Epístolas da Prisão - Efésios 6:10-24

Paulo exorta-nos a revestirmo-nos de toda a armadura de Deus, fazendo uso de todos os recursos espirituais que Ele coloca à nossa disposição, para que possamos resistir às astutas ciladas de Satanás, que procura dividir-nos, enfraquecer-nos, derrotar-nos e, por fim, destruir-nos espiritualmente.

Transcrição

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Boa noite, irmãos! Hoje vamos concluir o nosso estudo da Epístola aos Ifésios. Nesta epístola, vemos que Paulo descreve muitas benções espirituais, as à igreja, e ele está de novo a enfatizar que nós estamos envolvidos numa batalha espiritual, a qual é liderada por Satanás e nós, como cristãos, precisamos de utilizar todos os meios disponíveis de proteção espirituais, tanto quanto possível, para resistirmos às siladas dele, pelas quais ele procura dividir-nos, vencernos e destruir-nos.

Ora, observamos de novo que esta epístola aos Ifésios, basicamente, nos encorajem a sermos um, unidos com Deus. Sejamos Israelitas, ou seja, de que nação nós sejamos. Paulo refere-se ao ponto de que sejamos judeus ou gentilos. E neste extraordinário chamamento que ele nos dá, esta chamada, é para nós virmos a exercer funções de liderança no Governo de Deus, debaixo de Cristo, Cristo que é o rei dos reis e o Senhor dos Senhores.

E por isso vemos Paulo arrugar, pedir a nós que andemos de maneira digna desta grande chamada, com toda a humildade, com toda a mansidão, com paciência e se portando-vos uns aos outros em amor, e assim procurando alcançar o objetivo desta unidade do Espírito e da Paz. Vemos isso que ele diz isso no capítulo 4, versículo 1 a 3.

Digo, rogo-vos pois eu, o preso do Senhor, se porque eu estava na prisão em Roma, que andeis como é digno da vocação. Isto é da nossa chamada para virmos a renar com Cristo, com que fôres-te chamados. Com toda a humildade e mansidão, com longa humildade, isto é muita paciência, se portando-vos uns aos outros em amor, e assim procurando estabelecer esta união, esta unidade de Espírito pelo vínculo da Paz. Assim, este é o golo de Paulo aqui em Ifésios, de estar a dizer, nós precisamos de andar de uma maneira que seja digna desta chamada, com todas estas características espirituais de mansidão, paciência, etc.

como mencionei. E, a mais, uma das grandes estratégicas de Satanás é precisamente causar divisões, e assim destruir a unidade e provocar conflitos e guerras entre pessoas, e particularmente entre irmãos. Ora, em Ifésios 6, versículo 10, é de onde vamos começar hoje. Lembrem-se assim, No demais, irmãos meus, fortaleceivos no Senhor e na força do Seu poder. Assim, de onde é que vem esta força para nós vencermos? Vem do Senhor, na força do Seu poder, do poder de Deus, que é a força do poder do Espírito Santo.

Ora, Paulo começa aqui neste versículo a dizer no demais. A palavra no demais, algumas versões bíblicas diz quanto ao mais, que vem numa palavra grega 3063, que significa lojpón, que também pode ser traduzido neste contexto por daqui em diante. Assim, daqui em diante, irmãos, precisamos fortalecermos na força do poder de Deus. Ora, para quê? Para chegarmos à unidade da fé. Como lemos em Efésios 4, versículo 13 a 15.

Diz assim, até que todos chegamos à unidade da fé e ao conhecimento do Filho Deus, a Homem perfeito à medida da satura completa de Cristo. Para que não sejam os mais meninos inconstantes levados em roda por todo o vento de doutrina, pelo engando os homens que com astúcia enganam fraudulosamente, antes, seguindo a verdade, em amor, cresçamos em tudo naquilo que é a cabeça Cristo. Precisamos então chegar à esta unidade da fé como seguindo a verdade. Isto é, sendo verdadeiros na doutrina e naquilo que professamos, naquilo que sabemos e, por isso, precisamos andar como é digno desta chamada.

Em Judas 1, 3, em Judas 1, 3, aliás só há um capítulo, então é VIII, amados, procurando-o e escrevê-los com toda a diligência à seca da salvação comum, isto é, Judas serve-nos Cristo e irmão de Tiago, estava a dizer, olha, eu queria escrever à seca da salvação, desta salvação temos, mas foi necessário, eu tive, por necessidade, escrever-vos e exhortar-vos a batalhar pela fé que uma vez foi à entregue aos santos. Por isso, como lemos em Ephesis 4, 14, não devemos ser meninos inconstantes, levados, derrota por todo o vento de doutrina. Temos que batalhar pela fé que uma vez foi entregue aos santos. Não devemos ser levados com todos os ventos de doutrina, precisamos ter cuidado nisso.

Por isso, Paulo diz, aqui em Ephesis capítulo 6, versículo 10, no demais, assim, daqui em diante, tendo em conta tudo o que Paulo explicou previamente, nesta epístola, devemos fortalecermos no Senhor. E por isso ele diz, a força do Seu poder, a força do poder de Deus, não é nossa força, precisamos de uma força de natureza espiritual. Somente, por meio de Cristo, é que Ele nos concede esta força através do poder de Deus, do Espírito Santo de Deus. E assim, vemos, por exemplo, em Ephesis capítulo 1, versículo 19, Ephesis capítulo 1, versículo 19, falando assim e diz igual, a sobreselente grandeza do Seu poder sobre nós, os que queremos, segundo a operação da força do Seu poder. Sim, esta grandeza do poder de Deus para conosco nós, os que queremos. E por isso precisamos de usar este poder que Deus nos dá, e que nós recebemos ao batismo, após o batismo, pela imposição dos mãos. E, então, Ele, usando este ponto, diz agora, no versículo 11, revestivos de toda a armadura de Deus, para que possais estar firmes contra as astutas siladas do diabo. E, por isso, usando o poder de Deus, precisamos de nos revestir de a completa armadura de defesa, como soldados, como soldados espirituais, mantendo-nos constantemente preparados para a batalha, a batalha espiritual. Porque, na realidade, irmãos, estamos numa luta, numa verdadeira guerra espiritual. A minha preocupação é a seguinte, irmãos, que nós, de vez em quando, digamos assim, relaxámos-nos um pouco. Talvez, nós estejamos a orar, como devíamos orar, frequentemente, necessariamente, não estamos a pedir a Deus o Seu Espírito, o Seu Espírito de força, de sermimento, e por isso, às vezes, podemos, digamos assim, começar a relaxar as coisas espiritualmente.

E por que? Porque às vezes as coisas estão a andar bem e tal, e ficamos assim um bocados cuidados. Isso é o que Satanás quer, porque quando não tomamos atenção, relaxamos um bocadinho, a nossa defesa fica um bocadinho mais fraca, e então Satanás, ele sabe os nossos pontos fracos e, pum! Ele nos ataca, porque ele é o principal inimigo. E, na realidade, não são outras pessoas. Às vezes, nós pensamos, olha, esta pessoa, ele disse isto, ela disse aquilo, coisa assim, e vamos pensar que os inimigos são outras pessoas. E é fácil sermos atacados, ou nós entendermos ou sentirmos que estamos a ser atacados. Pode ser que não estejamos, mas o nosso sentimento, a nossa impressão, é que outra pessoa nos toma atacar. E, então, nós pensamos, olha, esta pessoa, este homem, esta mulher, coisa assim, quer controlar as coisas, etc. Então, começamos a ter uma posição de, digamos assim, um cadê, como se fosse uma luta com essa pessoa. Mas a nossa luta não é com pessoas, não é com seres humanos, porque o nosso verdadeiro inimigo é Satanás. Precisamos estar perto de Deus. E, por isso, Paulo está a ordenar-nos para nos revestirmos de toda armadura de Deus. Este é o equipamento completo de um soldado, incluindo as armas defensivas e ofensivas. Preciso-lhes, revestimos de toda armadura de Deus, para que possam estar firmes. Isto implica promenhecer, resistir e não abandonar a nossa posição. Contra as astutas siladas do Diabo. Estratégias, astutas, engamos e armadilhas, destinadas a quem? A enganarnos, a eludir-nos, a escravizar-nos, a destruir a nossa vida e os nossos relacionamentos com outros irmãos. É preciso ter cuidado e estarmos constantemente vigilantes, porque é muito fácil. Nós pensarmos que esta pessoa está a dizer e começar a atacar a pessoa. E então estamos a ser eludidos por Satanás. Continuando agora no versículo 12, porque não temos que lutar contra carne e sangue. A nossa luta não é contra carne e sangue. Não estamos a lutar fundamentalmente com outras pessoas, com outros seres humanos. Sim, como dizem, embora muitas vezes pensemos que são as outras pessoas os nossos adversários. Mas os ataques espirituais lembram-se que podem surgir inesperadamente sem qualquer aviso. São influências mandelinas que procuram afetar o espírito humano, o espírito homem, o espírito homem no homem. Então estes ataques dirigem-se à nossa vontade, à nossa consciência, até muitas vezes ao próprio nível dos nossos pensamentos. Muitas vezes é pressão, muitas coisas a fazer e as... Ou muitas dificuldades, todas uma em cima da outra que nos afeta. E pode-se resultar às vezes em... Olha por que está a acontecer a mim? Ou a pessoa começa a ter dúvidas. Como se fossem nuvens que estão a obscurcer o céu da nossa mente. Ou como se fossem tempestades violentas espirituais que nos estão a atacar.

E por isso diz que temos que lutar não contra a carne, mas contra os principados, contra os protestados, contra os princípios das trevas deste século. Isto é luta espirituais contra demónios, contra as hostas espirituais da maldade nos lugares celestiais, nas regiões celestiais. Estas influências satânicas podem perverter os ensinamentos de Cristo. E assim temos falsas filosofias ou enganos espirituais que obscurecem a nossa compreensão de Deus e de Jesus Cristo, Seu Filho, e da glória que Deus nos quer dar. E, consequentemente, é possível que haja assim um cadu de infiltração na nossa mente, em que não diretamente, mas começamos a rejeitar Deus. A verdadeira duração é assim enfraquecida, não de ouserem abandonada, mas enfraquecida. O nosso tesouro espiritual, isto é a verdade, às vezes, olha, não é assim tão importante, isto é irrelevante ou imaginário. Estas são algumas das grandes batalhas espirituais, destes conflitos que podem acontecer na nossa mente, ou ataques que são provocados por Satanás e pelas Seus demônios, como diz aqui, hostes espirituais da maldade. Ora, um ponto importante é que Deus permite. Sim, Deus permite. Deus permite que nós enfrentemos estas provas, através das quais o nosso coração e a nossa fidelidade são postos à prova. E, particularmente, agora, por exemplo, acabamos as festas, as solindadades de Deus, os dias Santos de Deus, este período do Filuano das Solindadades de Deus. Mas agora temos um período de praticamente seis meses, que este ano é um bocadinho maior. É um bocadinho maior. Por exemplo, hoje seria 13 de outubro. E a festa já acabou, digamos assim, há mais de uma semana, não foi? Sim, a festa já acabou há mais de uma semana. Mas a festa, no ano que vai, é só no dia 15 de outubro. Quer dizer que este ano, este período de escuridão destas festas pagãs é mais longo. Deus permite que enfrentemos estas provas. E através destas provas, o nosso coração e a nossa filidade são postas à prova. E, por isso, continuando, no versículo 13. Portanto, tomem toda a armadura de Deus, ponham esta armadura, esta armadura de soldados espirituais, para que possais resistir no dia mal. Você não sabe quando o dia mal vai acontecer? Às vezes as coisas estão a andar, assim, tudo bem e tal, mais ou menos. Vai andando e parece, ah, vamos andando. Mas, de repente, pum pum pum! É como se lembra-se a história de Jó. É como se estivesse a andar bem, mas depois de um dia, eu recebi uma mensagem, olha, isto aconteceu com o teu filho, olha isto, isto aconteceu com os teus cois, isto aconteceu, foi como pum pum pum! É taxa de um lado e de outro. É como tudo vem ao mesmo tempo. Muitos malas é como se vêm todos ao mesmo tempo.

Eu recebi uma mensagem estranha de uma pessoa que eu nem conheço, mas muito estranha, que disse, muitos vêm agora a volte perseguir.

Mensagem estranha, muito estranha, mas eu pensei, hein, interessante, porque realmente nós vamos entrar num período muito difícil e isto é como se fosse uma alerta.

Precisamos estar a vigiar, precisamos estar mais perto de Deus, precisamos de ter armadura, e como é que podemos fazer isso? Para resistir no dia mau, porque os satanás e os sadmônios procuram perverter e converter e corromper os nossos pensamentos e atitudes em vez de seguir a Deus, seguir um caminho errado.

E assim devemos utilizar toda a armadura de Deus para resistir e permanecermos fiéis.

Por isso, no dia mau, pode-se referir aos ataques satanás, particularmente ataques intensos contra cada um de nós. Irmãos, a nossa batalha espiritual continua.

E depois, continuando aqui no versículo 13, diz, que para que possais resistir no dia mau, e havendo feito tudo, ficares firmes. Ficares em pé, firmes. A expressão ficar firmes implica permanência, perseverança e resistência.

Precisamos de permanecer espiritualmente em pé, e não cair. Interessante que, em inglês, esta expressão ficar firmes é traduzida em inglês como ficar em pé, estar em pé, mas não ter-se em pé.

Então, depois continuando, está e pois, versículo 14, firmes.

Mantenham-se firmes, na verdade, em pé.

Presente, estou aqui, pronto, para lutar na guerra com Jesus Cristo.

Tendo-se engidos vossos lombos com a verdade e vestida a coraça da justiça.

Nos lombos temos um cinturão, digamos assim, da verdade, e, por exemplo, esse cinturão, quando esteremos, por exemplo, a falar acerca de um soldado, mantinha a roupa delas, festes dele, bem ajustadas, e assim permitia que o soldado se possa movimentar livremente, sem qualquer impedimentos da roupa.

De mesma forma, a verdade de Deus, mantém-nos espiritualmente preparados e protegidos.

A verdade de Deus é a palavra de Deus.

Precisamos de conhecer e praticar a sã doutrina.

A verdade deve estar sempre próxima de nós e fazer parte da nossa vida.

E depois diz, se agidos vosso lomos com verdade e vestida a coraça, coraça da justiça.

Assim, esta proteção.

E, por isso, uma vez mais, a justiça está intimamente ligada à verdade.

A justiça e a verdade é como se estão de mão em mão.

Porque não pode haver justiça sem a verdade.

Como também vemos, por exemplo, em Ephesios 5, 9.

Lembrem-nos, porque o fruto do Espírito está em toda a bondade e justiça e verdade.

A justiça, digamos assim, representa as nossas ações.

A verdade representa as nossas palavras.

E, por isso, devemos de estar bem ligados à justiça e à verdade.

Uma vez mais, a justiça é as nossas ações. A verdade é a verdade de Deus que tem que sair também da nossa boca. Por isso, saindo da nossa boca é a verdade.

Saindo de nossas ações é as nossas ações, é a nossa justiça. Por isso precisamos de estar vestidos com a verdade e a corácia da justiça.

Não devemos aceitar indiscriminadamente todas as ideias do que nos são apresentadas.

Vejamos alguns outros escrituras aqui acerca deste tema. Primeiro aqui em Romanos 4, Romanos 4, versículo 3, Romanos 4, versículo 3. Lembrem-se assim, pois que diz a Escritura. Creou a abraão em Deus e isso lhe foi imputado como justiça. A fé, a crença, a confiança de querer acreditar em Deus foi imputada como justiça. Veja também no versículo 5 e 6. Mas aquele que não pratica, mas crê, naquele que justifica o ímpio, a sua fé é imputada como justiça. É creditada como justiça. Agora, a fé, o que é a fé é acreditar em Deus e fazer o que Ele diz para nós, fazermos. Devemos por isso acreditar em Deus.

Por isso, lendo no versículo 6, assim também Davi declara, bem-aventurado o homem a quem Deus imputa a justiça sem obras. Dizendo, bem-aventurados aquilo cujas maldades são perdoadas e cujas pecados são cobertos, não dá a dizer que continuamos agora a pecar, mas as coisas do passado são perdoadas e a justiça é imputada, porque acreditamos nEle e agora queremos fazer o que Ele diz para fazermos. Vejamos também em Romanos 10, versículo 3. Romanos 10, versículo 3 diz assim, por quanto não acontecendo a justiça de Deus e procurando estabelecer a sua própria justiça, não se sujeitarão a justiça de Deus.

Pessoas que querem estabelecer a sua própria justiça, fazendo coisas que dizem, olha, esta coisa me faz mais justo.

E a Bíblia Jesus Cristo fala muito nisso acerca das, quando está a falar dos fariseus, a dizer que eles põem pesos na lei.

Para quê? Para parecerem mais justos. Estão então a procurar a sua própria justiça, a sua alta justiça, em vez de sujeitarem, de se someterem, confiarem que a justiça é imputada a nós por Deus.

Também, em primeiro deça, o Licença capítulo 5, versículo 8.

O primeiro deça, o Licença capítulo 5, versículo 8.

Lembrem-se, mas nós, que somos do dia, sejam sobres. Irmãos, precisamos estar alertas, precisamos estar cientes que vivemos num dia mau, e dias que vão ficar ainda mais piores, mais maus, revestindo-nos da coraça, da fé e do amor.

E assim, Paulo, aqui, entre o Licença, se refere à coraça da fé e do amor.

A justiça de Cristo manifesta-se em nós, através do poder do Espírito Santo Deus, levando-nos a fazer o que é correto.

A fé, a confiança em Deus e o amor para com Deus e para com o próximo, produzem obras de justiça.

A fé, assim, está produzindo justiça pelo amor.

Essa é a nossa coraça espiritual.

E então, citamos a seguir isso, Satanás não pode cativar você nas suas silatas.

Quando permanecemos firmes na verdade e na justiça, estamos, digamos assim, protegidos.

Porque esta coraça que protege a nossa, o nosso coração, o nosso peito, estamos protegidos contra os ataques Satanás.

No entanto, tome a nota deste ponto importante, quando começamos a fazer concessões.

Quando deixamos de manter os padrões de Deus, então abrimos brechas na nossa defesa espiritual.

E, notem bem, Satanás sabe bem, identifica bem essas fraquezas.

E então, vai essas fraquezas suas ou as fraquezas minhas. Todos nós temos diferentes fraquezas.

Ele, então, identifica bem as suas fraquezas pessoais e individuais.

Ele vai procurar explorá-las.

Para quê? Para exercer uma influência cada vez maior sobre nós.

Porque ele achou, encontrou uma fraqueza em si e em mim. E ele vai usar essa fraqueza para tentar destruir-me e para tentar destruir você.

Por isso, irmãos, precisamos estar perto de Deus.

Continuando agora, no versículo 15.

E calçados os pés na preparação do evangelho da paz.

Os pés precisam nos estar preparados com a boa nova da paz, do caminho de Deus.

Devamos estar preparados para cumprir a vontade do Pai e andar nos seus caminhos.

Não tem que Paulo usou repetidamente a expressão andar, entre aspas, neste Epístolo.

Sim, em péssios 4, versículo 1, que mencionei há pouco, andeis como é digno da vocação da nossa chamada.

E péssios 4, versículo 17, diz, e digo isto e testifico no Senhor, para que não andeis mais como andam os outros gentios na vaidade da nossa mente.

Preciso-vos ter cuidado, andar no caminho dino da nossa chamada e não nas coisas da vaidade deste mundão.

Em péssios 5, versículo 2, diz, andeis em amor, como também Cristo nos amou.

E esse entregou por nós, em oferta e sacrifício a Deus, em cheiro suave, aquele sacrifício de Jesus Cristo, exemplificados pelos primeiros capítulos levíticos, que apontavam para Cristo. Eram sacrifícios de cheiro suave, porque apontavam ao sacrifício de Jesus Cristo.

No versículo 8, de péssios 5, lemos, porque, no outro tempo, era estrevas, mas agora sois luz, no Senhor.

Andai como filhos da luz.

Andai como um bom exemplo, no caminho, não é em pecado e nas escondidas.

No versículo 15, portanto, vede prudentemente como andais.

Toma cuidado como andas, porque este caminho deve produzir paz.

E, por isso, vemos que Paulo repetidamente usou esta expressão de andar.

E, assim, no versículo 15 está a dizer, ponhamos os calçados, os pés, na preparação do evangelho da paz.

Este caminho, quando andamos neste caminho, o resultado final, a produção, o resultado final deste caminho, é paz, vai produzir paz.

Por isso, irmãos, irmãs, precisamos nos forçar para viver de acordo com o plano Deus, que é revelado no evangelho, promovendo a paz uns com os outros.

É fácil? Não. Não, não é fácil.

Muitas vezes encontramos certas coisas que é fácil entrar em contendas.

É fácil encontrar em rivalidades. É fácil ter argumentos e conflitos.

Ora, estas atitudes são contrárias ao evangelho da paz.

São contrárias ao objetivo do Reino de Deus.

Continuando agora no versículo 16.

Tomando sobretudo o escudo da fé.

O escudo, que é o escudo que nos protege contra os dados, os dardos inflamados do menino.

Quais são estes dardos inflamados ou que sejam como se fossem dardos com chamas?

Pode ser dúvidas, ardentes, que enfraquecem a nossa confiança em Deus.

Duvidas.

Com termos dúvidas, isto enfraquece a nossa confiança em Deus.

Pode ser pensamentos irrados, malignos.

Estes dardos podem ser desejos e paixões carnais.

Estes dardos podem ser sentimentos de hostilidade e agressividade.

Estes dardos podem ser tentações que procuram afastar-nos da verdade. Através da fé, irmão, irmãos, a fé nos ajuda a apagar estes dardos inflamados.

Por isso diz o escudo da fé, para apagar estes dardos inflamados, para proteger o nosso peito com este escudo.

A fé é um elemento indispensável na nossa batalha contra Satanás.

Continuando agora, então, aqui diz com o qual este escudo da fé podréis apagar todos os dardos inflamados do Malívio, como eu ensinei, versículo 17.

Tomai também o capacete da salvação e a espada do Espírito, que é a palavra de Deus.

O capacete da salvação. E diz assim, to my.

Isto quer dizer, está a transmitir a ideia de receber e aceitar aquilo que Deus nos oferece.

Tomai, recebam e aceitam o que Deus nos oferece, o que Ele nos oferece. A salvação. Precisamos aceitar o capacete da salvação. A nossa mente deve estar focada, concentrada na salvação e na esperança do que Deus nos deu. O que é este? É devir-nos a ser filhos e filhas na família de Deus.

Primeiro deça licenças, capítulo 5, versículo 8.

Primeiro deça licenças, capítulo 5, versículo 8. Mas nós, que somos do dia, sejam os sóbrios, justinos da coraça da fé e do amor que lhe há pouco, e tendo por capacete a esperança da salvação. Capacete? Deu capacete? Protege a nossa cabeça. E como você, por exemplo, vai numa mota, vai por o capacete, para proteger a cabeça. Se você anda numa mota alta a velocidade, não põe um capacete, é uma loucura, não é? Precisamos de ter o capacete da esperança da salvação. A esperança da salvação é um capacete que protege a nossa mente contra o desânimo, contra o desencorujamento, contra as dúvidas e contra estes vários ataques espirituais. Depois diz a espada do Espírito.

Vemos aqui, então, em Ifésios capítulo 6, versículo 17, e a espada do Espírito, que é a Palavra de Deus. E aqui vemos, irmãos, que a espada é o única arma explicitamente ofensiva nesta descrição da armadura de Deus. Todas as outras peças desta armadura são basicamente ou essencialmente defensivas, mas a espada do Espírito, que é a Palavra de Deus, a Palavra de Deus e o Espírito de Santa Deus, são os dois únicos agentes que nos convence, como eu mencionei várias vezes, a espada do Espírito, que é a Palavra de Deus.

Estão uma ligada com o outro. A verdade divina é uma arma espiritual que podemos utilizar para combater um erro existir às tentações. Eu não acredito a palavra divina, né? A Bíblia. Então, a Bíblia, a Palavra de Deus, revela a verdade e convence-nos do pecado. E então, conforme estudamos e meditamos com a ajuda do Espírito de Santa Deus, começamos a discernir entre o bem e o mal. E então, estamos a ficar realmente convencidos. Agora, Paulo está movendo-se para a conclusão desta epístola e então está a deixar aos irmãos as suas últimas exortações e recomendações espirituais. E no versículo 18 diz, Oranda em todo o tempo, com toda a oração e súplica no Espírito, vigiando nisto com toda a perseverança e súplica por todos os santos.

A oração constante, irmãos, e perseverante orando em todo o tempo. Isto é uma descrição conclusiva da armadura espiritual, porque esta armadura espiritual tem a necessidade de ser apoiada com oração. Então, Oranda em todo o tempo é uma expressão que transmite em grego a ideia de orar em todas as ocasiões, sempre que houver oportunidade e está claro necessidade.

E diz, com toda a oração e súplica, devemos recorrer a diferentes formas de oração, com toda a oração, com todas as diferentes formas de oração. Ou seja, em particular está claro, nós ficamos tempo todos os dias para orar, em particular, mas há outra forma de oração, quando caminhamos, quando andamos um lado para o outro. Estamos pensando e orando quando falamos com uma pessoa. Às vezes precisamos orar em dizer, olha, pai, através do Cristo dê-me, através do seu Espírito dê-me as palavras corretas para não causar um conflito, mas para ser um encorregador, para produzir frutos do caminho de paz. E, por exemplo, precisamos orar e suplicar. Nos momentos de dificuldade, durante crises e provações, precisamos de suplicar.

No Espírito, Mateus, se suplica no Espírito. Isto é, o Espírito Santo Deus nos ajuda a orar. Romanos 8, versículo 26. Vejam aqui, Romanos 8, versículo 26. Romanos 8. E da mesma maneira, também, o Espírito ajuda às nossas riquezas, por não sabemos o que vemos de pedir como convém. Mas o mesmo Espírito intercede por nós, com os amidos inesprimíveis. E, Romanos, às vezes não tenham palavras como orar, como pedir, como suplicar por certas coisas. Mas não ter as palavras perfeitas nas nossas orações não é crítico, porque o Espírito está intercedido a nós, com os amidos inesprimíveis. Vejam também Galatas 4, versículo 6. E, porque são os filhos, Deus enviou aos vossos corações o Espírito, seu filho, que clama a Papai.

O Espírito Deus atua em nós e está nos a ajudar, a auxiliar no nosso relacionamento com o Pai. E vais fazer Pai, Aba Pai, Cri no Pai. Ajuda-me. Não sei como expressar isto, não sei como dizer, mas tu entendes, tu sabes, ajuda-me.

Então lembramos aqui, orando em todo o tempo, com toda a oração insública no Espírito, e vigiando, não podemos adormecer espiritualmente. Não podemos estar a adormecer. Olha, as coisas estão bem, não preciso orar hoje, não preciso estudar a Bíblia hoje, porque se estamos a descuidar, começamos a adormecer espiritualmente. Em Mateus 26, versículo 41. Mateus 26, versículo 41. Lembremos vigi-ai e orai, para que não entres em tentação. Na verdade, o Espírito está pronto, mas a carne é fraca. A carne é fraca e precisamos por isso orar, para não cairmos em tentação, em aqueles momentos que estamos fracos.

É quanto cairmos? Por que? Porque não estamos a vigiar, não estamos a fortalecer espiritualmente o nosso Espírito. Porque assim, o Espírito está pronto, mas a carne é fraca e se nós não estamos a vigiar, se não estamos perto de Deus e se estamos a adormecer espiritualmente, a fraqueza da carne vai nos levar para o caminho errado.

E continuando, então, agora, em Efezios 6, versículo 18, e vigiando nisto com toda a perseverança e súplica, precisamos de persistir nas nossas orações, suplicando sinceramente, pedindo sinceramente a ajuda de Deus. E por isso não podemos, por perder de vista, os perigos espirituais que nos rodeiam. Se não os vemos, mas temos que ter na nossa mente, estar bem cientes que há perigos espirituais que estão à espera, em um momento de fraqueza, para destruir você e eu. E esses estão à volta de nós, estão à volta de nós perigos espirituais que nos rodeiam. Por isso devemos pronunciar conscientes, atentos e vigilantes. Por isso em diz com toda a perseverança e súplica, por todos os santos.

Precisamos da ajuda espiritual e precisamos das orações dos outros irmãos e um a outro. Oramos pelos outros, porque precisamos da ajuda espiritual dos outros irmãos. Precisamos da orar pelos outros. E por isso Paulo, no versículo 19 e 20, diz assim, e por mim, ora-e-e por mim. Paulo está a pedir orações para ele. Ele precisa das nossas orações. Ele precisava das nossas orações. E assim os ministros do Cristo precisam de orações dos irmãos. Diz assim, para que me seja dada, no abrir de minha boca a palavra com confiança, para fazer notório o mistério do evangelho. Precisamos da orações para quando os ministros abrem a boca, dizerem as coisas certas, as coisas corretas, com confiança.

Para quê? Para explicar claramente o mistério da boa nova dor entre Deus. E sim, este mistério não é só dizer, olha, que vamos ser filhos e filhas de Deus, mas pode ser maneira de como vivemos e de como praticamos e como resolvemos ou respondemos a certas questões que são difíceis para as pessoas a entender e precisamos da ajuda das vossas orações. Porque este maravilhoso evangelho, irmãos, revela esta salvação que está disponível para todos nós. Sejam os judeus ou gentios, sejam os brasileiros ou angolãs, ou seja que for. De acordo, de acordo do tempo e o propósito de Deus. Por isso é que diz, por ciclo 20, pelo qual são embaixador em cadeias, para que possa falar dele livremente como me convém falar. Por isso, Paulo, mesmo na prisão, continuava determinado a proclamar, corajosamente, o plano de Deus. Ele já va anunciar esta maravilhosa, boa nova, como lhe convinha falar.

E este mesmo princípio é aplicável a nós hoje. Deus pode consider-nos as palavras apropriadas no momento certo, quando surgem as corretas oportunidades para explicar a sua verdade. Deus precisa nos dar este subvenimento, esta capacidade de ter este cuidado.

Eu posso recordar, irmãos, por exemplo, várias situações em que tive com o irmão, seja em Brasil, seja em Angola, em que me fizeram perguntas, em que eu não sabia a resposta. E nesse momento, orei, e tenho que admitir, Deus me deu as palavras na boca nesse momento.

As palavras que eu não tinha planejado, mas que foram as palavras corretas que ajudaram aqueles irmãos ou outras pessoas para explicar o plano de Deus, o mistério do plano de Deus, a resposta que eles não se precisavam, com clareza e coragem. E por isso, irmãos, como vimos, a mensagem principal ou central desta epístola continua a ser a unidade com Deus.

Sermos 1 com Deus. Vejam, e fez-os capítulo 1, versículo 10.

De tornar a congregar em Cristo todas as coisas na dispensação da plenitude dos tempos, quanto aos questões no céu, como estão na terra. Isto é congregar em Cristo todas as coisas. Isto é a unidade, não é? Capítulo 2, versículo 13 a 14. Diz assim, e fez-os dois. Mas o ponto aqui é que, para fazermos um, é uma esta união. Vejam no versículo 19. Assim que já não sou estrangeiros nem frusteiros, mas com cidadãos dos santos e da família de Deus. Vemos aqui esta unidade, ser um. Capítulo 4, versículo 2 a 4. Vejam, é a unidade do Espírito. Parecemos um, porque só há um corpo, só há um Espírito, e como também fostos chamados em uma só esperança, da vossa, chamada da vossa vocação. E no versículo 13 de capítulo 4 até que todos chegamos à unidade da fé.

Irmãos, o tema principal aqui desta epístola de Paulo é para sermos um. Parecemos unidos. E lembrem-se que este foi o último desejo de Jesus Cristo na sua oração final, em João 17, após ele ter mudado os símbolos da Páscoa, para os símbolos da Páscoa do Novo Testamento, e ele, em João 17, lese que ele ora, começando no versículo 21, diz assim, orando para que todos sejam um, como tu, o Pai, o Egemim, e eu enti. Sim, Deus é um.

Mas estamos a ver aqui para que nós sejamos um também.

Não está a falar de uma pessoa, não é para você e eu sermos uma pessoa, mas sermos unidos, para sermos um. Tal como o Pai e o Filho são um, são unidos, que também, este é nós, sejamos um. Em nós, que o Jesus Cristo estava a orar, para que o mundo creia que tu me enviaste. Eu dê-lhes a glória que a mim me destre para que sejam um. Como nós somos um, eu dê-lhes de tu e mim para que sejam perfeitos em unidade, em união, sendo um.

Quero nós sejamos de uma nação ou de outra, angolanos ou brasileiros, ou xileanos ou americanos, ou portugueses de Portugal, ou de Moçambique, ou seja de onde fora.

Sejam judeus ou gentios. Somos chamados para fazer parte da família de Deus.

E futuramente servir no reino, no governo de Deus, debaixo de Jesus Cristo, o rei dos reis, o Senhor dos Senhores.

Então aqui, no versículo 21 agora, Paulo conclui e fez os 6 versículos 21 horas, para que vos também possais saber dos meus negócios, e o que eu faço tíquico, irmão amado e fiel ministro do Senhor, vos informará de tudo.

Tíquico, o mensageiro de Paulo, um ministro de Jesus Cristo, era o portador desta carta, e estava encarregado de entregar esta carta aos efezes.

Ele disse, ele vos explicará outras coisas acerca de mim.

22, o qual vos enviei para o mesmo fim, para que saibas do nosso estado, e ele console os vossos corações, para que sejam encorajados, pelas palavras dele.

Por siglo XXIII, Paz seja com os irmãos, e amor com fé da parte deus Pai, ida do Senhor Jesus Cristo.

A graça seja com todos os que amam o nosso Senhor Jesus Cristo, em sinceridade.

A benção final de Paulo. Paulo termina a epístola desejando aos irmãos o que?

Paz, amor, fé e graça. Estas qualidades devem continuar a desenvolver-se na nossa vida cristã.

A paz deve caracterizar os nossos relacionamentos. O amor deve unir-nos. A fé deve fortalecer a nossa confiança em Deus.

E a graça de Deus deve acompanhar todos aqueles que amam sinceramente o nosso Senhor Jesus Cristo.

Por isso, a unidade espiritual é essencial para vencermos Satanás.

Ao longo desta epístola, Paulo demonstrou as estrionárias pensões espirituais da nossa chamada.

Deus está a formar uma família espiritual reunindo todas as pessoas de todas as nações, num só corpo, sob Jesus Cristo.

No entanto, Satanás está procurando destruir esta unidade, através do engano, das falsas deliminas, das contendas e das divisões. Por isso, irmãos, precisamos nos revestir diariamente de toda armadura de Deus, permanecendo firmes na verdade, na justiça, na fé, na esperança da salvação, na palavra de Deus e na oração, perseverante, sem desistir.

E, por isso, acima tudo, recordemos a exortação de Paulo em Fésios 4, por ciclo 1 a 3, precisamos andar dignamente da nossa vocação, da nossa chamada, com humildade, mansidão, paciência e amor, procurando guardar a unidade do Espírito pelo vínculo da paz.

Somente quando nós estamos fortalecidos no Senhor pelo poder do seu Espírito, é que poderemos resistir às siladas de Satanás, preservar a unidade do corpo de Cristo e continuar a preparar-nos para o maravilhoso futuro que Deus nos prometeu no seu reino.

Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).