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Bom dia, boa tarde, queris irmãos e a Jorge Câmbres.
Estamos a cobrir um assunto que, como eu disse, é muito importante para todos os cristãos, para todos os membros da Igreja de Deus, em que congração estejam. Seja for, em que onde estejam, em que país a que estejam, o princípio é o mesmo. Vamos a falar do amor de Deus. O amor de Deus é o que Deus é.
E, por isso, isso deve ser o nosso objetivo, o nosso alvo na vida. Devirmos ser como Deus é. E também, descrevi claramente que é possível obtecer às leis de Deus. E não sermos ainda como Cristo é. Precisamos desceder. Precisamos desceder às leis de Deus. E, além disso, precisamos de olhar e ver qual é a motivação, qual é a razão, qual é o sentimento, o coração, a causa, porque nós estamos a fazer certas coisas. E essa causa tem que ser para o melhor dos outros, para o bem dos outros. Por isso, a pergunta é qual é a nossa motivação. E nós tivemos a cobrir alguns pontos acerca do Mor Deus, a partir de 1 Coríntios 13.
E, no versículo 4, se forem aí, 1 Coríntios 13, versículo 4, falamos que o Mor Deus é paciente. É sofrador, sofre longo. E descrevemos a grande talha. Há vários princípios acerca desse ponto de sermos sofradores pelos outros, para sermos pacientes, quando nos confrontamos com situações que são difíceis. Depois, o outro ponto que descrevi é que o amor de Deus é benigno. Tem atos de bondade. E devemos te perguntar, por que é que fazemos atos de bondade? É para as pessoas verem, olha, ele está a fazer estes atos de bondade, é para ver, qual é o motivo?
O motivo é para nós próprios, porque somos egoístas, ou é motivo para o bem do outro. E, então, precisamos entender o que é o melhor para essa pessoa. O motivo tem que ser correto para o bem do outro, fazer o que é o melhor para ele. E depois vimos o outro ponto a seguir, que diz assim, o amor não arde em ciúmes, não é ciumento. Não temos inveja ou ciúmes pelo que os outros têm.
E precisamos estar gratos pelo que temos e não desejarmos o que os outros têm. Por que? Porque queremos o melhor para os outros, e estamos contentes, verdadeiramente contentes quando os outros, as coisas para os outros, correm bem. Hoje, Cristo e irmãos, quero cobrir dois pontos adicionais à cerca do amor de Deus, que são relancionados um com o outro. E esses dois pontos estão aqui no versículo 4, que diz não se ofana e não se ensobrepece. Esses são os dois pontos que vamos cobrir hoje. O primeiro que vamos ver, então, é que o amor não se ofana, não se vandelória, não trata com levandade.
Ora, o que é que não está a falar, em primeiro lugar? Não está a falar de emoções ou ações naturais ou normais de estarmos contentes, ou de estarmos alegres por causa de certas coisas e por causa de estarmos contentes ou aleres com essas coisas que aconteceram, desejamos de compartilhar as coisas boas que aconteceram com outros.
Isso não é uma pessoa que se ofana, não é uma pessoa que está a ter uma vandelória. Não, não tem a ver com isso. Por exemplo, deixe-me dar um exemplo prático. Costamos de mostrar as fotografias dos nossos filhos ou dos nossos netos ou netinhos. Isso não é uma pessoa que se ofana. Não é nada contra... Por isso, este princípio de amor para com Deus não tem nada contra isso. Ou, por exemplo, não tem nada contra uma pessoa ter ido buscar e ir à pesca e buscar um peixe grande. Não tem nada a dizer.
Eu pesquei um peixe deste tamanho, estava tão contente. Não é uma pessoa estar a vangloriar. Está contente? Está graças? Está a explicar esse contentamento? São coisas normais. E não são motivações que sejam falta de amor para com o outro. Mas o que está a falar aqui quando diz não se ofana. Deixe-me por isto numa outra frase que seja muito prática para você.
Quando diz não se ofana é dizer, não você não faz de você próprio como se fosse ou você seja o centro da atenção. Por quê? Porque todas as conversas são acerca de quão importante eu sou, quão bom eu sou, o que eu fiz e se é fazer de você próprio o centro da atenção.
Isso é uma atitude de que você está a tentar ter uma certa vanglória. Vanglória. Uma versão inglesa do rei James da Bíblia traduz esta palavra aqui desfilar-se, dizendo não se desfile. Como se tivesse, por exemplo, numa parada ou numa passagem de modelos a querer sempre ser o centro da atenção e estar a desfilar e andar e a desfilar. E não é só necessariamente em palavras, mas pode ser na maneira por isso que atuamos, sim que falamos, mas que atuamos, pode ser na maneira que andamos, pode ser da maneira que nos vestimos, para chamar a atenção para nós próprios.
Por que? Porque quando entramos na sala, para sermos o centro da atenção. Por isso é que a modéstia é muito importante para as senhoras. Desfilaram-se ou desfilam-se para que os homens virem a cara e olhem para você quando você entra na sala.
As senhoras vestem-se de certas maneiras, às vezes, para chamar a atenção. Agora, quer isso dizer que não deve vestir com uma boa aparência, que não deve vestir bem? Está claro que não. Está claro que deve vestir uma boa aparência, vestir bem, de acordo com o que possas, mas existe uma diferença grande aqui. Uma linha que atravessa. E que precisamos entender o que é essa linha. É uma marcação, digamos assim, no chão e quando atravessamos essa linha, então estamos a ofanar, estamos a ter uma certa vanglória. E vamos então ver aqui um exemplo desta vanglória em Atos capítulo 12.
Atos capítulo 12. Atos 12, vamos ler a partir do versículo 20. Atos 12, versículo 20. A cerca de Herode agripa o primeiro e diz assim, ora havia certa divergência entre Herodes e os habitantes de tiro e de Sidon. Porém, estes de como acordo se apresentaram a ele. E depois de alcançar o favor de Blasto, camarista do rei, pediram a reconciliação porque a sua terra se abasteceria do país do rei.
Em dia designado, continuando então, no versículo 21, Herodes vestido de trajo real, assentado no trono dirigiu-se-lhes a palavra. E o povo clamada é a voz de um Deus e não de um homem. No mesmo instante, um anjo do Senhor o feriu, por ele não haver dado glória a Deus e comido de vermos. Aispirou. De acordo com o historiador Flávio Josepho, ele tinha uma roupa, um fato especial, com um tipo de linho preteado, que brilhava ao sol e, por isso, quando ele apareceu, aí ao sol, numa posição tal, brilhava como se fosse uma coisa que afetasse os olhos com um brilho, se refletia, que brilhava ao sol.
E ele fez isso tudo, de uma maneira que era especialmente para ele ser o centro da atração, para chamar a atenção. E, por isso, não está nada a falar aqui acerca de um orgulho natural pelos nossos filhos, ou por certas pessoas da família, por terem recebido um certo louvor justo, ou por terem boas notas no exame, ou por serem elogiados na escola ou na companhia, por serem, por exemplo, o empregado do mês da companhia, não tem, e isso não é o que está a falar.
Não há nada mal com isso, não há nada mal de compartilhar com outros disso. Mas entendam o que está a falar aqui? Está a falar aqui é daquela necessidade emocional. E, como estamos a cobrir, assim, o assunto aqui do amor agápide de Deus, não é só baseado em pensamentos, mas é centrado também acerca das emoções que estamos a demonstrar.
Por isso entendemos que o amor de Deus é o contrário de só demonstrar estas emoções. Estamos a falar que o amor de Deus tem a ver com a motivação, com a maneira que pensamos, e não é com estas emoções de demonstração.
Por isso, não há nada errado quando os filhos chegam à casa e dizem que tiveram boas notas, de os complementar e de os encorajar. Isso não é vanglória. Vanglória é dizer que somos melhores do mundo quando não somos. Isso é vanglória. Porque quando estamos a dizer que pessoas são melhores do mundo e quando não são, e não têm uma condição que não têm, então não há capacidade ou necessidade de melhorarem. E, por isso, dá a encorajar esta ação de desfilarem, de serem o centro da tensão, de serem uma pessoa que não são. Isso foi o caso aqui do Hirot, que estava a desfilar, estava a demonstrar e, ainda mais, quando eles viram isso, começaram a dizer, oh, isto é um Deus, isto é um Deus, e ele, em vez de dar glória ao que tinha, a Deus, ele aceitou isso.
E, por isso, Deus não estava contente com ele. Precisamos, por isso, de ver e de entender este princípio do centro da tensão. Não devemos ser um centro da tensão. E, por isso, vamos perguntar à pergunta. Como é que podemos aprender a não ser o fã nos? Como é que podemos aprender a não ser vai dosos? Como é que podemos aprender a não ser o centro da tensão? Primeiro, primeiro lugar. Precisamos de aprender a ter um interesse genuíno em outras pessoas. Precisamos, de facto, de ter um verdadeiro interesse em outras pessoas.
Precisamos de ouvir o que as outras pessoas estão a dizer.
Se às vezes as pessoas dizem, nós estamos a ouvir bem. Precisamos de ouvir. E, para ouvirmos, é preciso ter aquele genuíno verdadeiro interesse na outra pessoa.
E uma maneira de mostrar que estamos a ouvir e mesmo ouvirmos é perguntar, fazer perguntas. Há cerca dos que estamos a ouvir.
Por exemplo, ah sim, então como é que foi isso? Os perguntas abertas para dar uma ilustração maior. Para dar uma história melhor, para ouvirmos, porque queremos ter esse interesse.
Por isso, em vez de nós querermos sermos, querermos ser o centro da atenção, nós temos este interesse verdadeiro no outro. De ouvir o que o outro está a dizer. Tem um interesse genuíno no outro.
Vejamos também aqui, por favor, em Tiago capítulo 1, versículo 27.
Tiago 1 versículo 27. Diz assim, a religião pura e sem macla para com o nosso Deus e Pai, é esta. Visitar os órfãos, as viúvas, nas suas tribulações e assim mesmo guardar-se incontaminado do mundo. Jornalmente, a maioria das pessoas preocupam-se em estarem incontaminados do mundo. Não estou a dizer que não seja importante, mas esquecem-se da primeira parte, que é simplesmente servir aqueles que precisam que tenham necessidades de ser servidos. Servir aqueles que têm uma necessidade de serem servidos.
Visitar os órfãos, as viúvas, nas suas tribulações, é aqueles que têm necessidades de serem servidos. Não sejam só os órfãos aviões, pode ser outras pessoas, mas é um princípio, a verdadeira religião. É servir aqueles que precisam de ser que tenham essas necessidades de ser servidos. Tu pode dizer, ah, mas eu tenho esses problemas todos.
Eu tenho esses problemas todos.
Queridos irmãos, precisamos de não só obter as leis, mas servir a outros. Sers pessoas podem dizer, ah, estamos a servir as leis e não estou a receber recompensa nenhuma, sem receber um obrigado. Queridos irmãos, receber um obrigado ou ter recompensa é imaterial.
Serviros que precisam de ser servidos sem ter recompensa, sem dizerem obrigado, isso é o que é importante. E fica contente de servir os outros. Isto é o amor de Deus. De fazer o que os outros necessitam. Fazer coisas, porque as outras, sim, certas pessoas fazem coisas porque os outros necessitam nesta área, outros fazem pessoas que necessitam naquela área e pode haver uma área que as pessoas necessitam que ninguém esteja a fazer. Então, talvez, te concentre, põe-se o teu foco nesta área, onde que há uma necessidade e faz-se isso. E, te alegres, estejas contento, fazer isso, sem ter recompensa e sem receber-os um obrigado. Não é uma questão de ser negativo e dizer, olha, não faças isto, não faças aquilo, não faças o outro, mas é uma questão de ser positivo. Devemos de fazer isto, devemos de fazer isto, fazemos fazer aquilo. A lei de Deus, a um nível mais alto. Por exemplo, não é simplesmente dizer não matos, não roubes, mas é dizer faz coisas para os outros, vai além, excede, é positivo, vai além disso. Por exemplo, tu estás desencorajado, tu estás mesmo desencorajado, sientes triste, desencorajado, sientes-te. Então, vai visitar aqueles que precisam de ser visitados, aqueles que têm necessidades. Vai fazer coisas para os outros que têm necessidades. E depois, vais voltar uma pessoa diferente. Porque quando saias e ajudas aqueles que têm necessidades, recebes-te deles alguma coisa que é inexplicável.
Sim, é mais simples, dote, 10 reais ou 10 euros ou 1 euro ou coisa assim, 1 centímetro. É simples dar dinheiro. É simples. Mas é mais difícil. É mais difícil servir as pessoas em relacionamentos, principalmente a um termos de responsabilidade, que são aqueles que estão mais próximo de nós. É muito mais difícil sofrer com eles. É muito mais difícil sentar à frente desses que estão a sofrer, sofrer com eles e agarrar a mão deles e sentir o sofrimento deles, com eles.
Por isso, servir aqueles que precisam de ser servidos. É outro princípio importante para evitar de sermos o centro da tensão. Então, o primeiro que demos é que precisamos ter um interesse genuíno nas outras pessoas e depois precisamos simplesmente servir aqueles que precisam de ser servidos. Outro ponto importante, vejam comigo se faz favor, em João 13.
João 13, versículo 35.
Diz assim, nisto conhecerão todos que sois meus discípulos, se tiveres amor uns aos outros. Se não estamos a demonstrar o amor de Deus a cada um na nossa congregação, na nossa família, na nossa congregação, entre os nossos irmãos, estamos a falhar a Jesus Cristo.
Estamos a falhar a Jesus Cristo. Precisamos de ajudar aqueles que precisam da ajuda, em vez de os condenar.
Em vez de os condenar.
Vejam, em Romanos capítulo 15, Romanos 15, versículo 1.
Ora nós que somos fortes, devemos suportar as debilidades dos fracos, e não agradar-nos a nós mesmos.
Devemos ajudar os fracos, em vez de condenar os fracos. Aqueles que são fortes devem ajudar os fracos, devemos suportar as debilidades dos fracos. Versículo 2. Portanto, cada um de nós agrada ao próximo, no que é bom, perificação. Por isso, cada um de nós agrada ao próximo, esteu amor de Deus, a agradar ao outro. No que é bom, para a edificação.
A definição do amor de Deus, queridos irmãos, é o que é melhor para o outro. Não é? E não é isto a mesma coisa?
Cada um de nós agrada ao próximo, isto é o amor de Deus.
Continuando, versículo 3 a 4, e a Cri. não se agradou a si mesmo, antes como está escrito, as injúrias dos que te ultragam, caíram sobre mim. Pois tudo, quando outra hora, foi escrito para o nosso ensino, tudo quando outra hora, foi escrito para o nosso ensino, foi escrito, a fim de que, pela paciência e pela consolação das criaturas, tenhamos esperança.
Cri, irmãos, Dónde é que Paulo aprendeu este princípio?
Dónde é que Paulo aprendeu que precisamos de ter carinho para com os outros? Diz assim, as injúrias dos que te ultragam, caíram sobre mim, aprendeu isto de Cristo. Porque Cristo é o ensino, é o exemplo, é o objetivo, é o alvo da lei. E por isso, que, irmãos, precisamos das escrituras.
Foi escrito para o nosso ensino, foi escrito, a fim de que, pela paciência e pela consolação das criaturas, tenhamos esperança. Precisamos das escrituras. Ora, Deus, o Deus da paciência e da consolação. Deus é o Deus da Moura, é o Deus de paciência. Sofre o longo, sofre o longo termo, por longo período. Deus é a Moura.
Sim, precisamos de ter paciência. Isto é sofrer por longo tempo, como descrevemos no sermão prévio. E precisamos de consolação.
Mas para termos consolação, para sermos consolados, temos que ter um problema.
Para sermos consolados, temos que ter um problema. E, por isso, para pedirmos a Deus para nos dar paciência e nos dar consolação, é como se pedir a Deus para nos dar dificuldades, para nós sofrermos por longo termo, e para nos dar dificuldades, para que pudermos ser consolados, para antecer essas dificuldades. Mas todos nós temos dificuldades e temos problemas, por isso, precisamos de pedir a Deus de paciência e de consolação. Porque Ele é o Deus dessas coisas, é o Deus da paciência, é o Deus da consolação, é o Deus da ressoleção, é o Deus do sábado, é o Deus dos dez mandamentos, é o Deus da graça, é o Deus que nos atirará para o lago do fogo, se não arrependermos. Mas também é o Deus de paciência e consolação. Continuando, então, versículo 6, 5-6, é de o mesmo sentir de uns para com os outros, segundo Cristo Jesus. Exatamente, quem é que temos que imitar Cristo Jesus? E por isso, temos de ter esse carinho de uns para com os outros, pensar uma motivação do que é o melhor para os outros, segundo como Jesus Cristo fez, para que concordemente e a uma voz glorificas ao Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo. Que concordemente e a uma voz, para que todos de acordo, estando de acordo e de uma voz, estamos a concordar em tudo? Não, nós sempre concordamos em tudo, mas temos que concordar em uma coisa, temos que concordar para dar glória a Deus Pai e aos nossos Senhores Jesus Cristo. Crizes e irmãos, se não temos o amor de Deus, se por exemplo, observamos as doutrinas ou as leis de Deus, mas puxamos Jesus Cristo para fora da nossa vida.
Lembra-se que ele estava a ter à porta e nós não ouvimos. Precisamos de ouvir e deixar ele entrar para dentro da nossa vida e não puxar de fora. E por isso precisamos de Jesus Cristo viver em nós, nos guiar dentro de nós e não a bater só à porta, é deixar entrar e viver.
Diz-se sim, para concordamente e de uma voz, glorifiqueis ao Deus Pai e ao Senhor Jesus Cristo.
Mas, Crizes e irmãos, se estamos envolvidos em argumentos e polêmicas, não estamos concordamente em uma voz.
Porque uma razão pode ser, porque queremos ser o centro da atenção, queremos que a nossa opinião seja correta e, por isso, não estamos a demonstrar o amor de Deus.
Crizes e irmãos, o que estou a falar aqui é um assunto em que todos nós estamos muito longe de alcançar este padrão que Jesus Cristo nos deu. Todos nós temos que olhar a nós próprios e arrepender, imeditar e pensar o que somos para nos mudar, para não sermos uma pessoa que esteja a desfilar-se, que esteja a ser o centro da atenção, mas sim uma pessoa que tem interesses no i, não é? Ou essas noínas em outras pessoas? Que serve aqueles que têm necessidades de serem servidos e que ajudam os fracos em vez de condenar os fracos? Tal como Jesus Cristo ajudou os fracos, como lemos aqui em Romanos 15, versículo 3, as injúrias dos que te ultrajam queiram sobre mim. Ele ajudou os fracos em vez de os condenar. Queres irmãos, talvez este sermão pareça um bocado corrativo, não é a intenção. A intenção é de que precisamos de analisar a nós próprios, eu preciso de analisar a mim mesmo também, e que os irmãos precisamos de ser melhores pessoas. E, ao fim de contas, isto é uma coisa excitante, porque então vamos ter Jesus Cristo a viver em nós, e de que vamos a ser como Deus é. É uma coisa excitante, porque vemos um futuro que Ele tem planeado para nós. Então, continuando, então, em primeiro coríntios capítulo 13, agora que temos um bocadinho, um melhor entendimento acerca do que significa, no búrbio século 4, não se ofana, vejamos, então, o outro frasezinho, aquele que diz, não se ensubrebessa. O amor não se ensubrebessa. E, como disse, são assuntos semelhantes, mas não são iguais. Por exemplo, uma vez mais precisamos de ver o que é e o que não é. Por exemplo, tocar o piano e saber que o som saiu bom, saiu um bom som pelo piano, toquei uma música, saiu bem, e por isso estar satisfeito com o resultado desse toque do piano. Podia dizer que é um certo orgulho, no uso da palavra, mas digamos assim, é mais uma satisfação, e essa satisfação não é ser soberbo, não é ensubrebesser-se. Dar outro exemplo, chegar à casa, você chega à casa, depois do dia de trabalho e diz, foi um bom dia de trabalho hoje. Fiz muito, consegui fazer muito, e estou contento, porque estou satisfeito com a realização que consegui fazer muito e completar muitas coisas que queria fazer, foi um bom dia por isso ponte. Querias irmãos? Isso não é uma pessoa que se ensubrebessa.
Outro exemplo, estar contento, ou estar, digamos assim, orgulhoso, de que o filho ou a filha se está a conduzir e a viver de uma maneira já agradável a Deus e que está a querer e a desajar a andar no caminho de Deus e ter um orgulho por causa disso, que é, digamos assim, uma satisfação, não é ensubrebesser. Isso é uma coisa natural que devemos ter, essa satisfação por causa disso, estarmos contentos por causa disso. Mas, aquele que se ensubrebessa, é aquele que se eleva, que é arrogante, que é orgulhoso. Aqui, o que está a referir, simplesmente, é uma opinião elevada de nós próprios, uma opinião de supremacia e, por isso, estamos de volta ao motivo, à motivação do coração dessa pessoa.
Uma pessoa que se ensubber para uma pessoa que tem um sentimento de que as nossas opiniões, as nossas ideias, as nossas maneiras de pensar ou de ver as coisas, são as opiniões corretas. Eu sei. Tenha esta opinião, ninguém mais tem esta opinião, ou muito poucas pessoas, mas esta opinião, é certa.
E, por isso, tenho um certo orgulho por essa opinião, a pontos que estão prontos a desafiar qualquer pessoa que contradite essa opinião, a ponta que confrontar alguém que magoa os sentimentos dessa opinião, porque nós não vamos tomar ou aceitar nada de outra pessoa.
Não vamos aceitar que outras pessoas nos aborreçam, ou que me contraditem, ou que tenham uma opinião contra a minha opinião. E é fácil pensar, ah, aquela outra pessoa tem alguma opinião, que não quer ser contrariada, aquela pessoa não é humilde, aquela pessoa está sem sobreviver. E às vezes aquela pessoa pode estar a basear a opinião simplesmente no entendimento da Bíblia, na verdade, a Deus. E isso não é ser orgulhoso dizer isto que a Bíblia lhe diz, mas o outro diz, ninguém me vai mudar desta opinião, ninguém me vai dizer, estou a mostrar aqui na Bíblia, ninguém me vai mudar desta opinião.
E então esta pessoa diz, ninguém vai mudar, dizer, ah, o outro está em sobreviver-se, porque está a mostrar, porque eu pedia ele para mostrar, agora está a dizer não, eu estou a mostrar o outro. Dizem-me, nós precisamos ter muito cuidado com estas polêmicas, precisamos ter muito cuidado, muito cuidado com as nossas atitudes, com o nosso motivo, com os nossos corações.
Porque quando começamos a ter esta soberba, esta arrogância e ficamos assim machucados, porque outros contradictam a minha opinião, então começamos a ter uma má vontade, que nos começa a puxar assim, fora do caminho de Jesus Cristo.
Então, as pessoas têm esta coisa, a minha opinião, a minha crença, a minha maneira de pensar, a única maneira de dizer.
E qualquer pessoa que tenha um discordo com o que eu tenho, o que eu digo, ou a minha maneira de ver, essa pessoa tem um problema. Precisamos ter cuidado com isso. Todos certamente já encontramos pessoas que são arrogantes, são claramente, obviamente arrogantes, pessoas que, perdão, estão sempre certas, que sempre venham mal e o negativo nos outros.
Ah, ele não é humilde, ou ele é isto, aquilo é o outro, tem isto mal, tem aquilo mal, é o outro mal, e fez isto e aquilo não vir. Por que? Porque isso justifica a superidade deles.
Uma pessoa que se ensuberba, quase nunca vê as boas coisas nas outras pessoas. Por isso gostam de falar mal dos outros, porque isso reforça a soberba deles, reforça a necessidade deles. Vejamos, em alguns pontos, desta soberba, desta soberba, deste orgulho. Primeiro lugar, este é o problema principal da natureza humana.
Cris de mãos, talvez seja o problema número um, é um dos problemas principais de certeza, mas talvez seja o problema número um da natureza humana. Porque temos uma defesa de nós próprios, em certas situações, e essa defesa de nós próprios é baseada em mim, e não é baseada no que é melhor para o outro.
Esta defesa de nós próprios é que fui machucado, e por isso não vou aceitar a ser machucado, a ser magoado. Não vou aceitar isso. E cris de mãos, este foi o problema de Satanás. O problema de Satanás.
Teve rebelia, rebeldoce, contra Deus, porque Ele se sentiu machucado, se sentiu que a ideia DELO, a opinião DELO, não estava a ser ouvida.
Ele, claro, rejeitou a opinião de Deus, e rejeita a opinião de Deus, e Ele pensa que Deus é o que não é humilde. Ele pensa que Deus é o que tem sua opinião e não está a submeter a opinião de Satanás. Ele virou as coisas para esprouar. Por isso é que, uma vez que Jesus Cristo morreu e abriu a possibilidade, o caminho para o plano de salvação, o primeiro passo no plano de salvação, a primeira festa, os primeiros dias santos do plano de salvação. São o quê? E não é só um. São dois! São dois! São dois dias santos! Do sete dias santos anuais, são dois, à volta desta festa, deste significado, que é a festa dos pensásmos, por sete dias completamente. Por quê? Porque é uma lição de humildade. É a primeira coisa que temos que confrontar o problema principal acerca do orgulho, o problema principal da natureza humana, que temos que vencer.
Outro ponto acerca do orgulho é que é um dos grandes destruidores do relacionamento. Quando há orgulho, não temos aquele relacionamento com outras pessoas. Temos que vencer. E se não estamos a vencer, está a destruir o relacionamento contra o pessoal. Por isso, o orgulho é um problema com isso. Terceiro, quando temos orgulho, acabamos por fazer coisas através de decisões emocionais e irracionais. Isto é, fazemos coisas sem uma boa razão. Vejam aqui, por exemplo, em 2º Reis, capítulo 5. Vejam que este homem quase fez uma decisão irracional por causa do orgulho dele. 2 Reis, capítulo 5. O Naamah, diz assim, comandante do exército do rei da Síria, era um grande homem diante do seu Senhor e de muito conceito, porque por ele o Senhor era vitória à Síria, ele era herói da guerra. Ele era um grande herói, mas tinha um problema. Era-lhe para os. Seiram tropas da Síria e da terra de Israel e levaram que ativam uma menina, que ficou ao serviço da mulher, da esposa, de Naamah. E diz esta menina à sua Senhora, de um mar aqui o meu Senhor, que o comandante do exército, o Naamah, estivesse diante do profeta que está em Samaria. Ele o restauraria da sua lepra.
Então foi Naamah e disse ao seu Senhor, assim e assim falou a jovem que era terra de Israel. Assim foi o comandante do exército falar, dizemos, ao rei. E disse assim e assim, disse esta menina. Respondeu ao rei da Síria. Vai, anda! Então vai, vai a Israel! Eu vou mandar uma carta ao rei de Israel. E então Naamah partiu e levou consigo 10 talentos de prata, 6 mil ciclos de ouro e 10 vestes festivais. Vai!
Levou também ao rei de Israel a carta que dizia, logo, enxigando a ti esta carta, saberás que eu te envihei Naamah ao meu servo para que o curso de sua lepra. Fiz com esta carta, então o rei de Israel vai saber que eu fui enviado por mim, pelo rei de Síria, e por isso ele vai te ajudar.
Para que o curso de sua lepra. Tando-lhe do rei de Israel a carta, rasgou as suas vestes e disse, acaso sou Deus com o poder de tirar a vida ou d'ala para que este envia a mim um homem para eu curá-lo de sua lepra? Notar pois e ver que procuram um protesto para romper comigo. Está a procurar uma desculpa para ir para a guerra comigo e destruir-me.
Versículo 8. Ouvindo porém, ele iseu, homem de Deus, que o rei de Israel rasgar as suas vestes mandou dizer ao rei, porque rasgaste as suas vestes. As suas vestes. Deixe-me ouvir a mim e sabrá que há profeta em Israel. Deixe-me ouvir a mim e ele vai saber que há um profeta em Israel.
Então, veio pois na Amar com seus cabalos e seus carros e por lá a porta da casa de Ilishel, do profeta.
Então, Ilishel mandou um mensageiro dizendo, vai, lava-te sete vezes de Jordão e o teu carne de sal estará estourada e ficarás limpo. Então, profeta, veio-as da Homem da Síria. Um comandante importante, veio com o seu. companhia de pessoas, uma pessoa importante. Veio à casa do Ilishel. E o Ilishel nem sai de casa. O Ilishel nem saiu de casa para se encontrar ao grande-jural e nem saiu, mandou-lhe um mensageiro. Olha, vai lá falar com ele disso para se lavar no... para lavar-no no Jordão. O que o senhor pensa? Quem é que o profeta pensa que é? Não é humilde. O profeta não é humilde. Olha para ele, mandou até um servente. Eu sou o capitão da tropa do exército rei da Síria e ele só mandou um servente para falar comigo. Mas que coisa este elezeu, é? Quem é que ele pensa que é? O profeta, olha! O profeta pensa, joga-se arrogante, arrogante, mas que profeta arrogante!
Na mão, porém, muito se ignorou. Isso foi. Ficou tão sangado, ficou tão furioso na mão. Diz, pensava em ele que ele saía e viter comigo. E porcia de pé. Evo queria o nome do Senhor. Seu Deus me veria à mão, sobre o lugar da pedra, e o restauraria-lo para os, que ia fazer uma exibição, que ia fazer uma coisa, uma demonstração, que ia fazer uma coisa fantástica, hein? Todas as pessoas viam, uau! Vou dizer isto, mas coisa fantástica. Sim, na má disse, eu te fém Deus. Porque eu vinha até aqui, eu te fém Deus. E o tifé que este homem liseu era o homem de Deus.
E o que é que ele fez? O que é que ele fez?
Ele desombrou o comandante. Ele foi mal criado, desombrou o comandante.
Ele pelo menos podia ter feito isto aquilo que o outro. Não, foi mal criado, não foi humilde.
Vê se como se podem virar as coisas assim para a exprovar.
Mas houve aqui um teste para este homem. Houve um teste para este homem.
Versículo 12.
Não são porventura a banha e farfar rios de Damasco. Melhores que todas as águas de Israel. Não poderia lavar-me neles e ficar limpo. E voltou-se, voltou-se e isso foi com indignação. Voltou-se, furioso, porque o orgulho de ele tinha sido pisado, tinha sido desmagado. E não gosto que me tratem assim. Não gosto. Não me tratam assim. Não me tratam assim. E ele ainda estava leproso.
Deus oferceu-lhe uma benção, mas o orgulho de ele foi machucado. E ele ficou furioso, ficou zangado e ia-se embora e ainda ia leproso. Não era uma decisão irracional e emocional? Sim. O orgulho dá a ti ter as decisões emocionais e irracionais. Versículo 13. Então, se chegaram a ele, os seus oficiais disseram, meu pai, oh, querido senhor, se tivesse dito o profeta alguma coisa difícil, a casa não varias? Quanto mais, já que apenas te disse, lava-te e ficarás limpo. Porque não faz isso. Pelo menos faz aquilo e diz, véia, não custa nada, tenta! Então, ele la-se o milhô, desceu e morgulhou no jordão sete vezes, com sua antapaláver do homem a Deus, e a sua carne se tornou como a carne de uma criança e ficou limpo. Uau, mas que lição! Mas que lição! Voltou ao homem de Deus, então foi devolta ao homem de Deus. Ele e a sua comitiva, e veio, poste-te, e ele disse, eis que agora reconhece quem toda a terra não há Deus, senão Israel. Ele, então, entendeu que Deus é Deus.
Queres irmãos, quando temos orgulho, o orgulho faz com que nós tenhamos decisões emocionais e irracionais. O orgulho é um dos problemas principais que nós temos da natureza humana, e é um destruidor de relacionamentos. E sim, afeta o seu relacionamento com Deus, porque diz, diz Deus resisto o subérboo. Ele não diz que ignora o subérboo, ele diz que resisto o subérboo. Porque quando aparecemos para Deus com arrogância e subérba, ele empurra-nos para longe, e então nós ainda ficamos mais angados. E o subérboo faz com que nós sejamos duros para com outros e ignoramos as nossas fraquezas. Vejam em Galatas 6, Galatas 6, Galatas 6, começando no versículo 1, diz assim, Irmãos, se alguém for surpreendido em alguma falta, vos que sois espirituais corrigem com o espírito de mansidão, de perandura, mansidão, e guarda-te para que não sejas também tentado. Isto é, se se encontram-me fazer uma coisa errada e se se arrependem, se têm um pecado, devem ser removidos da congregação, mas se se arrependem, faz-se-o com o espírito de mansidão. Leva-as cargas uns dos outros e assim cumprirás as leis de Cristo.
Vê-se que está aqui no contexto de uma pessoa que fez algo errado, mas que se arrependeu. E depois, porque diz assim, versículo 3, porque se alguém julga, ser alguma coisa não sendo nada, assim mesmo se engana. Mas prove cada um o seu labor e, então, terá motivo de gloria-se únicamente em si e não em outro, porque cada um levará o seu próprio varto. E, por isso, de volta ao ponto aqui, estamos a praticar o amor de Deus. Cris irmãos, quando somos a arrogância, faz com que sejamos duros para os outros e ignoramos as nossas fraquezas. O que nós precisamos de ser é humildes, em caso de, diz assim, para que não sejas também tentado. Temos de ser humildes, porque podemos ter problemas também. E a arrogância faz também como se fôssemos uma vítima. E, por isso, sofremos da raiva e de depressão, porque somos uma vítima. Somos arrogantes, não somos humildes. É um problema. Como cristãos não devemos sentir como vítimas. Deus está nos a dar a vitória. Quando estamos machucados, as pessoas toram sangadas. Por que? Porque são arrogantes. Por que? Porque nunca dizem, nunca recebemos o que quero. Porque nunca recebemos o que pensamos que é justo para nós. Isso é arrogância. Então, cris irmãos, como é que podemos vencer o orgulho ou a soberba em nós? Vejam em Filipinos 2. Filipinos 2. Filipinos 2, começando versículo 1. Se há, pois alguma exorcação ou conforto em Cristo, alguma consulação de amor, alguma comunhão ou convivência ou connonia do Espírito, se há entrei nos afetos e nos recordes. Isto é, se há, se existe na congregação. Então, também tem que haver o seguinte. Completar a minha alegria. De modo que penseis a mesma coisa, tenhais o mesmo amor, sejam unidos de alma. Isto é de acordo, tendo o mesmo sentimento, a mesma maneira de pensar.
Cris irmãos, se existe uma conforto em Cristo, uma consulação de amor, também precisamos de completar essa alegria em termos este acordo, este acordo, esta mesma unidade de acordo, sentimento.
Mas que acordo, sentimento é este? Sim. Porque todos nós temos ideias diferentes de várias coisas, mas o mesmo acordo, a mesma mente, é do ponto de vista de ter o amor de Deus. Ter o amor de Deus. Vejam, continuando no versículo 3. Nada faceis por partidarismo, isto é por contendas, ou por vanglória, mas por humildade.
Precisamos de ter humildade. Não precisamos, não é vanglória, não é esta orgulho, mas por humildade, considerando cada um os outros superiores a si mesmo.
De volta à Gapai, o amor de Deus, considerando os outros superiores a nós mesmos, considerando o que é melhor para os outros. Não tenha cada um em vista o que é propriamente seu, senão também cada um o que é dos outros.
Isto é, não procursa-lmente os seus meus próprios interesses, mas também os dos outros.
Não tenha cada um em vista o que é propriamente seu, não é só os seus próprios interesses, mas também o que é dos outros. É uma questão de prioridade e por os outros em prioridade.
O que é melhor para os outros, não é o que é melhor para mim, mas é o que é melhor para os outros.
Tenda em vós o mesmo sentimento, a mesma atitude mental que houve também Jesus Cristo. De volta a este acordo, a esta atitude mental que é o amor de Deus. E de volta a autoridade que é Cristo. O exemplo, o testemunho que nos deu o testemunho, que nos deu o exemplo que é Cristo. Pois Ele, substindo em forma de Deus, não julgou como usurpação ser igual a Deus.
Mas que declaração? Mas que declaração este versículo é? Jesus Cristo, substindo em forma de Deus, não usurgou como usurpação ser igual a Deus. Está aqui a declarar que Jesus Cristo era divino. Não era usurpação ser igual a Deus.
Não era só um homem, Ele era divino. Mas diz assim, mas antes, assim mesmo, se esvaziou. Ele teve parte, estava envolvido na decisão de se esvaziar da forma divina. Ele se esvaziou da forma divina. Assumindo a forma de serro, assumindo a forma de um homem. Ele foi um homem completamente humano. Cristo veio a carne, 100% carne. Mas, importante, aquilo decidiu. Foi a decisão dele. Versículo 8.
Cristo é o Senhor para a glória de Deus Pai.
Cristo se uniu a si próprio. Cristo, se o cristianismo é parte de ti, é parte da sua congregação, então nós e você não somos motivados por van glória, não somos motivados pela orgância, pelo orgulho, pelo soberba, nós estamos dispostos a sofrer uns pelos outros e sempre nos voltamos ao exemplo de Jesus Cristo, levando aquele que nos deu o exemplo. Então, Jesus Cristo não está fora, abatendo a porta para entrar, mas vive dentro de nós, a orientarnos, a conduzir-nos, e estamos a seguir o exemplo dele. Permisso, por isso, o primeiro e grande princípio, que dizem irmãos, devem ser o orgulho, e a soberba é nós, é entender que a soberba, a arrogância, é o grande destruidor da espiritualidade. Destrói a possibilidade de termos um relacionamento com Deus, destrói a possibilidade de ter um relacionamento correto com as outras pessoas, seja na nossa família, seja na nossa congregação, seja mesmo com aqueles fora da igreja. A arrogância é o destruidor de espiritualidade. E, por isso, temos que orar o segundo ponto para vencermos o orgulho, temos que orar e joar com a intenção de pedir humildade. Muitas vezes os nossos junos não são aceitos por Deus. Um jun é como uma oferta a Deus. O Deus aceita, a oferta ou não aceita. Quando Ele aceita, a oferta, algo acontece. Quando Ele não aceita, nada acontece.
Por que é que às vezes Deus não aceita os nossos junos?
Vejam em Isaías 58.
Diz assim. Clama a plenos pulmões, não te detenhas, erga a voz, como a trombeta, anuncia ao meu povo a sucesso de transversão e a casa dos acostos e aos pecados. Mesmo neste estado, ainda me procuram dia a dia. Me procuram dia a dia. Oram a Deus diariamente de dia a dia. Procuram a Deus de dia a dia diariamente. Tenham prazer em saber os meus caminhos. Sim, querem saber os caminhos de Deus. Com o povo que pratica a justiça e não deixa o direito do seu Deus. Pergunte-me os pelos direitos de justiça e tenham prazer em se chegar a Deus. Está aqui um povo que tenta para fazer o que Deus quer. Pra ti que pratica a justiça. Não deixe o direito do seu Deus. Pergunte-me pelos direitos de justiça e tenham prazer em se chegar a Deus. Aproximam de Deus de dia a dia.
Mas dizem, versículo 3. Por que é que joámos? Joámos nós e tu não atendas para isso. Por que nós estamos a joar e Deus tu não aceitas?
Viremos que fazem essas coisas todas. Fazem, procuram a Deus dia a dia. Tenham prazer em saber os caminhos de Deus. Com o povo que pratica a justiça, não deixe o direito de ser o Deus. Então, pelo Seus direitos de justiça, têm prazer em se chegar a Deus.
Oram diariamente, procuram-o diariamente. Estão a fazer estas coisas e Deus não aceitam o sacrifício deles. Por que? Por que?
Esta coisa toda não está a produzir o que eles criam. Por que? Porque a motivação está errada. Porque não estão a fazer o que Deus quer. Estão a fazer o que eles querem.
E, assim, por que afligimos o nosso alma e tu não levas em conta?
E aqui está a resposta. Eis que no dia em que joais codais dos vossos próprios interesses e exigis que se faça o vosso trabalho. Vocês estão interessados no que vocês querem.
Joaram a Deus para castigar e corrigir os outros.
Eis que joais, por ciclo 4, para contendas e debates e richas e para ferir-se com punho e nico. Perferir-se com punho forte para corrigir os outros. Então, é joar? É joar a dizer que Deus está hoje joar para que corrigas aquela pessoa. Joando assim como hoje, não se fará ouvir a vossa voz no alto.
Já alguma vez joaste para que Deus endireitasse a outra pessoa?
Sim, devemos estar a orar. Devemos estar a orar e joar para os outros.
Mas está a falar aqui de uma motivação. Qual é a motivação dessa oração, desses joão? É para endireitar a outra pessoa? É para ajustar a outra pessoa? Versículo 5. Seria este joão que escolhi que o homem um dia aflija a sua alma, inclina-se o cabeça como um junco e estenda de baixo-sipano de saco e cinza? Chamarias-te-o a este joão e a dia aceitável ao Senhor? É o joão então uma grande cerimônia, estás a sofrer, para que Deus oiça o que estás a dizer?
Estás a joar como se fosse uma greve da fome?
A razão dos junos não é para preparar-se de Deus para Ele fazer a tua vontade? A razão dos junos é para nós prepararmos a nós próprios para fazermos a vontade de Deus?
Vou repetir. A razão dos junos não é para preparar-se de Deus para que Ele faça a tua vontade, mas é para nós prepararmos a nós próprios, nos humilharmos a nós próprios, para fazermos a vontade de Deus?
Isto tem a ver com soberba.
Vamos a Deus para Ele fazer o que nossa arrogância está a exigir?
Ou vamos a Deus para Ele nos humilhar, humilhar, para nós entendermos o que Deus quer que nós façamos? Queris irmãos?
Versículo 6 Proventura, não estes juncos colhi, que solte as ligaduras da impiedade, desfaça as ataduras da servidão, deixes livros oprimidos, despedaces de todo o julgo. O que se faz? O que se faz? O que se faz? O que se faz? Deixe-se livros oprimidos, despedaces de todo o julgo. Por que que o amas?
Quando acabamos, o jejum.
Temos uma liberdade do pecado, temos uma liberdade do orgulho, temos uma liberdade deste fardo.
Sim, quando semos jejum, estamos com esta liberdade. Sim, estou a ver o meu orgulho, estou a sair deste. Ou, saímos de jejum, aborrecidos, porque Deus não corrigiu a minha mulher.
Oborrecidos porque Deus não corrigiu o meu marido.
Deus resiste o subérbio. Então, Teus jejum foi em vão.
Versículo 7. Proventura não é, também, que repartes o Teu pão com o faminto, recolhas em casa os pobres desabrigados, se vires o nu, o cubras, e não descondas o Teu... descondas do Teu semelhante.
Como é que sabes, se o Teu jejum foi aceito por Deus? Se o Teu jejum foi aceito por Deus?
É porque estás motivado, agora, a servir a alguém que tenha uma necessidade. Então, o jejum foi ouvido por Deus. Porque Tu estás motivado a servir uma pessoa com necessidade.
Eu digo que está aqui.
Então, o amor agape de Deus, torna-se parte do que Tu queres fazer.
Queridos irmãos, precisamos de saber que o nosso jejum foi aceito, que a nossa soberba está quebrantada, porque queremos fazer e desgivar.
Ajudamos a fazer algo para o bem dos outros.
Vem porque isto é um problema que nós todos temos? Em todas as congregações as pessoas têm?
Então diz, então clamarás versículo 9, a versículo 8. Então romperá a Tua luz como a alva. A Tua cura brotará sem detensa. E a glória do Senhor será a Tua retaguarda. Então clamarás o Senhor, Tu responderá, gritarás por sua cor, e Ele dirá, aqui está eu. Se tirás do meio Te o jogo, o dedo que ameaça ou falar o juzurioso, se abrisas Tua alma ao faminto e fartares a alma aflita, então a Tua luz nascerá nas trevas e a Tua escuridão será como a medida. O Senhor Te guiará continuamente, a Tua alma até em lugares áridos e fortice ficará os Teus ossos. Cristo irmãos, está a falar aqui de termos o amor H.P. Se aprendemos este amor, estamos movidos a servir aos outros que tenham uma necessidade. E, em terceiro lugar, para vencer o orgulho, temos que aprender a perdoar rapidamente, perdoar imediatamente, perdoar, sofrer injustamente e perdoar. Deus nos perdoou e precisamos de perdoar. Queridos irmãos, o verdadeiro amor H.P. não pode crescer onde existe a arrogância, onde existe a ostentação e soberba.
É importante vencer estas atitudes e, por isso, precisamos de ver qual é a motivação. Estamos a fazer coisas porque somos arrogantes, somos soberbas. Queridos irmãos, o amor H.P. precisa de humildemente por-mos o bem dos outros em prioridade, à frente do nosso próprio bem-estar. Jesus Cristo não tinha o desejo de ser o centro da atenção? Não tinha o desejo de desfilar e chamar a atenção? Ele tinha, no entanto, Jesus Cristo tinha um genuino interesse nos outros. Ele servia os que precisavam ser servidos. Jesus Cristo servia os fracos. Ajudou os pobres e os doentes. Ajoalhou-se para lavar os pés dos discípulos. Deixou-nos o perfeito exemplo, perfeito estomunho de um cuidadoso, carinho e de humildade. Não podemos nutrir a margura. Não podemos ser guiados pela soberba e pela arrogância.
Temos que pôr isso de falta. Deve-se separar disso completamente. Precisamos ter uma atitude que perdoa as outras. Então, se temos isso, se nos mudamos, se nos mudamos desta maneira, se de facto estamos a mudar através de um juim, de uma oração correta para aprender a servir aos outros, para aprender a perdoar rapidamente, então começamos a desenvolver o verdadeiro amor, a casa, a vida, a vida, o verdadeiro amor, a gape de Deus.
Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).