A instrução de Paulo a Timóteo para lutar a boa luta contra fábulas e ensinos falsos. A importância de ensinar a sã doutrina. A Timóteo foi confiada esta importante missão.
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Bom, debo botar, queridos irmãos. No primeiro estudo acerca das epístolas pasturais, eu dei um contexto destas epístolas e iniciei um pouco acerca de primeiro timódio, capítulo 1, versículo 1 e 2.
Hoje, então, entendo continuar com o estudo do capítulo 1, de primeiro timódio. Paulo está instruindo a timódio sobre como ele cumprir os seus deveres ministrais, isto é, como lidar com várias situações que o ministro confronta.
E vou, então, explicar várias casas do que o Paulo disse e, quando seja necessário, demonstrar uma aplicação para os nossos dias dois.
Ora, Paulo está a escrever a timódio, que estava em Ephesus e, então, Paulo introduz essa carta brevemente, no capítulo 1, versículo 1 e 2, dizendo, Paulo, apóstolo de Jesus Cristo, segundo o mandato de Deus, o nosso Salvador, e do Senhor Jesus Cristo, esperança nossa.
E, por isso, vemos aqui que ele está a enfatizar o seu apostolado como representante de Cristo, isto é, apóstolo, por mandamento de Deus.
Não foi nomeado pelos outros apóstolos, nem se auto-nomeou, nem foi eleito, Deus o escolheu pessoalmente, um caso muito especial aqui.
E, então, no versículo 2, diz, a timódio, meu verdadeiro filho, na fé, graças a misericórdia e paz, da parte de Deus, nosso Pai, e da parte de Cristo, nosso Senhor.
Aqui vemos ele dirigindo-se a timódio, com quem tem uma grande afinidade, como um filho verdadeiro.
E, após esta breve introdução, ve-se aqui que ele menciona graça, misericórdia e paz.
Em todas as epístolas de Paulo, Paulo menciona sempre graça e paz, mas nas epístolas pasturais, ele inclui a palavra misericórdia.
E isto é muito importante para nós, porque nós precisamos de misericórdia e precisamos de dar misericórdia a outros irmãos que estão na fé e que estão a crescer. Precisamos de ter cuidado com eles e ser misericordiosos.
Então, a Paulo, depois desta breve introdução, ele entra imediatamente no corpo principal da carta.
Esta carta possui, digamos assim, três secções principais. Primeiro são instruções negativas em relação aos falsos mestres, que é no capítulo 1, que é o que vamos ver hoje, e depois dá instruções positivas à igreja, que é do capítulo 2 até o capítulo 6, versículo 10.
E depois, ele conclui com algumas instruções pessoais a Tibótil, que é a última parte do capítulo 6, dos versículos 11 a 21.
Mas, como vemos aqui, uma das problemas que existiam, uma das situações que existiam em Éfeso, era o problema de falsos mestres, que estavam continuamente a afetar a igreja. E, por isso, isso vê-se como, embora esteja mencionado no primeiro capítulo, isso é, digamos assim, mencionado em segundo plano. Por exemplo, no capítulo 4, versículo 1 a 5, onde está a falar que nos últimos tempos, apostarão-se alguns da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores, falsos mestres, falsos ministros, falsos pastores, e está a explicar isso, essa situação nesses versículos também. No capítulo 5, começando no versículo 20, vê-se que uma vez mais, e diz assim, aos que pecarem, repreendos na presença de todos, para que também os outros tenham temor. E então está aí a mencionar, a corrigir essas questões a ser educar ou instruir coisas incorretas. No capítulo 6 também, começando no versículo 3, a versículo 10, diz-se, alguém assina alguma outra doutrina, e não se conforma com as sãs palavras de nosso Senhor Jesus Cristo, e com a doutrina, que é segunda piedade. E então ele está a falar acerca dessa situação, dessas pessoas. Também, nesse sexto capítulo, no versículo 20, diz assim, óptimote e guarda o depósito que te foi confiado, tendo horror aos clamores, vãos e profanos, e às oposições da falsamente chamada ciência, a qual, professando-se alguns, se desviaram da fé. E, por isso, vence que este problema dos falsos mestres, que é o, digamos assim, o que é mencionado no capítulo 1, também é mencionado nos outros capítulos, como se fosse assim um assunto em segundo plano.
Ora, esta primeira secção do primeiro capítulo é para lembrar porque é que timótio foi deixado em Éfasal. Timótio foi enviado ou deixado em Éfasal para deter os falsos mestres.
Ora, o problema não era a lei de Moisés, ou digamos, não era a lei de Deus, como alguns afirmam, este não era o problema. Mas o problema era as adições nósticas à lei de Deus, adições, nósticas, adições, também, judaicas, que Cristo criticou, porque esses fariseus estavam a usar algumas dessas adições à lei, e Cristo criticou isso muito fortemente e que estavam a ser impostas à Igreja Primitiva. E por isso, timótio ficou em Éfasus para deter esses falsos mestres.
Então, vejemos aqui, em Tantimótio capítulo 1, versículo 3, vamos então ler, diz assim como te roguei quando parti para Macedónia, que ficasse em Éfasus, para advertir-se a alguns que não ensinem outra doutrina. Não se desviem da doutrina Sá. E isso é uma das funções do Ministério, irmãos. Numa congregação local, o pastor e o ministro é responsável por manter a pureza da doutrina do ensino Jesus Cristo. Sim, nós, na Igreja de Deus Unida, temos o que nós chamamos uma política de portas abertas. Isto é, você pode assistir pacificamente nos nossos cultos. Mas, se alguém vem para os cultos e começa a ensinar uma doutrina diferente, outra doutrina, como diz aqui, em T. 1, versículo 3, distribuindo as suas próprias ideias, as suas próprias especulações, ou os seus próprios documentos com ideias diferentes ou suas ideias pessoais, então isso não é assistir ao culto na Igreja de Deus Unida pacificamente. Por isso, se alguém traz literatura com outras ideias, ou gravações com outras ideias de outras pessoas que não sabem a verdade, isso, como disse, não é assistir pacificamente. Num caso assim, é preciso dizer, gente-elemente, cuidadosamente, essas pessoas que você pode assistir conosco e adorar a Deus conosco, mas não pode trazer essas ideias diferentes para dentro da Igreja, para causar divisão. Você não pode estar a circular, tentando convencer pessoas dessas outras doutrinas, desses outros ensinos que não são de acordo com o que está aqui na Bíblia.
Se você, então, estiver a ir ao culto da Igreja de Deus Unida e tentar convencer as pessoas para seguir outra doutrina, então não é bem-vindo.
Por isso, se você estiver disposto a reunir-se conosco sobre estas condições pacíficas, é bem-vindo.
Por isso, a pessoa precisa decidir o que vai fazer.
Se persistir a tentar introduzir as suas doutrinas, e não a doutrina sã da Bíblia, a qual nós seguimos, então essa pessoa não pode assistir, porque não está a assistir pacificamente.
Mas, se continuar desse modo, então vamos ter que ser mais firmes.
Se uma pessoa tem algumas dúvidas acerca do assunto, ou pensa, olha, não entendo bem, ou vejo deste modo, ou vejo assim, temos uma maneira correta, civil, digamos assim, na Igreja deus unida. Então, levanta essas questões, em particular com o ministro ou com o pastor, e então vão ter um estudo bíblico sobre esse assunto com essa pessoa cautelozamente, explicando o que a Bíblia diz. E, por isso, continuando aqui, diz assim, lendo aqui nesta secção, não ensine outra doutrina. Ora, por isso, lemos aqui que é preciso transmitir uma mensagem da maneira correta.
Há uma certa autoridade no Ministério para ensinar a doutrina de Deus.
Esta autoridade é só exercida quando for necessário, e na medida cuidadosa, gentil, conforme seja necessário, com amor.
E, por isso, quando diz, não ensine nenhuma outra doutrina, ou é uma doutrina diferente que se desvia da verdade. Em 1 Timothy 6, versículo 3.
Primeiro Timothy 6, versículo 3. Se alguém ensina alguma outra doutrina e não se conforma com as sãs, palavras do nosso Senhor Jesus Cristo e com a doutrina, que é a segunda edade, essa pessoa é soberba. Tem um tipo diferente de atitude, porque está a ensinar uma coisa que a Igreja de Deus não está a ensinar.
E, por isso, o processo, como eu mencinei na Igreja de Deus Unida, se um membro acha que precisa ser ouvido e que tem um entendimento diferente, como disse, então, vai falar isso com o pastor. Se isso ainda não tiver sucesso, depois isso é escrito um documento explicando a posição dessa pessoa. Essa pessoa tem que escrever muito claramente a posição da Igreja e onde está errada, a posição como eu vei, provar isso bíblicamente e depois é submetido através do pastor Sénior e aqueles acima dele, para chegar ao Comitê Doutrinal do Conselho de Anciões. O Comitê Doutrinal do Conselho de Anciões pode então delegar essa investigação a um Comitê Consultivo do Trinal.
Que ajuda o Comitê Doutrinal do Conselho de Anciões. E depois isso é chegado a uma conclusão pelo Comitê Doutrinal, que sim, isso está correto ou não está incorreto, que essa pessoa diz. E depois, se for necessário, seria também deliberado pelo próprio Conselho de Anciões.
E ainda mais, se for se houver, de facto, uma boa decisão nisso, vejam que aqui estamos a ver que essa ideia e esse ponto foi estudado muito cuidadosamente por várias pessoas, ministros que têm estado na igreja há muitos anos, e que estão bem cientes das doutrinas de Cristo.
E por isso foi analisado cuidadosamente com a Bíblia. Então, se isso tiver um ponto de justificativa para andar para a frente, será apresentado à Conferência Geral de Anciões, em quais esse Ministério, a maioria desse Ministério, especificamente 3 quartos desse Ministério, tem que concordar com essa nova entendimento. E por isso, ver se que na Igreja deus unida temos um processo muito bem definido, que permite pessoas provarem, que talvez nós não estejamos a ver alguma coisa corretamente, que podemos crescer na verdade e no conhecimento de Jesus Cristo. Mas o ponto é que não é simplesmente uma pessoa que tem uma ideia que vai começar a pregar, assim, simplesmente porque essa pessoa tem essa ideia. Não.
Por isso, cada pastor e cada ministro da Igreja deus unida tem uma responsabilidade de ensinar de acordo com a doutrina que a Igreja tem, que foi bem estabelecida por estudos profundos, sobre várias décadas de estudo bíblico. E por isso nós temos vários desses estudos no nosso site, muito cuidadosamente analisados, comparando várias escrituras e explicando esses pontos.
O problema que muitas pessoas têm é que geralmente olham para um reciclo e ponham sua própria entendimento, ou sua própria interpretação nesse reciclo, e estão a criar uma doutrina diferente.
Precisamos de ver o contexto, precisamos de ver a Bíblia inteira, o que Jesus Cristo diz, e por aquilo tudo dentro da sua caixa direitinho, para que seja uma doutrina sã.
Vemos, por exemplo, em Atos capítulo 20, Atos capítulo 20, versículo 26.
Atos 20, versículo 26.
Avemos aí quando Paulo estava ao fim da sua terceira viagem missionária, ele, de Mileto, chamou os anciãos de Ephos para ir visitarem a Mileto. Isso foi cerca do ano 57 depois de Cristo.
Ora, isso, visto que Cristo morreu no ano 31, foi cerca de 26 anos depois de Cristo ter morrido. Então, ele chamou essas pessoas, e veio sair no versículo 29, em Atos 20, que Paulo disse, Eu sei isto que, depois da minha partida, entrarão no meio de vós lobos cruéis que não pouparão urbainho, e que, entre vós mesmos, se levantarão homens que falarão coisas perversas para atraírem discípulos após si.
E, principalmente, Paulo estava a dizer que haveria estas possibilidades de pessoas dentro da igreja, começarem a querer se desviar da verdade. E, cerca de 9 anos depois, no ano de 65 depois de Cristo, isto foi após Paulo ter sido imprisionado em Roma, e depois dele ter sido liberado. Paulo, então, está agora a escrever a Timóteo, em primeiro Timóteo, está a escrever o que ele tinha previamente alertado. E, por isso, Paulo tinha previsto isso e estava a dizer que Timóteo tinha que enfrentar essas situações, e, por isso, Paulo estava instruindo a Timóteo, perdão, um ancião jovem, mas que já estava no Ministério alguns anos, estava a instruir a ele dizer, cuidado, que não permite as pessoas que ensinem outra doutrina. E, irmãos, isto acontece continuamente na Igreja de Deus. Por quê? Porque Satanás quer destruir a Igreja de Deus, e precisamos ter muito cuidado de não permitir isso.
Em segundo Salunicências, capítulo 2, versículo 9, vê-se aí a acerca desse espírito enganador, que é esse falso-profeta, dizessem-se que o Javinta é a segunda eficácia de Satanás, com todo o poder, os sinais e prodígios de mentira. E, com todo o engano da injustiça para os que parecem, porque não receberam o amor da verdade. Nós temos que ter um amor da verdade. Não podemos desviar da verdade. Temos que amar a verdade. E, por isso, Deus lhes enviará a opressão do erro para que creiam a mentira. E, por isso, irmãos, devemos damar a verdade, e não a injustiça. E, por isso, nós temos que ter um amor da verdade. E, por isso, irmãos, devemos damar a verdade, e não a injustiça. Então, continuando aqui nas instruções de Paulo Atimotti, no versículo 4, diz, Nem se dêem a fábulas, ou as genealogias intermináveis. Fábulas, mitos, rumores, fantasias de homens, ideias, especulações.
Não se dêem a isso. Também, no capítulo 4, o primeiro Atimotti, o capítulo 4, versículo 7, diz assim, mas rejeita as fábulas profanas e de velhas. E são coisas que não são necessariamente baseadas em fatos. São coisas falsas, são ideias, são coisas que vocês veem na internet e que são simplesmente por caria. Simplesmente são ideias humanas. São falsas. E depois diz, e genealogias intermináveis. Isto é um estudo, como eu mencinei previamente, acerca deste estudo nóstico, que são estas eons. Estas genealogias de eons e o espiritor Irineu referiu-se a isso como um ensino nóstico. Essas bandas de luz, que eram estas ideias pagãs de que, a máxima luz, digamos, Deus, e depois há outras bandas com menos luz, menos luz, menos luz, e depois chega a banda física, onde eles dizem que, basicamente, não há nenhuma luz. Então, estas genealogias intermináveis, como, por exemplo, estas miúveis de seres espirituais, são ideias pagãs, sim, há vários seres espirituais, com várias autoridades, mas o ponto é que, então, misturar, verdade, comentirei, e falar de coisas aqui que estão a darem, assim, nos que não são o evangelho Jesus Cristo. E, por isso, irmãos, essas coisas produzem questões. Por isso é que dizem genealogias intermináveis que mais produzem questões, produzem questões, produzem disputas do que a edificação de Deus.
Então, a causar divisão e não a edificação da igreja. É como em segundo Timótipo 4, segundo Timótipo 4 está a falar de ouvidos comixosos. Bem, não usa a palavra comixosos, diz, coceira nos ouvidos, mas segundo capítulo 4, versículo 3, diz assim, por verá tempo em que não suportarão a santo triná. Mas, tendo coceira nos ouvidos, querem coisas novas e ideias, especulações, o que isto vai acontecer, o que não vai acontecer, e isto aqui, etc., etc., e começam a criar ideias especulativas.
Amonturão para si doutoras conforme as suas próprias concupiscências, e desviarão os ouvidos da verdade voltando às fábulas.
Irmãos, precisamos ter cuidado com isso. Precisamos ter cuidado com isso. Desviam-se da verdade para especulações e ideias, argumentos e discussões intermináveis, inúteis, especulações que não dão valor nenhum.
Nós sabemos como, por exemplo, contar o dia de Pentecostes, 50 dias que chegam a um domingo, mas há 100 pessoas que vão, de vez em quando, dizer, olha, aqui é outro ponto de contagem. Por exemplo, disputas acerca de Inoc e Elias, eu já dei vários estudos acerca desse e desse, talvez demais, mas usam e estão a destrutar uma parte, dizer, ah, não, mas isso é ciência, querido. E estão a desviar-se do verdadeiro entendimento, porque nós sabemos e estudamos na Bíblia claramente quando uma pessoa morre, está morta. Não há entendimento na morte.
Quando uma pessoa morre, não está no céu. Sim, as pessoas ficam confusas acerca da história de Inoc, acerca da história de Elias, acerca do ladrão na cruz, mas nós temos estudos profundos, acerca desse tema, e estamos a explicar coisas que as pessoas às vezes não entendem. E por isso, os irmãos, estas cunhas não edificam, só causam divisão. Ora, se o ministro se envolver nessas disputas, não tem tempo para edificar a igreja, a congregação, que realmente é a sua responsabilidade principal.
Então, isso devia a atenção da obra de Deus e de construção da confiança na Irmandade, e por isso devemos aprender a evitar essas disputas que não acabam sem fim. Contendas sem fim. Por que? Porque só desviam a força e energia do ministro para coisas que não são úteis.
Irmãos, o propósito, o propósito da lei de Deus e do mandamento e desta instrução de Paulo, é para nós crescermos em amor de um para com o outro. Vejam aqui, no versículo 5, diz assim, ora, o fim do mandamento é o amor de um coração puro. Ora, esta palavra mandamento diz assim, quer dizer, o primeiro é o fim do mandamento.
O fim é o télose, o resultado, o desfecho, a meta deste mandamento, desta admoestação, que é a palavra grega parangélia, que significa uma instrução, uma ordem. Não é necessariamente os dez mandamentos, porque se fosse os dez mandamentos usava a palavra entole, mas aqui está a dizer a palavra parangélia. E por isso não está a falar nos dez mandamentos, está a falar da instrução que Paulo acabou de dar a timótio, nos versículos 13 e 4, ele está a dizer o propósito, o fim, o resultado final, o desfecho desta admoestação, desta instrução que eu estou a dar a você é para termos amor.
Ora, está claro, há sempre uma dualidade na Bíblia, é bem interessante, há uma dualidade, porque ao fim de contas, embora esta instrução de Paulo e Timótio seja para amor, para o crescimento da igreja, para a edificação da igreja, porque há uma afirmação acerca de não seguir doutrina falsa ou ideias nósticas, mas é a mesma coisa que se nós seguirmos os ensinos dos dez mandamentos, por isso o propósito de um mandamento de Deus também é amor.
Está claro, também é amor, porque a lei de Deus é amor para com Deus e amor para com o homem. Esse é o mandamento, é amor a gape e nós temos que estronar semelhantes a Deus. Por isso, embora o versículo 5 seja especificamente a mencionar, a século da instrução que Paulo estava a dar a Timótio, esta instrução é para a edificação da igreja, o mandamento como dizem-nos assim em dualidade, o mandamento de Deus, os dez mandamentos também é a opção para amor, como dizem-nos assim de um coração puro.
Isto é um coração sem culpa, um coração inocente, sem culpa e de uma boa consciência, boa consciência no seu caráter. Irmãos, a consciência é tão importante nós mantermos uma boa consciência. Falaremos mais disso, um bocadinho mais adiante. E de uma fé não fingida. Isto é que não é hipócrita. É uma confiança absoluta, fé é uma confiança absoluta de coração. As pessoas às vezes podem fingir, mas o verdadeiro amor de Deus é amor em ação e em verdade.
Vejam em 1 João 3, versículo 18 a 21. Meus filhinhos não amemos de palavra nem língua, mas em obra e em verdade. Em ação e em verdade. E nisto conhecemos que somos da verdade e diante eles estamos seguros em nossos corações, ou perdão estaremos seguros em nossos corações, porque se o nosso coração nos condena, maior é Deus do que o nosso coração e conhece todas as coisas. Amados, se o nosso coração não nos condena, então temos confiança para com Deus.
E por isso irmãos, nós precisamos estar a seguir Deus e ir segui-lo com coração puro, como boa consciência e sinceramente. E depois continuando no versículo 6, do que desviando-se alguns, se entregaram avanças contendas. Isto e alguns desviaram-se disto e então começaram a seguir estas outras doutrinas e estas ideias e então se entregaram avanças contendas. E no outro, se desviaram, desviaram-se, desviaram do alvo, saíram do seu eixo, saíram do caminho e saíram da simplicidade de Cristo. 2 Corintios 11, 11, 3, 2 Corintios 11, 3, saíram da simplicidade de Cristo, saíram do caminho.
E então o que temos? Vans contendas, conversa vazia, infrutifra, inútil. Quer dizer, argumentos perder tempo, é simplesmente perder tempo. E por isso isto é uma exurtação a todos nós, a todos nós. Cuidado, não se metam nessas coisas, não continuem sempre a pensar nestes ensinos falsos porque vão enganar a vocês mesmos. Por que? Porque estas pessoas que fazem isso, diz aqui no versículo 7, diz, querendo ser mestres da lei. Desejam ser mestres da lei?
Por que? Porque estão a dizer, olha, eu acredito na lei, eu estou a reivindicar o respeito à lei, mas estão a pôr pesos na lei. Não entendem o que dizem nem o que afirmam. Então a falar com confiança, como se soubessem tudo, como se fosse a verdade. Mestres, nomó de dascolos. Isto é uma palavra, esta palavra de mestres. Seu é usada, esta palavra grega, sou é usada duas outras vezes do Novo Testamento. Outra vez é em Lucas 5 versículo 17. Lucas 5 versículo 17. Lucas 5 versículo 17.
E aconteceu que, num daqueles dias, estava ensinando, estando ali sentados fariseus de doutores da lei, que tinham vindo de todas as aldeias da Galileia e da Judeia e de Jerusalem, e o poder do Senhor estava ali para os curar. Aqui vemos que eram doutores da lei, pessoas que em posições oficiais, para interpretar a lei ao povo judaico. A mesma coisa também é Atos 5 versículo 34. Atos 5 versículo 34. Atos 5 versículo 34. Mas levantando-se no Conselho um certo fariseu chamado Gamaliel, doutor da lei, venerado por todo o povo.
E então, vença aqui, esses mestres da lei eram pessoas que tinham posições oficiais que eram bem reconhecidas na administração judaica daquele momento, que tinham bastante conhecimento da Bíblia. Sim, Cristo os criticou, os criticou. Mas aqui está a dizer que eram pessoas que tinham uma responsabilidade de interpretar a lei para o povo. Então está aqui em Timote, usando a mesma expressão de mestres da lei, querendo ser mestres da lei, querendo pôr-se numa posição que são estes doutores da lei, essas pessoas que sabem tudo, entraspas, se levantavam na igreja e estavam-se autoproclamando como se fossem desses mestres. Levantavam-se com confiança como que o que eles tivessem a dizer fosse verdade. É como se quisessem estar no comando, ou na realidade, eles queriam estar no comando. E então, lembramos aqui no versículo 8, sabemos porém que a lei é boa se alguém dela usa legitimamente. A lei de Deus é boa. É justa, é correta, é honrosa, mas deve ser usada adequadamente, legalmente. Isto é de acordo com o intuito da lei. Agora, como é que uma pessoa pode usar a lei de uma forma ilegal? Como é que, sentando fardos, obrigações ou proibições à lei, então isso estão a usar a lei de uma forma ilegal. Porque estão a adicionar ou tirar ou tirar desta palavra da Bíblia. E por isso é que nesses dias, certas pessoas fazem, por exemplo, até hoje, fazem do sábado um fardo. Porque pessoas estão, muitas vezes, a tentar, a acrescentar a sua própria interpretação de como aplicar a lei. Por que? Para ser mais justo, eu preciso ser mais justo, mais alta-justiça. O ponto de chave, irmão, já é o seguinte. A lei deve ser interpretada e aplicada de acordo com a sua intenção, de acordo com o propósito da lei. E qual é o propósito da lei? É amor para o nosso bem. Amor para o com Deus e amor para o próximo e não as nossas próprias ideias. E por isso aqui, no versículo 7, diz, porém, sabemos porém que a lei aqui está a usar o artigo definitivo à lei, falando especificamente acerca da lei de Deus. É boa. Mas no versículo 9, vamos ler agora o versículo 9, sabendo isto que a lei não é feita para o justo. Irmãos, é um ponto interessante aqui que não se vê na maioria das traduções em português, mas é que a palavra A não está no grego aqui no versículo 9. A palavra A, lei, a lei, a palavra A não está no grego neste versículo. Por isso, lendo como está no grego, leríamos sabendo isto que lei não é feita para o justo. Qualquer lei não é feita para o justo. Lei é feita para os injustos. Qualquer lei. Mas especificamente, a lei de Deus serve ou tem o propósito para mostrar aos pecadores como amar a Deus e ao próximo.
Sim, a lei de Deus é amor, para com Deus e para o próximo, a saber a quem, aos ímpios e aos insubordinados.
Aos injustos, transversores, aqueles que não reconhecem nenhuma obrigação legal, para elas, como dizem hoje em dia, a lei foi abolida. Ou os obstinados, os rebeldes, que se recusam a sujeitar-se à lei, à autoridade. São pessoas, digamos assim, independentes, indisciplinados, rebeldes. E por isso é que diz para os injustos e obstinados, ou transversores e rebeldes. E depois diz para os ímpios e pecadores, para os profanos e iligiosos, para os parecidas e matricidas, para os homicidas, para os fornicadores, para os sonomitas, para os robadores de homens, para os mentirosos, para os perjuros e para o que for contrário à sã doutrina. É um ponto interessante, irmão, que aqui vemos 10 pontos. E de acordo com o comentário de John Stott no seu livro A Mensagem de Primeiro Itimóptio e Titus, The Message of First Timothy and Tartars, na página 49, ele está a comparar estes 10 pontos com os 10 mandamentos da lei de Deus. Por isso ele diz, quando diz os ímpios, está a falar daqueles que dizendo que não há outro Deus, é só Deus. É o que este comentador diz, que é um ponto interessante, pois os pecadores, ele está a comparar isso com a idolatria, que é a sã de lei de Deus. Para os profanos, ele está a comparar isso com as pessoas que usam o nome de Deus, irmão. E os irreligiosos, está a comparar isso com aqueles que são irreverentes, particularmente, por exemplo, ao sábado, e que seguem os seus próprios interesses. E depois diz para os parlicidas e matricidas. Isto é para os assassinos de pais, parlicidas, e para os assassinos de mães, matricidas. Isto então, ele está a comparar acerca da lei de honros de Deus-pais. E depois diz para os homicidas. Isto é para aqueles que assassinam, porque a Bíblia diz não matos, ou mais especificamente, não assassinos. E depois diz para os fornicadores e para os sódomitas. Fornicadores, pornais, porneia e sódomitas homossexuais masculinos. Isto é uma clara explicação do século do mandamento contra o adultério. E depois, ver ciclo segundo, o que se segue é para os roubadores de homens. Os roubadores de homens são os raptores, os traficantes dos cravos, que estão a explorar homens e mulheres. E isso é relacionado com o mandamento não furtar, não roubar. E depois diz para os mentirosos. E isso então é para os perjuros. Isto é aqueles que estão a dar falso destemunho. E finalmente, para os que for contrário à sã doutrina. Isto é uma doutrina que promove a segude espiritual e a cubissa ou luxúria. Toda essa atividade é contra a sã doutrina. Ora, aqui vê-se que Paulo não está a abolir lei. Ele está a ensinar aos perigadores para amar a Deus e ao próximo. E por isso continua-ne agora no versículo 11. Conforam o evangelho da glória e de Deus bem-aventurado, me foi confiado. Ele está a dizer, Paulo está a apontar que a lei de Deus é um padrão da nossa vida, é parte do evangelho de Deus. E esta é a confiança de Deus que Deus deu a Paulo e na realidade é uma confiança de Deus a todos os ministros de Jesus Cristo para ensinarem a sã doutrina. Temos um dever porque Deus está a confiar em nós como ministros de Jesus Cristo de lidar com estas nossas responsabilidades de uma maneira adequada. Não podemos simplesmente sair e pregando as nossas próprias ideias e especulações. Não podemos pregar as nossas filosofias ou, a século de livros que lemos, pregamos a palavra de Deus a Bíblia. E, por isso, devemos esconder-nos por trás da palavra de Deus. A nossa defesa é a palavra de Deus.
Esta é a confiança que Deus nos dá. Devemos de usar a palavra de Deus como base do que pregamos.
E, falhar nisso é cair no erro do trinário. Por siglo XII. E dou graças ao que me tem confortado a Cristo Jesus, Senhor Nosso, porque me teve por fiel pondo-me no Ministério.
Irmãos, o Ministério é um chamado. Tal como entender a palavra de Deus e ser um membro da Igreja de Deus, é um chamado, o Ministério é um chamado adicional. E sim, Deus também chama outras pessoas na Igreja para outras responsabilidades, não é só para o Ministério.
Deus é que nos coloca no Ministério.
O Ministério não é um emprego. Olha, eu quero fazer este trabalho. Você simplesmente não escolhe. Sim, você pode sejejar, mas é um chamado. É Deus que nos chama.
Então, continuando agora a ler no versículo 13. A mim, que antes foi blasfemo e perseguidor e injurioso. Sim, Paulo foi blasfemo, falou contra Deus e contra a Igreja de Deus. Foi um perseguidor. Podem ler isso em Atos capítulo 8, capítulo 9. Vemos que Paulo persegueu a Igreja de Deus.
E injurioso, ou como algumas versões traduzem para insolente ou opressório, ele foi violentemente arrogante. Mas Paulo fez por ignorância. Ainda não tinha sido chamado, mas fez.
Então diz, mas alcancemos a ricórdia.
E por isso é que ele diz aos ministros, graça, misericórdia e paz. Precisamos de muita misericórdia e precisamos dar misericórdia a outros. Porque o fiz ignorantemente na incredulidade.
Prociglo 14, E a graça de nosso Senhor superambundou com a fé e amor que há em Jesus Cristo. A fé e amor que há em Jesus Cristo. E é a graça de Deus para perdoar, para nos perdoar. E nós igualmente devemos estar dispostos a perdoar, a demonstrar misericórdia.
Esta é uma palavra fiel e digna de toda aceitação. Isto é um princípio fundamental. E esta frase é usada várias vezes nas hipístolas pasturais. Arrerca de princípios fundamentais, básicos, dignos de tomarmos atenção. Porque Deus é mais recorrioso. Que Cristo veio ao mundo para salvar os pecadores dos quais eu sou o principal. O Iquim mostra a humildade de Paulo. Ele reconhece o que ele fez. Versículo 16. Mas por isso alcancei misericórdia. Para que em mim, que sou o principal, principal pecador, Jesus Cristo mostra-se toda a sua longanimidade, para exemplo, dos que haviam de crer nele para a vida eterna. Além disso, Paulo está azer que o que Cristo fez demonstra a longanimidade de Deus. E demonstra que nós receberemos a vida eterna. Temos a semente da vida. O semente da vida eterna, que é o Espírito Santo deus. E versículo 17. Ora, o rei dos séculos imortal, invisível ao Deus único, sábio, seja honra e glória para todo sempre. Amém.
E por isso aqui, vês aqui, ora, ao rei dos séculos imortal, invisível ao Deus único, sábio, seja honra e glória para todo sempre. Amém. Aqui, a palavra imortal vem da palavra grega afartos, que uma melhor tradução seria incorruptível. Incorruptível, que não se corrompe, que não apodrece. Isto é indecadente. É incorruptível. Incorrupção, também, por exemplo, é a palavra afarcia. Enquanto que a palavra imortalidade em grego é a palavra atenácia, grego 110, que é usada pelo menos apenas três vezes no Novo Testamento. Vamos ver essas três vezes que a palavra atenácia, que significa imortalidade, é usada no Novo Testamento. Duas vezes é usada em 1 Coríntios 15, 1 Coríntios 15, 53 a 54. 1 Coríntios 15, 53 a 54.
E diz assim, porque convém que isto que é corruptível, se revista de incorruptabilidade? Aqui está a falar de afartos incorruptível. E que isto que é mortal, se revista da imortalidade, atenácia. E quando isto que é corruptível, se revistir de incorruptibilidade, isto é afarcia ou afartos, e isto que é mortal, se revistir da imortalidade, que é atenácia, então como previsse há a palavra que está escrita, tragada foi a morte, na vitória. Quando nós ressuscitarmos como seres espirituais, na primeira recebeção, seremos incorruptíveis e imortais.
Teremos imortalidade. Outro versículo que usa esta palavra atenácia, que é imortalidade, é em primeiro-utimótio capítulo 6, primeiro-utimótio capítulo 6, começando no versículo 13. O versículo específico é o 16, mas é bom começar a ler do versículo 13. Diz assim. Manda-te diante Deus de todas as coisas vivifica e de Cristo Jesus que diante o Ponsio Pilato deu o destumunho de boa confissão, que guardes este mandamento sem maclo e repreensão até a aparição do nosso Senhor Jesus Cristo.
Estamos a ver até a guarda este princípio, sem maclo e sem repreensão até quando Jesus Cristo vier. A aparição de Jesus Cristo versículo 15 a qual a seu tempo mostrará o bem-aventurado, o único poderoso Senhor, reis os reis e Senhor dos Senhores, que é Jesus Cristo. Aquele que tem, ele só, este é Jesus Cristo, é imortalidade.
Isto é afanásia. A quem nenhum dos homens viu nem pode ver, a qual seja honra e poder sem piterno. Jesus Cristo tem imortalidade, porque é o primeiro homem, as primícias, o primeiro que ressuscitou e tem a eternidade. Nenhum outro homem tem a eternidade.
É aquele só que tem a mortalidade.
As outras pessoas que morreram não estão no céu com a imortalidade. É só Jesus Cristo que tem a mortalidade.
E por isso, irmãos, aqui vemos que a palavra imortalidade, afanásia, aqui está referir-se Jesus Cristo. Não está aqui a referir-se aos anjos ou ao Deus Pai, mas está especificamente a referir-se a um ser que foi ser humano e que agora tem a imortalidade, que é o único que tem a imortalidade.
Ora, os seres divinos, quando nós formos ressuscitados na primeira ressurreição, nós teremos a imortalidade também, na primeira ressurreição. Depois da primeira ressurreição, viremos a ser seres imortais, como lemos em 1º Corinthians 15, uns momentos atrás.
E, por isso, Jesus Cristo é a primícia.
Isto é, depois da primeira ressurreição, não vamos morrer mais. Por isso, é que diz, a morte foi tragada.
Os seres divinos no rei de Deus serão imortais.
Jesus Cristo, que era o verbo, que abriu a mão de estar da forma de Deus, e Ele veio para a terra e morreu. Mas, o seu potencial de vida nunca morreu, porque o espírito, o homem no homem dele, foi guardado.
O espírito de Deus guardou o vidro. Esse era o potencial de vida.
Esse não desapareceu, porque Deus guardou o seu espírito.
A imortalidade, a tanesia, implica também, não só uma vida eterna, mas implica também uma qualidade de vida desfrutada, que somente a família de Deus desfruta.
E, por isso, nós seremos membros dessa família.
Ora nós, quando morremos, o espírito homem é guardado por Deus.
O corpo se desfaz. Eu já me ensinei isso várias vezes em estudos prévios.
Isto quer dizer, o potencial da vida, o espírito homem no homem, permanece.
Em outras palavras, estamos a dormir na morte.
Quando fomos rescitar, Deus nos cria um corpo novo e põe o espírito homem no homem dentro desse corpo, e então tornamos a ser um ser vivente.
Todos os homens os sustitarão, irmãos. Primeiro Coríntios capítulo 15, versículo 22.
Todos os homens os sustitarão, bons e maus. Todos, após a primeira morte, têm o potencial de vida.
Mas na segunda morte, o Guiana, o Lago de Fogo, termina esse potencial de vida.
Isto quer dizer, irmãos, é uma coisa muito sábia.
Isto é uma coisa para além da compreensão humana.
Se uma pessoa não tem o Espírito de Santo Deus.
Em provérbios 21, versículo 30. Não há sabedoria, nem inteligência, nem conselho contra o Senhor.
E por isso, continuando aqui a ler em Timóteo, capítulo 1, versículo 18, diz assim, este mandamento te doa.
Esta responsabilidade te confio. Este ensino te doa, esta autorização te doa, meu filho Timóteo, que, segundo as profecias que houve acerca de ti, e sim houve certas profecias. A cerca de Timóteo, quando ele não só foi batizado, mas quando ele foi ungido para receber o Espírito de Santo Deus, isto é como ministro, houve certas profecias, a sério do que ele ia fazer, diz assim milites por elas, boa milícia.
Luta esta boa guerra!
Use o Ministério de Deus como Deus espera que tu o uses, como foi profetizado.
Nós, ministros, estamos na mesma guerra contra falsos mestres, contra falsas doutrinas.
Por isso, versígios anódios, conservando a fé e a boa consciência.
É fundamental não agirmos contra a nossa consciência e a nossa fé.
A consciência precisa ser educada, quando fazemos algo errado, nossa consciência nos punge, e nós temos que responder à consciência.
Não queremos que a nossa consciência seja cauturizada, como lemos no capítulo 4, versículo 2. Diz assim, esta hipocrisia de homens que falam mentiras tendo cauturizada a sua própria consciência. Isso é muito perigoso, irmãos. Não devemos cauturizar a nossa consciência. Consciência.
Se perdermos a fé e se perdermos uma boa consciência, então sofreremos naofrágio. É como diz aqui no versículo 19, diz assim, conservando a fé e a boa consciência, a qual alguns, rejetando, fizeram naofrágio, na fé. Isto é, se desviaram da fé, saíram da igreja.
E entre esses foram Imneu e Alexandre, os quais entreguei a Satanás, para que aprendam a não blasfumar. Pala aqui e está a dizer que ele teve que exercer essa autoridade na igreja, porque às vezes avisamos uma pessoa, avisamos uma pessoa, uma pessoa não quer submeter a autoridade da igreja, então há um momento que a igreja tem que exercer autoridade.
Há momentos em que precisamos lidar com a autoridade, com cuidado, dizendo com amor, com cuidado, mas há momentos, como Paulo diz aqui, que teve que desassociar essas pessoas da igreja.
Paulo não tinha uma má vontade contra eles, Paulo esperava que se arrependessem. No próximo estudo de Timótio, então vamos abordar o capítulo 2.
Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).