Neste estudo introdutório de Filipenses, veremos como a verdadeira alegria e unidade cristãs são possíveis por meio de Jesus Cristo. Paulo exorta-nos a crescer em amor, conhecimento e discernimento, fazendo escolhas segundo a vontade de Deus, vivendo com sinceridade e produzindo frutos de justiça pelo poder do Espírito Santo.
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Boa noite, irmãos! Espero que todos estejam bem. Hoje vamos começar o estudo à epístola dos filipensas. É uma epístola que tem basicamente um tema de vivendo a vida cristã. E é baseada na unidade ou união e alegria por meio de Jesus Cristo. Mas é talvez uma introdução histórica como é que Paulo ficou inicialmente ou teve contato inicialmente com os irmãos em Filipe. Ora, vou compartilhar aqui um mapa, se permitem. Vou compartilhar aqui um mapa da segunda viagem missionária de Paulo. Aqui vemos, nesta viagem, o partiu da Antioquia da Síria. E vemos que aí, na realidade, nesta segunda viagem missionária foi quando eu começou a escrever estas várias epístolas. E que eu já abordei várias dessas epístolas nas minhas, nos meus estudos. Mas, veja aqui que ele passou por Galácia, pela parte norte de Ásia, e depois teve a visão de um homem para ir à Macedónia. E então aí, ele chegou a Filipe. Depois, essa viagem continuou, onde acabou por ir a Coríntios, e daí depois foi para Jerússame, que foi completar essa segunda viagem missionária, e depois, finalmente, voltou à Antioquia de Síria. Por isso, foi basicamente, durante esta segunda viagem missionária, que Paulo se encontrou com os irmãos em Filipe. Levemos isso em Atos capítulo 16. Atos capítulo 16. E, por exemplo, vemos no versículo 11, diz assim, navegando de Troade, fomos correndo em caminho direito para Samutrace, e no dia seguinte para Neápolis, e dali para Filipe, que é a primeira cidade desta parte da Macedónia, e a Oma Colônia. E estevemos alguns dias nesta cidade. Este era uma colônia romana, como vou falar um pouco mais acerca disso daqui a pouco. Ora, vemos então aqui que várias pessoas foram convertidas aqui em Filipe, e vê-se essa história aqui em Atos 16, cerca de, por exemplo, como Paulo e Silas foi aprisionado, vemos a cura de uma serra com o espírito de adivinhação, e vemos esta conversão do carçadeiro aqui durante esta secção de Atos 16. E assim, por isso, vemos que foi quando esta congregação, digamos assim, começou, e é uma congregação que ajudou Paulo muito. Então, vamos ver, vou mostrar daqui a pouco, mas esta epístola foi escrita aos Filipos para reconhecer e agradecer essa ajuda que ele recebeu dos irmãos em Filipe. E, por isso, essa foi basicamente uma das razões desta carta, e está claro também para encorajar e fortalecer espiritualmente os irmãos. Ora, a epístola aos Filipenses, da maneira como Paulo escreveu, tem um tom muito pessoal e prático, tanto na abordagem como nos seus ensinamentos. Uma das principais mensagens de Paulo nesta epístola é que precisamos de nos alegrar em Cristo.
Sim, a alegria é um tema recorrente nesta epístola. Vejam, por exemplo, a palavra alegria, algumas vezes traduzida como alegria, outras vezes traduzida como gozo. A palavra grega é cara, que aparece quatro vezes, essa palavra grega, que vê-se em Filipenses 1,4, fazendo sempre com alegria, oração por vós. Depois, vê-se também no versículo 25, do mesmo capítulo. Filipenses 1, versículo 25 diz, E tendo esta confiança, sei que ficarei e permancerei com todos vós para aproveito vós e gozo da fé. A palavra grega é mesmo alegria, alegria na fé. Também, no capítulo 2, versículo 2, completar o meu gozo, a minha alegria. Depois também, no capítulo 4, versículo 1, portanto meus amados e muito queridos irmãos, minha alegria e coroa. Por isso, vê-se que alegria é um tema recorrente nesta epístola. Também, às vezes, há uma palavra grega semelhante em vez de ser cara, mas é caro que é regurgiso. Vence essa palavra oito vezes em filipensas. No versículo 18, capítulo 1, versículo 18, diz assim, mas que importa, contando que Cristo seja anunciado de toda maneira ou confligimento, ou em verdade, nisto me regurgiso. Depois, também, no capítulo 2, versículo 17 e 18, ve-se assim, ainda que sejam oferecidos por liberação sobre o sacrifício e serviço da vossa fé, folgo e me regurgiso com todos vós. E vós também regurgisaivos e alegraivos comigo por isto mesmo. Também, no capítulo 3, versículo 1, capítulo 3, versículo 1, diz, irmãos meus, regurgisaivos no Senhor. No capítulo 4, o versículo 4, diz, regurgisaivos sempre no Senhor. E no capítulo 4, versículo 10, ora muito me regurgisei no Senhor. E, por isso, ve-se a alegria é um tema recurrente nesta epístola. Por isso, uma das principais mensagens de Paulo aos irmãos, em Filipe, é a necessidade de estarmos alegres em Cristo. E ele também demonstra essa alegria, estando alegre. Por isso, ve-se isso em Filipe, capítulo 2, versículo 18, diz, não só, regurgisaivos e alegrai-vos comigo, por isto. E também, no versículo 28, de Filipe, capítulo 2, diz assim, enviai mais prece que vendo outra vez o regurgiseis, e eu tenha menos tristeza. Vos regurgiseis aqui vos alegreis, estejam contentes. Por isso, estar alegres na verdade, no conhecimento, é muito importante nós queirmos esta mente positiva acerca da verdade de Deus e do Evangelho, que Cristo nos dá, a oportunidade de estar num seu reino. Isso é um tema aqui, claro, principal nesta epístola. Mas aí há outro tema também importante aqui em Filipenses, que é termos a mente de um filho de Deus. Isto é a maneira como vivemos, porque a maneira como vivemos, em grande parte depende do que está na nossa mente. E, por isso, o tema principal da epístola aos Filipenses é vivendo a vida cristã. E, somente para o Meio Jesus Cristo, podemos alcançar a verdadeira unidade e alegria. Por isso, esta epístola é uma exortação à prática da vida cristã, àquilo que devemos fazer. E não uma carta dedicada principalmente a questões doutrinárias complexas. Contra-se as palavras. É uma carta calorosa, encorajadora e inspiradora, e cheia de gratidão.
Por isso, este é um tema desta carta. É muito positiva deste ponto de vista. E não está, como disse, a dedicar questões doutrinárias complexas. Quando esta epístola foi escrita e onde? Paulo encontrava-se preso em Roma quando escreveu esta epístola. Vemos algumas evidências na própria epístola aos filipenses que apoiam esta conclusão. Por exemplo, em Filipenses capítulo 1, versículo 7, como tenho por justo sentir isto da voz, porque vos retenho, em meu coração, pois todos vos fostes participantes da minha graça, tanto nas minhas prisões como na defesa e confirmação do evangelho. Se ele teve prisões, teve preso em Filipe, como demonstrei há pouco quando leemos em Atos, mas agora ele está preso de novo. Vejam também em Filipenses 1, versículo 13. De maneira que as minhas prisões em Cristo foram manifestas por toda a guarda preturiana e por todos os demais lugares. Eu ouvi-se ele estar uma vez mais a falar, como esteve várias vezes na prisão. Versículo 20, ainda do primeiro capítulo, do versículo 20 a 26, aqui, vence ele a demonstrar uma grande preocupação com a possibilidade de enfrentar a morte. Vejamos aqui, versículo 20, segundo a minha intensa expectação e esperança de que nada serei confundido, perdão, em que nada serei confundido, antes, com toda a confiança, Cristo será, tanto agora como sempre, engredecido no meu corpo, seja pela vida, seja pela morte. Por que para mim, o viver é Cristo e o morrer é ganho. Mas, se o viver na carne me der fruto na minha obra, não sei, então, o que devas escolher, mas de ambos os lados estou bem aperto. Tenho o desejo de partir e estar com Cristo, porque isto é ainda muito melhor, mas o mais necessário, por amor de vós, ficar na carne. Tenho esta confiança, sei que ficarei. E aqui está ele a demonstrar que tenho confiança, que, embora tenha esta preocupação, mas tenho uma confiança que será liberada. E diz assim, sei que ficarei, isto é, ficarei vivo, e por isso permanecerei com todos vós, para aproveitar vós e gozar a fé, para que a vossa glória cresça por mim, em Cristo Jesus, pela minha nova ida a vós. E por isso eu espero ser liberado e ir visitar os irmãos em Filipe. Por isso estas referências são, está claro, compatíveis com a prisão de Paulo em Roma, e assim a data provável, isto é, quando, seria entre os anos 60 e 61 depois de Cristo, ou ao início do ano 62 desta era corrente, isto é, depois de Cristo. Também é importante observar um pouco o contexto histórico da região, ou da cidade de Filipe. Isso é importante. Ora, quando os irmãos de Filipe souberam que Paulo estava preso em Roma, eles enviaram hipafrodito, possivelmente um dos ministros nessa área, para confortar Paulo pessoalmente. E também, com hipafrodito, eles enviaram assistência financeira. Ora, lemos em Filipe. 4, versículo 18. Filipe. 4, versículo 18 diz, mas bastante tenho recebido e tenho abundância. Cheio estou, depois que recebido e hipafrodito, o que da vossa parte me foi enviado, como cheiro de sua vida e sacrifício agradável e apresível. Então, ele recebeu ajuda dos irmãos de Filipe, ajuda assistência financeira. Ora, sabemos que a Congressão de Filipe já tinha ajudado Paulo anteriormente, pelo menos em três ocasiões. Duas vezes foi enquanto Paulo estava em Tessalônica. Vejam, em Filipe. 4, versículo 15. 16, lemos. E bem sabendo também, Filipe, que no princípio do Evangelho, quando partida Macedónia, nenhuma igreja comunicou comigo com respeita da área a receber, se não vós, somente. Porque também uma e outra vez me mandaste o necessário a Tessalônica. E, por isso, pelo menos duas vezes, ele recebeu assistência dos irmãos de Filipe, quando ele esteve em Tessalônica. E também recebeu uma vez de Filipe quando estava em Coríntios. Vejamos, então, segundo Coríntios, capítulo 11. Verso 9.
Porque os irmãos que vieram da Macedónia, sobriram a minha necessidade. A Macedónia, isto é, de Filipe, e em tudo me guardei de vós, de vos ser pesado e ainda me guarderei. Mas quer dizer, os irmãos da Macedónia sobriram pela necessidade dela, ajudaram-lhe com assistência. Assim, a epístola aos Filipenses é, em parte, uma carta de agradecimento à congledação pelo apoio desta congledação e generosidade. Durante a sua permanência em Roma, e para Frudito, este ministro que veio de Filipe, que trouxe o dinheiro e acabou por levar esta carta aos Filipenses, e para Frudito, adoeceu gravemente esteve perto da morte. Se formos a ler Filipenses capítulo 2, recíclo 27, demos, e de facto, esteve doente, e quase à morte. Mas Deus se apiadou dele, e não somente dele, mas também de mim, para que eu não tivesse tristeza sobre tristeza. Assim, ele esteve doente e depois de recuperar, ele regressou a Filipe, isto é, e para Frudito regressou a Filipe, ajudando consigo a Carta de Paulo à Congregação. Ora, mencinei há pouco que Filipos era uma colônia do Império Romano. Ora, o que aconteceu é após a batalha de Filipos, no ano 42 a.C., alguns soldados romanos receberam ordens de Marco António, para se estabelecerem em Filipos. E mais tarde, cerca de 12 anos mais tarde, no ano 30 a.C., Ottaviano obrigou alguns habitantes de Itália a abandonar as suas propriedades e a se estabelecerem em Filipos. E assim, em Filipos, haviam vários, digamos assim, colônos, que eram de Roma, ou isto é, da Itália, romanos, e esses colônos, então, receberam privilégios especiais, incluindo o chamado direito itálico e os itálicam. Consequentemente, eram tratados como cidadãos de Roma em sua cidade-mãe, embora estavam a viver em Filipos, e desfrutavam de vários direitos semelhantes aos dos cidadãos romanos, incluindo determinadas isenções fiscais. Ora, este contexto histórico ajuda-nos a compreender melhor duas passagens importantes de Filipensas. A primeira é, em Filipensos capítulo 1, versículo 27. Diz assim, somente deveis portar-vos dignamente, conforme o Evangelho de Cristo. Ora, a expressão relacionada com um comportamento digno do Evangelho tem o sentido de viver como cidadãos, e por isso as pessoas de Filipos entendiam isso, porque havia lá uma grande colônia de pessoas, digamos assim, de Roma, romanos, e por isso entendiam esta responsabilidade de portar-se dignamente como romanos, mas ele está a usar aqui o exemplo de portar-vos dignamente, conforme o Evangelho. E por isso essa expressão tinha um significado importante para eles. Igualmente, em Filipensos capítulo 3, versículo 20, lemos, mas a nossa cidade está nos céus. Ora, os Filipensos entendiam, ou compreendiam muito bem o significado, da cidadania romana. E assim, Paulo utiliza este conceito para ensinar que a sua verdadeira cidadania é celestial. Então, aqui, ve-se pontos históricos que Paulo usou para trazer princípios espirituais. Então, vamos agora ensinar mais um ponto breve aqui, que são, digamos assim, os objetivos. O golo, a meta de Paulo nesta epístola. Basicamente, dois. Primeiro, agradecer aos irmãos pelo seu apoio. Paulo expressa gratidão pela ajuda financeira e pela participação dos Filipenses na obra do Evangelho. Como vemos em Filipe, 4, versículo 10 a 16. Diz assim, ora muito me regurgizei no Senhor, por finalmente reviver a Vossa lembrança de mim. Pois já vos tinhas lembrado que não tinha estido oportunidade. Não diga-te por ansiedade, porque já aprendi a contentar-me com o que tenho. E assim, vencei-o a atitude gratidão a eles e também a parte da gratidão de receber ajuda financeira, como já mencionei há pouco. Então, um dos primeiros objetivos desta epístola, uma das primeiras golos ou metas desta epístola, é de agradecer, de mostrar gratidão. Mas, a segunda meta, o segundo objetivo desta epístola, é encorajar a união, a unidade e a vida cristã.
Embora a congregação de filipos pareça ter enfrentado menos problemas do que algumas outras congregações, sim existiam certas dificuldades. Vejam em Filipe, capítulo 4, versículo 2, diz assim, roga a evódia e roga a síntica que sintam o mesmo no Senhor. E aqui vemos certas privaldades pessoais. Também, no capítulo 2, versículo 3 e 4, completar o meu gozo para que sintais o mesmo, tendo o mesmo amor, o mesmo ânimo, sentimento, a mesma coisa. Não façais por contenda ou por vanglória, mas por humildade. Cada um considera os outros suprios assim mesmo. E, por isso, vê-se aí que havia certas dificuldades. Por isso, por essa razão, ele mencionou isso. Também havia outras dificuldades que eram a influência dos judéis antes e principalmente influências nósticas com os judéis antes. Vê-se isso em Filipenses capítulo 3, reciclua 3. Diz assim, finalmente, irmãos meus, regurgizaivos no Senhor, não amoboreço de escrevermos as mesmas coisas e a segurança para Vos. Guarda-Vos dos Quães, guarda-Vos dos Maus-Obreiros, guarda-Vos da cortadura, porque assim com decisão somos nós, que servimos a Deus em espírito e nos gloríamos em Jesus Cristo e não confiamos na carne. Irmãos, isto é forte quando chamam a eles Quães e Maus-Obreiros da cortadora, aqueles que tinham sido circuncisos.
Outras dificuldades que existiam também em Filipenses eram tendências antinomianas, isto é, tendências contra a lei de Deus.
Vejam em Filipenses 3, 18 e 19. Dizem, porque o mundo já, dos Quães muitas vezes, vos disse, e agora também digo, chorando, que são inimigos da cruz de Cristo, cujo fim é a predição, cujo Deus é o ventre, cuja glória é para a confusão de Deus, que só pensam nas coisas terrenas.
E por isso tinham estas atitudes contra a lei de Deus. E assim, Paulo procura corrigir essas atitudes e fortalecer a unidade, a humildade e a alegria cristal. Então, dando esta resum, introdução ao Epístolo dos Filipenses, vamos então agora começar a estudar Filipenses próprio, começando a ler no versículo 1 do capítulo 1. Paulo e Timótio servam Jesus Cristo a todos os santos em Cristo Jesus, que estão em Filipe, como com os bispos e teácanos.
Aqui, vence, primeiro, que Timótio é mencionado juntamente com Paulo. Timótio tinha acompanhado Paulo durante a época em que a congregação de Filipos foi estabelecida e provavelmente também se encontrava em Roma, quando esta carta foi escrita. Agora, Paulo dirige-se aos santos em Cristo, diz assim a todos os santos em Cristo, que estão em Filipe, isto é aos irmãos, que estão na igreja, em Filipe, mas diz também está a incluir os bispos e teácanos.
Bispos significa, digamos assim, técnico falando, técnicamente, supervisores ou responsáveis espirituais. A palavra igreja é hipiscopai. Hoje em dia chamamos a essas pessoas com responsabilidades de supervisão espiritual, chamamos a eles ministros ou anciãos, mas aqui ele usa a palavra hipiscopai bispos. E vemos aqui que a palavra bispos está no plural, não é no singular. Quando ele mencionou que existem vários bispos, existem vários ministros e anciões na congregação, e teácanos demonstra isto que era uma congregação que tinha uma estrutura organizada de responsabilidade e de serviços de ajuda através de teácanos na congregação. Por século 2. Graças a voz e paz da parte de Deus nosso Pai e do Senhor Jesus Cristo.
Aqui veste uma saudação habitual de Paulo. Isto é, graça e paz provenientes de Deus Pai e do Senhor Jesus Cristo. Ora, aqui uma vez mais sublinhando que o Espírito Santo não é mencionado neste caso como uma terceira pessoa nesta saudação, o qual é consistente com o entendimento que o Espírito Santo é o poder de Deus e não uma pessoa distinta. Versículo 3 e 4.
Dou graças ao meu Deus todas as vezes que me lembro de vós, fazendo sempre com alegria, oração por vós com todas as minhas suplicas. Paulo agora agradece a Deus sempre que se lembra dos irmãos de Filipeus. As suas orações está a dar graças a Deus pelos irmãos de Filipeus. As suas orações, aqui também se vê, são feitas com alegria. Dou graças ao meu Deus, todas as vezes que me lembro de vós, fazendo sempre com alegria.
As suas orações são feitas com alegria. A palavra grega aqui também diz assim, com alegria oração por vós, em todas as minhas suplicas. A palavra grega traduzida por oração e traduzida por súplica é a mesma palavra, é a diássis grego 1162, que transmita a ideia de um pedido sincero ou de uma súplica. As suas orações, isto é, as orações de Paulo, pelos filipensas, por isso são acompanhadas de gratidão e de alegria.
Aqui vemos também duas expressões importantes nesta seção. Na almaida corrigida e fiel, que eu estou a ler aqui, diz oração por vós, mas, por exemplo, na almaida revista e atualizada diz por todos vós. Aqui demonstra o espírito de unidade que Paulo deseja ver na congregação. E também diz com alegria que revela este profundo carinho e valor e apreço que Paulo sente por aqueles irmãos. Ora, na epístola de Ephesus, que acabamos de estudar previamente, Paulo deu grande ênfase ao amor, incluindo a necessidade a seguir a verdade em amor.
Por exemplo, em Ephesus 4, versículo 15, que diz, portanto, Ephesus 4, versículo 15, diz antes, seguindo a verdade em amor. Ele pôs uma grande ênfase na epístola aos Ephesus, ao amor. Mas agora, na epístola aos filipensas, Paulo está a fazer um destaque especial à alegria.
Ora, como sabemos, o amor e a alegria, o amor e o gozo são os dois primeiros elementos do fruto do Espírito Santo, mencionados em Galatas 5, versículo 22. Vejam Galatas 5, versículo 22, mas o fruto do Espírito é amor, gozo ou alegria, paz, longa-londade, dignidade, bondade, fé, mansidão, tempuração. E assim, vence aqui, que Paulo está a sublinhar este ponto agora de alegria e Paulo sentia uma alegria especial ao pensar e a orar por eles. Havia algo por isso na conduta e no caráter daqueles irmãos que dava a Paulo, que proporcionava a Paulo uma grande satisfação espiritual, com poucos motivos de tristeza ou preocupação.
Continuando agora a ler, no versículo 5. Pela vossa cooperação no Evangelho desde o primeiro dia até agora, Paulo estava agradecido por esta cooperação, para esta comunhão, pelo compromisso que os filipenses demonstraram para com o Evangelho. Eles tinham compreendido a mensagem do Evangelho e desde o princípio participavam ativamente na sua proclamação. E que vesse aqui, nesta cooperação ou esta comunhão cristã, que precisamos de entender, que envolve várias dimensões.
Por isso diz pela vossa cooperação ou comunhão no Evangelho. Precisamos de entender que comunhão, como dizer, envolve várias dimensões. Vou mencionar quatro. Primeiro, comunhão com o pai. Primeiro João, capítulo 1, versículo 3.
O que vimos e ouvimos, isto vos anunciamos, porque também tenhais comunhão conosco e a nossa comunhão é com o pai e com seu filho Jesus Cristo. Esse é comunhão em copai e comunhão é também com o filho Jesus Cristo. Também diz a mesma coisa, em 1 Coríntios 1, versículo 9. Fial é Deus pelo qual foros chamados para a comunhão de seu filho Jesus Cristo nosso Senhor. Fomos chamados para a comunhão com o filho. Depois, em 2 Coríntios, capítulo 13, versículo 14. A graça do Senhor Jesus Cristo e o amor de Deus e a comunhão do Espírito Santo, estejam com todos vós. E precisamos ter, então, a comunhão nesta mesma essência, neste mesmo poder, nesta mesma mentalidade, nesta mesma maneira de pensar, nesta mentalidade de Deus. Comunhão neste Espírito, comunhão neste mesmo Espírito, temos o mesmo Espírito, comunhão no Espírito. E depois, há a comunhão entre os irmãos. Vejam, em Filipenses 4, versículo 10. Ora, muito me regurgizei no amor para, finalmente, reviver a vossa lembrança de mim, pois já vos tenhas lembrado, mas não tenhas tido oportunidade. Mas veja que esta comunhão com os irmãos, esta dedicação dos Filipenses, o Evangelho e este amor, também no versículo 15. No versículo 15 diz assim, e bem-se a bem-se também ao Filipenses, que no princípio do Evangelho, quando partida a Macedónia, nenhum meio e greja comunicou comigo com respeito a dar a saber-se não vossa almente. E por isso, então, havia esta comunhão, esta dedicação dos Filipenses ao Evangelho. E este tornava as orações de Paulo para eles, como uma fonte de verdadeira alegria. Por isso, a comunhão cristã envolve quatro dimensões, com o pai, com o filho, com o Espírito Santo e entre os irmãos. E isso é muito importante termos estas quatro dimensões aplicar isso. Vamos continuar a ler no versículo 6. Primeiro, no Filipe II, versículo 6. Tendo, por certo, isto mesmo, que aquele que em voz começou a boa obra, a professuará até ao dia de Jesus Cristo. Irmãos, este versículo é profundamente encorujador. Profundamente encorujador. Porque Paulo aqui manifesta uma expectativa alegre e confiante a relação ao futuro. Se Deus começou uma boa obra em nós, Deus tem o propósito de completar. Se Deus nos concedeu o seu Espírito Santo, podemos confiar que continuará a trabalhar em nós para completar a sua obra. É uma promessa e nos dá esperança e confiança. Irmãos, é Deus quem realiza as suas obras em nós. Vigemos Isaías 26, quero destacar alguns pontos interessantes em Isaías 26. Começar primeiro no versículo 12.
Senhor, a tua mão está exaltada, mas nem por isso a vem. Velão porém e confundição. Por causa do zelo que tens do teu povo e o fogo consumirá os teus adversários. É Deus que vai realizar as suas obras. Veja também no versículo 20. Está aqui um ponto muito interessante que muitas pessoas não pensam acerca disso. Mas aqui diz no versículo 20, diz Isaías 26. Vai, pois o povo meu entra nos teus quartos e fecha as tuas portas sobre ti. Esconda-te só, por um momento, até que passe a ir. Então, a ver que aqui está a referir-se à ira do Senhor, aquele ano das setrometas em que as pessoas vão ter que se esconder. Por um momento, até que passe a ira. Veja também no versículo 19. Não, no versículo 21 primeiro. Porque és que o Senhor sairá do seu lugar para castigar os moradores da terra por causa da sua iniquidade e a terra descobrirá o seu sangue e não encobrirá mais os seus mortos. Naquele último ano da grande trimulação, o dia do Senhor, o dia da ira do Senhor, o Senhor sairá do seu lugar para castigar os moradores da terra. Por isso é que antes disso, aqueles que se arrependeram durante os primeiros dois anos e meio da trimulação vão ser selados e protegidos. Vejam também no versículo 19. Ezaías 26-19. Os teus mortos e também o meu cadáver, viverão e ressuscitarão. Despreta e exaltai os que habitais no pó. Porque o teu orvalho será como o orvalho das ervas e a terra não será de si os mortos. Vemos aqui uma referência à ressurreição dos mortos. E isto, como sabemos, tem referência à primeira dos fiéis e à segunda ressurreição daqueles que nunca receberam a verdade. Por isso está a falar de uma esperança de vida futura. Mas também fala da segunda morte. Vejam, no versículo 14. No versículo 14, Ezaías 26, ressuscitatores, morrendo eles, não tornarão a viver. Isto é a segunda morte. Fancendo, não ressuscitarão. Por isso os resitaste e destruiste e apagaste toda a sua memória. Irmãos, este é um evangelho, uma boa nova, que é extraordinária, que o mundo não entende. Significado do oitavo dia, por exemplo, o mundo não entende. Do último grande dia da festa, o mundo não entende. Isto é uma grande esperança que temos. No Romano 11, versículo 25, diz, Por não quer irmãos, que ignoreis este segredo, para que não sejais sábios em vós mesmos, que o endurricimento vem em parte sobre Israel, e assim sobre o mundo inteiro, e assim, até que a plenitude do gentius haja entrado. E assim, todo o Israel será salvo, como está escrito.
E Israel vai ter a primeira oportunidade que não tiveram na segunda resolvição, e também ao resto do mundo, que não tiveram oportunidade. Isto, então, demonstra a abrangência do plano de Deus, que também inclui todas as nações. E, por isso, perdão aqui em Felipenses capítulo 1, versículo 6. E, Felipenses capítulo 1, versículo 6, diz que aquele que em vós começou a obra, a professora, até o dia de Cristo. Deus vai completar a sua obra, até quando Cristo vier. Esta expressão aponta para a vinda de Cristo e ao cumprimento do propósito de Deus. Jesus Cristo, como sabemos, ocupa, digamos assim, o local central, um ponto crítico em todo o plano divino, incluindo o significado espiritual dos dias santos e das solididades de Deus e dessas festas, ou dessas solididades.
Vamos continuar agora a ler, então, no versículo 7. Como tenho por justo sentir isto de vós todos, porque vos retenho em meu coração, pois todos vós foram os participantes da minha graça, tanto nas minhas prisões, como na defesa e confirmação do Evangelho. Aqui, a expressão, em meu coração, ou no meu coração, refere-se ao centro dos pensamentos.
Os pensamentos, o centro dos pensamentos, dos sentimentos e os afetos, a aversão de uma pessoa. Sabemos, Paulo estava em prisão do Missiliária, mas continuava sujeito às correntes, que eu estava sujeito às correntes, e a vigilância de um guarda. Por isso, tanto nas minhas prisões, como na defesa e confirmação do Evangelho. E assim, apesar das circunstâncias difíceis em que ele se encontrava, ele mantinha, através disso, uma mentalidade, uma expressão, um profundo amor e preocupação pelos irmãos.
Continuando agora, no versículo 8. Porque Deus me atestemunha das saudades que tenho de todos vós, ou que de todos vós tenham, em entranhável afeição, ou a feição de Jesus Cristo. Paulo tinha um grande carinho, como disse à porra, e preocupação pelas suas convenções. A palavra grega, traduzida por entranhável afeição, a palavra 4698, é splagion, que é relacionada originalmente com as partes interiores do corpo, especialmente as entranhas. E no seu sentido figurado, refere-se aos sentimentos mais profundos de uma pessoa.
Por isso diz a entranhável afeição de Jesus Cristo. De Jesus Cristo, Jesus Cristo tem grande amor por nós. E aqui isto está a transmitir ideias de Cristo para conosco, de terno afeto, de bondade, de benevolência, de compaixão, de misericórdia, de amor profundo e sincero. E assim vemos na linguagem bíblica, em vários outros locais, as palavras, as entranhas, são frequentemente consideradas a sede das emoções mais ternas e profundas. Sint Paul estava a expressar um caminho muito intenso e genuíno, um amor muito intenso e genuíno que ele tinha pelos irmãos de Filipeus. Continuando agora no versículo 9 a 11.
Estes versículos de 9 a 11 é a oração de Paulo pelos Filipenses. Nesta secção, Paulo está a explicar aquilo que ele ora ou pede a Deus em favor dos irmãos. E assim vê-se aqui essa oração. Vamos ler, então, ler. Por siro 9. E peço isto, que o vosso amor cresça ainda mais e mais em ciência e em todo o conhecimento, para que aprovês as coisas excelentes, para que sejais sinceros e sem escândalo algum até o Díde Cristo, cheios dos frutos de justiça, que são por Jesus Cristo para a glória e louvor de Deus.
Ora, esta oração, irmãos, apresenta uma sequência importante de princípios espirituais. Primeiro, diz que o vosso amor cresça ainda mais e mais. Este amor deve crescer acompanhado de quê? De, como diz aqui, em ciência e em todo o conhecimento. Deve ser acompanhado este amor de discernimento e conhecimento. Não se trata, por em simplesmente, de um sentimento emocional, mas de um amor orientado pela verdade e pela sadoria divina. Como lemos em Proverbis 1, versículo 7, não temos que virar essas páginas agora, mas diz o temor do Senhor é o princípio do conhecimento. Algumas versões diz o temor do Senhor ao princípio da ciência ou do saber, mas o temor do Senhor é o princípio de conhecimento ou do saber.
E, por isso, o amor deles deve aumentar cada vez mais neste conhecimento, neste saber, neste discernimento. Em segundo ponto, o vejo aqui, no versículo 10, que diz assim, que saibam aprovar as coisas excelentes. Coisas excelentes. Devemos aprender a distinguir o certo do errado e estabelecer prioridades espirituais corretas. Existem muitas ideias, muitas opiniões e muitas influências deste mundão, mas precisamos de se unir, de examinar cuidadosamente.
Qual é o padrão pelo qual devemos avaliar todas estas coisas, avaliar o que são excelentes? O padrão está claro é a palavra de Deus. É a promenha da palavra de Deus que devemos colocar as várias ideias, opiniões, filosofias à prova. Por isso, é que dizem, saibam aprovar as coisas excelentes. Em terceiro lugar, Paula, que na oração diz que isto deve produzir, esta capacidade de sermimento deve produzir resultados espirituais. Vemos isso ao fim do versículo 10 e do versículo 11. Quais são os resultados ou características essenciais desta nossa vida cristã? Ele está aqui a mencionar três características essenciais da vida cristã. Isto é frutos espirituais. Primeiro, nós vemos aqui para que sejais sinceros, pelo abesisse no versículo 10, ser sinceros até o regresso de Cristo. A sinceridade espiritual envolve um propósito claro e um coração inteiramente dedicado a Deus. Significa manter um único objetivo fundamental de cumprir o propósito de Cristo na nossa vida. Vivermos e sermos uma luz. Não devemos permitir que outros interesses nos desviem deste caminho, do caminho. E, por isso, ser sincero para claro que nós somos hipócritas, significa permitir honestamente que a luz de Cristo brilhe através de nós. Segundo, desenvolver um caráter verdadeiramente piadoso, isto é, que seja o caráter de Deus. Ter motivos e intenções corretas no coração e orientar os nossos princípios na nossa vida pela vontade de Deus. Isto é ser sinceros. Depois diz, continuando a ler no versículo 10, ao fim do versículo 10, e sem escândelo algum. Isto é sem causar tropeço, sem causar escândelo. Isto é ser irrepreensíveis até ao dia de Cristo, até ao regresso de Cristo. Isto é uma característica de uma pessoa que procura viver de uma maneira que não vai tropeçar espiritualmente essa pessoa própria, nem vai causar tropeço aos outros. Assim, irmãos, na vida surgem muitos obstáculos, muitos obstáculos, muitos deles inesperados. E como cristãos, nós devemos procurar falar, atuar e reagir de uma forma que não vai causar ofensa, ou escândelo, ou tropeço, desnecessar a outra pessoa. E, por isso, mesmo quando nós temos que precisar mantermos firmes nos princípios de Deus, precisamos fazer isso sem machucar, ou causar tropeço, ou escândelo, ou ofensa aos outros. Isto é sermos irrepreensíveis. Ora, isso não é fácil. Isso requer fé e confiança em Deus. Requer nós pedimos continuamente a Deus sabedoria para lidar com estas situações difíceis.
Precisamos pedir discernimento perante essas situações difíceis, ou dessas influências que nos afetam, mais vezes, pessoas dizem coisas e nós precisamos dizer, mas, onde é que vem isto? Precisamos discernir porquê esta coisa bem, ou esta palavra foi dita, ou coisa assim. E, por outro lado, nós temos que ter muito cuidado com o que reagimos, com que palavras nós retornamos. Isto é, quando somos atacados, o que vamos dizer? Que atitudes vamos demonstrar e que palavras vão sair da nossa boca, por estar a abundância do coração, abre a boca, fala a boca. E, por isso, precisamos ser firmos nos princípios, nos princípios que nós sabemos de corretos de vida cristã, acompanhados de bondade e consideração pelos outros. E, por isso diz assim, sem escândalo. Mas, no versículo 11, continue diz, cheios dos frutos de justiça. Precisamos estar cheios de frutos de justiça, que são produzidos através de Jesus Cristo, para a glória e louvor de Deus, através do seu espírito, o Espírito de Deus. Ora, esta é uma consequência positiva de uma vida nossa que tenha sido verdadeiramente transformada.
Como sabemos, uma árvore produz fruto, mas uma árvore, quando produz fruto, em primeiro lugar, demonstra que está viva. E, assim, esta demonstração de bom fruto demonstra na nossa vida, a maneira que convivemos. Então, essa fruta, fruto que devemos ter, deve ser uma produção de fruto que produz glória. Adeus! E, assim, uma árvore que produz bom fruto, fisicamente, por exemplo, na lava ou na roça, isso glorifica o trabalho e o cuidado do agricultor.
Jesus Cristo usa esta mesma analogia, em João capítulo 15, versiculou a um oito, diz que ela é a videira. Então, a boa videira, que produz bons frutos, e Deus deseja que producemos muito fruto espiritual, leiam João 15. Ora, isso significa fazer aquilo que é justo e correto por ante os olhos de Deus. Contudo, nós não temos essa força, esse poder. Isso não vem pura em simplesmente... Perdão, não vai impor, simplesmente, do seu esforço ou do meu esforço humano. Isso vai dar ajuda do poder de Deus, do Espírito Santo de Deus. E, por isso, em Romanos 8, versículo 5 a 11, vemos que precisamos de seguir o Espírito de Deus, usar o Espírito de Deus, estar inclinados para o Espírito de Deus, para desenvolver esta mente espiritual e viver a nossa vida de acordo com a vontade de Deus. Então, irmãos, conforme concluímos o estudo hoje, qual é o objetivo final? O objetivo final é que a nossa vida glorifique a Deus. E quando aconselhar a manifestação plena desta glória, ao regresso de Jesus Cristo, quando os filhos de Deus, nós, formos revelados em glória e a grandeza da salvação que Cristo realizou naqueles que são redimidos, se tornar evidente. Ora, Paulo, ora que, até esse dia, os irmãos permaneçam sinceros, irrepreensíveis e estressam em escândalo e cheios dos frutos de justiça. Vivemos, irmãos, num mundo cheio de obstáculos espirituales. Nem todas as pessoas são sinceras, muitas pessoas causam ofensas, outras não produzem bons frutos. Com tudo, estas situações também podem servir como uma oportunidade para todos nós, para nos examinarmos e colocarmos à prova o nosso próprio coração. Como reagimos a estas dificuldades? Como reagimos? É muito importante como é que eu estou a reagir quando as pessoas me atacam ou não são sinceras, ou estão a causar dificuldades. É precisamente nesta circunstância que devemos aplicar o princípio de Philippenses capítulo 1, versículo 10, que diz, para aprovais as coisas excelentes. Precisamos escolher o bem de rejeitar o mal. Devemos desenvolver discernimento para nos separarmos de opiniões e influências erradas. Tal como aprendemos a discernir os alimentos limpos dos imundos, também precisamos de exercer continuamente o discernimento espiritual. O certo e errado, a verdade e a falsidade, o espiritual e o carral. Precisamos estar a vencer repetidamente as influências mundanas e erradas, vivendo e praticando continuamente o caminho da vida de Deus. Devemos apagarnos ao que é bom e afastar-nos daquilo que é mal. Qual é, ao fim de contas, a vida cristã? Este é o tema central da epístola aos Philippenses. Viver a vida cristã significa escolher continuamente os princípios de Deus. E colocá-los em prática. É uma escolha constante entre dois caminhos, que é simbolizado desde o tempo do Adão em Eva, pelas duas árvores do Jadim do Adam. A árvore da vida, que representa o caminho de Deus quando nos abre e derra, e a árvore da conhecimento bem e do mal, mistura bom e mal, que representa a vida de um mundão, a escolha humana de decidir por si mesmo que é certo ou errado, independentemente do que Deus diz. Por isso, irmãos, para fazermos as escolhas corretas, precisamos da sabedoria que vem do alto. Estuda em Tiago 3, versículo 13 a 18. Especialmente o versículo 17, onde diz, mas a sabedoria que vem do alto é primeiramente pura, depois pacífica, moderada, tratável, cheia de misericórdia e bons frutos, sem parcialidade e sem hipocricia.
Esta é a sabedoria que devemos procurar desenvolver diariamente.
Em conclusão, irmãos, a verdadeira vida cristã exige discernimento, sinceridade, um caráter irrepreensível e frutos de justiça. Tudo isto é possível, por meio de Jesus Cristo e do Seu poder, o poder do Espírito Santo que Ele nos dá a nós, para a glória e louvor de Deus. No próximo estudo, então, continuaremos a partir do versículo 11.
Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).