Ainda que tenho grande fé, oh, tenho uma fé tão grande, tão grande, a ponto de mover montes. Uma pessoa está doente, vou lá, ungir essa pessoa, tenho esta fé, pessoa tem fé, eu tenho fé e as pessoas são curadas assim. Se não tiver amor, nada serei. Nada serei.

É possível ter amor de Deus? Agora, a minha pergunta. É possível ter amor de Deus e desprezar os dez mandamentos da lei de Deus? Não. Está claro que não. Porque Deus é amor. E a lei é amor para com Deus e amor para com os outros. E por isso a lei de Deus define o amor, dá uma definição de como aplicar este amor. E por isso o amor agápido de Deus não é desprezar os dez mandamentos. Por isso, você precisa observar o sábado? Sim. Está claro que sim. Você precisa ter um certo enlinhamento de profecia, um certo enlinhamento de mistérios, de ciência, você precisa ter fé? Sim.

Mas, conforme aprendemos estes primeiros passos, como em forma aprendemos a fazer o que Deus quer que nós façamos, através da doutrina de Cristo e ensinamento e entendermos os dez mandamentos, entendermos, precisamos ter fé e acreditar em Deus, conforme aprendemos isto. Temos que ir adiante. Além disso, e querer ser como Ele é. Isto é, precisamos de crescer no amor de Deus. O ponto é, queridos irmãos, podes ter estas coisas, sim, podes ter dons, podes dar boas palestras, podes ter grande fé, pod sophisticar o século da Bíblia, podes ter um grande reconhecimento da Bíblia, podes ter um grande reconhecimento da Bíblia, podes ter um grande reconhecimento da Bíblia, podes observar o sábado e não teres amor de Deus. Este é o ponto. É o ponto aqui que Paulo está a dizer, que se não tivermos amor de Deus, não somos nada. Sim, podemos ser, ou estar na igreja, observar o sábado, muito rigidamente, muito distritamente, muito dedicadamente, e não ter o amor de Deus. E de acordo com o oposto de Paulo, isso conta zero, zero, nada, zero. Podes estar na igreja, podes observar o sábado, podes observar os dias santos, isso é nada. Não diz que é um bocadinho, não diz que é um pouquinho, diz que não é nada, nada serei.

Sim, não podes ter o amor de Deus sem o entimento dos outros? Sim, não podes ter o amor de Deus, o verdadeiro amor de Deus, sem saber o que é que Deus quer que tu faças. Mas podes ter os outros, podes ter o sábado, podes fazer, ter estes entendimentos de ciência, da fé e de estudo, e depois não ter o amor de Deus. Se não temos o amor de Deus, não somos nada. Isto é o que temos de entender. Isto é o que temos de crescer.

Como pessoas individuais, como uma congregação, como a Igreja de Deus, precisamos de crescer neste ponto.

Podemos ter todas as outras coisas, e ainda ser nada.

Precisamos dessas coisas, mas precisamos mais do amor de Deus. É adicional. Fejam também no versículo 3. 1 Coríntios 13, versículo 3. E ainda que eu distribuo a todos os meus bens entre os pobres, e ainda que entrego o meu próprio corpo para ser queimado, se não tiver amor, nada disso me aproveitará.

É difícil de entender-me, não é?

Posso dar tudo aos pobres. Tudo, tudo, tudo aos pobres. Estou completamente pobre daí. Pobre daí, tudo, tudo, tudo, tudo. Andando, e aí a mostrar. Pessoas pensam-se-o, que são muito humildes, porque deu tudo aos pobres. Crescinho-mãos não têm nada a ver com isso, porque diz-se, posso dar tudo aos pobres?

Posso ser um mártir e morrer, pela palavra Deus.

Se não tenho o amor de Deus agape, nada disso me aproveitará.

Então, se eu dei tudo, eu dei tudo, eu morrei. O que mais tenho que fazer?

Lembre-se, o amor de Deus tem a ver com a motivação, o motivo. O porquê? Por exemplo, os muçulmanos morreram como mártis nas cruzadas. Os cruzeiros, por exemplo, mataram milhares de cristãos na Turquia durante os anos das cruzadas, porque os cruzeiros nessa área eram mais liberais e deixaram os cristãos viver em paz. E por isso, quando os cruzeis vieram, acharam que eles eram muçulmanos e por isso mataram os cristãos. Querias irmãos, é possível ser um mártir. Sim, podes acreditar, podes ter muita coragem, é possível fazer boas obras e ter-os a motivação, o motivo errado. Lembrem-se, como em Mateus 7, Cristo D. disse, 21 a 23, muitos nos chamam Senhor, Senhor, eu fiz isto, fiz aquilo, e então Jesus disse, aparte-te-me, saire-me, porque tu que praticas iniquidade, praticas o pecado, o que é iniquidade, o que é o pecado, é quebrar as leis de Deus, porque não tens amor de Deus. Não tens o verdadeiro amor de Deus. Também Mateus 24, por ciclo 12, diz assim que muitos vão, o amor de muitos, vai se esfriar, vai ficar frio, no tempo do fim.

Então, de novo, querias irmãos, o que é o amor de Deus? Querias irmãos, Deus sacrificou o Seu Filho, não porque nós fôssemos de grande valor, mas o valor está na ação de Deus, pois Ele é amor, Ele é HP, e Ele sacrificou o Seu Filho, porque Ele é amor e não por nossa causa. Ele, então, nos fez algo de valor, e assim temos grande valor para Deus, por causa da ação de Deus, e não é por causa da nossa parte, e por isso isto é a Graça de Deus.

É a motivação de Deus, é o motivo da ação de Deus, o motivo da natureza de Deus. Por exemplo, tu podes nunca estar a roubar, mas podes estar a cabissar, tens uma motivação errada, porque tu podes nunca matar uma pessoa, mas podes estar cheio de ódio, e por isso não tens um amor de Deus, o motivo está errado, o porquê está errado.

Querias irmãos, certas pessoas, por exemplo, têm problemas de matrimónio, se tivessem o amor de Deus, resolveriam esses problemas.

E se não quer dizer, se não quer dizer que agora rouba de mim, não quer dizer que agora anda por cima de mim e faz o que quiseres de mim? Não. O motivo é outra pessoa, é um desejo puro de cuidar pelo outro, de fazer o que é o certo para outra pessoa.

O amor de Deus é fazer o que é o melhor para outra pessoa, sem consideração das minhas consequências pessoais, sem consideração das ações deles, sem consideração das minhas próprias emoções, fazer o que é bom para eles. Isto é o amor de Deus. E, por isso, João 21, como lemos há pouco, Pedro começou a entender isto.

E se fosse sincero, talvez dissesse-se o mesmo. Precisamos de pedir a Deus para nos derramar este amor. Eu amo a Deus, eu amo aos outros com este amor de Deus. E não é só para com os teus amigos.

Pois isso, então, é filho, isso é amizade. É para com os que não estás atreído, aqueles que não tens nada em comum.

É para com aqueles que maldosamente usam você. Vejam, então, em Coríntios 13, versículo 4. Diz assim, o amor é paciente.

O amor, como dizem outras versões bíblicas, o amor é sofrador. Paciente, sofrador. Em inglês diz assim, sofre por muito tempo. É paciente, sofre por muito tempo. A Bíblia Inglês diz assim, o amor é sofrador por muito tempo. É paciente, sofrador por muito tempo. E por isso, como é que sabemos que uma pessoa é paciente? É porque tem que andar muito tempo e demonstrar esta paciência por muito tempo. Por um período longo. Sofrendo para o bem da outra pessoa. Não é o caso, por exemplo, de uma esposa sofrer, porque o marido está bêbado e vem bêbado de todas as noites e vem e está a adulterar com outra mulher.

Queres irmãos, então aí Jesus Cristo diz, o castigo deve ser adequado ao crime. Para o bem dele! Para o bem dele! Por isso, sofrer para o bem da outra pessoa não é ser um tapete para os outros pisarem. Não é para ser uma pessoa que os outros andam em cima e pisam e abusam-nos. Não! Por isso, precisamos manter a perspectiva do que Deus fez. O que Ele fez por ti, Ele morreu por ti e por mim, por você. Ele sofreu e sofre porque nos ama, porque o motivo dele é para o nosso bem.

Cristo foi batido para o nosso bem.

É como, por exemplo, um pai que acorda uma mãe, acorda às duas ou três da madrugada, porque o bebê está a chorar, e vai moldar a fralda para o bem do bebê. Para o bem do bebê. Se não houvesse esse amor, deixava o bebê ficar ali até amanhã e, pronto, depois mudava a fralda durante a manhã. Mas para o bem do bebê, levanta-se e muda a fralda. Por isso, queres irmãos, Mateus 5 tem que ser visto através desta lente do amor de Deus.

Mateus 5, versículo 40. Eu disse que voltaria a Mateus 5. Voltei a Mateus 5, versículo 40. Diz assim, e ao que quer demandar contigo e tirar-te a túnica, deixe-lhe também a capa.

Não é uma questão de levar isto literalmente em todas as situações. Porque se assim fosse, quando Paulo foi acusado e levado à prisão, ele dizia ok, bátamo e não me vou defender. E eu defender-os.

Por que? A motivação é importante em todas as situações. Temos que ver a motivação. A motivação é o que é o melhor para a outra pessoa. Há uma situação em que não deixes alguém fazer isto, e, assim, por ciclo 42. Dá a quem te pede e não volte às costas ao que deseja que lhe empreste. Mas, entretanto, há outros trechos que dizem, não empreste a não ser que estejas pronto a perder. Então, que trechos é que segue? Quando é para o bem das outras pessoas? Em presta, quando é o bem, para o bem das outras pessoas. Quando não é bom para a outra pessoa, diz não. Qual é a motivação? A motivação é para o bem da outra pessoa, como um pai. Educa um filho, seu filho, querido filho, e, então, parte desse treino ou educação, tira certos privilégios da criança, porque? Para o bem da criança. Mesmo que o magô tirar esses privilégios da criança, faço para o bem da criança.

Por exemplo, Deus diz, ele ama-nos. Então, isso quer dizer que nós podemos abusar a Deus? Tanto quanto queremos, não. Não.

Diz Deus, eu nunca te vou castigar? Não. Porque se fosse isso, então, podias matar o próximo, não é?

Não.

Por exemplo, Deus vai dar o castigo eterno por pessoas no Lago do Fogo para a segunda morte, para morrer em eternamente.

E isso é um exemplo do amor de Deus, porque é o melhor para essa pessoa. Não é vingativo, é o melhor para essa pessoa. É melhor de que pôr uma pessoa no enfermo, deixar a pessoa a sofrer para sempre.

É o amor que é para o melhor dessa pessoa, para não estar a sofrer uma miséria para o resto da vida inteira. A motivação de Deus é sempre para o que é melhor para essa pessoa.

Nessa altura, se as pessoas têm sofrimento e dizem, oh Deus, assemei a mim, tira-me esse sofrimento, cura-me.

É difícil, porque às vezes Deus não cura, porque Deus vê as coisas de uma maneira diferente. Vê as coisas com um plano, não é só dois, mas daqui a dez anos, daqui a mil e anos, daqui a ver com a eternidade em perspectiva.

E por isso, às vezes, quando uma pessoa está a fazer certas coisas, é melhor para o bem dessa pessoa, para ir para a prisão. Sim, existe uma casião em que vais deixar a pessoa aproveitar-se de ti. Por quê? Porque é para o bem dela. Mas há uma ocasião que não vais deixar a pessoa aproveitar-se de você.

A resposta não é o que é o melhor para mim, mas é o que é o melhor para o outro. A resposta não é, este é o meu direito, não. O que é o melhor para o outro? Quando há um conflito, uma zanga, um aborrecimento entre pessoas, sofremos para o bem do outro.

Queridos irmãos, queridos irmãos, temos que manter a perspectiva de Deus, do que Deus fez por ti e por mim.

O amor de Deus não é um sentimento, não é uma emoção, não é o amor fraternal, não é o amor romântico, não é o amor entre amigos da amizade, o amor de Deus é ações, um processo mental, não depenem como outros nos tratam, mas é uma motivação para o bem dos outros. Sim, porque podemos ter grande crença, podemos acreditar em Deus e não ter o amor de Deus, não ser como Deus é. Podemos obceer a Deus e não ter o amor de Deus, não ser como Deus é. Precisamos sim da audiência, precisamos sim da fé, precisamos sim da doutrina de Cristo, porque nos ensina a maneira de ser como Cristo quer que nós sejamos, como Deus quer que nós sejamos e, além disso, precisamos o amor de Deus. Por isso a perspectiva é o que Deus fez.

Cristo está claro, somos humanos, falhamos, mas temos que lembrar que representamos sempre a Cristo nas nossas ações. Hoje, Cristo irmãos, simplesmente tocamos na superfície deste assunto, de uma maneira básica, mas entendemos de uma maneira melhor o que é o amor de Deus. Isto teremos mais este assunto acerca do verdadeiro amor de Deus, para aprendermos a ser uma pessoa melhor, para perdermos a ser como Deus é e para reagirmos corretamente para, com o próximo, amando uns aos outros, como Cristo, nos deu o exemplo, o padrão, davar aos outros.

Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).